Medicamentos que curam não são rentáveis e, portanto, não são desenvolvidos – diz Nobel de Medicina

Sir Richard, em entrevista, denuncia o que parece evidente para todos, mas raramente é dito em alto e bom som por uma autoridade: é a própria indústria quem detêm o progresso científico. Sua principal questão é o quão ético e correto pode ser uma indústria com a importância da farmacêutica ser regida pelos mesmos princípios e valores que o mercado capitalista. O hábito de gastar centenas de milhões de dólares anualmente para em pagamentos à médicos para que promovam seus medicamentos torna a prática da indústria algo semelhante às práticas da máfia.

E sua denúncia prossegue: a indústria prefere investir em pesquisas que venham a ser rentáveis, muitas vezes não pela cura, mas para remédio que realizam espécie de manutenção da cronicidade de uma doença. “O que é bom para os dividendos das empresas nem sempre é bom para as pessoas”, ele diz. “Nós estamos falando sobre nossa Saúde, nossas vidas e as dos nossos filhos e de milhões de seres humanos. Mas se eles são rentáveis investigarão melhor”.

“Se só pensarem em lucros, deixam de se preocupar com servir os seres humanos. Eu verifiquei a forma como, em alguns casos, os investigadores dependentes de fundos privados descobriram medicamentos muito eficazes que teriam acabado completamente com uma doença. Mas as empresas farmacêuticas muitas vezes não estão tão interessadas em curar as pessoas como em tirar-lhes dinheiro e, por isso, a investigação, de repente, é desviada para a descoberta de medicamentos que não curam totalmente, mas que tornam crónica a doença e fazem sentir uma melhoria que desaparece quando se deixa de tomar a medicação”, ele acusa.

“Ao capital só interessa multiplicar-se. Quase todos os políticos, e eu sei do que falo, dependem descaradamente dessas multinacionais farmacêuticas que financiam as campanhas deles. O resto são palavras”, afirma o Nobel, dizendo que todos suspeitam mas não possuem conhecimento – ou coragem – para de fato afirmar.

 

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*Fonte: hypeness

Vive com gripe? O jeito é dormir melhor, entenda

Nada como uma boa noite de sono para se recuperar de uma gripe: apesar do conselho se parecer com algo que sua mãe diria, quem garante é um grupo de cientistas alemães. Eles descobriramque dormir fortalece a potência de certas células imunológicas, melhorando as chances de se ligar a células infectadas com vírus e destruí-las.

Quando as células T, o grupo de glóbulos brancos (leucócitos) responsáveis pela defesa do organismo contra agentes desconhecidos (antígenos), detectam uma célula infectada por vírus, ativam uma proteína conhecida como integrina, que permite que elas se liguem a essa célula.

A pesquisa publicada no Journal of Experimental Medicine mostra que poucas horas de sono, bem como períodos prolongados de estresse, levam a níveis mais altos de hormônios que parecem bloquear o interruptor principal que ativa as proteínas pegajosas.

A investigação

O líder do estudo, Stoyan Dimitrov, pesquisador da Universidade de Tubingen, na Alemanha, suspeitava que certos hormônios (como epinefrina, norepinefrina, adenosina e prostaglandinas) poderiam impedir a ativação das proteínas pegajosas, desativando o interruptor principal.

Para testar essa hipótese, ele e sua equipe estudaram células de pessoas infectadas com citomegalovírus, um subgrupo do vírus da herpes. Supõe-se que as células T procurem e destruam células infectadas com elas, mas quando as células T dos pacientes foram misturadas com os hormônios suspeitos em tubos de ensaio, a capacidade das células T de ativar as proteínas pegajosas caiu.

Em seguida, os cientistas analisaram o que aconteceu nas pessoas. Sabendo que os níveis desses hormônios caem naturalmente durante o sono, eles reuniram 10 voluntários saudáveis ​​que estavam dispostos a passar uma noite cochilando em um laboratório de sono e outra noite, aproximadamente duas semanas depois, acordados no mesmo laboratório.

Durante as noites designadas para dormir, os voluntários foram ligados a cateteres intravenosos, para que os especialistas pudessem coletar amostras de sangue sem perturbar o sono de ninguém.

Ao comparar as células T recolhidas em noites de sono às células T das noites de vigília, descobriu-se que quando os voluntários dormiam, os níveis de hormônios do estresse eram mais baixos do que quando os voluntários ficavam acordados a noite toda. Mais importante, as células T das noites de sono tinham mais proteínas pegajosas que combatem a infecção.

 

 

 

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*Fonte: revistagalileu

Mulheres precisam dormir mais que os homens para manter o bom humor, diz estudo

A pesquisa mostrou que mulheres que não dormem o suficiente amanhecem mais irritadas do que os homens que tiveram a mesma quatidade de sono.

Edward Suarez, um dos autores da pesquisa, estudou 210 homens e mulheres de meia-idade que não possuíam distúrbios do sonos. O trabalho, que foi feito em conjunto com outros pesquisadores, revelou que 40% dos participantes dormiam menos do que o necessário, adquirindo problemas como dificuldade para adormecer ou acordar durante a noite.

“O estudo sugere que o sono de má qualidade – medido pela quantidade total de sono, o grau de despertar durante a noite e quanto tempo leva para pegar no sono – pode ter consequências mais graves de saúde para as mulheres que para os homens”, disse Edward.

Os pesquisadores explicam que as mulheres que dormem pouco sofrem mais com aflições físicas e psicológicas, além de ter dificuldade para balancear os hormônios, ficando mais propensas a desenvolver problemas no coração, diabetes tipo 2 e depressão.

 

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*Fonte: paporeto

Glândula timo, onde se abriga a alegria, a alma, a vida

No meio do peito, debaixo do esterno, em cima do coração, é lá que fica a glândula timo. Do grego, thymos, significa energia vital.

Quando somos crianças esta glândula é grande, e cresce quando estamos contentes, encolhe se nos estressamos e fica minúscula quando adoecemos. Sim, ela reage a como nos sentimos e devemos aprender a cuidar dela, pela nossa saúde.

Antes a timo era considerada completamente sem utilidade, até se achava daninho quando esta glândula estava grande, o que acontece nas pessoas felizes e saudáveis mas, atualmente, a ciência já conseguiu entender, e demonstrar, que a timo é “um dos pilares do sistema imunológico, junto com as glândulas adrenais e a espinha dorsal, e está diretamente ligada aos sentidos, à consciência e à linguagem”.

Algumas das ervas que ajudam na manutenção da glândula timo são o gengibre e o alecrim – leia aqui alguns detalhes do uso do GENGIBRE: PROPRIEDADES MEDICINAIS COMPROVADAS e do ALECRIM: O CHÁ QUE ALEGRA A ALMA E CURA O CORPO.

E mais, essa glândula faz as conexões do nosso organismo com o meio externo e o inverso também. Ela reage imediatamente quando estamos sob ataque de micróbios ou toxinas e também é sensível a imagens, cores, luzes, odores, sabores, gestos, toques, sons, palavras, pensamentos e até sentimentos como amor e ódio. Leia mais aqui.

Para manter sua glândula timo saudável e atuante, cuide dos seus pensamentos (os positivos fazem ela reagir positivamente, claro) e realize alguns exercícios fáceis, todos os dias (veja logo mais baixo).

Embora a glândula timo esteja relacionada com o chacra cardíaco – veja bem, é ela que encolhe quando a gente sente o “coração apertado”, segundo especialistas ela está diretamente associada a um chacra novo “ao qual damos também o nome de Thymus. Este chacka começou a aparecer entre 1998 e 2003, devido a uma mudança de posição da terra em relação à galáxia”, conforme explica Katia Guedes, professora da “Visão da Aura”, um curso desenvolvido pelo Rainer Strücker da Alemanha.

Dê uma estudada aqui e veja a melhor maneira de manter seu chacra cardíaco equilibrado, fundamental para que você possa se sentir bem na vida.

Alguns exercícios para manutenção da glândula timo

O primeiro exercício, básico e fundamental, é massagear a glândula timo. Você consegue fazer essa massagem ao dar batidinhas leves, com as pontas dos dedos, sobre o esterno, no meio do peito. Faça este exercício todas as manhãs, e à noite, respirando suavemente, em situação de relaxamento. Você também se ajudará se, ao fazer o exercício, mentalizar uma imagem luminosa agradável, em rosa e verde, que são as cores de alimentação do chacra cardíaco.

Os movimentos de alongamento dos membros superiores, do pescoço, da nuca, dos ombros, também ajudam muito na saúde da glândula timo, mais uma razão para praticá-los rotineiramente. Leia aqui sobre outros exercícios para a glândula timo.

Outro grupo de exercícios para a glândula timo são estes que encontramos no Somostodosum e que recomendamos enfaticamente.

Estes exercícios estimulam a timo, a tireóide, a paratireóide, os chacras cardíaco e laríngeo e também o músculo cardíaco, ou seja o coração físico. São importantes para que a timo não perca sua capacidade de se expandir com o amor. Esta é uma situação comum na idade avançada e esta glândula se contrai tanto que chega a petrificar.

São exercícios relacionados com vocalização de sons mântricos e movimentos, suaves porém muito efetivos.

1º Exercício: feche a mão totalmente e role as juntas (as falanges proximais e médias) por sobre o Timo, na região central do peito, entre os mamilos e em sua direção, com certa pressão para ativar este centro energético e sua glândula. Esses movimentos ativam a timo e liberam a estagnação do coração.

2º Exercício: a pronúncia da vogal “A” muito lentamente e aberta, com consciência, trabalha a amorosidade no ser e faz vibrar a glândula e a região ao redor, como o chakra laríngeo, transformando todas as estagnações que neles houver. É o cardíaco sendo acionado e elevando-se ao seu chakra superior, o chakra do verbo.

 

*Por

 

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*Fonte: greenme

Segundo filho é o mais arteiro de todos, estudo diz

Todos temos nossas teorias sobre qual filho é o mais bagunceiro. Alguns acreditam que é o mais novo pela falta de maturidade, outros acreditam que é o filho mais velho, pela busca de atenção, mas de acordo com um estudo, o segundo filho é o que mais gosta de aprontar.

Esse estudo é novo, foi realizado no ano de 2017 por pesquisadores Sanni Breining, Joseph Doyle, David N. Figlio, Krzysztof Karbownik e Jeffrey Roth. Intitulado “Birth Order and Delinquency” (Ordem de Nascimento e Deliquência), a pesquisa estudou mais 2 milhões de crianças norte-americanas e dinamarquesas.O foco foi analisar como a ordem de nascimento dos filhos de uma família influencia seu desempenho em diferentes áreas da vida, como problemas de disciplina na escola e sua relação com a delinquência juvenil e também na vida adulta.As conclusões alcançadas pelos pesquisadores revelam que o segundo filho de um casal tem maior probabilidade de delinquência do que o irmão mais velho, e que o gênero feminino é menos intenso na rebeldia do que o masculino.

Além disso, não foram encontradas evidências que mostram que o segundo filho seja mais esquecido pelos pais ou menos saudável.

No entanto, foi mostrado que os pais algumas vezes passam mais tempo com os primeiros filhos e que isso pode de certa maneira influenciar os comportamentos negativos nos segundos filhos:

“Consideramos as diferenças na atenção dos pais como um fator potencial de contribuição para as lacunas na delinquência”.Muitas vezes, a rotina não permite que os pais tenham a mesma quantidade de tempo com o segundo filho, ou com os que vieram depois dele. A vida muda completamente quando há mais de uma criança na família. Ainda assim, a presença saudável na vida dos filhos é fundamental para que eles cresçam bem e não estejam suscetíveis a comportamentos perigosos.

 

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*Fonte: pensadoranonimo

Conheça os prós e contras de cada posição para dormir

Poucos hábitos são tão eficientes para melhorar a saúde do que dormir: fortalece a memória, ajuda a controlar a hipertensão e o diabetes, diminui riscos de doenças cardiovasculares e até mesmo previne a obesidade e a depressão! Mas para conseguir todos esses benefícios, só tendo uma noite muito bem dormida. E um dos fatores que podem estragar tudo isso é a posição em que nos deitamos. “Para podermos descansar e relaxar a musculatura, precisamos de suporte adequado para não torcer ou tensionar as articulações”, comenta o ortopedista Cássio Trevizani, do Hospital das Clínicas da Faculdade de Mecidina da Universidade de São Paulo (FMUSP). “Ao dormir em uma posição não adequada, a pessoa pode acordar com dores nos músculos, membros, músculos ou na cabeça, além de sensação de sono não profundo”, completa o especialista.

Ficou preocupado com a forma como você dorme? Para você saber se está errando ou acertando nessa hora, desvendamos as principais posições para dormir e indicamos como deixá-las melhores ou até mesmo a aprender a mudar e adotar uma forma mais saudável na hora do sono!

Dormir de lado

Se você costuma deitar-se completamente de lado, parabéns! Essa é considerada a melhor posição para dormir. Você sabe por quê? “A questão é que ao se deitar de lado, você consegue manter a coluna mais alinhada”, ensina o ortopedista Cássio Trevizani, do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP). Além disso, é uma posição que permite que tanto a cabeça quanto os pés fiquem da altura do coração, o que facilita muito a circulação, fazendo com que o corpo funcione normalmente durante o período em que você está dormindo.

Como melhorar a posição de lado

Porém, não adianta apenas ficar deitado do jeito certo, alguns ajustes são necessários. Primeiro, o travesseiro: “o ideal é que ele tenha a altura do ombro, para a cabeça não ficar inclinada”, estabelece o ortopedista Alexandre Podgaeti, coordenador da Comissão de Campanhas da Sociedade Brasileira de Coluna, membro titular da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia. “Colocar um travesseiro entre os joelhos também é bom, porque um joelho bate no outro e assim eles ficam alinhados ao tronco”, conclui o especialista.

A coluna também é um ponto a se ter atenção: tente respeitar as curvas naturais dessa estrutura, nada de tentar ficar retinho! Manter as pernas levemente flexionadas e o quadril relaxado também são ótimas pedidas para não forçar o nervo ciático. Quanto aos braços, nada de colocá-los para cima. “Dormir com o braço esticado em cima da cabeça pode fazê-lo acordar com dor no ombro, bursite ou tendinite… Isso é um reflexo de um travesseiro muito baixo”, reflete Podgaeti.

Dormir de barriga para cima

Essa não é a posição mais indicada, mas também não é de todo ruim para o corpo. O lado bom é que as articulações conseguem relaxar de forma satisfatória, impedindo torções e dores. Porém, a coluna não fica perfeita. “Você acaba retificando seu corpo, e o melhor jeito de manter as curvas da colina perfeita é deitando de lado”, pondera Podgaeti. Outra questão é a maior chance de problemas como a apneia ou ronco aparecerem em que se deita nesta posição. “A língua vai para trás, atrapalhando a respiração”, comenta o especialista. Lembrando que esse não é único fator que pode causar esses processos.

Como melhorar a posição de barriga para cima

Uma das formas de garantir que você durma melhor de barriga para cima é com o travesseiro. Ao contrário da posição de lado, em que ele fica mais alto, ao deitar-se virado para cima ele deve ser bem baixinho. “Assim, evita-se uma tensão na musculatura cervical”, explica Trevizani. Uma forma de garantir um relaxamento das pernas é colocar um travesseiro embaixo dos joelhos, o que permite que eles fiquem menos entendidos, relaxando os músculos da lombar e das coxas.

Já os braços, ao deitar-se de barriga para cima, devem ficar ao longo do corpo, ou com as mãos pousadas levemente sobre o abdômen. Sem por força, é claro, ou você acabará prejudicando a respiração. “Não é indicado colocar os braços para alto, pois acaba ficando desconfortável ao longo da noite”, friza o especialista.

Dormir de bruços

Se dormir de barriga para cima é aceitável, dormir de bruços é completamente contraindicado! Além de deixar o corpo reto também, da mesma forma que a primeira posição, ainda tem o agravante do pescoço. “Ao se deitar de lado, você precisa se virar para respirar, torcendo o pescoço cerca de noventa graus. Quando você coloca um travesseiro, então, além de torcer, você o hiperestende, causando dores cervicais”, descreve o ortopedista Podgaeti. Infelizmente, no caso dessa posição, não há muito o que resolver, de acordo com os especialistas. “Mesmo que muitas pessoas estejam adaptadas a essa posição e se sintam confortáveis, podem ocorrer problemas de cervicalgia, dor nos ombros, bursite, tendinite e até dor nas costas”, enumera o especialista.

Para completar, a posição pode trazer problemas até para os dentes, pois pressionar a região, em longo prazo, pode favorecer dentes tortos. “Ao dormir de bruços, a face recebe pressão, que fica pior se você colocar um braço ou algo firme embaixo da cabeça”, explica a odontologista Eliana Avelãs.

E se mudo de posição ao longo da noite?

Infelizmente, só dá para controlar mesmo nossa posição antes de adormecer, depois disso, é normal que nosso corpo busque adaptação para ficar mais confortável, e nós acabemos nos movimentando um pouco. “Isso é normal, então o que você pode fazer é sempre começar seu sono numa melhor posição, o resto não dá pra controlar”, aconselha Podgaeti.

Porém, se você se mexe até demais, pode ser indicativo de outros problemas de sono. “Quem se vira muito na cama a noite precisa verificar se não há alteração no sono que pode gerar agitamento. Para isso existem tratamento específicos e é importante procurar um especialista em sono”, recomenda Trevizani.

Dá para mudar a posição em que eu durmo?

Outro problema é tentar mudar uma posição a qual seu corpo já está tão acostumado, não é mesmo? Mesmo os pequenos ajustes nas posições normais podem ser incômodos. Para o ortopedista Podgaeti, tudo é uma questão de treino e de insistência. “No começo sem dúvida você acaba voltando a posição ruim sozinho mesmo, mas com o tempo o corpo vai ficando cada vez mais na posição ideal e vai se acostumando”, indica o especialista. Pode ser um processo cansativo, mas vale a pena tentar melhorar, para garantir um sono mais leve e reparador, que vai inclusive recuperar você de todo esse esforço!

 

 

 

 

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*Fonte: minhavida

Fim das obturações? Cientistas descobrem substância capaz de regenerar os dentes

Uma recente pesquisa publicada pela revista especializada Scientific Reports e realizada pela universidade King’s College London, testou, em roedores, uma substância que, ao que tudo indica, poderá ser o fim das obturações dentárias. Isso porque eles desenvolveram uma substância que ativa as células-tronco numa camada inferior do dente, acelerando a recuperação natural.

Substância regenera dente

Abaixo do esmalte do dente existe uma outra camada chamada de dentina, que nada mais é que um mineral dental. Quando o dente sofre um dano como a cárie, por exemplo, pode haver uma perfuração até essa camada. Para se recuperar, entram em ação as dentinas reparadoras.

Mas aí existe um problema: dentes humanos tem uma capacidade muito reduzida de recuperação justamente pela baixa produção de dentinas reparadoras. Quase nunca elas são suficientes para cobrir todo o dano dentário causado, e somos obrigados a realizar as obturações.

Batizada de Tideglusib, a substância é um composto usado em medicamentos para tratamento de Alzheimer. De acordo com a pesquisa, ela estimula as células-tronco da polpa do dente, que se transformarão na nova dentina.

“A dentina reparadora produzida forma uma fina faixa dessa mesma substância [dentina], que serve para proteger a polpa da infecção, selando-a do ambiente externo”, explicou a equipe no estudo. Esse mecanismo natural de reparação dentária teve resultados “completo, eficaz e natural” ao tampar buracos de dentes de ratos.

Como substância foi aplicada?

Uma esponja embebida com a substância é colocada para preencher o buraco de uma cárie. A medida que o tempo passa, o objeto vai se desgastando porque se trata de uma esponja biodegradável.

Ao se degradar, o Tideglusib vai agindo no dente e o espaço antes preenchido pela esponja vai sendo substituído pelo próprio dente, que naturalmente se regenera. Por já ser usado por humanos (em medicamento contra Alzheimer), a equipe responsável está otimista que os testes em dentes humanos se iniciem em breve, mas ainda não divulgaram data para isso.

*Por Guilherme Athaide

 

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*Fonte: vix

Não dormir o suficiente faz com que engorde 1kg por semana

Todo mundo sabe que dormir mal tem consequências negativas para a saúde e se você não costuma descansar as horas necessárias, provavelmente notará algumas diferenças em relação àqueles que o fazem.

Dormir pelo menos 7 horas fará com que você tenha mais apetite.

Um dos efeitos negativos da falta de sono é que afeta o seu peso e pode aumentar até um quilo por semana, porque dormir menos de 7 horas fará com que você sinta mais apetite, resultando em um aumento considerável no final do mês.

“Não há dúvida de que o sono inadequado promove a fome e causa uma maior ingestão de alimentos durante o dia, causando um considerável ganho de peso”, explicou Eve Van Cauter, diretora do Centro de Sono e Metabolismo da Universidade de Chicago.

Provoca um consumo de até 300 calorias a mais por dia.

Embora ainda não se tenha determinado a quantidade exata de quilos que você pode aumentar, você tem a estimativa de que até um quilo por semana, porque dormir menos que as 7 horas necessárias provoca um consumo de até 300 calorias a mais por dia.

O aumento na ingestão calórica ocorre porque seu corpo precisa mantê-lo acordado, e isso pode trazer consequências fatais para a sua saúde. Além disso, o hormônio da saciedade diminuí e o chamado grelina aumenta, o hormônio da fome.

Organize os seus horários para descansar as horas necessárias.

Então você já sabe: se quer manter vida e corpo saudáveis , a melhor coisa que você pode fazer é organizar os seus horários para descansar as horas necessárias.

 

 

 

 

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*Fonte: paporetolive

7 fatos fascinantes sobre mentirosos patológicos que valem a pena conhecer

Enquanto todos nós contamos pequenas mentirinhas ocasionalmente, há uma grande diferença entre alguém que mente de vez em quando e alguém que é um mentiroso patológico. “Um mentiroso patológico é alguém que mente sem esforço, alguém para quem contar uma mentira é mais natural do que dizer a verdade”, diz a psicóloga Michelle Barton, diretora de Psicologia da Life Well. Mentir pode se tornar parte da vida cotidiana do mentiroso, a ponto de toda a sua existência ser uma invenção.

Como você deve ter adivinhado, esse nível de mentira geralmente é um sintoma de um problema maior. Embora a mentira patológica possa ser seu próprio distúrbio – conhecido como pseudologia fantástica – ela também pode ser um sintoma de psicopatia, distúrbio de personalidade narcisista, ansiedade, depressão e transtorno obsessivo-compulsivo, entre outras coisas.

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Veja só 7 fatos científicos fascinantes sobre mentirosos patológicos que valem a pena conhecer:


7 – A mentira patológica é muitas vezes ligada a um transtorno de personalidade

“A maioria dos mentirosos patológicos tem distúrbio de personalidade narcisista (DPN) ou pelo menos fortes traços narcísicos e mentem compulsivamente (e sabem que estão mentindo) só para parecerem melhores”, disse o psiquiatra Scott Carroll. E por um dos sintomas característicos do NPD ser “um senso exagerado de importância pessoal”, faz sentido porque isso ocorre.


6 – Mentirosos patológicos têm diferentes níveis de hormônio do que a maioria das pessoas

“Uma das teorias mais interessantes sobre mentirosos patológicos é que eles podem ter a proporção oposta de cortisol e testosterona do que a maioria das pessoas”, diz Bill Eddy, terapeuta. “Isso permite que eles sejam altamente agressivos e sem preocupação com os riscos envolvidos, como mentir descaradamente sobre algo que poderia ter sérias consequências se eles fossem pegos”.

E isso pode conectá-los a outro distúrbio de personalidade. Como diz Eddy, “os mentirosos patológicos mais bem-sucedidos são os sociopatas, condição também conhecida como ‘transtorno de personalidade anti-social’ para os profissionais de saúde mental”.

5 – Eles geralmente mentem sobre problemas médicos
Já que que as mentiras são frequentemente contadas como uma forma de buscar simpatia, faz sentido porque mentirosos patológicos podem acabar mentindo sobre ter problemas de saúde. “Alguns mentirosos patológicos mentem exclusivamente sobre sintomas e condições médicas porque compulsivamente buscam a simpatia de outras pessoas que estão doentes e/ou compulsivamente procuram ser cuidadas por outros”, diz Carroll. “Isso é chamado de transtorno factício e pode levar pessoas saudáveis ​​a fazerem cirurgias e outros tratamentos médicos que não precisam”.

4 – Muitos deles realmente acreditam em suas próprias mentiras
Alguns mentirosos patológicos são “delirantes funcionais”, diz Carroll, o que significa que eles realmente acreditam em suas próprias mentiras e podem até passar no teste do detector de mentiras.

“Isso é chamado de ‘micro-psicótico’ para distinguir essas pessoas das que têm esquizofrenia e que deliram fortemente”, diz Carroll. “A maioria das pessoas micro-psicóticas têm Transtorno da Personalidade Borderline e realmente acreditam no que estão dizendo (o que as ajuda a serem ainda mais convincentes), mas se forem pegos mentindo, podem reescrever suas memórias para acreditar em uma nova mentira na hora”.

3 – Crianças que mentem às vezes têm ansiedade ou depressão
É comum crianças e adolescentes mentirem enquanto passam por seus diferentes estágios de desenvolvimento, testando seus limites. Mas algumas crianças que mentem podem estar fazendo isso devido à ansiedade ou depressão.

Como Carroll diz: “As crianças podem mentir compulsivamente negando erros ou violações de regras que obviamente fizeram. Sua mentira compulsiva tende a estar associada à ansiedade, depressão e baixa autoestima, o que torna mais difícil admitirem seus erros”. Felizmente, isso geralmente é tratável, trazendo bons resultados.

2 – É difícil tratar adultos mentirosos
Adultos mentirosos patológicos podem ser mais difíceis de tratar. “Para os adultos, a mentira compulsiva é difícil de parar porque pode ser extremamente reflexiva e habitual”, diz Carroll. “Além disso, pessoas com Transtorno de Personalidade Narcisista não tendem a procurar tratamento para seu narcisismo – apenas para sua ansiedade ou depressão”. Portanto, se essa for a causa da mentira, pode ser complicado.

1 – Mentir pode ser viciante
Mentir pode na verdade ser viciante, devido ao que faz ao cérebro. “Seus comportamentos e sistemas de recompensa são muito parecidos com jogos de azar – você nunca sabe quando é um colapso ou um grande prêmio”, diz Barton. “Como o mentiroso patológico se acostuma com esse nível de medo e ansiedade, eles quase não conseguem funcionar sem ele”.

O mesmo é verdadeiro para muitos mecanismos não saudáveis para lidar com a realidade. Mas há esperança: se você ou alguém que você conhece mente compulsivamente, ou tiver outros hábitos prejudiciais como forma de lidar com o estresse ou a depressão, existem meios de ajustar sua forma de pensar e lidar com sua ansiedade de uma maneira mais saudável. Abrir-se para um ente querido de confiança ou um profissional da saúde mental é um bom modo de começar.

*Por Luciana Calogeras

 

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*Fonte: misteriosdomundo

Remédios para Sono e Ansiedade MATAM Mais que Cocaína!

O uso indiscriminado de remédios para sono e ansiedade – como Rivotril, Valium, Xanax e Ativan – causa risco de morte maior do que o uso de drogas como cocaína e heroína. A conclusão é de duas pesquisas publicadas no American Journal of Public Health.

Cientistas descobriram que um componente em especial é o maior problema: a benzodiazepina (BZD). O primeiro estudo, da Universidade da Colúmbia Britânica (UBC), de Vancouver, no Canadá, mostrou que o consumo excessivo de benzodiazepinas causa risco de morte 1,86 vezes maior do que o uso de drogas ilegais.

O levantamento foi feito com 2.802 participantes usuários de benzodiazepinas, entrevistados semestralmente durante cinco anos e meio. Ao final do estudo, 18,8% do grupo morreu. Os pesquisadores observaram que mesmo depois de isolar outros fatores, como o uso de drogas ilegais e comportamentos de alto risco, a taxa de mortalidade permaneceu alta entre os usuários do composto.

Um segundo estudo realizado com uma parte menor do mesmo grupo examinou a ligação entre o uso de benzodiazepina e a infecção por hepatite C, e descobriram que a taxa de infecção foi 1,67 vezes maior naqueles que usaram remédios à base do composto.

“O interessante sobre isso é que é uma droga prescrita e as pessoas pensam que estão seguras. Mas, provavelmente, estamos prescrevendo essas drogas de uma maneira que está causando danos”, disse o cientista Keith Ahamad ao jornal Vancouver Sun.

Um relatório da Organização Mundial da Saúde (OMS) alerta que a benzodiazepina só deve ser prescrita para tratar “ansiedade ou insônia grave, incapacitante, que cause angústia extrema”. A entidade recomenda que os médicos levem em conta que o composto causa dependência e síndrome de abstinência – por isso, deve ser usada em dose eficaz mínima e durante o menor tempo possível.

 

 

 

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*Fonte: saudecuriosa

Exercitar as pernas é fundamental para a saúde do cérebro e do sistema nervoso

Pesquisas inovadoras mostram que a saúde neurológica depende tanto dos sinais enviados pelos grandes músculos das pernas do corpo para o cérebro quanto das diretivas do cérebro para os músculos.

Publicado em Frontiers in Neuroscience, o estudo altera fundamentalmente a medicina do cérebro e do sistema nervoso – dando aos médicos novas pistas de porque pacientes com doença dos neurônios motores, esclerose múltipla, atrofia muscular espinhal e outras doenças neurológicas frequentemente declinam rapidamente quando seu movimento se torna limitado.

“Nosso estudo apóia a noção de que pessoas incapazes de realizar exercícios de suporte de carga – como pacientes acamados ou até mesmo astronautas em viagens prolongadas – não apenas perdem massa muscular, mas sua química corporal é alterada em nível celular e até mesmo seu sistema nervoso é prejudicado”, diz o Dr. Raffaella Adami da Università degli Studi di Milano, Itália.

O estudo envolveu restringir camundongos de usar suas patas traseiras, mas não as pernas da frente, durante um período de 28 dias. Os ratos continuaram a comer e se arrumar normalmente e não apresentaram estresse. No final do estudo, os pesquisadores examinaram uma área do cérebro chamada zona sub-ventricular, que em muitos mamíferos tem o papel de manter a saúde das células nervosas. É também a área onde as células-tronco neurais produzem novos neurônios.

A limitação da atividade física diminuiu o número de células-tronco neurais em 70% em comparação com um grupo controlado de camundongos, que foram autorizados a vagar. Além disso, tanto os neurônios quanto os oligodendrócitos – células especializadas que suportam e isolam as células nervosas – não amadureceram completamente quando o exercício foi severamente reduzido.

A pesquisa mostra que o uso das pernas, particularmente no exercício de sustentação de peso, envia sinais ao cérebro que são vitais para a produção de células neuronais saudáveis, essenciais para o cérebro e o sistema nervoso. Reduzir o exercício físico torna difícil para o corpo produzir novas células nervosas – alguns dos blocos de construção que nos permitem lidar com o estresse e se adaptar ao desafio em nossas vidas.

“Não é por acaso que estamos destinados a ser ativos: caminhar, correr, agachar-se para sentar e usar os músculos das pernas para erguer as coisas”, diz Adami. “A saúde neurológica não é uma rua de mão única com o cérebro dizendo que os músculos levantem, andem e assim por diante.”

Os pesquisadores ganharam mais conhecimento analisando células individuais. Eles descobriram que restringir o exercício reduz a quantidade de oxigênio no corpo, o que cria um ambiente anaeróbico e altera o metabolismo. O exercício de redução também parece impactar dois genes, um dos quais, o CDK5Rap1, é muito importante para a saúde da mitocôndria – a usina celular que libera energia que o corpo pode usar. Isso representa outro ciclo de feedback.

Esses resultados lançam luz sobre vários problemas importantes de saúde, que vão desde preocupações com impactos cardiovasculares como resultado de estilos de vida sedentários até insights sobre doenças devastadoras, como atrofia muscular espinhal (AME), esclerose múltipla e doença do neurônio motor, entre outras.

“Eu tenho interesse em doenças neurológicas desde 2004”, diz o co-autor Dr. Daniele Bottai, também da Università degli Studi di Milano. “A pergunta que me fiz foi: é o resultado dessas doenças devido exclusivamente às lesões que se formam na medula espinhal no caso de lesão medular e mutação genética no caso da SMA, ou é a menor capacidade de movimento de fator crítico que exacerba a doença?”

Esta pesquisa demonstra o papel crítico do movimento e tem uma gama de implicações potenciais. Por exemplo, missões para enviar astronautas ao espaço por meses ou mesmo anos devem ter em mente que a gravidade e o exercício de carga desempenham um papel importante na manutenção da saúde humana, dizem os pesquisadores.

“Pode-se dizer que nossa saúde está fundamentada na Terra de maneira que estamos apenas começando a entender”, conclui Bottai. [Technology Networks]

 

 

 

 

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*Fonte: socientifica

Novo tipo de álcool promete bebedeiras sem ressaca e sem afetar o fígado

Sair para beber com os amigos é sempre sinônimo de boas conversas, porém quando exageramos na dose, sentimos os efeitos indesejados da ressaca no dia seguinte. Principalmente depois dos 30, quando a cada bebedeira você promete mais uma vez que nunca mais irá colocar uma gota de álcool na boca. Entretanto, talvez este problema esteja prestes a ser erradicado, já que uma equipe está produzindo um álcool sintético que não dá ressaca e, nem afeta o fígado.

A promessa é de que o Alcarelle esteja disponível no mercado em 5 anos. A partir da molécula alcosynth, ele imita os elementos encontrados no álcool – sociabilidade, relaxamento e diversão – menos os efeitos prejudiciais à saúde, já que estará livres de elementos tóxicos, que são prejudiciais ao fígado.

A equipe, conduzida por David Nutt, afirmou que mais testes serão necessários até que o álcool sintético seja considerado seguro para ingestão. Você teria coragem de tomar um drinque feito em laboratório?

 

 

 

 

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*Fonte: hypeness

Mais da metade dos brasileiros não consegue ficar 1 dia sequer sem celular

Que os celulares podem ser tornar um verdadeiro vício e a conectividade móvel nos torna “escravos” das telinhas, todo mundo sabe. Agora, uma pesquisa do Ibope vem para comprovar como estamos realmente à mercê desses dispositivos. Mais de 50% dos entrevistados dizem que não conseguem ficar um dia sequer longe dos aparelhos.

O levantamento foi feito via internet pelo Ibope Conecta, setor da firma que se dedica a analisar tendências de comportamento online, entre os dias 18 e 22 de outubro do ano passado, com 2 mil pessoas das classes A, B e C em todo o país.

Elas responderam à seguinte pergunta: “Por quanto tempo você consegue ficar sem usar seu smartphone?”. “Nem um dia” obteve 52%, seguido por “Um dia” (18%) e “Mais de um dia” (30%). Quem se enquadrou no primeiro grupo também detalhou quantas horas fica sem o aparelho. “Até 1 hora” teve 8%, “2 a 3 horas” 11%, “Até 6 horas” 11%, “Até 12 horas” 7% e “Momento nenhum” 15%.

Quando questionados sobre o impacto negativo dos celulares em suas vidas, pouco mais de 31% disseram que não há; e entre as áreas mais afetadas pelo uso intenso estão “A hora de dormir” (27%), “Relacionamento com pessoas” (23%) e “Distração em atividades diárias” (23%).

Segundo o estudo, os aparelhos também atrapalham “No trabalho” (16%), “No relacionamento com a família” (16%), “Quando estão dirigindo e recebem ligações ou mensagens” (12%), “A saúde” (9%), “O rendimento escolar” (8%) e “Vida sexual” (6%).

*Por Cláudio Yuge

 

 

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*Fonte: tecmundo

Você sabe quais produtos químicos estão em sua tatuagem?

Os seres humanos estão se tatuando há milhares de anos. Os homens das cavernas e a realeza egípcia exibiam tatuagens feitas de fuligem, carvão e outros pigmentos naturais.

Mas os tatuadores modernos têm pouco conhecimento do que suas tintas são realmente feitas. Você sabe o que está na sua tatuagem?

Tintas desconhecidas

Embora os tatuadores devam ser certificados para trabalhar legalmente, as tintas e pigmentos de tatuagem não são regulados por nenhuma autoridade governamental.

A menos que você seja um tatuador profissional e misture suas próprias tintas com pigmentos secos, há uma boa chance de que você nunca descubra exatamente o que tenha na tinta da tatuagem.

Essa é a forma de fabricantes de tinta protegerem suas próprias fórmulas. Alguns pigmentos são provenientes de ingredientes naturais, enquanto outros podem ser provenientes da indústria têxtil, plástica ou automotiva.

Um relatório de 2016 do Centro Comum de Investigação (JRC), que fornece aconselhamento científico independente à União Europeia, analisou quimicamente uma grande variedade de pigmentos de tatuagens e listou os ingredientes que mais preocupam.

Os mais perigosos são conhecidos como hidrocarbonetos aromáticos policíclicos (HAPs), um grupo químico encontrado em tintas principalmente pretas que contém carcinógenos que podem migrar da pele para os nódulos linfáticos.

Há também pigmentos azo, que compõem cerca de 60% dos ingredientes das cores das tintas de tatuagem.

Embora os pigmentos azo sejam seguros quando entram na pele pela primeira vez, eles podem se degradar com o tempo em compostos potencialmente causadores de câncer.

Uma pesquisa suíça com 229 tintas para tatuagem também encontrou conservantes perigos.

Um quarto das tintas analisadas continha substância irritante da pele benzoisotiazolinona e 7% continham formaldeído, um agente cancerígeno. Tintas de tatuagem também podem conter metais nocivos, como níquel, cromo e cobalto.

Como se proteger

Isso não significa que todas as tatuagens não sejam seguras. Os pigmentos modernos de alta qualidade são tipicamente feitos de vários sais metálicos.

Metais diferentes apresentam riscos diferentes, o que significa que certas cores são inerentemente mais arriscadas do que outras.

A tinta vermelha, em particular, é conhecida por causar reações de sensibilidade e outros problemas de saúde com mais frequência do que a tinta preta, que pode ser facilmente fabricada a partir de fontes seguras.

Azuis e verdes feitos de sais de cobre de alta qualidade tendem a ser seguros também, mas cuidado com os azuis baseados em cobalto.

Pigmentos brancos feitos de óxido de titânio são alguns dos pigmentos menos reativos da indústria.

Embora os pigmentos amarelos sejam frequentemente derivados de fontes naturais como cúrcuma ou curcumina, eles geralmente causam reações devido à quantidade de pigmento necessária para criar uma cor brilhante.

Dicas para fazer uma tatuagem

Se você quer ter certeza de fazer uma tatuagem, escolha profissionais de verdade e não tenha medo de pagar um preço alto.

Tintas baratas são baratas por uma razão, e tatuadores de mau caráter não serão capazes de oferecer evidências apoiando suas escolhas de tinta.

Você deve pedir ao seu tatuador que forneça o máximo de informações possível sobre o local de origem das tintas e de que elas são feitas e especifique sobre as cores envolvidas.

*Por Davison Filipe

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*Fonte: realidadesimulada

6 fatos interessantes sobre o funcionamento do fígado humano

A maioria das pessoas só se lembra da existência do fígado depois de uma temporada de bebedeiras. Aí vem sempre a promessa de nunca mais colocar uma gota de álcool na boca, geralmente acompanhada de um gigante copo de água ou de qualquer refrigerante bem gelado. Porres à parte, agora vamos falar sério: o que você sabe sobre esse órgão tão importante para o funcionamento do corpo humano? O Irish Examiner publicou uma série de fatos sobre o fígado. Confira alguns deles a seguir:

1 – Dá para prevenir

A maioria das doenças que acometem o fígado têm relação com o consumo excessivo de álcool, com a obesidade e também com o surgimento de hepatite viral. Isso quer dizer que reduzir o consumo de bebidas alcoólicas e perder peso já são medidas que podem melhorar a saúde do órgão.

2 – Depois de uma bebedeira, seu fígado precisa de alguns dias para se recuperar

A boa notícia é que você não precisa deixar de consumir bebidas alcoólicas para sempre, mas, sempre que exagerar nas doses, fique sem beber por pelo menos três dias. Assim, seu fígado pode se recuperar da trabalheira excessiva que você resolveu dar ao pobre coitado.

Quando você não dá esse intervalo de tempo para que o fígado se regenere, você está simplesmente comprometendo o funcionamento do maior órgão interno do seu corpo.

3 – Diferentes funções

Se você está se perguntando quais são, afinal de contas, as funções mágicas do fígado – além de processar o álcool que de vez em quando entra em seu organismo –, fique esperto, pois estamos falando de um órgão multidisciplinar, responsável por diferentes tarefas, tais como: produzir proteínas e fatores de coagulação sanguínea, auxiliar o processo digestivo e a liberação de energia e armazenar energia e ferro.

Além disso, o fígado purifica o sangue e consegue deixá-lo livre de algumas bactérias indesejáveis e de substâncias que nos fazem mal, como o álcool. Portanto, como não há como você ter muito controle a respeito das bactérias que possam vir a invadir sua corrente sanguínea, dá para, pelo menos, controlar a quantidade de álcool que entra. Fique esperto.

4 – Quando o fígado adoece

A cirrose hepática provocada pelo excesso de álcool começa provocando o acúmulo de gordura no fígado, característica conhecida como “doença hepática gordurosa alcoólica”. O estágio seguinte, conhecido como “hepatite alcoólica”, já é mais grave e é caracterizado quando há abuso de álcool por um longo período. Nessa fase, os tecidos do fígado estão inflamados.

Ainda que a situação não seja das melhores, até essa segunda fase é possível reverter os danos causados ao órgão, e a melhor saída é interromper o consumo de qualquer quantidade de bebida alcoólica. Quem continua a beber mesmo depois da hepatite alcoólica acaba desenvolvendo a cirrose, que é quando o fígado está seriamente danificado. A cirrose é uma doença grave e pode ser fatal.

5 – Sintomas silenciosos

O problema das doenças do fígado é que elas são assintomáticas no início, ou seja: você talvez as tenha e não saiba, pois não apresentam sintoma algum ou seus sintomas são confundidos com sensações gerais de mal-estar, cansaço, falta de apetite, perda de peso, dores abdominais, coceira e vômitos.

Já quando a doença está avançada, o paciente pode apresentar icterícia, hemorragias, sonolência, febre, inchaço de abdome e pernas, fezes pretas e vômitos com sangue. Na presença de qualquer um desses sintomas, é sempre bom procurar um médico.

6 – Receitas para um fígado saudável

Para manter a saúde desse órgão em dia, aposte em uma dieta rica em frutas e vegetais. Deixe de consumir bebidas muito doces, faça exercícios físicos regularmente para que a gordura presente no órgão seja queimada, proteja-se na hora de fazer sexo e respeite o prazo de três dias sem álcool depois de uma bebedeira.

*Por Daiana Geremias

 

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*Fonte: megacurioso

Dormir mais no fim de semana não compensa o sono da semana

Você é desses que dorme pouco durante a semana e acredita que dormir mais no sábado e no domingo compensará todos os problemas? Sentimos em te dizer que não é isso que acontece: cientistas descobriram que mesmo que as pessoas tentem dormir mais durante o fim de semana, o metabolismo continua prejudicado.

De acordo com o coautor da pesquisa, o professor Kenneth Wright, da Universidade do Colorado Boulder, nos Estados Unidos, o hábito de dormir mais nos fins de semana precisa ser analisado com cautela, já que pode causar malefícios à saúde a longo prazo.

Em estudo publicado no periódico Current Biology, Wright e seus colegas descreveram um experimento realizado com 36 participantes que passaram 13 noites no laboratório, todos podendo dormir por oito horas nas primeiras três noites.

Oito pessoas foram autorizadas a continuar com esse padrão para o resto da experiência, enquanto dois grupos de 14 pessoas passaram a ter seu sono privado, podendo dormir menos de cinco horas por noite. Após quatro noites, um dos grupos foi autorizado a relaxar e definir o quanto queria dormir, enquanto os membros do outro continuaram dormindo com restrições. Depois do fim de semana, ambos tiveram mais duas noites de privação de sono antes de serem autorizados a se recuperar.

No caso das pessoas que dormiam menos, houve um ganho de peso em grau similar, um pouco menos de 1,5 kg em média, bem como o desenvolvimento de uma sensibilidade reduzida à insulina, hormônio chave na regulação dos níveis de açúcar no sangue — e na origem da diabete. Já os que tinham oito horas de sono por noite não mostraram nenhuma mudança clara no peso corporal no final do estudo.

“Essa descoberta é algo imprevisto e mostra que o tempo de recuperação do sono durante o fim de semana provavelmente não é uma medida eficaz para contrabalançar os problemas metabólicos quando a perda do sono é crônica”, afirmam os pesquisadores.

 

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*Fonte: revistagalileu

Beber cerveja faz mais bem à saúde do que beber leite, diz estudo

Em um estudo, depois de examinar 200.000 mulheres que bebiam cerveja normalmente, descobriram que o risco de osteoporose era muito menor do que a média.

A cerveja parece ter sido feita para as mulheres, já que ajuda ainda mais do que leite ou cálcio em pílulas, de acordo com um estudo do Centro Nacional de Avaliação de Risco de Osteoporose publicado no site muhimu.

De acordo com um estudo, a cerveja é mais saudável e mais eficiente do que o leite, se quisermos prevenir a osteoporose.

Estudo começa as investigações:

Todos sabemos que, à medida que envelhecemos, é normal que a densidade óssea seja afetada, no entanto, um estudo indicou que consumir cerveja poderia ajudar a prevenir a osteoporose com mais eficiência do que o beber leite.
A cerveja tem mais benefícios que o leite:

A cerveja tem muitos outros benefícios para a saúde; como ajudar na recuperação física após um forte treinamento físico.

Há anos também ouvimos que, para evitar os sintomas de uma ressaca, o ideal é tomar uma cerveja gelada.

Início da pesquisa:

O estudo foi realizado em 200.000 mulheres, que mostraram que aquelas que bebiam cerveja tinham menos risco de osteoporose.

O que indica que se você é uma mulher e bebe um copo de cerveja regularmente, é menos provável que você tenha problemas ósseos durante sua vida.

Tem seu lado negativo

Outra pesquisa realizada pelo New England Journal of Medicine, que analisou 12.00 mulheres idosas, indicou que aquelas que normalmente bebiam um copo de cerveja por dia, tinham menos capacidade cognitiva em comparação com aquelas que não bebiam.

O que é o lúpulo?

O lúpulo é um ingrediente essencial para a fabricação de cerveja. Ele é da família do cânhamo e dos canabinóides. Ele atua como um substituto natural do hormônio, o que poderia reduzir as síndromes pré-menopáusicas.

Antigamente, usavam-no por seus efeitos sedativos e anti-sépticos, valorizando sua ação contra bactérias.

Também, na Europa, por suas propriedades antioxidantes e antidepressivas. Devido aos seus componentes psicoativos por ser uma planta canabinóide.

Claro que você não deve beber demais! Vale ressaltar que para obter esses benefícios, a recomendação é – entre um copo por dia – sem abusar da álcool, que não é bom para suas funções cognitivas.

 

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*Fonte: pensadoranonimo

Você sabia? Essa é a razão pela qual temos medo do escuro

Crianças em geral têm muitos medos estranhos e específicos. As razões pelas quais alguém acabará desenvolvendo um medo durante a infância são diversas e complicadas – muitas coisas podem influenciar se uma criança se assusta com cães ou chora com o som do trovão, etc.

Todavia, há um medo que a maioria das pessoas experimenta em certo ponto da vida: o medo do escuro. E, ao contrário da maioria dos medos de infância, é algo de que muitas pessoas nunca deixam de ter.

Crianças são praticamente “programadas” para terem medo do escuro

Alguns medos são adquiridos com base em experiências de vida específicas; outros são mais universais e inatos. O medo da escuridão, que em formas extremas é conhecido como nictofobia ou aclaofobia, cai nessa última categoria. A razão: não é a escuridão em si que é assustadora. É o medo do que a escuridão mascara. O escuro nos deixa vulneráveis ​​e expostos, incapazes de detectar quaisquer ameaças que possam estar à espreita nas proximidades. Durante grande parte da história humana, a escuridão significava perigo e temê-la significava tomar precauções para permanecer seguro. Evolutivamente, isso foi uma grande vantagem.

Mas esse não é mais o caso – não há muito a temer quando passamos a noite em segurança em nossas camas – mas a escuridão, no entanto, manteve seu lugar em nossa psique como uma manifestação do aterrorizante desconhecido. O psicólogo Thomas Ollendick, diretor do Centro de Estudos Infantis da Virginia Tech University, disse à Live Science que esse medo na infância vem do medo do “inesperado”: ​​“Crianças acreditam em tudo que é possível imaginar”, disse ele. “Que no escuro, ladrões podem aparecer ou que elas podem ser sequestradas, ou alguém pode vir e levar seus brinquedos embora”. Nossos cérebros, em outras palavras, associaram a escuridão com o lado assustador das ilimitadas possibilidades.

É um medo preocupantemente comum entre os adultos também

À medida que envelhecem, as pessoas geralmente aprendem a desconsiderar esse vínculo na vida cotidiana. A escuridão pode elevar o fator assustador de uma nova situação, mas a maioria de nós acaba se tornando confortável o suficiente para apagar as luzes em suas próprias casas durante a noite. Mas nem todos: em uma pesquisa do Reino Unido em 2012, quase 40% dos entrevistados disseram que tinham medo de andar pela casa com as luzes apagadas. De fato, 10% disseram que nem sairiam da cama para usar o banheiro no meio da noite. E em um pequeno estudo, cerca de metade dos participantes que possuem problemas para dormir também admitiram ter medo do escuro, em comparação com apenas um quarto que consegue dormir bem, sugerindo que, em alguns casos, o medo pode ser potente o suficiente para causar insônia crônica.

Muito mais comum do que pensávamos ser

Mas a conexão com maus hábitos de sono também torna fácil confundir medo do escuro com outros medos ou uma forma de ansiedade mais geral. “Um indivíduo pode não conseguir adormecer quando está escuro e sua mente começa a vagar”, disse a autora do estudo, Colleen Carney, professora de psicologia da Ryerson University. “Eles pensam: ‘E se alguém invadisse minha casa?’ Ao invés de perceber que essas associações podem indicar um medo do escuro, eles pulam um passo e presumem que têm medo de ladrões”; Como outras fobias, Carney acrescentou, um intenso medo do escuro pode ser tratado através de terapia de exposição; a chave em primeiro lugar é reconhecê-lo.

O problema é que o gatilho é tão incrivelmente comum – e ao contrário do medo de cães, aranhas ou de pessoas se aproximando, é um medo quase impossível de conter: uma vez que as luzes se apagam, o medo se constrói e se espalha, se manifestando como um pavor ou fobia do que pode estar no quarto ou qualquer outra coisa que sua imaginação possa inventar.

*Por Luciana Calogeras

 

 

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*Fonte: misteriosdomundo

Beber suco de fruta é realmente saudável?

É difícil resistir a um suco natural, seja no café da manhã, no lanche da tarde ou após exercícios físicos.

Muita gente também acredita que ele ajuda a perder peso ou “desintoxicar” o organismo.

Todas essas suposições movimentam um negócio altamente lucrativo. O mercado global de sucos feitos a partir de frutas, legumes e verduras foi estimado em US$ 154 bilhões em 2016 e deve continuar crescendo.

Mas o suco é realmente tão saudável quanto pensamos?

A princípio, a maioria dos alimentos que contêm frutose – um açúcar natural encontrado em todas as frutas e sucos de frutas – não nos prejudica, desde que, ao consumi-lo, não estejamos excedendo nosso limite de calorias diário. Isso acontece porque a fibra encontrada em frutas inteiras está intacta e esse açúcar pode ser encontrado nas células dela. Nosso sistema digestivo leva um tempo para quebrar essas células e para a frutose entrar na corrente sanguínea.

Para que serve a fibra

“O suco de frutas remove a maior parte da fibra”, diz Emma Elvin, da Diabetes UK. É por isso que, ao contrário da fruta inteira, a frutose nos sucos de frutas conta como ‘açúcares livres’ – que também incluem o mel e os açúcares adicionados aos alimentos. A OMS, a Organização Mundial de Saúde, recomenda que os adultos não consumam mais do que 30g de açúcar adicionado, o equivalente a 150ml de suco de fruta por dia.

O problema é que, após a fibra ser removida, a frutose do suco acaba absorvida mais rapidamente. Picos súbitos de açúcar no sangue fazem com que o pâncreas libere insulina para que ele volte a um nível normal. Com o tempo, esse mecanismo pode se desgastar, aumentando o risco de diabetes tipo 2. Em 2013, pesquisadores analisaram dados de 100 mil pessoas coletados entre 1986 e 2009 e descobriram que o consumo de suco de frutas estava ligado ao aumento do risco de diabetes tipo 2. Eles concluíram que – como os líquidos passam pelo estômago até o intestino mais rápido do que os sólidos – mesmo quando o conteúdo nutricional é semelhante ao das frutas inteiras, o suco de frutas leva a mudanças mais rápidas e maiores nos níveis de glicose e insulina.

Outra pesquisa revelou uma associação direta entre o suco de frutas e o diabetes tipo 2 após acompanhar as dietas e o status de diabetes de mais de 70 mil enfermeiras ao longo de 18 anos. Os pesquisadores explicam que a possível razão para isso pode ter sido, em parte, a falta dos outros componentes encontrados em frutas inteiras, como a fibra.

Sucos contendo legumes e verduras podem fornecer mais nutrientes e menos açúcar do que aqueles feitos apenas de frutas – mas, ainda assim, não têm fibras valiosas. Dietas ricas em fibras têm sido associadas a um menor risco de desenvolvimento de doenças cardíacas, derrame, pressão alta e diabetes. Recomenda-se que adultos consumam 30g de fibras por dia.

Excesso de calorias

Além da ligação com a diabetes tipo 2, muitos estudos mostram que o suco de frutas é prejudicial se contribui para o excesso de ingestão de calorias diárias.

A partir de uma análise de 155 estudos, John Sievenpiper, professor associado do Departamento de Ciências Nutricionais da Universidade de Toronto, no Canadá, investigou se as associações entre refrigerantes com adição de açúcar e saúde – incluindo o risco de diabetes e doenças cardiovasculares – eram aplicáveis aos alimentos e bebidas que consumimos como parte de uma dieta saudável. Ele comparou pesquisas que examinaram os efeitos dos açúcares contendo frutose (incluindo sacarose, xarope de milho com alto teor de frutose, mel e xaropes) com dietas controladas livres ou com redução desses açúcares. Seu objetivo? Isolar os efeitos do consumo de muitas calorias dos efeitos de alimentos contendo diferentes açúcares.

A descoberta de Sievenpiper foi surpreendente. Ele encontrou efeitos negativos nos níveis de açúcar no sangue e insulina em jejum quando os alimentos forneceram calorias em excesso a partir de açúcares, incluindo suco de frutas. No entanto, quando não implicava em exceder o limite diário de calorias, consumir frutas inteiras – e até mesmo suco de frutas – era vantajoso. Sievenpiper chegou à conclusão de que a ingestão recomendada é de um copo de suco de fruta por dia (ou 150 ml).

Segundo a pesquisa realizada por Sievenpiper, os alimentos que contêm frutose podem ter alguns pequenos benefícios para o controle de açúcar no sangue a longo prazo, quando não levam ao consumo excessivo de calorias. Mas quando sua ingestão excede nosso nível de calorias diário, costumam aumentar os níveis de açúcar no sangue e insulina. Isso pode ocorrer porque a frutose tem um IG relativamente baixo, diz Sievenpiper, enquanto as dietas de alto IG estão associadas à resistência à insulina.

“Comer uma fruta inteira é melhor do que tomar um suco de fruta, mas se você usar o suco como um complemento, tudo bem. Não se você estiver tomando o suco para hidratar-se ou bebendo em grandes quantidades”, explica Sievenpiper.

Portanto, embora saibamos que o suco de frutas pode causar diabetes, se ele fizer parte de uma dieta com maior ingestão de calorias, fica menos claro como esse alimento afeta a saúde a longo prazo daqueles que não estão acima do peso.

“Ainda há muita coisa que não entendemos sobre como aumentar o açúcar na dieta sem aumentar o risco de mudança de peso”, diz Heather Ferris, professora-assistente de medicina na Universidade da Virgínia, nos Estados Unidos. “Por quanto tempo e quão bem o pâncreas pode lidar com o açúcar se deve parte à genética.”

No entanto, temos um risco maior de consumir mais do que o número diário recomendado de calorias (cerca de 2 mil para mulheres e 2,5 mil para homens) nos dias em que tomamos suco, de acordo com a mesma pesquisa. Vários estudos mostraram que beber suco de frutas não nos faz consumir menos alimentos durante o dia.

“Também é fácil consumir grandes quantidades de suco de fruta rapidamente, o que significa calorias extras. E quando as calorias aumentam, isso pode contribuir para o ganho de peso”, diz Elvin.

Otimismo

Mas um estudo publicado no ano passado deu uma espécie de “salvo-conduto” ao suco de fruta. Os pesquisadores usaram um liquidificador ‘extrator de nutrientes’ que, diferente dos tradicionais, extrai toda a fruta, incluindo sementes e pele. Eles mediram os efeitos de um mix de frutas e da manga descascada – ambas com alto índice glicêmico e, portanto, causadoras de um pico de açúcar no sangue – espremido em um extrator de nutrientes, comparado com outro grupo que ingeriu a mesma fruta inteira.

Aqueles que beberam o mix de frutas extraídas com nutrientes tiveram um aumento menor de açúcar no sangue em comparação com o grupo de frutas mistas. Por outro lado, não houve diferenças entre aqueles que beberam o suco de manga e o mix de manga inteira, com casca.

No entanto, esse foi um estudo pequeno, e os pesquisadores não compararam suas descobertas com o suco feito por qualquer outro método, como espremer o suco descartando a pele e as sementes.
Pode ser melhor misturar

Gail Rees, palestrante sênior em nutrição humana na Universidade de Plymouth, no Reino Unido, e uma das responsáveis pelo estudo, diz que os resultados foram provavelmente influenciados pelas sementes de frutas contidas nos sucos. Segundo ela, é difícil chegar a uma recomendação clara a partir das conclusões do estudo.

“Certamente concordaria com a recomendação atual de 150 ml de suco de frutas por dia, mas se você usar um extrator de nutrientes em casa, pode manter os níveis de açúcar no sangue relativamente estáveis”, explica Rees.

Mas, enquanto manter as sementes no suco pode fazer alguma diferença durante a digestão, Ferris argumenta que isso não muda necessariamente o quão incompleto o suco é.

“Quando o suco contém alguma fibra, ele vai diminuir a absorção, mas você ainda tem uma ingestão excessiva de calorias porque é fácil consumi-lo. No entanto, é melhor do que o suco de fruta tradicional”, diz ela.

Outras maneiras de melhorar os efeitos do suco em nossa saúde incluem optar por frutas maduras para reter o máximo de benefícios possíveis, de acordo com Roger Clemens, professor de Ciências Farmacêuticas da Universidade do Sul da Califórnia, no Reino Unido.

Também é importante reconhecer que, dependendo da fruta, métodos diferentes devem ser usados para extrair o suco, acrescenta o especialista. Isso se dá por causa da composição física da fruta. Por exemplo, a maioria dos fitonutrientes das uvas é encontrada na semente, com muito pouco encontrado na polpa. E a maioria dos compostos fenólicos e flavonóides benéficos encontrados nas laranjas estão localizados na casca, que é perdida com o suco tradicional.

Desintoxicação desmascarada

Outra razão para a recente popularidade do suco de frutas é o argumento de que ele pode ajudar a desintoxicar o corpo.

No entanto, o único uso médico reconhecido da palavra ‘desintoxicação’ refere-se à remoção de substâncias nocivas do corpo, incluindo drogas, álcool e veneno.

“Todo o conceito de uma dieta de suco sendo desintoxicante é uma falácia”, diz Clemens. “Consumimos compostos todos os dias que podem ser tóxicos e nossos corpos fazem um trabalho maravilhoso de desintoxicação e eliminação de tudo o que comemos.”

E engana-se quem tome suco apenas com a intenção de absorver mais nutrientes.

“Há muitos nutrientes contidos nas partes das frutas, como nas cascas de maçã, que são descartadas quando você faz o suco de fruta”, diz Ferris. “Você termina com água com açúcar e algumas vitaminas.”

Além do mais, acrescenta ela, beber suco de frutas não é a maneira ideal de ingerir as cinco porções de frutas recomendadas por dia. “As pessoas tentam ingerir cinco porções de frutas, legumes e verduras por dia e não percebem que não se trata apenas de obter vitaminas”, diz ela.

“Trata-se também de reduzir a quantidade de carboidratos, de grãos, proteínas e gorduras em nossa dieta e aumentar a de fibras”, acrescenta.

Dessa forma, ainda que beber suco de fruta seja melhor do que não comer nenhuma fruta, o risco é maior quando consumimos mais de 150ml de açúcares por dia, ou quando acaba contribuindo para uma ingestão de calorias acima da recomendada.

Conclusão: o suco nos proporciona vitaminas – mas tem que ser consumido com bastante moderação.

*Por Jessica Brown

 

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*Fonte: bbc-brasil

Este exercício pode acabar com a sua insônia em 1 minuto

Para a maioria das pessoas, dormir é uma dádiva, uma alegria, um alívio. Para outras, no entanto, deitar a cabeça no travesseiro é o começo de uma longa luta para pegar no sono. Quem não tem problemas de insônia geralmente acredita que quem não consegue dormir não se cansa ou não sente sono, mas não é bem assim. A verdade é que dormir, ao contrário do que se possa imaginar, não é uma tarefa tão fácil.

O Mother Nature Network abordou essa questão e nos deixou com uma pergunta interessante: será que existe uma cura para a insônia? Até existem alguns truques para quando o sono resolve ir embora, assim como há uma série de alimentos que devemos evitar consumir antes de ir para cama e dicas sobre o que vestir para dormir bem – spoiler: nada!

O fato é que dormir pouco é um péssimo negócio para a nossa saúde, e isso é visível no dia seguinte a uma noite mal dormida: cansaço, irritação, falta de energia, dificuldades de concentração e por aí vai. Já é comprovado, inclusive, que genes importantes são “desligados” em pessoas que dormem pouco – bizarro, né? E há quem diga que a culpa da insônia é da Lua. E aí você se pergunta: tá, mas tem como resolver o problema? Talvez sim.

A “cura”

Como insônia é um problema extremamente comum, muitos são os esforços dos pesquisadores para um dia, quem sabe, chegarmos a alguma espécie de cura. O Dr. Andrew Weil, que estuda insônia há muito tempo em Harvard, acredita que o que pode fazer a diferença nesse sentido são alguns exercícios de respiração.

Ele sabe que a respiração é ingrediente fundamental em atividades de meditação e yoga, que são duas conhecidas por seu poder de relaxamento corporal e mental. A verdade é que respirar profundamente melhora a oxigenação do nosso corpo, o que é ótimo para diminuir os níveis de estresse e, assim, cair no sono.

O Dr. Jose Colon, que também é expert em insônia, explica que quando enchemos os pulmões de ar, nosso coração bate mais rápido; e quando esvaziamos os pulmões, o ritmo cardíaco desacelera. Ao que tudo indica, explorar esses fatores pode garantir uma noite de algumas horas bem dormidas.

A receita

O exercício de respiração que você vai conhecer agora é chamado também de 4-7-8 ou, ainda, Respiração Relaxante. A promessa é ambiciosa: depois de realizar a série a seguir, é possível que você pegue no sono em mais ou menos um minuto. Preste atenção e boa sorte:

. Deixe a ponta da língua encostada à parte da gengiva que fica logo acima dos seus dentes da frente (no caso, do lado de trás dos dentes, em direção ao céu da boca) e a mantenha lá enquanto realiza o exercício;
. Esvazie seus pulmões completamente, exalando o ar pela boca até sentir que não há mais nada;
. Feche a boca e respire pelo nariz enquanto conta até quatro;
. Segure a respiração e conte até sete;
. Exale o ar completamente pela boca enquanto conta até oito;
. Repita esse ciclo mais três vezes e bons sonhos.

A etapa mais importante do processo é a de segurar a respiração por sete segundos – é esse o tempo necessário para que seu corpo receba mais oxigênio e comece a ficar relaxado o suficiente para deixar você prestes a cair no sono.

De acordo com Dr. Murray Grossman, quando o tempo de expiração é mais longo do que o de inspiração, que é o que acontece no exercício, nosso cérebro recebe a mensagem de que não há ameaças ou fatores estressantes por perto e, adivinha: isso faz nosso corpo querer dormir.

O exercício é bom também por outros motivos além da oxigenação – quando nos mantemos focados e começamos a contar, nossa mente também fica relaxada: nesse momento, só pensamos nos números, e não no aluguel que vai vencer ou na bronca que levamos do chefe.

Grossman recomenda que pessoas hipertensas também realizem esse exercício de respiração, já que o relaxamento corporal também diminui a pressão arterial. Para pessoas muito estressadas, o médico recomenda que o exercício seja feito até 10 vezes por dia – segundo ele, isso vai reduzir a quantidade de hormônios do estresse.

Os médicos que estudam essa técnica de respiração preferem não dizer que ela é uma cura para a insônia, justamente porque talvez ela não funcione para todas as pessoas. Ainda assim, os resultados são bastante positivos, e você pode testar em casa sem grandes dificuldades.

Alguns casos de insônia merecem tratamentos mais rigorosos, pois podem ser apenas um sintoma de algum tipo de distúrbio do sono – por isso, quando nada parece fazer efeito, o ideal é procurar ajuda médica. Se por acaso você resolver testar a regra do 4-7-8-, depois nos conte se deu certo.

*Por Daiana Geremias

 

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*Fonte: megacurioso

12 coisas que acontecem com seu cérebro durante um orgasmo

Embora você não precise ter um orgasmo para experimentar o prazer íntimo, a sensação, de fato, ainda é um ótimo bônus. Mas, você já se perguntou o que acontece com seu corpo durante o clímax?

Segundo informações da Business Insider, pesquisadores utilizaram imagens feitas por meio de dispositivos de FMRI (Imagem por Ressonância Magnética Funcional) ou PET (Tomografia por Emissão de Pósitrons), capazes de medir o fluxo sanguíneo e a atividade dos neurônios, para determinar o que exatamente acontece no cérebro durante orgasmo. Veja abaixo:

1 – A parte lógica é completamente desligada

Há uma razão para as pessoas se sentirem mais ousadas e menos desinibidas durante o sexo. Isso ocorre porque a parte do cérebro responsável pelas habilidades de raciocínio é temporariamente desativada.

De acordo com o psicólogo clínico Daniel Sher, o córtex orbitofrontal lateral torna-se menos ativo durante o sexo. “Essa é a parte do cérebro responsável pela razão, pela tomada de decisões e pelos juízos de valor. A desativação dessa parte do cérebro também está associada à diminuição do medo e da ansiedade”.

2 – Um orgasmo envolve múltiplas e remotas partes do corpo

De acordo com a psicóloga Kayt Sukel, os pesquisadores descobriram que o córtex sensitivo genital, as áreas motoras, o hipotálamo, o tálamo e a substância negra, se ativam durante o orgasmo. Enquanto o tálamo ajuda a integrar informações sobre o toque e movimentos associados, o hipotálamo produz ocitocina – o hormônio do prazer, do relaxamento, do amor… – que pode ajudar a coordenar a excitação.

3 – O cérebro libera uma onda de dopamina

Durante um orgasmo, o cérebro trabalha muito para produzir uma série de diferentes hormônios e neurotransmissores, entre eles a dopamina, relacionada a sentimentos de prazer, desejo e motivação. Esse hormônio é formado em uma região do cérebro chamada área segmentar ventral, e é liberado em outras partes, como o núcleo accumbens e córtex pré-frontal.

4 – A ocitocina é liberada durante o orgasmo (e amamentação)

Segregado pela glândula pituitária, o hormônio ocitocina é liberado no hipotálamo, promovendo sensação de afeto. Também liberado durante a amamentação, ele é conhecido por facilitar sentimentos de amor e apego.

Curiosamente, durante o sexo também é liberado a prolactina, um hormônio responsável pela produção de leite após a gravidez. No sexo, por outro lado, ele desempenha um papel diferente, produzindo a sensação de satisfação que acompanha o orgasmo.

5 – Ter um orgasmo estimula o cérebro da mesma forma que usar drogas ou ouvir sua música favorita

Aparentemente, a mesma parte do cérebro que te faz sentir bem após comer uma sobremesa ou ganhar uma partida de futebol são as mesmas ativadas durante o orgasmo. De acordo com os pesquisadores, o sexo prazeroso ocorre porque os caminhos de recompensa em nosso cérebro são ativados, levando ao orgasmo. “Essas são as mesmas redes que são ativadas em resposta ao uso de drogas, consumo de álcool, jogos, ouvir sua música favorito ou desfrutar de uma refeição deliciosa“, explicou Sher.

6 – O cérebro libera substâncias que nos tornam menos sensíveis à dor

“À medida que a glândula pituitária é ativada, a liberação de endorfinas, ocitocina e vasopressina promove a redução da dor, aumentando intimidade e vínculo“, disse Jess O’Reilly, sexólogo. Isso poderia explicar por que coisa como bater ou puxar os cabelos podem ser aceitáveis e até mesmo prazerosas durante o sexo, mas não fora dele.

7 – O orgasmo e dor ativam as mesmas áreas do cérebro

Embora a relação entre dor e orgasmo ainda não seja totalmente compreendida pela ciência, alguns estudos mostram que a estimulação vaginal pode reduzir a sensibilidade à dor em algumas pessoas.

8 – Após um orgasmo, o cérebro libera hormônios que causam felicidade e sonolência

Uma vez que o orgasmo acontece, o cérebro tende a desacelerar. De acordo com Sher, isso ocorre porque é sinalizado ao sistema nervoso parassimpático que comece a regular (ou acalmar) o corpo. Basicamente, isso está relacionado ao aumento dos níveis de ocitocina, para facilitar o apego, proximidade e vínculo.

Além disso, há a liberação de serotonina, um hormônio conhecido por promover bom humor, relaxamento e, em algumas pessoas, sonolência – por isso alguns homens tendem a dormir.

9 – O cérebro das mulheres continua liberando ocitocina mesmo após o orgasmo

“Nas mulheres, a ocitocina tende a continuar sendo liberada após o orgasmo, o que pode explicar a motivação para os abraços pós-coito”, observou Sher.

10 – Em pessoas incapazes de sentir estimulação genital, o cérebro pode se remapear para alcançar o orgasmo

Embora acreditemos que o orgasmo e o prazer sexual dependem da estimulação dos genitais, isso não é inteiramente verdade. Em alguns casos, o cérebro pode criar novos caminhos para o prazer que não envolvam os órgãos sexuais.

De acordo com O’Rielly, em pessoas que tiveram os órgãos removidos ou feridos, o cérebro tende a remapear os sentidos para que estas possam experimentar sensações orgásticas em outras partes do corpo, por exemplo, através da estimulação da pele do braço ou mamilos.

11 – O orgasmo é uma maneira que a natureza tem de nos “enganar” para estimular a reprodução

“Se você pensar objetivamente, a ideia de arriscar sua vida e sua saúde para que um ser exista e cresça dentro de você por 9 meses, e após isso décadas de dedicação, é algo muito trabalhoso. A Mãe Natureza pode estar “nos enganando” para garantir que a espécie não morra“, disse Sukel.

12 – Bom orgasmo = cérebro saudável

“Também pode ser que, evolutivamente falando, uma vez que essa atividade aumenta o fluxo sanguíneo no cérebro de forma tão dramática, pode ter se desenvolvido em parte para ajudar a manter o cérebro saudável também“, acrescentou Sukel.

*Por Merelyn Cerqueira

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*Fonte: jornalciencia

Divulgado primeiro raio X colorido feito em humanos

Cientistas realizaram o primeiro raio X colorido e 3D em humanos. Veja o resultado impressionante.

O primeiro raio X colorido feito em partes do corpo humano foi revelado esse mês. As imagens históricas foram feitas com uma tecnologia absolutamente inovadora chamada MARS, um scanner de espectro raio x.

Uma dupla composta por pai e filho, da Nova Zelândia, construíram o primeiro raio x colorido adaptando a tecnologia utilizada na busca pelo Boson de Higgs.Phil, o pai, e Anthony, o filho, são das universidade de Canterbury e Otago. Ambos dedicaram 10 anos inteiros na construção do raio x 3D. Finalmente, no dia 10 de julho, eles lançaram ao mundo o resultado do projeto inédito.Espera-se que a máquina chamada MARS ajude médicos no diagnóstico e no tratamento do câncer, bem como no tratamento de doenças do coração, dado que o aparelho oferece imagens coloridas que são muito mais próximas do que o corpo humano realmente parece.

O raio x MARS pode mostrar gordura, cálcio, e muitas evidências de doenças no corpo. Nos próximos meses, o raio x scanner irá passar pelos primeiros testes clínicos em pacientes de ortopedia e reumatologia em Christchurch, na Nova Zelândia.

Tecnologia de raio x colorido

A primeira pessoa que passou pelo raio x colorido foi ninguém menos que o próprio Phill. Ele fez um scan do seu quadril e do seu punho. O resultado apresentou uma riqueza absurda de detalhes, incluindo até o raio x do relógio que estava usando.O raio x do seu pé foi tão preciso quanto o de seu punho. “Os raios x tradicionais permitem medir somente a densidade e o formato do que é retratado”, disse Anthony.

O pesquisador ainda mencionou que os pesquisadores estão atualmente utilizando uma versão menor do MARS para estudar o câncer e outras doenças vasculares. Resultados iniciais desses estudos sugerem que o MARS irá aperfeiçoar e promover diagnósticos mais precisos e tratamentos mais personalizados. Phil e Anthony também estão desenvolvendo um aparelho que faz um scan do corpo inteiro.A tecnologiaA tecnologia utilizada chama-se CERN Medipix3.

A família Butler aplicou a tecnologia citada que foi utilizada pela organização europeia de pesquisa nuclear em busca da “partícula de Deus” ou Boson de Higgs.O chip da Medipix foi originalmente desenvolvido para ajudar numa colisão mais forte entre as partículas nos processos de aceleração. Nos últimos 20 anos, desde que ele começou a ser desenvolvido, ele passou por muitas transformações.Nos últimos tempos, o chip foi adotado por muitos outros campos de estudo além da física nuclear. No caso do MARS, o CERN MEdipix3 mostra sua relevância no campo médico. O Medipix3 é a versão mais avançada do chip. Phillip afirmou que a tecnologia coloca o MARS à parte, pois ele produz imagens que nenhuma outra máquina de raio x consegue produzir.

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*Fonte: gentside

Entenda seu “rim” – Água & Cerveja! BEBA CORRETAMENTE

A HORA CORRETA PARA TOMAR ÁGUA

Você vai ao bar ou a uma festa e bebe uma cerveja.
Bebe a segunda cerveja. A terceira e assim por diante.
O teu estômago manda uma mensagem pro teu cérebro dizendo “Caracas véio… o cara tá bebendo muito liquido, tô cheião!!!”

Teu estômago e teu cérebro não distinguem que tipo de líquido está sendo ingerido, ele sabe apenas que “é líquido”.

Quando o cérebro recebe essa mensagem ele diz: “Caraca, o cara tá maluco!!!”E manda a seguinte mensagem para os Rins “Meu, filtra o máximo de sangue que tu puderes, o cara aí tá maluco e tá bebendo muito líquido, vamo botar isso tudo pra fora” e o RIM começa a fazer até hora extra e filtra muito sangue e enche rápido.

Daí vem a primeira corrida ao banheiro. Se você notar, esse 1º xixi é com a cor normal, meio amarelado, porque além de água, vem as impurezas do sangue.

O RIM aliviou a vida do estômago, mas você continua bebendo e o estômago manda outra mensagem pro CÉREBRO “Cara, ele não pára, socorro!!!” e o CÉREBRO manda outra mensagem pro RIM “Véio, estica a baladeira, manda ver aí na filtragem!!!”

O RIM filtra feito um louco, só q agora, o q ele expulsa não é o álcool, ele manda pra bexiga apenas ÁGUA (o líquido precioso do corpo). Por isso que as mijadas seguintes são transparentes, porque é água. E quanto mais você continua bebendo, mais o organismo joga água pra fora e o teor de álcool no organismo aumenta e você fica mais”bunitim”.

Chega uma hora que você tá com o teor alcoólico tão alto que teu CÉREBRO desliga você. Essa é a hora que você desmaia… dorme… capota…

Ele faz isso porque pensa “Meu, o cara tá a fim de se matar, tá bebendo veneno pro corpo, vou apagar esse doido pra ver se assim ele pára de beber e a gente tenta expulsar esse álcool do corpo dele”

Enquanto você está lá, apagado (sem dono), o CÉREBRO dá a seguinte ordem pro sangue – “Bicho, apaguei o cara, agora a gente tem que tirar esse veneno do corpo dele. O plano é o seguinte, como a gente está com o nível de água muito baixo, passa em todos os órgãos e tira a água deles e assim a gente consegue jogar esse veneno fora”.

O SANGUE é como se fosse o Boy do corpo. E como um bom Boy, ele obedece as ordens direitinho e por isso começa a retirar água de todos os órgãos. Como o CÉREBRO é constituído de 75% de água, ele é o que mais sofre com essa “ordem” e daí vêm as terríveis dores de cabeça da ressaca. Então, sei que na hora a gente nem pensa nisso, mas quando forem beber, bebam de meia em meia hora um copo d’água, porque na medida que você mija, já repõe a água.

Sabia que tomar água na hora correta maximiza os cuidados no corpo humano?

2 copos de água depois de acordar ajuda a ativar os órgãos internos.
1 copo de água 30 minutos antes de comer ajuda na digestão.
1 copo de água antes de tomar banho ajuda a baixar a pressão sanguínea.
1 copo de água antes de ir dormir evita ataques do coração.
Por favor, passe esta mensagem para as pessoas que estima…

 

A cada hora de corrida, você ganha 7 horas extras de vida, diz estudo

Perda de peso, fortalecimento dos músculos e dos ossos, alívio do estresse, melhora da capacidade cardiorrespiratória, enfim, a lista de benefícios da corrida é extensa e bastante conhecida. O que nem todo mundo sabe, no entanto, é que correr é a atividade física que tem o maior efeito no aumento da expectativa de vida.
Corrida aumenta a expectativa de vida

Um estudo realizado pelo Instituto Cooper, nos EUA, descobriu que apenas 5 minutos de corrida por dia já garante longevidade, mas o dado mais significativo foi o de que a cada hora que você corre, ganha 7 horas extras de vida. Os resultados foram obtidos através da reunião de trabalhos científicos anteriores sobre os benefícios da atividade.

Os pesquisadores colocaram as descobertas na ponta do lápis e chegaram a números bastante interessantes. Se uma pessoa correr duas horas por semana, passará, durante 40 anos, aproximadamente 6 meses realizando a atividade. No mesmo período, o ganho de vida seria de cerca de 3 anos.

De acordo com o levantamento, independentemente da distância ou da velocidade, correr diminui em quase 40% os riscos de morte prematura, um benefício conquistado até mesmo em casos em que a pessoa fumava, bebia álcool e apresentava histórico de problemas de saúde, como hipertensão ou obesidade.

Os cientistas não foram capazes de determinar, exatamente, por que a corrida é tão poderosa para evitar a mortalidade precoce, mas acreditam que o fato se dá pelos resultados positivos da atividade, que incluem redução da pressão alta e acúmulo de gordura, principalmente na região abdominal. Além disso, correr promove o aumento no preparo aeróbico, que é um dos indicadores mais conhecidos de saúde no longo prazo.

 

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*Fonte: portalraizes

Como funcionam os testes de DNA que prometem revelar quem são seus ancestrais

Quem não quer saber quem foram seus ancestrais?

Nos últimos anos, o sequenciamento completo do genoma humano facilitou o acesso do público aos testes de DNA que permitem descobrir nossa história genética. Ou, pelo menos, é o que prometem.

Esses kits podem ser comprados em muitas farmácias e também por meio de sites de empresas especializadas e até mesmo na Amazon. E eles estão ficando mais baratos: se há cerca de cinco anos, um kit custava cerca de US$ 300 (R$ 1,2 mil), agora, podem ser comprados por US$ 75 (R$ 290).

Estes testes foram inclusive os produtos mais vendidos em novembro nos Estados Unidos durante a última Black Friday, de acordo com dados da Amazon.
Como funcionam os testes de DNA

O teste que promete revelar quem são nossos antepassados ​​funciona da seguinte maneira: você compra o kit, cospe em um tubo ou passa um cotonete na parte interna da bochecha e envia a amostra para a empresa da qual contratou o serviço.

A companhia extrai de sua saliva células que contêm todo o seu genoma. Seu DNA é então inserido em um banco de dados e comparado ao genoma de outros clientes que pagaram pelo mesmo serviço. São assim estabelecidas semelhanças e diferenças e criado um mapa étnico. Mas quão confiáveis são esses testes?

Informações distorcidas

Cientistas alertam que, na realidade, os perfis genéticos obtidos por meio desses testes não podem fornecer informações muito precisas sobre a nossa ancestralidade.

No programa da BBC Os casos curiosos de Rutherford e Fry, junto com uma entrevista do geneticista Mark Thomas, esses testes genéticos foram examinados.
Direito de imagem Getty Images
Image caption Nos últimos anos, o interesse em testes genéticos aumentou, o que reduziu seu custo

“Muitas dessas empresas dão a você um relatório de etnia, de modo que não lhe dizem realmente quem são seus antepassados, mas se suas características genéticas correspondem a alguns dos descendentes de seus antepassados”, disse Thomas.

Normalmente, esse tipo de teste não compara seu DNA com o de pessoas que viveram no passado, mas com os de seus contemporâneos.

Mas a comparação é limitada a pessoas que estão no banco de dados da empresa, então, em muitos casos, a leitura do seu genoma pode gerar resultados diferentes dependendo de qual empresa você contratar, alerta Thomas.
Antepassados ​​favoritos

As pessoas têm preferências quanto a seus ancestrais. Thomas explica que é mais atraente e exótico dizer que seus antepassados eram vikings ou da realeza celta do que gauleses, por exemplo.

Mas a verdade é que, na Europa, quase todos os europeus que não têm um passado de migração recente são, muito provavelmente, descendentes dos vikings, argumenta o especialista.

“Voltando no tempo, até a época em que os vikings viveram, um europeu certamente descobrirá que um de seus ancestrais era escandinavo, porque esse povo ocupava um grande território e chegou até o norte da África.”

Como ilustra Thomas, uma rede ancestral torna-se maior, abrangendo mais grupos históricos e étnicos, conforme se volta mais no tempo.

 

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*Fonte: bbc-brasil

Chip que ‘lê’ e ativa neurônios poderá reverter cegueira e surdez

Uma parceria do governo norte-americano com cientistas da Universidade de Rice, nos Estados Unidos, está desenvolvendo um chip minúsculo que, quando implantado no cérebro pode reverter a cegueira e a surdez. A tecnologia lê sinais de alguns neurônios ligados à visão e audição e os transmite para frente, auxiliando na recuperação desse sentidos, o que pode significar uma revolução na medicina.

Através de um microscópio com um software, alguns neurônios da camada mais externa do cérebro são decodificados. O objetivo é apresentar um caminho alternativo para que sons e imagens cheguem ao cérebro. Batizado de FlatScope, o objeto é implantado entre o crânio e o córtex cerebral e focará em um primeiro momento, nos neurônios da visão.

Até agora mais de 65 milhões de dólares já foram investidos na pesquisa, entretanto ainda não se sabe quando a tecnologia estará disponível no mercado. Ames Robinson, um dos cientistas responsáveis, afirma que esta nova abordagem é totalmente revolucionária: “Somos capazes de criar processadores extremamente densos com bilhões de elementos em um chip para o telefone em seu bolso. Então, por que não aplicar esses avanços às interfaces neurais?”.

 

 

 

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*Fonte: hypeness

Cerveja emagrece e previne Alzheimer e gripe! Está provado!

Segundo vários estudos feitos por profissionais de saúde e investigadores de diversas partes do mundo, a cerveja emagrece! Para além de emagrecer, a cerveja pode reduzir os níveis de colesterol, prevenir o Alzheimer e combater a gripe.

Embora sempre tenhamos ouvido falar na “barriga de cerveja”, um estudo da Universidade de Barcelona defende que beber cerveja diariamente evita o ganho de peso, previne a diabetes, a hipertensão arterial e problemas cardíacos. Contudo, os investigadores espanhóis afirmam que estes benefícios são obtidos com apenas uma caneca por dia.

“A cerveja não é culpada pela obesidade, pois tem cerca de 200 calorias por caneca, o mesmo que um café com leite”, afirma a médica Rosa Lamuela, responsável pela investigação feita com 1249 homens e mulheres acima de 57 anos.
Na verdade, aquilo que engorda são os petiscos gordurosos que acompanham a cerveja, nomeadamente salgados e fritos.

Carlos Vilaça, endocrinologista, diz que esta investigação reforça os benefícios desta bebida à base de cevada e com baixa graduação alcoólica: “A cerveja tem baixo índice glicêmico e é constituída de elementos poderosos, como antioxidantes, ácido fólico, ferro, minerais e vitaminas, que previnem a ocorrência de doenças cardiovasculares, melhora índices do bom colesterol e previnem pedras nos rins por estimular o fluxo urinário”.

Os especialistas acresceram que o consumo regular de cerveja deve ser moderado e acompanhado de uma alimentação saudável e exercício físico.

Um estudo japonês, publicado na revista científica Medical Molecular Morphology, comprova que o lúpulo contido na cerveja tem propriedades anti-inflamatórias e antioxidantes capazes de inibir a multiplicação do vírus respiratório e prevenir a pneumonia.

Um estudo finlandês descobriu que a cerveja pode reduzir em 40% os riscos de desenvolver pedras nos rins. Mas lembra-te, o consumo deve ser sempre moderado pois em excesso a cerveja pode agravar o quadro. As mulheres devem consumir até uma lata da bebida por dia e os homens até duas latas.

De acordo com uma investigação de uma universidade espanhola, o efeito sedativo da cerveja pode tratar a insónia e outros distúrbios de sono. O lúpulo aumenta a atividade do neurotransmissor GABA, substância com um efeito sedativo que reduz a ação do sistema nervoso e prepara o organismo para adormecer.

Segundo um estudo holandês, publicado na revista científica The Lancet, as pessoas que ingerem cerveja regularmente apresentam taxas de vitamina B6 cerca de 30% mais altas comparadas com outras que não têm o hábito de consumir esta bebida. Quando comparadas a pessoas que bebem vinho frequentemente, a concentração da vitamina chega a ser duas vezes superior. A vitamina B6 é responsável por ajudar a eliminar a homocisteína, substância que contribui para o desenvolvimento de doenças cardiovascular quando existente em excesso. Uma pesquisa do Centro de Pesquisa Cardiovascular de Barcelona comprovou que a cerveja protege o sistema cardiovascular e reduz a cicatriz no coração provocada por um enfarte agudo do miocárdio.

A cerveja, principalmente a escura, contém uma grama de fibra solúvel por garrafa. As fibras são responsáveis por reduzir os níveis de colesterol LDL e reduzir o risco de doenças cardiovascular. Segundo um estudo publicado na revista científica Annals of Nutrition and Metabolism, o consumo moderado de cerveja beneficia o sistema imunitário e torna o organismo mais resistente a várias infeções. A pesquisa revelou que depois de um mês, o consumo diário de uma lata de cerveja para mulheres e duas para os homens é capaz de aumentar a concentração de células de defesa do sistema imunitário, elevando a produção de anticorpos.

Um estudo do Kings College, em Londres, veio provar que a cerveja fortalece a saúde dos ossos e do tecido conjuntivo, dado que o silício, presente na bebida, melhora a densidade óssea.

Finalmente, um grupo de cientistas da Universidade de Loyola, nos Estados Unidos, reviu 34 estudos que associam o consumo de álcool e problemas cognitivos, analisando ao todo 365 mil voluntários. Os resultados demonstraram que aqueles que bebem cerveja moderadamente apresentam um risco 23% menos de desenvolver Alzheimer e doenças semelhantes, quando comparados com pessoas que nunca ingerem a bebida.

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*Fonte: corujaprof

Problemas de memória? Como aprender a esquecer pode melhorar sua capacidade de lembrar

Se há um limite para a memória humana, ainda não atingimos esse patamar.

Psicanalistas e neurocientistas concordam que, embora deva existir esse “limite de armazenamento”, não corremos, por ora, o risco de encher o cérebro de memórias a ponto de bater nessa barreira.

“Ótimo, mas então por que eu continuo me esquecendo das coisas?”, você pode se perguntar. A resposta é a seguinte: bom, isso acontece porque você não está esquecendo o suficiente.

Menos é mais

Existem três verbos fundamentais para entender o processo de lembrança: ingerir, armazenar e recuperar.

“Quando as pessoas reclamam da memória, elas invariavelmente assumem que o problema é de retenção insuficiente de informações”, diz Robert A. Bjork, professor de psicologia da Universidade da Califórnia.

Por outro lado, ele argumenta que “o problema pode ser, ao menos em parte, uma questão de esquecimento insuficiente ou ineficiente”. Hoje, essa é a teoria mais aceita entre os pesquisadores do funcionamento da memória.

Usando uma metáfora, o processo de lembrança funciona mais ou menos como tentar encontrar algo que você precisa dentro de um quarto totalmente bagunçado.
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Image caption Memórias inúteis atrapalham suas lembranças mais importantes

Quanto mais nos lembramos das coisas, mais as memórias interferem umas nas outras. Informações desatualizadas ou irrelevantes vão inevitavelmente ofuscar nossas tentativas de encontrar memórias úteis ou ideias centrais, que podem ser cruciais na tomada de decisões.

O professor Blake Richards, da Universidade de Toronto, e o pesquisador Paul Frankland argumentam que o processo de esquecimento não é apenas falho ao tentar recordar algo mas também funciona como um mecanismo. E a função da memória é “otimizar a tomada de decisões inteligentes, mantendo o que é importante e deixando de lado o que é irrelevante para nós”.

Aprendendo a esquecer

“Ok, mas como eu esqueço?”, você se pergunta. Aí vamos nós:

Dica 1: Pare de revisitar sua memória inútil

Nossa capacidade para acessar uma determinada memória funciona um pouco como um caminho em uma floresta: quanto mais você pisa nela, mais proeminente ela se torna. Isso fortalece as conexões físicas dos neurônios e efetivamente faz o cérebro pensar que a memória que você continua acessando é importante.

Ou seja, por que você precisa se lembrar de qual foi a seleção vice-campeã da Copa do Mundo de 1938 enquanto não recorda em qual vaga de estacionamento parou seu carro?

Dica 2: Pratique

A memória pode ser treinada. Em 2001, o professor Michael Anderson, da Universidade de Cambridge, realizou um estudo que provou que suprimir certas informações pode ser útil para domar as memórias indesejadas.

Freud diria que memórias reprimidas só voltam para assombrar as pessoas. Mas o professor Anderson argumenta que esse esquecimento ainda é um método importante para regular nossas emoções e pensamentos, pelo menos a curto prazo.

Dica 3: Exercício cardiovascular

Em um estudo com ratos, o professor Blake Richards mostrou que existe uma ligação entre a geração de neurônios no hipocampo do cérebro e o esquecimento.

Essas conexões entre os neurônios mudam constantemente. Eles podem enfraquecer ou ser eliminados por completo. E, à medida que novos neurônios se desenvolvem, eles podem conectar novamente os circuitos do hipocampo e substituir as memórias existentes.

Uma maneira bastante recomendada de criar essas novas neurogêneses é fazer exercícios cardiovasculares, como correr, caminhar, nadar, remar etc.

Agora, lembre-se: esquecer é uma habilidade tão essencial quanto relembrar. Livrar-se de memórias indesejadas e emoções ruins pode ser um desafio mas também é algo que funciona com a prática.

*Por

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*Fonte: bbc-brasil

Não estamos ficando doentes. Estamos sendo envenenados

Nas últimas semanas, duas grandes organizações médicas emitiram avisos separados sobre substâncias químicas tóxicas nos produtos que nos rodeiam. As substâncias não estão regulamentadas, dizem eles, e estão ligadas ao câncer de mama e próstata, deformidades genitais, obesidade, diabetes e infertilidade.
“A ampla exposição a produtos químicos tóxicos ambientais ameaçam a reprodução humana saudável”, diz a Federação Internacional de Ginecologia e Obstetrícia, advertiu em um comunicado no mês passado. Os avisos são um lembrete de que a indústria química herdou o manto da indústria do tabaco, minimizando a ciência e a resistência à regulação de maneira que causam danos devastadores para os cidadãos inocentes.

Na década de 1950, os pesquisadores achavam que os cigarros causavam câncer, mas o sistema político demorava a dar uma resposta. Agora, o mesmo está acontecendo com produtos químicos tóxicos. O foco da federação ginecológica é sobre os produtos químicos que imitam os hormônios sexuais e muitas vezes confundem o corpo. Desreguladores endócrinos são encontrados em pesticidas, plásticos, cosméticos, xampus e recibos dos registo de dinheiro, alimentos e inúmeros outros produtos.

“A EXPOSIÇÃO A PRODUTOS QUÍMICOS TÓXICOS DURANTE A GRAVIDEZ E LACTAÇÃO É ONIPRESENTE”, disse a organização, acrescentando que as mulheres
grávidas quase em todos nos Estados Unidos tem pelo menos 43 contaminantes químicos diferentes em seu corpo. Um relatório do Instituto Nacional do Câncer constata que “UMA QUANTIDADE PREOCUPANTE DE BEBÊS NASCEM PRÉ-POLUÍDOS”.

Este aviso foi escrito por especialistas do Colégio Americano de Obstetrícia e Ginecologia, a Sociedade Americana de Medicina Reprodutiva, a Organização Mundial de Saúde, o Royal College de Obstetras e Ginecologistas da Grã-Bretanha e outros grupos similares. Estes profissionais médicos estão na linha de frente. Eles são aqueles que tratam as mulheres com cancro da mama. Ambas são condições associadas à exposição precoce aos desreguladores endócrinos. Casos crescentes de hipospadia, um defeito de nascença em que as crianças nascem com uma abertura uretral no lado do pênis.

A outra grande organização emitiu recentemente um aviso, a Endocrine Society, a associação internacional de médicos e cientistas que trabalham com o sistema hormonal. “Novas evidências ligam distúrbios endócrinos a exposição de químicos, e estão entre as maiores ameaças à saúde pública enfrentados pela sociedade – DIABETES E OBESIDADE”, disse ele a Endocrine Society ao anunciar um relatório de 150 páginas.

Ele acrescentou que há “evidência crescente” que os produtos tóxicos geram a infertilidade, câncer de próstata, testicular, da mama, uterino, do ovário e problemas neurológicos. Às vezes, esses problemas surgem aparentemente em adultos por causa de exposições décadas anteriores em fases fetais.

“A AMEAÇA É PARTICULARMENTE GRANDE QUANDO EXPOSTOS NASCITUROS”, disse o Endocrine Society. Tracey J. Woodruff, da Universidade da Califórnia, San Francisco diz: “Um mito sobre produtos químicos é que o governo dos EUA garante que eles são seguros antes de entrar no mercado.” Na verdade, a maioria são considerados seguros, a menos que se prove o contrário.

Dos 80.000 ou mais produtos químicos em produção hoje no comércio mundial, apenas uma pequena parte foi analisado de forma rigorosa para a segurança. Mesmo quando uma substância foi removida por razões de saúde, o produto de substituição pode ser tão ruim quanto antes. “É frustrante ver a mesma história uma e outra vez”, disse o professor Woodruff. “Os estudos em animais, in vitro e estudos em humanos testes iniciais mostram que os produtos químicos causam efeitos adversos A indústria química diz.” Esses estudos não são bons, e pedem para ser exibido com a evidência humana. A evidência humana leva anos e exige que as pessoas fiquem doentes. “Nós não devemos ter que usar o público como cobaias”.

Europa está se movendo para testar produtos químicos antes de entrar no mercado, mas nos Estados Unidos é muito lento por causa do poder do lobby químico. A legislação de segurança química depende do Senado que exigiria a EPA para iniciar uma avaliação da segurança de produtos químicos apenas 25 nos primeiros cinco anos – e legislação da Câmara não é muito melhor. “Há quase infinita o paralelismo com a indústria do cigarro”, diz Andrea Gore, professor de farmacologia na Universidade do Texas em Austin e editor da revista Endocrinology.

Por agora, os especialistas dizem que a melhor abordagem é que as pessoas tentam se proteger. Especialmente as mulheres que estão grávidas ou podem se tornar grávidas e para as crianças jovens, tentem comer alimentos orgânicos, reduzir o uso de plásticos, recibos de caixa registadora toque tão pouco quanto possível, tentar evitar retardadores de chama sofás e ver as guias para consumidor http://www.ewg.org.

O Lobby químico lançou o equivalente a U$D 121.000 para cada membro do Congresso no ano passado, por isso esperam que as empresas químicas ganhem muito dinheiro, enquanto que mais meninos nascem com hipospádia e mais mulheres morrem desnecessariamente de câncer de mama.

 

 

 

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*Fonte: vivagreen

Teste criado por australianos detecta câncer em 10 minutos

Depois que um tumor é diagnosticado, uma das principais maneiras de determinar sua natureza é fazendo uma biópsia. Ao retirar um pedaço do tecido suspeito para a análise, dá para cravar se ele é benigno (um crescimento anormal das células, mas que não representa riscos para a saúde) ou maligno – no caso, um câncer.

Antes que os primeiros sintomas deem as caras, no entanto, cânceres costumam deixar marcas na corrente sanguínea dos pacientes. Estas podem ser desde pequenos pedaços de DNA mutante até proteínas específicas, que dividem espaço com hemácias e glóbulos brancos.

Foi aproveitando esse comportamento que pesquisadores da Universidade de Queensland, na Austrália, desenvolveram uma maneira muito mais rápida e menos invasiva de detectar a doença. Tudo acontece a partir de amostras do DNA presente no sangue, e o melhor: com a vantagem do diagnóstico vir em até 10 minutos.

Como você sabe, o DNA é a receita de bolo que determina cada característica do nosso corpo. Cada célula possui uma cópia desse manual em seu núcleo – mas não costuma segui-lo tim-tim por tim-tim. Isso porque células que estão na unha, por exemplo, não precisam ter características de células do fígado. Para se diferenciarem uma das outras, elas contam com estruturas que “leem” a receita e focam a produção apenas nas partes que importam.

Em células saudáveis, quem faz esse trabalho são os grupos metil (um carbono ligado a três átomos de hidrogênio). Tais moléculas impedem a transcrição do DNA, processo ligado à formação de novas proteínas. Cabe às diferentes proteínas, por sua vez, controlar a expressão de genes. Assim, genes que são úteis para as funções de determinada célula ficam ligados. Já para os não ativos, o botão permanece sempre no off.

Em células cancerígenas, porém, esse padrão é subvertido. Ao invés de deixá-los espalhados por toda a célula, a doença concentra os grupos metil apenas em certos pontos. Sem esse controle rígido, genes ligados à reprodução do tumor têm a brecha perfeita para funcionar a todo vapor – fazendo as células tumorais se reproduzirem e agravando o câncer com o tempo.

No teste feito pelos pesquisadores australianos, o DNA suspeito é colocado na água com uma série de nanopartículas de ouro. Por causa do metal dourado, a água assume a cor rosada. Se o DNA adicionado tiver origem em células cancerígenas, as partículas de ouro grudam no material genético, fazendo a água voltar a ser transparente. Se o DNA for de células saudáveis, a cor observada é a azul.

“Você pode detectar a mudança a olho nu – é tão simples quanto parece”, disse Matt Trau, que liderou o estudo, em um comunicado. Testes feitos com 200 amostras de sangue e tecidos de cânceres de mama, próstata, intestino ou linfomas identificaram células tumorais com 90% de eficácia. Ou seja, a cada 100 tumores submetidos à piscina improvisada com sais de ouro, 90 apareciam em até 10 minutos.

De acordo com o que escreveram pesquisadores em um estudo publicado na revista científica Nature Communications, essa afinidade por ouro parece valer também para outros tipos de tumores. A ideia do grupo é fazer com que o diagnóstico seja o mais generalista possível e aplicável como um método auxiliar para detecção de células malignas em humanos.

Além de não ter sido testada com pacientes de verdade, mas apenas tecidos e amostras de sangue com câncer, há ainda outro desafio: a técnica acusa apenas a presença de câncer, e não seu tipo. Hoje, são conhecidas mais de cem variedades da doença.

A tecnologia de analisar o sangue de alguém atrás de vestígios de malignidade não é nova e, inclusive, foi testada com sucesso recentemente. No começo de 2018, cientistas da Universidade John Hopkins, nos Estados Unidos, também chegaram a resultados animadores com uma abordagem parecida, o CancerSEEK. O teste analisou amostras sanguíneas de mais de mil pacientes com câncer e chegou a 98% de eficácia no diagnóstico de certos tipos da doença, como o câncer de ovário.

*Por Guilherme Eler

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*Fonte:

5 atividades cotidianas que podem melhorar o funcionamento do seu cérebro

Além de ser uma máquina fantástica, poderosa e, em alguns aspectos, misteriosa, o cérebro humano funciona melhor quando é mais bem estimulado. O que você talvez não saiba é que algumas atividades bastante cotidianas podem aperfeiçoar esse estímulo e deixar você melhor ainda. As dicas a seguir foram dadas pela psicóloga Dra. Jennifer Jones e retiradas do Fast Company:

1 – Acordar cedo e não dormir muito tarde

Sabe aquelas pessoas que saem da cama logo depois de o sol nascer? Elas talvez nem saibam, mas estão fazendo um bem danado à sua saúde mental. Isso tem a ver com o nosso ritmo circadiano, que nada mais é do que aquilo que você chama de “relógio biológico”.

Dormir e acordar cedo é um jeito de ajudar seu relógio biológico a funcionar do jeito natural, sem interrupções. Na verdade, quando o ritmo circadiano é interrompido, a sua habilidade cerebral responsável por processar informações e administrar o stress é prejudicada, o que torna o funcionamento desse órgão importante um pouco menos eficaz.

2 – Consumir óleo de peixe pode ser uma boa

Não é novidade que o stress é um dos grandes vilões dos tempos modernos. Se a ideia é diminuir os efeitos negativos disso em sua vida, experimente consumir suplementos à base de óleo de peixe. Dra. Jennifer explica que o stress atrapalha nossas habilidades cognitivas e que o óleo de peixe, pelo contrário, estimula o crescimento dos dendritos, que são estruturas que vivem do lado de fora dos neurônios. “Se quisermos ter o melhor funcionamento cerebral, precisamos ter muitos dendritos”, explica.

3 – Saia de sua zona de conforto

Fazer coisas novas e arriscadas não é bom apenas por uma questão filosófica e comportamental. Viver novas experiências é algo que ajuda seu cérebro a se desenvolver bem, inclusive na questão dos dendritos, que se tornam maiores e mais eficientes. Sair de sua zona de conforto significa começar a fazer coisas que normalmente você não faria. Em alguns casos, coisas que deixariam você intimidado, como falar em público ou fazer uma aula de dança.

Dra. Jennifer explica que esse exercício é importante justamente porque crescemos fazendo coisas com as quais nos identificamos, coisas que nos colocam em grupos específicos – jogar futebol, tocar violino, fazer aula de teatro etc. A verdade é que, muitas vezes mesmo não gostando de rótulos e estereótipos, nos colocamos nessas posições.

“Tudo o que nos deixa realmente confortáveis não é muito bom para o nosso cérebro”, explica Dra. Jennifer, que nos estimula a procurar novas experiências e atividades, de preferência algo inusitado.

4 – Canse essa sua cabeça!

Sabe aquela tarefa que, por algum motivo, você considera mentalmente cansativa? Pode ser desde resolver problemas matemáticos até estudar sobre física quântica ou inventar um jeito novo de resolver um cubo mágico. Cansar a cabeça é uma coisa boa!

“Quando você está aprendendo alguma coisa nova e o seu cérebro sente que precisa de um cochilo, é nesse momento que você sabe que está fazendo coisas que estão crescendo seu cérebro neurologicamente, não apenas o mantendo”, explica a médica. E aí, que tal tentar entender limites e derivadas de uma vez por todas?

5 – Tente algum tipo de meditação guiada ou exercícios de foco mental

A gente sabe que manter a cabeça quieta não é exatamente fácil e que a maioria das pessoas, quando tenta meditar pela primeira vez, aguenta no máximo alguns segundos antes de conseguir a proeza de pensar em trabalho, estudo, preço do leite, conta do cartão de crédito e o capítulo de ontem da novela. Tudo ao mesmo tempo, é claro.

Acontece que, quando o assunto é meditação, precisamos pensar na coisa toda como um exercício, ou seja: algo que deve ser feito mais de uma vez até “pegarmos o jeito”. Dra. Jennifer compara a falta de meditação com hábitos de alimentação não saudáveis: “Se você não está meditando, é como se estivesse comendo fast food todos os dias”, resume ela.

A ideia da meditação é fazer com que o indivíduo tenha acesso ao lado inconsciente da mente. Já os exercícios de foco mental conseguem estimular o lado subconsciente da mente, em uma região que, quando estimulada, favorece o desenvolvimento cerebral. Aliado a isso está o fato de que, surpreendentemente, 80% das decisões que tomamos são feitas pelo nosso subconsciente.

Esse lado do subconsciente é geralmente alcançado por meio de técnicas de hipnose – por isso muitos fumantes conseguem abandonar o vício depois de frequentarem terapias hipnóticas.

Já o lado inconsciente da mente humana é aquele acessado enquanto dormimos e que algumas pessoas conseguem entender melhor por meio da interpretação dos sonhos. Por isso, Dra. Jennifer nos aconselha a pensar nas coisas que mais nos impactaram durante o dia – positiva e negativamente – um pouco antes de colocarmos nossa cabeça no travesseiro à noite. Dessa forma, nosso cérebro processa melhor essas informações por meio dos sonhos.

*Por Daiana Geremias

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*Fonte: megacurioso

Batata Doce é a chave para o fim da gastrite, refluxo, azia, e até mesmo úlceras!

Com toda a certeza, você já conheceu pessoas que têm o seu dia a dia afetado por sofrerem de sérios problemas estomacais, como úlceras ou gastrite.

Porém, existe um alimento que consegue eliminar todos esses distúrbios: a batata doce!

É só juntar esse ingrediente com 600 ml de água filtrada para resolver qualquer incômodo no estômago.

Como tratar de problemas estomacais através da batata-doce:

1 – Tire a casca da batata e ponha-a juntamente com um bocadinho de água numa tigela: desse jeito, a batata nunca ficará escura;

2 – Ponha a batata e os 600 ml de água num liquidificador e, depois, recorra a um pano para coar o preparado;

3- Você deverá ficar com uma mistura idêntica a essa que apresentamos na imagem seguinte. A parte escura corresponde ao líquido. Já a parte branca é o polvilho;

4. Jogue o líquido fora, ficando somente com o polvilho;

5. Ponha tudo o que restou numa área que não esteja molhada;

6. Assim que o preparado ficar seco, dissolva uma colher de polvilho de batata em 200 ml de água e misture tudo muito bem;

7. Beba – deve ingerir um copo assim que acordar, antes do café da manhã, outro, antes do almoço, e outro, antes do jantar.

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*Fonte: tudopratico

Quanto mais café você toma, mais você vive, de acordo com estudo

O café é um de nossos grandes companheiros no dia a dia. Presente em nossa cultura há mais de dois séculos, a bebida tradicional está presente em praticamente todas as mesas do país, seja no café da manhã, no lanche da tarde, para alguns até mesmo à noite.

Muitas pessoas se consideram viciadas em café e precisam tomar pelo menos uma xícara por dia, para manterem a disposição ou apenas para sentirem o sabor único da bebida. Se você é uma delas, um novo estudo tem uma ótima notícia para te dar!

Uma pesquisa em parceria realizada na Inglaterra, que reuniu o Instituto Nacional do Câncer, Instituto Nacional de Saúde e da Escola de Medicina Feinberg provou que nosso consumo de café pode influenciar diretamente em nossa longevidade, e que quanto mais café tomamos, mais tempo vivemos.

Sobre o estudo

O objetivo da pesquisa era verificar se o café realmente aumenta o risco de mortalidade, quando consumido em ingestão pesada, em especial aqueles que contam com polimorfismos genéticos comuns que prejudicam o metabolismo da cafeína.

Depois de um estudo realizado com mais de meio milhão de pessoas, os resultados mostraram associações inversas entre consumo de café mortalidade, entre participantes que bebiam de 1 a 8 ou mais xícaras por dia.

Conclusões

As conclusões do estudo mostram que, além de viverem mais, os consumidores regulares de café tendem a ter uma vida mais longa do que aqueles que o consomem moderadamente.

No entanto, o resultado é visto como uma correlação, e não uma conexão causal. Isso quer dizer que não é totalmente comprovado que o café seja, de fato, o responsável pela longevidade, mas que esse hábito, em conjunto com outros, são essenciais para uma vida mais saudável e longa.

Outros benefícios do café já são conhecidos por nós: redução de condições de saúde como depressão, Parkinson, câncer, diabete tipo 2, estresse e também o rejuvenescimento das células.

É possível que o café possa estar associado a um período de vida mais longo, mas para que a hipótese seja totalmente confirmada, serão necessárias mais pesquisas aprofundadas.

É muito importante que a bebida, ainda que consumida diariamente, seja feita com moderação e sempre colocando o bem-estar em primeiro lugar. Também é válido relembrar que o café não é recomendado para gestantes, e que quando se acrescentam complementos, a bebida pode perder as suas vantagens.

*Por Luiza Fletcher

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*Fonte: osegredo

Como o ambiente digital afeta nosso cérebro

Susan Greenfield é neurocientista e pesquisadora sênior da Universidade de Oxford, e tem observações importantes sobre como o ambiente digital pode alterar nosso cérebro.

A britânica explica que tudo o que fazemos no dia a dia inevitavelmente afeta nosso cérebro, pois ele muda a todo instante de nossas vidas.

Nosso poderoso órgão se desenvolveu para se adaptar ao ambiente, não importa qual ele seja. Fator tão importante para compreender como o ciberespaço pode afetar nossas vidas, uma vez que nossas interações estão cada vez mais tecnológicas.

Identidade

Um dos pontos mais críticos da análise de Susan é como as redes sociais têm impacto na construção da identidade, afetando consequentemente os relacionamentos.

Se antes as pessoas viviam em comunidades locais, e construíam a identidade dentro de determinada cultura ou país, agora a constroem em presença global.

Isso é preocupante porque a construção da identidade dentro das redes sociais parte do princípio da aprovação de terceiros, ou seja, dos “likes”.

E, nada é real. Prova disso é quando alguém está em determinado local ou evento e apenas se preocupa em publicar o acontecimento nas redes sociais. Ela não está, de fato, vivendo aquilo.

A pesquisadora aponta como as pessoas se sentem muito importantes e conectadas, mas igualmente inseguras, com baixa autoestima e constantemente inadequadas.

Crianças + internet + videogames

Quando se trata de videogames, Susan se preocupa em como eles podem influenciar na atenção, agressividade e dependência.

Já foi demonstrado como jogar videogames é semelhante a fazer um teste de QI. Uma das possíveis razões do aumento de QI é devido a repetição de uma certa habilidade.

No entanto, não significa que o aumento do QI esteja relacionado ao aumento da criatividade ou capacidade escrita.

Estudos também já mostraram através de exames de imagem como os videogames aumentam áreas do cérebro que liberam dopamina.

Ela ressalta como na ciência nada é definitivo, e é preciso realizar mais estudos acerca do assunto.

Em relação ao TDAH (transtorno de déficit de atenção e da hiperatividade), há um aumento alarmante do diagnóstico. Nos últimos 10 anos, a prescrição de drogas como ritalina, usadas no tratamento da condição, quadruplicaram.

Há duas possibilidades para esses índices: ou há um diagnóstico maior do TDAH, ou maior prescrição dos remédios pelos médicos.

A causa principal, entretanto, pode estar nas tecnologias digitais.

O uso do medicamento ainda pode estar sendo utilizado de maneira equivocada.

A preocupação em torno do vício em jogos tem sido combatido com o uso da ritalina. Se ambos liberam a mesma substância, estão sobrecarregando o cérebro com dopamina.

Susan diz que é preciso aprofundar no aprendizado sobre os mecanismos cerebrais para compreender como funciona essa dinâmica.

A vida no ciberespaço

A pesquisadora cita um estudo americano, de 2010, que indicou como mais de metade dos adolescentes entre 13 e 17 anos gastam mais de 30 horas por semana na internet.

São cinco horas por dia em frente às telas, sem contato com o mundo real, sem tomar sol, sem brincar no quintal. Enfim, sem realizar atividades que crianças costumavam apreciar.

Crescer no ciberespaço pode implicar na falta de capacidade de olhar nos olhos de alguém, interpretar tons de voz ou linguagem corporal.

Ela acredita que essa geração, chamada de “nativos digitais”, poderá enfrentar dificuldades em desenvolver o contato físico e perderá o interesse em conhecer pessoas no mundo real.

As comunicações tendem a ser cada vez mais escolhidas através das telas.

TV vs Internet

Ao contrário da televisão, nosso contato com a internet é altamente interativo e estimulante.

Um estudo publicado pela agência internacional We Are Social revelou que o Brasil é a terceira nação mais conectada do mundo.

Diariamente gastamos em média 5 horas e 26 minutos online via computador ou tablete e mais outras 3 horas e 46 minutos pelo celular.

São 9 horas e 13 minutos diários imersos no ambiente digital.

A pesquisadora cita que já foi comprovado que passar 10 horas na frente das telas tem forte correlação com anormalidades em exames cerebrais.

O futuro da nova geração

Quanto ao futuro da nova geração, a neurocientista tem previsões otimistas quanto pessimistas.

Segundo ela, pessoas nascidas na metade do século 21 podem apresentar um QI maior e boa memória.

Em contrapartida, essa geração pode ter identidade mais frágil, menos empatia, menos concentração e pode viver estagnada no presente, sem desenvolver o senso de passado, presente e futuro.

Essas explicações foram compiladas de uma entrevista que a neurocientista concedeu à Veja, em 2016.

*Por Raquel Rapini

 

 

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*Fonte: geekness

A possível e surpreendente causa para o Alzheimer

Mais de 30 milhões de pessoas em todo o mundo sofrem de Alzheimer – a forma mais comum de demência. Infelizmente, ainda não há cura para a doença, apenas drogas para aliviar os sintomas.

No entanto, minha pesquisa mais recente sugere uma forma de tratamento. Encontrei a evidência mais forte até agora de que o vírus da herpes é uma das causas do Alzheimer, sugerindo que medicamentos antivirais eficazes e seguros podem ser capazes de combater a doença. Talvez consigamos até vacinar nossos filhos contra esse mal.

O vírus relacionado à doença de Alzheimer, o HSV1 (vírus mais comum da herpes simples), é conhecido por causar herpes labial. Ele infecta a maioria das pessoas na infância e, em seguida, permanece adormecido no sistema nervoso periférico (parte do sistema nervoso que não contempla o cérebro e a medula espinhal). Às vezes, em momentos de estresse, o vírus é ativado e, em alguns indivíduos, causa feridas na boca.

Descobrimos em 1991 que, em muitos idosos, o HSV1 também está presente no cérebro. E em 1997 mostramos que isso representa um forte fator de risco para Alzheimer quando presente no cérebro de pessoas que têm o gene APOE4.

O vírus pode se tornar ativo no cérebro, possivelmente várias vezes, e isso provavelmente causa danos cumulativos. A probabilidade de desenvolver Alzheimer é 12 vezes maior para os portadores do gene APOE4 que possuem o vírus HSV1 no cérebro do que para quem não apresenta nenhum dos dois fatores de risco.

Mais tarde, descobrimos junto a outros pesquisadores que a infecção por HSV1 das culturas celulares faz com que proteínas anormais beta-amiloides e tau se acumulem. A aglomeração dessas proteínas no cérebro é característica da doença de Alzheimer.

Acreditamos que o vírus HSV1 é um dos principais fatores que contribuem para o Alzheimer e que ele entra no cérebro dos idosos à medida que o sistema imunológico diminui com a idade. Ele estabelece uma infecção latente (dormente), sendo reativada por eventos como estresse, sistema imunológico baixo e processo inflamatório do cérebro provocado pela infecção de outros micróbios.

Essa reativação gera dano direto nas células infectadas e inflamação viral. Sugerimos que reativações recorrentes causem lesões cumulativas, que acabam levando à doença de Alzheimer em pessoas com o gene APOE4.

Provavelmente, em portadores do APOE4, a doença de Alzheimer se desenvolve no cérebro devido a uma maior formação de produtos tóxicos provocada pelo vírus HSV1, ou a uma reparação menor dos danos ocasionados.

Novos tratamentos?

Os dados sugerem que agentes antivirais podem ser usados para tratar a doença de Alzheimer. Os principais agentes antivirais, que são seguros, impedem a formação de novos vírus, limitando assim os danos virais.

Em um estudo anterior, descobrimos que o aciclovir, droga antiviral indicada para o tratamento de herpes, bloqueia a replicação do DNA do vírus HSV1 e reduz os níveis de beta-amiloide e tau gerados pela infecção por HSV1 das culturas celulares.

É importante observar que todos os estudos, incluindo os nossos, mostram apenas uma associação entre o vírus da herpes e o Alzheimer – eles não provam que o vírus é de fato uma causa.

Provavelmente, a única maneira de provar que um micróbio é a causa de uma doença é mostrando que sua ocorrência é drasticamente reduzida ao atacar o micróbio – seja por meio de um agente antimicrobiano ou vacina específicos.

A prevenção bem-sucedida do Alzheimer pelo uso de agentes anti-herpes específicos foi demonstrada em um estudo populacional de larga escala realizado em Taiwan. Espero que dados de outros países, se disponíveis, gerem resultados semelhantes.

*Por Ruth Itzaki

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*Fonte: bbc-brasil

Assustador! De acordo com nova pesquisa, nosso cocô está cheio de plástico

O excesso da produção de plástico no mundo tem sido responsável pela poluição dos oceanos, pela morte de animais e, inclusive, já encontramos vestígios de plástico no sal que é consumido diariamente pela população do planeta.

Da mesma forma que o plástico não se degenera no meio ambiente, a verdade é que ele não deixa de ser plástico também quando entra no corpo humano, mesmo com todo o ácido forte que nosso estômago produz.

Um estudo recente descobriu algo assustador: nossas fezes estão cheias de microplásticos, o que significa que todo esse material plástico produzido, muitas vezes em excesso e sem o devido reaproveitamento, está voltando para nós de uma forma muito mais intensa do que imaginávamos que poderia acontecer um dia.
Descoberta

poluição

Pesquisadores da Universidade de Medicina de Viena pediram para que oito pessoas, de diferentes partes do mundo, tivessem a mesma dieta e comessem exatamente as mesmas coisas por uma semana. Depois, esses indivíduos forneceram amostras de fezes para que 10 exames fossem feitos à procura de vestígios de plástico.

Os resultados foram positivos em nove dos exames, e em termos de proporção foram encontradas 20 partículas de plástico a cada 10 gramas de material fecal, sendo que os plásticos mediam entre 50 e 500 micrômetros. O material foi encontrado, inclusive, nas fezes dos participantes que não consumiram peixe, que é o principal alimento relacionado à presença de plástico, durante o experimento.

O material mais encontrado foi o polipropileno, usado em moldes de plástico e fraldas, e também o tereftalato de polietileno, presente nas garrafas de plástico de refrigerantes.
Alarme

capitão planeta

A descoberta foi apresentada em uma conferência de gastrenterologia pelo autor do estudo, Dr. Philipp Schwabl, que explicou que esta é a primeira pesquisa desse tipo e que ela “confirma o que nós supeitávamos há tempos, que os plásticos estão chegando ao intestino humano ultimamente”. Ele explicou, ainda, que a maior preocupação dos pesquisadores é o fato de não sabermos ao certo quais são as implicações disso à saúde das pessoas e especialmente dos pacientes que já têm doenças gástricas e intestinais.

Ele explicou também que as partículas minúsculas de plástico podem entrar em nossa corrente sanguínea, prejudicando o sistema linfático e até mesmo chegando ao fígado. “Agora que nós temos a primeira evidência de microplásticos dentro de humanos, precisamos pesquisar para entender o que isso significa para a saúde humana”, finalizou.

Até que novos estudos surjam a respeito, podemos e devemos contribuir através da diminuição do uso de plásticos e também da reciclagem desse tipo de material.

*Por Daiana Geremias

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*Fonte: megacurioso

Como se proteger contra os raios UV da cabeça aos pés

O sol desempenha um papel importante para a saúde do organismo. Ele é quem nos ajuda a sintetizar vitamina D, nutriente fundamental para o fortalecimento dos ossos e do sistema autoimune, dentre outros benefícios. Por outro lado, a exposição solar desprotegida pode acarretar danos em curto, médio e longo prazo, que merecem nossa atenção. Um deles é o câncer de pele, que pode ser prevenido com alguns cuidados diários básicos.

“O excesso pode levar a uma alteração na parte imunológica local e queimaduras. Essa parte imunológica favorece, por exemplo, o aparecimento de herpes, manchas de pele e envelhecimento precoce. Para quem tem maior exposição solar durante a infância, com queimadura importante, surge o risco de desenvolvimento de câncer de pele melanoma, que é mais agressivo”, explica a dermatologista Mayra Tosta, da clínica OrtoDerm.

Além do risco de lesões cancerígenas, como observa a especialista, o sol é responsável por danos de fotoenvelhecimento que costumam ser sentidos em longo prazo, como manchas, sardas, rugas, linhas finas, pigmentação irregular e outros sinais de fotoenvelhecimento. Isso porque a radiação ultravioleta emitida pelo sol não atinge apenas a superfície, com as queimaduras e os raios UVB; ela também chega às camadas mais profundas da pele, devido à ação dos raios UVA, que têm comprimento de onda maior.

Olhos e pálpebras: todo o cuidado é pouco

Para poder aproveitar o verão e os benefícios que o sol oferece para a saúde, é preciso pensar na proteção adequada de cada parte do corpo. Além da pele, por exemplo, os olhos merecem um cuidado especial, que nem todos se lembram com frequência. De acordo com a oftalmologista Leticia Sant?Ana, da Cia. da Consulta, os olhos também estão expostos à radiação solar e sujeitos a danos muitas vezes irreversíveis.

“Um dano muito conhecido é a catarata, cujo desenvolvimento é acelerado pela exposição solar. O pterígio é outra doença comum na população em áreas de trópicos, também relacionada com o sol. Outra doença é a degeneração macular relacionada à idade, que em muitos países desenvolvidos é a principal causa de cegueira. Aqui no Brasil não é a principal, mas a vemos muito em pessoas de pele mais clara, é algo que tem relação com a exposição aos raios ultravioleta”, explica Leticia Sant’Ana.

Além dos olhos, a oftalmologista alerta para outra parte da mesma região que deve ser protegida: as pálpebras. De acordo com Leticia, a pele das pálpebras é extremamente sensível e pode sofrer com queimaduras e até desenvolvimento de câncer, em caso de exposição solar excessiva. “É mais frequente encontrarmos tumores de pálpebra do que o ocular, então, é importante proteger”, afirma.

Como se proteger corretamente

Basta aplicar um pouco de protetor, vestir a roupa de banho e correr para o mar, sem nenhuma preocupação? Nada disso. É preciso ter ao alcance uma combinação de itens que garantem maior proteção solar em áreas de alta exposição, como praia e piscina. Além do protetor solar, com um valor de FPS a partir de 30, é interessante contar com chapéus ou bonés de aba larga e óculos escuros com proteção UVA e UVB – vale o mesmo cuidado para usuários de lente de contato.

“Para quem usa este tipo de acessório, é interessante juntar as duas coisas, os óculos e as lentes de contato com proteção UV. As lentes, sozinhas, não protegem as pálpebras. Também é importante se certificar de que as lentes dos óculos tenham filtros mais escuros e sejam confiáveis”, alerta Leticia Sant’Ana. Vale lembrar que que o cuidado deve ser redobrado no caso de banhos de piscina e de mar; o recomendado é optar pelas lentes de descarte diário, cujo risco de contaminação é menor.

No caso das pálpebras, a dermatologista Mayra Tosta comenta que há o risco de dermatite ou hipersensibilidade por parte de alguns pacientes com a utilização de protetor solar na área. Para reduzir os riscos, a dica da especialista é investir em chapéus com aba larga, além dos óculos escuros, e diminuir a exposição durante o horário mais crítico do sol, que costuma ser entre 10h e 16h.

Para o restante do corpo, vale redobrar o cuidado com a aplicação do protetor solar e usar barreiras de proteção física, como camisetas, cangas, saídas de praia e outros acessórios. No caso do protetor, Mayra recomenda a aplicação no corpo todo, inclusive em regiões que costumam ser “esquecidas” pelas pessoas, como a parte de trás do pescoço e orelhas.

“Também é muito importante a quantidade utilizada nessa hora. Quando você passa o protetor solar, não pode economizar. Muitas pessoas não gostam da sensação da pele mais pegajosa, então, acabam usando uma camada mais fina do produto, e é isso que diminui a proteção. É por isso que utilizamos um FPS maior. Já a reaplicação deve ser feita a cada 2h, se a exposição for mais intensa e após entrar no mar ou na piscina”, reforça.

Ainda assim, a dermatologista ressalta que todas as etapas de proteção não são muito eficazes no período mais crítico do sol, citado anteriormente, que começa às 10h e termina às 16h. Se você pretende aproveitar o verão sem arrependimentos, lembre-se de tomar cuidado esse intervalo e de combinar todas as frentes de proteção solar possíveis.

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*Fonte: