Briga de gato

img_7017

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

*Frase de William Burroughs – Em: “O gato por dentro” (Ed. LPM)

Anúncios

15 Provérbios celtas que irão lhe ajudar

STES 15 PROVÉRBIOS CELTAS IRÃO TE AJUDAR A PASSAR POR QUALQUER COISA

 

1. “Quanto maior o seu destino, maior o preço”

Às vezes pensamos que porque a estrada é difícil, o resultado final não vai valer a pena. Nós consideramos a possibilidade de desistirmos e sucumbirmos ao caminho mais fácil. Mas como este provérbio nos lembra, nada que valha a pena foi alcançado através da facilidade.

 

2. “Cuidado com o que você deseja, pois os deuses podem conceder a você”

Este diz muito. Nossos pensamentos e desejos são mais poderosos do que a maioria das pessoas imaginam. Nossos desejos e anseios são capazes de se manifestarem, especialmente se colocamos muita energia para eles. Pense no que vai dizer antes de dizer, porque pode acabar obtendo.

 

3. “A resposta branda desvia a raiva”

No calor de uma discussão, ou quando as duras palavras são faladas, uma voz suave pode acalmar a tempestade. Em vez de combater fogo com fogo, use as águas suaves de sua serenidade interior para falar suavemente. O resultado é sempre melhor.

 

4. “Seus pés vão levá-lo para onde está seu coração”

Tudo em que você colocar energia, os desejos que tem, e as verdadeiras paixões que possui – vão se tornar disponíveis para você em seu caminho. As coisas que realmente desejamos serão encontradas em nossas vidas e junto com elas seremos um.

 

5. “Um olho amigo é um bom espelho”

Nossos amigos são as nossos linhas de vida de muitas maneiras. Especialmente quando se trata de ver uma outra perspectiva quando precisamos.

 

6. “O que enche o olho, enche o coração”

As coisas sobre as quais nos focamos e deixamos entrar em nossas vidas, sem dúvida, estarão mais presente em nossas vidas. Se nos concentrarmos sobre a beleza que nos rodeia e como a natureza é maravilhosa, então começaremos a ver mais e mais coisas em nossas vidas como bonitas. Elas se tornam parte do que nós amamos mais e mais.

 

7. “É melhor uma coisa boa que é, do que duas coisas que eram“

Muitas vezes nos esquecemos de nos concentrar no que já temos, ao invés do que “poderíamos ter ‘ou’ deveríamos ter ‘. Nós estamos vivos, neste momento temos tudo que precisamos. Na verdade, é melhor ver que o que temos é bom, grande, e perfeito para onde estamos agora, do que insistir em coisas que não podem ser alteradas.

 

8. “A verdadeira grandeza conhece a gentileza”

Ser grande significa muitas coisas diferentes para povos diferentes. Eu acho que a grandeza significa “ser puro e amoroso em tudo que você faz”. Há grandes líderes, grandes oradores, grandes ativistas, e os verdadeiramente grandes sabem que ser uma alva gentil irá ajudá-lo mais do que força bruta e palavras duras.

 

9. “Cegos devem ser os olhos na casa de outra pessoa”

Você sabe que algumas pessoas vão para a casa de seu amigo, ou para a casa de alguém e seguram o julgamento pelo o que veem. É melhor não fazer tais coisas. O que as pessoas fazem em suas próprias casas e como vivem é problema delas, de ninguém mais. Nós não usamos os seus sapatos e não dormimos em suas camas. As paredes da casa de outro guardam muitos segredos que não conhecemos.

 

10.”O caráter é melhor do que a riqueza”

O dinheiro pode comprar muitas coisas, mas não pode comprar-lhe paciência, um bom coração, ou o conhecimento do certo e errado. Apenas o caráter pode fazer essas coisas. E caráter será sempre mais valioso do que dinheiro.

 

11. “Não há alegria sem aflição”

Nunca podemos saber o quão bom é algo sem antes experimentar algo que era ruim. Temos de sentir dor para entendermos o quão maravilhoso é o prazer. Temos que passar por momentos desagradáveis ​​para recebermos os benefícios da alegria. É lei universal.

 

12. “Sem o conhecimento do passado perderemos o futuro”

Todos nós cometemos erros. É um fato. O que não é um fato é que todos aprendem com seus erros. No entanto, devemos. A fim de facilitar um futuro próspero, devemos manter os nossos erros na parte de trás de nossa mente para nos lembrar que é hora de tentar um caminho diferente.

 

13. “Se você não semear na primavera, não vai colher no outono”

Como alguém pode esperar para obter algo que quer, quando não trabalha para isso? Devemos nos esforçar e plantar as sementes de nossos desejos. Se você quer ser saudável, deve decidir comer alimentos saudáveis ​​e mudar seus padrões. Se você quer aprender mais sobre a história antiga, você deve ler livros e continuar a ensinar-se coisas novas. Nossos objetivos devem ser alcançados por nós mesmos.

 

14. “Um homem pode viver depois de perder a vida, mas não depois de perder sua honra”

Uma pessoa que mente, quebra promessas intencionalmente ou trai a confiança de outros, pratica ações de desonra. Quando essa pessoa morrer, não vai mais viver neste mundo e as suas histórias não serão compartilhadas. O seu nome não será falado com amor e memória. Uma pessoa que vive uma vida de bondade e verdade genuína estará sempre no coração dos outros-, mesmo depois que morrer.

 

15. “Quando surgem palavras iradas, uma boca fechada é calmante”

Palavras de raiva são faladas e muitas vezes retrucadas. Uma opção melhor é não dizer nada. O silêncio é fundamental em muitas situações. Ao manter a boca fechada e morder a língua, você é capaz de deixar a outra pessoa desabafar e não é responsável por qualquer coisa que alguém diz. Melhor permanecer silencioso do que pedir desculpas por ter deixado sua raiva tirar o melhor de você.

Aproveite o resto do seu dia e lembre-se de que somos todos humanos- cheios de erros e experiências de aprendizagem. Basta tentar ser uma pessoa melhor hoje do que ontem e as coisas vão inevitavelmente entrar em ressonância com uma frequência maior.

 

…………………………………………………………………
*Fonte: osegredo/I Heart Intelligence

Como funciona a Mente Forte do Samurai

No último post comentei sobre Zanshin, a mente contínua, ou o estado de constante atenção e alerta para tudo que acontece ao nosso redor. Além do zanshin, existem outros estados mentais que juntos se completam para compor o que podemos chamar de A Mente Forte do Samurai.

Um destes é o Fudoshin, que refere-se à mente imóvel. Não imóvel no termo literal da palavra, mas no sentido de que é uma mente impenetrável, que não é facilmente perturbada por fatores internos ou externos. O fudoshin permite que mantenha o foco mesmo que as coisas estejam contra isso, por exemplo, quando você toma uma pancada numa luta e prossegue normalmente, sentindo a dor só depois… ou quando está perdendo de Waza-Ari e consegue manter o controle para reverter a pontuação a seu favor.

O Mushin, significa, “não-mente”. Na verdade, uma abreviação de mushin no shin, isto é, “mente sem mente”. É quando sua consciência não está presa nem fixada, totalmente ausente de emoção e pensamento. Uma consciência pronta para reagir da forma mais pura e instintiva possível, pois nela não há julgamento, nem medo, nem receio.

A junção destes estados mentais é capaz de tornar sua mente hábil para, no momento ideal, estar totalmente alerta, impenetrável como uma rocha e, ao mesmo tempo vazia e instintiva, que não julga e não teme. Um exemplo ilustrado temos no filme O Último Samurai, vejam abaixo:

Para nós ocidentais, essas definições podem parecer um pouco descabidas ou confusas. Este estado de “mente vazia” pode funcionar para um vegetal, não para uma pessoa… é o que dizemos. Afinal, como se pode não pensar em nada e estar ao mesmo tempo focado em tudo?

Um outro erro é achar que isso é apenas espiritualismo barato… Coisa de gente Zen e que só deve ter algum valor pra quem acredita. Pois bem, estou aqui pra mostrar-lhe que, mesmo que não acredite, isso está no seu dia a dia, e que aprender a manipular estes estados mentais a seu favor pode ser mais útil do que imagina.

Você pode por exemplo agora, experimentar o zanshin, porque mesmo enquanto lê este tópico, sem tirar os olhos do monitor ou do celular, consegue abrir sua percepção e saber se há pessoas à frente ou atrás de você; saber o que está passando na TV se estiver ligada; ouvir os pássaros cantando e os cachorros latindo lá fora (se for de noite, talvez os grilos)… Sentir o ritmo de sua respiração… Isso é zanshin.

O fudoshin é sua habilidade de mesmo tendo percebido todas estas coisas acima, não ter perdido o entendimento e o foco de sua leitura. Aliás, é comum entrarmos nesse estado quando lemos um bom livro, ou enquanto ouvimos uma música que gostamos muito. As vezes estamos tão mergulhados na coisa que as pessoas nos chamam e não escutamos.. É preciso que cheguem e nos chacoalhem para “acordarmos”.

O Mushin é praticamente a junção dos outros dois com a capacidade de não pensar. Para exemplificar… Você se lembra da última vez que conseguiu um lindo Ippon numa luta? Se lembra qual foi seu golpe mais bonito em um randori ou shiai? O que você estava pensando no exato momento em que aplicou seu golpe? Muito provavelmente você não pensava em nada. Não pensava porque na realidade não há tempo pra pensar.. O vacilo de seu oponente dura uma fração de segundos, e se seu cérebro estivesse ocupado pensando em todas as possibilidades de golpes a utilizar naquele momento, você travaria. Se você está bem treinado e durante uma luta, seu oponente estica os braços e lhe empurra continuamente, você percebe a oportunidade e nem pensa em “posso fazer seoi nage, ou tai otoshi, ou seria melhor tomoe nage?”, você simplesmente faz. Você está atento a cada movimento do oponente e nada tira a atenção da sua luta na hora. As vezes nem o árbitro.. aliás, trabalhando como árbitro já tive muitas vezes que entrar no meio de uma luta pra dar um Mattê

Enquanto somos iniciantes é muito difícil ter sucesso lutando não só por falta de habilidade, mas por termos a mente cheia de julgamento durante os combates. Tememos entrar um golpe errado, tememos o contra golpe, enfim, pensamos muito. Sempre digo aos alunos que nosso maior obstáculo nem sempre é o oponente, somos nós mesmos.

Não se pode confundir o ato de não pensar com falta de estratégia. Não é isso. É apenas incorporar a estratégia e a técnica de modo pleno para que a Mente Forte prevaleça no momento certo.

Hoje em meus treinamentos, a hora que mais percebo que atingi este estado mental é praticando o Nague No Katá. Não só eu como meu parceiro também. Um dia desses ele até me disse: “Cara, eu só te vejo quando começa e quando termina, durante o katá eu não vejo nada!”. E é bem por aí mesmo. Recomendo muito que os judocas treinem os katás para buscarem mais facilmente este aprimoramento. Principalmente que promovam e participem de competições de katá, pois o medo da avaliação, o medo de errar, são muito benéficos para aprender a controlar o estado mental em favor de extinguir estes medos e consequentemente conseguir manipular sua consciência.

Enfim, aprendemos que a Mente Forte é útil em todos os aspectos que requerem o máximo de desempenho em nossa vida. Para finalizar, gostaria de deixar um vídeo de um músico que para mim, expressa toda sua virtuosidade colocando tudo de si em uma ligação quase orgânica com seu instrumento. Ele não se importa com mais nada no momento, ele não precisa pensar, ele não precisa olhar para a guitarra, ele não erra, ele simplesmente toca. Um exemplo claro de Mente Forte.

 

………………………………………………….
*Fonte: ojudoca

SÉRIE: Humano, Demasiado Humano – Martin Heidegger: Projeto Para Viver

Documentário
Humano, Demasiado Humano – Martin Heidegger: Projeto Para Viver

O projeto do tratado Ser e Tempo, foi publicado em 1927 no mesmo ano que Minha Luta (Adolf Hitler). Este programa examina a vida e a filosofia de Martin Heidegger, descreve a sua ascensão a proeminência intelectual, expondo os motivos do seu envolvimento no partido Nazi. Entrevistas com o seu filho, Hermann Heidegger, George Steiner autor de uma influente critica da sua filosofia, contado também com o seu biógrafo Hugo Ott; e ex-aluno de Hans-Georg Gadamer, fornecem novas ideias enquanto se faz uma reconstrução dos momentos chaves da vida de Heidegger. Vida e história de um homem cujos apologistas e os antagonistas ainda amargamente se dividem.

………………………………………………………………
*Fonte: revistaprosaversoearte

 

As 12 qualidades sábias

1. Elas não se queixam! Aceitam que o que foi, foi e não pode ser mudado e o que interessa é daqui para frente. Não quer dizer que não expressem dor, mas não se lamentam, não se veem nem agem como vítimas.

2. São atrevidas, tem coragem de experimentar o novo, a buscar o não vivido, o não conhecido.

3. “Tem mãos para as plantas”, concreta e metaforicamente. “Plantam, regam e acompanham o crescimento” de plantas, pessoas, projetos…4. Confiam em seus pressentimentos/ em sua intuição, honram sua sabedoria interna.

4. Meditam a sua maneira, cultivam um centro interno de silêncio e escuta, de prece e reconexão com o Sagrado

5. Defendem com firmeza o que mais importa, descobrem sua voz e tendem a tornar-se mais rebeldes e radicais com tudo que consideram errado no mundo.

6. Decidem seu caminho com o coração, mesmo que esse caminho seja difícil.

7. Dizem a verdade com compaixão, mas dizem sempre a verdade, porque sabem que só a verdade cura e liberta.

8. Escutam seu corpo, não o veem como um objeto a ser aperfeiçoado, mas como um instrumento de prazer e autoconhecimento.

9. Improvisam, agem com espontaneidade, fluem com a vida.

10. Não imploram, não fazem NADA com a finalidade de serem aceitas.

11. Riem juntas, riem de si e com isso nutrem um profundo senso de irmandade, porque é um riso que expressa o triunfo do espírito e da alma sobre aquilo que poderia tê-las destruído ou as convertido em mulheres amargas .

12. Saboreiam o positivo da vida, sabem ter gratidão pela beleza da vida, mesmo que mesclada de sofrimentos.

 

……………………………………………
*Fonte: nowmastê

 

zen1

O que você diria ao seu eu de 10 anos se encontrasse com ele?

Somente você sabe o que já viveu, mais ninguém.
Às vezes as ideias parecem se emaranhar na cabeça, ansiosas por explicações, procurando o sentido de tudo que o seu “eu passado” já viveu. Mas por mais que você tente dar essas explicações, não as encontra, ou as que consegue encontrar geram respostas que fazem você se sentir ainda mais triste.

Todos nós gostaríamos de não ter perdido tempo com coisas que não mereciam, e fazer outras que nos teriam dado mais estabilidade e proveito. Muito mais jovens, mais ingênuos, e quem sabe desperdiçando alguns dos melhores anos da nossa vida.
O nosso “eu”, um pouco mais sábio e também menos ingênuo, nos diria que esses são anos para viver e não pra desperdiçar em atividades, pessoas ou lugares que a longo prazo não trazem qualquer benefício, ou seja, uma absoluta perda do nosso tempo.

 

>  O que você diria ao seu eu de 10 anos atrás?

“Se soubesse isso 10 anos atrás”, “Quanto tempo desperdicei a chorar por algo que não valia a pena”, “Quantas coisas não vivi por medo e que hoje sinto falta”. “Sinto falta de recordações do meu passado que foram roubadas pelos medo, pela preguiça, pela tristeza e pela insegurança”.

Tenho saudades desses momentos do passado. Seria apropriado dizer algo mais, aperfeiçoar a memória episódica e semântica e tentar recriar essas recordações do seu “eu”. Não para sonhar com como poderiam ter sido, mas sim para saber se ainda há tempo de vivê-las. Se eu tivesse essa oportunidade, diria:

Desligue a televisão. Aperte o botão OFF com força e determinação. Que continue assim o maior tempo possível, você não vai aprender nada a partir dessa “caixa doida”. Mantenha esse botão bem apertado, pois você tem que guardar sua energia para as verdadeiras experiências ou para procurá-las. Compre um bom computador e contrate um serviço de internet, é um bom investimento a curto, médio e longo prazo se souber como utilizá-lo. Utilize as redes sociais como uma forma de comunicação, mas não exponha muito da sua vida nelas. Não deixe que elas o aprisionem emocionalmente.

Pratique um esporte, caminhe pela natureza. Já sei que você tem muito o que fazer, o meu “eu” também estava sempre muito ocupado, mas olhando para trás, acredite em mim, há sempre tempo para ter contato com a natureza, seja sozinho ou acompanhado. As recordações da natureza e dos animais são as mais agradáveis.

Você pode duvidar de algumas coisas sobre si, mas nunca duvide de que você pode ser o que quer. Faça tudo o que estiver nas suas mãos para o fazer possível: os medos arrebatam sonhos ou os atrasam demais.

Utilize o seu dinheiro em coisas que façam você se sentir bem, mas que também lhe sejam úteis. O que você gastou em vícios poderia ter trocado por momentos. Trabalhe no que puder e assimile ideias e experiência, mas sem sair muito do caminho que determina a inércia dos seus valores.

Não lute por alguém que não demonstra que quer que você lute. Não force situações, não se angustie, não se deprima se não conseguiu que alguém lhe desse o que você procurava. A vida dá muitas voltas. Se alguém mudar, pense bem se merece uma segunda oportunidade em função de tudo o que viveu.

Você vai perder amigos pelo caminho, não porque lhe tenham feito algum mal, o que também pode acontecer, mas sim porque você vai mudar e os outros também. Quebrar a rotina traz pessoas novas, mais de acordo com a forma que você vive e se sente neste momento. Não faça drama em relação a isso. Tente simplesmente manter uma relação cordial, pois guerras abertas por resolver trazem momentos amargos com elas.

Não se preocupe tanto em relação a tudo. Você irá perceber quais os problemas que têm solução e os que não conseguirá resolver. A maior parte das catástrofes que acontecem nas mentes ansiosas e receosas só acontecem por causa da imaginação.

Ame os seus e demonstre isso, mesmo que você esteja cansado ou que não tenha tempo. A sua família, amigos e companheiros vão precisar de você. Às vezes eles vão pedir e outras apenas farão com que você veja isso. Um amigo que está presente quando você precisa dele é um amigo que você irá recordar para sempre. Uma filha que sabe voltar para cuidar da sua mãe enche a sua alma com o melhor que há na vida. Tente estar presente nos nascimentos dos novos membros da sua família.

Dê mais abraços, seja mais sincero, porém menos combativo. Sabe por que com o tempo muita gente se torna mais carinhosa? Porque em determinado momento sente um temor de solidão acumulada e aprende que manter uma atitude distante perante os outros apenas provocou distância, e não respeito.

 Ame-se e cuide-se. Cuide de si, mime-se, tente se sentir melhor fisicamente, mas não se esqueça de que nada assenta melhor ou realça mais os seus traços do que a segurança e a calma. Mude apenas para conseguir se sentir mais confortável na sua pele, e nunca para agradar aos outros.

 Não faça investimentos que não tenha certeza de que consegue pagar. Poupe o que conseguir e não se sujeite a dar mais do que aquilo que pode dispensar.

Não hesite em querer o que realmente quer. Muitas pessoas questionam as suas decisões e a sua forma de viver, mas nunca se arrependa ou dê muitas voltas para fazer algo que realmente quer fazer.

Leia e escreva. Não há melhor sensação do que ler algo que escrevemos há anos, é uma fotografia emocional que nos mostra como fomos em determinado momento da nossa vida.

Deixe de ter medo e desfrute mais do que você faz. Viaje, faça loucuras de vez em quando e cerque-se de pessoas que estão no mesmo barco que você, mesmo que sejam muito diferentes de você em aparência, mas não em valores.

Não existe nada que você não consiga superar, por mais complicado que seja.
É o que lhe diz o seu “eu” com mais 10 anos, que continua de pé e a respirar apesar de todos os contratempos. O que você tem que fazer é estabelecer prioridades, organizar bem o seu tempo e respeitar os tempos livres e de trabalho, que não irão interferir em assuntos que são perfeitamente adiáveis. Os frutos do seu futuro exigem muita concentração no seu presente.

 

> O passado que tem cheiro de futuro

 

Já não se pode alterar nada do passado, já está feito. Por outro lado, pense que o passado é algo que você deve esquecer, mas de onde deve tirar ensinamentos. Esteja na sua cabeça, nas suas lágrimas espontâneas e no caminho que você escolheu, deixando de lado outras opções.

Exercícios experimentais como este nos mostram que aprendemos muito mais do que temos noção e que estamos dispostos a não voltar a cometer os mesmos erros, ou pelo menos tentar. O nosso “eu” do futuro nos trará então novos sonhos e “conselhos” para seguirmos. Você acha que já não pode realizar os sonhos que tinha pendentes do passado? Não se esqueça de que os conselhos do seu “eu passado” são os desejos do seu “eu presente”. O que você diria?

…………………………
*Fonte: amenteemaravilhosa

mulher_estrada

Vem autobiografia aí e João Gordo já avisa: “Sou exemplo do que não fazer”

Autodefinido como “um senhor de 52 anos”, João Gordo sentiu que havia chegado a hora de contar sua história. Com ajuda do jornalista André Barcinski, o vocalista e apresentador de TV lança este mês o livro “Viva La Vida Tosca” (Ed. DarkSide), em que reúne suas memórias, desde a infância na Zona Norte de São Paulo à fama televisiva no século 21.

O livro, que estará nas lojas a partir do dia 23 de novembro, faz rir com histórias saborosas de brigas, drogas e tudo o que se espera de um ícone punk. Mas, mais do que isso, mostra outras dimensões de João Gordo do que a do personagem trash que o grande público conheceu pela televisão a partir dos anos 1990.

“Sempre tive uma imagem caricata. Por causa dessa imagem que eu passei pela televisão de escroto, o gordão drogadão, o doidão, as pessoas deviam me ver e pensar: ‘Ele é um burro, um tapado’. Mal sabem como eu sou realmente”, diz.

Nas 320 páginas, Barcinski mostra como João Francisco Benedan, o menino que decorava enciclopédias na década de 1970, viu no punk o antídoto para o autoritarismo do pai policial e viveu todo tipo de excessos até se tornar ele mesmo um pai de família responsável e amoroso.

O livro foi escrito após quase um ano e meio de entrevistas, não só com João Gordo, mas também com parceiros e parentes. Mas os preparativos demoraram mais de 20 anos. “Sempre contei minhas histórias para o Barcinski e ele sempre rachou o bico. Desde o começo dos anos 1990 ele dizia que eu tinha que fazer um livro”.

Narrado em primeira pessoa, o livro é fiel à linguagem desbocada e informal do protagonista, mas mostra que por trás dos palavrões que existe uma personalidade sensível e cerebral, sem a qual o João Gordo que conhecemos hoje não existiria. “Quando você é criança e gordo você é nerd. Ou você é magro, joga bola bem e anda de bicicleta ou vai ficar em casa. Eu ficava brincando de Forte Apache, vendo ‘Os Três Patetas’ e estudando enciclopédia. ‘Os Bichos’, ‘Conhecer’, ‘Barsa’, eu adorava tudo isso”, conta.

De gordinho nerd a ícone punk

“Viva La Vida Tosca” sai quase simultaneamente a outro livro de memórias de um ícone do punk nacional, “Garotos em Fúria”, parceria do vocalista e guitarrista dos Inocentes, Clemente Nascimento, com o escritor Marcelo Rubens Paiva. “Um livro complementa o outro”, diz Gordo.

Outra comparação óbvia é com a biografia de Tim Maia “Vale Tudo”, de Nelson Motta. Os dois biografados compartilham não só o porte físico, mas também o escracho e a tendência aos excessos. A diferença é que João Gordo conseguiu domá-los. “Nunca fui toxicômano, de ter crise de abstinência. Sou é cara de pau e sem vergonha, mas se não fosse minha família eu estaria na Cracolândia. Já levei meus filhos lá com 5 e 6 anos de idade e disse: ‘Olha o “Walking Dead” aqui'”.

Os filhos, aliás, agora podem ler sobre as peripécias do pai num livro que relata, em detalhes gráficos, episódios que envolvem não apenas drogas, mas sexo, violência e outros assuntos que a maioria dos progenitores preferiria esconder. “Sou um exemplo do que eles não devem fazer”, define Gordo.

Entre os maus exemplos há ainda pequenos trambiques, como quando pegava dinheiro escondido do caixa na lendária casa noturna Napalm e quando tentou fugir de ônibus com o equipamento do Capital Inicial. Sem falar na mentalidade primitiva de muitos dos punks paulistanos no início da década de 1980. “A gente só não era racista, o resto a gente era tudo: machista, homofóbico, tudo que não presta. Fora um ou outro ali, nossa noção de ideologia era rudimentar”.

Ainda assim, acredite se quiser, nem tudo entrou no livro. “Tenho meus esqueletos no armário. Também não vou abrir meu cu assim e falar: ‘Olha aí, pessoal'”. Mas se João Francisco era um gordinho nerd da Zona Norte, João Gordo é um ídolo para milhares de jovens no Brasil. Será que o livro não é um mau exemplo para eles? Qual um Nelson Rodrigues punk de 52 anos, ele proclama, rindo: “Fodam-se os jovens!”

Seis fatos insólitos sobre João Gordo em “Viva La Vida Tosca”

– Foi campeão de xadrez na escola, estudava e lia livros sobre o assunto. Um de seus ídolos de infância era o enxadrista Mequinho, que anos depois ficou perplexo ao ser reconhecido no aeroporto pelo ícone punk.

– Herdou a inteligência do pai, o policial militar Milton Benedan. “Seu Milton” como era conhecido aprendeu a falar espanhol, turco, árabe e armênio na juventude quando trabalhava em lojas da Rua 25 de Março. Na meia idade, descobriu uma ascendência judaica, decidiu aprender hebraico e chegou a viajar para Israel.

– Curte Carnaval e chegou a ser mestre de bateria em um bloco na adolescência quando foi obrigado pelo pai a morar em Angatuba, interior de São Paulo, após repetir de ano e se envolver com o punk.

– Em 1983 fez figuração junto com outros punks paulistanos célebres na novela “Eu Prometo” da Rede Globo, a última da autora Janete Clair.

– Trabalhou como recepcionista de um flat na região da Rua Augusta onde morava o repórter Roberto Cabrini.

– Certa vez, nos anos 1990, deixou de ver o show de uma de suas bandas favoritas, o AC/DC, para ver a cantora islandesa Björk.

…………………….
*Fonte: musicauol

joaogordo_book

Os elementos da morte

Os venenos não são exclusividade das cobras nem dos homicidas. Eles estão em todo canto: se ocultam nos brinquedos, nos objetos da casa e nos
*Por Marcos Nogueira

Diz o provérbio que os piores venenos, assim como os melhores perfumes, vêm nos menores frascos. Isso nem sempre é verdadeiro: alguns dos venenos mais mortais podem vir em uma pilha, em um termômetro ou num brinquedo qualquer. Substâncias potencialmente letais fazem parte do nosso cotidiano desde que a humanidade aprendeu a usar e transformar os materiais que o ambiente lhe oferece – isso porque, além de serem tóxicos, tais produtos têm utilidades prosaicas como armazenar água ou colorir as paredes da casa.

O uso (em geral imprudente) dos venenos pelo homem é o tema que o químico inglês John Emsley escolheu para escrever o livro The Elements of Murder – A History of Poison (“Os Elementos do Assassinato – Uma História do Veneno”, inédito no Brasil). Nele, o cientista explora, segundo suas próprias palavras, “um lado mais negro da tabela periódica” e elege os 5 elementos químicos mais perversos: mercúrio, arsênio, chumbo, antimônio e tálio. Por que esses 5? Porque, além de serem mortais, não fazem parte da seleta lista de 25 elementos essenciais à manutenção da vida. A única possível exceção é o arsênio: “o júri ainda está indeciso quanto a ele”, escreve Emsley). “Também há elementos que são tanto essenciais quanto altamente tóxicos, como o flúor, o selênio e o cromo.”

Embora as propriedades maléficas de algumas substâncias sejam conhecidas há milênios, foi somente com o avanço da química que se estabeleceu uma distância segura de determinados venenos. Em alguns casos, isso só aconteceu no final do século 20. Até lá, todo mundo passava soluções de mercúrio em feridas abertas na pele. Um pouco antes, latas de alimentos em conserva eram soldadas com chumbo. E médicos receitavam loções de arsênio para tratar dores lombares.

ELEMENTO nº 1 – O antimônio

O que é: O antimônio (Sb) pertence a uma categoria de elementos chamada metalóides ou semimetais. Ou seja: ele existe tanto na forma de metal quanto na de não-metal.

Apresentação: O composto de antimônio mais usado em envenenamentos é o tártaro emético – ou tartarato duplo de antimônio e potássio – que vem em forma de cristais hidrossolúveis.

Como mata: Dificilmente alguém morre por tomar uma grande dose única de antimônio – o organismo a expele antes de o efeito ser fatal. São mais comuns as mortes por muitas doses pequenas.

Para que serve: O antimônio é usado em eletrodos de baterias de automóveis, compõe ligas metálicas e ainda pode servir como matéria-prima de determinados tipos de vidro.

Na medicina: Compostos de antimônio sempre foram usados na indústria farmacêutica. E ainda são: o tratamento da leishmaniose (doença parasitária que causa úlceras na pele) depende de remédios antimoniais. Na Idade Média, era muito popular o uso de uma certa “pílula eterna” de antimônio metálico para combater a prisão de ventre. Uma bola de antimônio era engolida e irritava as paredes intestinais da pessoa, acabando com qualquer constipação. Em seguida era recolhida, lavada e guardada para problemas futuros – e passada para as gerações seguintes.

Dose letal: Uma pessoa pode morrer com 120 mg, desde que tudo isso seja absorvido pelo corpo – algo muito improvável.

Réquiem para Mozart: A morte do compositor Wolfgang Amadeus Mozart, ocorrida em 1791, nunca foi plenamente esclarecida. Há teorias conspiratórias sobre um suposto envenenamento criminoso – o também músico Antonio Salieri, seu rival na corte de Viena, chegou a confessar o assassinato, mas sofria de demência senil e poucos acreditam nessa hipótese hoje. Segundo o farmacêutico Ian James, do hospital Royal Free de Londres, Mozart morreu por envenenamento acidental. Culpa do pó de antimônio que lhe receitaram para tratar o que fora diagnosticado como “melancolia”. Ian diz que todos os sintomas dos últimos dias de Mozart condizem com essa teoria: febre alta, vômitos violentos, inchaço dos membros, hálito pestilento e erupções cutâneas. Ironicamente, um quadro como esse era tratado na época com remédios à base de antimônio.

ELEMENTO nº 2 – O chumbo

O que é: O chumbo (Pb) é um dos metais mais úteis para a humanidade – é maleável, abundante, resistente à corrosão. É também um veneno poderoso.

Apresentação: O envenenamento ocorre pela água transportada em canos de chumbo, por tintas à base desse metal e outros compostos plúmbeos.

Como mata: O chumbo é um veneno que se acumula no organismo humano – especialmente nos ossos. Ele interfere na produção de sangue, no sistema nervoso e no funcionamento dos rins. Os sintomas da intoxicação incluem insônia, alucinações, cegueira, obstrução intestinal e coma.

Para que serve: Para uma infinidade de coisas: da produção de baterias a soldas, de munição a pesos para pescaria.

Na medicina: Loções contendo chumbo eram tratamento para males como tuberculose, sangramentos genitais e lesões na pele. Por serem de uso externo, não ofereciam grande risco. Até hoje, algumas tinturas capilares contêm chumbo – nada funciona tão bem contra cabelos grisalhos.

Dose letal: A tolerância ao chumbo varia de acordo com o indivíduo – e são raros os casos de morte por dose única. É consenso que uma pessoa com mais de 80 mg do metal por 100 ml de sangue está gravemente envenenada.

Embriaguez venenosa: O chumbo tem envenenado a humanidade desde a invenção de duas coisas complementares: a cerâmica e o vinho. Potes de cerâmica costumavam ser envernizados com produtos à base de chumbo. Esse verniz reage com o vinho, resultando numa substância chamada acetato de chumbo. Também chamado de “açúcar de chumbo”, esse produto é – como seria de se esperar – doce. Por isso e porque ajuda a conservar o vinho, o acetato de chumbo era adicionado de propósito à bebida no Império Romano. E a elite de Roma tomava vinho como se fosse água. Isso, segundo John Emsley, provavelmente era a causa do comportamento alucinado de imperadores como Calígula e Nero. Nos séculos posteriores, esse tipo de envenenamento continuou a atacar os bebedores de vinho – porém de forma acidental. Ou pela má-fé de gente que usava o produto para disfarçar vinho ruim.

ELEMENTO nº 3 – O arsênio

O que é: O arsênio (As) é um elemento químico da família do nitrogênio encontrado em minérios de cobre e de chumbo. Apesar de ser obtido exclusivamente como subproduto na extração de outras substâncias, existe uma superprodução global de arsênio.

Apresentação: Não confunda: o elemento químico se chama arsênio. Arsênico, talvez o mais famoso dos venenos, é o nome popular de um de seus compostos, o trióxido de arsênio – também conhecido como arsênico branco.

Como mata: A primeira reação do corpo à intoxicação por arsênio é vomitar – mas geralmente a expulsão do veneno ocorre tarde demais para impedir o estrago. Tanto os vômitos quanto a diarréia são violentíssimos e, ao fim de um ou dois dias, a vítima pode morrer de falência cardíaca.

Para que serve: Os antigos chineses e indianos já usavam arsênico como pesticida. Compostos de arsênio são ou já foram usados em armamentos, tratamento de madeira, em componentes eletrônicos e na fabricação de tintas.

Dose letal: Varia muito de acordo com o indivíduo, já que o corpo pode desenvolver tolerância ao veneno.

Na medicina: Em doses pequenas, os compostos de arsênio não são fatais – e foram usados na preparação de medicamentos até o século passado (a medicina chinesa ainda os utiliza). No século 19, causou sensação a descoberta de uma aldeia de camponeses nos Alpes Estírios, entre a Áustria e a Hungria, em que a população tomava arsênico como se fosse tônico. As doses ingeridas chegavam a quase 1 grama – o suficiente para matar 4 pessoas ou mais – e ainda assim não causavam nenhum efeito nocivo a quem as tomava.

A morte nas paredes: No século 19, a Inglaterra desenvolveu uma compulsão por decorar suas casas com papéis de parede. Esses papéis eram coloridos com arsênio – em especial os padrões florais, em que um pigmento chamado verde-de-scheele reinava onde quer que se desenhassem folhas. Quando expostos à umidade, esses papéis de parede viravam culturas de um bolor que exalava trimetilarsina – um gás fatal. Embora não haja números exatos sobre mortes e doenças, uma nação inteira foi envenenada: estima-se que, por volta de 1860, os lares britânicos somavam 250 km2 de papéis de parede com arsênio.

ELEMENTO nº 4 – O tálio

O que é: A descoberta do tálio (Tl) é relativamente recente: o químico inglês William Crookes o batizou assim em 1861 porque, ao ser queimado na chama do bico de Bunsen, o elemento produz uma chama de verde vivo como o de um broto verde. Thallos em grego ou, em português vulgar, talo.

Apresentação: O tálio geralmente é encontrado na forma de sais. Os mais comuns são o sulfato de tálio – pesticida muito usado em outras épocas contra ratos e baratas – e o acetato de tálio, que compunha alguns cremes e loções pra eliminar pêlos corporais indesejados. Esse efeito colateral é um grande problema para os envenenadores que recorrem ao tálio: se a vítima sobrevive, caem seus cabelos e a máscara do criminoso.

Como mata: Dentro do nosso corpo, os íons de tálio “se fazem passar” por potássio – elemento essencial para o organismo. Eles se instalam nas células, cujo funcionamento é prejudicado. Isso ocorre principalmente no sistema nervoso: o resultado é insônia, depressão profunda e desejo de morrer. O tálio também ataca os testículos e o coração, e causa paralisia muscular.

Para que serve: O uso dos compostos de tálio é restrito à produção de objetos muito específicos, como lentes especiais e células fotoelétricas.

Na medicina: Como agente “descabelante”, o tálio fez muito sucesso no século 19 no tratamento da tinea, um tipo de micose cutânea. Ainda hoje, isótopos radioativos de tálio são empregados no diagnóstico de doenças cardíacas.

Dose letal: 800 mg.

O livro da salvação: Como o envenenamento por tálio é muito raro e seus sintomas se confundem com os de outras doenças, é comum que os médicos façam “n” exames e não consigam identificá-lo. Foi isso o que ocorreu com uma menina de 19 meses atendida, em 1977, no hospital Hammersmith de Londres. Por sorte, havia na equipe uma enfermeira que lera o romance O Cavalo Amarelo, de Agatha Christie. O livro menciona que o tálio causa queda de cabelos e a enfermeira, ao notar esse sintoma na criança – que já havia tentado todos os recursos médicos disponíveis no seu Catar natal – chamou a atenção dos médicos. Não deu outra: a menina vinha atacando a ração de tálio que a família usava para acabar com ratos e baratas da casa.

ELEMENTO nº 5 – O mercúrio

O que é: O mercúrio (Hg) é o único metal que é sempre líquido em temperatura ambiente – congela a 39 graus negativos. A principal fonte da substância é um minério chamado cinabre.

Apresentação: Mercúrio líquido, como o encontrado em termômetros, é relativamente inofensivo, pois o sistema digestivo não o absorve. O problema é que ele é um líquido volátil e o seu vapor é altamente tóxico. Sais de mercúrio oferecem ainda mais perigo, pois se dissolvem em água e podem ser misturados a alimentos e bebidas – o mais venenoso de todos é o corrosivo sublimado (bicloreto de mercúrio).

Como mata: Minutos depois da ingestão de uma grande dose, começam os vômitos e a diarréia. Em casos de intoxicação aguda, surgem lesões nos intestinos, fígado e boca. O envenenamento pode levar à falência renal e tem efeitos perversos no sistema nervoso: a pessoa se torna irritada, paranóica, sofre de tremores e fala e age como louca. A imagem folclórica do “cientista louco”, segundo John Emsley, teve origem em casos reais de intoxicação por mercúrio: vazamentos do metal em laboratórios eram coisa comum.

Para que serve: O mercúrio tem a capacidade de se amalgamar com outros metais. Isso é útil especialmente na extração de ouro – para separar o metal precioso das impurezas. Entre outros usos do mercúrio já figuraram a fabricação de espelhos, de lâmpadas, de baterias e até chapéus de feltro.

Na medicina: A partir do século 16, remédios à base de mercúrio eram usados contra a sífilis – como o metal se acumula no cabelo do paciente, até hoje é possível examinar os fios e especular se o seu dono era ou não sifilítico (entre os suspeitos, estão Napoleão e o rei Henrique 8º da Inglaterra). No Brasil, antissépticos com mercúrio na fórmula só foram proibidos na década de 1990.

Dose letal: Em geral, 200 mg são suficientes para matar.
Sashimi do mal: O caso mais famoso – e trágico – de envenenamento em massa por mercúrio aconteceu no Japão nas décadas de 1950 e 1960. Uma indústria despejou dezenas de toneladas de mercúrio na baía de Minamata. Ele foi incorporado à cadeia alimentar até chegar aos peixes. Em 1952, o desastre se manifestou com uma quantidade anormal de peixes mortos boiando no mar. Gaivotas e gatos que comeram esses peixes passaram a se comportar como loucos. O mesmo efeito se deu nos humanos: estima-se que a chamada doença de Minamata tenha afetado cerca de 3 mil pessoas e matado mais de 900 delas.

 

…………………..
*Fonte: superinteressante

poison1

9 Sinais de que você é uma alma antiga

Há um tipo especial de pessoa em nosso mundo que se encontra sozinha e isolada, quase desde o nascimento. Sua existência solitária não é por uma preferência ou um temperamento antisocial, ela é simplesmente da idade, velha de coração, velha na mente e velha na alma.

Essa pessoa é uma alma antiga que possui uma visão de vida muito diferente e mais amadurecida do que daquelas ao seu redor. Como resultado, a velha alma vive sua vida internamente passeando em seu próprio caminho solitário, enquanto o resto do rebanho ao seu redor segue outro caminho.

Talvez você já tenha experimentado isso em sua própria vida, ou testemunhado em outra pessoa? Se assim for, este artigo é dedicado a você, na esperança de que o ajude a definir-se ou a compreender melhor o outro.
A velha alma

Robert Frost, Eckhart Tolle e até mesmo Nick Jonas têm sido chamados assim; talvez até mesmo você tem sido… Eu, como muitos deles, fiz esta auto descoberta após a reunião com Sol, que me contou sobre sua infância como um menino precoce e inteligente que teria amizade com os professores ao invés de alunos, apenas porque eles eram muito diferentes de si, e de como relatou sua incapacidade de encontrar interesse e conexão com as pessoas de sua idade. Descobri que sentia o mesmo que Sol. E ainda sinto.

Se você ainda não descobriu se é uma velha alma, leia alguns dos sinais reveladores abaixo:

 

1. Você tende a ser um solitário.
Devido ao fato de que as velhas almas são desinteressadas ​​nas atividades e interesses de pessoas de sua faixa etária, elas acham lamentável fazer amizade com pessoas que possuem dificuldades de se relacionar. Assim, as velhas almas tendem a encontrarem-se sozinhas a maior parte do tempo… as pessoas simplesmente não se relacionam com elas.

 
2. Você ama o conhecimento, a sabedoria e a verdade.
Sim …Isso parece um pouco grandioso e excessivamente nobre, mas a velha alma se encontra naturalmente gravitando para o lado intelectual da vida. Velhas almas entendem que o conhecimento é poder, a sabedoria é a felicidade e a verdade é a liberdade. Então por que não buscar tais coisas? Essas atividades são mais significativas para elas do que ler sobre as últimas fofocas do mais recente namorado de uma famosa qualquer, ou os últimos resultados do futebol.

 
3. Você é espiritualmente inclinado.
Velhas almas são mais emocionais e tendem a naturezas sensíveis e espirituais, a superar os limites do ego, a buscar a iluminação, promover o amor e a paz. Estas são suas principais atividades, pois para o uso gratificante do tempo é algo sábio.

 

4. Você entende a transitoriedade da vida.
Velhas almas são frequentemente atormentadas com lembranças não só da sua própria mortalidade, mas de tudo e de todos ao seu redor. Isto faz com que eles sejam cautelosos e por vezes sabiamente se retirem, buscando uma melhor maneira de viverem suas vidas.


5. Você é pensativo e introspectivo.

Velhas almas tendem a pensar muito sobre tudo. Sua capacidade de refletir e aprender com as suas ações e as ações dos outros é o seu maior mestre na vida. Uma razão pela qual as almas sentem tanto no coração é porque elas aprenderam muitas lições através de seus próprios processos de pensamentos, e possuem muito conhecimento sobre diversas situações da vida devido a sua capacidade de silêncio e de atenta observação do que se passa ao seu redor.


6. Você vê o panorâmia da situação.

Raramente velhas almas se perdem em detalhes superficiais, promoções no trabalho, bustos e homenagens na TV, artificialidades em geral… Velhas almas têm a tendência de olhar para a vida a partir de uma visão panorâmica, vendo qual o caminho mais sensato e significativo para abordar a vida. Quando confrontadas com questões, velhas almas tendem a vê-las como dores temporários que apenas servem para aumentar a quantidade de alegria sentida no futuro. Consequentemente, velhas almas tendem a ser plácidas, de natureza estável, como resultado de sua abordagem à vida.


7. Você não é materialista.

Riqueza, status, fama, e a última versão do iPhone são um fardo para as velhas almas, que não veem o propósito de perseguir coisas que podem ser facilmente tiradas de seu meio. Além disso, elas possuem pouco tempo e interesse pelas coisas de curta duração na vida, pois estas trazem consigo pouco significado ou satisfação duradoura.


8. Você era uma criança estranha e socialmente mal adaptada.

Isso nem sempre é o caso, mas muitas almas apresentam sinais estranhos de maturidade em idades jovens. Muitas vezes essas crianças são rotuladas como “precoces”, “introvertidas” ou “rebeldes”, deixando de se enquadrar nos comportamentos tradicionais. Geralmente são extremamente curiosas e inteligentes, vendo a inutilidade de muitas coisas que seus professores, pais e colegas proferem, resistindo a elas de forma passiva ou agressiva. Se você pode falar com seu filho/filha como se ele/ela fosse um adulto, você provavelmente tem uma velha alma sob seus cuidados.

 

9. Você apenas “sente” a idade.
Antes de colocar um nome para o que eu sentia experimentei algumas sensações de ser simplesmente uma “pessoa idosa” por dentro… Os sentimentos que acompanham uma velha alma geralmente são: desconfiança mundial, cansaço mental, paciência vigilante e calma destacada. Infelizmente, muitas vezes isso pode ser percebido como indiferença e frieza, apenas um dos muitos mitos em relação a uma velha alma. Assim como algumas pessoas já de idade se descrevem como sendo “jovens de coração”, também os jovens podem se sentir “velhos no coração”.

*Fonte: OSegredo

 

almaantiga

 

Perguntaram a pessoas centenárias o que elas têm a ensinar. As respostas vão te libertar.

Muitos acreditam que a sabedoria vem com o tempo, porém poucos se dedicam a realmente aprender com os mais velhos.

Pensando em tudo que sua avó de 101 anos tinha para ensinar, uma jovem abriu um tópico de discussão em um fórum na internet e pediu que as pessoas fizessem perguntas à vovó centenária.

A ideia deu muito certo e em pouco tempo, mais idosos além dos 100 anos de idade foram convidados a participar. Confira abaixo os conselhos de profunda sabedoria que eles deram:

 

– Qual conselho você teria para passar para alguém na casa dos vinte anos?

“Não desista nunca. Você é jovem e terá épocas difíceis pela frente. Não desista. Nunca.”


– Qual é a maior lição que você aprendeu?

“Seja honesto. Eu raramente menti. Quando você é honesto com as pessoas, elas são honestas com você. Dá muito trabalho manter uma mentira, você não precisa dessa carga extra de estresse.”


– Algum conselho para quem quer viver mais de 100 anos?

“Sempre escute as outras pessoas. Você vai aprender muito mais ouvindo os outros do que falando o que você já sabe.”


– Que experiência você diria que absolutamente todas as pessoas devem viver uma vez na vida?

“Viaje e conheça o máximo que você puder desse mundo!”


– Quais segredos você pode compartilhar sobre saúde? O que você acha que pode ter te ajudado a alcançar uma vida tão longa (dieta, exercício, genética, etc.)?

“Tire cochilos todos os dias.”


A autora Bel Kaufman estava com 100 anos quando discursou em uma universidade. Segundo ela, os ingredientes para uma vida feliz são humor e paixão.

“O humor é uma força de vida, uma maneira de sobreviver às dificuldades.”

“Eu acho que as pessoas devem ser curiosas. Elas têm que ter interesses na vida além de suas dores e problemas. Têm que ficar animadas em ver coisas novas, conhecer novas pessoas, assistir a um jogo novo. Apenas seja apaixonado pela vida.”

“Eu não me importo qual é a sua paixão. Pode ser colecionar tampinhas de garrafa. Mas se você fizer isso com paixão, você está vivo. ”

Dr. Shigeaki Hinohara, de 104 anos, é o autor de Living Long, Living Good (“Vida Longa, Vida Boa”, em tradução livre) e compartilhou esses brilhantes conselhos sobre a vida:

“Não seja obcecado por acumular coisas materiais. Lembre-se: você não sabe quando vai passar para o andar de cima, e você não pode levar nada com você.

“A dor é um mistério, e se divertir é a melhor maneira de esquecer dela”.


Elsa Bailey comemorou seu 100º aniversário esquiando no Colorado. Ela contou à ABC News algumas coisas que aprendeu para se manter saudável e feliz:

“Se você é positivo, você pode superar tudo. Quando você pensa negativamente, você está colocando veneno em seu corpo. Apenas sorria. Dizem que o riso é o melhor remédio que existe”.

“Seja ativo. Eu faço as coisas do meu jeito, estou esquiando com 100 anos de idade. Mas ninguém mais faz isso, mesmo que tenha muita energia. Eu tento comer corretamente, fazer exercício físico, aproveitar o ar fresco e a luz do sol.”


Outro centenário compartilhou os seguintes ensinamentos que aprendeu nos últimos 100 anos de sua vida:

“Viaje enquanto você é jovem e capaz. Não se preocupe com o dinheiro, apenas dê um jeito de viajar. A experiência é muito mais valiosa do que qualquer dinheiro.”

“A única coisa constante é a mudança, então você tem que aprender a aceitá-la.”

“Um dia você vai perceber que passou muito tempo se preocupando com nada.”

“Eu não diria que você tem que praticar uma ou outra religião, ou então não praticar religião nenhuma… Eu digo que você deve descobrir no que acredita, dentro de você, e viver isso completamente.”

“Não leve a vida tão a sério.”

*Fonte: Vidaemequilibrio

Sabedoria do mundo inteiro: 22 provérbios curiosos de outros países

 “O móvel preferido do diabo é o banco comprido”

Original Des Teufels liebstes Möbelstück ist die lange Bank
País Alemanha

É uma crítica ao ócio ou à preguiça – no idioma original, o tal banco é aquele em praças e jardins, bom para se deitar. A frase provavelmente é derivada da expressão alemã “colocar (algo ou alguém) no banco comprido”, que significa cancelar, adiar, perder o interesse

“Muitos pequenos riachos fazem um grande rio”

Original Mange bække små gør en stor å
País Dinamarca

Dependendo da circunstância, pode equivaler a três frases folclóricas brasileiras: “A união faz a força”, “Devagar se vai ao longe” ou “É a gota d’água” (aquele momento em que várias pequenas atitudes se acumulam e a última gera um grande conflito)

“Aquele que nunca se queimou ao sol não sabe o valor da sombra”

Original Güneste yanmayan gölgenin kiymetini bilmez
País Turquia

Num país cuja temperatura média máxima em certas regiões pode chegar a 39 oC, essa metáfora particularmente “ensolarada” lembra que a gente só costuma dar valor a alguma coisa quando a perde (ou quando passa necessidade)

“Quem não sabe de onde veio nunca vai encontrar o seu destino”

Original Ang hindi lumingon sa pinanggalingan, hindi makakarating sa paroroonan
País Filipinas

Poderia estar numa letra de Chitãozinho e Xororó, mas é apenas um salawikain, tradicional tipo de ditado filipino com forte carga moral e filosófica. Aprenda: sem conhecer suas raízes, você não saberá determinar sua missão de vida

“O professor abre a porta; você entra sozinho”

País China

Está indo mal na escola? Para os chineses, não adianta culpar os outros: é responsabilidade do aluno se aprofundar nos ensinamentos. No idioma original, a frase alude ao budismo: o mestre pode até introduzir os preceitos da religião, mas cabe ao discípulo a prática diária

 “Muito trabalho e pouca diversão tornam Jack um menino aborrecido”

Original All work and no play makes Jack a dull boy
Países EUA e Reino Unido

Não, a frase datilografada por Jack Nicholson em O Iluminado não foi uma invenção do roteiro do filme. Ela remonta à obra do sábio Ptah-Hotep, no Egito antigo, e foi catalogada na Inglaterra no século 17. O recado é direto: quem só trabalha sem relaxar aborrece a si mesmo e aos outros

 “Tanto vai a gata ao toucinho que deixa a patinha”

Original Tanto va la gatta al lardo, che ci lascia lo zampino
País Itália

Em outras palavras: quem faz algo errado, cedo ou tarde será descoberto. O verbo “lasciare” também pode significar “deixar para trás” ou “perder”. Portanto, a felina pode ter ficado perneta – aproximando o provérbio de “A curiosidade matou o gato”

 “Na boca do lobo!”

Original In bocca al lupo!
País Itália

É um desejo de boa sorte. A origem é nebulosa: pode estar ligado a Rômulo e Remo, os “fundadores mitológicos” da Itália, que teriam sido amamentados por uma loba; ou ao costume de exibir a pele de lobos como sinal de bom agouro, em aldeias rurais.Outra expressão italiana de sorte é “No ânus da baleia!” (mas usando um certo palavrão…). Ela remete ao conto bíblico de Jonas e a baleia

“Quem se torna uma ovelha acaba devorado pelo lobo”

País Grécia

É uma trágica mistura das nossas expressões “Maria vai com as outras” e “Lobo em pele de cordeiro”. Para os gregos, quem se deixa guiar cegamente por um líder errado (ou de intenções ruins) inevitavelmente é manipulado e se dá mal

“Enquanto falamos do lobo, o lobo aparece na porta”

Original Mi o vuku, a vuk na vrata
País Croácia

Cuidado ao fofocar sobre alguém, pois a vítima pode surgir de repente. (No Brasil, usamos uma metáfora mais católica: “Falando no diabo, ele aparece”.) O provérbio também pode ser usado quando uma situação imaginada acaba se realizando

“Mesmo que o babuíno use um anel de ouro, ele ainda é uma coisa feia”

Original Al dra `n bobbejaan `n goue ring, bly hy nog `n lelike ding
País África do Sul

É um alerta sobre como as aparências enganam – uma versão muito mais curiosa e rústica do nosso “Nem tudo que reluz é ouro”. O africâner é a principal língua sul-africana, uma mistura de holandês com dialetos locais

“Na falta de tordos, come-se melros”

Original Faute de grives on mange des merles
País França

“Grives” e “merles” são espécies de aves de caça da mesma família, sem tradução imediata para o português (“tordo” e “melro” são aproximações). Mas o próprio ditado tem algo similar na nossa língua: “Quem não tem cão caça como gato”. Ou seja: contente-se com o que está disponível

“Tocar violino para o búfalo ouvir”

País Tailândia

Em vez de evitar “Dar pérolas aos porcos” (ou atenção para quem não merece), os tailandeses escolhem bem qual bicho merece ouvir música. “Violino” é uma adaptação: o texto original cita o saw u, instrumento local feito de coco, também tocado com arco

“Alimente um cão por três dias e ele será grato por três anos. Alimente um gato por três anos e ele se esquecerá disso em três dias”

País Japão

O provérbio discute um dos valores mais importantes na cultura japonesa: a gratidão (nesse idioma, um único ideograma representa o conceito de favor e de obrigação). Ele ensina que devemos ser sempre gratos e retribuir cortesias

“Defenda-me das galinhas, dos cães não tenho medo”

País Romênia

Sabe aquele papo de “mantenha os amigos por perto e os inimigos mais perto ainda”? Seria algo nessa linha. Os cachorros representam os desafetos declarados e as galinhas são aquelas amizades falsas, cuja traição nem imaginamos

 “De Espanha, nem bom vento, nem bom casamento”

País Portugal

A frase tem explicação cultural (a eterna rixa entre as nações ibéricas) e também geográfica e histórica. Realmente, as correntes que chegam a Portugal vindas da Espanha são mais secas e rigorosas que as que vêm doAtlântico. E os casamentos entre nobres desses países raramente foram suaves – vide Carlota Joaquina e dom João VI

“A porta do carpinteiro está solta”

País Egito

No Brasil, a casa do ferreiro tem um espeto de pau. Mas, quando os egípcios querem se referir a pessoas que não aplicam seus conhecimentos profissionais na vida pessoal, apelam a esse provérbio, oriundo de uma fábula regional

 “A fome não é sua tia, ela não vai trazer-lhe uma torta”

País Rússia

Pô, esses russos têm tias muito desnaturadas! Na verdade, eles querem alertar que, em momentos de dificuldade, você tem que ajudar a si mesmo. Eles também usam a versão encurtada “A fome não é sua tia” quando querem introduzir algum assunto sério na conversa

“Não existe tempo ruim, mas, sim, roupas ruins”

Original Det finns inget dåligt väder, bara dåliga kläder
País Suécia

Qualquer clima ou temperatura é aceitável, desde que se esteja com as roupas certas. Portanto, tudo na vida é questão de se adaptar. O ditado também existe em inglês e foi utilizado por Charles Dickens no romance Dombey e Filho

“Quando o diabo não tem o que fazer, mata moscas com o rabo”

Original Cuando el diablo no tiene qué hacer, con el rabo mata moscas
País Espanha

O refrane, como os espanhóis chamam os provérbios, é uma crítica ao ócio e às eventuais atividades inúteis que ele provoca. Na versão brasileira, o capeta também aparece: “Cabeça (ou mente) vazia, oficina do diabo”

“Não vá para Tula com seu samovar”

País Rússia

Seria algo como nosso “Não levar bolo para a festa”, ou seja, não fazer algo despropositado ou inútil. A cidade de Tula, a 193 km de Moscou, é famosa por fazer os melhores samovares (uma espécie de chaleira tradicional) de toda a Rússia.Na Inglaterra, se diz “Não leve carvão para Newcastle”, grande polo carbonífero no norte do país

“Frequentemente, belas nozes têm um núcleo feio”

Original Oft hafa fagrar hnetur fúinn kjarna
País Islândia

Tadinho dos islandeses: aquele trabalhão para abrir uma noz… e descobrir um recheio podre. No Brasil, o alerta para a beleza externa aborda outra comida, mais ligada à tradição lusitana: “Por fora, bela viola. Por dentro, pão bolorento”

LÁ E CÁ

Alguns ditados são parecidos no mundo todo

Provérbios já existiam na Antiguidade. Os primeiros registros estão em Apophthegmata Laconica, coleção espartana atribuída a Plutarco. Segundo o doutor em línguas pela USP Deonísio da Silva, é comum que alguns apareçam em vários idiomas. “Foi uma consequência das expansões do Império Romano na Antiguidade; e dos portugueses, espanhóis e britânicos, durante as Grandes Navegações”, explica. Isso só reforça que, independentemente da cultura local, algumas das experiências e dos sentimentos humanos são mesmo universais. Confira três exemplos:

“Falar é prata, silêncio é ouro”

Em japonês “Não falar é uma flor”

Também existe em Alemão, espanhol e inglês

“Um pássaro na mão é melhor do que dois voando”

Em croata Bolje vrabac u ruci, nego golub na grani (“Melhor um pardal na mão do que um pombo nos ramos”)

Também existe em Inglês, alemão e italiano

“Cavalo dado não se olha os dentes”

Em italiano A caval donato non si guarda in boca (idem)

Também existe em Inglês, francês e alemão

 

*Fonte: MundoEstranho

Já que hoje é Dia do amigo…

“A glória da amizade não é a mão estendida, nem o sorriso carinhoso, nem mesmo a delícia da companhia. É a inspiração espiritual que vem quando você descobre que alguém acredita e confia em você.”
Ralph Waldo Emerson

“Para conhecermos os amigos é necessário passar pelo sucesso e pela desgraça. No sucesso, verificamos a quantidade e, na desgraça, a qualidade.”
Confúcio

“A infelicidade tem isto de bom: faz-nos conhecer os verdadeiros amigos.”
Honoré de Balzac

“A felicidade de um amigo deleita-nos. Enriquece-nos. Não nos tira nada. Caso a amizade sofra com isso, é porque não existe.”
Jean Cocteau

“As mulheres podem tornar-se facilmente amigas de um homem; mas, para manter essa amizade, torna-se indispensável o concurso de uma pequena antipatia física.”
Friedrich Nietzsche 

“Os verdadeiros amigos são aqueles que nos criticam na nossa frente e nos defendem nas nossas costas.”
(autor desconhecido)

 

 

11 expressões usadas pelas mulheres e seus respectivos significados

1 – “Certo”: Esta é a palavra que as mulheres usam para encerrar uma discussão quando elas estão certas e você deve se calar.

2 – “Cinco minutos”: Se ela está se arrumando, “cinco minutos” significa meia hora. “Cinco minutos” só são cinco minutos se esse for o prazo que ela te deu para ver o futebol antes de ajudar nas tarefas domésticas.

3 – “Nada”: Esta é a calmaria antes da tempestade. Significa que ALGO está acontecendo e que você deve ficar atento. Discussões que começam com “Nada” normalmente terminam em “Certo”.

4 – “Você que sabe”: Essa expressão é um desafio, não uma permissão. Ela está te desafiando e, nessa hora, você tem que saber o que ela quer… e não diga que também não sabe!

5 – Suspiro ALTO: O suspiro não é realmente uma palavra, mas é uma expressão. É uma declaração não-verbal que frequentemente confunde os homens. Um suspiro alto significa que ela pensa que você é um completo idiota e, em silêncio, fica imaginando por quê ela está perdendo tempo com você, parada ali, discutindo sobre “Nada”.

6 – “Tudo bem”: Essa é uma das mais perigosas expressões ditas por uma mulher. “Tudo bem” significa que ela quer pensar muito bem antes de decidir como e quando você vai pagar (muito caro) pela sua mancada.

7 – “Obrigada”: Quando uma mulher diz “Obrigada” quase sempre está, de fato, agradecendo. Portanto, não questione, nem desmaie. Apenas sorria e diga “por nada”.
(Uma colocação pessoal: o agradecimento é sincero, a menos que ela diga “MUITO obrigada”. Nesse caso, ela não está agradecendo por coisa nenhuma, mas sim, está sendo SARCÁSTICA. Nesse caso, NÃO DIGA “por nada”. Aliás, cale-se por, no mínimo 2 horas, pois se você disser “por nada” isso provocará o “Esquece”).

8 – “Esquece”: Essa expressão significa “FODA-SE!!” e se você sabe rezar, essa é uma boa hora para começar!

9 – “Deixa pra lá, EU resolvo”: Outra expressão perigosa! Significa que a mulher já perdeu a paciência com você. É muito usada quando a mulher já lhe pediu (várias e várias vezes) para fazer uma determinada coisa e você não fez. Significa que ela percebeu que não precisa mais de você e que ela mesma pode fazer o que era para você fazer. Normalmente o “Deixa pra lá, EU resolvo” resulta no homem perguntando “o que aconteceu?”. Para a resposta da mulher, consulte o item 3.

10 – “Precisamos conversar!”: Fodeu! Saiba que você está a 30 segundos de levar um pé na bunda…

11 – “Sabe, eu estive pensando…”: Essa é a mais perigosa das expressões! Parece inofensiva, mas tome muito cuidado, porque quase sempre essa expressão precede os Quatro Cavaleiros do Apocalipse…

O simples segredo da longevidade

Um ocidental em visita à China ficou surpreso de ver a quantidade de velhos saudáveis e, curioso sobre os aspectos da milenar medicina chinesa, indagou de um experiente médico qual o segredo para se viver mais e melhor.

Ouviu do mesmo a sábia resposta:
– É muito simples. É só: Comer a metade.  Andar o dobro.  E rir o triplo.