Engoliu uma peça de LEGO? Descubra quanto ela demora para sair do outro lado

6 pediatras corajosos engoliram pecinhas de propósito. Ligaram o cronômetro. E depois vasculharam o próprio cocô atrás delas. A peripécia rendeu um artigo científico… icônico.

Você já pisou em uma pecinha de LEGO? Se pisou, aposto que não esqueceu: a dor é comparável a de parir um bebê. Ou morrer sufocado nas nuvens de Júpiter. Ou cortar o dedo com papel sulfite. Ou (insira aqui sua forma favorita de tortura).

Acontece que pisar em LEGO é coisa de pai ou mãe – esses corajosos colonizadores que desbravam a bagunça do quarto das crianças sem chinelo no pé. As crianças em si gostam mesmo é de engolir LEGO.

Você sabe como começa: o encaixe está muito rígido. Não dá para soltar as pecinhas com as mãos. Mas não há nada que um dentinho de leite e mandíbulas não resolvam. Aí a pecinha escapa dos lábios, escorrega pela língua e, quando você vai ver, já está trilhando um longo caminho rumo ao estômago do filhote de Homo sapiens.

Há muitos estudos científicos sobre o que acontece quando crianças engolem objetos mais triviais, como moedas (geralmente elas saem nas fezes em no máximo 2 semanas, sem causar danos). Mas o desfecho digestivo dos brinquedos de montar – igualmente suscetíveis a virar comida involuntária – não é tão conhecido.

Por isso, o site Don’t Forget the Bubbles – que fornece conteúdo especializado para pediatras – organizou um experimento científico inusitado para comemorar o ano novo: seis voluntários, que são da equipe do próprio site e têm formação médica, engoliram de propósito uma peça de LEGO. Mais precisamente, a cabeça amarela de uma figurinha, como as do tweet aqui embaixo.

Depois, nossos heróis vasculharam o próprio cocô por dias para descobrir quanto tempo se passava entre o momento da ingestão e a saída da dita cuja pelo outro lado. Os resultados foram publicados no Periódico de Pediatria e Saúde Infantil (a SUPER achou melhor citar o nome completo da revista científica, só para vocês realmente entenderem que o caso é sério).

Conclusão: a média de tempo entre comer e defecar o pedaço de plástico ficou em 1,71 dia – ou 41 horas –, o que é bastante rápido. Mesmo. Sua tubulação dá muitas e muitas voltas antes de alcançar a porta de saída. O intestino delgado, sozinho, alcança uns 7 metros esticado. Muita comida por aí não percorre o trajeto nesse pique, como bem sabem os fãs de feijoada. Além disso, esse tempo também inclui o período que os pesquisadores passaram procurando os itens na “matéria-prima”.

*Por Bruno Vaiano

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*Fonte: superinteressante

O “alarmante” uso de agrotóxicos no Brasil atinge 70% dos alimentos

Imagine tomar um galão de cinco litros de veneno a cada ano. É o que os brasileiros consomem de agrotóxico anualmente, segundo o Instituto Nacional do Câncer (INCA). “Os dados sobre o consumo dessas substâncias no Brasil são alarmantes”, disse Karen Friedrich, da Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco) e da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

Desde 2008, o Brasil ocupa o primeiro lugar no ranking mundial de consumo de agrotóxicos. Enquanto nos últimos dez anos o mercado mundial desse setor cresceu 93%, no Brasil, esse crescimento foi de 190%, de acordo com dados divulgados pela Anvisa. Segundo o Dossiê Abrasco – um alerta sobre o impacto dos agrotóxicos na saúde, publicado nesta terça-feira no Rio de Janeiro, 70% dos alimentos in natura consumidos no país estão contaminados por agrotóxicos. Desses, segundo a Anvisa, 28% contêm substâncias não autorizadas. “Isso sem contar os alimentos processados, que são feitos a partir de grãos geneticamente modificados e cheios dessas substâncias químicas”, diz Friederich. De acordo com ela, mais da metade dos agrotóxicos usados no Brasil hoje são banidos em países da União Europeia e nos Estados Unidos. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), entre os países em desenvolvimento, os agrotóxicos causam, anualmente, 70.000 intoxicações agudas e crônicas.

O uso dessas substâncias está altamente associado à incidência de doenças como o câncer e outras genéticas. Por causa da gravidade do problema, na semana passada, o Ministério Público Federal enviou um documento à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) recomendando que seja concluída com urgência a reavaliação toxicológica de uma substância chamada glifosato e que a agência determine o banimento desse herbicida no mercado nacional. Essa mesma substância acaba de ser associada ao surgimento de câncer, segundo um estudo publicado em março deste ano pela Organização Mundial da Saúde (OMS) juntamente com o Inca e a Agência Internacional de Pesquisa sobre o Câncer (IARC). Ao mesmo tempo, o glifosato foi o ingrediente mais vendido em 2013 segundo os dados mais recentes do Ibama.

Em resposta ao pedido do Ministério Público, a Anvisa diz que em 2008 já havia determinado a reavaliação do uso do glifosato e outras substâncias, impulsionada pelas pesquisas que as associam à incidência de doenças na população. Em nota, a Agência diz que naquele ano firmou um contrato com a Fiocruz para elaborar as notas técnicas para cada um dos ingredientes – 14, no total. A partir dessas notas, foi estabelecida uma ordem de análise dos ingredientes “de acordo com os indícios de toxicidade apontados pela Fiocruz e conforme a capacidade técnica da Agência”.

Enquanto isso, essas substâncias são vendidas e usadas livremente no Brasil. O 24D, por exemplo, é um dos ingredientes do chamado ‘agente laranja’, que foi pulverizado pelos Estados Unidos durante a Guerra do Vietnã, e que deixou sequelas em uma geração de crianças que, ainda hoje, nascem deformadas, sem braços e pernas. Essa substância tem seu uso permitido no Brasil e está sendo reavaliada pela Anvisa desde 2006. Ou seja, faz quase dez anos que ela está em análise inconclusa.

O que a Justiça pede é que os ingredientes que estejam sendo revistos tenham o seu uso e comércio suspensos até que os estudos sejam concluídos. Mas, embora comprovadamente perigosos, existe uma barreira forte que protege a suspensão do uso dessas substâncias no Brasil. “O apelo econômico no Brasil é muito grande”, diz Friedrich. “Há uma pressão muito forte da bancada ruralista e da indústria do agrotóxico também”. Fontes no Ministério Público disseram ao EL PAÍS que, ainda que a Justiça determine a suspensão desses ingredientes, eles só saem de circulação depois que os fabricantes esgotam os estoques.

O consumo de alimentos orgânicos, que não levam nenhum tipo de agrotóxico em seu cultivo, é uma alternativa para se proteger dos agrotóxicos. Porém, ela ainda é pouco acessível à maioria da população. Em média 30% mais caros, esses alimentos não estão disponíveis em todos os lugares. O produtor Rodrigo Valdetaro Bittencourt explica que o maior obstáculo para o cultivo desses alimentos livres de agrotóxicos é encontrar mão de obra. “Não é preciso nenhum maquinário ou acessórios caros, mas é preciso ter gente para mexer na terra”, diz. Ele cultiva verduras e legumes em seu sítio em Juquitiba, na Grande São Paulo, com o irmão e a mãe. Segundo ele, vale a pena gastar um pouco mais para comprar esses alimentos, principalmente pelos ganhos em saúde. “O que você gasta a mais com os orgânicos, você vai economizar na farmácia em remédios”, diz. Para ele, porém, a popularização desses alimentos e a acessibilidade ainda levarão uns 20 anos de briga para se equiparar aos produtos produzidos hoje com agrotóxico.

Bittencourt vende seus alimentos ao lado de outras três barracas no Largo da Batata, zona oeste da cidade, às quartas-feiras. Para participar desse tipo de feira, é preciso se inscrever junto à Prefeitura e apresentar todas as documentações necessárias que comprovem a origem do produto. Segundo Bittencourt, há uma fiscalização, que esporadicamente aparece nas feiras para se certificar que os produtos de fato são orgânicos.

Segundo um levantamento da Anvisa, o pimentão é a hortaliça mais contaminada por agrotóxicos (segundo a Agência, 92% pimentões estudados estavam contaminados), seguido do morango (63%), pepino (57%), alface (54%), cenoura (49%), abacaxi (32%), beterraba (32%) e mamão (30%). Há diversos estudos que apontam que alguma substâncias estão presentes, inclusive, no leite materno.

Em nota, a Anvisa afirmou que aguarda a publicação oficial do estudo realizado pela OMS, Inca e IARC para “determinar a ordem prioritária de análise dos agrotóxicos que demandarem a reavaliação”.
Os alimentos mais contaminados pelos agrotóxicos

Em 2010, o mercado brasileiro de agrotóxicos movimentou 7,3 bilhões de dólares e representou 19% do mercado global. Soja, milho, algodão e cana-de-açúcar representam 80% do total de vendas nesse setor.


Segundo a Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco), essa é a lista da agricultura que mais consome agrotóxicos:

Soja (40%)
Milho (15%)
Cana-de-açúcar e algodão (10% cada)
Cítricos (7%)
Café, trigo e arroz (3 cada%)
Feijão (2%)
Batata (1%)
Tomate (1%)
Maçã (0,5%)
Banana (0,2%)

As demais culturas consumiram 3,3% do total de 852,8 milhões de litros de agrotóxicos pulverizados nas lavouras brasileiras em 2011.

*Por Marina Rossi

 

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*Fonte: elpais

Cientistas descobrem ‘chifre’ crescendo no crânio de jovens por uso do celular

Os jovens estão desenvolvendo chifres na parte de trás de sua cabeça devido à postura incorreta. As causas estão sendo atribuídas ao uso de dispositivos portáteis

Que a tecnologia transforma a maneira como realizamos diversas tarefas diárias a gente sabe, mas que ela pode mudar algo em nosso corpo é bastante preocupante. Diversas pesquisas no campo da biomecânica estão sugerindo que os jovens estão desenvolvendo chifres (sim, você não leu errado) na parte de trás de seus crânios.

Na verdade, são esporões ósseos causados pela inclinação frontal da cabeça. A principal causa está sendo apontada como o uso de celulares e outros aparelhos portáteis. Quando usamos um aparelho qualquer, é normal que nosso pescoço fique curvado e esse desvio de postura pode causar um crescimento ósseo e de tendões na parte de trás do pescoço. Isso pode acontecer devido à transferência de peso da cabeça para apenas uma parte da coluna.

Essa situação pode ser comparada à maneira como a pele engrossa a região de calos e outros traumas em resposta à pressão exercida naquele local. Como resultado de tudo isso, um gancho ou uma ponta semelhante a um cifre está crescendo e saindo do crânio de várias pessoas.

Segundo cientistas da Universidade da Costa do Sol, na Austrália, essa pode ser a primeira documentação de uma adaptação fisiológica ou esquelética devido à penetração de tecnologia avançada na vida cotidiana. Eles disseram ainda que os smartphones e outros dispositivos portáteis são os principais responsáveis pelo corpo humano estar se “contorcendo” ao exigir que usuários inclinem suas cabeças para entender o que está acontecendo nas telas em miniatura.

Mesmo com o estranhamento causado, David Shahar, um dos autores do estudo, alerta que essa formação incomum é um grave sinal de que a postura do indivíduo está totalmente incorreta, e que isso pode lhe causar sérias dores de cabeça crônicas, além de dores na parte superior da coluna e no pescoço.

Os mais afetados

O estudo vem sendo realizado desde 2016. David contou que eles tiveram amostra de 218 raios X de pessoas de 18 a 30 anos, onde foi observado que o crescimento ósseo foi visto em 41% dos resultados, muito mais do que as projeções iniciais dos pesquisadores.

Outra característica bastante reveladora foi que a condição prevalece entre os homens. Nas mulheres isso não foi muito comum. Esses resultados levantam questões alarmantes sobre a nossa postura e o quanto estamos deixando que a tecnologia esteja presente em nossas vidas.

Os que mais devem se preocupar com isso são as pessoas que usam algum tipo de tecnologia desde pequenos. “Essas formações demora muito para se desenvolver, então isso significa que aqueles indivíduos que sofrem com elas provavelmente têm forçado essa área desde a infância”, explicou David.

Há algum meio de evitar?

Segundo os cientistas envolvidos na pesquisa, “a resposta não é banir a tecnologia, há maneiras menos drásticas”. Eles enfatizam a conscientização da população sobre o uso indiscriminado da tecnologia e de seus danos à estrutura óssea. “Todos os que usam a tecnologia durante o dia devem adquirir o hábito de ‘recalibrar’ sua postura durante a noite”, diz o estudo.

Neste momento você deve ter ficado preocupado com isso, certo? Você mesmo pode verificar o surgimento desse “chifre”, basta passar a ponta dos dedos próximo a área onde há o encontro do pescoço com a coluna, caso seja constatada alguma protuberância ou precipitação na região, o conselho é o de procurar um médico para avaliar a condição.

 

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*Fonte: olhardigital

Descoberta sem precedentes transforma tipos de sangue em universal

Em um avanço que poderia salvar milhares de vidas, os cientistas descobriram uma maneira de converter o tipo A de sangue para o tipo universal, que é seguro para todos os pacientes, usando micróbios encontrados no intestino humano.

Um novo estudo mostrou como as enzimas podem ser usadas para converter os glóbulos vermelhos tipo A em células do tipo O universal. Embora a ciência ainda esteja em seus primórdios, ela tem o potencial de abrir caminho para aumentar consideravelmente a oferta e o acesso a sangue para transfusões que salvam vidas.

Os tipos sanguíneos são diferenciados pelos tipos de açúcar encontrados na superfície dos glóbulos vermelhos. O tipo O não tem açúcar. Os cientistas perceberam que algumas enzimas podem remover os açúcares das células do sangue, transformando-as em tipo O, mas não encontraram uma enzima que fosse segura, eficiente e econômica, até que considerassem o intestino.

O trato digestivo humano tem os mesmos açúcares encontrados nas células do sangue, e as enzimas bacterianas encontradas nas fezes retiram os açúcares do revestimento para ajudar na digestão.

Os cientistas conseguiram isolar a enzima e usá-la para extrair o sangue de seus açúcares de maneira mais eficiente que qualquer outra enzima.

Considerando que A é o segundo tipo sanguíneo mais comum, esse descoberta poderia ser revolucionária no aumento da oferta de sangue de doadores universais, salvando milhares de vidas.

Os cientistas fizeram a descoberta emocionante em agosto passado, mas acabaram de publicar os resultados de suas pesquisas na revista Nature Microbiology.

O próximo passo é a equipe testar a conversão da enzima em um cenário clínico para ver se há algum efeito colateral do procedimento. Se nenhum for encontrado, o futuro da doação de sangue mudará para melhor.

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*Fonte: socientífica

Se você bebe para esquecer, está perdendo tempo: O álcool reforça as lembranças ruins

O famoso “beber para esquecer” pode ter se tornado página virada. Embora seja verdade que uma boa bebedeira pode levar a pessoa a não se lembrar de tudo o que fez no dia seguinte, as coisas ruins (exatamente as que queremos apagar da memória) podem se agarrar ao nosso cérebro de modo mais ferrenho do que se não bebêssemos.

É isso que revela um estudo publicado pela revista Translational Psychiatry, elaborado por pesquisadores da Universidade Johns Hopkins, de Baltimore (EUA). Dividiram ratos de laboratório em dois grupos: um bebeu água durante duas horas, e ao outro foi dada grande quantidade de álcool no mesmo intervalo de tempo. Posteriormente, ambos grupos foram submetidos a um som determinado, seguido por uma descarga elétrica. No dia seguinte, os roedores escutaram o mesmo som, mas dessa vez sem que fosse seguido pelo choque. Os resultados mostraram que os ratos que haviam sido embriagados tinham mais medo (lembravam melhor da descarga) que aqueles que tinham bebido água.

A conclusão do trabalho é que o álcool perpetua a sensação de medo: a extinção dessa recordação exige receptores do neurotransmissor glutamato (substância relacionada à memória), e quando os compostos do álcool se unem a esses receptores, interferem nas sinapses (comunicação neuronal), levando a que os animais que beberam álcool “não se acostumem ao estímulo e não esqueçam a experiência prévia ruim”, explica o neurologista Pablo Irima, diretor da Sociedade Espanhola de Neurologia.

Tal neurotransmissor (envolvido na eliminação da recordação) não se dá bem com a bebida. “O glutamato produz rejeição ao álcool. Costuma-se usá-lo no hospital para que os pacientes parem de beber”, diz o psiquiatra e presidente da Sociedade Espanhola de Psiquiatria, Julio Bobes.

Distrai, mas não apaga os traumas

Que o álcool nos faz recordar as coisas mais facilmente é algo que tinha sido evidenciado por um estudo da Universidade do Texas (EUA) em 2011. De acordo com essa pesquisa, tomar uma dose ativa certas regiões do cérebro relacionadas exatamente ao aprendizado e à memória.

Mesmo assim, a ideia de que beber é uma boa forma de afastar as más recordações é tão difundida que até esse estudo afirma que a maioria das pessoas afetadas por diversos traumas (entre 60% e 80%) ingere álcool compulsivamente. “Muitos pacientes com estresse pós-traumático se embebedam com a finalidade de fugir da situação, esquecer ou dormir com mais facilidade”, acrescenta Irima. E os pesquisadores concluem: “Se os efeitos do álcool nas lembranças desagradáveis forem semelhantes nos humanos, nosso trabalho pode ajudar a entender melhor como funcionam essas memórias e como focar melhor as terapias em pessoas que apresentam estresse pós-traumático”.

*Por Elena Gomez

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*Fonte: elpais-brasil

Caminhar torna o cérebro mais criativo e cura as dores

Talvez o título deste artigo tenha te surpreendido. O simples hábito de caminhar pode tornar nosso cérebro mais criativo e, além disso, fazer nos sentir mais felizes? De fato, é. E nós não dizemos isso, mas a maioria dos médicos e neurologistas.

Um desses especialistas é, por exemplo, o neurologista José Ángel Obeso, diretor do Centro Integral de Neurociências de Madri (Espanha). Seu trabalho diário em hospitais e seu contato com pessoas que passam por processos de depressão fizeram com que ele visse como é terapêutico prescrever “uma hora de caminhada diária”. E ainda mais, ande, se possível, através de um ambiente natural.

Como você já sabe, a depressão, ou mesmo passar longos períodos de tempo com estresse e ansiedade, faz com que nosso cérebro tenha um déficit nos processos cognitivos básicos, como memória, compreensão, criatividade, etc. Se andássemos todos os dias, todas essas dimensões melhorariam notavelmente.

Agora você não tem desculpas. Depois de ler este artigo, temos a certeza de que você implementará este remédio eficaz e terapêutico: Caminhe!

Há um aspecto realmente interessante que devemos ter em mente. Hábitos que, sem percebermos, estão fazendo com que nosso cérebro acabe “automatizado” e, portanto, estressado. Não esqueça esses aspectos:

O maior inimigo do nosso cérebro é a rotina. O simples ato de fazer as mesmas coisas todos os dias nos faz cair em uma espécie de depressão e inevitável desânimo. Pouco a pouco, nosso cérebro se torna um pouco mais lento. Nossa atenção não é mais a mesma porque, na realidade, não temos novos estímulos para focar. Nós temos algumas falhas de memória porque poucas coisas parecem interessantes para nós. Diante de baixa motivação, a memória é menor.
A rotina reduz nosso ânimo e, como consequencia, afeta significativamente o cérebro, estabelecemos menos conexões neuronais, menos sinapses …

Dia a dia, nosso vai cérebro agindo de maneira automatizada. Não há mais momentos de prazer e criatividade, e ele é governado por diretrizes estabelecidas, como funcionaria, por exemplo, em qualquer computador que tenhamos programado. É um risco muito alto para nossa saúde emocional e também física.

Segundo o Dr. José Ángel, os cérebros automatizados ocorrem especialmente nas grandes cidades. Entre aquelas pessoas que apenas gastam tempo com suas próprias necessidades emocionais, vivendo em grandes cidades cercadas por poluição e altas doses de estresse.

Andando, um ato de libertação pessoal

“Os caminhantes não têm obrigações, apenas o simples prazer de se libertarem passo a passo no seu caminho.” Segundo o Dr. José Ángel Obeso, os benefícios não são percebidos no primeiro dia, mas quando estamos há uma semana e a caminhada é um hábito em nossas vidas. É quando começamos a notar seus resultados terapêuticos:

Ao caminhar, o cérebro não precisa se preocupar com nada. Andar a pé é fácil, todo mundo consegue e se, além disso, receber uma dose extra de oxigênio e o ar puro da natureza, fica ainda melhor. É nesse momento que o nosso lobo frontal começa a ser estimulado, o que está relacionado à criatividade e ao humor. Se acrescentarmos a isso a liberação natural de endorfinas, é quando a magia aparece.

O cérebro se sente mais eufórico e otimista.
Ante um melhor estado de ânimo, um aumento na criatividade aparece. Não há pressões, o hormônio cortisol que segrega com o estresse desaparece e essas barreiras são derrubadas, o que geralmente nos traz negativismo. É o momento em que vemos as coisas de maneira diferente. Nos sentimos mais relaxados, mais entusiasmados, mais confiantes.

As pessoas estão acostumadas a se mover em pequenos espaços: nossa casa, nosso trabalho, os restaurantes a que vamos, os supermercados … São espaços limitados, sempre cheios de gente. Lugares conhecidos nos quais, geralmente, nossas tensões estão acesas. No entanto, o simples fato de começar a caminhar por um espaço natural e aberto se torna um maravilhoso ato de liberação e expansão.

Segundo o Dr. José Ángel Obeso, devemos primeiro procurar contato com a natureza. É como voltar ao ventre materno, às nossas origens. Não é um ato espiritual, mas sim uma necessidade orgânica. Se percorrermos nossas cidades, continuamos a respirar muitas dessas partículas contaminadas. Idealmente, nossos pulmões estão cheios de oxigênio puro, e também é necessário que nossos olhos encontrem novos cenários, com novos estímulos que enriquecem nosso cérebro.

Convidamos você, mais uma vez, a incentivá-lo a caminhar todos os dias, pelo menos, por meia hora. Vá para o parque, para a montanha, para a praia. Você verá como, após as semanas, melhorou sua saúde física e emocional. Andar a pé é muito melhor do que um analgésico ou algumas vitaminas. Não duvides!

 

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*Fonte: pensarcontemporaneo

Pensar demais em um problema ajuda ou atrapalha?

Por algum motivo você acabou discutindo com alguém do trabalho e teve um dia complicado. A discussão, e o que pode ou não acontecer por causa dela, é o assunto que começa a dominar a sua mente, e você fica revivendo diálogos e imaginando o que poderia ter dito e o que deveria ter omitido – esses pensamentos ficam martelando em sua mente durante o dia inteiro, durante o banho que você toma quando chega em casa e, inclusive, durante a insônia que resolve fazer companhia quando a noite chega.

É bastante possível que todos nós já tenhamos vivido esse tipo de experiência, de ficar ruminando situações e pensando em como resolver determinados problemas. A questão é: pensar demais em alguma coisa nos ajuda ou só nos faz mal? O que você acha? A verdade é que pensar demais em um problema pode nos fazer muito mal – a seguir, confira três perigos dessa história de viver martelando um mesmo assunto:

1 – Aumenta suas chances de desenvolver algum tipo de doença mental

Uma pesquisa realizada em 2013 comprovou que ficar revivendo mentalmente seus problemas, seus erros e as coisas que não saíram como o planejado é uma atitude que aumenta suas chances de desenvolver algum tipo de doença mental, como depressão e ansiedade.

O pior de tudo é que ficar ruminando as coisas é um círculo vicioso difícil de interromper: quanto mais você pensa no que deu errado, mais a sua saúde mental se prejudica e, por consequência, mais você tende a ficar pensando nas coisas ruins.

2 – Prejudica sua capacidade de resolver problemas

Outra coisa que já foi comprovada cientificamente: ruminar aquela discussão ou aquele seu problema familiar é uma forma de ficar reforçando para você mesmo todos os seus “defeitos”, e isso é algo que simplesmente paralisa sua capacidade de análise racional.

Ao pensar demais em um problema, você tem cada vez mais dificuldades de encontrar uma forma de resolvê-lo. É algo que faz com que você afunde nos erros em vez de buscar meios de corrigir a coisa toda. É estranho pensar nisso, mas a verdade é que mergulhar de cabeça em um problema não nos faz tomar boas atitudes para resolvê-lo.

3 – Prejudica seu sono

Quem é que nunca perdeu o sono por ficar pensando demais? Isso acontece porque, mesmo sem perceber, acabamos fazendo com que nossa mente trabalhe em excesso, e aí ela demora muito mais para desligar e ficar calma, que é o necessário para uma boa noite de sono.

Inúmeras pesquisas feitas sobre o tema já nos comprovaram que levar a preocupação para a cama é algo que potencialmente diminui nosso tempo e a nossa qualidade de sono, justamente porque ficamos pensando sem parar antes de finalmente decidirmos relaxar e dormir.

4 – E como parar de pensar demais nos problemas?

Se você se identificou com o que falamos até agora, não entre em pânico. O bom de saber que se tem um problema é que, a partir da consciência dele, podemos trabalhar para resolvê-lo.

Sempre que você perceber que está pensando demais em alguma coisa ruim e que isso está aumentando seu estresse e fazendo com que seu sono vá embora, respire fundo e pense se você tem o poder de mudar ou não a situação. Se não puder, como é o caso de uma previsão de chuva bem no dia da sua viagem de férias, entenda que isso não é sua culpa e que outras coisas semelhantes já aconteceram, já preocuparam você e já passaram.

Se você puder mudar a situação, como no caso de uma briga com seu melhor amigo, pense no que falará para ele, anote, se for possível, e se concentre no fato de que você vai fazer algo para mudar o cenário.

Entenda que ruminar é bem diferente de resolver problemas e tente sempre pescar a sua mente desse mar de preocupações, direcionando-a para lugares mais calmos e tranquilos. Busque formas de diminuir seus níveis de estresse – meditação, exercícios físicos, aquela ligação para a pessoa que sempre entende o que você fala.

Outra coisa bacana é ter em mente as suas qualidades e os seus pontos fortes, para se lembrar deles sempre que algo der errado. Nem tudo o que acontece é culpa sua, e as coisas ruins geralmente podem ser contornadas. Se não puderem: vida que segue.

*Por Daiana Geremias

 

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*Fonte: megacurioso

Dormir com telas ligadas prejudica a saúde e pode causar insônia grave

Pesquisadores da Universidade de Medicina Johns Hopkins, em Baltimore, nos EUA acabam de divulgar um estudo que esclarece muitas dúvidas sobre dormir na frente de uma tela.

Embora isso seja considerado um “sonífero” pra grande parte das pessoas, os resultados mostram algo contraditório: o som e a iluminação da tela podem ser muito prejudiciais à saúde.

Segundo Rachel Salas, pesquisadora responsável pelo estudo, sons de discussões acaloradas, tiroteios, explosões ou músicas dramáticas mais altas podem surgir a qualquer momento, e isso atrapalha o sono.

Quando somos acordados, nosso cérebro tem que começar todo o processo de sono do zero e, considerando que nosso sono pode ter cerca de 5 fases, isso é muito prejudicial, já que talvez não consigamos chegar aos estágios mais profundos de um sono saudável.

“Os humanos naturalmente têm entre quatro e cinco ciclos do sono. Se você sofre uma excitação cerebral enquanto se direciona aos estágios mais profundos do sono, seu cérebro terá que começar tudo do começo”. Afirma a Dra. Salas.

Dormir com telas ligadas prejudica a saúde e pode causar insônia

E não é apenas o som que pode causar problema, mas também a iluminação da tela. Segundo pesquisadores, a não ser que sua tela seja OLED (que desliga de fato os pixels escuros), a luz emitida pela TV mesmo quando a tela está escura pode ser muito prejudicial.

Ainda de acordo com a pesquisa, quanto mais jovem a pessoa, mais fácil de superar esses problemas, já que o individuo pode compensar o sono perdido depois, mas conforme ficamos mais velhos essa capacidade vai diminuindo e problemas de sono podem se agravar, gerando muitos problemas de saúde.

 

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*Fonte: curtoecurioso

Chocolate e vinho tinto ajudam a combater rugas e manter a pele jovem, dizem cientistas

O chocolate e o vinho são duas paixões mundiais. Seja para comemorar bons momentos, relaxar depois de um longo dia ou curtir ao lado das pessoas importantes em nossas vidas, esses dois estão quase sempre presentes nas vidas de muitas pessoas ao redor do mundo.

No entanto, além de serem nossos companheiros, um estudo realizado pela Universidade de Exeter, na Inglaterra provou que seus benefícios vão muito além, mostrando que os chocolates e vinhos podem ajudar a combater rugas e manter a pele jovem, uma boa notícia para homens e mulheres que se dedicam para manter uma aparência saudável.

A pesquisa também mostrou que vinho e chocolate podem combater o envelhecimento.

De acordo com o que comprovam os resultados alcançados, tanto o vinho tinto quanto o chocolate podem contribuir para o rejuvenescimento de células antigas, o que causa uma alteração em seu comportamento, tornando-as mais semelhantes às células jovens.

Os pesquisadores acreditam que o que propicia esse resultado são os compostos flavonoides, que estão presentes no vinho e no chocolate, e são conhecidos por seus efeitos antioxidantes e anti-inflamatórios.

A pesquisa foi realizada com células tratadas em laboratório com produtos químicos encontrados naturalmente no vinho tinto, chocolate amargo, uvas vermelhas e mirtilos. Eles descobriram que depois desse tratamento, as células apresentavam mudanças e ficavam mais jovens.

Essa experiência foi realizada diversas vezes pelos pesquisadores e,de acordo com a líder do estudo Eva Latorre, as células rejuvenesceram em todas as experiências.

Eva acredita que os dados obtidos pelo estudo podem levar a avanços em terapias antienvelhecimento.

Essa é uma ótima notícia para os apreciadores de chocolates e vinho, mas é sempre bom lembrar que o consumo deve ser feito com moderação!

*Por Luiza Fletcher

 

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*Fonte: osegredo

8 sinais preocupantes de que você está física e mentalmente exaurido

Há momento em nossa vida em que nos sentimos exaustos, o nosso dia a dia com o trabalho, as crianças, a casa, etc. Isso nos faz viver em um ritmo frenético.

Mas você deve saber que há uma grande diferença entre uma pessoa que está cansada devido ao seu dia a dia e que é teimosa para viver porque perdeu a visão do futuro .

Mostraremos os sinais que indicam se você está em uma fase de exaustão física e mental:

1. Você fica irritado facilmente.
Tudo te incomoda mesmo se você não tem razão e você precisa ficar sozinho para que ninguém te incomode, este é um sintoma de exaustão. Se um pequeno problema para você se tornar um grande problema, você precisa descansar imediatamente.

2. As coisas incomodam você que não importam.
Você é mais sensível que o normal e qualquer coisa incomoda você, pequenas coisas que não são muito importantes agora o irritam. Não deixe isso acontecer, relaxe, medite e organize sua vida para que você nem sempre se sinta assim.

3. Você tem náuseas e fica tonto.
Uma pessoa mentalmente esgotada, também será fisicamente, eles podem até ter náuseas e tonturas, se isso aconteceu com você, você não pode continuar assim! A primeira coisa é a saúde, então você deve fazer uma pausa, a primeira coisa a ser fazer, é você estar bem para ser bom com os outros.

4. Você não sente nada motivado.
Você não tem nenhum tipo de motivação no seu trabalho, o que antes não lhe custava nada a fazer agora custa-lhe duas vezes, precisa de uma nova inspiração para voltar a sentir-se motivado e ansioso.
Você não gosta mais de fazer coisas que normalmente fazia e com as quais se sentia à vontade. Este é um sinal claro de que você precisa de uma pausa tanto fisicamente quanto mentalmente.

5. Você tem ataques de ansiedade com freqüência.
É uma das conseqüências de sua fadiga crônica, ataques de ansiedade, se você os tem de vez em quando eles não vão permitir-lhe desfrutar de atividades diferentes. O estresse é ruim para sua saúde, você deve fazer uma pequena pausa e avaliar o que é realmente importante.

6. Você tem problemas para dormir.
É um exemplo claro de exaustão extrema, insônia. A conciliação do sonho torna-se cada vez mais difícil, pois você não pode parar de pensar constantemente sobre o que o preocupa ou aquele trabalho inacabado.

7. Chorando por nenhuma razão.
Nestes momentos da exaustão você está mais sensível do que nunca, você chora por qualquer coisa e não pode evitar.

Chorar é o modo como seu corpo tem que expulsar tudo o que você conteve por exaustão.

8. Você se sente em um limbo.
Não sabe muito bem o que fazer com sua vida, se continuar como estava ou mudar. A sensação mais extrema de que uma pessoa que está realmente cansada pode sentir é que sua vida não tem mais sentido. Você nunca precisa chegar a esses extremos, é importante reconhecer esses sintomas e acabar com eles.

 

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*Fonte: fiquesabendo

Um mês antes de um ataque cardíaco, seu corpo vai avisá-lo com estes 6 sinais!

Uma das principais causas de morte em vários países do mundo é o ataque cardíaco. Existem muitos fatores que podem desencadear isso: desde a má alimentação, genética e até o excesso de estresse. Tudo isso pode dar origem a uma doença de coração potencialmente mortal.

Tentar relaxar, reduzir o estresse e ter um estilo de vida saudável pode diminuir as chances de vir a sofrer de um ataque cardíaco. No entanto, existem 6 sinais de alerta que podem salvar a sua vida!

Fraqueza física.
Se sentir fraco pode ser um sinal que algo está errado com o seu coração. Quando as artérias se contraem, diminuem o fluxo sanguíneo e enfraquecem dos músculos. Esteja atento a estes sintomas.

Tonturas e suores frios.
Tonturas e suores frios, especialmente combinados, são um grande alerta de que algo não está bem com o seu corpo, e que o fluxo sanguíneo para o seu cérebro está abaixo do normal. Isto pode ser uma consequência de um ataque cardíaco.

Peso no peito.
Dor ou sensação de peso no peito pode anunciar um problema de coração. A intensidade deste sintoma vai aumentar antes de um ataque iminente. Esta dor também pode aparecer nas costas, ombros ou braços.

Gripe ou resfriado.
Você também pode ter sintomas de gripe nas proximidades de um ataque cardíaco. Muitas pessoas também dizem ter sentido febre antes de isso acontecer.

Exaustão.
Se você está constantemente cansado, isso também pode ser um alerta de que algo está errado. Quando as artérias apertam, o corpo recebe menos sangue e fica fadigado. Se você se sentir muito cansado, deve consultar o seu médico imediatamente.

Falta de ar.
Se os pulmões são incapazes de obter sangue suficiente para funcionar corretamente, você pode ter falta de ar. E deve estar mais alerta se tiver outros sintomas.

Compartilhe estes 6 sinais de um possível ataque cardíaco. Você poderá salvar uma vida!

 

 

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*Fonte: tudopelacura

Medicamentos que curam não são rentáveis e, portanto, não são desenvolvidos – diz Nobel de Medicina

Sir Richard, em entrevista, denuncia o que parece evidente para todos, mas raramente é dito em alto e bom som por uma autoridade: é a própria indústria quem detêm o progresso científico. Sua principal questão é o quão ético e correto pode ser uma indústria com a importância da farmacêutica ser regida pelos mesmos princípios e valores que o mercado capitalista. O hábito de gastar centenas de milhões de dólares anualmente para em pagamentos à médicos para que promovam seus medicamentos torna a prática da indústria algo semelhante às práticas da máfia.

E sua denúncia prossegue: a indústria prefere investir em pesquisas que venham a ser rentáveis, muitas vezes não pela cura, mas para remédio que realizam espécie de manutenção da cronicidade de uma doença. “O que é bom para os dividendos das empresas nem sempre é bom para as pessoas”, ele diz. “Nós estamos falando sobre nossa Saúde, nossas vidas e as dos nossos filhos e de milhões de seres humanos. Mas se eles são rentáveis investigarão melhor”.

“Se só pensarem em lucros, deixam de se preocupar com servir os seres humanos. Eu verifiquei a forma como, em alguns casos, os investigadores dependentes de fundos privados descobriram medicamentos muito eficazes que teriam acabado completamente com uma doença. Mas as empresas farmacêuticas muitas vezes não estão tão interessadas em curar as pessoas como em tirar-lhes dinheiro e, por isso, a investigação, de repente, é desviada para a descoberta de medicamentos que não curam totalmente, mas que tornam crónica a doença e fazem sentir uma melhoria que desaparece quando se deixa de tomar a medicação”, ele acusa.

“Ao capital só interessa multiplicar-se. Quase todos os políticos, e eu sei do que falo, dependem descaradamente dessas multinacionais farmacêuticas que financiam as campanhas deles. O resto são palavras”, afirma o Nobel, dizendo que todos suspeitam mas não possuem conhecimento – ou coragem – para de fato afirmar.

 

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*Fonte: hypeness

Vive com gripe? O jeito é dormir melhor, entenda

Nada como uma boa noite de sono para se recuperar de uma gripe: apesar do conselho se parecer com algo que sua mãe diria, quem garante é um grupo de cientistas alemães. Eles descobriramque dormir fortalece a potência de certas células imunológicas, melhorando as chances de se ligar a células infectadas com vírus e destruí-las.

Quando as células T, o grupo de glóbulos brancos (leucócitos) responsáveis pela defesa do organismo contra agentes desconhecidos (antígenos), detectam uma célula infectada por vírus, ativam uma proteína conhecida como integrina, que permite que elas se liguem a essa célula.

A pesquisa publicada no Journal of Experimental Medicine mostra que poucas horas de sono, bem como períodos prolongados de estresse, levam a níveis mais altos de hormônios que parecem bloquear o interruptor principal que ativa as proteínas pegajosas.

A investigação

O líder do estudo, Stoyan Dimitrov, pesquisador da Universidade de Tubingen, na Alemanha, suspeitava que certos hormônios (como epinefrina, norepinefrina, adenosina e prostaglandinas) poderiam impedir a ativação das proteínas pegajosas, desativando o interruptor principal.

Para testar essa hipótese, ele e sua equipe estudaram células de pessoas infectadas com citomegalovírus, um subgrupo do vírus da herpes. Supõe-se que as células T procurem e destruam células infectadas com elas, mas quando as células T dos pacientes foram misturadas com os hormônios suspeitos em tubos de ensaio, a capacidade das células T de ativar as proteínas pegajosas caiu.

Em seguida, os cientistas analisaram o que aconteceu nas pessoas. Sabendo que os níveis desses hormônios caem naturalmente durante o sono, eles reuniram 10 voluntários saudáveis ​​que estavam dispostos a passar uma noite cochilando em um laboratório de sono e outra noite, aproximadamente duas semanas depois, acordados no mesmo laboratório.

Durante as noites designadas para dormir, os voluntários foram ligados a cateteres intravenosos, para que os especialistas pudessem coletar amostras de sangue sem perturbar o sono de ninguém.

Ao comparar as células T recolhidas em noites de sono às células T das noites de vigília, descobriu-se que quando os voluntários dormiam, os níveis de hormônios do estresse eram mais baixos do que quando os voluntários ficavam acordados a noite toda. Mais importante, as células T das noites de sono tinham mais proteínas pegajosas que combatem a infecção.

 

 

 

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*Fonte: revistagalileu

Mulheres precisam dormir mais que os homens para manter o bom humor, diz estudo

A pesquisa mostrou que mulheres que não dormem o suficiente amanhecem mais irritadas do que os homens que tiveram a mesma quatidade de sono.

Edward Suarez, um dos autores da pesquisa, estudou 210 homens e mulheres de meia-idade que não possuíam distúrbios do sonos. O trabalho, que foi feito em conjunto com outros pesquisadores, revelou que 40% dos participantes dormiam menos do que o necessário, adquirindo problemas como dificuldade para adormecer ou acordar durante a noite.

“O estudo sugere que o sono de má qualidade – medido pela quantidade total de sono, o grau de despertar durante a noite e quanto tempo leva para pegar no sono – pode ter consequências mais graves de saúde para as mulheres que para os homens”, disse Edward.

Os pesquisadores explicam que as mulheres que dormem pouco sofrem mais com aflições físicas e psicológicas, além de ter dificuldade para balancear os hormônios, ficando mais propensas a desenvolver problemas no coração, diabetes tipo 2 e depressão.

 

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*Fonte: paporeto

Glândula timo, onde se abriga a alegria, a alma, a vida

No meio do peito, debaixo do esterno, em cima do coração, é lá que fica a glândula timo. Do grego, thymos, significa energia vital.

Quando somos crianças esta glândula é grande, e cresce quando estamos contentes, encolhe se nos estressamos e fica minúscula quando adoecemos. Sim, ela reage a como nos sentimos e devemos aprender a cuidar dela, pela nossa saúde.

Antes a timo era considerada completamente sem utilidade, até se achava daninho quando esta glândula estava grande, o que acontece nas pessoas felizes e saudáveis mas, atualmente, a ciência já conseguiu entender, e demonstrar, que a timo é “um dos pilares do sistema imunológico, junto com as glândulas adrenais e a espinha dorsal, e está diretamente ligada aos sentidos, à consciência e à linguagem”.

Algumas das ervas que ajudam na manutenção da glândula timo são o gengibre e o alecrim – leia aqui alguns detalhes do uso do GENGIBRE: PROPRIEDADES MEDICINAIS COMPROVADAS e do ALECRIM: O CHÁ QUE ALEGRA A ALMA E CURA O CORPO.

E mais, essa glândula faz as conexões do nosso organismo com o meio externo e o inverso também. Ela reage imediatamente quando estamos sob ataque de micróbios ou toxinas e também é sensível a imagens, cores, luzes, odores, sabores, gestos, toques, sons, palavras, pensamentos e até sentimentos como amor e ódio. Leia mais aqui.

Para manter sua glândula timo saudável e atuante, cuide dos seus pensamentos (os positivos fazem ela reagir positivamente, claro) e realize alguns exercícios fáceis, todos os dias (veja logo mais baixo).

Embora a glândula timo esteja relacionada com o chacra cardíaco – veja bem, é ela que encolhe quando a gente sente o “coração apertado”, segundo especialistas ela está diretamente associada a um chacra novo “ao qual damos também o nome de Thymus. Este chacka começou a aparecer entre 1998 e 2003, devido a uma mudança de posição da terra em relação à galáxia”, conforme explica Katia Guedes, professora da “Visão da Aura”, um curso desenvolvido pelo Rainer Strücker da Alemanha.

Dê uma estudada aqui e veja a melhor maneira de manter seu chacra cardíaco equilibrado, fundamental para que você possa se sentir bem na vida.

Alguns exercícios para manutenção da glândula timo

O primeiro exercício, básico e fundamental, é massagear a glândula timo. Você consegue fazer essa massagem ao dar batidinhas leves, com as pontas dos dedos, sobre o esterno, no meio do peito. Faça este exercício todas as manhãs, e à noite, respirando suavemente, em situação de relaxamento. Você também se ajudará se, ao fazer o exercício, mentalizar uma imagem luminosa agradável, em rosa e verde, que são as cores de alimentação do chacra cardíaco.

Os movimentos de alongamento dos membros superiores, do pescoço, da nuca, dos ombros, também ajudam muito na saúde da glândula timo, mais uma razão para praticá-los rotineiramente. Leia aqui sobre outros exercícios para a glândula timo.

Outro grupo de exercícios para a glândula timo são estes que encontramos no Somostodosum e que recomendamos enfaticamente.

Estes exercícios estimulam a timo, a tireóide, a paratireóide, os chacras cardíaco e laríngeo e também o músculo cardíaco, ou seja o coração físico. São importantes para que a timo não perca sua capacidade de se expandir com o amor. Esta é uma situação comum na idade avançada e esta glândula se contrai tanto que chega a petrificar.

São exercícios relacionados com vocalização de sons mântricos e movimentos, suaves porém muito efetivos.

1º Exercício: feche a mão totalmente e role as juntas (as falanges proximais e médias) por sobre o Timo, na região central do peito, entre os mamilos e em sua direção, com certa pressão para ativar este centro energético e sua glândula. Esses movimentos ativam a timo e liberam a estagnação do coração.

2º Exercício: a pronúncia da vogal “A” muito lentamente e aberta, com consciência, trabalha a amorosidade no ser e faz vibrar a glândula e a região ao redor, como o chakra laríngeo, transformando todas as estagnações que neles houver. É o cardíaco sendo acionado e elevando-se ao seu chakra superior, o chakra do verbo.

 

*Por

 

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*Fonte: greenme

Segundo filho é o mais arteiro de todos, estudo diz

Todos temos nossas teorias sobre qual filho é o mais bagunceiro. Alguns acreditam que é o mais novo pela falta de maturidade, outros acreditam que é o filho mais velho, pela busca de atenção, mas de acordo com um estudo, o segundo filho é o que mais gosta de aprontar.

Esse estudo é novo, foi realizado no ano de 2017 por pesquisadores Sanni Breining, Joseph Doyle, David N. Figlio, Krzysztof Karbownik e Jeffrey Roth. Intitulado “Birth Order and Delinquency” (Ordem de Nascimento e Deliquência), a pesquisa estudou mais 2 milhões de crianças norte-americanas e dinamarquesas.O foco foi analisar como a ordem de nascimento dos filhos de uma família influencia seu desempenho em diferentes áreas da vida, como problemas de disciplina na escola e sua relação com a delinquência juvenil e também na vida adulta.As conclusões alcançadas pelos pesquisadores revelam que o segundo filho de um casal tem maior probabilidade de delinquência do que o irmão mais velho, e que o gênero feminino é menos intenso na rebeldia do que o masculino.

Além disso, não foram encontradas evidências que mostram que o segundo filho seja mais esquecido pelos pais ou menos saudável.

No entanto, foi mostrado que os pais algumas vezes passam mais tempo com os primeiros filhos e que isso pode de certa maneira influenciar os comportamentos negativos nos segundos filhos:

“Consideramos as diferenças na atenção dos pais como um fator potencial de contribuição para as lacunas na delinquência”.Muitas vezes, a rotina não permite que os pais tenham a mesma quantidade de tempo com o segundo filho, ou com os que vieram depois dele. A vida muda completamente quando há mais de uma criança na família. Ainda assim, a presença saudável na vida dos filhos é fundamental para que eles cresçam bem e não estejam suscetíveis a comportamentos perigosos.

 

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*Fonte: pensadoranonimo

Conheça os prós e contras de cada posição para dormir

Poucos hábitos são tão eficientes para melhorar a saúde do que dormir: fortalece a memória, ajuda a controlar a hipertensão e o diabetes, diminui riscos de doenças cardiovasculares e até mesmo previne a obesidade e a depressão! Mas para conseguir todos esses benefícios, só tendo uma noite muito bem dormida. E um dos fatores que podem estragar tudo isso é a posição em que nos deitamos. “Para podermos descansar e relaxar a musculatura, precisamos de suporte adequado para não torcer ou tensionar as articulações”, comenta o ortopedista Cássio Trevizani, do Hospital das Clínicas da Faculdade de Mecidina da Universidade de São Paulo (FMUSP). “Ao dormir em uma posição não adequada, a pessoa pode acordar com dores nos músculos, membros, músculos ou na cabeça, além de sensação de sono não profundo”, completa o especialista.

Ficou preocupado com a forma como você dorme? Para você saber se está errando ou acertando nessa hora, desvendamos as principais posições para dormir e indicamos como deixá-las melhores ou até mesmo a aprender a mudar e adotar uma forma mais saudável na hora do sono!

Dormir de lado

Se você costuma deitar-se completamente de lado, parabéns! Essa é considerada a melhor posição para dormir. Você sabe por quê? “A questão é que ao se deitar de lado, você consegue manter a coluna mais alinhada”, ensina o ortopedista Cássio Trevizani, do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP). Além disso, é uma posição que permite que tanto a cabeça quanto os pés fiquem da altura do coração, o que facilita muito a circulação, fazendo com que o corpo funcione normalmente durante o período em que você está dormindo.

Como melhorar a posição de lado

Porém, não adianta apenas ficar deitado do jeito certo, alguns ajustes são necessários. Primeiro, o travesseiro: “o ideal é que ele tenha a altura do ombro, para a cabeça não ficar inclinada”, estabelece o ortopedista Alexandre Podgaeti, coordenador da Comissão de Campanhas da Sociedade Brasileira de Coluna, membro titular da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia. “Colocar um travesseiro entre os joelhos também é bom, porque um joelho bate no outro e assim eles ficam alinhados ao tronco”, conclui o especialista.

A coluna também é um ponto a se ter atenção: tente respeitar as curvas naturais dessa estrutura, nada de tentar ficar retinho! Manter as pernas levemente flexionadas e o quadril relaxado também são ótimas pedidas para não forçar o nervo ciático. Quanto aos braços, nada de colocá-los para cima. “Dormir com o braço esticado em cima da cabeça pode fazê-lo acordar com dor no ombro, bursite ou tendinite… Isso é um reflexo de um travesseiro muito baixo”, reflete Podgaeti.

Dormir de barriga para cima

Essa não é a posição mais indicada, mas também não é de todo ruim para o corpo. O lado bom é que as articulações conseguem relaxar de forma satisfatória, impedindo torções e dores. Porém, a coluna não fica perfeita. “Você acaba retificando seu corpo, e o melhor jeito de manter as curvas da colina perfeita é deitando de lado”, pondera Podgaeti. Outra questão é a maior chance de problemas como a apneia ou ronco aparecerem em que se deita nesta posição. “A língua vai para trás, atrapalhando a respiração”, comenta o especialista. Lembrando que esse não é único fator que pode causar esses processos.

Como melhorar a posição de barriga para cima

Uma das formas de garantir que você durma melhor de barriga para cima é com o travesseiro. Ao contrário da posição de lado, em que ele fica mais alto, ao deitar-se virado para cima ele deve ser bem baixinho. “Assim, evita-se uma tensão na musculatura cervical”, explica Trevizani. Uma forma de garantir um relaxamento das pernas é colocar um travesseiro embaixo dos joelhos, o que permite que eles fiquem menos entendidos, relaxando os músculos da lombar e das coxas.

Já os braços, ao deitar-se de barriga para cima, devem ficar ao longo do corpo, ou com as mãos pousadas levemente sobre o abdômen. Sem por força, é claro, ou você acabará prejudicando a respiração. “Não é indicado colocar os braços para alto, pois acaba ficando desconfortável ao longo da noite”, friza o especialista.

Dormir de bruços

Se dormir de barriga para cima é aceitável, dormir de bruços é completamente contraindicado! Além de deixar o corpo reto também, da mesma forma que a primeira posição, ainda tem o agravante do pescoço. “Ao se deitar de lado, você precisa se virar para respirar, torcendo o pescoço cerca de noventa graus. Quando você coloca um travesseiro, então, além de torcer, você o hiperestende, causando dores cervicais”, descreve o ortopedista Podgaeti. Infelizmente, no caso dessa posição, não há muito o que resolver, de acordo com os especialistas. “Mesmo que muitas pessoas estejam adaptadas a essa posição e se sintam confortáveis, podem ocorrer problemas de cervicalgia, dor nos ombros, bursite, tendinite e até dor nas costas”, enumera o especialista.

Para completar, a posição pode trazer problemas até para os dentes, pois pressionar a região, em longo prazo, pode favorecer dentes tortos. “Ao dormir de bruços, a face recebe pressão, que fica pior se você colocar um braço ou algo firme embaixo da cabeça”, explica a odontologista Eliana Avelãs.

E se mudo de posição ao longo da noite?

Infelizmente, só dá para controlar mesmo nossa posição antes de adormecer, depois disso, é normal que nosso corpo busque adaptação para ficar mais confortável, e nós acabemos nos movimentando um pouco. “Isso é normal, então o que você pode fazer é sempre começar seu sono numa melhor posição, o resto não dá pra controlar”, aconselha Podgaeti.

Porém, se você se mexe até demais, pode ser indicativo de outros problemas de sono. “Quem se vira muito na cama a noite precisa verificar se não há alteração no sono que pode gerar agitamento. Para isso existem tratamento específicos e é importante procurar um especialista em sono”, recomenda Trevizani.

Dá para mudar a posição em que eu durmo?

Outro problema é tentar mudar uma posição a qual seu corpo já está tão acostumado, não é mesmo? Mesmo os pequenos ajustes nas posições normais podem ser incômodos. Para o ortopedista Podgaeti, tudo é uma questão de treino e de insistência. “No começo sem dúvida você acaba voltando a posição ruim sozinho mesmo, mas com o tempo o corpo vai ficando cada vez mais na posição ideal e vai se acostumando”, indica o especialista. Pode ser um processo cansativo, mas vale a pena tentar melhorar, para garantir um sono mais leve e reparador, que vai inclusive recuperar você de todo esse esforço!

 

 

 

 

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*Fonte: minhavida

Fim das obturações? Cientistas descobrem substância capaz de regenerar os dentes

Uma recente pesquisa publicada pela revista especializada Scientific Reports e realizada pela universidade King’s College London, testou, em roedores, uma substância que, ao que tudo indica, poderá ser o fim das obturações dentárias. Isso porque eles desenvolveram uma substância que ativa as células-tronco numa camada inferior do dente, acelerando a recuperação natural.

Substância regenera dente

Abaixo do esmalte do dente existe uma outra camada chamada de dentina, que nada mais é que um mineral dental. Quando o dente sofre um dano como a cárie, por exemplo, pode haver uma perfuração até essa camada. Para se recuperar, entram em ação as dentinas reparadoras.

Mas aí existe um problema: dentes humanos tem uma capacidade muito reduzida de recuperação justamente pela baixa produção de dentinas reparadoras. Quase nunca elas são suficientes para cobrir todo o dano dentário causado, e somos obrigados a realizar as obturações.

Batizada de Tideglusib, a substância é um composto usado em medicamentos para tratamento de Alzheimer. De acordo com a pesquisa, ela estimula as células-tronco da polpa do dente, que se transformarão na nova dentina.

“A dentina reparadora produzida forma uma fina faixa dessa mesma substância [dentina], que serve para proteger a polpa da infecção, selando-a do ambiente externo”, explicou a equipe no estudo. Esse mecanismo natural de reparação dentária teve resultados “completo, eficaz e natural” ao tampar buracos de dentes de ratos.

Como substância foi aplicada?

Uma esponja embebida com a substância é colocada para preencher o buraco de uma cárie. A medida que o tempo passa, o objeto vai se desgastando porque se trata de uma esponja biodegradável.

Ao se degradar, o Tideglusib vai agindo no dente e o espaço antes preenchido pela esponja vai sendo substituído pelo próprio dente, que naturalmente se regenera. Por já ser usado por humanos (em medicamento contra Alzheimer), a equipe responsável está otimista que os testes em dentes humanos se iniciem em breve, mas ainda não divulgaram data para isso.

*Por Guilherme Athaide

 

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*Fonte: vix

Não dormir o suficiente faz com que engorde 1kg por semana

Todo mundo sabe que dormir mal tem consequências negativas para a saúde e se você não costuma descansar as horas necessárias, provavelmente notará algumas diferenças em relação àqueles que o fazem.

Dormir pelo menos 7 horas fará com que você tenha mais apetite.

Um dos efeitos negativos da falta de sono é que afeta o seu peso e pode aumentar até um quilo por semana, porque dormir menos de 7 horas fará com que você sinta mais apetite, resultando em um aumento considerável no final do mês.

“Não há dúvida de que o sono inadequado promove a fome e causa uma maior ingestão de alimentos durante o dia, causando um considerável ganho de peso”, explicou Eve Van Cauter, diretora do Centro de Sono e Metabolismo da Universidade de Chicago.

Provoca um consumo de até 300 calorias a mais por dia.

Embora ainda não se tenha determinado a quantidade exata de quilos que você pode aumentar, você tem a estimativa de que até um quilo por semana, porque dormir menos que as 7 horas necessárias provoca um consumo de até 300 calorias a mais por dia.

O aumento na ingestão calórica ocorre porque seu corpo precisa mantê-lo acordado, e isso pode trazer consequências fatais para a sua saúde. Além disso, o hormônio da saciedade diminuí e o chamado grelina aumenta, o hormônio da fome.

Organize os seus horários para descansar as horas necessárias.

Então você já sabe: se quer manter vida e corpo saudáveis , a melhor coisa que você pode fazer é organizar os seus horários para descansar as horas necessárias.

 

 

 

 

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*Fonte: paporetolive

7 fatos fascinantes sobre mentirosos patológicos que valem a pena conhecer

Enquanto todos nós contamos pequenas mentirinhas ocasionalmente, há uma grande diferença entre alguém que mente de vez em quando e alguém que é um mentiroso patológico. “Um mentiroso patológico é alguém que mente sem esforço, alguém para quem contar uma mentira é mais natural do que dizer a verdade”, diz a psicóloga Michelle Barton, diretora de Psicologia da Life Well. Mentir pode se tornar parte da vida cotidiana do mentiroso, a ponto de toda a sua existência ser uma invenção.

Como você deve ter adivinhado, esse nível de mentira geralmente é um sintoma de um problema maior. Embora a mentira patológica possa ser seu próprio distúrbio – conhecido como pseudologia fantástica – ela também pode ser um sintoma de psicopatia, distúrbio de personalidade narcisista, ansiedade, depressão e transtorno obsessivo-compulsivo, entre outras coisas.

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Veja só 7 fatos científicos fascinantes sobre mentirosos patológicos que valem a pena conhecer:


7 – A mentira patológica é muitas vezes ligada a um transtorno de personalidade

“A maioria dos mentirosos patológicos tem distúrbio de personalidade narcisista (DPN) ou pelo menos fortes traços narcísicos e mentem compulsivamente (e sabem que estão mentindo) só para parecerem melhores”, disse o psiquiatra Scott Carroll. E por um dos sintomas característicos do NPD ser “um senso exagerado de importância pessoal”, faz sentido porque isso ocorre.


6 – Mentirosos patológicos têm diferentes níveis de hormônio do que a maioria das pessoas

“Uma das teorias mais interessantes sobre mentirosos patológicos é que eles podem ter a proporção oposta de cortisol e testosterona do que a maioria das pessoas”, diz Bill Eddy, terapeuta. “Isso permite que eles sejam altamente agressivos e sem preocupação com os riscos envolvidos, como mentir descaradamente sobre algo que poderia ter sérias consequências se eles fossem pegos”.

E isso pode conectá-los a outro distúrbio de personalidade. Como diz Eddy, “os mentirosos patológicos mais bem-sucedidos são os sociopatas, condição também conhecida como ‘transtorno de personalidade anti-social’ para os profissionais de saúde mental”.

5 – Eles geralmente mentem sobre problemas médicos
Já que que as mentiras são frequentemente contadas como uma forma de buscar simpatia, faz sentido porque mentirosos patológicos podem acabar mentindo sobre ter problemas de saúde. “Alguns mentirosos patológicos mentem exclusivamente sobre sintomas e condições médicas porque compulsivamente buscam a simpatia de outras pessoas que estão doentes e/ou compulsivamente procuram ser cuidadas por outros”, diz Carroll. “Isso é chamado de transtorno factício e pode levar pessoas saudáveis ​​a fazerem cirurgias e outros tratamentos médicos que não precisam”.

4 – Muitos deles realmente acreditam em suas próprias mentiras
Alguns mentirosos patológicos são “delirantes funcionais”, diz Carroll, o que significa que eles realmente acreditam em suas próprias mentiras e podem até passar no teste do detector de mentiras.

“Isso é chamado de ‘micro-psicótico’ para distinguir essas pessoas das que têm esquizofrenia e que deliram fortemente”, diz Carroll. “A maioria das pessoas micro-psicóticas têm Transtorno da Personalidade Borderline e realmente acreditam no que estão dizendo (o que as ajuda a serem ainda mais convincentes), mas se forem pegos mentindo, podem reescrever suas memórias para acreditar em uma nova mentira na hora”.

3 – Crianças que mentem às vezes têm ansiedade ou depressão
É comum crianças e adolescentes mentirem enquanto passam por seus diferentes estágios de desenvolvimento, testando seus limites. Mas algumas crianças que mentem podem estar fazendo isso devido à ansiedade ou depressão.

Como Carroll diz: “As crianças podem mentir compulsivamente negando erros ou violações de regras que obviamente fizeram. Sua mentira compulsiva tende a estar associada à ansiedade, depressão e baixa autoestima, o que torna mais difícil admitirem seus erros”. Felizmente, isso geralmente é tratável, trazendo bons resultados.

2 – É difícil tratar adultos mentirosos
Adultos mentirosos patológicos podem ser mais difíceis de tratar. “Para os adultos, a mentira compulsiva é difícil de parar porque pode ser extremamente reflexiva e habitual”, diz Carroll. “Além disso, pessoas com Transtorno de Personalidade Narcisista não tendem a procurar tratamento para seu narcisismo – apenas para sua ansiedade ou depressão”. Portanto, se essa for a causa da mentira, pode ser complicado.

1 – Mentir pode ser viciante
Mentir pode na verdade ser viciante, devido ao que faz ao cérebro. “Seus comportamentos e sistemas de recompensa são muito parecidos com jogos de azar – você nunca sabe quando é um colapso ou um grande prêmio”, diz Barton. “Como o mentiroso patológico se acostuma com esse nível de medo e ansiedade, eles quase não conseguem funcionar sem ele”.

O mesmo é verdadeiro para muitos mecanismos não saudáveis para lidar com a realidade. Mas há esperança: se você ou alguém que você conhece mente compulsivamente, ou tiver outros hábitos prejudiciais como forma de lidar com o estresse ou a depressão, existem meios de ajustar sua forma de pensar e lidar com sua ansiedade de uma maneira mais saudável. Abrir-se para um ente querido de confiança ou um profissional da saúde mental é um bom modo de começar.

*Por Luciana Calogeras

 

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*Fonte: misteriosdomundo

Remédios para Sono e Ansiedade MATAM Mais que Cocaína!

O uso indiscriminado de remédios para sono e ansiedade – como Rivotril, Valium, Xanax e Ativan – causa risco de morte maior do que o uso de drogas como cocaína e heroína. A conclusão é de duas pesquisas publicadas no American Journal of Public Health.

Cientistas descobriram que um componente em especial é o maior problema: a benzodiazepina (BZD). O primeiro estudo, da Universidade da Colúmbia Britânica (UBC), de Vancouver, no Canadá, mostrou que o consumo excessivo de benzodiazepinas causa risco de morte 1,86 vezes maior do que o uso de drogas ilegais.

O levantamento foi feito com 2.802 participantes usuários de benzodiazepinas, entrevistados semestralmente durante cinco anos e meio. Ao final do estudo, 18,8% do grupo morreu. Os pesquisadores observaram que mesmo depois de isolar outros fatores, como o uso de drogas ilegais e comportamentos de alto risco, a taxa de mortalidade permaneceu alta entre os usuários do composto.

Um segundo estudo realizado com uma parte menor do mesmo grupo examinou a ligação entre o uso de benzodiazepina e a infecção por hepatite C, e descobriram que a taxa de infecção foi 1,67 vezes maior naqueles que usaram remédios à base do composto.

“O interessante sobre isso é que é uma droga prescrita e as pessoas pensam que estão seguras. Mas, provavelmente, estamos prescrevendo essas drogas de uma maneira que está causando danos”, disse o cientista Keith Ahamad ao jornal Vancouver Sun.

Um relatório da Organização Mundial da Saúde (OMS) alerta que a benzodiazepina só deve ser prescrita para tratar “ansiedade ou insônia grave, incapacitante, que cause angústia extrema”. A entidade recomenda que os médicos levem em conta que o composto causa dependência e síndrome de abstinência – por isso, deve ser usada em dose eficaz mínima e durante o menor tempo possível.

 

 

 

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*Fonte: saudecuriosa

Exercitar as pernas é fundamental para a saúde do cérebro e do sistema nervoso

Pesquisas inovadoras mostram que a saúde neurológica depende tanto dos sinais enviados pelos grandes músculos das pernas do corpo para o cérebro quanto das diretivas do cérebro para os músculos.

Publicado em Frontiers in Neuroscience, o estudo altera fundamentalmente a medicina do cérebro e do sistema nervoso – dando aos médicos novas pistas de porque pacientes com doença dos neurônios motores, esclerose múltipla, atrofia muscular espinhal e outras doenças neurológicas frequentemente declinam rapidamente quando seu movimento se torna limitado.

“Nosso estudo apóia a noção de que pessoas incapazes de realizar exercícios de suporte de carga – como pacientes acamados ou até mesmo astronautas em viagens prolongadas – não apenas perdem massa muscular, mas sua química corporal é alterada em nível celular e até mesmo seu sistema nervoso é prejudicado”, diz o Dr. Raffaella Adami da Università degli Studi di Milano, Itália.

O estudo envolveu restringir camundongos de usar suas patas traseiras, mas não as pernas da frente, durante um período de 28 dias. Os ratos continuaram a comer e se arrumar normalmente e não apresentaram estresse. No final do estudo, os pesquisadores examinaram uma área do cérebro chamada zona sub-ventricular, que em muitos mamíferos tem o papel de manter a saúde das células nervosas. É também a área onde as células-tronco neurais produzem novos neurônios.

A limitação da atividade física diminuiu o número de células-tronco neurais em 70% em comparação com um grupo controlado de camundongos, que foram autorizados a vagar. Além disso, tanto os neurônios quanto os oligodendrócitos – células especializadas que suportam e isolam as células nervosas – não amadureceram completamente quando o exercício foi severamente reduzido.

A pesquisa mostra que o uso das pernas, particularmente no exercício de sustentação de peso, envia sinais ao cérebro que são vitais para a produção de células neuronais saudáveis, essenciais para o cérebro e o sistema nervoso. Reduzir o exercício físico torna difícil para o corpo produzir novas células nervosas – alguns dos blocos de construção que nos permitem lidar com o estresse e se adaptar ao desafio em nossas vidas.

“Não é por acaso que estamos destinados a ser ativos: caminhar, correr, agachar-se para sentar e usar os músculos das pernas para erguer as coisas”, diz Adami. “A saúde neurológica não é uma rua de mão única com o cérebro dizendo que os músculos levantem, andem e assim por diante.”

Os pesquisadores ganharam mais conhecimento analisando células individuais. Eles descobriram que restringir o exercício reduz a quantidade de oxigênio no corpo, o que cria um ambiente anaeróbico e altera o metabolismo. O exercício de redução também parece impactar dois genes, um dos quais, o CDK5Rap1, é muito importante para a saúde da mitocôndria – a usina celular que libera energia que o corpo pode usar. Isso representa outro ciclo de feedback.

Esses resultados lançam luz sobre vários problemas importantes de saúde, que vão desde preocupações com impactos cardiovasculares como resultado de estilos de vida sedentários até insights sobre doenças devastadoras, como atrofia muscular espinhal (AME), esclerose múltipla e doença do neurônio motor, entre outras.

“Eu tenho interesse em doenças neurológicas desde 2004”, diz o co-autor Dr. Daniele Bottai, também da Università degli Studi di Milano. “A pergunta que me fiz foi: é o resultado dessas doenças devido exclusivamente às lesões que se formam na medula espinhal no caso de lesão medular e mutação genética no caso da SMA, ou é a menor capacidade de movimento de fator crítico que exacerba a doença?”

Esta pesquisa demonstra o papel crítico do movimento e tem uma gama de implicações potenciais. Por exemplo, missões para enviar astronautas ao espaço por meses ou mesmo anos devem ter em mente que a gravidade e o exercício de carga desempenham um papel importante na manutenção da saúde humana, dizem os pesquisadores.

“Pode-se dizer que nossa saúde está fundamentada na Terra de maneira que estamos apenas começando a entender”, conclui Bottai. [Technology Networks]

 

 

 

 

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*Fonte: socientifica

Novo tipo de álcool promete bebedeiras sem ressaca e sem afetar o fígado

Sair para beber com os amigos é sempre sinônimo de boas conversas, porém quando exageramos na dose, sentimos os efeitos indesejados da ressaca no dia seguinte. Principalmente depois dos 30, quando a cada bebedeira você promete mais uma vez que nunca mais irá colocar uma gota de álcool na boca. Entretanto, talvez este problema esteja prestes a ser erradicado, já que uma equipe está produzindo um álcool sintético que não dá ressaca e, nem afeta o fígado.

A promessa é de que o Alcarelle esteja disponível no mercado em 5 anos. A partir da molécula alcosynth, ele imita os elementos encontrados no álcool – sociabilidade, relaxamento e diversão – menos os efeitos prejudiciais à saúde, já que estará livres de elementos tóxicos, que são prejudiciais ao fígado.

A equipe, conduzida por David Nutt, afirmou que mais testes serão necessários até que o álcool sintético seja considerado seguro para ingestão. Você teria coragem de tomar um drinque feito em laboratório?

 

 

 

 

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*Fonte: hypeness

Mais da metade dos brasileiros não consegue ficar 1 dia sequer sem celular

Que os celulares podem ser tornar um verdadeiro vício e a conectividade móvel nos torna “escravos” das telinhas, todo mundo sabe. Agora, uma pesquisa do Ibope vem para comprovar como estamos realmente à mercê desses dispositivos. Mais de 50% dos entrevistados dizem que não conseguem ficar um dia sequer longe dos aparelhos.

O levantamento foi feito via internet pelo Ibope Conecta, setor da firma que se dedica a analisar tendências de comportamento online, entre os dias 18 e 22 de outubro do ano passado, com 2 mil pessoas das classes A, B e C em todo o país.

Elas responderam à seguinte pergunta: “Por quanto tempo você consegue ficar sem usar seu smartphone?”. “Nem um dia” obteve 52%, seguido por “Um dia” (18%) e “Mais de um dia” (30%). Quem se enquadrou no primeiro grupo também detalhou quantas horas fica sem o aparelho. “Até 1 hora” teve 8%, “2 a 3 horas” 11%, “Até 6 horas” 11%, “Até 12 horas” 7% e “Momento nenhum” 15%.

Quando questionados sobre o impacto negativo dos celulares em suas vidas, pouco mais de 31% disseram que não há; e entre as áreas mais afetadas pelo uso intenso estão “A hora de dormir” (27%), “Relacionamento com pessoas” (23%) e “Distração em atividades diárias” (23%).

Segundo o estudo, os aparelhos também atrapalham “No trabalho” (16%), “No relacionamento com a família” (16%), “Quando estão dirigindo e recebem ligações ou mensagens” (12%), “A saúde” (9%), “O rendimento escolar” (8%) e “Vida sexual” (6%).

*Por Cláudio Yuge

 

 

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*Fonte: tecmundo

Você sabe quais produtos químicos estão em sua tatuagem?

Os seres humanos estão se tatuando há milhares de anos. Os homens das cavernas e a realeza egípcia exibiam tatuagens feitas de fuligem, carvão e outros pigmentos naturais.

Mas os tatuadores modernos têm pouco conhecimento do que suas tintas são realmente feitas. Você sabe o que está na sua tatuagem?

Tintas desconhecidas

Embora os tatuadores devam ser certificados para trabalhar legalmente, as tintas e pigmentos de tatuagem não são regulados por nenhuma autoridade governamental.

A menos que você seja um tatuador profissional e misture suas próprias tintas com pigmentos secos, há uma boa chance de que você nunca descubra exatamente o que tenha na tinta da tatuagem.

Essa é a forma de fabricantes de tinta protegerem suas próprias fórmulas. Alguns pigmentos são provenientes de ingredientes naturais, enquanto outros podem ser provenientes da indústria têxtil, plástica ou automotiva.

Um relatório de 2016 do Centro Comum de Investigação (JRC), que fornece aconselhamento científico independente à União Europeia, analisou quimicamente uma grande variedade de pigmentos de tatuagens e listou os ingredientes que mais preocupam.

Os mais perigosos são conhecidos como hidrocarbonetos aromáticos policíclicos (HAPs), um grupo químico encontrado em tintas principalmente pretas que contém carcinógenos que podem migrar da pele para os nódulos linfáticos.

Há também pigmentos azo, que compõem cerca de 60% dos ingredientes das cores das tintas de tatuagem.

Embora os pigmentos azo sejam seguros quando entram na pele pela primeira vez, eles podem se degradar com o tempo em compostos potencialmente causadores de câncer.

Uma pesquisa suíça com 229 tintas para tatuagem também encontrou conservantes perigos.

Um quarto das tintas analisadas continha substância irritante da pele benzoisotiazolinona e 7% continham formaldeído, um agente cancerígeno. Tintas de tatuagem também podem conter metais nocivos, como níquel, cromo e cobalto.

Como se proteger

Isso não significa que todas as tatuagens não sejam seguras. Os pigmentos modernos de alta qualidade são tipicamente feitos de vários sais metálicos.

Metais diferentes apresentam riscos diferentes, o que significa que certas cores são inerentemente mais arriscadas do que outras.

A tinta vermelha, em particular, é conhecida por causar reações de sensibilidade e outros problemas de saúde com mais frequência do que a tinta preta, que pode ser facilmente fabricada a partir de fontes seguras.

Azuis e verdes feitos de sais de cobre de alta qualidade tendem a ser seguros também, mas cuidado com os azuis baseados em cobalto.

Pigmentos brancos feitos de óxido de titânio são alguns dos pigmentos menos reativos da indústria.

Embora os pigmentos amarelos sejam frequentemente derivados de fontes naturais como cúrcuma ou curcumina, eles geralmente causam reações devido à quantidade de pigmento necessária para criar uma cor brilhante.

Dicas para fazer uma tatuagem

Se você quer ter certeza de fazer uma tatuagem, escolha profissionais de verdade e não tenha medo de pagar um preço alto.

Tintas baratas são baratas por uma razão, e tatuadores de mau caráter não serão capazes de oferecer evidências apoiando suas escolhas de tinta.

Você deve pedir ao seu tatuador que forneça o máximo de informações possível sobre o local de origem das tintas e de que elas são feitas e especifique sobre as cores envolvidas.

*Por Davison Filipe

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*Fonte: realidadesimulada

6 fatos interessantes sobre o funcionamento do fígado humano

A maioria das pessoas só se lembra da existência do fígado depois de uma temporada de bebedeiras. Aí vem sempre a promessa de nunca mais colocar uma gota de álcool na boca, geralmente acompanhada de um gigante copo de água ou de qualquer refrigerante bem gelado. Porres à parte, agora vamos falar sério: o que você sabe sobre esse órgão tão importante para o funcionamento do corpo humano? O Irish Examiner publicou uma série de fatos sobre o fígado. Confira alguns deles a seguir:

1 – Dá para prevenir

A maioria das doenças que acometem o fígado têm relação com o consumo excessivo de álcool, com a obesidade e também com o surgimento de hepatite viral. Isso quer dizer que reduzir o consumo de bebidas alcoólicas e perder peso já são medidas que podem melhorar a saúde do órgão.

2 – Depois de uma bebedeira, seu fígado precisa de alguns dias para se recuperar

A boa notícia é que você não precisa deixar de consumir bebidas alcoólicas para sempre, mas, sempre que exagerar nas doses, fique sem beber por pelo menos três dias. Assim, seu fígado pode se recuperar da trabalheira excessiva que você resolveu dar ao pobre coitado.

Quando você não dá esse intervalo de tempo para que o fígado se regenere, você está simplesmente comprometendo o funcionamento do maior órgão interno do seu corpo.

3 – Diferentes funções

Se você está se perguntando quais são, afinal de contas, as funções mágicas do fígado – além de processar o álcool que de vez em quando entra em seu organismo –, fique esperto, pois estamos falando de um órgão multidisciplinar, responsável por diferentes tarefas, tais como: produzir proteínas e fatores de coagulação sanguínea, auxiliar o processo digestivo e a liberação de energia e armazenar energia e ferro.

Além disso, o fígado purifica o sangue e consegue deixá-lo livre de algumas bactérias indesejáveis e de substâncias que nos fazem mal, como o álcool. Portanto, como não há como você ter muito controle a respeito das bactérias que possam vir a invadir sua corrente sanguínea, dá para, pelo menos, controlar a quantidade de álcool que entra. Fique esperto.

4 – Quando o fígado adoece

A cirrose hepática provocada pelo excesso de álcool começa provocando o acúmulo de gordura no fígado, característica conhecida como “doença hepática gordurosa alcoólica”. O estágio seguinte, conhecido como “hepatite alcoólica”, já é mais grave e é caracterizado quando há abuso de álcool por um longo período. Nessa fase, os tecidos do fígado estão inflamados.

Ainda que a situação não seja das melhores, até essa segunda fase é possível reverter os danos causados ao órgão, e a melhor saída é interromper o consumo de qualquer quantidade de bebida alcoólica. Quem continua a beber mesmo depois da hepatite alcoólica acaba desenvolvendo a cirrose, que é quando o fígado está seriamente danificado. A cirrose é uma doença grave e pode ser fatal.

5 – Sintomas silenciosos

O problema das doenças do fígado é que elas são assintomáticas no início, ou seja: você talvez as tenha e não saiba, pois não apresentam sintoma algum ou seus sintomas são confundidos com sensações gerais de mal-estar, cansaço, falta de apetite, perda de peso, dores abdominais, coceira e vômitos.

Já quando a doença está avançada, o paciente pode apresentar icterícia, hemorragias, sonolência, febre, inchaço de abdome e pernas, fezes pretas e vômitos com sangue. Na presença de qualquer um desses sintomas, é sempre bom procurar um médico.

6 – Receitas para um fígado saudável

Para manter a saúde desse órgão em dia, aposte em uma dieta rica em frutas e vegetais. Deixe de consumir bebidas muito doces, faça exercícios físicos regularmente para que a gordura presente no órgão seja queimada, proteja-se na hora de fazer sexo e respeite o prazo de três dias sem álcool depois de uma bebedeira.

*Por Daiana Geremias

 

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*Fonte: megacurioso

Dormir mais no fim de semana não compensa o sono da semana

Você é desses que dorme pouco durante a semana e acredita que dormir mais no sábado e no domingo compensará todos os problemas? Sentimos em te dizer que não é isso que acontece: cientistas descobriram que mesmo que as pessoas tentem dormir mais durante o fim de semana, o metabolismo continua prejudicado.

De acordo com o coautor da pesquisa, o professor Kenneth Wright, da Universidade do Colorado Boulder, nos Estados Unidos, o hábito de dormir mais nos fins de semana precisa ser analisado com cautela, já que pode causar malefícios à saúde a longo prazo.

Em estudo publicado no periódico Current Biology, Wright e seus colegas descreveram um experimento realizado com 36 participantes que passaram 13 noites no laboratório, todos podendo dormir por oito horas nas primeiras três noites.

Oito pessoas foram autorizadas a continuar com esse padrão para o resto da experiência, enquanto dois grupos de 14 pessoas passaram a ter seu sono privado, podendo dormir menos de cinco horas por noite. Após quatro noites, um dos grupos foi autorizado a relaxar e definir o quanto queria dormir, enquanto os membros do outro continuaram dormindo com restrições. Depois do fim de semana, ambos tiveram mais duas noites de privação de sono antes de serem autorizados a se recuperar.

No caso das pessoas que dormiam menos, houve um ganho de peso em grau similar, um pouco menos de 1,5 kg em média, bem como o desenvolvimento de uma sensibilidade reduzida à insulina, hormônio chave na regulação dos níveis de açúcar no sangue — e na origem da diabete. Já os que tinham oito horas de sono por noite não mostraram nenhuma mudança clara no peso corporal no final do estudo.

“Essa descoberta é algo imprevisto e mostra que o tempo de recuperação do sono durante o fim de semana provavelmente não é uma medida eficaz para contrabalançar os problemas metabólicos quando a perda do sono é crônica”, afirmam os pesquisadores.

 

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*Fonte: revistagalileu

Beber cerveja faz mais bem à saúde do que beber leite, diz estudo

Em um estudo, depois de examinar 200.000 mulheres que bebiam cerveja normalmente, descobriram que o risco de osteoporose era muito menor do que a média.

A cerveja parece ter sido feita para as mulheres, já que ajuda ainda mais do que leite ou cálcio em pílulas, de acordo com um estudo do Centro Nacional de Avaliação de Risco de Osteoporose publicado no site muhimu.

De acordo com um estudo, a cerveja é mais saudável e mais eficiente do que o leite, se quisermos prevenir a osteoporose.

Estudo começa as investigações:

Todos sabemos que, à medida que envelhecemos, é normal que a densidade óssea seja afetada, no entanto, um estudo indicou que consumir cerveja poderia ajudar a prevenir a osteoporose com mais eficiência do que o beber leite.
A cerveja tem mais benefícios que o leite:

A cerveja tem muitos outros benefícios para a saúde; como ajudar na recuperação física após um forte treinamento físico.

Há anos também ouvimos que, para evitar os sintomas de uma ressaca, o ideal é tomar uma cerveja gelada.

Início da pesquisa:

O estudo foi realizado em 200.000 mulheres, que mostraram que aquelas que bebiam cerveja tinham menos risco de osteoporose.

O que indica que se você é uma mulher e bebe um copo de cerveja regularmente, é menos provável que você tenha problemas ósseos durante sua vida.

Tem seu lado negativo

Outra pesquisa realizada pelo New England Journal of Medicine, que analisou 12.00 mulheres idosas, indicou que aquelas que normalmente bebiam um copo de cerveja por dia, tinham menos capacidade cognitiva em comparação com aquelas que não bebiam.

O que é o lúpulo?

O lúpulo é um ingrediente essencial para a fabricação de cerveja. Ele é da família do cânhamo e dos canabinóides. Ele atua como um substituto natural do hormônio, o que poderia reduzir as síndromes pré-menopáusicas.

Antigamente, usavam-no por seus efeitos sedativos e anti-sépticos, valorizando sua ação contra bactérias.

Também, na Europa, por suas propriedades antioxidantes e antidepressivas. Devido aos seus componentes psicoativos por ser uma planta canabinóide.

Claro que você não deve beber demais! Vale ressaltar que para obter esses benefícios, a recomendação é – entre um copo por dia – sem abusar da álcool, que não é bom para suas funções cognitivas.

 

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*Fonte: pensadoranonimo

Você sabia? Essa é a razão pela qual temos medo do escuro

Crianças em geral têm muitos medos estranhos e específicos. As razões pelas quais alguém acabará desenvolvendo um medo durante a infância são diversas e complicadas – muitas coisas podem influenciar se uma criança se assusta com cães ou chora com o som do trovão, etc.

Todavia, há um medo que a maioria das pessoas experimenta em certo ponto da vida: o medo do escuro. E, ao contrário da maioria dos medos de infância, é algo de que muitas pessoas nunca deixam de ter.

Crianças são praticamente “programadas” para terem medo do escuro

Alguns medos são adquiridos com base em experiências de vida específicas; outros são mais universais e inatos. O medo da escuridão, que em formas extremas é conhecido como nictofobia ou aclaofobia, cai nessa última categoria. A razão: não é a escuridão em si que é assustadora. É o medo do que a escuridão mascara. O escuro nos deixa vulneráveis ​​e expostos, incapazes de detectar quaisquer ameaças que possam estar à espreita nas proximidades. Durante grande parte da história humana, a escuridão significava perigo e temê-la significava tomar precauções para permanecer seguro. Evolutivamente, isso foi uma grande vantagem.

Mas esse não é mais o caso – não há muito a temer quando passamos a noite em segurança em nossas camas – mas a escuridão, no entanto, manteve seu lugar em nossa psique como uma manifestação do aterrorizante desconhecido. O psicólogo Thomas Ollendick, diretor do Centro de Estudos Infantis da Virginia Tech University, disse à Live Science que esse medo na infância vem do medo do “inesperado”: ​​“Crianças acreditam em tudo que é possível imaginar”, disse ele. “Que no escuro, ladrões podem aparecer ou que elas podem ser sequestradas, ou alguém pode vir e levar seus brinquedos embora”. Nossos cérebros, em outras palavras, associaram a escuridão com o lado assustador das ilimitadas possibilidades.

É um medo preocupantemente comum entre os adultos também

À medida que envelhecem, as pessoas geralmente aprendem a desconsiderar esse vínculo na vida cotidiana. A escuridão pode elevar o fator assustador de uma nova situação, mas a maioria de nós acaba se tornando confortável o suficiente para apagar as luzes em suas próprias casas durante a noite. Mas nem todos: em uma pesquisa do Reino Unido em 2012, quase 40% dos entrevistados disseram que tinham medo de andar pela casa com as luzes apagadas. De fato, 10% disseram que nem sairiam da cama para usar o banheiro no meio da noite. E em um pequeno estudo, cerca de metade dos participantes que possuem problemas para dormir também admitiram ter medo do escuro, em comparação com apenas um quarto que consegue dormir bem, sugerindo que, em alguns casos, o medo pode ser potente o suficiente para causar insônia crônica.

Muito mais comum do que pensávamos ser

Mas a conexão com maus hábitos de sono também torna fácil confundir medo do escuro com outros medos ou uma forma de ansiedade mais geral. “Um indivíduo pode não conseguir adormecer quando está escuro e sua mente começa a vagar”, disse a autora do estudo, Colleen Carney, professora de psicologia da Ryerson University. “Eles pensam: ‘E se alguém invadisse minha casa?’ Ao invés de perceber que essas associações podem indicar um medo do escuro, eles pulam um passo e presumem que têm medo de ladrões”; Como outras fobias, Carney acrescentou, um intenso medo do escuro pode ser tratado através de terapia de exposição; a chave em primeiro lugar é reconhecê-lo.

O problema é que o gatilho é tão incrivelmente comum – e ao contrário do medo de cães, aranhas ou de pessoas se aproximando, é um medo quase impossível de conter: uma vez que as luzes se apagam, o medo se constrói e se espalha, se manifestando como um pavor ou fobia do que pode estar no quarto ou qualquer outra coisa que sua imaginação possa inventar.

*Por Luciana Calogeras

 

 

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*Fonte: misteriosdomundo

Beber suco de fruta é realmente saudável?

É difícil resistir a um suco natural, seja no café da manhã, no lanche da tarde ou após exercícios físicos.

Muita gente também acredita que ele ajuda a perder peso ou “desintoxicar” o organismo.

Todas essas suposições movimentam um negócio altamente lucrativo. O mercado global de sucos feitos a partir de frutas, legumes e verduras foi estimado em US$ 154 bilhões em 2016 e deve continuar crescendo.

Mas o suco é realmente tão saudável quanto pensamos?

A princípio, a maioria dos alimentos que contêm frutose – um açúcar natural encontrado em todas as frutas e sucos de frutas – não nos prejudica, desde que, ao consumi-lo, não estejamos excedendo nosso limite de calorias diário. Isso acontece porque a fibra encontrada em frutas inteiras está intacta e esse açúcar pode ser encontrado nas células dela. Nosso sistema digestivo leva um tempo para quebrar essas células e para a frutose entrar na corrente sanguínea.

Para que serve a fibra

“O suco de frutas remove a maior parte da fibra”, diz Emma Elvin, da Diabetes UK. É por isso que, ao contrário da fruta inteira, a frutose nos sucos de frutas conta como ‘açúcares livres’ – que também incluem o mel e os açúcares adicionados aos alimentos. A OMS, a Organização Mundial de Saúde, recomenda que os adultos não consumam mais do que 30g de açúcar adicionado, o equivalente a 150ml de suco de fruta por dia.

O problema é que, após a fibra ser removida, a frutose do suco acaba absorvida mais rapidamente. Picos súbitos de açúcar no sangue fazem com que o pâncreas libere insulina para que ele volte a um nível normal. Com o tempo, esse mecanismo pode se desgastar, aumentando o risco de diabetes tipo 2. Em 2013, pesquisadores analisaram dados de 100 mil pessoas coletados entre 1986 e 2009 e descobriram que o consumo de suco de frutas estava ligado ao aumento do risco de diabetes tipo 2. Eles concluíram que – como os líquidos passam pelo estômago até o intestino mais rápido do que os sólidos – mesmo quando o conteúdo nutricional é semelhante ao das frutas inteiras, o suco de frutas leva a mudanças mais rápidas e maiores nos níveis de glicose e insulina.

Outra pesquisa revelou uma associação direta entre o suco de frutas e o diabetes tipo 2 após acompanhar as dietas e o status de diabetes de mais de 70 mil enfermeiras ao longo de 18 anos. Os pesquisadores explicam que a possível razão para isso pode ter sido, em parte, a falta dos outros componentes encontrados em frutas inteiras, como a fibra.

Sucos contendo legumes e verduras podem fornecer mais nutrientes e menos açúcar do que aqueles feitos apenas de frutas – mas, ainda assim, não têm fibras valiosas. Dietas ricas em fibras têm sido associadas a um menor risco de desenvolvimento de doenças cardíacas, derrame, pressão alta e diabetes. Recomenda-se que adultos consumam 30g de fibras por dia.

Excesso de calorias

Além da ligação com a diabetes tipo 2, muitos estudos mostram que o suco de frutas é prejudicial se contribui para o excesso de ingestão de calorias diárias.

A partir de uma análise de 155 estudos, John Sievenpiper, professor associado do Departamento de Ciências Nutricionais da Universidade de Toronto, no Canadá, investigou se as associações entre refrigerantes com adição de açúcar e saúde – incluindo o risco de diabetes e doenças cardiovasculares – eram aplicáveis aos alimentos e bebidas que consumimos como parte de uma dieta saudável. Ele comparou pesquisas que examinaram os efeitos dos açúcares contendo frutose (incluindo sacarose, xarope de milho com alto teor de frutose, mel e xaropes) com dietas controladas livres ou com redução desses açúcares. Seu objetivo? Isolar os efeitos do consumo de muitas calorias dos efeitos de alimentos contendo diferentes açúcares.

A descoberta de Sievenpiper foi surpreendente. Ele encontrou efeitos negativos nos níveis de açúcar no sangue e insulina em jejum quando os alimentos forneceram calorias em excesso a partir de açúcares, incluindo suco de frutas. No entanto, quando não implicava em exceder o limite diário de calorias, consumir frutas inteiras – e até mesmo suco de frutas – era vantajoso. Sievenpiper chegou à conclusão de que a ingestão recomendada é de um copo de suco de fruta por dia (ou 150 ml).

Segundo a pesquisa realizada por Sievenpiper, os alimentos que contêm frutose podem ter alguns pequenos benefícios para o controle de açúcar no sangue a longo prazo, quando não levam ao consumo excessivo de calorias. Mas quando sua ingestão excede nosso nível de calorias diário, costumam aumentar os níveis de açúcar no sangue e insulina. Isso pode ocorrer porque a frutose tem um IG relativamente baixo, diz Sievenpiper, enquanto as dietas de alto IG estão associadas à resistência à insulina.

“Comer uma fruta inteira é melhor do que tomar um suco de fruta, mas se você usar o suco como um complemento, tudo bem. Não se você estiver tomando o suco para hidratar-se ou bebendo em grandes quantidades”, explica Sievenpiper.

Portanto, embora saibamos que o suco de frutas pode causar diabetes, se ele fizer parte de uma dieta com maior ingestão de calorias, fica menos claro como esse alimento afeta a saúde a longo prazo daqueles que não estão acima do peso.

“Ainda há muita coisa que não entendemos sobre como aumentar o açúcar na dieta sem aumentar o risco de mudança de peso”, diz Heather Ferris, professora-assistente de medicina na Universidade da Virgínia, nos Estados Unidos. “Por quanto tempo e quão bem o pâncreas pode lidar com o açúcar se deve parte à genética.”

No entanto, temos um risco maior de consumir mais do que o número diário recomendado de calorias (cerca de 2 mil para mulheres e 2,5 mil para homens) nos dias em que tomamos suco, de acordo com a mesma pesquisa. Vários estudos mostraram que beber suco de frutas não nos faz consumir menos alimentos durante o dia.

“Também é fácil consumir grandes quantidades de suco de fruta rapidamente, o que significa calorias extras. E quando as calorias aumentam, isso pode contribuir para o ganho de peso”, diz Elvin.

Otimismo

Mas um estudo publicado no ano passado deu uma espécie de “salvo-conduto” ao suco de fruta. Os pesquisadores usaram um liquidificador ‘extrator de nutrientes’ que, diferente dos tradicionais, extrai toda a fruta, incluindo sementes e pele. Eles mediram os efeitos de um mix de frutas e da manga descascada – ambas com alto índice glicêmico e, portanto, causadoras de um pico de açúcar no sangue – espremido em um extrator de nutrientes, comparado com outro grupo que ingeriu a mesma fruta inteira.

Aqueles que beberam o mix de frutas extraídas com nutrientes tiveram um aumento menor de açúcar no sangue em comparação com o grupo de frutas mistas. Por outro lado, não houve diferenças entre aqueles que beberam o suco de manga e o mix de manga inteira, com casca.

No entanto, esse foi um estudo pequeno, e os pesquisadores não compararam suas descobertas com o suco feito por qualquer outro método, como espremer o suco descartando a pele e as sementes.
Pode ser melhor misturar

Gail Rees, palestrante sênior em nutrição humana na Universidade de Plymouth, no Reino Unido, e uma das responsáveis pelo estudo, diz que os resultados foram provavelmente influenciados pelas sementes de frutas contidas nos sucos. Segundo ela, é difícil chegar a uma recomendação clara a partir das conclusões do estudo.

“Certamente concordaria com a recomendação atual de 150 ml de suco de frutas por dia, mas se você usar um extrator de nutrientes em casa, pode manter os níveis de açúcar no sangue relativamente estáveis”, explica Rees.

Mas, enquanto manter as sementes no suco pode fazer alguma diferença durante a digestão, Ferris argumenta que isso não muda necessariamente o quão incompleto o suco é.

“Quando o suco contém alguma fibra, ele vai diminuir a absorção, mas você ainda tem uma ingestão excessiva de calorias porque é fácil consumi-lo. No entanto, é melhor do que o suco de fruta tradicional”, diz ela.

Outras maneiras de melhorar os efeitos do suco em nossa saúde incluem optar por frutas maduras para reter o máximo de benefícios possíveis, de acordo com Roger Clemens, professor de Ciências Farmacêuticas da Universidade do Sul da Califórnia, no Reino Unido.

Também é importante reconhecer que, dependendo da fruta, métodos diferentes devem ser usados para extrair o suco, acrescenta o especialista. Isso se dá por causa da composição física da fruta. Por exemplo, a maioria dos fitonutrientes das uvas é encontrada na semente, com muito pouco encontrado na polpa. E a maioria dos compostos fenólicos e flavonóides benéficos encontrados nas laranjas estão localizados na casca, que é perdida com o suco tradicional.

Desintoxicação desmascarada

Outra razão para a recente popularidade do suco de frutas é o argumento de que ele pode ajudar a desintoxicar o corpo.

No entanto, o único uso médico reconhecido da palavra ‘desintoxicação’ refere-se à remoção de substâncias nocivas do corpo, incluindo drogas, álcool e veneno.

“Todo o conceito de uma dieta de suco sendo desintoxicante é uma falácia”, diz Clemens. “Consumimos compostos todos os dias que podem ser tóxicos e nossos corpos fazem um trabalho maravilhoso de desintoxicação e eliminação de tudo o que comemos.”

E engana-se quem tome suco apenas com a intenção de absorver mais nutrientes.

“Há muitos nutrientes contidos nas partes das frutas, como nas cascas de maçã, que são descartadas quando você faz o suco de fruta”, diz Ferris. “Você termina com água com açúcar e algumas vitaminas.”

Além do mais, acrescenta ela, beber suco de frutas não é a maneira ideal de ingerir as cinco porções de frutas recomendadas por dia. “As pessoas tentam ingerir cinco porções de frutas, legumes e verduras por dia e não percebem que não se trata apenas de obter vitaminas”, diz ela.

“Trata-se também de reduzir a quantidade de carboidratos, de grãos, proteínas e gorduras em nossa dieta e aumentar a de fibras”, acrescenta.

Dessa forma, ainda que beber suco de fruta seja melhor do que não comer nenhuma fruta, o risco é maior quando consumimos mais de 150ml de açúcares por dia, ou quando acaba contribuindo para uma ingestão de calorias acima da recomendada.

Conclusão: o suco nos proporciona vitaminas – mas tem que ser consumido com bastante moderação.

*Por Jessica Brown

 

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*Fonte: bbc-brasil

Este exercício pode acabar com a sua insônia em 1 minuto

Para a maioria das pessoas, dormir é uma dádiva, uma alegria, um alívio. Para outras, no entanto, deitar a cabeça no travesseiro é o começo de uma longa luta para pegar no sono. Quem não tem problemas de insônia geralmente acredita que quem não consegue dormir não se cansa ou não sente sono, mas não é bem assim. A verdade é que dormir, ao contrário do que se possa imaginar, não é uma tarefa tão fácil.

O Mother Nature Network abordou essa questão e nos deixou com uma pergunta interessante: será que existe uma cura para a insônia? Até existem alguns truques para quando o sono resolve ir embora, assim como há uma série de alimentos que devemos evitar consumir antes de ir para cama e dicas sobre o que vestir para dormir bem – spoiler: nada!

O fato é que dormir pouco é um péssimo negócio para a nossa saúde, e isso é visível no dia seguinte a uma noite mal dormida: cansaço, irritação, falta de energia, dificuldades de concentração e por aí vai. Já é comprovado, inclusive, que genes importantes são “desligados” em pessoas que dormem pouco – bizarro, né? E há quem diga que a culpa da insônia é da Lua. E aí você se pergunta: tá, mas tem como resolver o problema? Talvez sim.

A “cura”

Como insônia é um problema extremamente comum, muitos são os esforços dos pesquisadores para um dia, quem sabe, chegarmos a alguma espécie de cura. O Dr. Andrew Weil, que estuda insônia há muito tempo em Harvard, acredita que o que pode fazer a diferença nesse sentido são alguns exercícios de respiração.

Ele sabe que a respiração é ingrediente fundamental em atividades de meditação e yoga, que são duas conhecidas por seu poder de relaxamento corporal e mental. A verdade é que respirar profundamente melhora a oxigenação do nosso corpo, o que é ótimo para diminuir os níveis de estresse e, assim, cair no sono.

O Dr. Jose Colon, que também é expert em insônia, explica que quando enchemos os pulmões de ar, nosso coração bate mais rápido; e quando esvaziamos os pulmões, o ritmo cardíaco desacelera. Ao que tudo indica, explorar esses fatores pode garantir uma noite de algumas horas bem dormidas.

A receita

O exercício de respiração que você vai conhecer agora é chamado também de 4-7-8 ou, ainda, Respiração Relaxante. A promessa é ambiciosa: depois de realizar a série a seguir, é possível que você pegue no sono em mais ou menos um minuto. Preste atenção e boa sorte:

. Deixe a ponta da língua encostada à parte da gengiva que fica logo acima dos seus dentes da frente (no caso, do lado de trás dos dentes, em direção ao céu da boca) e a mantenha lá enquanto realiza o exercício;
. Esvazie seus pulmões completamente, exalando o ar pela boca até sentir que não há mais nada;
. Feche a boca e respire pelo nariz enquanto conta até quatro;
. Segure a respiração e conte até sete;
. Exale o ar completamente pela boca enquanto conta até oito;
. Repita esse ciclo mais três vezes e bons sonhos.

A etapa mais importante do processo é a de segurar a respiração por sete segundos – é esse o tempo necessário para que seu corpo receba mais oxigênio e comece a ficar relaxado o suficiente para deixar você prestes a cair no sono.

De acordo com Dr. Murray Grossman, quando o tempo de expiração é mais longo do que o de inspiração, que é o que acontece no exercício, nosso cérebro recebe a mensagem de que não há ameaças ou fatores estressantes por perto e, adivinha: isso faz nosso corpo querer dormir.

O exercício é bom também por outros motivos além da oxigenação – quando nos mantemos focados e começamos a contar, nossa mente também fica relaxada: nesse momento, só pensamos nos números, e não no aluguel que vai vencer ou na bronca que levamos do chefe.

Grossman recomenda que pessoas hipertensas também realizem esse exercício de respiração, já que o relaxamento corporal também diminui a pressão arterial. Para pessoas muito estressadas, o médico recomenda que o exercício seja feito até 10 vezes por dia – segundo ele, isso vai reduzir a quantidade de hormônios do estresse.

Os médicos que estudam essa técnica de respiração preferem não dizer que ela é uma cura para a insônia, justamente porque talvez ela não funcione para todas as pessoas. Ainda assim, os resultados são bastante positivos, e você pode testar em casa sem grandes dificuldades.

Alguns casos de insônia merecem tratamentos mais rigorosos, pois podem ser apenas um sintoma de algum tipo de distúrbio do sono – por isso, quando nada parece fazer efeito, o ideal é procurar ajuda médica. Se por acaso você resolver testar a regra do 4-7-8-, depois nos conte se deu certo.

*Por Daiana Geremias

 

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*Fonte: megacurioso

12 coisas que acontecem com seu cérebro durante um orgasmo

Embora você não precise ter um orgasmo para experimentar o prazer íntimo, a sensação, de fato, ainda é um ótimo bônus. Mas, você já se perguntou o que acontece com seu corpo durante o clímax?

Segundo informações da Business Insider, pesquisadores utilizaram imagens feitas por meio de dispositivos de FMRI (Imagem por Ressonância Magnética Funcional) ou PET (Tomografia por Emissão de Pósitrons), capazes de medir o fluxo sanguíneo e a atividade dos neurônios, para determinar o que exatamente acontece no cérebro durante orgasmo. Veja abaixo:

1 – A parte lógica é completamente desligada

Há uma razão para as pessoas se sentirem mais ousadas e menos desinibidas durante o sexo. Isso ocorre porque a parte do cérebro responsável pelas habilidades de raciocínio é temporariamente desativada.

De acordo com o psicólogo clínico Daniel Sher, o córtex orbitofrontal lateral torna-se menos ativo durante o sexo. “Essa é a parte do cérebro responsável pela razão, pela tomada de decisões e pelos juízos de valor. A desativação dessa parte do cérebro também está associada à diminuição do medo e da ansiedade”.

2 – Um orgasmo envolve múltiplas e remotas partes do corpo

De acordo com a psicóloga Kayt Sukel, os pesquisadores descobriram que o córtex sensitivo genital, as áreas motoras, o hipotálamo, o tálamo e a substância negra, se ativam durante o orgasmo. Enquanto o tálamo ajuda a integrar informações sobre o toque e movimentos associados, o hipotálamo produz ocitocina – o hormônio do prazer, do relaxamento, do amor… – que pode ajudar a coordenar a excitação.

3 – O cérebro libera uma onda de dopamina

Durante um orgasmo, o cérebro trabalha muito para produzir uma série de diferentes hormônios e neurotransmissores, entre eles a dopamina, relacionada a sentimentos de prazer, desejo e motivação. Esse hormônio é formado em uma região do cérebro chamada área segmentar ventral, e é liberado em outras partes, como o núcleo accumbens e córtex pré-frontal.

4 – A ocitocina é liberada durante o orgasmo (e amamentação)

Segregado pela glândula pituitária, o hormônio ocitocina é liberado no hipotálamo, promovendo sensação de afeto. Também liberado durante a amamentação, ele é conhecido por facilitar sentimentos de amor e apego.

Curiosamente, durante o sexo também é liberado a prolactina, um hormônio responsável pela produção de leite após a gravidez. No sexo, por outro lado, ele desempenha um papel diferente, produzindo a sensação de satisfação que acompanha o orgasmo.

5 – Ter um orgasmo estimula o cérebro da mesma forma que usar drogas ou ouvir sua música favorita

Aparentemente, a mesma parte do cérebro que te faz sentir bem após comer uma sobremesa ou ganhar uma partida de futebol são as mesmas ativadas durante o orgasmo. De acordo com os pesquisadores, o sexo prazeroso ocorre porque os caminhos de recompensa em nosso cérebro são ativados, levando ao orgasmo. “Essas são as mesmas redes que são ativadas em resposta ao uso de drogas, consumo de álcool, jogos, ouvir sua música favorito ou desfrutar de uma refeição deliciosa“, explicou Sher.

6 – O cérebro libera substâncias que nos tornam menos sensíveis à dor

“À medida que a glândula pituitária é ativada, a liberação de endorfinas, ocitocina e vasopressina promove a redução da dor, aumentando intimidade e vínculo“, disse Jess O’Reilly, sexólogo. Isso poderia explicar por que coisa como bater ou puxar os cabelos podem ser aceitáveis e até mesmo prazerosas durante o sexo, mas não fora dele.

7 – O orgasmo e dor ativam as mesmas áreas do cérebro

Embora a relação entre dor e orgasmo ainda não seja totalmente compreendida pela ciência, alguns estudos mostram que a estimulação vaginal pode reduzir a sensibilidade à dor em algumas pessoas.

8 – Após um orgasmo, o cérebro libera hormônios que causam felicidade e sonolência

Uma vez que o orgasmo acontece, o cérebro tende a desacelerar. De acordo com Sher, isso ocorre porque é sinalizado ao sistema nervoso parassimpático que comece a regular (ou acalmar) o corpo. Basicamente, isso está relacionado ao aumento dos níveis de ocitocina, para facilitar o apego, proximidade e vínculo.

Além disso, há a liberação de serotonina, um hormônio conhecido por promover bom humor, relaxamento e, em algumas pessoas, sonolência – por isso alguns homens tendem a dormir.

9 – O cérebro das mulheres continua liberando ocitocina mesmo após o orgasmo

“Nas mulheres, a ocitocina tende a continuar sendo liberada após o orgasmo, o que pode explicar a motivação para os abraços pós-coito”, observou Sher.

10 – Em pessoas incapazes de sentir estimulação genital, o cérebro pode se remapear para alcançar o orgasmo

Embora acreditemos que o orgasmo e o prazer sexual dependem da estimulação dos genitais, isso não é inteiramente verdade. Em alguns casos, o cérebro pode criar novos caminhos para o prazer que não envolvam os órgãos sexuais.

De acordo com O’Rielly, em pessoas que tiveram os órgãos removidos ou feridos, o cérebro tende a remapear os sentidos para que estas possam experimentar sensações orgásticas em outras partes do corpo, por exemplo, através da estimulação da pele do braço ou mamilos.

11 – O orgasmo é uma maneira que a natureza tem de nos “enganar” para estimular a reprodução

“Se você pensar objetivamente, a ideia de arriscar sua vida e sua saúde para que um ser exista e cresça dentro de você por 9 meses, e após isso décadas de dedicação, é algo muito trabalhoso. A Mãe Natureza pode estar “nos enganando” para garantir que a espécie não morra“, disse Sukel.

12 – Bom orgasmo = cérebro saudável

“Também pode ser que, evolutivamente falando, uma vez que essa atividade aumenta o fluxo sanguíneo no cérebro de forma tão dramática, pode ter se desenvolvido em parte para ajudar a manter o cérebro saudável também“, acrescentou Sukel.

*Por Merelyn Cerqueira

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*Fonte: jornalciencia

Divulgado primeiro raio X colorido feito em humanos

Cientistas realizaram o primeiro raio X colorido e 3D em humanos. Veja o resultado impressionante.

O primeiro raio X colorido feito em partes do corpo humano foi revelado esse mês. As imagens históricas foram feitas com uma tecnologia absolutamente inovadora chamada MARS, um scanner de espectro raio x.

Uma dupla composta por pai e filho, da Nova Zelândia, construíram o primeiro raio x colorido adaptando a tecnologia utilizada na busca pelo Boson de Higgs.Phil, o pai, e Anthony, o filho, são das universidade de Canterbury e Otago. Ambos dedicaram 10 anos inteiros na construção do raio x 3D. Finalmente, no dia 10 de julho, eles lançaram ao mundo o resultado do projeto inédito.Espera-se que a máquina chamada MARS ajude médicos no diagnóstico e no tratamento do câncer, bem como no tratamento de doenças do coração, dado que o aparelho oferece imagens coloridas que são muito mais próximas do que o corpo humano realmente parece.

O raio x MARS pode mostrar gordura, cálcio, e muitas evidências de doenças no corpo. Nos próximos meses, o raio x scanner irá passar pelos primeiros testes clínicos em pacientes de ortopedia e reumatologia em Christchurch, na Nova Zelândia.

Tecnologia de raio x colorido

A primeira pessoa que passou pelo raio x colorido foi ninguém menos que o próprio Phill. Ele fez um scan do seu quadril e do seu punho. O resultado apresentou uma riqueza absurda de detalhes, incluindo até o raio x do relógio que estava usando.O raio x do seu pé foi tão preciso quanto o de seu punho. “Os raios x tradicionais permitem medir somente a densidade e o formato do que é retratado”, disse Anthony.

O pesquisador ainda mencionou que os pesquisadores estão atualmente utilizando uma versão menor do MARS para estudar o câncer e outras doenças vasculares. Resultados iniciais desses estudos sugerem que o MARS irá aperfeiçoar e promover diagnósticos mais precisos e tratamentos mais personalizados. Phil e Anthony também estão desenvolvendo um aparelho que faz um scan do corpo inteiro.A tecnologiaA tecnologia utilizada chama-se CERN Medipix3.

A família Butler aplicou a tecnologia citada que foi utilizada pela organização europeia de pesquisa nuclear em busca da “partícula de Deus” ou Boson de Higgs.O chip da Medipix foi originalmente desenvolvido para ajudar numa colisão mais forte entre as partículas nos processos de aceleração. Nos últimos 20 anos, desde que ele começou a ser desenvolvido, ele passou por muitas transformações.Nos últimos tempos, o chip foi adotado por muitos outros campos de estudo além da física nuclear. No caso do MARS, o CERN MEdipix3 mostra sua relevância no campo médico. O Medipix3 é a versão mais avançada do chip. Phillip afirmou que a tecnologia coloca o MARS à parte, pois ele produz imagens que nenhuma outra máquina de raio x consegue produzir.

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*Fonte: gentside

Entenda seu “rim” – Água & Cerveja! BEBA CORRETAMENTE

A HORA CORRETA PARA TOMAR ÁGUA

Você vai ao bar ou a uma festa e bebe uma cerveja.
Bebe a segunda cerveja. A terceira e assim por diante.
O teu estômago manda uma mensagem pro teu cérebro dizendo “Caracas véio… o cara tá bebendo muito liquido, tô cheião!!!”

Teu estômago e teu cérebro não distinguem que tipo de líquido está sendo ingerido, ele sabe apenas que “é líquido”.

Quando o cérebro recebe essa mensagem ele diz: “Caraca, o cara tá maluco!!!”E manda a seguinte mensagem para os Rins “Meu, filtra o máximo de sangue que tu puderes, o cara aí tá maluco e tá bebendo muito líquido, vamo botar isso tudo pra fora” e o RIM começa a fazer até hora extra e filtra muito sangue e enche rápido.

Daí vem a primeira corrida ao banheiro. Se você notar, esse 1º xixi é com a cor normal, meio amarelado, porque além de água, vem as impurezas do sangue.

O RIM aliviou a vida do estômago, mas você continua bebendo e o estômago manda outra mensagem pro CÉREBRO “Cara, ele não pára, socorro!!!” e o CÉREBRO manda outra mensagem pro RIM “Véio, estica a baladeira, manda ver aí na filtragem!!!”

O RIM filtra feito um louco, só q agora, o q ele expulsa não é o álcool, ele manda pra bexiga apenas ÁGUA (o líquido precioso do corpo). Por isso que as mijadas seguintes são transparentes, porque é água. E quanto mais você continua bebendo, mais o organismo joga água pra fora e o teor de álcool no organismo aumenta e você fica mais”bunitim”.

Chega uma hora que você tá com o teor alcoólico tão alto que teu CÉREBRO desliga você. Essa é a hora que você desmaia… dorme… capota…

Ele faz isso porque pensa “Meu, o cara tá a fim de se matar, tá bebendo veneno pro corpo, vou apagar esse doido pra ver se assim ele pára de beber e a gente tenta expulsar esse álcool do corpo dele”

Enquanto você está lá, apagado (sem dono), o CÉREBRO dá a seguinte ordem pro sangue – “Bicho, apaguei o cara, agora a gente tem que tirar esse veneno do corpo dele. O plano é o seguinte, como a gente está com o nível de água muito baixo, passa em todos os órgãos e tira a água deles e assim a gente consegue jogar esse veneno fora”.

O SANGUE é como se fosse o Boy do corpo. E como um bom Boy, ele obedece as ordens direitinho e por isso começa a retirar água de todos os órgãos. Como o CÉREBRO é constituído de 75% de água, ele é o que mais sofre com essa “ordem” e daí vêm as terríveis dores de cabeça da ressaca. Então, sei que na hora a gente nem pensa nisso, mas quando forem beber, bebam de meia em meia hora um copo d’água, porque na medida que você mija, já repõe a água.

Sabia que tomar água na hora correta maximiza os cuidados no corpo humano?

2 copos de água depois de acordar ajuda a ativar os órgãos internos.
1 copo de água 30 minutos antes de comer ajuda na digestão.
1 copo de água antes de tomar banho ajuda a baixar a pressão sanguínea.
1 copo de água antes de ir dormir evita ataques do coração.
Por favor, passe esta mensagem para as pessoas que estima…

 

A cada hora de corrida, você ganha 7 horas extras de vida, diz estudo

Perda de peso, fortalecimento dos músculos e dos ossos, alívio do estresse, melhora da capacidade cardiorrespiratória, enfim, a lista de benefícios da corrida é extensa e bastante conhecida. O que nem todo mundo sabe, no entanto, é que correr é a atividade física que tem o maior efeito no aumento da expectativa de vida.
Corrida aumenta a expectativa de vida

Um estudo realizado pelo Instituto Cooper, nos EUA, descobriu que apenas 5 minutos de corrida por dia já garante longevidade, mas o dado mais significativo foi o de que a cada hora que você corre, ganha 7 horas extras de vida. Os resultados foram obtidos através da reunião de trabalhos científicos anteriores sobre os benefícios da atividade.

Os pesquisadores colocaram as descobertas na ponta do lápis e chegaram a números bastante interessantes. Se uma pessoa correr duas horas por semana, passará, durante 40 anos, aproximadamente 6 meses realizando a atividade. No mesmo período, o ganho de vida seria de cerca de 3 anos.

De acordo com o levantamento, independentemente da distância ou da velocidade, correr diminui em quase 40% os riscos de morte prematura, um benefício conquistado até mesmo em casos em que a pessoa fumava, bebia álcool e apresentava histórico de problemas de saúde, como hipertensão ou obesidade.

Os cientistas não foram capazes de determinar, exatamente, por que a corrida é tão poderosa para evitar a mortalidade precoce, mas acreditam que o fato se dá pelos resultados positivos da atividade, que incluem redução da pressão alta e acúmulo de gordura, principalmente na região abdominal. Além disso, correr promove o aumento no preparo aeróbico, que é um dos indicadores mais conhecidos de saúde no longo prazo.

 

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*Fonte: portalraizes

Como funcionam os testes de DNA que prometem revelar quem são seus ancestrais

Quem não quer saber quem foram seus ancestrais?

Nos últimos anos, o sequenciamento completo do genoma humano facilitou o acesso do público aos testes de DNA que permitem descobrir nossa história genética. Ou, pelo menos, é o que prometem.

Esses kits podem ser comprados em muitas farmácias e também por meio de sites de empresas especializadas e até mesmo na Amazon. E eles estão ficando mais baratos: se há cerca de cinco anos, um kit custava cerca de US$ 300 (R$ 1,2 mil), agora, podem ser comprados por US$ 75 (R$ 290).

Estes testes foram inclusive os produtos mais vendidos em novembro nos Estados Unidos durante a última Black Friday, de acordo com dados da Amazon.
Como funcionam os testes de DNA

O teste que promete revelar quem são nossos antepassados ​​funciona da seguinte maneira: você compra o kit, cospe em um tubo ou passa um cotonete na parte interna da bochecha e envia a amostra para a empresa da qual contratou o serviço.

A companhia extrai de sua saliva células que contêm todo o seu genoma. Seu DNA é então inserido em um banco de dados e comparado ao genoma de outros clientes que pagaram pelo mesmo serviço. São assim estabelecidas semelhanças e diferenças e criado um mapa étnico. Mas quão confiáveis são esses testes?

Informações distorcidas

Cientistas alertam que, na realidade, os perfis genéticos obtidos por meio desses testes não podem fornecer informações muito precisas sobre a nossa ancestralidade.

No programa da BBC Os casos curiosos de Rutherford e Fry, junto com uma entrevista do geneticista Mark Thomas, esses testes genéticos foram examinados.
Direito de imagem Getty Images
Image caption Nos últimos anos, o interesse em testes genéticos aumentou, o que reduziu seu custo

“Muitas dessas empresas dão a você um relatório de etnia, de modo que não lhe dizem realmente quem são seus antepassados, mas se suas características genéticas correspondem a alguns dos descendentes de seus antepassados”, disse Thomas.

Normalmente, esse tipo de teste não compara seu DNA com o de pessoas que viveram no passado, mas com os de seus contemporâneos.

Mas a comparação é limitada a pessoas que estão no banco de dados da empresa, então, em muitos casos, a leitura do seu genoma pode gerar resultados diferentes dependendo de qual empresa você contratar, alerta Thomas.
Antepassados ​​favoritos

As pessoas têm preferências quanto a seus ancestrais. Thomas explica que é mais atraente e exótico dizer que seus antepassados eram vikings ou da realeza celta do que gauleses, por exemplo.

Mas a verdade é que, na Europa, quase todos os europeus que não têm um passado de migração recente são, muito provavelmente, descendentes dos vikings, argumenta o especialista.

“Voltando no tempo, até a época em que os vikings viveram, um europeu certamente descobrirá que um de seus ancestrais era escandinavo, porque esse povo ocupava um grande território e chegou até o norte da África.”

Como ilustra Thomas, uma rede ancestral torna-se maior, abrangendo mais grupos históricos e étnicos, conforme se volta mais no tempo.

 

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*Fonte: bbc-brasil

Chip que ‘lê’ e ativa neurônios poderá reverter cegueira e surdez

Uma parceria do governo norte-americano com cientistas da Universidade de Rice, nos Estados Unidos, está desenvolvendo um chip minúsculo que, quando implantado no cérebro pode reverter a cegueira e a surdez. A tecnologia lê sinais de alguns neurônios ligados à visão e audição e os transmite para frente, auxiliando na recuperação desse sentidos, o que pode significar uma revolução na medicina.

Através de um microscópio com um software, alguns neurônios da camada mais externa do cérebro são decodificados. O objetivo é apresentar um caminho alternativo para que sons e imagens cheguem ao cérebro. Batizado de FlatScope, o objeto é implantado entre o crânio e o córtex cerebral e focará em um primeiro momento, nos neurônios da visão.

Até agora mais de 65 milhões de dólares já foram investidos na pesquisa, entretanto ainda não se sabe quando a tecnologia estará disponível no mercado. Ames Robinson, um dos cientistas responsáveis, afirma que esta nova abordagem é totalmente revolucionária: “Somos capazes de criar processadores extremamente densos com bilhões de elementos em um chip para o telefone em seu bolso. Então, por que não aplicar esses avanços às interfaces neurais?”.

 

 

 

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*Fonte: hypeness