Álcool danifica o cérebro na adolescência e não é só isso

Se nós confiarmos apenas nas propagandas parece que o álcool de uma cerveja, uma taça de vinho ou de algum destilado serve apenas para unir as pessoas e deixá-las alegres. Beba com responsabilidade, os anúncios dizem rapidamente, sem nunca explicar o custo que o uso frequente ou excessivo de álcool causa, particularmente em certos estágios da vida. O álcool não nos embriaga, ou prejudica apenas nosso julgamento e nosso fígado: ele pode ter muitos outros efeitos péssimos em nossos corpos, incluindo no cérebro, de acordo com a Dra. Claire McCarthy da Harvard Health Publishing.

Em um editorial recente no BMJ, cientistas apontaram que há três períodos na vida em que o cérebro passa por grandes mudanças e é particularmente vulnerável aos efeitos do álcool. Dois desses períodos estão no início e no fim da vida. Quando as gestantes bebem álcool, ele pode danificar o cérebro em desenvolvimento do feto, levando a problemas físicos, deficiências de aprendizagem e problemas comportamentais. Quando pessoas com mais de 65 anos bebem álcool, pode piorar a redução na função cerebral que acontecem durante o envelhecimento.

O terceiro período é a adolescência. Durante esses anos de transição entre a infância e a idade adulta, o cérebro cresce e muda de muitas maneiras importantes que são cruciais para que essa transição seja bem sucedida. Quando adolescentes e jovens adultos bebem álcool, ele pode interferir com esse processo de desenvolvimento cerebral de maneiras que afetam o resto de suas vidas.

Uso de álcool em adolescentes e jovens adultos

De acordo com a CISA, o uso de álcool por jovens sobe no Brasil, na contramão do resto do mundo. Um a cada 5 jovens brasileiros entre 15 e 19 anos beberam no último ano e um a cada 4 daqueles em idade escolar já estiveram bêbados.

Isso é um monte de jovens que podem estar deformando seus cérebros — e suas vidas — para sempre.

Aqui está o que os pais de adolescentes podem e devem fazer:

Fale com seus adolescentes sobre álcool e seus efeitos, todos eles. Certifique-se que eles saibam dos fatos.
Tenha regras rígidas sobre o uso de álcool, e consequências se essas regras forem quebradas. Sim, é normal que os adolescentes experimentem, mas se você tolera que ou ela ele vá a festas com álcool, bebedeira ou dirigir enquanto bebe, isso pode literalmente destruir a vida do seu filho — ou acabar com ela.
Conheça os pais dos amigos do seu adolescente, e trabalhe para ter uma responsabilidade compartilhada e comunitária para manter todos seguros.

Dar um bom exemplo. Beba com responsabilidade, assim como esses anúncios incentivam.

Para obter mais conselhos sobre como falar com seu adolescente e estratégias para prevenir o uso e abuso de álcool leia os conselhos deste psiquiatra.

*Por Marcelo Ribeiro

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*Fonte: hypescience

A temperatura do corpo humano está caindo – entenda os possíveis motivos

Quando um humano está com o corpo em “equilíbrio”, as condições de funcionamento são as ideais. Normalmente, aliás, a temperatura do corpo dos seres humanos fica em torno dos 37°C. Todavia, novos estudos indicam que a temperatura do corpo está caindo a cada ano. Um artigo de 2017 publicado na revista The BMJ levou em consideração milhares medidas de temperatura feitas no Reino Unido. Ademais, outro estudo feito nos Estados Unidos mostra uma queda constante da temperatura média do corpo dos americanos.

Ambos os estudos concluíram que, de fato, a média da temperatura corporal dessas populações está caindo todos os anos. Além do mais, um artigo ainda mais recente estudou comunidades isoladas de fazendeiros e povos indígenas na Bolívia. As conclusões foram bastante semelhantes: desde o começo do estudo (em 2002) as temperaturas estão caindo a cada ano.

Essas três pesquisas mostram que esse processo não está só acontecendo em países desenvolvidos, mas também em comunidades isoladas. Segundo os cientistas do último estudo, isso está ocorrendo por um conjunto de motivos, e o principal é a melhora no acesso a medicamentos e saneamento básico.

Por que a temperatura do corpo muda?

Quando uma pessoa está com febre, é porque a temperatura do corpo está mais alta do que o normal. Por outro lado, durante a hipotermia, a temperatura cai demais. Contudo, há um motivo para a temperatura ficar constante, em torno dos 37°C. Essa é a temperatura na qual as enzimas do corpo funcionam da melhor forma possível.

Basicamente, enzimas são proteínas que fazem funções essenciais no nosso corpo, desde a digestão até a respiração. Caso a temperatura varie muito, as enzimas podem funcionar mal, ou até parar de funcionar – o que pode causar a morte.

Entretanto, o resultado dos estudos ainda não é alarmante pois a temperatura mais alta geralmente ajuda a evitar infecções também. Portanto, esses resultados podem indicar que os seres humanos estão tendo, no geral, menos doenças infecciosas.
Bactérias Escherichia coli causadoras de infecções intestinais que eram fatais antes dos antibióticos. (Imagem de Gerd Altmann por Pixabay)

Aliás, isso faz sentido. Desde o século passado a medicina passou por muitas revoluções e pela descoberta de centenas de novos tratamentos para diversas doenças. A vacina do sarampo, por exemplo, salvou milhões de vidas todos os anos até hoje. De qualquer forma, ainda são necessários mais estudos para avaliar porque a temperatura do corpo está caindo.

Os resultados de uma boa qualidade de vida

Além dessa queda na temperatura do corpo dos humanos, outras coisas aconteceram por causa da melhora na saúde das pessoas. A expectativa de vida, por exemplo, nos anos 1950 era de mais ou menos 50 anos no Brasil – hoje, ela atinge os 78 anos.

Claramente, com a melhora da saúde também aumentam as doenças causadas pela idade, como o câncer. Infecções desconhecidas, como o novo Coronavírus, também podem ter mais efeito. Apesar disso, a tendência é que a saúde e a qualidade de vida humana continuem melhorando nas próximas décadas.

Vale lembrar, ainda, que nem todo mundo têm acesso a tratamentos de qualidade. Algumas pessoas mal têm saneamento básico. Portanto, o desafio daqui para frente não é apenas criar novas tecnologias e tratamentos, mas também tornar isso acessível ao máximo de pessoas possível.

*Por Mateus Marchetto

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*Fonte: socientifica

Os reais benefícios de consumir cafeína regularmente

A cafeína faz parte da vida cotidiana moderna ao redor do mundo. Sua principal fonte é, claro, o café, mas alimentos como chocolates, chás e bebidas energéticas também possuem quantidades significativas dessa molécula. Nesse sentido, por muito tempo especialistas consideraram a cafeína como uma molécula que acabava prejudicando a saúde se consumida frequentemente. Contudo, não é isso que estudos recentes vêm demonstrando.

Inúmeras pesquisas demonstraram que o consumo regular de cafeína, principalmente pelo café ou chás, pode trazer muito mais vantages do que riscos para a saúde de uma pessoa. Para falar brevemente, estudos mostraram que esse consumo pode reduzir o risco de suicídio em até 45% e de doenças neurodegenerativas em até 60%. Ainda há efeitos colaterais pelo consumo em excesso, mas primeiro é preciso entender o que a cafeína faz no seu corpo.

O que é a cafeína e como ela funciona

Falando quimicamente, a cafeína é composta por 8 átomos de carbono, 10 de hidrogênio, 4 de nitrogênio e 2 de oxigênio. É possível encontrar esse composto principalmente em plantas, como a erva-mate, o cacau e o próprio cafeeiro. Em geral, essas plantas produzem a molécula para evitar infestações de lagartas e outras pragas. Contudo, há registros de que os humanos começaram a consumir frutos de café há mais ou menos 1.500 anos, na Etiópia – de onde a planta é nativa.

Basicamente o que a cafeína faz no organismo é competir com a adenosina. Essa última é um neuromodulador que quando ativo faz com que haja a sensação de sono e cansaço no nosso corpo. Para isso a adenosina precisa se ligar a receptores no cérebro, e assim você fica com sono. A cafeína, por sua vez se liga nos mesmos receptores da adenosina, evitando que ela faça seu papel de causar sono e cansaço. Ao longo de vários dias, contudo, o cérebro cria novos receptores e a adenosina pode se ligar novamente. Nesse ponto, é preciso consumir uma quantidade maior de cafeína para ter o mesmo efeito.

Um estudo de 2008 também mostrou que o consumo de cafeína pode aumentar a produção de adrenalina no corpo, bem como dopamina e noradrenalina.

*Por Mateus Marchetto

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*Fonte: SoCientífica

Biodiversidade de aves e índices de felicidade humana estão ligados

Quanto maior a biodiversidade de pássaros, mais felizes são as pessoas nesta região. Esta é a conclusão de uma estudo publicado pelo German Center for Integrative Biodiversity Research. Os cientistas mostram que a conservação da natureza é tão importante para o bem estar das pessoas quanto a segurança financeira.

O estudo foi publicado na Ecological Economics (Economia Ecológica, em português) e, com dados de moradores de cidades europeias, determinou que os índices de felicidade estão relacionado a um número mínimo de espécies de pássaros.

“De acordo com nossas informações, os europeus mais felizes são justamente os que tem contato com um número maior de espécies de pássaros na sua rotina diária, ou aqueles que vivem perto de áreas verdes que abrigam muitas destas espécies”, explica o Dr. Joel Methorst, da Universidade Goethe, em Frankfurt, que liderou o estudo.

De acordo com os cientistas, estar Cercado de 14 espécies de pássaros tem o mesmo efeito no bem estar das pessoas do que uma aumento mensal de US$ 150.

Mais de 26 mil pessoas foram entrevistadas para a pesquisa. Foram usados dados da pesquisa sobre qualidade de vida realizada em 2021, European Quality of Life Survey, para explorar a conexão entre a diversidade de espécies no entorno de casas, bairros e cidades, e como esta informação está relacionada com índices de satisfação.

Os autores afirmam que os pássaros são um dos melhores indicadores de biodiversidade nas mais diversas áreas, porque estes animais podem ser vistos e ouvidos nos seus ambientes naturais, mas também em centros urbanos. No entanto, uma variedade maior de pássaros é encontrada em áreas verdes mais conservadas, regiões afastadas ou próximo de cursos de água.

Nos Estados Unidos, a observação de pássaros se tornou um hobby mais comum neste ano de pandemia. Apesar de não ser uma atividade nova, ela vem atraindo cada vez mais pessoas. Milhares de observadores de pássaros, entre experts e amadores, participaram de uma atividade anual de 3 semanas em Nova Iorque que reúne amantes da natureza para uma contagem de pássaros em áreas específicas, divididas por grupos.

“Conservar a natureza não garante apenas as nossas necessidades básicas para uma vida saudável, é um investimento no bem estar de todos.”

*Por Natasha Olsen

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*Fonte: ciclovivo

Cidades devem pensar em árvores como infraestrutura de saúde pública

Respirar ar puro é o sonho de qualquer morador de uma grande cidade, ainda que ele goste muito do meio urbano. E as ruas arborizadas, além de bonitas e agradáveis, são comprovadamente benéficas para a saúde física e mental. Então, porque não incluí-las nas verbas de financiamento da saúde? É isso que questiona a organização The Nature Conservancy, que criou um documento onde explica e demonstra em números as razões pelas quais isso deve ser feito.

Um White Paper é uma espécie de guia, um documento oficial, que detalha um determinado problema, indicando causas, conceitos e, principalmente, soluções para enfrentá-lo. O documento tem com base os Estados Unidos, onde se gasta menos de um terço de 1% dos orçamentos municipais em plantio e manutenção de árvores e, como resultado, as cidades norte-americanas perdem quatro milhões de árvores por ano.

“Imagine se houvesse uma ação simples que os líderes da cidade pudessem tomar para reduzir a obesidade e a depressão, melhorar a produtividade, aumentar os resultados educacionais e reduzir a incidência de asma e doenças cardíacas entre seus residentes. As árvores urbanas oferecem todos esses benefícios e muito mais” afirma a organização.

Mas, sabemos, alguns só se convencem quando os números entram na jogada. Por isso, foi estimado que gastar apenas oito dólares por pessoa, uma vez por ano, em média, em uma cidade americana poderia suprir a lacuna de financiamento e impedir a perda de árvores urbanas e todos os seus benefícios potenciais. Apesar do número não ser uma sugestão de valor, ele mostra que o investimento não é impossível.

Investimento desigual

O investimento no plantio de novas árvores – ou mesmo em cuidar daquelas que existem – é perpetuamente subfinanciado. Apesar das evidências, diz o relatório, as cidades estão gastando menos em árvores do que nas décadas anteriores.

Além disso, com muita frequência, a presença ou ausência da natureza urbana está ligada ao nível de renda de um bairro, resultando em enormes desigualdades na saúde. Em algumas cidades americanas, as expectativas de vida em diferentes bairros, localizadas a poucos quilômetros de distância, podem diferir em até uma década. Nem toda essa disparidade de saúde está conectada à cobertura arbórea, mas os pesquisadores estão cada vez mais certos de que bairros com menos árvores têm piores resultados de saúde, por isso a desigualdade no acesso à natureza urbana piora estes diferentes níveis de saúde.

Como ter mais árvores na cidade

O documento traz uma série de dicas que podem ser aplicadas pelo poder público e privado. Confira abaixo as principais delas:

– Implementação de políticas para incentivar o plantio privado de árvores.

– Mais trocas municipais que facilitem a colaboração de vários departamentos -, como órgãos de saúde pública e agências ambientais.

– Vincular o financiamento de árvores e parques a metas e objetivos de saúde.

– Invistir tempo e esforço na educação da população sobre os benefícios tangíveis da saúde pública e o impacto econômico das árvores.

*Por Mayra Rosa

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*Fonte: ciclovivo

Quanto mais água você bebe, mais feliz você fica, diz estudo

A hidratação pode ser a receita para a felicidade: esta pesquisa reflete os benefícios de beber bastante água todos os dias.

Estar devidamente hidratado pode ter um efeito transcendente em nossas vidas? De acordo com uma nova pesquisa, beber água pode ser a receita da felicidade.

A nova pesquisa com 2.000 americanos dividiu os entrevistados por quantos copos bebem por dia, e descobriu que aqueles que bebem mais água por dia tendem a ser mais otimistas, enérgicos e bem-sucedidos.

Aqueles que bebem seis ou mais copos de água por dia são os mais propensos a concordar totalmente que estão “muito felizes” (41%). O estudo comparou os dados e apenas 12% daqueles que disseram beber pouca água concordam totalmente com a mesma afirmação.

A pesquisa, conduzida pela OnePoll em nome dos eletrodomésticos Bosch, explorou o papel que a hidratação desempenha em nossas vidas e os benefícios de nos sentirmos potencialmente mais felizes.

A água também podem ser a chave para acordar sentindo-se revigorado.

O estudo constatou que quem bebe seis ou mais copos por dia acorda sentindo-se exausto menos vezes por semana (2,59) em comparação com quem bebe menos de um copo de água por dia (3,14).

Os entrevistados que bebem seis ou mais copos de água por dia também são os mais propensos a se descreverem como bem-sucedidos, e também são os menos propensos a se atrasar para o trabalho.

Como a temperatura influencia no quanto de líquido ingerimos diariamente?

Bem, a conclusão chegada é que a água à temperatura ambiente não é a escolha de bebida mais refrescante para a pessoa média e os resultados confirmaram que isso é verdade.

O estudo revela que não ter bebidas em nossa temperatura preferida afeta o quanto a bebemos e, portanto, nossa energia geral, felicidade e otimismo.

E agora? Que tal ir beber um copo de água na temperatura preferida?

Uma dica: Coloque o seu celular para despertar de hora em hora com a palavra ÁGUA. Assim, você não esquece de beber e se mantem sempre otimista e bem-sucedido, o que acha? Uma recompensa bem interessante.

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*Fonte: resilienciamag

Uma nova abordagem bactericida: será que a luz pode substituir os antibióticos?

A descoberta dos antibióticos a partir da Penicilina em 1928 revolucionou o mundo da medicina no tratamento contra infecções bacterianas. Com os estudos ao longo dos anos, novos antibióticos foram surgindo e com eles foi se compreendendo melhor os seus mecanismos de ação, que acabariam por inviabilizar a multiplicação dessas colônias bacterianas, levando-as a morte. Porém, as bactérias possuem aparatos que lhe conferem uma adaptação à presença de antibióticos, com isso, estes micro-organismos se tornam resistentes a esses medicamentos.

Nos últimos anos, o número de bactérias que desenvolveram resistência a maior parte dos antibióticos existentes cresceu exponencialmente, dificultando o tratamento quimioterápico em pacientes que apresentam infecções bacterianas. Devido a isso, os cientistas buscam meios de combater esses organismos por outras abordagens. A partir desta, surge então, uma técnica inovadora, que utiliza a luz como um fator atuante na eliminação e inibição do crescimento das colônias bacterianas.

Basicamente, as bactérias possuem em seu interior, estruturas moleculares chamadas cromóforos, que são capazes de absorver determinados comprimentos de ondas da luz. Essas estruturas, são moléculas que quando excitadas, podem gerar compostos á base de oxigênio, conhecidos como espécies reativas de oxigênio (ERO’s), que tem uma alta capacidade de reagir com outros componentes intracelulares, podendo alterar a estrutura de proteínas, do material genético e da membrana celular, causando a morte do organismo.

Estudos realizados na Universidade Nacional de Chonnam na Coréia do sul mediram os efeitos bactericidas de diferentes comprimentos de onda em três modelos bacterianos patogênicos in vitro¹. Os comprimentos de onda utilizados eram 425 nm (azul), 525 nm (verde) e 625 nm (vermelho) que foram emitidos através de lâmpadas especiais conhecidas como LED (Lighting-Emitting Diode). As bactérias usadas como modelo eram Porphyromonas gengivalis; Escherichia coli e Staphylococcus aureus. Como resultado, os pesquisadores encontraram que o comprimento de onda do azul foi capaz de eliminar as três espécies, enquanto que o verde eliminava S. aureaus, mas diminuía a viabilidade das outras duas espécies. Já o LED vermelho, não apresentava efeitos bactericidas nas três espécies estudadas.

Esse tipo de resultado demonstra a capacidade bactericida do LED azul, sendo viável empregá-lo em terapias de tratamento dentário, por exemplo. Onde se poderia substituir o uso de antibióticos, ou combiná-los para se aperfeiçoar sua eficácia do tratamento. Os trabalhos realizados com esse tipo de terapia, conhecido como Fototerapia, envolvem diversos fatores que podem influenciar no resultado final. Pode-se citar como exemplo: o tipo de comprimento de onda utilizado, fluência, potência, tempo de exposição, área de irradiação e modelo celular empregado.

Diferentes bactérias, também podem reagir de forma diferente na presença da luz. Um estudo realizado na Universidade Nacional de Cingapura decidiu avaliar os efeitos bactericidas do LED azul e verde e analisar o papel de um cromóforo na molécula de coproporfirina nesse processo, onde neste estudo, foram utilizadas seis bactérias, das quais três eram gram-positivas e três gram-negativas, todas patogênicas².

A diferenciação das bactérias gram-positivas e gram-negativas está principalmente na constituição de sua membrana celular. Segundo os autores constatou-se que: as bactérias gram-positivas são mais susceptíveis à luz azul em comparação às gram-negativas, muito provavelmente, pela maior presença de coproporfirinas que absorvem a luz azul, gerando ERO’s e levando a morte celular. As gram-negativas também demonstraram sensibilidade, porém menor. Com relação à luz verde, esta se mostrou menos eficaz que a luz azul para efeitos bactericidas.

Vale ressaltar que, o mecanismo de ação da luz no efeito bactericida ainda não é muito bem elucidado, a hipótese mais aceita é justamente a presença de cromóforos em moléculas, como flavinas, porfirinas e coproporfirinas presentes no interior desses organismos que acabam por formar espécies reativas de oxigênio que ocasionam a morte celular. Por conta disso, estudos mais investigativos in vitro e in vivo devem ser realizados, para que se possa compreender melhor o mecanismo de ação da luz em modelos bacterianos, na qual poderá se cogitar com mais seguridade a substituição de antibióticos por luz. Esses resultados se mostram promissores, onde, talvez, em um futuro não muito distante, estaremos, realizando tratamentos fototerápicos, no combate a infecções bacterianas.

*Por Rickson Ribeiro

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*Fonte: ciencianautas

Beber refrigerante envelhece tanto quanto fumar, aponta estudo

Se na mesa das suas refeições nunca falta uma garrafa de refrigerante, vale prestar atenção aos resultados de um estudo realizado por cientistas da Universidade da Califórnia, em São Francisco (EUA); eles apontam que o consumo diário de refrigerantes ricos em açúcar pode acelerar o envelhecimento tanto quanto fumar.

Se na mesa das suas refeições nunca falta uma garrafa de refrigerante, vale prestar atenção aos resultados de um estudo realizado por cientistas da Universidade da Califórnia, em São Francisco (EUA); eles apontam que o consumo diário de refrigerantes ricos em açúcar pode acelerar o envelhecimento tanto quanto fumar.

Este tipo de bebida, de acordo com o estudo publicado no American Journal of Public Health, aumenta a velocidade com a qual as células envelhecem. A pesquisa revelou que pessoas que bebiam o equivalente a duas latas de refrigerante de cola por dia tiveram mudanças no DNA que tornaram as células 4,6 anos mais velhas do que realmente eram.
A análise de milhares de amostras de DNA mostrou que pessoas que ingerem a bebida regularmente apresentam telômeros mais curtos do que as que não têm esse hábito. Essas estruturas, encontradas nas extremidades dos cromossomos, protegem o material genético e são um indicador de saúde. Telômeros mais curtos do que a média são vistos como um sinal de doenças e morte prematura.

Segundo informações divulgadas originalmente na revista Time e no jornal Daily Mail, à medida que o envelhecimento avança, os telômeros ficam cada vez mais curtos, o que danifica o DNA e eleva as chances de doenças relacionadas à idade, como Alzheimer, diabetes e doenças cardíacas.

Não há necessidade de abolir de vez o refrigerante da sua casa, mas, dadas as informações, vale reavaliar a frequência do consumo, não acha?

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*Fonte: contioutra

Idosos conseguem gerar novas células cerebrais igual a pessoas jovens, revela estudo

Pesquisadores mostram pela primeira vez que homens e mulheres idosos saudáveis podem gerar tantas novas células cerebrais quanto pessoas mais jovens. Há controvérsias acerca se humanos adultos desenvolvem novos neurônios, e algumas pesquisas já haviam…

Pesquisadores mostram pela primeira vez que homens e mulheres idosos saudáveis podem gerar tantas novas células cerebrais quanto pessoas mais jovens.

Há controvérsias acerca se humanos adultos desenvolvem novos neurônios, e algumas pesquisas já haviam sugerido que o cérebro adulto era conectado e que os idosos não desenvolviam novos neurônios. Este estudo, publicado na revista Cell Stem Cell em 5 de abril, contraria essa noção. A autora principal, Maura Boldrini, professora associada de neurobiologia da Universidade de Columbia, diz que as descobertas podem sugerir que muitos idosos permanecem mais cognitiva e emocionalmente intactos do que comumente se acreditava.

“Descobrimos que as pessoas mais velhas têm capacidade semelhante para produzir milhares de novos neurônios do hipocampo a partir de células progenitoras, como fazem as pessoas mais jovens”, diz Boldrini. “Nós também encontramos volumes equivalentes do hipocampo (uma estrutura do cérebro usada para emoção e cognição) através das idades. No entanto, os indivíduos mais velhos tiveram menos vascularização e talvez menos habilidade de novos neurônios para fazer conexões”.

Os pesquisadores fizeram autopsia de hipocampos de 28 indivíduos previamente saudáveis, com idades entre 14 e 79 anos, que haviam morrido subitamente. Esta é a primeira vez que os pesquisadores examinaram os neurônios recém-formados e o estado dos vasos sanguíneos dentro do hipocampo humano logo após a morte. (Os pesquisadores determinaram que os sujeitos do estudo não tinham problemas cognitivos e não sofriam de depressão ou tomavam antidepressivos, algo que Boldrini e seus colegas haviam percebido anteriormente que poderiam afetar a produção de novas células cerebrais.)

Em roedores e primatas, a capacidade de gerar novas células hipocampais diminui com a idade. A produção em declínio de neurônios e um encolhimento total do giro dentado, parte do hipocampo que pensa-se ser o responsável de ajudar a formar novas memórias episódicas, também ocorreram em humanos envelhecidos.

Os pesquisadores da Universidade de Columbia e do Instituto Psiquiátrico do Estado de Nova York descobriram que até os cérebros mais antigos que eles estudaram produziram novas células cerebrais. “Encontramos um número similar de progenitores neurais intermediários e milhares de neurônios imaturos”, escreveram eles. No entanto, os indivíduos mais velhos formam menos vasos sanguíneos novos dentro das estruturas cerebrais e possuem um armazenamento menor de células progenitoras – descendentes de células-tronco que são mais restritas em sua capacidade de se diferenciar e se auto-renovar.

Boldrini supôs que a redução da capacidade de recuperação cognitivo-emocional na velhice pode ser causada por esse pequeno grupo de células-tronco neurais, pelo declínio na vascularização e pela redução da conectividade célula-célula dentro do hipocampo. “É possível que a neurogênese do hipocampo em curso sustente a função cognitiva específica do ser humano ao longo da vida e que o declínio possa estar vinculado à resiliência cognitivo-emocional comprometida”, diz ela.

Boldrini diz que pesquisas futuras sobre o envelhecimento cerebral continuarão a explorar como a proliferação, a maturação e a sobrevivência das células neurais são reguladas por hormônios, fatores de transcrição e outras vias intercelulares.

 

 

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*Fonte: socientifica

Insônia X tratamentos naturais: usufrua do poder dos fitoterápicos, dos Florais de Bach e dos óleos essenciais

Difícil quem nos dias de hoje não sofre com ela: a insônia!

De acordo com estudo realizado antes do quadro da pandemia pela Associação Brasileira do Sono cerca de 73 milhões de brasileiros tinham dificuldade para dormir, imagine agora…

Mas antes de falarmos sobre a “querida” insônia, precisamos entendê-la! Ela pode ocorrer de duas formas: pela dificuldade em começar a dormir ou pela dificuldade em manter-se dormindo. E qual a maior consequência? Com certeza o cansaço ao longo do dia e todas as suas vertentes: irritação, falta de atenção e até mesmo depressão.

Toda pessoa tem seu ritmo biológico e qualquer quebra nesse ciclo pode desregular o hormônio indutor do sono: a melatonina.

Primeiramente é importante saber que algumas pessoas naturalmente dormem menos que outras, mas nem por isso quer dizer que ela sofra de insônia. Algumas criaturas não dormem porque são ansiosas, estressadas por natureza, outras porque fazem uso de medicamentos que interferem diretamente no sono (como por exemplo os inibidores de apetite, infelizmente tão comuns no nosso país), outros porque sofrem com barulho, seja da obra interminável acontecendo na frente da sua casa, ou pelo vizinho no andar de cima que parece caminhar com tamanco de madeira em plena madrugada, ou mesmo porque o colchão é uma porcaria, ou porque sentem dor ou então porque tem muita claridade no quarto, ou porque perdeu um ente querido, está cheio de dívidas, rompeu um relacionamento, desempregado… Enfim, os motivos podem ser muitos e qualquer um dos citados acima pode ser o estopim para a insônia, mas mesmo assim são mais simples de se resolver porque se sabe o motivo!

Mas se você não se encaixa em nenhum desses acima, ou seja, sua falta de sono não tem causa definida, é hora de buscar ajuda de um profissional!

Para se livrar do problema, a saída mais rápida tem sido as medicações alopáticas conhecidas por serem ‘tarja preta’ que, a curto prazo, podem ser mesmo funcionais, principalmente quando há um fator de estresse muito grande que a desencadeia. O problema ocorre quando se acostuma com a droga inserida na rotina sem interrupções, e o organismo começa a entender que não há necessidade de produzir naturalmente os hormônios indutores sono – já que os mesmos já virão através da medicação, criando um ciclo vicioso que pode ser perigoso… Um caminho sem volta.

Para não cair na dependência dos tarjas preta — ou para fugir dela, os tratamentos naturais podem ser até mais eficazes, além de muito mais seguros a longo prazo e podem tratar diferentes fases e etapas da vida, com nenhuma ou pouquíssimas contra-indicações e sem deixar o organismo “preguiçoso”.

MAS ANTES…

O que indico antes de fazer uso desses é praticar o que chamamos de “Higiene do Sono”, que é: nada mais, nada menos, que uma série de dicas práticas que você pode introduzir no seu dia a dia que pode fazer toda a diferença na hora de colocar em prática a contagem dos carneirinhos.

1- Tente manter regularidade nos horários de deitar e levantar da cama, mas somente vá para a cama quando já estiver com sono. Não fique na cama sem dormir. Fazer isso pode gerar mais estresse e piora o quadro da insônia!

2- Cama é local sagrado, foi feita para dormir, embora outras atividades bem interessantes possam ser exercidas… Cama não é lugar para exercitar a mente com leitura, assim como não é lugar para alimentar-se ou ver televisão!

3- Crie um ritual de relaxamento antes de se deitar: um banho quente, um chá calmante ou leite morno, diminua a luminosidade do ambiente, pingue algumas gotas de óleos essenciais relaxantes no quarto… Crie toda uma atmosfera!

4- Evite alimentar-se antes de dormir, assim como consumir bebidas álcoolicas e de cafeína pelo menos 6 horas antes do seu horário de sono.

5- Embora seja difícil evitar, tente cortar os cochilos durante o dia, procurando manter seu dia bem ocupado; os cochilos atrapalham seu sono à noite.

6- Pratique atividades físicas regularmente, isso vale não só para a insônia, mas para todos os seus primos: ansiedade, irritação, depressão…

7- Tenha cuidado com o jantar: Escolha fazer uma boa e leve refeição após às 18h evitando alimentos gordurosos que podem atrasar o processo digestivo.

FITOTERÁPICOS

Depois de reeducar-se com essa nova e nada fácil “postura higiênica”, caso ainda não tenha ajustado os seus ponteiros, alguns fitoterápicos como Valeriana, Camomila, Passiflora e Melissa podem te ajudar, podendo ser consumidos em infusões das folhas, ou mesmo manipuladas em cápsulas, ou na forma de extrato fluído ou tintura. Lembrando que mesmo sendo naturais possuem algumas contra-indicações, por exemplo, a valeriana e a passiflora não são indicadas para gestantes, e a melissa em caso de hipotireoidismo ou de tratamento com hormônios tireoidianos. Ela aumenta o efeito desses hormônios, portanto, nesses casos, deve ser evitada.

Não gosta de plantas? Você ainda tem outras opções:

Florais de Bach: As essências Florais de Bach são extratos líquidos naturais e altamente diluídos obtido de flores, que se destinam ao equilíbrio dos problemas emocionais, operando em níveis vibratórios sutis e harmonizando a pessoa no meio em que vive. O objetivo da terapia floral é o equilíbrio das emoções, buscando a consciência plena do seu mundo interior e exterior.

Óleos essenciais: Quando inalados, os óleos essenciais chegam ao hipotálamo, região do cérebro que controla as emoções. Para usá-los, basta pingar duas gotas em um recipiente com água fervendo e deixá-lo no quarto de dormir. Os óleos mais utilizados para o tratamento da insônia:

• Lavanda: possui ação sedativa, que ajuda a relaxar a mente e o corpo;
• Bergamota: atua no sistema nervoso central, controlando o estresse e a ansiedade;
• Camomila: tem propriedades calmantes, para manter a mente relaxada;
• Manjerona: sua ação sedativa dá conforto e tranquiliza o corpo;
• Vetiver: age relaxando a mente, diminuindo o estresse e a insônia.

As opções de tratamento natural para insônia são muitas. É impossível você não encontrar alguma que te ajudará nesse processo. De qualquer forma, na próxima vez que ela chegar não mais a convide para uma xícara de café!

Boa noite!

*Por Tejard

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*Fonte: bonsfluidos

Carboidratos são cruciais ou desnecessários?

Carboidratos são um fonte crucial de fibra e energia ou um alimento que aumenta de forma prejudicial o nível de açúcar no nosso sangue?

Estas biomoléculas formadas por átomos de carbono, hidrogênio e oxigênio são um dos três principais grupos de nutrientes que são encontrados em alimentos, junto com gorduras e proteínas.

Os carboidratos também têm três subtipos: amido, açúcar e fibra. No Ocidente, comemos muito batatas, trigo e carboidratos à base de milho, e também grandes quantidades de carboidratos refinados, como massa, pão branco e biscoito.

Para responder a essa pergunta, a BBC convidou um grupo de especialistas em dieta para discutir os méritos de uma dieta com poucos carboidratos comparada a uma com muitos.

OS ARGUMENTOS A FAVOR

“Um terço do que comemos deve vir de carboidratos ricos em amido”, diz o professor de Ciência da Nutrição Louis Levy. Isso porque, apesar de sua má reputação, os carboidratos têm papel chave no funcionamento do nosso corpo.

1. Carboidratos nos dão energia e nos ajudam a fazer exercícios

Os carboidratos são nosso principal combustível. O corpo transforma o amido em açúcares e os absorve na corrente sanguínea, criando a glicose.

Isso se converte em energia de que precisamos para manter nossos corpos e cérebros ativos para fazer tudo, desde respirar até fazer exercícios.

Gorduras e proteínas também geram energia, mas, durante um treinamento cardiovascular, o corpo queima açúcares mais rápido. Então, o consumo de carboidratos, que processados mais rapidamente pelo organismo, é recomendável.

Uma dieta baixa em carboidratos pode te deixar com pouca energia e fazer com que você se sinta mais cansado quando estiver fazendo exercício.

2. Os carboidratos são uma fonte importante de fibra

Há evidências de que a fibra pode ajudar a reduzir o risco de doenças cardiovasculares, diabetes tipo 2 e câncer de intestino.

Grande parte da fibra que obtemos vem de carboidratos com amido, por isso, ao reduzir o consumo desses carboidratos, corremos o risco de ingerir pouca fibra.

“Se incentivarmos as pessoas a deixarem de comer carboidratos, é difícil que elas obtenham fibra o bastante”, alerta Anthony Warner, também conhecido como “The Angry Chef” (o chef bravo, em inglês).

Podemos obter fibra também de frutas e verduras, mas, como diz Megan Rossi, do Kings College, de Londres, “há cerca de cem tipos diferentes de fibra”, e todas desempenham um papel importante para a nossa saúde.

Um estudo mostra que pessoas que comem fibras de cereais têm menos risco de desenvolver câncer colorretal. Ao cortar totalmente os grãos, estamos nos privando de “um tipo único de fibra”, diz Rossi.

3. Carboidratos podem curar a prisão de ventre

A fibra dos alimentos de origem vegetal é um material que o corpo não consegue digerir e é crucial para que os alimentos se movam dentro do nosso intestino.

4. Os carboidratos são uma fonte de nutrientes

As fontes saudáveis de carboidratos (verduras, frutas e legumes) também são uma fonte importante de vitaminas e minerais, como cálcio, zinco, ferro e vitamina B.

Eliminar os carboidratos significa reduzir também estes nutrientes essenciais.

5. A redução do consumo de carboidratos pode levar a uma dieta mais rica em gordura

Os carboidratos como massa e batata agregam volume aos pratos e nos fazem sentir satisfeitos depois de comer.

Reduzir a quantidade de carboidratos e substituí-los por mais proteínas gordurosas, como carne vermelha e queijo, nos faz ingerir mais gordura saturada, o que pode aumentar a quantidade de colesterol no sangue.

OS ARGUMENTOS CONTRA

Algumas pessoas, incluindo médicos e pacientes, estão optando por reduzir significativamente a quantidade de carboidratos que consomem. Em alguns casos, fazem isso para controlar obesidade ou diabetes, mas outros, apenas porque acham que se sentem melhor assim.

1. Os carboidratos causam picos e baixas de açúcar no sangue

Comer carboidratos refinados faz com que o nível de açúcar no sangue varie drasticamente. Ao ser quebrado rapidamente, os carboidratos causam um aumento do açúcar no sangue, seguido por uma baixa.

Uma dieta com poucos carboidratos torna mais estáveis os níveis de sangue no açúcar.

Muitos de nós sentiremos esse sobe e desce de ânimo se comermos massa no almoço. Essa variação pode ter implicações mais sérias do que simplesmente sentir-se sonolento. Um aumento de glicose faz seu corpo responder aumentando a produção de insulina.

O doutor Aseem Malhotra, um dos cardiologistas mais influentes do Reino Unido, explicou como o consumo de carboidratos refinados está “claramente ligado” à obesidade e à diabetes tipo 2.

Uma espectadora do debate, Margery, concordou com esse ponto de vista. Ela tratou sua diabetes reduzindo carboidratos. “Pude reverter minha condição com a ajuda de uma dieta baixa em carboidratos. Agora, nem tomo mais remédios.”

Estes carboidratos incluem açúcares e grãos refinados, que não têm fibras e nutrientes.

2. Proteínas e as gorduras nos mantêm satisfeitos por mais tempo

Os carboidratos fazem seu corpo reter água. Quanto mais massa e arroz você come, mais inchado poderá se sentir. Os carboidratos podem te deixar satisfeito no curto prazo, mas essa sensação logo desaparecerá.

Em contraste, os alimentos com baixo índice glicêmico, como proteínas e gorduras, ajudam a fazer os níveis de açúcar no sangue aumentarem ou diminuírem lentamente, o que pode fazer a sensação de saciedade durar mais.

3. Nem todos os carboidratos têm fibra

Já falamos que carboidratos são boa fonte de fibra. Mas vale a pena ressaltar que os carboidratos que comemos contêm pouca fibra. Quando são refinados, o farelo de trigo e a fibra são eliminados.

Podemos encontrar mais fibras em frutas, verduras e legumes do que em massas ou bolos.
Afinal, os carboidratos são nossos amigos ou inimigos?

Há argumentos bons a favor e contra o consumo de carboidratos, então, qual é a resposta? Na verdade, é preciso achar um equilíbrio.

Fiona Godlee, do periódico British Medical Journal, destaca que um estudo do Instituto Nacional de Saúde do Reino Unido publicado no início de 2018 demonstrou que tanto as dietas com muito pouco ou com muito carboidrato são prejudiciais.

E está claro que a ideia de que um só modelo funciona para todos “simplesmente não é adequada”. diz. “Para algumas pessoas, é melhor comer pouco (carboidrato), mas, para outras, é bom comer mais.”

A chave é saber o que é bom para você. O mais importante é comer o tipo certo de carboidratos, concordam os especialistas. Devemos optar por uma ampla gama de carboidratos ricos em fibra como trigo integral, aveia e quinoa, dizem.

Ah, e é bom também evitar os carboidratos simples, como bolo e pão, que têm com frequência muita gordura e açúcar.

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*Fonte: bbc-brasil

10 efeitos da falta e excesso de sol na nossa saúde

O sol é a estrela central do nosso Sistema Solar. E todos os outros corpos desse sistema, como por exemplo planetas, planetas anões, asteroides e cometas giram em torno dele. Ele é a estrela mais próxima da Terra e pertence à classe espectral G. Essa estrela é mediana em relação às outras.

Nossa vida só é possível graças à luz que vem do sol. Além de nos manter aquecidos, existem várias vantagens relacionadas com a exposição dos raios solares. Contudo, mesmo nos dando vários benefícios, ficar no sol, por muito tempo sem proteção, pode acarretar problemas.

Mostramos aqui alguns dos efeitos que a falta e o excesso de sol podem causar na vida e saúde.

1 – Vitamina D
A luz solar é a principal fonte dessa vitamina. Quando nossa pele é exposta ao sol, ela produz vitamina D a partir do colesterol. Essa vitamina vinda do sol tem várias funções para o corpo e é essencial para a saúde.

2 – Cálcio e fosfato
A vitamina D também ajuda a regular os níveis de cálcio e fosfato no organismo. Esses nutrientes são extremamente importantes para manter os ossos e os músculos saudáveis.

3 – Humor
Se expor aos raios solares também tem outro ponto positivo que é a melhora do humor. Os raios do sol dão calor e luz, e isso estimula a sensação geral de bem-estar. Além disso, a luz do sol também pode estimular a circulação do sangue e isso aumenta os níveis de energia no corpo.

4 – Ciclo sono-vigília
A exposição ao sol também está relacionada com o momento de síntese de melatonina. Ela é um hormônio que regula esse ciclo sono-vigília. Além dele, a luz do sol também é responsável pela manutenção dos ritmos circadianos normais e robustos.

5 – Prevenir obesidade
O UV presente na luz solar não dá apenas vitamina D ao corpo. Ele também é uma fonte vital de óxido nítrico, que é essencial para o corpo e funciona como uma ferramenta para regular importantes processos fisiológicos. Como por exemplo a circulação sanguínea e o metabolismo.

E uma exposição adequada ao óxido nítrico do sol vai ajudar a manter o metabolismo funcionando sem nenhum problema.

6 – Cegueira da neve
A luz do sol pode acabar induzindo a chamada cegueira da neve ou fotoceratite. Essa é uma condição ocular bem dolorosa, que é causada pela exposição dos olhos, que não foram bem protegidos, aos raios UV. E o reflexo da neve e do gelo aumentam a intensidade desses raios.

7 – Doença cardíaca
Segundo pesquisas, a deficiência de vitamina D nos homens faz com que eles fiquem duas vezes mais propensos a desenvolverem doenças cardíacas.

8 – Não existe bronzeamento saudável
Não importa em que grau, bronzeamento saudável não existe. A pele vai produzindo pigmento de cor escura, a melanina, como uma forma de escudo contra os danos causados pela radiação UV.

Contundo, não existe uma defesa contra os danos UV a longo prazo. Como por exemplo, o câncer de pele.

9 – Câncer de pele
A exposição prolongada ao sol está relacionada a vários problemas de saúde. Mais de 90% dos casos de câncer de pele são causados pela exposição à radiação UV do sol.

10 – Envelhecimento da pele
Ficar muito exposto ao sol também está relacionado com o envelhecimento da pele. Esse processo é chamado de fotoenvelhecimento. Os primeiros sintomas incluem o aparecimento de rugas em volta dos olhos, boca e testa. Além da perda da cor e preenchimento dos lábios.

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*Fonte: vidaemequilibrio

A covid-19 mostrou o quanto somos ignorantes e frágeis. O ser humano não é tão soberano quanto pensava.

A covid-19 mostrou o quanto somos ignorantes e frágeis. O ser humano não é tão soberano quanto pensava.

Os governantes não sabem o que fazer, a imprensa não sabe a quem cobrar, as informações divergem, o ministério da saúde contradiz e a OMS contraria. E nós,estamos, aos poucos, enlouquecendo. Estamos ficando doentes não apenas fisicamente, mas também emocionalmente.

Estamos encabeçando o maior número de casos de problemas de saúde mental já visto no mundo. É a maior disfunção dos nossos mensageiros químicos da história da humanidade.

O que isso tudo nos revelou?

Além do entendimento da importância dos profissionais como psicólogos, psiquiatras, terapeutas e psicanalistas e da necessidade dos médicos também se preocuparem com o cérebro humano e com o emocional, revelou-se o quanto somos frágeis e o quanto nosso lobo pré-frontal nos fantasiou de um ego proveniente de uma capacidade ainda limitada.

Não somos tão sábios como pensávamos, somos limitados, nossa região cerebral do raciocínio lógico ainda não evoluiu o suficiente e/ou nosso cérebro reptiliano nos mostrou que ainda é mais forte, pois nosso instinto de sobrevivência segue nos afetando mesmo com a evolução.

Um vírus mata, derruba, um micro organismo destrói uma sociedade.

Nós, de civilizados não temos nada, ainda nos mostramos primatas e não conseguimos obedecer regras de distanciamento e higiene simples.

As ruas estão cheias, ninguém se cuida, ninguém liga, ninguém acredita, não há credibilidade.

Por falar em credibilidade, o governo está enfraquecido em qualquer país do mundo e foi preciso uma pandemia para sentirem o quanto são incapazes de controlar a massa, o quanto são limitados de conhecimento, e quanto o dinheiro não é capaz de inventar uma vacina.

Foi possível perceber que o dinheiro também não educa, não gera respeito.

As dimensões de terra de um país, a quantidade de hectares, está sendo o bem maior, já que a fome é algo latente, e precisamos sobreviver.

Ainda estamos longe de sermos civilizados como um todo, sofremos dos mesmos problemas da era medieval só que com trajes mais bem elaborados e tecnologias que ao invés de resolver nossos problemas, nos adoecem.

Isso porque não sabemos nos adaptar e somos tão frágeis que adoecemos com às mudanças.

No final, quem tinha razão?

A Suécia liberou suas fronteiras no início da pandemia de covid-19 e hoje, tem menos caso, Portugal trancou seu povo no início e agora está vivendo uma nova onda de casos, e o Brasil?

Este é uma confusão só, pois a politica predomina acima da saúde e de qualquer razão. E quem disse que alguém conseguiria controlar um povo como o brasileiro que sempre pensa ter razão na sua própria razão?

A covid-19 só nos provou o quanto somos imaturos, limitados.

Ela serviu de lição para melhorarmos? Não.

*Por Fabiano de Abreu

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*Fonte: seuamigoguru

Mas pelo menos agora não temos como negar a nossa ignorância.

Uma nova abordagem bactericida: será que a luz pode substituir os antibióticos?

A descoberta dos antibióticos a partir da Penicilina em 1928 revolucionou o mundo da medicina no tratamento contra infecções bacterianas. Com os estudos ao longo dos anos, novos antibióticos foram surgindo e com eles foi se compreendendo melhor os seus mecanismos de ação, que acabariam por inviabilizar a multiplicação dessas colônias bacterianas, levando-as a morte. Porém, as bactérias possuem aparatos que lhe conferem uma adaptação à presença de antibióticos, com isso, estes micro-organismos se tornam resistentes a esses medicamentos.

Nos últimos anos, o número de bactérias que desenvolveram resistência a maior parte dos antibióticos existentes cresceu exponencialmente, dificultando o tratamento quimioterápico em pacientes que apresentam infecções bacterianas. Devido a isso, os cientistas buscam meios de combater esses organismos por outras abordagens. A partir desta, surge então, uma técnica inovadora, que utiliza a luz como um fator atuante na eliminação e inibição do crescimento das colônias bacterianas.

Basicamente, as bactérias possuem em seu interior, estruturas moleculares chamadas cromóforos, que são capazes de absorver determinados comprimentos de ondas da luz. Essas estruturas, são moléculas que quando excitadas, podem gerar compostos á base de oxigênio, conhecidos como espécies reativas de oxigênio (ERO’s), que tem uma alta capacidade de reagir com outros componentes intracelulares, podendo alterar a estrutura de proteínas, do material genético e da membrana celular, causando a morte do organismo.

Estudos realizados na Universidade Nacional de Chonnam na Coréia do sul mediram os efeitos bactericidas de diferentes comprimentos de onda em três modelos bacterianos patogênicos in vitro¹. Os comprimentos de onda utilizados eram 425 nm (azul), 525 nm (verde) e 625 nm (vermelho) que foram emitidos através de lâmpadas especiais conhecidas como LED (Lighting-Emitting Diode). As bactérias usadas como modelo eram Porphyromonas gengivalis; Escherichia coli e Staphylococcus aureus. Como resultado, os pesquisadores encontraram que o comprimento de onda do azul foi capaz de eliminar as três espécies, enquanto que o verde eliminava S. aureaus, mas diminuía a viabilidade das outras duas espécies. Já o LED vermelho, não apresentava efeitos bactericidas nas três espécies estudadas.

Esse tipo de resultado demonstra a capacidade bactericida do LED azul, sendo viável empregá-lo em terapias de tratamento dentário, por exemplo. Onde se poderia substituir o uso de antibióticos, ou combiná-los para se aperfeiçoar sua eficácia do tratamento. Os trabalhos realizados com esse tipo de terapia, conhecido como Fototerapia, envolvem diversos fatores que podem influenciar no resultado final. Pode-se citar como exemplo: o tipo de comprimento de onda utilizado, fluência, potência, tempo de exposição, área de irradiação e modelo celular empregado.

Diferentes bactérias, também podem reagir de forma diferente na presença da luz. Um estudo realizado na Universidade Nacional de Cingapura decidiu avaliar os efeitos bactericidas do LED azul e verde e analisar o papel de um cromóforo na molécula de coproporfirina nesse processo, onde neste estudo, foram utilizadas seis bactérias, das quais três eram gram-positivas e três gram-negativas, todas patogênicas².

A diferenciação das bactérias gram-positivas e gram-negativas está principalmente na constituição de sua membrana celular. Segundo os autores constatou-se que: as bactérias gram-positivas são mais susceptíveis à luz azul em comparação às gram-negativas, muito provavelmente, pela maior presença de coproporfirinas que absorvem a luz azul, gerando ERO’s e levando a morte celular. As gram-negativas também demonstraram sensibilidade, porém menor. Com relação à luz verde, esta se mostrou menos eficaz que a luz azul para efeitos bactericidas.

Vale ressaltar que, o mecanismo de ação da luz no efeito bactericida ainda não é muito bem elucidado, a hipótese mais aceita é justamente a presença de cromóforos em moléculas, como flavinas, porfirinas e coproporfirinas presentes no interior desses organismos que acabam por formar espécies reativas de oxigênio que ocasionam a morte celular. Por conta disso, estudos mais investigativos in vitro e in vivo devem ser realizados, para que se possa compreender melhor o mecanismo de ação da luz em modelos bacterianos, na qual poderá se cogitar com mais seguridade a substituição de antibióticos por luz. Esses resultados se mostram promissores, onde, talvez, em um futuro não muito distante, estaremos, realizando tratamentos fototerápicos, no combate a infecções bacterianas.

*Por Rickson Ribeiro

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*Fonte: ciencianautas

Diga onde dói e descubra qual é o seu problema pessoal

Você sabe qual é o nome que se dá quando misturamos medicina e psicologia? Temos algo maravilhoso chamado psicossomática. Este ramo da medicina estuda a influência dos nossos medos, emoções e bloqueios emocionais sobre a saúde do nosso corpo. É provado cientificamente que nossos sentimentos e estresses emocionais resultam em doenças somáticas.

O artigo se refere as dores crônicas. As doenças malignas, congênitas e mentais, não estão entre as chamadas doenças psicossomáticas. Consideramos que esta análise só pode ser válida uma vez que a pessoa fez todos os exames clínicos e de imagens e estes não revelam quaisquer problemas tratáveis com cirurgias ou remédios.
Portanto, o que as dores no seu corpo podem dizer sobre você?

Cabeça

Se você tem dores de cabeça constantes, elas podem ser causadas pelos seus pensamentos, reflexões e até mesmo excesso de informação. Pessoas que são mais intelectuais e racionais, muitas vezes suprimem suas emoções e têm dores de cabeça. Este problema também indica uma baixa autoestima, medo, excesso de autocrítica e alguns problemas ocultos.

Cabelo

Problemas de cabelo, como embranquecimento precoce, perda de cabelo e uma aparência sem brilho, indicam estresse, falta de perspectiva e desespero. O cabelo, especialmente o das mulheres, é um símbolo de vitalidade. Esses problemas podem surgir se uma pessoa vive em constante medo e estresse. Para superá-los, tente ser mais você, acreditar mais em si mesmo e na ajuda lá de cima. Às vezes, os problemas de cabelo são resultados de orgulho, ego enorme e rancor.

Pescoço

O pescoço é a parte que conecta a razão (cabeça) e os sentimentos (corpo). Problemas de pescoço demonstram um conflito entre estas duas partes. Metafisicamente, isso pode ser explicado como uma ponte entre materialidade e espiritualidade. Problemas de pescoço são resultados da rigidez. A pessoa tem medo de virar a cabeça para ouvir a verdade que está atrás dela. Elas ignoram a situação, ao invés de enfrentá-la. Quando você tem dor de garganta, é bom acenar ou balançar a cabeça. Isso indica que você tem dificuldades em dizer “Sim” ou “Não”.

Olhos

Miopia — medo de lidar com o futuro e ignorância.
Hipermetropia — dificuldade de viver o presente. Essa pessoa pensa demais antes de tomar decisões e agir, e não consegue analisar a situação em geral.
Daltonismo — os olhos não conseguem distinguir as cores e veem o mundo em tons cinza. Pode indicar que uma pessoa é incapaz de ver a alegria na vida. Também é importante conhecer o significado da cor que é reprimida pela nossa consciência.
Glaucoma — esse problema pode significar que a pessoa está sofrendo por algo que ocorreu em seu passado — ela não consegue perdoar e aceitar eventos do seu passado.

Dentes

Pessoas indecisas, que não conseguem tomar uma decisão, podem ter dores nos dentes (Ex: acordar sentindo que passou a noite toda travando os dentes). Tudo é decidido por você, e você tem medo de analisar a situação por conta própria. Problemas para mastigar demonstram que você não consegue digerir as circunstâncias. Os dentes na mandíbula superior refletem suas habilidades de tomada de decisão e os da parte inferior estão relacionados à sua responsabilidade. O lado esquerdo está ligado às questões pessoais, e o direito com viagra sans ordonnance questões sociais. Há também quem diga que os problemas no lado esquerdo do corpo refletem questões relacionadas à mãe, enquanto os do lado direito refletem problemas com o pai.

Boca

Problemas na boca, como estomatite, estão associados a uma má conduta. Morder a língua é um castigo por falar demais. Morder as bochechas indica ansiedade e segredos ocultos. A boca é a parte do corpo que está associada com a aceitação de novas ideias, ou seja, qualquer problema nessa região está relacionado a problemas nesta esfera.

Lábios

Os lábios refletem a nossa sensualidade. Alguns de seus problemas internos podem estar somatizados em algumas das seguintes condições:

Fissuras — uma pessoa está presa no meio de sentimentos opostos.
Morder os lábios – autopunição por demonstrar sensualidade.
Herpes — a mesma questão que a de morder os lábios, mas pior.

Costas – Cervical

As costas simbolizam um pilar na vida. Problemas nas costas indicam falta de apoio moral. A pessoa acredita que ninguém a ama com sinceridade e que ela, ainda assim, sem ter o que oferece retribuído precisa ajudar e conviver com o outro por considerar que é o seu dever. Se a pessoa perde a mobilidade em um dos membros por causa das dores nas costas e – se o problema for do lado esquerdo – significa que ela não está enxergando possibilidades de demonstrar seu amor às outras pessoas – ela está sufocada . Se a imobilidade for nos membros do lado direito, essa pessoa não consegue amar e tampouco compreender o mundo tal qual ele se revela.

Parte inferior das costas

A parte inferior das costas está relacionada a conflitos e culpa. Toda a atenção é atraída para o passado. A parte inferior das costas está associada aos bens materiais, dinheiro, parceiro (a), casa, filhos, trabalho, educação e etc. A dor na lombar demonstra que a pessoa necessita possuir algo para ser mais autoconfiante, mas, por algum motivo, simplesmente não consegue confessar isto. Como resultado, ela precisa fazer tudo por conta própria, carregar tudo nas costas.

Articulações

Bursite indica raiva acumulada. A pessoa deseja ser perfeita em tudo e não se permite ficar com raiva, o que acaba se acumulando nas articulações.
Artrite reflete o pensamento de que ninguém te ama… A artrite geralmente ataca as pessoas justas e que são muito críticas sobre si mesmas.
Luxações. Luxações frequentes indicam que a pessoa permite ser manipulada pelas demais.
Problemas no joelho demonstram orgulho, teimosia, medo reprimido e fraqueza.
Músculos e articulações são flexíveis. Seja como eles: procure novas experiências na vida – com responsabilidade.

Sobrepeso

Se uma pessoa não consegue perder peso, ela precisa trabalhar seus problemas internos. O corpo muitas vezes utiliza a gordura extra para se proteger do ambiente hostil ao seu redor. A pessoa se sente indefesa diante da sociedade e da vida em geral. O peso extra também pode significar desejos reprimidos de objetivos não atingidos. Durante a infância e adolescência, as pessoas gordinhas, muitas vezes, sofrem bullying e provocações.

Canelas

Problemas nas canelas indicam conflitos interiores. Você pode ter tido seus ideais destruídos ou talvez você queira algo que não está alinhado com os seus princípios. Dores na canela não nos permitem caminhar ou correr, assim, ela está associada com o futuro e nossa capacidade de seguir em frente.

Estômago

É comprovado clinicamente que a gastrite é frequentemente causada por estresse e emoções negativas. Problemas de estômago significam que sua vida está incerta e muitas vezes você está sobrecarregado por desespero e falta de esperança. A úlcera estomacal está ligada a sentimentos de inferioridade, medo e insegurança. Também é causada pela irritação reprimida — se essas pessoas dissessem tudo o que pensam em voz alta, elas poderiam evitar esses tipos de problemas.

Dores no sacro e cóccix: há situações que precisam ser resolvidas e você está ignorando?
Pense bem.

Dor de cotovelo: outra parte do corpo que está bem relacionada à resistência a mudanças.
Ouse! Se não for possível, pelo menos trabalhe sua mente para se ver livre do que está pressionando.

Dor nos braços: é pesado carregar algo ou alguém com muita carga emocional.
Veja se é necessário mesmo fazer isso. Reflita sobre o assunto.

Dor nas mãos: mostra falta de conexão com as pessoas ao seu redor.
Procure fazer novos amigos e estreitar os laços de amizade com os mais antigos.

Dor nos quadris: se você anda com medo de agir, isso pode resultar em dor nos quadris. Está pensando em novas ideias? Posicione-se! Isso vai lhe dar grande alivio.

Dor nos joelhos: provavelmente seja o orgulho. O que acha de ser humilde e aceitar as diferenças e circunstâncias?
Sabemos que não é fácil. No entanto, é necessário. Você é mortal, como todos os outros – não perca tempo e viva em amor.

Dor no tornozelo: seja mais tolerante com si mesmo(a).
Permita-se ser feliz e não cobre tanto. O que acha que dar um toque especial na vida amorosa?

Dor que causa fadiga: viva novas experiências. Livre-se do tédio!

Dor nos pés: um novo passatempo ou um animalzinho de estimação pode pôr fim à vida deprimida de qualquer pessoa. Não permita pensamentos negativos, e os positivos farão você “voar”.

Dores em várias partes do corpo: nosso corpo é formado por energia.
Se você estiver uma pessoa muito negativa, vai sofrer dores e ter uma queda na imunidade.
Cuidado!

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*Fonte: portalraizes

Outubro Rosa: descubra a história do laço que dominou o mundo

Você sabia que o laço rosa foi criado por Evelyn H Lauder, da The Estee Lauder Companies? A empresa possui marcas como MAC, Clinique, Jo Malone London, Smash Box, Too Faced, La Mer e Tom Ford Fragrâncias.

Evelyn H Lauder, há quase 78 anos, era uma refugiada em Nova York. A garota que nasceu em 12 de Agosto de 1936 em Viena, na Áustria, chegou em terras estrangeiras com a família, que fugia dos problemas daquela época na Europa.

Se alguém dissesse que essa mulher, após muitos anos, superaria as dificuldades e seria uma vice-presidente de uma das maiores empresas do segmento de cosmético do mundo, talvez você duvidasse. Questionaria ainda mais se ouvisse que ela também encabeçaria a luta pelo combate do câncer de mama globalmente. Pois é, nunca duvide da capacidade de uma mulher!

Em 1989 recebeu o diagnóstico de um câncer de mama e começou a partir de então, a desenvolver uma intensa atividade internacional para lutar contra esta doença. Nesse mesmo ano, Evelyn começou a arrecadar dinheiro para estabelecer um centro de diagnóstico para câncer de mama em Nova Iorque, nos Estados Unidos, um dos atuais na referência do combate à doença, diagnóstico e tratamento da doença global.

Em 1992, em parceria com a editora-chefe da revista Self, Alexandra Penney, co-criou o icônico laço rosa, que se tornou símbolo da luta contra o câncer de mama.

Anos mais tarde, não satisfeita com as suas ações, a empresária se juntou à editora da revista Self para criar o icônico laço rosa, aquele que provavelmente você já viu muita gente utilizar durante o Outubro Rosa. Naquele ano, 1992, a The Estée Lauder Companies deu início ao Breast Cancer Awareness Campaign (Campanha de Conscientização sobre o Câncer de Mama).

A campanha foi tão impactante que chegou ao Guinness World Record graças à projeção de luz rosa em 38 marcos históricos globais: do Rockefeller Center em NY até o edifício do parlamento na Austrália. Evelyn Lauder, no mesmo período, foi eleita uma das 100 mulheres mais influentes no mundo dos negócios segundo a Crain’s New York Business.

Em 2018, a campanha da The Estée Lauder Companies arrecadou US$8 milhões para pesquisa, educação e serviços médicos para combater a doença.

O câncer de mama mata

Este é o tipo de câncer mais comum entre as mulheres e a cada 19 segundos uma mulher é diagnosticada com a doença no mundo. A cada ano, 28% dos casos de câncer registrados pelo Instituto Nacional de Câncer (INCA) no país são de mama. Vale lembrar que 1% destes casos são diagnosticados em homens.

Estima-se que por meio da alimentação, nutrição e atividade física é possível reduzir o risco do desenvolvimento do câncer de mama. Por isso, é importante adotar hábitos de prevenção e auto-exame.

Ainda de acordo com as informações do INCA, a doença foi percebida pela primeira vez em 66,2% dos casos, pelas próprias pacientes ao notarem alguma alteração na mama. Já por meio da mamografia ou de outro exame de imagem foi de 30,1%, enquanto em apenas 3,7% dos casos a suspeita inicial foi de um profissional de saúde, de acordo com o INCA.

A The Estée Lauder Companies acredita na cura do câncer de mama e o compromisso segue mais forte do que nunca! Para é atingir o maior número de pessoas através das plataformas digitais, use as hashtags #fimdocancerdemama e #OutubroRosa para alertar homens e mulheres sobre os resultados que a doença pode trazer sem precauções. Leve adiante o sonho de Evelyn Lauder: acabar com o câncer de mama no mundo!

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*Fonte: catracalivre

Duas horas de natureza é a dose de saúde que seu corpo precisa

Pesquisa liderada pela Universidade de Exeter, na Inglaterra, descobriu que pessoas que passam pelo menos 120 minutos, por semana, na natureza são significativamente mais propensas a terem boa saúde e maior bem-estar psicológico do que aquelas que não o fazem.

O estudo usou dados de quase 20 mil pessoas na Inglaterra e descobriu que não importa se os 120 minutos foram alcançados em uma única visita ou em várias visitas mais curtas. Esse tempo mínimo é o mesmo para homens, mulheres, adultos mais velhos e mais jovens, diferentes grupos ocupacionais e étnicos, os que vivem em áreas ricas e pobres e até mesmo entre pessoas com doenças prolongadas ou incapacidades, segundo a pesquisa.

Mat White, da Escola de Medicina da Universidade de Exeter, e líder do estudo, salienta que é possível aproveitar as áreas verdes mesmo dentro dos limites da cidade. “É sabido que ficar ao ar livre na natureza pode ser bom para a saúde e o bem-estar das pessoas, mas, até hoje não sabíamos dizer quanto tempo seria suficiente. A maioria das visitas na natureza [que constam na pesquisa] ocorreu [no raio de] três quilômetros das residências, por isso mesmo visitar espaços verdes urbanos locais parece ser uma coisa boa”.

“Há muitas razões para que o tempo na natureza seja bom para a saúde e bem-estar. As descobertas atuais oferecem um valioso apoio aos profissionais de saúde ao fazerem recomendações sobre o tempo gasto na natureza para promover a saúde básica e o bem-estar, semelhante às diretrizes para os exercícios físicos semanais”, defende o co-autor da pesquisa, Terry Hartig, da Universidade de Uppsala, na Suécia.

O artigo completo intitulado “Gastar pelo menos 120 minutos por semana na natureza está associado à boa saúde e bem-estar” foi publicado em Scientific Reports.

Outro estudos

Há evidências crescentes de que só o fato de morar em um bairro mais verde já pode ser bom para a saúde, inclusive mental. Confira aqui: Morar perto de árvores reduz casos de depressão, Viver perto do mar faz bem à saúde, Ficar exposto à natureza ajuda na saúde mental e Contato com a natureza previne ansiedade, depressão e estresse.

*Por Marcia Sousa

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*Fonte: ciclovivo

Não acabem com a caligrafia: escrever à mão desenvolve o cérebro

As crianças que vivem no mundo dos teclados precisam aprender a antiquada caligrafia?

Há uma tendência a descartar a escrita à mão como uma habilidade que não é mais essencial, mesmo que os pesquisadores já tenham alertado para o fato de que aprender a escrever pode ser a chave para, bem, aprender a escrever.

E, além da conexão emocional que os adultos podem sentir com a maneira como aprendemos a escrever, existe um crescente número de pesquisas sobre o que o cérebro que se desenvolve normalmente aprende ao formar letras em uma página, sejam de forma ou cursivas.

Em um artigo publicado este ano no “The Journal of Learning Disabilities”, pesquisadores estudaram como a linguagem oral e escrita se relacionava com a atenção e com o que é chamado de habilidades de “função executiva” (como planejamento) em crianças do quarto ao nono ano, com e sem dificuldades de aprendizagem.

Virginia Berninger, professora de Psicologia Educacional da Universidade de Washington e principal autora do estudo, contou que a evidência dessa e de outras pesquisas sugere que “escrever à mão – formando letras – envolve a mente, e isso pode ajudar as crianças a prestar atenção à linguagem escrita”.

No ano passado, em um artigo no “Journal of Early Childhood Literacy”, Laura Dinehart, professora associada de Educação da Primeira Infância na Universidade Internacional da Flórida, discutiu várias possibilidades de associações entre boa caligrafia e desempenho acadêmico: crianças com boa escrita à mão são capazes de conseguir notas melhores porque seu trabalho é mais agradável para os professores lerem; as que têm dificuldades com a escrita podem achar que uma parte muito grande de sua atenção está sendo consumida pela produção de letras, e assim o conteúdo sofre.

Mas podemos realmente estimular o cérebro das crianças ao ajudá-las a formar letras com suas mãos?

Em uma população de crianças pobres, diz Laura, as que possuíam boa coordenação motora fina antes mesmo do jardim da infância se deram melhor mais tarde na escola.

Ela diz que mais pesquisas são necessárias sobre a escrita nos anos pré-escolares e sobre as maneiras para ajudar crianças pequenas a desenvolver as habilidades que precisam para realizar “tarefas complexas” que exigem coordenação de processos cognitivos, motores e neuromusculares.

Esse mito de que a caligrafia é apenas uma habilidade motora simplesmente está errado. Usamos as partes motoras do nosso cérebro, o planejamento motor, o controle motor, mas muito mais importante é a região do órgão onde o visual e a linguagem se unem, os giros fusiformes, onde os estímulos visuais realmente se tornam letras e palavras escritas

Virginia Berninger

As pessoas precisam ver as letras “nos olhos da mente” para produzi-las na página, explica ela. A imagem do cérebro mostra que a ativação dessa região é diferente em crianças que têm problemas com a caligrafia.

Escaneamentos cerebrais funcionais de adultos mostram que uma rede cerebral característica é ativada quando eles leem, incluindo áreas que se relacionam com processos motores. Os cientistas inferiram que o processo cognitivo de ler pode estar conectado com o processo motor de formar letras.

Larin James, professora de Ciências Psicológicas e do Cérebro na Universidade de Indiana, escaneou o cérebro de crianças que ainda não sabiam caligrafia. “Seus cérebros não distinguiam as letras; elas respondiam às letras da mesma forma que respondiam a um triângulo”, conta ela.

Depois que as crianças aprenderam a escrever à mão, os padrões de ativação do cérebro em resposta às letras mostraram mais ativação daquela rede de leitura, incluindo os giros fusiformes, junto com o giro inferior frontal e regiões parietais posteriores do cérebro, que os adultos usam para processar a linguagem escrita – mesmo que as crianças ainda estivessem em um estágio muito inicial na caligrafia.

“As letras que elas produzem são muito bagunçadas e variáveis, e isso na verdade é bom para o modo como as crianças aprendem as coisas. Esse parece ser um dos grandes benefícios da escrita à mão”, conta Larin James.

Especialistas em caligrafia vêm lutando com a questão de se a letra cursiva confere habilidades e benefícios especiais, além dos fornecidos pela letra de forma. Virginia cita um estudo de 2015 que sugere que, começando por volta da quarta série, as habilidades com a letra cursiva ofereciam vantagens tanto na ortografia quanto na composição, talvez porque as linhas que conectam as letras ajudem as crianças a formar palavras.

Para crianças pequenas com desenvolvimento típico, digitar as letras não parece gerar a mesma ativação do cérebro. À medida que as pessoas crescem, claro, a maioria faz a transição para a escrita em teclados. No entanto, como muitos que ensinam na universidade, eu me questiono a respeito do uso de laptops em sala de aula, mais porque me preocupo com o fato de a atenção dos alunos estar vagando do que com promover a caligrafia. Ainda assim, estudos sobre anotações feitas à mão sugerem que “alunos de faculdade que escrevem em teclados estão menos propensos a se lembrar e a saber do conteúdo do que se anotassem à mão”, conta Laura Dinehart.

Virginia diz que a pesquisa sugere que crianças precisam de um treinamento introdutório em letras de forma, depois, mais dois anos de aprendizado e prática de letra cursiva, começando na terceira série, e então a atenção sistemática para a digitação.

Usar um teclado, e especialmente aprender as posições das letras sem olhar para as teclas, diz ela, pode muito bem aproveitar as fibras que se intercomunicam no cérebro, já que, ao contrário da caligrafia, as crianças vão usar as duas mãos para digitar.

O que estamos defendendo é ensinar as crianças a serem escritoras híbridas. Letra de forma primeiro para a leitura – isso se transfere para o melhor reconhecimento das letras –, depois cursiva para a ortografia e a composição. Então, no final da escola primária, digitação

Virginia Berninger

Como pediatra, acho que pode ser mais um caso em que deveríamos tomar cuidado para que a atração do mundo digital não leve embora experiências significativas que podem ter impacto real no desenvolvimento rápido do cérebro das crianças.

Dominar a caligrafia, mesmo com letras bagunçadas e tudo, é uma maneira de se apropriar da escrita de maneira profunda.

“Minha pesquisa global se concentra na maneira como o aprendizado e a interação com as palavras feitas com as próprias mãos têm um efeito realmente significativo em nossa cognição”, explica Larin James. “É sobre como a caligrafia muda o funcionamento do cérebro e pode alterar seu desenvolvimento.”

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*Fonte: contioutra

Nova lâmpada UV mata o coronavírus sem risco para os humanos

A fabricante japonesa Ushio desenvolveu, em parceria com a Universidade de Columbia, nos EUA, um novo tipo de lâmpada ultravioleta que comprovadamente mata em minutos o vírus Sar-Cov-2, causador da Covid-19, sem colocar em risco a saúde das pessoas no local.

Lâmpadas ultravioleta já são usadas para desinfecção, mas a frequência de luz emitida, de 254 nanômetros, pode causar danos aos olhos e queimaduras na pele de pessoas expostas a elas. O produto da Ushio, batizado de Care 222, usa luz com uma frequência de 222 nanômetros, que ainda tem poder bactericida, mas é incapaz de penetrar nossa pele ou olhos.

Quando instalada no teto, a nova lâmpada pode eliminar 99% dos vírus e bactérias no ar e em objetos em uma área de cerca de 3 metros quadrados a até 2,5 metros de distância. O tempo necessário para desinfecção é de seis a sete minutos.

O módulo com a lâmpada pesa pouco mais de um quilo e custa US$ 2.800, cerca de R$ 15.300. Inicialmente ele será vendido apenas a hospitais e instituições de saúde, mas a Ushio não descarta atender outros consumidores após a capacidade de produção atender à demanda.

*Por Rafael Rigues

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*Fonte: olhardigital

Os cinco melhores exercícios físicos segundo Harvard (e nenhum deles é correr)

Se você acha que correr uma maratona é a maneira mais simples de ficar sempre em forma, está enganado. Pelo menos é o que dizem os estudiosos de Harvard, segundo os quais, para perder peso, aumentar a massa muscular, proteger o coração e o cérebro e fortalecer os ossos, há atividades físicas melhores do que essa. I-Min Lee, professora de Medicina e Epidemiologia da Faculdade de Medicina de Harvard (EUA), afirma que correr longas distâncias não faz bem para as articulações nem para o sistema digestivo. Sua proposta de atividades esportivas inclui outros cinco exercícios que trazem benefícios que vão desde a perda de peso até o ganho de músculos, proteção do coração e fortalecimento dos ossos.
tai chi

1. Tai chi
Uma arte marcial chinesa que combina uma série de movimentos delicados e fluidos para criar uma espécie de meditação em movimento. O exercício é praticado lenta e suavemente com um alto grau de concentração e dá especial atenção para a respiração em profundidade. Como são os praticantes que definem o seu próprio ritmo, ele é acessível para uma variedade muito ampla de pessoas, independentemente da idade ou da condição física. “É especialmente bom para os mais velhos, pois o equilíbrio é um componente importante da condição física e algo que perdermos com o avançar da idade”, diz Lee. Para Marta Rosado, com efeito, ele “melhora o equilíbrio, a coordenação e a flexibilidade. Previne o surgimento de dores lombares e problemas na coluna vertebral. A prendemos a respirar e a canalizar nossa energia. Melhora o sono e relaxa física e mentalmente. Qualquer um pode realizá-lo, pois ele não provoca nenhum tipo de impacto. Eu o recomendaria sobretudo a partir dos 50 anos”.

Vários estudos sugerem que caminhar durante pelo menos 30 minutos, mesmo sendo em ritmo moderado ou pausado, pode trazer benefícios para a mente e para o corpo. Em pessoas com depressão severa, esse exercício pode contribuir para uma redução clinicamente importante e estatisticamente significativa da mesma. ”É uma atividade que melhora o sistema cardiovascular, pode ajudar a fortalecer a parte inferior do corpo nas pessoas mais velhas e naquelas que têm pouca condição física”, afirma Ángel Merchán. “Diminui os níveis de colesterol, é essencial para diabéticos, reforça o sistema imunológico, melhora a circulação e oxigena o corpo”, diz a personal trainer Marta Rosado, para quem essa atividade não constitui, porém de um “treinamento”.

2. Caminhar
Vários estudos sugerem que caminhar durante pelo menos 30 minutos, mesmo sendo em ritmo moderado ou pausado, pode trazer benefícios para a mente e para o corpo. Em pessoas com depressão severa, esse exercício pode contribuir para uma redução clinicamente importante e estatisticamente significativa da mesma. ”É uma atividade que melhora o sistema cardiovascular, pode ajudar a fortalecer a parte inferior do corpo nas pessoas mais velhas e naquelas que têm pouca condição física”, afirma Ángel Merchán. “Diminui os níveis de colesterol, é essencial para diabéticos, reforça o sistema imunológico, melhora a circulação e oxigena o corpo”, diz a personal trainer Marta Rosado, para quem essa atividade não constitui, porém de um “treinamento”.

Importantes para homens e mulheres, eles ajudam a fortalecer a região pélvica. À medida que envelhecemos, essa região, que inclui o útero, a bexiga, o intestino delgado e o reto, se fragiliza. Manter esse conjunto com resistência traz benefícios como o de evitar vazamentos da bexiga. A forma correta de fazê-los, segundo Harvard, é comprimir os músculos usados para segurar a urina ou os gases durante dois ou três segundos, soltar e repetir 10 vezes –e isso, de quatro a cinco vezes por dia. Marta Rosado alerta, porém, para o fato de que “a realização de uma quantidade excessiva desses exercícios pode levar a um enfraquecimento dos músculos da região pélvica e provocar uma nova redução da capacidade de controlar a bexiga”.

3. Exercícios de Kegel
Importantes para homens e mulheres, eles ajudam a fortalecer a região pélvica. À medida que envelhecemos, essa região, que inclui o útero, a bexiga, o intestino delgado e o reto, se fragiliza. Manter esse conjunto com resistência traz benefícios como o de evitar vazamentos da bexiga. A forma correta de fazê-los, segundo Harvard, é comprimir os músculos usados para segurar a urina ou os gases durante dois ou três segundos, soltar e repetir 10 vezes –e isso, de quatro a cinco vezes por dia. Marta Rosado alerta, porém, para o fato de que “a realização de uma quantidade excessiva desses exercícios pode levar a um enfraquecimento dos músculos da região pélvica e provocar uma nova redução da capacidade de controlar a bexiga”.

Trata-se do “exercício perfeito”, segundo os autores do boletim de saúde de Harvard Healthbeat. Além de trabalhar quase todos os músculos do corpo, a natação eleva a frequência cardíaca e pode melhorar a saúde do coração e proteger o cérebro da deterioração relacionada à idade. Nadar regularmente entre 30 e 45 minutos é um exercício aeróbico que ajuda a combater a depressão, a elevar o estado de ânimo e a diminuir o estresse, entre outros benefícios. “Nada é bom para pessoas com atrite”, afirma Lee no boletim. Embora o considere bastante completo, Ángel Merchán, diretor da empresa de treinamento pessoal Homewellness, não acredita na existência de um “treinamento perfeito baseado em apenas uma modalidade. É preciso uma abordagem incluindo diversas práticas. Os impactos e as cargas são também necessários, por exemplo, para a prevenção da osteoporose e para o estímulo dos tendões. A natação deve ser combinada com um trabalho de força –com pesos, por exemplo—e de impacto (corrida, por exemplo), adaptados para cada pessoa”.

4. Natação
Trata-se do “exercício perfeito”, segundo os autores do boletim de saúde de Harvard Healthbeat. Além de trabalhar quase todos os músculos do corpo, a natação eleva a frequência cardíaca e pode melhorar a saúde do coração e proteger o cérebro da deterioração relacionada à idade. Nadar regularmente entre 30 e 45 minutos é um exercício aeróbico que ajuda a combater a depressão, a elevar o estado de ânimo e a diminuir o estresse, entre outros benefícios. “Nada é bom para pessoas com atrite”, afirma Lee no boletim. Embora o considere bastante completo, Ángel Merchán, diretor da empresa de treinamento pessoal Homewellness, não acredita na existência de um “treinamento perfeito baseado em apenas uma modalidade. É preciso uma abordagem incluindo diversas práticas. Os impactos e as cargas são também necessários, por exemplo, para a prevenção da osteoporose e para o estímulo dos tendões. A natação deve ser combinada com um trabalho de força –com pesos, por exemplo—e de impacto (corrida, por exemplo), adaptados para cada pessoa”.

Requer o uso do peso para criar resistência contra a gravidade. Pode ser o próprio corpo, pesos com ou sem alça, tiras elásticas… Para Ángel Merchán, trata-se de um exercício “fundamental em qualquer tipo de treinamento. Melhora a força muscular, previne lesões, ativa o metabolismo. Todo mundo pode e deve fazê-lo, obviamente de forma adaptada caso a caso: na terceira idade, ele ajuda no combate a vários problemas comuns, como dores nas costas e nos joelhos, osteoporose e sobrepeso”. Marta Rosado concorda. “É essencial para manter o peso que se perdeu. Protege ossos e músculos, melhora a mecânica do corpo e nos torna mais conscientes de cada movimento. Aumenta os níveis de energia e melhora o estado de ânimo”.

5. Treinamento de força
Requer o uso do peso para criar resistência contra a gravidade. Pode ser o próprio corpo, pesos com ou sem alça, tiras elásticas… Para Ángel Merchán, trata-se de um exercício “fundamental em qualquer tipo de treinamento. Melhora a força muscular, previne lesões, ativa o metabolismo. Todo mundo pode e deve fazê-lo, obviamente de forma adaptada caso a caso: na terceira idade, ele ajuda no combate a vários problemas comuns, como dores nas costas e nos joelhos, osteoporose e sobrepeso”. Marta Rosado concorda. “É essencial para manter o peso que se perdeu. Protege ossos e músculos, melhora a mecânica do corpo e nos torna mais conscientes de cada movimento. Aumenta os níveis de energia e melhora o estado de ânimo”.

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*Fonte: elpais

Estes alimentos e bebidas te ajudam a dormir melhor

Ter uma boa noite de sono é essencial para que consigamos desenvolver bem as atividades do dia a dia. No entanto, para que isso seja possível, existem algumas fontes saudáveis de comidas e bebidas que promovem uma melhor qualidade de vida e ajudam você a dormir melhor.

Durante os últimos anos, pesquisadores estão se empenhando para conseguir comprovações científicas acerca de alguns alimentos populares que são tidos como uma fonte para quem quer ter uma noite de sono duradoura.
5 alimentos e bebidas que fazem você dormir melhor

Arroz branco
Trata-se de um dos grãos mais consumidos ao redor do mundo. Rico em nutrientes, vitaminas, minerais, carboidratos e antioxidantes. No entanto, deve ser ingerido em pequenas porções, uma vez que, a baixa quantidade de fibras, contribui para uma elevação no Índice Glicêmico (IG), revela estudo.

De acordo com uma pesquisa, para que esse alimento te ajude a dormir melhor, é necessário que sua ingestão seja feita em média 1 hora antes do seu horário de adormecer. Um estudo de 2014 revelou que, dentre o pão, macarrão e arroz, esse último grão é a melhor opção para quem busca dormir bem.

Amêndoas
Apesar de conter um alto teor de gordura, as amêndoas são excelentes fontes nutritivas, mas desde que sejam ingerido com moderação. Segundo estudos, esse tipo de nozes possui substâncias antioxidantes, na qual atuam como protetora das células, que podem levar a doenças crônicas.
Amêndoas fornecem inúmeros benefícios a saúde. (Imagem: Pixabay)

Até o momento, poucos estudos foram feitos utilizando amêndoas em humanos. No entanto, alguns pesquisadores acreditam que a associação entre essas nozes e o sono seja devido a presença de magnésio. Esse elemento ajuda a reduzir o hormônio cortisol, responsável por interromper o sono.

Chá de maracujá
Os chás são elementos repassados ao longo de gerações, utilizando os benefícios das plantas medicinais. Assim, pesquisas comprovam que os chás ajudam a combater inúmeras doenças. Em específico, o chá de maracujá promove a redução da inflamação, uma vez que possui substâncias antioxidantes em sua composição.

Além disso, esse chá é uma excelente fonte de nutrientes, pois ajuda a fortalecer o sistema imunológico, ao mesmo tempo em que reduz as chances de doenças cardíacas, diz estudo. O ideal é tomar o chá de maracujá um pouco antes de dormir. Assim, seus constituintes irão fazer o efeito desejado, lhe causando sonolência, fazendo com que você consiga dormir tranquilamente.

Kiwi
Além de ser uma excelente opção para quem busca emagrecer, devido ao seu baixo índice calórico, o kiwi é altamente nutritivo. De acordo com uma pesquisa, comer 1 ou 2 kiwis antes de deitar faz com que o indivíduo venha a adormecer mais rapidamente.

Assim, ficou comprovado que as pessoas conseguem dormir a noite inteira, sem perder o sono na madrugada. As hipóteses testadas em alguns estudos demonstram que essa melhora pode estar atrelada a produção de serotonina. No entanto, uma outra pesquisa revelou que a melhora no sono pode ser influenciada, parcialmente, pela presença da vitamina C e pelos carotenoides.

Peixe
Peixes que contenham bastante gordura, como é o caso do salmão, truta e atum, possuem um excelente valor nutricional, principalmente como fonte de vitamina D. São ricos em ácidos graxos ômega-3, e por isso ajudam no combate a doenças cardíacas, além de aperfeiçoar a saúde do cérebro, revelam estudos.

Quando combinados, os ácidos graxos ômega-3 com a vitamina D presente nos peixes com alto teor de gordura, a tendência é que uma pessoa venha a dormir melhor. Uma vez que, segundo pesquisas, foi descoberto que essa junção faz com que a serotonina seja produzida em maior quantidade, promovendo uma boa noite de sono.

*Por Ruth Rodrigues

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*Fonte: socientifica

Mindfulness para driblar a ansiedade do isolamento social

Em tempos de pandemia, a incerteza sobre o futuro e o necessário isolamento social, entre outros fatores, têm aumentado os casos de ansiedade e depressão. O mindfulness – um exercício de focalização de atenção – e a meditação são recomendados como ferramentas para ajudar a lidar com esses sentimentos.

Neste episódio da série “Cuidado Certo e Personalizado é Outra História”, o psiquiatra e psicanalista o Eduardo Leal, da rede do plano de saúde premium Amil One, fala das estratégias para lidar com a ansiedade, trazendo alívio.

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*Fonte: oglobo

Homem cego cria bastão que usa Google Maps e sensores para guiá-lo

O melhor uso que podemos retirar dos avanços tecnológicos é aquele que melhora e facilita a vida dos que mais precisam. E se o cotidiano dos deficientes visuais é também o de lutar contra um mundo de obstáculos, muitas vezes com nada além de um bastão, uma nova invenção promete revolucionar a vida dos que não enxergam através justamente do uso mais nobre e eficaz das novas tecnologias.

Trata-se do WeWalk, um bastão eletrônico que utiliza sensores ultrassônicos, um punho vibrador, assistentes de voz e até o Google Maps – com o bastão alinhado ao smartphone do usuário através do Bluetooth – para proteger os deficientes visuais de objetos e obstáculos baixos, principalmente localizados abaixo da altura do peito.

O WeWalk, apelidado de “bastão smart revolucionário” utiliza também alto-falantes embutidos, para comunicar de locais próximos e destinos além de maiores detalhes de um trajeto.

“Hoje nós falamos sobre carros voadores, mas os deficientes visuais seguem utilizando somente uma bengala simples”, disse Kursat Ceylan, fundador e CEO da WeWalk, ele mesmo um deficiente visual. “Como uma pessoa cega, quando estou em uma estação de metrô eu não sei qual saída é a minha, que ônibus está se aproximando, ou quais lojas estão ao meu redor. Esse tipo de informação pode ser fornecida com o WeWalk”, disse.

Segundo Ceylan, seu trabalho para desenvolver o “bastão smart” se deu para justamente utilizar as mais modernas tecnologias no desenvolvimento de uma ferramenta que realmente melhorasse a vida dos que não enxergam. A startup de origem turca já está vendendo o WeWalk por US$ 500,00, e o desejo é que o sucesso da ferramenta permita novas parcerias que melhorem ainda mais os serviços oferecidos assim como suas possibilidades de navegação.

*Por Vitor Paiva

 

 

 

 

 

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*Fonte: hypeness

Alimentos ultraprocessados ligados ao aumento do envelhecimento celular

Com a correria no dia a dia, manter uma alimentação equilibrada torna-se bastante complicado. No entanto, uma pesquisa recente revelou que a ingestão de uma grande quantidade de junk food, conhecido popularmente como “porcarias”, eleva as chances de que ocorra uma mudança em seus cromossomos. Dessa forma, alimentos ultraprocessados causam efeitos negativos à nível celular.

Envelhecimento celular pode estar ligado a alimentação

O estudo foi apresentado online, durante a European and International Conference on Obesity. Segundo os dados que foram divulgados, quando um indivíduo passa a ingerir mais de 3 porções diárias de alimentos ultraprocessados, os telômeros encontrados nas extremidades dos cromossomos seriam encurtados.

Além dos telômeros, as fitas de DNA que também compõem a estrutura cromossômica seriam reduzidas em questão de tamanho. Vale ressaltar que ambas as reduções ocorrem ao passar dos anos, mas pode ser acelerada em indivíduos que consomem uma grande quantidade de junk food no decorrer do dia.

A função do telômero é tida como uma espécie de biomarcador, que visa informar o envelhecimento de um indivíduo à nível celular. Essa pequena estrutura proteica é formada por uma porção não codificante do DNA. Devido a localização, os telômeros servem como um protetor da fita de DNA.

No entanto, os autores da pesquisa revelam que ainda não há nada comprovado acerca dos alimentos ultraprocessados com a diminuição dos telômeros. Esse primeiro estudo foi realizado somente como o início, para levantar informações acerca da temática.

A forma natural do encurtamento de um telômero é causada pelo envelhecimento. Portanto, a cada dia e a cada nova divisão celular, os telômeros tendem a se tornarem menores. Uma vez que, quando a célula tem seu material dividido, uma porção do telômero é perdida.

Um alerta científico sobre os alimentos ultraprocessados

De maneira geral, esse tipo de comida é caracterizada por serem altamente industrializadas. Portanto, sua composição consiste, basicamente, em alto teor de gorduras, óleos, amido e açúcares. Devido as altas concentrações, se tornam prejudiciais ao ser humano.

Já foram realizados alguns estudos dentro dessa temática. No entanto, a busca por uma ligação entre bebidas açucaradas, carnes processadas e alimentos gordurosos foram inconclusivas. As únicas características compartilhadas por eles são: aromatizantes artificiais, corantes, emulsificantes, conservantes.

Todos esses aditivos são utilizados para prolongar a vida dos alimentos industrializados. Para os especialistas, quanto maior for a concentração de aditivo, menor será a sua quantidade de nutrientes em relação as comidas menos processadas.

Uma pesquisa publicada na Oxford Academic revelou a ligação entre o consumo de comida ultraprocessada com a obesidade, hipertensão, diabetes tipo 2 e depressão. No total, foram colhidas 886 amostras de DNA, no qual 645 pertenciam a homens e 241 a mulheres com mais de 55 anos.

O estudo começou a ser produzido em 2008, e quando o indivíduo fazia a sua doação, ele precisava relatar como era o seu dia a dia. Se era uma pessoa sedentária, atlética, se tinha alguma doença e como se dava a sua alimentação diariamente. Essa ‘entrevista’ acontecia a cada 2 anos, para que todos esses novos hábitos fossem captados, fornecendo uma maior veracidade para o projeto.

Os indivíduos que consumiam mais de 3 porções de alimentos ultraprocessados por dia tinham maior chances de desenvolver doenças cardíacas, diabetes, taxa de gordura no sangue e telômeros encurtados. Enquanto as pessoas que evitavam comidas industrializadas tinham uma maior longevidade quanto ao tamanho de seus telômeros.

O artigo científico foi publicado no periódico do American Journal of Clinical Nutrition. Com informações de ScienceAlert.

*Por Ruth Rodrigues

 

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*Fonte: socientifica

Superbactérias, a próxima pandemia

Quatro anos atrás, a Assembleia Geral das Nações Unidas assinou uma declaração para coordenar os Estados-membros em face de uma grande ameaça à saúde. Até a primeira metade do século XX, a principal causa de morte no mundo era a infecção por vírus e bactérias. As vacinas ajudaram os primeiros e os antibióticos reduziram drasticamente a letalidade das últimas. Mas, como advertiu Alexander Fleming, um dos criadores desses medicamentos, desde que a penicilina passou a ser usada as bactérias começaram a se adaptar para sobreviver. Hoje, a resistência aos antibióticos é uma ameaça que cresce a cada dia e contra a qual os especialistas já alertam há algum tempo, como aconteceu com a grande pandemia.

Todos os anos, cerca de 700.000 pessoas morrem de infecções causadas por bactérias resistentes aos medicamentos disponíveis e a previsão é que esse número cresça gradualmente nos próximos anos. Jesús Rodríguez Baño, porta-voz da Sociedade Espanhola de Doenças Infecciosas e Microbiologia Clínica (SEIMC), afirma que, nos hospitais, “ter bactérias resistentes a muitos antibióticos antes era uma raridade e agora é frequente”.

O uso indevido desses medicamentos pela população, nos hospitais ou com os animais, é a principal causa de que os microrganismos os tolerem melhor. Quando um tratamento é finalizado antes da hora ou se toma um antibiótico quando não é necessário, a bactéria sobrevive depois de ter tido contato com o fármaco e sai reforçada para ocasiões posteriores, como se tivesse recebido um treinamento. Rodríguez Baño lembra que, durante esta crise do coronavírus, em países como o Reino Unido e Espanha, “entre 70% e 80% dos pacientes com covid-19 recebem antibióticos, embora aqueles que têm infecção bacteriana ao entrar não superem 5% e cheguem apenas a 15% durante a internação”.

Além disso, a globalização está facilitando a disseminação das resistências, que podem ser intercambiadas entre bactérias. Em um estudo recente observou-se como uma proteína que oferece às bactérias resistência aos antibióticos e foi detectada pela primeira vez em um hospital de Nova Delhi (Índia) em 2008, atravessou os limites da cidade e em poucos anos chegou a mais de 100 países. Em 2013, apareceu inclusive em amostras de bactérias coletadas no arquipélago ártico de Svalbard.

Rafael Cantón, chefe do Serviço de Microbiologia do Hospital Universitário Ramón y Cajal, em Madri, assinala diferenças entre a rápida expansão de uma pandemia como a do SARS-CoV-2 e o impacto na saúde global que o surgimento de resistências pode ter. “A dispersão de uma bactéria multirresistente é possível, mas as dinâmicas de dispersão e as possibilidades de controle tornam o processo mais lento”, explica.

Acordos como o da ONU e os planos nacionais de combate às bactérias super-resistentes mostram que há consenso internacional sobre a existência do problema e sua importância, mas a complexidade de algumas medidas e o próprio surgimento da covid-19 estão retardando sua implementação. Apesar de o problema do uso excessivo de antibióticos ter sido identificado, a SEIMC, que estima que uma em cada duas prescrições de antibióticos na Espanha é inadequada, denunciou há dois anos que não há investimento para formar na aplicação de fármacos que, ao contrário de outros medicamentos, como os antitumorais, são prescritos por todos os médicos. “Agora as pessoas estão trabalhando mais na covid-19 e muitos especialistas não têm tempo para isso, mas assim como temos de compatibilizar as cirurgias com o tratamento da covid-19, temos que torná-lo compatível com um bom uso dos antibióticos”, diz Rodríguez Baño.

Outro ponto fundamental na guerra contra as bactérias é manter o armamento atualizado. Até os anos sessenta, mais de 20 novos tipos de antibióticos foram desenvolvidos, mas desde então a inovação neste campo diminuiu drasticamente. Para as empresas farmacêuticas, os antibióticos são pouco rentáveis. Ao contrário dos remédios que são sucesso de vendas, como os medicamentos contra o câncer, que podem ser usados por longos períodos, ou as estatinas, que são prescritas durante metade da vida, os antibióticos são usados por alguns dias e seu uso deve ser limitado ao máximo, dificultando a recuperação do investimento. Cantón comenta que em alguns casos, inclusive depois de o antibiótico ter sido criado, “alguns foram retirados do mercado porque se o pagamento fosse feito por paciente tratado a empresa não fechava as contas”. Para resolver essa situação, muitos países estão tentando criar outras formas de pagamento que incentivem a inovação sem a necessidade de que o medicamento criado seja usado com muita frequência, durante muito tempo, ou em muitas pessoas para que haja retorno financeiro.

Em julho, cerca de 20 das principais empresas biotecnológicas e farmacêuticas do mundo lançaram o Fundo de Ação AMR, uma iniciativa com a qual pretendem desenvolver entre dois e quatro antibióticos inovadores durante a próxima década. Por enquanto já fizeram um investimento de um bilhão de dólares (cerca de 5,39 bilhões de reais) e buscarão investimentos e incentivos por parte de Governos e organizações internacionais como o Banco Europeu de Investimentos e a Organização Mundial da Saúde (OMS).

Em um relatório de 2016, a OMS estimou que até 2050, se nenhuma medida for tomada, as superbactérias resistentes provocarão cerca de 10 milhões de mortes, mais do que o câncer, número que as colocaria como a primeira causa de morte global. Ao contrário do surgimento de um novo vírus mortal, essa ameaça mundial crescerá gradualmente e ainda há tempo para mitigar seus efeitos.

*Por Daniel Mediavilla

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*Fonte: elpais

Os 5 melhores alimentos para evitar perda de memória!

Descubra quais são estes alimentos tão poderosos e acrescente-os à sua dieta para manter a sua memória sempre em dia!

Nosso cérebro é, sem dúvidas, uma das áreas de nosso corpo que mais precisam de nossa atenção e cuidado. Ele é o centro de controle do organismo, responsável por manter os pulmões e o coração funcionando, além de controlar os nossos movimentos, sentimentos e pensamentos.

A memória também é cuidada e mantida por ele e, ainda que tenha a tendência de se perder, com o passar dos anos, quando cuidamos bem de nosso cérebro, conseguimos melhorar tarefas mentais que envolvem a memória e a concentração, o que melhora a nossa qualidade de vida significativamente.

10 alimentos que deixam você mais esperto:

Cérebro pode ser treinado para curar doenças, diz estudo

Hormônio produzido durante exercícios recupera a memória de pessoas com alzheimer

Abaixo listamos alguns alimentos que ajudam a estimular o cérebro e a combater a perda de memória. Descubra quais são e incorpore-os à sua rotina hoje mesmo!

1. Peixes gordurosos
Um estudo descobriu que pessoas que consumiam peixe assado ou grelhado regularmente tinham mais massa cinzenta em seus cérebros. A massa cinzenta contém a maioria das células nervosas que controlam a tomada de decisões, memória e emoção.

Além disso, peixes como salmão, truta e sardinha são fontes ricas em ácidos graxos ômega-3, que são usados pelo cérebro para construir células cerebrais e nervosas, e possuem um importante papel no aprendizado e na memória, segundo pesquisa.

2. Ovos
Apesar de não haver muitas informações científicas sobre a ligação entre comer ovos e a saúde do cérebro, existem pesquisas que apoiam os benefícios dos nutrientes encontrados nos ovos nesse órgão.

Por exemplo, um estudo mostrou que a colina, um dos nutrientes encontrados nos ovos, ao lado das vitaminas B6 e B12, e folato, é associada à melhor memória e função mental de uma pessoa.

3. Café
Um estudo de 2016 mostrou que o consumo de café ao longo da vida é associado à prevenção do declínio cognitivo e de menor risco de desenvolver as doenças de Parkinson e Alzheimer, além de minimizar as possibilidades de um acidente vascular cerebral.

4. Brócolis
O brócolis, que é muito apreciado, também tem seu papel na preservação da memória. O vegetal é rico em vitamina K, que foi relacionada à menor incidência de perda de memória em adultos mais velhos, em um estudo.

5. Couve
Um estudo publicado na Revista Neurology mostrou que folhas verde-escuras, entre as quais a couve, podem ajudar a retardar ou prevenir o declínio cognitivo.

*Por Luiza Fletcher

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*Fonte: osegredo

Beber uma taça de vinho por dia é capaz de ‘limpar a mente’, aponta estudo

A moderação parece ser mesmo a chave para a maioria das coisas da vida – inclusive aquelas que supostamente nos fazem mal. Pesquisas recentes concluíram algo que deixou até mesmo os cientistas impactados: ingerir um pouco de álcool pode fazer bem para o combate ao Alzheimer e outros tipos de demência – que quem não bebe nada corre mais riscos de desenvolver tais males do que quem bebe um pouco.

O impressionante resultado se deu por conta do sistema glinfático, uma espécie de sistema de autolimpeza do cérebro, que remove toxinas e ajuda a combater as doenças citadas. O primeiro resultado da pesquisa já era esperado, e sublinha a importância do sono: além de fixar o que aprendemos e melhorar todo o funcionamento do corpo, é durante um bom sono que o sistema glinfático “limpa” o nosso cérebro.

Acontece que a pesquisa também apontou indícios de que o consumo de quantidades baixas de álcool também aumentam as atividades desse sistema. Não adianta, no entanto, encher a cara diariamente para prevenir qualquer demência: segundo as pesquisas, realizadas somente com ratos, a ingestão benéfica equivale a uma taça diária de vinho, capaz de aumentar o funcionamento do sistema glinfático em até 40%.

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*Fonte: hypeness

Fones de ouvido podem me deixar surdo?

O uso de fones de ouvido só aumenta com o crescimento da dependência do uso da tecnologia móvel. Fones de ouvido são muito úteis para você curtir sua música sem incomodar ninguém ou bater papo sem usar as mãos. Você também pode se isolar na sua bolha de som para se concentrar em uma atividade sem distrações sonoras. São extremamente convenientes, não há dúvida. Mas fones de ouvido são seguros para a sua audição? Você deve dar um tempo de vez em quando? Qual é a maneira mais saudável de usar os fones de ouvido?

O som causando perda da audição

O som é um método fundamental que utilizamos tanto para comunicação quanto orientação. Mas seus ouvidos são extremamente sensíveis aos sons que recebe.
As duas estruturas principais do ouvido danificadas pelo som alto

No ouvido há minúsculas estruturas que se parecem com pelinhos conhecidas como células ciliadas. Essas células são especializadas a enviar o som dos ouvidos ao cérebro para processamento. Sons muito altos podem danificar essas células para sempre e o funcionamento da transmissão do som deixa de ocorrer. Outros prejuízos podem ser causados na conexão das células ciliadas com as células nervosas. E adivinha uma causa comum disso: som muito alto.

Como saber se o som está muito alto?

Para você ter uma idéia um soprador de ou um cortador de gramas costumam gerar som a mais de 85 dB. Nesse volume sua audição pode ser danificada se a exposição durar mais de duas horas. Exposição a sons de 105 a 110 dB pode causar danos em apenas cinco minutos. Há pouca chance de sons com menos de 70 dB danifiquem a audição de maneira significativa.

Qual a potência dos fones de ouvido?

Um aspecto fundamental que você não deve esquecer é que os fones de ouvido chegam a 105-110 dB, no máximo. Por que é importante? Porque o volume máximo dos fones ultrapassa o limite em que a audição é danificada tanto em crianças quanto em adultos! Lembre-se que estes dispositivos aparentemente inócuos podem ser usados de maneira danosa para a sua saúde caso esteja exagerando no volume.

Quanto tempo é tempo demais?

O fator volume em dB não é o único prejudicial aqui; o tempo de exposição também conta, e muito. Basicamente, quanto mais alto o som maior o potencial de dano com menos tempo de exposição. Há normas trabalhistas que obrigam empresas a fornecerem protetores auriculares caso a exposição no trabalho seja maior do que 85 dB por oito horas.

Oito horas parece muito tempo! Mas fones de ouvido com som um pouco mais alto que isso alto danificam a audição em menos de uma hora e as situações em que eles são usados por tempos mais longos que esse são bem comuns, você sabe.

Como usar fones de ouvido com segurança e sem danos a sua audição

Se você estiver ouvindo o som em um volume confortável pode continuar ouvindo por tempo ilimitado. Em outros casos a duração do uso deverá ser regulada com a altura do volume do dispositivo.

A audição pode sofrer danos através da combinação entre excesso de volume com e muito tempo de exposição. Portanto essas dicas vão ser úteis para você ter uma audição saudável por mais tempo:

Fique atento ao volume e a quando tempo está ouvindo com os fones.

Depois de uso por longo tempo faça uma pausa e sempre se esforce por ouvir em um volume confortável.

Prepare-se: sempre que participar de um show, balada ou for ao estádio lotado de torcedores leve protetores auriculares. A opção mais simples é barata e feita de espuma viscoelástica que se molda quando é inserido no ouvido.

Se quiser descobrir se já sofre de qualquer perda auditiva, quiser monitorar sua audição ou tiver mais dúvidas sobre o uso de fones não deixe de consultar um otorrinolaringologista.

 

A saúde dos seus ouvidos é tão importante para você quanto complexa. Atos simples pode ajudar a proteger a longevidade da sua audição enquanto usa fones de ouvido. [Harvard Health Publishing]

*Por Marcelo Ribeiro

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*Fonte: hypescience

O Sol é o antidepressivo natural mais eficaz contra a tristeza, sabia?

A deficiência de vitamina D é um dos fatores que causam o desequilíbrio na psique da pessoa e entrar em contato com o Sol, nem que seja por alguns minutos por dia, pode ajudar a resolver essa tristeza que você está sentindo.

Falar sobre os extraordinários benefícios da exposição à luz solar para aumentar profundamente a produção de serotonina, uma substância química do cérebro que é um potente potenciador de humor é fundamental. A pesquisa mais notável sobre esse assunto foi conduzida pelo Dr. Gavin Lambert e seus colegas na Austrália. Eles mediram os níveis de serotonina em resposta a diferentes graus exposição ao Sol.

Para fazer isso, eles coletaram amostras de sangue das veias jugulares internas de 101 homens e compararam a concentração de serotonina no sangue com as condições climáticas e as estações do ano. Os resultados foram perceptíveis: homens que foram medidos em um dia muito claro produziram oito vezes mais serotonina do que aqueles que foram medidos em um dia nublado e cinzento. Eles também observaram que o efeito da luz emitida pelo Sol era imediato. Os níveis de serotonina também foram sete vezes mais altos no verão do que no inverno.

Mas e os medicamentos?

Os medicamentos antidepressivos mais populares também funcionam mantendo os níveis de serotonina altos, mas existem efeitos colaterais alarmantes. A Food and Drug Administration (FDA) indica que medicamentos antidepressivos conhecidos como inibidores seletivos da recaptação da serotonina (ISRSs) podem aumentar a depressão em alguns casos e causar até pensamentos suicidas. Algumas das marcas envolvidas nesses péssimos efeitos colataterais são Paxil, Lexapro, Prozac, Effexor, Zoloft, Wellbutrin, Luvox, Celexa e Serzone, apesar da FDA listar 34 medicamentos, ela também produziu uma lista de vários avisos e informações adicionais sobre esses mesmos medicamentos:

– Os antidepressivos aumentam o risco de pensamentos e comportamentos suicidas em crianças e adolescentes com TDM (transtorno depressivo maior) e outros transtornos psiquiátricos.

– Qualquer pessoa que considere o uso de um antidepressivo em uma criança ou adolescente para qualquer uso clínico deve equilibrar o risco de aumento do suicídio com a necessidade clínica.

– Os pacientes que iniciam o tratamento para detectar piora clínica, suicídio ou alterações incomuns no comportamento devem ser observados de perto.

– As famílias devem ser aconselhadas a observar atentamente o paciente e entrar em contato com o médico ao notar qualquer sinal de mudança.

Como o Sol influencia?

A falta de exposição ao sol em alguns países nórdicos é uma das principais causas de depressão da sua população, na medida em que durante vários invernos são prescritas doses de três meses de vitamina D para combater os efeitos físicos causados ​​pela ausência do Sol.

A deficiência de vitamina D também apresenta sintomas que podem incluir dores musculares ósseas, comprometimento cognitivo em idosos, um risco de asma grave em crianças e infecções respiratórias e estomacais debilitantes.

Só posso obter vitamina D com o Sol?

A deficiência de vitamina D não pode ser combatida com os alimentos, pois eles não contribuem com as quantidades necessárias para equilibrar nosso sistema. Portanto, ele só pode ser tratado com a ingestão em sua versão sintética. A vitamina D é muito difícil de obter através dos alimentos, pois é encontrada apenas em peixes gordurosos, alguns fungos e na soja orgânica. No entanto, a maneira mais eficaz é, sem dúvida, através de ficar em exposição ao Sol, uma vez que é produzido fotoquimicamente na pele a partir do 7-desidrocolesterol.

Alguns dos benefícios do Sol contra a depressão.

A exposição de todo o corpo ao Sol por meia hora pode nos ajudar a produzir entre 10.000 e 20.000 unidades de vitamina D, devido a uma reação com raios ultravioleta.

A melhor maneira de obter os benefícios do Sol, além de combater a depressão, é sair para o parque, fazer pequenas caminhadas, ler ou realizar qualquer tipo de atividade que permita receber os raios do Sol por um tempo e, assim, evitar uma deficiência de vitamina D. Além desse tipo de atividades, isso também ajuda você a se distrair de pensamentos tristes enquanto recebe uma dose de felicidade solar.

Portanto, sempre que puder, fique exposto ao Sol. Claro, não importa a temperatura, use filtro solar.

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*Fonte: asomadetodosafetos

6 alimentos para consumir no inverno

Dar preferência aos produtos típicos de uma estação pode ser um caminho para uma vida mais saudável e sustentável

A ida a uma feira orgânica ou de pequenos agricultores, em comparação com as gôndolas de supermercados, mostra, além de tantas outras, uma diferença marcante em relação a limitação na variedade de produtos. É porque nessas feiras, os produtores respeitam o ciclo da natureza – e os produtos surgem de acordo com a estação vigente no ano.

O respeito ao ciclo natural de amadurecimento dos alimentos, nas condições climáticas ideais, faz com sejam mais saborosos, aromáticos e tenham mais valor nutricional. Isso acontece porque o uso de fertilizantes durante o processo de produção, que permite a presença constante de alimentos fora de suas estações tradicionais, aumentam o teor de água, reduzindo os nutrientes.

Os produtos químicos também estão ligados ao empobrecimento do solo a longo prazo, já que essas plantações necessitam cada vez mais de adubação e de agrotóxicos para se desenvolver. Para o consumidor final, os produtos da estação ainda apresentam o benefício do baixo custo, devido a alta oferta, explica Giovanna Oliveira, nutricionista da Clínica Dra. Maria Fernanda Barca.

Abaixo, listamos alguns produtos típicos do inverno para você acrescentar no seu dia a dia. Mas lembre-se: a quantidade e como fazer isso deve ser acordada com um profissional de saúde de confiança.

Lista de alimentos para o inverno

Brócolis

Uma substância presente nesta verdura, chamada glicosinolato, atenua o acúmulo de gordura no fígado e inflamação – fatores presentes na obesidade e síndrome metabólica. O brócolis também conta com vitamina C – antioxidante natural e aliado na produção de colágeno, o que ajuda a evitar o envelhecimento precoce da pele.

Fonte de vitamina A e K, magnésio e zinco, auxilia na manutenção de ossos saudáveis e, por causa disso, é importante para combater a osteoporose.

Laranja e mexerica

As frutas cítricas, em especial nessa estação mexerica e laranja, contém vitamina C, flavonoides e ácido cítrico. Ou seja, uma combinação capaz de agir contra radicais livres, e de estimular o sistema imunológico. São também antioxidantes e anti-inflamatórios no organismo.

Abóbora, mamão e cenoura

A carotenoide, substância química presente na abóbora, no mamão e na cenoura, é responsável pela coloração desses alimentos. Apresenta potente efeito antioxidante, sendo capaz de reduzir os danos causados pelo estresse oxidativo nas células. O carotenoide é igualmente capaz de promover a melhora da resposta imunológica e reduzir o risco de infecções.

*Por Lucas Vasconcellos

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*Fonte: vidasimples

Pipoca faz bem à saúde e combate o envelhecimento

Popular no mundo inteiro, a pipoca esconde muitos benefícios para a saúde. Além de ser um potente cereal integral, o grão estourado tem altas concentrações de polifenóis, propriedades eficientes no combate ao envelhecimento. Porém, para não prejudicar a boa forma, é preciso ficar longe dos vilões, como a manteiga, o óleo e os corantes.

A quantidade de antioxidantes presentes na pipoca supera até mesmo o milho verde, que apresenta 114mg de polifenóis por porção. Enquanto isso, o grão estourado tem até 300mg da propriedade antioxidante, responsável por aliviar o envelhecimento do corpo. De acordo com nutricionistas estadunidenses, uma porção de pipoca fornece 13% da taxa diária de polifenóis recomendada para um adulto.

E não para por aí: um estudo elaborado nos EUA afirma que uma porção de pipoca oferece mais de 70% da recomendação diária de cereais integrais. Fácil de encontrar, o grão é um dos poucos cereais totalmente integrais e sem nenhum tipo de processamento industrial disponível no mercado, mais nutritivo que os cereais de caixa, barrinhas e até mesmo a granola.

A pipoca pode até ser um lanche sustentável, mas é preciso tomar cuidado. Para manter o corpo sempre saudável e em boa forma, é melhor não comprar o grão estourado nos cinemas e nas ruas, e evitar a pipoca cheia de manteiga, caramelo, corantes e temperos.

Em casa, é preciso abrir mão dos saquinhos para micro-ondas, que têm mais de 40% de gordura. O grão estourado na pipoqueira é um dos modos mais saudáveis, e, agora, vamos ensinar como preparar o cereal sem utilizar óleo de cozinha:

Ingredientes
½ xícara (chá) de milho para pipoca
¼ xícara (chá) de água
Sal a gosto

Modo de fazer
Em um refratário próprio para micro-ondas, coloque o milho para pipoca, água, sal e mexa com uma colher. Cubra o refratário com papel filme e coloque no micro-ondas.

Ligue o aparelho em alta potência por dez minutos, e depois retire o refratário do micro-ondas. Jogue fora o papel filme e sirva a pipoca salgada. Com informações do Treehugger e do Blog da Ana Maria Braga.

*Por Mayra Rosa

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*Fonte: ciclovivo

Síndrome da superioridade ilusória: acreditar-se superior a todos e a tudo, apesar de incompetente

Chamam isso de síndrome da superioridade ilusória ou do efeito Dunning Kruger, típico daqueles que, embora totalmente incompetentes, se consideram superiores a todos, superestimando sua inteligência e conhecimento.

As pessoas que têm essa síndrome acreditam que suas habilidades são muito mais altas que a média, mesmo quando elas claramente não entendem o que estão falando. Elas não têm a humildade de reconhecer sua necessidade de melhoria. Elas também não reconhecem o potencial daqueles que as rodeiam, pois seu egoísmo os impede.

Primeiro sintoma: superestimar seu próprio desempenho. Aqueles que sofrem de superioridade ilusória tendem a acreditar que são preparados e habilidosos, mesmo em setores que eles nem conhecem.

Ao mesmo tempo, e chegando ao segundo sintoma, tendem a subestimar outras pessoas, acreditando que elas são inferiores e, em geral, menos preparadas ou competentes, sem nem se dar ao trabalho de checar. Daí um sentimento de desprezo geral pelas pessoas.

É evidente que o terceiro sintoma é a arrogância ou uma atitude arrogante, devido a essa autoconfiança incondicional, mas ilusória. De fato, a pessoa que sofre desse distúrbio não se dá conta de seus limites, não tem ideia de quais são seus erros e fraquezas.

Quarto sintoma, a incapacidade de ouvir os outros que, não sendo considerados em sua própria altura, nem merecem consideração.

Sem mencionar que esse tipo de pessoa tende a aprender pouco, porque considera que já sabe tudo, quinto sintoma! Característica muito insidiosa que corre o risco de piorar a situação … e incompetência real.

O sexto sintoma é a tendência de impor as idéias. A pessoa que se sente superior não expressa opiniões, é incapaz de manter um diálogo construtivo, porque tende a acreditar em suas próprias “opiniões” verdades absolutas.

O sétimo sintoma é um nível exagerado de autoconfiança, que no entanto esconde uma enorme fragilidade.

Não sabemos o que ignoramos

A que se deve esse efeito? Como explica Dunning Kruger num artigo publicado na revista Pacific Standard, as pessoas menos qualificadas num setor nem sequer têm a experiência necessária para saber o que estão fazendo de errado.

Não só isso: uma mente ignorante não é vazia, e sim repleta de ideias preconcebidas, experiências, fatos, intuições, vieses e pressentimentos, além de conceitos que importamos de outras áreas do conhecimento. Com tudo isso, construímos histórias e teorias que nos dão a impressão de serem um conhecimento confiável.

E, de fato, confiamos nelas: um estudo da Universidade Yale mostrou que a maioria das pessoas não sabe quase nada sobre nanotecnologia. Isso é normal. O que não é tão normal é que quase ninguém hesitava em opinar se os benefícios dessa tecnologia compensavam os riscos.

Como disse Dunning numa ocasião, a conclusão de seu estudo é que desconhecemos os limites de nossa incompetência, não a dos outros. A graça então não é identificar as vítimas desse erro, e sim levar em conta que é muito provável que nós o estejamos cometendo em algum aspecto de nossas vidas, sem nem ao menos saber.

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*Fonte: pensarcontemporaneo

Estudo revela: beber meio litro de cerveja por semana ajuda na memória

De acordo com pesquisadores dos EUA e da China, o consumo moderado de cerveja ajudaria a melhorar nossas propriedades cognitivas, que seriam ainda maiores do que as de quem não bebe. E agora? Como faz?

Desde tempos muito antigos foi nos passado de que o consumo da cerveja pode ser prejudicial, que beber é algo muito ruim e que a ressaca no dia seguinte não faz valer a pena… todas essas coisas podem ser verdade mas, no entanto, a cerveja ainda parece ser a bebida predileta de grande parte do mundo.

E embora todos saibamos que a cerveja dá aquela animada nas festas, também já foi mostrado por vários estudos que ela traz vários benefícios para o nosso corpo.

No mais recente, um grupo de pesquisadores dos EUA e da China apontou, através de um documento publicado no site da Jama Network, que consumir meio litro de cerveja por semana ajuda a melhorar as funções cognitivas relacionadas à memória. Ou seja, ela te ajuda a preservar uma boa memória.

Com base no HRS – um estudo com cerca de 20.000 pessoas de meia-idade e idosos nos Estados Unidos -, concluiu-se que o consumo MODERADO de álcool estava associado a uma melhor função cognitiva geral e também no nível individual em termos de memória das palavras, estado mental e até vocabulário.

Além disso, em comparação às pessoas que não bebiam semanalmente ou bebedores de ocasião, houve menos declínio cognitivo em todos os domínios estudados, o que está de acordo com estudos anteriores realizados sobre o assunto.

Obviamente, devemos levar em conta um detalhe importante: estamos falando de beber moderadamente, e não de pessoas que bebem sem filtro.

É muito importante que este estudo seja interpretado e entendido da maneira correta e saudável – e lembrando que apenas um estudo, então pesquise mais sobre o assunto.

De qualquer forma, um pequeno copo de cerveja antes do almoço ajuda a pensar melhor. Pelo menos é o que diz numa certa música que ouvi outra dia, e agora o estudo corrobora essa vontade!

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*Fonte: asomadetodososafetos

Privação de sono está relacionada à maior consumo calórico diário, mostra estudo

Dormir pouco atrapalha o corpo como um todo: aumenta doenças cardiovasculares, traz mais dores, enfraquece o sistema imunológico e ainda traz danos quando o assunto é emagrecimento! Pesquisadores da Universidade da Pensilvânia concluíram que pessoas que sofrem provação de sono chegam a consumir até 550 calorias a mais no dia. Os resultados desse estudo foram publicados na edição de Julho do jornal Sleep.

Para chegar a essas conclusões os estudiosos recrutaram 225 adultos com idade entre 22 e 50 anos, que ficaram por cinco dias no laboratório do sono da universidade, dormindo apenas das 4 às 8 horas da manhã. Eles podiam comer o que quisessem nesse período, enquanto os monitores do laboratório mantinham um registro dessa alimentação. Enquanto isso, um grupo de controle também foi colocado com a mesma disponibilidade de alimentos, só que dormindo o quanto quisessem.

No fim do período estipulado, eles perceberam que no tempo em que normalmente estariam dormindo, as pessoas consumiam cerca de 550 calorias a mais e davam preferência a alimentos bem mais gordurosos, o que resultou em um maior ganho de peso nesse período.

A conclusão a que eles chegaram é que a culpa está na desregulagem dos hormônios grelina e leptina, responsáveis respectivamente pela fome e pela saciedade, um fato já conhecido. Eles acreditam, inclusive, que fora do laboratório o ganho de peso deve ser maior, já que os voluntários estão expostos a comida de hospital e no dia a dia é mais fácil ter acesso a itens mais calóricos.

Confira os outros prejuízos

Se o emagrecimento não é argumento suficiente para você tentar dormir melhor, confira que outros problemas a privação de sono provoca.

Afeta o emagrecimento

Durante o sono nosso organismo produz a leptina, um hormônio capaz de controlar a sensação de saciedade ao longo do dia. Por isso, pessoas que dormem pouco produzem menores quantidades desse hormônio. Além disso, quem tem o sono restrito produz mais quantidade do hormônio grelina, que provoca fome e reduz o gasto de energia. “A consequência é a ingestão exagerada de calorias durante o dia, pois o corpo não se sente satisfeito”, explica a endocrinologista Alessandra Rasovski, da Sociedade Brasileira e Endocrinologia e Metabologia. Segundo um estudo feito na Universidade de Chicago, pessoas que dormem de seis a oito horas por dia queimam mais gorduras do que aquelas que dormem pouco ou tem o sono fragmentado. A pesquisa afirma que a falta de sono reduz em 55% a queima de gordura.

Impede a conservação da memória

“O sono é uma etapa crucial para o cérebro transformar a memória de curto prazo relevante em memória de longo prazo”, afirma o neurologista André Felicio, da Academia Brasileira de Neurologia. O especialista explica que, durante a noite, o cérebro faz uma varredura entre as informações acumuladas, guardando aquilo que considera primordial, descartando o supérfluo e fixando lições que aprendemos ao longo do dia. “Por esse motivo, quem dorme mal costuma sofrer para se lembrar de eventos simples, como episódios do dia anterior ou nomes de pessoas próximas”, diz.

Enfraquece a imunidade

É durante o sono que acontecem diversos processos em nosso organismo, dentre elas a produção de anticorpos. De acordo com um estudo da Universidade de Chicago (EUA), dormir pouco reduz a função imune e o número de leucócitos, células responsáveis por combater corpos estranhos em nosso organismo. Segundo a pesquisa, quem dormia quatro horas por noite por uma semana tinham os anticorpos reduzidos pela metade, quando comparados aqueles que dormiram até oito horas.

Altera o funcionamento do metabolismo

As mudanças no ciclo do sono podem atrapalhar a síntese dos hormônios de crescimento e do cortisol, já que ambos são produzidos enquanto dormimos. “Os maiores efeitos dessa deficiência são despertar cansado, a dificuldade de raciocínio e a ansiedade, que podem interferir na realização de tarefas do cotidiano, levando a problemas como déficit de atenção, acidentes de trânsito, indisposição física, irritabilidade e sonolência”, diz a endocrinologista Alessandra.

Leva ao envelhecimento precoce

Durante o sono, produzimos hormônios “rejuvenescedores”, como a melatonina e o hormônio do crescimento. “Esses hormônios exercem funções reparadoras e calmantes para a pele, e a falta de sono impede que o corpo descanse adequadamente”, afirma a endocrinologista Alessandra. Os maiores resultados disso são uma pele sem viço e com olheiras. O estresse provocado pela falta de sono também favorece o aparecimento de rugas.

Interfere na produção de insulina

Pessoas com diabetes que tem um sono insuficiente desenvolvem uma maior resistência insulínica, tornando o controle da doença mais difícil. É o que afirma um estudo feito pela Northwestern University, dos Estados Unidos. Os pesquisadores concluíram que portadores de diabetes que dormem mal tinham 82% mais resistência à insulina que os portadores com sono de qualidade. Além disso, a falta de sono adequado pode favorecer o aparecimento de diabetes tipo 2 em quem não tem a doença. “É durante o sono que o corpo estabiliza os índices glicêmicos, por isso quem não tem um sono de qualidade sofre com o descontrole do nível de glicose, podendo desenvolver diabetes”, explica a endocrinologista Alessandra.

Desregula a pressão arterial

A neurologista Rosa Hasan, responsável pelo Laboratório do Sono do Hospital São Luiz, explica que a dificuldade em descansar durante a noite é equivalente a um estado de estresse, aumentando a atividade da adrenalina no corpo. “Uma noite mal dormida deixa o organismo em estado de alerta, aumentando a pressão sanguínea durante a noite”, explica a especialista. Ela afirma que com o tempo essa alteração na pressão sanguínea se torna permanente, gerando a hipertensão.

Afeta o desempenho físico

“Um sono incompleto é uma das principais causas de fadiga ou baixo desempenho motor”, afirma o neurologista André. Quando dormimos profundamente e sem interrupções, nosso corpo começa a produzir o hormônio GH, responsável pelo nosso crescimento, e que começa a ser sintetizado só 30 minutos depois de começarmos a dormir. “O hormônio do crescimento tem como funções ajudar a manter o tônus muscular, evitar o acúmulo de gorduras, melhorar o desempenho físico e combater a osteoporose”, explica a endocrinologista Alessandra.

Prejudica o humor

“A falta de sono faz com que o cérebro não descanse plenamente, prejudicando a comunicação entre os neurônios”, explica o neurologista André. E os neurônios são os responsáveis por produzir os neurônios relacionados ao nosso bem-estar, como a serotonina. “Por isso que um sono deficiente impacta o nosso bom-humor de forma direta, podendo até favorecer quadros de depressão.”

 

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*Fonte: minhavida

A tentativa de transformar o sofrimento em patologia é o grande marketing da indústria dos psicofármacos

A depressão dá lucro: é o que diz a indústria patologizante que medicaliza o afeto, a tristeza, o sono, os amores, o sentimento de vazio e vende uma ideia de bem-estar, mas que, em algum momento, o sujeito terá que lidar com os sentimentos de uma outra forma.

E medicam tanto que não se tem ânimo para sair de casa, cuidar de si, investir numa relação, fazer rupturas e lidar com perdas. E não se trata aqui de negar que existem casos onde a medicalizacão é necessária.

A sensação de melhora rápida adia aquilo que precisa ser dito e reeditado. Os consultórios, que em um momento de Pandemia foram deslocados, estão vivos (on-line) e repletos de pessoas procurando um lugar de escuta e também de fala para suas dores. Eles estão se dando conta de que não dá para ser forte o tempo todo, solucionar tudo, resolver tudo, não chorar, não sofrer… Perceber que a fragilidade faz parte de nós e, portanto, pedir ajuda não é sinônimo de fracasso.

A tentativa de transformar o sofrimento em patologia é o grande marketing da indústria dos psicofármacos, que vende suas tarjas pretas, que limita o sujeito nas suas possibilidades e saídas para o mal-estar. A ideia do normal e do patológico, precisa ser investigado melhor, assim como uma leitura melhor acima dos diagnósticos e seus efeitos para além das cápsulas.

A psicanálise propõe que o sujeito deprimido volte a fantasiar, faça uma travessia, que facilite o acesso ao imaginário, abrindo espaços para que possa falar das suas dores. Expô-las, ao invés de encobri-las. Todo mundo tem algo a dizer, mesmo que por algum tempo isso não lhe venha à lembrança.

*Por Iza Junqueira Rezende

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*Fonte: revistapazes

John Fogerty (Creedence): “eu não vou morrer pelo Donald Trump”

John Fogerty, lendário músico americano e fundador do Creedence Clearwater Revival, não está nem um pouco tranquilo em meio à crise do Coronavírus.

Justamente por isso, o ícone deu uma declaração em que garante que não irá se arriscar e muito menos “morrer pelo Donald Trump“, se referindo por nome ao atual presidente americano. Ele também destacou que “não vai morrer pela economia” e você pode ler tudo que ele falou a seguir (via Rolling Stone):

O Coronavírus é tão real e assustador e ameaçador. Eu ainda não vi uma solução que irá funcionar enquanto procuramos uma vacina. Eu acho que sou mais paciente do que alguns. Eu continuo dizendo à minha família, se fossem leões e tigres andando por aí, você poderia vê-los, então isso te prepara psicologicamente e você percebe que não quer sair e ser imprudente. Toda essa coisa da reabertura é bem assustadora para mim. Eu estou com medo de provavelmente acabarmos andando pra trás. E eu não quero ser o cara que contribui com isso. Você vai a um show com 10 mil pessoas, e aí descobre depois que alguns deles morreram? Eu não acho que nenhum de nós estará realmente pronto até termos uma vacina e as pessoas se sentirem seguras novamente. Eu sou uma pessoa mais velha, e muitas pessoas da minha idade morreram. Talvez algum outro cara ache que é uma boa ideia, mas eu não vou morrer pelo Donald Trump. Eu não vou morrer pela economia. Como você pode ter qualquer tipo de plateia?

John Fogerty e questões sociais

Além de suas visões sobre a pandemia, Fogerty tem se mostrado antenado nas questões raciais. Em um vídeo recente no qual ele toca um clássico de Bill Withers com seus filhos, o músico declarou seu apoio aos manifestantes que tomaram conta dos EUA nos últimos tempos.

Ele ainda deixou bem claro que não se trata de uma questão política, e sim de “direitos humanos” se posicionar em meio a tudo isso. Você pode conferir tudo, inclusive a linda performance em um visual estonteante, por aqui.

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*Fonte: tenhomaisdiscosqueamigos

3 hábitos que aumentam o risco de depressão

A depressão é um transtorno grave que requer a máxima atenção. Infelizmente, muitas pessoas acreditam que é uma condição que deve ser ignorada, pensando que aqueles que estão deprimidos são fracos e que não se esforçam o suficiente para ficar bem. Dizem que isso é um capricho ou uma extravagância como muitas outras. No entanto, o risco de depressão existe para todos.

A depressão não se “cura sozinha”. Pelo contrário: quando os seus efeitos não são tratados no tempo devido, podem levar a um desgaste progressivo e outras doenças mais sérias, tanto física como mentalmente.

O estilo de vida é um fator decisivo para nutrir ou superar os estados depressivos. Os hábitos diários influenciam positivamente ou negativamente essa condição. Alguns hábitos fazem com que você se sinta deprimido com mais facilidade, enquanto outros permitem que os sintomas sejam reduzidos e melhoram o seu humor. Neste artigo falaremos sobre três desses hábitos que aumentam o risco de depressão.

“A depressão é alimentada pelas feridas não cicatrizadas”.
– Penélope Sweet –

Hábitos que contribuem para aumentar o risco de depressão

1. Má utilização do tempo livre

A rotina, especialmente se você vive em uma grande cidade, pode causar um grande desgaste emocional. Todos os dias você está exposto a centenas de estímulos, muitos dos quais são agressivos. Nas grandes cidades existe uma atmosfera de estresse generalizado. Você raramente encontra um rosto amigável e tudo acontece rapidamente.

O tempo livre não é apenas um momento de pausa, mas também um tempo determinante para manter a sua boa saúde mental. O problema é que o mesmo ritmo agitado do dia a dia geralmente nos leva a não saber o que fazer no nosso tempo livre. Muitas vezes, simplesmente buscamos quietude e solidão. É verdade que isso contribui para o descanso, mas também nutre a depressão.

O ideal é que o tempo livre seja utilizado para oxigenar o corpo e a mente. Devemos fazer atividades divertidas e agradáveis; isso renova a nossa energia física e mental, traz vitalidade e melhora o humor. É aconselhável cultivar algum hobby, fazer atividades ao ar livre, praticar esportes.

2. Dormir mal

Nada compensa um sono reparador. Enquanto dormimos, o cérebro dispõe de um tempo para se reorganizar e filtrar as informações. Dormir bem faz parte da higiene mental, mas também da boa saúde. O descanso é fundamental para o corpo e a mente.

Passar a noite “em claro” ou dormir mal afeta o nosso humor. Uma das primeiras manifestações é uma hipersensibilidade, que facilmente se transforma em depressão. Ela se expressa através do desânimo, irritabilidade e falta de energia.

Muitas vezes as dificuldades para dormir são causadas pelos problemas que não foram resolvidos e que se manifestam como ansiedade. Ao mesmo tempo, não descansar adequadamente nos torna mais vulneráveis ​​e torna mais difícil a concentração para resolução dos problemas. Isso forma um círculo vicioso que nos leva à depressão.

3. Descuidar da aparência pessoal

Uma das primeiras manifestações da depressão é o descuido com a aparência pessoal. Isto é um sinal de indiferença consigo si mesmo e com o mundo. Às vezes, são episódios pontuais que se resolvem de forma relativamente rápida. Outras vezes, no entanto, se transformam em uma atitude constante.

É claro que não precisamos nos preocupar exageradamente com o tipo de roupa ou o penteado que usamos. Tomar banho, usar roupas limpas e parecer basicamente arrumado faz parte de uma vida saudável. Isso também se estende ao ambiente, ou seja, dentro da aparência pessoal também se encaixa o cuidado com o espaço onde nos movemos e os objetos que nos rodeiam.

Quando há depressão, tanto a aparência como a ordem do lugar onde vivemos ou trabalhamos passa para um “segundo plano”. As pessoas deixam de lado as suas rotinas básicas de higiene. Da mesma forma, os seus objetos pessoais e móveis são completamente negligenciados. O inverso também é verdadeiro. Cuidar de nós mesmos e organizar o espaço onde vivemos são fatores que melhoram o nosso humor.

A vida nunca está livre de tristezas e dificuldades. Muitas vezes perdemos o interesse em viver e ficamos doentes. Por isso, é importante se cuidar e se proteger, para não permitir que em alguns momentos da vida os sentimentos negativos nos invadam e nos afetem emocionalmente. Adotar hábitos saudáveis e descartar hábitos nocivos é sempre o melhor escudo contra o risco de depressão.

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*Fonte: amenteemaravilhosa

Como acordar cedo todos os dias sem sofrimento?

Uma ótima noite de sono, sem dúvidas, é o primeiro passo para quem quer começar bem o dia com disposição.

No entanto, antes de aprendermos como acordar cedo sem sofrimento, temos que ter consciência de que não é fácil para ninguém no início, isso é um desafio para muitas pessoas.

São inúmeras as explicações dadas por pessoas que não conseguem acordar cedo, desde a preguiça de levantar da cama até a noite mal dormida.

Levando em conta tudo isso, preparamos um material excelente para guiar você, que quer acordar cedo com tranquilidade e iniciar bem o dia.

 

1 – Sinta-se bem pela manhã
Faz parte da rotina de muitas pessoas acordar cedo, e que nem sempre é uma escolha, mas sim uma necessidade.

Talvez seja isso o motivo de muita gente ter dificuldade de acordar pela manhã, às vezes gerando desconforto e estresse perdurando durante o resto do dia.

Apesar disso, algumas pessoas enfrentam o acordar cedo, como uma tarefa leve e inclusive gostam desse momento.

Por isso é importante, antes de querer acordar cedo, se sentir bem, ser otimista e manter o autocontrole.

Não tem como procrastinar, se você quer acordar cedo, faça do jeito certo, sendo assim toda manhã será um momento prazeroso, garantindo que seu dia seja produtivo e feliz.

2 – Tenha uma rotina para dormir e acordar
Primeiramente, devemos entender que para qualquer mudança de rotina que queiramos desenvolver, nosso corpo deve ser treinado, e isso é trabalhado através de hábitos.

Nós temos um relógio interno no corpo, e estabelecer uma rotina de horário para dormir e acordar é fundamental para manter tudo em ordem.

Portanto, é interessante deixar algo bem claro: para acordar cedo, é necessário que você vá dormir mais cedo.

Crie para você uma rotina diária para ir dormir e acordar toda manhã, assim, desenvolverá bons hábitos para seu corpo. Veja como criar um hábito:

Defina seus objetivos. No seu caso, acordar cedo;
Estabeleça início e fim. Faça um teste de 21 dias;
Registre suas conquistas, faça anotações;
Mantenha o controle e a motivação;
Sempre busque ser melhor que o dia anterior.

 

3 – Respeite o seu limite
Certamente você já tenha ouvido que o ser humano precisa dormir uma certa quantidade de horas por noite para que o corpo descanse o suficiente.

Pois bem, isso é verdade, visto que os especialistas recomendam que as pessoas não devam dormir menos que 7 horas por noite. Considerando que a quantidade ideal de horas variam com a idade.

Portanto, é aconselhável:

Crianças dormirem entre 9 e 11 horas por dia;
Adolescente, em torno de 10 horas por dia;
Adultos, de 7 a 9 horas por dia.

 

4 – Aprenda não ser refém do botão soneca
Infelizmente, muitas pessoas acabam apertando o botão soneca no despertador do celular. E isso pode ser prejudicial para a saúde mental.

Após acordar várias vezes com aquele barulho indesejável, você pode acabar acordando estressado ou até perder a hora, utilizando a função soneca.

Veja a seguir como você pode deixar de utilizar a função soneca:

Deixar o despertador ou celular do outro lado do quarto;
Configure vários despertadores. Faça com intervalos de 10 minutos cada;

5 – Abra a janela ao acordar
Uma ótima dica para fazer ao se levantar da cama, é abrir a janela do quarto, e sentir a luz sol. Assim, você vai acordando gradativamente e sem estresse.

Além do mais, fazendo isso você terá a oportunidade de manter seu controle emocional e consequentemente um dia tranquilo, sem sofrer ao se levar da cama.

6 – Faça um planejamento do dia seguinte
Ficar pensando em problemas ao deitar para dormir, consequentemente você irá dormir tarde e pouco, levando para o dia seguinte cansaço e estresse.

É importante evitar preocupações ao dormir, por isso é essencial organizar o próximo dia, assim, ao acordar, você terá tudo em ordem.


7 – Desconecte-se de tudo ao redo
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Evite estar em contato com aparelhos eletrônicos antes de ir dormir. Alguns aparelhos como, computadores e celulares, emitem luzes que prejudicam no processo do sono.

Se você gosta de ler antes de dormir, ótimo, é uma excelente atividade relaxante. Leia um livro, revista ou qualquer outra coisa que não seja eletrônico que emita luz.

8 – Faça exercício e alongamento ao acordar pela manhã
A prática da atividade física é essencial para uma boa saúde do corpo, além de beneficiar na qualidade do sono todos os dias.

Contudo, não é recomendado praticar essas atividades antes de ir dormir, devido a produção de adrenalina no corpo, deixando-o agitado.

Todavia, a prática de alongamento e exercício físico no período da manhã ao acordar, é recomendado, pois ajuda no despertamento do corpo.

Veja alguns exercícios que podem te ajudar:

Agachamento;
Yoga;
Abdominal;
Corrida;
Levantamento de peso.

9 – Tome banho ao acordar
Só o simples fato de você tomar banho pela manhã, faz com que seu corpo elimine a sonolência, assim evitando voltar a dormir.

Faça isso, ao acordar, corra para o banheiro e tome um banho, isso é uma ótima estratégia para despertar. Não precisa ser necessariamente um banho gelado que irá te acordar, apesar de ser mais eficiente.

*Por Cláudio Bernardo

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*Fonte: awebic