Cientistas descobrem como desligar a ansiedade

O interruptor é uma proteína que controla a emissão de neurotransmissores ligados à sensação de medo e nervosismo.

E se existisse um interruptor da ansiedade, que você pudesse ligar e desligar a hora que quisesse? Pois é nisso que alguns cientistas da Universidade da North Carolina estão trabalhando. O foco da pesquisa são pequenas proteínas cerebrais que podem ser a resposta para tratar várias doenças mentais, sendo a ansiedade a principal delas.

Essas tais proteínas, chamadas receptores de opioides Kappa (KORs, na sigla em inglês), têm um papel importante na liberação de um neurotransmissor ligado à dor e às alterações de humor, o glutamato. As KORs são justamente a porta desse neurotransmissor: é como se elas fossem um portão que regula a sua saída do cérebro para o corpo. O que os cientistas descobriram é a chave para abrir e fechar este portão.

O problema é que os pesquisadores ainda não compreendem totalmente como essa chave funciona, e nem os possíveis efeitos desse abre e fecha no organismo. Eles só sabem que funciona. Eles usaram ratos de laboratório para estudar o mecanismo: os bichinhos tiveram as KORs ligadas e desligadas em situações com diferentes níveis de stress, como, por exemplo, ser colocado em um campo aberto – o que é bastante assustador se você tiver o tamanho de um rato.

A partir daí, eles perceberam que o comportamento das cobaias mudava bastante de uma situação para a outra. Quando as proteínas estavam desligadas, os ratinhos mostravam sinais de estar menos ansiosos: eles permaneciam mais tempo no espaço aberto, e não ficavam tão agitados buscando abrigo. Quando os neurotransmissores saíam do cérebro de uma forma normal, acontecia o oposto: eles entravam em pânico e ficavam o tempo todo tentando achar abrigo.

Os resultados indicam que as proteínas em questão podem realmente ser portas que fecham o caminho da ansiedade no cérebro. Ainda não se sabe se elas funcionam da mesma forma no cérebro dos ratos e no dos humanos, mas como as estruturas das duas espécies são similares e como nós também temos as KORs, os cientistas estão confiantes para começar testes em humanos em breve.

O próximo passo para o estudo dessas portas é explorar as diferentes formas de ansiedade, suas causas e seus diferentes impactos no organismo humano. Essa fase é importante para que os cientistas possam identificar os usos mais corretos das proteínas em cada neurotransmissão, já que as quantidades de glutamato que saem do cérebro são diferentes em cada situação.

As KORs são conhecidas há pelo menos 20 anos na ciência e são, inclusive, a base para o funcionamento de alguns analgésicos e de medicamentos que tratam a adicção. Mas foi a primeira vez que os cientistas conseguiram estudar os efeitos dessas proteínas sobre as variações de humor – e, efetivamente, desligar essas pequenas portas.

Mas então, por que a gente não desliga tudo de uma vez? Afinal, ninguém gosta de ficar suando frio. Acontece que a ansiedade tem um papel muito importante nas nossas vidas: ela nos avisa sobre situações de perigo, nos ajuda a ficar espertos e prepara nossa cabeça para importantes eventos futuros. É só imaginar o que poderia acontecer com um ratinho desses se ele não ficasse ansioso em espaços abertos: ele seria uma presa muito fácil.

O problema real, que é o que os cientistas buscam solucionar, é quando os sintomas da ansiedade são constantes e interferem nas atividades do dia a dia e na nossa capacidade de viver uma vida normal. Essa situação configura o transtorno de ansiedade, termo guarda-chuva que abrange várias doenças, como a síndrome do pânico, a fobia social e as fobias específicas. Para dar uma ideia, só no Brasil, cerca de 47 milhões de pessoas sofrem com o transtorno em suas diferentes formas. Por isso, a descoberta, se levada adiante, pode ajudar muita gente a ter uma vida mais equilibrada.

…………………………………………………………
*Fonte: fasdapsicanalise

Anúncios

Dez mitos e verdades sobre a calvície e a queda de cabelos

Cortar o cabelo, evitar o chapéu ou usar máscara de ovos. A cultura popular está cheia de recomendações para prevenir ou reverter a calvície, uma condição que afeta mais de 50% dos homens a partir dos 50 anos e das mulheres a partir dos 65 anos, segundo dados do NHS, o serviço de saúde pública britânico.

Mas o que será que realmente funciona? Consultamos especialistas para desvendar dez das crenças mais comuns sobre o tema e saber quais delas são verdadeiras.

1. “Raspar a cabeça evita a calvície”

É habitual ver homens rasparem a cabeça quando começam a perder o cabelo. Mas os que fazem isto pensando em estimular o crescimento dos fios estão equivocados. Isto porque a raspagem não afeta o desenvolvimento do folículo, que é onde fica a raiz do fio de cabelo.

“Quando você raspa a cabeça, pode a irritar o couro cabeludo e levar ao nascimento de fios mais finos, o que deixará a calvície mais aparente”, afirma o médico Robinson Guerrero, da Clínica Guerrero, em Santiago do Chile.

Para Ralista Bozhinova, especialista em perda de cabelo da Clínica Belgravia, de Londres, uma das empresas líderes no setor, raspar ou cortar não influencia no crescimento do cabelo.

Uma terceira especialista, a cirurgiã de transplante capilar Thomy Kouremada-Zioga, da clínica londrina The Private Clinic, diz que isto pode danificar seriamente a raiz e, em alguns casos, levar à perda de cabelo permanente.

Sobre se cortar o cabelo (e não raspá-lo) seria uma alternativa melhor, todos concordam que isto não afetaria o ciclo de crescimento do cabelo, embora Bozhinova ressalte que o cabelo “parecerá esteticamente mais saudável quando recém-cortado”.

 

2. “Lavar o cabelo com frequência faz mal”

Alguns dizem que as substâncias químicas presentes no xampu podem danificar o couro cabeludo quando lavado com muita frequência. Os especialistas garantam que esse é outro mito.

“O cabelo deveria ser lavado todos os dias ou pelo menos a cada dois dias, embora isto dependa do tipo de cabelo da pessoa”, explica Guerrero.

‘Fomos cobaias’: programa contraceptivo para presos reacende debate sobre eugenia nos EUA

É o que também destaca Bozhinova: “Se você tem a pele mais seca não é preciso lavar o cabelo tão frequentemente, mas se o seu cabelo é oleoso, você deveria aumentar a frequência para retirar a oleosidade que bloqueia o folículo”.

3. “Não se deve usar secador de cabelo”

De forma geral, especialistas dizem que isto não é verdade, mas alguns cuidados são necessários.

“Desde que não provoque queimaduras ou que não se puxe muito o cabelo na hora de secá-lo, não há nenhum risco”, afirma a especialista da Belgravia.

Mas a cirurgiã Zioga recomenda que “o secador seja usado o mínimo possível e que se prefira o ar frio para evitar que o cabelo esquente e irrite a raiz”.

4. “Evite escovar muito o cabelo”

Isto não tem base científica, segundo os especialistas.

“A única coisa que pode ocorrer é o fio ficar preso no pente ou na escova, e isso pode levar à impressão de que os cabelos estão frágeis ou caindo”, disse Bozhinova.

Como surgiu, acidentalmente, a teoria da dominação universal pelos Illuminati

“Na verdade, quanto mais se escova, se for com suavidade, melhor”, acrescenta Zioga.

A razão: “Isto aumentará a circulação sanguínea e ajudará o crescimento”.

5. “Usar elásticos de cabelo leva à queda de cabelo”

Outra afirmação que não fica de pé.
Mas é bom evitar esticar demais o cabelo na hora de prendê-lo para não arrancar os fios.

6. “Chapéu faz o cabelo cair”

Também não é verdade. Mas, como os elásticos de cabelo, deve-se evitar que ele aperte a cabeça, afirmam Guerrero e Bozhinova.

Zioga, no entanto, recomenda não usá-lo muito frequentemente e, quando o fizer, tomar cuidado para que não fique muito apertado, já que isto pode bloqueará a circulação sanguínea que estimula o crescimento do cabelo.

7. “Se ficou grisalho, não ficará calvo”

Esse é outro mito, segundo a especialista da clínica Belgravia.

“Tenho pacientes com e sem cabelos grisalhos que sofrem com a perda de cabelo, não há distinção”, garante a médica.

A calvície é em grande parte um fator genético, mas também um sintoma do envelhecimento e uma consequência da falta de cuidado com o cabelo.

8. “A dieta afeta o cabelo”

Isso tá certo. A deficiência de vitaminas pode ser muito prejudicial para nosso cabelo, como ao resto do corpo.

Zioga considera este um fator de risco especialmente para homens com predisposição genética à calvície. “Uma dieta pobre pode piorar e acelerar sua condição”, afirma.

Além disso, a médica destaca que “o que faz o cabelo crescer é a proteína” e alerta que os vegetarianos devem assegurar que tenham uma dieta com as proteínas necessárias para reduzir as chances de sofrer de calvície.

9. “Os esteroides aceleram a queda de cabelo”

Outra verdade: alguns esteroides usados no treinamento físico têm altos níveis de dihidrotestosterona, um hormônio presente na testosterona responsável pela alopecia androgenética – a calvície ligada à predisposição genética.

“O consumo destes esteroides pode acelerar a queda de cabelo”, alerta Ralista Bozhinova.

Baleado em frente ao pai, centésimo PM morto no Rio simboliza descontrole no Estado e dor das famílias

Os demais especialistas também desaconselham o uso de esteroides a não ser que seja sob prescrição médica.

10. O mito dos remédios caseiros

Ovo, vinagre, mel, bicarbonato… Muitos são os produtos que prometem ajudar a prevenir a queda ou fazer que o cabelo volte a crescer.

Mas nada mais distante da realidade, segundo os especialistas.

“Isto pode ter um efeito estético, como uma máscara, mas não terá efeito na prevenção da queda e muito menos em recuperar o cabelo já perdido”, afirma a especialista em medicina capilar Bozhinova.

Zioga concorda: “Ele parecerá mais saudável e mais suave, mas isto não ajudará o cabelo a voltar a crescer”.

O que funciona?

De acordo com os especialistas, o que está cientificamente comprovado para recuperar o cabelo são os remédios à base de finasterida, como o propecia, e os enxertos de cabelo.

Para Ralista Bozhinova, o laser de baixa intensidade não serve como único tratamento, mas ajuda a melhorar a circulação sanguínea. Já outros especialistas discordam de sua eficácia.

Como recomendações gerais, os especialistas consultados pela BBC Mundo, o serviço em espanhol da BBC, indicam que não se deve maltratar o cabelo, submetê-lo a altas temperaturas, nem esticá-lo ou apertá-lo demais nos penteados.

Também recomendam uma dieta saudável, além de escovar e lavar com frequência, de preferência com um xampu neutro.

……………………………………………………………….
*Fonte: bbc Brasil

Almoço sem carne: veja 5 alternativas para montar o seu cardápio para a refeição

Quando o assunto é consumo de carne ao redor do mundo, há espaço para muita discussão: enquanto alguns indivíduos criticam fervorosamente a matança de animais, outras não abrem mão de uma refeição com um bife. Na verdade, porém, reduzir a quantidade de carne consumida é importante para o planeta em várias esferas — inclusive no que diz respeito à sustentabilidade e economia.

Isso porque o gado mundial ocupa cerca de um quarto do total da área terrestre, e segue se expandindo e levando ao desmatamento. Os animais também consomem grande parte dos recursos naturais, especialmente a água: para cada quilo de carne, são consumidos 43 mil litros de água.

Muitos dos vegetais também vão parar no estômago das vacas e bois, entre outros animais, sendo que um terço dos grãos no mundo são destinados à alimentação de gado. Para completar, esses animais também são considerados um dos principais causadores do efeito estufa, devido à sua flatulência em grande escala.

Portanto, diminuir o consumo de carne é importante para todos. Você não precisa virar vegetariano de uma hora para outra, mas certamente pode ajudar um pouquinho. Para isso foi criado o movimento “Segunda Sem Carne”, incentivando a redução do consumo de carne em pelo menos um dia na semana. Então, que tal ter algumas ideias para um almoço sem carne?

5 alternativas para um almoço sem carne:

Legumes, tubérculos e raízes

Os legumes são ótimos para construir pratos sem carne, e não apenas para substituir a mistura. É possível usá-los para fazer muitas refeições, como macarrão de batata-doce, sopa de abóbora ou nhoque de batata e cenoura.

Grãos

Grãos são essenciais para um cardápio saudável, e também oferecem várias possibilidades de receita. Tente fazer um risoto 7 grãos, por exemplo, ou até mesmo um hambúrguer de grão-de-bico.

Carne de soja

Nem todos concordam, mas muitas pessoas adotam a carne de soja como substituta da carne vermelha e ficam muito satisfeitas com o resultado. A soja faz muito bem ao organismo e pode formar pratos bem gostosos, como um estrogonofe de carne de soja.

Pão

Pães devem ser consumidos com cuidado, já que contém carboidratos, mas isso não quer dizer que eles não possam fazer parte da hora do almoço de vez em quando. Que tal tentar algumas almôndegas de pão, ou talvez uma sopa de legumes servida no pão?

Substituições

Além da soja, há várias outras maneiras de substituir ingredientes em refeições tradicionais. É possível fazer pastéis de milho, sobremesas de abóbora (doces ou salgadas), lasanhas de berinjela, cuscuz marroquino com legumes… tudo o que sua criatividade permitir.

Vale lembrar que algumas pessoas ainda incluem a carne de peixe como alternativa para a dieta, já que não se trata de carne vermelha. Ainda assim, é possível ter um ótimo almoço sem carne e sem sentir falta dela!

 

 

 

 

 

…………………………………………………..
*Fonte: pensamentoverde

Bebida alcoólica danifica seu DNA e aumenta os riscos de câncer, demonstra novo estudo

Cientistas mostraram como o álcool danifica o DNA em células-tronco, ajudando a explicar porque beber aumenta seu risco de câncer, de acordo com pesquisa financiada pela Cancer Research UK e publicada na Nature.
33495drinking_large

Muitas pesquisas anteriores que analisam as formas precisas em que o álcool causa câncer foram feitas em culturas celulares. Mas, neste estudo, os pesquisadores usaram ratos para mostrar como a exposição ao álcool provoca danos genéticos permanentes.

Cientistas do MRC Laboratory of Molecular Biology, em Cambridge, deram álcool diluído, quimicamente conhecido como etanol, aos ratos. Eles então usaram análise de cromossomo e sequenciamento de DNA para examinar o dano genético causado pelo acetaldeído, um produto químico prejudicial produzido quando o corpo processa o álcool.

Eles descobriram que o acetaldeído pode quebrar e danificar o DNA dentro de células- tronco do sangue levando a cromossomos rearranjados e alterando permanentemente as sequências de DNA dentro dessas células.

É importante entender como o modelo de DNA nas células-tronco é danificado, porque quando células-tronco saudáveis se tornam defeituosas, elas podem dar origem ao câncer.

Essas novas descobertas, portanto, nos ajudam a entender como beber álcool aumenta o risco de desenvolver 7 tipos de câncer, incluindo tipos comuns como de mama e intestinal.

O professor Ketan Patel, cientista e autor que conduziu o estudo, com parte financiado pela Cancer Research UK, no Laboratório de Biologia Molecular da MRC, disse: “Alguns tipos de câncer se desenvolvem devido ao dano do DNA em células-tronco. Enquanto alguns danos ocorrem por acaso, nossos achados sugerem que beber álcool pode aumentar o risco desse dano”.

O estudo também examinou como o corpo tenta se proteger contra danos causados pelo álcool. A primeira linha de defesa é uma família de enzimas chamadas aldeído desidrogenases (ALDH, em inglês). Essas enzimas quebram o acetaldeído nocivo, no acetato, que nossas células podem usar como fonte de energia.

Em todo o mundo, milhões de pessoas, particularmente as do Sudeste Asiático, carecem dessas enzimas ou carregam versões defeituosas delas. Então, quando eles bebem, o acetaldeído se acumula, o que provoca uma aparência corada, e também leva a que se sintam mal.

No estudo, quando os ratos que não possuíam a enzima ALDH crítica – ALDH2 – receberam álcool, resultou em quatro vezes mais dano do DNA em suas células em comparação com ratos com a enzima ALDH2 que funcionava por completo.

A segunda linha de defesa utilizada pelas células é uma variedade de sistemas de reparo de DNA que, na maioria das vezes, permitem corrigir e reverter diferentes tipos de danos ao DNA. Mas eles nem sempre funcionam, e algumas pessoas carregam mutações que significam que suas células não conseguem realizar esses reparos efetivamente.

O professor Patel acrescentou: “Nosso estudo destaca que não ser capaz de processar álcool de forma eficaz pode levar a um risco ainda maior de danos causados pelo álcool e, portanto, levar a certos tipos de câncer. Mas é importante lembrar que a eliminação de álcool e os sistemas de reparo de DNA não são perfeitos e o álcool ainda pode causar câncer de maneiras diferentes, mesmo em pessoas cujos mecanismos de defesa estão intactos”.

A professora Linda Bauld, especialista em pesquisa contra câncer do Cancer Research, afirmou: “Esta pesquisa provocante destaca o dano que o álcool pode fazer em nossas células, custando a algumas pessoas mais que apenas a ressaca do dia seguinte.”

“Sabemos que o álcool contribui para mais de 12.000 casos de câncer no Reino Unido a cada ano, então é uma boa ideia pensar em diminuir o valor que você bebe”.

………………………………………………………..
*Fonte: sociedadecientifica

Dormir virado para o lado esquerdo é melhor para sua saúde!

Nosso tempo de sono é fundamental para nossa saúde, e um estudo de origem holandesa que foi divulgado na revista americana The Journal of Clinical Gastroenterology, mostra uma nova descoberta para a busca da saúde ideal: dormir virado para o lado esquerdo é a melhor maneira de garantir nossa saúde e bem-estar.

Ayurveda, um dos mais antigos sistemas de saúde da humanidade, desenvolvido pelos indianos, também apoia o fato de que dormir do lado esquerdo pode ser fundamental para a melhor saúde de muitas pessoas.

Colocamos abaixo 7 benefícios de dormir virado para o lado esquerdo:

1.  Melhora da função cardíaca
Quando dormimos virados para o lado esquerdo, melhoramos o funcionamento de nossos corações, porque esse é o lado que bombeia sangue do coração para o corpo.

Podemos também melhorar nossa circulação com a gravidade ajudando a aorta e a veia cava inferior (que está ligada ao lado direito da coluna vertebral) a transportarem o sangue desoxigenado para os nossos corações.

2. Faz bem para as mulheres grávidas
Apesar de não haver nada de errado em dormir do lado direito, quando as mulheres grávidas optam pelo lado esquerdo, estão se beneficiando grandemente, especialmente na reta final da gestação.

Dormir virado para o lado esquerdo ajuda na circulação sanguínea e na melhora da função do fígado.

3. Melhora a drenagem do sistema linfático
O sistema linfático, de forma resumida, é o responsável por eliminar as impurezas e toxinas de nossos corpos. Especialistas afirmam que ele drena essas impurezas direto para o ducto torácico, que se localiza no lado esquerdo do corpo.

Portanto, ao dormimos do lado esquerdo, facilitamos o processo de remoção de toxinas de nossos corpos.

4. Ajuda o fígado a não congestionar
Como nossos fígados se localizam no lado direito do corpo, dormir muitas horas desse lado pode acabar por congestioná-lo. Essa é outra das razões pelas quais dormir do lado esquerdo nos faz bem.

5. Melhora a função do baço
O baço é um integrante do sistema linfático e se localiza no lado esquerdo do corpo, e ao dormirmos do mesmo lado, melhoramos sua função. Isso acontece porque, dormindo desse lado, a gravidade aumenta o fluxo de sangue para o baço e permite que a filtração de impurezas seja mais eficiente.

6. Previne azias durante a noite
As pessoas que sofrem de refluxo gastroesofágico têm uma boa razão para dormir no lado esquerdo.

Isso porque, ao fazermos isso, nossos estômagos ficam localizados abaixo do esfíncter cardíaco (estrutura que liga o esôfago ao estômago). Dessa maneira, os conteúdos encontrados no estômago não voltam para o esôfago, impedindo os refluxos ácidos durante a noite.

7. Impulsiona o intestino a liberar de resíduos
A válvula ileocecal, é a junção dos nossos intestino grosso e delgado e se localiza em nosso lado esquerdo. Quando dormimos desse lado, melhoramos a eliminação adequada de resíduos, transferindo-os do intestino delgado para o intestino grosso.

São muitos benefícios. Vale a pena dar uma chance e tentar dormir do lado esquerdo. No começo pode não ser fácil, mas, com o tempo, nos acostumamos.

 

 

 

……………………………………………….
*Fonte: osegredo

Você tem costume de tomar chimarrão? Entenda porque você deveria sim, ter o hábito de tomar essa bebida

O tradicional mate, tomado em grupo na forma de chimarrão (principalmente no sul do país) ou como tererê (no sudeste e centro-oeste), interfere na absorção de alguns nutrientes e ajuda a eliminar algumas substâncias (principalmente tóxicas) do corpo, mas não influência na absorção das vitaminas. Muito pelo contrário, o chá-mate é considerado um dos alimentos mais completos por possuir uma grande quantidade de nutrientes essenciais ao nosso corpo, como alguns alcaloides (cafeína, teofilina, metilxantina e teobromina), vitaminas (principalmente do Complexo B), sais minerais (alumínio, cálcio, fósforo, ferro, magnésio, manganês e potássio), proteínas, açúcares, lipídios, celulose, dentre outros compostos. Pesquisas apontam que os benefícios são muitos, então para quem curte um “chima” ou um tererê, pegue lá seu mate e vamos a uma lista com alguns de seus benefícios para a saúde. Confira:

1- Ajuda na queima de calorias:

Com propriedades digestivas, o mate pode auxiliar em dietas e atividades físicas. Além de dar aquela disposição para exercícios devido a cafeína, eliminando assim a fadiga, graças a outros alcaloides em sua composição (como as metilxantinas) estimulam a queima de gordura. A principal vantagem em relação a outros estimulantes, como, por exemplo, o café, é que o mate não tem o mesmo efeito colateral de irritabilidade e insônia. No entanto, deve ser evitado por hipertensos, pessoas com problemas de ansiedade grave e por pessoas com anemia, já que possui substâncias estimulantes e que absorvem o ferro.

2- Controla os níveis de colesterol e a taxa de glicose no sangue

Estudos apontam que a erva mate é um grande aliado no controle do colesterol e diabetes. Inclusive, o consumo de chimarrão, associado ao remédio para colesterol alto, pode chegar a triplicar a eficiência do tratamento. A diminuição do colesterol se deve principalmente a duas substâncias encontradas no mate: as saponinas (que, dentre seus principais efeitos, está a ação anti-inflamatória) e compostos fenólicos (com forte ação antioxidante). Essas substâncias são responsáveis por bloquear a absorção de colesterol no intestino delgado e inibir a produção de gorduras no fígado. Os compostos fenólicos também são ótimos aliados para pessoas com diabetes, interferindo na síntese e absorção de açúcares.

3- A erva-mate tem ação diurética

Além das propriedades laxativas, as metilxatinas (cafeína e teobromina) possuem efeito diurético, o que faz com que mais água seja eliminada mais rapidamente do corpo. Por isso, o chimarrão não pode substituir a hidratação com água. Tomado quente, o chimarrão auxilia ainda mais como diurético. Por isso, apesar de ser um auxiliar para a prática de exercícios, é importante que após as atividades físicas ocorra a reposição de água.

4- O mate é benéfico para o sistema cardiorespiratório e nervoso

Por ser um tônico estimulante do coração e do sistema nervoso o mate pode proporcionar benefícios para estados depressivos. Também auxilia na resistência muscular (e consequentemente evitando fadiga), regula e regenera algumas funções da respiração, além de ajudar na parte cognitiva, dentre outros efeitos. A erva também auxilia na “potência” de outros músculos, pois é um afrodisíaco, ajudando a combater a infertilidade e impotência.

5- Atenção aos vaidosos: a erva mate previne o envelhecimento

Por possuírem antioxidantes (como os compostos fenólicos), combatem o envelhecimento celular, tendo assim um papel importante na regeneração das células. Dessa forma, apesar de não ser uma “fonte da juventude”, o mate ajuda a prevenir o envelhecimento precoce. Ele também ajuda a prevenir uma das doenças mais comuns na terceira idade: a osteoporose.

Como você viu, o mate tem muito benefícios e é um alimento bem completo. Não há uma quantidade estabelecida que se pode tomar durante o dia, e sendo um diurético, seus excessos serão apenas eliminados na urina. A única ressalva nesse sentido é para o seu consumo (e de qualquer outro líquido) durante as refeições, pois atrapalham o processo digestivo.

……………………………………………………………….
*Fonte: diariodebiologia

Você baba enquanto dorme? Então você é sortudo, descubra porque

Dormir é um processo fundamental para o nosso corpo. Se queremos ter uma vida produtiva e ativa, precisamos ter uma boa noite de sono cada vez que o nosso dia termina.

Pessoas que não conseguem conciliar adequadamente a boa noite de descanso, são afetadas suas funções cerebrais de forma muito negativa. Até mesmo sua saúde apresenta desgaste considerável.

As que não dormiram o suficiente e têm fadiga ao longo do dia e podem sentir desconforto no corpo, mau humor ou um problema de saúde devido à falta de energia. Então às vezes o corpo procura fazer um novo ciclo de sono e você acaba dormindo no trabalho ou na volta pra casa.

Por esta razão babar no sono é mais benéfico do que pensamos.

Acontece sempre depois de um bom descanso, você quando acorda e vê ou sente que a área onde sua cabeça descansou tem uma baba. Alguns acreditam que isso é um tabu, já que em várias ocasiões isso é motivo de zombaria. No entanto, você deve ter sorte de pertencer a um certo grupo de pessoas.

A ação de babar ao dormir é um sinal de que o sono foi bastante positivo e que o corpo está descansando muito bem. Há várias fases do sono, no entanto, é conhecido como REM ou movimento rápido dos olhos para a fase que permite um sono repousante e profundo.

Quando você babar, significa que a fase REM está sendo ininterrupta, então você não tem problemas de sono, você não tem interrupções ou distúrbios. Desta forma, você consegue dormir e descansar o corpo como muito poucos conseguem fazer.

Se, por outro lado, você não baba, pode ser um sinal de que seus hábitos de sono são afetados durante a noite e o descanso é insuficiente. Lembre-se que para um bom desenvolvimento pessoal e profissional o descanso é essencial.

Se você tem um distúrbio do sono não hesite em consultar um médico confiável.

Nota: A Revista Saber Viver Mais divulga conteúdos populares de caráter, muitas vezes, não científico. Procure sempre profissionais da saúde para diagnósticos e tratamentos.

 

 

 

 

……………………………………………………..
*Fonte: sabervivermais

Pipoca desacelera o envelhecimento e contribui para a perda de peso

Chegou a hora da gente acrescentar pipoca ao cardápio!
Não só porque é deliciosa, mas também por trazer alguns benefícios à nossa saúde.
É verdade!
Pipoca não é só um gostoso lanche consumido durante as sessões de cinema.

Ela é um alimento cheio de virtudes:

1-Tem elevada quantidade de fibras. Ou seja, permite o funcionamento regular do intestino.

2-Contém grande quantidade de oxidantes – chega a ser o dobro da de frutas. Isso permite a prevenção de doenças degenerativas, como câncer e diabetes.

3-Desacelera o envelhecimento, pois tem antioxidantes que combatem os radicais livres que provocam a velhice.

4-Em quantidade moderada, pode contribuir para a perda de peso.

 

Esta é uma ótima notícia, não é mesmo?

Então, por que esperar uma sessão de cinema para aproveitar as maravilhas que a pipoca pode fornecer?

É só ter atenção para consumir moderadamente e assim, curtir o estouro de sabor e vantagens que o lanche oferece.

1 xícara de pipoca estourada equivale a meio pão francês ou uma fatia de pão de fôrma.

Mas fique atento!

Consumir pipocas de micro-ondas ou aquelas vendidas no cinema não é uma boa ideia.

Pipoca boa de verdade – saudável – é aquela feita na panela de casa, com pouco óleo e com sal e manteiga de forma moderada.
E de milho não transgênico, que geralmente é encontrado em lojas de alimentos saudáveis.

 

 

 

……………………………………………………..
*Fonte: osegredo

Gigante na produção de tabaco, Philip Morris diz que vai ‘parar de fumar’

A Philip Morris aproveitou a época de “resoluções de Ano Novo” para fazer um anúncio criativo e surpreendente. Uma das maiores produtoras de tabaco do mundo, ela comunicou que irá parar de produzir cigarros convencionais.

Para isso, a marca publicou um comunicado em diversos jornais para anunciar ao público que está tentando “parar de fumar”.

O mercado do tabagismo tem se tornado cada vez menos próspero com o crescimento das campanhas anti-fumo, com diversas empresas de menos expressão tendo fechado as portas ou mudado de ramo justamente pela falta de perspectiva.

Isso não quer dizer, porém, que a Philip Morris está abandonando o setor, mas sim mudando a abordagem. A marca agora aposta em itens como cigarros eletrônicos e outros dispositivos que fornecem nicotina ao usuário sem a produção de fumaça.

Junto ao anúncio, a empresa também publicou uma lista com diversos compromissos que irá assumir durante esse período de transição, como a criação de um site com orientações para quem quer abandonar o cigarro, investimento em ações governamentais em locais onde o número de fumantes é grande e o apoio a projetos que coloquem nos maços alternativas para que o público possa abrir mão do produto nocivo

…………………………………………………………………
*Fonte: hypeness

Por que a ciência curou só uma pessoa do HIV?

Apesar de avanços incríveis na biomedicina, uma verdadeira cura para o HIV segue fora de alcance. Drogas antirretrovirais transformaram o HIV em uma condição manejável em vez de uma sentença de morte. Mas o HIV se integra permanentemente no genoma de uma célula infectada e então se esconde, dormente, no corpo, tornando quase impossível sua erradicação. Desde a década de 1980, pesquisadores têm tido esperança de que a terapia genética, na qual o material genético do corpo é alterado, possa oferecer uma nova rota no tratamento do HIV e talvez até uma cura. O caso de Brown deixou muitos no campo otimistas, mas os cientistas ainda estão perplexos em relação a como sua cura funcionou.

Um novo estudo publicado na terça-feira (26), na PLOS Pathogens, mostra uma nova rota potencial para curar o HIV — embora também destaque as dificuldade extremas que os pesquisadores enfrentam.

Somos uma plataforma dedicada ao conhecimento que só poderá continuar a existir graças a sua comunidade de apoiadores. Saiba como ajudar.

“Nós só curamos um paciente efetivamente”, Scott Kitchen, autor principal do estudo da UCLA, contou ao Gizmodo. “Mas isso oferece muita esperança.”

No novo estudo, os pesquisadores tiraram uma página do tratamento de Brown, esperando estimular o sistema imune do corpo com células-tronco projetadas para combater o HIV. Primeiro, células-tronco formadoras de sangue foram projetadas para carregar genes que transformam as células em assassinos direcionados, capazes de detectar e destruir células infectadas por HIV quando elas aparecem no corpo. A técnica funciona ao tomar de assalto a mesma molécula, a CD4, que permite ao HIV se ligar à superfície de uma célula, usando a molécula como um sinal para fazer a ligação com o HIV e matá-lo. Então, essas células-tronco são colocadas em corpos de dois primatas por meio de um transplante de medula óssea. É uma forma de tratamento conhecida como imunoterapia CAR-T.

“O HIV danifica a resposta imune celular — é isso que o torna tão eficaz”, disse Kitchen. “Portanto, para eliminá-lo efetivamente, precisamos de uma resposta imune efetiva. Estamos fornecendo isso.”

O CAR-T se mostrou promissor no tratamento do HIV anteriormente, porém, com essa nova abordagem, os pesquisadores descobriram que os corpos dos primatas continuavam produzindo as células expressadoras de CAR por mais de dois anos depois da infusão inicial sem efeitos adversos. Isso sugere o potencial para uma solução a longo prazo que poderia reduzir a dependência de uma pessoa em medicamentos antivirais e potencialmente até para erradicar completamente o HIV do corpo, atacando mesmo o HIV dormente nas reservas do corpo sempre que ele despertasse novamente.

“Acreditamos nisso como um componente para uma cura, usado junto com algo como a terapia antirretroviral”, afirmou Kitchen. “Isso mostra que uma cura é efetivamente possível.”

Recentemente, houve outros avanços promissores na eliminação do HIV, mas, até agora, os pesquisadores tiveram sucesso principalmente em curar o HIV em ratos. Neste ano, cientistas da Universidade Temple usaram o CRISPR para eliminar DNA de HIV de ratos por meio de edição de genes. Vários testes clínicos estão sendo realizados na tentativa de curar humanos com HIV por meio de combinações de terapias genéticas e de células-tronco, mas não está claro se alguma delas vai, de fato, funcionar a longo prazo (também neste ano, um biohacker injetou uma cura de HIV caseira em si mesmo, embora seja altamente improvável que essa abordagem vá funcionar).

Tecnologias como a edição genética tornaram a busca por uma cura para o HIV parecer possível, mas ainda existem muitos obstáculos técnicos no caminho. Uma verdadeira cura pode estar ainda muito distante.

O maior obstáculo na criação de uma cura é fazer algo que dure o bastante para combater as reservas persistentes do vírus no corpo. É esse o problema que a pesquisa da UCLA estava tentando resolver. Mas para chegar lá, os cientistas precisarão melhorar a capacidade de editar células dentro do corpo de um paciente, em vez de removê-las, editá-las em um laboratório e então reinseri-las no paciente. Também existe espaço para melhorar nossa capacidade de localizar genes que precisem ser manipulados, que estão espalhados pelo corpo. E para complicar ainda mais as coisas, pelo fato de o HIV desenvolver resistência a tratamentos, até mesmo o CRISPR, uma combinação de terapias provavelmente é o que terá mais sucesso.

Neste ano, uma pesquisa da Foundation for Aids fez um pedido por propostas para resolver esses obstáculos.

“A disponibilidade de ferramentas e alvos sugere que projetar uma intervenção terapêutica de gene para curar o HIV é, sem dúvidas, mais uma questão de tecnologia do que de descoberta”, escreveu Rowena Johnson, diretora de pesquisa da fundação, em um estudo à época. “Entretanto, a viabilidade da abordagem ainda é um grande obstáculo. O cronograma, o custo e a complexidade de se testar terapia de genes na clínica são formidáveis.”

Até agora, houve muito otimismo na utilização de terapia de gene para tornar as células do corpo imunes ao HIV. Nessas abordagens, o vírus é impedido de entrar em uma célula em primeiro lugar. É uma tarefa mais fácil, porque não exige lidar com o problema de um vírus dormente que desperta depois de um longo período. Vários testes clínicos para esses tipos de terapias também estão acontecendo.

“Brown foi apenas um caso extraordinário”, disse Kitchen. “Ele passou por dois transplantes de medula óssea. Isso normalmente mataria uma pessoa. E ainda não sabemos como isso funcionou exatamente.”

No caso da nova pesquisa da UCLA, o maior obstáculo é descobrir o jeito mais eficaz de transplantar o menor número de células-tronco possível para dentro do corpo de um paciente infectado. Idealmente, afirmou Kitchen, eles gostariam de desenvolver algo como uma vacina, que não exige um procedimento invasivo como o transplante de medula óssea, mas, por enquanto, essa ideia é muito “ficção científica”. Ainda assim, Kitchen diz, testes clínicos para sua nova abordagem provavelmente devem acontecer daqui a dois ou três anos.

Uma cura pode não estar tão próxima, mas, pela primeira vez, está começando a surgir no horizonte.

*Por Kristen Brown Publicado no Gizmodo

……………………………………………………………………….
*Fonte: universoracionalista

Nosso estilo de vida está acabando com o olfato

Cientista alerta que a vida moderna e a poluição estão afetando nosso nariz – e isso pode causar ansiedade, depressão e até obesidade.

Poluição do ar, lixo não coletado e até a casa suja estão afetando a maneira como sentimos cheiro. De acordo com Kara Hoover, especialista em evolução olfativa da Universidade de Durham (Reino Unido), a vida moderna está destruindo um dos nossos sentidos básicos, o olfato – e isso traz sérias consequências para a saúde.

Em seu discurso na reunião anual da Associação Americana para o Avanço da Ciência, realizada no último dia 20, em Boston, a pesquisadora alertou que o mau funcionamento do olfato pode desencadear problemas mentais, como a ansiedade e a depressão, e tornar pessoas obesas.

Tudo isso aconteceria porque estamos perdendo a capacidade de detectar o cheiro natural das coisas. E esse mau funcionamento do olfato altera também o paladar, fazendo com que as pessoas busquem alimentos mais salgados e gordurosos para podem sentir o sabor – daí a tendência à obesidade.

Já a ansiedade estaria ligada ao fato de o nariz não detectar odores ameaçadores.

“As pessoas estão ficando mais ansiosas porque o organismo não consegue mais sentir o cheiro do perigo, como o vazamento de gás ou fumaça”, afirmou Hoover em sua palestra. Sem esse senso olfativo, o corpo estaria sempre em alerta, elevando o nível de estresse.

Outro problema é o odor corporal. Segundo a pesquisadora, as pessoas do mundo moderno não conseguem determinar se o seu cheiro é bom ou ruim – e, também, não são capazes de sentir o cheiro de outros seres humanos.

“Elas sofrem de depressão porque não conseguem mais se envolver afetivamente [e olfativamente] com os alimentos e com entes queridos”, disse.

O alerta da cientista foi acompanhado de um pedido para que governantes tomem providências em relação à emissão de gases poluentes e, também, para que haja melhorias na qualidade de vida nas regiões mais pobres do mundo.

……………………………………………………………………….
*Fonte: superinteressante / Giselle Hirata

O que acontece se um casal decidir fazer sexo todos os dias durante uma semana?

Sexo inspira as pessoas a se sentirem mais confiantes, criativas e mais livres do que nunca, porque é um aspecto necessário e vital para a vida humana. O ser humano, na verdade, é um dos poucos animais concebidos que desfruta do sexo em vez de apenas fazê-lo para fins de acasalamento.

Como seres humanos, nós também somos projetados para sermos indivíduos criativos e sociais. Ter relações sexuais todos os dias desbloqueia a sua criatividade, bem como beneficia sua saúde e sua felicidade.

Há várias outras razões pelas quais você precisa precisa fazer sexo com mais freqüência. Saiba o que aconteceu com casais que experimentaram fazer sexo por 30 dias seguidos.


Saúde cardiovascular

Os homens do teste melhoraram sua saúde cardiovascular e tiveram um menor risco de ter um ataque cardíaco do que os homens que tinham relações sexuais menos de uma vez por mês.


Aumento da imunidade

A atividade do anticorpo imunoglobulina imune-impulsionar a (IgA), que faz seu corpo mais forte contra doenças como a febre, aumentou drasticamente.


Redução do stress

As relações sexuais melhoraram o humor. Em um estudo publicado no ano passado foi provado que as pessoas que fazem sexo regularmente podem lidar com o estresse melhor e são mais felizes.


Alívio da dor

Se você estiver usando uma dor de cabeça como desculpa para não fazer sexo, pare de fazer isso. Ter relações sexuais faz com que o hormônio oxitocina aumente em cerca de cinco vezes no seu corpo. Esse hormônio age como um anestésico natural.


Aumento da circulação sanguínea

Devido a frequência cardíaca aumentar durante as relações sexuais, sangue fresco é fornecido aos seus órgãos e células. Enquanto o sangue usado é removido, o corpo também expele toxinas e outros materiais que fazem você se sentir cansado.

 

 

 

 

……………………………………………………..
*Fonte: fatosdesconhecidos

Como deveria ser sua rotina diária, de acordo com a ciência

É melhor se exercitar de manhã ou de noite? Devo tomar um multivitamínico? Quanto tempo preciso me exercitar para ver resultados?

Essas são todas perguntas que você já se fez e, felizmente, cientistas também.

O portal Business Insider reuniu todas as dicas científicas para ter a melhor rotina diária possível. Você pode usar esses dados para orientar muitas das decisões que faz no dia-a-dia:

Não tome tantos banhos

Longe de mim sugerir que você apareça para trabalhar fedido, mas… A ciência acha que é mais saudável não tomar tantos banhos. Um crescente número de evidências sugere que se lavar demais pode ressecar sua pele e seu cabelo. Isso porque, além de eliminar a sujeira e os poluentes, os banhos também infelizmente eliminam muitas das bactérias e óleo que ocorrem naturalmente no corpo e são benéficos, mantendo nossa pele e cabelo saudáveis.

“É paradoxal, mas as pessoas que lavam seus cabelos muito para se livrar da oleosidade estão secando seu couro cabeludo e produzindo mais óleo”, explicou Lynne Goldberg, dermatologista do Boston Medical Center, ao Business Insider.

Quando se trata de configurar sua rotina de banhos, você deve considerar duas coisas: a secura média da pele e do couro cabeludo e a textura do seu cabelo. Se a pele e o cabelo não são muito oleosos nem muito secos, você provavelmente só precisa banhá-los uma ou duas vezes por semana.

Espere um pouco para tomar café

Muitas coisas acontecem naturalmente nos nossos corpos quando acordamos. Por exemplo, eles começam a bombear o hormônio cortisol, uma espécie de cafeína natural. A maioria das pessoas atinge um pico nos níveis de cortisol entre 8:00 e 9:00 da manhã.

No entanto, em vez de ajudar, o café consumido neste momento pode na verdade atenuar os efeitos naturais do cortisol. A recomendação de Stephen Miller, da Uniformed Services University of the Health Sciences, é esperar uma hora após despertar para tomar café.

Se exercite em jejum

Pesquisas sugerem que um treino de manhã com o estômago vazio ajuda a acelerar a perda de peso e aumentar os níveis de energia, ao “despertar” o corpo para uma queima de gordura durante todo o dia. Isso porque se exercitar logo cedo sem comer nada pode estimular o corpo a usar suas reservas de gordura para obter combustível em vez de simplesmente “queimar” a refeição mais recente.

Além disso, se você se exercitar ao ar livre, pode ajustar corretamente o ritmo circadiano interno do seu corpo. Em um estudo, as pessoas que experimentaram luz solar intensa dentro de duas horas após o despertar foram mais capazes de controlar seu peso do que aquelas que não se expuseram à luz natural, independentemente do que comessem durante o dia.

Qualquer tipo de exercício é uma maneira saudável de começar o dia, mas o que terá mais benefícios para seu corpo e cérebro é o aeróbico. Ele é a coisa mais próxima de uma droga milagrosa que temos: estudos sugerem que correr ou nadar, por exemplo, ajuda a levantar o humor, limpar a mente e pode até nos proteger do declínio cognitivo que ocorre com a idade. Também fortalece o coração e os pulmões e ajuda a tonificar os músculos.

De preferência, você deve se exercitar pelo menos 45 minutos de cada vez.

Coma algo saudável

Se você normalmente toma café da manhã, existem três ingredientes essenciais que não podem faltar nele: proteínas, fibras e gorduras saudáveis.

Esqueça carboidratos refinados, como os encontrados em pães brancos, bolos e até mesmo cereais. Em vez disso, experimente comer ovo, abacate, iogurte grego ou nozes. Esses alimentos ajudam a suavizar a digestão e acelerar seus músculos.

Se você quer perder peso e já tentou diversas dietas sem sucesso, pode experimentar um plano de alimentação conhecido como jejum intermitente – mas consulte seu médico antes. Existem várias versões dessa dieta, mas uma das mais populares envolve jejuar por 16 horas e comer por oito, a cada dia. A maioria das pessoas opta por uma janela de refeições que vai do meio dia às oito da noite.

Grandes estudos sobre jejum intermitente descobriram que ele é confiável para a perda de peso. Também poderia ter outros benefícios, como reduzir o risco de certos cânceres e até prolongar a vida, mas esses resultados precisam ser verificados ainda.

Não tome multivitamínicos

Os ingredientes que você está procurando em um multivitamínico são melhor processados pelo seu corpo quando vêm de alimentos reais. Se você não está comendo direito, tomar uma vitamina não vai te fazer tão bem quanto melhorar sua alimentação. Aliás, pode até te fazer mal.

A indústria de vitaminas e suplementos é em grande parte não regulamentada. “Os consumidores não devem esperar nada de [suplementos] porque não temos nenhuma evidência clara de que eles são benéficos. Eles devem saber que podem estar se colocando em risco”, argumenta S. Bryn Austin, da Universidade Harvard, ao Business Insider.

Sente-se adequadamente

Milhares de pessoas trabalham sentadas durante a maior parte do dia. Se você é uma delas, provavelmente sabe que sentar o dia todo vem com algumas preocupações de saúde, incluindo músculos doloridos, olhos tensos, má circulação e ganho de peso.

Para evitar essas condições, é importante ter uma postura adequada. Quer encontrar a sua? Experimente este exercício simples: sente-se no final da sua cadeira e deixe-se curvar. Agora, tente sentar-se em linha reta, acentuando a curva das costas o máximo possível. Mantenha esta posição por alguns segundos. Em seguida, solte a posição um pouco – não mais do que cerca de 10 graus. Esta é a sua posição sentada adequada.

Vale lembrar que, mesmo se você estiver se sentando corretamente, precisa se levantar ao menos uma vez por hora.

Um grupo internacional de cientistas descobriu em 2015, em um estudo observacional com cerca de 4.000 adultos americanos, que pessoas que passaram cerca de dois minutos se movimentando a cada hora tinham um risco 33% menor, em média, de morrer prematuramente do que aquelas que não se levantaram o dia todo.


Beba muita água

A desidratação pode levar a dores de cabeça, fadiga e outras condições. Ainda assim, ao contrário da opinião popular, você não precisa necessariamente beber oito copos de água por dia.

Sua necessidade de hidratação diária pode mudar com base em vários fatores, incluindo quanto exercício você fez no dia e quanta luz solar recebeu. Certos alimentos também são uma boa fonte de água, então comer mais deles pode significar que você precisa beber menos – couve-flor, berinjela, pimentão e espinafre são ótimas fontes, pois são feitos 92% de água.

Almoce da mesma forma que tomou café da manhã

Assim como a sua refeição matinal, o seu almoço deve conter poucos carboidratos com alto teor de açúcar, como pizza, sanduíches prontos e alimentos fritos.

Em vez disso, opte por refeições ricas em proteínas, fibras, grãos integrais e gorduras saudáveis. Boas opções seriam ovo, carne magra, feijão, grão-de-bico, arroz integral, quinoa, salmão e azeite, por exemplo.

Faça pausas das telas para evitar fadiga ocular

Seus olhos estão secos, embaçados ou irritados? Você pode estar sofrendo do que os oftalmologistas chamam de “fadiga ocular digital”.

Para evitar isso, certifique-se de que está piscando o suficiente e configure seu computador de uma maneira que minimize o brilho. Você também pode praticar o que é conhecido como a regra 20-20-20: a cada 20 minutos, olhe para algo a pelo menos 20 pés (6 metros) de distância por 20 segundos. Isso permitirá que seus olhos descansem.

Evite excesso de cafeína no meio da tarde

A Clínica Mayo aconselha os adultos a limitar a ingestão de cafeína a 400 mg por dia ou o equivalente a cerca de dois a três cafés.

Contudo, esse conteúdo de cafeína pode diferir dramaticamente com base no tipo de café. Por exemplo, 1,5 xícaras de Starbucks já oferecem 400 mg de cafeína, enquanto você precisa de quatro xícaras de café do McDonald’s para absorver o mesmo.

Como muito de qualquer coisa, muita cafeína vem com riscos, incluindo enxaquecas, irritabilidade, dor de estômago e até tremores musculares.

Coma lanchinhos preparados em casa

Para um impulso de energia no meio da tarde, opte por um lanche caseiro saudável, como maçãs em fatias, nozes, cenouras ou iogurte grego.

Nós vivemos em uma sociedade onde fazer escolhas saudáveis não é tarefa simples. “Os alimentos insalubres são mais baratos e estão em todos os lugares. Se você for a qualquer loja, pode comprar uma barra de chocolate no caixa, mas não um pedaço de fruta”, explica o nutricionista Andy Bellatti ao Business Insider.

Ou seja, a melhor maneira de garantir que você coma algo nutritivo é trazê-lo de casa.

Pule o happy hour, ou vá simplesmente pela comida e pela companhia

O álcool é uma das drogas mais consumidas no mundo. Enquanto beber em pequenas quantidades pode ter alguns benefícios de saúde, outros estudos também já associaram o álcool a uma série de efeitos colaterais negativos, inclusive câncer.

É sempre uma boa ideia minimizar a exposição excessiva ao álcool. Então, no seu próximo evento de happy hour, considere ir apenas pela companhia.

Se sair para jantar, planeje levar um terço da comida para casa

O tamanho das porções dos nossos lanches e refeições cresceu nos últimos 40 anos. Estudos americanos mostraram que aumentou até 138% desde a década de 1970, de acordo com dados do The American Journal of Public Health, The Journal of Nutrition e The Journal of the American Medical Association.

O tamanho médio dos pratos – seja em restaurantes à la carte ou fast food – é normalmente grande demais para nossa fome. Portanto, esteja atento aos tamanhos das porções e considere levar de um terço à metade dessa comida para casa, para comer em outro momento.

Desligue as telas pelo menos 30 minutos antes de dormir

A luz azul que ilumina nossas telas também reduz a produção de melatonina, um hormônio chave que nossos cérebros usam para preparar nossos corpos para o sono.

Os especialistas recomendam que as pessoas larguem o celular, a TV e o computador pelo menos 30 minutos antes da hora de dormir.

Antes de deitar, certifique-se de que seus lençóis estejam limpos

Nossas camas podem se tornar o lar de bactérias e fungos dentro de uma semana, conforme revelou o microbiologista da Universidade de Nova York, Philip Tierno, ao Business Insider.

A combinação de suor, caspa, pelo, pólen, solo, poeira e muitos outros itens é suficiente para deixar uma pessoa doente.

Troque sua roupa de cama pelo menos uma vez a cada sete dias. [BusinessInsider]

 

 

 

 

…………………………………………………..
*Fonte: hypescience

Veja estes nanorrobôs destruindo a infecção diretamente no estômago

Nanoengenheiros da Universidade da Califórnia em San Diego demonstraram pela primeira vez o uso de micromotores para tratar infecção bacteriana no estômago. Esses veículos minúsculos, cada um com metade do diâmetro de um fio de cabelo humano, nadam rapidamente pelo estômago enquanto neutralizam o ácido gástrico. Eles fazem isso para liberar um antibiótico que não funciona em ambientes com pH muito baixo, como o do estômago. Os resultados do trabalho foram publicados na revista Nature Communications.

Esse método de entrega de medicamento que utiliza um micromotor é um uma novidade promissora para tratar infecções estomacais com medicamentos sensíveis a ambientes ácidos. O esforço é uma colaboração entre grupos de pesquisa dos professores Joseph Wang e Liangfang Zhang na escola de engenharia da Universidade da Califórnia. Wang e Zhang são pioneiros em pesquisas de micromotores, e esse estudo representa o primeiro exemplo de micromotores que entregam medicamentos para tratar infecções bacterianas.

O ácido gástrico pode ser destrutivo para medicamentos administrados por via oral, como antibióticos e farmacêuticos que têm como base proteínas. Drogas usadas para tratar infecções bacterianas, como úlceras e outras doenças do estômago, são normalmente tomadas com outras substâncias que inibem a produção do ácido gástrico. Quando ingeridas por longos períodos, porém, esses inibidores podem causar efeitos colaterais como dor de cabeça, diarreia e fadiga. Em casos mais sérios, podem causar ansiedade ou depressão.

Os micromotores têm um mecanismo embutido que neutralizam o ácido gástrico e entregam de forma eficaz suas cargas de medicamento no estômago, sem o uso de outras medicações para inibir a produção do ácido gástrico.

“É um tratamento de uma etapa só com esses micromotores, combinando neutralização ácida com ação terapêutica”, diz Berta Esteban-Fernández de Ávila, uma pós-doutora que faz parte do grupo de pesquisa de Wang e é co-autora do trabalho.

Cada micromotor consiste de um centro esférico de magnésio coberto com uma camada protetora de dióxido de titânio, que por sua vez é coberta por uma cama do antibiótico Claritromicina e por outra camada de um polímero positivamente carregado chamado Quitosana, que permite que o motores se grudem na parede estomacal.

Outro fator que facilita a ligação do micromotor na parede do estômago é a propulsão dos micromotores, que se movem com a ajuda do próprio ácido do estômago. O centro de magnésio reage com o ácido gástrico, gerando uma corrente de microbolhas de hidrogênio que é liberada e faz o nanoveículo se movimentar. Essa reação também reduz temporariamente a acidez no estômago, aumentando o nível de pH o suficiente para permitir que os micromotores liberem o medicamento para tratar a infecção. O pH do estômago retorna ao normal em 24 horas.

Os pesquisadores testaram os micromotores em ratos com infecções de Helicobacter pylori. Esses micromotores estavam carregados com doses do antibiótico Claritromicina, e eram administrados oralmente uma vez por dia por cinco dias consecutivos. Depois, pesquisadores avaliaram a contagem bacteriana no estômago de cara rato e descobriram que o tratamento com micromotores era ligeiramente mais eficiente do que a mesma dose de antibióticos que eram administrados em combinação de inibidores de acidez.

Os micromotores são feitos em sua maioria de materiais biodegradáveis. O centro de magnésio e as camadas de polímero são dissolvidas pelo suco gástrico sem produzir resíduos perigosos.

Os pesquisadores afirmam que enquanto os resultados presentes são promissores, esse trabalho ainda está em um estágio inicial. A equipe está planejando estudos futuros para avaliar o desempenho terapêutico dos micromotores in vivo e comparar com outras terapias padrão usadas em doenças estomacais.

Há também planos para testar diferentes combinações de medicamentos com os micromotores para tratar múltiplas doenças no estômago ou em outras seções do trato gastrointestinal. [Phys.org]

…………………………………………..
*Fonte: hypescience/ Juliana Blume

5 Coisas que você deve fazer antes de cada treino

O verão tá chegando e a preparação para ele também! Afinal de contas, todo mundo quer chegar na praia no final do ano com um corpo legal, e para isso, não basta só correr, pedalar ou pegar pesado na academia, pois o pré-treino também é muito importante. – Aliás, o descanso e a alimentação são até mais importantes que o treino em si.

Assim, pra te dar uma força, o Blog da Men’s decidiu trazer as 5 coisas que você DEVE FAZER antes de cada treino para obter melhores resultados e já começar o #projetoverão2018 com tudo! Olha só.

1. Coma antes do treino

A maioria de nós acaba se preocupando só com o que comer depois do treino e esquecemos que também é essencial se alimentar antes do treino, independente do objetivo, sendo ele ganho de massa muscular ou emagrecimento. Comer alguma refeição ou lanche leve pelo menos uma hora antes do treino pode dar uma energia a mais na sua rotina diária de exercícios e com certeza irá melhorar os seus resultados. Mas fica ligado! Diferentes pessoas têm diferentes padrões de digestão, então nada de comer algo muito pesado em um curto período de tempo antes de ir para a academia. Neste post do Blog listamos “Os 10 Melhores Alimentos Pré-treino” pra não ter erro. Para conferir é só clicar AQUI.

2. Hidrate o seu corpo

Nada é mais perigoso do que se exercitar com o estômago vazio ou com um corpo desidratado. Por isso, beba pelo menos um ou meio litro de água uma hora antes da sessão de treino. Uma hora é um bom período de tempo porque nesse intervalo você não fica com aquela sensação de “inchaço” na barriga por tomar muito água. Ah, é um fato pouco conhecido é que um corpo bem hidratado durante o treino faz com que o seu exercício seja muito mais benéfico, e por consequência, traga resultados muito melhores e mais rápidos.

3. Planeje-se

Imagine chegar na academia e passar quase 15 minutos ou mais apenas para escolher qual exercício ou equipamento você vai começar! Não parece uma boa ideia, não é? Por isso, em vez de gastar metade do seu tempo decidindo o que fazer primeiro e por quanto tempo, planeje o seu treino antes de começá-lo. Comece fazendo um cronograma e anote os exercícios que deseja fazer primeiro e por quantos minutos. Por exemplo, separe quantas repetições você quer fazer e por quantos minutos em determinado movimento. Isso vai te poupar tempo e com certeza vai fazer você se concentrar ainda mais na atividade física. – O bacana é sempre pedir ajuda para um profissional de Educação Física quando for montar o seu treino, beleza?!

4. Faça exercícios de aquecimento

Mesmo que você esteja atrasado, não ignore a sua rotina de aquecimento antes do treino! Isso pode te deixar com lesões e até mesmo causar câimbras durante determinado exercício. Por isso, tire uns 10 minutos para praticar uma atividade aeróbica, como caminhada na esteira ou pedalada na bicicleta, e aí sim passe gradualmente para os exercícios dinâmicos.

5. Monte uma playlist de treino

Sim, nosso corpo muitas vezes tende a se adaptar a uma certa melodia assim que uma música toca! E tem coisa melhor do que treinar ouvindo a sua música preferida nos fones de ouvido?! Então crie a sua própria playlist de exercícios com músicas do gênero que você mais curte ouvir! – uma dica é optar por gêneros de músicas mais pra cima, como rock e eletrônica.

Isso vai fazer com que a sua sessão de treino seja muito mais prazerosa e também vai dar uma “impulsionada” no final de um treino puxado.

 

 

 

…………………………………………………….
*Fonte/texto: mensmarketblog

 

Neurocientistas mostram o que o jejum faz ao seu cérebro

O jejum… Mark Mattson, o atual chefe do Laboratório de Neurociência do Instituto Nacional de Envelhecimento e também professor de neurociência na Universidade Johns Hopkins, um dos mais respeitados pesquisadores na área de mecanismos moleculares e celulares para desordens neurodegenerativas, deu um TEDx que deveria ser assistido (em inglês).

Existem exemplos incontáveis da manipulação de pesquisas publicadas pelas indústrias farmacêuticas nos anos recentes. É por isso que o professor de medicina de Harvard, Arnold Symour Relman disse ao mundo que a profissão médica foi comprada pela indústria farmacêutica. Dr. Richard Horton, editor chefe da revista The Lancet, disse que muito da literatura científica publicada hoje é inverdade. Já a Dra. Marcia Angell, antiga editora chefe da New England Journal of Medicine, disse que “a indústria farmacêutica gosta de se mostrar como uma indústria baseada em pesquisas, como a fonte de drogas inovadoras. Nada poderia ser mais longe da verdade.”

E é por isso que John Loannidis, um epidemiologista da escola de medicina da Universidade de Stanford publicou um artigo intitulado…

“Porque a maioria dos achados de pesquisas publicadas são falsos”

Que subsequentemente se tornou o artigo mais acessado da história da PLoS (Public Library of Science)

 

Atenção: jejuar incorretamente pode ser perigoso. Antes de começar a prática, procure acompanhamento profissional com um nutricionista. No meu livro Alimentação Desintoxicante (Alaúde) tem um capítulo que fala só dos tipos, formas, benefícios e cuidados com os jejuns.

 

Dr. Mark Mattson comenta no final do vídeo:

Porque a dieta normal são três refeições diárias mais lanches? Não é porque ela seja o padrão mais saudável de comer, e existem muitas evidências que demonstram isso, mas porque existe uma grande pressão para que esse padrão de alimentação assim seja, afinal trata-se muito dinheiro envolvido.

A indústria alimentícia irá ganhar dinheiro de pessoas que pulam o café da manhã, como eu fiz hoje? Não, ela irá perder dinheiro. Se as pessoas jejuarem, a indústria alimentícia perde dinheiro.

E a indústria farmacêutica? Se as pessoas fizerem pequenos jejuns, e se exercitem periodicamente, e forem muito saudáveis: a indústria farmacêutica vai fazer dinheiro com pessoas saudáveis?

Principais pontos da palestra acima e da ciência da qual ela veio, Mark e sua equipe já publicaram vários artigos que discutem como o jejuar 2 vezes / semana pode diminuir o risco de desenvolver doenças como Parkinson e Alzheimer:

“Já são bem conhecidas as mudanças que a dieta provoca em nosso cérebro.
Crianças que sofrem de epilepsia tem menos episódios quando são colocadas em dietas de restrição calórica ou jejuns.
Acredita-se que o jejum ajuda a iniciar medidas protetivas que ajudam a contrabalançar os sinais superexcitados que os cérebros epiléticos muitas vezes exibem.
Algumas crianças também se beneficiaram de uma dieta bem específica com muita gordura e pouco carboidrato.
Cérebros normais, quando superalimentados, podem experimentar outro tipo de excitação descontrolada, impedindo (ou limitando) o pleno e sano funcionamento cerebral.”

Basicamente, quando você olha para estudos sobre restrição calórica, muitos deles mostram um tempo de vida prolongado assim como uma habilidade aumentada de lutar contra doenças crônicas.

“A restrição calórica aumenta o tempo de vida e retarda doenças crônicas relacionadas a idade em muitas espécies, como ratos, camundongos, peixes, moscas, minhocas e leveduras. O mecanismo ou mecanismos pelo qual isso ocorre é desconhecido”

A frase acima é de uma revisão da literatura que tem mais de 10 anos. Mas, o trabalho apresentado aqui mostra alguns dos mecanismos que antes eram desconhecidos.

O jejum faz coisas boas ao cérebro, e isso é evidenciado pelas mudanças neuroquímicas benéficas que acontecem no cérebro quando em jejum. Também aumenta a função cognitiva, fatores neurotróficos, resistência ao dano e reduz a inflamação.

O jejum é um desafio…

Para o cérebro, que responde a esse desafio adaptando, vias de resposta ao dano, que irão ajudar o seu cérebro a lidar MELHOR (ou de outra forma) com o dano e o risco de doenças.

As mesmas mudanças que ocorrem no cérebro durante o jejum imitam as mudanças que ocorrem com exercício regular.

Ambas aumentam a produção de fatores neurotróficos que promovem o crescimento de neurônios, a conexão entre eles e a força das sinapses.

“Desafios para o cérebro, seja por jejum intermitente ou exercício vigoroso… é um desafio cognitivo.
Quando isso acontece circuitos neurais são ativados, níveis de fatores neurotróficos aumentam,
e isso promove o crescimento de neurônios (e) a formação e fortalecimento das sinapses…”

O jejum também pode estimular a produção de novas células nervosas de células tronco no hipocampo.
Ele também menciona a produção de cetonas e que isso poderia aumentar o número de mitocôndrias nos neurônios.
O jejum também aumenta o número de mitocôndrias nas células nervosas; isso é um resultado dos neurônios se adaptando ao dano pelo jejum (pela produção de mais mitocôndrias).
Pelo aumento do número de mitocôndrias nos neurônios, a habilidade dos neurônios de formar e manter as conexões entre eles também aumentam. Melhorando assim o aprendizado e a memória.
“O jejum intermitente aumenta a habilidade das células nervosas de reparar DNA.”

Ele também entra no aspecto evolucionário da teoria…

Como nossos ancestrais adaptaram e foram selecionados para passar longos períodos de tempo sem comer. Um estudo publicado na revista Cell Stem Cell por pesquisadores da Universidade do Sul da Califórnia, mostrou que ciclos de jejum prolongado protegem contra danos no sistema imune e, mais ainda, induz a regeneração do sistema imune.

Eles concluíram que o jejum altera as células tronco do estado
dormente para o estado de auto-renovação.
Ele ativa a regeneração baseada em células tronco de um órgão ou sistema.

Pesquisas clínicas em humanos foram realizadas usando pacientes que recebiam quimioterapia. E, por longos períodos de tempo, os pacientes não comiam, o que reduziu as células de defesa.

Em camundongos, ciclos de jejum “ligaram a regeneração, mudando as vias de sinalização das células tronco hematopoéticas, que são responsáveis pela geração do sistema sanguíneo e imune.”

Isso significa que o jejum mata as células imunes velhas e danificadas,
e quando o organismo reinicia, ele usa as células tronco
para criar células novinhas, completamente saudáveis.

“Nós não poderíamos prever que o jejum prolongado poderia ter um efeito tão impressionante na promoção de regeneração baseada em célula tronco do sistema hematopoético… Quando você passa fome, o sistema tenta poupar energia, e uma das coisas que você pode fazer para poupar energia é reciclar muitas células imunes que não são necessárias. Especialmente aquelas que estão danificadas.

Nós começamos a notar em humanos e animais que as células de defesa diminuem no jejum prolongado. Quando você é realimentado, as células retornam” – Valter Longo

Uma revisão de vários estudos sobre jejum foi publicada no The American Journal of Clinical Nutrition em 2007. Ela examinou estudos em humanos e animais e determinou que o jejum é uma maneira efetiva de reduzir o risco de doenças cardiovasculares e câncer. Também mostrou potencial em tratar a diabetes.

Antes de jejuar

Antes de começar a jejuar, tenha certeza que fez seu dever de casa. Pessoalmente, eu venho jejuando por anos e é algo fácil para mim. Uma maneira recomendada de fazer – que foi testada pelo Michael Mosley da BBC para reverter seu diabetes, colesterol alto e outros problemas associados com a obesidade – é a que é conhecida como “dieta 5:2”.

NÃO FAZER SE:

. Estiver grávida
. Abaixo do peso
. Sem antes consultar um médico especialista em jejum e detox
. Estiver sozinho
. Passando por problemas pessoais

Existem vários casos que deveriam ter mais atenção antes de se iniciar um jejum. Não há como listar todos, então bom senso é o mais importante. Cuidado, zelo com sua saúde, observar você o tempo todo. Seu corpo vai dizer se é para seguir em frente ou não. Interromper o Jejum é sábio e não um fracasso.

 

O QUE PODE ACONTECER E PODE SER
EVITADO SE VC ESTIVER BEM ACESSORADO

Dores de cabeça – Irritabilidade – Compulsividade alimentar após o Jejum – Desmaio, tontura, perda da consciência – Descontrole glicêmico.

No plano 5:2, você reduz sua comida para um quarto das suas calorias normais nos dias em jejum (que deve ser algo como 600 calorias para homens e 500 calorias para mulheres nas terças e quintas por exemplo), mas consumindo bastante água. Nos outros cinco dias da semana, você come uma dieta normal (no mesmo exemplo, 2400 para homens e 2000 para mulheres nos outros dias).

Outra maneira de fazer é restringir sua alimentação em algum horário específico, como só comer entre as 11 da manhã e 7 da noite e não comer fora desse horário.

Como você pensa sua dieta é, na minha opinião, uma das mais importantes, se não a mais importante parte de estar saudável.

Como você pensa sobre o que você está inserindo no seu organismo é importante e eu acredito que isso, irá eventualmente ficar firmemente estabelecido na literatura médica não influenciável (não comprada) no futuro.

[ Aqui ]  está um vídeo em inglês do Dr. Joseph Mercola explicando os benefícios do jejum intermitente.

[ Aqui ] um artigo que ele escreveu onde ele explica como o jejum pode ajudar você a viver uma vida mais saudável.

Catarina Z. Dias

 

………………………………………………………….
*Fonte: docelimao

Os cinco melhores exercícios físicos segundo Harvard (e nenhum deles é correr)

Eis as atividades mais benéficas para a saúde em curto e longo prazos de acordo com I-Min Lee, professora de Medicina de Harvard
– por Mayte Martínez Guerreiro – El País

Se você acha que correr uma maratona é a maneira mais simples de ficar sempre em forma, está enganado. Pelo menos é o que dizem os estudiosos de Harvard, segundo os quais, para perder peso, aumentar a massa muscular, proteger o coração e o cérebro e fortalecer os ossos, há atividades físicas melhores do que essa. I-Min Lee, professora de Medicina e Epidemiologia da Faculdade de Medicina de Harvard (EUA), afirma que correr longas distâncias não faz bem para as articulações nem para o sistema digestivo. Sua proposta de atividades esportivas inclui outros cinco exercícios que trazem benefícios que vão desde a perda de peso até o ganho de músculos, proteção do coração e fortalecimento dos ossos.

1. Tai chi

Uma arte marcial chinesa que combina uma série de movimentos delicados e fluidos para criar uma espécie de meditação em movimento. O exercício é praticado lenta e suavemente com um alto grau de concentração e dá especial atenção para a respiração em profundidade. Como são os praticantes que definem o seu próprio ritmo, ele é acessível para uma variedade muito ampla de pessoas, independentemente da idade ou da condição física. “É especialmente bom para os mais velhos, pois o equilíbrio é um componente importante da condição física e algo que perdermos com o avançar da idade”, diz Lee. Para Marta Rosado, com efeito, ele “melhora o equilíbrio, a coordenação e a flexibilidade. Previne o surgimento de dores lombares e problemas na coluna vertebral. A prendemos a respirar e a canalizar nossa energia. Melhora o sono e relaxa física e mentalmente. Qualquer um pode realizá-lo, pois ele não provoca nenhum tipo de impacto. Eu o recomendaria sobretudo a partir dos 50 anos”.

2. Caminhar

Vários estudos sugerem que caminhar durante pelo menos 30 minutos, mesmo sendo em ritmo moderado ou pausado, pode trazer benefícios para a mente e para o corpo. Em pessoas com depressão severa, esse exercício pode contribuir para uma redução clinicamente importante e estatisticamente significativa da mesma. ”É uma atividade que melhora o sistema cardiovascular, pode ajudar a fortalecer a parte inferior do corpo nas pessoas mais velhas e naquelas que têm pouca condição física”, afirma Ángel Merchán. “Diminui os níveis de colesterol, é essencial para diabéticos, reforça o sistema imunológico, melhora a circulação e oxigena o corpo”, diz a personal trainer Marta Rosado, para quem essa atividade não constitui, porém de um “treinamento”.

3. Exercícios de Kegel

Importantes para homens e mulheres, eles ajudam a fortalecer a região pélvica. À medida que envelhecemos, essa região, que inclui o útero, a bexiga, o intestino delgado e o reto, se fragiliza. Manter esse conjunto com resistência traz benefícios como o de evitar vazamentos da bexiga. A forma correta de fazê-los, segundo Harvard, é comprimir os músculos usados para segurar a urina ou os gases durante dois ou três segundos, soltar e repetir 10 vezes –e isso, de quatro a cinco vezes por dia. Marta Rosado alerta, porém, para o fato de que “a realização de uma quantidade excessiva desses exercícios pode levar a um enfraquecimento dos músculos da região pélvica e provocar uma nova redução da capacidade de controlar a bexiga”.

4. Natação

Trata-se do “exercício perfeito”, segundo os autores do boletim de saúde de Harvard Healthbeat. Além de trabalhar quase todos os músculos do corpo, a natação eleva a frequência cardíaca e pode melhorar a saúde do coração e proteger o cérebro da deterioração relacionada à idade. Nadar regularmente entre 30 e 45 minutos é um exercício aeróbico que ajuda a combater a depressão, a elevar o estado de ânimo e a diminuir o estresse, entre outros benefícios. “Nada é bom para pessoas com atrite”, afirma Lee no boletim. Embora o considere bastante completo, Ángel Merchán, diretor da empresa de treinamento pessoal Homewellness, não acredita na existência de um “treinamento perfeito baseado em apenas uma modalidade. É preciso uma abordagem incluindo diversas práticas. Os impactos e as cargas são também necessários, por exemplo, para a prevenção da osteoporose e para o estímulo dos tendões. A natação deve ser combinada com um trabalho de força –com pesos, por exemplo—e de impacto (corrida, por exemplo), adaptados para cada pessoa”.

5. Treinamento de força

Requer o uso do peso para criar resistência contra a gravidade. Pode ser o próprio corpo, pesos com ou sem alça, tiras elásticas… Para Ángel Merchán, trata-se de um exercício “fundamental em qualquer tipo de treinamento. Melhora a força muscular, previne lesões, ativa o metabolismo. Todo mundo pode e deve fazê-lo, obviamente de forma adaptada caso a caso: na terceira idade, ele ajuda no combate a vários problemas comuns, como dores nas costas e nos joelhos, osteoporose e sobrepeso”. Marta Rosado concorda. “É essencial para manter o peso que se perdeu. Protege ossos e músculos, melhora a mecânica do corpo e nos torna mais conscientes de cada movimento. Aumenta os níveis de energia e melhora o estado de ânimo”.

………………………………………………………………..
*Fonte: resvistaprosaversoearte

Se a inflação anual é de 2,71%, por que planos de saúde têm reajustes de 46%?

Nos primeiros dias de julho deste ano, Leonardo Borges recebeu em sua casa uma carta notificando que seu seguro de saúde, da Sul América, havia subido 18,98%, o que elevaria a mensalidade de 433,63 reais para 515,93. As justificativas para este aumento foram vagas: “Frequência de utilização do plano, maior longevidade da população, ampliação de coberturas com a incorporação de outras tecnologias, entre outros”, dizia o documento da administradora Qualicorp, que atua como intermediária entre clientes de planos coletivos por adesão — como o de Leonardo — e seguradoras ou operadoras. “Estou vendo a possibilidade com um advogado de entrar com algum recurso”, conta o rapaz, de 33 anos. A mensalidade do plano de saúde de Clarice Corrêa, de 28 anos, teve um aumento similar. Desde que assinou o contrato, em abril de 2014, o valor que paga mensalmente deu um salto de 93%, de 396 reais para 768,23. “Eu pedi cotação para a Amil, mas vi que está ainda mais caro que meu plano atual. Também mandei e-mail para a Qualicorp para saber se algo poderia ser feito. Acho difícil que consiga mudar, mas ficar sem plano não vai rolar”.

Aumentos muitas vezes considerados abusivos viraram rotina para os 47,7 milhões de pessoas, praticamente um quarto da população brasileira, que têm planos de saúde no país. Mas em dezembro de 2014, a cobertura chegava a 50,4 milhões de brasileiros. Desde então o desemprego em alta e os aumentos descolados da inflação oficial vêm tornando o serviço privado proibitivo. As histórias se repetem: em determinado dia, chega uma carta avisando que o preço do contrato subiu. Às vezes de forma ainda mais dramática. Stéfanie Ribeiro, 28 anos, por exemplo, sofreu um reajuste de 39% neste ano; Daniel Ximenes, 28 anos, de 46,2%; Catharina Torres, 32 anos, de quase 30%. São porcentagens muito maiores que a da inflação oficial, medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que fechou em apenas 2,71% nos últimos 12 meses, a menor alta de preços desde 1999.

“Há uma falha de regulação. Os dados que temos não justificam um aumento tão expressivo nos valores cobrados”, argumenta Heron do Carmo, professor da USP e economista especializado em processos inflacionários. Os dados aos quais se refere também são do IPCA: nos últimos 12 meses, remédios e outros produtos farmacêuticos tiveram um aumento de apenas 5,12%, enquanto que os serviços hospitalares subiram 4,31%.

Atualmente, a Agência Nacional de Saúde Complementar (ANS) estabelece um teto de reajuste — que hoje é de 13,55% — apenas para os planos individuais, que hoje raramente são ofertados pelas seguradoras. São apenas 9,4 milhões de clientes em contratos, geralmente mais antigos, deste tipo. Os outros 38 milhões estão em planos coletivos, empresariais ou por adesão, que podem ser reajustados de forma livre. A ANS diz que que “as pessoas jurídicas possuem maior poder de negociação junto às operadoras, o que, naturalmente, tende a resultar na obtenção de percentuais vantajosos para a parte contratante”. Ana Carolina Navarrete, pesquisadora em saúde do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (IDEC), discorda desta tese e argumenta que “mesmo uma instituição forte tem o poder de barganha pequeno” na hora de negociar. Além disso, o fato de uma administradora como a Qualicorp atuar como intermediária entra clientes e planos acaba “encarecendo o processo produtivo”, explica a especialista. O IDEC defende um teto de reajuste também para os planos coletivos e recomenda que a ANS, “para garantir a sustentabilidade do sistema, considere a capacidade de pagamento do consumidor”. Em nota, tanto a Qualicorp como a Associação Nacional das Administradoras de Benefícios (ANAB) esclarecem que os aumentos são definidos pelas operadoras de planos de saúde e que o papel das intermediárias é o de negociar a “aplicação do menor índice possível e também oferecer alternativas mais acessíveis para que os usuários continuem assistidos”.

Ainda assim, a média de reajuste dos planos coletivos ultrapassa 14%, segundo dados da própria ANS. Tanto esta entidade como as operadoras, através da Associação Brasileira de Planos de Saúde (Abramge) e da Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde), contestam os dados oficiais do IPCA e explicam que os reajustes não levam em conta apenas a variação dos custos na saúde, mas também a maior utilização dos serviços, a incorporação de novas tecnologias caras, além do envelhecimento da população e da existência de desperdícios ou fraudes. A FenaSaúde destaca que, em 2016, o número de procedimentos cresceu 6,4%, totalizando 1,5 bilhão. Ao mesmo tempo, o segmento perdeu 2,7 milhões de clientes em dois anos. José Cechin, diretor-executivo da FenaSaúde, admite que esta queda não é a principal explicação para maiores aumentos de mensalidades, mas acredita que há um risco de que cada vez mais pessoas abandonem seus planos e a cobertura se elitize, aumentando por sua vez o risco de colapso do próprio setor. Esta tendência, ele explica, vem deixando as empresas em “polvorosa”. “Mas se o preço da ressonância magnética aumenta 20% e a quantidade de exames em 25%, o efeito combinado disso é um aumento de quase 50% na despesa. E é esse o valor que está embutido nos aumentos”, explica.

Em outras palavras, os aumentos de despesa são passados diretamente para o consumidor e as operadoras não assumem riscos, segundo avalia Mario Scheffer, da USP. “Não há crise para planos de saúde. Eles reclamam, falam de inflação maior no setor, mas eles vão muito bem, obrigado”, diz o especialista, que ainda questiona: “Quem calcula esses reajustes, essa inflação médica? Eles próprios? Isso não está claro, não é transparente”. Para Navarrete, do IDEC, as empresas também repassam para o consumidor “não apenas o que foi gasto a mais, mas também os problemas de gestão e desperdício”. “A ANS trabalha com dados fornecidos pelas seguradoras e operadoras. Não há problema nisso, mas usá-los como única fonte de informação, sem um sistema de fiscalização mais ativo, prejudica o trabalho da agência”, explica a pesquisadora.

Em 2016, a receita de seguradoras e operadoras subiu 12%, para quase 180 bilhões reais, segundo os dados da ANS. Subtraídas as despesas (assistenciais, administrativas e de comercialização), ficaram com um lucro de 390,5 milhões, em contraste com os 930 milhões do ano anterior — os ganhos, portanto, diminuíram. Segundo a Abramge, “desde 2007 a saúde suplementar opera com margens operacionais inferiores a 1%”, o que resulta na “dificuldade das operadoras em alcançarem o equilíbrio econômico-financeiro necessário”.
Judicialização e regulação

Os sucessivos aumentos dos planos, assim como exclusões de coberturas ou outros fatores, têm provocado uma enxurrada de ações judiciais contra as operadoras e seguradoras. Um levantamento do Observatório da Judicialização da Saúde Suplementar, liderado Scheffer, mostra que nos primeiros cinco meses de 2017 o Tribunal de Justiça de São Paulo julgou um total de 11.713 ações contra planos de saúde. Não param de crescer ano após ano: nesse mesmo período de 2011, o mesmo tribunal julgou 2.589 processos desse tipo.

O levantamento aponta ainda que em 90% dos casos os clientes ganham a causa. No escritório Vilhena Silva Advogados, especializado em Direito à Saúde, mais de metade das demandas são causadas por reajustes considerados altos. “Pegamos casos com aumentos de 80%, 130%… E o consumidor não tem acesso às contas, é uma caixa preta. Há uma omissão absurda da ANS”, explica o advogado Marcos Patullo. Mesmo sem um teto estabelecido pela agência para planos coletivos, os magistrados do escritório costumam argumentar diante do tribunal contra cláusulas de sinistralidade que passam a conta de eventuais prejuízos ao consumidor. Os juízes, diz Patullo, vêm ficando mais sensíveis ao assunto e costumam dar razão ao cliente quando “sentem que a operadora está omitindo informação ou está de fato repassando todo o risco” para ele.

Outros casos muito comuns que o escritório recebe são os de pessoas que estão prestes a completar 60 anos, uma faixa etária na qual as seguradoras costumam concentrar um alto aumento uma vez que, depois dessa idade, os reajustes estão regulados e devem ser menores. Um deles foi o de Roberto Reis Fernandes. Em 2009 pagava uma mensalidade de 468 reais, mas naquele mesmo ano viu sua fatura dar um salto para 1.222 reais. Um aumento de 160,88% que recebeu de aniversário. Hoje está com 68 anos e sua mensalidade alcançou 2.632 reais. “Isso sem contar o plano que pago para a minha esposa e minha filha. Somando tudo dá mais de 4.000 reais”, conta. Finalmente decidiu entrar na Justiça quando, ao ficar doente, a seguradora se negou a arcar com um tratamento caro. Em decisão liminar, a Justiça decidiu que a sua nova mensalidade deverá ser de 1.008 reais.

Ainda que a Justiça venha oferecendo alguma esperança para consumidores que se sentem lesados, o horizonte parece ser mais promissor para as seguradoras e operadoras. Elas se fizeram influentes em Brasília através de doações milionárias para campanhas que, em 2014, chegaram a um total de 54,9 milhões de reais, distribuídos a 131 candidatos a presidente, deputado federal, senador e governador. O aumento foi de 263% com relação às eleições de 2010, quando as doações somaram 11,8 milhões, segundo os dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) reunidos em pesquisa feita por Scheffer e a professora Lígia Bahia (UFRJ).

Financiados pelo setor, parlamentares debatem hoje na Câmara propostas para desregulamentá-lo ainda mais. O ministro da Saúde, Ricardo Barros — um dos que recebeu generosas doações — defende a liberalização de planos populares que não ofereçam uma ampla cobertura. A FenaSaúde é contrária a esta proposta concreta, mas defende, por exemplo, a existência dos planos com franquias. “Protegem as pessoas dos altos gastos com saúde e faz com que elas paguem por coisas menores, até chegar na franquia. Isso torna o cliente mais consciente na hora de usar os serviços e evita desperdícios”, argumenta o diretor-executivo Cechin, que diz que o caminho a ser seguido é o da diminuição de custos. Para isso, defende uma maior participação dos clientes nas decisões e um debate entre a comunidade médica para evitar gastos com tecnologias desnecessárias. Ele rejeita veementemente a ideia de que a ANS estabeleça novos tetos de reajuste.

Já Scheffer acredita que as propostas que estão na mesa representam uma volta aos anos 90, quando as regulamentações eram muito fracas. Ele propõe que, a curto prazo, os reajustes de planos coletivos e individuais sejam equiparados. “Estamos falando do sistema de saúde. A meu ver, deve haver um financiamento adequado para que o SUS amplie serviços em quantidade e qualidade. E que os planos de saúde sejam de fato suplementares. Mas hoje ele é maior do que deveria ser. Deveria ser mais rigorosamente fiscalizado e regulado”, diz. O especialista da USP reclama da “omissão” da agência. “É preciso melhorar algumas lacunas, olhar para as exclusões de coberturas e expulsões de idosos. A ANS tem força para isso.” Diante da mudança da pirâmide social brasileira, com a redução da população jovem e o aumento de idosos, que farão maioria, em breve, o dilema do custo da saúde privada vai ficar ainda mais complexo.

…………………………………………………………………..
*Fonte: elpais/ Felipe Betim

A geração de pessoas que se sabotam emocionalmente

Aí você conhece uma pessoa que parece incrível. Vocês conversam sobre tudo, fazem todos os passeios imagináveis, viram madrugadas em confissões e gargalhadas e têm uma química nunca antes vista na história da humanidade. Tudo parece perfeito, até que aquela pessoa começa a sumir, deixando você sem entender o que aconteceu. Você tenta respeitar o espaço, deixa a pessoa respirar, até que um dia, por não entender o que teria acontecido de errado, você chega com a pessoa e pergunta o que houve. E aí ela diz que não tem como continuar porque não quer se envolver.

Você fica sem entender o que aconteceu, vai investigando, até que a pessoa diz ou que teve um/uma ex que deixou traumas ou que gosta muito de um outro alguém, mas esse alguém não sente o mesmo por ela.

Nessa hora, você pode se sentir como se não fosse uma pessoa boa o suficiente para fazer com que esse alguém que você gosta deixe para trás os traumas e o passado. Você pode sentir um forte sentimento de rejeição, capaz de abalar até a mais inabalável das seguranças. Mas de uma coisa você precisa ter a mais absoluta certeza: tudo isso não é problema seu. Você não tem culpa se a pessoa que você gosta é uma das milhares de pessoas que se sabotam.

Se o outro prefere ficar se sabotando, é problema dele. Se ele não quer se permitir viver uma experiência que seria completamente diferente de tudo o que ele já viveu antes, é problema dele. Você não tem nenhuma culpa ou responsabilidade pelas escolhas das outras pessoas, independentemente de quais sejam elas.

Infelizmente, vivemos em uma geração de pessoas covardes, que se envolvem, mas depois ficam afastando os envolvimentos porque preferem ficar se escondendo atrás dos seus traumas. Eu já fiz isso, você também já deve ter feito. E sabe por que tanta gente faz isso? Porque é mais fácil ficar em uma zona de conforto de auto-piedade, reclamando que os traumas deixaram marcas ou dizendo “Ninguém me ama, ninguém me quer”. Mas tudo isso não é problema seu, amig@: é problema da pessoa. É problema dela se ela só se permite se apegar a sentimentos tão pequenos de mágoa, rancor, egoísmo e pena de si mesma.

Todos nós somos imperfeitos, mas nem as suas piores imperfeições justificam que alguém faça isso com você: se envolva, te trate como se fosse ser algo para valer e depois decida ir embora sem dar explicações. Mas, se essa pessoa quer sair da sua vida, deixe que ela vá embora. Você não merece alguém tão covarde.

Do outro lado da mesa

Agora, se você que está aí do outro lado se identifica com o perfil do covarde, pense no que você está fazendo com a sua própria vida. As pessoas são diferentes. O trauma que você teve com uma não necessariamente vai se repetir com outra. Cada um é de um jeito, e, consequentemente, as experiências que você terá com cada pessoa serão diferentes. Pense em todas as pessoas legais que você deixou passar pela sua vida por esse medo de se envolver. Até quando você vai ficar se sabotando por puro medo?

Eu sei que ninguém está dentro de você para saber o que você está sentindo. Ninguém está aí dentro para saber o quanto aquela rejeição te doeu e você tem todo o direito de sofrer o quanto achar que tem que sofrer. Mas pense comigo: se você não está preparado para se envolver, então não prolongue as coisas. Não tenha atitudes que deem brechas para que o outro crie expectativas. Quer beijar? Beije, mas deixe claro que você só quer o beijo. Quer transar? Transe, mas seja sincer@ e diga que você só quer isso. Quer só uma companhia para não se sentir sozinh@? Ok, todo mundo tem suas carências, mas deixe tudo bem claro para a outra pessoa. Será uma escolha dela se ela decidir ficar com você mesmo nessas condições. Mas ela precisa saber o que, de fato, está acontecendo.

O problema não é você viver o seu luto, mas sim iludir a pessoa e sumir do nada, sem dar nenhuma explicação, fazendo com que ela pense que o problema é com ela, que ela fez algo de errado. Seja uma pessoa adulta o suficiente para assumir as consequências dos seus atos.

Inclusive a de talvez, daqui a algum tempo, estar aí se remoendo porque não deixou que a Júlia ou o João entrassem para valer na sua vida e te mostrassem que o presente e o futuro podem ser completamente diferentes do passado.

*Texto publicado originalmente por Ana Paula Souza no Site Lado M e reeditado com autorização do administrador

……………………………………………………………..
*Fonte: fasdapsicanalise

6 maneiras de treinar seu cérebro para lidar com a ansiedade

Sofrer com a ansiedade é mais comum do que muitos imaginam: somente no Brasil, cerca de 13,3 milhões de pessoas têm distúrbios de ansiedade, doença que atrapalha relacionamentos, desempenho profissional e o bem-estar físico e emocional do indivíduo.

No ano passado, 6,4% da população brasileira sofria com transtornos do tipo, bem mais que a média global, de 3,9%, de acordo com estimativas da Organização Mundial de Saúde (OMS).

Mas o que é um transtorno de ansiedade e como diferenciá-lo da ansiedade natural? De acordo com Olivia Remes, doutoranda e pesquisadora do Departamento de Saúde Pública e Cuidados Primários da Universidade de Cambridge, na Inglaterra, transtornos de ansiedade generalizada são caracterizados por sensações frequentes de medo, inquietação, e de “sentir-se no limite”.

“Quando uma pessoa tem um prazo apertado ou uma emergência no trabalho, ela se sente ansiosa e isso é normal. Mas há pessoas que se preocupam com cada ponto de suas vidas e não conseguem se livrar disso”, explica. “Pessoas com esse transtorno se preocupam muito mais frequentemente e com mais intensidade que aquelas com uma boa saúde mental.”

‘Abalou minha fé na humanidade’: foto de rinoceronte morto para roubo de chifre vence concurso
Como falar com as crianças sobre sexo e relacionamento: as dicas de psicólogos

Apesar dos distúrbios de ansiedade serem um problema sério, que muitas vezes demanda acompanhamento com especialistas, é possível desenvolver habilidades para lidar com o transtorno.

Abaixo, Remes compartilha diferentes estratégias para enfrentar o problema, com base em um estudo recente que liderou.

1. Monitore os seus pensamentos

Quem sofre com transtornos de ansiedade geralmente se vê tomado por pensamentos negativos que invadem a mente sem aviso. “Pessoas com transtornos de ansiedade são pessimistas. Elas acreditam que algo ruim está prestes a acontecer, mesmo que não haja nenhuma evidência que aponte para isso. Elas temem o futuro e acham muito difícil evitar esse tipo de preocupação”, descreve a pesquisadora.

Para contornar tal situação corriqueira aos ansiosos, Remes sugere não lutar contra os pensamentos negativos, mas escolher uma hora do dia como o “momento da preocupação” e se permitir um período limitado de tempo para ruminar. Como exemplo, Remes recomenda designar o horário das 16h para as preocupações e dar a si mesmo 20 minutos para preocupar-se.

“A literatura psicológica mostra que nossos pensamentos murcham se não os alimentamos com energia. Ao empurrar esses pensamentos para um outro momento do dia, quando você chegar no momento designado para a preocupação, eles talvez não pareçam tão confusos ou preocupantes como pareciam quando brotaram em sua mente pela primeira vez”, explica Remes.

2. Faça atividades físicas e pratique meditação

A famosa citação latina “uma mente sã num corpo são” não é gratuita. Saúde mental e física são codependentes, afirma Remes, e a prática de exercícios físicos é um aliado essencial para o bem-estar psíquico. Em conjunto com exercícios regulares, a meditação consciente também pode ajudar mentes ansiosas.

Um estudo da Universidade de Nova Jersey, publicado recentemente na revista Nature, mostrou que apenas duas sessões semanais de meditação e atividades físicas, de 30 minutos cada, reduziram drasticamente sintomas depressivos nos 52 participantes da pesquisa. Os pesquisadores concluíram que, ao cabo de oito semanas, além de auxiliar aqueles com depressão, a prática também poderia ser útil para aqueles que tendem a ruminar pensamentos, algo comum entre os ansiosos.

“Eu realmente fiquei muito surpresa com esse estudo, com o quanto essas mudanças de hábito podem ter um impacto tão grande”, afirma Remes. “Quando você se exercita, você diminui seus níveis de ansiedade e você tem mais energia. Você simplesmente se sente melhor como um todo”, aponta.

3. Encontre um propósito – nem que seja cuidar de seu animal de estimação

Em 1946, o médico austríaco Viktor Frankl publicou o livro Em busca de sentido: um psicólogo no campo de concentração, no qual narrou suas experiências como prisioneiro em Auschwitz. Frankl também analisa a resposta psicológica de diferentes prisioneiros expostos ao campo de concentração nazista e argumenta que encontrar sentido no cotidiano é uma forma de lidar com a adversidade.

De acordo com Remes, pessoas com distúrbios de ansiedade muitas vezes não conseguem identificar um propósito claro em suas vidas e nem sempre acreditam que vale a pena investir esforços para endereçar os desafios que encontram. Em seu estudo recente sobre níveis de ansiedade em mulheres que vivem em situações de privação econômica, Remes encontrou que aquelas que tinham senso de coesão, de propósito e que enxergavam sentido em suas vidas, tinham menos distúrbios de ansiedade, mesmo vivendo situações difíceis.

Para a pesquisadora, as lições de Frankl, mesmo extraídas de uma experiência dramática, são um mecanismo útil para aqueles que sofrem com ansiedade. “Nos relatos de Frankl, um traço de personalidade que diferenciava os prisioneiros eram aqueles que conseguiam manter um propósito mesmo naquela situação. Para um era saber que sua filha o aguardava, então ele precisava sobreviver para ela e isso lhe deu esperança. Para outra, era saber que ela tinha um trabalho importante para finalizar”, afirma.

No cotidiano, ter a sensação de que você é necessário para a vida de outra pessoa ou para uma atividade específica auxilia na construção de propósito. Tal senso de conexão pode ser traduzido em atividades de voluntariado, em cuidados com um familiar enfermo, na educação de uma criança ou mesmo nos cuidados com um animal de estimação, aponta Remes.

“Quando você coloca seu foco em algo além de você, esse ato te ajuda a dar um tempo de si mesmo”, explica. “Ter outras pessoas em mente é muito importante, porque torna um pouco menos penoso passar pelos momentos mais difíceis.”

4. Veja o lado bom da vida (por mais que isso seja desafiador)

Por mais clichê que possa soar, adotar uma atitude positiva perante à vida, com foco nos aspectos bons ao invés dos ruins, é essencial para lidar com a ansiedade. Para domar a mente e espantar os pensamentos negativos, Remes recomenda olhar para elementos que te dão prazer, ao invés daqueles que te irritam ou que te deprimem.

Embora controlar quais pensamentos te veem à mente seja impossível, é possível dialogar com eles uma vez que se fazem presente. Se, ao chegar em um ambiente, algo negativo te chamar a atenção, busque encontrar algo que seja positivo. Se no caminho para o trabalho o trânsito estiver estressante, busque ouvir uma música que te conforte – ou mesmo mude a maneira de se deslocar ao trabalho. Essa atitude positiva perante os pequenos momentos da vida tendem a reverberar também no bem estar emocional do indivíduo, aponta Remes.

Nas situações em que pensamentos negativos intensos invadem a mente, focar em outras atividades do corpo, como a respiração, também é uma forma de amenizar seus efeitos. “Reconheça que esses pensamentos catastróficos que vêm à mente, que te fazem se sentir péssimo, são apenas eventos mentais que irão passar”, diz Remes.

5. Viva no presente

A prática de ruminar pensamentos e ser constantemente tragado por memórias do passado tende a alimentar a ansiedade. Preocupar-se com o que pode ocorrer no futuro também pode deixar o indivíduo mais ansioso. Embora muitas vezes esses pensamentos sejam difíceis de controlar, Remes aponta que é importante manter um foco constante no que você está fazendo agora.

“Estudos mostram que, quando nós vivemos no passado, revivendo memórias antigas, essa atitude nos deixa depressivos e menos felizes. Na verdade, ficamos mais felizes quando vivemos no momento presente. Se você está trabalhando, simplesmente foque naquilo que você está fazendo. Simplesmente viva no presente”, diz.

6. Busque terapia

Nem sempre é possível lidar sozinho com distúrbios de ansiedade, e a terapia é uma grande aliada para melhorar a saúde mental. Em casos assim, uma possibilidade é a terapia cognitivo-comportamental, cujo princípio básico é buscar uma postura construtiva do paciente.

Nesse sistema de psicoterapia, a hipótese central aponta que a forma como entendemos eventos internos e externos – e não o evento em si – é que determina nossas respostas emocionais e comportamentais.

De acordo com Remes, a solução é preferencial ao consumo de medicamentos, quando for possível optar. “Em muitos casos, medicamentos não funcionam, ou funcionam apenas no curto prazo e os problemas retornam depois de um tempo”, aponta. Para a pesquisadora, trabalhar para desenvolver habilidades de enfrentamento à ansiedade e buscar terapia são as melhores formas de lidar com o transtorno.

………………………………………………………………
*Fonte: bbcbrasil

Será que cigarros eletrônicos não fazem mal à saúde?

Os cigarros eletrônicos estão cada vez mais populares, e não é difícil encontrar pessoas que, na tentativa de parar de fumar o cigarro normal, acabam aderindo à moda dos vaporizadores.

O problema maior está no fato de que esse produto oferece uma opção maior de essências com sabores, e isso chama a atenção também do público mais jovem e de pessoas que não costumavam fumar o cigarro normal.

Atraídas pela lógica irreal de que esse tipo de cigarro não faz mal à saúde, mais e mais pessoas fazem uso do produto nos mais variados ambientes e momentos. Mas será mesmo que o cigarro eletrônico é inofensivo?

A realidade é que de inofensivo esse produto não tem nada, e pesquisadores da Universidade da Carolina do Norte descobriram que o cigarro eletrônico apresenta substâncias que causam danos pulmonares graves, além de doenças como fibrose cística, lúpus e psoríase.

Melhor nem experimentar

Os cientistas descobriram também que as pessoas que fumam esse tipo de cigarro têm uma secreção de muco associada à bronquite crônica e à asma. “Há essa confusão sobre se os cigarros eletrônicos são mais seguros do que os cigarros comuns porque os efeitos adversos dos cigarros eletrônicos só começaram a ser estudados agora”, explicou o Dr. Mehmet Kesimer, líder da pesquisa divulgada pelo The Independent.

De acordo com ele, a verdade é que os modelos eletrônicos podem ser tão perigosos quanto os cigarros comuns, embora as pesquisas revelem que os danos pulmonares provocados pelos modelos eletrônicos são únicos – a questão é deixar claro que esse tipo de cigarro não é nada inofensivo e não deve ser considerado uma alternativa saudável.

Para chegarem a essas conclusões, os pesquisadores analisaram amostras de catarro de 44 pessoas – entre elas, fumantes de cigarro comum, de cigarro eletrônico e não fumantes. Os resultados revelam que é melhor ficar longe tanto do tabagismo comum quanto do eletrônico, e, se você nunca experimentou nenhum desses tipos de cigarro, continue assim: a melhor coisa que você faz é nunca dar uma chance para esse vício.

…………………………………………………………
*Fonte: megacurioso

Prémio Nobel da Medicina faz uma denúncia alarmante! Todos devemos conhecer!

O Prémio Nobel da Medicina Richard J. Roberts denuncia a forma como funcionam as grandes Farmacêuticas dentro do sistema capitalista, preferindo os benefícios económicos à Saúde, e detendo o progresso científico na cura de doenças, porque a cura não é tão rentável quanto a cronicidade.

Há poucos dias, foi revelado que as grandes empresas Farmacêuticas dos EUA gastam centenas de milhões de dólares por ano em pagamentos a médicos que promovam os seus medicamentos. Para complementar, reproduzimos esta entrevista com o Prémio Nobel Richard J. Roberts, que diz que os medicamentos que curam não são rentáveis e, portanto, não são desenvolvidos por empresas Farmacêuticas que, em troca, desenvolvem medicamentos cronificadores que sejam consumidos de forma serializada. Isto, diz Roberts, faz também com que alguns medicamentos que poderiam curar uma doença não sejam investigados. E pergunta-se até que ponto é válido e ético que a indústria da Saúde se reja pelos mesmos valores e princípios que o mercado capitalista, que chega a assemelhar-se ao da máfia.

A investigação pode ser planeada?

Se eu fosse Ministro da Saúde ou o responsável pela Ciência e Tecnologia, iria procurar pessoas entusiastas com projectos interessantes; dar-lhes-ia dinheiro para que não tivessem de fazer outra coisa que não fosse investigar e deixá-los-ia trabalhar dez anos para que nos pudessem surpreender.

Parece uma boa política.

Acredita-se que, para ir muito longe, temos de apoiar a pesquisa básica, mas se quisermos resultados mais imediatos e lucrativos, devemos apostar na aplicada …

E não é assim?

Muitas vezes as descobertas mais rentáveis foram feitas a partir de perguntas muito básicas. Assim nasceu a gigantesca e bilionária indústria de biotecnologia dos EUA, para a qual eu trabalho.

Como nasceu?

A biotecnologia surgiu quando pessoas apaixonadas começaram a perguntar-se se poderiam clonar genes e começaram a estudá-los e a tentar purificá-los.

Uma aventura.

Sim, mas ninguém esperava ficar rico com essas questões. Foi difícil conseguir financiamento para investigar as respostas, até que Nixon lançou a guerra contra o cancro em 1971.

Foi cientificamente produtivo?

Permitiu, com uma enorme quantidade de fundos públicos, muita investigação, como a minha, que não trabalha directamente contra o cancro, mas que foi útil para compreender os mecanismos que permitem a vida.

O que descobriu?

Eu e o Phillip Allen Sharp fomos recompensados pela descoberta de intrões no DNAeucariótico e o mecanismo de gen splicing (manipulação genética).

Para que serviu?

Essa descoberta ajudou a entender como funciona o DNA e, no entanto, tem apenas uma relação indirecta com o cancro.

Que modelo de investigação lhe parece mais eficaz, o norte-americano ou o europeu?

É óbvio que o dos EUA, em que o capital privado é activo, é muito mais eficiente. Tomemos por exemplo o progresso espectacular da indústria informática, em que o dinheiro privado financia a investigação básica e aplicada. Mas quanto à indústria de Saúde… Eu tenho as minhas reservas.

Entendo.

A investigação sobre a Saúde humana não pode depender apenas da sua rentabilidade. O que é bom para os dividendos das empresas nem sempre é bom para as pessoas.

.

Explique.

A indústria farmacêutica quer servir os mercados de capitais …

Como qualquer outra indústria.

É que não é qualquer outra indústria: nós estamos a falar sobre a nossa Saúde e as nossas vidas e as dos nossos filhos e as de milhões de seres humanos.

Mas se eles são rentáveis investigarão melhor.

Se só pensar em lucros, deixa de se preocupar com servir os seres humanos.

Por exemplo…

Eu verifiquei a forma como, em alguns casos, os investigadores dependentes de fundos privados descobriram medicamentos muito eficazes que teriam acabado completamente com uma doença …

E por que pararam de investigar?

Porque as empresas Farmacêuticas muitas vezes não estão tão interessadas em curar as pessoas como em sacar-lhes dinheiro e, por isso, a investigação, de repente, é desviada para a descoberta de medicamentos que não curam totalmente, mas que tornam crónica a doença e fazem sentir uma melhoria que desaparece quando se deixa de tomar a medicação.

É uma acusação grave.

Mas é habitual que as Farmacêuticas estejam interessadas em linhas de investigação não para curar, mas sim para tornar crónicas as doenças com medicamentos cronificadores muito mais rentáveis que os que curam de uma vez por todas. E não tem de fazer mais que seguir a análise financeira da indústria farmacêutica para comprovar o que eu digo.

Há dividendos que matam.

É por isso que lhe dizia que a Saúde não pode ser um mercado nem pode ser vista apenas como um meio para ganhar dinheiro. E, por isso, acho que o modelo europeu misto de capitais públicos e privados dificulta esse tipo de abusos.

Um exemplo de tais abusos?

Deixou de se investigar antibióticos por serem demasiado eficazes e curarem completamente. Como não se têm desenvolvido novos antibióticos, os microorganismos infecciosos tornaram-se resistentes e hoje a tuberculose, que foi derrotada na minha infância, está a surgir novamente e, no ano passado, matou um milhão de pessoas.

Não fala sobre o Terceiro Mundo?

Esse é outro capítulo triste: quase não se investigam as doenças do Terceiro Mundo, porque os medicamentos que as combateriam não seriam rentáveis. Mas eu estou a falar sobre o nosso Primeiro Mundo: o medicamento que cura tudo não é rentável e, portanto, não é investigado.

Os políticos não intervêm?

Não tenho ilusões: no nosso sistema, os políticos são meros funcionários dos grandes capitais, que investem o que for preciso para que os seus boys sejam eleitos e, se não forem, compram os eleitos.

Há de tudo.

Ao capital só interessa multiplicar-se. Quase todos os políticos, e eu sei do que falo, dependem descaradamente dessas multinacionais Farmacêuticas que financiam as campanhas deles. O resto são palavras…

………………………………………………………………
*Fonte/texto: muitofixe

5 consequências ambientais da urbanização brasileira acelerada

O rápido crescimento das cidades e o amplo deslocamento das pessoas da área rural para a zona urbana são ações que causam sérios problemas para o meio ambiente. Isso porque a concentração de milhares de pessoas em grandes centros urbanos prejudica a fauna e flora do local, esgotando recursos naturais e gerando malefícios para a saúde das pessoas que habitam estas cidades.

Conheça a seguir algumas das principais consequências ambientais da urbanização acelerada e entenda como elas afetam a natureza e as pessoas próximas aos grandes centros urbanos:
5 consequências ambientais da urbanização acelerada
Destruição de rios e afluentes

O ritmo do crescimento do território urbano interfere diretamente no fluxo normal de rios e seus afluentes. Muitas das grandes cidades brasileiras foram construídas próximas a leitos de rios e lagos, de modo que a população e as empresas pudessem obter água para consumo e para utilização em seus processos produtivos.

Esse é um fator que, somado à falta de planejamento, acaba causando a morte de peixes e a proliferação de algas, problemas que estão associados à alta concentração de dejetos e de produtos químicos.
Aumento das inundações

Outra consequência da urbanização são as inundações recorrentes, fruto da grande quantidade de água que não pode ser escoada em temporadas de chuva. Uma das principais causas desses problemas de escoamento, além do acúmulo de lixo nas entradas de esgoto, é a baixa absorção da chuva pelo terreno.

Regiões muito urbanizadas tendem a ser pavimentadas, principalmente nas regiões centrais. Sem estudos para o escoamento adequado e sem absorção por parte do terreno, a água da chuva entra em contato com o pavimento e escorre para áreas mais baixas, inundando-as e até criando correntezas.
Desmatamento e redução da fauna e flora local

Sempre que existe a concentração de pessoas em uma zona urbana, é necessário abrir espaço para a construção de terrenos e moradias. Uma das consequências da urbanização acelerada é o desmatamento e a redução da fauna local. Para que as casas e prédios possam ocupar os espaços, árvores, campos e outros habitats são invadidos e destruídos.

A destruição destes habitats pode levar a extinção de espécies de bichos e plantas na região, além de fazer com que animais invadam o espaço urbano em busca de refúgio e alimento.
Maior ocorrência de desabamentos

Uma vez que nem todas as pessoas têm condições de se instalar nas áreas mais centrais das cidades, elas acabam se deslocando para regiões mais distantes ou locais com menor controle do Estado sobre sua permanência.

Como exemplos podemos ver construções em morros ou próximas a margens de rios, locais que geralmente registram a ocorrência de deslizamentos e desabamentos de terra. Isso acontece porque, para que a construção das edificações seja possível, as áreas são desmatadas sem que seja feito um estudo de impacto no solo. Com isso, basta uma grande quantidade de chuva para que o terreno ceda.
Poluição atmosférica

A grande quantidade de veículos e indústrias emitindo gases poluentes altera a qualidade do ar em grandes centros urbanos. Esta mudança traz diversos malefícios para a população, que passa a registrar maior ocorrência de doenças respiratórias. Além disso, gases poluentes como o Monóxido de Carbono podem causar o aumento da temperatura, formando ilhas de calor.

……………………………………………………….
*Fonte: pensamentoverde

O que é a névoa mental e como podemos dissipá-la?

Você tem problemas de concentração? Sente que a sua memória falha?

Você se sente confuso e sobrecarregado? Você está cansado? Quando você fala com alguém parece que você não entende o que a pessoa diz? Quando você lê ou assiste um programa de televisão, você sente que não está entendendo o que acontece? Se você respondeu “sim” a alguma destas perguntas, é importante saber o que é a névoa mental.

As dificuldades de concentração e na memória podem ser um grande problema, não apenas para o trabalho ou os estudos, mas também no dia a dia. Além disso, as consequências podem ir muito mais além, pois podem afetar a autoestima, as relações pessoais, e até mesmo a estabilidade emocional.

E, como também não é motivo para se assustar ou entrar em pânico, vamos dar um nome a isso. Porque uma coisa é ter um dia ruim e outra muito diferente é sentir uma incapacidade constante para se concentrar ou manter a atenção. O que é a névoa mental? É justamente essa incapacidade que inclui confusão e esquecimento, assim como falta de concentração e clareza mental.

O que é a névoa mental?

A névoa cerebral é uma anomalia que não é reconhecida como doença, mas que corresponde a uma condição mental internacionalmente aceita. Infelizmente, a névoa cerebral é bastante comum, embora isso não a torne algo “normal”.

A névoa mental remete a um problema que vai mais além das dificuldades de concentração. Quando ela aparece, você se sente fora de foco, confuso e com problemas para pensar. Com a névoa cerebral, seu cérebro está enviando um sinal importante de que há um desequilíbrio na sua vida que precisa ser resolvido.

Na verdade, o que pode parecer um problema mental ou psicológico pode ser outra coisa. De fato, a névoa cerebral pode surgir por causa do estilo de vida (no qual entram em jogo fatores muito diferentes dos que a princípio poderíamos pensar, como a alimentação) e também pode ser o efeito secundário de alguma condição médica ou até mesmo de uma medicação específica.

Exatamente por esses motivos, a névoa cerebral é evitável e tratável quando identificamos o fator que a mantém, que não precisa necessariamente ser o mesmo que a causou. Às vezes é tão simples quanto levar um estilo de vida mais saudável.

Por que a névoa mental aparece?

Agora que já sabemos o que é a névoa mental, é importante falar sobre as suas principais causas.

Há muitos casos nos quais a névoa cerebral se deve a condições diretamente relacionadas à saúde. De fato, muitos medicamentos que tratam algumas doenças ou suplementos alimentícios que consumimos para, supostamente, melhorar a nossa qualidade de vida, podem provocar ou colaborar para o aparecimento da névoa cerebral.

Mas a névoa cerebral também pode aparecer devido a um estilo de vida pouco saudável, especialmente devido a uma má alimentação. Como veremos a seguir, o tema da alimentação é muito sério e vai mais além do cuidado com a nossa saúde física, pois é determinante na nossa saúde mental e emocional. A seguir vamos analisar como dissipar a névoa mental e como melhorar a concentração.

Alimentação pouco saudável

Quando você come mal, as chances de a névoa cerebral aparecer aumentam. Mas, o que é comer mal e o que é comer bem? A resposta é simples, mas bastante difícil de assimilar e, na verdade, muita gente não gosta de ouvir.

Para começar, é preciso esclarecer que uma coisa é se alimentar outra bem diferente é consumir produtos comestíveis. A diferença é que os alimentos fornecem nutrientes necessários e benéficos, enquanto os comestíveis acabam com a fome ou a sede, mas no fundo não fornecem o que seu corpo realmente precisa.

Por isso, quando você come bem, você precisa comer pouco, e quando sua dieta não se baseia em alimentos ricos em nutrientes, você precisa comer uma quantidade maior de alimento e mais vezes, pois seu corpo pede os nutrientes que não recebeu. Essa é a razão pela qual você deve reduzir o máximo possível na sua alimentação uma série de produtos comestíveis e substituí-los por alimentos de verdade.

Deficiências nutricionais

Pode acontecer de os problemas de concentração e a névoa mental serem provocados por uma deficiência nutricional. Na verdade, mesmo comendo de maneira saudável, essas deficiências podem aparecer, talvez porque o consumo não seja suficiente ou porque a assimilação do corpo não é adequada.

As principais deficiências nutricionais que podem provocar a névoa cerebral são as seguintes:

Deficiência de vitamina B12: a deficiência de vitamina B12 não deve ser ignorada, pois pode levar a um amplo espectro de transtornos mentais e neurológicos. Os transtornos digestivos e o uso de medicamentos que suprimem os ácidos estomacais (antiácidos) aumentam o risco dessa deficiência.
Deficiência de vitamina D: a vitamina D ajuda a melhorar o estado de espírito, dissipa a névoa cerebral e a depressão, melhora a memória e aumenta a capacidade de resolução de problemas.
Deficiência de ácidos graxos essenciais Ômega-3: os ácidos graxos essenciais Ômega-3 existem em grandes concentrações no cérebro. Eles são essenciais para a memória, a saúde e para o funcionamento do cérebro no geral. De todos os ômega-3, o DHA (ácido docosa-hexaenóico) é o mais benéfico para o cérebro, pois é um componente estrutural importante das células cerebrais, especialmente das células do córtex cerebral, que é a área do cérebro associada à memória, à linguagem, à abstração, à criatividade, ao julgamento, à emoção e à atenção.

Alguns suplementos alimentícios podem ajudar a dissipar a névoa cerebral. No entanto, é preciso ter cuidado com esses suplementos, pois nem sempre eles são tão úteis quanto parecem. Esse é o caso dos nootrópicos, substâncias que podem deixar você mais concentrado, motivado, positivo e produtivo, mas que, na hora da verdade, não são tão úteis quanto parecem nem são tão inofensivos quanto podem parecer.

Problemas de sono

A névoa mental pode ser causada por falta de sono de qualidade. Afinal, o sono é fundamental para o funcionamento do cérebro, tanto em curto como em longo prazo. Ao dormir, ocorre uma espécie de lavagem cerebral, uma limpeza que permite que as lembranças se consolidem. Além disso, durante o sono, o cérebro cria novas células cerebrais que de certa maneira compensam todas as que foram perdidas durante o dia.

Apenas uma noite ruim pode afetar a memória, a concentração, a coordenação, o estado de espírito, o juízo e a capacidade de lidar com o estresse no dia seguinte. E mais, alguns especialistas afirmam que perder uma noite de sono afeta o desempenho mental tanto quanto estar bêbado.

Estresse crônico

O estresse é um dos símbolos da nossa época e o estresse crônico é o seu principal porta-bandeira. Estar estressado equivale equivocadamente a ser produtivo, popular e bem-sucedido. No entanto, o estresse aumenta o risco de sofrer doenças graves, incluindo o câncer e as temidas doenças cerebrais, como a demência e o Alzheimer.

O estresse crônico provoca ansiedade, depressão, tomadas de decisões ruins, insônia e perda de memória. Muito cortisol, o hormônio do estresse, provoca um excesso de radicais livres que fazem mal às membranas celulares do cérebro, causando a perda do funcionamento normal e a morte. Além disso, o cortisol interfere na formação de novas células cerebrais.

Medicamentos

Os medicamentos têm alguns riscos. A névoa cerebral é um dos efeitos colaterais mais comumente reportados, tanto com os medicamentos que precisam de receita como os que são livremente vendidos.

Por exemplo, sabe-se que os fármacos que reduzem o colesterol e os comprimidos para dormir com receita podem causar perda de memória. Além disso, os fármacos conhecidos como os anticolinérgicos funcionam bloqueando a ação da acetilcolina, a substância da memória e do aprendizado no cérebro. Os efeitos secundários típicos desses fármacos incluem a névoa mental, o esquecimento e a incapacidade para se concentrar.

Além disso, muitos fármacos de venda livre também funcionam bloqueando a acetilcolina, como alguns medicamentos para as alergias, o refluxo ácido, a dor e a insônia. Por isso a importância de revisar bem a bula e avaliar se os efeitos secundários compensam o benefício que pode derivar do tratamento em si.

Problemas de saúde

Algumas condições de saúde podem produzir problemas de névoa cerebral. Em alguns casos, é o tratamento para essa doença que pode provocar esses problemas. É o caso dos pacientes com câncer submetidos à quimioterapia.

Um efeito secundário comum da quimioterapia é um tipo específico de névoa mental associado a esse tratamento. A posição oficial da Sociedade Americana de Câncer é que essa névoa cerebral provocada pela quimioterapia é causada por uma combinação da doença, dos tratamentos, dos problemas de sono, das mudanças hormonais, da depressão e do estresse.

Quando os pesquisadores analisaram a atividade cerebral dos pacientes, antes e depois dos tratamentos com quimioterapia, eles descobriram que a quimioterapia causava mudanças observáveis no funcionamento cerebral. Isso indica que a quimioterapia em si desempenha pelo menos algum papel na diminuição da clareza mental.

Por sua vez, algumas condições de saúde que têm sintomas de névoa mental associados são, entre outras:

Fibromialgia.
Síndrome da fadiga crônica.
Ansiedade.
Depressão.
Lesões cerebrais.
Candidíase (candida albicans).
Diabetes.
Toxicidade de metais pesados.
Hepatite C.
Desequilíbrios hormonais.
Hipoglicemia.
Síndrome do intestino irritável.
Doença de Lyme.
Menopausa.
Esclerose múltipla.
Transtornos neurodegenerativos.
Artrite reumatoide.
Alergias sazonais.
Abuso de substâncias.

Soluções para dissipar a névoa mental

Depois de saber o que é a névoa mental e quais são suas principais causas, o próximo passo é saber como combatê-la.

Não existe uma solução única para dissipar a névoa cerebral e melhorar a concentração. Cada pessoa precisa buscar sua própria solução pessoal, identificando em primeiro lugar o fator ou os fatores que dão densidade à névoa. A maioria das pessoas terá que começar a corrigir seus hábitos alimentares, assim como buscar formas de controlar o estresse e melhorar seus hábitos de sono. Também será necessário rever as condições de saúde de cada um para buscar soluções. Na verdade, a névoa mental pode ser um sintoma de um problema de saúde não diagnosticado.

As principais pautas que podemos dar para que você consiga dissipar a névoa cerebral e melhorar a concentração são as seguintes:

Coma adequadamente e de maneira equilibrada, evitando os açúcares refinados, as farinhas refinadas, as gorduras saturadas e a cafeína, e consumindo gorduras saudáveis e carboidratos de qualidade.
Mantenha-se bem hidratado, pois a desidratação mais leve pode provocar problemas em nível cerebral. Beba água e/ou consuma alimentos ricos em água, mas evite as bebidas açucaradas (ou com adoçantes artificiais), assim como as bebidas com cafeína.
Adquira hábitos saudáveis para obter um bom sono, tanto em qualidade como em quantidade.
Pratique meditação e técnicas de relaxamento e faça exercício – especialmente exercícios ao ar livre. Isso ajuda a regular e prevenir o estresse de forma eficaz. Por outro lado, aprender a administrar o estresse é uma grande forma de melhorar a qualidade do sono.
Reveja a medicação que você toma para ver em que medida se pode substituir ou adaptar, se for possível, para evitar a névoa cerebral.
Faça um controle de saúde para comprovar se você tem alguma doença ou deficiência nutricional que possa ser a causa dos seus problemas de concentração e de memória.
Descarregue o seu cérebro. Os especialistas recomendam fragmentar o dia em fases de 90 minutos para manter os níveis de energia natural do cérebro e preservar a clareza do pensamento. Essa descarga consiste em reunir todos os pensamentos que voam pela mente durante 30 segundos ou sempre que nos sentirmos distraídos.
Desative qualquer tipo de aparelho que possa ser uma distração durante as suas tarefas, especialmente as notificações. O simples fato de saber que alguma notificação pode chegar impede a máxima concentração.

Agora que você já sabe o que é a névoa mental e como é possível combatê-la, seja proativo na hora de adotar um estilo de vida saudável, tanto para o seu corpo como para a sua mente. Não dê desculpas, não busque culpados. Ninguém vai se preocupar com o seu cérebro tanto quanto você e ninguém vai desfrutar mais dele do que você.

……………………………………………………….
*Fonte: amenteemaravilhosa

Body hacks – 9 truques do corpo para curar pequenos mal-estares

Pôr a língua no céu da boca para desentupir o nariz? Mexer na orelha para coçar a garganta? Existem estratégias muito mais bizarras do que você imagina para aliviar algumas sensações de mal-estar. Conheça abaixo algumas delas, mas lembre-se: nos casos mais graves, a ajuda médica é fundamental!

1) Coçar a orelha para curar irritação na garganta

A coceira é um alerta: algo irritante está em contato com seu corpo. Quando você coça o local, a mensagem do “alívio” é transmitida por neurônios, que se agrupam em nervos. Como muitos nervos se ramificam por várias partes do corpo, o estímulo num único ponto pode ser suficiente para atingir outras regiões.

Estímulo nervoso
O nervo vago passa pela região do ouvido e tem ramificações que se estendem por vários pontos, como a nuca, a boca e até o coração. Quando você coça o ouvido, pode estimular o nervo vago, provocando um leve espasmo muscular nas suas terminações, entre elas a que chega até a garganta. Se ela estiver coçando, a irritação pode diminuir

2) Dormir do lado esquerdo para evitar/curar azia

É madrugada, você manda ver naquele resto de pizza e logo depois resolve dormir. São grandes os riscos de pintar uma bela azia, aquela sensação de queimação que começa no estômago e sobe até a garganta. Mas, dormindo virado sobre o lado esquerdo do corpo, o incômodo pode diminuir. É que assim fica mais difícil o refluxo do suco gástrico que desencadeia essa desconfortável sensação.

1. O esôfago faz uma leve curva antes de desembocar no estômago. Se você se deita sobre seu lado direito, o estômago fica acima do esôfago, o que facilita a saída de ácidos e restos de comida em direção à garganta. Essa mistura fora do estômago pode causar a tal queimação

2. O truque é deitar-se sobre seu lado esquerdo. Dessa forma, o estômago fica abaixo do esôfago e, com a ajudinha da gravidade, fica mais difícil o refluxo ácido acontecer. Ainda assim, o ideal é não se deitar logo depois de comer, pois isso pode deixar a comida muito tempo na barriga

3) Pressionar o céu da boca com a língua ajuda a aliviar a dor de cabeça por ingerir algo gelado

Muita gente fica com dor de cabeça quando come sorvete ou toma algo muito gelado rapidamente. Isso acontece porque o corpo acha que a cabeça está “congelando” e manda o sinal de dor para que você pare de ingerir a tal coisa gelada. Dá para resolver o problema pressionando a língua contra o céu da boca por alguns segundos. O efeito é um aumento da temperatura no local, o que interrompe os sinais de perigo de “congelamento” que causam a dor.

4) Dar um sorriso forçado para evitar zumbido no ouvido

Sons repentinos muito altos – como a explosão de um rojão perto de você – podem romper o tímpano, uma membrana do ouvido. Já a exposição frequente a sons altos pode provocar pequenas lesões que deixam como sequela uma espécie de zumbido no ouvido. Mantendo relaxado o músculo que estica o tímpano, você deixa essa membrana com mais “folga”, e portanto mais protegida. O melhor é que, para relaxar o tal músculo, basta pôr um sorriso na cara!

1. O tímpano é uma membrana que vibra ao ouvirmos sons. Quanto mais alto o som, mais fortemente ele vibra. Como o tímpano é flexível, é mais fácil ele ser rompido quando está bem esticado. Uma expressão facial neutra deixa o tímpano levemente esticado pelo músculo tensor

2. Ao forçar um sorriso bem “largo”, você estica o músculo zigomático maior e relaxa o tensor do tímpano, que é ligado a ele. Com isso, o tímpano fica menos esticado, diminuindo o risco de ser lesionado. Ou seja, ao perceber que um som alto vai bombardear, sorria.

5) Mexer em um músculo ajuda a curar cãibra no músculo oposto

As cãibras podem ter várias causas, desde cansaço muscular até problemas de circulação. As dores alucinantes são geradas pela contração intensa e involuntária de um músculo. Quando ela surge – principalmente na batata da perna –, a ação instintiva é esticar o músculo contraído. O problema é que isso força o músculo contra o movimento que ele está realizando, o que pode provocar uma lesão. A melhor saída é pressionar o músculo oposto, chamado de antagonista. É que, quando o antagonista contrai, o outro músculo relaxa, terminando a cãibra.

1. Os músculos da batata da perna – gastrocnêmio e sóleo – são muito exigidos, por isso ela é a maior vítima das cãibras. Não tente esticá-la quando uma cãibra pintar. Com as mãos, pressione a canela com força. Ali fica o músculo tibial anterior, antagonista do gastrocnêmio e do sóleo

2. Em seguida, force a perna para a frente, mas resista a esse movimento com as mãos. Ao fazer isso, você contrai o músculo tibial anterior. Como consequência, os músculos da batata da perna – que são antagonistas dele – irão relaxar aos poucos, sem o risco de uma lesão

6) Sentir medo ajuda a segurar uma dor de barriga

Dor de barriga é ou não uma das mais chatas que você pode sentir? Na próxima vez que passar por um perrengue desses, sem ter por perto sequer uma moitinha, o lance é pensar ou lembrar-se de algo que lhe dê muito medo. Essa sensação ocupa tanto seu cérebro que desvia a atenção do desconforto – garantindo alguns minutos a mais até você achar um “trono”…

7) Deitar no chão afasta a vontade de desmaiar

Um desmaio acontece quando a irrigação sanguínea do cérebro cai rapidamente, situação que pode ser provocada por problemas como arritmia cardíaca ou um simples colarinho mais apertado. Antes do desmaio, o corpo costuma mandar sinais, como a sensação de ter a vista escurecida. Se isso ocorrer com você um dia, deite-se no chão. Com o coração no mesmo nível de altura do cérebro, ele não precisa fazer tanta força para vencer a gravidade e bombear sangue “corpo acima” até a cabeça – problema que rola quando você está de pé ou sentado.

8) Apertar um ponto da mão cura coceira em outra parte do corpo

Coceiras podem até ser gostosas… Desde que possam ser coçadas! Imagine uma coceira na sola do pé quando você está de sapato e não pode tirá-lo! Uma saída nessas horas é manter pressionada, por cerca de um minuto, a área em forma de V que fica entre o polegar e o indicador de uma das mãos. Esse é um ponto-chave da acupuntura, cheio de ramificações nervosas. Um estímulo aplicado nele pode se refletir em várias partes do corpo – até na sola do pé – funcionando como um quebra-galho de uma boa coçada.

9) Pressione a testa e o céu da boca ajuda aliviar nariz entupido

Um dos motivos da sensação de nariz entupido é o aumento da pressão nos seios da face, causado pelo acúmulo de muco e inchaço de tecidos na região nasal. Para se sentir melhor, você precisa reduzir a pressão no local, e uma boa solução é movimentar seguidamente, para cima e para baixo, um osso do nariz, o vômer.

1. Seguindo a cartilagem que separa as duas narinas, há uma lâmina de osso levemente móvel, o vômer. Ele fica bem onde se acumula o muco que entope o nariz. Aperte a região entre as sobrancelhas com um dedo. Isso fará o vômer mover-se para baixo

2. Em seguida, pressione a língua contra o céu da boca o mais forte que conseguir. O efeito será o contrário: o vômer vai se deslocar para cima. Repita os dois movimentos por uns 20 segundos. Assim, você reduz a pressão na região nasal, o muco se desloca e o incômodo diminui

Consultoria: José oswaldo de oliveira júnior, diretor do hospital A.C. Camargo

………………………………………………………..
*Fonte: mundoestranho/Luiz Fujita

Vai um copo de coquetel químico geladinho?

A cerveja é uma das bebidas preferidas dos brasileiros, seja por nos refrescar em nosso clima quente, como por ter, na maioria das vezes, teor alcoólico baixo, o que a torna um excelente socializador. Mas você sabe como ela vem sendo feita?

Uma lei fundamental pra história da cerveja é a Reinheitsgebot ou, como conhecemos no Brasil, a Lei de Pureza da Baviera, na Alemanha, criada em 1516 com o objetivo de arrecadar mais impostos sobre os insumos. Hoje, porém, ela se tornou a lei de proteção ao consumidor mais antiga do mundo ainda em vigor. O resumo da Reinheitsgebot é: dentro do seu copo de cerveja só pode haver água, malte, lúpulo e fermento (levedura). Fazer cerveja seguindo a Lei de Pureza não significa obrigatoriamente que ela será boa: o cervejeiro pode errar na escolha das matérias primas ou no processo. Mas, boa ou ruim, o consumidor sabe exatamente o que está bebendo.

No Brasil, a coisa é diferente. A legislação brasileira permite substituir o malte de cevada por até 45% de outra fonte de carboidratos, chamados de ‘carboidratos não malteados’. Até pouco tempo usava-se milho ou arroz; atualmente, utiliza-se a High Maltose (em português, Xarope de Alta Maltose), um concentrado superprocessado de açúcares provenientes do milho. Seria como se o milho fosse a cana de açúcar e o Xarope de Alta Maltose, o açúcar refinado. Então, os memes sobre cerveja de milho estão bem desatualizados: o correto seria ‘cerveja de Xarope de Alta Maltose’.

As marcas que usam High Maltose (HM) alegam que fazem isso para a cerveja ficar mais leve. Mas não é verdade. Usa-se HM apenas para diminuir o custo de produção: qualquer mestre cervejeiro conseguiria fazer uma cerveja puro malte leve e refrescante.

Mas há coisa pior.

Tabela da Anvisa com os aditivos cervejeiros permitidos no Brasil: 99% deles não precisam vir escritos no rótulo

A legislação brasileira libera o uso de muitas substâncias químicas para acelerar a fabricação da cerveja, mais químicos para mascarar o que este processo rápido causou de ruim na bebida e ainda mais químicos para conservá-la e estabilizá-la depois de pronta – e a grande maioria deles não precisa ser declarado no rótulo.

O tempo médio para uma cerveja fermentar e maturar deveria ser de 20 dias. Contudo, a grande indústria consegue fazer “cerveja” em 7 dias: usam enzimas para acelerar a mostura, substâncias para fermentar com rapidez e para decantar o fermento, antiespumante durante a fermentação para ganhar espaço dentro dos tanques, estabilizadores pós-filtragem, formadores de espuma para fingir que o trabalho foi bem feito, antioxidantes, conservantes, estabilizantes…. a lista é longa. Ainda colocam corante na pilsen para deixá-la amarela e não precisam declarar esse corante na lista de ingredientes. Aqueles que o usam, dizem que é para corrigir a cor do malte, que varia entre lotes. Em realidade, se não utilizassem, a coloração seria parecida com a da água, já que quase não há malte na receita.

Ainda no tópico ‘malte’: sabe aquela cerveja preta docinha? Então, não leva nada de malte tostado, o que seria o correto. Ela é apenas a cerveja pilsen com muito corante caramelo, por isso fica escura e doce. A cerveja escura preparada com malte tostado é o oposto disso: é seca, adstringente, tem aroma e sabor de café, chocolate amargo e toffee. Vale ressaltar: tudo isso é feito de acordo com a legislação e não está restrito só as megas cervejarias… Muitas “artesanais” utilizam a mesma prática. E como o consumidor consegue identificar esses truques na cerveja? Aí o negócio fica difícil… Teria que pesquisar a marca e estudar a cervejaria antes de beber. Mas nem sempre queremos ter esse trabalho na hora do happy hour.

A cerveja para ser boa não precisa seguir a Lei de Pureza da Baviera e ser apenas feita com água, malte, lúpulo e fermento. Há muitos estilos que levam frutas, ervas, especiarias e outras fontes de carboidratos que são usados para melhorar a bebida. O problema está na liberação de atalhos químicos com o único objetivo de baixar o preço final. Eu acredito na pressão dos consumidores para mudar esse cenário: precisamos não só parar de consumi-las e passar a comprar de quem faz bons produtos, como também pressionar os políticos para elaborar leis que beneficiem o consumidor, não as grandes empresas.

………………………………………………………………………….
*Fonte/texto: gastrolandia/ Alexandre Bazzo

O que acontece quando nossas emoções ficam guardadas no corpo?

Reprimimos muitas coisas durante a vida, nos afogamos em nossas próprias desilusões, no entanto, nunca é tarde demais para prestar atenção nas emoções não expressadas que arquivamos no corpo, que se manifestam através de dores, desconforto e tensões.

 

 

 

 

 

 

 

Quando pensamos na linguagem que usamos para falar das nossas reações emocionais, geralmente existe uma sensação física associada a elas: um caroço na garganta, borboletas no estômago, falta de ar, o peso do mundo nos ombros. Nada disso é mera coincidência. Essas reações viscerais são mensagens do nosso corpo.
Chamamos de “conexão entre mente e corpo”.

Essas reações são associadas com o uso da mente – através de pensamentos positivos – para ajudar a melhorar o estado geral do corpo, sua imunidade e provocar sensação de bem estar. Embora usar a mente para atingir o corpo seja extremamente útil e preciso, não podemos ignorar que nosso corpo pode também ser uma forma de acessar e tratar nossas emoções mais escondidas.

A maioria de nós pode se lembrar de um tempo quando expressar uma emoção era desencorajado pelos adultos que nos cercavam. Pais ainda dizem para as crianças que “sejam valentes”, ou “engulam o choro”. Ou ainda diminuem suas sensações de dor com o clássico “não foi nada”. Nossos corpos simplesmente gravam aquilo que acontece com nossas emoções – mesmo que tenhamos sido convencidos intelectualmente a lidar com elas, ou a ignorá-las. O impacto físico e emocional de dores e sentimentos não expressados é algo que perdura. Fica marcado.

Abaixo você confere uma ilustração de padrões típicos de emoções guardadas no corpo, reconhecidas pelas entidades de trabalhos corporais. Cada pessoa desenvolve também seus padrões individuais, mas esses são alguns dos padrões mais comuns:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Nossos corpos conhecem as coisas que nossas mentes gostariam de se livrar. Das coisas que estão esquecidas em algum nível de consciência, estão sempre presentes concretamente no corpo. A boa notícia é que nunca é tarde para acessar esses assuntos, e que os resultados de um olhar para o corpo, podem afetar tanto o plano físico como o mental e emocional.

Alguns passos que você pode dar para liberar emoções mal resolvidas:
1) Tente encontrar uma atividade física diária que você goste. Entenda, não se trata de “faça exercício”. Cuidar do corpo é importante, mas a intenção aqui é ser feliz, através do olhar para o corpo. Portanto tem que ser alguma atividade que amamos fazer. É interessante também que seja algo que acalme um pouco a mente. Muitas pessoas encontram na ioga, nas corridas e outras atividades do gênero esse componente meditativo. Pode ser simplesmente uma caminhada silenciosa de dez minutos, onde você pode prestar atenção na sua respiração e outras sensações corporais.

2) Receba algum trabalho corporal com frequência. Massagens terapêuticas são uma das formas mais efetivas de se liberar emoções guardadas. Quando alguém trabalha nos nódulos do pescoço, onde guardamos estresse e raiva por tanto tempo, as emoções começam a vir à tona. É comum ver clientes chorando nas mesas dos massagistas. É importante somente lembrar que os profissionais de terapias corporais não são psicoterapeutas, portanto são tidos como agentes auxiliares para liberar as emoções e iniciar o processo de cura, individual de cada um, que pode necessitar em outro momento de ajuda de outros profissionais.

3) Fazer do toque parte integrante de nossos relacionamentos primários. Isso soa simples, óbvio até. Mas infelizmente podemos nos deixar levar pela cultura do “não-me-toque”. Menos e menos das nossas interações diárias envolvem o toque. Na medida que apoiamos nossas estratégias de comunicação nas mídias sociais e demais tecnologias, nossos relacionamentos tem menos contato corpo a corpo do que precisamos. Encoste nas pessoas, nos braços ou ombros, quando fala com elas. Cumprimente os amigos com um abraço. Vá jogar basquete com os amigos, ao invés de assistir na TV. Quando começarmos a compreender que não somos mentes presas dentro de um corpo, e sim mente e corpo atuando em perfeita harmonia, podemos começar a curar velhas feridas de uma forma mais profunda e duradora.

Artigo Original de Kate Bartolotta em The Good Men Project

………………………………………………………………
*Fonte: passedigital

Por qual razão ambiental o gás CFC tem sido substituído?

O Clorofluorcarboneto (CFC) é um tipo de gás que está presente na estrutura de geladeiras e aparelhos de ar condicionado, além de sprays, aerossóis e solventes. Por se tratar de um composto que prejudica a natureza de diversas maneiras, no entanto, o CFC tem sido substituído por outras soluções que são menos agressivas ao meio ambiente.

O CFC foi criado em 1928, sendo composto por carbono, flúor e cloro. A principal razão que leva este produto a ser substituído é a forma como ele afeta negativamente a camada de ozônio — que tem o papel de amenizar os efeitos nocivos dos raios solares. Para efeitos comparativos, vale lembrar que esse gás é 15 mil vezes mais prejudicial ao meio ambiente do que o dióxido de carbono.

Quais são os malefícios causados pelo gás CFC?

Como já foi dito, o clorofluorcarbono é um dos principais causadores do buraco na camada de ozônio, a grande responsável por proteger os seres vivos dos raios solares. Esse composto pode agir por até 75 anos, prejudicando a natureza e a vida terrestre ao longo de décadas.

Esse efeito devastador ocorre porque o CFC, após ser liberado na atmosfera, fica concentrado na estratosfera — que é justamente a camada do planeta na qual está localizada a camada de ozônio. Com isso, o gás passa a apresentar uma reação que libera radicais livres de Cloro, que causa a decomposição do ozônio.

Devido aos malefícios causados ao planeta, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) determinou o banimento de produtos aerossóis, perfumes e sprays contendo CFC.

Quais compostos substituem o gás CFC?

O CFC vem sendo substituído principalmente pelos hidroclorofluorcarbonetos (HCFC) e hidrofluorcarbonetos (HFC), que causam danos bem menores à estratosfera, embora também contribuam para o efeito estufa e para o aquecimento global.

Desde que o Brasil firmou o acordo com o Protocolo de Montreal, que foi desenvolvido para banir gradativamente o uso do CFC, o País se comprometeu a eliminar a utilização deste tipo de gás até 2010. Porém, até o momento, o Brasil não conseguiu cumprir completamente o prometido.

……………………………………………………….
*Fonte: pensamentoverde

Truques de atletas para dormir bem

Muitos atletas famosos devem muito a seus técnicos. Não apenas pelos treinos e pela parte física, mas pelo sono. Um especialista neste campo é Nick Littlehales, que trabalhou com as melhores equipes da Premier League, com o mito Cristiano Ronaldo, com muitos jogadores da NBA e com alguns tenistas famosos.

Hoje, trazemos 6 aspectos muito importantes que estão no livro Littlehales ’Sleep’. Apesar de que cada um de nós tem um tipo de relógio biológico, vale a pena dar uma olhada.

………………………………………………………………
*Fonte: incrivelclub

Por que você deve beber bastante água

Estar bem hidratado pode ser mais importante para sua saúde do que você imagina. O tanto de água que você bebe influencia em várias funções do seu organismo.

Mas vamos começar pelo básico: quanta água devemos consumir por dia?

A recomendação

A Academia Nacional de Medicina dos EUA recomenda que homens bebam 3,7 litros de água por dia, e mulheres bebam cerca de 2,7 litros.

Existem duas formas de perceber se você está bem hidratado: através da sensação de sede e da cor da sua urina. Se você não está sentindo sede, e sua urina possui uma cor amarelo claro, então provavelmente você está bem hidratado.

Para manter sua hidratação, além de beber água, você pode consumir alimentos ricos em água. Frutas e vegetais contam nos litros que você deve beber por dia. Boas escolhas são pepino, alface, aipo, brócolis cru, melancia, cenoura e melão – esses alimentos têm um teor de água de pelo menos 90%.

Mas não exagere: é possível se intoxicar por beber muita água. A condição se chama hiponatremia. O corpo não consegue se livrar do excesso de fluido através de suor e urina, e os níveis de sais do organismo ficam perigosamente baixos.

Por que beber água

É necessário beber água suficiente durante o dia, pois a hidratação ajuda o corpo a permanecer saudável em diferentes níveis. Confira as vantagens de estar hidratado:

Te ajuda a controlar o seu consumo de calorias. Estar desidratado é facilmente confundido com estar com fome, e pode levar a maior consumo de calorias e ganho de peso;
Lubrifica e amortece as articulações, te ajudando a se exercitar. Estar desidratado pode te deixar mais cansado e desmotivado enquanto você se exercita;
Te deixa mais atento e melhora seu humor e memória a curto prazo. Estar desidratado leva a desconcentração, pode causar problemas de memória a curto prazo e te deixar ansioso e irritado;
Ajuda seu coração a bombear sangue pelas veias mais facilmente. Estar desidratado, pelo contrário, faz seu coração trabalhar mais para bombear sangue pelas veias;
Mantém seu trato urinário saudável, reduzindo infecções. Estar desidratado pode fazer com que sais e minerais se cristalizem na sua urina, criando dolorosas pedras nos rins;
Mantém seu trato digestivo funcionando com suavidade. Estar desidratado pode fazer com que seu corpo retire fluidos de suas fezes, te deixando constipado;
Pode diminuir a duração e intensidade de dores de cabeça. Estar desidratado pode, por sua vez, desencadear enxaquecas, se você sofre dessa condição. [CNN]

…………………………………………………………………………..
*Fonte/texto: hypescience/ Natasha Romanzoti

Oito motivos para beber vinho: de proteção cardiovascular ao aumento da libido

Além de um grande aliado do paladar, o vinho é conhecido por trazer inúmeros benefícios ao corpo. A Bula decidiu investigar a questão e descobrir se o vinho faz por merecer a fama terapêutica que tem. O resultado da pesquisa é uma lista que contêm oito benefícios do vinho comprovados pela ciência. De proteção cardiovascular ao aumento da libido, uma simples taça da bebida tem muito mais a oferecer do que se costuma imaginar. É importante lembrar que as vantagens se aplicam ao consumo regular de uma pequena quantidade de vinho. A ingestão desenfreada de qualquer tipo de bebida alcóolica pode se converter em malefícios ao organismo.

Barba perfeita. Descubra os erros comuns que atrapalham o barbear.

Apesar de ser tarefa muito comum no dia a dia do homem, o ato de barbear pode causar desconfortos na pele se alguns detalhes passarem despercebidos. Erros simples, como esquecer de umedecer o rosto e passar a lâmina no sentido oposto ao crescimento dos pelos, já são suficientes para prejudicar o resultado do barbear. Entenda abaixo como esses e outros maus hábitos podem causar problemas:

A hora certa de fazer a barba

A pele limpa favorece o deslizar da lâmina, dando uma sensação maior de conforto conforme as passadas vão sendo feitas. Para isso, lave o rosto com água quente para abrir os poros e assim tornar o corte dos pelos mais rente. Uma dica é aproveitar o vapor do banho, mas o efeito pode ser o mesmo se você deixar toalha aquecida descansando no local por alguns minutos.

Produto de qualidade são coadjuvantes de luxo

Com a pele já preparada, você deve aplicar um creme de barbear de qualidade para amolecer os pelos e facilitar o deslizar da lâmina. Deixe o produto agir por um ou dois minutos antes de tirar o aparelho do armário. “O erro mais comum é usar sabonete de banho, mas eles podem causar ressecamento e inflamação”, ressalta o médico dermatologista Amilton Macedo, em entrevista ao #P.

Raspar no sentido do crescimento dos pelos

Um dos problemas mais comuns relacionados ao barbear são os dolorosos pelos encravados e para evitá-los é preciso cuidado na hora de usar a lâmina. O correto é deslizar o aparelho no sentido do crescimento dos fios. As laterais do rosto e bigode, por exemplo, devem ser raspadas com movimentos de cima para baixo. Já nas áreas do pescoço e queixo, por serem mais sinuosas, o deslize precisa ser feito em diversos sentidos. Conheça sua barba, passe os dedos pela face para saber onde os pelos mudam.

Lâminas gastas machucam a pele

Existem ainda outros cuidados para você conquistar o barbear perfeito. Estar atento ao estado das lâminas é um deles. Mas, como saber a hora de substituí-las por uma nova? Observe a fita lubrificante presente na cabeça do cartucho: quando o material ficar esbranquiçado significa que chegou o momento de trocar por um novo.

………………………………………………………………….
*Fonte: preparadopravaler/ por Bruno Janot

Gordura corporal dissolve onde quer que este adesivo coberto de agulhas seja colado

Pesquisadores da Universidade de Columbia e da Universidade da Carolina do Norte, ambas nos EUA, criaram um adesivo que literalmente derrete o excesso de gordura corporal no local onde é aplicado.

O adesivo contém uma série de microagulhas que perfuram a pele de forma indolor para fornecer nanopartículas de drogas no corpo.

Embora ainda não tenha sido testado em seres humanos, os experimentos com ratos mostram que é capaz de reduzir a gordura em até 20% nas áreas tratadas.

Gordura branca x gordura marrom

Para entender como o adesivo funciona, é preciso entender primeiro como nossos corpos armazenam gordura.

Existem dois tipos de células de gordura: gordura branca e gordura marrom. A marrom queima facilmente e produz calor – é por isso que os recém-nascidos têm muito dela, pois precisam de ajuda para regular sua temperatura corporal.

Infelizmente para os adultos, não temos tanta gordura marrom e, em vez disso, somos cheios de depósitos desagradáveis de gordura branca, usados para o armazenamento de energia a longo prazo. Essa gordura não queima tão facilmente.

Nos últimos anos, muitas pesquisas têm procurado converter a gordura branca em gordura marrom, a fim de queimar mais energia. Vários estudos demonstraram algum sucesso ao desencadear a transformação, mas há um problema.

“Existem vários medicamentos clinicamente disponíveis que promovem essa transformação, mas todos devem ser administrados como pílulas ou injeções. Isso expõe o corpo inteiro às drogas, o que pode levar a efeitos colaterais, como dor no estômago, ganho de peso e fraturas ósseas. Nosso adesivo parece aliviar essas complicações aplicando os medicamentos diretamente no tecido adiposo”, disse um dos cientistas do estudo, o patologista Li Qiang.

Como funciona

As agulhas microscópicas do adesivo fornecem produtos químicos sob a pele, onde quer que a gordura branca esteja sendo armazenada.

Os pesquisadores usaram dois diferentes medicamentos, o rosiglitazona (também conhecido como Avandia) e um produto químico chamado CL316243, que já havia transformado gordura branca em marrom em ratos.

Primeiro, as drogas são inseridas em envelopes de nanopartículas, cada um com cerca de 250 nanômetros de diâmetro – para referência, um cabelo humano tem aproximadamente 100.000 nanômetros de largura. Depois, as nanopartículas são implantadas no adesivo e quando penetram na pele, se dissolvem devagar liberando o medicamento diretamente onde ele é necessário.

“As nanopartículas foram projetadas para efetivamente segurar a droga e, em seguida, colapsar gradualmente, liberando-a no tecido de forma sustentada em vez de espalhá-la pelo corpo todo rapidamente”, explica um dos pesquisadores do estudo, o engenheiro biomédico Zhen Gu.

Os resultados

Em experiências com ratos obesos, os adesivos foram aplicados a cada três dias durante um total de quatro semanas.

Os ratos tratados receberam dois adesivos em lados diferentes de seus corpos: um com medicamento e outro contendo nanopartículas vazias.

Os resultados mostraram que os adesivos contendo rosiglitazona ou CL316243 produziram uma redução de 20% na gordura no lado tratado dos animais (em comparação com o lado das nanopartículas vazias).

Os animais também apresentaram níveis mais baixos de glicose no sangue em jejum do que os ratos do grupo de controle, que receberam apenas adesivos sem medicamentos.

Em ratos magros, o tratamento também ofereceu outros benefícios, como um aumento no consumo de oxigênio.

Próximos passos

Não há garantia de que o adesivo vai funcionar em seres humanos, mas a tecnologia certamente é promissora.

A equipe atualmente está pesquisando qual droga, ou qual combinação de drogas, funciona melhor – é possível que o produto químico certo possa melhorar a redução de gordura já impressionante de 20% vista neste primeiro teste.

Embora, no momento, não existam planos para comercializar o adesivo ainda, é possível que ele seja disponibilizado no futuro, uma vez que mais pesquisas e testes de segurança forem completos.

Seu propósito será muito maior do que estético: o adesivo pode se tornar uma arma poderosa e eficaz para tratar a obesidade e distúrbios metabólicos relacionados, como diabetes. [ScienceAlert]

 

 

………………………………………………………
*Fonte: hypescience

Aprenda como fazer horta medicinal em casa

Uma horta medicinal em casa pode trazer muitos benefícios para sua saúde corporal e mental. De acordo com o especialista em Agricultura Orgânica Thiago Tadeu Campos, além de proporcionar hábitos mais saudáveis, ao evitar o uso de fármacos comuns, você ganha tempo com a praticidade de ter tudo ao alcance das mãos, criando ainda um espaço verde em casa, trabalhando a mente por meio do envolvimento com a natureza.

Se os motivos acima descritos ainda não são suficientes para começar a planejar a sua horta, pense no fato de que você ainda pode economizar o dinheiro gasto na farmácia! E sim, é possível cultivar seus próprios remédios de forma simples e fácil, mesmo em espaços reduzidos, trazendo para o seu dia-a-dia hábitos mais saudáveis e mais naturais.

Neste artigo, irei sintetizar a importância e as facilidades de cultivar suas próprias ervas medicinais, além disso, colocarei a disposição gratuitamente meu e-book, no qual ensino práticas de cultivo simples e fáceis para 6 alimentos que podem ser cultivados em sua horta orgânica, de modo a torná-la mais produtiva e sustentável. Essas dicas podem ser muito valiosas também para iniciar sua horta medicinal.

Hortas medicinais: tenha sempre plantas fitoterápicas perto de você

As hortas medicinais sempre foram uma tradição, tanto nos jardins brasileiros quanto ao redor do mundo. Uma horta medicinal consiste em um conjunto de plantas e ervas que trazem benefícios para a saúde.  Cada pessoa pode montar sua horta de acordo com as plantas que lhe são necessárias, utilizando-as de diversas formas e diferentes espécies.

Algumas plantas medicinais têm sua eficácia cientificamente comprovada no combate de inúmeras doenças e também no uso para o controle de dores, podendo ser aplicadas de diferentes maneiras, desde xaropes, chás, sucos, condimentos, óleos, pós à até mesmo pomadas. Basta, então, saber para qual uso a espécie é mais indicada e seu modo de aplicação para extrair o melhor de cada espécie.

As hortas medicinais são uma verdadeira ferramenta para quem busca uma vida mais saudável e livre de toxinas. Além de diminuir exponencialmente a necessidade de remédios controlados, uma horta medicinal garante toda a praticidade de ter as plantas em mãos sempre que preciso. Entre os principais usos das ervas medicinais estão o controle de dores estomacais, insônia, gripes e resfriados, controle intestinal e tratamento de quadros depressivos.

Por serem produtos naturais e orgânicos, não prejudicam o organismo e agem de forma rápida. A arruda e o capim limão são ótimos exemplos da ação fitoterápica no corpo, amenizando dores e reduzindo o estresse.

Escolha as plantas corretas para montar uma horta medicinal

Qualquer pessoa pode possuir uma horta medicinal em sua casa, independentemente do lugar, existindo inclusive, hortas medicinais em apartamentos. As plantas podem ser organizadas em vasos, jardineiras ou em pequenos canteiros, de acordo com a quantidade de ervas medicinais desejadas e do espaço disponível em sua casa.

As principais plantas medicinais são espécies que também estão presentes na gastronomia, como o alecrim, o manjericão, a hortelã e a sálvia, levando assim, propriedades medicinais à sua cozinha. Também é possível plantar espécies como losna, capim limão, arruda e melissa, que apesar de pouco comuns tem importantes propriedades medicinais. Dessa forma, cabe ao produtor escolher quais ervas mais lhe agradam.

Todas essas plantas são facilmente plantadas por meio de sementes ou mudas, mas se você precisa de mais dicas de plantio e manutenção da sua horta, cadastre-se e receba agora mesmo o e-book gratuito sobre as 6 plantas indispensáveis para sua horta orgânica.

Montar uma horta medicinal é uma tarefa divertida e de autoconhecimento, pois exigirá que cada um plante ervas que serão úteis no dia a dia, seja pelo apelo medicinal ou na cozinha. É recomendado plantar dois ou mais tipos de planta num mesmo recipiente, para que elas cresçam em sincronia e não adoeçam com tanta facilidade.

As plantas devem estar localizadas em um espaço bem iluminado e seu solo deve ser fértil. Também é possível associar plantas repelentes como o “cravo de defunto”, para evitar a infestação de pragas ou doenças. Caso seja necessário, é possível realizar o reajuste do solo ou a nutrição através do uso de adubos orgânicos .

Como fazer uma horta em seu jardim

Nem sempre é necessário recorrer à fármacos para melhorar a saúde, ao encontrar maneiras fitoterápicas de cuidar de si mesmo, seu corpo só terá a agradecer!

Possuir uma horta medicinal pode poupar grandes dores de cabeça (literalmente), portanto, vale a pena aprender como montar uma horta orgânica e organizá-la apenas com plantas medicinais que aliviem sintomas de dores e proporcionem bem-estar, de forma sustentável e natural. Para isso, nem sempre é necessário reservar um espaço independente somente para as ervas medicinais, é possível inserir as espécies da sua escolha em espaços já existentes, como jardins, vasos de flores, hortas comuns, etc.

…………………………………………………………….
*Fonte: ciclovivo / Thiago Tadeu Campos

Você sabe qual rede social mais prejudica a sua saúde mental?

Redes sociais são maneiras divertidas e rápidas de entrar em contato com diversas pessoas, saber sobre suas vidas e rotinas e permitir que elas saibam das suas. O problema é que muitas pessoas ainda não entenderam que o que se posta nas redes é sempre a melhor parte do dia de uma pessoa e não um resumo fiel de sua vida.

Durante uma viagem ao Caribe, é óbvio que a pessoa vai postar fotos com os pezinhos na areia ou segurando um belo e colorido drink com um coqueiro ao fundo. Ela não vai postar fotos da dor de barriga que teve, da ressaca ou da briga com o namorado, obviamente. O problema é que acompanhar os melhores momentos da vida de diversas pessoas nos faz crer que a grama do vizinho é sempre mais verde e que a nossa vida não é tão divertida assim.

Um estudo feito com 1,5 mil adolescentes e jovens adultos revelou que o Instagram é a rede social que mais afeta a saúde mental das pessoas, causando altos níveis de ansiedade, depressão e bullying.

E faz sentido

A pesquisa analisou os efeitos de outras plataformas e a única que teve resultados positivos foi o YouTube – que veio seguido do Twitter, do Facebook e depois do Snapchat.

Os participantes da pesquisa eram jovens com idades entre 14 e 24 anos, residentes na Inglaterra, na Escócia, no País de Gales e na Irlanda do Norte. Eles tiveram que responder 14 perguntas relacionadas ao uso das redes sociais e à sua saúde física ou mental.

Logicamente, as redes sociais foram relacionadas a alguns benefícios, e todos os sites pesquisados receberam pontuações positivas em termos de autoexpressão e construção de comunidades de apoio emocional, mas quem ganhou mesmo em termos de saúde mental foi o YouTube, citado como de alta ajuda contra depressão, ansiedade e solidão.

Tem que ver isso aí

As outras redes, no entanto, foram associadas ao aumento de casos de depressão e de ansiedade. Estudos anteriores já haviam revelado que passar mais de duas horas por dia em redes sociais é algo que aumenta o sofrimento psicológico, especialmente em pessoas jovens, justamente por essa comparação que se faz com a vida alheia.

Postagens em redes sociais acabam expondo expectativas irrealistas de vida e criando a sensação de inadequação e baixa autoestima: “O Instagram faz facilmente que as meninas e as mulheres se sintam como se seus corpos não fossem bons o suficiente enquanto as pessoas adicionam filtros e editam suas fotos para que pareçam ‘perfeitas’”, ressaltou o estudo.

Por enquanto, existem medidas que pedem para que as plataformas indiquem, por exemplo, imagens que tenham sido editadas e que solicitem ajudas a usuários que pareçam sofrer de algum tipo de doença mental.

Se você se sente para baixo quando acompanha as imagens que seus amigos postam no Instagram, tente dedicar menos tempo à ferramenta e se lembre sempre de que a vida real não condiz com uma série de fotos bonitas, posadas e editadas – ainda bem!

………………………………………………….
*Fonte: megacurioso

 

Muito prazer, eu sou o seu sintoma

Já pensou se o seu sintoma tivesse a chance de te escrever uma carta? Garanto que seria alguma coisa assim:

“Olá, tenho muitos nomes: dor de joelho, abscesso, dor de estômago, reumatismo, asma, mucosidade, gripe, dor nas costas, ciática, câncer, depressão, enxaqueca, tosse, dor de garganta, insuficiência renal, diabetes, hemorroidas e a lista continua. Ofereci-me como voluntário para o pior trabalho: ser o portador de notícias pouco agradáveis para você.

Você não entende, ninguém me compreende.
Você acha que eu quero lhe incomodar, estragar os seus planos de vida. Todo mundo pensa que desejo atrapalhar, fazer o mal, limitar vocês, e não é assim, isso seria um absurdo.

Eu o sintoma, simplesmente estou tentando lhe falar numa linguagem que você entenda.

Vamos ver, me diga alguma coisa. Você negociaria com terroristas, batendo na porta com uma flor na mão e vestindo uma camiseta com o símbolo da “paz” impresso nas costas? Não, certo?
Então, por que você não entende que eu, o sintoma não posso ser “sutil” e “levinho” quando preciso lhe passar uma mensagem.
Me bate, me odeia, reclama de mim para todas as pessoas, reclama de minha presença no seu corpo mas, não para um minuto para pensar e raciocinar e tentar compreender o motivo de minha presença no seu corpo.
Apenas escuto você dizer: “Cala-te”, “vá embora”, “te odeio”, “maldita a hora que apareces-te”, e muitas frases que me tornam impotente para lhe fazer entender mas, devo me manter firme e constante, porque devo lhe fazer entender a mensagem.

O que você faz? Manda-me dormir com remédios. Manda-me calar com sedativos, me suplica para desaparecer com anti-inflamatórios, quer me apagar com quimioterapia. Tenta dia após dia, me calar.
E me surpreendo de ver que às vezes, até prefere consultar bruxas e adivinhos para de forma “mágica” me fazer sumir do seu corpo.
A minha única intenção é lhe passar uma mensagem, mesmo assim, você me ignora totalmente.

Imagine que sou a sirene do Titanic, aquela que tenta de mil maneiras avisar que tem um iceberg na frente e você vai bater com ele e afundar. Toco e toco durante horas, semanas, meses, durante anos, tentando salvar sua vida, e você reclama que não deixo você dormir, que não deixo você caminhar, que não deixo você trabalhar, ainda assim continua sem me ouvir…

Está compreendendo?
Para você, eu o sintoma, sou “A doença”.
Que absurdo! Não confunda as coisas.
Aí você vai ao médico e paga por tantas consultas.
Gasta um dinheiro que não tem em medicamentos e só para me calar.

Eu não sou a doença, sou o sintoma.
Por que me cala, quando sou o único alarme que está tentando lhe salvar?

A doença “é você”, é “o seu estilo de vida”, são “as suas emoções contidas”, isso que é a doença e nenhum médico aqui no planeta Terra sabe como as combater, a única coisa que eles fazem é me atacar, ou seja, combater o sintoma, me calar, me silenciar, me fazer desaparecer. Tornar-me invisível para você não me enxergar.

É bom se você se sentir incomodado por estar lendo isso, deve ser algo assim como um “golpe na sua inteligência”. Está certo se estiver se sentindo frustrado, mas eu posso conduzir o teu processo muito bem e o entendo. De fato, isso faz parte do meu trabalho, não precisa se preocupar. A boa notícia é que depende de você não precisar mais de mim, depende totalmente de você analisar o que tento lhe dizer, o que tento prevenir.

Quando eu, “o sintoma” apareço na sua vida, não é para lhe cumprimentar, é para lhe avisar que uma emoção contida no seu corpo, deve ser analisada e resolvida para não ficar doente.

Deveria perguntar a si mesmo: “por que apareceu esse sintoma na minha vida”, “que pretende me alertar”? Por que está aparecendo esse sintoma agora?
Que devo mudar em mim?

Se você deixar essas perguntas apenas para sua mente, as respostas não vão levar você além do que já vem acontecendo há anos. Deve perguntar também ao seu inconsciente, ao seu coração, às suas emoções.

Por favor, quando eu aparecer no seu corpo, antes de procurar um médico para me adormecer, analise o que tento lhe dizer, verdadeiramente, por uma vez na vida, gostaria que o meu excelente trabalho fosse reconhecido e, quanto mais rápido tomar consciência do porquê do aparecimento no seu corpo, mais rápido irei embora.

Aos poucos descobrirá que quanto melhor analisar, menos lhe visitarei. Garanto a você que chegará o dia que não me verá nem me sentirá mais. Conforme atingir esse equilíbrio e perfeição como “analisador” de sua vida, de suas emoções, de suas reações, de sua coerência, não precisará mais consultar um médico ou comprar remédios.

Por favor, me deixe sem trabalho.
Ou você acha que eu gosto do que eu faço?

Convido você para refletir sobre o motivo de minha visita, cada vez que eu apareça.
Deixe de me mostrar para os seus amigos e sua família como se eu fosse um troféu.
Estou farto que você diga:
“Então, continuo com diabetes, sou diabético”.
“Não suporto mais a dor no joelho, não consigo caminhar”.
“Aqui estou eu, sempre com enxaqueca”.
Você acha que eu sou um tesouro do qual não pretende se desapegar jamais.
Meu trabalho é vergonhoso e você deveria sentir vergonha de tanto me elogiar na frente dos outros. Toda vez que isso acontece você na verdade, está dizendo: “Olhem que fraco sou, não consigo analisar, nem compreender o meu próprio corpo, as minhas emoções, não vivo coerentemente, reparem, reparem!”.

Por favor, tome consciência, reflita e aja.
Quanto antes o fizer, mais cedo partirei de sua vida!
Atenciosamente,
O sintoma.”

 

 

 

 

 

………………………………………………….
*Fonte: humaniversidade

Meditação regular traz mais benefícios do que férias, afirma estudo

Já não é novidade o quanto a meditação e a ioga fazem bem para a saúde. Pesquisas sérias têm apontado alguns desses benefícios e deixado para trás a ideia de que tais práticas são “coisa de hippie”. A Harvard Health Publications divulgou, por exemplo, um estudo onde ficou claro que meditar pode ser melhor para o corpo e para a mente até do que tirar férias.

Segundo a médica Monique Tello, o estudo foi realizado em um resort no sul da Califórnia (EUA), com 91 mulheres voluntárias que não apresentavam problemas de saúde importantes, não estavam grávidas, nem tomavam hormônios ou antidepressivos. O método mesclou técnicas de meditação, ioga e exercícios ao longo de uma semana.

Os participantes foram divididos em três grupos com cerca de 30 cada um: “meditadores” experientes, mulheres que nunca meditaram, e um grupo que simplesmente “foi de férias”. Os 30 “participantes de férias” ouviram palestras de saúde e depois fizeram coisas divertidas ao ar livre por uma semana.

Ao fim do experimento, os três grupos apresentaram melhorias estatisticamente significativas nos níveis de estresse e depressão, que foram mensurados usando questionários bem estabelecidos e comumente usados. Até este ponto, explica Monique, parece que as férias são tão boas quanto os exercícios para a redução do estresse e melhora de humor.

Mas, ela explica que o que realmente impressiona é que 10 meses depois: os meditadores regulares ainda apresentavam melhorias significativas, os meditadores novatos ainda mais, enquanto os turistas já estavam novamente estressados. A descoberta vai ao encontro de pesquisas anteriores que mostra que as férias têm efeitos benéficos, mas por muito pouco tempo.

Os pesquisadores coletaram também amostras de sangue, antes e depois do experimento. Quem explica os resultados desta fase é o autor de estudo Eric Schadt, diretor do Icahn Institute no Monte Sinai.

“Os meditadores regulares mostraram os mesmos tipos de ‘melhorias’ no nível molecular como os outros, mas, além disso, apresentaram mudanças que também foram associadas a alguns processos de envelhecimento. Penso que há relação com um envelhecimento mais saudável, por isso espero que motive mais estudos nesta direção”, afirma o pesquisador.

O estudo de férias incluiu apenas mulheres e os próprios autores afirmam que são necessárias mais pesquisas na área. Mas as evidências já estão aí, outros estudos já comprovaram que a meditação ajuda a reduzir a ansiedade, depressão, estresse, dor e a saúde geral, além de melhorar a qualidade de vida. Se por um lado, o descanso do trabalho é realmente merecido, por outro tentar incluir a prática da meditação pode amenizar a espera pelas tão sonhadas férias tornando o dia a dia bem mais agradável.

………………………………………………………
*Fonte/texto: ciclovivo

Quer viver mais? Talvez o segredo seja tomar café

Boas notícias para quem gosta de café: um estudo realizado recentemente e divulgado pelo New York Daily News revelou que o consumo diário de quatro xícaras de café reduz nossos riscos de morte.

O levantamento, que foi feito pelo Hospital de Navarra em Pamplona, na Espanha, revelou que essa diminuição nos riscos de morte chega a 64% em relação às pessoas que não tomam café ou que o consomem em poucas quantidades.

Para chegarem a essa conclusão, os pesquisadores acompanharam os índices de saúde de 20 mil pessoas ao longo de 10 anos. Os dados revelaram que aquelas com mais de 45 anos de idade tiveram uma chance de morte 30% menor se bebessem duas xícaras de café a mais por dia.

Adela Navarro, cardiologista e uma das autoras do estudo, falou que essa pesquisa nos sugere que quatro xícaras de café por dia pode ser parte de uma dieta saudável.

Mais pesquisas complementares precisam ser feitas ainda sobre tema, para se descobrir mais benefícios da bebida e as relações que seu consumo tem com a diminuição de doenças cardíacas, casos de acidente vascular cerebral, diabetes, doença renal e até alguns tipos de câncer. Até lá, o jeito é não sentir culpa na hora de saborear o seu cafezinho de todo dia e, claro, de repetir a dose.

……………………………………………….
*Fonte: megacurioso

10 sinais de que você não está bebendo água suficiente

1 – Sua boca está seca

É meio óbvio que boca seca indica que seu corpo não está muito bem hidratado, mas esse é um sinal que ignoramos facilmente e, às vezes, resolvemos com uma bala ou um chiclete. Quando sua boca estiver seca, não tome refrigerantes ou sucos, mas água mesmo, pois é o necessário.

2 – Sua pele está seca

A pele é o maior órgão do corpo humano, e, quando você não bebe água suficiente para se manter hidratado e garantir que todas as suas células funcionem bem, sua pele acaba demonstrando essa falta de água por meio do ressecamento.

3 – Seus olhos também estão secos

Entenda, de uma vez por todas, que não beber água suficiente faz com que todas as partes do seu corpo ressequem, e isso inclui até mesmo os seus olhos, que ficam irritados e avermelhados.

4 – Sua urina está mais escura

Seu xixi deve ser naturalmente amarelo claro, quase transparente. Se é mais escuro, se tem coloração de chá, isso pode indicar que você está desidratado.

5 – Seu intestino não está funcionando direito

Quando o intestino não trabalha, suas fezes vão ficando cada vez mais duras e ressecadas, e isso pode ser um indicativo de que você tem tomado pouca água também. Se você bebe pelo menos 2 litros de água todos os dias, seu intestino vai funcionar bem melhor.

6 – Você tem dores nas articulações

Suas articulações são feitas 80% de água, então não é de se estranhar que elas sofram também quando você se esquece de tomar água.

7 – Quando você tem dor no estômago de fome

Às vezes, você sente aquela dorzinha ou aquele incômodo no estômago e acha que está com fome, mas, na verdade, você pode estar desidratado mesmo. Isso acontece quando o corpo recebe diversos sinais de que está com pouca água, fazendo com que você acredite que precisa comer quando, na verdade, tomar um copo de água já seria suficiente.

8 – Você fica doente por mais tempo

Quando você reparar que fica doente por mais tempo do que o normal, no caso de um resfriado, por exemplo, isso pode indicar que seu corpo não está devidamente hidratado. Toda a água que você ingere faz com que seu corpo se livre das toxinas mais rapidamente, e é por isso que os médicos sempre recomendam que pessoas doentes tomem bastante líquido.

9 – Você tem tontura

Tonturas podem indicar outros problemas de saúde, especialmente se forem frequentes, mas uma coisa que pode deixar uma pessoa se sentindo tonta, sem dúvida, é a falta de água. Se depois de correr ou de fazer uma caminhada você se sentir tonto, tome água e espere um pouco.

10 – Fadiga em excesso

Quando você se sente cansado demais o tempo todo, isso pode indicar que seu corpo está com pouca água para mantê-lo em pé. Beber 2 litros de água por dia vai fazer com que esse tipo de cansaço não faça parte da sua rotina.

 

 

 

 

……………………………………………….
*Fonte: megacurioso