Estudo afirma que o vinho tinto é um ótimo aliado da saúde intestinal

Em um artigo científico publicado na revista “Gastroenterology”, uma equipe de pesquisadores da universidade King’s College, de Londres, afirmou que o vinho tinto é benéfico para a saúde do intestino humano. Os cientistas observaram os hábitos de 3 mil participantes e concluíram que aqueles que tomavam vinho tinto possuíam uma microbiota intestinal mais diversa — um ótimo sinal de saúde — em comparação aos que não consumiam a bebida.

A microbiota intestinal, também conhecida como flora intestinal, é composta pela população de micro-organismos que habitam o intestino e auxiliam na digestão, protegem a mucosa e combatem bactérias que causam doenças. Um desequilíbrio na flora pode causar vários danos ao corpo, como queda de imunidade, ganho de peso e elevação do colesterol.

Uma grande variedade de espécies bacterianas na microbiota é um ótimo marcador de saúde, por isso os pesquisadores do King’s College acreditam que o vinho tinto pode ser um aliado do intestino. O estudo também descobriu que o consumo da bebida está associado a níveis mais baixos de obesidade e colesterol “ruim” (LDL), o que também se deve, em parte, à diversidade de bactérias na flora intestinal.

Foram observados os efeitos de outras bebidas alcoólicas, como o vinho branco e a sidra (bebida fermentada de maçã). Mas, o vinho tinto se sobressaiu, possivelmente devido aos polifenóis encontrados nas cascas das uvas, que possuem propriedades anti-inflamatórias, antioxidantes e ajudam os micróbios a viverem por mais tempo no trato intestinal.

Apesar dos benefícios do vinho tinto, os cientistas lembram que o exagero deve ser evitado. “A moderação é sempre aconselhável. Percebemos que o consumo a cada duas semanas parece ser suficiente para observar bons resultados. Então, se você for tomar uma bebida alcoólica hoje, escolha o vinho tinto”, disse a dra. Caroline Le Roy, uma das autoras do estudo.

*Por Mariana Felipe

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*Fonte: revistabula

Instituto transforma salas de exames e quimioterapia em ‘aquários’ para crianças

Devido ao grande tempo que as crianças passam no hospital, horas, anos, decidiu-se humanizar os ambientes”, explica Laurenice, do Instituto Desiderata.

De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (INCA), apenas no ano passado, mais de 400 mil novos casos de câncer foram registrados em nosso país. No recorte, estimativas apontam mais de 12,5 mil novos casos de câncer entre crianças e adolescentes.

O câncer entre indivíduos de até 19 anos costuma atacar as células sanguíneas, como é o caso da leucemia, o sistema nervoso central e o sistema linfático.

Tal doença é a principal causa de mortalidade (8% do total) entre crianças e adolescentes de 1 a 19 anos no Brasil. O diagnóstico precoce, no entanto, poderia salvar muitas vidas.

Segundo estimativas do INCA, quando diagnosticado precocemente, o câncer infantojuvenil tem um índice de cura de até 80% e, na maioria dos casos, os pacientes conseguem ter uma boa qualidade de vida após o fim do tratamento.

Entretanto, o tratamento bem-sucedido pode levar anos para ser concluído. Por isso é fundamental que ele seja o menos confortável possível para a criança ou adolescente.

Para a gerente da área de saúde do Instituto Desiderata, Laurenice Pires, “a experiência do tratamento com exames de longa duração, processos invasivos e quimioterapia pode causar mal-estar, traumas e doenças psicológicas para esses pacientes, que estão em fase de desenvolvimento físico e psicológico”.

Com esse pano de fundo, o Instituto Desiderata, que atua em sete unidades hospitalares do Rio de Janeiro, desenvolveu um projeto de humanização e ambientação dos locais de tratamento para essas crianças e adolescentes.

Os aquários

“Devido ao grande tempo que as crianças passam no hospital, horas, anos, decidiu-se humanizar os ambientes”, explica Laurenice. Apelidados de ‘aquários’, os espaços procuram acolher da melhor maneira possível as crianças e adolescentes que estão recebendo o tratamento contra o câncer.

Todas as salas de quimioterapia e de exames foram redesenhadas visualmente para lembrar o fundo do mar. As paredes coloridas foram decoradas com peixes e plantas aquáticas, e os equipamentos são personalizados para parecerem submarinos e cores frias, como o azul, predominam no ambiente com o objetivo de trazer calma ao paciente.

A ideia surgiu após um longo processo de pesquisa para se compreender qual era a melhor forma de criar um ambiente que trouxesse segurança e tranquilidade para os pacientes infantojuvenis, explica Laurenice.

Os aquários recebem muitas crianças que estão sendo atendidas pela primeira vez; logo, o espaço lúdico ajuda a tornar os processos médicos um pouco mais confortáveis para os pacientes.

“Às vezes, até os pais comentam que preferem o ambiente do aquário”, conta a psicóloga Juliana Mattos, que atende no Hospital Federal dos Servidores do Estado do Rio de Janeiro. “O ambiente caracterizado como um aquário auxilia no processo terapêutico.”

Juliana enfatiza também que ser sincera com o pequeno paciente é a melhor maneira de fazê-lo aceitar o tratamento. Para a psicóloga, a compreensão da criança e do adolescente sobre a necessidade dos exames e processos realizados é essencial. Quanto mais desconhecido o procedimento for para o paciente, mais ele irá resistir.

Instituto do Câncer transforma salas exames quimioterapia aquários crianças

É importante deixar claro para a criança que “chorar faz parte”, e que não é positivo esconder que certos processos causam dor ou desconforto.

Quando as crianças são muito pequenas, a psicóloga utiliza a técnica da ‘brinquedoterapia‘, estratégia que utiliza brinquedos da própria criança para a desmistificação do tratamento.

“Um cateter, por exemplo, é um processo doloroso. Por isso a enfermeira utiliza o brinquedo para exemplificar aquele exame”. Para ela, a brinquedoterapia é essencial para ser sincero com a criança, o que estabelece uma relação de confiança entre o paciente e seus cuidadores.

Você conhece o VOAA?
VOAA significa vaquinha online com amor e afeto. E é do Razões! Se existe uma história triste, lutamos para transformar em final feliz. Acesse e nos ajude a mudar histórias.

*Por Gabriel Pietro

 

 

 

 

 

 

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*Fonte: razoesparaacreditar

Entenda como funciona a paranoia nos dias de hoje

O significado da palavra paranoia vem do grego para = ao lado de, fora, e noia = de si, ou seja, fora de si. Vamos abordar a paranoia a partir da teoria crítica da psicanálise e da sociologia, desmistificando essa patologia como algo distante dos sujeitos “normais”.

A psicanálise investigou os sintomas da paranoia, que aparecem através da fala, do sonho, da dor psíquica, do prazer, do desprazer e da sexualidade. Os elementos da paranoia são encontrados nas pessoas e nas relações sociais, diferenciando seu nível em cada uma delas.

Os delírios paranoicos costumam estar vinculados aos mecanismos de projeção, pois o conteúdo é projetado em um objeto pelos sujeitos, fazendo com que tal objeto se torne uma ameaça. A tragédia da paranoia é o dano aos cinco sentidos, isto é, a perda do contato com o mundo que faz sentido.

Assim Freud inseriu a paranoia, não só no delírio de perseguição, como no delírio de ciúme e no delírio de grandeza. Por isso, muitos homens transferem seus delírios de ciúmes no sentido de humilhar e agredir suas namoradas, esposas ou ex-mulheres.

Os sujeitos paranoides, em termos afetivos, se aproximam de qualquer relação com a crença de que os outros irão cometer um erro e admitir suas suspeitas. E por consequências, as amizades são desfeitas, as relações amorosas são rompidas e os negócios são rescindidos.

Aliás, o delírio de perseguição se refugia nas religiões, que têm uma doutrina paranoica, por mais absurda que pareça, conseguem dominar milhões de pessoas, prometendo a elas proteção aos encalços dos demônios, que são os culpados pelas doenças e derrotas dos fiéis.

No âmbito social, as perseguições também são sinais visíveis do nosso mundo líquido. O motivo maior é o medo, que incentiva a busca paranoica por segurança, porque o mal pode estar oculto em qualquer lugar, e não se pode confiar em ninguém.

Ergueu-se uma concepção de segurança, que impõe a lógica da vigilância, do isolamento e da aquisição de armas, projetando os delírios paranoicos de modo constante. A pseudo atmosfera de insegurança instituiu o medo na cabeça dos indivíduos, tencionando a nossa vida cotidiana.

Essa tensão nasce de supostas ameaças internas, que podem vir das favelas e as externas, que podem surgir de imigrantes deslocados pelo mundo. O medo acaba formatando uma sociedade paranoica, onde todos são virtualmente perigosos à primeira vista.

Além disso, o nosso conceito de felicidade está cheio de delírios de grandeza, já que em primeiríssimo lugar: o “belo” e o “melhor” pertencem apenas a uma confraria que se intitula de “Very Important Person”. Há criaturas que gastam o que não têm para frequentar o mundo VIP!

Porém, o que é ótimo saber, que encontramos gente com inteligência espiritual em todos os setores sociais, que valorizam a condição humana acima de tudo, como fizeram os grandes mestres da humanidade, orientando as pessoas a não caírem nos esquemas paranoicos dos dias de hoje.

*Por Jackson César Buonocore

 

 

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*Fonte: psicologiasdobrasil

Estudo confirma que cochilar durante o dia reduz as chances de sofrer infarto e AVC

Um estudo recente, realizado por pesquisadores do Hospital Universitário de Lausanne, na Suíça, traz uma ótima notícia para aqueles que gostam de dormir: tirar um cochilo, uma ou duas vezes por semana, faz bem para a saúde do coração. Como o sono inadequado é um fator de risco para uma série de doenças, incluindo problemas cardiovasculares, substituir o sono noturno perdido pelo cochilo pode ser um hábito benéfico.

Para chegar aos resultados, os cientistas avaliaram mais de 3,5 mil suíços ao longo de cinco anos. Os participantes forneceram informações sobre seus hábitos de cochilo, sono noturno, estilo de vida e foram submetidos a uma série de exames clínicos. Durante os anos de avaliação, os pesquisadores descobriram que aqueles que tiravam um ou dois cochilos durante a semana tinham 48% menos chances de sofrer infartos, paradas cardíacas e derrames.

Apesar da boa notícia, ainda não está claro como a soneca pode influenciar a saúde do coração. “Nosso maior palpite é que o sono durante o dia libera o estresse das noites mal dormidas”, disse a médica residente Nadine Haüsler, líder do estudo. Ainda que a pesquisa não responda quanto tempo dura o cochilo ideal, a maioria dos pesquisadores diz que 20 minutos são suficientes para sentir os benefícios.

Entre os que nunca cochilavam ou dormiam excessivamente durante o dia, os mesmos efeitos não foram observados pelos pesquisadores. Os benefícios também não foram comprovados em idosos com mais de 65 anos, provavelmente porque pessoas nessa faixa de idade já têm alguns problemas de saúde e costumam dormir mais. Segundo Haüsler, “outros estudos são necessários”, mas, apesar das limitações, essa é a primeira pesquisa a analisar a frequência dos cochilos em relação à saúde.

*Por Mariana Felipe

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*Fonte: revistabula

Seis passos para dormir em dois minutos, segundo uma técnica militar dos EUA

Livro de 1981 relata um método, supostamente pensado para que pilotos descansassem em qualquer circunstância, que ajuda a relaxar o corpo e deixar e a mente

Uma em cada três pessoas sofre algum tipo de distúrbio do sono na Espanha, embora a mais comum seja a insônia. Segundo os dados da Organização do Observatório do Sono, o problema afeta entre 20% e 30% dos espanhóis. As estatísticas não são muito mais animadoras no Brasil. Segundo a Associação Brasileira do Sono (ABS), 73 milhões de brasileiros, ou 35%, tem problemas para dormir.

Entre os muitos métodos para lutar contra a dificuldade de adormecer, há poucos que atraem tanta atenção quanto adormecer em apenas dois minutos em qualquer situação. Vários jornais anglo-saxões o ecoaram as dicas descritas no livro Relax and Win: Championship Performance, de 1981, de Lloyd Bud Winter. O autor é um renomado treinador esportivo que preparou vários atletas olímpicos. Segundo o texto, a escola de pilotos do Exército dos EUA desenvolveu essa técnica para que eles pudessem descansar durante o dia ou a noite —96% dos pilotos conseguiram dormir com ela após seis semanas de prática. Para aqueles que têm dificuldade em adormecer, parece bom demais para ser verdade … e só há uma maneira de verificar se funciona: siga estes seis passos.

1. A primeira coisa é se sentar na beirada da cama. A única luz que pode estar acesa é a da mesa de cabeceira e o celular deve ficar em silêncio.

2. Então você tem que fazer alguns exercícios para relaxar os músculos faciais: imitando um sorriso, vamos esticá-lo o máximo que pudermos e então relaxá-lo, retornando à posição inicial.

3. Quando sentirmos o rosto como se tivesse se esvaziado, relaxamos nossos ombros e braços, como se algo os estivesse derrubando.

4. Enquanto isso, devemos respirar profundamente e nos concentrar em ouvir o som do ar enquanto inspiramos e expiramos. Começamos a relaxar os músculos de nossas pernas da mesma maneira que os braços, até que desmoronamos completamente.

5. A ideia é deixar todo o corpo relaxado. Uma vez alcançado o objetivo, vamos colocar nossas mentes em branco por cerca de 10 segundos. É necessário deixar passar qualquer pensamento que vem à cabeça sem girar ao redor dele.

6. O último passo é nos imaginarmos em uma dessas duas situações: a primeira é deitar numa canoa num lago e olhar o azul do céu. A segunda é nos imaginarmos em uma rede que balança lentamente.

Depois desses passos, diz Bud Winter em seu livro, conseguiremos dormir muito facilmente.

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*Fonte: elpais

Descoberta dos EUA pode decretar o fim da quimioterapia

Uma nova descoberta pode fazer com que a quimioterapia esteja com os dias contados!

Muitas pessoas são diagnosticadas com câncer todos os anos e, consequentemente, sofrem uma grande mudança em sua qualidade de vida. Logo começam os tratamentos exaustivos, que afetam não só os pacientes, mas também os familiares e amigos, que os acompanham a cada passo de sua jornada.

A quimioterapia, apesar de fundamental para combater a doença, também tem muitos efeitos colaterais que exigem muito dos pacientes. Durante o tratamento, essas pessoas podem sofrer de indisposição, náuseas, sensibilidade na pele, queda de cabelo, das unhas, descamação nas solas dos pés e das mãos. Enfim, é um período extremamente delicado, que exige muita força, determinação e apoio das pessoas amadas.

Pesquisadores da Northwestern University, em Illinois, descobriram que todas as células do corpo humano contêm um “código de matar”, que pode ser acionado para causar sua própria autodestruição.

Eles acreditam que essa pode ser uma grande ferramenta no combate ao câncer. Para os pesquisadores, as células malignas, que se contaminam com a doença, podem de alguma maneira ser estimuladas a se autodestruírem por conta própria, através desse código, não havendo assim necessidade de produtos químicos tóxicos serem colocados no organismo. A prática desse processo poderia por fim ao exaustivo tratamento de quimioterapia.

Os cientistas ainda acreditam que o poder desses “guarda-costas internos” da célula podem ser ainda mais eficientes, se forem duplicados sinteticamente, porque diminuiriam ainda mais a necessidade da quimioterapia e todos os seus efeitos colaterais no organismo.

“Agora que sabemos o código de morte, podemos ativar o mecanismo, sem ter que usar quimioterapia e sem mexer com o genoma”, explicou Marcus E. Peter, professor de Metabolismo do Câncer de Tomas D. Spies da Northwestern University Feinberg School of Medicine e principal autor do estudo.

“Podemos usar esses pequenos RNAs diretamente, introduzi-los em células e acionar o interruptor de matar (…) Meu objetivo não era criar uma nova substância tóxica artificial (…) Eu queria seguir o exemplo da natureza. Eu quero utilizar um mecanismo que a natureza tenha projetado.”

A descoberta está deixando os pesquisadores muito motivados para combater o desenvolvimento do câncer:

“Com base no que aprendemos nesses dois estudos, podemos agora projetar microRNAs artificiais, que são muito mais poderosos em matar células cancerosas do que as desenvolvidas pela natureza.”

Mas todo esse trabalho não será realizado tão rapidamente. Alguns anos de estudos serão necessários para que possibilidade de um novo tipo de terapia seja realmente considerada.

Ainda que possa exigir algum tempo, essa é uma descoberta muito animadora, que pode aliviar a situação de milhares de pessoas ao redor do mundo!

Por Luiza Fletcher

 

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*Fonte: osegredo

Por que sentimos um gosto ruim ao comermos logo após escovar os dentes?

O bom senso nos pede para não comer nada logo depois de escovar os dentes, certo? O problema é que nem sempre isso acontece, e é bem normal que, logo depois da escovação pós-almoço, por exemplo, você sinta vontade de tomar um café ou comer um chocolate. Se isso acontecer, já sabe: o gosto da experiência não será nada bom!

Ao que tudo indica, o culpado disso tudo é o lauril sulfato de sódio, uma substância presente em alguns tipos de creme dental. As fabricantes costumam adicionar agentes conhecidos como surfactantes para que o creme deslize melhor pela boca e faça espuma – esses ingredientes também podem ser encontrados em produtos como amaciantes,detergentes e tintas.

Acontece que essas substâncias não agem apenas produzindo espuma ou fazendo com que a pasta de dentes deslize melhor pela boca. Um efeito colateral, digamos assim, dos surfactantes é mexer com a funcionalidade das nossas papilas gustativas.

Bagunça nas papilas

Primeiro, nossas papilas ficam confusas em relação à tarefa que exercem de reconhecer sabores doces, e é por isso que não conseguimos sentir o sabor adocicado de um suco de laranja, por exemplo, se consumimos a bebida logo após a higiene bucal. Depois, os surfactantes fazem com que nossa língua sinta sabores amargos e azedos com mais força – isso acontece porque o creme dental quebra uma proteção de gordura que há na língua e que serve justamente para suavizar sabores amargos e azedos. Ou seja…

É por isso que comer logo após escovar os dentes não é uma boa ideia nem pela lógica da coisa nem pela questão do paladar, que inevitavelmente estará alterado e vai criar confusão com sabores doces, amargos e azedos. Se você quiser, pode procurar produtos que não têm surfactantes ou que façam menos espuma: assim é possível não sofrer tanto na hora do cafezinho depois do almoço.

 

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*Fonte: megacurioso

Composto achado no vinho tinto pode ajudar a combater ansiedade e depressão

Com o passar do tempo, percebemos que a boa fama do vinho tinto não só permanece no pensamento popular como é reiterada, inclusive, pela ciência. Os amantes de vinho certamente vibraram quando foi comprovado que beber uma taça por dia trazia benefícios para a saúde. No entanto, isso não é tudo que a ciência tem a dizer sobre a bebida.

Um recente estudo feito pela Universidade de Buffalo analisou o resveratrol, um composto vegetal encontrado nas cascas de uva, e descobriu que ele pode bloquear a enzima que controla o estresse no cérebro. A pesquisa foi publicada no dia 15 de julho no periódico Neuropharmacology. “O resveratrol pode ser uma alternativa eficaz aos medicamentos em tratamentos de pacientes que sofrem com tais distúrbios.”, declara a professora Ying Xu, autora do estudo.

Combatendo o estresse

Embora os efeitos antidepressivos do resveratrol já tenham sido reconhecidos pelos cientistas, a ligação do composto com a fosfodiesterase 4 (PDE4), enzima influenciada pela corticosterona (hormônio do estresse), era desconhecida. O excesso deste hormônio no cérebro propicia não só a depressão, como demais distúrbios mentais.

No entanto, o foco dos atuais antidepressivos é outro: serotonina e noradrenalina. Foi constatado, todavia, que apenas um terço dos pacientes conseguem recuperar-se completamente utilizando esse tipo de medicação, explica Ying Xu.

Em um laboratório, cientistas utilizaram ratos para analisar a relação dos níveis de PDE4 com a depressão e a ansiedade. Os resultados demonstraram que a enzima reduz o monofosfato de adenosina cíclico, molécula mensageira que indica mudanças fisiológicas no corpo, alterando o cérebro fisicamente. Mas, quando o resveratrol estava presente, ele trabalhava como neuroprotetor, inibindo a atuação do PDE4 .

Os resultados deste estudo são extremamente importantes, porque eles criam uma base para o uso do resveratrol em novos medicamentos. A professora Ying Xu ressalta que a pesquisa se concentrou no composto isolado e que deve-se consumir álcool com moderação. Interessante, não? Compartilhe conosco nos comentários sua opinião sobre essa descoberta!

*Por Krislany Gaiato

 

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*Fonte: megacurioso

Cada pico de estresse que você vive libera substância que destrói o coração

Momentos de estresse intensos não são inofensivos, pelo contrário, várias quadros depressivos, síndrome do pânico e ansiedade têm como ingrediente comum o estresse. Além de afetar a saúde mental, o estresse também pode causar problemas físicos; e o coração pode ser um dos afetados.

Estresse e doenças do coração

Uma pesquisa publicada no Journal of Clinical Endocrinology & Metabolism mediu os níveis de cortisol, chamado de hormônio do estresse, ao longo de um período de 24 horas em amostras de urina de 861 pessoas acima de 65 anos de idade. A avaliação foi feita durante seis anos de estudo.

No período, 183 participantes do estudo morreram. Os altos níveis de cortisol foram observados nos óbitos decorrentes de ataque cardíaco e acidente vascular cerebral (AVC).

Perturbando o organismo

Quando divididos em três grupos com base nos níveis do hormônio do estresse, o grupo dos participantes com os maiores níveis de cortisol apresentou um risco cinco vezes maior de morrer por doenças cardiovasculares, concluiu a pesquisa.

A alta liberação de hormônios em situações estressantes perturbam o organismo, provocando reações que englobam desde o aumento da pressão arterial a um fulminante ataque cardíaco.

*Por Giulia Ebohon

 

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*Fonte: vix

10 sinais de que você não está bebendo água suficiente

1 – Sua boca está seca
É meio óbvio que boca seca indica que seu corpo não está muito bem hidratado, mas esse é um sinal que ignoramos facilmente e, às vezes, resolvemos com uma bala ou um chiclete. Quando sua boca estiver seca, não tome refrigerantes ou sucos, mas água mesmo, pois é o necessário.

2 – Sua pele está seca
A pele é o maior órgão do corpo humano, e, quando você não bebe água suficiente para se manter hidratado e garantir que todas as suas células funcionem bem, sua pele acaba demonstrando essa falta de água por meio do ressecamento.

3 – Seus olhos também estão secos
Entenda, de uma vez por todas, que não beber água suficiente faz com que todas as partes do seu corpo ressequem, e isso inclui até mesmo os seus olhos, que ficam irritados e avermelhados.

4 – Sua urina está mais escura
Seu xixi deve ser naturalmente amarelo claro, quase transparente. Se é mais escuro, se tem coloração de chá, isso pode indicar que você está desidratado.

5 – Seu intestino não está funcionando direito
Quando o intestino não trabalha, suas fezes vão ficando cada vez mais duras e ressecadas, e isso pode ser um indicativo de que você tem tomado pouca água também. Se você bebe pelo menos 2 litros de água todos os dias, seu intestino vai funcionar bem melhor.

6 – Você tem dores nas articulações
Suas articulações são feitas 80% de água, então não é de se estranhar que elas sofram também quando você se esquece de tomar água.

7 – Quando você tem dor no estômago de fome
Às vezes, você sente aquela dorzinha ou aquele incômodo no estômago e acha que está com fome, mas, na verdade, você pode estar desidratado mesmo. Isso acontece quando o corpo recebe diversos sinais de que está com pouca água, fazendo com que você acredite que precisa comer quando, na verdade, tomar um copo de água já seria suficiente.

8 – Você fica doente por mais tempo
Quando você reparar que fica doente por mais tempo do que o normal, no caso de um resfriado, por exemplo, isso pode indicar que seu corpo não está devidamente hidratado. Toda a água que você ingere faz com que seu corpo se livre das toxinas mais rapidamente, e é por isso que os médicos sempre recomendam que pessoas doentes tomem bastante líquido.

9 – Você tem tontura
Tonturas podem indicar outros problemas de saúde, especialmente se forem frequentes, mas uma coisa que pode deixar uma pessoa se sentindo tonta, sem dúvida, é a falta de água. Se depois de correr ou de fazer uma caminhada você se sentir tonto, tome água e espere um pouco.

10 – Fadiga em excesso
Quando você se sente cansado demais o tempo todo, isso pode indicar que seu corpo está com pouca água para mantê-lo em pé. Beber 2 litros de água por dia vai fazer com que esse tipo de cansaço não faça parte da sua rotina.

*Por Daiana Geremias

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*Fonte: megacurioso

A mudança climática pode aumentar as doenças transmitidas por alimentos através do estímulo às moscas

Primaveras e verões mais quentes podem tornar as moscas domésticas (Musca domestica) mais despertas, espalhando bactérias causadoras de diarréia em mais lugares. Como resultado, as infecções causadas pela bactéria Campylobacter, transmitida por alimentos contaminados, poderão aumentar com a mudança climática, propõe a epidemiologista Melanie Cousins, da Universidade de Waterloo, no Canadá.

Uma simulação computacional criada por Cousins, ainda na versão beta, foca em entender como o tempo quente afeta o típico aumento durante as estações primavera e verão de infecções alimentares por Campylobacter. Sob um cenário de verão com 2,5 graus Celsius mais quente do que em 2003, a simulação prevê um aumento de 28 por cento nos casos de Campylobacter na província canadense de Ontário até 2050, de acordo com um estudo publicado por ela e seus colegas em 13 de fevereiro na Royal Society Open Science.

As infecções por Campylobacter são frequentemente causadas por alimentos contaminados por uma mosca que passeou em outro alimento contaminado ou por um animal infectado ou por fezes e que veio a pousar no alimento a ser ingerido. A maioria das pessoas se recuperam da infecção dentro de dez dias.

As bactérias são a causa mais comum de doença gastrointestinal no Canadá. Na província de Ontário, são registrados, em média, três mil casos por ano. Os Estados Unidos têm cerca de 1,3 milhão de infecções em um ano.

Para configurar uma simulação de fácil compreensão, Cousins ​​usou dados de 2005 sobre infecções por Campylobacter em Ontário para estimar as taxas de transmissão e as taxas de nascimento e morte. Ela então ligou essas taxas na simulação para prever as infecções por Campylobacter nos anos seguintes. Esses resultados chegaram perto dos dados reais disponíveis até 2013 e permitiram que ela previsse futuras infecções sob diferentes cenários de aquecimento. A simulação supõe que as moscas se tornam mais ativas com a mudança climática, já que, como outros insetos, elas dependem da temperatura ambiente para se aquecerem ou se resfriarem. Cousins também relacionou o crescimento da proliferação bacteriana provocado por temperaturas mais elevadas.

O estudo é o mais recente a destacar as consequências do aquecimento global no comportamento dos insetos. Outros estudos previram como a mudança climática pode aumentar os ataques de pragas em plantações e afetar a saúde pública, como a doença de Lyme, uma doença causada pela bactéria Borrelia burgdorferi e transmitida pela picada de carrapato, no Canadá.

*Por Giovane Almeida

 

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*Fonte: ciencianautas

Como a exposição ao silêncio pode beneficiar o seu cérebro (e a sua saúde)

Nos últimos anos, os pesquisadores têm destacado o poder peculiar do silêncio para acalmar nossos corpos, aumentar o volume em nossos pensamentos internos e sintonizar nossa conexão com o mundo. Suas descobertas começam em pesquisas sobre o contrário do silêncio – o barulho.

Muito já se escreveu sobre a “poluição sonora”, uma expressão criada na década de 1960, quando os cientistas descobriram que a exposição diária ao barulho intenso das estradas e aeroportos estava ligada a uma variedade de problemas de saúde: doenças cardíacas, problemas de sono, pressão alta e, menos surpreendentemente, perda auditiva. Os sons podem ser tão intensos que podem até causar danos muito mais imediatos, forte o suficiente para rasgar um buraco em seus tímpanos.

Se a exposição excessiva a sons altos é ruim para nós, a falta de som significa a falta de danos físicos causados pela poluição sonora. O silêncio é neutro. Segundo um artigo de Daniel Gross publicado na revista Nautilus, diversas pesquisas recentes sugerem que a exposição prolongada e repetida ao silêncio pode resultar em saúde melhorada, assim como a exposição prolongada e repetida ao ruído pode debilitá-la.

Estudos de fisiologia humana ajudam a explicar: as ondas sonoras vibram os ossos da orelha, que transmitem o movimento para a cóclea em forma de caracol. A cóclea converte as vibrações físicas em sinais elétricos que o cérebro recebe. O corpo reage imediatamente e poderosamente a esses sinais, mesmo no meio do sono profundo. Pesquisas neurofisiológicas sugerem que os ruídos ativam primeiramente a amígdala cerebeloza, aglomerados de neurônios localizados nos lobos temporais do cérebro, associados à formação de memória e à emoção. A ativação solicita uma liberação imediata de hormônios do estresse, como o cortisol.

Pessoas que vivem em ambientes barulhentos, muitas vezes experimentam níveis cronicamente elevados de hormônios do estresse.

Em 2011, a Organização Mundial de Saúde concluiu que os 340 milhões de habitantes da Europa Ocidental – aproximadamente a mesma população dos Estados Unidos – perderam anualmente um milhão de anos de vida saudável por causa do ruído. Eles até argumentaram que três mil mortes por doenças cardíacas eram, em sua raiz, o resultado de ruído excessivo.

Então, a primeira conclusão é que o silêncio é bom pelo o que ele não faz – não acorda, não nos irrita ou não nos mata. Mas quais seriam então seus benefícios pelo que faz?

O artigo de Gross cita algumas pesquisas com interessantes revelações e a maioria delas foi descoberta por acaso, como no caso do pesquisador Luciano Bernardi que realizava um estudo dos efeitos fisiológicos da música em 2006. Bernardi queria mostrar o impacto da música relaxante no cérebro, e, para sua surpresa, descobriu que entre as faixas musicais, em trechos de silêncio inseridos aleatoriamente revelaram-se muito mais relaxantes do que a música “relaxante”. As pausas em branco que Bernardi considerava irrelevantes, em outras palavras, tornou-se o objeto de estudo mais interessante.

Outra pesquisadora citada no artigo que analisou esta questão foi a bióloga regenerativa da Universidade Duke, Imke Kirste. Em 2013, ela estudava os efeitos dos sons no cérebro de ratos adultos. Como Bernardi, ela pensou no silêncio como um controle que não produziria um efeito. Mas para sua grande surpresa, Kirste descobriu que duas horas de silêncio por dia levaram ao desenvolvimento celular no hipocampo, a região do cérebro relacionada à formação da memória, envolvendo os sentidos. Isso era profundamente intrigante: a ausência total de insumos estava tendo um efeito mais pronunciado do que qualquer tipo de entrada testada.

O crescimento de novas células no cérebro nem sempre tem benefícios para a saúde. Mas, neste caso, Kirste diz que as células pareciam se tornar neurônios funcionais. “Vimos que o silêncio está realmente ajudando as novas células geradas a se diferenciar em neurônios, e se integrar no sistema”.

Imagine, por exemplo, que você está ouvindo uma música que gosta muito quando o rádio de repente desliga. Neurologistas descobriram que se você conhece bem a música, o córtex auditivo do seu cérebro permanece ativo, como se a música ainda estivesse tocando. “O que você está ‘ouvindo’ não está sendo gerado pelo mundo exterior”, diz David Kraemer, que conduziu esses tipos de experimentos em seu laboratório de Dartmouth College. “Você está recuperando uma memória”. Os sons nem sempre são responsáveis pelas sensações, às vezes nossas sensações subjetivas são responsáveis pela ilusão do som.

Alguns cientistas esperam que essas descobertas possam conduzir a tratamentos potenciais para pessoas com distúrbios associados ao abrandamento do crescimento celular no hipocampo, como demência ou depressão. Mas até agora, pelo menos, a neurociência do silêncio parece sugerir isso: para o cérebro, o silêncio faz bem.

Uma maneira de aproveitar o silêncio é através da prática do tradicional banho de floresta japônes (shinrin-yoku), que traz divesros benefícios à saúde, veja aqui. Um outro estudo também avaliou que sentir o cheiro da naturza reduz estresse e doenças, veja aqui.

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*Fonte: ciclovivo

As incômodas alergias de inverno: causas e tratamento

Se você é alérgico ao pólen , pode ter uma folga quando o tempo fica frio. Mas se você tiver alergias internas , como mofo e ácaros , poderá notar mais os sintomas da alergia durante o inverno, quando passa mais tempo dentro de casa.

Causas
Alguns dos alérgenos internos mais comuns que podem desencadear suas alergias de inverno incluem:

• Ácaros da poeira. Esses insetos microscópicos florescem em colchões e roupas de cama. Quando seus excrementos e restos ficam no ar, eles podem causar sintomas de alergia .

• Mofo. Este fungo prospera em áreas úmidas e úmidas, como porões e banheiros. Quando os esporos de fungos entram no ar, podem desencadear sintomas de alergia.

• Animais. A maioria das pessoas não é alérgica a pelos de animais, mas sim a uma proteína encontrada no pelo de animais, na saliva e na urina.

Sintomas
Os sintomas de alergia causados ​​por poeira, pólen ou mofo incluem:

• Tosse

• Olheiras sob os olhos

• Coceira nos olhos e nariz

• Nariz a pingar

• Espirros

• lacrimejantes olhos

Como você pode saber se seus sintomas são de um resfriado, da gripe ou de alergias ? Um resfriado geralmente não dura mais que 10 dias. Alergias podem durar semanas ou até meses. Além disso, gripes e resfriados às vezes têm febre e dores, que geralmente não acontecem com alergias

Diagnóstico
Se os seus sintomas durarem mais de uma semana, consulte o seu médico. Ele pode encaminhá-lo a um alergista, que perguntará sobre seu histórico de saúde e sintomas.

O alergista pode fazer um teste de pele , onde ele provoca a pele com um pouquinho de um alérgeno ou o injeta logo abaixo da pele. Se a área ficar vermelha e com coceira, você é alérgico. Há também um exame de sangue para diagnosticar algumas alergias .

Tratamento
Os tratamentos para alergias de inverno incluem:

• Anti-histamínicos , que reduzem espirros , fungos e comichão

• Descongestionantes , que limpam o muco para aliviar o congestionamento e o inchaço

• ( doses de alergia ou comprimidos sob a língua ), que expõem seu corpo a doses gradualmente maiores do alérgeno. Esta abordagem pode conter seus sintomas por um período de tempo mais longo que os medicamentos antialérgicos.

 

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*Fonte: revistasaberesaude

França se torna o primeiro país a proibir todos os cinco pesticidas ligados à morte de abelhas

A França proibiu recentemente todos os cinco pesticidas neonicotinóides ligados à morte de abelhas, e por boas razões; As populações de abelhas diminuíram a um ritmo alarmante.

Abelhas e outros insetos polinizadores são a razão pela qual podemos desfrutar de coisas como abacates, maçãs, cenouras e manga. Elas são um elo crítico em nosso sistema alimentar, com mais de 85% das espécies de plantas do planeta, dependendo da existência de polinizadores. De fato, uma em cada três mordidas de comida que recebemos vem de plantas polinizadas por abelhas e outros polinizadores. Sem abelhas, teríamos três vezes menos variedades de alimentos para escolher.

Embora fatores como a perda de habitat, a seca, a poluição do ar e o aquecimento global sejam fatores que contribuem para um fenômeno conhecido como Transtorno do Colapso das Colmeias (CCD), o fator principal e mais significativo são os pesticidas. Isto é, neonicotinóides.

O que é um neonicotinoide?

Neonicotinoides são uma classe de inseticida quimicamente relacionada à nicotina. Como a nicotina, os neonicotinoides atuam em certos tipos de receptores na sinapse nervosa. Eles são extremamente tóxicos para invertebrados (conhecidos como insetos) do que para mamíferos, pássaros e outros organismos superiores.

Existem vários tipos diferentes de neonicotinoides. Esses incluem:

– Acetamiprida
– Clotianidina
– Dinotefurano
– Imidacloprida
– Nitempiram
– Tiaclopride
– Tiametoxam

Enquanto os neonocotinoides foram inicialmente considerados de baixa toxicidade para insetos benéficos como as abelhas, essa afirmação logo ficou em questão. Mais de 150 resíduos químicos diferentes foram encontrados no pólen de abelha, um mortal “coquetel de pesticidas”, segundo o apicultor da Universidade da Califórnia, Eric Mussen.

Empresas como a Bayer (que agora é dona da Monsanto), Syngenta, BASF, Dow e DuPont não admitiram que seus produtos químicos contribuíram para o declínio das abelhas, apesar das óbvias ligações dos neonicotinoides com as mortes de abelhas e desordem de colapso das colmeias. Eles não defendem nenhuma mudança na política de pesticidas, o que faz sentido, dado o quanto dinheiro deve ser feito com os agricultores em todo o mundo.

Transtorno do Colapso das Colônias

O distúrbio do colapso das colônias (CCD) é o fenômeno que ocorre quando a maioria das operárias de uma colônia desaparece e deixa para trás uma rainha,toda a comida e algumas enfermeiras para cuidar das abelhas imaturas e da rainha.

O que faz com que o CCD não seja completamente entendido. Ele confundiu os cientistas desde que foi descrito pela primeira vez em 2006. Os neonicotinoides têm sido um grande foco do CCD, mas muitos também desacreditaram a ligação.

A pesquisa do Dr. Alex Lu procurou identificar inseticidas neonicotinóides como a causa subjacente do DCC. O estudo estabeleceu 18 colmeias para testar os efeitos de dois neonicotinoides, clotianidina e imidacloprida, de 2012 a 2013. Seis colônias foram selecionadas de três locais diferentes no centro de Massachusetts, e doses subletais de cada inseticida foram administradas por via oral nas colmeias através de uma solução de xarope.

O que aconteceu? Seis das doze colônias tratadas abandonaram suas colmeias, enquanto apenas uma das seis colmeias de controle abandonou a dela. Embora muitos fatores possam fazer com que uma colônia abandone sua colmeia, o fato de as colmeias tratadas com neonicotinoides terem sido abandonadas em 50%, em comparação com os controles em 16%, faz alguma comparação significativa.

Outros estudos descobriram que os níveis ambientais de neonicotinoides das fazendas vizinhas não obliteram diretamente as colônias de abelhas, mas as matam em um longo período de tempo. Segundo a PBS, “os pesticidas também ameaçam as rainhas especialmente, o que significa que as colônias têm taxas reprodutivas mais baixas”.

Enquanto a União Européia decidiu proibir três dos cinco pesticidas neonicotinoides ligados à morte de abelhas – clotianidina, imidaclopride e tiametoxam – a França decidiu proibir totalmente os dois excluídos pela proibição da UE, o tiaclopride e o acetamipride. A proibição da União Européia começou em 19 de dezembro de 2018 (4). Exceções podem ser concedidas até 1º de julho de 2020, mas apenas para pesticidas feitos com acetamipride, e apenas em “pequenas quantidades”, disse o ministro francês para a transição ecológica.

proibição da França se estende ao uso de todos os cinco pesticidas, tanto em cultivos ao ar livre quanto em estufas.

A medida para proibir os cinco pesticidas foi saudada por apicultores e ambientalistas, mas os produtores de cereais e de beterraba sacarina não estão muito contentes com isso.

Um relatório da agência de saúde pública francesa ANSES disse em maio que havia alternativas “suficientemente eficazes e operacionais” para os neonicotinóides usados na França. Muitos outros, inclusive eu, acreditam que a proibição deve ir mais além. “Há pesticidas em todo o lugar”, Fabien Van Hoecke, um apicultor de Saint-Aloué, na Bretanha, que perdeu 86% de suas abelhas durante o inverno. Embora a proibição tenha sido “uma coisa boa, não nos salvará”, disse ele à AFP, prevendo que assim que esses pesticidas forem retirados, eles serão “substituídos por outros”.

Embora isso seja verdade na maioria dos casos que envolvem a proibição de certos pesticidas, às vezes são necessárias medidas para chegar a algum lugar benéfico. O uso de todos os herbicidas, pesticidas e fungicidas precisa ser banido, e precisamos começar a trabalhar com a natureza, em vez de contra ela. É bem sabido que antigas práticas agrícolas estão destruindo o solo e o planeta, e somente até começarmos a aprender a cultivar de uma maneira que respeite o planeta, estaremos realmente a caminho de novos e saudáveis começos.

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*Fonte: revistasaberesaude

Benefícios do vinho tinto para o coração, corpo e mente

Você já ouviu falar do paradoxo francês? É um fenômeno bem pesquisado que se refere a pessoas que vivem em certas partes da França, onde o vinho tinto é comumente consumido durante as refeições e tem menos casos de morte por doença coronariana, embora essas pessoas tenham um estilo de vida considerado que tem riscos maiores do que aqueles que vivem nos Estados Unidos e outros países desenvolvidos. Estudos mostram que esse fenômeno pode ser devido aos muitos benefícios cardioprotetores do vinho tinto.

Aproveitar os benefícios do vinho tinto para a saúde não é uma prática nova. Uma pesquisa na Universidade de Harvard encontrou um frasco no túmulo do Rei Escorpião I, que remonta a 3150 aC, que contém vestígios de vinho junto com resíduos de ervas.

Com base nas descobertas, os pesquisadores testemunham a grande antiguidade dos vinhos de ervas egípcias como remédio e sua importância nos faraós durante a unificação inicial do país. Esses vinhos continham ervas dissolvidas, como bálsamo, hortelã, sálvia, tomilho, bagas de zimbro, mel e incenso, e eram consumidas para tratar vários problemas de saúde, desde problemas digestivos até herpes.

Além do conhecimento dos nossos antepassados, que usavam o vinho para tratar doenças e enfermidades, milhares de estudos publicados ao longo de várias décadas provaram que o vinho tinto, quando consumido com moderação, pode ter um efeito positivo na saúde do seu coração, melhorar a função cognitiva, reduzir o estresse oxidativo e até mesmo normalizar os níveis de açúcar no sangue.

Quando consumido em pequenas quantidades, o vinho tinto pode ser considerado um superalimento que fornece poderosos antioxidantes que curam o corpo a um nível celular, como a quercetina e o resveratrol. É por isso que os benefícios do vinho tinto são tão abundantes quando você consome com moderação.

Os 6 principais benefícios do vinho tinto

1. Aumenta a saúde do coração
Compostos ativos no vinho tinto, incluindo polifenóis, resveratrol e quercetina, provaram ter propriedades cardioprotetoras. Numerosos estudos transversais, observacionais e controlados mostram que beber quantidades moderadas de vinho tinto tem efeitos benéficos em muitos aspectos diferentes relacionados à doença cardiovascular.

Pesquisas mostram que os nutrientes antioxidantes do vinho tinto podem retardar a progressão da aterosclerose, um tipo de arteriosclerose que ocorre quando há acúmulo de gorduras, colesterol e placa nas paredes das artérias.

Um estudo, publicado no International Journal of Molecule Medicine, descobriu que a ingestão moderada de álcool, especialmente vinho tinto, diminuiu a mortalidade cardíaca devido à aterosclerose, mas pessoas que não beberam vinho tinto e pessoas que bebiam em demasiado estavam em maior risco de mortalidade cardíaca.

Há também muitas evidências que apoiam o papel benéfico do resveratrol, que protege as células cardíacas do dano tecidual após um acidente vascular cerebral, inibe o acúmulo de plaquetas e diminui o acúmulo de triglicérides e colesterol. O resveratrol também demonstrou relaxar as artérias coronárias, tornando-se, pelo menos parcialmente, responsável pelos benefícios do vinho tinto associados à doença cardiovascular.

A quercetina, um dos flavonoides mais importantes presentes no vinho tinto, também provou promover a saúde do coração, regulando os níveis de pressão arterial, reduzindo a inflamação e prevenindo o estresse oxidativo.

2. Melhora o Colesterol
De acordo com um estudo publicado no European Journal of Clinical Nutrition, o consumo de vinho foi associado a um aumento significativo do colesterol HDL, com os participantes vendo seus níveis melhorarem em 11% a 16%.

Outro estudo, conduzido na Universidade Curtin, na Austrália, descobriu que o consumo regular de vinho tinto reduz o risco de desenvolver doenças cardiovasculares ao diminuir os níveis de colesterol LDL em mulheres na pós-menopausa em 8% e aumentar os níveis de colesterol HDL em 17%.

3. Combate os danos dos radicais livres
A acumulação de radicais livres desempenha um papel importante no desenvolvimento de doenças crônicas e degenerativas, incluindo câncer, doenças auto-imunes, artrite reumatoide, doenças cardiovasculares e doenças neurodegenerativas. Os antioxidantes presentes no vinho tinto ajudam a neutralizar o estresse oxidativo ao agir como sequestradores de radicais livres que previnem e reparam os danos causados pela oxidação. Antioxidantes aumentam as defesas imunológicas do corpo e diminuem o risco de desenvolver várias condições de saúde graves.

Devido à sua capacidade de combater os danos dos radicais livres, o resveratrol encontrado no vinho tinto tem a capacidade de bloquear o processo de várias etapas da carcinogênese, incluindo os vários estágios de iniciação, promoção e progressão do tumor. O resveratrol está envolvido na regulação negativa das respostas inflamatórias do corpo.

4. Ajuda a gerenciar o diabetes
Pesquisadores da Universidade de Massachusetts Amherst descobriram que o vinho tinto pode retardar a passagem da glicose através do intestino delgado e, eventualmente, para a corrente sanguínea, ajudando a prevenir o aumento dos níveis de açúcar no sangue experimentado por pacientes com diabetes tipo 2. Esta pesquisa prova que, devido aos benefícios do vinho tinto, ele pode realmente fazer parte de um plano de dieta para diabéticos quando consumido com moderação.

Ambos os vinhos tintos e brancos foram testados para determinar quão bem eles poderiam inibir a atividade de uma enzima que é responsável por desencadear a absorção de glicose. Os pesquisadores descobriram que o vinho tinto era o vencedor, inibindo as enzimas em quase 100%, enquanto os valores para o vinho branco eram de cerca de 20%. A eficácia do vinho tinto foi tão significativa porque contém cerca de dez vezes mais polifenóis (um tipo de antioxidante) do que o vinho branco.

Além desses achados, o estudo encontrou outro benefício para o vinho tinto, que é o de não ter efeito sobre uma enzima pancreática que decompõe o amido e é necessária para evitar os efeitos colaterais dos medicamentos para o açúcar no sangue.

5. Combate Obesidade e Ganho de Peso
Um estudo realizado na Purdue University descobriu que o vinho tinto pode ajudar a combater a obesidade. Isto é devido a um composto encontrado em uvas e outras frutas (como mirtilos e maracujá) chamado piceatannol, que tem uma estrutura química semelhante ao resveratrol. Segundo os pesquisadores, piceatannol bloqueia a capacidade de uma célula adiposa imatura de se desenvolver e crescer. Verificou-se também que altera o tempo de expressão dos genes, funções dos genes e funções da insulina durante o processo metabólico das células adiposas.

Quando o piceatannol está presente, há uma inibição completa da adipogênese, o processo de desenvolvimento celular. O Piceatannol é tão eficaz no combate à obesidade e ao ganho de peso porque é capaz de destruir as células adiposas no início do processo de desenvolvimento celular, prevenindo assim o acúmulo de células adiposas e, mais tarde, o ganho de massa corporal. Ele faz isso ligando-se a receptores de insulina encontrados em células adiposas e bloqueando a capacidade da insulina de controlar os ciclos celulares. Também bloqueia a atividade da insulina para ativar genes que são importantes nos últimos estágios da formação de gordura.

6. Pode ajudar a prevenir a doença de Alzheimer
Pesquisas indicam que as pessoas que comem uma dieta mediterrânea, composta de vinho tinto, vegetais, legumes, frutas, peixe e azeite, têm um risco 28 por cento menor de desenvolver transtorno cognitivo leve e um risco 48 por cento menor de progressão do comprometimento cognitivo leve para Doença de Alzheimer.

Há ainda mais pesquisas sobre o vinho tinto especificamente como medida preventiva e tratamento natural para o Alzheimer. De acordo com uma pesquisa publicada no Frontiers in Aging and Neuroscience, o resveratrol pode controlar as principais características da doença de Alzheimer e retardar a progressão da demência. Isso se deve à capacidade do resveratrol de reduzir o estresse oxidativo e a inflamação e trabalhar como neuroprotetor.

Ingredientes que tornam o vinho tinto benéfico

O vinho tinto é carregado com antioxidantes, especialmente flavonóides como quercetina e resveratrol. Esses antioxidantes impulsionam muitos dos processos do corpo, mas são particularmente reverenciados por melhorar a saúde do coração. Os bioflavonóides são uma grande família de compostos polifenólicos que desempenham funções-chave nas plantas, como combater as tensões ambientais e modular o crescimento celular. Um dos flavonóides mais conhecidos que está presente no vinho tinto é a quercetina.

A quercetina é um dos antioxidantes mais abundantes na dieta humana, e desempenha um papel importante na luta contra os danos dos radicais livres, os efeitos do envelhecimento e da inflamação. Pesquisas mostram que a quercetina pode ajudar a administrar uma série de condições inflamatórias de saúde, incluindo:

• Infecções
• Fadiga crônica
• Distúrbios autoimunes
• Artrite
• Alergias
• Problemas nos vasos sanguíneos
• Comprometimento cognitivo
• Distúrbios relacionados aos olhos
• Colesterol alto
• Doenças cardíacas
• Doenças de pele
• Câncer
• Úlceras estomacais
• Aterosclerose
• Diabetes
• Gota

A presença de quercetina é pelo menos parcialmente responsável pelos benefícios do vinho tinto. Outros flavonóides encontrados no vinho tinto são procianidinas, que também estão presentes em quantidades elevadas no chocolate e maçãs. Pesquisas mostram que as procianidinas têm uma potente atividade antioxidante e a capacidade de estimular a função imunológica.

O resveratrol é outro antioxidante bioflavonoide polifônico encontrado no vinho tinto. É classificado como um fitoestrógeno porque interage com os receptores de estrogênio de maneira positiva. Acredita-se que seja um dos polifenóis mais potentes e protetores mais fortes contra os danos dos radicais livres, declínio cognitivo, obesidade e doenças cardiovasculares. As plantas realmente produzem resveratrol em parte como um mecanismo de proteção e resposta a estressores em seus ambientes, como infecções por radiação, ferimentos e fungos.

O vinho tinto é provavelmente a fonte mais conhecida de resveratrol devido ao processo de fermentação que transforma o suco de uva em álcool. Quando o vinho tinto é produzido, as sementes de uva e as peles fermentam nos sucos da uva, o que tem um efeito positivo nos níveis e na disponibilidade do resveratrol.

É importante ter em mente que mais vinho não significa maiores benefícios para a saúde. Apesar das propriedades saudáveis do vinho tinto, o próprio álcool é, na verdade, uma neurotoxina, o que significa que pode envenenar o cérebro e afetar o fígado, entre outros sistemas corporais. Dito isto, é melhor beber pequenas quantidades de vinho de vez em quando. Não exceda cinco copos por semana e não mais do que dois em um dia. Esta é a melhor maneira de obter os benefícios do vinho tinto sem contrapor-se ao consumo excessivo de álcool.

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*Fonte: revistasaberesaude

Engoliu uma peça de LEGO? Descubra quanto ela demora para sair do outro lado

6 pediatras corajosos engoliram pecinhas de propósito. Ligaram o cronômetro. E depois vasculharam o próprio cocô atrás delas. A peripécia rendeu um artigo científico… icônico.

Você já pisou em uma pecinha de LEGO? Se pisou, aposto que não esqueceu: a dor é comparável a de parir um bebê. Ou morrer sufocado nas nuvens de Júpiter. Ou cortar o dedo com papel sulfite. Ou (insira aqui sua forma favorita de tortura).

Acontece que pisar em LEGO é coisa de pai ou mãe – esses corajosos colonizadores que desbravam a bagunça do quarto das crianças sem chinelo no pé. As crianças em si gostam mesmo é de engolir LEGO.

Você sabe como começa: o encaixe está muito rígido. Não dá para soltar as pecinhas com as mãos. Mas não há nada que um dentinho de leite e mandíbulas não resolvam. Aí a pecinha escapa dos lábios, escorrega pela língua e, quando você vai ver, já está trilhando um longo caminho rumo ao estômago do filhote de Homo sapiens.

Há muitos estudos científicos sobre o que acontece quando crianças engolem objetos mais triviais, como moedas (geralmente elas saem nas fezes em no máximo 2 semanas, sem causar danos). Mas o desfecho digestivo dos brinquedos de montar – igualmente suscetíveis a virar comida involuntária – não é tão conhecido.

Por isso, o site Don’t Forget the Bubbles – que fornece conteúdo especializado para pediatras – organizou um experimento científico inusitado para comemorar o ano novo: seis voluntários, que são da equipe do próprio site e têm formação médica, engoliram de propósito uma peça de LEGO. Mais precisamente, a cabeça amarela de uma figurinha, como as do tweet aqui embaixo.

Depois, nossos heróis vasculharam o próprio cocô por dias para descobrir quanto tempo se passava entre o momento da ingestão e a saída da dita cuja pelo outro lado. Os resultados foram publicados no Periódico de Pediatria e Saúde Infantil (a SUPER achou melhor citar o nome completo da revista científica, só para vocês realmente entenderem que o caso é sério).

Conclusão: a média de tempo entre comer e defecar o pedaço de plástico ficou em 1,71 dia – ou 41 horas –, o que é bastante rápido. Mesmo. Sua tubulação dá muitas e muitas voltas antes de alcançar a porta de saída. O intestino delgado, sozinho, alcança uns 7 metros esticado. Muita comida por aí não percorre o trajeto nesse pique, como bem sabem os fãs de feijoada. Além disso, esse tempo também inclui o período que os pesquisadores passaram procurando os itens na “matéria-prima”.

*Por Bruno Vaiano

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*Fonte: superinteressante

O “alarmante” uso de agrotóxicos no Brasil atinge 70% dos alimentos

Imagine tomar um galão de cinco litros de veneno a cada ano. É o que os brasileiros consomem de agrotóxico anualmente, segundo o Instituto Nacional do Câncer (INCA). “Os dados sobre o consumo dessas substâncias no Brasil são alarmantes”, disse Karen Friedrich, da Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco) e da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

Desde 2008, o Brasil ocupa o primeiro lugar no ranking mundial de consumo de agrotóxicos. Enquanto nos últimos dez anos o mercado mundial desse setor cresceu 93%, no Brasil, esse crescimento foi de 190%, de acordo com dados divulgados pela Anvisa. Segundo o Dossiê Abrasco – um alerta sobre o impacto dos agrotóxicos na saúde, publicado nesta terça-feira no Rio de Janeiro, 70% dos alimentos in natura consumidos no país estão contaminados por agrotóxicos. Desses, segundo a Anvisa, 28% contêm substâncias não autorizadas. “Isso sem contar os alimentos processados, que são feitos a partir de grãos geneticamente modificados e cheios dessas substâncias químicas”, diz Friederich. De acordo com ela, mais da metade dos agrotóxicos usados no Brasil hoje são banidos em países da União Europeia e nos Estados Unidos. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), entre os países em desenvolvimento, os agrotóxicos causam, anualmente, 70.000 intoxicações agudas e crônicas.

O uso dessas substâncias está altamente associado à incidência de doenças como o câncer e outras genéticas. Por causa da gravidade do problema, na semana passada, o Ministério Público Federal enviou um documento à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) recomendando que seja concluída com urgência a reavaliação toxicológica de uma substância chamada glifosato e que a agência determine o banimento desse herbicida no mercado nacional. Essa mesma substância acaba de ser associada ao surgimento de câncer, segundo um estudo publicado em março deste ano pela Organização Mundial da Saúde (OMS) juntamente com o Inca e a Agência Internacional de Pesquisa sobre o Câncer (IARC). Ao mesmo tempo, o glifosato foi o ingrediente mais vendido em 2013 segundo os dados mais recentes do Ibama.

Em resposta ao pedido do Ministério Público, a Anvisa diz que em 2008 já havia determinado a reavaliação do uso do glifosato e outras substâncias, impulsionada pelas pesquisas que as associam à incidência de doenças na população. Em nota, a Agência diz que naquele ano firmou um contrato com a Fiocruz para elaborar as notas técnicas para cada um dos ingredientes – 14, no total. A partir dessas notas, foi estabelecida uma ordem de análise dos ingredientes “de acordo com os indícios de toxicidade apontados pela Fiocruz e conforme a capacidade técnica da Agência”.

Enquanto isso, essas substâncias são vendidas e usadas livremente no Brasil. O 24D, por exemplo, é um dos ingredientes do chamado ‘agente laranja’, que foi pulverizado pelos Estados Unidos durante a Guerra do Vietnã, e que deixou sequelas em uma geração de crianças que, ainda hoje, nascem deformadas, sem braços e pernas. Essa substância tem seu uso permitido no Brasil e está sendo reavaliada pela Anvisa desde 2006. Ou seja, faz quase dez anos que ela está em análise inconclusa.

O que a Justiça pede é que os ingredientes que estejam sendo revistos tenham o seu uso e comércio suspensos até que os estudos sejam concluídos. Mas, embora comprovadamente perigosos, existe uma barreira forte que protege a suspensão do uso dessas substâncias no Brasil. “O apelo econômico no Brasil é muito grande”, diz Friedrich. “Há uma pressão muito forte da bancada ruralista e da indústria do agrotóxico também”. Fontes no Ministério Público disseram ao EL PAÍS que, ainda que a Justiça determine a suspensão desses ingredientes, eles só saem de circulação depois que os fabricantes esgotam os estoques.

O consumo de alimentos orgânicos, que não levam nenhum tipo de agrotóxico em seu cultivo, é uma alternativa para se proteger dos agrotóxicos. Porém, ela ainda é pouco acessível à maioria da população. Em média 30% mais caros, esses alimentos não estão disponíveis em todos os lugares. O produtor Rodrigo Valdetaro Bittencourt explica que o maior obstáculo para o cultivo desses alimentos livres de agrotóxicos é encontrar mão de obra. “Não é preciso nenhum maquinário ou acessórios caros, mas é preciso ter gente para mexer na terra”, diz. Ele cultiva verduras e legumes em seu sítio em Juquitiba, na Grande São Paulo, com o irmão e a mãe. Segundo ele, vale a pena gastar um pouco mais para comprar esses alimentos, principalmente pelos ganhos em saúde. “O que você gasta a mais com os orgânicos, você vai economizar na farmácia em remédios”, diz. Para ele, porém, a popularização desses alimentos e a acessibilidade ainda levarão uns 20 anos de briga para se equiparar aos produtos produzidos hoje com agrotóxico.

Bittencourt vende seus alimentos ao lado de outras três barracas no Largo da Batata, zona oeste da cidade, às quartas-feiras. Para participar desse tipo de feira, é preciso se inscrever junto à Prefeitura e apresentar todas as documentações necessárias que comprovem a origem do produto. Segundo Bittencourt, há uma fiscalização, que esporadicamente aparece nas feiras para se certificar que os produtos de fato são orgânicos.

Segundo um levantamento da Anvisa, o pimentão é a hortaliça mais contaminada por agrotóxicos (segundo a Agência, 92% pimentões estudados estavam contaminados), seguido do morango (63%), pepino (57%), alface (54%), cenoura (49%), abacaxi (32%), beterraba (32%) e mamão (30%). Há diversos estudos que apontam que alguma substâncias estão presentes, inclusive, no leite materno.

Em nota, a Anvisa afirmou que aguarda a publicação oficial do estudo realizado pela OMS, Inca e IARC para “determinar a ordem prioritária de análise dos agrotóxicos que demandarem a reavaliação”.
Os alimentos mais contaminados pelos agrotóxicos

Em 2010, o mercado brasileiro de agrotóxicos movimentou 7,3 bilhões de dólares e representou 19% do mercado global. Soja, milho, algodão e cana-de-açúcar representam 80% do total de vendas nesse setor.


Segundo a Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco), essa é a lista da agricultura que mais consome agrotóxicos:

Soja (40%)
Milho (15%)
Cana-de-açúcar e algodão (10% cada)
Cítricos (7%)
Café, trigo e arroz (3 cada%)
Feijão (2%)
Batata (1%)
Tomate (1%)
Maçã (0,5%)
Banana (0,2%)

As demais culturas consumiram 3,3% do total de 852,8 milhões de litros de agrotóxicos pulverizados nas lavouras brasileiras em 2011.

*Por Marina Rossi

 

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*Fonte: elpais

Cientistas descobrem ‘chifre’ crescendo no crânio de jovens por uso do celular

Os jovens estão desenvolvendo chifres na parte de trás de sua cabeça devido à postura incorreta. As causas estão sendo atribuídas ao uso de dispositivos portáteis

Que a tecnologia transforma a maneira como realizamos diversas tarefas diárias a gente sabe, mas que ela pode mudar algo em nosso corpo é bastante preocupante. Diversas pesquisas no campo da biomecânica estão sugerindo que os jovens estão desenvolvendo chifres (sim, você não leu errado) na parte de trás de seus crânios.

Na verdade, são esporões ósseos causados pela inclinação frontal da cabeça. A principal causa está sendo apontada como o uso de celulares e outros aparelhos portáteis. Quando usamos um aparelho qualquer, é normal que nosso pescoço fique curvado e esse desvio de postura pode causar um crescimento ósseo e de tendões na parte de trás do pescoço. Isso pode acontecer devido à transferência de peso da cabeça para apenas uma parte da coluna.

Essa situação pode ser comparada à maneira como a pele engrossa a região de calos e outros traumas em resposta à pressão exercida naquele local. Como resultado de tudo isso, um gancho ou uma ponta semelhante a um cifre está crescendo e saindo do crânio de várias pessoas.

Segundo cientistas da Universidade da Costa do Sol, na Austrália, essa pode ser a primeira documentação de uma adaptação fisiológica ou esquelética devido à penetração de tecnologia avançada na vida cotidiana. Eles disseram ainda que os smartphones e outros dispositivos portáteis são os principais responsáveis pelo corpo humano estar se “contorcendo” ao exigir que usuários inclinem suas cabeças para entender o que está acontecendo nas telas em miniatura.

Mesmo com o estranhamento causado, David Shahar, um dos autores do estudo, alerta que essa formação incomum é um grave sinal de que a postura do indivíduo está totalmente incorreta, e que isso pode lhe causar sérias dores de cabeça crônicas, além de dores na parte superior da coluna e no pescoço.

Os mais afetados

O estudo vem sendo realizado desde 2016. David contou que eles tiveram amostra de 218 raios X de pessoas de 18 a 30 anos, onde foi observado que o crescimento ósseo foi visto em 41% dos resultados, muito mais do que as projeções iniciais dos pesquisadores.

Outra característica bastante reveladora foi que a condição prevalece entre os homens. Nas mulheres isso não foi muito comum. Esses resultados levantam questões alarmantes sobre a nossa postura e o quanto estamos deixando que a tecnologia esteja presente em nossas vidas.

Os que mais devem se preocupar com isso são as pessoas que usam algum tipo de tecnologia desde pequenos. “Essas formações demora muito para se desenvolver, então isso significa que aqueles indivíduos que sofrem com elas provavelmente têm forçado essa área desde a infância”, explicou David.

Há algum meio de evitar?

Segundo os cientistas envolvidos na pesquisa, “a resposta não é banir a tecnologia, há maneiras menos drásticas”. Eles enfatizam a conscientização da população sobre o uso indiscriminado da tecnologia e de seus danos à estrutura óssea. “Todos os que usam a tecnologia durante o dia devem adquirir o hábito de ‘recalibrar’ sua postura durante a noite”, diz o estudo.

Neste momento você deve ter ficado preocupado com isso, certo? Você mesmo pode verificar o surgimento desse “chifre”, basta passar a ponta dos dedos próximo a área onde há o encontro do pescoço com a coluna, caso seja constatada alguma protuberância ou precipitação na região, o conselho é o de procurar um médico para avaliar a condição.

 

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*Fonte: olhardigital

Descoberta sem precedentes transforma tipos de sangue em universal

Em um avanço que poderia salvar milhares de vidas, os cientistas descobriram uma maneira de converter o tipo A de sangue para o tipo universal, que é seguro para todos os pacientes, usando micróbios encontrados no intestino humano.

Um novo estudo mostrou como as enzimas podem ser usadas para converter os glóbulos vermelhos tipo A em células do tipo O universal. Embora a ciência ainda esteja em seus primórdios, ela tem o potencial de abrir caminho para aumentar consideravelmente a oferta e o acesso a sangue para transfusões que salvam vidas.

Os tipos sanguíneos são diferenciados pelos tipos de açúcar encontrados na superfície dos glóbulos vermelhos. O tipo O não tem açúcar. Os cientistas perceberam que algumas enzimas podem remover os açúcares das células do sangue, transformando-as em tipo O, mas não encontraram uma enzima que fosse segura, eficiente e econômica, até que considerassem o intestino.

O trato digestivo humano tem os mesmos açúcares encontrados nas células do sangue, e as enzimas bacterianas encontradas nas fezes retiram os açúcares do revestimento para ajudar na digestão.

Os cientistas conseguiram isolar a enzima e usá-la para extrair o sangue de seus açúcares de maneira mais eficiente que qualquer outra enzima.

Considerando que A é o segundo tipo sanguíneo mais comum, esse descoberta poderia ser revolucionária no aumento da oferta de sangue de doadores universais, salvando milhares de vidas.

Os cientistas fizeram a descoberta emocionante em agosto passado, mas acabaram de publicar os resultados de suas pesquisas na revista Nature Microbiology.

O próximo passo é a equipe testar a conversão da enzima em um cenário clínico para ver se há algum efeito colateral do procedimento. Se nenhum for encontrado, o futuro da doação de sangue mudará para melhor.

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*Fonte: socientífica

Se você bebe para esquecer, está perdendo tempo: O álcool reforça as lembranças ruins

O famoso “beber para esquecer” pode ter se tornado página virada. Embora seja verdade que uma boa bebedeira pode levar a pessoa a não se lembrar de tudo o que fez no dia seguinte, as coisas ruins (exatamente as que queremos apagar da memória) podem se agarrar ao nosso cérebro de modo mais ferrenho do que se não bebêssemos.

É isso que revela um estudo publicado pela revista Translational Psychiatry, elaborado por pesquisadores da Universidade Johns Hopkins, de Baltimore (EUA). Dividiram ratos de laboratório em dois grupos: um bebeu água durante duas horas, e ao outro foi dada grande quantidade de álcool no mesmo intervalo de tempo. Posteriormente, ambos grupos foram submetidos a um som determinado, seguido por uma descarga elétrica. No dia seguinte, os roedores escutaram o mesmo som, mas dessa vez sem que fosse seguido pelo choque. Os resultados mostraram que os ratos que haviam sido embriagados tinham mais medo (lembravam melhor da descarga) que aqueles que tinham bebido água.

A conclusão do trabalho é que o álcool perpetua a sensação de medo: a extinção dessa recordação exige receptores do neurotransmissor glutamato (substância relacionada à memória), e quando os compostos do álcool se unem a esses receptores, interferem nas sinapses (comunicação neuronal), levando a que os animais que beberam álcool “não se acostumem ao estímulo e não esqueçam a experiência prévia ruim”, explica o neurologista Pablo Irima, diretor da Sociedade Espanhola de Neurologia.

Tal neurotransmissor (envolvido na eliminação da recordação) não se dá bem com a bebida. “O glutamato produz rejeição ao álcool. Costuma-se usá-lo no hospital para que os pacientes parem de beber”, diz o psiquiatra e presidente da Sociedade Espanhola de Psiquiatria, Julio Bobes.

Distrai, mas não apaga os traumas

Que o álcool nos faz recordar as coisas mais facilmente é algo que tinha sido evidenciado por um estudo da Universidade do Texas (EUA) em 2011. De acordo com essa pesquisa, tomar uma dose ativa certas regiões do cérebro relacionadas exatamente ao aprendizado e à memória.

Mesmo assim, a ideia de que beber é uma boa forma de afastar as más recordações é tão difundida que até esse estudo afirma que a maioria das pessoas afetadas por diversos traumas (entre 60% e 80%) ingere álcool compulsivamente. “Muitos pacientes com estresse pós-traumático se embebedam com a finalidade de fugir da situação, esquecer ou dormir com mais facilidade”, acrescenta Irima. E os pesquisadores concluem: “Se os efeitos do álcool nas lembranças desagradáveis forem semelhantes nos humanos, nosso trabalho pode ajudar a entender melhor como funcionam essas memórias e como focar melhor as terapias em pessoas que apresentam estresse pós-traumático”.

*Por Elena Gomez

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*Fonte: elpais-brasil

Caminhar torna o cérebro mais criativo e cura as dores

Talvez o título deste artigo tenha te surpreendido. O simples hábito de caminhar pode tornar nosso cérebro mais criativo e, além disso, fazer nos sentir mais felizes? De fato, é. E nós não dizemos isso, mas a maioria dos médicos e neurologistas.

Um desses especialistas é, por exemplo, o neurologista José Ángel Obeso, diretor do Centro Integral de Neurociências de Madri (Espanha). Seu trabalho diário em hospitais e seu contato com pessoas que passam por processos de depressão fizeram com que ele visse como é terapêutico prescrever “uma hora de caminhada diária”. E ainda mais, ande, se possível, através de um ambiente natural.

Como você já sabe, a depressão, ou mesmo passar longos períodos de tempo com estresse e ansiedade, faz com que nosso cérebro tenha um déficit nos processos cognitivos básicos, como memória, compreensão, criatividade, etc. Se andássemos todos os dias, todas essas dimensões melhorariam notavelmente.

Agora você não tem desculpas. Depois de ler este artigo, temos a certeza de que você implementará este remédio eficaz e terapêutico: Caminhe!

Há um aspecto realmente interessante que devemos ter em mente. Hábitos que, sem percebermos, estão fazendo com que nosso cérebro acabe “automatizado” e, portanto, estressado. Não esqueça esses aspectos:

O maior inimigo do nosso cérebro é a rotina. O simples ato de fazer as mesmas coisas todos os dias nos faz cair em uma espécie de depressão e inevitável desânimo. Pouco a pouco, nosso cérebro se torna um pouco mais lento. Nossa atenção não é mais a mesma porque, na realidade, não temos novos estímulos para focar. Nós temos algumas falhas de memória porque poucas coisas parecem interessantes para nós. Diante de baixa motivação, a memória é menor.
A rotina reduz nosso ânimo e, como consequencia, afeta significativamente o cérebro, estabelecemos menos conexões neuronais, menos sinapses …

Dia a dia, nosso vai cérebro agindo de maneira automatizada. Não há mais momentos de prazer e criatividade, e ele é governado por diretrizes estabelecidas, como funcionaria, por exemplo, em qualquer computador que tenhamos programado. É um risco muito alto para nossa saúde emocional e também física.

Segundo o Dr. José Ángel, os cérebros automatizados ocorrem especialmente nas grandes cidades. Entre aquelas pessoas que apenas gastam tempo com suas próprias necessidades emocionais, vivendo em grandes cidades cercadas por poluição e altas doses de estresse.

Andando, um ato de libertação pessoal

“Os caminhantes não têm obrigações, apenas o simples prazer de se libertarem passo a passo no seu caminho.” Segundo o Dr. José Ángel Obeso, os benefícios não são percebidos no primeiro dia, mas quando estamos há uma semana e a caminhada é um hábito em nossas vidas. É quando começamos a notar seus resultados terapêuticos:

Ao caminhar, o cérebro não precisa se preocupar com nada. Andar a pé é fácil, todo mundo consegue e se, além disso, receber uma dose extra de oxigênio e o ar puro da natureza, fica ainda melhor. É nesse momento que o nosso lobo frontal começa a ser estimulado, o que está relacionado à criatividade e ao humor. Se acrescentarmos a isso a liberação natural de endorfinas, é quando a magia aparece.

O cérebro se sente mais eufórico e otimista.
Ante um melhor estado de ânimo, um aumento na criatividade aparece. Não há pressões, o hormônio cortisol que segrega com o estresse desaparece e essas barreiras são derrubadas, o que geralmente nos traz negativismo. É o momento em que vemos as coisas de maneira diferente. Nos sentimos mais relaxados, mais entusiasmados, mais confiantes.

As pessoas estão acostumadas a se mover em pequenos espaços: nossa casa, nosso trabalho, os restaurantes a que vamos, os supermercados … São espaços limitados, sempre cheios de gente. Lugares conhecidos nos quais, geralmente, nossas tensões estão acesas. No entanto, o simples fato de começar a caminhar por um espaço natural e aberto se torna um maravilhoso ato de liberação e expansão.

Segundo o Dr. José Ángel Obeso, devemos primeiro procurar contato com a natureza. É como voltar ao ventre materno, às nossas origens. Não é um ato espiritual, mas sim uma necessidade orgânica. Se percorrermos nossas cidades, continuamos a respirar muitas dessas partículas contaminadas. Idealmente, nossos pulmões estão cheios de oxigênio puro, e também é necessário que nossos olhos encontrem novos cenários, com novos estímulos que enriquecem nosso cérebro.

Convidamos você, mais uma vez, a incentivá-lo a caminhar todos os dias, pelo menos, por meia hora. Vá para o parque, para a montanha, para a praia. Você verá como, após as semanas, melhorou sua saúde física e emocional. Andar a pé é muito melhor do que um analgésico ou algumas vitaminas. Não duvides!

 

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*Fonte: pensarcontemporaneo

Pensar demais em um problema ajuda ou atrapalha?

Por algum motivo você acabou discutindo com alguém do trabalho e teve um dia complicado. A discussão, e o que pode ou não acontecer por causa dela, é o assunto que começa a dominar a sua mente, e você fica revivendo diálogos e imaginando o que poderia ter dito e o que deveria ter omitido – esses pensamentos ficam martelando em sua mente durante o dia inteiro, durante o banho que você toma quando chega em casa e, inclusive, durante a insônia que resolve fazer companhia quando a noite chega.

É bastante possível que todos nós já tenhamos vivido esse tipo de experiência, de ficar ruminando situações e pensando em como resolver determinados problemas. A questão é: pensar demais em alguma coisa nos ajuda ou só nos faz mal? O que você acha? A verdade é que pensar demais em um problema pode nos fazer muito mal – a seguir, confira três perigos dessa história de viver martelando um mesmo assunto:

1 – Aumenta suas chances de desenvolver algum tipo de doença mental

Uma pesquisa realizada em 2013 comprovou que ficar revivendo mentalmente seus problemas, seus erros e as coisas que não saíram como o planejado é uma atitude que aumenta suas chances de desenvolver algum tipo de doença mental, como depressão e ansiedade.

O pior de tudo é que ficar ruminando as coisas é um círculo vicioso difícil de interromper: quanto mais você pensa no que deu errado, mais a sua saúde mental se prejudica e, por consequência, mais você tende a ficar pensando nas coisas ruins.

2 – Prejudica sua capacidade de resolver problemas

Outra coisa que já foi comprovada cientificamente: ruminar aquela discussão ou aquele seu problema familiar é uma forma de ficar reforçando para você mesmo todos os seus “defeitos”, e isso é algo que simplesmente paralisa sua capacidade de análise racional.

Ao pensar demais em um problema, você tem cada vez mais dificuldades de encontrar uma forma de resolvê-lo. É algo que faz com que você afunde nos erros em vez de buscar meios de corrigir a coisa toda. É estranho pensar nisso, mas a verdade é que mergulhar de cabeça em um problema não nos faz tomar boas atitudes para resolvê-lo.

3 – Prejudica seu sono

Quem é que nunca perdeu o sono por ficar pensando demais? Isso acontece porque, mesmo sem perceber, acabamos fazendo com que nossa mente trabalhe em excesso, e aí ela demora muito mais para desligar e ficar calma, que é o necessário para uma boa noite de sono.

Inúmeras pesquisas feitas sobre o tema já nos comprovaram que levar a preocupação para a cama é algo que potencialmente diminui nosso tempo e a nossa qualidade de sono, justamente porque ficamos pensando sem parar antes de finalmente decidirmos relaxar e dormir.

4 – E como parar de pensar demais nos problemas?

Se você se identificou com o que falamos até agora, não entre em pânico. O bom de saber que se tem um problema é que, a partir da consciência dele, podemos trabalhar para resolvê-lo.

Sempre que você perceber que está pensando demais em alguma coisa ruim e que isso está aumentando seu estresse e fazendo com que seu sono vá embora, respire fundo e pense se você tem o poder de mudar ou não a situação. Se não puder, como é o caso de uma previsão de chuva bem no dia da sua viagem de férias, entenda que isso não é sua culpa e que outras coisas semelhantes já aconteceram, já preocuparam você e já passaram.

Se você puder mudar a situação, como no caso de uma briga com seu melhor amigo, pense no que falará para ele, anote, se for possível, e se concentre no fato de que você vai fazer algo para mudar o cenário.

Entenda que ruminar é bem diferente de resolver problemas e tente sempre pescar a sua mente desse mar de preocupações, direcionando-a para lugares mais calmos e tranquilos. Busque formas de diminuir seus níveis de estresse – meditação, exercícios físicos, aquela ligação para a pessoa que sempre entende o que você fala.

Outra coisa bacana é ter em mente as suas qualidades e os seus pontos fortes, para se lembrar deles sempre que algo der errado. Nem tudo o que acontece é culpa sua, e as coisas ruins geralmente podem ser contornadas. Se não puderem: vida que segue.

*Por Daiana Geremias

 

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*Fonte: megacurioso

Dormir com telas ligadas prejudica a saúde e pode causar insônia grave

Pesquisadores da Universidade de Medicina Johns Hopkins, em Baltimore, nos EUA acabam de divulgar um estudo que esclarece muitas dúvidas sobre dormir na frente de uma tela.

Embora isso seja considerado um “sonífero” pra grande parte das pessoas, os resultados mostram algo contraditório: o som e a iluminação da tela podem ser muito prejudiciais à saúde.

Segundo Rachel Salas, pesquisadora responsável pelo estudo, sons de discussões acaloradas, tiroteios, explosões ou músicas dramáticas mais altas podem surgir a qualquer momento, e isso atrapalha o sono.

Quando somos acordados, nosso cérebro tem que começar todo o processo de sono do zero e, considerando que nosso sono pode ter cerca de 5 fases, isso é muito prejudicial, já que talvez não consigamos chegar aos estágios mais profundos de um sono saudável.

“Os humanos naturalmente têm entre quatro e cinco ciclos do sono. Se você sofre uma excitação cerebral enquanto se direciona aos estágios mais profundos do sono, seu cérebro terá que começar tudo do começo”. Afirma a Dra. Salas.

Dormir com telas ligadas prejudica a saúde e pode causar insônia

E não é apenas o som que pode causar problema, mas também a iluminação da tela. Segundo pesquisadores, a não ser que sua tela seja OLED (que desliga de fato os pixels escuros), a luz emitida pela TV mesmo quando a tela está escura pode ser muito prejudicial.

Ainda de acordo com a pesquisa, quanto mais jovem a pessoa, mais fácil de superar esses problemas, já que o individuo pode compensar o sono perdido depois, mas conforme ficamos mais velhos essa capacidade vai diminuindo e problemas de sono podem se agravar, gerando muitos problemas de saúde.

 

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*Fonte: curtoecurioso

Chocolate e vinho tinto ajudam a combater rugas e manter a pele jovem, dizem cientistas

O chocolate e o vinho são duas paixões mundiais. Seja para comemorar bons momentos, relaxar depois de um longo dia ou curtir ao lado das pessoas importantes em nossas vidas, esses dois estão quase sempre presentes nas vidas de muitas pessoas ao redor do mundo.

No entanto, além de serem nossos companheiros, um estudo realizado pela Universidade de Exeter, na Inglaterra provou que seus benefícios vão muito além, mostrando que os chocolates e vinhos podem ajudar a combater rugas e manter a pele jovem, uma boa notícia para homens e mulheres que se dedicam para manter uma aparência saudável.

A pesquisa também mostrou que vinho e chocolate podem combater o envelhecimento.

De acordo com o que comprovam os resultados alcançados, tanto o vinho tinto quanto o chocolate podem contribuir para o rejuvenescimento de células antigas, o que causa uma alteração em seu comportamento, tornando-as mais semelhantes às células jovens.

Os pesquisadores acreditam que o que propicia esse resultado são os compostos flavonoides, que estão presentes no vinho e no chocolate, e são conhecidos por seus efeitos antioxidantes e anti-inflamatórios.

A pesquisa foi realizada com células tratadas em laboratório com produtos químicos encontrados naturalmente no vinho tinto, chocolate amargo, uvas vermelhas e mirtilos. Eles descobriram que depois desse tratamento, as células apresentavam mudanças e ficavam mais jovens.

Essa experiência foi realizada diversas vezes pelos pesquisadores e,de acordo com a líder do estudo Eva Latorre, as células rejuvenesceram em todas as experiências.

Eva acredita que os dados obtidos pelo estudo podem levar a avanços em terapias antienvelhecimento.

Essa é uma ótima notícia para os apreciadores de chocolates e vinho, mas é sempre bom lembrar que o consumo deve ser feito com moderação!

*Por Luiza Fletcher

 

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*Fonte: osegredo

8 sinais preocupantes de que você está física e mentalmente exaurido

Há momento em nossa vida em que nos sentimos exaustos, o nosso dia a dia com o trabalho, as crianças, a casa, etc. Isso nos faz viver em um ritmo frenético.

Mas você deve saber que há uma grande diferença entre uma pessoa que está cansada devido ao seu dia a dia e que é teimosa para viver porque perdeu a visão do futuro .

Mostraremos os sinais que indicam se você está em uma fase de exaustão física e mental:

1. Você fica irritado facilmente.
Tudo te incomoda mesmo se você não tem razão e você precisa ficar sozinho para que ninguém te incomode, este é um sintoma de exaustão. Se um pequeno problema para você se tornar um grande problema, você precisa descansar imediatamente.

2. As coisas incomodam você que não importam.
Você é mais sensível que o normal e qualquer coisa incomoda você, pequenas coisas que não são muito importantes agora o irritam. Não deixe isso acontecer, relaxe, medite e organize sua vida para que você nem sempre se sinta assim.

3. Você tem náuseas e fica tonto.
Uma pessoa mentalmente esgotada, também será fisicamente, eles podem até ter náuseas e tonturas, se isso aconteceu com você, você não pode continuar assim! A primeira coisa é a saúde, então você deve fazer uma pausa, a primeira coisa a ser fazer, é você estar bem para ser bom com os outros.

4. Você não sente nada motivado.
Você não tem nenhum tipo de motivação no seu trabalho, o que antes não lhe custava nada a fazer agora custa-lhe duas vezes, precisa de uma nova inspiração para voltar a sentir-se motivado e ansioso.
Você não gosta mais de fazer coisas que normalmente fazia e com as quais se sentia à vontade. Este é um sinal claro de que você precisa de uma pausa tanto fisicamente quanto mentalmente.

5. Você tem ataques de ansiedade com freqüência.
É uma das conseqüências de sua fadiga crônica, ataques de ansiedade, se você os tem de vez em quando eles não vão permitir-lhe desfrutar de atividades diferentes. O estresse é ruim para sua saúde, você deve fazer uma pequena pausa e avaliar o que é realmente importante.

6. Você tem problemas para dormir.
É um exemplo claro de exaustão extrema, insônia. A conciliação do sonho torna-se cada vez mais difícil, pois você não pode parar de pensar constantemente sobre o que o preocupa ou aquele trabalho inacabado.

7. Chorando por nenhuma razão.
Nestes momentos da exaustão você está mais sensível do que nunca, você chora por qualquer coisa e não pode evitar.

Chorar é o modo como seu corpo tem que expulsar tudo o que você conteve por exaustão.

8. Você se sente em um limbo.
Não sabe muito bem o que fazer com sua vida, se continuar como estava ou mudar. A sensação mais extrema de que uma pessoa que está realmente cansada pode sentir é que sua vida não tem mais sentido. Você nunca precisa chegar a esses extremos, é importante reconhecer esses sintomas e acabar com eles.

 

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*Fonte: fiquesabendo

Um mês antes de um ataque cardíaco, seu corpo vai avisá-lo com estes 6 sinais!

Uma das principais causas de morte em vários países do mundo é o ataque cardíaco. Existem muitos fatores que podem desencadear isso: desde a má alimentação, genética e até o excesso de estresse. Tudo isso pode dar origem a uma doença de coração potencialmente mortal.

Tentar relaxar, reduzir o estresse e ter um estilo de vida saudável pode diminuir as chances de vir a sofrer de um ataque cardíaco. No entanto, existem 6 sinais de alerta que podem salvar a sua vida!

Fraqueza física.
Se sentir fraco pode ser um sinal que algo está errado com o seu coração. Quando as artérias se contraem, diminuem o fluxo sanguíneo e enfraquecem dos músculos. Esteja atento a estes sintomas.

Tonturas e suores frios.
Tonturas e suores frios, especialmente combinados, são um grande alerta de que algo não está bem com o seu corpo, e que o fluxo sanguíneo para o seu cérebro está abaixo do normal. Isto pode ser uma consequência de um ataque cardíaco.

Peso no peito.
Dor ou sensação de peso no peito pode anunciar um problema de coração. A intensidade deste sintoma vai aumentar antes de um ataque iminente. Esta dor também pode aparecer nas costas, ombros ou braços.

Gripe ou resfriado.
Você também pode ter sintomas de gripe nas proximidades de um ataque cardíaco. Muitas pessoas também dizem ter sentido febre antes de isso acontecer.

Exaustão.
Se você está constantemente cansado, isso também pode ser um alerta de que algo está errado. Quando as artérias apertam, o corpo recebe menos sangue e fica fadigado. Se você se sentir muito cansado, deve consultar o seu médico imediatamente.

Falta de ar.
Se os pulmões são incapazes de obter sangue suficiente para funcionar corretamente, você pode ter falta de ar. E deve estar mais alerta se tiver outros sintomas.

Compartilhe estes 6 sinais de um possível ataque cardíaco. Você poderá salvar uma vida!

 

 

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*Fonte: tudopelacura

Medicamentos que curam não são rentáveis e, portanto, não são desenvolvidos – diz Nobel de Medicina

Sir Richard, em entrevista, denuncia o que parece evidente para todos, mas raramente é dito em alto e bom som por uma autoridade: é a própria indústria quem detêm o progresso científico. Sua principal questão é o quão ético e correto pode ser uma indústria com a importância da farmacêutica ser regida pelos mesmos princípios e valores que o mercado capitalista. O hábito de gastar centenas de milhões de dólares anualmente para em pagamentos à médicos para que promovam seus medicamentos torna a prática da indústria algo semelhante às práticas da máfia.

E sua denúncia prossegue: a indústria prefere investir em pesquisas que venham a ser rentáveis, muitas vezes não pela cura, mas para remédio que realizam espécie de manutenção da cronicidade de uma doença. “O que é bom para os dividendos das empresas nem sempre é bom para as pessoas”, ele diz. “Nós estamos falando sobre nossa Saúde, nossas vidas e as dos nossos filhos e de milhões de seres humanos. Mas se eles são rentáveis investigarão melhor”.

“Se só pensarem em lucros, deixam de se preocupar com servir os seres humanos. Eu verifiquei a forma como, em alguns casos, os investigadores dependentes de fundos privados descobriram medicamentos muito eficazes que teriam acabado completamente com uma doença. Mas as empresas farmacêuticas muitas vezes não estão tão interessadas em curar as pessoas como em tirar-lhes dinheiro e, por isso, a investigação, de repente, é desviada para a descoberta de medicamentos que não curam totalmente, mas que tornam crónica a doença e fazem sentir uma melhoria que desaparece quando se deixa de tomar a medicação”, ele acusa.

“Ao capital só interessa multiplicar-se. Quase todos os políticos, e eu sei do que falo, dependem descaradamente dessas multinacionais farmacêuticas que financiam as campanhas deles. O resto são palavras”, afirma o Nobel, dizendo que todos suspeitam mas não possuem conhecimento – ou coragem – para de fato afirmar.

 

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*Fonte: hypeness

Vive com gripe? O jeito é dormir melhor, entenda

Nada como uma boa noite de sono para se recuperar de uma gripe: apesar do conselho se parecer com algo que sua mãe diria, quem garante é um grupo de cientistas alemães. Eles descobriramque dormir fortalece a potência de certas células imunológicas, melhorando as chances de se ligar a células infectadas com vírus e destruí-las.

Quando as células T, o grupo de glóbulos brancos (leucócitos) responsáveis pela defesa do organismo contra agentes desconhecidos (antígenos), detectam uma célula infectada por vírus, ativam uma proteína conhecida como integrina, que permite que elas se liguem a essa célula.

A pesquisa publicada no Journal of Experimental Medicine mostra que poucas horas de sono, bem como períodos prolongados de estresse, levam a níveis mais altos de hormônios que parecem bloquear o interruptor principal que ativa as proteínas pegajosas.

A investigação

O líder do estudo, Stoyan Dimitrov, pesquisador da Universidade de Tubingen, na Alemanha, suspeitava que certos hormônios (como epinefrina, norepinefrina, adenosina e prostaglandinas) poderiam impedir a ativação das proteínas pegajosas, desativando o interruptor principal.

Para testar essa hipótese, ele e sua equipe estudaram células de pessoas infectadas com citomegalovírus, um subgrupo do vírus da herpes. Supõe-se que as células T procurem e destruam células infectadas com elas, mas quando as células T dos pacientes foram misturadas com os hormônios suspeitos em tubos de ensaio, a capacidade das células T de ativar as proteínas pegajosas caiu.

Em seguida, os cientistas analisaram o que aconteceu nas pessoas. Sabendo que os níveis desses hormônios caem naturalmente durante o sono, eles reuniram 10 voluntários saudáveis ​​que estavam dispostos a passar uma noite cochilando em um laboratório de sono e outra noite, aproximadamente duas semanas depois, acordados no mesmo laboratório.

Durante as noites designadas para dormir, os voluntários foram ligados a cateteres intravenosos, para que os especialistas pudessem coletar amostras de sangue sem perturbar o sono de ninguém.

Ao comparar as células T recolhidas em noites de sono às células T das noites de vigília, descobriu-se que quando os voluntários dormiam, os níveis de hormônios do estresse eram mais baixos do que quando os voluntários ficavam acordados a noite toda. Mais importante, as células T das noites de sono tinham mais proteínas pegajosas que combatem a infecção.

 

 

 

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*Fonte: revistagalileu

Mulheres precisam dormir mais que os homens para manter o bom humor, diz estudo

A pesquisa mostrou que mulheres que não dormem o suficiente amanhecem mais irritadas do que os homens que tiveram a mesma quatidade de sono.

Edward Suarez, um dos autores da pesquisa, estudou 210 homens e mulheres de meia-idade que não possuíam distúrbios do sonos. O trabalho, que foi feito em conjunto com outros pesquisadores, revelou que 40% dos participantes dormiam menos do que o necessário, adquirindo problemas como dificuldade para adormecer ou acordar durante a noite.

“O estudo sugere que o sono de má qualidade – medido pela quantidade total de sono, o grau de despertar durante a noite e quanto tempo leva para pegar no sono – pode ter consequências mais graves de saúde para as mulheres que para os homens”, disse Edward.

Os pesquisadores explicam que as mulheres que dormem pouco sofrem mais com aflições físicas e psicológicas, além de ter dificuldade para balancear os hormônios, ficando mais propensas a desenvolver problemas no coração, diabetes tipo 2 e depressão.

 

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*Fonte: paporeto

Glândula timo, onde se abriga a alegria, a alma, a vida

No meio do peito, debaixo do esterno, em cima do coração, é lá que fica a glândula timo. Do grego, thymos, significa energia vital.

Quando somos crianças esta glândula é grande, e cresce quando estamos contentes, encolhe se nos estressamos e fica minúscula quando adoecemos. Sim, ela reage a como nos sentimos e devemos aprender a cuidar dela, pela nossa saúde.

Antes a timo era considerada completamente sem utilidade, até se achava daninho quando esta glândula estava grande, o que acontece nas pessoas felizes e saudáveis mas, atualmente, a ciência já conseguiu entender, e demonstrar, que a timo é “um dos pilares do sistema imunológico, junto com as glândulas adrenais e a espinha dorsal, e está diretamente ligada aos sentidos, à consciência e à linguagem”.

Algumas das ervas que ajudam na manutenção da glândula timo são o gengibre e o alecrim – leia aqui alguns detalhes do uso do GENGIBRE: PROPRIEDADES MEDICINAIS COMPROVADAS e do ALECRIM: O CHÁ QUE ALEGRA A ALMA E CURA O CORPO.

E mais, essa glândula faz as conexões do nosso organismo com o meio externo e o inverso também. Ela reage imediatamente quando estamos sob ataque de micróbios ou toxinas e também é sensível a imagens, cores, luzes, odores, sabores, gestos, toques, sons, palavras, pensamentos e até sentimentos como amor e ódio. Leia mais aqui.

Para manter sua glândula timo saudável e atuante, cuide dos seus pensamentos (os positivos fazem ela reagir positivamente, claro) e realize alguns exercícios fáceis, todos os dias (veja logo mais baixo).

Embora a glândula timo esteja relacionada com o chacra cardíaco – veja bem, é ela que encolhe quando a gente sente o “coração apertado”, segundo especialistas ela está diretamente associada a um chacra novo “ao qual damos também o nome de Thymus. Este chacka começou a aparecer entre 1998 e 2003, devido a uma mudança de posição da terra em relação à galáxia”, conforme explica Katia Guedes, professora da “Visão da Aura”, um curso desenvolvido pelo Rainer Strücker da Alemanha.

Dê uma estudada aqui e veja a melhor maneira de manter seu chacra cardíaco equilibrado, fundamental para que você possa se sentir bem na vida.

Alguns exercícios para manutenção da glândula timo

O primeiro exercício, básico e fundamental, é massagear a glândula timo. Você consegue fazer essa massagem ao dar batidinhas leves, com as pontas dos dedos, sobre o esterno, no meio do peito. Faça este exercício todas as manhãs, e à noite, respirando suavemente, em situação de relaxamento. Você também se ajudará se, ao fazer o exercício, mentalizar uma imagem luminosa agradável, em rosa e verde, que são as cores de alimentação do chacra cardíaco.

Os movimentos de alongamento dos membros superiores, do pescoço, da nuca, dos ombros, também ajudam muito na saúde da glândula timo, mais uma razão para praticá-los rotineiramente. Leia aqui sobre outros exercícios para a glândula timo.

Outro grupo de exercícios para a glândula timo são estes que encontramos no Somostodosum e que recomendamos enfaticamente.

Estes exercícios estimulam a timo, a tireóide, a paratireóide, os chacras cardíaco e laríngeo e também o músculo cardíaco, ou seja o coração físico. São importantes para que a timo não perca sua capacidade de se expandir com o amor. Esta é uma situação comum na idade avançada e esta glândula se contrai tanto que chega a petrificar.

São exercícios relacionados com vocalização de sons mântricos e movimentos, suaves porém muito efetivos.

1º Exercício: feche a mão totalmente e role as juntas (as falanges proximais e médias) por sobre o Timo, na região central do peito, entre os mamilos e em sua direção, com certa pressão para ativar este centro energético e sua glândula. Esses movimentos ativam a timo e liberam a estagnação do coração.

2º Exercício: a pronúncia da vogal “A” muito lentamente e aberta, com consciência, trabalha a amorosidade no ser e faz vibrar a glândula e a região ao redor, como o chakra laríngeo, transformando todas as estagnações que neles houver. É o cardíaco sendo acionado e elevando-se ao seu chakra superior, o chakra do verbo.

 

*Por

 

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*Fonte: greenme

Segundo filho é o mais arteiro de todos, estudo diz

Todos temos nossas teorias sobre qual filho é o mais bagunceiro. Alguns acreditam que é o mais novo pela falta de maturidade, outros acreditam que é o filho mais velho, pela busca de atenção, mas de acordo com um estudo, o segundo filho é o que mais gosta de aprontar.

Esse estudo é novo, foi realizado no ano de 2017 por pesquisadores Sanni Breining, Joseph Doyle, David N. Figlio, Krzysztof Karbownik e Jeffrey Roth. Intitulado “Birth Order and Delinquency” (Ordem de Nascimento e Deliquência), a pesquisa estudou mais 2 milhões de crianças norte-americanas e dinamarquesas.O foco foi analisar como a ordem de nascimento dos filhos de uma família influencia seu desempenho em diferentes áreas da vida, como problemas de disciplina na escola e sua relação com a delinquência juvenil e também na vida adulta.As conclusões alcançadas pelos pesquisadores revelam que o segundo filho de um casal tem maior probabilidade de delinquência do que o irmão mais velho, e que o gênero feminino é menos intenso na rebeldia do que o masculino.

Além disso, não foram encontradas evidências que mostram que o segundo filho seja mais esquecido pelos pais ou menos saudável.

No entanto, foi mostrado que os pais algumas vezes passam mais tempo com os primeiros filhos e que isso pode de certa maneira influenciar os comportamentos negativos nos segundos filhos:

“Consideramos as diferenças na atenção dos pais como um fator potencial de contribuição para as lacunas na delinquência”.Muitas vezes, a rotina não permite que os pais tenham a mesma quantidade de tempo com o segundo filho, ou com os que vieram depois dele. A vida muda completamente quando há mais de uma criança na família. Ainda assim, a presença saudável na vida dos filhos é fundamental para que eles cresçam bem e não estejam suscetíveis a comportamentos perigosos.

 

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*Fonte: pensadoranonimo

Conheça os prós e contras de cada posição para dormir

Poucos hábitos são tão eficientes para melhorar a saúde do que dormir: fortalece a memória, ajuda a controlar a hipertensão e o diabetes, diminui riscos de doenças cardiovasculares e até mesmo previne a obesidade e a depressão! Mas para conseguir todos esses benefícios, só tendo uma noite muito bem dormida. E um dos fatores que podem estragar tudo isso é a posição em que nos deitamos. “Para podermos descansar e relaxar a musculatura, precisamos de suporte adequado para não torcer ou tensionar as articulações”, comenta o ortopedista Cássio Trevizani, do Hospital das Clínicas da Faculdade de Mecidina da Universidade de São Paulo (FMUSP). “Ao dormir em uma posição não adequada, a pessoa pode acordar com dores nos músculos, membros, músculos ou na cabeça, além de sensação de sono não profundo”, completa o especialista.

Ficou preocupado com a forma como você dorme? Para você saber se está errando ou acertando nessa hora, desvendamos as principais posições para dormir e indicamos como deixá-las melhores ou até mesmo a aprender a mudar e adotar uma forma mais saudável na hora do sono!

Dormir de lado

Se você costuma deitar-se completamente de lado, parabéns! Essa é considerada a melhor posição para dormir. Você sabe por quê? “A questão é que ao se deitar de lado, você consegue manter a coluna mais alinhada”, ensina o ortopedista Cássio Trevizani, do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP). Além disso, é uma posição que permite que tanto a cabeça quanto os pés fiquem da altura do coração, o que facilita muito a circulação, fazendo com que o corpo funcione normalmente durante o período em que você está dormindo.

Como melhorar a posição de lado

Porém, não adianta apenas ficar deitado do jeito certo, alguns ajustes são necessários. Primeiro, o travesseiro: “o ideal é que ele tenha a altura do ombro, para a cabeça não ficar inclinada”, estabelece o ortopedista Alexandre Podgaeti, coordenador da Comissão de Campanhas da Sociedade Brasileira de Coluna, membro titular da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia. “Colocar um travesseiro entre os joelhos também é bom, porque um joelho bate no outro e assim eles ficam alinhados ao tronco”, conclui o especialista.

A coluna também é um ponto a se ter atenção: tente respeitar as curvas naturais dessa estrutura, nada de tentar ficar retinho! Manter as pernas levemente flexionadas e o quadril relaxado também são ótimas pedidas para não forçar o nervo ciático. Quanto aos braços, nada de colocá-los para cima. “Dormir com o braço esticado em cima da cabeça pode fazê-lo acordar com dor no ombro, bursite ou tendinite… Isso é um reflexo de um travesseiro muito baixo”, reflete Podgaeti.

Dormir de barriga para cima

Essa não é a posição mais indicada, mas também não é de todo ruim para o corpo. O lado bom é que as articulações conseguem relaxar de forma satisfatória, impedindo torções e dores. Porém, a coluna não fica perfeita. “Você acaba retificando seu corpo, e o melhor jeito de manter as curvas da colina perfeita é deitando de lado”, pondera Podgaeti. Outra questão é a maior chance de problemas como a apneia ou ronco aparecerem em que se deita nesta posição. “A língua vai para trás, atrapalhando a respiração”, comenta o especialista. Lembrando que esse não é único fator que pode causar esses processos.

Como melhorar a posição de barriga para cima

Uma das formas de garantir que você durma melhor de barriga para cima é com o travesseiro. Ao contrário da posição de lado, em que ele fica mais alto, ao deitar-se virado para cima ele deve ser bem baixinho. “Assim, evita-se uma tensão na musculatura cervical”, explica Trevizani. Uma forma de garantir um relaxamento das pernas é colocar um travesseiro embaixo dos joelhos, o que permite que eles fiquem menos entendidos, relaxando os músculos da lombar e das coxas.

Já os braços, ao deitar-se de barriga para cima, devem ficar ao longo do corpo, ou com as mãos pousadas levemente sobre o abdômen. Sem por força, é claro, ou você acabará prejudicando a respiração. “Não é indicado colocar os braços para alto, pois acaba ficando desconfortável ao longo da noite”, friza o especialista.

Dormir de bruços

Se dormir de barriga para cima é aceitável, dormir de bruços é completamente contraindicado! Além de deixar o corpo reto também, da mesma forma que a primeira posição, ainda tem o agravante do pescoço. “Ao se deitar de lado, você precisa se virar para respirar, torcendo o pescoço cerca de noventa graus. Quando você coloca um travesseiro, então, além de torcer, você o hiperestende, causando dores cervicais”, descreve o ortopedista Podgaeti. Infelizmente, no caso dessa posição, não há muito o que resolver, de acordo com os especialistas. “Mesmo que muitas pessoas estejam adaptadas a essa posição e se sintam confortáveis, podem ocorrer problemas de cervicalgia, dor nos ombros, bursite, tendinite e até dor nas costas”, enumera o especialista.

Para completar, a posição pode trazer problemas até para os dentes, pois pressionar a região, em longo prazo, pode favorecer dentes tortos. “Ao dormir de bruços, a face recebe pressão, que fica pior se você colocar um braço ou algo firme embaixo da cabeça”, explica a odontologista Eliana Avelãs.

E se mudo de posição ao longo da noite?

Infelizmente, só dá para controlar mesmo nossa posição antes de adormecer, depois disso, é normal que nosso corpo busque adaptação para ficar mais confortável, e nós acabemos nos movimentando um pouco. “Isso é normal, então o que você pode fazer é sempre começar seu sono numa melhor posição, o resto não dá pra controlar”, aconselha Podgaeti.

Porém, se você se mexe até demais, pode ser indicativo de outros problemas de sono. “Quem se vira muito na cama a noite precisa verificar se não há alteração no sono que pode gerar agitamento. Para isso existem tratamento específicos e é importante procurar um especialista em sono”, recomenda Trevizani.

Dá para mudar a posição em que eu durmo?

Outro problema é tentar mudar uma posição a qual seu corpo já está tão acostumado, não é mesmo? Mesmo os pequenos ajustes nas posições normais podem ser incômodos. Para o ortopedista Podgaeti, tudo é uma questão de treino e de insistência. “No começo sem dúvida você acaba voltando a posição ruim sozinho mesmo, mas com o tempo o corpo vai ficando cada vez mais na posição ideal e vai se acostumando”, indica o especialista. Pode ser um processo cansativo, mas vale a pena tentar melhorar, para garantir um sono mais leve e reparador, que vai inclusive recuperar você de todo esse esforço!

 

 

 

 

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*Fonte: minhavida

Fim das obturações? Cientistas descobrem substância capaz de regenerar os dentes

Uma recente pesquisa publicada pela revista especializada Scientific Reports e realizada pela universidade King’s College London, testou, em roedores, uma substância que, ao que tudo indica, poderá ser o fim das obturações dentárias. Isso porque eles desenvolveram uma substância que ativa as células-tronco numa camada inferior do dente, acelerando a recuperação natural.

Substância regenera dente

Abaixo do esmalte do dente existe uma outra camada chamada de dentina, que nada mais é que um mineral dental. Quando o dente sofre um dano como a cárie, por exemplo, pode haver uma perfuração até essa camada. Para se recuperar, entram em ação as dentinas reparadoras.

Mas aí existe um problema: dentes humanos tem uma capacidade muito reduzida de recuperação justamente pela baixa produção de dentinas reparadoras. Quase nunca elas são suficientes para cobrir todo o dano dentário causado, e somos obrigados a realizar as obturações.

Batizada de Tideglusib, a substância é um composto usado em medicamentos para tratamento de Alzheimer. De acordo com a pesquisa, ela estimula as células-tronco da polpa do dente, que se transformarão na nova dentina.

“A dentina reparadora produzida forma uma fina faixa dessa mesma substância [dentina], que serve para proteger a polpa da infecção, selando-a do ambiente externo”, explicou a equipe no estudo. Esse mecanismo natural de reparação dentária teve resultados “completo, eficaz e natural” ao tampar buracos de dentes de ratos.

Como substância foi aplicada?

Uma esponja embebida com a substância é colocada para preencher o buraco de uma cárie. A medida que o tempo passa, o objeto vai se desgastando porque se trata de uma esponja biodegradável.

Ao se degradar, o Tideglusib vai agindo no dente e o espaço antes preenchido pela esponja vai sendo substituído pelo próprio dente, que naturalmente se regenera. Por já ser usado por humanos (em medicamento contra Alzheimer), a equipe responsável está otimista que os testes em dentes humanos se iniciem em breve, mas ainda não divulgaram data para isso.

*Por Guilherme Athaide

 

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*Fonte: vix

Não dormir o suficiente faz com que engorde 1kg por semana

Todo mundo sabe que dormir mal tem consequências negativas para a saúde e se você não costuma descansar as horas necessárias, provavelmente notará algumas diferenças em relação àqueles que o fazem.

Dormir pelo menos 7 horas fará com que você tenha mais apetite.

Um dos efeitos negativos da falta de sono é que afeta o seu peso e pode aumentar até um quilo por semana, porque dormir menos de 7 horas fará com que você sinta mais apetite, resultando em um aumento considerável no final do mês.

“Não há dúvida de que o sono inadequado promove a fome e causa uma maior ingestão de alimentos durante o dia, causando um considerável ganho de peso”, explicou Eve Van Cauter, diretora do Centro de Sono e Metabolismo da Universidade de Chicago.

Provoca um consumo de até 300 calorias a mais por dia.

Embora ainda não se tenha determinado a quantidade exata de quilos que você pode aumentar, você tem a estimativa de que até um quilo por semana, porque dormir menos que as 7 horas necessárias provoca um consumo de até 300 calorias a mais por dia.

O aumento na ingestão calórica ocorre porque seu corpo precisa mantê-lo acordado, e isso pode trazer consequências fatais para a sua saúde. Além disso, o hormônio da saciedade diminuí e o chamado grelina aumenta, o hormônio da fome.

Organize os seus horários para descansar as horas necessárias.

Então você já sabe: se quer manter vida e corpo saudáveis , a melhor coisa que você pode fazer é organizar os seus horários para descansar as horas necessárias.

 

 

 

 

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*Fonte: paporetolive

7 fatos fascinantes sobre mentirosos patológicos que valem a pena conhecer

Enquanto todos nós contamos pequenas mentirinhas ocasionalmente, há uma grande diferença entre alguém que mente de vez em quando e alguém que é um mentiroso patológico. “Um mentiroso patológico é alguém que mente sem esforço, alguém para quem contar uma mentira é mais natural do que dizer a verdade”, diz a psicóloga Michelle Barton, diretora de Psicologia da Life Well. Mentir pode se tornar parte da vida cotidiana do mentiroso, a ponto de toda a sua existência ser uma invenção.

Como você deve ter adivinhado, esse nível de mentira geralmente é um sintoma de um problema maior. Embora a mentira patológica possa ser seu próprio distúrbio – conhecido como pseudologia fantástica – ela também pode ser um sintoma de psicopatia, distúrbio de personalidade narcisista, ansiedade, depressão e transtorno obsessivo-compulsivo, entre outras coisas.

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Veja só 7 fatos científicos fascinantes sobre mentirosos patológicos que valem a pena conhecer:


7 – A mentira patológica é muitas vezes ligada a um transtorno de personalidade

“A maioria dos mentirosos patológicos tem distúrbio de personalidade narcisista (DPN) ou pelo menos fortes traços narcísicos e mentem compulsivamente (e sabem que estão mentindo) só para parecerem melhores”, disse o psiquiatra Scott Carroll. E por um dos sintomas característicos do NPD ser “um senso exagerado de importância pessoal”, faz sentido porque isso ocorre.


6 – Mentirosos patológicos têm diferentes níveis de hormônio do que a maioria das pessoas

“Uma das teorias mais interessantes sobre mentirosos patológicos é que eles podem ter a proporção oposta de cortisol e testosterona do que a maioria das pessoas”, diz Bill Eddy, terapeuta. “Isso permite que eles sejam altamente agressivos e sem preocupação com os riscos envolvidos, como mentir descaradamente sobre algo que poderia ter sérias consequências se eles fossem pegos”.

E isso pode conectá-los a outro distúrbio de personalidade. Como diz Eddy, “os mentirosos patológicos mais bem-sucedidos são os sociopatas, condição também conhecida como ‘transtorno de personalidade anti-social’ para os profissionais de saúde mental”.

5 – Eles geralmente mentem sobre problemas médicos
Já que que as mentiras são frequentemente contadas como uma forma de buscar simpatia, faz sentido porque mentirosos patológicos podem acabar mentindo sobre ter problemas de saúde. “Alguns mentirosos patológicos mentem exclusivamente sobre sintomas e condições médicas porque compulsivamente buscam a simpatia de outras pessoas que estão doentes e/ou compulsivamente procuram ser cuidadas por outros”, diz Carroll. “Isso é chamado de transtorno factício e pode levar pessoas saudáveis ​​a fazerem cirurgias e outros tratamentos médicos que não precisam”.

4 – Muitos deles realmente acreditam em suas próprias mentiras
Alguns mentirosos patológicos são “delirantes funcionais”, diz Carroll, o que significa que eles realmente acreditam em suas próprias mentiras e podem até passar no teste do detector de mentiras.

“Isso é chamado de ‘micro-psicótico’ para distinguir essas pessoas das que têm esquizofrenia e que deliram fortemente”, diz Carroll. “A maioria das pessoas micro-psicóticas têm Transtorno da Personalidade Borderline e realmente acreditam no que estão dizendo (o que as ajuda a serem ainda mais convincentes), mas se forem pegos mentindo, podem reescrever suas memórias para acreditar em uma nova mentira na hora”.

3 – Crianças que mentem às vezes têm ansiedade ou depressão
É comum crianças e adolescentes mentirem enquanto passam por seus diferentes estágios de desenvolvimento, testando seus limites. Mas algumas crianças que mentem podem estar fazendo isso devido à ansiedade ou depressão.

Como Carroll diz: “As crianças podem mentir compulsivamente negando erros ou violações de regras que obviamente fizeram. Sua mentira compulsiva tende a estar associada à ansiedade, depressão e baixa autoestima, o que torna mais difícil admitirem seus erros”. Felizmente, isso geralmente é tratável, trazendo bons resultados.

2 – É difícil tratar adultos mentirosos
Adultos mentirosos patológicos podem ser mais difíceis de tratar. “Para os adultos, a mentira compulsiva é difícil de parar porque pode ser extremamente reflexiva e habitual”, diz Carroll. “Além disso, pessoas com Transtorno de Personalidade Narcisista não tendem a procurar tratamento para seu narcisismo – apenas para sua ansiedade ou depressão”. Portanto, se essa for a causa da mentira, pode ser complicado.

1 – Mentir pode ser viciante
Mentir pode na verdade ser viciante, devido ao que faz ao cérebro. “Seus comportamentos e sistemas de recompensa são muito parecidos com jogos de azar – você nunca sabe quando é um colapso ou um grande prêmio”, diz Barton. “Como o mentiroso patológico se acostuma com esse nível de medo e ansiedade, eles quase não conseguem funcionar sem ele”.

O mesmo é verdadeiro para muitos mecanismos não saudáveis para lidar com a realidade. Mas há esperança: se você ou alguém que você conhece mente compulsivamente, ou tiver outros hábitos prejudiciais como forma de lidar com o estresse ou a depressão, existem meios de ajustar sua forma de pensar e lidar com sua ansiedade de uma maneira mais saudável. Abrir-se para um ente querido de confiança ou um profissional da saúde mental é um bom modo de começar.

*Por Luciana Calogeras

 

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*Fonte: misteriosdomundo

Remédios para Sono e Ansiedade MATAM Mais que Cocaína!

O uso indiscriminado de remédios para sono e ansiedade – como Rivotril, Valium, Xanax e Ativan – causa risco de morte maior do que o uso de drogas como cocaína e heroína. A conclusão é de duas pesquisas publicadas no American Journal of Public Health.

Cientistas descobriram que um componente em especial é o maior problema: a benzodiazepina (BZD). O primeiro estudo, da Universidade da Colúmbia Britânica (UBC), de Vancouver, no Canadá, mostrou que o consumo excessivo de benzodiazepinas causa risco de morte 1,86 vezes maior do que o uso de drogas ilegais.

O levantamento foi feito com 2.802 participantes usuários de benzodiazepinas, entrevistados semestralmente durante cinco anos e meio. Ao final do estudo, 18,8% do grupo morreu. Os pesquisadores observaram que mesmo depois de isolar outros fatores, como o uso de drogas ilegais e comportamentos de alto risco, a taxa de mortalidade permaneceu alta entre os usuários do composto.

Um segundo estudo realizado com uma parte menor do mesmo grupo examinou a ligação entre o uso de benzodiazepina e a infecção por hepatite C, e descobriram que a taxa de infecção foi 1,67 vezes maior naqueles que usaram remédios à base do composto.

“O interessante sobre isso é que é uma droga prescrita e as pessoas pensam que estão seguras. Mas, provavelmente, estamos prescrevendo essas drogas de uma maneira que está causando danos”, disse o cientista Keith Ahamad ao jornal Vancouver Sun.

Um relatório da Organização Mundial da Saúde (OMS) alerta que a benzodiazepina só deve ser prescrita para tratar “ansiedade ou insônia grave, incapacitante, que cause angústia extrema”. A entidade recomenda que os médicos levem em conta que o composto causa dependência e síndrome de abstinência – por isso, deve ser usada em dose eficaz mínima e durante o menor tempo possível.

 

 

 

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*Fonte: saudecuriosa

Exercitar as pernas é fundamental para a saúde do cérebro e do sistema nervoso

Pesquisas inovadoras mostram que a saúde neurológica depende tanto dos sinais enviados pelos grandes músculos das pernas do corpo para o cérebro quanto das diretivas do cérebro para os músculos.

Publicado em Frontiers in Neuroscience, o estudo altera fundamentalmente a medicina do cérebro e do sistema nervoso – dando aos médicos novas pistas de porque pacientes com doença dos neurônios motores, esclerose múltipla, atrofia muscular espinhal e outras doenças neurológicas frequentemente declinam rapidamente quando seu movimento se torna limitado.

“Nosso estudo apóia a noção de que pessoas incapazes de realizar exercícios de suporte de carga – como pacientes acamados ou até mesmo astronautas em viagens prolongadas – não apenas perdem massa muscular, mas sua química corporal é alterada em nível celular e até mesmo seu sistema nervoso é prejudicado”, diz o Dr. Raffaella Adami da Università degli Studi di Milano, Itália.

O estudo envolveu restringir camundongos de usar suas patas traseiras, mas não as pernas da frente, durante um período de 28 dias. Os ratos continuaram a comer e se arrumar normalmente e não apresentaram estresse. No final do estudo, os pesquisadores examinaram uma área do cérebro chamada zona sub-ventricular, que em muitos mamíferos tem o papel de manter a saúde das células nervosas. É também a área onde as células-tronco neurais produzem novos neurônios.

A limitação da atividade física diminuiu o número de células-tronco neurais em 70% em comparação com um grupo controlado de camundongos, que foram autorizados a vagar. Além disso, tanto os neurônios quanto os oligodendrócitos – células especializadas que suportam e isolam as células nervosas – não amadureceram completamente quando o exercício foi severamente reduzido.

A pesquisa mostra que o uso das pernas, particularmente no exercício de sustentação de peso, envia sinais ao cérebro que são vitais para a produção de células neuronais saudáveis, essenciais para o cérebro e o sistema nervoso. Reduzir o exercício físico torna difícil para o corpo produzir novas células nervosas – alguns dos blocos de construção que nos permitem lidar com o estresse e se adaptar ao desafio em nossas vidas.

“Não é por acaso que estamos destinados a ser ativos: caminhar, correr, agachar-se para sentar e usar os músculos das pernas para erguer as coisas”, diz Adami. “A saúde neurológica não é uma rua de mão única com o cérebro dizendo que os músculos levantem, andem e assim por diante.”

Os pesquisadores ganharam mais conhecimento analisando células individuais. Eles descobriram que restringir o exercício reduz a quantidade de oxigênio no corpo, o que cria um ambiente anaeróbico e altera o metabolismo. O exercício de redução também parece impactar dois genes, um dos quais, o CDK5Rap1, é muito importante para a saúde da mitocôndria – a usina celular que libera energia que o corpo pode usar. Isso representa outro ciclo de feedback.

Esses resultados lançam luz sobre vários problemas importantes de saúde, que vão desde preocupações com impactos cardiovasculares como resultado de estilos de vida sedentários até insights sobre doenças devastadoras, como atrofia muscular espinhal (AME), esclerose múltipla e doença do neurônio motor, entre outras.

“Eu tenho interesse em doenças neurológicas desde 2004”, diz o co-autor Dr. Daniele Bottai, também da Università degli Studi di Milano. “A pergunta que me fiz foi: é o resultado dessas doenças devido exclusivamente às lesões que se formam na medula espinhal no caso de lesão medular e mutação genética no caso da SMA, ou é a menor capacidade de movimento de fator crítico que exacerba a doença?”

Esta pesquisa demonstra o papel crítico do movimento e tem uma gama de implicações potenciais. Por exemplo, missões para enviar astronautas ao espaço por meses ou mesmo anos devem ter em mente que a gravidade e o exercício de carga desempenham um papel importante na manutenção da saúde humana, dizem os pesquisadores.

“Pode-se dizer que nossa saúde está fundamentada na Terra de maneira que estamos apenas começando a entender”, conclui Bottai. [Technology Networks]

 

 

 

 

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*Fonte: socientifica

Novo tipo de álcool promete bebedeiras sem ressaca e sem afetar o fígado

Sair para beber com os amigos é sempre sinônimo de boas conversas, porém quando exageramos na dose, sentimos os efeitos indesejados da ressaca no dia seguinte. Principalmente depois dos 30, quando a cada bebedeira você promete mais uma vez que nunca mais irá colocar uma gota de álcool na boca. Entretanto, talvez este problema esteja prestes a ser erradicado, já que uma equipe está produzindo um álcool sintético que não dá ressaca e, nem afeta o fígado.

A promessa é de que o Alcarelle esteja disponível no mercado em 5 anos. A partir da molécula alcosynth, ele imita os elementos encontrados no álcool – sociabilidade, relaxamento e diversão – menos os efeitos prejudiciais à saúde, já que estará livres de elementos tóxicos, que são prejudiciais ao fígado.

A equipe, conduzida por David Nutt, afirmou que mais testes serão necessários até que o álcool sintético seja considerado seguro para ingestão. Você teria coragem de tomar um drinque feito em laboratório?

 

 

 

 

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*Fonte: hypeness

Mais da metade dos brasileiros não consegue ficar 1 dia sequer sem celular

Que os celulares podem ser tornar um verdadeiro vício e a conectividade móvel nos torna “escravos” das telinhas, todo mundo sabe. Agora, uma pesquisa do Ibope vem para comprovar como estamos realmente à mercê desses dispositivos. Mais de 50% dos entrevistados dizem que não conseguem ficar um dia sequer longe dos aparelhos.

O levantamento foi feito via internet pelo Ibope Conecta, setor da firma que se dedica a analisar tendências de comportamento online, entre os dias 18 e 22 de outubro do ano passado, com 2 mil pessoas das classes A, B e C em todo o país.

Elas responderam à seguinte pergunta: “Por quanto tempo você consegue ficar sem usar seu smartphone?”. “Nem um dia” obteve 52%, seguido por “Um dia” (18%) e “Mais de um dia” (30%). Quem se enquadrou no primeiro grupo também detalhou quantas horas fica sem o aparelho. “Até 1 hora” teve 8%, “2 a 3 horas” 11%, “Até 6 horas” 11%, “Até 12 horas” 7% e “Momento nenhum” 15%.

Quando questionados sobre o impacto negativo dos celulares em suas vidas, pouco mais de 31% disseram que não há; e entre as áreas mais afetadas pelo uso intenso estão “A hora de dormir” (27%), “Relacionamento com pessoas” (23%) e “Distração em atividades diárias” (23%).

Segundo o estudo, os aparelhos também atrapalham “No trabalho” (16%), “No relacionamento com a família” (16%), “Quando estão dirigindo e recebem ligações ou mensagens” (12%), “A saúde” (9%), “O rendimento escolar” (8%) e “Vida sexual” (6%).

*Por Cláudio Yuge

 

 

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*Fonte: tecmundo