Tomar cafeína antes de fazer exercícios pode prejudicar saúde

Pesquisadores da Universidade Estadual Paulista (Unesp) estão de olho nos seus hábitos diários. Depois de mostrarem como a música instrumental pode melhorar os efeitos de remédios para hipertensão, os cientistas voltaram para avaliar como uma dose de cafeína antes de se exercitar pode afetar a sua recuperação após o esforço físico.

Para o estudo, 32 homens saudáveis e ativos de 18 a 25 anos foram acompanhados pela equipe, que registrou durante três dias como eles se recuperavam ao final de meia hora de corrida. No primeiro dia, os voluntários fizeram um teste de esforço máximo para que os pesquisadores identificassem qual era o limite de cada um. No segundo e terceiro dia, eles correram em intensidade moderada e, alternadamente, tomaram uma cápsula de cafeína e outra placebo — sem saber distinguir qual estavam ingerindo.

Ao final dos exercícios, os fisioterapeutas perceberam que, quando os voluntários tomavam a dose de cafeína (que era de 300mg, equivalente a 1,5 xícara de café), a atividade cardíaca deles demorava mais para voltar aos parâmetros de quando estavam em repouso.

“Quando isso ocorre, nós dizemos que há um aumento do risco de acontecer alguma complicação cardiovascular”, afirma Vitor Valenti, professor da Unesp e orientador do estudo. “Ficamos preocupados com o resultado, porque, se isso acontece com jovens saudáveis, talvez possa haver uma reação um pouco mais intensa em pessoas sedentárias e obesas, por exemplo.”

Este efeito foi observado porque a cafeína ativa receptores de adenosina, que liberam catecolaminas, substâncias envolvidas na aceleração do coração e no aumento da pressão arterial.

“As duas catecolaminas mais conhecidas são a adrenalina e noradrenalina. Com o aumento da liberação dessas catecolaminas, elas ativam os vasos sanguíneos e podem causar vasoconstrição”, explica Valenti.

Vale lembrar que não foram registradas alterações na pressão arterial dos voluntários e que o efeito foi observado apenas a curto prazo. “A literatura já tem fortes evidências de que, a longo prazo, tomar café pode colaborar para uma série de benefícios”, diz o professor.

Estudos a longo prazo

Em um estudo com mais de 185 mil participantes, foi observado ao longo de 16 anos que aqueles que tomavam pelo menos uma xícara de café por dia, tinham 12% menos chances de morrer por doenças cardíacas ou respiratórias, câncer, derrame, Parkinson, diabetes e outras doenças crônicas. Por isso, aponta o estudo, a expectativa de vida pode aumentar de acordo com a frequência e a quantidade de café que você consome.

No ano passado, pesquisadores britânicos mostraram que pessoas que têm o hábito de beber uma xícara de café por dia têm 20% menos chances de desenvolver câncer de fígado. Outro estudo concluiu que tomar três copos de café por dia reduz riscos de morte prematura.

 

 

 

 

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*Fonte: revistagalileu

Cozinhar e guardar arroz para comer mais tarde pode cultivar bactéria mortal

Um prato de arroz cozido não faz mal para ninguém, não é mesmo? A resposta para essa pergunta depende da forma de armazenamento. Aparentemente, este grão inocente tão presente no dia a dia dos brasileiros pode fazer bastante mal se não for guardado corretamente.

De acordo com Benjamin Chapman, especialista em segurança alimentar da Universidade do Estado da Carolina do Norte, nos EUA, cozinhar o arroz não necessariamente mata todos os patógenos que podem estar à espreita.

“O problema é que um patógeno, o Bacillus cereus, é bastante prevalente no arroz seco, provavelmente como esporo. Os esporos podem sobreviver ao cozimento. Se o arroz cozido for subsequentemente mantido à temperatura ambiente, os esporos podem sair da sua forma protetora, germinar e as formas vegetativas se multiplicam. O ambiente de arroz cozido fornece uma grande quantidade de água e nutrientes para o crescimento. Como um subproduto do crescimento, eles criam um par de toxinas, incluindo uma estável ao calor”.

Embora não esteja claro exatamente por quantos casos de intoxicação alimentar o Bacillus cereus é responsável, um estudo estimou uma incidência de 63.623 casos por ano. Felizmente, colocar qualquer sobra de arroz na geladeira depois que você aproveitou seu prato deve manter todo mundo seguro.

De acordo com um artigo da Epidemiology and Infection, o arroz cozido deve “ser mantido quente” (acima de 63°C) ou “resfriado rapidamente e transferido para uma geladeira dentro de 2 horas depois de ser cozido”. Na verdade, a zona de temperatura mais perigosa é o intervalo entre a “temperatura ambiente e o aquecimento” (entre 15 e 50°C).

Além de refrigerar qualquer arroz caseiro, um senso de vigilância é útil quando jantar fora. De acordo com o cientista de alimentos Donald Schaffner, da Universidade Rutgers, também nos EUA, alguns restaurantes “cozinham um grande lote de arroz e o mantém à temperatura ambiente durante todo o dia” e, em seguida, pegam porções deste lote, conforme necessário.

“Uma vez que o Bacillus faz uma toxina estável do calor, esta não é uma boa prática, que já conduziu a surtos no passado”, explica ele. “Estável ao calor” significa que a toxina pode sobreviver à ebulição e, uma vez que o alimento é refrigerado na “zona de perigo” de 15 a 50°C, as bactérias podem se multiplicar, produzindo ainda mais da toxina. Arroz de sushi, Schaffner observa, não deve ser um problema, já que vinagre é adicionado para diminuir o pH, permitindo que ele seja mantido em segurança à temperatura ambiente.

Em suma, a melhor maneira de manter a si e seus entes queridos seguros do Bacillus cereus e do estrago que ele pode causar é refrigerar quaisquer restos dentro de duas horas depois de cozinhar e verificar como seus restaurantes favoritos preparam e armazenam cada lote de arroz.

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*Fonte: gooru

Comprovada a ligação Intestino x Cérebro

Isso vem se falando há muito tempo e no campo das Neurociências já há estudos e confirmação científica suficiente para se começar a tratar do cérebro cuidando do intestino.

Vejam só. Deve ser por isso que temos tanta gente fazendo “asneiras” por aí. Descobriu-se que nos intestinos existem conexões nervosas e químicas, com neurotransmissores e até possibilidade de sinapses, como ocorre no nosso cérebro.

Por isso um estudo publicado dia 19 de Maio na revista Cell Reports mostram que antibióticos fortes o suficiente para matar as bactérias do intestino também podem parar o crescimento de novas células cerebrais no hipocampo, uma parte do cérebro associada à memória.

Os investigadores também descobriram que um tipo de células brancas do sangue parecem agir como um comunicador entre o cérebro, o sistema imunitário, e o intestino. “Descobrimos que um tratamento prolongado com antibióticos pode afetar o funcionamento do cérebro,” diz a autora do estudo, Susanne Asu Wolf do Max-Delbrueck – Centro de Medicina Molecular, em Berlim, Alemanha.

“Mas, por sorte, probióticos e exercícios podem equilibrar a plasticidade do cérebro e deve ser considerada como uma opção de tratamento real junto com os antibióticos” complementou.

Wolf viu pela primeira vez essas pistas que o sistema imunológico poderia influenciar a saúde e o crescimento de células cerebrais através da investigação em células T, quase 10 anos atrás.

Mas haviam poucos estudos que encontrassem uma ligação a partir do cérebro para o sistema imunológico e de volta para o intestino. No novo estudo, os pesquisadores deram a um grupo de ratos antibióticos suficientes para que eles eliminassem quase toda a flora intestinal.

Em comparação com ratos não tratados com antibióticos, os ratos que perderam suas bactérias intestinais saudáveis tiveram um pior desempenho em testes de memória e mostrou uma perda da neurogênese (capacidade de criação de novas células) em uma seção de seu hipocampo, região onde normalmente novas células cerebrais são produzidas ao longo da vida de um indivíduo.

Ao mesmo tempo que os ratos experimentaram perda de memória e da neurogênese, a equipe de pesquisa detectou um nível mais baixo de células brancas do sangue (especificamente monócitos) marcados com Ly6Chi no cérebro, sangue e medula óssea.

Assim, os pesquisadores testaram e confirmaram que foi a perda dos monócitos Ly6Chi que estavam por trás das mudanças na neurogênese e memória.

Em outro experimento, a equipe de pesquisa comparou ratos não tratados com ratos que tinham níveis de bactérias intestinais saudáveis quer devido à genética ou devido ao tratamento com anticorpos. Em ambos os casos, os ratos com níveis baixos de células Ly6Chi mostraram as mesmas deficiências de memória e neurogênese que os ratinhos que tinham perdido as bactérias do intestino na outra experiência com antibióticos

Assim que os níveis de Ly6Chi foram repostos nos ratos tratados com antibióticos, a memória e a capacidade de criar novas células foi restabelecida.

” Para nós foi impressionante encontrar essas células Ly6Chi que viajam da periferia para o cérebro, e se encontra algo de errado no microbioma , as Ly6Chi atuam como uma célula de comunicação “, diz Wolf.

Felizmente, os efeitos secundários adversos dos antibióticos pode ser revertida. Os ratos que receberam probióticos ou que se exercitaram em uma roda após ter recebido antibióticos, tiveram a memória e a neurogênese recuperadas.

“A magnitude da ação dos probióticos sobre as células Ly6Chi , neurogênese e cognição me impressionaram “, diz ela .

“No futuro , os pesquisadores esperam ver mais ensaios clínicos que investiguem se os tratamentos com probióticos irá melhorar os sintomas em pacientes com doenças neurodegenerativas e distúrbios psiquiátricos . “Poderíamos medir o resultado de humor, sintomas psiquiátricos , a composição do microbioma e a função imune celular antes e após o tratamento com probióticos “, diz Wolf.

Agora já podemos perdoar os “enfezados”. Se a cabeça não anda boa, melhor cuidar dos intestinos e evitar antibióticos. Se não tiver jeito, probióticos e malhação para recuperar a capacidade de lembrar das coisas.

Sugiro a leitura de um outro artigo publicado aqui, onde fala dos benefícios e da criação de novas redes neuronais através dos exercícios físicos….já pra esteira!!!

*Por Genaldo Vargas

 

 

 

 

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*Fonte: fasdapsicanalise

Dormir pouco faz o cérebro destruir seus próprios neurônios

Dormir traz diversos benefícios para os seres vivos – principalmente para nosso cérebro. Além de repor as energias que gastamos durante o dia, o sono também “limpa” os restos da atividade neural que são deixados para trás durante o dia a dia e podem ser prejudiciais.

Mas agora, em uma nova pesquisa, pesquisadores descobriram algo curioso: este mesmo mecanismo de limpeza acontece também em cérebros que estão sendo privados do sono ou que têm dormido pouco. Mas com um porém: ao invés de limpar os restos das sinapses, estes cérebros começam a limpar as próprias sinapses e neurônios, em um processo que beira o canibalismo.

A equipe, liderada pela neurocientista Michele Bellesi, da Universidade Politécnica de Marche, na Itália, examinou a resposta do cérebro de mamíferos aos maus hábitos de sono e descobriu essa semelhança bizarra entre os ratos descansados ​​e sem sono. E o pior: a recuperação do sono pode não ser capaz de reverter os danos nos cérebros que passam a se alimentar de si mesmos.

Como as células em outras partes do corpo, os neurônios do cérebro estão sendo constantemente atualizados por dois tipos diferentes de células gliais, que funcionam como uma espécie de cola do sistema nervoso. Umas delas, as células da microglia, são responsáveis ​​por limpar as células velhas e desgastadas através de um processo chamado fagocitose. Já os astrócitos removem as sinapses desnecessárias no cérebro para refrescar e remodelar sua fiação.

Sabemos que esse processo ocorre quando dormimos para limpar o desgaste neurológico do dia, mas agora parece que a mesma coisa acontece quando começamos a perder o sono. Mas ao invés de ser uma coisa boa, o cérebro começa a devorar partes saudáveis de si mesmo e se machucar. “Mostramos pela primeira vez que porções de sinapses são literalmente comidas por astrócitos por causa da perda de sono”, conta Bellesi.

Para descobrir isso, os pesquisadores imaginaram os cérebros de quatro grupos de ratos: um grupo foi deixado para dormir por 6 a 8 horas (bem descansado); outro foi periodicamente acordado do sono (espontaneamente acordado); um terceiro grupo foi mantido acordado por mais 8 horas (privação de sono); e um grupo final foi mantido acordado por cinco dias seguidos (cronicamente privados de sono).

Quando os pesquisadores compararam a atividade dos astrócitos entre os quatro grupos, identificaram-na em 5,7% das sinapses dos cérebros de camundongos bem descansados ​​e em 7,3% dos cérebros de camundongos espontaneamente acordados.

Nos camundongos privados de sono e cronicamente privados de sono, eles notaram algo diferente: os astrócitos aumentaram sua atividade para realmente comer partes das sinapses, como as células microgliais comem resíduos – um processo conhecido como fagocitose astrocítica. Nos cérebros de camundongos privados de sono, descobriu-se que os astrócitos estavam ativos em 8,4% das sinapses e, nos camundongos cronicamente privados de sono, 13,5% das sinapses apresentavam atividade astrocitária.

Segundo os pesquisadores, a maioria das sinapses que estavam sendo comidas nos dois grupos de camundongos privados de sono eram as maiores, que tendem a ser as mais antigas e mais usadas, o que provavelmente é uma coisa boa. “Elas são como móveis antigos e, portanto, provavelmente precisam de mais atenção e limpeza”, diz Bellesi.

Mas quando a equipe checou a atividade das células microgliais nos quatro grupos, eles descobriram que ela também aumentara no grupo cronicamente privado de sono. E isso é uma preocupação, porque a atividade microglial desenfreada está associada a doenças cerebrais como Alzheimer e outras formas de neurodegeneração.

“Descobrimos que a fagocitose astrocítica, principalmente de elementos pré-sinápticos em grandes sinapses, ocorre após a perda de sono aguda e crônica, mas não após a vigília espontânea, sugerindo que pode promover a limpeza e reciclagem de componentes desgastados de sinapses fortes e muito usadas”. os pesquisadores relatam.

“Por outro lado, apenas a perda crônica de sono ativa as células da micróglia e promove sua atividade fagocítica, sugerindo que a interrupção prolongada do sono pode estimular a microglia e talvez predispor o cérebro a outras formas de danos”.

Muitas questões permanecem. Não sabemos o que aconteceria se esse processo fosse replicado em cérebros humanos, nem se recuperar o sono pode reverter o dano. Mas o fato de que as mortes por Alzheimer aumentaram em incríveis 50% desde 1999, juntamente com a luta que muitos de nós têm para ter uma boa noite de sono, significa que isso é algo que precisamos entender logo.

 

 

 

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*Fonte: gooru

“Band-Aid” do futuro: gel elástico que carrega medicamentos é desenvolvido nos EUA

Pesquisadores dos EUA desenvolveram um material semelhante a um gel pegajoso e extensível, que pode ser usado como uma “atadura inteligente”.

Com sensores de temperatura e reservatórios de drogas, o curativo de hidrogel pode liberar medicamentos em resposta às mudanças de temperatura da pele. Além disso, LEDs incorporados ao material acendem para avisar quando os remédios estão acabando.

“Eletrônicos são, geralmente, duros e secos, mas o corpo humano é macio e molhado. Estes dois sistemas têm propriedades drasticamente diferentes”, disse Xuanhe Zhao, um engenheiro mecânico no Massachusetts Institute of Technology (MIT). “Para deixar a eletrônica em contato estreito com o corpo humano, como em aplicações de monitoramento de saúde e entrega de drogas, é altamente desejável fazer os dispositivos eletrônicos macios e elásticos, para que se ajustem ao ambiente do corpo humano. Essa é a motivação para a eletrônica de hidrogel flexível”, completou.

A matriz de hidrogel que compõe a atadura tem numerosas vantagens em relação aos de tecidos convencionais. É altamente flexível e facilmente extensivo, podendo ser aplicado a qualquer área do corpo, incluindo articulações, como os joelhos ou os cotovelos.

O material de borracha é composto, principalmente, de água e pode ser incorporado a uma gama de produtos eletrônicos, tais como fios condutores, chips semicondutores, luzes de LED e sensores de temperatura.

Descrevendo o curativo na revista Advanced Materials, os pesquisadores dizem que o dispositivo possui tubos e furos pelos quais a medicação flui, entregando drogas diferentes para diferentes segmentos da pele, pela influência de sua respectiva temperatura. “É uma matriz muito versátil. Uma capacidade única é que se um sensor detecta algo diferente, como um aumento anormal da temperatura, o dispositivo libera os medicamentos neste local específico, selecionando uma droga a partir dos seus reservatórios. Os medicamentos podem difundir-se na matriz de hidrogel para libertação sustentada ao longo do tempo”, disse Hyunwoo Yuk, um membro da equipe.

O hidrogel seria uma “pomada” eficiente para coisas como queimaduras e doenças da pele, mas, de acordo com os pesquisadores, não está limitado ao uso externo, podendo, teoricamente, ser usado dentro do corpo para abrigar eletrônicos implantados, tais como sensores de glicose ou sondas neurais.

“Atualmente, os pesquisadores estão testando diferentes materiais macios para conseguir, a longo prazo, a biocompatibilidade de dispositivos neurais. Com ajuda dos colaboradores, estamos propondo a utilização de hidrogel como um material ideal para dispositivos neurais, pois ele pode ser projetado com propriedades mecânicas e fisiológicas semelhantes às do cérebro”, concluiu Zhao.

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*Fonte: gooru

Água mineral pode causar diabetes, afirma estudo

O arsênico, um veneno de ocorrência natural, potencialmente cancerígeno e encontrado em águas subterrâneas, foi fortemente associado às Diabetes, segundo um estudo realizado por pesquisadores da Universidade Johns Hopkins em Baltimore, EUA, e publicado no periódico Journal of the American Medical Association.

Considerado inodoro, insípido, incolor e facilmente solúvel em água e vinho, o arsênico é um veneno muito temido. Grandes doses são capazes de matar uma pessoa, enquanto pequenas quantidades podem gradualmente adoecê-la, de acordo com informações da Reuters. Segundo a Dr.ª Ana Navas-Acien, que liderou o estudo, foram encontradas associações “relativamente fortes” entre os níveis de arsênico comumente encontrados na urina de pessoas com diabetes do tipo 2 em um experimento realizado com adultos norte-americanos.

De acordo com ela, parece não haver níveis considerados seguros do veneno.

“Globalmente falando, este é um grande problema”, disse em entrevista à agência de notícias. “À medida que a água se torna um recurso escasso, precisamos de fontes adicionais”. O estudo ainda apontou que o arsênico aumenta os riscos de câncer na bexiga, pulmões, rins, pele, e, possivelmente, próstata.

Cerca de 20% dos 800 participantes entrevistados apresentaram altos níveis de arsênico no corpo – cerca de 16,5 microgramas por litro de urina. Esses tinham 3,6 mais chances de desenvolverem diabetes de início tardio do que os restantes, que apresentaram 3 microgramas por litro. Ainda, os níveis do veneno eram 26% maiores em pessoas com Diabetes do tipo 2 do que as não tinham a doença.

Nos EUA, o limite estabelecido de arsênico na água potável é de 10 microgramas por litro, o que é excedido por pessoas em regiões rurais, que costumam consumir água retiradas de poços artesianos.

O veneno pode se acumular no corpo e arruinar a capacidade do organismo de produzir insulina, que por sua vez é vital para conversão do açúcar no sangue (glicose) em energia. Normalmente, a insulina se liga às células através de receptores e sinalizam para que a glicose participe do processo. No entanto, o arsênico entra na célula e de alguma forma bloqueia essa atividade.

Segundo Navas-Acien, é difícil discernir as formas prejudiciais e benignas do arsênico, embora exames laboratoriais mais específicos permitam que cientistas detectem vestígios que podem representar riscos para a saúde.

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*Fonte: jornalciencia

Pessoas com mais de 40 anos devem trabalhar apenas 3 dias por semana

Um estudo australiano analisou os hábitos de trabalho de cerca de 3.000 homens e 3.500 mulheres com mais de 40 anos. Depois, comparou esses hábitos com resultados de testes ao cérebro.

A conclusão: as pessoas tinham melhores resultados quando só trabalham três dias por semana. A história é contada pela BBC News.

Na verdade, as pessoas que trabalham 55 horas por semana ou mais têm o maior declínio cognitivo do que aqueles que não tiveram emprego, se aposentaram ou trabalharam em absoluto.

Para testar as capacidades cognitivas dos participantes foi-lhes pedido que lessem em voz alta, dissessem uma lista de números por ordem decrescente e que associassem letras e números num limite de tempo. No geral, quem obteve melhores resultados trabalhava apenas 25 horas por semana.

O professor Colin McKenzie, aponta que as pessoas trabalharão mais tempo sem conseguirem desempenhar o trabalho com desempenho satisfatório.

“O trabalho pode ser uma faca de dois gumes, na medida em que pode estimular a atividade cerebral, mas, ao mesmo tempo longas horas de trabalho podem causar fadiga e estresse, o que potencialmente pode prejudicar as funções cognitivas”, afirma.

Ele acrescenta que a diferença nas horas de trabalho conforme o avanço da idade é importante para manter a capacidade cognitiva em alto nível até que os trabalhadores fiquem idosos. “Trabalhar em tempo parcial pode ser eficaz”.

McKenzie disse ao jornal britânico The Times que muitos países procuram elevar a idade da aposentadoria, forçando as pessoas a trabalharem mais tempo porque não poderão reivindicar benefícios até a velhice. Sua opinião é que a quantidade de trabalho pode ter uma importância significativa nisso.

O estudo apenas analisou pessoas com mais de 40 anos, logo não há garantias que este grupo se comporta de forma diferente de outras faixas etárias.

 

 

 

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*Fonte: bmm

Nobel de medicina é categórico: Jejum é muito melhor do que comer a cada 3 horas

Parece que o jogo virou. Especialistas do mundo inteiro estão indo na contramão da crença popular de que comer de 3 em 3 horas é a melhor forma de se alimentar.

O jejum quando acompanhado por um profissional, está ganhando destaque entre as dietas saudáveis, inclusive até a Bela Gil aprova.

Mark Mattson, chefe do Laboratório de Neurociência do Instituto Nacional de Envelhecimento e professor na Universidade Johns Hopkins, foi além e revelou em uma das palestras do TEDx que, além de não prejudicar nossa saúde, passar longos períodos sem comer pode trazer benefícios gigantescos ao nosso cérebro!

De acordo com o especialista, os benefícios do jejum podem ser comparados aos benefícios que a prática de atividades físicas traz ao corpo humano.

As diversas pesquisas realizadas por Mattson e sua equipe apontaram que a restrição alimentar e calórica aumenta a produção de fatores neurotróficos que promovem o crescimento de neurônios, melhorando a conexão entre eles e dando mais força para as sinapses.

Como assim, Brasil?

Quando você está com fome e não se alimenta, o cérebro meio que entra em um estado de alerta, fica mais ativo e começa a desencadear reações para se adaptar a essa realidade. Basicamente é a mesma coisa que acontece aos animais quando passam longas horas ou até dias em jejum atrás da caça – afinal, somos animais também.

Uma dessas reações de adaptação feitas pelo cérebro humano no período de jejum é o aumento da produção de mitocôndrias nos neurônios. Essa alteração faz com que a habilidade dos neurônios de se conectarem também aumente, o que acaba promovendo uma melhor absorção de informações, favorecendo o aprendizado e a memória, revela Mattson.

Além disso, a prática dessa dieta, segundo este estudo publicado no site científico The American Journal of Clinical Nutrition, está associada à redução de doenças cardiovasculares, câncer e ainda no tratamento de diabetes.

E mais, de acordo com o especialista, estudos feitos pela Universidade do Sul da Califórnia constataram que o jejum, além de proteger nosso sistema imune, ainda é capaz de regenerá-lo.

No período que passamos sem nos alimentar, nosso corpo começa a poupar energia e assim, ele acaba “matando” algumas células imunes velhas que não estão mais trabalhando corretamente. Depois de tirar todas do nosso organismo, quando a gente se alimenta novamente, cria-se células imunes novinhas em folha.

Ou seja, o jejum acaba fazendo uma “faxina celular” no organismo, jogando as velhas fora e criando, a partir das células tronco, novas células, prontinhas para turbinar o funcionamento do nosso corpo, capazes até de reparar nosso DNA.

De acordo com o neurocientista, todas essas alterações no nosso organismo e cérebro são capazes de prolongar nossa vida e ainda retardar ou evitar o aparecimento de doenças degenerativas, como o Alzheimeir e o Parkinson, por exemplo.

“Desafios para o cérebro, seja por jejum intermitente ou exercício vigoroso… é um desafio cognitivo. Quando isso acontece circuitos neurais são ativados, níveis de fatores neurotróficos aumentam, e isso promove o crescimento de neurônios e a formação e fortalecimento das sinapses. Nós não poderíamos prever que o jejum prolongado poderia ter um efeito tão impressionante na promoção de regeneração baseada em célula tronco” – revelou Mark Mattson.

Se são tantos benefícios, por que parece tão errado ficar sem comer?

Antes de tudo, é preciso deixar bem claro que a prática dessa dieta e todos os benefícios que ela pode trazer a nossa saúde só são reais quando tudo é feito com acompanhamento profissional.

Parar de comer sem a orientação de um nutricionista pode levar a uma defasagem de vitaminas e o que era para te fazer bem, pode tomar proporções terríveis para sua saúde.

Existem várias formas de seguir essa restrição alimentar, como o modelo “5 por 2”, que consiste em fazer o jejum por algumas horas durante dois dias da semana e nos outros cinco dias, comer normalmente. E de fato, não é necessário passar 24 horas completamente em jejum.

Conforme explicamos neste texto, especialistas sugerem reservar algumas horas do dia, preferencialmente a noite, por exemplo, não se alimentar das 7 da noite até as 7 da manhã.

Pode parecer bastante difícil, mas, conforme o neurocientista explicou em sua palestra, esse é um novo “hábito” que deve ser inserido na sua rotina aos poucos. Com o tempo fica fácil nos adaptarmos ao jejum.

Mas então, por qual motivo essa história de comer de 3 em 3 horas é tão difundida?

O neurocientista tem a resposta na ponta da língua: é bom para os negócios!

De acordo com Mattson, tanto a indústria farmacêutica quanto a alimentícia não pouparam esforços para difundir essa informação.

Conforme aponta o especialista, se todos soubessem dos reais benefícios de passar algumas horas sem se alimentar, toda a grana que gira em torno da nossa alimentação sofreria grandes alterações. Ou seja, poderosos perderiam dinheiro. Muito dinheiro.

Imagine se as pessoas que sofrem com essas doenças citadas, como as cardiovasculares, diabetes ou doenças degenerativas, tomassem conhecimento de que uma mudança na rotina de alimentação pode tratar todos os males. Certamente elas iriam menos à farmácia, logo a indústria farmacêutica perderia dinheiro.

Sem contar que esse esquema “Tele-Sena” (comer de 3 em 3 horas), faz com que o consumo de comidinhas rápidas (barrinhas, lanchinhos e afins) aumente significativamente. Sem esse sistema, a indústria alimentícia perderia uma boa parcela do mercado.

Diversos especialistas questionam a validade das pesquisas científicas financiadas justamente por essas indústrias. Inclusive em sua palestra (veja o vídeo ao final desse artigo) Mark Mattson diz que os resultados sobre os benefícios da alimentação de 3 em 3 horas estão nessa lista de estudos duvidosos. O documentário “What The Health“, disponível na Netflix, detalha como esse financiamento funciona – vale assistir!

Além deste estudo, publicado no site científico NBCI, ter revelado que realmente comer a cada três horas não favorece nosso metabolismo e pode até favorecer o aumento do peso, Yoshinori Ohsumi, biologista celular e Nobel de Medicina em 2016, também constatou que o jejum é um arma poderosa à favor da saúde.

Neste estudo, feito por Ohsumi, foi comprovado a renovação celular e os benefícios diversos da dieta restritiva, já citados por Mattson em sua palestra ao TEDx.

Chamando essa reação de “Autofagia”, o estudo feito pelo ganhador do Nobel de Medicina criou grande polêmica ao comprovar que ficar um tempo sem comer elimina as células ruins do organismo e posteriormente cria células novas, mais eficazes para o bom funcionamento do nosso corpo, além de ser eficaz no combate dos malefícios do envelhecimento e na cura de doenças degenerativas.

Ou seja, não faltam estudos e especialistas renomados apoiando o jejum como uma poderosa ferramenta para nossa saúde. Se ficou com vontade de começar esse novo “desafio”, é preciso ser responsável. Em hipótese alguma pare de comer sem a supervisão de um nutricionista.

* Nota: As informações e sugestões contidas neste artigo têm caráter meramente informativo. Elas não substituem o aconselhamento e acompanhamentos de médicos, nutricionistas, psicólogos, profissionais de educação física e outros especialistas.

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*Fonte: sabervivermais

Qual a diferença entre os tipos de AÇÚCAR?

É fato! Açúcar tem que ser consumido com moderação. Mas você conhece os tipos e as diferenças entre eles? Aí vai uma listinha pra te ajudar na hora de escolher:

– AÇÚCAR REFINADO: é o famoso açúcar branco, obtido do açúcar cristal dissolvido. É tratado com enxofre e soda cáustica e perde os nutrientes.

– AÇÚCAR CRISTAL: obtido da centrifugação do caldo de cana que é clareado com enxofre e soda cáustica.

– AÇÚCAR DEMERARA: obtido da clarificação (sem aditivos químicos) e centrifugação do caldo de cana. Preserva parte dos nutrientes da cana e não contém resíduos químicos. Por ser mais claro, não afeta sabor e cor das receitas.

– AÇÚCAR MASCAVO: obtido da secagem do melado da cana, sem uso de aditivos químicos. É a versão sólida mais bruta e que preserva minerais como ferro e cálcio.

– MELADO DA CANA: obtido do cozimento do caldo de cana, sem processamento químico. A partir do melado, surgem o açúcar mascavo e a rapadura.

– AÇÚCAR DE COCO: vem da palmeira do coco e, assim como o mascavo, é bruto e natural, pois não passa por processamento químico.

DICA DA NUTRI: Aproveite o sabor natural dos alimentos e procure acostumar seu paladar. Quando usar açúcar, escolha os menos processados e que preservam seus nutrientes naturais.

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*Fonte: maeterra

O mar: uma droga gratuita que cura pelo menos 16 doenças

Férias na praia podem ser uma verdadeira cura para muitas doenças. Descubra os benefícios da água, sol e sal no corpo.

Retire seus medicamentos e trate-se para um feriado ou um final de semana na praia. Sim, o mar, com a sua salinidade, o iodo, o seu ar saloio dico pode ser uma verdadeira cura para muitas doenças. Eles contaram: são pelo menos 16.

A massagem com água ativa a circulação, a água salgada libera o trato respiratório e reduz as formas alérgicas.

Eles beneficiam as vias aéreas e aliviam-se:

– alergias respiratórias

– sinusite

– asma

– convalescença de resfriados e outras doenças respiratórias

– problemas causados ​​pelo tabagismo

– intoxicação por agentes químicos

 

O dano dos ossos é reparado e as dores de:

– deslocamentos

– distorções

– fraturas

– artrose

– dores nas articulações

– osteoporose

– espondilose

– doenças reumáticas

Com o mar, as alergias cutâneas são reduzidas:

– psoríase

– eczema

– dermatite

– acne seborreica

Graças ao mar, as condições anêmicas, as doenças ginecológicas, o hipotireoidismo e o linfatismo melhoram. Muito importante, o mar também ajuda a combater estados depressivos.

Que doenças são tratadas com o mar

Um benefício de uma estadia no mar são alergias respiratórias (especialmente pólen), anemia, artrite, convalescença depois de doenças do trato respiratório, depressão, entorses, fracturas, hipotiroidismo, luxações, doenças alérgicas da pele, doenças ginecológicas, doenças reumática, osteoporose, psoríase, raquitismo.

O importante é saber como se comportar para aproveitar ao máximo todos os benefícios que podem ser extraídos da água do mar e do sol. Os benefícios da água do mar

Aqui estão alguns dos principais benefícios dos tratamentos de maré, ou seja, talassoterapia.

Melhore sua respiração.

Mas por que o mar é um amigo tão precioso? O que o torna tão especial é o chamado aerossol marinho. O ar, perto da costa, contém uma quantidade maior de sais normais do que minerais: cloreto de sódio e magnésio, iodo, cálcio, potássio, bromo e silício. Eles vêm das ondas quebrando a costa e dos salpicos de água do mar levantada pelo vento. Os primeiros a se beneficiar são os pulmões: a respiração melhorou significativamente desde os primeiros dias. Mas o aerossol marinho também estimula o metabolismo, revigora a circulação sanguínea e melhora o sistema imunológico.

A água do mar tem muitos componentes que trazem relaxamento ao corpo, tiram dores e reenergizam. Não é à toa a crença de que um banho de mar pode “descarregar” energias negativas. Além das propriedades da água, a quebra das ondas no corpo promove uma drenagem linfática e ainda estimula a pele e a circulação.

A água marinha é composta por mais de 80 elementos químicos. Alivia principalmente as tensões musculares, graças à presença de sódio em sua composição — por isso é considerada energizante. A massagem que as ondas fazem no corpo estimula a circulação sanguínea periférica, e isso provoca aumento da oxigenação das células.

Graças à presença de cálcio, zinco, silício e magnésio, a água do mar é usada para tratar doenças como artrite, osteoporose e reumatismo. Já o sal marinho, rico em cloreto de sódio, potássio e magnésio, tem propriedades cicatrizantes e antissépticas

Combate a retenção de água.

Muitas pessoas sofrem de retenção de água durante a estação quente. Na água do mar, de fato, existe uma concentração considerável de sais minerais. E isso, devido a um mecanismo físico chamado osmose, favorece a eliminação, através da pele, dos líquidos que haviam acumulado nos tecidos. Com grandes vantagens para a circulação das pernas.

Lute contra os quilos extras.

Os quilos extras são perdidos com mais facilidade. O sal estimula as terminações nervosas da epiderme, como conseqüência acelera o metabolismo: o corpo, na prática, queima alimentos e gordura mais rápido.

Fortalece o sistema circulatório.

Graças à pressão que a água exerce enquanto você está imerso, sua temperatura, que nesta temporada é de cerca de 20 graus e movimento ondulatório, que pratica uma massagem suave em todo o corpo.

A musculatura se fortalece.

A natação relaxa os músculos, rapidamente dissolve contraturas e dá mobilidade às articulações bloqueadas pela artrite e artrose. E então ajuda intestinos e rins, purificando todo o corpo.

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*Fonte: revistapazes

9 coisas que você JAMAIS deve fazer com o estômago vazio

1. Tomar anti-inflamatórios
A aspirina, o paracetamol e outros medicamentos anti-inflamatórios podem causar sérios problemas gástricos caso sejam tomados de estômago vazio. Uma alternativa é tomar esses remédios com leite, que alivia os efeitos negativos.

2. Beber café
Mesmo os descafeinados fazem seu corpo produzir o ácido causador da azia e de outros problemas gástricos. Uma alternativa é tomar o café com leite ou creme, já que suas gorduras ajudam a neutralizar os efeitos ruins da bebida.

3. Ingerir bebidas alcoólicas
De estômago vazio, a absorção do álcool pode duplicar e piorar a ressaca no dia seguinte – sem contar, é claro, os problemas que pode dar no coração, no fígado e nos rins. Caso não tenha como escapar, evite bebidas gaseificadas, já que elas são absorvidas mais rapidamente.

4. Mascar chiclete
Mascar uma goma sem ter nada na barriga faz com que seu estômago produza suco gástrico à toa, danificando a parede interna do órgão. Se isso se tornar constante, você pode até desenvolver uma gastrite e uma úlcera! Se não tiver jeito, tente mascar o chiclete por no máximo 10 minutos e evite produtos que contenham açúcar, ciclamato e aspartame.

5. Dormir
Ir para a cama de estômago vazio é pedir para ter uma noite de sono irregular. Os baixos níveis de glicemia podem te fazer acordar mais cedo do que o normal, além de ter um sono mais leve e interrompido. Claro que dormir de pança cheia também não faz bem, por isso tente ingerir algo leve, como derivados do leite, para uma noite mais serena.

6. Praticar exercício físico intenso
Algumas pessoas acreditam que musculação ou exercício físico intenso com o estômago vazio pode ajudar a perder gordurinhas. Isso ainda não foi comprovado, mas, segundo vários pesquisadores, a massa muscular diminui se você pratica exercícios desse jeito. O ideal é sempre fazer um lanche antes de pegar no pesado.

7. Fazer compras
Você já entrou no mercado com fome e saiu de lá com muito mais coisas do que precisava? Isso acontece em qualquer loja, já que a falta de comida nos deixa mais insaciáveis, mas é no mercado que isso se torna bem evidente. Ajuda se você fizer uma lista de compras e resolver pagar no dinheiro, tendo um valor estipulado para gastar antes de entrar no estabelecimento.

8. Discutir
O estômago vazio nos deixa mais propensos a prolongar discussões desnecessárias, já que ficamos sem autocontrole pela falta de energia para isso. Caso a conversa seja inadiável, você pode tomar um chá enquanto expõe seu ponto de vista de maneira mais calma e civilizada.

9. Beber sucos cítricos
A acidez excessiva pode causar uma irritação na parede interna do seu estômago, por isso evite sucos muito cítricos. Para quem sofre de gastrite ou úlcera, isso é um veneno! Uma opção é diluir ainda mais a bebida, mas o ideal é evitá-la.

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*Fonte: megacurioso

Os benefícios para a saúde de ser antissocial

Com alguma relutância, eu consigo ser sociável. Às vezes, fico secretamente aliviada quando planos para eventos sociais são cancelados. Fico nervosa depois de algumas horas socializando. Uma vez, eu até fui em um retiro silencioso de meditação por dez dias de graça – não pela meditação, mas pelo silêncio.

Então, eu me identifico com a escritora Anneli Rufus, que escreveu o seguinte na obra Festa de Um: O Manifesto dos Solitários: “Quando pais punem seus filhos em programas de TV os mandando ir para o quarto, eu ficava confusa. Eu amava meu quarto. Ficar trancada lá era um presente. Para mim, uma punição era ser obrigada a jogar com meu primo Louis”.

Características antissociais como essas geralmente estão longe de serem consideradas ideais. Muitas pesquisas mostram os problemas do isolamento social, considerado um problema sério de saúde pública em países com populações que estão envelhecendo rapidamente.

No Reino Unido, o Colégio Real de Médicos Gerais diz que a solidão apresenta um risco de morte prematura do mesmo nível que a diabetes. Conexões sociais fortes são importantes para o funcionamento cognitivo, função motora e um sistema imune funcionando bem.

Isso é especialmente evidente em casos de isolamento social extremo. Exemplos de pessoas presas em cativeiro, crianças isoladas em orfanatos abusivos e presos mantidos em solitárias, todos mostram como a solidão prolongada pode levar a alucinações e outras formas de instabilidade mental.

Mas esses são casos severos e involuntários. Para nós que apenas preferimos ter bastante tempo a sós, pesquisas recentes sugerem boas notícias: há benefícios em ser recluso, tanto para nossas vidas profissionais quanto para nosso bem-estar.

Espaço criativo

Um benefício chave é mais criatividade. Gregory Feist, especialista em psicologia da criatividade na Universidade Estatal da Califórnia em San Jose, definiu a criatividade como pensar ou agir com dois elementos-chave: originalidade e utilidade.

Ele descobriu que traços de personalidade comumente associados com criatividade são abertura (receptividade a novos pensamentos e experiências), autoeficácia (confiança) e autonomia (independência) – tudo inclui uma “falta de preocupação com normas sociais” e “uma preferência por ficar a sós”.

Aliás, a pesquisa de Feist com artistas e cientistas mostra que uma das principais características das pessoas criativas é seu interesse menor na socialização.

Um motivo para isso é que essas pessoas tendem a passar muito tempo sozinhas trabalhando em suas criações. Além disso, diz Feist, muitos artistas estão tentando entender seu mundo interno e muitas das experiências internas pessoais que eles tentam expressar e significar através da sua arte”. A solidão permite a reflexão e a observação necessárias para esse processo criativo.

Uma recente defesa dessas ideias partiu da psicóloga da Universidade de Buffalo Julie Bowker, que pesquisa distanciamento social. O afastamento social geralmente é dividido em três categorias: timidez causada por medo ou ansiedade, fuga devido a um desgosto pela socialização e insociabilidade devido a uma preferência pela solidão.

Um estudo publicado por Bowker e seus colegas foi o primeiro a mostrar que um tipo de distanciamento social poderia ter um efeito positivo – eles descobriram que a criatividade estava ligada especificamente à insociabilidade. Eles também descobriram que a insociabilidade não tinha relação com agressão (e sim timidez e fuga).

Isso é importante porque, enquanto pesquisas anteriores sugeriram que insociabilidade poderia não causar danos, Bowker e seus colegas mostraram que pode ser até benéfico. Pessoas antissociais tendem a ter “apenas o suficiente de interação”, diz Bowker. “Elas preferem ficar sozinhas, mas também não se importam em ficar com os outros.”

Há uma variação de gênero e cultura, é claro. Por exemplo, algumas pesquisas sugerem que crianças antissociais na China têm mais problemas interpessoais e acadêmicos que crianças antissociais no Ocidente. Bowker diz que essas diferenças estão diminuindo conforme o mundo se torna mais globalizado. Ainda assim, parece que a solidão é importante para mais coisas além da criatividade.

Foco interno

Acredita-se que líderes precisam ser gregários. Mas isso depende, entre outros fatores, das personalidades de seus empresários. Um estudo de 2011 mostrou que em restaurantes de uma rede de pizzarias na qual os funcionários eram mais passivos, chefes extrovertidos eram associados a lucros mais altos. Mas os que tinham funcionários mais proativos, líderes introvertidos eram mais eficientes.

Uma razão para isso é que pessoas introvertidas têm uma tendência menor de se sentir ameaçadas por personalidades fortes e sugestões. Elas também têm uma tendência maior a ouvir.

Desde os tempos mais antigos, as pessoas sabem que há uma ligação entre isolamento e foco mental. Afinal de contas, culturas com tradições de ermitões religiosos acreditam que a solidão é importante para alcançar a iluminação.

Pesquisas recentes nos deram um entendimento melhor da razão para isso. Um benefício da insociabilidade é que o estado do cérebro de descanso das atividades mentais, o que caminha de mãos dadas com a quietude de ficar só. Quando outra pessoa está junto, seu cérebro não consegue não prestar atenção. Isso pode ser uma distração positiva. Mas ainda assim é uma distração.

Sonhar acordado na ausência dessas distrações ativa a conexão predefinida do cérebro. Entre outras funções, essa conexão ajuda a consolidar a memória e entender as emoções dos outros. Dar um terreno livre a uma mente perambulante não apenas ajuda no foco a longo prazo mas também fortalece seu senso próprio e também o dos outros. Paradoxalmente, períodos de solidão podem ajudar na hora de voltar a socializar. E a ausência ocasianal de foco pode ajudar na concentração a longo prazo.

Outra estudiosa que defende os benefícios de uma solidão reflexiva e produtiva é Susan Cain, escritora de Quieto: O Poder dos Introvertidos em um Mundo Que não Consegue Parar de Falar e fundadora da Revolução Quieta, uma empresa que promove locais de trabalho quietos e apropriados para os introvertidos.

“Hoje em dia, tendemos a acreditar que a criatividade parte de um processo decididamente comunitário, mas ela depende de muita atenção mantida e um profundo foco”, diz ela.

“Além disso, humanos são seres sociais tão porosos que, quando nos cercamos de outras pessoas, automaticamente aderimos a suas opiniões e gostos estéticos. Para realmente seguir nossos caminhos ou visões, devemos estar dispostos a nos sequestrar, ao menos durante um certo período de tempo”.

Saúde ermitã

Ainda assim, a linha entre uma solidão útil e um isolamento perigoso pode ser tênue. “Quase tudo pode ser adaptável e mal ádaptável, dependendo de quão extremo chega”, diz Feist.

Uma doença tem a ver com uma disfunção. Se alguém para de se importar com os outros e corta totalmente o contato, isso pode levar a uma negligência patológica de relações sociais. Mas a insociabilidade criativa está muito distante disso.

Aliás, diz Feist, “há um perigo real com pessoas que nunca estão sozinhas”. É difícil ser introspectivo, autoconsciente e completamente relaxado a não ser que você tenha uma solidão ocasional. Além disso, os introvertidos tendem a ter menos amizades com laços mais fortes – o que pode estar ligado a uma felicidade maior.

Assim como muitas outras coisas, qualidade é mais importante que quantidade. Nutrir algumas relações sem sentir que você precisa popular sua vida com vozes falantes pode ser melhor para você no fim das contas.

Portanto, se a sua personalidade tende para o lado da insociabilidade, você não deveria sentir que precisa mudar. É claro que isso inclui desafios. Mas, contanto que você tenha contatos sociais regulares, esteja escolhendo a solidão em vez de ser forçado a ela, tenha ao menos alguns bons amigos e se sua solidão for boa para seu bem-estar e sua produtividade, não há por que se preocupar em fazer uma personalidade em forma de quadrado caber em um buraco arredondado.

Então sinta-se livre para limpar sua agenda social. Está psicologicamente aprovado.

*Por Christine Ro

 

 

 

 

 

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*Fonte: bbc-brasil

Risco de câncer da radiação do celular é pequeno, concluíram estudos de dez anos considerados os mais abrangentes

Dois novos estudos expuseram ratos e camundongos a altos níveis de radiação de radiofrequência — o tipo de radiação emitido pelo seu celular. E os pesquisadores dizem que há pouco risco de câncer para humanos.

Os celulares causam câncer?

Apesar de anos de pesquisa, ainda não há uma resposta clara. Mas dois estudos do governo do governo dos Estados Unidos2, divulgados em fevereiro deste ano, um em ratos e um em camundongos, sugerem que, se houver algum risco, é pequeno, disseram as autoridades de saúde do país.

Questões de segurança sobre telefones celulares veem despertando intenso interesse e debates por anos, já que os dispositivos se tornaram parte integrante da vida da maioria das pessoas. Até mesmo um minuto de risco poderia ser prejudicial a milhões de pessoas.

Esses dois estudos sobre os efeitos do tipo de radiação emitida pelos telefones, conduzidos ao longo de dez anos e custando 25 milhões de dólares, são considerados os mais extensos até hoje.

Em ratos machos, os estudos associaram tumores no coração a alta exposição à radiação dos telefones. Mas esse problema não ocorreu em ratos fêmeas ou em camundongos.

Os roedores nos estudos foram expostos à radiação por nove horas por dia durante dois anos, mais do que as pessoas experimentam mesmo com muito uso de celular, então, os resultados não podem ser aplicados diretamente aos humanos, disse John Bucher, cientista sênior do National Toxicology Program, durante uma entrevista coletiva.

Os resultados, disse Bucher, não o levaram a mudar o uso de seu celular ou a incentivar sua própria família a fazer isso. Mas ele também observou que os tumores de coração — chamados schwannomas malignos — nos ratos são semelhantes aos neuromas acústicos3, um tumor benigno em pessoas que envolvem o nervo que liga o ouvido ao cérebro, que alguns estudos associaram ao uso do celular.

Ele disse que já foram feitos quase vinte estudos com animais sobre o assunto, “com a grande maioria dando negativo em relação ao câncer”.

Outras agências estão estudando o uso do celular em pessoas e tentando determinar se ele está ligado à incidência de qualquer tipo de câncer, disse Bucher.

A agência Food and Drug Administration (FDA)4, uma agência federal do Departamento de Saúde e Serviços Humanos dos Estados Unidos, que é responsável pela proteção e promoção da saúde pública através do controle e supervisão da segurança alimentar, produtos de tabaco, suplementos dietéticos, prescrição e produtos over-the-counter (produtos vendidos no balção, sem receita médica), drogas farmacêuticos, vacinas, biofarmacêuticos, transfusões de sangue, dispositivos médicos, radiação eletromagnética (ERED), cosméticos e alimentos para animais e produtos veterinários, emitiu uma declaração dizendo que respeitava a pesquisa realizada5 pelo National Toxicology Program. O FDA afirmou também que revisou muitos outros estudos sobre segurança de celulares e que “não encontrou evidências suficientes de que há efeitos adversos à saúde em seres humanos causados pela exposição a ou sob os limites da corrente de radiofrequência”.

A declaração, assinada pelo Dr. Jeffrey Shuren, diretor do centro de dispositivos e saúde radiológica do FDA, também afirmou: “Mesmo com uso diário e frequente pela grande maioria dos adultos, não temos visto um aumento em eventos como tumores cerebrais”.

A Comissão Federal de Comunicações (FCC) estabelece limites para a emissão de energia de radiofrequência nos telefones celulares a que as pessoas estarão expostas, mas o FCC depende do FDA e outras agências de saúde para aconselhamento científico sobre a determinação dos limites, disse o comunicado.

Para as pessoas que se preocupam com o risco, as autoridades de saúde oferecem conselhos de bom senso: gaste menos tempo em celulares, use o fone de ouvido ou modo de alto-falante para que o telefone não seja pressionado contra a cabeça e evite fazer chamadas se o sinal estiver fraco.

O Dr. Bucher observou que a radiação emitida aumenta quando os usuários estão em pontos onde o sinal é fraco ou esporádico e o celular tem que trabalhar mais para se conectar.

Em dezembro, a Califórnia divulgou conselhos aos consumidores6 sobre como diminuir a exposição à radiofrequência dos celulares. Os conselhos incluem atitudes como enviar mensagens de texto em vez de conversas; manter o telefone longe da cabeça e do corpo durante o download ou o envio de arquivos grandes; transportar o telefone em uma mochila, pasta ou bolsa, não em um bolso, sutiã ou cinto; e não dormir com o telefone perto da sua cabeça.

Os dois estudos divulgados em fevereiro, envolvendo 3.000 animais, são “as avaliações mais abrangentes dos efeitos sobre a saúde e a exposição à radiação de rádio frequência em ratos e camundongos até hoje”, de acordo com um comunicado do National Toxicology Program, um programa parte do Instituto Nacional de Ciências da Saúde Ambiental (National Institute of Environmental Health Sciences – NEIHS7).

Os estudos estendem os resultados parciais divulgados8 em maio de 20169, que encontraram pequenos aumentos na incidência de tumores no cérebro e no coração de ratos machos, mas não de fêmeas.

Os novos estudos também encontraram tumores no cérebro e alguns em outros órgãos nos animais expostos à radiação de radiofrequência. Mas Bucher disse que essas descobertas foram “equivocadas”, enfatizando que apenas os tumores do coração forneceram evidências fortes o suficiente para serem consideradas pelos pesquisadores. Outros possíveis efeitos precisam de mais pesquisas, ele disse.

Outros pesquisadores acham que mesmo as descobertas ambíguas são preocupantes. Joel M. Moskowitz, diretor do Centro de Saúde da Família e da Comunidade10 da Escola de Saúde Pública da Universidade da Califórnia, em Berkeley, disse que, com base nos resultados gerais do estudo, o governo deveria reavaliar e fortalecer os limites que impõe sobre quanto e quais tipos de radiação os celulares podem emitir.

Os cientistas não sabem por que apenas ratos machos desenvolvem os tumores do coração, mas Bucher disse que uma possibilidade é simplesmente porque os machos são maiores e absorvem mais radiação.

Os estudos também encontraram alguns danos ao DNA dos animais expostos. Uma surpresa, já que os cientistas acreditavam que a radiação de radiofrequência — ao contrário da radiação ionizante em raios-X — não poderia prejudicar o DNA.

“Não achamos que entendemos o suficiente sobre os resultados para ser capazes de depositar um alto grau de credibilidade nesses resultados”, disse Bucher se referindo aos achados sobre as alterações no DNA.

Uma descoberta aparentemente paradoxal que também intrigou os pesquisadores é que os ratos expostos à radiação do celular na verdade viviam mais que os do grupo de controles. Uma possível explicação, disse Bucher, é que a radiação pode aliviar a inflamação e diminuir a gravidade de um distúrbio renal crônico que é comum em ratos idosos e que pode matá-los.

Perguntado se havia alguma chance de que o uso de celulares pudesse ajudar as pessoas a viverem mais tempo, o Dr. Bucher disse: “A extrapolação para os humanos requer uma série de medidas que vão além do que estamos estudando aqui. Eu acho que essa pergunta em particular não pode ser respondida no momento”.

Os relatórios divulgados em 02 de fevereiro são versões preliminares lançadas para comentário público e uma versão revisada por especialistas externos foi divulgada11, em 26 a 28 de março, pelo Research Triangle Park do NIEHS, na Carolina do Norte.

*Por: Diógenes Henrique / Fonte: The New York Times

 

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*Fonte: socientifica

Como as bactérias que você carrega podem estar afetando seu estado de espírito

Se há algo que nos torna humanos são nossas mentes, pensamentos e emoções.

Um novo conceito controverso que está surgindo, contudo, aponta que as bactérias do intestino também têm um papel importante nisso: elas agiriam como uma espécie de mão invisível em nossos cérebros.

É nesse campo que pesquisadores estão trabalhando ao investigar como os trilhões de micróbios que sobrevivem em nós e nos habitam – o que é chamado de nosso microbioma – afetam a nossa saúde física.

Até mesmo transtornos como depressão, autismo e doenças neurodegenerativas, como o mal de Parkinson, podem de alguma forma estar relacionadas a essas pequenas criaturas.

Nós sabemos há séculos que o modo como nos sentimos afeta o nosso intestino – apenas pense no que acontece com você antes de uma prova ou de uma entrevista de emprego -, mas agora isso está sendo visto como uma via de mão dupla.

Grupos de pesquisadores acreditam estar à beira de uma revolução que usa “micróbios do humor” ou “psicobióticos” para melhorar a saúde mental.

O estudo que deu a partida para esse conceito foi realizado na Universidade de Kyushu, no Japão, em 2004.

Cientistas demonstraram que camundongos “livres de germes” – aqueles que nunca tiveram contato com micróbios – produziram duas vezes a quantidade de hormônio do estresse quando afligidos do que os camundongos normais.

Os animais eram idênticos, exceto pelos micróbios. Isso foi considerado um forte indício de que a diferença era resultado de seus micro-organismos. E o trabalho se tornou a primeira pista do impacto que a medicina microbiana teria na saúde mental.

“Todos nós voltamos sempre àquele primeiro artigo, à primeira leva de neurocientistas japoneses que estudaram os micróbios”, diz Jane Foster, neuropsiquiatra da Universidade McMaster, no Canadá. “Foi realmente muito importante para nós que estavámos estudando depressão e ansiedade.”

Há agora uma rica corrente de pesquisa relacionando camundongos sem germes a mudanças no comportamento e até mesmo na estrutura do cérebro.

Mas a vida completamente estéril deles não é nada parecida ao mundo real. Estamos constantemente entrando em contato com micróbios em nosso meio ambiente – nenhum de nós é livre de germes.

No Hospital Universitário de Cork na Irlanda, o professor Ted Dinan está tentando descobrir o que acontece com o microbioma de seus pacientes deprimidos.

Para os médicos, um microbioma saudável é um microbioma diverso, que contém uma grande variedade de espécies diferentes de micro-organismos.

“Se você comparar alguém que está clinicamente deprimido com alguém que está saudável, há uma diminuição na diversidade da microbiota (flora intestinal)”, diz Dinan.

“Não estou sugerindo que esta seja a única causa da depressão, mas acredito que, para muitos indivíduos, ela contribui para o surgimento da doença.”

O pesquisador argumenta ainda que alguns estilos de vida que enfraquecem nossas bactérias intestinais, como uma dieta pobre em fibras, pode nos tornar mais vulneráveis.

 

Uma pesquisa recente mostra que as pessoas são mais micróbios do que humanas – se você contar todas as células do seu corpo, apenas 43% pertencem à espécie humana.

O resto é o microbioma e inclui bactérias, vírus, fungos e arquea (organismos que eram classificados de forma equivocada como bactérias, mas que têm características genéticas e bioquímicas diferentes).

Isto é conhecido como o “segundo genoma” e também está sendo associado a doenças como Mal de Parkinson, doença inflamatória intestinal, depressão, autismo e ao funcionamento de drogas contra o câncer.

O mistério da depressão

A possível relação de um desequilíbrio no microbioma intestinal com a depressão também é um conceito intrigante.

Para testar esta hipótese, os cientistas do centro de microbiomas APC, na Universidade College Cork, começaram a transplantar o microbioma de pacientes deprimidos para animais. O procedimento é conhecido como transplante fecal.

Ele mostrou que, se você transfere as bactérias, também transfere o comportamento.

“Ficamos muito surpresos com a possibilidade de, apenas pegando amostras de microbioma, reproduzir muitas das características de um indivíduo deprimido em um rato”, diz o professor John Cryan à BBC.

Estas características incluíam, por exemplo, a anedonia – o modo como a depressão pode levar as pessoas a perderem o interesse pelo que normalmente consideram prazeroso.

Para os ratos, esse prazer era obtido com uma água com açúcar que eles queriam beber cada vez mais, mas com a qual passaram a não se importar quando receberam o microbioma de um indivíduo deprimido, diz Cryan.

Evidências semelhantes da relação entre o microbioma, o intestino e o cérebro também estão emergindo em relação ao mal de Parkinson.

A doença é claramente um distúrbio cerebral. Os pacientes perdem o controle de seus músculos à medida que as células cerebrais morrem, e isso os leva a apresentar um tremor característico.

Agora, o professor Sarkis Mazmanian, microbiologista médico do Instituto de Tecnologia da Califórnia (Caltech), tem argumentado que as bactérias intestinais parecem ter um papel nisso.

“Os neurocientistas clássicos considerariam uma heresia pensar que é possível entender os eventos no cérebro pesquisando o intestino”, diz ele, que no entanto encontrou diferenças “muito fortes” entre os microbiomas de pessoas com Parkinson e daquelas sem a doença.

Estudos em animais geneticamente programados para desenvolver o Parkinson mostram que as bactérias intestinais estão ligadas ao surgimento da doença.

E quando as fezes foram transplantadas de pacientes com Parkinson para ratos, estes desenvolveram sintomas “muito piores” do que quando foram usadas fezes provenientes de um indivíduo saudável.

Mazmanian diz à BBC que “as mudanças no microbioma parecem estar induzindo os sintomas motores do Parkinson.”

“Estamos muito animados com isso porque nos permite apontar o microbioma como um caminho para novas terapias”, afirma.

Ainda que fascinante, a evidência que liga o microbioma ao cérebro é, por enquanto, preliminar.

Os pioneiros desse campo de pesquisa veem, entretanto, uma perspectiva interessante no horizonte – uma maneira totalmente nova de influenciar nossa saúde e bem-estar.

Se os micróbios influenciam nossos cérebros, então talvez possamos mudar nossos micróbios para melhor.

Mais estudos necessários

Mas será que alterar as bactérias no intestino de pacientes de Parkinson pode mudar o curso da doença?

Fala-se de psiquiatras que prescrevem micróbios do humor ou psicobióticos – efetivamente um coquetel probiótico de bactérias saudáveis – para impulsionar nossa saúde mental.

A pesquisadora Kirsten Tillisch, da Universidade da Califórnia, em Los Angeles, questiona: “Se mudarmos as bactérias, podemos mudar o modo como reagimos?”.

Ela diz, entretanto, que são necessários estudos muito maiores que realmente investiguem quais espécie e até subespécies de bactérias podem estar exercendo efeito sobre o cérebro e o que elas estão produzindo no intestino.

“Há conexões claras aqui. Acho que nosso entusiasmo e nossa empolgação se explicam porque não tivemos, até agora, tratamentos ótimos (para males como Parkinson). Então é muito empolgante pensar que há um caminho totalmente novo que podemos estudar e com o qual podemos ajudar as pessoas, talvez até para prevenir doenças.”

O microbioma – nosso segundo genoma – está abrindo uma maneira inteiramente nova de se fazer medicina, e seu papel está sendo investigado em quase todas as doenças que se pode imaginar, incluindo alergias, câncer e obesidade.

Impressiona o quão maleável esse segundo genoma é e como isso está em contraste com o nosso próprio DNA.

A comida que comemos, os animais de estimação que temos, os medicamentos que tomamos, como nascemos – tudo modifica nossos habitantes microbianos.

“Prevejo que nos próximos cinco anos, quando você for ao médico fazer seu exame de colesterol, por exemplo, você também vai ter o seu microbioma avaliado. O microbioma é o futuro fundamental da medicina personalizada”, afirma John Cryan.

*Por: James Gallagher

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*Fonte: bbc

Por que engordamos quando ficamos mais velhos (e não tem a ver só com o metabolismo)

A guerra contra a balança é algo que atormenta muitos depois de certa idade… e certos quilos.

Quem já passou dos 30 anos sabe bem o que é isso: as calças que entravam com folga na década anterior estão apertadas ou já não cabem mais.

Envelhecer e engordar parecem andar de mãos dadas, embora alguns especialistas digam que o ganho de peso pode ser evitado com o avançar da idade.

A solução, dizem eles, é encontrar uma atividade física que faça você gastar muitas calorias.

Isso porque os quilos extras estão associados ao metabolismo, ou seja, a forma como o nosso corpo consome energia.

Um metabolismo lento é aquele que queima menos calorias em repouso do que o normal. Também é conhecido como metabolismo basal.

Quando envelhecemos, nosso metabolismo diminui por uma questão de sobrevivência. Ou seja, as células queimam os nutrientes mais devagar e tendem a se agarrar à gordura, preparadas para ter uma reserva em caso de necessidade.

Mas há outras causas menos conhecidas que nos fazem ganhar peso ao envelhecermos.

A seguir, os principais motivos do ganho de peso com a idade elencados pelo NHS, o sistema de saúde público do Reino Unido, e que não têm a ver com o metabolismo.

1) Medicamentos

Ao envelhecermos, sentimos mais dores. Às vezes, surgem doenças crônicas que exigem remédios por toda a vida. O ganho de peso pode ser um efeito colateral comum de muitos desses medicamentos.

Segundo o NHS, contribuem para o ganho de peso esteroides, antipsicóticos e insulina, entre outros.

Solução: Nunca ignore as recomendações do seu médico, mas fale com ele para saber se é possível substituir alguns remédios por outros.

2) Insônia

Dormir pouco não é bom para o nosso cérebro, para o nosso peso e para a nossa saúde em geral.

Segundo Neil Stanley, especialista em Medicina do Sono do Hospital Universitário de Norfolk e Norwich (Inglaterra), “há uma ligação muito forte entre a falta de sono e o ganho de peso”.

À medida que envelhecemos, costumamos dormir menos, então as chances de ganharmos peso crescem, diz o NHS.

Solução: Durma mais. Segundo Stanley, “o sono é vital para a nossa saúde física e mental”.

3) Televisão

Seja por prazer ou porque a nossa saúde não nos permite ter uma vida fisicamente ativa, assistir à TV por muitas horas contribui para uma vida sedentária.

Segundo estudos analisados pelo NHS, quando estamos na frente da tela, muitas vezes, consumimos calorias de que não precisamos.

A nutricionista britânica Anna Suckling explica: “As pessoas muitas vezes descobrem que, enquanto estão sentados na frente da televisão, consomem alimentos com alto teor de calorias, como batatas fritas e chocolate”.

Solução: Modere o número de horas em frente à TV e preste atenção ao que você come. Prefira lanches saudáveis aos petiscos industrializados.

4) Estresse

À medida que envelhecemos, nossas responsabilidades aumentam. Nos preocupamos mais e sofremos estresse. Uma maneira comum de lidar com essa situação é comer mais do que precisamos.

Nesse sentido, o açúcar acaba sendo um alimento recorrente.

Consumir lanches açucarados dá uma sensação temporária de bem-estar, mas pode ser fatal para a nossa saúde.

Solução: Além de tentar reduzir (ou eliminar) a causa do estresse, prepare lanches saudáveis e tente fazer algum exercício, aconselha Suckling.

Outras causas mais comuns e relacionadas ao metabolismo são a perda muscular, disfunção hormonal e aumento dos níveis de açúcar no sangue.Por que engordamos quanto ficamos mais velhos (e isso não tem a ver com o metabolismo).

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*Fonte: bbc-brasil

9 decisões ruins que você toma diariamente sem perceber

1. Começar pelas tarefas mais fáceis
Tudo fica mais fácil quando você está descansado e sua cabeça está limpa, inclusive as tarefas mais difíceis. Algumas pessoas utilizam a técnica de “comer um sapo”, em alusão a uma citação de Mark Twain, escritor americano, que disse “coma um sapo vivo pela manhã, e nada de pior vai acontecer no resto do seu dia”. É melhor iniciar o dia com as coisas mais complicadas, pois você nunca sabe o que aguarda até fim do expediente.

2. Olhar constantemente seu email
Sobe o alerta de uma nova mensagem em sua caixa de email, seu primeiro impulso é clicar e ler a mensagem. Essa atitude pode parecer produtiva, pois suas mensagens não se acumularão, mas estudos mostram que isso só atrapalha sua produtividade. Uma solução simples, sugerida pelo psicólgo Ron Friedam, é silenciar seu telefone e fechar a aba da sua conta de email, definindo horários específicos para conferir o recebimento de novas mensagens.

3. Deixar seu celular na mesa enquanto trabalha
A presença do seu telefone celular enquanto trabalha, não importando se está no modo vibração ou mesmo desligado, pode afetar sua produtividade. Uma pesquisa, publicada no Periódico da Associação para Pesquisa do Consumidor, sugere que a simples presença de seu smartphone pode afetar seu desempenho cognitivo. A melhor solução, segundo o estudo, parece ser deixar o celular em um local longe de sua vista.

4. Ficar sentado o dia todo
Quem trabalha em escritório sabe que não existe muita opção: ficar sentado o dia todo é uma realidade. Apesar disso, muitas pesquisas sugerem que levantar pontualmente durante o dia, em vez de se manter sentado por longos períodos, já é o suficiente para que a condição não afete sua saúde.

5. Olhar para telas por horas continuamente
Olhar para um tela de computador, durante um dia inteiro, pode causar o fenômeno conhecido como “tensão ocular digital”, deixando o globo ocular seco e causando visão embaçada. A dica é a regra 20/20/20, a cada 20 minutos olhe algo distante 20 metros por 20 segundos, segundo contou o oftamologista Rahul Khurana ao Business Insider.

6. Dar uma pausa no trabalho só no fim do dia
Manter o foco em uma única atividade, durante um dia inteiro, pode parecer produtivo, mas pausas são necessárias e ajudam a manter a qualidade do seu trabalho. Um estudo, publicado em 2015, sugere que o horário em que pausas são feitas tem influência na sua eficácia; ou seja, quanto mais você demorar para tomar um café e relaxar por uns minutos, menos vai render ao longo do dia. E se você não gosta de café, sem problemas: utilizar esse tempo para projetos pessoais, que você realmente tenha vontade de fazer, também é efetivo.

7. Escutar música enquanto trabalha
Algumas pessoas têm o costume de ouvir música enquanto trabalham e provavelmente acham que a atitude melhora seu desempenho, mas nem sempre isso é verdade. Em uma entrevista ao Bussines Insider em 2015, o neurocientista e músico Daniel Levitin disse que vários novos estudos chegaram à conclusão de que música não atrapalha atividades repetitivas, como uma linha de produção ou dirigir um carro. Mas ocupações mais intelectuais, em que é necessário ler ou escrever, são afetadas de forma negativa pela música. Nesses casos, Levitin sugere que se ouça algo 10 a 15 minutos antes da tarefa, a fim de melhorar seu humor e o manter relaxado.

8. Olhar redes sociais no automático
Segundo um estudo, feito em 2016, utilizamos as redes sociais de duas formas. Passivamente, quando só consumimos informação, rolando nossa linha do tempo de forma indeterminada, e ativamente, quando postamos algo interessante ou interagimos com a postagem de alguém conhecido. Os resultados apontam que o uso passivo não é saudável, pois assim sentimos inveja das vidas perfeitas que as outras pessoas parecem ter. Se for para usar, o melhor é interagir com pessoas conhecidas, mandando mensagens e comentando fotos.

9. Ficar acordado até tarde
Quem nunca ficou acordado até mais tarde para assistir àquela série empolgante até o final? Ou descobriu algo novo na internet e começou a ler sobre o assunto, adiando a hora de dormir? Isso pode parecer coerente na hora e interessante, mas cientistas identificaram o fenômeno como “procrastinação da hora de dormir”. Isso é algo que não apenas prejudica o dia seguinte, como, segundo esta matéria, também pode ser tão mortal quanto fumar. O melhor a se fazer é determinar um horário, considerando que são necessárias de 7 a 9 horas de sono por noite, e desligar a televisão e o computador sem reclamação. Pode parecer difícil, mas as vantagens são imensas.

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*Fonte: tecmundo

6 dicas básicas para manter sua casa livre de baratas

O que dizer das baratas, esses bichos tão asquerosos e horripilantes que só aparecem para incomodar o sossego das pessoas? Mesmo que alguns cientistas americanos estejam tentando encontrar uma função nobre para esses insetos, a verdade é que a maioria das pessoas não gosta de baratas e apresenta rejeição.

E não é para menos. Quando aparecem, esses bichos, que são sinônimo de sujeira, ficam correndo por todos os lados e contaminando tudo o que tocam. Se você pensar por onde eles podem ter andado antes, então, aí é que a vontade de acabar logo com eles fica maior.

Nós já apresentamos aqui no Mega Curioso uma lista de curiosidades que até mostra que as baratas não são tão desprezíveis, além de publicarmos uma matéria falando como elas também podem ser “ingredientes” da sua barra de chocolate favorita. Mesmo assim, dificilmente você vai desistir de se livrar dessas criaturas quando elas aparecerem, e isso, dependendo da situação, pode ser uma tarefa árdua. Então confira estas seis dicas do site Mother Nature Network para eliminar esses bichos e a sua aflição.

1. Manter a limpeza

Em algumas situações, prevenir é o melhor remédio. Com as baratas, isso pode ser aplicado também, já que, se você mantiver um ambiente sempre limpo, dificilmente elas aparecerão. Na maioria das vezes, elas são atraídas por restos de comida, principalmente gordura; ou seja, evite deixar acúmulo de louça suja, conserve o chão limpo e o fogão em ordem, sem panelas usadas. Essas medidas devem ajudar a deixar as baratas longe de sua casa.

Louças sujas são um prato cheio para atrair baratas

2. Mantenha os buracos tapados

Qualquer rachadura e abertura pode ser uma porta de entrada de baratas e outros insetos. Portanto, certifique-se de que não há fendas em algum lugar da casa e, se houver, promova a manutenção desses locais. Se existir a possibilidade, por meio daqueles que possuem tampas retráteis, tente manter os ralos cobertos também.
3. Conserte os vazamentos

Outra coisa que atrai as baratas é a umidade e a água originadas por vazamentos, pias não muito secas ou excesso em vasos de plantas. Evitando essas situações, você tomará uma medida preventiva eficiente contra esses insetos. Lembre-se: baratas conseguem viver meses sem comida, mas apenas alguns dias sem água, por isso são tão atraídas por esse elemento.

4. Produza suas próprias iscas e armadilhas caseiras

Utilize uma medida de açúcar refinado para três de ácido bórico. O doce do açúcar atrairá as baratas, enquanto o ácido vai matá-las. O composto pode causar algumas irritações, mas não é tóxico para humanos e animais. De qualquer forma, é bom evitar espalhar o pó em locais onde pode haver contato de crianças e pets. Algumas indicações de aplicação são atrás e embaixo de geladeira, fogão, máquina de lavar louças, pia etc.

A terra de diatomácea é um inseticida natural que não prejudica animais e seres humanos

5. Procure uma empresa especializada

Dependendo do tamanho da infestação, você não terá como resolver sozinho, então a recomendação é procurar uma empresa especializada nesse tipo de serviço. Eles saberão como eliminar a grande quantidade de baratas, definindo como, onde e o que aplicar na sua casa. Uma sugestão do site Mother Nature Network é optar por equipes que utilizem “terra de diatomácea”, uma substância utilizada para vários fins, mas que é natural e mata os insetos sem o uso de elementos químicos.

6. Mate-as, simplesmente

Muitas vezes, a saída é pisar sem dó. Aliás, esse deve ser o recurso de muitos para matar baratas, mas há outra alternativa que dispensa a violência e o uso de inseticidas. Uma solução com um pouco de água e sabão para ser borrifada pode ser bem eficiente, já que o sabão vai sufocar as entranhas das baratas que, a exemplo da maioria dos insetos, respira por meio da pele. Essa mistura pode ser utilizada para manter limpos os cantos altos e os lugares mais complicados de se atingir.

 

 

 

 

 

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*Fonte: megacurioso

Restrição de calorias pode prolongar a expectativa de vida, sugere estudo

Cortar calorias que você come pode expandir sua expectativa de vida, e agora nós temos uma ideia do porquê. Um estudo em que as pessoas comeram quinze por cento menos calorias do que o habitual descobriu que comer muito menos tem grandes efeitos sobre o que acontece com o corpo durante o sono.

Muitos estudos descobriram que a restrição calórica estende a expectativa de vida de animais como vermes (especialmente no nematelminto Caenorhabditis elegans), moscas, camundongos e até macacos. As descobertas têm incentivado milhares de pessoas a optar por comer cerca de 15 a 18 por cento menos calorias do que o limite diário recomendado, na esperança de que conseguirão viver mais e com vidas mais saudáveis — e há alguma evidência de que essas pessoas têm melhores colesterol e níveis de glicose no sangue.

Para investigar isso ainda mais, Leanne Redman, do Centro de Pesquisa Biomédica Pennington, em Louisiana, e seus colegas aleatoriamente atribuíram dietas normais ou com calorias restritas a 53 adultos. Por dois anos, 34 dessas pessoas comeram quinze por cento menos calorias, enquanto os outros comiam tanto quanto queriam.

A dieta calórica-restritiva parecia causar alguns efeitos interessantes. No segundo ano do estudo, aqueles que comem menos calorias mostraram uma queda dramática em suas taxas metabólicas à noite, e uma queda pequena, mas significativa, em sua temperatura corporal noturna. “O metabolismo medido durante o sono foi reduzido em dez por cento”, disse Redman.

Menos estresse celular

As análises das amostras de sangue dos participantes da pesquisa revelaram que essas pessoas também experimentaram uma queda de vinte por cento no estresse oxidativo — danos às células causadas pelos subprodutos do metabolismo. Pensa-se que os danos ao DNA e às células causados pelo estresse oxidativo são as características chaves do envelhecimento.

Redman acha que uma dieta de baixa caloria pode levar o corpo a ter uma taxa metabólica de repouso menor. Este pode ser um mecanismo evolutivo para economizar energia quando o alimento é escasso, como é visto em animais que hibernam.

“Este estudo é o primeiro a mostrar que os humanos respondem à restrição calórica por uma redução na taxa metabólica de repouso”, diz Luigi Fontana da Universidade de Washington, no Missouri, à New Scientist. Mas ele diz que esta queda no metabolismo não é necessariamente o que causa o aumento da longevidade em animais em dietas restrições calóricas. Ele acha que as mudanças em como as células sentem a disponibilidade de alimentos são susceptíveis de ser mais importante.

No entanto, mesmo que se foi descoberto que funciona bem em pessoas, a restrição calórica não é para todos. No início, isso requer planejamento muito cuidadoso de refeição, e os efeitos colaterais podem incluir uma perda de libido e sensação de frio.

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*Fonte: sociedadecientifica

Confira quantas horas você precisa dormir de acordo com sua idade

A maioria das pessoas sabe que ter uma boa noite de sono é importante, mas poucos passam oito ou mais horas debaixo dos lençóis.

Para complicar ainda mais as coisas, estimulantes como café e bebidas energéticas, além de despertadores e luzes ─ incluindo as dos dispositivos eletrônicos ─ interferem com o chamado ritmo circadiano, ou relógio biológico.

Embora reconheçam que o sono é especialmente afetado pelo estilo de vida e a saúde de cada indivíduo, um painel de especialistas da National Sleep Foundation, um instituto de pesquisa sem fins lucrativos dos Estados Unidos com sede em Arlington (Virgínia), publicou recomendações gerais sobre quantas horas de descanso são necessárias de acordo com cada faixa etária.

 

Confira as recomendações:

Recém-nascidos (0-3 meses): o ideal é dormir entre 14 a 17 horas por dia, embora também seja aceitável um período entre 11 a 13 horas. Não é aconselhável dormir mais de 18 horas.

Bebês (4-11 meses):
Recomenda-se que o sono dure entre 12 e 15 horas. Também é aceitável um período entre 11 e 13 horas, mas não mais do que 16 ou 18 horas.

Crianças pequenas (1-2):
não é aconselhável dormir menos de 9 horas ou mais de 15 ou 16 hora. É recomendável que o descanso dure entre 11 e 14 horas.

Crianças em idade pré-escolar (3-5):
10-13 horas é o mais apropriado. Especialistas não recomendam dormir menos de 7 horas ou mais de 12 horas.

Crianças em idade escolar (6-13):
o aconselhável é dormir entre 9 e 11 horas.

Adolescentes (14-17):
Devem dormir em torno de 10 horas por dia.

Adultos jovens (18-25):
7-9 horas por dia. Não devem dormir menos de 6 horas ou mais do que 10 ou 11 horas.

Adultos (26-64):
O ideal é dormir entre 7 e 9 horas, embora muitos não consigam.

Idosos (65 anos ou mais):
o mais saudável é dormir 7 a 8 horas por dia.

 

Especialistas também deram dicas sobre como obter um sono saudável.

  1. Manter um horário para dormir, mesmo nos fins de semana.
  2. Ter uma rotina para dormir relaxado.
  3. Exercitar-se diariamente.
  4. Garantir condições ideais de temperatura, ruído e luz no quarto.
  5. Dormir em um colchão e travesseiros confortáveis.
  6. Ter cuidado com a ingestão de álcool e cafeína.
  7. Desligar aparelhos eletrônicos antes de dormir.

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*Fonte: bbc-brasil

Sabe a história de que quem bebe uma taça de vinho por dia vive mais? É mentira

Nos últimos anos, temos sido bombardeados pela mídia comercial com “estudos” que comprovariam os benefícios para a saúde de consumir pequenas quantidades de bebidas alcoólicas, como o vinho. E se você descobrisse que, na verdade, esses pseudoestudos foram patrocinados pela indústria do álcool e que, na verdade, tomar um copo de bebida alcoólica toda noite encurta sua vida? E que apenas meio copo diário de álcool aumenta o risco de uma mulher ter câncer de mama?

Um estudo feito pela Universidade de Cambridge e divulgado pela revista científica The Lancet na semana passada enterra de vez a lenda urbana de que a bebida pode trazer algum bem, mesmo em pequenas quantidades. O consumo superior a 12,5 unidades de álcool por semana, o equivalente a cinco canecas de cerveja ou cinco taças de vinho semanais, ajuda a diminuir seus dias na Terra. Ou seja, o álcool encurta a expectativa de vida em vez de prolongá-la.

Ciência ou lobby da indústria?

“A mensagem central de nosso trabalho é que, se uma pessoa já consome álcool, beber menos a ajudará a viver mais e a ter um menor risco de contrair doenças cardiovasculares graves”, disse Angela Wood, diretora da pesquisa. E isso inclui rum, cerveja, vinho ou qualquer outra bebida. Todas elas estão associadas a um maior risco de AVC, aneurisma fatal, insuficiência cardíaca e morte.

O consumo de cinco canecas de cerveja ou cinco taças de vinho semanais ajuda a diminuir seus dias na Terra. Ou seja, o álcool encurta a expectativa de vida em vez de prolongá-la

Em um comunicado, os pesquisadores comentaram que sua descoberta desafia justamente a crença implantada pelo lobby da indústria de bebidas de que o consumo moderado de álcool seja benéfico ao coração e ao sistema circulatório.

Os autores analisaram o histórico clínico de 600 mil adultos de 19 países do mundo que não se definiam como “abstêmios”. E descobriram que consumir 25 ou mais unidades de álcool por semana reduz a esperança de vida em um ou dois anos. Beber 18 canecas de cerveja ou vinho por semana reduziria a esperança de vida entre quatro e cinco anos.

Na última semana, a revista Mother Jones publicou uma profunda investigação sobre a relação entre o consumo de álcool e o câncer de mama, a partir da experiência vivida pela própria autora, Stephanie Mencimer. Aos 47, Stephanie não estava no grupo de risco (amamentou suas crianças, fazia exercícios regularmente), não tinha histórico familiar nem estava acima do peso quando descobriu ter câncer. A repórter bebia regularmente, e ficou espantada que nenhum médico tivesse feito a associação entre o hábito e a doença.

Mulheres que bebem mais de dois drinques por dia têm 15% de chances a mais de ter câncer de mama, 25% a mais do que as que não bebem

Os números a que Stephanie chegou são espantosos: mulheres que bebem acima de dois drinques por dia têm 15% de chances a mais de ter câncer de mama, 25% a mais do que as que não bebem. “Enquanto os médicos frequentemente me advertiram a não pôr creme no meu café para não entupir minhas artérias –uma correlação que já foi bastante rebatida– nem uma só vez algum deles sugeriu que eu teria um risco maior de câncer se não cortasse o álcool. Preenchi dezenas de formulários médicos durante anos perguntando quanto eu bebia por semana, e a resposta sempre foi: ‘então você bebe socialmente’”, relata.

A repórter descobriu que, em 1988, a OMS já havia colocado o álcool no grupo 1 dos elementos cancerígenos, o que significa que está provado que causa câncer. Não há dose segura de álcool em humanos, segundo a entidade da ONU, e ele está associado a pelo menos sete tipos de câncer, mas mata mais mulheres de câncer nos seios do que qualquer outro. A Agência Internacional de Pesquisa em Câncer estima que para cada drinque bebido diariamente, o risco de câncer de mama cresce 7%.

Ao mesmo tempo, ao longo dos anos, o dinheiro utilizado nos EUA pela indústria da bebida para fazer lobby só aumentou, gerando os tais “estudos” afirmando que o álcool em quantias moderadas pode fazer “bem”. Também aumentou a utilização de mulheres na propaganda para vender bebidas, mesmo com o álcool associado ao câncer de mama. No Brasil, por exemplo, a “gostosa”, a “boa” da cerveja já virou lugar comum, em que pesem os protestos feministas.

Os gastos da indústria de bebidas com lobby. Fonte: OpenSecrets

A conclusão da repórter, óbvio, é que não tem como saber se foi realmente o álcool quem a levou a ter câncer no seio. Mas ela gostaria de ter sido informada dos riscos que corria, como acontece com os fumantes. “Pelo menos eles tiveram uma escolha, sabiam dos riscos que estavam correndo. Como muitas mulheres, eu não tive essa escolha, e uma indústria poderosa trabalhou para que as coisas continuassem assim.”

 

 

 

 

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*Fonte:

Sentar é nocivo para o cérebro também, e não apenas para o metabolismo e o coração

Sentar-se demais está ligado a mudanças em uma parte do cérebro que é crítica para a memória, de acordo com um estudo preliminar feito por pesquisadores da UCLA de pessoas de meia-idade e idosos.

Estudos mostram que sentar-se demais, como fumar, aumenta o risco de doenças cardíacas, diabetes e morte prematura. Os pesquisadores queriam ver como o comportamento sedentário influencia a saúde do cérebro, especialmente as regiões do cérebro que são críticas para a formação da memória.

Os pesquisadores da UCLA recrutaram 35 pessoas com idades entre 45 e 75 anos e perguntaram sobre seus níveis de atividade física e o número médio de horas por dia que passaram sentados na semana anterior. Cada participante fez uma ressonância magnética de alta resolução, que fornece uma visão detalhada do lobo temporal medial, ou MTL na sigla em inglês, uma região do cérebro envolvida na formação de novas memórias.

Os pesquisadores descobriram que o comportamento sedentário é um preditor significativo de afinamento do lobo temporal medial e que a atividade física, mesmo em níveis elevados, é insuficiente para compensar os efeitos nocivos de se sentar por períodos prolongados.

Este estudo não prova que sentar demais causa estruturas cerebrais mais finas, mas sim que mais horas gastas sentadas estão associadas a regiões mais finas, disseram os pesquisadores. Além disso, os pesquisadores se concentraram nas horas passadas sentadas, mas não perguntaram aos participantes se faziam intervalos durante esse período.

O próximo passo dos pesquisadores é seguir um grupo de pessoas por um período mais longo para determinar se a sentar causa o afinamento e qual o papel que o gênero, a raça e o peso podem ter na saúde cerebral relacionada à capacidade de se sentar.

O afinamento do lobo temporal medial pode ser um precursor do declínio cognitivo e da demência em adultos de meia-idade e idosos. Reduzir o comportamento sedentário pode ser um alvo possível para intervenções destinadas a melhorar a saúde do cérebro em pessoas com risco de doença de Alzheimer, disseram os pesquisadores.

 

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*Fonte: sociedadecientifica

6 maneiras de treinar seu cérebro para lidar com a ansiedade, mal que afeta 13 milhões de brasileiros

Sofrer com a ansiedade é mais comum do que muitos imaginam: somente no Brasil, cerca de 13,3 milhões de pessoas têm distúrbios de ansiedade, doença que atrapalha relacionamentos, desempenho profissional e o bem-estar físico e emocional do indivíduo.

No ano passado, 6,4% da população brasileira sofria com transtornos do tipo, bem mais que a média global, de 3,9%, de acordo com estimativas da Organização Mundial de Saúde (OMS).

Mas o que é um transtorno de ansiedade e como diferenciá-lo da ansiedade natural? De acordo com Olivia Remes, doutoranda e pesquisadora do Departamento de Saúde Pública e Cuidados Primários da Universidade de Cambridge, na Inglaterra, transtornos de ansiedade generalizada são caracterizados por sensações frequentes de medo, inquietação, e de “sentir-se no limite”.

“Quando uma pessoa tem um prazo apertado ou uma emergência no trabalho, ela se sente ansiosa e isso é normal. Mas há pessoas que se preocupam com cada ponto de suas vidas e não conseguem se livrar disso”, explica. “Pessoas com esse transtorno se preocupam muito mais frequentemente e com mais intensidade que aquelas com uma boa saúde mental.”

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Apesar dos distúrbios de ansiedade serem um problema sério, que muitas vezes demanda acompanhamento com especialistas, é possível desenvolver habilidades para lidar com o transtorno.

Abaixo, Remes compartilha diferentes estratégias para enfrentar o problema, com base em um estudo recente que liderou.

1. Monitore os seus pensamentos

Quem sofre com transtornos de ansiedade geralmente se vê tomado por pensamentos negativos que invadem a mente sem aviso. “Pessoas com transtornos de ansiedade são pessimistas. Elas acreditam que algo ruim está prestes a acontecer, mesmo que não haja nenhuma evidência que aponte para isso. Elas temem o futuro e acham muito difícil evitar esse tipo de preocupação”, descreve a pesquisadora.

Para contornar tal situação corriqueira aos ansiosos, Remes sugere não lutar contra os pensamentos negativos, mas escolher uma hora do dia como o “momento da preocupação” e se permitir um período limitado de tempo para ruminar. Como exemplo, Remes recomenda designar o horário das 16h para as preocupações e dar a si mesmo 20 minutos para preocupar-se.

“A literatura psicológica mostra que nossos pensamentos murcham se não os alimentamos com energia. Ao empurrar esses pensamentos para um outro momento do dia, quando você chegar no momento designado para a preocupação, eles talvez não pareçam tão confusos ou preocupantes como pareciam quando brotaram em sua mente pela primeira vez”, explica Remes.

2. Faça atividades físicas e pratique meditação

A famosa citação latina “uma mente sã num corpo são” não é gratuita. Saúde mental e física são codependentes, afirma Remes, e a prática de exercícios físicos é um aliado essencial para o bem-estar psíquico. Em conjunto com exercícios regulares, a meditação consciente também pode ajudar mentes ansiosas.

Um estudo da Universidade de Nova Jersey, publicado recentemente na revista Nature, mostrou que apenas duas sessões semanais de meditação e atividades físicas, de 30 minutos cada, reduziram drasticamente sintomas depressivos nos 52 participantes da pesquisa. Os pesquisadores concluíram que, ao cabo de oito semanas, além de auxiliar aqueles com depressão, a prática também poderia ser útil para aqueles que tendem a ruminar pensamentos, algo comum entre os ansiosos.

“Eu realmente fiquei muito surpresa com esse estudo, com o quanto essas mudanças de hábito podem ter um impacto tão grande”, afirma Remes. “Quando você se exercita, você diminui seus níveis de ansiedade e você tem mais energia. Você simplesmente se sente melhor como um todo”, aponta.

3. Encontre um propósito – nem que seja cuidar de seu animal de estimação

Em 1946, o médico austríaco Viktor Frankl publicou o livro Em busca de sentido: um psicólogo no campo de concentração, no qual narrou suas experiências como prisioneiro em Auschwitz. Frankl também analisa a resposta psicológica de diferentes prisioneiros expostos ao campo de concentração nazista e argumenta que encontrar sentido no cotidiano é uma forma de lidar com a adversidade.
Image caption Estudo de Remes notou que pessoas com senso de coesão, de propósito e que enxergavam sentido em suas vidas, tinham menos distúrbios de ansiedade

De acordo com Remes, pessoas com distúrbios de ansiedade muitas vezes não conseguem identificar um propósito claro em suas vidas e nem sempre acreditam que vale a pena investir esforços para endereçar os desafios que encontram. Em seu estudo recente sobre níveis de ansiedade em mulheres que vivem em situações de privação econômica, Remes encontrou que aquelas que tinham senso de coesão, de propósito e que enxergavam sentido em suas vidas, tinham menos distúrbios de ansiedade, mesmo vivendo situações difíceis.

Para a pesquisadora, as lições de Frankl, mesmo extraídas de uma experiência dramática, são um mecanismo útil para aqueles que sofrem com ansiedade. “Nos relatos de Frankl, um traço de personalidade que diferenciava os prisioneiros eram aqueles que conseguiam manter um propósito mesmo naquela situação. Para um era saber que sua filha o aguardava, então ele precisava sobreviver para ela e isso lhe deu esperança. Para outra, era saber que ela tinha um trabalho importante para finalizar”, afirma.

No cotidiano, ter a sensação de que você é necessário para a vida de outra pessoa ou para uma atividade específica auxilia na construção de propósito. Tal senso de conexão pode ser traduzido em atividades de voluntariado, em cuidados com um familiar enfermo, na educação de uma criança ou mesmo nos cuidados com um animal de estimação, aponta Remes.

“Quando você coloca seu foco em algo além de você, esse ato te ajuda a dar um tempo de si mesmo”, explica. “Ter outras pessoas em mente é muito importante, porque torna um pouco menos penoso passar pelos momentos mais difíceis.”

4. Veja o lado bom da vida (por mais que isso seja desafiador)

Por mais clichê que possa soar, adotar uma atitude positiva perante à vida, com foco nos aspectos bons ao invés dos ruins, é essencial para lidar com a ansiedade. Para domar a mente e espantar os pensamentos negativos, Remes recomenda olhar para elementos que te dão prazer, ao invés daqueles que te irritam ou que te deprimem.

Embora controlar quais pensamentos te veem à mente seja impossível, é possível dialogar com eles uma vez que se fazem presente. Se, ao chegar em um ambiente, algo negativo te chamar a atenção, busque encontrar algo que seja positivo. Se no caminho para o trabalho o trânsito estiver estressante, busque ouvir uma música que te conforte – ou mesmo mude a maneira de se deslocar ao trabalho. Essa atitude positiva perante os pequenos momentos da vida tendem a reverberar também no bem estar emocional do indivíduo, aponta Remes.

Nas situações em que pensamentos negativos intensos invadem a mente, focar em outras atividades do corpo, como a respiração, também é uma forma de amenizar seus efeitos. “Reconheça que esses pensamentos catastróficos que vêm à mente, que te fazem se sentir péssimo, são apenas eventos mentais que irão passar”, diz Remes.

5. Viva no presente

A prática de ruminar pensamentos e ser constantemente tragado por memórias do passado tende a alimentar a ansiedade. Preocupar-se com o que pode ocorrer no futuro também pode deixar o indivíduo mais ansioso. Embora muitas vezes esses pensamentos sejam difíceis de controlar, Remes aponta que é importante manter um foco constante no que você está fazendo agora.

“Estudos mostram que, quando nós vivemos no passado, revivendo memórias antigas, essa atitude nos deixa depressivos e menos felizes. Na verdade, ficamos mais felizes quando vivemos no momento presente. Se você está trabalhando, simplesmente foque naquilo que você está fazendo. Simplesmente viva no presente”, diz.

6. Busque terapia

Nem sempre é possível lidar sozinho com distúrbios de ansiedade, e a terapia é uma grande aliada para melhorar a saúde mental. Em casos assim, uma possibilidade é a terapia cognitivo-comportamental, cujo princípio básico é buscar uma postura construtiva do paciente.

Nesse sistema de psicoterapia, a hipótese central aponta que a forma como entendemos eventos internos e externos – e não o evento em si – é que determina nossas respostas emocionais e comportamentais.

De acordo com Remes, a solução é preferencial ao consumo de medicamentos, quando for possível optar. “Em muitos casos, medicamentos não funcionam, ou funcionam apenas no curto prazo e os problemas retornam depois de um tempo”, aponta. Para a pesquisadora, trabalhar para desenvolver habilidades de enfrentamento à ansiedade e buscar terapia são as melhores formas de lidar com o transtorno.

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*Fonte: bbc

7 mitos e verdades sobre o vegetarianismo

De acordo com a Sociedade Vegetariana Brasileira, toda semana 2 mil pessoas se tornam vegetarianas. Seja em busca de um estilo de vida mais saudável ou por questões éticas, mais pessoas estão buscando informações e notícias sobre a vida vegetariana.

Para te ajudar a tirar suas dúvidas e saber como tirar o melhor proveito de frutas, verduras e legumes, a Pede Sabores, delivery de frutas, verdura e legumes de São Paulo, assume o tema Alimentação Saudável no Storia. Toda semana, você vai conferir novos textos com dicas sobre estilo de vida vegetariano, alimentos saudáveis e receitas fáceis e deliciosas. Para começar, uma lista sobre mitos e verdades que envolvem a alimentação de vegetarianos.

1. Vegetariano é só quem não come carne

Parcialmente verdade. De maneira geral, vegetariano é aquele que não come carne nem nenhum alimento derivado de origem animal (incluindo leite e ovos). Mas vale a pena lembrar que existem algumas classificações internas que se referem às variadas dietas que estão enquadradas dentro do vegetarianismo.

O ovolactovegetariano, por exemplo, mantém ovos e leite e derivados na alimentação. No lactovegetarianismo, a pessoa consome alimentos de origem vegetal e leite e seus derivados. No ovovegetarianismo, é o ovo que permanece na alimentação. Já o vegetarianismo restrito mantém apenas alimentos de origem vegetal no cardápio.

Existe também o veganismo que, além de adotar o vegetarianismo restrito, também optam por não utilizar outros produtos de origem animal, como cosméticos que incluam substâncias derivadas ou tenham sido testados em animais, roupas e acessórios, produtos de higiene e limpeza, entre outros.

2. Vegetariano não come a quantidade certa de proteína

Mito. Seja vegetariano ou onívoro, ingerir a quantidade certa de nutrientes como proteínas, vitaminas ou sais minerais tem mais a ver com uma alimentação planejada e equilibrada do que com a fonte do nutriente em si.

É verdade que a proteína de origem animal contém todos aminoácidos necessários para o corpo humano e que verduras e legumes têm quantidades limitadas. Mas isso pode ser resolvido de maneira satisfatória com a combinação de vários grupos alimentares de origem vegetal.

Combinar oleaginosas, leguminosas, cereais e verduras em um cardápio diário, na quantidade certa, já vai suprir suas necessidades diárias de proteína. Para isso, procure um profissional da saúde, como nutricionista ou nutrólogo, para montar o seu cardápio.

3. Vegetarianos possuem mais chance de ter anemia

Mito. O raciocínio é o mesmo das proteínas: é tudo uma questão de planejamento alimentar bem feito e a combinação de vários alimentos ricos em ferro. Existe uma diferença entre o ferro de origem animal e o ferro de origem animal. O de origem animal possui um agrupamento chamado de “heme” que já está pronto para ser absorvido pelo organismo.

Já o ferro de origem vegetal, que não possui esse agrupamento, precisa ser transformado no organismo antes de ser absorvido. Isso pode ser equilibrado com uma ingestão adequada de vitamina C, por exemplo, que aumenta em 3 a 4 vezes a absorção do ferro. Alimentos ricos em fibras, betacaroteno e vitamina A também estimulam a transformação do ferro vegetal no grupamento heme.

4. Todos os vegetarianos precisam fazer suplementação de vitaminas

Parcialmente verdade. Dois fatores devem ser considerados aqui: a fase da vida do vegetariano e o tipo de vegetarianismo adotado. Uma das principais vitaminas que precisam ser suplementadas é a vitamina B12, indispensável para mulheres grávidas, lactantes ou crianças.

Pessoas que não fazem uso regular de ovos, leite e laticínios também podem fazer suplementação de vitamina B12 de maneira preventiva. Mas atenção: não faça suplementação sozinho, só com acompanhamento médico.

Quanto ao cálcio e ao ferro, com um planejamento alimentar bem feito e uma alimentação alimentar adequada, os vegetarianos conseguem suprir suas necessidades diárias desses nutrientes sem precisar de suplementação artificial.

5. Vegetarianos não engordam

Mito. O simples fato de ter uma alimentação baseada em alimentos de origem vegetal não garante uma alimentação saudável. Se a pessoa corta carnes, mas continua consumindo frituras, massas e alimentos ricos em açúcares refinados como refrigerantes e sucos industrializados, ela vai engordar. Sem falar nos riscos para a saúde, como colesterol, pressão alta, entre outros.

Quando a pessoa corta as carnes, tende a compensar com a ingestão maior de carboidratos. É aí que entra o nutricionista para promover um cardápio mais equilibrado, com uma inserção de carboidratos de baixo índice glicêmico, que proporcionam a saciedade, são menos calóricos e possuem mais fibras.

6. Vegetarianos não podem praticar exercícios físicos de alta intensidade

Mito. Existem vários atletas famosos de alto rendimento que seguem uma dieta vegetariana e conseguem resultados acima da média no esporte. O mesmo acontece com fisiculturistas, que precisam de uma alimentação rica em proteínas e carboidratos.

Alguns atletas de renome internacional que são vegetarianos (ou veganos): Serena Williams, a atual número 1 do tênis mundial; Nate Diaz, lutador de MMA no UFC; Fiona Oakes, campeã internacional de maratona e Patrick J. Neshek, um dos jogadores de beisebol mais famosos dos Estados Unidos.

Tudo depende de como o cardápio é planejado e se precisa ou não de suplementação. O acompanhamento de um profissional da nutrição vai garantir uma alimentação balanceada, com a quantidade certa de todos os grupos vegetais, como verduras, legumes, frutas, sementes e oleaginosas.

7. Vegetarianos têm menos chances de desenvolver problemas cardíacos

Parcialmente verdade. Uma alimentação vegetariana pura (sem o consumo excessivo de alimentos ricos em gorduras saturadas, industrializados ou refinados) ajuda a diminuir as chances do desenvolvimento de doenças crônicas como a obesidade, alguns tipos de diabetes e a hipertensão. Manter uma alimentação rica em frutas, verduras e legumes diminui os níveis de colesterol ruim do sangue, diminui o acúmulo de gordura visceral e o entupimento das veias e artérias.

Vale lembrar: mesmo quem não é vegetariano precisa comer uma boa quantidade de frutas, verduras, legumes e outros alimentos naturais para suprir as necessidades diárias certas de nutrientes.

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*Fonte: storia

A enfermidade é um conflito entre a personalidade e a alma

O resfriado acomete quando o corpo não chora. A dor de garganta entope quando não é possível comunicar as aflições. O estômago arde quando as raivas não conseguem sair.

O diabetes invade quando a solidão dói. O corpo engorda quando a insatisfação aperta. A dor de cabeça oprime quando as duvidas aumentam. O coração desiste quando o sentido da vida parece terminar. A alergia aparece quando o perfeccionismo fica intolerável.

O peito aperta quando o orgulho escraviza. A pressão sobe quando o medo aprisiona. As neuroses afastam as pessoas de nós quando a “criança interna” emudece. A sensação de febre surge quando as autodefesas da negatividade detonam as fronteiras da imunidade. Os joelhos doem quando o orgulho não se dobra. O câncer mata quando não se é capaz de perdoar, quando não se é perdoado e/ou quando se cansa de viver.

E as dores caladas? Como falam em nosso corpo?

A enfermidade não é má, ela avisa quando erramos a direção. O caminho para a felicidade não é reto, existem curvas chamadas Equívocos. Existem semáforos chamados Amigos. Lanternas de alerta de chamadas Família. Um kit de Primeiros Socorros chamado Decisão. Um potente motor chamado Boa Vontade Para Consigo Mesmo. Um bom seguro chamado Determinação.

Um combustível inesgotável chamado Paciência. E um maravilhoso Condutor chamado Poder Superior: evoque-o.

*Autor desconhecido.

 

 

 

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*Fonte: portalraizes

Estudo associa consumo de cerveja e café à longevidade

Beber cerveja ou café pode te ajudar a passar dos 90 anos, aponta estudo que acompanhou a rotina e o estilo de vida de mais de 1.800 pacientes
Todo mundo sabe que levar um estilo de vida saudável e fazer exercícios regularmente é a chave para a longevidade. Agora, um novo estudo sugere que o café e o álcool merecem também atenção. De acordo com o UCI MIND (UC Irvine Institute for Memory Impairments and Neurological Disorders), tomar estas duas bebidas moderadamente pode te ajudar a viver mais e melhor.

O estudo chamado “The 90+” acompanhou o estilo de vida e hábitos alimentares de mais de 1.800 pessoas. A cada seis meses, os participantes eram submetidos a diversos testes neurológicos, cognitivos e físicos. Os pesquisadores coletaram informações sobre suas dietas, estilos de vida, histórico médico, entre outras informações sobre saúde.

A descoberta surpreendeu a todos: justamente dois dos hábitos que ajudaram os pacientes a viverem mais foram beber álcool e café todos os dias. Aqueles que tinham o hábito de beber quantidade moderada de álcool ou café diariamente provavelmente viveriam mais do que aqueles que se abstiveram.

Os participantes que bebiam diariamente dois copos de cerveja ou duas taças de vinho eram 18% mais propensos a viverem mais, enquanto os amantes de café tinham 10% mais probabilidade de viverem mais tempo do que aqueles que não tinham o mesmo hábito.

“Eu não tenho uma explicação exata para isso“, admitiu a doutora Claudia Kawas, coordenadora do estudo. “Mas eu realmente acredito que beber moderadamente ajuda a longevidade.”

A pesquisa, porém, não é uma carta branca para você aumentar seu consumo de álcool ou café.

“Muitos dos estudos relacionados ao consumo de álcool, incluindo o The 90+ Study, são observacionais, então nós só podemos dizer que alguma substância na bebida está associada à saúde e longevidade. Me deixa curiosa saber se os consumidores de álcool e café compartilham outros importantes hábitos e estilos de vida que poderiam ser a verdadeira chave para a longevidade“, ponderou a nutricionista americana Jennifer Markowitz, ao The Daily Meal.

Para especialistas, na dúvida, ainda a melhor sugestão é a moderação.

 

 

 

 

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*Fonte: pragmatismopolitico

Cuidados e precauções a respeito da irradiação de alimento no Brasil

Uma das técnicas empregadas com maior frequência pela indústria alimentícia para conservar os ingredientes por mais tempo é a irradiação iônica. Esse método baseia-se em submeter vegetais, frutas e até mesmo carnes a índices controlados de radiação com raio-X, Césio 197, Cobalto 60 ou ainda isótopos acelerados.

Irradiação de alimentos: benefícios e precauções

A radiação apresenta uma série de benefícios, sendo que o principal deles é a proteção contra insetos e demais pragas. Além disso, como já foi citado, a medida consegue retardar as etapas de amadurecimento e envelhecimento dos tecidos nos alimentos. Como consequência, os itens permanecem frescos e podem ser armazenados por um período mais prolongado. Este processo ocorre porque a radiação torna os átomos instáveis em íons (átomos carregados eletronicamente), evitando que os tecidos estraguem.

Apesar desses benefícios, muitas pessoas e especialistas questionam os possíveis malefícios que esses alimentos podem levar à saúde dos consumidores. Ainda que o procedimento seja classificado como seguro para os seres humanos, a carga de íons que uma única fruta recebe pode ser até 150 milhões de vezes maior do que a quantia envolvida em uma radiografia torácica, por exemplo.

Há também setores que levantam a praticidade dessa ação, trazendo para debate aspectos relacionados aos elevados custos deste tipo de operação e eficiência duvidosa do procedimento. Além disso, por conta dos efeitos dos elementos químicos adicionados e ao maior tempo de armazenagem, o valor nutritivo dos itens pode ficar comprometido. Estima-se a quantidade de vitaminas e proteínas sejam reduzidas em até 90%. Alguns estudos preliminares investigam uma provável relação entre o aumento nos casos de câncer no mundo todo e a radiação.

Este tipo de prática, portanto, é uma solução dispendiosa para lidar com a questão de segurança sanitária, pois foca nos sintomas e não na origem do problema. Um caminho economicamente viável e mais consciente do ponto de vista da saúde seria o cultivo local dos alimentos.

Quais são as regras para a irradiação de alimentos no Brasil?

Desde a publicação da Instrução Normativa nº 9, em 2011, o Ministério da Agricultura reconhece o emprego da radiação ionizante como tratamento fitossanitário. Ou seja, o texto liberou a técnica para a prevenção e disseminação das chamadas pragas quarentenárias. Como resultado, o Brasil ganha força para expandir a venda de frutas para mercados externos mais exigentes.

Tanto a dose de irradiação quanto categoria de alimento devem ser observadas para que não haja prejuízos à saúde da população. Além disso, é preciso estar atento aos efeitos da radiação para o meio ambiente. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), o processo é visto como seguro e pode resolver a escassez de alimento em várias nações.

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*Fonte: pensamentoverde

Dormir pouco pode causar doenças mentais

Quem tem dificuldade para pegar no sono sabe que os efeitos de uma noite mal dormida não acabam quando o dia começa. Olheiras, fadiga, olhos secos, dificuldade de se concentrar e irritação são algumas das respostas do corpo à privação de sono. A qualidade do sono impacta diretamente nossa saúde física e mental. A insônia, inclusive, é um sintoma comum em pacientes que sofrem de ansiedade, depressão, esquizofrenia, bipolaridade e distúrbios de atenção.

A psicóloga Jo Abbott, da Universidade Tecnológica de Swinburne, na Austrália, defende que a insônia e doenças mentais estão bastante interligadas — elas se retroalimentam. Segundo ela, cerca de 50% dos adultos com insônia têm problemas mentais e 90% das pessoas com depressão sofrem para dormir. O pior dessa relação insônia versus depressão é que quem não dorme bem responde pior ao tratamento da depressão e está mais propenso a ter picos de tristeza.

Dormir pouco pode ferrar seu cérebro

O professor Peter Franzen, da Universidade de Medicina de Pittsburgh, nos Estados Unidos, concorda com Abbott sobre a correlação entre insônia e doenças mentais. Em seu estudo sobre como a insônia pode causar disfunções no circuito cerebral responsável pelas emoções, ele explica que o sono e os sentimentos são o produto de interações entre várias regiões comuns do cérebro, hormônios e neurotransmissores. Então, anormalidades em alguns deles causam impactos nos outros. Inclusive, há evidências de que doenças mentais podem surgir de problemas dentro de circuitos cerebrais sobrepostos por circuitos que regulam nosso relógio biológico e o sono.

A culpa da sua tristeza são as poucas horas de sono

Pense nas principais reações de uma criança cansada: choro, birra e manha. Com você, acontece o mesmo, a diferença é que não pega bem se você se atirar no chão.

Um outro estudo conduzido pelo professor Franzen com pupilografia (a pupila é um bom indicador para perceber se o cérebro está ou não processando informações afetivas e cognitivas) comprovou que a privação de sono altera nossas reações emocionais.

Adultos saudáveis foram expostos a imagens positivas, negativas e neutras. Metade deles tinha dormido bem, a outra metade não havia pregado o olho a noite toda — as pupilas desse último grupo ficaram muito maiores ao olhar imagens negativas do que quando viram os outros tipos de imagens.

Ou seja, quando dormimos pouco exageramos nas nossas reações frente a situações negativas. Além de mais mal-humorados, a falta de sono pode nos deixa mais vulneráveis a ter doenças psiquiátricas desencadeadas por distúrbios do sono.

 

 

 

 

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*Fonte: superabril

Cientistas israelenses desenvolvem colírio que repara córneas e cura miopia

Imagina se todas as pessoas que sofressem de miopia ou de algum problema na córnea pudesse tratá-los apenas pingando um colírio, sem precisar fazer uma operação?

Daqui a muito pouco tempo isso será possível, já que uma equipe de cientistas israelenses desenvolveram este colírio que já foi patenteado e chama “nanodrops”. A inovação foi desenvolvida por oftalmologistas da Universidade Bar-Ilan e do Centro Médico Shaare Zedeke promete corrigir a miopia e curar córneas danificadas aos poucos, conforme o uso.

O “nanodrops” já foi testado em porcos e o resultado foi positivo, agora é aguardar até o final do ano para que ele possa ser testado em seres humanos também. E a inovação não para aí! O colírio também vai ajudar quem precisa usar óculos multifocais, pois eles também vão poder curar este tipo de problema de visão. O funcionamento seria mais ou menos assim: os pacientes abrem um aplicativo em seu smartphone, medem a refração dos olhos em casa, criam um padrão de laser e um padrão óptico na superfície corneana de seus olhos, para depois começarem o tratamento com o colírio.

Um dos médicos envolvidos nesta pesquisa, Dr. David Smadja, disse que ainda não sabem ao certo quanto tempo de uso é necessário para que ele corrija os problemas de visão, mas que se for comprovada sua eficácia o tratamento será um método revolucionário para melhorar a visão das pessoas. Ele, inclusive deu uma palestra em uma conferência médica, em Jerusalém, que contou com a presença de mais de 350 pessoas, entre médicos e enfermeiros, da qual salientou a importância dessa inovação, se for aprovada para ser feita em seres humanos. Nós torcemos para que sim!

 

 

 

 

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*Fonte:  terra

10 alimentos que o seu fígado mais gosta

O fígado é um dos órgãos mais importantes do corpo humano, e seu funcionamento está diretamente ligado aos alimentos que ingerimos diariamente.

Você sabe quais são os alimentos preferidos do seu fígado? Eles podem auxiliá-lo em suas funções e fazer com que nosso organismo também se sinta melhor em geral.

A seguir, iremos explicar quais são os dez principais alimentos que ajudam no bom funcionamento do fígado.

Faça uso dessa informação e, sempre que possível, inclua-os na dieta para viver com muito mais saúde e bem estar

Alho
O alho é rico em alicina e selênio, dois nutrientes importantíssimos para o funcionamento do fígado. Eles ajudam a aumentar os níveis de imunidade e contribuem para o processo de desintoxicação do organismo. O alho ainda é capaz de ativar algumas enzimas que ajudam a eliminar resíduos e toxinas com mais facilidade, ajudando também no processo de digestão.

Limão
O limão é um excelente alimento para “limpar” o organismo, e por isso é um dos preferidos do fígado. É rico em antioxidantes, vitamina C, e ajuda o fígado a produzir mais enzimas, contribuindo para a boa digestão dos alimentos e para a obtenção de mais energia. Por último, o limão ainda atua aumentando a alcalinidade do corpo, ajudando a neutralizar toxinas e eliminar resíduos.

Abacate
O abacate é riquíssimo em gorduras saudáveis e oferece uma enorme variedade de benefícios para a saúde do organismo. Carregado de nutrientes, ele nos ajuda a cuidar do fígado principalmente por conter glutationa, um antioxidante muito poderoso que nos auxilia no processo de desintoxicação e limpeza do organismo.

Cebola
Assim como o alho, a cebola é rica em alicina, muito importante para as funções do fígado por ajudar na digestão e na eliminação de toxinas. Além disso, ela também é carregada de minerais, como o potássio, fibras, fitonutrientes e flavonoides, atuando como aliada na manutenção de uma imunidade alta capaz de evitar gripes, resfriados e outras doenças.

Vegetais crucíferos são ótimos para o fígado
Incluindo vegetais como o brócolis, a couve-flor e a couve manteiga, esses “amigos” de cor verde-escura podem fazer maravilhas pelo funcionamento do fígado. São riquíssimos em antioxidantes e em glucosinolatos, substâncias que ajudam o fígado a produzir enzimas e, assim, melhorar o processo digestivo e a eliminação de resíduos e toxinas.

Lentilha
A lentilha é extremamente nutritiva e oferece vários benefícios para a saúde. Ela auxilia no processo de limpeza do organismo e é uma das melhores fontes vegetais de proteína. O consumo excessivo de proteína pode ser prejudicial para o fígado e atrapalhar seu bom funcionamento, mas a lentilha oferece a quantidade ideal deste nutriente. Além disso, é um dos legumes de mais fácil digestão.

Maçã
As maçãs são ricas em pectina, uma fibra solúvel que ajuda a reduzir o colesterol e eliminar toxinas. Trata-se, portanto, de uma grande ajuda para o fígado. Ela ainda contém ácido málico, um nutriente naturalmente desintoxicante que remove elementos cancerígenos e outras substâncias prejudiciais da corrente sanguínea. Além de tudo isso, são carregadas de antioxidantes.

Beterraba
Aumentar o consumo de beterraba irá contribuir para limpar e purificar o sangue, contribuindo para a produção de nutrientes no organismo e para o bom funcionamento do fígado. Ela também é rica em antioxidantes e contém ácido fólico, fibras, ferro e outros nutrientes que ajudam a eliminar as toxinas que ficam armazenadas no fígado, para que não sejam reabsorvidas pela corrente sanguínea.

Nozes
As nozes são uma excelente fonte de ácidos graxos ômega 3, do aminoácido arginina e de glutationa. Este último elemento é indispensável para que o fígado possa desempenhar suas funções de limpeza e desintoxicação de forma adequada.

Batata doce
Um de seus maiores benefícios é a presença de betacaroteno, um anti-inflamatório natural fundamental para a saúde do organismo. Após a sua ingestão, o betacaroteno é convertido em vitamina A no fígado, permitindo assim que o corpo faça uso deste importante nutriente. Além disso, a batata doce ainda contém fibras e vitamina C, contribuindo para aumentar a imunidade. Outros legumes, como cenoura e abóbora oferecem alguns dos mesmos benefícios.

Gostou? Agora que você já conhece os melhores alimentos para o fígado, inclua-os na dieta e aproveite os diversos benefícios que eles têm a oferecer para o seu dia a dia.

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*Fonte: osegredo

Cochilos durante o dia melhoram sua saúde. Aqui vai como saber aproveitá-los bem

Se a ciência é capaz de descobrir segredos inimagináveis sobre nossa natureza e existência, outras vezes ela funciona para somente reafirmar aquilo que, na prática, o conhecimento popular já sabe há séculos.

Artigo da Associação Nacional do Sono, dos EUA, confirma não só o evidente bem à saúde que uma plena noite de sono oferece, mas também que aquele cochilo no meio do dia pode melhorar seu ânimo, sua atenção e muito mais – e ainda oferece algumas dicas sobre como tirar a soneca perfeita para sua saúde.

Segundo o artigo, existem três tipos de “bons” cochilos: o preparatório, que se tira quando se sabe que, por algum motivo, você terá que ficar acordado até mais tarde do que o usual; o cochilo de emergência, quando se está subitamente tão cansado que não será possível continuar com segurança certa atividade (ideal para motoristas, por exemplo), e o cochilo habitual, que se tira todos os dias, no mesmo horário, como por exemplo as siestas depois das refeições. Se você se identificou em algum ou mais tipos de cochilos, não se preocupe, pois você é um mamífero, e 85% desse tipo de animal dormem por curtos períodos de tempo durante o dia.

E essa é a primeira dica do estudo: mantenha seu cochilo curto. Um sono com entre 10 a 30 minutos de duração é o ideal para aumentar sua atenção e performance sem te deixar grogue nem prejudicar o sono da noite. Lembre-se também de tirar o cochilo em um local confortável como um todo, sem barulho, com temperatura agradável, e com pouca luz. Outra dica importante é tentar concentrar os cochilos no meio do dia, e não na parte da noite, para que não atrapalhe o sono de fato.

Além dos efeitos impactantes sobre a atenção e a performance, o cochilo provoca melhorias psicológicas, através da sensação de relaxamento e rejuvenescimento – segundo o estudo, um cochilo no meio do dia é como “um luxo, uma miniférias”. Se o cochilo for mais longo, porém, os efeitos podem não ser todos positivos, prejudicando a hora de dormir de fato, assim como deixando a pessoa inerte e ineficaz.

Portanto, preste atenção sobre os efeitos específicos que tal hábito pode provocar no seu corpo, mas esqueça os estigmas: cochilos não são somente para crianças e idosos, nem para preguiçosos, muito pelo contrário: são justamente para quem quer produzir ainda mais e melhor ao longo do seu dia.

 

 

 

 

 

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*Fonte: hypeness

Novas armadilhas transgênicas

Para as transnacionais dos transgênicos não é suficiente ter o monopólio das sementes comerciais e invadir nossos campos e alimentos. Para além disso, querem cada vez menos regulamentações e, aliás, enganar as pessoas com outros nomes para suas novas biotecnologias, tentando afastá-las da rejeição generalizada aos transgênicos. Também avançam agressivamente na tentativa de manipular não somente cultivos, mas também espécies silvestres, para fazer “engenharia genética de ecossistemas”, o que pode provocar o desaparecimento de espécies inteiras.

*A reportagem é de Silvia Ribeiro, pesquisadora do grupo ETC, publicada por La Jornada, 17-02-2018. A tradução é do Cepat.

Todos estes delineamentos estratégicos da indústria biotecnológica transnacional se refletem na nova normativa que a comissão de biossegurança do Brasil (CNTBio) aprovou no dia 15 de janeiro de 2018. Com ela, a CNTBio abriu as portas para que produtos derivados do que chamam “tecnologias inovadoras de melhoramento de precisão” possam ser considerados não OGM (organismos geneticamente modificados) e que cheguem ao campo e aos consumidores sem passar pela avaliação de biossegurança e sem ser rotulados.

A estratégia de que os produtos de novas biotecnologias não sejam considerados OGM, para evadir as leis de biossegurança, não é nova. Nos Estados Unidos, já foi aplicada a alguns produtos, como cogumelos manipulados geneticamente com a biotecnologia CRISPR-Cas9. Na Europa, a discussão sobre as novas biotecnologias ocorre há alguns anos e ainda não foi resolvida, embora tudo indique que a União Europeia não permitirá que escapem da regulamentação, ao contrário, poderia resultar em mudanças nas leis para fazer avaliações de risco mais exigentes, pelas novas ameaças que estas tecnologias apresentam. Por outro lado, em 2015, a Argentina estabeleceu uma normativa sumamente geral e frouxa, que permite isentar de avaliação de biossegurança os produtos de várias novas biotecnologias.

O novo e muito preocupante com a resolução da CNTBio, no Brasil, é que além de tudo isso, estabelece explicitamente um canal para aprovar a liberação de impulsionadores genéticos, chamados de “técnicas de redirecionamento genético”, mas, para não deixar dúvidas, em inglês, escreve-se ‘gene drives’. É o primeiro país no mundo que estabelece canais para liberar no meio ambiente tais tipos de OGM altamente perigosos.

Trata-se de uma tecnologia traçada para enganar as leis naturais da herança, fazendo com que toda a progênie de plantas, insetos e outros animais que sejam manipulados com impulsionadores genéticos (gene drives) passem forçosamente esses genes modificados à totalidade de sua progênie. Se a manipulação é para produzir, por exemplo, somente machos (o que já estão tentando com insetos, ratos e plantas), a população – ou até a espécie – poderia se extinguir rapidamente. Uma vez liberados no meio ambiente, os seres vivos que tenham sido manipulados com esta tecnologia não respeitarão fronteiras, razão pela qual os países limítrofes com o Brasil deveriam se preocupar, agora mesmo, com esta ameaça.

Todas as novas biotecnologias englobadas nestas normativas do Brasil e Argentina são formas de engenharia genética que trazem novos riscos e incertezas. O fato de que tenham ou não inserido genes de outras espécies – como acontece com os transgênicos que já estão no campo –, ou que a inserção seja em um lugar mais exato, como afirma a indústria, não significa que não tragam riscos, inclusive maiores que os existentes. A Dra. Ricarda Steinbrecher, da Federação de Cientistas da Alemanha, explica que continuam sendo mudanças artificiais nos genomas dos organismos, sobre cujas funções há grandes lacunas de conhecimento. É possível produzir inserções ou silenciamento de genes “fora do alvo” – ativando ou desativando funções importantes nos organismos – que produzirão impactos imprevisíveis nos organismos, no meio ambiente e no consumo.

Assim como na Argentina, esta decisão no Brasil, que implica tantos riscos e impactos, foi tomada como uma simples decisão administrativa, de uma comissão “técnica” – na qual a indústria de transgênicos tem pesada influência –, sem intermediar consulta aos camponeses, consumidores e muitos outros que possam ser afetados, nem passar por instâncias legislativas.

Diante desta situação, os maiores movimentos e organizações rurais do Brasil, reunidos na Articulação Nacional de Trabalhadores, Trabalhadoras e Povos do Campo, das Águas e das Florestas – uma ampla coordenação que inclui o Movimentos dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) e a Articulação Nacional de Agroecologia, entre outras 19 organizações nacionais –, emitiram uma carta pública de denúncia e protesto, onde rejeitam a decisão da CNTBio e alertam que o Brasil se tornaria o primeiro país do mundo a considerar a liberação de impulsionadores genéticos, tecnologia que não foi permitida em nenhum outro país, e que Nações Unidas considera, inclusive, como uma arma biológica.

Além disso, destacam que os impulsionadores genéticos, tecnologia financiada principalmente pelo Exército dos Estados Unidos e a Fundação Gates, favorecerão principalmente as transnacionais de agronegócios, que buscam com esta tecnologia restabelecer a susceptibilidade das ervas invasoras que se fizeram resistentes a seus agrotóxicos, para aumentar suas vendas e, de passagem, os devastadores impactos destes sobre saúde, terras e águas. Ou poderão buscar o que as empresas considerem “pragas” nos campos, o que teria impactos muito negativos nos ecossistemas e nos sistemas de cultivo camponeses e agroecológicos. Esta medida no Brasil é apenas o começo do que poderia continuar em outros países. Urge se preparar, e como no Brasil, resistir estas novas armadilhas das indústrias transgênicas.

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*Fonte: institutohumanitasunisinos

Alimentos que nenhum ser humano deveria ingerir – por Victor Sorrentino

Victor Sorrentino é médico, escritor e palestrante. Todos os dias, em sua página oficial, ele traz diversas dicas de alimentação e hábitos de vida saudáveis, de modo que se tornou um dos médicos e palestrantes mais queridos da internet.

Abaixo, uma de suas publicações que mais bombaram nos últimos dias, trazendo dicas preciosas sobe o alimentos que devemos descartar de nossas vidas.

“Fiz uma listinha dos alimentos que NÃO recomendo a nenhum ser humano ingerir. Espero que seja útil!

1. NUGGETS: se você imagina que está comendo peito de franco a milanesa, fique sabendo que esse alimento é feito de pasta de franco adornadas por proteínas vegetais, amido de milho ou farinhas e goma. E que No Brasil, a lei exige que os nuggets sejam compostos de no mínimo 10% de proteína e de no máximo 30% de carboidratos. Além de pré frito em óleo vegetal e adicionado uma montanha de químicos para dar a liga como Guar, Xantana C35H49O29, Ácido ascórbico (ou derivados), Tripolifosfato de sódio Na5P3O10.

2. MIOJO: macarrão instantâneo é pré-cozido e pré-frito em gordura vegetal antes de ser embalado. O tempero é o campeão de glutamato monossódico e inosinato dissódico, substâncias químicas realçadoras de sabor que são altamente tóxicas e inflamatórias.

3. SALSICHAS E PEITO DE PERU: a proteína de alimentos embutidos talvez não faça sentido algum diante da carga química presente nesses alimentos. Geralmente possuem doses altíssimas de nitritos e nitratos que são altamente cancerígenos. Não se enganem, não há nada light em peito de chester light, o negócio é química pesada mesmo.

4. MARGARINA: pela milionésima vez, margarina nem chega a ser comida, é uma substancia comestível inventada pela industria para substituir a manteiga que tem o processo de fabricação mais caro e trabalhoso. Troque a margarina por manteiga, por favor!!!

5. FARINHA LÁCTEA: farinha de trigo + açúcares + conservantes. Vai dar isso para seu filho por que?

6. BOLACHA RECHEADA: farinha + gordura hidrogenada + açúcar: tudo isso vicia e muito! Já postei aqui sobre esse lamentável alimento que muitas famílias deixam à disposição das crianças diariamente. Veneno puro. Ah, bolacha maisena, água e sal, maria, clubsocial, tudo péssimo para a saúde de qualquer pessoa.

7. REFRIGERANTES E SUCO DE CAIXINHA: pra quem não sabe, um faz tão mal quanto o outro. Refrigerante, pela quantidade de glicose estratosférica em líquido e suco, pela quantidade de frutose e outros aditivos, fora a pasteurização que leva embora qualquer resquício de nutriente da fruta.

8. CEREAIS AÇUCARADOS: flocos de milho transgênico lavados em xarope de frutose e cobertos por açúcar refinado e adicionados de corantes coloridos e conservantes diversos. Quem precisa disso e ainda acha que é comida leve e saudável?

9. REQUEIJÃO (ATÉ O LIGHT). Me dei o trabalho de copiar os ingredientes do requeijão industrializado, bem diferente do creme de queijo que pode ser feito em casa e que levaria leite, creme de leite ou manteiga, e vinagre. Se o leite for orgânico e não de caixinha, a receita pode ser saudável. Mas vamos aos componentes do requeijão do mercado:
Leite desnatado/integral, creme de leite, manteiga, cloreto de sódio(sal), fermento lácteo, estabilizantes difosfato dissódico e fosfato trissódico e conservadores ácido sórbico e nisina, estabilizante polifosfato de sódio (INS 452), corante dióxido de potássio (INS 202), leite padronizado reconstituído, caseinato de cálcio, pirofosfato de sódio e pirofosfato ácido de sódio, regulador de acidez ácido láctico, conservador sorbato de potássio, agente de firmeza cloreto de cálcio, regulador de acidez ortofosfato de sódio, coalho. Preciso dizer mais?

10. BARRINHA DE CEREAL: A maioria delas são ricas em açúcar e sódio e os cereais de baixa significância nutricional. É o maior engodo do mercado de alimentos dos últimos anos, pois muita gente pensa que está comendo algo super saudável!

Bem, acima estão apenas citados FATOS!! A decisão por colocar esses “produtos alimentícios” (que nem dá para chamar de comida) no seu carrinho será sempre SUA, assim como as CONSEQUÊNCIAS de tal ato também serão só suas (ou de seus filhos, caso seja o responsável por suas compras).

Meu papel é INFORMAR sobre o que existe de melhor e também de PIOR para a sua saúde. O que cada um fará com essa informação está fora de minha alçada, embora deseje do fundo do meu coração que todos alcancem uma vida mais plena, saudável e longe de doenças.

Seu futuro está em suas mãos, e de mais ninguém.

No final da postagem, o médico nos faz um convite tentador:
Deseja aprender o que, afinal, colocar no carrinho do supermercado?

SEGREDOS PARA UMA VIDA LONGA é o meu curso online onde ensino estratégias nutricionais compatíveis com saúde!
Para conhecer o programa do curso acesse o site clicando [ AQUI ]

*Por Victor Sorrentino

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*Fonte: revistapazes

Beber água emagrece

Sabe aquela dieta que você vai, com toda certeza, começar amanhã, ou na próxima segunda-feira? Bom, tem uma maneira de dar esse início agora mesmo. São só três passos: 1) levante; 2) pegue um copo d’água; 3) beba. Fim. De acordo com um estudo da Universidade de Illinois, beber água, mesmo que nem seja tanta água assim, ajuda você a perder peso.

O estudo foi feito com mais de 18 mil americanos, divididos entre quatro fases que ocorreram entre 2005 e 2012. Para realizar o estudo, os pesquisadores pediram que os participantes filmassem absolutamente tudo que ingeriam (sólido ou líquido) durante dois dias não consecutivos. Com as imagens, os cientistas calculavam a quantidade de água presente nos alimentos e bebidas consumidos. Os dados revelaram que um aumento, ainda que de apenas 1%, na ingestão de água estava relacionado a reduções significativas nas quantidades de calorias, sódio, colesterol e açúcar.

Quando o consumo era de até três copos d’água a mais, havia uma diminuição de até 205 calorias ingeridas, o açúcar chegava a diminuir 18 gramas, o colesterol abaixava até 21 gramas, e o sódio alcançava uma diminuição de impressionantes 235 gramas. Ou seja, pessoas que bebem mais água consomem muito menos comida.

O estudo aponta que não houve diferenças significativas nos resultados, quando se comparavam cor, gênero, peso, altura, classe social, ou nível de educação — beber água melhora a dieta de qualquer um. “Essa descoberta sugere que deveríamos promover uma intervenção nutricional universal, com campanhas educacionais para promover o consumo de água no lugar de bebidas calóricas”, afirmou em comunicado Ruopeng An, cinesiologista (especialista em movimentos humanos) da Universidade de Illinois e responsável pela pesquisa.

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*Fonte: superinteressante

Pareidolia: ver significado em formas por todos os lados

 

 

 

 

 

 

Alguma vez você já viu a forma de um rosto em uma fechadura? Ou talvez um animal em uma nuvem? Essas percepções não são anormais. São, na verdade, bem comuns, e podem ser exemplos do que chamamos de pareidolia. A pareidolia é definida como um fenômeno psicológico em que um estímulo qualquer e aleatório – como uma imagem – é percebido erroneamente como uma forma reconhecível. O indivíduo cria uma organização e atribui significado para um estímulo ambíguo ou pouco estruturado.

Exemplos de pareidolia são as caras que vemos desenhadas no perfil de uma montanha, ou na fumaça que sai de uma chaminé. As pareidolias não são patológicas. Inclusive, talvez a incapacidade para formá-las pudesse ser patológica. Desse modo, são apenas um magnífico exemplo do que nossa mente é capaz de criar, de uma experiência mental anômala, sendo que o termo anomalia, nesse caso, não implica patologia, doença ou transtorno.

 

 

 

 

 

 

A pareidolia é uma distorção perceptiva

Os transtornos da percepção e da imaginação costumam ser classificados em dois grupos: distorções e enganos perceptivos. As distorções perceptivas somente são possíveis mediante a atuação dos órgãos dos sentidos.

Essas distorções perceptivas ocorrem quando um estímulo que existe fora de nós, e que é acessado pelos órgãos sensoriais, é percebido de um modo diferente do que seria normalmente percebido. A anomalia reside no fato de que as características físicas do mundo externo são percebidas de uma forma distorcida, criando outras imagens que não estão de fato lá.

Por distorção entendemos qualquer uma dessas possibilidades:

Percepção distinta da habitual e mais provável, tendo em conta as experiências prévias ou o modo como outras pessoas percebem o estímulo.
Percepção diferente da que seria a lógica se considerarmos unicamente a configuração física do estímulo. Isso acontece nas ilusões. É o caso também da pareidolia.

No caso dos enganos perceptivos, uma percepção nova é produzida. Essa nova percepção costuma conviver com o resto das percepções normais. Os enganos perceptivos não são fundamentos em estímulos existentes do mundo exterior, como acontece por exemplo com as alucinações.

 

 

 

 

 

 

Quantos tipos de distorções perceptivas existem?

Dentre as distorções perceptivas, encontramos a seguinte classificação:

– Hiperestesias e hipoestesias. São anomalias na intensidade da percepção (por exemplo, hiperalgesias e hipoalgesias, que é a condição de sentir mais ou menos dor do que o normal que o estímulo traria).

– Anomalias na percepção das características. Faz referência a visões coloridas e a mudanças na percepção da cor dos objetos.

– Metamorfosia. Supõe uma anomalia da percepção no tamanho ou na forma.

– Anomalias na integração perceptiva. São anomalias pouco frequentes que às vezes aparecem em alguns transtornos orgânicos e na esquizofrenia.

– Ilusões. Aqui temos dois tipos: de sensação de presença e as pareidolias – que são tema desse artigo.

Como podemos ver, são várias as distorções perceptivas que podemos experimentar, uma mais surpreendente que a outra. Nesse tema específico que estamos tratando, vemos que a pareidolia é apenas um tipo de distorção, sendo uma ilusão.

As ilusões: anomalias na estruturação de estímulos ambíguos

Uma ilusão pode ser descrita como uma distorção da percepção, sendo que essa é definida como uma “percepção equivocada de um objeto concreto”. Desse modo, as ilusões são percepções que não correspondem às características físicas objetivas de um estímulo concreto.

A partir de uma perspectiva psicológica clássica, as ilusões são o produto de uma disposição, ou tendência, que os humanos possuem de organizar em um todo significativo elementos mais ou menos isolados entre si em relação ao seu fundo. Existem muitos exemplos de ilusões, como a ilusão de Müller-Lyer ou de figuras reversíveis. Podemos encontrá-las facilmente na internet, e uma está abaixo. A ilusão é que apesar de não parecer, as duas linhas horizontais são do mesmo tamanho.

 

 

 

 

 

 

 

As pareidolias influenciam a cultura e as religiões humanas

Existem muitos fenômenos que, observados de maneira superficial, podem ser bastante curiosos e inclusive ser motivo de brincadeira. Esse é o caso da pareidolia. Se buscarmos na internet poderemos encontrar referências a uma fotografia de uma explosão, ou da superfície de um planeta, uma nuvem ou simplesmente uma mancha na parede, em que as pessoas declaram ver imagens religiosas, extraterrestres, rostos de pessoas, animais ou textos sagrados.

O fenômeno também pode acontecer em percepções auditivas, por exemplo no canto de um pássaro ou no eco que a pirâmide de Kukulkán em Chichen Itzá, que está na foto, faz. Também podemos notá-lo no ruído branco de uma televisão, ou em discos que são reproduzidos de trás para frente, nos quais muitos dizem que escutam mensagens satânicas.

Religiões anicônicas – que rejeitam os ícones – como a muçulmana e a judaica têm suas próprias manifestações associadas à pareidolia. Graças a ela, os muçulmanos veem o nome de Alá nas nuvens, em manchas de neve nas montanhas ou até mesmo nas auroras boreais, entre outras manifestações que já foram denominadas pareidolias muçulmanas ou milagres islâmicos.

Entre os fiéis da religião judaica, são conhecidos os chamadas códigos secretos da Torá. Neles, matemáticos especialistas em estatística acreditam encontrar textos proféticos de acontecimentos presentes e futuros. Pois bem… pensa-se que provavelmente o fenômeno é como o da pareidolia, funcionando sob o mesmo mecanismo da mente.

Um caso conhecido de pareidolia: as Faces de Bélmez

As Faces de Bélmez são um fenômeno considerado paranormal pelos adeptos da parapsicologia. Esse fenômeno consistiu na aparição de pigmentações, identificadas como rostos, no solo de uma casa localizada em Bélmez de Moraleda. Bélmez é um pequeno povoado na província de Jaén, na Espanha.

Esse fenômeno começou a ocorrer em 1971. Adeptos da parapsicologia consideraram esse caso como, sem dúvida, o fenômeno paranormal mais importante do século XX. Vários estudiosos, no entanto, já destacaram o acontecimento como uma fraude.

 

 

 

 

 

 

Isso pode ter sido percebido, erroneamente, devido ao fenômeno da pareidolia. Os rostos que apareciam na casa, na forma de umidade, podem ter sido “criados” mentalmente por distorções perceptivas. Ainda assim, os rostos que apareceram em Bélmez pareciam tão reais que também foi cogitado que tivessem sido feitos em segredo pela dona da casa.

Em todo caso, a pareidolia é um fenômeno que não deixa de nos surpreender. Tem explicações na forma como organizamos os estímulos que percebemos em nossa mente, e trata-se simplesmente de uma ilusão ou distorção perceptiva.

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*Fonte: amenteemaravilhosa

Motocross: o esporte que mais exige do psicológico?

Eu tenho lido algumas estatísticas que dizem que o Motocross é o esporte nº 1 quando se trata de exigir do seu psicológico, o que eu concordo. Alguns dizem que o futebol exige mais do psicológico. Eu suponho que tudo que foi consultado é baseado na opinião individual de cada um e na sua experiência com um esporte em particular.

Para mim, o motocross exige muito mesmo. Eu já pratiquei vários esportes diferentes por muitos anos, e o Motocross definitivamente foi o mais emocionante, excitante e pesado para o corpo.

Eu joguei baseball, futebol, futebol americano, golf, wrestling, corrida, escalada, musculação, ski, jet ski, ski na neve, surf na neve e mountain bike. Cada um desses esportes apresentam seus próprios desafios para a mente, espírito e corpo. Mas as competições que não tem uma pausa, um tempo de descanso, um banco para sentar e que “só acabam no final” são as mais exigentes.

A maioria das pessoas pensam “ah, você só senta e puxa o acelerador”, mas não é bem assim. No Motocross você uma cerca de 60% de todos os seus músculos, tudo desde seu pulso e ombros até tornozelos. Estudos mostraram que uma corrida completa de motocross, que dura cerca de 25 a 30min, é quase a mesma coisa que correr na sua máxima capacidade durante 25min. Agora, pode ser que seja só comigo, mas é uma resistência muito boa se você consegue fazer isso e ainda chegar entre os 10 primeiros da corrida.

Motocross o esporte que mais exige do psicológico

No Motocross, um piloto vai entrar numa corrida que consiste em 2 ou 3 corridas de qualificação. Cada moto corre entre 20 e 45 minutos, dependendo do evento/ localização/ ou pista. O que separa esse dos outros esportes é o peso da moto, as pistas insanas, você está constantemente puxando a alavanca da embreagem, do freio, mudando marchas, girando o acelerador, saltando pelo ar, jogando a moto para os lados nas curvas, e isso usa TODOS os músculos do seu corpo – inclusive seu cérebro – no período.

Tudo isso acontece durante 20 a 45 minutos seguidos, SEM PAUSA. Não tem tempo para descansar. Sem tempo de banco, sem pit stop. Se você nunca fez nada disso antes, então imagine só. Seus pulmões queimam, sua cabeça começa a pulsar, os músculos do seu braço começam a doer e ter cãibra (pela vibração do guidão e por puxar a alavanca mais de 100 vezes por corrida), seus bíceps, tríceps, peito, quadríceps, canela, e outros músculos QUEIMAM por meia hora ou mais… Depois tente segurar um moto de mais de 100kg e controlar todos os seus movimentos. Isso tudo é difícil, não importa quem você seja.

Para se destacar na competição, você precisa TREINAR MUITO, preparar seu corpo e mente e entrar na sua melhor forma através dos treinos DIÁRIOS. Musculação, natação, ciclismo, corrida, etc. Sendo que o treino alternativo consiste em 7 a 10 outros esportes – combinado

Eu costumo dizer que os caras e garotas que se dão melhor no esporte são aqueles que treinam muito e também tem o maior talento natural. Prodígios,se você quiser. Eles são os competidores que entenderam como gastar a menor quantidade de energia na maior quantidade de tempo, e encontraram as áreas certas na pista para se mover mais rápido durante a competição. Isso requer uma enorme percepção de profundidade, reflexos super rápidos para reagir as mudanças rápidas e movimentos, e integridade mental incomparável.

Os pilotos de motocross são feitos para operar com alta intensidade cardiovascular

Você pode nunca entender completamente essa dinâmica a não ser que experimente, então aqui vai um estudo.

Esse estudo mediu o rítmo cardíaco de pilotos de motocross enquanto completavam duas corridas (cada uma com 30min e 2 voltas). Os resultados mostraram que nas duas corridas, os pilotos operaram com 94% e 96% (respectivamente) do máximo das suas frequências cardíacas. Isso mostra que existe um incrível esforço cardiovascular no motocross. Isso supera outros esportes de mesma duração e alta intensidade, como por exemplo o mountain bike.

Imagine estar próximo do máximo da sua frequência cardíaca por quase 40min. Eu não consigo nem imaginar algum outro esporte que exige ação sem pausa por 40 minutos em que se espera 100% da performance durante todo o tempo.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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*Fonte: mxpartsblog

Colírio que cura miopia e danos nas córneas foi desenvolvido e já está patenteado por israelenses

A pesquisa

Sabendo da importância social e interacional da visão, uma equipe de cientistas israeleses da Universidade Bar-Ilan e do Centro Médico Shaare Zedeke desenvolveu um colírio capaz de reparar danos nas córneas e miopia. O colírio já foi patenteado e recebeu o nome de “nanodrops”. Seu uso, segundo informa a publicação de The Jerusalem Post promoveria o reparo gradativo dos problemas oftálmicos relatados sem a necessidade de intervenção cirúrgica.

Dr. David Smadja, que é um dos médicos responsáveis pelos estudos, relatou que ainda não existe um tempo previsto para os resultados definitivos, mas acredita que a almejada comprovoção dos estudos causará uma revolução nos tratamentos que temos hoje disponíveis.

Segundo a publicação americana da revista Good News Network e do Blog brasileiro referência em boas notícias, Razões para Acreditar, os resultados iniciais das pesquisas em animais foram tão satisfatórias que agora é uma questão de tempo para que os testes em humanos sejam realizados e o produto fique cada vez mais próximo da comercialização.

Estamos aguardando e torcendo por bons resultados. Afinal, agora sabemos que tem gente trabalhando para facilitar a nossa vida!

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*Fonte: contioutra