Rush: Geddy Lee e Alex Lifeson se reúnem para lançamento hilário de cerveja da banda

Alex Lifeson e Geddy Lee, integrantes do lendário Rush, se juntaram para divulgar o lançamento da próxima parceria da banda com a cerveja Henderson Brewing, de Toronto.

A novidade sobre a bebida batizada de Rush Canadian Golden Ale foi anunciada através de um engraçado teaser estrelado pelos músicos. Lifeson aparece como um “Cientista da Cerveja”, enquanto Lee é o “Consumidor de Cerveja”.

No vídeo, o guitarrista aponta que eles experimentaram “20 cervejas diferentes” antes de escolherem três sabores. No site da banda, Alex descreveu alguns detalhes sobre a bebida final:

A Rush Canadian Golden Ale tem uma cor dourada e uma densa ponta de marfim. Apresenta um aroma terroso com notas de casca de laranja, pinho e centeio picante. Embora a ênfase seja no refresco, há elementos de pinho, centeio e um sabor de lúpulo cítrico que aumentam a complexidade sutil da cerveja.

Além da cerveja, a banda lançará uma blusa com a arte do rótulo da nova bebida. Em sua descrição, o grupo diz:

Os livros são para turistas. Cerveja é para gênios. As camisetas da cerveja Rush são para pessoas ainda mais inteligentes. […] Esta camiseta não vai deixar você bêbado, mas você pode ficar bêbado com ela.

A nova Golden Ale da banda está prevista para ser lançada em todo o Canadá em 30 de Agosto e você pode conferir abaixo o ótimo e engraçado teaser sobre a cerveja.

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*Por Lara Teixeira / Fonte: tenhomaisamigosquediscos

Neil Peart (Rush) – R.I.P.

A nota triste de hoje foi a do falecimento de Neil Peart (Rush), aos 67 anos, vítima de um câncer no cérebro. Segundo a nota, o músico foi diagnosticado com a doença há 3 anos.
Peart era considerado um dos baterista mais técnicos da história do rock.
Também era um verdadeiro aficionado por motocicletas e bicicletas, tanto que escreveu 7 livros sobre o assunto e suas várias viagens em duas rodas pelo mundo.

Descanse em paz mestre!

 

 

 

 

 

 

O Grande Livro de Baixo de Geddy Lee

O baixista do Rush, Geddy Lee, está explorando a história de seu instrumento em um livro que está por vir.

O Grande Livro de Baixo de Geddy Lee será publicado em 4 de dezembro, e conta as histórias por trás de 250 baixos famosos e raros, bem como entrevistas com alguns dos mais famosos músicos do instrumento.

Lee passou sete anos trabalhando em Big Beautiful Book of Bass, de Geddy Lee. Ele convocou Richard Sibbald especialmente para fotografar uma grande variedade de baixos, desde aqueles que passaram por anos de uso em palcos ao redor do mundo até instrumentos únicos que mal foram tocados, completos com os pensamentos de Lee sobre eles. Sua própria coleção de baixo, que inclui instrumentos feitos nos anos 50, também é mostrada, mostrando aqueles usados ​​na turnê R40 do Rush e detalhando suas configurações de palco e estúdio de toda a sua carreira.

“Nos últimos sete anos, Geddy se dedicou a estudar a história do instrumento que foi tão essencial para sua carreira, colecionando centenas de baixos de todo o mundo, dos quais 250 são apresentados aqui em detalhes de tirar o fôlego com ótimas fotografias. Completo com comentários pessoais de Geddy que mostra seu conhecimento tanto como músico e aficionado, este volume produzido de forma luxuosa é um olhar revelador sobre os pesos pesados no mundo do baixo-Fender, Gibson / Epiphone, Rickenbacker, Höfner, Ampeg – e luthiers globais menos conhecidos, mas influentes, como Antonio Wandr Pioli, Dan Armstrong e Tony Zemaitis. “

O seu colega de banda, Alex Lifeson, escreveu um dos prefácios do livro; Há também comentários de outros músicos.

Essa não é a única coisa que os fãs do Rush devem esperar. A banda também terá seu próprio Funko Pop! Figuras que caracterizam os três membros em seus trajes de palco dos anos 70, com Lee vestindo um quimono adornado por um dragão e o baterista Neil Peart com um bigode.

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Fonte: ultimateclassicrock

Um pouco mais de RUSH por aqui

Um pouco de RUSH da época das músicas mega-thunder-loooongas-elaboradas-técnico-masturbativas e dos hobbys de seda de gosto duvidoso. E por incresça que parível, é justamente nessa fase que tem lá o Geddy Lee rosnando aquele maravilhoso Rickenbacker 4003 preto, que virou uma espécia de marca registrada de seu som e da banda. Báh! que baixo, que sonzeira.

*Em tempo! Gosto do RUSH, é uma banda com músicos virtuoses (não que isso seja muito importante prá mim), são uma das GRANDES bandas da história do rock, com trabalhos e características singulares e os admiro prá caramaba não somente como músicos mas também como pessoas inteligentes e bem focadas, superando inúmeras adversidades ao longo de sua prolífica carreira. Mas o que eu não curto mesmo são duas fases distintas, primeiro na época onde começaram a ficar viajandões “demais”, com muitos preâmbulos, farfalhonices e malabarismos musicais – (vide Farewell to Kings / Hemispheres) e depois nos 80’s quando os teclados e sintetizadores passaram a dominar na banda. Fora isso, tudo maravilha.

E por isso mesmo resolvi colocar aqui vídeos de uma fase que justamente eu não curto, até para descargo de conciência.

 



Mais uma dos caras do Rush

Este é o video de introdução de “The REAL history of Rush – Don’t Be Rash”. Vídeo que aparecia no telão durante a tour de 2010 da banda – Time Machine Tour. Os caras são mesmo muito bons, hein! Eu já devo ter dito isso antes.

Vem cá, ainda não viu!?

Se você ainda não assistiu ao DVD do documentário do RUSH, putz mermão, sinto muito, mas tá perdendo. Os caras além de ótimos músicos são muito bons de conversa, apesar da aparente timidez e o tal rótulo de nerds do rock, o documenário flui muito bem, são tantas passagens, períodos e evoluções musicais que a coisa parece que poderia ter perfeitamente mais umas 2 horas de cenas na boa. Repito, nem sou tão fan assim da banda, mas agora passei a curtí-los ainda mais. O Geddy Lee (que timbrão tem aquele Rickenbacker – putz!!!), tem um humor muito bacana, se refere a detrminadas fases da bandas com risadas, tipo a fase dos roupões de seda, rsrsrsr. Sempre achei meio brega aquilo lá também. Legal ver dos próprios artistas as suas versões dos fatos, algumas explicações e declarações. Muito bom! Taí um reforço para você que se diz entendidinho de rock, confere lá antes que aquele seu vizinho nerd o faça antes que você (se é que ele já não o fez, deve ter baixado meses atrás e na versão inglês sem legendas).

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Mais um documentário afudê

Ainda pegando embalo desse resto de clima da Natal,  me dei de presente o DVD documentário “RUSH – Beyond The Lighted Stage”. Esse filme rodou modestamente no circuito de cinemas, se não me engano e passou até em algumas salas em POA. Este filme, um documentário de uma banda de rock, este ano ganhou o prêmio do público no Festival de Cinema de Tribeca, Nova York. Nada mal para uma banda que tem muitos seguidores literalmente fanáticos, com um som totalmente diferenciado, letras complexas e longe do apelo pop mas que de certa forma parece que nunca chegam lá no topo do panteão rocknrollzístico. Não sou o que se pode chamar de super fan da banda, fui no show deles no Estádio Olímpico, em Porto Alegre, foi incrível, memorável e um dos melhores “grandes” shows que já assisti e assim mesmo sou um tanto desconfiado na questão Rush. Admiro é verdade a técnica, mas acho que falta o lado bebedores de cerveja, quesito meio fora de questão no currículo da banda, saca!?. Tudo bem, o legal mesmo é que são muito diferentes, pode-se dizer até que seriam tipo a maior banda de nerds no mundo do rock. O documentário deixa claros indícios disso, inclusive, gostei bastante da abordagem do filme com muitas cenas inéditas dos três quando ainda crianças, shows bem antigos e até entrevistas com as mães dos três: Geddy Lee, Alex Lifeson e Neil Peart. Caraca!!! Tem também vários comentários de outros artistas sobre a banda, todos muito interessantes. Se eu não sou um grande fan do grupo tudo bem, mas eu os respeito e muito como músicos e compositores, fizeram tudo sempre do seu modo e não seguiram rótulos ou modinhas, isso só já bastaria para terem seus bustos em alguma praça pública tanto no Canadá como em qualquer outro lugar do mundo. A banda segue firme e forte. Taí mais uma dica da casa. De minha parte já fiquei um tanto mais fan deles depois desse documentário, o mesmo vale para o The Doors, vide um outro post anterior por aqui. Vamu-qui-vamu que o rock pede passagem e tem de continuar!