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Más notícias para quem curte tomar água com gás

Muitas pessoas acham que deixar de lado o hábito de tomar refrigerante é uma boa escolha – e é mesmo. A questão é que tem gente por aí substituindo uma bebida gaseificada por outra, afinal a lógica de que água com gás não faz mal, afinal estamos falando de água, parece bastante sensata, não é mesmo? Bem… Nem tanto.

Infelizmente, tomar água com gás parece não ser uma escolha saudável, ao contrário do que pode parecer. A água gaseificada é feita com dióxido de carbono sob pressão, e isso faz mal aos dentes e, para piorar, pode contribuir para o ganho de peso de algumas pessoas.

De acordo com o dentista Adam Thorne, de Londres, o problema é que a maioria das pessoas não sabe que a água com gás é extremamente ácida, e que as suas bolhas são ótimas em corroer o esmalte dos nossos dentes – em longo prazo, isso deixa nossa dentição fraca e amarelada.
Há controvérsias

Já para Edmond R. Hewlett, da American Dental Association, o que torna uma água ácida é a adição de sabores: “é o sabor e não a carbonatação que diminui o PH (e aumenta a acidez) a um nível que potencialmente pode corroer o esmalte dentário”, disse ele, em declaração publicada no The Sun.

Segundo Hewlett, há estudos que comprovam que águas gaseificadas sem sabor, assim como a água normal, têm um potencial erosivo muito baixo, não representando risco para o esmalte dos dentes.

Ainda assim, já é comprovado que a água com gás pode nos tornar mais gordinhos, mesmo que ela não tenha calorias. Isso acontece porque o dióxido de carbono presente na bebida pode nos causar a sensação de fome, e acabamos comendo mais do que comeríamos se tivéssemos ingerido uma água normal, sem gás.

Nessa mesma pesquisa ficou comprovado que a água gaseificada aumenta os níveis do hormônio grelina, que nos causa fome – e não estamos falando de pouca coisa, não, mas de um aumento que chega a até seis vezes.

 

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*Fonte: megacurioso


9 dicas para sobrecarregar seus níveis de dopamina e nunca se sentir triste, estressado ou deprimido

Nosso cérebro libera um neurotransmissor, a dopamina, que é crucial para inúmeras funções corporais essenciais como:

– Regulação do movimento
– Controle dos sistemas de prazer e recompensa no cérebro
– Funções cognitivas (conhecimento, atenção, memória, tomada de decisão, avaliação, resolução de problemas)
– Regulação da secreção de prolactina

Uma vez que é extremamente importante para o nosso bem-estar e felicidade, os níveis reduzidos de dopamina levam a vários problemas de saúde, tais como depressão, tristeza, negatividade e problemas emocionais.

Felizmente, existem 10 maneiras eficazes de aumentar os níveis de dopamina no corpo, sem usar medicamentos:

 

1. Exercício

O exercício de todos os tipos eleva os níveis de dopamina, serotonina e endorfina. Exercício regular fornece felicidade, fortalece o corpo, reduz o estresse.

 

2. Evite as Dependências

Álcool, drogas, jogos de azar, e até mesmo fazer compras , podem proporcionar um prazer imediato, mas não é uma solução permanente. As adições apenas satisfazem temporariamente nossas necessidades. Além disso, os vícios alteram nosso estilo de vida em favor da fonte do vício, e é um ciclo perverso. Portanto, você deve tentar diminuir o risco de desenvolver vícios, aproveitar a vida e encontrar coisas que proporcionam maior calma e felicidade. Além disso, é de grande importância trabalhar com o que você gosta.

 

3. Desintoxicação

Certifique-se de desintoxicar regularmente o seu sistema, como o acúmulo de toxinas e bactérias no organismo impede a produção de dopamina e enfraquece a imunidade.

A desintoxicação pode ser feita simplesmente através de exercícios e uma alimentação balançeada.

 

4. Aumentar a tirosina

A tirosina é um dos 22 aminoácidos essenciais utilizados para a criação de proteínas. É realmente o químico mais importante para a produção de dopamina.

Além da dopamina, também tem potencial para elevar os níveis de norepinefrina. A fim de aumentar seus níveis no corpo, você deve consumir o chá verde , a melancia, as amêndoas, as bananas, os abacates , e chocolate escuro.

 

5. Música

Níveis de dopamina também são aumentados através de música, embora por curto prazo. Portanto, use a música como uma forma comum de aumentar os níveis de dopamina. Além disso tocar um instrumento torna você mais esperto (a ciência revela).

 

6. Organize sua vida

Os níveis de dopamina são aumentados pela execução organizada de pequenas tarefas diárias, mesmo que sejam difíceis às vezes. Você deve escrever suas tarefas em um pedaço de papel, e verificá-las. Desta forma, você ficará satisfeito ao observar que concluiu cada tarefa.

Os Princípios de Autogestão afirmam que se uma tarefa representa uma mudança de 25% (ou maior) na rotina, você se sentirá incapaz de terminá-la e, muitas vezes, acabará como uma auto-sabotagem ou desistência.

Se a tarefa mudar 10% de sua rotina, você conseguirá completá-la. Portanto, as tarefas podem representar entre 10 e 25% de novos comportamentos, a fim de desafiar você a tentar coisas novas e desafiadoras sem desistir.

 

7. Criatividade

Os níveis de dopamina no cérebro também são elevados por atividade criativa. Isso também irá mantê-lo focado. Você não precisa se tornar um artista mundialmente conhecido, mas tente dançar, cantar, escrever, esculpir, pintar, desenhar, cozinhar, tricô, fazer artesanato e reparação automóvel, e você vai se sentir muito melhor imediatamente.

 

8. Suplementação

Os níveis de dopamina também podem ser aumentados através de suplementação, tais como:

A curcumina, o ingrediente ativo da cúrcuma, aumenta efetivamente a dopamina no cérebro.
Ginkgo Biloba tem um potencial para aumentar os níveis de dopamina também.
Acetil-l-tirosina é um bloco de construção de dopamina, por isso uma dose saudável de que apoia a produção de dopamina no cérebro.
L-teanina aumenta numerosos neurotransmissores no cérebro, incluindo a dopamina. O chá verde é uma fonte rica de l-teanina.

Nota: consulte um médico antes de usar qualquer uma das substâncias acima

 

9. Meditação

A meditação aumenta os níveis de dopamina de uma forma diferente que os exercícios. Melhora o seu humor, cria energia mental e relaxa a mente. Meditação é uma maneira eficiente de reduzir o estresse diariamente. Estudos em Harvard MRI provaram que a meditação literalmente reconstrói sua matéria cinza do cérebro em 8 semanas!

 

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*Fonte: enigmasdouniverso

 


7 hábitos de alimentação que mantêm os japoneses magros e todos deveriam seguir

Além de serem conhecidos pela longevidade, os japoneses estão entre os cidadãos mais magros do mundo. Entre a população adulta, o índice de obesidade é de apenas 3,7%, considerado o mais baixo dos países desenvolvidos. Conheça os hábitos alimentares que mantêm os japoneses magros e que todos deveriam seguir:

 

Hábitos saudáveis dos japoneses

1. Os japoneses prezam pelo equilíbrio na hora de montar seus pratos garantindo refeições de alto valor nutricional. A dieta normalmente é baseada na combinação de vegetais, fontes de fibras e antioxidantes que trazem saciedade, regularização do intestino e proteção celular, arroz, rico em carboidratos que dão energia, além de peixes e soja, proteínas de boa qualidade.

2. O cardápio dos japoneses também é bastante variado, com preparações diversificadas, através de alimentos cozidos, ensopados, refogados, fritos, no vapor e cru, além de quantidades generosas e diferentes de frutas, legumes e verduras.

3. Culturalmente, adotam a moderação com uma técnica chamada hara hachi bunme, que consiste em parar de comer quando estiver 80% satisfeito e não até ficar com a barriga estufada. O hábito ajuda a evitar exageros porque, segundo estudos, o cérebro demora cerca de 20 minutos para registrar saciedade.

4. Os japoneses também comem menos ao servir seus alimentos em pequenas porções, garantindo não somente pratos visualmente mais harmoniosos, como também uma ingestão de comidas em menores quantidades.

5. A hora da refeição é encarada como uma verdadeira experiência alimentar: as refeições devem ser coloridas e agradáveis para proporcionar um momento de prazer e não somente de saciedade plena.

6. O Japão também é conhecido por praticamente banir pães e apostar no arroz cozido no vapor, até mesmo no café da manhã. Então, além das baixas taxas de obesidade, o país também apresenta níveis reduzidos de problemas de saúde relacionados à farinha branca e glúten, como alergias, por exemplo.

7. Apesar de criarem doces visualmente deslumbrantes, os japoneses raramente consomem opções como bolos, sorvetes e tortas como sobremesa. Depois das refeições, normalmente consomem frutas frescas, reservando o açúcar apenas para ocasiões especiais.

 

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*Fonte: vix


Dormir após o almoço faz bem à saúde

Principalmente na Espanha há uma prática comum para muitas pessoas após o almoço: a chamada sesta, que consiste em um cochilo. Na capital, Madri, é corriqueiro encontrar numerosas lojas fechadas no início da tarde em lugares movimentados, teoricamente em um momento de grande proveito comercial para os empresários. Mesmo assim, alguns lojistas preferem fechar seus estabelecimentos por um motivo muito simples: dormir.

O que parece estranho aos nossos olhos é uma prática saudável e que deveria ser seguida por todas as pessoas. Dormir após o almoço não é sinônimo de preguiça ou falta do que fazer, mas sim uma recomendação médica capaz de melhorar o desempenho nas atividades durante os períodos vespertino e noturno e, consequentemente, trazer mais saúde.

O especialista em sono Maurício Bagnato explica que a sesta não é um capricho, mas sim uma necessidade fisiológica. “O cochilo depois do almoço é muito bom para o corpo porque a temperatura abaixa após o sono. Ele precisa ter duração máxima de meia hora e dá uma boa restaurada. Isso faz parte do ser humano. O corpo pede esse descanso”, afirma o especialista.

Algumas empresas já oferecem salas de descanso para que os funcionários possam tirar um cochilo após o almoço. Contudo, essa prática ainda é rara no meio empresarial brasileiro. No setor comercial, há o mesmo problema. Vendedores e balconistas precisariam descansar após a refeição para desempenhar melhor seus papéis, mas isso não acontece nem com os patrões, que, diferentemente de muitos colegas espanhóis, não tiram um momento para adaptar o corpo ao dia corrido e estressante.

Estudos mostram que os profissionais que têm um período de descanso depois do almoço, mesmo que não seja um sono profundo, possuem maior propensão a apresentar produtividade superior do que os demais companheiros que não investem tempo no descanso durante o expediente.

O otorrinolaringologista e diretor da Associação Brasileira do Sono, Michel Cahali, compartilha dessa opinião e acrescenta que o cochilo após o almoço faz parte do ciclo normal de sonolência do ser humano. Contudo, os homens, ao longo da história, passaram a dar cada vez menos importância a essa relevante característica fisiológica. “É algo muito positivo pelo ciclo de vigília e sono das pessoas. Após o almoço, a gente tem um pico de sonolência, e uma soneca de meia hora é reparadora”, diz.

Deve-se prestar atenção, contudo, no exagero de sono no período vespertino. Em casos de indivíduos com tendência muito forte a sentir sonolência no trabalho ou em alunos, após a aula matutina, a principal causa é a ausência de sono suficiente durante a noite. Dormir mais de meia hora à tarde é um sintoma de que algo não vai bem no sono noturno.

 

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*Fonte: minhavida


Respiração profunda: uma forma simples de melhorar sua vida

A respiração profunda nos ajuda a acalmar a agitação, o estresse e a ansiedade. Respirar bem para viver melhor é um princípio de bem-estar físico e mental que exige nossa atenção entre a pressa e as pressões com as quais convivemos todos os dias. Por sua vez, e igualmente interessante, esse tipo de respiração permite que nos conectemos muito melhor com nós mesmos, com as nossas necessidades de vida…

São muitas as culturas que veem no processo de respiração algo mais do que esse ato aparentemente involuntário que garante a nossa sobrevivência e no qual não prestamos atenção. Muitos de nós fazemos parte desse mundo hiperventilado e de repente, quando sentimos a necessidade ou a curiosidade de praticar ioga, Mindfulness ou Tai-Chi, tomamos consciência de que respirar é mais do que simplesmente tomar ar para depois expulsá-lo de novo.

 

“A cada momento tenho que lembrar a mim mesma de que tenho que continuar respirando, de que o coração deve continuar palpitando…”
-Emily Brontë-

 

Nesse processo rítmico de expansão e contração, a respiração representa também essa polaridade constante que vemos na natureza, como o dia e a noite, como a vigília e o sono, como a calma e a tormenta, o inverno e a primavera… É um ciclo que tem diretrizes e seus momentos, sua música interior e seus incríveis benefícios se for feito corretamente.

A maioria de nós respira rápido e de modo superficial, não utilizando a plena capacidade dos nossos pulmões. Em um estado normal, respiramos entre 17 ou 18 vezes por minuto. No entanto, quando sofremos ansiedade ou estresse, o número dessa frequência respiratória dispara, podendo alcançar até mesmo as 30 respirações. Isso é um risco. É como viver com uma espada de Dâmocles sobre a nossa cabeça, gerando um desequilíbrio progressivo que vai afetar a nossa pressão arterial, nosso sistema imunológico, nossos músculos e até mesmo as nossas mentes.

No entanto, algo tão simples como “respirar fundo” e fazer isso com controle gera um benefício sistêmico, equilibrando vários processos e proporcionando uma via de saída a muitas dessas emoções negativas que afligem o nosso dia a dia.

 

E se aprendemos a respirar bem para viver melhor?

 

Respiração profunda, mas pausada

Existe um dado muito importante que merece pelo menos uma reflexão: a respiração é uma das poucas funções corporais que fazemos tanto de forma voluntária quanto involuntária. É uma grande oportunidade de controle sobre o nosso corpo, melhorando a nossa qualidade de vida, se conseguirmos exercer esse controle de forma inteligente.

Pense que uma respiração voluntária e consciente pode influenciar a forma como respiramos quando o fazemos de forma automática. Desta forma, melhoramos a pressão sanguínea, o ritmo cardíaco, a circulação, a digestão, e muitas outras funções corporais.

É muito possível que algum de nossos leitores se pergunte se existe alguma evidência científica de que a respiração profunda seja realmente tão positiva e benéfica como as culturas orientais nos explicam. Cabe-nos informar que o que nos dizem diversos estudos, como o publicado na revista científica “Harvard Health“, é que o que mais beneficia o nosso corpo é uma respiração lenta.

Quando respiramos fundo, mas acima de tudo com lentidão, conseguimos fazer com que o oxigênio chegue verdadeiramente até às células e que o nível de CO2 no sangue não baixe. Por sua vez, os cientistas também chegaram à conclusão de que o tipo de respiração que mais nos beneficia é a respiração diafragmática: aquela em que pegamos o ar em profundidade, deixando que ele entre pelo nariz e chegue completamente nos pulmões, ao elevar a parte inferior do nosso abdômen.

 

Benefícios da respiração profunda

Todo mundo, em algum momento de sua vida, já ouviu a famosa frase “não é nada, respira fundo”. É como um feitiço, como uma palavra mágica que assim que é colocada em prática, nos gera um bem-estar geral, um alívio quase imediato que acalma o corpo e reorganiza a mente. Essa estratégia teria muito mais benefícios se nos acostumarmos a praticá-la diariamente, de forma que se transforme em um hábito.

Estas seriam algumas mudanças que começaríamos a notar:

Melhoraria o metabolismo celular do nosso corpo.
Controlaríamos melhor o estresse e a ansiedade.
Dormiríamos melhor.
A digestões seriam menos pesadas.
Sentiríamos menos dor muscular, menos dores de cabeça e enxaquecas.
Nos concentraríamos melhor nas nossas tarefas.
Melhoraria a nossa postura e teríamos menos dores nas costas.
Aprenderíamos a estar mais centrados no “aqui e agora”.

 

Aprender a praticar a respiração profunda

Assim como afirmamos no início, as pessoas respiram em média entre 16 e 17 vezes por minuto. O nosso objetivo com a respiração profunda é respirar 10 vezes em um minuto. É claro que não conseguiremos isso com a primeira sessão, mas aos poucos e dia após dia vamos chegar a essa conquista, que sem dúvidas vai transformar o nosso bem-estar.

 

“Viver não consiste apenas em respirar, é muito mais…”
-Mao Zedong-

 

Aprenda como você pode conseguir fazer isso.

Em primeiro lugar, procure um lugar confortável para se sentar e que lhe permita manter as costas retas. Sua roupa deve ser confortável, deixando a região da cintura e do abdômen livre, sem a clássica pressão das calças jeans ou dos cintos.

Coloque seu peito para frente, relaxe os ombros e descanse o olhar.
Agora coloque uma mão sobre seu peito e a outra no abdômen.
Inspire de forma lenta e profunda ao longo de 4 segundos.
Quando fizer isso, você deve perceber como a mão que está no abdômen se eleva muito mais do que a mão que está sobre o peito.
Retenha esse ar durante 5 segundos para depois expirar de forma sonora ao longo de 7 segundos.

Comece com esse ritmo, e à medida que pegar o controle, você pode ir ajustando os tempos para conseguir uma média de 10 respirações em um minuto. Aos poucos você vai perceber benefícios notáveis na sua saúde física e uma calma mental adequada para enfrentar melhor o dia a dia.

Comece a experimentar hoje mesmo.

 

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*Fonte: amenteemaravilhosa


O propósito da diarreia é muito mais complicado do que pensávamos

Um dos aspectos mais desordenados da vida humana é a diarreia. Durante séculos, ela confundiu cientistas sobre o motivo exato pelo qual precisamos encará-la.

Embora faça sentido que o seu propósito seja o de livrar nosso organismo das infecções o mais rápido possível, existe uma surpreendente falta de evidências biológicas que respaldem essa suposição. Agora, pesquisadores se aproximam da ciência da diarreia para descobrir que, ao tentar evitá-la, talvez causemos mais mal do que bem ao nosso corpo.

“A hipótese de que a diarreia limpa os agentes patogênicos intestinais tem sido debatida há séculos”, diz um dos cientistas, Jerrold Turner, do hospital Brigham and Women’s, em Boston.

“Seu impacto na progressão das infecções intestinais permanece mal compreendido. Buscamos definir o papel da diarreia e verificar se a prevenção pode atrasar a limpeza de agentes patogênicos e prolongar a doença”.

 

Papel da água

Turner e sua equipe se interessaram por um aspecto-chave na experiência da diarréia: como é que toda aquela água se transporta pela parede do intestino até o produto final?

A partir de modelos de ratos com “diarréia do viajante” – o tipo causado por infecções bacterianas – pesquisadores examinaram o revestimento intestinal desses animais para descobrir como grandes quantidades de água se tornam capazes de passar e facilitar a diarreia.

Os ratos foram infectados com Citrobacter rodentium, equivalente a um infectado por E. coli.

A equipe descobriu que, como resposta à infecção, células imunes começaram a gravitar em direção à parede intestinal, o que desencadeou a produção de um a proteína chamada interleucina-22.

A interleucina-22 se fundiu com células no revestimento intestinal e as levou a produzir uma segunda proteína, chamada claudin-2.

O trabalho desta proteína é coordenar-se com as células para formar grandes aberturas na parede do intestino, de modo que começa a fluir mais água do que o normal.

Tudo isso aconteceu dentro de apenas dois dias de infecção bacteriana – muito antes de inflamação e danos nos tecidos começarem a denunciar a infecção.

A atividade da claudin-2 já foi observada em seres humanos antes, mas estes são os primeiros sinais da interação entre ela e a interleucina-22 no caso de uma infecção bacteriana.

Isso sugere que, apesar de a diarreia possa parecer um pesadelo, não tê-la pode ser um destino ainda pior.

No desenho abaixo é possível verificar a interação entre interleucina-22 (esfera azul) e claudin-2 para combater a bactéria C rodentium:

Não é apenas pelo mecanismo da diarreia a torna mais complexa do que presumimos – temos, também, o costume de julgar mal o fato de que ela interage com as bactérias para que, em conjunto, possam combater a infecção.

A equipe descobriu essas evidências observando três tipos de ratos – um que foi projetado para superproduzir a claudin-2, outro cuja capacidade de produzir claudin-2 foi bloqueada (chamados camundongos de nocaute ao claudin-2) e um grupo controle.

Como esperado, o grupo de controle teve diarreia em resposta à infecção, enquanto superprodutor de claudin-2 teve diarréia o tempo todo.

Nenhum, porém, sofreu tanto quanto os camundongos de nocaute.

Apesar de serem os únicos a evitar um ataque desordenado de fezes, eles experimentaram sintomas da infecção muito mais severos do que os outros, e levaram muito mais tempo para que seus sistemas imunológicos eliminassem a bactéria.

“Seu sistema imunológico quase enlouqueceu tentando limpar essa infecção, mas não conseguia”, disse Turner à Gizmodo.

Nos primeiros estágios da infecção, os ratos de nocaute experimentaram danos nos tecidos muito maiores do que os outros dois grupos e maior proliferação das bactérias nocivas.

E aqui está o ponto: eles acabaram enfrentando uma diarreia terrível mesmo assim.
Procedimento e resultados

No 11º dia de infecção, a diarreia finalmente teve início, e permaneceu “significativamente maior” do que os outros dois grupos até o dia 21.

Os pesquisadores sugerem que, se o corpo não for capaz de produzir diarreia para libertar a infecção – facilitada pela atividade da interleucina-22 e da claudina-2 – começará a quebrar o próprio revestimento intestinal para forçar a água a descer.

É importante notar que o experimento até agora só foi realizado em ratos. Então, até ser verificado em seres humanos, é muito cedo para dizer que o mesmo processo ocorre em nossos corpos.

Mas os humanos produzem proteína interleucina-22, então ela pode ser responsável por desencadear a produção de diarreia em nós também.

E o que esta pesquisa mostra é que qualquer medicamento destinado a bloquear a atividade do organismo ou a claudin-2 poderia causar mais mal do que bem – temos subestimado o quão importante isso poderia ser na prevenção de infecções mais graves e prolongadas.

“As pessoas estão recorrendo a remédios para prevenir a diarreia. Mas essa pesquisa nos diz que é preciso ter cuidado com isso”, disse Turner ao Gizmodo. “No caso desse agente patogênico, se você bloqueá-lo, a infecção pode ficar muito pior”.

A pesquisa foi publicada na Cell Host e Microbe. [ScienceAlert]

 

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*Fonte: hypescience / Carolina Goetten


Reino Unido usa plástico retirado dos oceanos para asfaltar estrada

Depois de algumas pesquisas realizadas pela Organização das Nações Unidas (ONU), foi possível detectar que 80% do lixo encontrado nos oceanos são feitos de plásticos. De acordo com as estimativas, se os números se mantiverem até 2050, os oceanos terão mais plásticos que peixes.

Para reparar os problemas causados pela poluição dos oceanos e acabar com o desperdício de recursos naturais, o engenheiro Toby McCartney teve a ideia de construir estradas feitas de plástico reciclado. O projeto desenvolvido pela sua empresa MacRebur, com sede na Escócia, traz estradas 10 vezes duráveis e 60% mais fortes.

Bem diferente das estradas convencionais que costumam com o tempo formar buracos e crateras, a nova solução encontrada por McRebur acaba com esse terrível problema. Ele criou pequenas pelotas chamadas MR6, feitas a partir de plástico doméstico, resíduos agrícolas e resíduos comerciais, que substituem o betume, além do petróleo bruto – vendido pelas empresas petrolíferas – utilizado para unir as estradas.

O processo de fabricação é feito através da mistura dos pallets de MR6 com a rocha e um pouco de betume, forma sustentável e lucrativa que o engenheiro encontrou para reciclar os resíduos plásticos encontrados nos oceanos.

Sua inspiração veio após a professora de sua filha ter perguntado para a classe o que vive no oceano, e sua filha, ao invés de responder peixes disse: “Plástico”. Para que sua filha não crescesse em um mundo onde isso fosse realidade, ele decidiu tomar uma atitude.

Entretanto, ele percebeu que a ideia de usar plásticos retirados dos oceanos era realmente possível, depois de passar um tempo na Índia e ver moradores tampando os buracos de ruas e estradas com esses resíduos e depois queimando-os.

O primeiro teste realizado por ele foi na calçada de sua casa, no Reino Unido. Agora depois de perceber que o produto funcionava, ele começou a ser colocado em novas ruas do estado de Cumbria, localizado no norte da Inglaterra.

 

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*Fonte: pensamentoverde


Pelo menos no Brasil as pessoas ainda se beijam, se abraçam, se tocam e fazem amor

Eram duas mulheres jovens, de pele de cereja, elegantes. Estavam sendo exibidas, em sua casa em Tóquio, por um japonês de meia-idade. Ele as chamava de “minhas meninas”. Eram, no entanto, apenas duas frias bonecas de silicone. Perguntado se fazia sexo com elas, o japonês, surpreso, respondeu: “Claro que sim”.

A cena apareceu no último sábado, na reportagem Amor e Sexo no Japão, da Globo News. Uma fotografia crua do drama vivido pelos jovens com menos de 30 anos daquele país rico, empreendedor, de vanguarda tecnológica. Os jovens preferem o sexo virtual, solitário, ao contato físico. Relacionar-se com máquinas em vez de fazê-lo com corpos de carne e osso. Já não fazem sexo, ou quase não fazem, entre eles, nem querem mais ter filhos.

A reportagem mais parecia ficção, uma história de algo que aconteceu em outro planeta. Houve aqueles que não suportaram assistir ao programa inteiro, pois dava calafrios. Em 2015, Abigail Hayworth perguntou em um artigo, “por que os jovens japoneses pararam de fazer sexo?”. Desde então, a situação piorou, pois, de acordo com a reportagem da Globo News, hoje os jovens já não sabem se relacionar afetivamente entre eles.

Vão a prostíbulos não para fazer sexo, mas para descansar por três minutos a cabeça no colo de uma mulher e experimentar o que se sente. E para aprender a falar com uma menina de verdade, não virtual, algo de que estão esquecendo.

As moças pagam um jovem para fazer um passeio no parque de mãos dadas, algo inusual para eles. Não sabem beijar ou tocar-se. O pior é que nem o querem. As jovens afirmam que não querem se casar, ou tem um marido, ou filhos, porque para elas a coisa mais importante é ter sucesso no trabalho. Por isso a taxa de natalidade está diminuindo. Fala-se de “síndrome do celibato”.

De acordo com um estudo realizado pela Associação de Planejamento Familiar do Japão em 2014, 45% das mulheres entre 16 e 24 anos daquele país “desprezam o contato sexual”, bem como 25% dos homens. A maioria atinge essa idade sem ter experimentado um relacionamento íntimo.

As meninas, mesmo que muitas considerem o casamento como “o túmulo da mulher”, não perderam, no entanto, o gosto de viver a cerimônia do seu casamento com vestido branco de cauda longa, fotógrafos e banquete, mas sem noivo. Elas gostam disso assim. Dizem que se sentem felizes como noivas sozinhas, sem homem.

O paradoxo é que os japoneses estão entre os maiores exportadores de pornografia do mundo. Eles vivem o sexo intensamente, mas virtual. O que a Igreja Católica antigamente chamava de “vício solitário”.

É apenas uma moda passageira ou algo destinado a crescer e influenciar o mundo além do Japão na forma de fazer sexo e dos seres humanos se relacionarem? Há quem tema que isso possa ser uma tendência mais geral. Que o sexo virtual, mais fácil, com menos compromissos, realizado sozinho, sem julgamento e sem medo de se comprometer, possa se tornar uma moda.

Na Europa, sociólogos e psicólogos advertem, há certo tempo, sobre o aumento da taxa de jovens impotentes, com pouca libido para o sexo, influenciados pelo excesso de pornografia fácil ao alcance da mão.

Talvez o que mais me impressionou na reportagem da Globo News foi a dificuldade dos jovens japoneses em viver e desfrutar do sentido do tato com o corpo real. Via-se entre os jovens casais que apareceram no documentário a aparente incapacidade, nem falo de beijar e abraçar, mas simplesmente de tocar. Imaginava que poderia ser algo parecido com o que sentiríamos ao ter de beijar e abraçar um alienígena.

Fui dormir com um turbilhão de pensamentos. Não tinha dúvida de que algo grave está mudando nas relações humanas depois do tsunami virtual que envolve o mundo. Entre os meus pensamentos, quis trazer um a esta coluna. Reconciliei-me naquela noite com a índole dos brasileiros hoje conturbados e amargurados diante do terremoto da corrupção política que assola o país. Pelo menos eles ainda mantêm o calor humano, não o de silicone. Sabem beijar, homens e mulheres, jovens e velhos. Abraçar-se, tocar-se, andar de mãos dadas. E, claro, eles ainda sabem fazer sexo sem necessidade de bonecas sem vida, por mais macias e perfeitas que sejam. Sabem correr o risco da responsabilidade que implicam o amor e o sexo de verdade.

Vendo o rio de afeto que no domingo correu em abundância na Avenida Paulista na já tradicional e massiva Marcha do Orgulho Gay e lembrando os milhões de preservativos oferecidos pelo Governo no último Carnaval, “os mais carnais do mundo”, como os qualificou o Prêmio Nobel de Literatura, Vargas Llosa, disse a mim mesmo que o Brasil ainda está vivo porque não se sente impotente para o afeto, o sexo e o amor. O dia em que também o pesadelo da corrupção política deixar de flagelar o país, os brasileiros terão muito a ensinar ao mundo sobre o jogo eterno do afeto. Acho difícil que o Brasil se entusiasme, por exemplo, com o romance dos anos trinta, Admirável Mundo Novo, de Aldous Huxley, que parece querer reviver no Japão moderno. Um mundo onde o sexo é proibido e a reprodução humana fica à mercê de máquinas artificiais. Onde o sexo e a morte são vistos como banais e onde a família, a maternidade e os laços emocionais foram varridos da cultura.

Os brasileiros, felizmente, continuam preferindo crianças reais, nascidas do ventre do amor. Eles ficam assustados com muitas coisas, mas não com o sexo ou o afeto, o que não é pouco, se nos refletimos no que o Japão está vivendo. Alguém dirá que no Brasil de hoje não só se ama, mas também se odeia. É que o ódio é a outra face do amor. As máquinas não odeiam, mas tampouco amam.

 

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*Fonte: elpais / texto: Juan Arias


30 coisas que você deve começar a fazer para si mesmo

Não é a primeira vez que publicamos um texto de Marc e Angel.

Há alguns dias lançamos aqui no Awebic o texto “30 coisas que você deve parar de fazer a si mesmo“, autoria do casal.

O texto que você vai ler a seguir também foi escrito por Marc e Angel (traduzido pelo site LifeBuzz.com), sendo uma resposta àqueles que acharam que o primeiro texto é uma versão negativa de se ver as coisas.

Então agora temos uma versão positiva. 30 coisas que você deve começar a fazer para si mesmo.
Vamos?
Bora.

 

1. Comece a passar o tempo com as pessoas certas

Estas são as pessoas que você gosta, que amam e apreciam você, e que o incentivam a melhorar de maneira saudável e estimulante.

São aquelas pessoas que fazem você se sentir mais vivo, e não só aceitam quem você é agora, mas também estão de acordo e aceitam quem você quer ser, incondicionalmente.

 

2. Comece a enfrentar seus problemas de frente

Não são os seus problemas que definem você, mas como você reage e se recupera deles. Os problemas não vão desaparecer se você não agir. Faça o que você puder, quando puder, e reconheça o que você fez.

É uma questão de dar passos de bebê na direção certa, centímetro por centímetro. Estes centímetros contam, eles somam metros e quilômetros a longo prazo.

 

3. Comece a ser honesto com você mesmo sobre tudo

Seja honesto sobre o que está bem, assim como sobre o que precisa ser mudado. Seja honesto sobre o que você quer alcançar e quem você quer se tornar.

Seja honesto com todos os aspectos da sua vida, sempre. Porque você é a única pessoa que você sempre pode contar. Procure a verdade na sua alma, para que você realmente saiba quem você é.

Quando você fizer isso, você terá uma melhor compreensão de onde você está agora e como você chegou aqui, e você estará melhor equipado para identificar onde você quer ir e como chegar lá.

Leia “O Caminho Menos Percorrido”.

 

4. Comece a fazer da sua própria felicidade uma prioridade

Suas necessidades importam. Se você não se valoriza, não se cuida e não se defende, você está se sabotando. Lembre-se, é possível cuidar das suas próprias necessidades e ao mesmo tempo cuidar das pessoas ao seu redor.

E quando as suas necessidades forem atendidas, você provavelmente vai ser muito mais capaz de ajudar aqueles que precisam de você.

 

5. Comece a ser você mesmo, genuinamente e orgulhosamente

Tentar ser qualquer outra pessoa é um desperdício da pessoa que você é. Seja você mesmo. Abrace essa pessoa dentro de você, que tem ideias, força e beleza como ninguém.

Seja a pessoa que você sabe que você é – a melhor versão de você – do seu jeito.

Acima de tudo, seja fiel a VOCÊ, e se seu coração não quiser fazer algo, então não faça.

 

6. Comece a prestar atenção e viver no presente

O agora é um milagre. Agora é o único momento garantido para você.

Agora é a vida.

Então pare de pensar em como as coisas vão ser ótimas no futuro. Pare de ficar pensando sobre o que você fez ou deixou de fazer no passado. Aprenda a ficar no “aqui e agora” e experimentar a vida enquanto ela está acontecendo.

Aprecie o mundo pela beleza que ele possui nesse momento.

 

7. Comece a valorizar as lições que seus erros ensinam

Tudo bem errar.

Os erros são os degraus do progresso. Se você não está falhando de vez em quando, você não está se esforçando o suficiente e você não está aprendendo.

Assuma riscos, tropece, caia, e, em seguida, levante-se e tente novamente. Aprecie que você está se esforçando, aprendendo, crescendo e melhorando.

Conquistas significativas são quase invariavelmente realizadas no final de um longo caminho de fracassos. Um dos “erros” que você teme pode ser apenas o elo para o seu maior feito na vida.

 

8. Comece a ser mais gentil com você mesmo

Se você tivesse um amigo que falasse com você da mesma forma como, às vezes, você fala com você mesmo, quanto tempo você permitiria que essa pessoa fosse sua amiga?

A maneira como você se trata estabelece o padrão para os outros. Você deve amar quem você é ou ninguém mais irá.

 

9. Comece a desfrutar as coisas que você já tem

O problema com muitos de nós é que pensamos que vamos ser feliz quando alcançarmos certo nível na vida – um nível que outros conseguiram – seu chefe com seu escritório de canto, o amigo de um amigo que é dono de uma mansão na praia, etc.

Infelizmente, pode levar algum tempo antes que você chegue lá, e quando você chegar lá, você provavelmente vai ter um novo destino em mente.

Você vai acabar gastando toda a sua vida trabalhando em direção a algo novo, sem nunca parar para apreciar as coisas que você tem agora. Então, fique em silêncio todas as manhãs quando você acordar, e aprecie onde você está e o que você já tem.

 

10. Comece a criar sua própria felicidade

Se você está à espera de alguém para lhe fazer feliz, você está perdendo tempo.

Sorria porque você pode. Escolha a felicidade. Seja a mudança que você quer ver no mundo. Seja feliz com quem você está agora, e deixe a sua positividade inspirar sua jornada para o amanhã. Felicidade é frequentemente encontrada quando e onde você decide procurá-la.

Se você procurar a felicidade dentro das oportunidades que você tem, você acabará por encontrá-la. Mas se você constantemente procurar outra coisa, infelizmente, você vai encontrar isso também.

Leia “Tropeçar na Felicidade”.

 

11. Comece a dar uma chance para as suas ideias e sonhos

Na vida, raramente é sobre ter uma oportunidade, mas sim sobre se arriscar. Você nunca vai estar 100% certo que vai funcionar, mas você sempre pode estar 100% certo que não fazer nada não vai funcionar.

Na maioria das vezes você só precisa ir em frente! E não importa o resultado, sempre acaba do jeito que deveria ser. Ou você tem sucesso ou você aprende alguma coisa.

De qualquer jeito, você ganha.

 

12. Comece a acreditar que você está pronto para a próxima etapa

Você está pronto!

Pense nisso.

Você tem tudo que você precisa agora para dar o próximo passo adiante, pode ser pequeno, mas deve ser realista. Então abrace as oportunidades que surgem em seu caminho, e aceite os desafios – eles são presentes que irão ajudá-lo a crescer.

 

13. Comece novos relacionamentos pelas razões certas

Entre em novas relações com pessoas confiáveis, honestas, que refletem a pessoa que você é e a pessoa que você quer ser.

Escolha amigos que você tem orgulho de conhecer, pessoas que você admira e que demonstram amor e respeito por você – pessoas que retribuem sua bondade e seu compromisso.

E prestam atenção ao que as pessoas fazem, porque as ações de uma pessoa são muito mais importantes do que suas palavras ou como os outros a descrevem.

 

14. Comece a dar uma chance às novas pessoas que você encontra

Parece desagradável, mas você não pode manter cada amigo que você já fez. As pessoas e suas prioridades mudam.

Assim como alguns relacionamentos vão desaparecer, outros vão crescer. Aprecie a possibilidade de novas relações enquanto você naturalmente larga mão das antigas que não funcionam mais. Confie em seu julgamento. Abrace novas relações, sabendo que você está entrando em território desconhecido.

Esteja pronto para aprender, esteja pronto para o desafio e esteja pronto para encontrar alguém que pode mudar sua vida para sempre.

 

15. Comece a competir contra uma versão anterior de você mesmo

Seja inspirado pelos outros, aprecie os outros, aprenda com os outros, mas saiba que competir contra eles é um desperdício de tempo.

Você está em competição com uma pessoa e apenas uma – você mesmo.

Você está competindo para ser o melhor que você pode ser. Vise quebrar seus próprios recordes pessoais.

 

16. Comece a torcer pela vitória das outras pessoas

Comece a perceber o que você gosta nos outros e diga a eles.

Apreciar o quão incrível as pessoas ao seu redor são conduz a lugares, bons, produtivos, gratificantes e pacíficos.

Então, fique feliz por aqueles que estão progredindo. Torça pelas suas vitórias. Seja grato abertamente pelas bênçãos que eles receberam. O que vai, volta, e mais cedo ou mais tarde, as pessoas para quem você está torcendo começarão a torcer por você.

 

17. Comece a olhar para o lado positivo nas situações difíceis

Quando as coisas estão difíceis, e você se sente para baixo, faça algumas respirações profundas e procure o lado positivo – os pequenos sinais de esperança.

Lembre-se que você pode e vai ficar mais forte quando esses tempos difíceis passarem. E permaneça consciente de suas bênçãos e vitórias – todas as coisas em sua vida que estão bem.

Concentre-se no que você tem, não no que você não tem.

 

18. Comece a perdoar a si mesmo e aos outros

Todos nós fomos feridos pelas nossas próprias decisões e pelos outros.

E enquanto a dor dessas experiências é normal, às vezes perdura por muito tempo. Nós revivemos a dor repetidamente e temos dificuldade em deixá-la ir.

O perdão é o remédio.

Isso não significa que você está apagando ou esquecendo o que aconteceu no passado. Isso significa que você está deixando de lado o ressentimento e a dor, e está escolhendo aprender com o incidente e seguir em frente com sua vida.

 

19. Comece a ajudar aqueles que estão a sua volta

Se preocupe com as pessoas.

Oriente-as se você souber um caminho melhor.

Quanto mais você ajudar os outros, mais eles vão querer ajudá-lo. Amor e bondade gera amor e bondade. E assim por diante.

 

20. Comece a ouvir a sua voz interior

Se isso ajuda, discuta suas ideias com as pessoas mais próximas de você, mas dê a você mesmo espaço suficiente para seguir a sua própria intuição. Seja fiel a si mesmo. Diga o que você precisa dizer.

Faça o que o seu coração diz que está certo.

 

21. Comece a ficar atento ao seu nível de estresse e faça pausas curtas

Vá mais devagar.

Respire.

Dê a você mesmo permissão para fazer uma pausa, reagrupar e avançar com clareza e propósito. Quando você estiver muito ocupado, um breve recesso pode rejuvenescer a sua mente e aumentar a sua produtividade.

Estas pausas curtas vão ajudá-lo a recuperar sua sanidade e refletir sobre suas ações recentes, assim você pode ter certeza que elas estão alinhadas com seus objetivos.

 

22. Comece a perceber a beleza dos pequenos momentos

Em vez de esperar que grandes coisas aconteçam – casamento, filhos, grande promoção, ganhar na loteria – encontre a felicidade nas pequenas coisas que acontecem todos os dias.

Pequenas coisas, como tomar tranquilamente uma xícara de café no início da manhã, ou o delicioso cheiro e sabor de uma refeição caseira, ou o prazer de compartilhar algo que você gosta com outra pessoa ou ficar de mãos dadas com o seu parceiro.

Perceber esses pequenos prazeres diariamente faz uma grande diferença na qualidade de sua vida.

 

23. Comece a aceitar as coisas quando elas não são perfeitas

Lembre-se, “perfeito” é o inimigo do “bom”.

Um dos maiores desafios para as pessoas que querem melhorar a si mesmas e melhorar o mundo é aprender a aceitar as coisas como elas são.

Às vezes é melhor aceitar e apreciar o mundo como ele é, e as pessoas como elas são, em vez de tentar fazer com que tudo e todos estejam em conformidade com um ideal impossível.

Não, você não deve aceitar uma vida medíocre, mas deve aprender a amar e valorizar as coisas até mesmo quando elas não são perfeitas.

 

24. Comece a trabalhar na direção dos seus objetivos todos os dias

Lembre-se, a viagem de mil quilômetros começa com um passo.

Seja qual for o seu sonho, todo dia dê um passo pequeno, mas coerente, para que seu sonho aconteça. Vá lá e faça alguma coisa! Quanto mais você trabalhar, mais sorte você terá.

Enquanto muitos de nós dizemos, em algum momento durante o curso de nossas vidas, que queremos seguir a nossa vocação, poucos são aqueles astutos que realmente trabalham para que isso aconteça. Por “trabalhar por isso”, eu quero dizer se dedicar consistentemente ao resultado final.

Leia “Os 7 Hábitos das Pessoas Altamente Eficazes”.

 

25. Comece a dizer mais como você se sente

Se você está sofrendo, dê a você mesmo o espaço e o tempo necessário para se sentir a dor, mas esteja aberto sobre isso.

Converse com as pessoas mais próximas a você. Diga-lhes a verdade sobre como se sente. Deixe-os ouvir.

O simples ato de desabafar é o seu primeiro passo para se sentir bem novamente.

 

26. Comece a tomar plena responsabilidade pela sua vida

Seja responsável pelas suas escolhas e pelos seus erros, e esteja disposto a tomar as medidas necessárias para melhorar de acordo com eles.

Ou você assume responsabilidade pela sua vida ou alguém o fará.

E quando alguém o fizer, você vai se tornar um escravo das suas ideias e sonhos em vez de um pioneiro dos seus próprios sonhos. Você é o único que pode controlar diretamente o resultado da sua vida.

E não, não vai ser sempre fácil. Cada pessoa tem uma pilha de obstáculos na frente delas. Mas você tem que assumir a responsabilidade pela sua situação e superar esses obstáculos.

Optar pelo contrário é escolher uma vida de mera existência.

 

27. Comece a nutrir seus relacionamentos mais importantes

Leve para a sua vida, e para as vidas daqueles que você ama, verdadeira e honesta alegria com o ato simples de lhes dizer regularmente o quanto eles significam para você.

Você não pode ser tudo para todos, mas você pode ser tudo para algumas pessoas. Decida quem são essas pessoas em sua vida e trate-as como se fossem da realeza.

Lembre-se, você não precisa de certo número de amigos, apenas um número de amigos que você pode contar.

 

28. Comece a se concentrar nas coisas que você pode controlar

Você não pode mudar tudo, mas você sempre pode mudar alguma coisa. Desperdiçar seu tempo, talento e energia emocional com coisas que estão além do seu controle é uma receita para a frustração, miséria e estagnação.

Invista sua energia nas coisas que você pode controlar e aja sobre elas agora.

 

29. Comece a se concentrar na possibilidade dos resultados positivos

A mente tem que acreditar que pode fazer alguma coisa antes que seja realmente capaz de fazê-la.

O caminho para superar os pensamentos negativos e as emoções destrutivas é desenvolver emoções positivas que são mais fortes e mais poderosas. Ouça a sua voz interior e substitua pensamentos negativos por positivos. Independentemente de como a situação parece, foque sobre o que você quer que aconteça e, em seguida, dê o próximo passo positivo.

Não, você não pode controlar tudo o que acontece com você, mas você pode controlar como você reage às coisas.

A vida de todos tem aspectos positivos e negativos. A longo prazo, você ser ou não ser feliz e bem-sucedido depende muito de quais são os aspectos mais focados na sua vida.

Leia “The How of Happiness”.

 

30. Comece a perceber o quão rico você é agora

Henry David Thoreau disse certa vez: “Riqueza é a capacidade de experimentar a vida plenamente”.

Mesmo quando os tempos estão difíceis, é sempre importante manter as coisas em perspectiva.

Você não foi dormir com fome na noite passada. Você não dormiu na rua. Você pôde escolher que roupa vestir esta manhã. Você não se cansou hoje. Você não gastou um minuto com medo. Você tem acesso à água potável. Você tem acesso a cuidados médicos. Você tem acesso à Internet. Você pode ler.

Alguns poderiam dizer que você é incrivelmente rico, então se lembre de ser grato por todas as coisas que você tem.

 

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Obrigado pela visita.

 

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*Fonte: awebic


O Alzheimer, descrito pelo paciente

Sou médico aposentado e professor de medicina. E tenho Alzheimer.
Antes do meu diagnóstico, estava familiarizado com a doença, tratando pacientes com Alzheimer durante anos. Mas demorei para suspeitar da minha própria aflição.

Hoje, sabendo que tenho a doença, consegui determinar quando ela começou, há 10 anos, quando estava com 76. Eu presidia um programa mensal de palestras sobre ética médica e conhecia a maior parte dos oradores. Mas, de repente, precisei recorrer ao material que já estava preparado para fazer as apresentações. Comecei então a esquecer nomes, mas nunca as fisionomias. Esses lapsos são comuns em pessoas idosas, de modo que não me preocupei.

Nos anos seguintes, submeti-me a uma cirurgia das coronárias e mais tarde tive dois pequenos derrames cerebrais. Meu neurologista atribuiu os meus problemas a esses derrames, mas minha mente continuou a deteriorar. O golpe final foi há um ano, quando estava recebendo uma menção honrosa no hospital onde trabalhava. Levantei-me para agradecer e não consegui dizer uma palavra sequer.

Minha mulher insistiu para eu consultar um médico. Meu clínico-geral realizou uma série de testes de memória em seu consultório e pediu depois uma tomografia PET, que diagnostica a doença com 95% de precisão. Comecei a ser medicado com Aricept, que tem muitos efeitos colaterais. Eu me ressenti de dois deles: diarreia e perda de apetite.
Meu médico insistiu para eu continuar. Os efeitos colaterais desapareceram e comecei a tomar mais um medicamento, Namenda. Esses remédios, em muitos pacientes, não surtem nenhum efeito. Fui um dos raros felizardos.

Em dois meses, senti-me muito melhor e hoje quase voltei ao normal.
Demoramos muito tempo para compreender essa doença desde que Alois Alzheimer, médico alemão, estabeleceu os primeiros elos, no início do século 20, entre a demência e a presença de placas e emaranhados de material desconhecido.

Hoje sabemos que esse material é o acumulo de uma proteína chamada beta-amiloide. A hipótese principal para o mecanismo da doença de Alzheimer é que essa proteína se acumula nas células do cérebro, provocando uma degeneração dos neurônios. Hoje, há alguns produtos farmacêuticos para limpar essa proteína das células.

No entanto, as placas de amiloide podem ser detectadas apenas numa autópsia, de modo que são associadas apenas com pessoas que desenvolveram plenamente a doença. Não sabemos se esses são os primeiros indicadores biológicos da doença.

Mas há muitas coisas que aprendemos. A partir da minha melhora, passei a fazer uma lista de insights que gostaria de compartilhar com outras pessoas que enfrentam problemas de memória: tenha sempre consigo um caderninho de notas e escreva o que deseja lembrar mais tarde.

Quando não conseguir lembrar de um nome, peça para que a pessoa o repita e então escreva. Leia livros. Faça caminhadas. Dedique-se ao desenho e à pintura.

Pratique jardinagem. Faça quebra-cabeças e jogos. Experimente coisas novas. Organize o seu dia. Adote uma dieta saudável, que inclua peixe duas vezes por semana, frutas e legumes e vegetais, ácidos graxos ômega 3.

Não se afaste dos amigos e da sua família. É um conselho que aprendi a duras penas. Temendo que as pessoas se apiedassem de mim, procurei manter a minha doença em segredo e isso significou me afastar das pessoas que eu amava. Mas agora me sinto gratificado ao ver como as pessoas são tolerantes e como desejam ajudar.

A doença afeta 1 a cada 8 pessoas com mais de 65 anos e quase a metade dos que têm mais de 85. A previsão é de que o número de pessoas com Alzheimer nos EUA dobre até 2030.

Sei que, como qualquer outro ser humano, um dia vou morrer. Assim, certifiquei-me dos documentos que necessitava examinar e assinar enquanto ainda estou capaz e desperto, coisas como deixar recomendações por escrito ou uma ordem para desligar os aparelhos quando não houver chance de recuperação. Procurei assegurar que aqueles que amo saibam dos meus desejos. Quando não souber mais quem sou, não reconhecer mais as pessoas ou estiver incapacitado, sem nenhuma chance de melhora, quero apenas consolo e cuidados paliativos.

Arthur Rivin
(Foi Clínico-Geral e é Professor Emérito da Universidade da Califórnia)

 

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*Fonte: osegredo


10 Frases de Freud para refletir sobre si mesmo

Considerado o “pai da psicanálise”, Sigmund Freud é um dos autores mais amados e odiados do século XIX e XX.

Sua obra continua a ser alvo de debates controversos, ao tempo que serve de grande influência para a psicologia contemporânea.

Freud também é conhecido por ser autor de profundas reflexões sobre a condição humana. Selecionamos aqui 10 frases que com certeza te farão refletir sobre como lidar com a vida!

 

10 Frases de Freud para refletir sobre si mesmo

1. A inteligência é o único meio que possuímos para dominar os nossos instintos.

2. Somos feitos de carne, mas temos de viver como se fôssemos de ferro.

3. A felicidade é um problema individual. Aqui, nenhum conselho é válido. Cada um deve procurar, por si, tornar-se feliz.

4. Em última análise, precisamos amar para não adoecer.

5. Um dia, quando olhares para trás, verás que os dias mais belos foram aqueles em que lutaste.

6. O caráter de um homem é formado pelas pessoas que escolheu para conviver.

7. Olhe para dentro, para as suas profundezas, aprenda primeiro a se conhecer.

8. O homem é dono do que cala e escravo do que fala.

9. Ser inteiramente honesto consigo mesmo é um bom exercício.

10. Antes de diagnosticar a sim mesmo com depressão ou baixa autoestima, primeiro tenha certeza de que você não está, de fato, cercado por idiotas.

(Sigmund Freud)

 

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*Fonte: pensarcontemporaneo


5 técnicas calmantes que podem reduzir a ansiedade em pouco tempo

“Não habite no passado, não sonhe com o futuro, concentre a mente no presente.” – Buda
As pessoas que sofrem de ansiedade, muitas vezes, não conseguem entender o que está acontecendo.

Somente aqueles que sentiram o medo da ansiedade constante, podem entender.

 

Abaixo estão 5 técnicas que podem reduzir a ansiedade em pouco tempo:

1. Meditação

“A pesquisa sugere que a meditação diária pode alterar os caminhos neuronais do cérebro, tornando-o mais resiliente ao estresse”, diz Robbie Maller-Hartman, Ph.D.

Contrariando à crença popular, não é preciso ser um sábio para experimentar os tremendos benefícios do alívio de ansiedade da meditação. (É claro que a prática adicional apenas fortalece a capacidade de combate ao estresse/ansiedade).

O método é simples. Para instruí-lo, vamos imaginar que você está no trabalho ou estacionado em algum lugar com seu carro. Aqui está o que fazer: sente-se reto, com os dois pés no chão e feche os olhos. Recite – em silêncio ou em voz alta – um mantra, como “Estou em paz”, ” ou “Eu me amo “. Descarte quaisquer pensamentos de distração sem preconceito ou julgamento.

2. Respiração profunda

Quando se trata de aliviar a ansiedade, concentrar-se na respiração é (de longe) o método mais eficiente. Tudo o que você precisa é de uma pausa de 5 minutos e paciência.

Mais uma vez, a prática é simples. Sente-se corretamente com os olhos fechados. Coloque uma mão na sua barriga enquanto inspira lentamente pelo nariz. Sinta a respiração encher seu abdômen e viaje para cima, como se a respiração estivesse chegando ao topo da cabeça. Mantenha a respiração presa por alguns segundos, então, naturalmente (e lentamente), expire pela boca.

3. Esteja presente

“Estar presente” é notar todas as sensações à medida que elas se estendem – existir neste momento e apenas neste momento.

O bom sobre estar presente é que você pode praticá-lo em qualquer lugar, fazendo qualquer coisa, a qualquer momento. Lavando a louça: observe e sinta como é a superfície dos pratos ao toque de sua mão, enquanto você aplica o detergente. Andando? Sinta o ar à medida que ele flui e toca seu rosto e seu corpo. Digitando? Ouça o som de cada barulho do teclado enquanto trabalha.

Quando você está presente, foca toda a sua consciência em seus sentidos, em vez de no impulso.

 

4. Priorize seu tempo

Nosso tempo nesta Terra é limitado. A verdade (às vezes desconfortável) é que não sabemos quanto desse precioso recurso temos. Infelizmente, muitas pessoas agem como se fossem imunes ao passar do tempo.

O fundador da Apple, Steve Jobs, que acabaria por sucumbir ao câncer, deu sua perspectiva ao tempo: “Se hoje fosse o último dia de sua vida, você gostaria de fazer o que está fazendo hoje?”

Avalie como você gasta seu tempo. Não há caminho “certo” ou “errado” – apenas o seu caminho. Se você tiver a sorte de trabalhar em um trabalho que você ama, invista seu tempo lá. Se você está feliz apenas em “ir com o fluxo” e apreciar cada experiência – ótimo.

Valorizar o tempo é gastá-lo desfrutando de sua vida, descartando quaisquer expectativas externas.

5. Escreva coisas

Documentar seus pensamentos é um poderoso analgésico. Pensamentos estressantes acumulados, inevitavelmente, resultam em ansiedade.

Escrever o que você está pensando e sentindo pode proporcionar um profundo sentimento de alívio, pois você não está mais confiando em suas faculdades cognitivas para armazenar e interpretar cada pequeno impulso.

Escrever seus pensamentos, em essência, é transferindo seus pensamentos para algo tangível. Ao fazê-lo, você libera seus recursos cognitivos e neutraliza a ansiedade. Como resultado, torna-se mais relaxado – e uma mente relaxada é uma mente pacífica.

Uma boa prática: mantenha um bloco de anotações em seu alcance. Sempre que um pensamento estressante e ansioso surgir, escreva-o. No final do dia, reveja as suas anotações – alguma coisa precisa mudar ou suas ansiedades são um subproduto inofensivo de uma mente hiperativa?

 

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*Fonte: osegredo /Power of Positivity


Os 12 produtos mais perigosos criados pela Monsanto

Do Resumen Latino americano

1. Sacarina.
John Francisco Queeny fundou a “Monsanto Chemical Works”, com o objetivo de produzir sacarina para Coca-Cola. Estudos realizados durante a década de 1970 mostraram que este químico produz câncer em ratos e outros mamíferos de testes. Porém, depois descobriu-se que causa o mesmo efeito em humanos, Monsanto subornou médicos e instituições para seguir comercializando-a.

2. PCBs.
Durante a década de 1920, a Monsanto começou a expandir sua produção química mediante bifenilos policlorados (PCB), para produzir fluídos refrigeradores de transformadores elétricos e motores. Cinquenta anos depois, a Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos (EPA) publicou um informe citando os PCBs como causa do câncer em animais, e com provas adicionais indicou que estes produzem câncer em seres humanos. Quase 30 anos depois dos PCBs serem proibidos nos EUA, este químico segue aparecendo no sangue das mulheres grávidas, como informou um estudo de 2011. Em muitas áreas da Argentina ainda utilizam os PCBs.

3. Poliestireno.
Em 1941, a Monsanto começou a focar em plásticos e poliestireno sintético, que ainda é amplamente utilizado para embalar alimentos. O poliestireno foi classificado o quinto da lista de 1980 da EPA, onde se enumera os produtos químicos cuja produção gera os resíduos mais perigosos. Ao estar nas embalagens de comida ingerimos poliestireno (efeito de migração), que causa depressão, câncer e danos aos nervos. Os vasos e recipientes feitos deste material sintético são difíceis de reciclar. Devem ser derretidos utilizando um equipamento adequado que a maioria dos centros de reciclagem não possuem. Dentro de 1000 anos, a bandeja de carne que você comprou no Carrefour ou Wall-Mart seguirá existindo em alguma parte do planeta. É fatal para a vida marinha: Flutua na superfície do oceano, se decompõe em pequenas esferas que os animais comem. As tartarugas marinhas, por exemplo, perdem sua capacidade de mergulhar e morrem de fome.

4. Bomba Atômica e armas nucleares.
Pouco depois de ser adquirida por Thomas e Hochwalt Laboratories, a Monsanto tornou-se uma divisão do Departamento de Investigação Central. Entre 1943 e 1945, este departamento coordenou esforços importantes de produção para o Projeto Manhattan. Leia sobre o maior acidente industrial da América do Norte.

5. DDT.
Em 1944, a Monsanto começou a fabricar o insecticida DDT, com a desculpa de combater os mosquitos “transmissores da malária”. Em 1972, o DDT foi proibido nos EUA. – Seus efeitos adversos para a saúde humana incluem infertilidade, problemas no desenvolvimento, destruição do sistema imunológico, morte. O DDT impede que o hormônio una com seu receptor, bloqueando, por sua vez, o hormônio para obter um desenvolvimento sexual normal, dando lugar a anormalidades. Durante um experimento levado a cabo no Mar Caspio (Mediterrâneo), o DDT em uma concentração de 1 ppb reduziu a população de peixes até 50%. O transporte atmosférico desta substância atualmente afeta a todos os seres vivos do planeta. Foi detectado no ar do Ártico, terra, gelo e neve, praticamente todos os níveis da cadeia alimentar global. Os sedimentos do fundo de lagos e os leitos dos rios atuam como reservas para o DDT e seus metabolitos. Todos os bebês humanos nascem com DDT no sangue.

6. Dioxinas.
Em 1945, a Monsanto começou a promover o uso de pesticidas químicos na agricultura com a fabricação do herbicida 2,4,5-T (um dos percursores do agente laranja), que contém dioxina. As dioxinas são um grupo de compostos quimicamente relacionados que se conhece como “Os doze condenados” – São contaminadores ambientais persistentes que se acumulam na cadeia alimentar, principalmente no tecido adiposo dos animais. Durante décadas, desde que foi desenvolvido pela primeira vez, a Monsanto foi acusada de encobrir ou não informar sobre a contaminação por dioxinas em uma ampla gama de seus produtos.

7. Agente Laranja.
Durante a década de 1960, a Monsanto foi a principal fabricante do Agente Laranja, um herbicida/desfolhante utilizado como arma química na guerra do Vietnã. A fórmula da Monsanto tinha níveis de dioxinas muito maiores que o Agente Laranja produzido pela Dow Chemicals, outro fabricante (por que a Monsanto foi a denúncia chave na demanda apresentada por veteranos de guerra nos Estados Unidos). Como resultado da utilização do Agente Laranja, o Vietnã estima que mais de 400.000 pessoas foram assassinadas ou mutiladas, 500.000 crianças nasceram com defeitos de nascimento, e no máximo um 1 milhão de pessoas ficaram deficientes ou sofreram problemas de saúde, sem falar dos efeitos a largo prazo que lesionou mais de 3 milhões de soldados americanos e seus descendentes. Memorandos internos da Monsanto mostram que a corporação conhecia perfeitamente os problemas de contaminação por dioxinas do Agente Laranja quando vendeu o produto ao governo dos EUA (para seu uso no Vietnã). Porém, a “Justiça” norte-americana permitiu a Monsanto e a Dow Chemicals apelar e receber proteção financeira por parte do governo, ignorando os veteranos que buscam uma compensação por haver sido expostos ao Agente Laranja.

Só no ano de 2012, 50 anos mais tarde da pulverização com o Agente Laranja, começaram alguns esforços para limpá-lo. Entretanto, o legado da Monsanto para as gerações futuras se traduz em nascimentos de crianças disforme, que continuarão durante as próximas décadas. Você acha que não pode acontecer aqui? Vários cultivos argentinos são geneticamente modificados para resistir a um herbicida feito com o principal componente do Agente Laranja (2,4-D), com o fim de lutar contra as “super ervas maléficas” desenvolvidas pelo RoundUp. Estes químicos persistem nos alimentos até chegar às prateleiras do supermercado e mais tarde a seu estômago.

8. Fertilizante a base de petróleo.
Em 1955, a Monsanto começou com a fabricação de “fertilizantes” a base de petróleo, depois de comprar uma refinaria de petróleo. Os “fertilizantes” a base de petróleo matam micro-organismos benéficos do solo esterilizando terra e criando dependência, é como uma adição de substitutos artificiais. Dado o crescente preço do petróleo não parece uma opção muito econômica, nem próspera…

9. RoundUp.
Durante la década de 1970 a Monsanto fundou sua divisão de Produtos Químicos Agrícolas, para produzir herbicidas, e um em particular: RoundUp (glifosato). A propaganda da Monsanto é que pode erradicar “as ervas daninhas” de um dia para o outro. Claro, que os agricultores adotaram de imediato. A utilização deste químico aumentou quando a Monsanto introduziu as sementes “RoundUp Ready” (resistentes ao glifosato), o que permite aos agricultores encher o campo com herbicidas sem matar estes cultivos (transgênicos). A Monsanto é uma corporação muito poderosa, como demostrou recentemente fazendo Obama assinar uma Ata de Proteção para seus crimes. E ainda que, o glifosato inicialmente tenha sido aprovado por organismos reguladores de todo o mundo, e seja amplamente utilizado na Argentina y Estados Unidos, mais tarde foi praticamente erradicado da Europa. O RoundUp foi achado em mostras de águas subterrânea, assim como no solo, e no mar, incluindo nas correntes de ar e nas chuvas. Mas sobretudo nos alimentos.

É a causa do desaparecimento das abelhas, produz mal formações, infertilidade, câncer e destruição do sistema imunológico. Os estudos independentes demostraram efeitos sobre a saúde consistentemente negativos que vão desde tumores e função orgânica alterada, até a morte por intoxicação. O RoundUp é o Agente Laranja com nome diferente.

10. O aspartame (NutraSweet/Equal).
Foi descoberto acidentalmente em uma investigação sobre hormônios gastrointestinais. Se trata de um produto químico doce que em primeira instância, matou um macaco bebê e deixou outros 5 gravemente feridos (em um total de 7 macacos), em um ensaio clínico realizado para que a FDA aprovasse o Aspartame. E a FDA o aprovou (1974). Em 1985, a Monsanto adquiriu a empresa que fabricava aspartame (GD Searle) e começou a comercializar o produto rebatizado de NutraSweet. Vinte anos mais tarde, o Departamento de Saúde e Serviços Humanos dos EUA publicou um informe que enumera 94 problemas de saúde causados pelo aspartame.

11. Hormônio de Crescimento Bovino (rBGH).
Este hormônio geneticamente modificado foi desenvolvido pela Monsanto para ser injetado nas vacas leiteiras e aumentar a produção de leite quando não há escassez de leite. As vacas sometidas a rBGH sofrem uma dor insuportável devido a inflamação de suas tetas e mastite. O pus da infecção resultante entra no fornecimento de leite que requer o uso de antibióticos adicionais. O leite rBGH produz câncer de mama, câncer de cólon e câncer de próstata nos seres humanos.

12. Cultivos Geneticamente Modificados (OGM/GMO/GM).
No início da década de 1990, a Monsanto começou a “junção” de genes de milho, algodão, soja e canola. Utilizou ADN de fontes estranhas para lograr dos características principalmente: Um pesticida gerado internamente e resistente ao herbicida RoundUp da Monsanto. Em outras palavras, as plantas envenenam e matam aos insetos e mamíferos que as devoram, e resistem ao agroquímico (parente do Agente Laranja) RoundUp que persiste nelas inclusive depois do seu processamento até chegar ao consumidor.

Claro que a transgênese tem se expandido. Batatas, frutas, maçãs, tomates, alface, tabaco, peras, melancia. TUDO tem sua versão OGM.

Apesar das décadas de propaganda dizendo que os cultivos geneticamente modificados poderiam alimentar o mundo, que teriam mais nutrientes, resistência a seca, o maior rendimento, nenhuma dessas promessas se cumpriu. Os cultivos GM não alimentam o mundo, causam câncer. Não tem mais nutrientes, na verdade não alcançam nem 10 % dos nutrientes que tem os cultivos orgânicos. Não resistem a seca. Não fornecem maior rendimento e sim menor, enquanto encarecem a produção. A maioria das ganhos da Monsanto provém das semente desenhadas para tolerar o RoundUp, este desenho transforma aos “alimentos” em armas mortais para a humanidade. As receitas da Monsanto aumentam constantemente desde que os agricultores se veem obrigados a usar mais e mais químicos devido a proliferação de ervas daninhas que evoluem desenvolvendo resistência ao RoundUp.

A Monsanto e os meios de comunicação de massa ocultam que o Amaranto orgânico era o verdadeiro alimento projetado para a humanidade do futuro. Cura o câncer e o previne, é o cereal mais nutritivo do planeta e foi a primeira planta a germinar no espaço. Tanto é que os astronautas da NASA utilizam amaranto para manter-se saudável e não a soja.

Como durante os primeiros dias dos PCB, o DDT, o Agente Laranja, a Monsanto tem enganado e subornada com êxito os organismos públicos e reguladores gerais implantando a crença de que o RoundUp e os cultivos geneticamente modificados são benéficos e “seguros”.

Claro que a Monsanto teve que ordenar a Obama que assinasse uma Lei na salvaguarda da corporação para se defender das denúncias e demandas, produto de 100 anos de novos estudos que demonstram os efeitos negativos e impactos ambientais de los OGM. A Monsanto ataca estes estudos científicos mediante os meios de comunicação de massa controlados, difamando e ignorando as organizações independentes, e científicos honestos. Mas também, a Monsanto conta com associações industriais, blogs, cientistas subornados, “ciência independente” falsa e todo tipo de ferramentas que por sua vez, os mesmos meios de comunicação corruptos patrocinam, somado a centenas de milhões de artigos de relações públicas “privadas” realizados por empresas que com frequência foram fundadas, são financiadas e mantidas pela Monsanto.

Desafortunadamente, poucos de nós tiramos um tempo para localizar os membros fundadores e as relaciones destas fontes ilegítimas com a Monsanto.

A FDA respalda enfaticamente a Monsanto, já que compartilha funcionários com a Monsanto mediante o fenômeno “Portas Giratórias”. No seguinte gráfico elaborado por Milhões contra Monsanto pode ver alguns ex vice presidentes da Monsanto e advogados da firma que mais tarde ocuparão cargos na FDA. E não se esqueça de Clarence Thomas, o ex advogado da Monsanto, que sendo juiz da Corte Suprema de Justiça, falou a favor de Monsanto em cada caso apresentado.

O vento e as abelhas transportam as mutações genéticas da Monsanto para a natureza selvagem, comprometendo o ecossistema global. Em breve todas as plantas serão transgênicas.

13. Um produto extra para este informe: As sementes Terminator.
No final de 1990, a Monsanto desenvolveu uma tecnologia para produzir grãos estéreis incapazes de germinar. Estas “sementes Terminator” obrigariam aos agricultores a cada ano comprar novas sementes da Monsanto, no lugar de guardar e reutilizar as sementes de suas colheitas como fizeram durante séculos. Afortunadamente, esta tecnologia fracassa no mercado. Pelo qual a Monsanto decidiu exigir aos agricultores a assinatura de um contrato de acordo para que não reutilizem nem vendam as sementes, o que os obrigam a comprar novas sementes e coloca a necessidade de um “gene terminator”. O fracasso parcial das sementes terminator é uma sorte para nós… já que também eram suscetíveis a polinização cruzada e podiam ter contaminado cultivos e bosques em todo o mundo. O que não significa que este objetivo siga no planos da Monsanto.

Como se traduz o legado da Monsanto para a humanidade?

Entre 85% e 90% dos alimentos que você consome diariamente tem OGMs, agrotóxicos da Monsanto e resíduos de RoundUp. (Os números desta fonte estão desatualizados).

Como a Monsanto alcança sua impunidade? Segundo a Associação de Consumidores Orgânicos em um documento do ano de 2011, “Há uma correlação direta entre o fornecimento de alimentos geneticamente modificados e os $ 2.000.000.000.000 de dólares que o governo dos EUA gasta anualmente em atenção médica, quer dizer, uma epidemia de enfermidades crônicas relacionadas com a dieta e um vínculo comercial com os laboratórios de medicamentos e vacinas.

No lugar de frutos sadios, verduras, grãos e animais alimentados com erva natural, as granjas industriais dos Estados Unidos e da Argentina produzem um excesso de comida com fragmentos de engenharia genética que causam enfermidades cardíacas, derrame cerebral, diabetes e câncer, com o respaldo de subsídios agrícolas, enquanto que os agricultores orgânicos não recebem estes subsídios.

A historia da Monsanto é reflexo de um quadro persistente de substâncias químicas tóxicas, demandas e manipulação da ciência. É esse o tipo de entidade que queremos para controlar os fornecimento de alimentos do nosso mundo?

A Monsanto não está só. Outras empresas do “Big Six” (Seis grandes) inclui a: Pioneer Hi-Bred International (filial de DuPont), Syngenta AG, Dow Agrosciences (filial de Dow Chemical), BASF (que é uma companhia química que expande rapidamente sua divisão de biotecnologia) e a Bayer CropScience (filial da Bayer).

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*Fonte: contraagrotoxicos/Regeneración


Estudos científicos comprovam que um copo de vinho tinto equivale a uma hora de exercício físico

Se você é um apreciador de vinho, então prepare-se para receber uma excelente notícia. Recentemente, foram lançados os resultados de um estudo científico que comprova que um copo de vinho equivale a uma hora de exercício físico!

Devemos sempre consumir com moderação. Mas se não tomarmos em excesso, essa bebida pode mesmo ser uma mais valia para a nossa saúde. A investigação recente foi conduzida por um grupo de cientistas da Universidade de Alberta, no Canadá.

A pesquisa mostrou que tomar um copo de vinho tinto pode ser tão saudável quanto fazer uma hora de exercício. Quem poderia imaginar? Segundo os resultados dos estudos, a substância resveratrol presente nessa bebida melhora as funções cardíacas. Para além disso, ela fortalece nossos músculos.

Resumidamente, o vinho tem a mesma ação sobre o corpo do que o exercício. Jason Dyke, o diretor e líder da investigação, diz que essa descoberta pode ser essencial para as pessoas que não têm paciência de para ir ao ginásio. De acordo com o cientista, a bebida pode ajudá-las a para manter a forma.

Só existem vantagens: a frequência cardíaca e o resveratrol presente na bebida fortalece o coração, tornando os músculos mais resistentes. Para além de tudo isso, o vinho regula os níveis de açúcar em nosso sangue e abranda o envelhecimento.

Outro resultado interessante da pesquisa é que as pessoas que tomam um copo de vinho por dia têm muito menos chances de vir a desenvolver demência e câncer. O que está esperando para ir comprar essa bebida milagrosa. Depois, pode aproveitar a garrafa para decorar sua casa: é dois em um!

 

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*Fonte: segredosdacura


Saiba Quais Frutas Secas Curam Cada Tipo de Dor

“As frutas secas são como cápsulas cheias de nutrientes concentrados”, diz a título de spoiler o professor Jordi Salas-Salvadó, catedrático de Nutrição e Bromatologia da Universidad Rovira i Virgili (Tarragona) e pesquisador do CIBER de Obesidade e Nutrição do Instituto Carlos III. E acrescenta: “São ricos em gordura de origem vegetal, mais saudável do que muitas das de origem animal. Alguns desses frutos contêm também ácido alfa-linolênico (do tipo ômega 3), benéfico para a prevenção cardiovascular”.

Estamos, portanto, diante de um alimento muito completo, que a Organização Mundial de Saúde (OMS) inclui entre os recomendáveis “para uma dieta saudável”.

Mas, o consumimos suficientemente? Para Francisco Botella, chefe do serviço de Endocrinologia e Nutrição do Hospital de Albacete e membro do comitê gestor da Sociedade Espanhola de Endocrinologia e Nutrição (SEEN), o problema não é tanto que o consumimos pouco, mas que o consumimos mal: “Ainda que façam parte da dieta mediterrânea, normalmente comemos como aperitivo, ou seja, fritos e com sal, e isso representa um excesso à alimentação normal. São saudáveis quando os incorporamos no preparo habitual dos alimentos. Por exemplo, acrescentando-os a verduras ou saladas”.

Qual seria a dose apropriada?

A Fundación del Corazón propõe “até cerca de 50 gramas de frutas secas” como quantidade adequada todos os dias. E não convém deixá-las de lado: ainda que não emagreçam, nem curem sozinhas alguma doença, nem tenham, é claro, propriedades milagrosas, as frutas secas podem ser um complemento muito válido para combater uma ampla gama de doenças e suprir certas necessidades físicas.

De fato, estão associados a uma menor mortalidade de qualquer tipo, segundo a Universidade de Maastrich (Holanda).

 

> Então, vamos colocar dessa forma: diga-nos onde dói que lhe diremos qual é a fruta seca que você precisa.

Tenho colesterol alto: nozes, avelãs e amêndoas

Se existe um benefício maior das frutas secas é sua contribuição para a saúde cardiovascular. “As amêndoas e avelãs contêm ácidos graxos monoinsaturados, essenciais porque ajudam a controlar os níveis de colesterol no sangue”, diz Marta María Suárez, presidenta da Associação dos Nutricionistas de Madri (ADDINMA).

“Um consumo de 60 gramas por dia reduz em 7,8% os níveis de colesterol”, afirma o professor Salas-Salvadó. Segundo o especialista, as nozes são o único fruto seco com óleos poli-insaturados do tipo ômega 3, os quais, além de reduzirem o colesterol, diminuem a pressão arterial e previnem outras doenças do coração, como publicou a *Universidade de Maryland *(EUA).

As avelãs diminuem os níveis de homocisteína, um aminoácido que pode danificar o revestimento das artérias (a Universidade Hacettepe, da Turquia, referenda o dado). E um estudo finlandês afirma que os flavonoides (que se encontram na pele das amêndoas) também cuidam do coração.

 

Estou constipado: pistaches, macadâmias e nozes

Possivelmente, você já ouviu falar do efeito quase vulcânico das ameixas secas sobre os intestinos, origem de sua merecida fama de inimiga da constipação. É por seu alto teor de fibra (7,1%). Pois bem, você sabia que os pistaches têm uma porcentagem ainda maior, de 10,6%? Em seguida vêm as nozes (6,5%) e as nozes de macadâmia (5,3%), tudo segundo a base de dados do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos. As dietas ricas em fibras vegetais, além disso, podem reduzir o risco de câncer de cólon, como afirmam na Universidade de Toronto (Canadá).

 

Tenho sobrepeso: amêndoas, avelãs e nozes

Ao contrário do que se pensa, as frutas secas, em quantidades razoáveis, não são contraindicadas em casos de sobrepeso. “Percebeu-se que quem as consome com frequência tem menos risco de ganho de peso e de desenvolver a obesidade com o tempo”, afirma Jordi Salas-Salvadó.

Em 2008, pesquisadores norte-americanos de várias universidades revisaram estudos anteriores, avalizando este dado. Deve-se, sobretudo, a seu índice de saciedade.

    “Se ingerimos uma quantidade de calorias na forma de frutas secas voltaremos a ter fome bem mais tarde do que se ingerimos essa mesma quantidade de calorias em outro tipo de alimento”, afirma o doutor Francisco Botella.

“Os frutos secos oleosos, amêndoas, avelãs e nozes, sobretudo, são os mais valorizados dentro de um plano de alimentação, especialmente pela qualidade da gordura que oferecem”, afirma Marta María Suárez.

 

Estou grávida: amendoins e avelãs

Esperando um bebê? Seguramente seu ginecologista lhe terá receitado ácido fólico (segundo a CDC, previne defeitos durante as primeiras semanas de gestação). Nesse caso, fique amiga dos amendoins e das avelãs. Os primeiros contêm 145 µg de folato (a forma natural do ácido fólico) em cada 100 gramas e, os segundos, 113.

Também não despreze as nozes, com 91. As amêndoas, por sua vez, apenas 22. Uma vez que a ingestão diária recomendada em adultos é de cerca de 200 a 400 µg (segundo a Faculdade de Farmácia da Universidade Complutense de Madri), a contribuição destas frutas é considerável. Mas, sem dúvida, não substituem o tratamento prescrito por seu médico.

 

Sou diabético: castanha de caju, amêndoas, pinhões e pistaches

“As frutas secas contribuem com uma quantidade importante de oligoelementos (minerais de que necessitamos em pequenas quantidades): magnésio, manganês, cálcio, fósforo, ferro, potássio, zinco, cobre e selênio”, enumera a nutricionista Marta María Suárez.

Vamos nos concentrar no magnésio, presente mais abundantemente nas castanhas de caju (292 mg / 100 g), amêndoas (270 mg) e pinhões (251 mg): “É bom contra a resistência à insulina, o que evitaria o desenvolvimento do diabetes”, explica Jordi Salas-Salvadó.

Cientistas da Escola Pública de Saúde de Harvard (nos EUA) descobriram uma relação inversa entre a ingestão de magnésio e o risco de diabetes, recomendando que se aumente o consumo de alimentos que os contêm, entre eles as frutas secas.

    Os *pistaches têm o recorde de potássio (1.025 mg), cuja carência é um fator de risco para o diabetes, segundo a *Universidade de Duke.

Quero prevenir a demência: amêndoas e avelãs

O professor Salas-Salvadó destaca a importância das frutas secas na prevenção da perda cognitiva, provavelmente em consequência de tudo o mais: “se protege do diabetes, da hipertensão, não engordam, melhoram a função do endotélio (tecido interno do coração e dos vasos sanguíneos) e a oxidação e inflamação, está favorecendo a função cognitiva”.

Agradeça também à vitamina E, que se associa a uma menor perda cognitiva pela idade, segundo um relatório dos hospitais Rush, Presbyterian e St. Luke, em Chicago (EUA). Amêndoas (25,6 mg) e avelãs (entre 15 e 17,5 mg) são os frutos que mais as contêm.

 

Minha pele está sem vida: amêndoas e avelãs

A qualidade antioxidante das frutas secas influi em todas as células do organismo, incluindo as da pele: neutralizam os radicais livres, responsáveis pelo envelhecimento.

“A vitamina E é fundamental para a manutenção de uma pele saudável”, afirma a Universidade de Oregon (EUA). É fotoprotetora, anti-inflamatória e contribui para cicatrizar ferimentos, entre outros benefícios. Como já vimos, este micronutriente aparece, principalmente, em amêndoas e avelãs.

 

Sofro com menstruações difíceis: pistaches

Dor, irritabilidade? As frutas secas podem aliviar. As vitaminas do grupo B são benéficas no tratamento dos sintomas da síndrome e da tensão pré-menstrual, segundo um estudo do Hospital North Staffordshire (Reino Unido). E sim: as frutas secas também incorporam importantes quantidade dessas importantes vitaminas. Opte pelo pistache, que, com 1,7 mg / 100 g, é o rei da vitamina B6.

 

Quero render mais no esporte: amêndoas

Em 2014, pesquisadores do Instituto Nacional de Medicina Desportiva da China fizeram um estudo curioso: pediram a um grupo de oito ciclistas bem treinados e a dois triatletas que consumissem 75 gramas de amêndoas por dia. E em seguida conduziram um acompanhamento de suas evoluções em uma pista de ciclismo, em sessões de 20 minutos. Depois de 10 semanas, tinham aumentado a distância percorrida nesse período de tempo em 1,7 quilômetros em média.

    As amêndoas, concluíram, “regulam as reservas de carboidratos, a capacidade antioxidante, o transporte de oxigênio e o metabolismo”. Um doping legal, vamos dizer.

Tenho dor nos ossos: amêndoas e pinhões

Os frutos secos são “uma alternativa para complementar o cálcio da dieta; este interfere na mineralização óssea e na contração muscular. As amêndoas são as frutas secas que mais contribuem com cálcio”, explica Marta María Suárez. Com 269 mg de cálcio em cada 100 gramas, as amêndoas não têm rival.

Enquanto isso, os pinhões são ricos em zinco (6,45 mg) e este mineral pode favorecer a formação dos ossos (importante na idade de crescimento), estimulando a criação de células e a atividade das fosfatases (enzimas com alta presença nos ossos), segundo conclui um estudo da Universidade de Andong (Coreia).

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*Fonte: saudecuriosa

 


Se você bebe para esquecer, está perdendo tempo: O álcool reforça as lembranças ruins

Novo estudo vira de ponta-cabeça a velha ideia: A fuga é possível, mas no médio prazo as experiências negativas são fixadas em nossa memória.

O famoso “beber para esquecer” pode ter se tornado página virada. Embora seja verdade que uma boa bebedeira pode levar a pessoa a não se lembrar de tudo o que fez no dia seguinte, as coisas ruins (exatamente as que queremos apagar da memória) podem se agarrar ao nosso cérebro de modo mais ferrenho do que se não bebêssemos.

É isso que revela um estudo publicado pela revista Translational Psychiatry, elaborado por pesquisadores da Universidade Johns Hopkins, de Baltimore (EUA). Dividiram ratos de laboratório em dois grupos: um bebeu água durante duas horas, e ao outro foi dada grande quantidade de álcool no mesmo intervalo de tempo. Posteriormente, ambos grupos foram submetidos a um som determinado, seguido por uma descarga elétrica. No dia seguinte, os roedores escutaram o mesmo som, mas dessa vez sem que fosse seguido pelo choque. Os resultados mostraram que os ratos que haviam sido embriagados tinham mais medo (lembravam melhor da descarga) que aqueles que tinham bebido água.

A conclusão do trabalho é que o álcool perpetua a sensação de medo: a extinção dessa recordação exige receptores do neurotransmissor glutamato (substância relacionada à memória), e quando os compostos do álcool se unem a esses receptores, interferem nas sinapses (comunicação neuronal), levando a que os animais que beberam álcool “não se acostumem ao estímulo e não esqueçam a experiência prévia ruim”, explica o neurologista Pablo Irima, diretor da Sociedade Espanhola de Neurologia.

Tal neurotransmissor (envolvido na eliminação da recordação) não se dá bem com a bebida. “O glutamato produz rejeição ao álcool. Costuma-se usá-lo no hospital para que os pacientes parem de beber”, diz o psiquiatra e presidente da Sociedade Espanhola de Psiquiatria, Julio Bobes.

 

Distrai, mas não apaga os traumas

Que o álcool nos faz recordar as coisas mais facilmente é algo que tinha sido evidenciado por um estudo da Universidade do Texas (EUA) em 2011. De acordo com essa pesquisa, tomar uma dose ativa certas regiões do cérebro relacionadas exatamente ao aprendizado e à memória.

Mesmo assim, a ideia de que beber é uma boa forma de afastar as más recordações é tão difundida que até esse estudo afirma que a maioria das pessoas afetadas por diversos traumas (entre 60% e 80%) ingere álcool compulsivamente. “Muitos pacientes com estresse pós-traumático se embebedam com a finalidade de fugir da situação, esquecer ou dormir com mais facilidade”, acrescenta Irima. E os pesquisadores concluem: “Se os efeitos do álcool nas lembranças desagradáveis forem semelhantes nos humanos, nosso trabalho pode ajudar a entender melhor como funcionam essas memórias e como focar melhor as terapias em pessoas que apresentam estresse pós-traumático”.

 

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*Fonte: elpais


BEE OR NOT TO BE

Organização de Proteção às Abelhas

Associação civil brasileira, sem fins lucrativos, de caráter socioambientalista, que tem por finalidade apoiar e desenvolver ações para a defesa, elevação e manutenção da vida de todas as espécies de abelhas.

http://www.beeornottobe.com.br/


Tremor nas pálpebras é sinal de que é preciso desacelerar dizem, os médicos

O tremor aparece porque liberamos hormônios ligados ao estresse que vão para o sistema nervoso autônomo; ele é um dos primeiros sinais de que algo não vai bem e que é preciso relaxar.

Quem nunca sentiu aquele famoso tremor nas pálpebras?

Algo tão irritante quanto impossível de ser controlado. Pior: pode durar dias, com direito a curtos intervalos. Mas por que isso é tão comum e, ao mesmo tempo, difícil de ser evitado?

A oftalmologista Andrea Lima Barbosa, diretora médica da Clínica dos Olhos São Francisco de Assis (RJ), conta que é extremamente comum pessoas chegarem a seu consultório com essa queixa.

“É sempre preocupante para a pessoa e o correto é procurar um especialista, mesmo. Esse tremor palpebral em episódios é uma luz vermelha avisando que algo não vai bem não só no seu corpo, mas em sua vida”, alerta a médica.

Ela conta que o tremor é um sinal de que a pessoa pode estar no auge do estresse. “Pode ser  fadiga, ansiedade, resultado de noites mal dormidas ou problemas pessoais , por exemplo”.

SAIBA AS CAUSAS E COMO TENTAR EVITAR:

Como as causas são diversas, para evitar o tremor involuntário das pálpebras deve-se identificar a mais importante e agir nela:- Fadiga: pode ser causada pelo uso contínuo de computadores ou monitores (síndrome da visão do computador). Nestes casos há necessidade de se intercalar períodos de trabalho com períodos de descanso dos olhos, ou seja, a mudança de foco durante 15 minutos, antes de prosseguir no uso;- Estresse: deve-se tentar evitar ou resolver as condições ou as situações do ambiente de trabalho ou familiar que estejam ligadas ao aumento da ansiedade; pode-se tentar a utilização de medicação relaxante muscular leve, sob indicação médica;- Secura nos olhos: também pode estar relacionada ao uso contínuo de computadores. Usar colírios lubrificantes preventivamente é indicado, assim como aumentar a umidificação do ambiente de trabalho;- Cafeína: se a causa for associada ao consumo excessivo de cafeína, de bebidas energéticas ou de cigarro, deve-se reduzir ou suspender seu consumo;- Não identificadas: sugere-se a consulta oftalmológica completa com objetivo de se avaliar a função muscular das pálpebras, a superfície ocular, erros refracionais ou fundo de olho.Fonte: Norma Allemann, Professora Adjunta do Departamento de Oftalmologia da Universidade Federal de Medicina – UNIFESP.

Estresse

Barbosa explica que o tremor, quase sempre unilateral, aparece porque liberamos hormônios ligados ao estresse que vão para o sistema nervoso autônomo. Estes hormônios levam estímulos para as pálpebras, que passam a ter contrações involuntárias, ou seja, impossíveis de se controlar.

Com ela concorda o oftalmologista Luiz Carlos Portes, ex-presidente e membro do conselho consultivo da Sociedade Brasileira de Oftalmologia. Ele acrescenta alguns outros fatores que podem desencadear o problema: ingestão excessiva de cafeína, carência de vitaminas, idade avançada, excesso de horas em frente ao computador etc.

Ambos enfatizam que o oftalmologista deve ser consultado para descartar qualquer doença, mas o comum é mesmo que tudo não passe de estresse.  Porém, se for algo além disso, o paciente será encaminhado para um neurologista, por exemplo.

Portes, porém, avisa que algumas doenças como conjuntivite e olho seco também podem provocar os espasmos. Isso sem contar que pessoas com mal de Parkinson e Síndrome de Tourette (desordem neurológica ou neuroquímica caracterizada por tiques, reações rápidas, movimentos repentinos  ou vocalizações que ocorrem repetidamente) também sofrem com esses espasmos.

Procurar o médico

“Por isso é importante consultar um oftalmologista”, enfatiza o médico. Porém, como na maioria dos casos o problema advém mesmo do estresse, ele comenta: “Há pessoas que ao ficarem estressadas, sentem azia. Outras têm dor nas costas e algumas têm este tremor. É difícil, mas é preciso achar um caminho para não sentir tudo isso”.

“Você tem de se perguntar: o que vai fazer da sua vida? Como anda o trabalho e os relacionamentos. Eu indico relaxamento, ioga, meditação, algo para acalmar mesmo. E, na medida do possível, evitar se estressar”, alerta Barbosa.

A médica insiste que é preciso tomar cuidado porque, se a pessoa não se cuidar, poderá desenvolver doenças cardíacas, depressão, ansiedade ou hipertensão, por exemplo.

“É preciso mesmo repensar a vida”, ressalta, acrescentando que ela própria já passou por isso: “Quando eu fazia plantão médico, eu mesma tinha isso com frequência. Era uma época bem estressante para mim”. Portes também já teve o mesmo problema, quando se preparava para o vestibular: “Eram menos opções de faculdades e a pressão era ainda maior. Estudava muito!”.

Como fazer parar?

Uma receita caseira dá conta de que compressas de chá de camomila ajudariam a parar o tremor.  “Melhor tomar o chá”, brinca a médica.  Porém, ela ensina que gelo é bom, porque anestesia a musculatura.

Já o médico conta que indica ao paciente um relaxante muscular, mas também aconselha a pessoa a ir ao cinema, praticar exercícios e descansar, pois o comum é que o tremor passe quando ela conseguir relaxar.  “Se notamos que é algo de ordem pessoal ou depressão mesmo, o correto é encaminhar a um psicólogo ou psiquiatra”.

Botox

Se a pessoa tiver o tremor de forma crônica, pode ser algo mais grave. “Existe a doença do espasmo essencial, blefarospasmo, que é rara. É o famoso tique nervoso, a pálpebra fica tremendo o tempo todo. Daí é preciso tratamento com um neuro-oftalmologista que usará injeções de Botox”, conta a médica. A indicação ocorre porque a toxina botulínica paralisa o músculo.

Norma Allemann, professora adjunta do Departamento de Oftalmologia da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), conta que, em alguns desses casos, após diagnóstico diferencial adequado com doenças neurológicas que podem estar associadas, a toxina botulínica é aplicada em forma de injeções e tem duração variável de efeito, entre três e seis meses.  “O blefarospasmo é uma condição rara, um tipo de distonia facial, geralmente bilateral e associado a contraturas de outros músculos da face e caracterizado pela impossibilidade de controle voluntário.  Pode ser um sintoma de doenças neurológicas e deve ser acompanhado de consulta especializada para diagnóstico”, encerra.

(Autor: Cármen Guaresemin)

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*Fonte: fasdapsicanalise


Passei um mês sem beber uma gota de álcool, e foi isto que me aconteceu

Não interprete mal o título acima: não se trata de uma declaração tipo “alcoólicos anônimos”. Sou o que a Organização Mundial da Saúde denominaria de “bebedor moderado”, alguém que simplesmente gosta de tomar uma taça de vinho durante as refeições. Não bebo licores nem coquetéis. E quando saio “para tomar uma cerveja” não passo de duas. Quero acreditar, além disso, que esse consumo responsável é bom para a saúde. Confio na Clínica Mayo (EUA) quando sugere que os polifenóis do vinho, quando consumidos com comedimento, protegem o coração. Também acredito nesse estudo que diz que os bebedores moderados vivem mais do que os totalmente abstêmios.

Algum leitor poderá achar que não há nada de mais em passar um mês sem álcool: tem gente que nunca bebe. Entretanto, as cifras demonstram que a maioria não é assim. Segundo o último relatório sobre álcool, tabaco e drogas ilegais na Espanha, do Ministério da Saúde desse país, 64,4 % dos espanhóis beberam álcool nos 30 dias anteriores à pesquisa. Até o mais rigoroso toma um vinhozinho num jantar.

“Fiz isto por três razões: emagrecer; me sentir mais saudável e ágil; e comprovar, simplesmente, se posso resistir à tentação.”

Eu me privei inclusive disso, durante um mês, por três motivos. Primeiro: emagrecer. Sou o tipo de gente que sempre ouve por aí: “Mas você não está gordo” – embora secretamente saiba que está. Se deixar de tomar duas taças de vinho, estarei fechando a porta a 150 calorias. Como não sou de comer com água, recorrerei à cerveja sem álcool, que tem 26 calorias por cada 100 gramas – metade da convencional –, segundo a Base de Dados Espanhola de Composição de Alimentos (BEDCA).

A segunda razão é verificar se a pessoa se sente mais saudável, ágil, atenta ou inspirada. A terceira é comprovar, simplesmente, se é possível resistir à tentação. Ao longo de um mês ocorrem situações, geralmente de índole social, que convidam a abrir um vinho ou pedir um chope. Assim fui superando-as.

 

Passagem cabisbaixa pelo corredor dos vinhos

Ao contrário das frutas e verduras, comprar vinhos no supermercado sempre me pareceu uma experiência muito agradável. O tempo se detém enquanto seleciono safras, inspeciono variedades e admiro etiquetas. Tanto que uma vez, em pleno processo, recebi um WhatsApp que dizia: “Aconteceu alguma coisa com você? Estou há meia hora te esperando nos caixas”. Era minha mulher, e desconfio que não estava exatamente preocupada com a minha saúde.

Agora, por outro lado, evito, cabisbaixo, o corredor de vinhos e licores e vou parar no das cervejas, onde não há muito que selecionar, inspecionar ou admirar. Mas antes me informei sobre essa nomenclatura no mínimo curiosa: quando dizem “sem” querem dizer “com”, e quando dizem “0,0” querem dizer “sem”. Sim, amigo, a cerveja sem álcool tem álcool (menos de 1%, pela lei espanhola). Como o desafio consiste em não tomar nem uma só gota, passo a mão em dois packs de seis “0,0” que, espero, deem para toda uma semana.
Minhas novas e saudáveis beberagens

Podem me chamar de prático, mas uma coisa boa de beber diretamente da lata é não precisar lavar o copo depois. Esse pensamento cruza minha claríssima mente no primeiro dia de abstinência. Em seguida, enquanto degusto esta beberagem sem um só vestígio de álcool, concluo que o gosto é bastante bom.

“Podem me chamar de prático, mas uma coisa boa de beber diretamente da lata é não precisar lavar o copo depois. Esse pensamento cruza minha claríssima mente no primeiro dia de abstinência.”

Outras considerações de ordem logística incluem que a cerveja, obviamente, precisará ser guardada na geladeira (ao contrário do vinho) o que me obriga a estar pendente de uma coisa a mais na cozinha (ficar sem cerveja gelada poderia ser um drama, mesmo que seja das que não embebedam). Além disso, comprovo extasiado como a pilha de garrafas vazias de vinho, que normalmente cresce com espantosa rapidez, ficou estagnada, e isso é ótimo porque, como é preciso jogá-las num contêiner especial, às vezes não me lembro de descer com elas, que assim terminam tristemente amontoadas, o que passa uma imagem lamentável.

 

O garçom nota que minhas mãos suam

Aproveitando que tenho que ler vários livros para uma matéria, decido me instalar nas mesas externas de um bar, afinal estamos na primavera. Quando vem o garçom, assaltam-me as dúvidas: quero pedir uma “0,0”, não uma “sem”, mas se especificar tanto não ficarei como um desses ranhetas que pedem o café com leite morno, semidesnatado, no copo e com sacarina?

Sempre achei que são uns desalmados, e isso que nunca trabalhei no grêmio da hotelaria. Tolhido, peço uma “sem”. Por sorte, o garçom, que deve ter notado minhas mãos suando, me traz uma “0,0”, que é o que eu queria. Mas a acompanha com três petiscos. “Cara”, tenho vontade de lhe dizer, “quero emagrecer, sacou? Não me entupir de batata frita, azeitona e salada russa”. Dispenso as duas primeiras, mas devoro a salada russa.
Combino com os amigos e…

Combino com três velhos amigos que não via fazia quatro anos; com exceção de um deles, todos somos jornalistas que já conhecemos dias melhores. Marcamos num restaurante que serve hambúrgueres e costeletas (dos que frequentávamos há 15 anos), e a nostalgia parece autorizar o consumo de uma breja.

“Quando peço minha ‘0,0’, um amigo me acompanha, o terceiro pede um refrigerante zero, e o quarto se safa com água. Meu Deus, estamos mal mesmo!”

Aí eu piro, porque, quando peço minha “0,0” (já aprendi), um deles me acompanha pedindo outra, o terceiro pede um refrigerante zero, e o quarto se safa com água. Meu Deus, estamos mal mesmo! Dado o ambiente de camaradagem que se respira, sou dominado por outra dúvida. A long neck de cerveja sem álcool também se pode beber no gargalo, fazendo pose? Não há nada que impeça, né? Então, sem pensar duas vezes, agarro minha garrafa e a levo à boca. E depois passo o dorso da mão pelos lábios, yeah!

 

Almoço com vinho sem álcool (minha nossa!)

Antigamente, quando meu pai era vivo, eu costumava chegar para o almoço carregando garrafas de vinho que entornávamos entre os dois. Agora continuo a levá-las, e costumo deixá-las mais ou menos pela metade (os domingos são um dia especial). Como ando metido nesta experiência, recorro ao vinho sem álcool, do que me falaram muito mal. Também não é para tanto. Se a cerveja sem álcool é decente, por que não o vinho?

Minha relação com esse singular produto começa mal: levo 20 minutos para localizá-lo no supermercado (e com ajuda de um funcionário). Quando o levo à mesa, minha cunhada dispara: “Mas o vinho sem álcool não é suco de uva?”. Todos aqueles a quem falo desta bebida à qual dedico grandes esperanças me dizem a mesma coisa. Saio em sua defesa brandindo a etiqueta: pegam vinho normal e, mediante um processo complicadíssimo, extraem o álcool. Mas na hora de prová-lo… minha nossa! É péssimo. Não é que não tenha gosto de vinho, é que nem sequer tem gosto de suco. Lembra aqueles insípidos e aguados licores sem álcool. Retiro educadamente a garrafa da mesa e pergunto à minha mãe se por acaso não teria uma cerveja “sem” na geladeira. E sim, tem uma solitária lata de “sem”, que aceito de bom grado.

“Como ando metido neste experimento, recorro ao vinho sem álcool, do qual me falaram muito mal. Talvez não seja para tanto. Se a cerveja sem álcool é decente, por que não o vinho?”

 

Uma cervejinha (?) com os pais da escola

É bastante conhecido o potencial do álcool como lubrificante social. Na verdade, os bebedores “sociais” têm mais amigos, segundo um estudo da Universidade de Oxford (Reino Unido) publicado em dezembro passado. Os programas de sexta à tarde no parque parecem confirmá-lo: são uma mera desculpa para que papais e mamães nos entreguemos à cerveja enquanto as crianças se machucam no escorregador. Agora que não bebo, ficarei calado, excluído? Peço uma “0,0”. E não, não fico calado nem excluído, inclusive me noto mais alerta que nas outras sextas-feiras, quando às onze já começo a bocejar.

 

Um acidentado jantar a dois

Ninguém em sã consciência cogita regar um bom jantar (presunto do bom e carnes idem) com outra coisa que não seja vinho. Mas aqui estou eu com minhas cervejas “0,0”, que já compro em caixas de 24, pois me acostumei tanto a elas que tomo uma atrás da outra, sem pestanejar. Já que não engordam… Sim, virei um viciado. Quando na metade do jantar me levanto para pegar a segunda, e depois a terceira, minha mulher não me olha feio, como quando me servia de mais vinho. Mas tanta cerveja tem duas consequências, nenhuma agradável. Uma é que você não sai do banheiro, e depois da quarta vez termina urinando um líquido completamente incolor, mas nem por isso menos premente. A outra é que produz muitíssimos gases. A tal ponto que lhe obriga a buscar a todo custo um momento de solidão antes de ir para a cama.

 

Conclusão de meu mês sem álcool: emagreci?

– Como decidi não me pesar até o final, interpreto o fato de me sentir mais leve como um bom sinal. Sou capaz de subir e descer as escadas do prédio com um alegre trote adolescente (embora também seja verdade que moro no primeiro andar).

– Psicologicamente me sinto reforçado: ter sido capaz de manter o desafio eleva minha autoestima.

“Psicologicamente me sinto reforçado: ter sido capaz de manter o desafio eleva a minha autoestima.”

– Um efeito inesperado é que meu interesse pelo vinho minguou bastante, mas talvez seja porque o calor convida a tomar bebidas geladas.

– Quando subo na balança tenho um tremendo desgosto: peso mais ou menos o mesmo que há 30 dias. No transcurso de cinco minutos atravesso todas as etapas estudadas pela psicologia para as más notícias (negação, ira, aceitação etc.), e então compreendo: sim, erradiquei o álcool, mas minha dieta não mudou em mais nada.

Leio que as calorias da cerveja convencional procedem em sua maioria do álcool, ao passo que as da “sem” vêm em 85 % de carboidratos. Pergunto o significado disso a Roberto Cabo, nutricionista e autor de La Dieta ALEA: “Há dois tipos de carboidratos: os complexos (feijão, arroz, massa…) e os simples, chamados também de açúcares (doces, bolos…). Ao retirar o álcool, as calorias que passamos a consumir procederão de açúcares, mas serão muito poucas se for um consumo pontual”, responde.

Meu consumo foi pontual? Não. Deveria ter substituído a cerveja por água? Ops, melhor não dar a ideia.

 

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*Fonte: elpais/Miguel Angel Bargueño


Os hormônios da felicidade: como desencadear efeitos da endorfina, oxitocina, dopamina e serotonina

Ao longo dos séculos, artistas e pensadores se dedicaram a definir e representar a felicidade. Nas últimas décadas, porém, grupos menos românticos se juntaram a essa difícil tarefa: endocrinologistas e neurocientistas.

O objetivo é estudar a felicidade como um processo biológico para encontrar o que desencadeia esse sentimento sob o ponto de vista físico.

Ou seja, eles não se importam se as pessoas são mais felizes por amor ou dinheiro, mas o que acontece no corpo quando a alegria efetivamente dispara, e como “forçar” esse sentimento.

Neste sentido, há quatro substâncias químicas naturais em nossos corpos geralmente definidas como o “quarteto da felicidade”: endorfina, serotonina, dopamina e oxitocina.

A pesquisadora Loretta Breuning, autora do livro Habits of a happy brain (“Hábitos de um cérebro feliz”, em tradução livre), explica que “quando o seu cérebro emite uma dessas químicas, você se sente bem”.

“Seria bom que surgissem o tempo todo, mas não funcionam assim”, diz a professora da Universidade Estadual da Califórnia (EUA).

“Cada substância da felicidade tem um trabalho especial para fazer e se apaga assim que o trabalho é feito.”

 

 

Conheça a seguir maneiras simples para ativar essas quatro substâncias químicas da felicidade, sem drogas ou substâncias nocivas.

 

1. Endorfinas

As endorfinas são consideradas a morfina do corpo, uma espécie de analgésico natural.

Descoberta há 40 anos, as endorfinas são uma “breve euforia que mascara a dor física”, classifica Breuning.

Por isso, comer alimentos picantes é uma das maneiras de liberar esses opiáceos naturais, o que induz uma sensação de felicidade. Mas essa não é a única maneira de obter uma “injeção” de endorfina.
De acordo com estudo publicado no ano passado por pesquisadores da Universidade de Oxford (Inglaterra), assistir a filmes tristes também eleva os níveis da substância.

“Aqueles que tiveram maior resposta emocional também registraram maior aumento na resistência a dores e sentimento de unidade em grupo”, disse à BBC Robin Dunbar, professor de Psicologia Evolutiva e autor do estudo.

Dançar, cantar e trabalhar em equipe também são atividades que melhoram, por meio de um aumento nas endorfinas, a união social e tolerância à dor, afirma Dunbar.

 

2. Serotonina

Como a serotonina flui quando você se sente importante, o sentimento de solidão e até mesmo a depressão são respostas químicas à sua ausência.

“Nas últimas quatro décadas, a questão de como manipular o sistema serotoninérgico com drogas tem sido uma importante área de pesquisa em biologia psiquiátrica e esses estudos têm levado a avanços no tratamento da depressão”, escreveu em 2007 Simon Young, editor-chefe na revista Psiquiatria e Neurociência.

Dez anos mais tarde, a depressão se situa como a principal causa principal de invalidez em todo o mundo, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). Trata-se de transtorno mental que afeta mais de 300 milhões de pessoas.
A estratégia mais simples para elevar o nível de serotonina é recordar momentos felizes, diz Alex Korb, neurocientista do site Psicologia Hoje.

Um sintoma da depressão é esquecer situações felizes. Por isso, acrescenta Korb, olhar fotos antigas ou conversar com um amigo pode ajudar a refrescar a memória.

O neurocientista descreve três outras maneiras: tomar sol, receber massagens e praticar exercícios aeróbicos, como corrida e ciclismo.

 

3. Dopamina

A dopamina é costuma ser descrita como responsável por sentimentos como amor e luxúria, mas também já foi tachada de ser viciante. Daí sua descrição como “mediadora do prazer”.

“Baixos níveis de dopamina fazem que pessoas e outros animais sejam menos propensos a trabalhar para um propósito”, afirmou John Salamone, professor de Psicologia na Universidade de Connecticut (EUA), em estudo sobre efeitos da dopamina no cérebro publicado em 2012 na revista Neuron.

Por isso, acrescentou o pesquisador, a dopamina “tem mais a ver com motivação e relação custo-benefício do que com o próprio prazer.”
O certo é que essa substância química é acionada quando se dá o primeiro passo rumo a um objetivo e também quando a meta é cumprida.
Além disso, pode ser gerada por um fato da vida cotidiana (por exemplo, encontrar uma vaga livre para estacionar o carro) ou algo mais excepcional (como receber uma promoção no trabalho).

A melhor maneira de elevar a dopamina, portanto, é definir metas de curto prazo ou dividir objetivos de longo prazo em metas mais rápidas. E celebrar quando atingi-las.

 

4. Oxitocina

Por ser relacionada com o desenvolvimento de comportamentos e vícios maternos, a oxitocina é muitas vezes apelidada de “hormônio dos vínculos emocionais” e “hormônio do abraço”.

Segundo estudo publicado em 2011 pelo ginecologista e obstetra indiano Navneet Magon, “a ligação social é essencial para a sobrevivência da espécie (humanos e alguns animais), uma vez que favorece a reprodução, proteção contra predadores e mudanças ambientais, além de promover o desenvolvimento do cérebro.”

“A exclusão do grupo produz transtornos físicos e mentais no indivíduo, e, eventualmente, leva à morte”, acrescenta.

Por isso, o obstetra considera que a oxitocina tem uma “posição de liderança” nesse “quarteto da felicidade”: “É um composto cerebral importante na construção da confiança, que é necessária para desenvolver relacionamentos emocionais.”

Abraçar é uma forma simples de se conseguir um aumento da oxitocina. Dar ou receber um presente é um outro exemplo.

Breuning, da Universidade da Califórnia, também aconselha construir relações de confiança, dando “pequenos passos” e “negociando expectativas” para que ambas as partes possam concretizar o vínculo emocional.

 

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*Fonte: bbc brasil


Os estranhos poderes do efeito placebo


Estes 10 alimentos provocam câncer

1. Alimentos curados e defumados
Nitritos e nitratos são utilizados para evitar que os alimentos se deteriorem. Mas quando cozidos eles se transformam em compostos N-nitroso que estão associados com um risco aumentado de câncer.

 

2. Peixe cultivado
As fazendas de peixe [piscicultura] geralmente são superlotadas, e os peixes não têm espaço para nadar. Esses tipos de peixes são tratados com antibióticos e com pesticidas para ter uma aparência melhor. A importação de peixes de fazenda é proibida em muitos países.

 

3. Carne grelhada
A queima da madeira ou do carvão produz hidrocarbonetos aromáticos policíclicos [HAP]. A gordura da carne pinga sobre a madeira ou carvão e cria uma chama que faz com que os HAP’s se afixem ao alimento.

 

4. Óleos hidrogenados
Os óleos hidrogenados ou as gorduras-trans são produtos sintéticos. Para armazenar o produto por mais tempo, o fabricante muda a estrutura química dos óleos. A Escola De Saúde Pública de Harvard chegou à conclusão que as gorduras-trans têm um efeito negativo no sistema imunológico humano. Além disso, eles podem provocar diabetes, acidente vascular cerebral ou até mesmo doenças cardíacas.

 

5. Pipoca de microondas
Várias pessoas amam pipoca. Mas somente algumas sabem o quão ruim elas são para a nossa saúde. Os pacotes são revestidos com ácido perfluorooctanoico. Os estudos mostraram que esses químicos podem provocar câncer de próstata.

 

6. Produtos modificados geneticamente
Ainda não existe informação oficial, mas percebeu-se que pessoas que têm câncer costumavam consumir alimentos modificados geneticamente.

 

7. Açúcares refinados
Aspartame – é um substituto artificial do açúcar. Provou-se que o aspartame é tóxico e provoca convulsões. Ele também pode provocar câncer cerebral.

 

8. Refrigerante/Isotônicos
Os refrigerantes/isotônicos não têm valor nutricional. Eles consistem apenas de corantes, xarope de milho rico em frutose, óleo vegetal bromado e aspartame que aumentam o risco de desenvolvimento de câncer.

 

9. Açúcar
As células cancerígenas prosperam no açúcar. Estamos falando sobre massas, pães, carboidratos. É por isso que eliminar o açúcar é tão importante para aquelas pessoas que estão enfrentando o câncer.

 

10. Ketchup e maionese
Molhos como ketchup e maionese contém açúcar, gorduras-trans, vinagre, corantes, conservantes, etc.

 

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*Fonte: perfeitoguru


2O Dores corporais e a sua relação com os sentimentos – Sua dor pode ser emocional

A dor fala mais do que estamos vivendo do que se imagina.
Se você está sofrendo com algum tipo de dor, este post pode ajudar a encontrar a causa. Não se assuste se essa causa não for uma inflamação ou lesão, mas um problema emocional.

Preparamos esta matéria com muito carinho. Pois temos certeza de que ela vai ajudar muitas pessoas, que poderão se livrar de sua dor física a partir do instante que se curarem da dor interior.

 

Aprenda a decodificar a mensagem do seu corpo e seja mais feliz:

1. Dores musculares: revela que a pessoa está com dificuldades em aceitar mudanças.
A pouca flexibilidade na vida pode ser prejudicial, procure se adaptar às novas situações.

2. Dor de cabeça: você tem uma decisão a tomar?
Então se posicione!
A tensão provoca estresse. Procure relaxar e deixar a mente mais leve.

3. Dor de garganta: esta é uma dor bem comum e pode ser o indicador de que você está com problemas de perdoar, seja os outros ou até a si mesmo(a).
Reflita sobre o amor e a compaixão.

4. Dor nas gengivas: talvez seja a dificuldade de tolerar ou de tomar decisões.
A indecisão e o desconforto causado por ela são muito perigosos! Cuidado!

 5. Dor nos ombros: pode indicar uma sobrecarga emocional. Não carregue tanto peso sozinho(a), distribua. Além disso, não acumule problemas, resolva-os.

6. Dor de estômago: parece engraçado, mas é real.
Se você não “digeriu” bem alguma situação ruim, pode ter dores no estômago.

7. Dores na parte superior das costas: procure alguém para compartilhar os problemas e alegrias.
Este pode ser o indício de que você precisa de apoio emocional.

8. Dor na região lombar: pode ser sinal de falta de dinheiro ou de apoio emocional.
Seja otimista e reaja.

9. Dores no sacro e cóccix: há situações que precisam ser resolvidas e você está ignorando?
Pense bem.

10. Dor de cotovelo: outra parte do corpo que está bem relacionada à resistência a mudanças.
Ouse! Se não for possível, pelo menos trabalhe sua mente para se ver livre do que está pressionando.

11. Dor nos braços: é pesado carregar algo ou alguém com muita carga emocional.
Veja se é necessário mesmo fazer isso. Reflita sobre o assunto.

12. Dor nas mãos: mostra falta de conexão com as pessoas ao seu redor.
Procure fazer novos amigos e estreitar os laços de amizade com os mais antigos.

13. Dor nos quadris: se você anda com medo de agir, isso pode resultar em dor nos quadris. Está pensando em novas ideias?
Posicione-se! Isso vai lhe dar grande alivio.

14. Dor nas articulações: músculos e articulações são flexíveis.
Seja como eles: procure novas experiências na vida – com responsabilidade.

15. Dor nos joelhos: provavelmente seja o orgulho. O que acha de ser humilde e aceitar as diferenças e circunstâncias?
Sabemos que não é fácil. No entanto, é necessário. Você é mortal, como todos os outros – não perca tempo e viva em amor.

16. Dor de dente: pense positivo. Se estiver em situações difíceis, tenha fé que tudo será resolvido.
Esta dor simboliza um fato que não está agradando a você.

17. Dor no tornozelo: seja mais tolerante com si mesmo(a).
Permita-se ser feliz e não cobre tanto. O que acha que dar um toque especial na vida amorosa?

18. Dor que causa fadiga: viva novas experiências.
Livre-se do tédio!

19. Dor nos pés: um novo passatempo ou um animalzinho de estimação pode pôr fim à vida deprimida de qualquer pessoa. Não permita pensamentos negativos, e os positivos farão você “voar”.

20. Dores em várias partes do corpo: nosso corpo é formado por energia.
Se você estiver uma pessoa muito negativa, vai sofrer dores e ter uma queda na imunidade.
Cuidado!

 

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*Fonte: acurapelanatureza

 


Produtores rurais são os maiores responsáveis pela preservação ambiental

Afirmação é de pesquisador da Embrapa com base em estudo que analisa dados do Cadastro Ambiental Rural (CAR).

Se você é do time que acha que produtor rural não ajuda a cuidar a natureza, um estudo da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) veio para abalar essas convicções. A instituição aponta que em áreas agrícolas consolidadas os agricultores e pecuaristas são, hoje, os principais responsáveis pela preservação ambiental. Nos estados do Sul do Brasil, por exemplo, enquanto as áreas de conservação mantidas pelo Estado não chegam a 4% do território, os produtores chegam a deter dentro de suas propriedades até 27% das áreas de preservação – dependendo da unidade da federação.

A conclusão é de um estudo feito pela Embrapa Monitoramento por Satélite, com sede em Campinas, interior de São Paulo. Evaristo Eduardo de Miranda, chefe-geral do local, explica que a análise foi possível graças aos dados do Cadastro Ambiental Rural (CAR). O CAR foi uma exigência do governo federal a partir da aprovação do Código Florestal de 2012. Assim, até o ano passado todos os donos de terra do Brasil foram obrigados a fazer um cadastro detalhado, com base em imagens de satélite, das áreas que possuem e onde mantêm as áreas de preservação exigidas por lei.

O estudo ainda está em andamento, mas Miranda explica que antes de olhar para qualquer número preliminar é necessário fazer uma distinção. Nesse levantamento foram considerados dois tipos de áreas para a preservação. O primeiro deles é denominado de Unidades de Conservação (UCs), que são basicamente compostas por áreas indígenas e/ou parques administrados pelo estado. O segundo tipo é de Áreas de Preservação (AP), que são partes de propriedades que os agricultores e/ou pecuaristas são obrigados a manterem dentro de suas propriedades rurais por Lei.

Ele cita como exemplo (sempre com base em dados do CAR) os estados do Sul do Brasil para comprovar a tese de que os produtores rurais tem uma fatia muito maior preservada por meio de APs do que o estado por meio das UCs. O Rio Grande do Sul tem 1% do seu território em UCs e 13% em APs. Já o Paraná tem 3% do território em UCs e 27% do território em APs. Santa Catarina, segundo Miranda, aparece com 4% do território em UCs e 23% do território em APs.

“Não existe nenhuma categoria que proteja mais o meio ambiente do que o agricultor. Não existe militar, pesquisador, jornalista, que respeita tanto o meio ambiente. Nenhuma instituição, secretaria de meio ambiente, fundação etc. Ninguém chega perto do que os agricultores fazem pelo meio ambiente”, aponta o chefe-geral da Embrapa monitoramento por satélite.

Intuito não é controlar os agricultores

O pesquisador explica que ao pegar os dados do CAR e fazer um levantamento com base neles, a intenção é gerar dados para melhorar a compreensão do campo. “Não temos o intuito de controlar agricultores, ou de verificar se está certo ou errado. Queremos compreender a agricultura. Tanto é que o máximo de detalhe em que chegamos é em escala municipal”, enfatiza.

 

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*Fonte: gazetadopovo

 


Cientistas eliminaram completamente o HIV de animais vivos por meio de técnica de edição genética

Cientistas nos EUA afirmaram ter conseguido curar completamente ratos vivos infectados com HIV por meio de uma ferramenta de edição genética conhecida como CRISPR/Cas9.

Os resultados, que foram publicados recentemente, mostram que os pesquisadores puderam remover completamente o DNA do HIV dentro das células humanas implantadas nos animais, o que efetivamente impediu uma infecção adicional. Com informações do Daily Mail. Esta é a primeira vez que os cientistas alcançam tais resultados em modelos animais vivos, o que é um grande avanço em relação a um ensaio clínico humano, embora o próximo passo de pesquisa ainda seja testes em primatas.

O estudo, realizado pela Escola de Medicina Lewis Katz, da Universidade de Temple (LKSOM), e Universidade de Pittsburgh, envolveu três grupos de ratos, sendo que o primeiro foi infectado com HIV-1, o segundo com EcoHIV (versão para ratos equivalente ao HIV-1), enquanto o terceiro recebeu um modelo “humanizado” no qual os ratos foram transplantados com células imunológicas humanas e infectados com o vírus.

O trabalho, liderado pelo pesquisador Dr. Wenhui Hu, da LKSOM, baseia-se em uma pesquisa anterior, feita pela mesma equipe, na qual conseguiram apagar o HIV-1 do genoma da maioria dos tecidos testados. Então, um ano depois, eles conseguiram eliminar o vírus e todos os tecidos.

“Nosso novo estudo é mais abrangente”, disse Hu. “Nós confirmamos os dados de nosso trabalho anterior e melhoramos a eficiência de nossa estratégia de edição de genes. Mostramos também que essa estratégia foi eficaz em dois modelos de ratos adicionais, um representando a infecção aguda em células animais, e outro representando infecção crônica ou latente em modelos de células humanas”.

Tratando o primeiro grupo infectado com HIV-1, os pesquisadores conseguiram inativar geneticamente o vírus reduzindo a expressão RNA de seus genes virais em até 95%, confirmando os resultados de sua pesquisa anterior. Já o segundo grupo, em EcoHIV, representou um desafio maior, uma vez que esta forma de vírus é mais propensa a se espalhar mais rapidamente e se multiplicar.

“Com os ratos em EcoHIV, pudemos investigar a capacidade de estratégia CRISPR/ Cas9 para bloquear a replicação viral e potencialmente prevenir uma infecção sistêmica”, explicaram os pesquisadores. A estratégia de fato eliminou 96% do EcoHIV dos ratos, fornecendo no processo a primeira evidência para a erradicação do HIV-1 por meio de um sistema como o CRISPR.

No terceiro e último grupo, o qual os ratos receberam células humanas, incluindo as células T, onde o HIV tende a se esconder, após um único tratamento de edição genética, os cientistas conseguiram remover completamente os fragmentos virais das células infectadas. Embora o estudo marque um novo e grande passo em relação à busca de uma cura permanente para o problema do HIV, mais testes ainda precisarão ser feitos para verificar se tais resultados são replicáveis.

“A próxima etapa seria repetir o estudo em primatas, um modelo animal mais adequado onde a infecção pelo HIV induza a doença, a fim de demonstrar ainda mais a eliminação do DNA do HIV-1 em células T latentemente infectadas e células cerebrais”, explicaram os pesquisadores. “Nosso objetivo é um ensaio clínico em pacientes humanos”, concluíram.

 

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*Fonte: jornalciencia


Por que sentimos pressão na orelha ao mergulhar?

O mergulhador e colunista do Webventure, Alvanir Oliveira, o Jornada, explica o motivo e como evitar esse desconforto

Certamente, muitos já sentiram aquela sensação de desconforto na orelha enquanto mergulhavam, mesmo em uma piscina um pouco mais funda. Ou até mesmo quando descemos a “serra” é possível sentir essa pressão. Trata-se de um problema facilmente resolvível, após entendermos um pouco da física e da fisiologia.

Durante o mergulho, com o aumento da profundidade e consequente da pressão no ambiente, acontece um dos fenômenos que, com simples técnicas e conhecimentos suficiente, evitaremos problemas: a equalização na orelha.

Apesar de muitos ainda usarem o termo “ouvido”, o correto é chamar de “orelha”. Este termo, foi adotado oficialmente desde o ano de 2001, pela Sociedade Brasileira de Anatomia, seguindo recomendações do Congresso Mundial de Anatomia, para designar o órgão da audição eu sua totalidade. Em Portugal ainda mantém-se a denominação de ouvido em lugar de orelha.

A orelha está conectada à garganta pela tuba auditiva, que tem a função de dreno e de ventilação. A abertura na garganta, fica normalmente fechada. Músculos da garganta abrem-na quando a pessoa engole. Durante o mergulho a tuba auditiva é usada para igualar a pressão da orelha média. Na descida ela é usada para transferir o ar das vias aéreas para a orelha média. Na subida, quando retornamos para a superfície, e a pressão do ambiente diminui, o processo é inverso, ou seja, permite que o ar sai da orelha média.

Quando não ocorre a equalização, o aumento da pressão na membrana timpânica, que é o limite entre o ambiente interno e externo, pode causar inchaço, dor, ou até mesmo a sua ruptura. Se há a demora para compensação da pressão durante a descida, pode acontecer o fechamento da tuba auditiva, o que vai dificultar ou mesmo impedir a equalização.

Alguns, de maneira incorreta, tentam superar este efeito executando a Manobra de Valsalva forte, mas a pressão aumentada na garganta, ajuda a fechar ainda mais a tuba auditiva. A Manobra de Valsalva, é uma técnica usada para a equalização, que consiste expirar suavemente com a boca fechada, e simultaneamente pinçar as narinas, facilitando assim, a passagem do ar das vias aéreas para a tuba auditiva.

Ela deve ser feita sempre suavemente, pois se realizada de maneira muito vigorosa, pode transferir uma força exagerada para a janela redonda (orelha interna) dilatando-a ou rompendo-a, o que pode provocar uma vertigem alternobárica, ou até mesmo uma doença descompressiva de orelha interna.

Uma curiosidade interessante é que a técnica descrita pelo anatomista italiano Antonio Maria Valsalva (1666-1723), consistia em forçar a exalação contra a glote fechada, o que não equaliza as orelhas. Na verdade, a técnica, que no mergulho chamamos de Manobra de Valsalva, foi desenvolvida pelo médico inglês Joseph Toynbee(1815-1866), que também criou, além deste, um outro procedimento chamado de Manobra de Toynbee, que consiste em engolir com a boca e com o nariz fechados.

Uma outra manobra alternativa usada para a equalização das orelhas, é conhecida como
Manobra de Frenzel, que foi desenvolvida em 1938, para os pilotos alemães durante a Segunda Guerra Mundial. O mergulhador mantém o nariz e boca fechados, contraindo os músculos da boca para abrir a tuba auditiva, e usando a língua como um pistão para empurrar ar nela. A Manobra de Frenzel, assim como a de Toynbee, são suaves, e deixam as mãos do mergulhador livres para outras tarefas.

Outras manobras muito úteis são o movimento da mandíbula, enquanto bocejar com a boca fechada, ou a combinação de várias manobras. Importante também, é descer sempre com os pés primeiros, facilitando assim uma pressão maior na parte superior dos espaços, onde fica a tuba auditiva e as orelhas.

Se ocorrer alguma dificuldade, é necessário diminuir um pouco a profundidade, e começar novamente os procedimentos de equalização.

Após um mergulho, durante o retorno para a superfície, o ar que está contido na orelha média, vai percorrer o caminho inverso, passando pela tuba auditiva e saindo pelas vias aéreas. Se algum problema acontecer neste processo, isso poderá causar um bloqueio reverso, e para evitá-lo é necessário retardar o retorno para a superfície, descendo novamente um pouco até parar a dor, e retomar a subida muito lentamente, movimentando bastante a mandíbula, na tentativa de liberar a tuba auditiva para a saída do ar. Importante neste situação, é nunca realizar uma Manobra de Valsalva durante a subida, o que provocaria o efeito inverso, aumentando ainda mais a pressão na orelha, com possibilidades, inclusive, de ruptura do tímpano ou até mesmo da janela redonda.

O rompimento do tímpano, pode provocar a entrada de água na orelha média, o que causa o rápido resfriamento e uma vertigem imediata. A ruptura da janela redonda, pode causar a vertigem alternobárica, pelo aumento da pressão, o que implicará na perda do equilíbrio, não percebendo o mergulhador se está indo para o fundo ou para a superfície.

Uma regra básica é evitar mergulhar em caso de resfriado ou gripe, pois nestas situações, a mucosa que recobre a tuba auditiva, ficará inflamada, e ocorrerá também a produção de secreções pelo organismo, fatores estes que diminuirão a possibilidade da passagem do ar das via aéreas para a orelha média, impedindo assim a equalização.

O uso de descongestionantes também não é uma boa idéia, pois, caso seu efeito passe durante o mergulho, poderá provocar uma situação de bloqueio reverso.

O único responsável pela equalização é o próprio mergulhador, mas a correta orientação deve
ser dada por instrutores capazes e bem treinados, que saberão como explicar e fazer com que seu aluno aplique corretamente as regras, e evite problemas.

Referência: Manuais de Mergulho da National Association Of Underwaters Instructors

 

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*Fonte: webadventure

 


Coca-Cola brasileira é a mais cancerígena do mundo, aponta estudo

Segundo uma pesquisa realizada pelo IDEC (Instituto de Defesa do Consumidor) foi apresentado que a Coca-Cola brasileira apresenta vários índices de produtos cancerígenos.

A substância em destaque é 4-metil-imidazol, também conhecida como 4-MI. Presente no corante de caramelo IV, seu uso foi proibido até nos Estados Unidos. O limite máximo do uso do corante nos Estados Unidos é 10 vezes menor do que os utilizados no Brasil, tal medida obriga a empresa a adicionar no máximo 39 ml da substância que contém o 4-MI na bebida.

De acordo com o jornal britânico Daily Mail, ativistas na Inglaterra tentam fazer com que a medida também seja implantada no país. O Idec Brasil fez um levantamento que 267 cmg de MI-4 está presentem em 350 ml do produto. No Quênia, país que ficou em segundo lugar, a bebida apontou 177 cmg em 355 ml.

O Centro de Pesquisa CSPI (Center for Science in the Public Interest) em Washington realizou um teste das quantidades de latas vendidas no Canadá e em outros 4 países. Entre eles se encontram México, Grã-Bretanha e Brasil, mas ainda não se manifestou sobre o resultado.

Em nota, a empresa disse que a quantidade de MI-4 no Brasil é “altamente segura”, e segundo a nota do Idec está correspondendo aos padrões pré-estabelecidos pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária). A empresa ainda afirma que não pretende mudar sua composição e que qualquer alteração no caramelo IV mudaria a cor e o sabor da bebida. Complementa que, com o passar dos anos, alguns processos de fabricação foram alterados, porém sem alterar a “fórmula secreta”.

Há hipóteses de que a Coca-Cola Brasil ande em busca de informações para convencer os consumidores de que os produtos produzidos pela marca são absolutamente seguros e que os mesmos estão dentro das normas da Anvisa. Em nota final: “A qualidade e a segurança de nossos produtos permanecerão sendo as mais altas possíveis”, afirma a empresa.

 

 

 

 

 

 

 

 

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*Fonte: jornalciencia


Três ingredientes que não deveríamos colocar no café

Os brasileiros adoram café e isso não é nenhum segredo. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 8 em cada 10 brasileiros consomem a bebida, sendo que a média nacional de consumo é de 3 a 4 xícaras por dia, segundo a Associação Brasileira da Indústria do Café (ABIC). Este hábito, longe de ser prejudicial, se enquadra nos limites recomendados (2 ou 3 xícaras no máximo, segundo o The New England Journal of Medicine), e pode ser benéfico para a saúde.
Três ingredientes que não deveríamos colocar no café

A mesma publicação científica vincula a ingestão prudente de café a uma redução de 10% no risco de morte por doenças cardíacas, respiratórias, derrames e diabetes e infecções. Há exceções, é claro, como no caso dos hipertensos. Em geral, ainda que as orientações clínicas não sejam contundentes a respeito, recomenda-se moderar o consumo de café nas pessoas muito tensas. Apesar de alguns estudos não terem revelado que o consumo moderado aumente a tensão em longo prazo, realmente parece que altas concentrações podem elevá-la, assim como provocar um aumento momentâneo depois de sua ingestão. Por isso os médicos aconselham uma redução do consumo nestes casos.

“A presença de cafeína e antioxidantes pode melhorar o funcionamento cognitivo, o sentido da sensibilidade, assim como o processo de digestão”, afirma Alícia Aguilar, professora de Estudos da Ciência da Saúde e diretora do Mestrado em Nutrição e Saúde da UOC, que acrescenta que “até pode ser eficaz contra alguns problemas coronários, diabetes mellitus, Mal de Parkinson e Alzheimer e alguns tipos de câncer”. Os dados ainda não são conclusivos, pois se baseiam na observação e os estudos controlados apenas começaram.

Muito bem, realmente há efeitos positivos atribuídos ao consumo de café puro, sem ter sido adulterado por outros alimentos como leite e açúcar. Mas não é a mesma coisa tomar uma xícara de café puro do que fazê-lo com um pouquinho de leite e duas colheres de açúcar, e repetir esse gesto três, seis ou dez vezes ao dia. Nesse sentido, Aguilar afirma que “o ideal não tem de ser necessariamente tomá-lo puro, mas tudo depende do tipo de alimentação que temos no restante do dia”.

 

Açúcar: pouco pode ser muito

O critério a seguir em relação ao que se adiciona ao café tem de ser a moderação. Então, se você é dos que tenta encobrir o amargor do café com um saquinho de açúcar, lembre-se de que, ao fazê-lo, “você está aumentando o valor energético que o café sozinho não tem”, adverte Aguilar, que afirma que “ao acrescentar apenas açúcares simples, os benefícios mencionados e associados ao café ficarão subordinados à quantidade de açúcar que consumamos no restante do dia”.

Com esta premissa, e para não excedermos os 25 gramas diários de açúcar (5% da energia total necessária por dia) que a Organização Mundial de Saúde (OMS) recomenda atualmente, a especialista aconselha ter em mente que “os açúcares simples fazem parte de muitos dos alimentos que consumimos habitualmente, especialmente os processados, e portanto é fácil reduzir essa quantidade, ainda que só se tome uma colher por dia”. Conclusão: aprenda a saboreá-lo sem açúcar. “Tanto o mascavo quanto o refinado ou o mel são nutricionalmente equiparáveis”, afirma Aguilar.

 

Leite integral: quanto mais branco, mais gorduroso

De novo, para desfrutar dos benefícios do café, a prudência deve imperar. Neste caso, se você tem o costume de batizar o café com um pinguinho de leite, é melhor que não passe disso. O líquido branco não traz problemas de saúde, “mas é preciso considerar a quantidade de lácteos que vamos consumir ao longo de um dia e quantos cafés com leite e macchiato tomaremos”, acrescenta a especialista. O café, fonte benéfica de polifenóis que agem como antioxidantes, adquire, ao acrescentar-se leite integral, outro significado nutricional, pois entram em jogo as gorduras saturadas, para as quais realmente existe uma recomendação de consumo diária (10% da energia da dieta, segundo a OMS).

Os nutricionistas não desaconselham o leite integral em pessoas sadias, mas suas versões desnatada e semidesnatada têm menos calorias “e são aptas para pessoas com obesidade, patologias cardiovasculares e fatores de risco associados”, como relembra o nutricionista Giuseppe Russolillo, presidente da Fundação Espanhola de Dietistas-Nutricionistas (FEDN).

Aguilar concorda e aconselha o semidesnatado para pingar no café, “exceto para pessoas com intolerância a lactose, que deveriam preferir bebidas vegetais”.

 

Álcool: passaporte para a doença

A combinação mais hard core do café, o carajillo (mistura de café com brandy ou outra bebida destilada, como rum ou aguardente), popular em países como a Espanha, tem uma certa dificuldades para ser aceita no clube das bebidas saudáveis. “É preciso pensar que as bebidas alcoólicas dão energia (7 kcal/g), mas sem qualquer outro nutriente adicional que nos beneficie”, adverte Aguilar. A OMS arremata com as seguintes considerações sobre seu consumo:“A ingestão de álcool é fator causal de mais de 200 doenças e transtornos. Está associada ao risco do desenvolvimento de problemas de saúde tais como transtornos mentais e comportamentais, incluindo o alcoolismo, doenças importantes não transmissíveis tais como a cirrose hepática, alguns tipos de câncer e doenças cardiovasculares, assim como traumatismos causados pela violência e os acidentes de trânsito”. Não parece o mais indicado para um plácido café da manhã…

 

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*Fonte: elpais


A História da Água Engarrafada – A grande mentira da Indústria


Terapia Intensiva do Limão – TIL

Conceição Trucom *

Desintoxicação é para mim um “estilo de vida”. Nada mais displicente para com a nossa vida como se permitir ser um acúmulo de toxinas, um Ser ácido… ambulante, à deriva. A intoxicação – leia Ser acidificado e desmineralizado -, além de ser o primeiro estágio das doenças, é a condição nefasta dos desequilíbrios emocionais, mentais e espirituais.

E, para estarmos intoxicados, não precisamos fazer muito já que água, céu e solo (leia alimentos do reino vegetal)1 andam bastante poluídos e vazios de nutrientes. As pessoas e ambientes que nos cercam mais nos roubam que doam sustentação (vitalização). Nossa alimentação tem estado mais para nos adoecer, nos desmineralizar, nos intoxicar, que nos vitalizar…

Portanto, nada de esperar a doença chegar (seja ela qual for) para ver o que vai dar. Nada de passar a vida passeando nas farmácias, médicos e hospitais. Nada de gastar dinheiro com remédios. É chegada a hora de prevenir tudo isso, fortalecendo o sistema imunológico, mineralizando-se (alcalinizando-se) de todo mundo.

Para tanto a dica do Doce Limão é DESINTOXICAR-SE – MINERALIZAR-SE – ALCALINIZAR-SE. E a Terapia Intensiva do Limão é uma forma de COMEÇAR.  Medicina preventiva é a melhor de todas: ECOMEDICINA…

Importante lembrar: esta poderosa terapia precisa ser integrada com BONS HÁBITOS ALIMENTARES, com uma Alimentação mais – não precisa ser 100% ok? – CRUA E VIVA.

 

 

Como? 

Com a prática da Terapia do Limão, ou Citroterapia, que pode ser Intensiva: de 19 dias, ou Leve: de 5, 7, 9 ou 11 dias.

A melhor medicina é a preventiva, baseada numa alimentação saudável, com os sucos desintoxicantes diários, os leites de sementes nos lanches e a Citroterapia, que sugiro ser ideal para evitar quadros de doenças respiratórias e contagiosas.

 

As formas responsáveis de praticar a Terapia do Limão

O limão é incomparável. Segundo os hindus (Medicina Ayurvédica), é o fruto mais fantástico da humanidade. Seu potencial de alcalinizar o sangue, e demais líquidos corporais, acontece imediatamente após sua ingestão, quando seus citratos agem como um ativo neutralizante da acidez interna, tão comum quando a alimentação e os hábitos diários de vida não são saudáveis.

O consumo diário e regular do limão é profilático e um verdadeiro elixir da vida. Hoje em dia, fala-se e consome-se muitos complementos contendo sais minerais e vitaminas, para suprir as deficiências alimentares. São fórmulas industrializadas, obtidas por misturas sintéticas de vários componentes, em proporções sugeridas por cientistas e profissionais da saúde.

Entretanto, existe enorme diferença de absorção e resultados entre o consumo do alimento fresco, natural e integral versus esses suplementos artificiais. É fato que um comprimido efervescente de 500 mg de vitamina C não substitui jamais o consumo de 2 limões diários, pois junto à vitamina C totalmente ativa (viva) do limão, existem os seus demais constituintes, que funcionam de forma integrada, alquímica no seu aproveitamento e benefícios ao organismo.

Uma alimentação repetidamente inadequada desenvolve um sangue continuamente ácido, condição ideal para o desenvolvimento de muitas enfermidades e suas manifestações, entre elas as doenças cardiovasculares, artríticas, diabetes e as derivadas de um sistema imunológico fragilizado.

Assim, para prevenir que o organismo chegue à doença, ou mesmo tratar a doença, é necessário fazer uso diário de alimentos que alcalinizem o sangue, favorecendo o equilíbrio metabólico e a eliminação dos seus resíduos tóxicos.

Quando isso não acontece, tais resíduos permanecem por tempo demasiado no organismo, ocasionando agravos patológicos, funcionando ainda como verdadeiros escudos, ao dificultarem o sucesso dos tratamentos convencionais de cura e das terapias naturais complementares.

Dificuldades de saúde podem ser tratadas com o consumo integrado e regular do limão. No entanto, o uso intensivo é especialmente indicado no fortalecimento do sistema imunológico, respiratório e cardiovascular, oferecendo assim proteção contra diversas doenças.

 

A Terapia Intensiva do Limão (TIL)

O tratamento mais conhecido e divulgado na literatura sobre o limão é a TIL de 19 dias, que começa pela ingestão do suco fresco de um limão no primeiro dia e continua com o aumento da dose diária em 1 limão, ao longo de dez dias sucessivos, até perfazer o total de 10 limões no décimo dia. No décimo primeiro dia, decrescem as doses em igual proporção, reduzindo 1 limão a cada dia, até que no décimo nono dia a ingestão é o suco fresco de apenas 1 limão.

No total desses 19 dias de tratamento serão consumidos 100 limões. Por esse motivo, há que se ter absoluto cuidado com a perfeita higiene e a maturidade dos limões, além de garantir a forma segura de manuseio e toma. Conheça tais cuidados ao longo deste texto.

O mágico deste tratamento, que foi criado para tratar pessoas com ácido úrico e artrite, é a cumplicidade para fortalecer o organismo. Os antibióticos vão deprimindo o sistema imunológico, pois fazem pelo organismo o que ele mesmo deveria fazer. Já a TIL – que é preventiva – vai do primeiro ao décimo dia, limpando e alcalinizando o organismo. Ou seja, vai arrumando a casa. Colocando tudo nos seus lugares. Depois do dia 11 ao 19, esta terapia vai permitindo e lembrando ao organismo da sua função autônoma. Ou seja: é o organismo sano que irá lidar com todos os desafios da vida.
Dia
Limões ou ml
do suco fresco
Dia
Limões ou ml
do suco fresco
1 = 30 ml
11º
9 = 270 ml
2 = 60 ml
12º
8 = 240 ml
3 = 90 ml
13º
7 = 210 ml
4 = 120 ml
14º
6 = 180 ml
5 = 150 ml
15º
5 = 150 ml
6 = 180 ml
16º
4 = 120 ml
7 = 210 ml
17º
3 = 90 ml
8 = 240 ml
18º
2 = 60 ml
9 = 270 ml
19º
1 = 30 ml
10º
10 = 300 ml
20º
Fim

 

Naqueles dias quando são muitos os limões, e o volume de suco é elevado, o ideal continua sendo a ingestão em apenas uma toma em jejum, 30 minutos antes da refeição matinal. É possível optar por 2-3 tomas distribuídas ao longo do dia. Um exemplo: no décimo dia, será tomado o suco de 10 limões (300 ml). Assim, tomar o suco de 4 limões em jejum, 30 minutos antes da refeição matinal; 3 limões, 30 minutos antes do almoço; e os últimos 3 limões, igualmente antes do jantar.

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*Fonte: docelimao

 


Médicos anunciam novo transtorno alimentar: Pessoas obcecadas por alimentação saudável, os ortoréxicos

Quando falamos em transtorno alimentar, vem logo na cabeça algo como anorexia e bulimia, por exemplo. Mas agora, com essa onda de alimentação natural, baseada em produtos unicamente nutritivos e saudáveis desencadeou um tipo de transtorno alimentar bastante curioso: a Ortorexia.

A ortorexia é um transtorno alimentar diagnosticado há pouco tempo e parece acometer pessoas obsessivas quanto aos padrões daquilo que come. Ao contrário da anorexia ou bulimia, a pessoa permite-se comer, mas fica tão obcecada com o que come que todos os seus pensamentos ficam ocupados com a dieta e o valor nutritivo e calórico de cada alimento. O ortoréxico somente se permite alimentos saudáveis e controlam obsessivamente o conteúdo nutricional de cada elemento que ingerem.

Calorias, vitaminas e nutrientes tornam-se o foto da comida e qualquer coisa que contenha o mínimo vestígio do que está na lista do “não é permitido” não é consumido. A pessoa se torna um “mártire” levando a obsessão com o conteúdo dos seus alimentos ao extremo, e não se permitem, em circunstância alguma, um desvio do seu programa de tipos de alimentos autorizados.

A princípio você pode estar imaginando que alguém que controla o conteúdo nutricional, calórico, vitamínico da sua alimentação pode estar fazendo uma coisa boa para si. No entanto, psiquiatras e psicólogos são unanimes em dizer que o ortoréxico pode ter sua mente seriamente afetada, criando um mundo à parte baseado unicamente com seu modelo obsessivo de dieta. É uma doença grave, tratada com terapia e medicamentos.

Como descobrir se uma pessoa é ortoréxica

Examina cada ingrediente usado na refeição, por exemplo a marca, o valor nutricional, o valor calórico, a vantagem do fio de azeite extra virgem usado para temperar a salada.

Só se permite alimentos saudáveis. Jamais, em hipótese alguma, essa pessoa se permitirá ingerir um biscoitinho industrializado.

Não consegue comer nenhuma refeição preparada por outra pessoa, ou pelo menos sob sua intensa e rigorosa supervisão.

Observa e comenta a maneira como outras pessoas preparam a comida, ao mesmo tempo que tenta mudar os hábitos alimentares de todo mundo, até mesmo dos animais de estimação.

Passa o tempo todo pensando nos nutrientes e calculando as calorias que consumiu durante o dia. Pode ficar o dia inteiro no supermercado fazendo compras, pois precisa ler atentamente todas as etiquetas de valores nutricionais, vitamínicos, calóricos e etc. de absolutamente tudo.

Perdeu muito peso recentemente sem seguir conscientemente uma dieta.

 

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*Fonte: diariodebiologia

 


Campanha de saúde


Onde está sua bicicleta?

A bicicleta está bem distante de ser o principal meio de transporte no Brasil. No entanto, estudo feito em 2016 em algumas capitais brasileiras revela, entre outras coisas, que mais de 60% das pessoas gostariam de usar esse modal para ir ao trabalho. No entanto, ainda sentem falta de segurança, de respeito dos motoristas e de ausência de estrutura nas empresas. Esse é um dado importante que nos incentiva a discutir cada vez mais a mobilidade urbana, em especial em metrópoles como São Paulo.

Cidades orientadas somente ao veículo automotor não fazem mais sentido. A bicicleta deve se tornar mais uma alternativa diante do caos instaurado no trânsito diário. Para distâncias de até cinco quilômetros nas áreas urbanas mais densas das cidades, há pesquisas que constatam que a bicicleta é o modal mais rápido, podendo chegar a uma velocidade entre 12 e 15 km/h.

Incentivar o seu uso, portanto, é pensar em cidades mais inclusivas e com qualidade de vida. Para a ONU, a bicicleta é o transporte mais sustentável do mundo. Além disso, essa prática faz bem para o meio ambiente. São múltiplos benefícios, imediatos e em longo prazo: redução dos congestionamentos e do barulho, melhoria na segurança viária e diminuição significativa da poluição do ar e nas emissões de gases de efeito estufa.

O uso da bicicleta é uma tendência mundial e alguns locais já estão bem desenvolvidos em relação às ciclovias. Em Tóquio e na Holanda, por exemplo, 25% dos trajetos diários são feitos de bike. No Brasil ainda estamos engatinhando nesse assunto, mas iniciativas e pesquisas mostram que há uma demanda ainda mal explorada.

Engana-se quem acha que a introdução da ‘cultura da bicicleta’ deve ser construída prioritariamente pelos órgãos públicos. O incentivo ao uso do modal é responsabilidade de todos. As empresas que adotam o transporte em duas rodas demonstram maior comprometimento com toda a sociedade e podem se tornar referência para outras.

Pedalar faz bem para o planeta, para o bolso e para a saúde, além de aproximar as pessoas. Duvida?

Experimente tirar a sua bike da garagem. Experimente pedalar pelo seu bairro, pela cidade. Incentive o uso do modal na sua casa, nas empresas e nas escolas. É com pequenos gestos que iremos desenvolver mais fortemente essa cultura em nossas comunidades. É um grande desafio que vale a pena. Você pode começar hoje!

 

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*Fonte: pensamentoverde/Leonardo Lorentz

 


Bicicleta: a escolha do bem

Mais e mais pessoas vêm aderindo à bicicleta como forma de deslocamento nas grandes cidades. Elas vão ao trabalho, escola, passeiam, se divertem e se exercitam. Se quanto mais carros e motos circulando, mais acidentes fatais ocorrem, por analogia, conclui-se que quanto mais bicicletas nas ruas mais acidentes fatais também, certo? Felizmente, conclusão errada!

Em várias cidades do mundo que abraçaram esse meio de transporte tão eficiente chamado bicicleta, as estatísticas mostram um paradoxo: mais ciclistas, menos acidentes. Locais como Amsterdã, Nova Iorque, Londres e São Paulo reduziram não só o percentual de mortes em relação ao número de ciclistas, como o número absoluto de mortes.

As explicações são diversas: os ciclistas ficam mais visíveis; as cidades melhoram a sinalização e destinam vias exclusivas para esse modal; os motoristas entendem que os ciclistas são mais frágeis do que eles e dirigem com mais cuidado; a presença intensa de ciclistas junto aos motoristas força a conscientização e a criação de regras de convivência. Ainda não li a explicação definitiva, se é que ela existe. De qualquer forma, a maior segurança aliada à menor poluição já me deixa suficientemente contente.

Outro ponto importante é que, se as pessoas trocam uma moto por uma bicicleta, a chance de ela sobreviver a um acidente aumenta muito. Um motociclista, quando se acidenta numa avenida, está trafegando no meio de carros e cai a 50-70-90 km/h. Tanto o tombo nessa velocidade, quanto o potencial atropelamento, podem lhe causar sequelas irreversíveis. Já um ciclista, quando cai, está numa via própria ou no canto da via de carros, pedalando a 20-25-30 km/h. Ele vai se ralar, ficar roxo, vai arder na hora do banho, mas ele voltará a pedalar rapidamente.

Grande parte do caos e da violência no trânsito foi causada pelo fomento do uso do automóvel como senhor absoluto das ruas, por anos e anos. Essa realidade equivocada precisa ser transformada. O planejamento viário urbano deve ser focado nas pessoas.

Investimentos em transporte de massa, como metrôs, são fundamentais, mas nós, brasileiros, sabemos da inépcia dos nossos governos nessas obras e da alta competência no desvio dos recursos desses projetos. No planejamento das cidades brasileiras, as ciclovias devem ser prioridades para que a bicicleta tenha um papel essencial no desenvolvimento urbano, social e econômico do país. É o modal do bem, em todos os sentidos.

 

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*Fonte: pensamentoverde / Leonardo Lorentz

 

 


Sempre cansado? Provavelmente é porque seu corpo é ácido demais!

Você constantemente se sente cansado e desgastado?

Você acha que precisa de estimulantes como o café para conseguir enfrentar a manhã ou o resto do dia? Sua primeira ação pode ser obter mais sono, mas e se você dormir 8 horas por noite e ainda se sentir cansado na hora de levantar?

A resposta pode ser uma condição que muitas pessoas sofrem, mas não sabem, a fadiga adrenal. Pode ser facilmente diagnosticada por médicos devido às diferentes maneiras em que se manifesta, geralmente como irritabilidade geral, sentimentos de infelicidade e depressão. Na verdade, estima-se que quase 80% das pessoas experimentam fadiga adrenal em sua vida, mas nunca a diagnosticam.

Fadiga adrenal é causada por uma série de coisas, incluindo o estresse prolongado que ativa as glândulas suprarrenais, que ficam sobrecarregadas e, consequentemente, afetam o equilíbrio químico natural dentro do corpo. No entanto, há uma grande causa que muitas vezes fica esquecido, os importantes níveis de pH dentro do nosso sangue.

 

Como os níveis de pH no sangue causam fadiga adrenal?

O nível de pH ideal para o sangue fica em torno de 7,35. Uma gota ou um aumento pode ter um efeito enorme sobre como agimos em nosso cotidiano, então nossos corpos buscam maneiras de manter o contrapeso do pH certo!

O problema principal vem quando os níveis ácidos aumentam demais – isto é chamado de acidose, e pode ser causado pelo que você come e bebe. As células vermelhas do sangue em seu corpo alegremente movem-se, transportando oxigênio para cada célula, e para fazer isso elas precisam ter uma carga negativa, a fim de repelir umas às outras.

Isso as ajuda a mover-se através de pequenos capilares de forma fácil e eficiente, mas quando há muito ácido presente, ele começa a interagir com esta importante carga negativa, resultando em sangue fluindo dificilmente e oxigênio não sendo entregue em um padrão consistente.

Isso também enfraquece os glóbulos vermelhos, o que significa que eles podem morrer, o que, por sua vez, produz mais ácido. O ponto de tudo isso é que seus níveis de energia diminuem mais e mais ao longo do tempo, resultando em uma fadiga crônica que o sono simplesmente não consegue resolver.

 

De que forma o que você come afeta seus níveis de pH do sangue?

Você ficará surpreso ao saber que não são os alimentos e bebidas óbvias que fazem com que seus níveis de pH se tornem ácidos. Há muitos alimentos despretensiosos que podem ter um efeito ruim sobre o nosso sangue, por isso não ache que o suco de laranja ácida que você bebe é uma causa direta. Aqui está o porquê.

O ácido de tudo o que comemos é secretado em nossos estômagos. Uma vez que a digestão é longa, é o ácido residual ou alcalino do alimento que é passado para o sangue. Alimentos e bebidas, como café, álcool e proteína animal, deixam um resíduo ácido que o corpo absorve.
Mesmo alguns frutos do mar, podem ser um dos alimentos mais ácidos que você pode comer – algo que você não atribui a seu cansaço!

 

De que maneiras posso aumentar meus níveis alcalinos de pH?

A maneira mais eficaz de combater níveis de pH ácido elevados é comer alimentos que são altamente alcalinos. É importante entender quais tipos de alimentos e bebidas fornecem o resíduo alcalino necessário para diminuir os níveis de ácido.

 

Isso não significa cortar completamente alimentos acidificados de sua dieta, mas gradualmente elimine um ou dois tipos de alimentos para ver o quanto afeta seu cansaço.

Aprender os diferentes níveis de pH dos alimentos é fundamental para ajustar a sua dieta.

 

.  Grupos de alimentos que aumentam a acidez: carne e aves (proteína animal), peixe, laticínios, ovos, grãos e álcool.

.  Alimentos que aumentam os níveis de alcalinidade: frutas, nozes, legumes e vegetais (proteínas vegetais).

.  Alimentos que têm níveis de pH neutros: gorduras naturais, amidos e açúcares.

Beber muita água é crucial para ajudar a combater a fadiga geral – funciona um pouco como regar uma flor murchando. A água não é ácida nem alcalina, mas há maneiras de torná-la mais alcalina: adicionando bicarbonato de sódio ou até mesmo suco de limão a ela.

Ao experimentar fadiga crônica, é importante visitar o seu médico para eliminar quaisquer condições graves que possam estar causando isso.

 

Dormir o suficiente e fazer exercícios regularmente é sempre uma parte importante de um estilo de vida saudável e pode ajudar a diminuir qualquer cansaço que você experimenta.

No entanto, se todos os outros meios de compreender a sua fadiga estão falhando, comece a eliminar os alimentos ácidos e introduzir variedades mais alcalinas para ver a diferença.

 

* Nota: As informações e sugestões contidas neste artigo têm caráter meramente informativo. Elas não substituem o aconselhamento e acompanhamentos de médicos, nutricionistas, psicólogos, profissionais de educação física e outros especialistas.

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*Fonte: osegredo

 


A poluição chegou na região mais profunda da Terra

As fosas abissais dos oceanos estão entupidas de poluição 17.75 de latitude e 142.5 de longitude. Se você jogar isso no mapa vai ver: nada. Um ponto no meio d’água localizado praticamente na metade do caminho entre Japão e Nova Guiné. Mas se você olhar mais afundo vai perceber; ali é a localização exata das Fossas de Mariana, a região mais profunda da Terra, com um buraco de 11 mil metros. Só para ter uma ideia, se você jogasse o Everest inteiro nesse barranco, iriam faltar ainda dois quilômetros para a montanha mais alta da Terra tocar o chão. Agora, pesquisadores das Universidades de Newcastle e Aberdeen, ambas na Inglaterra, enviaram máquinas para o fundo dessa foça e encontraram o que ninguém queria achar. Não uma nova espécie de animal, ou uma descoberta arqueológica – era poluição.

As regiões mais profundas da Terra não são muito acolhedoras. O frio, a pressão e a escuridão são inabitáveis para a maior parte dos seres vivos do nosso planeta. Tanto que, para sobreviver nessas condições, os animais das profundezas dependem de restos mortais de outros peixes que eventualmente caem das águas mais rasas até eles. Acreditava-se que essas zonas ainda se mantinham protegidas das ações de humanos, de tão inacessíveis. A nova descoberta mostra que não. A ação humana chegou lá também.

Quem desconfiou disso primeiro foi o Alan Jamieson, biólogo marinho da universidade de Newcastle. Líder da pesquisa, ele enviou máquinas não tripuladas para 10 pontos espalhados pela Fossa de Mariana e pela Fossa de Kermadec (outra profunda região, próxima da Nova Zelândia). A expedição tinha diversos tipos de profundidade, a área mais rasa estava à 7,2 km de profundidade, e o mais fundo superava os 10,2km abaixo do nível do mar.

Lá no fundo, as máquinas começaram a caçar anfípodas, um bichinho muito parecido o camarão, que costuma viver nas profundezas. Foram 12 horas de pescaria. Depois desse período, as máquinas trouxeram os animais para que pudessem ser analisados. Dentro deles, os cientistas encontraram dois poluentes: éteres difenílicos polibromados, químico usado para retardar chamas, e bifenilos policlorados, substância utilizada como isolante em equipamentos elétricos – e proibida pela convenção de Estocolmo, pelos seus dados ao homem e ao meio ambiente. Os níveis de contaminação eram altíssimos, principalmente em relação aos bifenilos, que acabaram aparecendo em grau tão elevado que superava os números encontrados em animais habitantes de rios extremamente poluídos, como o Liao, na China.

Não se sabe exatamente como essa poluição chegou no fundo do oceano. Alan suspeita que ilhas de plástico, formadas pelo lixo jogado nos mares, possa ter soltado os poluentes mar a fora. Outra dúvida do biólogo é a respeito do impacto dessa poluição no meio ambiente – e em nós. Ainda não há nenhuma conclusão a respeito disso, mas com o bidenilo sendo tão prejudicial à vida, ninguém deve esperar boas notícias.

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*Fonte: superinteressante

 

 


19 Coisas para fazer antes de dormir (para elevar a sua vibração!)

Você sabia que a hora de dormir é uma oportunidade incrível para elevar a sua vibração e preparar-se para manifestações mais positivas? Enquanto dormimos, desconectamos nossa consciência do mundo físico, e em vez disso nos conectamos mais profundamente com o nosso eu superior. Esta ligação nos ajuda a criar com maior facilidade.

Além de nos ajudar a resolver os nossos problemas e criar deliberadamente, o sono faz-nos sentirmos bem, aumenta a nossa imunidade, e nos ajuda a curar-nos de ferimentos e doenças. Assim, sempre que possível, é uma boa ideia tirar proveito do sono.

Aqui estão 19 coisas que você pode fazer na hora de dormir para elevar sua vibração e tornar-se um criador melhor. Aprecie!

1.Dar abraços nas pessoas que você ama antes de dormir, se vive com elas.

2.Depois de um dia difícil, tomar um banho antes de dormir para lavar o estresse e elevar a sua vibração.

3.Colocar um pouco de água em sua mesa de cabeceira. Às vezes, à noite, ficamos com sede, sempre nos sentimos melhores quando estamos hidratados.

4.Aconchegar-se na cama e apreciar o quão confortável ela é.

5.Passar alguns momentos apreciando o que correu bem durante o dia.

6.Fazer uma pergunta ao universo antes de dormir. Ficamos com muita clareza no estado de sonho. Você poderia perguntar algo como “O que devo fazer sobre esse problema no trabalho?” Ou “Que tipo de presente dou a minha melhor amiga em seu aniversário?”

7.Definir a sua intenção de aproveitar o dia seguinte.

8.Criar uma atmosfera tranquila no seu quarto. Lugares pacíficos inspiram sentimentos pacíficos.

9.Se você gosta de assistir televisão antes de dormir, esteja consciente da programação que seleciona. Quando dormimos, muitas vezes lembramos dos nossos últimos pensamentos no dia, por isso não se esqueça de selecionar uma programação leve e que faz você se sentir bem.

10.Feche as cortinas. É difícil ignorar a luz do dia quando ela está brilhando em seu rosto!

11.Se você tiver condições, invista em uma cama de qualidade. É mais fácil desfrutar de seu sono quando você está confortável!

12.Selecione um alarme suave para a manhã.

13.Opte por perdoar e esquecer antes de ir para a cama. Por que manchar seu amanhã sobre algo que aconteceu hoje?

14.Invista em uma máscara de olhos e tampões, se você tem sono leve ou se o seu parceiro ronca.

15.Experimente uma meditação de sono, especialmente se tiver um impulso!

16.Evite mídia social antes de deitar. Há muitas coisas em seu feed de notícias, algumas podem ter o potencial de te perturbar quando você estiver tentando relaxar.

17.Opte por rever sua lista de afazeres na parte da manhã. Você não pode fazer o trabalho de amanhã, hoje.

18.Opte por ir dormir em um horário razoável (em sua opinião, é claro!).

19.Se você é um sonhador lúcido, defina a sua intenção de ter um sonho lúcido. O sonho lúcido é incrível, e pode colocá-lo nas nuvens!

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*Fonte: osegredo


A pílula da inteligência vem aí. Você tomaria?

Imagine uma pílula que não causasse efeitos colaterais, barata, e que depois de tomar seu QI aumentasse vários pontos. Você usaria?

Um grupo de cientistas, verdadeiros pesos-pesados na área de neurociência, saúde pública, direito e ética, lançou esta semana um manifesto na prestigiosa revista Nature, pedindo para acelerar as pesquisas -e se possível a liberação para consumo- de drogas que aumentam a inteligência.

A idéia seria, caso as pesquisas não demonstrem nenhum efeito colateral, que adultos tivessem a liberdade de ingerir livremente essas substâncias, sem nenhum tipo de criminalização.

Que um grupo de cientistas e juristas desse porte peça a liberação desse tipo de “doping” mental pode parecer uma loucura para muitos, mas a leitura atenta do artigo dá algumas pistas sobre os reais motivos.

O fato é que, como veremos, o problema já está colocado na sociedade, e ele exige respostas científicas -que só serão conseguidas mediante muita pesquisa-, e análise dos aspectos éticos por parte da sociedade.

QUESTÃO CIENTÍFICA
Não é de hoje que pesquisadores tentam descobrir medicamentos para tratar doenças cerebrais, como o mal de Alzheimer, a esquizofrenia, o transtorno de déficit de atenção – hiperatividade (TDAH), o mal de Parkinson, etc.

Muitas dessas doenças provocam danos cognitivos devastadores, e o paciente passa a ter parte de suas atividades mentais comprometidas, tanto na sua capacidade de aprendizado, memorização, compreensão, linguagem, distúrbios de sono, etc.

Nos últimos anos, o uso de algumas drogas como a Ritalina, Adderall, modafinil, donepzil, entre outras, provocaram melhoras importantes no quadro clínico desses pacientes, permitindo uma notável recuperação na qualidade de vida. Entretanto, algumas dessas drogas passaram a ser consumidas (ilegalmente ou sem prescrição) por indivíduos sadios, os quais também descreveram melhoras no desempenho intelectual.

Pesquisas mostram que aproximadamente 7% dos alunos universitários dos Estados Unidos já consomem essas substâncias, e em alguns campi, o consumo atinge 25% dos estudantes.

Entretanto, como esses medicamentos são recentes ainda não existem suficientes estudos que nos permitam saber quais os efeitos colaterais do se uso a longo prazo, principalmente quando ingeridos por indivíduos sadios. Não há estudos que avaliem ao certo quanto melhor o cérebro funciona, quanto aumenta nosso QI, nem os efeitos dessas drogas sobre o cérebro -em formação- de crianças e adolescentes.

Tampouco se sabe se o uso desses compostos provoca apenas uma melhora temporária na capacidade cognitiva, ou se as alterações aumentam de fato a capacidade de aprender, através de mudanças permanentes da organização cerebral. Mas como a droga já está sendo consumida, o pedido dos cientistas para aumentar as pesquisas (de preferência por instituições públicas) faz todo sentido.

QUESTÃO ÉTICA
O surgimento deste tipo de drogas coloca uma série de desafios éticos que, uma vez respondidas as questões científicas, devem ser analisados pela sociedade. Apenas para citar alguns dos problemas que já estão surgindo:

– O exercito dos Estados Unidos atualmente subministra aos soldados alguns desses medicamentos, sendo que o consumo não pode ser recusado pelos mesmos. +Sob efeito dessas substâncias, os soldados mostram um melhor desempenho, maior capacidade de discriminação, e reflexos mais apurados. As conseqüências são óbvias. Podem vir a se transformar em máquinas de matar extremamente eficientes.

-Seria ético que um empresário passasse a exigir que seus funcionários fizessem uso desses medicamentos para aumentar o desempenho e a produtividade? A exigência formal não seria nem necessária. A maior produtividade de um funcionário que faz uso da droga poderia obrigar seu colega a também ingeri-la para manter seu emprego.

-Seria correto que um colégio, para melhorar o desempenho escolar dos alunos, incentivasse o uso desses medicamentos? Insano? É bem provável que muitas escolas já estejam fazendo isso com a Ritalina, alegando que os alunos não aprendem por que são hiperativos.

-E num vestibular? Seria justo que apenas alguns estudantes utilizassem esse doping mental e outros não? Seria justo que apenas os que podem pagar por esses medicamentos possam fazer uso deles em detrimento dos outros?

-Caso não sejam observados efeitos colaterais importantes, quais seriam as conseqüências globais para a sociedade se todos os indivíduos tivéssemos acesso a drogas que nos tornem mais inteligentes?

É isso aí. Parece que o futuro chega cada vez mais rápido. O antídoto para não nos pegar desprevenidos é informação, informação, e mais informação. Ficar mais inteligente mediante o uso de drogas pode parecer antinatural.

Mas não mais antinatural que a roupa que usamos, a casa onde moramos, o carro que nos transporta, a medicação que tomamos ao longo da nossa vida para viver mais e melhor, os óculos que estou usando para escrever este artigo, e o papel sobre o qual ele estará escrito amanhã.
Você não acha?

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*Fonte: conecte / Roelf Cruz Rizzolo

 

pilula-da-inteligencia

 


As 12 qualidades sábias

1. Elas não se queixam! Aceitam que o que foi, foi e não pode ser mudado e o que interessa é daqui para frente. Não quer dizer que não expressem dor, mas não se lamentam, não se veem nem agem como vítimas.

2. São atrevidas, tem coragem de experimentar o novo, a buscar o não vivido, o não conhecido.

3. “Tem mãos para as plantas”, concreta e metaforicamente. “Plantam, regam e acompanham o crescimento” de plantas, pessoas, projetos…4. Confiam em seus pressentimentos/ em sua intuição, honram sua sabedoria interna.

4. Meditam a sua maneira, cultivam um centro interno de silêncio e escuta, de prece e reconexão com o Sagrado

5. Defendem com firmeza o que mais importa, descobrem sua voz e tendem a tornar-se mais rebeldes e radicais com tudo que consideram errado no mundo.

6. Decidem seu caminho com o coração, mesmo que esse caminho seja difícil.

7. Dizem a verdade com compaixão, mas dizem sempre a verdade, porque sabem que só a verdade cura e liberta.

8. Escutam seu corpo, não o veem como um objeto a ser aperfeiçoado, mas como um instrumento de prazer e autoconhecimento.

9. Improvisam, agem com espontaneidade, fluem com a vida.

10. Não imploram, não fazem NADA com a finalidade de serem aceitas.

11. Riem juntas, riem de si e com isso nutrem um profundo senso de irmandade, porque é um riso que expressa o triunfo do espírito e da alma sobre aquilo que poderia tê-las destruído ou as convertido em mulheres amargas .

12. Saboreiam o positivo da vida, sabem ter gratidão pela beleza da vida, mesmo que mesclada de sofrimentos.

 

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*Fonte: nowmastê

 

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