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O Alzheimer, descrito pelo paciente

Sou médico aposentado e professor de medicina. E tenho Alzheimer.
Antes do meu diagnóstico, estava familiarizado com a doença, tratando pacientes com Alzheimer durante anos. Mas demorei para suspeitar da minha própria aflição.

Hoje, sabendo que tenho a doença, consegui determinar quando ela começou, há 10 anos, quando estava com 76. Eu presidia um programa mensal de palestras sobre ética médica e conhecia a maior parte dos oradores. Mas, de repente, precisei recorrer ao material que já estava preparado para fazer as apresentações. Comecei então a esquecer nomes, mas nunca as fisionomias. Esses lapsos são comuns em pessoas idosas, de modo que não me preocupei.

Nos anos seguintes, submeti-me a uma cirurgia das coronárias e mais tarde tive dois pequenos derrames cerebrais. Meu neurologista atribuiu os meus problemas a esses derrames, mas minha mente continuou a deteriorar. O golpe final foi há um ano, quando estava recebendo uma menção honrosa no hospital onde trabalhava. Levantei-me para agradecer e não consegui dizer uma palavra sequer.

Minha mulher insistiu para eu consultar um médico. Meu clínico-geral realizou uma série de testes de memória em seu consultório e pediu depois uma tomografia PET, que diagnostica a doença com 95% de precisão. Comecei a ser medicado com Aricept, que tem muitos efeitos colaterais. Eu me ressenti de dois deles: diarreia e perda de apetite.
Meu médico insistiu para eu continuar. Os efeitos colaterais desapareceram e comecei a tomar mais um medicamento, Namenda. Esses remédios, em muitos pacientes, não surtem nenhum efeito. Fui um dos raros felizardos.

Em dois meses, senti-me muito melhor e hoje quase voltei ao normal.
Demoramos muito tempo para compreender essa doença desde que Alois Alzheimer, médico alemão, estabeleceu os primeiros elos, no início do século 20, entre a demência e a presença de placas e emaranhados de material desconhecido.

Hoje sabemos que esse material é o acumulo de uma proteína chamada beta-amiloide. A hipótese principal para o mecanismo da doença de Alzheimer é que essa proteína se acumula nas células do cérebro, provocando uma degeneração dos neurônios. Hoje, há alguns produtos farmacêuticos para limpar essa proteína das células.

No entanto, as placas de amiloide podem ser detectadas apenas numa autópsia, de modo que são associadas apenas com pessoas que desenvolveram plenamente a doença. Não sabemos se esses são os primeiros indicadores biológicos da doença.

Mas há muitas coisas que aprendemos. A partir da minha melhora, passei a fazer uma lista de insights que gostaria de compartilhar com outras pessoas que enfrentam problemas de memória: tenha sempre consigo um caderninho de notas e escreva o que deseja lembrar mais tarde.

Quando não conseguir lembrar de um nome, peça para que a pessoa o repita e então escreva. Leia livros. Faça caminhadas. Dedique-se ao desenho e à pintura.

Pratique jardinagem. Faça quebra-cabeças e jogos. Experimente coisas novas. Organize o seu dia. Adote uma dieta saudável, que inclua peixe duas vezes por semana, frutas e legumes e vegetais, ácidos graxos ômega 3.

Não se afaste dos amigos e da sua família. É um conselho que aprendi a duras penas. Temendo que as pessoas se apiedassem de mim, procurei manter a minha doença em segredo e isso significou me afastar das pessoas que eu amava. Mas agora me sinto gratificado ao ver como as pessoas são tolerantes e como desejam ajudar.

A doença afeta 1 a cada 8 pessoas com mais de 65 anos e quase a metade dos que têm mais de 85. A previsão é de que o número de pessoas com Alzheimer nos EUA dobre até 2030.

Sei que, como qualquer outro ser humano, um dia vou morrer. Assim, certifiquei-me dos documentos que necessitava examinar e assinar enquanto ainda estou capaz e desperto, coisas como deixar recomendações por escrito ou uma ordem para desligar os aparelhos quando não houver chance de recuperação. Procurei assegurar que aqueles que amo saibam dos meus desejos. Quando não souber mais quem sou, não reconhecer mais as pessoas ou estiver incapacitado, sem nenhuma chance de melhora, quero apenas consolo e cuidados paliativos.

Arthur Rivin
(Foi Clínico-Geral e é Professor Emérito da Universidade da Califórnia)

 

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*Fonte: osegredo


10 Frases de Freud para refletir sobre si mesmo

Considerado o “pai da psicanálise”, Sigmund Freud é um dos autores mais amados e odiados do século XIX e XX.

Sua obra continua a ser alvo de debates controversos, ao tempo que serve de grande influência para a psicologia contemporânea.

Freud também é conhecido por ser autor de profundas reflexões sobre a condição humana. Selecionamos aqui 10 frases que com certeza te farão refletir sobre como lidar com a vida!

 

10 Frases de Freud para refletir sobre si mesmo

1. A inteligência é o único meio que possuímos para dominar os nossos instintos.

2. Somos feitos de carne, mas temos de viver como se fôssemos de ferro.

3. A felicidade é um problema individual. Aqui, nenhum conselho é válido. Cada um deve procurar, por si, tornar-se feliz.

4. Em última análise, precisamos amar para não adoecer.

5. Um dia, quando olhares para trás, verás que os dias mais belos foram aqueles em que lutaste.

6. O caráter de um homem é formado pelas pessoas que escolheu para conviver.

7. Olhe para dentro, para as suas profundezas, aprenda primeiro a se conhecer.

8. O homem é dono do que cala e escravo do que fala.

9. Ser inteiramente honesto consigo mesmo é um bom exercício.

10. Antes de diagnosticar a sim mesmo com depressão ou baixa autoestima, primeiro tenha certeza de que você não está, de fato, cercado por idiotas.

(Sigmund Freud)

 

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*Fonte: pensarcontemporaneo


5 técnicas calmantes que podem reduzir a ansiedade em pouco tempo

“Não habite no passado, não sonhe com o futuro, concentre a mente no presente.” – Buda
As pessoas que sofrem de ansiedade, muitas vezes, não conseguem entender o que está acontecendo.

Somente aqueles que sentiram o medo da ansiedade constante, podem entender.

 

Abaixo estão 5 técnicas que podem reduzir a ansiedade em pouco tempo:

1. Meditação

“A pesquisa sugere que a meditação diária pode alterar os caminhos neuronais do cérebro, tornando-o mais resiliente ao estresse”, diz Robbie Maller-Hartman, Ph.D.

Contrariando à crença popular, não é preciso ser um sábio para experimentar os tremendos benefícios do alívio de ansiedade da meditação. (É claro que a prática adicional apenas fortalece a capacidade de combate ao estresse/ansiedade).

O método é simples. Para instruí-lo, vamos imaginar que você está no trabalho ou estacionado em algum lugar com seu carro. Aqui está o que fazer: sente-se reto, com os dois pés no chão e feche os olhos. Recite – em silêncio ou em voz alta – um mantra, como “Estou em paz”, ” ou “Eu me amo “. Descarte quaisquer pensamentos de distração sem preconceito ou julgamento.

2. Respiração profunda

Quando se trata de aliviar a ansiedade, concentrar-se na respiração é (de longe) o método mais eficiente. Tudo o que você precisa é de uma pausa de 5 minutos e paciência.

Mais uma vez, a prática é simples. Sente-se corretamente com os olhos fechados. Coloque uma mão na sua barriga enquanto inspira lentamente pelo nariz. Sinta a respiração encher seu abdômen e viaje para cima, como se a respiração estivesse chegando ao topo da cabeça. Mantenha a respiração presa por alguns segundos, então, naturalmente (e lentamente), expire pela boca.

3. Esteja presente

“Estar presente” é notar todas as sensações à medida que elas se estendem – existir neste momento e apenas neste momento.

O bom sobre estar presente é que você pode praticá-lo em qualquer lugar, fazendo qualquer coisa, a qualquer momento. Lavando a louça: observe e sinta como é a superfície dos pratos ao toque de sua mão, enquanto você aplica o detergente. Andando? Sinta o ar à medida que ele flui e toca seu rosto e seu corpo. Digitando? Ouça o som de cada barulho do teclado enquanto trabalha.

Quando você está presente, foca toda a sua consciência em seus sentidos, em vez de no impulso.

 

4. Priorize seu tempo

Nosso tempo nesta Terra é limitado. A verdade (às vezes desconfortável) é que não sabemos quanto desse precioso recurso temos. Infelizmente, muitas pessoas agem como se fossem imunes ao passar do tempo.

O fundador da Apple, Steve Jobs, que acabaria por sucumbir ao câncer, deu sua perspectiva ao tempo: “Se hoje fosse o último dia de sua vida, você gostaria de fazer o que está fazendo hoje?”

Avalie como você gasta seu tempo. Não há caminho “certo” ou “errado” – apenas o seu caminho. Se você tiver a sorte de trabalhar em um trabalho que você ama, invista seu tempo lá. Se você está feliz apenas em “ir com o fluxo” e apreciar cada experiência – ótimo.

Valorizar o tempo é gastá-lo desfrutando de sua vida, descartando quaisquer expectativas externas.

5. Escreva coisas

Documentar seus pensamentos é um poderoso analgésico. Pensamentos estressantes acumulados, inevitavelmente, resultam em ansiedade.

Escrever o que você está pensando e sentindo pode proporcionar um profundo sentimento de alívio, pois você não está mais confiando em suas faculdades cognitivas para armazenar e interpretar cada pequeno impulso.

Escrever seus pensamentos, em essência, é transferindo seus pensamentos para algo tangível. Ao fazê-lo, você libera seus recursos cognitivos e neutraliza a ansiedade. Como resultado, torna-se mais relaxado – e uma mente relaxada é uma mente pacífica.

Uma boa prática: mantenha um bloco de anotações em seu alcance. Sempre que um pensamento estressante e ansioso surgir, escreva-o. No final do dia, reveja as suas anotações – alguma coisa precisa mudar ou suas ansiedades são um subproduto inofensivo de uma mente hiperativa?

 

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*Fonte: osegredo /Power of Positivity


Os 12 produtos mais perigosos criados pela Monsanto

Do Resumen Latino americano

1. Sacarina.
John Francisco Queeny fundou a “Monsanto Chemical Works”, com o objetivo de produzir sacarina para Coca-Cola. Estudos realizados durante a década de 1970 mostraram que este químico produz câncer em ratos e outros mamíferos de testes. Porém, depois descobriu-se que causa o mesmo efeito em humanos, Monsanto subornou médicos e instituições para seguir comercializando-a.

2. PCBs.
Durante a década de 1920, a Monsanto começou a expandir sua produção química mediante bifenilos policlorados (PCB), para produzir fluídos refrigeradores de transformadores elétricos e motores. Cinquenta anos depois, a Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos (EPA) publicou um informe citando os PCBs como causa do câncer em animais, e com provas adicionais indicou que estes produzem câncer em seres humanos. Quase 30 anos depois dos PCBs serem proibidos nos EUA, este químico segue aparecendo no sangue das mulheres grávidas, como informou um estudo de 2011. Em muitas áreas da Argentina ainda utilizam os PCBs.

3. Poliestireno.
Em 1941, a Monsanto começou a focar em plásticos e poliestireno sintético, que ainda é amplamente utilizado para embalar alimentos. O poliestireno foi classificado o quinto da lista de 1980 da EPA, onde se enumera os produtos químicos cuja produção gera os resíduos mais perigosos. Ao estar nas embalagens de comida ingerimos poliestireno (efeito de migração), que causa depressão, câncer e danos aos nervos. Os vasos e recipientes feitos deste material sintético são difíceis de reciclar. Devem ser derretidos utilizando um equipamento adequado que a maioria dos centros de reciclagem não possuem. Dentro de 1000 anos, a bandeja de carne que você comprou no Carrefour ou Wall-Mart seguirá existindo em alguma parte do planeta. É fatal para a vida marinha: Flutua na superfície do oceano, se decompõe em pequenas esferas que os animais comem. As tartarugas marinhas, por exemplo, perdem sua capacidade de mergulhar e morrem de fome.

4. Bomba Atômica e armas nucleares.
Pouco depois de ser adquirida por Thomas e Hochwalt Laboratories, a Monsanto tornou-se uma divisão do Departamento de Investigação Central. Entre 1943 e 1945, este departamento coordenou esforços importantes de produção para o Projeto Manhattan. Leia sobre o maior acidente industrial da América do Norte.

5. DDT.
Em 1944, a Monsanto começou a fabricar o insecticida DDT, com a desculpa de combater os mosquitos “transmissores da malária”. Em 1972, o DDT foi proibido nos EUA. – Seus efeitos adversos para a saúde humana incluem infertilidade, problemas no desenvolvimento, destruição do sistema imunológico, morte. O DDT impede que o hormônio una com seu receptor, bloqueando, por sua vez, o hormônio para obter um desenvolvimento sexual normal, dando lugar a anormalidades. Durante um experimento levado a cabo no Mar Caspio (Mediterrâneo), o DDT em uma concentração de 1 ppb reduziu a população de peixes até 50%. O transporte atmosférico desta substância atualmente afeta a todos os seres vivos do planeta. Foi detectado no ar do Ártico, terra, gelo e neve, praticamente todos os níveis da cadeia alimentar global. Os sedimentos do fundo de lagos e os leitos dos rios atuam como reservas para o DDT e seus metabolitos. Todos os bebês humanos nascem com DDT no sangue.

6. Dioxinas.
Em 1945, a Monsanto começou a promover o uso de pesticidas químicos na agricultura com a fabricação do herbicida 2,4,5-T (um dos percursores do agente laranja), que contém dioxina. As dioxinas são um grupo de compostos quimicamente relacionados que se conhece como “Os doze condenados” – São contaminadores ambientais persistentes que se acumulam na cadeia alimentar, principalmente no tecido adiposo dos animais. Durante décadas, desde que foi desenvolvido pela primeira vez, a Monsanto foi acusada de encobrir ou não informar sobre a contaminação por dioxinas em uma ampla gama de seus produtos.

7. Agente Laranja.
Durante a década de 1960, a Monsanto foi a principal fabricante do Agente Laranja, um herbicida/desfolhante utilizado como arma química na guerra do Vietnã. A fórmula da Monsanto tinha níveis de dioxinas muito maiores que o Agente Laranja produzido pela Dow Chemicals, outro fabricante (por que a Monsanto foi a denúncia chave na demanda apresentada por veteranos de guerra nos Estados Unidos). Como resultado da utilização do Agente Laranja, o Vietnã estima que mais de 400.000 pessoas foram assassinadas ou mutiladas, 500.000 crianças nasceram com defeitos de nascimento, e no máximo um 1 milhão de pessoas ficaram deficientes ou sofreram problemas de saúde, sem falar dos efeitos a largo prazo que lesionou mais de 3 milhões de soldados americanos e seus descendentes. Memorandos internos da Monsanto mostram que a corporação conhecia perfeitamente os problemas de contaminação por dioxinas do Agente Laranja quando vendeu o produto ao governo dos EUA (para seu uso no Vietnã). Porém, a “Justiça” norte-americana permitiu a Monsanto e a Dow Chemicals apelar e receber proteção financeira por parte do governo, ignorando os veteranos que buscam uma compensação por haver sido expostos ao Agente Laranja.

Só no ano de 2012, 50 anos mais tarde da pulverização com o Agente Laranja, começaram alguns esforços para limpá-lo. Entretanto, o legado da Monsanto para as gerações futuras se traduz em nascimentos de crianças disforme, que continuarão durante as próximas décadas. Você acha que não pode acontecer aqui? Vários cultivos argentinos são geneticamente modificados para resistir a um herbicida feito com o principal componente do Agente Laranja (2,4-D), com o fim de lutar contra as “super ervas maléficas” desenvolvidas pelo RoundUp. Estes químicos persistem nos alimentos até chegar às prateleiras do supermercado e mais tarde a seu estômago.

8. Fertilizante a base de petróleo.
Em 1955, a Monsanto começou com a fabricação de “fertilizantes” a base de petróleo, depois de comprar uma refinaria de petróleo. Os “fertilizantes” a base de petróleo matam micro-organismos benéficos do solo esterilizando terra e criando dependência, é como uma adição de substitutos artificiais. Dado o crescente preço do petróleo não parece uma opção muito econômica, nem próspera…

9. RoundUp.
Durante la década de 1970 a Monsanto fundou sua divisão de Produtos Químicos Agrícolas, para produzir herbicidas, e um em particular: RoundUp (glifosato). A propaganda da Monsanto é que pode erradicar “as ervas daninhas” de um dia para o outro. Claro, que os agricultores adotaram de imediato. A utilização deste químico aumentou quando a Monsanto introduziu as sementes “RoundUp Ready” (resistentes ao glifosato), o que permite aos agricultores encher o campo com herbicidas sem matar estes cultivos (transgênicos). A Monsanto é uma corporação muito poderosa, como demostrou recentemente fazendo Obama assinar uma Ata de Proteção para seus crimes. E ainda que, o glifosato inicialmente tenha sido aprovado por organismos reguladores de todo o mundo, e seja amplamente utilizado na Argentina y Estados Unidos, mais tarde foi praticamente erradicado da Europa. O RoundUp foi achado em mostras de águas subterrânea, assim como no solo, e no mar, incluindo nas correntes de ar e nas chuvas. Mas sobretudo nos alimentos.

É a causa do desaparecimento das abelhas, produz mal formações, infertilidade, câncer e destruição do sistema imunológico. Os estudos independentes demostraram efeitos sobre a saúde consistentemente negativos que vão desde tumores e função orgânica alterada, até a morte por intoxicação. O RoundUp é o Agente Laranja com nome diferente.

10. O aspartame (NutraSweet/Equal).
Foi descoberto acidentalmente em uma investigação sobre hormônios gastrointestinais. Se trata de um produto químico doce que em primeira instância, matou um macaco bebê e deixou outros 5 gravemente feridos (em um total de 7 macacos), em um ensaio clínico realizado para que a FDA aprovasse o Aspartame. E a FDA o aprovou (1974). Em 1985, a Monsanto adquiriu a empresa que fabricava aspartame (GD Searle) e começou a comercializar o produto rebatizado de NutraSweet. Vinte anos mais tarde, o Departamento de Saúde e Serviços Humanos dos EUA publicou um informe que enumera 94 problemas de saúde causados pelo aspartame.

11. Hormônio de Crescimento Bovino (rBGH).
Este hormônio geneticamente modificado foi desenvolvido pela Monsanto para ser injetado nas vacas leiteiras e aumentar a produção de leite quando não há escassez de leite. As vacas sometidas a rBGH sofrem uma dor insuportável devido a inflamação de suas tetas e mastite. O pus da infecção resultante entra no fornecimento de leite que requer o uso de antibióticos adicionais. O leite rBGH produz câncer de mama, câncer de cólon e câncer de próstata nos seres humanos.

12. Cultivos Geneticamente Modificados (OGM/GMO/GM).
No início da década de 1990, a Monsanto começou a “junção” de genes de milho, algodão, soja e canola. Utilizou ADN de fontes estranhas para lograr dos características principalmente: Um pesticida gerado internamente e resistente ao herbicida RoundUp da Monsanto. Em outras palavras, as plantas envenenam e matam aos insetos e mamíferos que as devoram, e resistem ao agroquímico (parente do Agente Laranja) RoundUp que persiste nelas inclusive depois do seu processamento até chegar ao consumidor.

Claro que a transgênese tem se expandido. Batatas, frutas, maçãs, tomates, alface, tabaco, peras, melancia. TUDO tem sua versão OGM.

Apesar das décadas de propaganda dizendo que os cultivos geneticamente modificados poderiam alimentar o mundo, que teriam mais nutrientes, resistência a seca, o maior rendimento, nenhuma dessas promessas se cumpriu. Os cultivos GM não alimentam o mundo, causam câncer. Não tem mais nutrientes, na verdade não alcançam nem 10 % dos nutrientes que tem os cultivos orgânicos. Não resistem a seca. Não fornecem maior rendimento e sim menor, enquanto encarecem a produção. A maioria das ganhos da Monsanto provém das semente desenhadas para tolerar o RoundUp, este desenho transforma aos “alimentos” em armas mortais para a humanidade. As receitas da Monsanto aumentam constantemente desde que os agricultores se veem obrigados a usar mais e mais químicos devido a proliferação de ervas daninhas que evoluem desenvolvendo resistência ao RoundUp.

A Monsanto e os meios de comunicação de massa ocultam que o Amaranto orgânico era o verdadeiro alimento projetado para a humanidade do futuro. Cura o câncer e o previne, é o cereal mais nutritivo do planeta e foi a primeira planta a germinar no espaço. Tanto é que os astronautas da NASA utilizam amaranto para manter-se saudável e não a soja.

Como durante os primeiros dias dos PCB, o DDT, o Agente Laranja, a Monsanto tem enganado e subornada com êxito os organismos públicos e reguladores gerais implantando a crença de que o RoundUp e os cultivos geneticamente modificados são benéficos e “seguros”.

Claro que a Monsanto teve que ordenar a Obama que assinasse uma Lei na salvaguarda da corporação para se defender das denúncias e demandas, produto de 100 anos de novos estudos que demonstram os efeitos negativos e impactos ambientais de los OGM. A Monsanto ataca estes estudos científicos mediante os meios de comunicação de massa controlados, difamando e ignorando as organizações independentes, e científicos honestos. Mas também, a Monsanto conta com associações industriais, blogs, cientistas subornados, “ciência independente” falsa e todo tipo de ferramentas que por sua vez, os mesmos meios de comunicação corruptos patrocinam, somado a centenas de milhões de artigos de relações públicas “privadas” realizados por empresas que com frequência foram fundadas, são financiadas e mantidas pela Monsanto.

Desafortunadamente, poucos de nós tiramos um tempo para localizar os membros fundadores e as relaciones destas fontes ilegítimas com a Monsanto.

A FDA respalda enfaticamente a Monsanto, já que compartilha funcionários com a Monsanto mediante o fenômeno “Portas Giratórias”. No seguinte gráfico elaborado por Milhões contra Monsanto pode ver alguns ex vice presidentes da Monsanto e advogados da firma que mais tarde ocuparão cargos na FDA. E não se esqueça de Clarence Thomas, o ex advogado da Monsanto, que sendo juiz da Corte Suprema de Justiça, falou a favor de Monsanto em cada caso apresentado.

O vento e as abelhas transportam as mutações genéticas da Monsanto para a natureza selvagem, comprometendo o ecossistema global. Em breve todas as plantas serão transgênicas.

13. Um produto extra para este informe: As sementes Terminator.
No final de 1990, a Monsanto desenvolveu uma tecnologia para produzir grãos estéreis incapazes de germinar. Estas “sementes Terminator” obrigariam aos agricultores a cada ano comprar novas sementes da Monsanto, no lugar de guardar e reutilizar as sementes de suas colheitas como fizeram durante séculos. Afortunadamente, esta tecnologia fracassa no mercado. Pelo qual a Monsanto decidiu exigir aos agricultores a assinatura de um contrato de acordo para que não reutilizem nem vendam as sementes, o que os obrigam a comprar novas sementes e coloca a necessidade de um “gene terminator”. O fracasso parcial das sementes terminator é uma sorte para nós… já que também eram suscetíveis a polinização cruzada e podiam ter contaminado cultivos e bosques em todo o mundo. O que não significa que este objetivo siga no planos da Monsanto.

Como se traduz o legado da Monsanto para a humanidade?

Entre 85% e 90% dos alimentos que você consome diariamente tem OGMs, agrotóxicos da Monsanto e resíduos de RoundUp. (Os números desta fonte estão desatualizados).

Como a Monsanto alcança sua impunidade? Segundo a Associação de Consumidores Orgânicos em um documento do ano de 2011, “Há uma correlação direta entre o fornecimento de alimentos geneticamente modificados e os $ 2.000.000.000.000 de dólares que o governo dos EUA gasta anualmente em atenção médica, quer dizer, uma epidemia de enfermidades crônicas relacionadas com a dieta e um vínculo comercial com os laboratórios de medicamentos e vacinas.

No lugar de frutos sadios, verduras, grãos e animais alimentados com erva natural, as granjas industriais dos Estados Unidos e da Argentina produzem um excesso de comida com fragmentos de engenharia genética que causam enfermidades cardíacas, derrame cerebral, diabetes e câncer, com o respaldo de subsídios agrícolas, enquanto que os agricultores orgânicos não recebem estes subsídios.

A historia da Monsanto é reflexo de um quadro persistente de substâncias químicas tóxicas, demandas e manipulação da ciência. É esse o tipo de entidade que queremos para controlar os fornecimento de alimentos do nosso mundo?

A Monsanto não está só. Outras empresas do “Big Six” (Seis grandes) inclui a: Pioneer Hi-Bred International (filial de DuPont), Syngenta AG, Dow Agrosciences (filial de Dow Chemical), BASF (que é uma companhia química que expande rapidamente sua divisão de biotecnologia) e a Bayer CropScience (filial da Bayer).

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*Fonte: contraagrotoxicos/Regeneración


Estudos científicos comprovam que um copo de vinho tinto equivale a uma hora de exercício físico

Se você é um apreciador de vinho, então prepare-se para receber uma excelente notícia. Recentemente, foram lançados os resultados de um estudo científico que comprova que um copo de vinho equivale a uma hora de exercício físico!

Devemos sempre consumir com moderação. Mas se não tomarmos em excesso, essa bebida pode mesmo ser uma mais valia para a nossa saúde. A investigação recente foi conduzida por um grupo de cientistas da Universidade de Alberta, no Canadá.

A pesquisa mostrou que tomar um copo de vinho tinto pode ser tão saudável quanto fazer uma hora de exercício. Quem poderia imaginar? Segundo os resultados dos estudos, a substância resveratrol presente nessa bebida melhora as funções cardíacas. Para além disso, ela fortalece nossos músculos.

Resumidamente, o vinho tem a mesma ação sobre o corpo do que o exercício. Jason Dyke, o diretor e líder da investigação, diz que essa descoberta pode ser essencial para as pessoas que não têm paciência de para ir ao ginásio. De acordo com o cientista, a bebida pode ajudá-las a para manter a forma.

Só existem vantagens: a frequência cardíaca e o resveratrol presente na bebida fortalece o coração, tornando os músculos mais resistentes. Para além de tudo isso, o vinho regula os níveis de açúcar em nosso sangue e abranda o envelhecimento.

Outro resultado interessante da pesquisa é que as pessoas que tomam um copo de vinho por dia têm muito menos chances de vir a desenvolver demência e câncer. O que está esperando para ir comprar essa bebida milagrosa. Depois, pode aproveitar a garrafa para decorar sua casa: é dois em um!

 

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*Fonte: segredosdacura


Saiba Quais Frutas Secas Curam Cada Tipo de Dor

“As frutas secas são como cápsulas cheias de nutrientes concentrados”, diz a título de spoiler o professor Jordi Salas-Salvadó, catedrático de Nutrição e Bromatologia da Universidad Rovira i Virgili (Tarragona) e pesquisador do CIBER de Obesidade e Nutrição do Instituto Carlos III. E acrescenta: “São ricos em gordura de origem vegetal, mais saudável do que muitas das de origem animal. Alguns desses frutos contêm também ácido alfa-linolênico (do tipo ômega 3), benéfico para a prevenção cardiovascular”.

Estamos, portanto, diante de um alimento muito completo, que a Organização Mundial de Saúde (OMS) inclui entre os recomendáveis “para uma dieta saudável”.

Mas, o consumimos suficientemente? Para Francisco Botella, chefe do serviço de Endocrinologia e Nutrição do Hospital de Albacete e membro do comitê gestor da Sociedade Espanhola de Endocrinologia e Nutrição (SEEN), o problema não é tanto que o consumimos pouco, mas que o consumimos mal: “Ainda que façam parte da dieta mediterrânea, normalmente comemos como aperitivo, ou seja, fritos e com sal, e isso representa um excesso à alimentação normal. São saudáveis quando os incorporamos no preparo habitual dos alimentos. Por exemplo, acrescentando-os a verduras ou saladas”.

Qual seria a dose apropriada?

A Fundación del Corazón propõe “até cerca de 50 gramas de frutas secas” como quantidade adequada todos os dias. E não convém deixá-las de lado: ainda que não emagreçam, nem curem sozinhas alguma doença, nem tenham, é claro, propriedades milagrosas, as frutas secas podem ser um complemento muito válido para combater uma ampla gama de doenças e suprir certas necessidades físicas.

De fato, estão associados a uma menor mortalidade de qualquer tipo, segundo a Universidade de Maastrich (Holanda).

 

> Então, vamos colocar dessa forma: diga-nos onde dói que lhe diremos qual é a fruta seca que você precisa.

Tenho colesterol alto: nozes, avelãs e amêndoas

Se existe um benefício maior das frutas secas é sua contribuição para a saúde cardiovascular. “As amêndoas e avelãs contêm ácidos graxos monoinsaturados, essenciais porque ajudam a controlar os níveis de colesterol no sangue”, diz Marta María Suárez, presidenta da Associação dos Nutricionistas de Madri (ADDINMA).

“Um consumo de 60 gramas por dia reduz em 7,8% os níveis de colesterol”, afirma o professor Salas-Salvadó. Segundo o especialista, as nozes são o único fruto seco com óleos poli-insaturados do tipo ômega 3, os quais, além de reduzirem o colesterol, diminuem a pressão arterial e previnem outras doenças do coração, como publicou a *Universidade de Maryland *(EUA).

As avelãs diminuem os níveis de homocisteína, um aminoácido que pode danificar o revestimento das artérias (a Universidade Hacettepe, da Turquia, referenda o dado). E um estudo finlandês afirma que os flavonoides (que se encontram na pele das amêndoas) também cuidam do coração.

 

Estou constipado: pistaches, macadâmias e nozes

Possivelmente, você já ouviu falar do efeito quase vulcânico das ameixas secas sobre os intestinos, origem de sua merecida fama de inimiga da constipação. É por seu alto teor de fibra (7,1%). Pois bem, você sabia que os pistaches têm uma porcentagem ainda maior, de 10,6%? Em seguida vêm as nozes (6,5%) e as nozes de macadâmia (5,3%), tudo segundo a base de dados do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos. As dietas ricas em fibras vegetais, além disso, podem reduzir o risco de câncer de cólon, como afirmam na Universidade de Toronto (Canadá).

 

Tenho sobrepeso: amêndoas, avelãs e nozes

Ao contrário do que se pensa, as frutas secas, em quantidades razoáveis, não são contraindicadas em casos de sobrepeso. “Percebeu-se que quem as consome com frequência tem menos risco de ganho de peso e de desenvolver a obesidade com o tempo”, afirma Jordi Salas-Salvadó.

Em 2008, pesquisadores norte-americanos de várias universidades revisaram estudos anteriores, avalizando este dado. Deve-se, sobretudo, a seu índice de saciedade.

    “Se ingerimos uma quantidade de calorias na forma de frutas secas voltaremos a ter fome bem mais tarde do que se ingerimos essa mesma quantidade de calorias em outro tipo de alimento”, afirma o doutor Francisco Botella.

“Os frutos secos oleosos, amêndoas, avelãs e nozes, sobretudo, são os mais valorizados dentro de um plano de alimentação, especialmente pela qualidade da gordura que oferecem”, afirma Marta María Suárez.

 

Estou grávida: amendoins e avelãs

Esperando um bebê? Seguramente seu ginecologista lhe terá receitado ácido fólico (segundo a CDC, previne defeitos durante as primeiras semanas de gestação). Nesse caso, fique amiga dos amendoins e das avelãs. Os primeiros contêm 145 µg de folato (a forma natural do ácido fólico) em cada 100 gramas e, os segundos, 113.

Também não despreze as nozes, com 91. As amêndoas, por sua vez, apenas 22. Uma vez que a ingestão diária recomendada em adultos é de cerca de 200 a 400 µg (segundo a Faculdade de Farmácia da Universidade Complutense de Madri), a contribuição destas frutas é considerável. Mas, sem dúvida, não substituem o tratamento prescrito por seu médico.

 

Sou diabético: castanha de caju, amêndoas, pinhões e pistaches

“As frutas secas contribuem com uma quantidade importante de oligoelementos (minerais de que necessitamos em pequenas quantidades): magnésio, manganês, cálcio, fósforo, ferro, potássio, zinco, cobre e selênio”, enumera a nutricionista Marta María Suárez.

Vamos nos concentrar no magnésio, presente mais abundantemente nas castanhas de caju (292 mg / 100 g), amêndoas (270 mg) e pinhões (251 mg): “É bom contra a resistência à insulina, o que evitaria o desenvolvimento do diabetes”, explica Jordi Salas-Salvadó.

Cientistas da Escola Pública de Saúde de Harvard (nos EUA) descobriram uma relação inversa entre a ingestão de magnésio e o risco de diabetes, recomendando que se aumente o consumo de alimentos que os contêm, entre eles as frutas secas.

    Os *pistaches têm o recorde de potássio (1.025 mg), cuja carência é um fator de risco para o diabetes, segundo a *Universidade de Duke.

Quero prevenir a demência: amêndoas e avelãs

O professor Salas-Salvadó destaca a importância das frutas secas na prevenção da perda cognitiva, provavelmente em consequência de tudo o mais: “se protege do diabetes, da hipertensão, não engordam, melhoram a função do endotélio (tecido interno do coração e dos vasos sanguíneos) e a oxidação e inflamação, está favorecendo a função cognitiva”.

Agradeça também à vitamina E, que se associa a uma menor perda cognitiva pela idade, segundo um relatório dos hospitais Rush, Presbyterian e St. Luke, em Chicago (EUA). Amêndoas (25,6 mg) e avelãs (entre 15 e 17,5 mg) são os frutos que mais as contêm.

 

Minha pele está sem vida: amêndoas e avelãs

A qualidade antioxidante das frutas secas influi em todas as células do organismo, incluindo as da pele: neutralizam os radicais livres, responsáveis pelo envelhecimento.

“A vitamina E é fundamental para a manutenção de uma pele saudável”, afirma a Universidade de Oregon (EUA). É fotoprotetora, anti-inflamatória e contribui para cicatrizar ferimentos, entre outros benefícios. Como já vimos, este micronutriente aparece, principalmente, em amêndoas e avelãs.

 

Sofro com menstruações difíceis: pistaches

Dor, irritabilidade? As frutas secas podem aliviar. As vitaminas do grupo B são benéficas no tratamento dos sintomas da síndrome e da tensão pré-menstrual, segundo um estudo do Hospital North Staffordshire (Reino Unido). E sim: as frutas secas também incorporam importantes quantidade dessas importantes vitaminas. Opte pelo pistache, que, com 1,7 mg / 100 g, é o rei da vitamina B6.

 

Quero render mais no esporte: amêndoas

Em 2014, pesquisadores do Instituto Nacional de Medicina Desportiva da China fizeram um estudo curioso: pediram a um grupo de oito ciclistas bem treinados e a dois triatletas que consumissem 75 gramas de amêndoas por dia. E em seguida conduziram um acompanhamento de suas evoluções em uma pista de ciclismo, em sessões de 20 minutos. Depois de 10 semanas, tinham aumentado a distância percorrida nesse período de tempo em 1,7 quilômetros em média.

    As amêndoas, concluíram, “regulam as reservas de carboidratos, a capacidade antioxidante, o transporte de oxigênio e o metabolismo”. Um doping legal, vamos dizer.

Tenho dor nos ossos: amêndoas e pinhões

Os frutos secos são “uma alternativa para complementar o cálcio da dieta; este interfere na mineralização óssea e na contração muscular. As amêndoas são as frutas secas que mais contribuem com cálcio”, explica Marta María Suárez. Com 269 mg de cálcio em cada 100 gramas, as amêndoas não têm rival.

Enquanto isso, os pinhões são ricos em zinco (6,45 mg) e este mineral pode favorecer a formação dos ossos (importante na idade de crescimento), estimulando a criação de células e a atividade das fosfatases (enzimas com alta presença nos ossos), segundo conclui um estudo da Universidade de Andong (Coreia).

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*Fonte: saudecuriosa

 


Se você bebe para esquecer, está perdendo tempo: O álcool reforça as lembranças ruins

Novo estudo vira de ponta-cabeça a velha ideia: A fuga é possível, mas no médio prazo as experiências negativas são fixadas em nossa memória.

O famoso “beber para esquecer” pode ter se tornado página virada. Embora seja verdade que uma boa bebedeira pode levar a pessoa a não se lembrar de tudo o que fez no dia seguinte, as coisas ruins (exatamente as que queremos apagar da memória) podem se agarrar ao nosso cérebro de modo mais ferrenho do que se não bebêssemos.

É isso que revela um estudo publicado pela revista Translational Psychiatry, elaborado por pesquisadores da Universidade Johns Hopkins, de Baltimore (EUA). Dividiram ratos de laboratório em dois grupos: um bebeu água durante duas horas, e ao outro foi dada grande quantidade de álcool no mesmo intervalo de tempo. Posteriormente, ambos grupos foram submetidos a um som determinado, seguido por uma descarga elétrica. No dia seguinte, os roedores escutaram o mesmo som, mas dessa vez sem que fosse seguido pelo choque. Os resultados mostraram que os ratos que haviam sido embriagados tinham mais medo (lembravam melhor da descarga) que aqueles que tinham bebido água.

A conclusão do trabalho é que o álcool perpetua a sensação de medo: a extinção dessa recordação exige receptores do neurotransmissor glutamato (substância relacionada à memória), e quando os compostos do álcool se unem a esses receptores, interferem nas sinapses (comunicação neuronal), levando a que os animais que beberam álcool “não se acostumem ao estímulo e não esqueçam a experiência prévia ruim”, explica o neurologista Pablo Irima, diretor da Sociedade Espanhola de Neurologia.

Tal neurotransmissor (envolvido na eliminação da recordação) não se dá bem com a bebida. “O glutamato produz rejeição ao álcool. Costuma-se usá-lo no hospital para que os pacientes parem de beber”, diz o psiquiatra e presidente da Sociedade Espanhola de Psiquiatria, Julio Bobes.

 

Distrai, mas não apaga os traumas

Que o álcool nos faz recordar as coisas mais facilmente é algo que tinha sido evidenciado por um estudo da Universidade do Texas (EUA) em 2011. De acordo com essa pesquisa, tomar uma dose ativa certas regiões do cérebro relacionadas exatamente ao aprendizado e à memória.

Mesmo assim, a ideia de que beber é uma boa forma de afastar as más recordações é tão difundida que até esse estudo afirma que a maioria das pessoas afetadas por diversos traumas (entre 60% e 80%) ingere álcool compulsivamente. “Muitos pacientes com estresse pós-traumático se embebedam com a finalidade de fugir da situação, esquecer ou dormir com mais facilidade”, acrescenta Irima. E os pesquisadores concluem: “Se os efeitos do álcool nas lembranças desagradáveis forem semelhantes nos humanos, nosso trabalho pode ajudar a entender melhor como funcionam essas memórias e como focar melhor as terapias em pessoas que apresentam estresse pós-traumático”.

 

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*Fonte: elpais


BEE OR NOT TO BE

Organização de Proteção às Abelhas

Associação civil brasileira, sem fins lucrativos, de caráter socioambientalista, que tem por finalidade apoiar e desenvolver ações para a defesa, elevação e manutenção da vida de todas as espécies de abelhas.

http://www.beeornottobe.com.br/


Tremor nas pálpebras é sinal de que é preciso desacelerar dizem, os médicos

O tremor aparece porque liberamos hormônios ligados ao estresse que vão para o sistema nervoso autônomo; ele é um dos primeiros sinais de que algo não vai bem e que é preciso relaxar.

Quem nunca sentiu aquele famoso tremor nas pálpebras?

Algo tão irritante quanto impossível de ser controlado. Pior: pode durar dias, com direito a curtos intervalos. Mas por que isso é tão comum e, ao mesmo tempo, difícil de ser evitado?

A oftalmologista Andrea Lima Barbosa, diretora médica da Clínica dos Olhos São Francisco de Assis (RJ), conta que é extremamente comum pessoas chegarem a seu consultório com essa queixa.

“É sempre preocupante para a pessoa e o correto é procurar um especialista, mesmo. Esse tremor palpebral em episódios é uma luz vermelha avisando que algo não vai bem não só no seu corpo, mas em sua vida”, alerta a médica.

Ela conta que o tremor é um sinal de que a pessoa pode estar no auge do estresse. “Pode ser  fadiga, ansiedade, resultado de noites mal dormidas ou problemas pessoais , por exemplo”.

SAIBA AS CAUSAS E COMO TENTAR EVITAR:

Como as causas são diversas, para evitar o tremor involuntário das pálpebras deve-se identificar a mais importante e agir nela:- Fadiga: pode ser causada pelo uso contínuo de computadores ou monitores (síndrome da visão do computador). Nestes casos há necessidade de se intercalar períodos de trabalho com períodos de descanso dos olhos, ou seja, a mudança de foco durante 15 minutos, antes de prosseguir no uso;- Estresse: deve-se tentar evitar ou resolver as condições ou as situações do ambiente de trabalho ou familiar que estejam ligadas ao aumento da ansiedade; pode-se tentar a utilização de medicação relaxante muscular leve, sob indicação médica;- Secura nos olhos: também pode estar relacionada ao uso contínuo de computadores. Usar colírios lubrificantes preventivamente é indicado, assim como aumentar a umidificação do ambiente de trabalho;- Cafeína: se a causa for associada ao consumo excessivo de cafeína, de bebidas energéticas ou de cigarro, deve-se reduzir ou suspender seu consumo;- Não identificadas: sugere-se a consulta oftalmológica completa com objetivo de se avaliar a função muscular das pálpebras, a superfície ocular, erros refracionais ou fundo de olho.Fonte: Norma Allemann, Professora Adjunta do Departamento de Oftalmologia da Universidade Federal de Medicina – UNIFESP.

Estresse

Barbosa explica que o tremor, quase sempre unilateral, aparece porque liberamos hormônios ligados ao estresse que vão para o sistema nervoso autônomo. Estes hormônios levam estímulos para as pálpebras, que passam a ter contrações involuntárias, ou seja, impossíveis de se controlar.

Com ela concorda o oftalmologista Luiz Carlos Portes, ex-presidente e membro do conselho consultivo da Sociedade Brasileira de Oftalmologia. Ele acrescenta alguns outros fatores que podem desencadear o problema: ingestão excessiva de cafeína, carência de vitaminas, idade avançada, excesso de horas em frente ao computador etc.

Ambos enfatizam que o oftalmologista deve ser consultado para descartar qualquer doença, mas o comum é mesmo que tudo não passe de estresse.  Porém, se for algo além disso, o paciente será encaminhado para um neurologista, por exemplo.

Portes, porém, avisa que algumas doenças como conjuntivite e olho seco também podem provocar os espasmos. Isso sem contar que pessoas com mal de Parkinson e Síndrome de Tourette (desordem neurológica ou neuroquímica caracterizada por tiques, reações rápidas, movimentos repentinos  ou vocalizações que ocorrem repetidamente) também sofrem com esses espasmos.

Procurar o médico

“Por isso é importante consultar um oftalmologista”, enfatiza o médico. Porém, como na maioria dos casos o problema advém mesmo do estresse, ele comenta: “Há pessoas que ao ficarem estressadas, sentem azia. Outras têm dor nas costas e algumas têm este tremor. É difícil, mas é preciso achar um caminho para não sentir tudo isso”.

“Você tem de se perguntar: o que vai fazer da sua vida? Como anda o trabalho e os relacionamentos. Eu indico relaxamento, ioga, meditação, algo para acalmar mesmo. E, na medida do possível, evitar se estressar”, alerta Barbosa.

A médica insiste que é preciso tomar cuidado porque, se a pessoa não se cuidar, poderá desenvolver doenças cardíacas, depressão, ansiedade ou hipertensão, por exemplo.

“É preciso mesmo repensar a vida”, ressalta, acrescentando que ela própria já passou por isso: “Quando eu fazia plantão médico, eu mesma tinha isso com frequência. Era uma época bem estressante para mim”. Portes também já teve o mesmo problema, quando se preparava para o vestibular: “Eram menos opções de faculdades e a pressão era ainda maior. Estudava muito!”.

Como fazer parar?

Uma receita caseira dá conta de que compressas de chá de camomila ajudariam a parar o tremor.  “Melhor tomar o chá”, brinca a médica.  Porém, ela ensina que gelo é bom, porque anestesia a musculatura.

Já o médico conta que indica ao paciente um relaxante muscular, mas também aconselha a pessoa a ir ao cinema, praticar exercícios e descansar, pois o comum é que o tremor passe quando ela conseguir relaxar.  “Se notamos que é algo de ordem pessoal ou depressão mesmo, o correto é encaminhar a um psicólogo ou psiquiatra”.

Botox

Se a pessoa tiver o tremor de forma crônica, pode ser algo mais grave. “Existe a doença do espasmo essencial, blefarospasmo, que é rara. É o famoso tique nervoso, a pálpebra fica tremendo o tempo todo. Daí é preciso tratamento com um neuro-oftalmologista que usará injeções de Botox”, conta a médica. A indicação ocorre porque a toxina botulínica paralisa o músculo.

Norma Allemann, professora adjunta do Departamento de Oftalmologia da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), conta que, em alguns desses casos, após diagnóstico diferencial adequado com doenças neurológicas que podem estar associadas, a toxina botulínica é aplicada em forma de injeções e tem duração variável de efeito, entre três e seis meses.  “O blefarospasmo é uma condição rara, um tipo de distonia facial, geralmente bilateral e associado a contraturas de outros músculos da face e caracterizado pela impossibilidade de controle voluntário.  Pode ser um sintoma de doenças neurológicas e deve ser acompanhado de consulta especializada para diagnóstico”, encerra.

(Autor: Cármen Guaresemin)

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*Fonte: fasdapsicanalise


Passei um mês sem beber uma gota de álcool, e foi isto que me aconteceu

Não interprete mal o título acima: não se trata de uma declaração tipo “alcoólicos anônimos”. Sou o que a Organização Mundial da Saúde denominaria de “bebedor moderado”, alguém que simplesmente gosta de tomar uma taça de vinho durante as refeições. Não bebo licores nem coquetéis. E quando saio “para tomar uma cerveja” não passo de duas. Quero acreditar, além disso, que esse consumo responsável é bom para a saúde. Confio na Clínica Mayo (EUA) quando sugere que os polifenóis do vinho, quando consumidos com comedimento, protegem o coração. Também acredito nesse estudo que diz que os bebedores moderados vivem mais do que os totalmente abstêmios.

Algum leitor poderá achar que não há nada de mais em passar um mês sem álcool: tem gente que nunca bebe. Entretanto, as cifras demonstram que a maioria não é assim. Segundo o último relatório sobre álcool, tabaco e drogas ilegais na Espanha, do Ministério da Saúde desse país, 64,4 % dos espanhóis beberam álcool nos 30 dias anteriores à pesquisa. Até o mais rigoroso toma um vinhozinho num jantar.

“Fiz isto por três razões: emagrecer; me sentir mais saudável e ágil; e comprovar, simplesmente, se posso resistir à tentação.”

Eu me privei inclusive disso, durante um mês, por três motivos. Primeiro: emagrecer. Sou o tipo de gente que sempre ouve por aí: “Mas você não está gordo” – embora secretamente saiba que está. Se deixar de tomar duas taças de vinho, estarei fechando a porta a 150 calorias. Como não sou de comer com água, recorrerei à cerveja sem álcool, que tem 26 calorias por cada 100 gramas – metade da convencional –, segundo a Base de Dados Espanhola de Composição de Alimentos (BEDCA).

A segunda razão é verificar se a pessoa se sente mais saudável, ágil, atenta ou inspirada. A terceira é comprovar, simplesmente, se é possível resistir à tentação. Ao longo de um mês ocorrem situações, geralmente de índole social, que convidam a abrir um vinho ou pedir um chope. Assim fui superando-as.

 

Passagem cabisbaixa pelo corredor dos vinhos

Ao contrário das frutas e verduras, comprar vinhos no supermercado sempre me pareceu uma experiência muito agradável. O tempo se detém enquanto seleciono safras, inspeciono variedades e admiro etiquetas. Tanto que uma vez, em pleno processo, recebi um WhatsApp que dizia: “Aconteceu alguma coisa com você? Estou há meia hora te esperando nos caixas”. Era minha mulher, e desconfio que não estava exatamente preocupada com a minha saúde.

Agora, por outro lado, evito, cabisbaixo, o corredor de vinhos e licores e vou parar no das cervejas, onde não há muito que selecionar, inspecionar ou admirar. Mas antes me informei sobre essa nomenclatura no mínimo curiosa: quando dizem “sem” querem dizer “com”, e quando dizem “0,0” querem dizer “sem”. Sim, amigo, a cerveja sem álcool tem álcool (menos de 1%, pela lei espanhola). Como o desafio consiste em não tomar nem uma só gota, passo a mão em dois packs de seis “0,0” que, espero, deem para toda uma semana.
Minhas novas e saudáveis beberagens

Podem me chamar de prático, mas uma coisa boa de beber diretamente da lata é não precisar lavar o copo depois. Esse pensamento cruza minha claríssima mente no primeiro dia de abstinência. Em seguida, enquanto degusto esta beberagem sem um só vestígio de álcool, concluo que o gosto é bastante bom.

“Podem me chamar de prático, mas uma coisa boa de beber diretamente da lata é não precisar lavar o copo depois. Esse pensamento cruza minha claríssima mente no primeiro dia de abstinência.”

Outras considerações de ordem logística incluem que a cerveja, obviamente, precisará ser guardada na geladeira (ao contrário do vinho) o que me obriga a estar pendente de uma coisa a mais na cozinha (ficar sem cerveja gelada poderia ser um drama, mesmo que seja das que não embebedam). Além disso, comprovo extasiado como a pilha de garrafas vazias de vinho, que normalmente cresce com espantosa rapidez, ficou estagnada, e isso é ótimo porque, como é preciso jogá-las num contêiner especial, às vezes não me lembro de descer com elas, que assim terminam tristemente amontoadas, o que passa uma imagem lamentável.

 

O garçom nota que minhas mãos suam

Aproveitando que tenho que ler vários livros para uma matéria, decido me instalar nas mesas externas de um bar, afinal estamos na primavera. Quando vem o garçom, assaltam-me as dúvidas: quero pedir uma “0,0”, não uma “sem”, mas se especificar tanto não ficarei como um desses ranhetas que pedem o café com leite morno, semidesnatado, no copo e com sacarina?

Sempre achei que são uns desalmados, e isso que nunca trabalhei no grêmio da hotelaria. Tolhido, peço uma “sem”. Por sorte, o garçom, que deve ter notado minhas mãos suando, me traz uma “0,0”, que é o que eu queria. Mas a acompanha com três petiscos. “Cara”, tenho vontade de lhe dizer, “quero emagrecer, sacou? Não me entupir de batata frita, azeitona e salada russa”. Dispenso as duas primeiras, mas devoro a salada russa.
Combino com os amigos e…

Combino com três velhos amigos que não via fazia quatro anos; com exceção de um deles, todos somos jornalistas que já conhecemos dias melhores. Marcamos num restaurante que serve hambúrgueres e costeletas (dos que frequentávamos há 15 anos), e a nostalgia parece autorizar o consumo de uma breja.

“Quando peço minha ‘0,0’, um amigo me acompanha, o terceiro pede um refrigerante zero, e o quarto se safa com água. Meu Deus, estamos mal mesmo!”

Aí eu piro, porque, quando peço minha “0,0” (já aprendi), um deles me acompanha pedindo outra, o terceiro pede um refrigerante zero, e o quarto se safa com água. Meu Deus, estamos mal mesmo! Dado o ambiente de camaradagem que se respira, sou dominado por outra dúvida. A long neck de cerveja sem álcool também se pode beber no gargalo, fazendo pose? Não há nada que impeça, né? Então, sem pensar duas vezes, agarro minha garrafa e a levo à boca. E depois passo o dorso da mão pelos lábios, yeah!

 

Almoço com vinho sem álcool (minha nossa!)

Antigamente, quando meu pai era vivo, eu costumava chegar para o almoço carregando garrafas de vinho que entornávamos entre os dois. Agora continuo a levá-las, e costumo deixá-las mais ou menos pela metade (os domingos são um dia especial). Como ando metido nesta experiência, recorro ao vinho sem álcool, do que me falaram muito mal. Também não é para tanto. Se a cerveja sem álcool é decente, por que não o vinho?

Minha relação com esse singular produto começa mal: levo 20 minutos para localizá-lo no supermercado (e com ajuda de um funcionário). Quando o levo à mesa, minha cunhada dispara: “Mas o vinho sem álcool não é suco de uva?”. Todos aqueles a quem falo desta bebida à qual dedico grandes esperanças me dizem a mesma coisa. Saio em sua defesa brandindo a etiqueta: pegam vinho normal e, mediante um processo complicadíssimo, extraem o álcool. Mas na hora de prová-lo… minha nossa! É péssimo. Não é que não tenha gosto de vinho, é que nem sequer tem gosto de suco. Lembra aqueles insípidos e aguados licores sem álcool. Retiro educadamente a garrafa da mesa e pergunto à minha mãe se por acaso não teria uma cerveja “sem” na geladeira. E sim, tem uma solitária lata de “sem”, que aceito de bom grado.

“Como ando metido neste experimento, recorro ao vinho sem álcool, do qual me falaram muito mal. Talvez não seja para tanto. Se a cerveja sem álcool é decente, por que não o vinho?”

 

Uma cervejinha (?) com os pais da escola

É bastante conhecido o potencial do álcool como lubrificante social. Na verdade, os bebedores “sociais” têm mais amigos, segundo um estudo da Universidade de Oxford (Reino Unido) publicado em dezembro passado. Os programas de sexta à tarde no parque parecem confirmá-lo: são uma mera desculpa para que papais e mamães nos entreguemos à cerveja enquanto as crianças se machucam no escorregador. Agora que não bebo, ficarei calado, excluído? Peço uma “0,0”. E não, não fico calado nem excluído, inclusive me noto mais alerta que nas outras sextas-feiras, quando às onze já começo a bocejar.

 

Um acidentado jantar a dois

Ninguém em sã consciência cogita regar um bom jantar (presunto do bom e carnes idem) com outra coisa que não seja vinho. Mas aqui estou eu com minhas cervejas “0,0”, que já compro em caixas de 24, pois me acostumei tanto a elas que tomo uma atrás da outra, sem pestanejar. Já que não engordam… Sim, virei um viciado. Quando na metade do jantar me levanto para pegar a segunda, e depois a terceira, minha mulher não me olha feio, como quando me servia de mais vinho. Mas tanta cerveja tem duas consequências, nenhuma agradável. Uma é que você não sai do banheiro, e depois da quarta vez termina urinando um líquido completamente incolor, mas nem por isso menos premente. A outra é que produz muitíssimos gases. A tal ponto que lhe obriga a buscar a todo custo um momento de solidão antes de ir para a cama.

 

Conclusão de meu mês sem álcool: emagreci?

– Como decidi não me pesar até o final, interpreto o fato de me sentir mais leve como um bom sinal. Sou capaz de subir e descer as escadas do prédio com um alegre trote adolescente (embora também seja verdade que moro no primeiro andar).

– Psicologicamente me sinto reforçado: ter sido capaz de manter o desafio eleva minha autoestima.

“Psicologicamente me sinto reforçado: ter sido capaz de manter o desafio eleva a minha autoestima.”

– Um efeito inesperado é que meu interesse pelo vinho minguou bastante, mas talvez seja porque o calor convida a tomar bebidas geladas.

– Quando subo na balança tenho um tremendo desgosto: peso mais ou menos o mesmo que há 30 dias. No transcurso de cinco minutos atravesso todas as etapas estudadas pela psicologia para as más notícias (negação, ira, aceitação etc.), e então compreendo: sim, erradiquei o álcool, mas minha dieta não mudou em mais nada.

Leio que as calorias da cerveja convencional procedem em sua maioria do álcool, ao passo que as da “sem” vêm em 85 % de carboidratos. Pergunto o significado disso a Roberto Cabo, nutricionista e autor de La Dieta ALEA: “Há dois tipos de carboidratos: os complexos (feijão, arroz, massa…) e os simples, chamados também de açúcares (doces, bolos…). Ao retirar o álcool, as calorias que passamos a consumir procederão de açúcares, mas serão muito poucas se for um consumo pontual”, responde.

Meu consumo foi pontual? Não. Deveria ter substituído a cerveja por água? Ops, melhor não dar a ideia.

 

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*Fonte: elpais/Miguel Angel Bargueño


Os hormônios da felicidade: como desencadear efeitos da endorfina, oxitocina, dopamina e serotonina

Ao longo dos séculos, artistas e pensadores se dedicaram a definir e representar a felicidade. Nas últimas décadas, porém, grupos menos românticos se juntaram a essa difícil tarefa: endocrinologistas e neurocientistas.

O objetivo é estudar a felicidade como um processo biológico para encontrar o que desencadeia esse sentimento sob o ponto de vista físico.

Ou seja, eles não se importam se as pessoas são mais felizes por amor ou dinheiro, mas o que acontece no corpo quando a alegria efetivamente dispara, e como “forçar” esse sentimento.

Neste sentido, há quatro substâncias químicas naturais em nossos corpos geralmente definidas como o “quarteto da felicidade”: endorfina, serotonina, dopamina e oxitocina.

A pesquisadora Loretta Breuning, autora do livro Habits of a happy brain (“Hábitos de um cérebro feliz”, em tradução livre), explica que “quando o seu cérebro emite uma dessas químicas, você se sente bem”.

“Seria bom que surgissem o tempo todo, mas não funcionam assim”, diz a professora da Universidade Estadual da Califórnia (EUA).

“Cada substância da felicidade tem um trabalho especial para fazer e se apaga assim que o trabalho é feito.”

 

 

Conheça a seguir maneiras simples para ativar essas quatro substâncias químicas da felicidade, sem drogas ou substâncias nocivas.

 

1. Endorfinas

As endorfinas são consideradas a morfina do corpo, uma espécie de analgésico natural.

Descoberta há 40 anos, as endorfinas são uma “breve euforia que mascara a dor física”, classifica Breuning.

Por isso, comer alimentos picantes é uma das maneiras de liberar esses opiáceos naturais, o que induz uma sensação de felicidade. Mas essa não é a única maneira de obter uma “injeção” de endorfina.
De acordo com estudo publicado no ano passado por pesquisadores da Universidade de Oxford (Inglaterra), assistir a filmes tristes também eleva os níveis da substância.

“Aqueles que tiveram maior resposta emocional também registraram maior aumento na resistência a dores e sentimento de unidade em grupo”, disse à BBC Robin Dunbar, professor de Psicologia Evolutiva e autor do estudo.

Dançar, cantar e trabalhar em equipe também são atividades que melhoram, por meio de um aumento nas endorfinas, a união social e tolerância à dor, afirma Dunbar.

 

2. Serotonina

Como a serotonina flui quando você se sente importante, o sentimento de solidão e até mesmo a depressão são respostas químicas à sua ausência.

“Nas últimas quatro décadas, a questão de como manipular o sistema serotoninérgico com drogas tem sido uma importante área de pesquisa em biologia psiquiátrica e esses estudos têm levado a avanços no tratamento da depressão”, escreveu em 2007 Simon Young, editor-chefe na revista Psiquiatria e Neurociência.

Dez anos mais tarde, a depressão se situa como a principal causa principal de invalidez em todo o mundo, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). Trata-se de transtorno mental que afeta mais de 300 milhões de pessoas.
A estratégia mais simples para elevar o nível de serotonina é recordar momentos felizes, diz Alex Korb, neurocientista do site Psicologia Hoje.

Um sintoma da depressão é esquecer situações felizes. Por isso, acrescenta Korb, olhar fotos antigas ou conversar com um amigo pode ajudar a refrescar a memória.

O neurocientista descreve três outras maneiras: tomar sol, receber massagens e praticar exercícios aeróbicos, como corrida e ciclismo.

 

3. Dopamina

A dopamina é costuma ser descrita como responsável por sentimentos como amor e luxúria, mas também já foi tachada de ser viciante. Daí sua descrição como “mediadora do prazer”.

“Baixos níveis de dopamina fazem que pessoas e outros animais sejam menos propensos a trabalhar para um propósito”, afirmou John Salamone, professor de Psicologia na Universidade de Connecticut (EUA), em estudo sobre efeitos da dopamina no cérebro publicado em 2012 na revista Neuron.

Por isso, acrescentou o pesquisador, a dopamina “tem mais a ver com motivação e relação custo-benefício do que com o próprio prazer.”
O certo é que essa substância química é acionada quando se dá o primeiro passo rumo a um objetivo e também quando a meta é cumprida.
Além disso, pode ser gerada por um fato da vida cotidiana (por exemplo, encontrar uma vaga livre para estacionar o carro) ou algo mais excepcional (como receber uma promoção no trabalho).

A melhor maneira de elevar a dopamina, portanto, é definir metas de curto prazo ou dividir objetivos de longo prazo em metas mais rápidas. E celebrar quando atingi-las.

 

4. Oxitocina

Por ser relacionada com o desenvolvimento de comportamentos e vícios maternos, a oxitocina é muitas vezes apelidada de “hormônio dos vínculos emocionais” e “hormônio do abraço”.

Segundo estudo publicado em 2011 pelo ginecologista e obstetra indiano Navneet Magon, “a ligação social é essencial para a sobrevivência da espécie (humanos e alguns animais), uma vez que favorece a reprodução, proteção contra predadores e mudanças ambientais, além de promover o desenvolvimento do cérebro.”

“A exclusão do grupo produz transtornos físicos e mentais no indivíduo, e, eventualmente, leva à morte”, acrescenta.

Por isso, o obstetra considera que a oxitocina tem uma “posição de liderança” nesse “quarteto da felicidade”: “É um composto cerebral importante na construção da confiança, que é necessária para desenvolver relacionamentos emocionais.”

Abraçar é uma forma simples de se conseguir um aumento da oxitocina. Dar ou receber um presente é um outro exemplo.

Breuning, da Universidade da Califórnia, também aconselha construir relações de confiança, dando “pequenos passos” e “negociando expectativas” para que ambas as partes possam concretizar o vínculo emocional.

 

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*Fonte: bbc brasil


Os estranhos poderes do efeito placebo


Estes 10 alimentos provocam câncer

1. Alimentos curados e defumados
Nitritos e nitratos são utilizados para evitar que os alimentos se deteriorem. Mas quando cozidos eles se transformam em compostos N-nitroso que estão associados com um risco aumentado de câncer.

 

2. Peixe cultivado
As fazendas de peixe [piscicultura] geralmente são superlotadas, e os peixes não têm espaço para nadar. Esses tipos de peixes são tratados com antibióticos e com pesticidas para ter uma aparência melhor. A importação de peixes de fazenda é proibida em muitos países.

 

3. Carne grelhada
A queima da madeira ou do carvão produz hidrocarbonetos aromáticos policíclicos [HAP]. A gordura da carne pinga sobre a madeira ou carvão e cria uma chama que faz com que os HAP’s se afixem ao alimento.

 

4. Óleos hidrogenados
Os óleos hidrogenados ou as gorduras-trans são produtos sintéticos. Para armazenar o produto por mais tempo, o fabricante muda a estrutura química dos óleos. A Escola De Saúde Pública de Harvard chegou à conclusão que as gorduras-trans têm um efeito negativo no sistema imunológico humano. Além disso, eles podem provocar diabetes, acidente vascular cerebral ou até mesmo doenças cardíacas.

 

5. Pipoca de microondas
Várias pessoas amam pipoca. Mas somente algumas sabem o quão ruim elas são para a nossa saúde. Os pacotes são revestidos com ácido perfluorooctanoico. Os estudos mostraram que esses químicos podem provocar câncer de próstata.

 

6. Produtos modificados geneticamente
Ainda não existe informação oficial, mas percebeu-se que pessoas que têm câncer costumavam consumir alimentos modificados geneticamente.

 

7. Açúcares refinados
Aspartame – é um substituto artificial do açúcar. Provou-se que o aspartame é tóxico e provoca convulsões. Ele também pode provocar câncer cerebral.

 

8. Refrigerante/Isotônicos
Os refrigerantes/isotônicos não têm valor nutricional. Eles consistem apenas de corantes, xarope de milho rico em frutose, óleo vegetal bromado e aspartame que aumentam o risco de desenvolvimento de câncer.

 

9. Açúcar
As células cancerígenas prosperam no açúcar. Estamos falando sobre massas, pães, carboidratos. É por isso que eliminar o açúcar é tão importante para aquelas pessoas que estão enfrentando o câncer.

 

10. Ketchup e maionese
Molhos como ketchup e maionese contém açúcar, gorduras-trans, vinagre, corantes, conservantes, etc.

 

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*Fonte: perfeitoguru


2O Dores corporais e a sua relação com os sentimentos – Sua dor pode ser emocional

A dor fala mais do que estamos vivendo do que se imagina.
Se você está sofrendo com algum tipo de dor, este post pode ajudar a encontrar a causa. Não se assuste se essa causa não for uma inflamação ou lesão, mas um problema emocional.

Preparamos esta matéria com muito carinho. Pois temos certeza de que ela vai ajudar muitas pessoas, que poderão se livrar de sua dor física a partir do instante que se curarem da dor interior.

 

Aprenda a decodificar a mensagem do seu corpo e seja mais feliz:

1. Dores musculares: revela que a pessoa está com dificuldades em aceitar mudanças.
A pouca flexibilidade na vida pode ser prejudicial, procure se adaptar às novas situações.

2. Dor de cabeça: você tem uma decisão a tomar?
Então se posicione!
A tensão provoca estresse. Procure relaxar e deixar a mente mais leve.

3. Dor de garganta: esta é uma dor bem comum e pode ser o indicador de que você está com problemas de perdoar, seja os outros ou até a si mesmo(a).
Reflita sobre o amor e a compaixão.

4. Dor nas gengivas: talvez seja a dificuldade de tolerar ou de tomar decisões.
A indecisão e o desconforto causado por ela são muito perigosos! Cuidado!

 5. Dor nos ombros: pode indicar uma sobrecarga emocional. Não carregue tanto peso sozinho(a), distribua. Além disso, não acumule problemas, resolva-os.

6. Dor de estômago: parece engraçado, mas é real.
Se você não “digeriu” bem alguma situação ruim, pode ter dores no estômago.

7. Dores na parte superior das costas: procure alguém para compartilhar os problemas e alegrias.
Este pode ser o indício de que você precisa de apoio emocional.

8. Dor na região lombar: pode ser sinal de falta de dinheiro ou de apoio emocional.
Seja otimista e reaja.

9. Dores no sacro e cóccix: há situações que precisam ser resolvidas e você está ignorando?
Pense bem.

10. Dor de cotovelo: outra parte do corpo que está bem relacionada à resistência a mudanças.
Ouse! Se não for possível, pelo menos trabalhe sua mente para se ver livre do que está pressionando.

11. Dor nos braços: é pesado carregar algo ou alguém com muita carga emocional.
Veja se é necessário mesmo fazer isso. Reflita sobre o assunto.

12. Dor nas mãos: mostra falta de conexão com as pessoas ao seu redor.
Procure fazer novos amigos e estreitar os laços de amizade com os mais antigos.

13. Dor nos quadris: se você anda com medo de agir, isso pode resultar em dor nos quadris. Está pensando em novas ideias?
Posicione-se! Isso vai lhe dar grande alivio.

14. Dor nas articulações: músculos e articulações são flexíveis.
Seja como eles: procure novas experiências na vida – com responsabilidade.

15. Dor nos joelhos: provavelmente seja o orgulho. O que acha de ser humilde e aceitar as diferenças e circunstâncias?
Sabemos que não é fácil. No entanto, é necessário. Você é mortal, como todos os outros – não perca tempo e viva em amor.

16. Dor de dente: pense positivo. Se estiver em situações difíceis, tenha fé que tudo será resolvido.
Esta dor simboliza um fato que não está agradando a você.

17. Dor no tornozelo: seja mais tolerante com si mesmo(a).
Permita-se ser feliz e não cobre tanto. O que acha que dar um toque especial na vida amorosa?

18. Dor que causa fadiga: viva novas experiências.
Livre-se do tédio!

19. Dor nos pés: um novo passatempo ou um animalzinho de estimação pode pôr fim à vida deprimida de qualquer pessoa. Não permita pensamentos negativos, e os positivos farão você “voar”.

20. Dores em várias partes do corpo: nosso corpo é formado por energia.
Se você estiver uma pessoa muito negativa, vai sofrer dores e ter uma queda na imunidade.
Cuidado!

 

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*Fonte: acurapelanatureza

 


Produtores rurais são os maiores responsáveis pela preservação ambiental

Afirmação é de pesquisador da Embrapa com base em estudo que analisa dados do Cadastro Ambiental Rural (CAR).

Se você é do time que acha que produtor rural não ajuda a cuidar a natureza, um estudo da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) veio para abalar essas convicções. A instituição aponta que em áreas agrícolas consolidadas os agricultores e pecuaristas são, hoje, os principais responsáveis pela preservação ambiental. Nos estados do Sul do Brasil, por exemplo, enquanto as áreas de conservação mantidas pelo Estado não chegam a 4% do território, os produtores chegam a deter dentro de suas propriedades até 27% das áreas de preservação – dependendo da unidade da federação.

A conclusão é de um estudo feito pela Embrapa Monitoramento por Satélite, com sede em Campinas, interior de São Paulo. Evaristo Eduardo de Miranda, chefe-geral do local, explica que a análise foi possível graças aos dados do Cadastro Ambiental Rural (CAR). O CAR foi uma exigência do governo federal a partir da aprovação do Código Florestal de 2012. Assim, até o ano passado todos os donos de terra do Brasil foram obrigados a fazer um cadastro detalhado, com base em imagens de satélite, das áreas que possuem e onde mantêm as áreas de preservação exigidas por lei.

O estudo ainda está em andamento, mas Miranda explica que antes de olhar para qualquer número preliminar é necessário fazer uma distinção. Nesse levantamento foram considerados dois tipos de áreas para a preservação. O primeiro deles é denominado de Unidades de Conservação (UCs), que são basicamente compostas por áreas indígenas e/ou parques administrados pelo estado. O segundo tipo é de Áreas de Preservação (AP), que são partes de propriedades que os agricultores e/ou pecuaristas são obrigados a manterem dentro de suas propriedades rurais por Lei.

Ele cita como exemplo (sempre com base em dados do CAR) os estados do Sul do Brasil para comprovar a tese de que os produtores rurais tem uma fatia muito maior preservada por meio de APs do que o estado por meio das UCs. O Rio Grande do Sul tem 1% do seu território em UCs e 13% em APs. Já o Paraná tem 3% do território em UCs e 27% do território em APs. Santa Catarina, segundo Miranda, aparece com 4% do território em UCs e 23% do território em APs.

“Não existe nenhuma categoria que proteja mais o meio ambiente do que o agricultor. Não existe militar, pesquisador, jornalista, que respeita tanto o meio ambiente. Nenhuma instituição, secretaria de meio ambiente, fundação etc. Ninguém chega perto do que os agricultores fazem pelo meio ambiente”, aponta o chefe-geral da Embrapa monitoramento por satélite.

Intuito não é controlar os agricultores

O pesquisador explica que ao pegar os dados do CAR e fazer um levantamento com base neles, a intenção é gerar dados para melhorar a compreensão do campo. “Não temos o intuito de controlar agricultores, ou de verificar se está certo ou errado. Queremos compreender a agricultura. Tanto é que o máximo de detalhe em que chegamos é em escala municipal”, enfatiza.

 

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*Fonte: gazetadopovo

 


Cientistas eliminaram completamente o HIV de animais vivos por meio de técnica de edição genética

Cientistas nos EUA afirmaram ter conseguido curar completamente ratos vivos infectados com HIV por meio de uma ferramenta de edição genética conhecida como CRISPR/Cas9.

Os resultados, que foram publicados recentemente, mostram que os pesquisadores puderam remover completamente o DNA do HIV dentro das células humanas implantadas nos animais, o que efetivamente impediu uma infecção adicional. Com informações do Daily Mail. Esta é a primeira vez que os cientistas alcançam tais resultados em modelos animais vivos, o que é um grande avanço em relação a um ensaio clínico humano, embora o próximo passo de pesquisa ainda seja testes em primatas.

O estudo, realizado pela Escola de Medicina Lewis Katz, da Universidade de Temple (LKSOM), e Universidade de Pittsburgh, envolveu três grupos de ratos, sendo que o primeiro foi infectado com HIV-1, o segundo com EcoHIV (versão para ratos equivalente ao HIV-1), enquanto o terceiro recebeu um modelo “humanizado” no qual os ratos foram transplantados com células imunológicas humanas e infectados com o vírus.

O trabalho, liderado pelo pesquisador Dr. Wenhui Hu, da LKSOM, baseia-se em uma pesquisa anterior, feita pela mesma equipe, na qual conseguiram apagar o HIV-1 do genoma da maioria dos tecidos testados. Então, um ano depois, eles conseguiram eliminar o vírus e todos os tecidos.

“Nosso novo estudo é mais abrangente”, disse Hu. “Nós confirmamos os dados de nosso trabalho anterior e melhoramos a eficiência de nossa estratégia de edição de genes. Mostramos também que essa estratégia foi eficaz em dois modelos de ratos adicionais, um representando a infecção aguda em células animais, e outro representando infecção crônica ou latente em modelos de células humanas”.

Tratando o primeiro grupo infectado com HIV-1, os pesquisadores conseguiram inativar geneticamente o vírus reduzindo a expressão RNA de seus genes virais em até 95%, confirmando os resultados de sua pesquisa anterior. Já o segundo grupo, em EcoHIV, representou um desafio maior, uma vez que esta forma de vírus é mais propensa a se espalhar mais rapidamente e se multiplicar.

“Com os ratos em EcoHIV, pudemos investigar a capacidade de estratégia CRISPR/ Cas9 para bloquear a replicação viral e potencialmente prevenir uma infecção sistêmica”, explicaram os pesquisadores. A estratégia de fato eliminou 96% do EcoHIV dos ratos, fornecendo no processo a primeira evidência para a erradicação do HIV-1 por meio de um sistema como o CRISPR.

No terceiro e último grupo, o qual os ratos receberam células humanas, incluindo as células T, onde o HIV tende a se esconder, após um único tratamento de edição genética, os cientistas conseguiram remover completamente os fragmentos virais das células infectadas. Embora o estudo marque um novo e grande passo em relação à busca de uma cura permanente para o problema do HIV, mais testes ainda precisarão ser feitos para verificar se tais resultados são replicáveis.

“A próxima etapa seria repetir o estudo em primatas, um modelo animal mais adequado onde a infecção pelo HIV induza a doença, a fim de demonstrar ainda mais a eliminação do DNA do HIV-1 em células T latentemente infectadas e células cerebrais”, explicaram os pesquisadores. “Nosso objetivo é um ensaio clínico em pacientes humanos”, concluíram.

 

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*Fonte: jornalciencia


Por que sentimos pressão na orelha ao mergulhar?

O mergulhador e colunista do Webventure, Alvanir Oliveira, o Jornada, explica o motivo e como evitar esse desconforto

Certamente, muitos já sentiram aquela sensação de desconforto na orelha enquanto mergulhavam, mesmo em uma piscina um pouco mais funda. Ou até mesmo quando descemos a “serra” é possível sentir essa pressão. Trata-se de um problema facilmente resolvível, após entendermos um pouco da física e da fisiologia.

Durante o mergulho, com o aumento da profundidade e consequente da pressão no ambiente, acontece um dos fenômenos que, com simples técnicas e conhecimentos suficiente, evitaremos problemas: a equalização na orelha.

Apesar de muitos ainda usarem o termo “ouvido”, o correto é chamar de “orelha”. Este termo, foi adotado oficialmente desde o ano de 2001, pela Sociedade Brasileira de Anatomia, seguindo recomendações do Congresso Mundial de Anatomia, para designar o órgão da audição eu sua totalidade. Em Portugal ainda mantém-se a denominação de ouvido em lugar de orelha.

A orelha está conectada à garganta pela tuba auditiva, que tem a função de dreno e de ventilação. A abertura na garganta, fica normalmente fechada. Músculos da garganta abrem-na quando a pessoa engole. Durante o mergulho a tuba auditiva é usada para igualar a pressão da orelha média. Na descida ela é usada para transferir o ar das vias aéreas para a orelha média. Na subida, quando retornamos para a superfície, e a pressão do ambiente diminui, o processo é inverso, ou seja, permite que o ar sai da orelha média.

Quando não ocorre a equalização, o aumento da pressão na membrana timpânica, que é o limite entre o ambiente interno e externo, pode causar inchaço, dor, ou até mesmo a sua ruptura. Se há a demora para compensação da pressão durante a descida, pode acontecer o fechamento da tuba auditiva, o que vai dificultar ou mesmo impedir a equalização.

Alguns, de maneira incorreta, tentam superar este efeito executando a Manobra de Valsalva forte, mas a pressão aumentada na garganta, ajuda a fechar ainda mais a tuba auditiva. A Manobra de Valsalva, é uma técnica usada para a equalização, que consiste expirar suavemente com a boca fechada, e simultaneamente pinçar as narinas, facilitando assim, a passagem do ar das vias aéreas para a tuba auditiva.

Ela deve ser feita sempre suavemente, pois se realizada de maneira muito vigorosa, pode transferir uma força exagerada para a janela redonda (orelha interna) dilatando-a ou rompendo-a, o que pode provocar uma vertigem alternobárica, ou até mesmo uma doença descompressiva de orelha interna.

Uma curiosidade interessante é que a técnica descrita pelo anatomista italiano Antonio Maria Valsalva (1666-1723), consistia em forçar a exalação contra a glote fechada, o que não equaliza as orelhas. Na verdade, a técnica, que no mergulho chamamos de Manobra de Valsalva, foi desenvolvida pelo médico inglês Joseph Toynbee(1815-1866), que também criou, além deste, um outro procedimento chamado de Manobra de Toynbee, que consiste em engolir com a boca e com o nariz fechados.

Uma outra manobra alternativa usada para a equalização das orelhas, é conhecida como
Manobra de Frenzel, que foi desenvolvida em 1938, para os pilotos alemães durante a Segunda Guerra Mundial. O mergulhador mantém o nariz e boca fechados, contraindo os músculos da boca para abrir a tuba auditiva, e usando a língua como um pistão para empurrar ar nela. A Manobra de Frenzel, assim como a de Toynbee, são suaves, e deixam as mãos do mergulhador livres para outras tarefas.

Outras manobras muito úteis são o movimento da mandíbula, enquanto bocejar com a boca fechada, ou a combinação de várias manobras. Importante também, é descer sempre com os pés primeiros, facilitando assim uma pressão maior na parte superior dos espaços, onde fica a tuba auditiva e as orelhas.

Se ocorrer alguma dificuldade, é necessário diminuir um pouco a profundidade, e começar novamente os procedimentos de equalização.

Após um mergulho, durante o retorno para a superfície, o ar que está contido na orelha média, vai percorrer o caminho inverso, passando pela tuba auditiva e saindo pelas vias aéreas. Se algum problema acontecer neste processo, isso poderá causar um bloqueio reverso, e para evitá-lo é necessário retardar o retorno para a superfície, descendo novamente um pouco até parar a dor, e retomar a subida muito lentamente, movimentando bastante a mandíbula, na tentativa de liberar a tuba auditiva para a saída do ar. Importante neste situação, é nunca realizar uma Manobra de Valsalva durante a subida, o que provocaria o efeito inverso, aumentando ainda mais a pressão na orelha, com possibilidades, inclusive, de ruptura do tímpano ou até mesmo da janela redonda.

O rompimento do tímpano, pode provocar a entrada de água na orelha média, o que causa o rápido resfriamento e uma vertigem imediata. A ruptura da janela redonda, pode causar a vertigem alternobárica, pelo aumento da pressão, o que implicará na perda do equilíbrio, não percebendo o mergulhador se está indo para o fundo ou para a superfície.

Uma regra básica é evitar mergulhar em caso de resfriado ou gripe, pois nestas situações, a mucosa que recobre a tuba auditiva, ficará inflamada, e ocorrerá também a produção de secreções pelo organismo, fatores estes que diminuirão a possibilidade da passagem do ar das via aéreas para a orelha média, impedindo assim a equalização.

O uso de descongestionantes também não é uma boa idéia, pois, caso seu efeito passe durante o mergulho, poderá provocar uma situação de bloqueio reverso.

O único responsável pela equalização é o próprio mergulhador, mas a correta orientação deve
ser dada por instrutores capazes e bem treinados, que saberão como explicar e fazer com que seu aluno aplique corretamente as regras, e evite problemas.

Referência: Manuais de Mergulho da National Association Of Underwaters Instructors

 

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*Fonte: webadventure

 


Coca-Cola brasileira é a mais cancerígena do mundo, aponta estudo

Segundo uma pesquisa realizada pelo IDEC (Instituto de Defesa do Consumidor) foi apresentado que a Coca-Cola brasileira apresenta vários índices de produtos cancerígenos.

A substância em destaque é 4-metil-imidazol, também conhecida como 4-MI. Presente no corante de caramelo IV, seu uso foi proibido até nos Estados Unidos. O limite máximo do uso do corante nos Estados Unidos é 10 vezes menor do que os utilizados no Brasil, tal medida obriga a empresa a adicionar no máximo 39 ml da substância que contém o 4-MI na bebida.

De acordo com o jornal britânico Daily Mail, ativistas na Inglaterra tentam fazer com que a medida também seja implantada no país. O Idec Brasil fez um levantamento que 267 cmg de MI-4 está presentem em 350 ml do produto. No Quênia, país que ficou em segundo lugar, a bebida apontou 177 cmg em 355 ml.

O Centro de Pesquisa CSPI (Center for Science in the Public Interest) em Washington realizou um teste das quantidades de latas vendidas no Canadá e em outros 4 países. Entre eles se encontram México, Grã-Bretanha e Brasil, mas ainda não se manifestou sobre o resultado.

Em nota, a empresa disse que a quantidade de MI-4 no Brasil é “altamente segura”, e segundo a nota do Idec está correspondendo aos padrões pré-estabelecidos pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária). A empresa ainda afirma que não pretende mudar sua composição e que qualquer alteração no caramelo IV mudaria a cor e o sabor da bebida. Complementa que, com o passar dos anos, alguns processos de fabricação foram alterados, porém sem alterar a “fórmula secreta”.

Há hipóteses de que a Coca-Cola Brasil ande em busca de informações para convencer os consumidores de que os produtos produzidos pela marca são absolutamente seguros e que os mesmos estão dentro das normas da Anvisa. Em nota final: “A qualidade e a segurança de nossos produtos permanecerão sendo as mais altas possíveis”, afirma a empresa.

 

 

 

 

 

 

 

 

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*Fonte: jornalciencia


Três ingredientes que não deveríamos colocar no café

Os brasileiros adoram café e isso não é nenhum segredo. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 8 em cada 10 brasileiros consomem a bebida, sendo que a média nacional de consumo é de 3 a 4 xícaras por dia, segundo a Associação Brasileira da Indústria do Café (ABIC). Este hábito, longe de ser prejudicial, se enquadra nos limites recomendados (2 ou 3 xícaras no máximo, segundo o The New England Journal of Medicine), e pode ser benéfico para a saúde.
Três ingredientes que não deveríamos colocar no café

A mesma publicação científica vincula a ingestão prudente de café a uma redução de 10% no risco de morte por doenças cardíacas, respiratórias, derrames e diabetes e infecções. Há exceções, é claro, como no caso dos hipertensos. Em geral, ainda que as orientações clínicas não sejam contundentes a respeito, recomenda-se moderar o consumo de café nas pessoas muito tensas. Apesar de alguns estudos não terem revelado que o consumo moderado aumente a tensão em longo prazo, realmente parece que altas concentrações podem elevá-la, assim como provocar um aumento momentâneo depois de sua ingestão. Por isso os médicos aconselham uma redução do consumo nestes casos.

“A presença de cafeína e antioxidantes pode melhorar o funcionamento cognitivo, o sentido da sensibilidade, assim como o processo de digestão”, afirma Alícia Aguilar, professora de Estudos da Ciência da Saúde e diretora do Mestrado em Nutrição e Saúde da UOC, que acrescenta que “até pode ser eficaz contra alguns problemas coronários, diabetes mellitus, Mal de Parkinson e Alzheimer e alguns tipos de câncer”. Os dados ainda não são conclusivos, pois se baseiam na observação e os estudos controlados apenas começaram.

Muito bem, realmente há efeitos positivos atribuídos ao consumo de café puro, sem ter sido adulterado por outros alimentos como leite e açúcar. Mas não é a mesma coisa tomar uma xícara de café puro do que fazê-lo com um pouquinho de leite e duas colheres de açúcar, e repetir esse gesto três, seis ou dez vezes ao dia. Nesse sentido, Aguilar afirma que “o ideal não tem de ser necessariamente tomá-lo puro, mas tudo depende do tipo de alimentação que temos no restante do dia”.

 

Açúcar: pouco pode ser muito

O critério a seguir em relação ao que se adiciona ao café tem de ser a moderação. Então, se você é dos que tenta encobrir o amargor do café com um saquinho de açúcar, lembre-se de que, ao fazê-lo, “você está aumentando o valor energético que o café sozinho não tem”, adverte Aguilar, que afirma que “ao acrescentar apenas açúcares simples, os benefícios mencionados e associados ao café ficarão subordinados à quantidade de açúcar que consumamos no restante do dia”.

Com esta premissa, e para não excedermos os 25 gramas diários de açúcar (5% da energia total necessária por dia) que a Organização Mundial de Saúde (OMS) recomenda atualmente, a especialista aconselha ter em mente que “os açúcares simples fazem parte de muitos dos alimentos que consumimos habitualmente, especialmente os processados, e portanto é fácil reduzir essa quantidade, ainda que só se tome uma colher por dia”. Conclusão: aprenda a saboreá-lo sem açúcar. “Tanto o mascavo quanto o refinado ou o mel são nutricionalmente equiparáveis”, afirma Aguilar.

 

Leite integral: quanto mais branco, mais gorduroso

De novo, para desfrutar dos benefícios do café, a prudência deve imperar. Neste caso, se você tem o costume de batizar o café com um pinguinho de leite, é melhor que não passe disso. O líquido branco não traz problemas de saúde, “mas é preciso considerar a quantidade de lácteos que vamos consumir ao longo de um dia e quantos cafés com leite e macchiato tomaremos”, acrescenta a especialista. O café, fonte benéfica de polifenóis que agem como antioxidantes, adquire, ao acrescentar-se leite integral, outro significado nutricional, pois entram em jogo as gorduras saturadas, para as quais realmente existe uma recomendação de consumo diária (10% da energia da dieta, segundo a OMS).

Os nutricionistas não desaconselham o leite integral em pessoas sadias, mas suas versões desnatada e semidesnatada têm menos calorias “e são aptas para pessoas com obesidade, patologias cardiovasculares e fatores de risco associados”, como relembra o nutricionista Giuseppe Russolillo, presidente da Fundação Espanhola de Dietistas-Nutricionistas (FEDN).

Aguilar concorda e aconselha o semidesnatado para pingar no café, “exceto para pessoas com intolerância a lactose, que deveriam preferir bebidas vegetais”.

 

Álcool: passaporte para a doença

A combinação mais hard core do café, o carajillo (mistura de café com brandy ou outra bebida destilada, como rum ou aguardente), popular em países como a Espanha, tem uma certa dificuldades para ser aceita no clube das bebidas saudáveis. “É preciso pensar que as bebidas alcoólicas dão energia (7 kcal/g), mas sem qualquer outro nutriente adicional que nos beneficie”, adverte Aguilar. A OMS arremata com as seguintes considerações sobre seu consumo:“A ingestão de álcool é fator causal de mais de 200 doenças e transtornos. Está associada ao risco do desenvolvimento de problemas de saúde tais como transtornos mentais e comportamentais, incluindo o alcoolismo, doenças importantes não transmissíveis tais como a cirrose hepática, alguns tipos de câncer e doenças cardiovasculares, assim como traumatismos causados pela violência e os acidentes de trânsito”. Não parece o mais indicado para um plácido café da manhã…

 

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*Fonte: elpais


A História da Água Engarrafada – A grande mentira da Indústria


Terapia Intensiva do Limão – TIL

Conceição Trucom *

Desintoxicação é para mim um “estilo de vida”. Nada mais displicente para com a nossa vida como se permitir ser um acúmulo de toxinas, um Ser ácido… ambulante, à deriva. A intoxicação – leia Ser acidificado e desmineralizado -, além de ser o primeiro estágio das doenças, é a condição nefasta dos desequilíbrios emocionais, mentais e espirituais.

E, para estarmos intoxicados, não precisamos fazer muito já que água, céu e solo (leia alimentos do reino vegetal)1 andam bastante poluídos e vazios de nutrientes. As pessoas e ambientes que nos cercam mais nos roubam que doam sustentação (vitalização). Nossa alimentação tem estado mais para nos adoecer, nos desmineralizar, nos intoxicar, que nos vitalizar…

Portanto, nada de esperar a doença chegar (seja ela qual for) para ver o que vai dar. Nada de passar a vida passeando nas farmácias, médicos e hospitais. Nada de gastar dinheiro com remédios. É chegada a hora de prevenir tudo isso, fortalecendo o sistema imunológico, mineralizando-se (alcalinizando-se) de todo mundo.

Para tanto a dica do Doce Limão é DESINTOXICAR-SE – MINERALIZAR-SE – ALCALINIZAR-SE. E a Terapia Intensiva do Limão é uma forma de COMEÇAR.  Medicina preventiva é a melhor de todas: ECOMEDICINA…

Importante lembrar: esta poderosa terapia precisa ser integrada com BONS HÁBITOS ALIMENTARES, com uma Alimentação mais – não precisa ser 100% ok? – CRUA E VIVA.

 

 

Como? 

Com a prática da Terapia do Limão, ou Citroterapia, que pode ser Intensiva: de 19 dias, ou Leve: de 5, 7, 9 ou 11 dias.

A melhor medicina é a preventiva, baseada numa alimentação saudável, com os sucos desintoxicantes diários, os leites de sementes nos lanches e a Citroterapia, que sugiro ser ideal para evitar quadros de doenças respiratórias e contagiosas.

 

As formas responsáveis de praticar a Terapia do Limão

O limão é incomparável. Segundo os hindus (Medicina Ayurvédica), é o fruto mais fantástico da humanidade. Seu potencial de alcalinizar o sangue, e demais líquidos corporais, acontece imediatamente após sua ingestão, quando seus citratos agem como um ativo neutralizante da acidez interna, tão comum quando a alimentação e os hábitos diários de vida não são saudáveis.

O consumo diário e regular do limão é profilático e um verdadeiro elixir da vida. Hoje em dia, fala-se e consome-se muitos complementos contendo sais minerais e vitaminas, para suprir as deficiências alimentares. São fórmulas industrializadas, obtidas por misturas sintéticas de vários componentes, em proporções sugeridas por cientistas e profissionais da saúde.

Entretanto, existe enorme diferença de absorção e resultados entre o consumo do alimento fresco, natural e integral versus esses suplementos artificiais. É fato que um comprimido efervescente de 500 mg de vitamina C não substitui jamais o consumo de 2 limões diários, pois junto à vitamina C totalmente ativa (viva) do limão, existem os seus demais constituintes, que funcionam de forma integrada, alquímica no seu aproveitamento e benefícios ao organismo.

Uma alimentação repetidamente inadequada desenvolve um sangue continuamente ácido, condição ideal para o desenvolvimento de muitas enfermidades e suas manifestações, entre elas as doenças cardiovasculares, artríticas, diabetes e as derivadas de um sistema imunológico fragilizado.

Assim, para prevenir que o organismo chegue à doença, ou mesmo tratar a doença, é necessário fazer uso diário de alimentos que alcalinizem o sangue, favorecendo o equilíbrio metabólico e a eliminação dos seus resíduos tóxicos.

Quando isso não acontece, tais resíduos permanecem por tempo demasiado no organismo, ocasionando agravos patológicos, funcionando ainda como verdadeiros escudos, ao dificultarem o sucesso dos tratamentos convencionais de cura e das terapias naturais complementares.

Dificuldades de saúde podem ser tratadas com o consumo integrado e regular do limão. No entanto, o uso intensivo é especialmente indicado no fortalecimento do sistema imunológico, respiratório e cardiovascular, oferecendo assim proteção contra diversas doenças.

 

A Terapia Intensiva do Limão (TIL)

O tratamento mais conhecido e divulgado na literatura sobre o limão é a TIL de 19 dias, que começa pela ingestão do suco fresco de um limão no primeiro dia e continua com o aumento da dose diária em 1 limão, ao longo de dez dias sucessivos, até perfazer o total de 10 limões no décimo dia. No décimo primeiro dia, decrescem as doses em igual proporção, reduzindo 1 limão a cada dia, até que no décimo nono dia a ingestão é o suco fresco de apenas 1 limão.

No total desses 19 dias de tratamento serão consumidos 100 limões. Por esse motivo, há que se ter absoluto cuidado com a perfeita higiene e a maturidade dos limões, além de garantir a forma segura de manuseio e toma. Conheça tais cuidados ao longo deste texto.

O mágico deste tratamento, que foi criado para tratar pessoas com ácido úrico e artrite, é a cumplicidade para fortalecer o organismo. Os antibióticos vão deprimindo o sistema imunológico, pois fazem pelo organismo o que ele mesmo deveria fazer. Já a TIL – que é preventiva – vai do primeiro ao décimo dia, limpando e alcalinizando o organismo. Ou seja, vai arrumando a casa. Colocando tudo nos seus lugares. Depois do dia 11 ao 19, esta terapia vai permitindo e lembrando ao organismo da sua função autônoma. Ou seja: é o organismo sano que irá lidar com todos os desafios da vida.
Dia
Limões ou ml
do suco fresco
Dia
Limões ou ml
do suco fresco
1 = 30 ml
11º
9 = 270 ml
2 = 60 ml
12º
8 = 240 ml
3 = 90 ml
13º
7 = 210 ml
4 = 120 ml
14º
6 = 180 ml
5 = 150 ml
15º
5 = 150 ml
6 = 180 ml
16º
4 = 120 ml
7 = 210 ml
17º
3 = 90 ml
8 = 240 ml
18º
2 = 60 ml
9 = 270 ml
19º
1 = 30 ml
10º
10 = 300 ml
20º
Fim

 

Naqueles dias quando são muitos os limões, e o volume de suco é elevado, o ideal continua sendo a ingestão em apenas uma toma em jejum, 30 minutos antes da refeição matinal. É possível optar por 2-3 tomas distribuídas ao longo do dia. Um exemplo: no décimo dia, será tomado o suco de 10 limões (300 ml). Assim, tomar o suco de 4 limões em jejum, 30 minutos antes da refeição matinal; 3 limões, 30 minutos antes do almoço; e os últimos 3 limões, igualmente antes do jantar.

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*Fonte: docelimao

 


Médicos anunciam novo transtorno alimentar: Pessoas obcecadas por alimentação saudável, os ortoréxicos

Quando falamos em transtorno alimentar, vem logo na cabeça algo como anorexia e bulimia, por exemplo. Mas agora, com essa onda de alimentação natural, baseada em produtos unicamente nutritivos e saudáveis desencadeou um tipo de transtorno alimentar bastante curioso: a Ortorexia.

A ortorexia é um transtorno alimentar diagnosticado há pouco tempo e parece acometer pessoas obsessivas quanto aos padrões daquilo que come. Ao contrário da anorexia ou bulimia, a pessoa permite-se comer, mas fica tão obcecada com o que come que todos os seus pensamentos ficam ocupados com a dieta e o valor nutritivo e calórico de cada alimento. O ortoréxico somente se permite alimentos saudáveis e controlam obsessivamente o conteúdo nutricional de cada elemento que ingerem.

Calorias, vitaminas e nutrientes tornam-se o foto da comida e qualquer coisa que contenha o mínimo vestígio do que está na lista do “não é permitido” não é consumido. A pessoa se torna um “mártire” levando a obsessão com o conteúdo dos seus alimentos ao extremo, e não se permitem, em circunstância alguma, um desvio do seu programa de tipos de alimentos autorizados.

A princípio você pode estar imaginando que alguém que controla o conteúdo nutricional, calórico, vitamínico da sua alimentação pode estar fazendo uma coisa boa para si. No entanto, psiquiatras e psicólogos são unanimes em dizer que o ortoréxico pode ter sua mente seriamente afetada, criando um mundo à parte baseado unicamente com seu modelo obsessivo de dieta. É uma doença grave, tratada com terapia e medicamentos.

Como descobrir se uma pessoa é ortoréxica

Examina cada ingrediente usado na refeição, por exemplo a marca, o valor nutricional, o valor calórico, a vantagem do fio de azeite extra virgem usado para temperar a salada.

Só se permite alimentos saudáveis. Jamais, em hipótese alguma, essa pessoa se permitirá ingerir um biscoitinho industrializado.

Não consegue comer nenhuma refeição preparada por outra pessoa, ou pelo menos sob sua intensa e rigorosa supervisão.

Observa e comenta a maneira como outras pessoas preparam a comida, ao mesmo tempo que tenta mudar os hábitos alimentares de todo mundo, até mesmo dos animais de estimação.

Passa o tempo todo pensando nos nutrientes e calculando as calorias que consumiu durante o dia. Pode ficar o dia inteiro no supermercado fazendo compras, pois precisa ler atentamente todas as etiquetas de valores nutricionais, vitamínicos, calóricos e etc. de absolutamente tudo.

Perdeu muito peso recentemente sem seguir conscientemente uma dieta.

 

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*Fonte: diariodebiologia

 


Campanha de saúde


Onde está sua bicicleta?

A bicicleta está bem distante de ser o principal meio de transporte no Brasil. No entanto, estudo feito em 2016 em algumas capitais brasileiras revela, entre outras coisas, que mais de 60% das pessoas gostariam de usar esse modal para ir ao trabalho. No entanto, ainda sentem falta de segurança, de respeito dos motoristas e de ausência de estrutura nas empresas. Esse é um dado importante que nos incentiva a discutir cada vez mais a mobilidade urbana, em especial em metrópoles como São Paulo.

Cidades orientadas somente ao veículo automotor não fazem mais sentido. A bicicleta deve se tornar mais uma alternativa diante do caos instaurado no trânsito diário. Para distâncias de até cinco quilômetros nas áreas urbanas mais densas das cidades, há pesquisas que constatam que a bicicleta é o modal mais rápido, podendo chegar a uma velocidade entre 12 e 15 km/h.

Incentivar o seu uso, portanto, é pensar em cidades mais inclusivas e com qualidade de vida. Para a ONU, a bicicleta é o transporte mais sustentável do mundo. Além disso, essa prática faz bem para o meio ambiente. São múltiplos benefícios, imediatos e em longo prazo: redução dos congestionamentos e do barulho, melhoria na segurança viária e diminuição significativa da poluição do ar e nas emissões de gases de efeito estufa.

O uso da bicicleta é uma tendência mundial e alguns locais já estão bem desenvolvidos em relação às ciclovias. Em Tóquio e na Holanda, por exemplo, 25% dos trajetos diários são feitos de bike. No Brasil ainda estamos engatinhando nesse assunto, mas iniciativas e pesquisas mostram que há uma demanda ainda mal explorada.

Engana-se quem acha que a introdução da ‘cultura da bicicleta’ deve ser construída prioritariamente pelos órgãos públicos. O incentivo ao uso do modal é responsabilidade de todos. As empresas que adotam o transporte em duas rodas demonstram maior comprometimento com toda a sociedade e podem se tornar referência para outras.

Pedalar faz bem para o planeta, para o bolso e para a saúde, além de aproximar as pessoas. Duvida?

Experimente tirar a sua bike da garagem. Experimente pedalar pelo seu bairro, pela cidade. Incentive o uso do modal na sua casa, nas empresas e nas escolas. É com pequenos gestos que iremos desenvolver mais fortemente essa cultura em nossas comunidades. É um grande desafio que vale a pena. Você pode começar hoje!

 

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*Fonte: pensamentoverde/Leonardo Lorentz

 


Bicicleta: a escolha do bem

Mais e mais pessoas vêm aderindo à bicicleta como forma de deslocamento nas grandes cidades. Elas vão ao trabalho, escola, passeiam, se divertem e se exercitam. Se quanto mais carros e motos circulando, mais acidentes fatais ocorrem, por analogia, conclui-se que quanto mais bicicletas nas ruas mais acidentes fatais também, certo? Felizmente, conclusão errada!

Em várias cidades do mundo que abraçaram esse meio de transporte tão eficiente chamado bicicleta, as estatísticas mostram um paradoxo: mais ciclistas, menos acidentes. Locais como Amsterdã, Nova Iorque, Londres e São Paulo reduziram não só o percentual de mortes em relação ao número de ciclistas, como o número absoluto de mortes.

As explicações são diversas: os ciclistas ficam mais visíveis; as cidades melhoram a sinalização e destinam vias exclusivas para esse modal; os motoristas entendem que os ciclistas são mais frágeis do que eles e dirigem com mais cuidado; a presença intensa de ciclistas junto aos motoristas força a conscientização e a criação de regras de convivência. Ainda não li a explicação definitiva, se é que ela existe. De qualquer forma, a maior segurança aliada à menor poluição já me deixa suficientemente contente.

Outro ponto importante é que, se as pessoas trocam uma moto por uma bicicleta, a chance de ela sobreviver a um acidente aumenta muito. Um motociclista, quando se acidenta numa avenida, está trafegando no meio de carros e cai a 50-70-90 km/h. Tanto o tombo nessa velocidade, quanto o potencial atropelamento, podem lhe causar sequelas irreversíveis. Já um ciclista, quando cai, está numa via própria ou no canto da via de carros, pedalando a 20-25-30 km/h. Ele vai se ralar, ficar roxo, vai arder na hora do banho, mas ele voltará a pedalar rapidamente.

Grande parte do caos e da violência no trânsito foi causada pelo fomento do uso do automóvel como senhor absoluto das ruas, por anos e anos. Essa realidade equivocada precisa ser transformada. O planejamento viário urbano deve ser focado nas pessoas.

Investimentos em transporte de massa, como metrôs, são fundamentais, mas nós, brasileiros, sabemos da inépcia dos nossos governos nessas obras e da alta competência no desvio dos recursos desses projetos. No planejamento das cidades brasileiras, as ciclovias devem ser prioridades para que a bicicleta tenha um papel essencial no desenvolvimento urbano, social e econômico do país. É o modal do bem, em todos os sentidos.

 

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*Fonte: pensamentoverde / Leonardo Lorentz

 

 


Sempre cansado? Provavelmente é porque seu corpo é ácido demais!

Você constantemente se sente cansado e desgastado?

Você acha que precisa de estimulantes como o café para conseguir enfrentar a manhã ou o resto do dia? Sua primeira ação pode ser obter mais sono, mas e se você dormir 8 horas por noite e ainda se sentir cansado na hora de levantar?

A resposta pode ser uma condição que muitas pessoas sofrem, mas não sabem, a fadiga adrenal. Pode ser facilmente diagnosticada por médicos devido às diferentes maneiras em que se manifesta, geralmente como irritabilidade geral, sentimentos de infelicidade e depressão. Na verdade, estima-se que quase 80% das pessoas experimentam fadiga adrenal em sua vida, mas nunca a diagnosticam.

Fadiga adrenal é causada por uma série de coisas, incluindo o estresse prolongado que ativa as glândulas suprarrenais, que ficam sobrecarregadas e, consequentemente, afetam o equilíbrio químico natural dentro do corpo. No entanto, há uma grande causa que muitas vezes fica esquecido, os importantes níveis de pH dentro do nosso sangue.

 

Como os níveis de pH no sangue causam fadiga adrenal?

O nível de pH ideal para o sangue fica em torno de 7,35. Uma gota ou um aumento pode ter um efeito enorme sobre como agimos em nosso cotidiano, então nossos corpos buscam maneiras de manter o contrapeso do pH certo!

O problema principal vem quando os níveis ácidos aumentam demais – isto é chamado de acidose, e pode ser causado pelo que você come e bebe. As células vermelhas do sangue em seu corpo alegremente movem-se, transportando oxigênio para cada célula, e para fazer isso elas precisam ter uma carga negativa, a fim de repelir umas às outras.

Isso as ajuda a mover-se através de pequenos capilares de forma fácil e eficiente, mas quando há muito ácido presente, ele começa a interagir com esta importante carga negativa, resultando em sangue fluindo dificilmente e oxigênio não sendo entregue em um padrão consistente.

Isso também enfraquece os glóbulos vermelhos, o que significa que eles podem morrer, o que, por sua vez, produz mais ácido. O ponto de tudo isso é que seus níveis de energia diminuem mais e mais ao longo do tempo, resultando em uma fadiga crônica que o sono simplesmente não consegue resolver.

 

De que forma o que você come afeta seus níveis de pH do sangue?

Você ficará surpreso ao saber que não são os alimentos e bebidas óbvias que fazem com que seus níveis de pH se tornem ácidos. Há muitos alimentos despretensiosos que podem ter um efeito ruim sobre o nosso sangue, por isso não ache que o suco de laranja ácida que você bebe é uma causa direta. Aqui está o porquê.

O ácido de tudo o que comemos é secretado em nossos estômagos. Uma vez que a digestão é longa, é o ácido residual ou alcalino do alimento que é passado para o sangue. Alimentos e bebidas, como café, álcool e proteína animal, deixam um resíduo ácido que o corpo absorve.
Mesmo alguns frutos do mar, podem ser um dos alimentos mais ácidos que você pode comer – algo que você não atribui a seu cansaço!

 

De que maneiras posso aumentar meus níveis alcalinos de pH?

A maneira mais eficaz de combater níveis de pH ácido elevados é comer alimentos que são altamente alcalinos. É importante entender quais tipos de alimentos e bebidas fornecem o resíduo alcalino necessário para diminuir os níveis de ácido.

 

Isso não significa cortar completamente alimentos acidificados de sua dieta, mas gradualmente elimine um ou dois tipos de alimentos para ver o quanto afeta seu cansaço.

Aprender os diferentes níveis de pH dos alimentos é fundamental para ajustar a sua dieta.

 

.  Grupos de alimentos que aumentam a acidez: carne e aves (proteína animal), peixe, laticínios, ovos, grãos e álcool.

.  Alimentos que aumentam os níveis de alcalinidade: frutas, nozes, legumes e vegetais (proteínas vegetais).

.  Alimentos que têm níveis de pH neutros: gorduras naturais, amidos e açúcares.

Beber muita água é crucial para ajudar a combater a fadiga geral – funciona um pouco como regar uma flor murchando. A água não é ácida nem alcalina, mas há maneiras de torná-la mais alcalina: adicionando bicarbonato de sódio ou até mesmo suco de limão a ela.

Ao experimentar fadiga crônica, é importante visitar o seu médico para eliminar quaisquer condições graves que possam estar causando isso.

 

Dormir o suficiente e fazer exercícios regularmente é sempre uma parte importante de um estilo de vida saudável e pode ajudar a diminuir qualquer cansaço que você experimenta.

No entanto, se todos os outros meios de compreender a sua fadiga estão falhando, comece a eliminar os alimentos ácidos e introduzir variedades mais alcalinas para ver a diferença.

 

* Nota: As informações e sugestões contidas neste artigo têm caráter meramente informativo. Elas não substituem o aconselhamento e acompanhamentos de médicos, nutricionistas, psicólogos, profissionais de educação física e outros especialistas.

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*Fonte: osegredo

 


A poluição chegou na região mais profunda da Terra

As fosas abissais dos oceanos estão entupidas de poluição 17.75 de latitude e 142.5 de longitude. Se você jogar isso no mapa vai ver: nada. Um ponto no meio d’água localizado praticamente na metade do caminho entre Japão e Nova Guiné. Mas se você olhar mais afundo vai perceber; ali é a localização exata das Fossas de Mariana, a região mais profunda da Terra, com um buraco de 11 mil metros. Só para ter uma ideia, se você jogasse o Everest inteiro nesse barranco, iriam faltar ainda dois quilômetros para a montanha mais alta da Terra tocar o chão. Agora, pesquisadores das Universidades de Newcastle e Aberdeen, ambas na Inglaterra, enviaram máquinas para o fundo dessa foça e encontraram o que ninguém queria achar. Não uma nova espécie de animal, ou uma descoberta arqueológica – era poluição.

As regiões mais profundas da Terra não são muito acolhedoras. O frio, a pressão e a escuridão são inabitáveis para a maior parte dos seres vivos do nosso planeta. Tanto que, para sobreviver nessas condições, os animais das profundezas dependem de restos mortais de outros peixes que eventualmente caem das águas mais rasas até eles. Acreditava-se que essas zonas ainda se mantinham protegidas das ações de humanos, de tão inacessíveis. A nova descoberta mostra que não. A ação humana chegou lá também.

Quem desconfiou disso primeiro foi o Alan Jamieson, biólogo marinho da universidade de Newcastle. Líder da pesquisa, ele enviou máquinas não tripuladas para 10 pontos espalhados pela Fossa de Mariana e pela Fossa de Kermadec (outra profunda região, próxima da Nova Zelândia). A expedição tinha diversos tipos de profundidade, a área mais rasa estava à 7,2 km de profundidade, e o mais fundo superava os 10,2km abaixo do nível do mar.

Lá no fundo, as máquinas começaram a caçar anfípodas, um bichinho muito parecido o camarão, que costuma viver nas profundezas. Foram 12 horas de pescaria. Depois desse período, as máquinas trouxeram os animais para que pudessem ser analisados. Dentro deles, os cientistas encontraram dois poluentes: éteres difenílicos polibromados, químico usado para retardar chamas, e bifenilos policlorados, substância utilizada como isolante em equipamentos elétricos – e proibida pela convenção de Estocolmo, pelos seus dados ao homem e ao meio ambiente. Os níveis de contaminação eram altíssimos, principalmente em relação aos bifenilos, que acabaram aparecendo em grau tão elevado que superava os números encontrados em animais habitantes de rios extremamente poluídos, como o Liao, na China.

Não se sabe exatamente como essa poluição chegou no fundo do oceano. Alan suspeita que ilhas de plástico, formadas pelo lixo jogado nos mares, possa ter soltado os poluentes mar a fora. Outra dúvida do biólogo é a respeito do impacto dessa poluição no meio ambiente – e em nós. Ainda não há nenhuma conclusão a respeito disso, mas com o bidenilo sendo tão prejudicial à vida, ninguém deve esperar boas notícias.

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*Fonte: superinteressante

 

 


19 Coisas para fazer antes de dormir (para elevar a sua vibração!)

Você sabia que a hora de dormir é uma oportunidade incrível para elevar a sua vibração e preparar-se para manifestações mais positivas? Enquanto dormimos, desconectamos nossa consciência do mundo físico, e em vez disso nos conectamos mais profundamente com o nosso eu superior. Esta ligação nos ajuda a criar com maior facilidade.

Além de nos ajudar a resolver os nossos problemas e criar deliberadamente, o sono faz-nos sentirmos bem, aumenta a nossa imunidade, e nos ajuda a curar-nos de ferimentos e doenças. Assim, sempre que possível, é uma boa ideia tirar proveito do sono.

Aqui estão 19 coisas que você pode fazer na hora de dormir para elevar sua vibração e tornar-se um criador melhor. Aprecie!

1.Dar abraços nas pessoas que você ama antes de dormir, se vive com elas.

2.Depois de um dia difícil, tomar um banho antes de dormir para lavar o estresse e elevar a sua vibração.

3.Colocar um pouco de água em sua mesa de cabeceira. Às vezes, à noite, ficamos com sede, sempre nos sentimos melhores quando estamos hidratados.

4.Aconchegar-se na cama e apreciar o quão confortável ela é.

5.Passar alguns momentos apreciando o que correu bem durante o dia.

6.Fazer uma pergunta ao universo antes de dormir. Ficamos com muita clareza no estado de sonho. Você poderia perguntar algo como “O que devo fazer sobre esse problema no trabalho?” Ou “Que tipo de presente dou a minha melhor amiga em seu aniversário?”

7.Definir a sua intenção de aproveitar o dia seguinte.

8.Criar uma atmosfera tranquila no seu quarto. Lugares pacíficos inspiram sentimentos pacíficos.

9.Se você gosta de assistir televisão antes de dormir, esteja consciente da programação que seleciona. Quando dormimos, muitas vezes lembramos dos nossos últimos pensamentos no dia, por isso não se esqueça de selecionar uma programação leve e que faz você se sentir bem.

10.Feche as cortinas. É difícil ignorar a luz do dia quando ela está brilhando em seu rosto!

11.Se você tiver condições, invista em uma cama de qualidade. É mais fácil desfrutar de seu sono quando você está confortável!

12.Selecione um alarme suave para a manhã.

13.Opte por perdoar e esquecer antes de ir para a cama. Por que manchar seu amanhã sobre algo que aconteceu hoje?

14.Invista em uma máscara de olhos e tampões, se você tem sono leve ou se o seu parceiro ronca.

15.Experimente uma meditação de sono, especialmente se tiver um impulso!

16.Evite mídia social antes de deitar. Há muitas coisas em seu feed de notícias, algumas podem ter o potencial de te perturbar quando você estiver tentando relaxar.

17.Opte por rever sua lista de afazeres na parte da manhã. Você não pode fazer o trabalho de amanhã, hoje.

18.Opte por ir dormir em um horário razoável (em sua opinião, é claro!).

19.Se você é um sonhador lúcido, defina a sua intenção de ter um sonho lúcido. O sonho lúcido é incrível, e pode colocá-lo nas nuvens!

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*Fonte: osegredo


A pílula da inteligência vem aí. Você tomaria?

Imagine uma pílula que não causasse efeitos colaterais, barata, e que depois de tomar seu QI aumentasse vários pontos. Você usaria?

Um grupo de cientistas, verdadeiros pesos-pesados na área de neurociência, saúde pública, direito e ética, lançou esta semana um manifesto na prestigiosa revista Nature, pedindo para acelerar as pesquisas -e se possível a liberação para consumo- de drogas que aumentam a inteligência.

A idéia seria, caso as pesquisas não demonstrem nenhum efeito colateral, que adultos tivessem a liberdade de ingerir livremente essas substâncias, sem nenhum tipo de criminalização.

Que um grupo de cientistas e juristas desse porte peça a liberação desse tipo de “doping” mental pode parecer uma loucura para muitos, mas a leitura atenta do artigo dá algumas pistas sobre os reais motivos.

O fato é que, como veremos, o problema já está colocado na sociedade, e ele exige respostas científicas -que só serão conseguidas mediante muita pesquisa-, e análise dos aspectos éticos por parte da sociedade.

QUESTÃO CIENTÍFICA
Não é de hoje que pesquisadores tentam descobrir medicamentos para tratar doenças cerebrais, como o mal de Alzheimer, a esquizofrenia, o transtorno de déficit de atenção – hiperatividade (TDAH), o mal de Parkinson, etc.

Muitas dessas doenças provocam danos cognitivos devastadores, e o paciente passa a ter parte de suas atividades mentais comprometidas, tanto na sua capacidade de aprendizado, memorização, compreensão, linguagem, distúrbios de sono, etc.

Nos últimos anos, o uso de algumas drogas como a Ritalina, Adderall, modafinil, donepzil, entre outras, provocaram melhoras importantes no quadro clínico desses pacientes, permitindo uma notável recuperação na qualidade de vida. Entretanto, algumas dessas drogas passaram a ser consumidas (ilegalmente ou sem prescrição) por indivíduos sadios, os quais também descreveram melhoras no desempenho intelectual.

Pesquisas mostram que aproximadamente 7% dos alunos universitários dos Estados Unidos já consomem essas substâncias, e em alguns campi, o consumo atinge 25% dos estudantes.

Entretanto, como esses medicamentos são recentes ainda não existem suficientes estudos que nos permitam saber quais os efeitos colaterais do se uso a longo prazo, principalmente quando ingeridos por indivíduos sadios. Não há estudos que avaliem ao certo quanto melhor o cérebro funciona, quanto aumenta nosso QI, nem os efeitos dessas drogas sobre o cérebro -em formação- de crianças e adolescentes.

Tampouco se sabe se o uso desses compostos provoca apenas uma melhora temporária na capacidade cognitiva, ou se as alterações aumentam de fato a capacidade de aprender, através de mudanças permanentes da organização cerebral. Mas como a droga já está sendo consumida, o pedido dos cientistas para aumentar as pesquisas (de preferência por instituições públicas) faz todo sentido.

QUESTÃO ÉTICA
O surgimento deste tipo de drogas coloca uma série de desafios éticos que, uma vez respondidas as questões científicas, devem ser analisados pela sociedade. Apenas para citar alguns dos problemas que já estão surgindo:

– O exercito dos Estados Unidos atualmente subministra aos soldados alguns desses medicamentos, sendo que o consumo não pode ser recusado pelos mesmos. +Sob efeito dessas substâncias, os soldados mostram um melhor desempenho, maior capacidade de discriminação, e reflexos mais apurados. As conseqüências são óbvias. Podem vir a se transformar em máquinas de matar extremamente eficientes.

-Seria ético que um empresário passasse a exigir que seus funcionários fizessem uso desses medicamentos para aumentar o desempenho e a produtividade? A exigência formal não seria nem necessária. A maior produtividade de um funcionário que faz uso da droga poderia obrigar seu colega a também ingeri-la para manter seu emprego.

-Seria correto que um colégio, para melhorar o desempenho escolar dos alunos, incentivasse o uso desses medicamentos? Insano? É bem provável que muitas escolas já estejam fazendo isso com a Ritalina, alegando que os alunos não aprendem por que são hiperativos.

-E num vestibular? Seria justo que apenas alguns estudantes utilizassem esse doping mental e outros não? Seria justo que apenas os que podem pagar por esses medicamentos possam fazer uso deles em detrimento dos outros?

-Caso não sejam observados efeitos colaterais importantes, quais seriam as conseqüências globais para a sociedade se todos os indivíduos tivéssemos acesso a drogas que nos tornem mais inteligentes?

É isso aí. Parece que o futuro chega cada vez mais rápido. O antídoto para não nos pegar desprevenidos é informação, informação, e mais informação. Ficar mais inteligente mediante o uso de drogas pode parecer antinatural.

Mas não mais antinatural que a roupa que usamos, a casa onde moramos, o carro que nos transporta, a medicação que tomamos ao longo da nossa vida para viver mais e melhor, os óculos que estou usando para escrever este artigo, e o papel sobre o qual ele estará escrito amanhã.
Você não acha?

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*Fonte: conecte / Roelf Cruz Rizzolo

 

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As 12 qualidades sábias

1. Elas não se queixam! Aceitam que o que foi, foi e não pode ser mudado e o que interessa é daqui para frente. Não quer dizer que não expressem dor, mas não se lamentam, não se veem nem agem como vítimas.

2. São atrevidas, tem coragem de experimentar o novo, a buscar o não vivido, o não conhecido.

3. “Tem mãos para as plantas”, concreta e metaforicamente. “Plantam, regam e acompanham o crescimento” de plantas, pessoas, projetos…4. Confiam em seus pressentimentos/ em sua intuição, honram sua sabedoria interna.

4. Meditam a sua maneira, cultivam um centro interno de silêncio e escuta, de prece e reconexão com o Sagrado

5. Defendem com firmeza o que mais importa, descobrem sua voz e tendem a tornar-se mais rebeldes e radicais com tudo que consideram errado no mundo.

6. Decidem seu caminho com o coração, mesmo que esse caminho seja difícil.

7. Dizem a verdade com compaixão, mas dizem sempre a verdade, porque sabem que só a verdade cura e liberta.

8. Escutam seu corpo, não o veem como um objeto a ser aperfeiçoado, mas como um instrumento de prazer e autoconhecimento.

9. Improvisam, agem com espontaneidade, fluem com a vida.

10. Não imploram, não fazem NADA com a finalidade de serem aceitas.

11. Riem juntas, riem de si e com isso nutrem um profundo senso de irmandade, porque é um riso que expressa o triunfo do espírito e da alma sobre aquilo que poderia tê-las destruído ou as convertido em mulheres amargas .

12. Saboreiam o positivo da vida, sabem ter gratidão pela beleza da vida, mesmo que mesclada de sofrimentos.

 

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*Fonte: nowmastê

 

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Abdominais

abdominais


9 Maneiras eficazes de aumentar Dopamina em seu cérebro

A dopamina é excelente para as seguintes funções corporais:

– Movimento regulador – Controle do centro de prazer e recompensa no cérebro – Melhora as funções cognitivas (conhecimento, atenção, memória, tomada de decisão, avaliação, resolução de problemas)

Nosso cérebro libera um neurotransmissor, a dopamina, que é crucial para inúmeras funções corporais essenciais.

“A dopamina é um neurotransmissor que ajuda a controlar os centros de recompensa e prazer do cérebro. A dopamina também ajuda a regular o movimento e a resposta emocional, e nos permite não só ver recompensas, mas também tomar medidas para avançar em direção a elas. “- Psychology Today

Há diversos artigos na internet sobre dopamina e como isso afeta seu humor, comportamento, energia e foco.

O que não é comumente falado, no entanto, é como a dopamina é afetada pela sua percepção.

Discutido mais raramente ainda é a razão pela qual seus níveis de dopamina podem estar baixos.

Abaixo estão 10 maneiras eficazes de aumentar dopamina no seu organismo.

 

1. NÃO SE VICIAR

Muitas pessoas ficam viciadas em algo porque lhes dá algum tipo de gratificação instantânea – drogas, álcool, sexo, pornografia, compras e outros comportamentos viciantes realmente têm o efeito oposto sobre os níveis de dopamina no longo prazo.

Em essência, quando ficamos excessivamente viciados em algo, o “circuito de recompensa” de nosso cérebro chuta em overdrive e ansiamos daquilo rapidamente.

Esta não é uma solução sustentável para a produção de dopamina, o que pode e deve ser feito naturalmente.

 

2. LISTA DE VERIFICAÇÕES DE PEQUENAS TAREFAS

Dopamina aumenta quando estamos organizados e terminamos tarefas – independentemente se a tarefa é pequena ou grande.

Portanto, não permita que seu cérebro se preocupe com as coisas que precisam ser feitas.

Em vez disso, escreva estas tarefas. Foi demonstrado que é mais satisfatório para os níveis de dopamina do cérebro quando verificamos fisicamente algo fora de nossa lista de afazeres, ao invés de recorrer ao cérebro.

Além disso, anote e verifique mesmo que você tem a capacidade de lembrar dessas tarefas.

 

3. CRIAR ALGO

Para nós escritores, pintores, escultores, poetas, cantores, dançarinos e outros artistas, podemos nos identificar com isso.

Quando estamos no modo criativo, podemos nos tornar hiper-focados. Como resultado, podemos inserir um estado chamado fluxo.

A dopamina é o produto químico do cérebro que nos permite alcançar este estado. A lição é esta: assumir um hobby ou atividade em que você realmente crie algo tangível.

Tente algo como artes, artesanato, reparação automóvel, desenho, fotografia, ou qualquer outra coisa que soe interessante para você.

 

4. EXERCÍCIOS

Nós discutimos repetidamente a importância e os benefícios dos exercícios físicos, e vamos apenas adicionar a esta lista novamente.

Entretanto, não só o exercício nos ajuda a aliviar o estresse, mas também a alcançar uma melhor saúde física e nos tornar mais produtivos;

Ele aumenta os nossos níveis de dopamina. Mais especificamente, o exercício aumenta os neurotransmissores múltiplos – a serotonina e as endorfinas, além da dopamina, recebem um impulso.

Aqui está algo mais legal: o exercício não precisa ser árduo. Basta dar um passeio ou subir alguns degraus que você conseguirá uma boa sacudida na dopamina.

 

5. AUMENTE A TIROSINA

Dos produtos químicos que compõem a dopamina, nenhum é mais importante do que a tirosina.

De fato, a tirosina é considerada o elemento constitutivo da dopamina. Portanto, é importante que você obtenha o suficiente dessa proteína. Há uma grande lista de alimentos que aumentam a tirosina, incluindo:

– Amêndoas

– Abacates

– Bananas

– Chocolate

– Café

– Ovos

– Chá verde

– Leite

– Melancia

– Iogurte

 

6. ESCUTE MÚSICA

Você já se perguntou por que a música te faz tão feliz?

Quero dizer, podemos estar no buraco em algum momento, mas uma vez que colocamos nosso single favorito, estamos balançando e sacudindo…

A razão para isso é que ouvir música aumenta os níveis de dopamina.

Na verdade, os cientistas dizem que ouvir música tem o mesmo efeito que comer nossos alimentos favoritos ou assistir um programa favorito, ou ler um texto de autor que amamos, ou um post de um blog que adoramos.

Então, quando você se sentir para baixo, coloque aquela música que te faz feliz.

 

7. MEDITE

Como com os exercícios físicos, cada dia se descobre mais e mais benefícios da meditação.

Como já vimos, o cérebro humano é suscetível a uma variedade de vícios.

Um outro hábito viciante que temos é excesso de pensamentos. Inclusive, alguns budistas têm uma frase para esse vício: “Mente de Macaco”, que pula de pensamento para pensamento sem parar.

Excesso de pensamentos não são meramente um hábito de distração, é também uma compulsão genuína que nos deixa em um estado de perplexidade, ao mesmo tempo, tem um efeito negativo sobre o nosso desenvolvimento cognitivo.

No entanto, os cientistas estão finalmente se aproximando do que os budistas sabem há milhares de anos: meditação e atenção plena são essenciais para uma mente saudável.

Além disso, oração e auto-reflexão se mostraram eficazes também para aumentar os níveis de dopamina.

 

8. SUPLEMENTOS

Embora existam algumas ótimas maneiras de aumentar os níveis de dopamina, às vezes estamos enfrentando uma crise temporária.
Felizmente, existem alguns suplementos naturais no mercado que demonstram aumentar os níveis de dopamina. Aqui estão alguns:

Acetil-l-tirosina: Outro componente da dopamina. Uma dose saudável disso torna mais fácil para o cérebro produzir a dopamina.
Curcumina: Um ingrediente presente na cúrcuma e curry é eficaz na produção de dopamina.
Ginkgo Biloba: Um suplemento tremendamente popular que aumenta os níveis de dopamina e os mantem circulando no cérebro por mais tempo.
L-teanina: Aumenta os neurotransmissores múltiplos no cérebro, incluindo a dopamina. O chá verde é uma excelente fonte para isso.

 

9. LIMPEZA TÓXICA

Por mais milagrosos que sejam nossos corpos, acumulamos toxinas e bactérias que são ruins para nosso corpo.

Endotoxinas são o tipo que podem causar problemas no nosso sistema imunológico e também limita a produção de dopamina.

Aqui estão algumas dicas para ajudar a limpar o intestino dessas endotoxinas:

Comer mais fermentados,
Dormir o suficiente,
Resistir ao desejo de comer em alimentos gordurosos ou açucarados.

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*Fonte: vivazen

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Cérebro controla o envelhecimento do corpo

Você vai morrer quando os seus órgãos falharem. Essa falha pode ser causada por acidentes, doenças ou pelo desgaste natural dos tecidos ao longo da vida. Mas pode existir também um quarto elemento: a ação do seu próprio cérebro. Um grupo de cientistas da Faculdade de Medicina Albert Einstein, em Nova York, descobriu que o cérebro humano possui uma espécie de relógio interno – que determina quanto tempo o organismo irá viver.

Isso acontece no hipotálamo, uma região no meio do cérebro que controla diversas reações do corpo, como fome, sede e sono. Em estudos com ratos, os pesquisadores notaram algo interessante: conforme o animal envelhece, o hipotálamo vai elevando o nível de um conjunto de proteínas chamado NF-kB. Os cientistas resolveram fazer um teste. Usando manipulação genética, criaram ratos imunes a essas proteínas. Surpreendentemente, os bichos viveram 23% a mais que a média.

E não só isso: eles se saíram melhor que os demais em testes físicos e cognitivos. “Além de viver mais, os ratos viveram com qualidade”, diz o cientista molecular Dongsheng Cai, líder do estudo.

Ainda não se sabe por que a proteína está ligada ao processo de envelhecimento. Uma possível explicação é que ela gere processos inflamatórios crônicos no corpo – que, no longo prazo, desgastariam os órgãos e poderiam predispor a doenças. “Não temos como acabar com o envelhecimento. Mas talvez possamos estender o tempo de vida das pessoas”, acredita Cai.

 

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*Fonte: superinteressante

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E tudo começou com uma dor de cabeça: o AVC

“E tudo começou com uma forte dor de cabeça“… A maioria dos pacientes que vem sobrevivendo a um AVC descreve essa sensação antes dos outros sintomas como uma orquestra em seu último e estrondoso compasso. O acidente vascular cerebral já é tido como a segunda maior causa de incapacidade em todo o mundo.

 

É possível sobreviver a um AVC, entretanto, a qualidade de vida entre esse “antes e depois” nem sempre é a melhor. Ficam sequelas e muitas funções básicas, como a fala e a mobilidade, podem ser reduzidas.

 

 A vida nem sempre é justa e nos traz o que merecemos, mas em nosso desejo de mantê-la e melhorá-la, deveríamos levar em consideração muitos outros fatores que podem nos ajudar a prevenir o AVC. Sim, há uma porcentagem de possibilidade de evitá-lo, e vale a pena tentar.

 

No dia 29 de outubro celebra-se o Dia Mundial do AVC.

Obviamente, a ideia não é comemorar; sua finalidade é tornar visível essa doença que leva, anualmente, a vida de milhares de pessoas. São famílias destruídas, são entes queridos que se vão, e isso é a melhor homenagem que podemos fazer a eles, torná-la reconhecida.

É importante saber que esse transtorno brusco de circulação sanguínea no cérebro pode ser evitado. Podemos lutar contra ele dentro de uma porcentagem aceitável. Contudo, devemos ter claro que não podemos evitar nada 100%, e que existem muitas pessoas jovens que se foram devido ao AVC. Mesmo assim, devemos fazer todo o possível  para evitá-lo, e nada melhor do que começarmos pela conscientização, a informação.

 

O que é um AVC?

Trata-se de um problema súbito na própria circulação sanguínea do cérebro. Pode ocorrer por meio de uma ruptura de um vaso cerebral ou uma baixa no aporte sanguíneo da região. Tudo isso produz algo irreversível: a morte das células cerebrais, devido à falta de aporte de oxigênio e nutrientes.

O AVC pode afetar pessoas jovens, mas é mais comum que se apresente em pessoas com idades mais avançadas. Das pessoas afetadas, o índice de mortalidade está em uns 30%, e nos últimos anos esse problema tem ocorrido mais nas mulheres.

Existem dois tipos de AVC, o isquêmico e o hemorrágico, sendo mais comum o primeiro e o segundo o mais perigoso, e suas consequências maiores são a morte. Estamos seguros também de que provavelmente você conhece alguém que já sofreu com esse problema, ou que perdeu a vida.

São vazios dolorosos, e em caso de sobrevivência, supõe-se ter que “reajustar” a vida tanto da família como do próprio paciente que conseguiu sobreviver a essa falha, esse pequeno intervalo de tempo em que seu cérebro simplesmente se alterou. Como uma súbita sobrecarga, com um disparo de consequências trágicas.

 

Fatores de risco que devemos levar em consideração para a prevenção de um AVC

Sabemos que hoje em dia vivemos uma “saturação” quanto a informações recebidas. Cada dia chegam a nossas redes sociais, revistas e programas de televisão diversos estudos, dados com recomendações e conselhos sobre a nossa saúde.

É preciso começarmos a priorizar mais nossos dias que vão passando. Não importa o quão rápido o mundo gire, nossas obrigações, as pressas, as preocupações… Devemos parar uns segundos e escutar nosso corpo, nossa mente, nosso cérebro. É preciso cuidar de nós mesmos.

Na verdade não custa nada. Só um pouco de tempo. Precisamos simplesmente respirar e tomar consciência de nós mesmos, já seria um grande passo. Somos importantes para nós mesmos e para os outros, e tudo isso tem um preço: nos atentar a nossa saúde.

Assim, para dar sentido a esse dia de prevenção do AVC, vale a pena dedicar alguns minutos do nosso tempo a prestar atenção a estes fatores que podem nos ajudar a prevenir essa doença em uma porcentagem bem elevada.

Podemos lutar contra esse destino, ao menos podemos ter algumas possibilidades altas de lutar, só depende de nós mesmos.

Você fuma? Saiba que existe uma possibilidade muito elevada de que possa sofrer um AVC em algum momento da vida. Planeje deixar esse hábito hoje mesmo.
Nos últimos anos a incidência, no que diz respeito ao gênero, vem mudando. Em alguns países, por exemplo, os AVCs estão afetando mais as mulheres, em especial se são fumantes, sofrem de hipertensão e se tomam anticoncepcionais.
Se você tem antecedentes familiares de AVC, deveria submeter-se a revisões periódicas com seu médico.
Cuidado com a hipertensão, o colesterol e a diabetes. São fatores de risco.
Uma vida sedentária, assim como a obesidade são dois dos reais perigos que devem ser controlados de cara, além de outros tipos de doenças.

 

Como saber se estou sofrendo um AVC?

No começo falamos dessa “forte dor de cabeça”. É comum que os pacientes que sofrem um AVC tenham um histórico médico onde sempre apareçam enxaquecas. Entretanto, essas pessoas geralmente descrevem essa dor prévia ao acidente vascular cerebral como uma dor diferente, mais intensa e profunda.

É importante levarmos em consideração estes sinais de alarme:

Paralisia de uma parte do corpo: braço e perna de um mesmo lado.
Problemas para articular palavras e, inclusive, de compreendê-las.
Enjoos, desequilíbrios e falta de coordenação.
E dor de cabeça, a pior de sua vida…

Tome nota dessas simples indicações e lembre-se de se valorizar mais, para o seu bem, pensando nas pessoas que gostam de você. Cuide-se, você é a pessoa mais importante para si mesmo, e precisa cuidar de sua saúde.

 

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*Fonte/texto: amenteemaravilhosa/Valéria Amado

 

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Agrotóxico ameaça vida das abelhas e de outros animais

As abelhas do mundo inteiro estão sob forte ameaça dos agrotóxicos, em especial dos neonicotinoides, uma classe de pesticidas derivados da nicotina. Isso não é novidade: desde de 2008 que a comunidade internacional discute os perigos dessa substâncias e em 2013 a União Europeia proibiu parcialmente sua aplicação nas lavouras, como forma de proteger as populações de abelhas, insetos fundamentais para a produção agrícola e que se encontram em forte declínio. Ano passado, o órgão ambiental dos Estados Unidos colocou esses insetos na lista de espécies ameaçadas de extinção.

Um novo relatório do Greenpeace, publicado na Europa, aponta que agrotóxicos neonicotinoides impõem um sério risco não apenas às abelhas, mas também para diversas outras espécies. A análise, conduzida por cientistas da Universidade de Sussex, revisou informações e dados de centenas de estudos publicados desde 2013, quando a União Europeia adotou o banimento parcial dos agrotóxicos clotianidina, imidacloprida e tiametoxam – todos neonicotinoides.

Para Dave Goulson, professor de biologia da Universidade de Sussex e especialista na ecologia de abelhas, o quadro de contribuição dos neonicotinoides para o declínio da população de abelhas selvagens está ainda mais forte do que quando a União Europeia adotou o banimento parcial da substância.

“Além das abelhas, os neonicotinoides também podem estar ligados ao declínio das borboletas, pássaros, como pardais e perdizes, e de insetos aquáticos”, que entram em contato com o solo ou o sistema de irrigação. Os riscos podem se estender a morcegos também, que se alimentam dos insetos. “Dada a evidência de tal dano ambiental, seria prudente que a restrição europeia fosse estendida para sua integralidade”, defende o professor.

Segundo Marco Contiero, diretor de políticas públicas em agricultura do Greenpeace União Europeia, a ciência claramente mostra que neonicotinoides são onipresentes e persistentes no meio ambiente como um todo, e não apenas nas lavouras. “Essas substâncias são rotineiramente encontradas no solo, no lençol freático e nas flores selvagens”, disse Contiero.

Os escritórios do Greenpeace localizados na Europa pedem agora pela moratória integral de agrotóxicos neonicotinoides por parte da União Europeia.

 

Já no Brasil…

Enquanto a Europa estuda estender o banimento dos neonicotinoides de parcial para integral em suas lavouras, o governo brasileiro ainda permite o uso dessas substâncias à torto e à direito. E muitas vezes, esses agentes químicos não são aplicados diretamente nas plantas, mas pulverizados por aviões – uma prática que é perigosa por si só.

Mesmo sob os critérios da lei, a pulverização aérea é extremamente perigosa pois ela raramente atinge apenas o seu alvo, a lavoura – boa parte do veneno se perde pelo ambiente. Estima-se que esse desperdício é de ao menos 30%, mas em alguns casos pode ultrapassar de 70%. O que piora muito essa situação é que a prática é raramente realizada com responsabilidade e dentro da legalidade, ou seja, atingindo frequentemente zonas vizinhas habitadas como comunidades, escolas, meios aquáticos como rios, lagos e lagoas onde a água é captada para consumo, causando a contaminação dessas áreas e a intoxicação da vida animal, vegetal e humana.

Alguns estados estudam acabar com a prática, como o Rio Grande do Sul, onde tramita o Projeto de Lei (PL) 263/2014, que visa proibir a pulverização aérea de agrotóxicos em todo o território gaúcho. Mas por enquanto ainda é permitido em praticamente todo o país, seja de neonicotinoides ou não.

São Paulo é outro estado que possui iniciativas para mudar essa realidade. Tramitam dois Projetos de Lei (PL) na Assembleia Legislativa do Estado: o PL 406/2016, que proíbe o uso e a comercialização de agrotóxicos que contenham clotianidina, tiametoxam e imidaclopride (todos neonicotinoides) em sua composição, e o PL 405/2016, que veta a pulverização aérea de defensivos agrícolas no estado.

A Associação Paulista de Apicultores Criadores de Abelhas Melíficas Europeias (APACAME) defende que algumas empresas, preocupadas em garantir a continuidade das vendas de seus pesticidas, têm lançado campanhas rotuladas como de apoio à saúde dos polinizadores, informando inclusive que os neonicotinoides não são prejudiciais às abelhas. “Somos de opinião que apenas decisões drásticas de proibição do uso ou banimento desses produtos sistêmicos, em especial aqueles do grupo dos neonicotinoides, venha a solucionar o problema do desaparecimento e, consequentemente, da morte das abelhas. A cada dia surgem novas pesquisas comprovando seu efeito nocivo para as abelhas”, diz a APACAME em artigo disponível em seu site.

 

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*Fonte: greenpeace

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5 coisas que você nunca deve fazer depois de comer

Depois de uma refeição satisfatória, muitos de nós querem apenas ficar deitados o resto da noite assistindo a um filme ou programa de TV.
Mas esta é realmente uma das piores coisas que podemos fazer depois de comer!
São pequenos maus hábitos como estes que podem nos impedir de alcançarmos o nosso potencial mais saudável.

Aqui estão 5 coisas que você nunca deve fazer depois de comer:

 

1.Dormir

Ir dormir logo após comer, faz seu estômago queimar durante a noite, o que provoca desconforto, inchaço e padrões de sono estranhos. Um estudo da University of Ioannina Medical School descobriu que as pessoas que esperam mais tempo depois de comer para irem para a cama são menos propensas a ter um acidente vascular cerebral. A regra de ouro é não comer pelo menos algumas horas antes de dormir.

 

2.Fumar

Infelizmente para algumas pessoas, fumar ainda é um hábito. Embora seja provavelmente uma das coisas mais prejudiciais que você pode fazer para seus pulmões, se você fumar, pelo menos espere algumas horas depois de comer. A nicotina presente nos cigarros se liga ao excesso de oxigênio que é necessário na digestão, que então permite que seu corpo absorva mais carcinógenos do que o normal. De acordo com estudos, fumar logo após uma refeição é o mesmo que fumar dez cigarros de uma só vez. Também aumenta o risco de câncer de intestino e pulmão.

 

3.Tomar banho

Quando tomamos banho, nossos corpos aumentam o fluxo sanguíneo para alcançar as mãos, pernas e corpo, o que diminui a quantidade de fluxo de sangue para o estômago. Isso enfraquece o sistema digestivo, fazendo com que ele se torne ineficiente, o que pode causar dores de estômago.

 

4.Comer frutas

Você provavelmente pensou que poderia comer fruta a qualquer momento, não é? Bem, na verdade é melhor comer frutas com o estômago vazio. Isto é porque as frutas exigem enzimas diferentes para digerir, e os açúcares simples nas frutas precisam de tempo para serem absorvidos completamente pelo corpo. Com o estômago vazio, você se beneficia de todos os nutrientes, fibras e açúcares simples. Se você comer perto ou depois de uma refeição, no entanto, a fruta permanece no estômago por um período prolongado e apodrece no intestino. Isso pode causar indigestão, azia, arrotos e outros desconfortos.

 

5.Beber chá

Beber chá logo após uma refeição interfere na absorção de ferro. O ácido tânico no chá liga-se a proteína e ferro em nossos alimentos, impedindo nossos corpos de colherem os benefícios de digeri-los. Isto resulta em uma diminuição de 87% na absorção de ferro! Pouco ferro pode desencadear anemia, uma deficiência de glóbulos vermelhos no sangue, que, em seguida, provoca fadiga extrema, fraqueza, pele pálida, dor no peito, tontura, mãos e pés frios, unhas frágeis e falta de apetite.

 

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*Fonte osegredo/Luiza Fletcher

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Microondas foram proibidos na Rússia em 1976 e é isso que eles escondem de você!

Estima-se que atualmente mais de 90% dos lares mundiais tenha um microondas, muitos não entendem os riscos de saúde que estão empreendendo. As ondas electromagnéticas que passam através dos alimentos podem causar danos estruturais terríveis.

Hans Hertel, um cientista suíço, apoiou sua hipótese de que os alimentos danificados em um microondas provoca alterações no sangue. Estruturas nas moléculas dos alimentos foram destruídas. E não é apenas a comida que sofre alteração. A mãe ocupada decide poupar algum tempo e aquece o leite materno no microondas. Pense novamente antes de fazer isso. Estudos realizados na universidade de Stanford mostrou que acontece quando o leite materno é aquecido no microondas. Alguns nutrientes presentes no leite materno que ajudam a curar o bebê são completamente perdidos!

 

MICROONDAS FORAM PROIBIDOS NA RÚSSIA DESDE 1976 – ELE TEM UM IMPACTO NEGATIVO SOBRE A SAÚDE

 

INCLUINDO:

• Lesão cerebral e declínio cognitivo

• Abaixa a imunidade do organismo- quem gosta de estar doente?

• Os tumores e agentes causadores de câncer •

Pense novamente – um hospital em Oklahoma foi processado depois que um paciente recebeu sangue que foi aquecido no microondas. Por que arriscar? Todas estas razões acima foram os motivos pelo quais a  Rússia resolveu proibir o microondas em 1976. Uau, essa certeza me faz parar e pensar. Será que isto vai valer a pena o tempo extra que eu iria poupar usando microondas? Provavelmente não. Pare, não se apresse e encontre outras coisas na vida capazes de cozinhar como um forno! Não há riscos de morte, câncer, ou danos cerebrais. Compartilhe com amigos e familiares!

 

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*Fonte: semprequestione

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Novo tratamento do Alzheimer restaura totalmente a função da memória

Novo tratamento do Alzheimer restaura totalmente a função da memória

Se uma pessoa tem a doença de Alzheimer, isso é geralmente o resultado de uma acumulação de dois tipos de lesões – placas amilóides e emaranhados neurofibrilares. As placas amilóides ficam entre os neurônios e criam aglomerados densos de moléculas de beta-amilóide.

Os emaranhados neurofibrilares são encontrados no interior dos neurónios do cérebro, e são causados por proteínas Tau defeituosas que se aglomeram numa massa espessa e insolúvel. Isso faz com que pequenos filamentos chamados microtúbulos fiquem torcidos, perturbando o transporte de materiais essenciais, como nutrientes e organelas.

Como não temos qualquer tipo de vacina ou medida preventiva para a doença de Alzheimer – uma doença que afeta 50 milhões de pessoas em todo o mundo – tem havido uma corrida para descobrir a melhor forma de tratá-la, começando com a forma de limpar as proteínas beta-amilóide e Tau defeituosas do cérebro dos pacientes.

Agora, uma equipa do Instituto do Cérebro de Queensland, da Universidade de Queensland, desenvolveu uma solução bastante promissora. Publicando na Science Translational Medicine, a equipa descreve a técnica como a utilização de um determinado tipo de ultra-som chamado de ultra-som de foco terapêutico, que envia feixes feixes de ondas sonoras para o tecido cerebral de forma não invasiva.

Por oscilarem de forma super-rápida, estas ondas sonoras são capazes de abrir suavemente a barreira hemato-encefálica, que é uma camada que protege o cérebro contra bactérias, e estimular as células microgliais do cérebro a moverem-se. As células da microglila são basicamente resíduos de remoção de células, sendo capazes de limpar os aglomerados de beta-amilóide tóxicos.

Os pesquisadores relataram um restauro total das memórias em 75 por cento dos ratos que serviram de cobaias para os testes, havendo zero danos ao tecido cerebral circundante. Eles descobriram que os ratos tratados apresentavam melhor desempenho em três tarefas de memória – um labirinto, um teste para levá-los a reconhecer novos objetos e um para levá-los a relembrar lugares que deviam evitar.

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*Fonte: contioutra / Ciência On Line

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Temos que aprender a nos afastar de quem não precisa de nós

Temos que aprender a priorizar a nós mesmos e compreender que, para o bem ou para o mal, somos as únicas pessoas imprescindíveis em nossas vidas, e todos aqueles que nos prejudicam, sobram.

Se você está acostumado a usar as redes sociais, certamente já conhece esta opção chamada “bloquear amigo.” Em algumas ocasiões, acumulamos nestes espaços pessoas que não conhecemos de verdade, relações que nos trazem mais problemas do que benefícios.

Hoje em dia, e especialmente entre as pessoas mais jovens, é comum que as amizades terminem deste modo. Quem não existe nas suas redes sociais, não existe na sua vida. É uma forma fria e também impessoal de romper vínculos.

Pois bem, usando este exemplo, muitos de nós deveríamos fazer o mesmo na vida real. Em algumas ocasiões carregamos relações em nossas costas que atrapalham muito o nosso crescimento pessoal.

No entanto, também não se trata de ir chamando porta a porta para avisar que não queremos mais a amizade de alguém. Trata-se apenas de saber priorizar e não investir tempo e esforço em pessoas que não os merecem.

 

Aprender a nos afastar de quem não precisa de nós

Nem sempre é fácil perceber quando chega este momento no qual deixamos de ser importantes para alguém. E não é apenas isso, algo que também pode acontecer é que percam o respeito por nós, e que esta necessidade se transforme em algo baseado no interesse.

É necessário saber diferenciar entre quem precisa de você de forma autêntica e o ama, e em, na verdade, se “descolou” faz tempo de nosso coração.

Se você tem filhos, certamente já notou que sempre chega um instante no qual eles deixam de precisar de nós. Isso vem com a própria maturidade, com a sua capacidade de ser independentes.

Porque os filhos, na realidade, sempre irão precisar de nós. Estamos falando, é claro, do afeto.

Há amizades que aparecem sempre de forma pontual nos instantes em que precisam de algo. Quando querem um favor, quando precisam ser escutados e “só nós sabemos como fazê-lo”. Devemos ter muito cuidado nestes casos.

Mostraremos apoio, afeto e compreensão a nossas amizades, sempre e quando existir reciprocidade. Uma amizade, assim como todo tipo de relação, se baseia em um intercâmbio sincero de emoções, pensamentos, apoios…

Se você não sente nenhuma destas dimensões e vê que estas pessoas só lhe procuram quando querem algo em troca, não hesite em impor limites.

Não se trata, assim como falamos antes, de romper o vínculo da noite para o dia. Na realidade, basta dizer a verdade em relação ao que você sente e estabelecer limites para o relacionamento.

“Isso você não pode fazer porque não me faz bem”, “Estou notando que você só busca a minha amizade quando precisa de algo. Eu gostaria de ter mais reconhecimento à minha pessoa da sua parte”.

O prazer de ser importante para quem realmente importa

Não se preocupe se, ao longo dos anos, você tenha que deixar muitas pessoas pelo caminho. Na realidade, a vida é assim mesmo, ir avançando para ficarmos com o mínimo, com o que realmente importa e engrandece o nosso coração.

Quem anda com a mente mais leve e o coração mais carregado se sente mais feliz e, por isso, não devemos ter medo de deixar ir quem não precisa de nós.

Haverá momentos em que você sentirá uma verdadeira dor ao comprovar que alguém que era muito importante para você deixou de sentir o mesmo. Deixou de reconhecer-lhe, de precisar de você.

Curar esta dor por esta descoberta requer tempo mas, por sua vez, devemos nos lembrar sempre de que o maior amor de nossas vidas deve ser sempre o amor próprio. Se você mesmo não se ama e não se respeita, não será capaz de abrir a porta para outras oportunidades.

As pessoas que são realmente importantes para você, na verdade, são poucas, mas certamente são as melhores. Não se trata, portanto, de “acumular amigos” como fazemos nas redes sociais. Na vida real, devemos priorizar e amar o que temos diante de nós.

Os que precisam de você irão demonstrar isso. E irão fazê-lo de forma íntegra, sem egoísmos nem chantagens. Porque quem o ama e respeita sabe estabelecer este intercâmbio cotidiano no qual todos ganham e ninguém perde.

Se as pessoas que precisam de você sabem demonstrar isso, não se esqueça nunca de demonstrar reciprocidade, fazer com que eles notem que nós também precisamos deles é uma forma de reconhecimento muito poderosa, porque faz com que eles se sintam úteis, importantes, e peças imprescindíveis em nossa rede de amigos mais próxima.

As pessoas precisam de muitas coisas para viver: alimento, calor, uma casa, instantes de ócio e liberdade. Mas também não devemos nos esquecer de que as coisas mais importantes deste mundo não são “coisas”, e sim pessoas.

Daí vem a importância de saber cuidar, atender, reconhecer, sem dar lugar a dúvidas, deixar ir pesos inúteis que só podem causar danos e prejudicar o nosso crescimento pessoal.

Faça de você mesmo a sua prioridade. Olhe cada dia por você e por quem você realmente considera importante. Temos que aprender a nos afastar de quem não precisa de nós.

 

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*Fonte/Texto: melhorcomsaude

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Brasileiro toma água com milho e pensa que é cerveja, saiba por quê

O Brasil, que hoje é o terceiro maior produtor da bebida no mundo, tem na cerveja a bebida preferida dos mais de 200 milhões de habitantes. Mas, curiosamente, a bebida que é servida por aqui, na grande maioria dos casos, não é cerveja.

A “Reinheitsgebot”, Lei da Pureza da Cerveja, foi promulgada em 23 de abril de 1516 pelo Duque Guilherme IV da Baviera e tinha como objetivo regular a fabricação da bebida em território alemão. O texto era simples, dizia que a cerveja só poderia ser feita com três ingredientes: água, malte de cevada e lúpulo. Até hoje: mais de quinhentos anos depois, a maioria dos cervejeiros alemães ainda segue a receita à risca.

O mesmo não acontece por cá. Grandes marcas nacionais como a Kaiser, Skol, Brahma, Antarctica, Bohemia e Itaipava se aproveitam de uma “brecha” na legislação brasileira para não usarem cevada em suas bebidas. Aqui é permitido que até 45% do malte de cevada seja substituído por outras fontes de carboidratos mais barata. O que entra na garrafa então é milho transgênico, produto que existe em abundância no país e que reduz drasticamente o custo das cervejarias. Nosso país está entre os maiores produtores de transgênicos do mundo; aproximadamente 90% do milho brasileiro é não orgânico.

Para saber do que é feita sua cerveja preferida, basta ler o rótulo da embalagem. Normalmente, a descrição diria: água, malte de cevada e lúpulo, ou água, cevada e lúpulo. No entanto, nas marcas nacionais citadas acima, a composição descrita retira o malte de cevada e inclui a expressão ‘cereais não maltados’. A ‘nova fórmula’ da bebida no Brasil começou a ser posta em prática a partir de 2007, quando o Ministério da Ciência e Tecnologia liberou a comercialização de milho transgênico em território nacional. Esta mudança impede que o consumidor saiba do que realmente é feita a bebida, pois em todos os casos não é especificado que tipo de cereal é utilizado na fabricação da cerveja.

Em 2013, uma pesquisa de cientistas brasileiros da Unicamp, USP e Universidade Federal do Rio Grande do Sul, foi publicada no “Journal of Food Composition and Analysis” (jornal científico internacional com estudos sobre a composição dos alimentos) demonstrando o alto grau de adulteração da cerveja brasileira. O consumidor deve, portanto, pensar bem antes de comprar a cervejinha para o churrasco. O risco de levar gato por lebre é grande.

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*Fonte: blastingnews

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