Sibéria atinge 38 ºC e bate recorde de temperatura

Localizada na Sibéria, a cidade russa de Verkhoiansk chegou a atingir 38 graus Celsius no último sábado (20). Mesmo sendo verão por lá, a situação é anormal. Verkhoiansk junto a Oymyakon são conhecidos como os lugares habitáveis mais frios do planeta.

Meteorologistas já afirmavam que este seria um provável recorde de temperatura mais alta já registrada no Círculo Polar Ártico. As temperaturas da região são colhidas desde 1885 e o recorde anterior era de 37.3°C. A Organização Meteorológica Mundial (OMM), que certifica os registros de temperatura, confirmou o recorde.

O serviço meteorológico russo “Tempo e Clima”, informa que o normal é que a temperatura média mensal em junho fique em 13,2°. Entretanto, a temperatura média tem sido de 17.6°. Mesmo a média alta de junho não passa de 20°.

A temperatura mais baixa (-1,7°) foi registrada em 1 de junho e a temperatura mais alta até agora (38°) foi em 20 de junho, o primeiro dia do verão no Hemisfério Norte. No dia seguinte, domingo (21), a temperatura chegou a 35,2°.

Sibéria em chamas

É importante ressaltar que temperaturas acima da média já vinham sendo registradas no inverno e primavera. Na última quarta-feira (17), uma matéria no The Guardian alertava para as altas temperaturas que vinham sendo registradas no Ártico. Segundo o jornal britânico, o calor da Sibéria está levando 2020 para a marca de ano mais quente já registrado. Preocupante em tempos de redução de emissões globais – em consequência à pandemia – que deveria ao menos estabilizar temporariamente a crise climática.

Enquanto isso, o permafrost está derretendo lentamente e fazendo recuar o gelo ártico.

Falar de calor na Sibéria sempre acende os holofotes, mas a questão é que diversos lugares do mundo registram temperaturas anormais. É previsto para esta semana, por exemplo, uma semana excepcionalmente quente na região da Escandinávia.

*Por Marcia Sousa

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*Fonte: ciclovivo

Rússia se desconecta da internet mundial

País realizou uma série de testes para se desconectar do resto do mundo e criar sua própria rede, a RuNet

O governo russo anunciou ontem (23) que concluiu uma série de testes para desconectar o país da internet mundial. O objetivo era testar a infraestrutura nacional da nova internet da nação, conhecida como RuNet, e verificar se o sistema interno poderia funcionar sem acesso ao DNS global e à rede externa.

Foram necessários alguns dias para a conclusão dos testes, que envolveram agências governamentais, provedores locais de serviços de internet e empresas russas locais. O tráfego do sistema de computadores foi redirecionado internamente, o que fez com que o RuNet se tornasse a maior rede intranet do mundo.

Apesar do sucesso dos testes, como de praxe o governo não revelou muitos detalhes técnicos. Apenas houve a constatação de que foram testados vários cenários de desconexão, incluindo um quadro em que era simulado um ciberataque de um país estrangeiro. Segundo declarações da coletiva concedida na segunda-feira, o experimento foi um sucesso.

“Em geral, as autoridades e as operadoras de telecomunicações estão prontas para responder efetivamente a possíveis riscos e ameaças e garantir o funcionamento da internet e da rede de telecomunicações unificada na Rússia”, afirmou Alexei Sokolov, vice-chefe do Ministério de Desenvolvimento Digital, Comunicações e Meios de Comunicação de Massa. O executivo também disse que os resultados serão apresentados ao presidente Vladimir Putin em 2020.

Avaliação

Ainda que as avaliações tenham ocorrido em alguns dias, o êxito do plano teve como base anos de planejamento, elaboração de leis e modificações físicas na infraestrutura da internet local. Inicialmente, os teste estavam marcados para abril deste ano, mas acabou adiado para dar ao Kremlin (sede do governo russo) mais tempo para aprovar uma lei necessária para o processo.

A chamada lei “soberania da internet” concede o poder legítimo ao governo de desconectar o país do resto do mundo sem muitas explicações, que tem como base a segurança nacional e o temor de interferências estrangeiras. Para que isso acontecesse, a legislação determina que os serviços de internet redirecionem o tráfego por meio de estratégias administradas pelo Ministério das Comunicações.

Vale ressaltar que este mês o presidente Vladimir Putin afirmou que o país não iria se desconectar, e a lei era uma precaução. “Não estamos caminhando para fechar a internet e não temos intenção de fazer isso”, disse o mandatário. “Esta lei pretende apenas evitar as consequências negativas de uma possível desconexão da rede global, que é amplamente controlada do exterior”, concluiu Putin.
A criação da lei foi alvo de críticas de ativistas de direitos humanos na Rússia desde o começo do ano. Eles argumentaram que sua possível efetivação era uma ameaça à liberdade de expressão e à mídia. Ainda é cedo para falar em mudanças em outras nações, mas a atitude pode configurar em uma iniciativa a outros governos que queiram criar sua própria rede de internet.

*Por Fabricio Filho

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*Fonte: olhardigital

A Rússia está prestes a lançar um dispositivo que permitirá a comunicação através do pensamento

A produção do dispositivo Neurochat para uso em massa está prevista para o segundo trimestre de 2019, informou o diretor executivo do sindicato industrial da NeuroNet Technology Initiative ao Sputnik.

O projeto dos desenvolvedores russos chamado Neurochat, segundo Semiónov, é um sistema de software e hardware, neuroaccessórios e uma interface especial. É um dispositivo médico projetado para oferecer a oportunidade de comunicação de pessoas que por uma razão ou outra não podem falar.

O Neurochat ajudará pessoas que sofreram um derrame e perderam a capacidade de falar e se mover, de ditar um texto para um computador, literalmente com o poder de suas mentes.

Um acessório sem fio com eletrodos é colocado na cabeça do paciente. Isso se concentra na letra necessária da matriz alfabética que aparece na tela do monitor para escrever um texto. O dispositivo pode ser instalado em uma cama ou em uma cadeira de rodas. Os usuários deste acessório podem se comunicar com pessoas próximas e também remotamente pela Internet.

O neurochat também pode ser usado por pessoas com paralisia cerebral, esclerose lateral amiotrófica, esclerose múltipla e vários neurotraumas, incluindo lesões na cabeça e na coluna vertebral.

“Na Ásia CES o produto recebeu o prêmio como um dos mais interessantes e promissores. No final de março, pretendemos apresentar o projeto na Conferência Europeia sobre neurotecnologias no Reino Unido,” disse Semyonov.

Segundo o diretor executivo da empresa, o primeiro lote experimental tinha várias centenas de aparelhos enviados para diferentes centros de reabilitação russos para aprovação. Atualmente, estão em andamento negociações sobre a aquisição e fornecimento do Neurochat para instituições médicas.

*Por Any Karolyne Galdino

 

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*Fonte: engenhariae

Rússia pretende explodir lixo espacial com um canhão à laser

Por incrível que pareça, o espaço é um lugar cheio de lixo. Bem, não exatamente lixo, mas principalmente detritos de rochas que podem acabar atrapalhando ou causando acidentes a naves que porventura, se arrisquem em missões no futuro. Pensando em situações do tipo, cientistas russos anunciaram que estão trabalhando no desenvolvimento de um canhão a laser, que seria capaz de resolver esse problema.

O responsável por apresentar o projeto foi um setor de pesquisa da Roscosmos, equivalente russa da NASA. Para conseguirem por o plano em prática, os pesquisadores pretendem adicionar ao telescópio um sistema de detecção óptica com laser sólido integrado. Após cumprirem essa etapa inicial do projeto, será a hora de fazer alguns testes. Pretendem já testá-lo em detritos espaciais localizados na órbita baixa da Terra. Dessa forma, aqueceriam o lixo até que fosse completamente destruído.
Outros tipos de lixo

Além das rochas que flutuam pelo espaço, ainda é possível encontrar partes quebradas de espaçonaves que já estiveram por ali um dia. Sem contar que ainda existem outros objetos lançados ao espaço que acabaram se perdendo. Tudo isso se torna lixo no lugar, podendo se mesclar a outros objetos e viajar em velocidade que ultrapassa os 17.500 km/h. Impressionante, não é mesmo?

Pois bem, imagine se algo do tipo acaba colidindo com uma espaçonave ou satélite? Mesmo um detrito muito pequeno seria capaz de fazer enormes estragos. O canhão a laser seria a solução perfeita para dar fim ao risco. Pesquisadores japoneses já haviam apresentado proposta semelhante em 2015. Combinariam pequenos lasers para produzir um único feixe extremamente poderoso, que seria capaz de vaporizar o lixo espacial. Quando os detritos entrassem em contato com a atmosfera terrestre simplesmente queimariam.

Em todas as análises, a construção de um canhão de tal natureza parece resolver o problema. Apesar de os representantes da Roscosmos confirmarem que o projeto está em andamento, se recusaram a dar mais detalhes sobre o cronograma de produção ou seus requisitos técnicos. Mas no fim das contas… Tudo indica que as viagens espaciais serão muito mais seguras no futuro, representando menos riscos à tripulação.

*Por Isabela Ferreira

 

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*Fonte: mundoestranho

Rússia cria arma magnética que penetra em qualquer tipo de barreira

Você já ouviu falar do canhão eletromagnético? Essa arma, conhecida em inglês como railgun, é a nova queridinha das iniciativas militares.

Países como Rússia e EUA têm concentrado esforços no desenvolvimento de protótipos. Agora, uma equipe de cientistas russos testou com êxito seu primeiro canhão eletromagnético.

Ele é tão poderoso que pode disparar projéteis a 3 quilômetros por segundo, rápido o suficiente para rasgar qualquer tipo de armadura que exista hoje.

Velocidades surpreendentes

Essa arma é uma grande promessa para a próxima geração de artilharia militar, mas a Rússia também quer aproveitá-la em outras aplicações – por exemplo, para levar carga para a Estação Espacial Internacional.
O canhão eletromagnético é revolucionário em termos do quanto pode acelerar um projétil.
Os testes conduzidos pela equipe russa demonstraram uma velocidade imensa, que é metade do que foguetes precisam para fugir da gravidade da Terra.

Rússia x EUA

Além da Rússia, os Estados Unidos também estão trabalhando em sua própria versão do canhão.
Suas avaliações, no entanto, usaram projéteis significativamente maiores. O próximo teste marítimo americano tentará disparar uma bala de 20 kg a velocidades hipersônicas (até 6.120 km/h), enquanto o projétil russo é mil vezes menor, mas alcança velocidades de 11.000 km/h.

Vídeo

No vídeo abaixo, o protótipo da arma russa é mostrado disparando um cilindro de plástico de 15 gramas – e criando um buraco em uma placa de alumínio grossa. [Futurism]

 

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*Fonte: hypescience

Rússia testa armas radioeletrônicas sem análogos no mundo

Os primeiros exemplares de armas radioeletrônicas baseados em novos princípios físicos, que não têm análogos no mundo, foram desenvolvidos e testados com sucesso na Rússia, disse um representante oficial da empresa russa Corporação Unida de Construção de Equipamentos (OPK, na sigla russa) durante a exibição militar ArmHaitek 2016.

Soldados russos e indianos durante os exercícios conjuntos antiterroristas Indra-2014 © Sputnik/ Kirill Braga Putin: Rússia lidera no fornecimento de armas avançadas à Índia Pela primeira vez, armas radioeletrônicas baseadas em novos princípios físicos foram demonstradas em setembro de 2016, no fórum técnico-militar EXÉRCITO 2016. “Já foram desenvolvidos exemplares reais de tais armas e já provaram a sua eficiência. É um tipo de armas absolutamente novo que não tem análogos no país e, diria mesmo, em todo o mundo”, disse a fonte aos jornalistas. Segundo o representante da OPK, uma caraterística especial da nova arma é que neutraliza o equipamento do inimigo sem meios de destruição tradicionais – projéteis – mas através de fluxos de energia dirigida. “Provoca uma influência indireta física sobre o equipamento de aviões, drones e neutraliza armas de alta precisão”, destacou.

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Fonte: sputnikbrasil

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Reservas de petróleo dos EUA superam as de Arábia Saudita e Rússia, diz estudo

Os Estados Unidos detêm mais reservas de petróleo que a Arábia Saudita e a Rússia, o que representa a primeira vez que suas reservas ultrapassaram as dos dois maiores exportadores mundiais da commodity, de acordo com um novo estudo.

A Rystad Energy estima que as reservas de petróleo passíveis de extração nos campos existentes, novas descobertas e áreas produtoras ainda não descobertas dos Estados Unidos sejam equivalentes a 264 bilhões de barris. O número ultrapassa os 212 bilhões de barris da Arábia Saudita e os 256 bilhões de barris das reservas russas.

A análise de 60 mil campos de petróleo em todo o planeta, conduzida ao longo de um período de três anos pela empresa sediada em Oslo demonstra que as reservas mundiais totais de petróleo atingem os 2,1 trilhões de barris. Isso equivale a 70 vezes o ritmo atual de produção de 30 bilhões de barris ao ano, informou a Rystad Energy na segunda-feira (4).

As reservas passíveis de extração —os barris cuja extração é viável do ponto de vista tecnológico e econômico— são analisadas pelo setor de energia a fim de determinar o valor de mercado das empresas de petróleo e a saúde dos países produtores de petróleo em longo prazo.

Os produtores de petróleo convencionais, como a Arábia Saudita, tradicionalmente usam sua imensa riqueza em recursos naturais a fim de exercer o poder em termos mundiais, especialmente junto a grandes países consumidores como os Estados Unidos.

Esse relacionamento se viu abalado nos últimos anos pela fratura hidráulica e outras tecnologias novas que ajudaram os Estados Unidos a ganhar acesso a vastas reservas e permitiram que o país se tornasse mais independente em termos energéticos.

“Existe pouco potencial para futuras surpresas em muitos outros países, mas nos Estados Unidos ele continua a existir”, disse Per Magnus Nysveen, analista da Rystad Energy, apontando para recentes descobertas na Bacia de Permian, no Texas e Novo México, a região petroleira mais prolífica dos Estados Unidos. “Três anos atrás, os Estados Unidos estavam atrás da Rússia, Canadá e Arábia Saudita”.

Mais de metade das reservas remanescentes de petróleo dos Estados Unidos são constituídas por petróleo de xisto betuminoso, uma fonte heterodoxa, segundo os dados da Rystad Energy. O Texas detém, sozinho, mais de 60 bilhões de barris de petróleo de xisto betuminoso.

Outros boletins sobre as reservas mundiais de petróleo, como o “BP Statistical Review”, acompanhado com muita atenção pelo setor, se baseiam nas informações prestadas pelas autoridades nacionais, e mostram os Estados Unidos ainda atrás de países como Arábia Saudita, Rússia, Canadá, Iraque, Venezuela e Kuwait.

A Rystad Energy afirma que os dados dos governos, em todo o planeta, são coligidos usando uma série de indicadores muitas vezes opacos. Os números de muitos países incluem frequentemente petróleo ainda não descoberto.

CUSTO

Embora os números relativos às reservas sejam cruciais, o custo de produção é igualmente vital, disse Richard Mallinson, da Energy Aspects, uma consultoria de energia sediada em Londres.

“Os números quanto às reservas importam, mas muitos outros fatores também determinam os retornos de curto e longo prazo daquilo que companhias e nações detêm”, disse Mallinson. “O ganho de importância dos Estados Unidos não diminui o papel da Rússia ou da Arábia Saudita, já que o petróleo dos dois países está entre os de extração mais barata no planeta”.

Os países da Opep (Organização dos Países Exportadores de Petróleo), liderados pela Arábia Saudita, nos dois últimos anos permitiram a queda dos preços do petróleo para garantir que sua fatia de mercado seja protegida em longo prazo, diante de produtores de custo mais alto.

Ainda que a produção do petróleo de xisto betuminoso nos Estados Unidos tenha se tornado mais barata —os custos nos últimos anos caíram, em alguns casos, para menos de US$ 40 por barril—, a Arábia Saudita e os demais produtores do Oriente Médio continuam a bombear petróleo por menos de US$ 10 por barril.

“Existe uma faixa confortável de preços para os produtores convencionais da Opep. Eles querem preços altos o bastante para gerar receita sólida a fim de bancar gastos sociais em seus países, mas não altas o bastante para tornar petróleo de extração muito mais cara economicamente viável”, disse Mallinson.

O boom do petróleo de xisto betuminoso nos Estados Unidos foi um dos fatores por trás do recente colapso no preço do petróleo, que derrubou o petróleo padrão Brent de um pico de US$ 115 por barril na metade de 2014 a abaixo de US$ 30 neste ano.

*Fonte / Tradução de PAULO MIGLIACCI / folhauol

 

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Fatos surpreendentes sobre o Desastre de Chernobyl

Em 26 de abril de 1986, o mundo testemunhou o pior desastre humano feito na história e os efeitos estão sendo sentidos ainda hoje. Aqui estão 20 fatos poucos conhecidos sobre o acidente de Chernobyl.

1. Antes de Chernobyl, os soviéticos tiveram outro grande desastre nuclear em 1957, na cidade de Ozyorsk, que contaminou mais de 20.000 quilômetros quadrados. Foi um desastre nível 6 (Chernobyl e Fukushima foram nível 7), tornando-se o terceiro desastre nuclear mais grave já registrado. A área foi transformada para encobrir o acidente. A CIA sabia do acidente, mas também encobriu, a fim de proteger a incipiente indústria nuclear dos EUA da histeria. Fonte

2. No final da limpeza de Chernobyl, três homens foram forçados a ir ao topo da chaminé do reator 3 para pendurar uma bandeira vermelha. Devido aos altos níveis de radiação, toda a operação teve que ser programada para durar não mais do que 9 minutos. Sua recompensa foi uma garrafa de Pepsi (um luxo na época) e um dia de folga. Fonte

3. Cientistas eslovacos plantaram soja na zona irradiada de Chernobyl para ver como ela se adaptaria. As plantas adaptadas dentro de uma única geração produziram um tipo de proteína que é conhecida por ajudar a proteger o sangue humano da radiação. Fonte

4. Um bombeiro de Chernobyl que afirmou que não sabia que as chamas de Chernobyl era radioativas, 20 anos mais tarde disse: “Claro que sabia! Se tivéssemos seguido os regulamentos, nunca teríamos chegado perto do reator. Mas era uma obrigação moral – nosso dever. Éramos como kamikazes.” Fonte

5. Há uma população de javalis radioativos na Alemanha, causada pelo desastre de Chernobyl e seu número está aumentando. Fonte

6. A União Soviética não admitiu que um reator explodiu em Chernobyl até quase três dias depois, quando a radiação do desastre disparou alarmes em uma usina nuclear na Suécia a 1.000 km de distância. Fonte

7. A usina de Chernobyl não foi completamente desativada até o ano de 2000. Fonte

8. Ao ficar dois dias na zona de exclusão de Chernobyl, o corpo humano recebe uma dose de radiação igual a um vôo intercontinental. Fonte

9. Um operador de meia idade em Chernobyl foi intencionalmente aos campos de radiação para evitar que homens mais jovens fossem. Ele recebeu 5 vezes a quantidade de radiação necessária para matar um ser humano e salvou muitas vidas. Source

10. Há uma espécie de fungo que cresce no reator de Chernobyl e se alimenta da radiação. Fonte

11. A área dentro da “zona de exclusão” tornou-se o lar de centenas de animais selvagens, como veados, corujas, javalis, ursos e castores. Fonte

12. Em Chernobyl, plantavam cânhamo para remover as toxinas do solo em um processo que é chamado de “fitorremediação.” Fonte

13. Os olhos de um bombeiro no desastre de Chernobyl mudaram de castanho para azul por causa da intensidade da radiação que recebeu. Fonte

14. A área ao redor de Chernobyl não será segura para o assentamento humano permanente novamente por mais de 20.000 anos. Fonte

15. Os veículos que salvaram pessoas do desastre de Chernobyl agora estão armazenados em um cemitério radioativo remoto. Fonte

16. 85% das crianças da Bielorrússia são consideradas vítimas de Chernobyl. Elas carregam “marcadores genéticos” que poderiam afetar sua saúde a qualquer momento e podem ser passadas para a próxima geração. Fonte

17. As árvores mortas e folhas caídas perto de Chernobyl não estão deteriorando. Fonte

18. Seis dias depois do desastre de Chernobyl, três mergulhadores voluntários nadaram na sala cheia de água radioativa no reator. Seu objetivo era liberar a água a fim de evitar outra explosão dentro da usina potencialmente muito poderosa . Todos os três morreram pela radiação. Fonte

19. Apenas 31 pessoas realmente morreram durante o evento. A maioria das mortes ocorreu mais tarde, como  resultado da radiação. Fonte

2o. Um sarcófago de concreto foi construído em torno dos reatores destruídos. Ele contém 100 kg de plutônio, com uma semi-vida de 245.000 anos. Caso o sarcófago colapse, é o suficiente para envenenar 100 milhões de pessoas.

 

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