Tremor nas pálpebras é sinal de que é preciso desacelerar, dizem médicos

O tremor aparece porque liberamos hormônios ligados ao estresse que vão para o sistema nervoso autônomo; ele é um dos primeiros sinais de que algo não vai bem e que é preciso relaxar.
Quem nunca sentiu aquele famoso tremor nas pálpebras? Algo tão irritante quanto impossível de ser controlado. Pior: pode durar dias, com direito a curtos intervalos. Mas por que isso é tão comum e, ao mesmo tempo, difícil de ser evitado?

A oftalmologista Andrea Lima Barbosa, diretora médica da Clínica dos Olhos São Francisco de Assis (RJ), conta que é extremamente comum pessoas chegarem a seu consultório com essa queixa.

“É sempre preocupante para a pessoa e o correto é procurar um especialista, mesmo. Esse tremor palpebral em episódios é uma luz vermelha avisando que algo não vai bem não só no seu corpo, mas em sua vida”, alerta a médica.

Ela conta que o tremor é um sinal de que a pessoa pode estar no auge do estresse. “Pode ser fadiga, ansiedade, resultado de noites mal dormidas ou problemas pessoais , por exemplo”.

SAIBA AS CAUSAS E COMO TENTAR EVITAR:

Como as causas são diversas, para evitar o tremor involuntário das pálpebras deve-se identificar a mais importante e agir nela:- Fadiga: pode ser causada pelo uso contínuo de computadores ou monitores (síndrome da visão do computador). Nestes casos há necessidade de se intercalar períodos de trabalho com períodos de descanso dos olhos, ou seja, a mudança de foco durante 15 minutos, antes de prosseguir no uso;- Estresse: deve-se tentar evitar ou resolver as condições ou as situações do ambiente de trabalho ou familiar que estejam ligadas ao aumento da ansiedade; pode-se tentar a utilização de medicação relaxante muscular leve, sob indicação médica;- Secura nos olhos: também pode estar relacionada ao uso contínuo de computadores. Usar colírios lubrificantes preventivamente é indicado, assim como aumentar a umidificação do ambiente de trabalho;

– Cafeína: se a causa for associada ao consumo excessivo de cafeína, de bebidas energéticas ou de cigarro, deve-se reduzir ou suspender seu consumo;

– Não identificadas: sugere-se a consulta oftalmológica completa com objetivo de se avaliar a função muscular das pálpebras, a superfície ocular, erros refracionais ou fundo de olho.

Fonte: Norma Allemann, Professora Adjunta do Departamento de Oftalmologia da Universidade Federal de Medicina – UNIFESP.

Estresse

Barbosa explica que o tremor, quase sempre unilateral, aparece porque liberamos hormônios ligados ao estresse que vão para o sistema nervoso autônomo. Estes hormônios levam estímulos para as pálpebras, que passam a ter contrações involuntárias, ou seja, impossíveis de se controlar.

Com ela concorda o oftalmologista Luiz Carlos Portes, ex-presidente e membro do conselho consultivo da Sociedade Brasileira de Oftalmologia. Ele acrescenta alguns outros fatores que podem desencadear o problema: ingestão excessiva de cafeína, carência de vitaminas, idade avançada, excesso de horas em frente ao computador etc.

Ambos enfatizam que o oftalmologista deve ser consultado para descartar qualquer doença, mas o comum é mesmo que tudo não passe de estresse. Porém, se for algo além disso, o paciente será encaminhado para um neurologista, por exemplo.

Portes, porém, avisa que algumas doenças como conjuntivite e olho seco também podem provocar os espasmos. Isso sem contar que pessoas com mal de Parkinson e Síndrome de Tourette (desordem neurológica ou neuroquímica caracterizada por tiques, reações rápidas, movimentos repentinos ou vocalizações que ocorrem repetidamente) também sofrem com esses espasmos.

Procurar o médico

“Por isso é importante consultar um oftalmologista”, enfatiza o médico. Porém, como na maioria dos casos o problema advém mesmo do estresse, ele comenta: “Há pessoas que ao ficarem estressadas, sentem azia. Outras têm dor nas costas e algumas têm este tremor. É difícil, mas é preciso achar um caminho para não sentir tudo isso”.

“Você tem de se perguntar: o que vai fazer da sua vida? Como anda o trabalho e os relacionamentos. Eu indico relaxamento, ioga, meditação, algo para acalmar mesmo. E, na medida do possível, evitar se estressar”, alerta Barbosa.

A médica insiste que é preciso tomar cuidado porque, se a pessoa não se cuidar, poderá desenvolver doenças cardíacas, depressão, ansiedade ou hipertensão, por exemplo.

“É preciso mesmo repensar a vida”, ressalta, acrescentando que ela própria já passou por isso: “Quando eu fazia plantão médico, eu mesma tinha isso com frequência. Era uma época bem estressante para mim”. Portes também já teve o mesmo problema, quando se preparava para o vestibular: “Eram menos opções de faculdades e a pressão era ainda maior. Estudava muito!”.

Como fazer parar?

Uma receita caseira dá conta de que compressas de chá de camomila ajudariam a parar o tremor. “Melhor tomar o chá”, brinca a médica. Porém, ela ensina que gelo é bom, porque anestesia a musculatura.

Já o médico conta que indica ao paciente um relaxante muscular, mas também aconselha a pessoa a ir ao cinema, praticar exercícios e descansar, pois o comum é que o tremor passe quando ela conseguir relaxar. “Se notamos que é algo de ordem pessoal ou depressão mesmo, o correto é encaminhar a um psicólogo ou psiquiatra”

Botox

Se a pessoa tiver o tremor de forma crônica, pode ser algo mais grave. “Existe a doença do espasmo essencial, blefarospasmo, que é rara. É o famoso tique nervoso, a pálpebra fica tremendo o tempo todo. Daí é preciso tratamento com um neuro-oftalmologista que usará injeções de Botox”, conta a médica. A indicação ocorre porque a toxina botulínica paralisa o músculo.

Norma Allemann, professora adjunta do Departamento de Oftalmologia da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), conta que, em alguns desses casos, após diagnóstico diferencial adequado com doenças neurológicas que podem estar associadas, a toxina botulínica é aplicada em forma de injeções e tem duração variável de efeito, entre três e seis meses. “O blefarospasmo é uma condição rara, um tipo de distonia facial, geralmente bilateral e associado a contraturas de outros músculos da face e caracterizado pela impossibilidade de controle voluntário. Pode ser um sintoma de doenças neurológicas e deve ser acompanhado de consulta especializada para diagnóstico”, encerra.

*Por Carmen Guaresemin

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*Fonte: contioutra

Oito dicas para preservar melhor as frutas e prolongar o tempo de consumo

Elas são coloridas, cheirosas e saborosas. São também ricas em vitaminas, minerais e fibras alimentares que, juntas, ajudam a regular o organismo. E se você acha que os benefícios se restringem ao interior do corpo, é importante acrescentar à lista que as frutas possuem ação antioxidante, ou seja, são capazes de combater os radicais livres, moléculas responsáveis pelo envelhecimento das células, permitindo-nos ter uma aparência mais saudável e jovem.

Não é preciso ser fitness para saber que o consumo de frutas no dia a dia é essencial. A melhor opção é consumi-las in natura e, para a rotina acelerada das grandes cidades, a dica é guardá-las já higienizadas para facilitar na hora do consumo. Para conservá-las, Carlos Ribeiro, diretor da Snack Frutas, especializada no delivery de frutas frescas para empresa, separou algumas recomendações que podem ajudar a prolongar o tempo de consumo.

  1. Armazená-las já higienizadas pode ser uma vantagem para quem tem o dia a dia mais corrido. Nesses casos, a dica é remover as partes deterioradas e imergir as frutas em solução clorada por 10 a 15 minutos, seguida de uma lavagem em água corrente.
  2. É primordial que, ao colocar na geladeira, elas estejam todas secas, pois a umidade faz com que amadureçam muito mais rápido.
  3. Estando os hortifrútis totalmente secos (e essa dica vale também para verduras e legumes) é possível, então, acondicioná-los em sacos plásticos ou recipientes com tampas.
  4. As únicas frutas que entram numa lista de exceção são as maçãs e pêras, que, para se manterem mais frescas, podem dispor de um pouco de umidade. O recomendado, depois de borrifar água, é guardar com um guardanapo branco sobre elas.
  5. As maçãs e pêras também devem ser armazenadas separadamente, pois liberam gás etileno, substância que favorece o amadurecimento dos alimentos mais próximos.
  6. Famosas pelos benefícios ao coração, já que reduzem a coagulação sanguínea, as uvas requerem certos cuidados especiais na hora de ser armazenadas. A dica aqui é cortar os cachos em tamanhos menores para favorecer a circulação de ar entre elas e deixá-las secar bem, para evitar, assim, o aparecimento de bolores.
  7. Qualquer alimento ao ser congelado sofre alterações sensoriais, como do paladar e odor. Por isso, o ideal é que as frutas sejam consumidas in natura, a não ser que tenham como finalidade se transformar em geleias, sucos ou vitaminas. Nesses casos, maracujá, acerola e morango, por exemplo, são as que melhor preservam as propriedades.
  8. A banana é a única fruta que não pode ser refrigerada e, para retardar o amadurecimento, é possível enrolar o cabinho com papel alumínio/papel filme ou mantê-las dentro de sacos de papel pardo.

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*Fonte: ciclovivo

Como a visão se transforma ao longo dos anos? A gente te conta!

Ahhh… crescer. Inevitável, mas maravilhoso. Com o passar dos anos vêm aventuras, aprendizados e transformações. A visão é uma dessas mudanças, que certamente teremos que enfrentar. Mas, você sabe como ela acontece ao longo dos anos? Aqui contamos para você, veja só! Dessa forma, você não vai ser pego desprevenido.

 

>> Dos 0 aos 40 anos

Existem 3 erros refrativos que podem ocorrer nesta fase:

Miopia: A visão fica turva ou borrada para objetos distantes e nítida para objetos próximos. Esta condição se desenvolve na infância e pode ser corrigida com a ajuda de lentes de contato ou óculos.

Astigmatismo: faz com que os objetos fiquem borrados ao serem vistos na curta, meia e na longa distância. Em muitos casos esta condição é congênita e pode ser tratada com o uso de lentes de contato ou óculos. Dificilmente requer cirurgia.

Hipermetropia: O olho não consegue focalizar objetos próximos e, em alguns casos, as pessoas com alta hipermetropia também não conseguem focalizar os objetos distantes. Da mesma forma que as condições anteriores, pode ser tratada com a ajuda de lentes de contato.

 

>> Dos 40 aos 50 anos

A partir dos 40 anos de idade, o olho começa a passar por muitas mudanças e podem aparecer várias condições relacionadas à fadiga visual, como as que seguem logo abaixo:

Presbiopia: Dificuldade de enxergar claramente objetos próximos ou letras muito pequenas. Ocorre gradualmente ao longo da sua vida, mas fica mais evidente quando você chega nos 40 anos. A presbiopia também pode ser tratada com lentes de contato.

Olho seco: Esse distúrbio acontece quando os olhos diminuem a produção das lágrimas e, como resultado, coçam, ardem ou ficam vermelhos. Com a ajuda de lubrificantes ou lentes de contato com tecnologia de umectabilidade, diga adeus ao problema!

 

>> Dos 50 aos 60 anos

Nesta idade, as doenças oculares ficam mais severas e podem também desenvolver degeneração macular relacionada à idade.

Degeneração macular: ela acontece devido ao desgaste da mácula, a parte do olho especializada na visão dos detalhes. Quando é danificada, torna-se mais difícil ler, reconhecer rostos e enxergar claramente.

 

>> Dos 60 anos em diante (terceira idade)

Nesta fase da vida é quando deve se dar mais atenção ao cuidado dos olhos, com visitas frequentes a um especialista, pois é quando é mais comum apresentar as seguintes doenças:

Glaucoma: Esta patologia é provocada pelo aumento da pressão intraocular que danifica o nervo óptico que conecta o olho com o cérebro. Se não for detectada precocemente, pode até provocar a perda permanente da visão.

Catarata: é uma patologia na qual o cristalino do olho é afetado, tornando a visão turva. Esta doença está relacionada à idade e é muito comum que se apresente por volta dos 80 anos.

Como você acaba de ler, a visão muda com o tempo, e também mudam nossos olhos. Portanto, não importa se você tem 20, 40 ou 60 anos, visite e consulte regularmente o seu oftalmologista, pois ele é o responsável pelos cuidados da sua saúde visual.

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*Fonte: vix

Estudo prova que ser “esquecido” é, na verdade, um sinal de inteligência acima da média

Ter uma falha de memória é algo que não dá jeito nenhum na escola, quando estamos a realizar multiplicações matemáticas complicadas de cabeça… Pode também ser algo bastante útil quando estamos no local de trabalho, e nos tentamos recordar do nome de um colega…

Dito isto, esquecermo-nos de nomes, ou termos pequenos lapsos de memória é algo que acontece aos melhores!

Contudo, quando nos acontece, sentimo-nos sempre um pouco atordoados. Afinal de contas, não há nada pior do que nos deslocarmos ao supermercado ou à mercearia com um propósito e esquecermo-nos do que fomos lá fazer. Se, como todos nós, também tu te questionas porque te esqueces de pequenas coisas, a resposta é muito simples: não há nada de errado contigo.

Na verdade, um estudo divulgado, recentemente, pelo jornal científico Neuron Journal sugere que o esquecimento é um processo natural do cérebro que pode, até, tornar-nos mais inteligentes no final do dia!

O estudo, conduzido por um professor da Universidade de Toronto concluiu que ter uma memória perfeita não está, em nada, relacionado com o facto de ter mais ou menos inteligência. Na verdade, esquecermo-nos de pequenas coisas é algo que vai ajudar-nos a tornarmo-nos mais inteligentes.

Tradicionalmente falando, a pessoa que lembra sempre de tudo e que tem uma memória sem falhas, é tida como uma pessoa mais inteligente. O estudo, no entanto, conclui o contrário: as pessoas que têm pequenas falhas de memórias podem, a longo prazo, tornar-se mais inteligentes.

Os nossos cérebros são, na realidade, muito mais complexos do que pensamos. O hipocampo (a zona onde guardamos a memória), por exemplo, precisa de ser ‘limpo’, de vez em quando. Na verdade, como a CNN colocou a questão pode ajudar-te a entender:

“Devemos agarrar-nos ao que é importante e deixar fora o que não é.” Isto faz sentido quando pensamos, por exemplo, em como é importante lembrarmo-nos do rosto de uma pessoa, em detrimento do seu nome. Claro que, em contexto social serão sempre os dois importantes, mas se falarmos num contexto animal, o rosto será fundamental à sobrevivência e o nome não.

Portanto, o cérebro não só filtra o que é importante, como descarta o que não é, substituindo-o por memórias novas. Quando o cérebro está demasiado cheio de memórias, o mais provável é que entre em conflito na altura da tomada eficiente de decisões.

Reter grandes memórias está a tornar-se para nós, humanos, cada vez mais complicado, resultado do uso cada vez mais frequente das novas tecnologias e do acesso à informação. É mais útil para nós sabermos como se escreve no Google a expressão para procurar como se faz uma instalação de banheira do que é recordar como se fazia há 20 anos.

Portanto, não há qualquer problema ter pequenas falhas de memórias. Da próxima vez que te esqueceres de alguma coisa, lembra-te: é perfeitamente normal, é o cérebro a fazer apenas o seu trabalho!

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*Fonte: fasdapsicanalise

Conheça 6 “falhas de projeto” do corpo humano

Por mais que os gregos acreditassem que somos matematicamente perfeitos, as coisas não funcionam bem dessa maneira. Nosso corpo evoluiu durante muito tempo para chegar ao ponto atual, mas o processo ainda continua.

Todos os objetos que utilizamos no dia a dia foram criados considerando nossas limitações físicas, por isso podemos achar que não existe espaço para aperfeiçoamento. Não que isso seja a coisa mais simples e rápida de se fazer, mas o Nautillus listou 6 “falhas” no nosso projeto e como poderíamos otimizar esses pontos (quando viável):

1. Coluna torta

Quando passamos a andar sobre duas pernas, nossa coluna vertebral precisou se adaptar. Com a locomoção utilizando quatro membros, ela funcionava como um arco, suspendendo de forma eficaz os órgãos internos. Com o tempo, a nossa postura passou a ser ereta, comprimindo a coluna e forçando-a a adquirir um formato irregular atual, para absorver melhor os esforços gerados pela nova posição de deslocamento.

Levando em conta a eficiência, seria melhor andar novamente em quatro membros, de modo que ela funcionasse novamente como um arco único, mas acreditamos que um pouco de dor nas costas seja um preço baixo a se pagar para andar sobre duas pernas.

2. Joelho travado

Por mais incrível que nossa anatomia seja, possuímos diversos pontos extremamente frágeis que, se atingidos da maneira incorreta, podem causar grandes problemas. Um belo exemplo disso é o nosso joelho, um dos principais responsáveis pela nossa capacidade de andar. Sua flexibilidade para frente e para trás é incrível, tornando a realização de corridas e saltos algo trivial, mas qualquer pancada mais forte na lateral pode acabar com essa mobilidade.

A melhor forma de aperfeiçoar essa junta tão importante seria utilizando o mesmo tipo de ligação que existe no nosso ombro. Com isso os, movimentos estariam liberados em todas as direções, e talvez surgisse uma nova modalidade olímpica: corrida lateral.

3. Testículos muito expostos

Todo homem, pelo menos em uma oportunidade, já sofreu um impacto em áreas não recomendáveis e teve sua vida passando como um filme, enquanto sentia a dor paralisante. Manter um órgão tão sensível e importante pendurado é uma falha grave de projeto, mas qual seria a solução?

Apesar de parecer incoerente, segundo o psicólogo evolucionista Gordon Gallup, da Universidade Estadual de Nova York, o distanciamento dos testículos é necessário para que eles consigam permanecer aproximadamente 1,5 °C mais frios que a temperatura do corpo humano. Isso faz com que os espermatozoides sigam inativos, até que entrem em contato com o interior da vagina e deem início ao processo de fertilização do óvulo.

A solução, segundo Gallup, seria equalizar a temperatura dos espermatozoides com a do corpo humano, mas aumentar a da vagina, passando para ela a função de ativar as células reprodutivas.

4. Dentes demais

Ao mesmo tempo que um cérebro maior fez com que aprendêssemos a cozinhar, o espaço para os dentes foi diminuindo cada vez mais. Por isso, é muito comum a retirada do siso, ou “dente do juízo”, já que não temos necessidade de mastigar alimentos tão duros quanto antigamente.

Essa já é uma atualização em andamento, pois atualmente 25% das pessoas nascem sem eles. Nosso desenvolvimento científico também tornou a extração deles bem simples – relativamente –, quando necessário. Parece que o cérebro saiu ganhando nessa.

5. Caixa de som reposicionada

As aberturas da traqueia, responsável pela respiração, e do esôfago, encarregado da alimentação, se encontram próximo da nossa boca. Para evitar acidentes, que às vezes são inevitáveis, existe a epiglote. Ela é responsável por fechar o canal da respiração enquanto estamos comendo ou bebendo, cumprindo seu papel com primor e de forma automática, na maioria das vezes.

Uma alternativa seria alterar o sistema para funcionar como nas baleias, onde a laringe termina em um buraco na cabeça. O pequeno detalhe é que perderíamos a capacidade de falar, então esse é um upgrade que ainda precisa de aprimoramentos.

6. Cérebro mal-otimizado

Nosso cérebro pode se adaptar aos mais diversos tipos de situações e traumas com uma flexibilidade invejável. Mas, segundo o psicólogo Gary Marcus, ao mesmo tempo que novas funções foram adicionadas, as antigas não foram otimizadas, pois precisavam se manter ativas durante o processo de evolução. Isso criou soluções alternativas que, segundo ele, podem ser associadas a um ambiente de trabalho disfuncional.

Nesse panorama, os jovens (prosencéfalos) lidariam com as tecnologias inovadoras, como a linguagem, enquanto a velha guarda (o mesencéfalo e o rombencéfalo) supervisionaria a memória institucional, além da caixa de fusíveis no porão. Essa “diferença de gerações” seria a causa de problemas como depressão, loucura e memórias não confiáveis. E ele não tem uma sugestão de melhorias para isso.

 

 

 

 

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*Fonte: megacurioso

Um em cada dois brasileiros não se exercita o suficiente, diz OMS

Estudo Organização Mundial de Saúde (OMS) divulgado nesta terça-feira confirma que o brasileiro – apesar do fenômeno das “musas fitness” e da rápida expansão das academias nas médias e grandes cidades – se exercita menos do que deveria.

O levantamento, feito com dados coletados nos últimos 15 anos, revela que praticamente uma em cada duas pessoas em idade adulta (47%) no país não pratica atividades físicas suficientemente.

Entre as mulheres, a ociosidade é ainda maior que a média, 53,3%, enquanto a prevalência de inatividade entre os homens é de 40.4%.

No mundo todo, 1,4 bilhão de pessoas que correm risco de saúde por causa da ociosidade, que pode aumentar a propensão ao desenvolvimento de doenças cardiovasculares, por exemplo, diabetes do tipo 2, demência e de alguns tipos de câncer.

Para chegar à estimativa, o órgão da ONU computou dados de 168 países e revisou 358 pesquisas populacionais feitas entre 2001 e 2016, sondando 1,9 milhão de pessoas.

No contexto global, o Brasil se encontra no grupo de países onde há maior ociosidade, superando nações como os Estados Unidos (40%), o Reino Unido (36%).

O estudo define como “atividade física insuficiente” o descumprimento da recomendação padrão da OMS, que aconselha que seja praticado pelo menos duas horas e meia de esforço moderado por semana ou 75 minutos de atividade intensa.

Em nível mundial, a falta de exercícios é um mal que atinge 32% das mulheres e 23% dos homens adultos.

Essa discrepância entre os sexos é um problema cultural, segundo os médicos da OMS, e revela uma questão de desigualdade. “Mulheres enfrentam mais barreiras sociais e culturais para participar de atividades físicas, particularmente nas horas de lazer”, afirma Melody Ding, da Universidade de Sydney, na Austrália, coautora do estudo.

As tendências foram organizadas por regiões e, no caso da América Latina e Caribe, o estudo concluiu que houve uma piora significativa no intervalo de 15 anos pesquisado.

De 2001 a 2016, a parcela ociosa da população saltou de 33,4% para 39,1%.

A Oceania, onde apenas 16,3% da população se exercita pouco, foi a região mais bem colocada. Só foi registrada melhora, contudo, no leste e sudeste da Ásia, onde a proporção de pessoas inativas caiu de 26% em 2001 para 17% 15 anos depois. A boa notícia se deve principalmente à popularização do hábito de se exercitar entre os chineses.

Os países ocidentais ricos, de maneira geral, apresentaram piora nos níveis de sedentarismo, que passou de 30,9% em 2001 para 36,8% em 2016.

Inatividade física e dinâmica de desenvolvimento

“Diferentemente de outros grandes riscos à saúde, os níveis insuficientes de atividade física não estão diminuindo mundialmente. Na média, um quarto dos adultos não está alcançando os níveis de atividade física recomendados para uma boa saúde”, alertou a principal autora do estudo, a médica Regina Guthold.

Citado no estudo da OMS, o pesquisador brasileiro e reitor da Universidade Federal de Pelotas, Pedro Hallal, acredita que o conceito de “atividade física insuficiente” não é a melhor forma de tentar expressar o nível de ociosidade física em uma determinada população.

Ele avalia que o mais correto seria falar em “inatividade física”, e questiona as conclusões do estudo, que classifica como redundantes quando confrontados com levantamentos anteriores feitos pelo professor James F. Sallis, da Universidade da Califórnia em San Diego.

Hallal reconhece, porém, que o documento da OMS tem o mérito de destacar que “efetivamente não estamos conseguindo lidar com a pandemia de inatividade física”.

“A população não está se tornando mais ativa com o passar do tempo, e isso é extremamente preocupante, ainda mais pelo fato de que 5,3 milhões de mortes por ano no mundo são causadas pela inatividade física”, disse à BBC News Brasil, citando estudo de I-Min Lee, de Harvard, publicado na revista The Lancet em 2012.

O pesquisador gaúcho observa que há um contraste entre países muito pobres e ricos. Nos primeiros, os indivíduos são fisicamente ativos em suas tarefas diárias, fazendo deslocamentos a pé ou de bicicleta para o trabalho e se engajando em tarefas domésticas intensas.

Já em boa parte dos países mais desenvolvidos, os hábitos de transporte estão relacionados ao uso de veículos motorizados e o trabalho não envolve esforço. Isso leva a uma situação de sedentarismo que, se não for compensada com a prática de esportes, resulta em problemas de saúde.

“Quando os países começam a se desenvolver, essas atividades físicas que são mais obrigatórias do que voluntárias diminuem, e permanece apenas a atividade física de lazer. Acontece que a atividade de lazer ainda é procurada por muito pouca gente no mundo”, diz.

“Por isso a tendência é que esses dados piorem ao longo dos anos, porque, quando as pessoas dos países pobres começarem a ter mais recursos financeiros, elas vão sair da ocupação que exige atividade”.

Hallal pondera, porém, que elas não adotarão necessariamente a prática da atividade recreacional se não houver um incentivo a isso.

Políticas públicas e norma cultural

A OMS teme que o objetivo global de reduzir os níveis de inatividade em 10% até 2025 não será atingido se novas medidas não forem implementadas – políticas públicas para a promoção de atividade física regular, por exemplo, que impulsionem mudanças de hábitos.

“A gente precisa que a população incorpore a prática no seu cotidiano, e não como uma coisa pontual, só antes do verão”, diz Hallal. “Não adianta dizer: ‘eu jogo futebol com meus amigos às terças-feiras’. Isso não é ser ativo fisicamente”, critica.

“Precisamos que as pessoas incorporem o hábito de fazer atividade regularmente. Esse é o grande desafio da população brasileira nesse sentido. As grandes medidas que têm eficácia para aumentar o nível de atividade física são estruturais e ambientais”, afirma o reitor.

A construção de parques, academias populares, calçadões de orla e ciclovias são alguns exemplos de políticas públicas citados por Hallal como medidas que comprovadamente trazem resultados.

“Não vamos resolver o problema da inatividade física com academias privadas. Isso vai melhorar a vida dos 5% mais ricos da população. Para atingir os 95% restantes, precisamos mesmo é de políticas coletivas, especialmente as que atingem a questão do meio em que vivemos”.

A brasileira Fabiana Rodrigues de Sousa Mast, doutora em ciências esportivas pela Universidade de Basileia, pesquisou o uso desse tipo de infraestrutura pelas mulheres na comunidade da Cidade de Deus no Rio de Janeiro.

Ela concluiu que instalações públicas, ainda que em condições precárias, nitidamente favorecem uma maior prática de exercícios e melhoram a qualidade de vida da população.

“Precisamos focar em construir um ambiente, particularmente em áreas sociais vulneráveis, se quisermos atingir os níveis de atividade física necessários para conquistar indicadores de saúde desejáveis”, diz Sousa Mast.

“Quando falamos da promoção de atividade física na esfera global, falamos de política pública e de norma cultural. É como no caso de Amsterdã, por exemplo. Hoje a norma cultural em Amsterdã é andar de bicicleta. No dia que a gente chegar a um estágio onde a atividade está incorporada na rotina, o problema já vai ter diminuído consideravelmente”, conclui Hallal.

*Por Marina Wentzel

 

 

 

 

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*Fonte: bbc/brasil

Quanto mais transar, mais tempo irá viver, aponta estudo

Transar traz diversos benefícios para a saúde. Pesquisas anteriores relacionam o sexo ao bom humor e uma maior qualidade de vida. E agora, um novo estudo aponta que quanto mais transarmos, mais tempo teremos de vida.

Como o estudo foi feito

O estudo foi dividido em duas fases: Na primeira, 918 homens com 45 a 59 anos de idade foram entrevistados sobre seus hábitos sexuais. Uma década depois, estes mesmos homens responderam a uma série de perguntas sobre a frequência em que transavam.

Os pesquisadores concluíram que os homens que transavam ao menos duas vezes por semana reduziram suas taxas de mortalidade pela metade.

A segundo fase do estudo contou com a participação de 129 mulheres com idades entre 20 e 50 anos. Elas responderam perguntas sobre suas vidas amorosas e o quanto elas estavam satisfeitas.
Saiba mais: Massagem tântrica: o que é, como é feita e depoimentos

Após análise biológica, os cientistas descobriram que as mulheres que transavam mais e tinham uma vida amorosa satisfatória, apresentavam maiores telômeros, uma espécie de “capa” que protege os cromossomos, fazendo com que tenhamos um aumento em nossa expectativa de vida.

Conclusões

Os cientistas também afirmam que o sexo potencializa o sistema imunitário ao incentivar a produção de células que combatem doenças.

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*Fonte: minhavida

12 alimentos que você compra e replanta pra sempre

Você já pensou em ter seus alimentos à disposição sempre que precisar? Ou em consumir alimentos sem agrotóxicos e químicas?

Então você vai adorar essa dica! E além de fácil e simples, você ainda economiza dinheiro, e tem seus alimentos preferidos na cozinha de sua casa!

Você só vai precisar de um pouco de terra e alguns vasinhos.Veja a lista de 12 alimentos que você pode cultivar em sua própria casa:

Cebola
Coloque a cebola em um recipiente com água, e espera até que as raízes e as hastes comecem a aparecer. Assim que as raízes e as folhas tiverem com um tamanho satisfatório (5 ou 10cm), você poderá replantá-las em um vaso grande e com terra preparada, em um local que receba bastante luz solar.

Erva Cidreira
Coloque uns 5 talos e deixe em um recipiente com água até criar raízes. Depois disso, passe para um vaso com terra preparada. Ela suporta bastante Sol, e pode ser regada normalmente.

Alho-poró
Corte no talo (5cm) e coloque em um recipiente com água, mas não muito fundo. Coloque palitos como mostra na imagem, pra que ele fique quase boiando, e nunca deixa a água evaporar. Se for verão, você poderá plantá-lo assim que tiver bastante raízes, e claro, em um local que receba luz solar.

Acelga
Corte no talo (5cm) e coloque em um recipiente com água por alguns dias. Depois, é só plantar em um vaso grande com furos em baixo pra drenar a água.

Aipo (salsão)
Corte-o no talo (5 cm) e deixe em um vasilha com água. Umedeça a parte de cima da planta para não secar. Deixe em um local ensolarado, e logo as folhas amarelas começarão a brotar. Depois, as folhas ficarão verdes. Depois de ter novas folhas, aguarde uma semana para plantar em um vaso com furos em baixo. Em breve terá talos de salsão o ano todo!

 

 

 

 

 

 

Alface romana
Basta pegar a cabeça do alface e colocá-la num recipiente com água em um local que receba luz solar. Esse é bem fácil!

Cenouras
Assim como mostra na imagem, você usará a cabeça da cenoura que geralmente tem algumas folhas. Coloque-as num recipiente com água, onde receba luz do Sol. Depois das folhas terem crescido, você pode plantar em um vaso grande. Mas lembre-se sempre de cobrir toda a cenoura, deixando pra fora somente as folhas.

Alho
Basta escolher alguns dentes de alho e colocá-los em um copo com água.Assim que nascer os brotos, espere até que ele atinjam um tamanho de aproximadamente 10 cm. Se preferir, pode mantê-los na água mesmo, ou então, plantá-los em um vaso. Misture um pouco de areia com a terra, e cubra toda a cabeça do alho, deixando pra fora apenas as hastes. O cultivo do alho diretamente na água é mais fácil, mas aí vai de cada um. Logo você terá alhos sempre que desejar!

Alecrim
Separe umas três hastes e corte com uns 10 ou 15 centímetros. Retire flores caso tenha, e coloque em um copo de vidro com água, e deixe em um local que receba luz do Sol, trocando a água a cada dois dias. Quando as raízes tiverem com tamanho de aproximadamente 2 centímetros, você deverá plantar em um vaso com furos em baixo. De preferência, use uma mistura de 2/3 de areia grossa e 1/3 de terra musgo. Essa planta não gosta de muita água. Essa mesma técnica pode ser usada com outras plantas, como o coentro.

Hortelã
Separe umas três hastes e corte com uns 10 ou 15 centímetros. Retire flores caso tenha, e coloque em um copo de vidro com água, e deixe em um local que receba luz do Sol, trocando a água a cada dois dias. Quando as raízes tiverem com tamanho de aproximadamente 2 centímetros, você deverá plantar em um vaso grande, com furos em baixo, pois não pode encharcá-lo, mas também a terra não pode ficar seca em momento algum.

Manjericão
Separe umas três hastes e corte com uns 10 ou 15 centímetros. Retire flores caso tenha, e coloque em um copo de vidro com água, e deixe em um local que receba luz do Sol, trocando a água a cada dois dias. Quando as raízes tiverem com tamanho de aproximadamente 2 centímetros, você deverá plantar em um vaso médio, pois ele precisa de espaço e Sol. Depois disso, você terá manjericão sempre que precisar!

Cebolinha
Separe aquela parte branca com um pedaço do cabinho verde. Coloque em um copo com água, cobrindo a parte branca em cerca de 2,5 centímetros e deixe em um local que receba luz do Sol. Logo você terá cebolinhas sempre que precisar Se desejar, após fazer o primeiro processo, você pode plantá-las em um pequeno vaso.

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*Fonte: curtoecurioso

A saúde melhora quando se vira vegano?

Recentemente, tem aumentado o número de pessoas que aderiram às dietas vegetariana e vegana – tendência alimentada principalmente por preocupações com a saúde, com o bem-estar dos animais e com o meio ambiente.

Segundo pesquisa Ibope deste ano, 14% dos brasileiros (cerca de 30 milhões de pessoas) se dizem vegetarianos.

A pesquisa também apontou o interesse da população por mais produtos veganos, aqueles sem qualquer ingrediente de origem animal. 55% dos entrevistados disseram que consumiriam mais produtos desse tipo.

Os veganos não consomem nenhum tipo de carne ou produtos derivados de animais, como leite, ovos, gelatina ou mel.

Mas, além do ativismo em defesa dos direitos dos animais, existe algum benefício do veganismo à saúde?

Para a nova temporada do programa da BBC Confie Em Mim, Sou Médico, o médico e apresentador Giles Yeo decidiu seguir uma dieta vegana por um mês e checar os efeitos em sua saúde e estilo de vida.

Os grandes desafios

Como Yeo descobriu, um dos aspectos mais difíceis para os veganos são produtos que parecem não ter procedência animal, mas que na realidade têm derivados dos animais.

Está claro que carnes, ovos e leite não são adequados para veganos, mas e o vinho? Fabricantes de algumas bebidas alcoólicas usam espinhas de peixe ou proteínas animais como parte do processo de produção.

Exemplos como esse exigem atenção constante para não consumir acidentalmente produtos de origem ou derivado de animais.

Outro desafio dos veganos é substituir a carne e produtos animais por uma alimentação também rica em nutrientes importantes e indispensáveis, como vitamina D, cálcio, ferro, ômega-3 e proteínas.

Para conseguir a vitamina D, por exemplo, bastante presente em ovos e carnes, os veganos consomem alimentos fortificados, como leite de soja, leite de arroz, suco de laranja e cereais. Além disso, nutricionistas recomendam o uso de suplementos alimentares.

Também é comum veganos sentirem falta de iodo, encontrado de maneira natural em produtos lácteos e pescados. Por isso, consumir suplementos ricos em iodo pode ser uma alternativa.

Já a vitamina B12 é uma das maiores preocupações entre os veganos, pois ela só é encontrada em alimentos de origem animal, como carne, leite e ovos. Para consumi-la, os veganos precisam de produtos fortificados.

Veganismo é saudável?

Uma análise da Universidade de Florência, na Itália, examinou o resultado de dez estudos sobre o veganismo. A resposta é que sim, a dieta vegana pode ser saudável.

Mas existem nuances.

Acadêmicos da universidade italiana compararam a saúde pessoas vegetarianas e veganas com as de pessoas onívoras (quem come de tudo). Concluíram que a alimentação de base vegetal dos veganos e vegetarianos ajuda a diminuir a incidência de câncer e problemas no coração.
Image caption O médico Giles Yeo sentiu mais falta de comer ovos durante seu mês como vegano

No caso do câncer, os acadêmicos dizem que o risco de incidência da doença diminui em até 15% com a dieta vegana e 8% com a vegetariana.

No entanto, eles não encontraram diferença nas taxas de mortalidade. Isso significa que, segundo esse estudo, ser vegetariano ou vegano garante uma saúde melhor, mas não necessariamente aumenta a expectativa de vida.

Esse estudo, no entanto, não tem alto padrão de metodologia científica, no qual a pesquisa apresenta um grupo de controle e os participantes são aleatoriamente escolhidos para uma ou outra dieta.

Na verdade, os pesquisadores quiseram descobrir as diferenças dos veganos e vegetarianos em relação às pessoas que comem carne. Eles ressaltam, também, a possibilidade de que os veganos tenham mais cuidado com a saúde do que as pessoas em geral. Assim, é possível que as diferenças nos indicadores de saúde estejam não apenas associada à dieta, mas também a outros fatores de comportamento.

E como se saiu o médico Yeo em seu mês vegano?

Depois de seguir uma dieta vegana por um mês, Giles Yeo perdeu quatro quilos. Além da cintura mais fina, seu nível de colesterol caiu em 12%.

Mas ele manteria uma dieta vegana no futuro?

“Para mim, foi uma grata surpresa”, diz. “Não planejo me tornar totalmente vegano, mas a partir de agora pretendo não consumir produtos de origem animal por alguns dias do mês.”

“Devo admitir que, no começo, foi um pouco estressante ser vegano. Mas, depois de aprender algumas receitas, deu tudo certo e acabei gostando. Para mim, a chave não é preparar versões veganas de pratos que eu normalmente faria, mas sim optar por receitas criadas para serem veganas”, diz.

“O que mais fez falta foram os ovos, mas esperava que seria mais difícil.”

*Por Michael Mosley

 

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*Fonte: bbc/brasil

Estudo liga exposição crônica à poluição a redução nos níveis de inteligência

A exposição crônica à poluição do ar está associada a danos à inteligência, revela um novo estudo conduzido por pesquisadores da China e dos Estados Unidos.

A pesquisa identificou que a relação entre poluição e performance cognitiva aumenta com a idade e afeta especialmente homens com menor nível de educação.

Foram usados dados de 20 mil pessoas que vivem na China e que, em 2010 e 2014, fizeram testes de matemática e de linguagem como parte da CFPS (sigla em inglês para Painel de Estudos da Família da China), uma pesquisa nacional conduzida anualmente e financiada pelo governo chinês com famílias e indivíduos.

“A pesquisa (CFPS) também fornece informações exatas sobre as localizações geográficas e as datas das entrevistas, o que nos permite comparar as pontuações dos testes com os dados da qualidade do ar local com mais precisão”, explicam os autores do estudo, divulgado pela publicação acadêmica americana PNAS.

O estudo comparou os resultados dos testes de performance cognitiva com medições de dióxido de enxofre, dióxido de nitrogênio e de partículas menores que 10 micrômetros de diâmetro dos locais onde os participantes viviam quando fizeram as provas.

Não está claro o quanto cada um desses três poluentes seria culpado pela perda na performance. Monóxido de carbono, ozônio e partículas maiores não foram incluídos na análise.

Cautela

Apesar de o estudo ligar poluição às notas mais baixas, a pesquisa não prova a relação de causa e efeito.

Os pesquisadores avaliam, contudo, que os resultados não estão restritos à China. Eles acreditam que as conclusões podem ser aplicadas globalmente, uma vez que 80% da população urbana mundial respira níveis considerados inseguros de poluição do ar.

Descrita como uma ameaça invisível que é capaz de matar, a poluição causa cerca de 7 milhões de mortes prematuras por ano em todo o mundo, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS).

“Fornecemos evidência de que o efeito da poluição do ar nos testes verbais fica mais evidente à medida que as pessoas envelhecem, especialmente os homens e os com menos educação”, diz o estudo.

Acredita-se que muitos poluentes afetem diretamente a química do cérebro de diversas maneiras – partículas podem, por exemplo, transportar toxinas através de pequenas passagens e entrar diretamente no órgão.

Alguns poluentes também podem ter um impacto psicológico, aumentando o risco de depressão.

A poluição também aumenta o risco de doenças degenerativas como o mal de Alzheimer e outras formas de demência, indica o estudo.

Estar exposto a altos níveis de poluição do ar pode estar ligado “à redução do nível de educação por um ano… o que é demais”, segundo declarou um dos autores do estudo, Xi Chen, integrante da escola de saúde pública de Yale, ao jornal britânico The Guardian.

Pesquisas anteriores já haviam identificado que a poluição do ar tem um impacto negativo nas habilidades cognitivas de estudantes.

Trabalho ao ar livre

Os pesquisadores de Yale e Pequim analisaram os resultados das provas de homens e mulheres com mais de dez anos de idade, que responderam 24 questões de matemática e 34 de linguagem.

Os pesquisadores acreditam que uma das explicações para homens com menos educação serem os mais afetados pela exposição crônica de poluição é o fato de que, na China, eles são maioria nos trabalhos manuais realizados ao ar livre.

“Nossas descobertas sobre o efeito prejudicial da poluição na cognição”, conclui o estudo, “particularmente no envelhecimento cerebral, implicam que o efeito indireto sobre o bem-estar social pode ser muito maior do que se pensava anteriormente”.

Segundo o pesquisador Xi Chen, os efeitos para os idosos, que no estudo são os com idade acima de 55 anos, podem ser muito difíceis de compensar, dada a exposição cumulativa no longo prazo.

“Isso é muito preocupante, pois todos nós sabemos que as pessoas muitas vezes precisam tomar decisões financeiras importantes na velhice, como quando devemos nos aposentar, qual plano de seguro de saúde é melhor”, completa.

O estudo sugere que, embora os resultados da pesquisa sejam específicos para a China, ela pode lançar luz sobre outros países em desenvolvimento com poluição do ar severa.

Os autores dizem que 98% das cidades com mais de 100 mil pessoas em países de baixa e média renda que não atendem às diretrizes de qualidade do ar da OMS.

Poluição do ar ao redor do mundo

– 7 milhões de pessoas morrem todos os anos por exposição à poluição do ar

– Poluição do ar provocou 4,2 milhões de mortes no mundo em 2016

– 91% da população mundial mora em lugares onde a qualidade do ar não atende às exigências mínimas estipuladas pela OMS

– 14 cidades da Índia estão entre as 20 mais poluídas do mundo

– 9 entre cada 10 pessoas no mundo respiram ar poluído

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*Fonte: bbc

Café requentado faz mal?

Apesar de ser um prática bem comum de algumas pessoas, requentar o café não é nada recomendado. Seja qual for o método de preparo – coado, espresso, prensado ou filtrado – o café requentado pode trazer uma série de malefícios à saúde, como azia, dor de cabeça, enjoo e dor de estômago. Isso sem contar aquele sabor amargo que fica na boca o resto do dia.

Segundo os especialistas italianos, requentar café no microondas ou deixá-lo na ‘chapa’ da cafeteira destrói qualquer aroma desde que se preparou o café pela primeira vez. E como o aroma do café é responsável por tudo que lhe dá sabor, romper os aromas significa romper o sabor. Isso porque, quando esquentamos novamente o café já feito, ocorre a degradação das substâncias (óleos, cafeína etc.) que dão sabor e aroma à bebida, deixando então aquele gosto ruim de queimado.

Também é comum que o café seja colocado em garrafas térmicas. Mas, se por um lado a garrafa mantém o líquido aquecido por um bom tempo, por outro também é preciso lembrar o processo acelerado de oxidação do café – sobretudo se o café já estiver adoçado. Portanto, guardar pra mais tarde o que sobrou do café quentinho que você bebeu de manhã ou então tomar café requentado não vale a pena!

Esse conselho tem como fundamento o fato de que os processos de oxidação do café duplicam de velocidade a cada 10°C acima da temperatura ambiente, que gira em torno de 25°C. Dessa forma, dentro da garrafa, a cerca de 50°C, a oxidação do café vai acontecer cerca de duas vezes mais rápido.

Além disso, uma vez preparado, o café começa seu processo de oxidação após 20 minutos. Guardado na garrafa térmica, estima-se que o café estará oxidado em cerca de uma hora. O processo de oxidação, sobretudo na presença de açúcar, destrói os compostos responsáveis pelo sabor típico do café fresquinho, além do seu aroma característico. A consequência é que queda da qualidade da bebida sob influência dessa reação química com perda de aroma e alteração no sabor. Assim, você até pode usar a garrafa térmica, mas que seja por poucos minutos após o preparo.

Agora tomar café requentado, nem pensar. Até porque, café bom é café preparado na hora. Para aproveitar todos os benefícios que o café traz a saúde, é preciso:

– usar grãos de boa qualidade;
– utilizar sempre café o mais fresco possível;
– manter o pó ou o grão bem armazenado;
– preparar de forma correta, independente do método de extração utilizado;
– beber assim que terminar de preparar.

Como diz um ditado popular: “Café cru tem anos de vida. Café torrado, em grãos, algumas semanas. Café moído, no máximo horas. Depois de passado, o café é pra ser servido no mesmo instante”.

 

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*Fonte: brasitaliacafe

Álcool prejudica a saúde mesmo com moderação, afirma estudo global

Se você, assim como 2 bilhões de pessoas ao redor do mundo, não dispensa uma bebida alcoólica na hora de descontrair, melhor repensar seus hábitos. Um estudo global publicado hoje pela prestigiada revista de medicina The Lancet mostra como o consumo de álcool, até mesmo moderado, pode estar associado à uma série de prejuízos à saúde.

“O mito de que um ou dois drinques por dia é bom para você é um mito”, afirma Emmanuela Gakidou, pesquisadora do Instituto de Métricas e Avaliação em Saúde (IHME em inglês) da Universidade de Washington e uma das principais autoras do estudo, que faz parte do Estudo Global da Carga de Doenças (conhecido pela sigla em inglês de GBD), responsável por avaliar a mortalidade e a incapacidade provocada por doenças ao redor do mundo.

De acordo como o estudo, só em 2016, quase 3 milhões de pessoas morreram ao redor do mundo devido a causas ligadas ao álcool, incluindo 12% das mortes entre homens de 15 e a 49 anos.

“Os riscos à saúde associados ao álcool são massivos”, afirma Gakidou. “Nossas descobertas estão de acordo com uma outra pesquisa recente, que encontrou correlações claras e convincentes entre a bebida e [casos de] morte prematura, câncer e problemas cardiovasculares. Consumo zero de álcool minimiza o risco geral da perda de saúde”, recomenda.

Participaram deste estudo cerca de 500 colaboradores de mais de 40 nacionalidades associados ao GBD. No total, foram consultadas 694 fontes sobre o consumo de álcool, além de 592 estudos sobre os riscos da bebida.

Com esse amplo banco de dados, o estudo conseguiu avaliar resultados e padrões do consumo de álcool relacionados à saúde entre os anos 1990 e 2016, em 195 países e territórios; além de analisar relações entre idade e gênero.

Os pesquisadores usaram dados de todas as mortes relacionadas ao álcool — sem distinguir entre cerveja, vinho e licor — e confrontaram com resultados na saúde para determinar essas conclusões.

“Com a maior base de dados coletada até o momento, nosso estudo torna clara a relação entre saúde e álcool — beber causa uma perda de saúde substancial, e em uma miríade de formas, por todo o mundo”, diz Max Griswold, pesquisador do IHME e líder da nova pesquisa.

Álcool ao redor do mundo

Os padrões do consumo de álcool variam amplamente de país para país e por gênero, além do consumo médio por pessoa e da carga de doenças atribuídas. Em 2016, mais de 2 bilhões de pessoas consumiram álcool ao redor do mundo, dos quais 63% eram homens.

Alguns dos países com as populações que mais consomem álcool são a Dinamarca, Noruega, Argentina, Alemanha, Polônia, França, Coreia do Sul, Suíça, Grécia, Islândia, Eslováquia, Suécia e Nova Zelândia. Já entre os mais “sóbrios” estão o Paquistão, Bangladesh, Egito, Mali, Marrocos, Senegal, Mauritânia, Síria, Indonésia, Nepal, Butão, Myanmar e Tunísia.

No que diz respeito às mortes associadas a bebida, os países islâmicos (que proíbem o consumo) também se destacam entre os que tem menos casos, se concentrando no Oriente Médio. São eles: Kuwait, Irã, Palestina, Líbia, Arábia Saudita, Iêmen, Jordânia, Síria, Maldivas e Singapura.

Os que possuem mais casos fatais estão concentrados na região dos Países Bálticos, do Leste Europeu e da Ásia Central: Rússia, Ucrânia, Lituânia, Bielorrússia, Mongólia, Letônia, Cazaquistão, Lesoto, Burundi e República Centro-Africana.

“Agora nós entendemos que o álcool é uma das maiores causas de morte no mundo hoje em dia”, diz Richard Horton, editor do Lancet. “Nós precisamos agir agora. Nós precisamos agir urgentemente para prevenir estes milhões de mortes. E nós podemos fazer isso.”

O estudo também fornece informações sobre prevalência de abstenção e prejuízos à saúde atribuídos ao álcool. Entre eles, doenças não-transmissíveis (como as cardiovasculares, casos de câncer, cirrose, diabetes, epilepsia), doenças transmissíveis (como as respiratórias, incluindo tuberculose) e lesões provocadas a si mesmo e aos outros pela violência.

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*Fonte: revistagalileu

Ansiedade noturna, a dificuldade de acalmar a mente devido às preocupações do dia

Se mesmo cansado e esgotado após um dia de trabalho estressante você não consegue relaxar e dormir, fica rolando na cama e permanece em estado de alerta, saiba que pode estar sofrendo de ansiedade noturna, condição caracterizada pela dificuldade de acalmar a mente devido às preocupações do cotidiano.

Como identificar ansiedade noturna

O acúmulo de ansiedade gerada ao longo do dia, quando não administrado no momento que ocorre, acaba se apresentando no período noturno, justamente no momento reservado para o descanso e para o sono reparador.

Preocupação, medo e nervosismo que aparecem na hora de dormir são experiências comuns de quem sofre de ansiedade noturna, assim como a dificuldade em pegar no sono, mesmo com esgotamento físico e despertares súbitos.

Insegurança em relação ao futuro e antecipação de acontecimentos ruins são fatores comuns que dificultam o desligamento dos problemas do dia a dia e atrapalham o relaxamento do corpo e da mente, fundamental para o sono. Sem conseguir dormir, portanto, a pessoa fica tensa, nervosa e entra em um ciclo vicioso de ansiedade que impede o descanso.

Como combater a ansiedade noturna

Ir para a cama somente quando o sono chegar, dar preferência a alimentos leves no jantar, praticar técnicas de meditação e respiração profunda antes de se deitar são medidas simples que ajudam a driblar a ansiedade noturna.

É importante ainda manter uma rotina regular de sono, com horários específicos, manter o quarto escuro, silencioso e livre de distrações, assim como evitar levar para a cama computador e celular, que podem aumentar a ansiedade e comprometer o descanso por causa da iluminação artificial dos aparelhos.

Caso o problema permanecer, o mais recomendado é sempre procurar um especialista psicólogo e/ou psiquiatra que podem ajudar a resolver situações mais graves.

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*Fonte: resilienciamental

Brasil é o país mais deprimido e ansioso da América Latina

Nos últimos dez anos, o número de pessoas com depressão aumentou 18,4% — hoje, isso corresponde a 322 milhões de indivíduos, ou 4,4% da população da Terra. Os dados vieram à tona em um relatório recente realizado pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

Para piorar, os brasileiros estão levando esses índices para o alto. No nosso país, 5,8% dos habitantes sofrem com a desordem, a maior taxa do continente latino-americano. A faixa etária mais afetada varia entre 55 e 74 anos.“Apesar de a depressão atingir sujeitos de todas as idades, o risco se torna maior na presença de pobreza, desemprego, morte de um ente querido, ruptura de relacionamento, doenças e uso de álcool e de drogas”, atesta o relatório.

O Brasil também é campeão mundial no índice de ansiedade: 9,3% da população manifesta o quadro. Essa disfunção engloba várias outras, como ataques de pânico, transtorno obsessivo-compulsivo, fobias e estresse pós-traumático.

O sexo feminino é o que mais sente as consequências — 7,7% das mulheres são ansiosas e 5,1% são depressivas. Quando se trata dos homens, a porcentagem cai para 3,6% em ambos os casos.

O documento ainda mostra uma possível causa para a taxa elevada de problemas mentais que o mundo presencia atualmente: “Esse crescimento é sentido principalmente em países com menor renda, porque a população está aumentando e mais gente está vivendo até a idade em que depressão e ansiedade são mais comuns”.

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*Fonte: resilienciamental

Por que pessoas que se sentem mais jovens do que são podem viver mais

Imagine por um momento que você não tenha uma certidão de nascimento e que sua idade pudesse ser determinada apenas pela maneira como você se sente por dentro. Quantos anos você diria que tem?

Assim como sua altura ou tamanho de sapato, o número de anos que se passaram desde que você chegou ao mundo é um fato que não pode ser mudado. Mas as experiências diárias sugerem que nós frequentemente não vivemos a idade da mesma forma, com muitas pessoas se sentindo mais velhas ou mais jovens do que realmente são.

Cientistas estão cada vez mais interessados nisso. Eles estão descobrindo que nossa “idade subjetiva” pode ser essencial para entender porque algumas pessoas parecem ficar mais jovens com a idade e outras esmorecem com o passar do tempo.

“O quão mais jovens adultos mais velhos se sentem pode influenciar em decisões importantes para seu presente e futuro”, diz Brian Nosek, professor de Psicologia da Universidade de Virgínia.

Há estudos que mostam que nossa “idade subjetiva” pode ser um indicador antecedente importante para questões relacionadas à saúde, incluindo as estimativas de risco de vida. De certa forma, dizem os especialistas, você realmente “é tão velho quanto sente que é”.

Motivados por esses resultados, muitos pesquisadores estão tentando determinar os fatores biológicos, psicológicos e sociais que moldam a experiência do envelhecimento – e como esse conhecimento pode nos ajudar a ter vidas mais longas e saudáveis.

Esses esforços estão em marcha há décadas. Alguns dos primeiros estudos sobre a diferença entre “idade psicológica” e a cronológica apareceram nos anos 1970 e 1980.

O ritmo se intensificou nos últimos dez anos, quando um grande volume de novos estudos investigou os potenciais efeitos psicológicos e físicos dessa discrepância.

Uma das correntes mais intrigantes dessa pesquisa tem explorado a forma como a “idade subjetiva” influencia nossa personalidade. O atual senso comum diz que as pessoas tendem a amadurecer conforme envelhecem, se tornando menos extrovertidas e abertas a experiências novas.

Essas mudanças, contudo, seriam menos acentuadas em pessoas “jovens de alma” e mais nítidas em pessoas com “idade subjetiva” mais avançada que a biológica, de acordo com os cientistas.

O interessante é que pessoas com “idade subjetiva” menor, por outro lado, também seriam mais cuidadosas e menos neuróticas – transformações positivas que constumam vir naturalmente com o envelhecimento biológico.

Assim, ter uma “idade subjetiva” menor não seria necessariamente sinônimo de uma permanente imaturidade.

Se sentir mais jovem que a idade real teria ainda impacto positivo sobre a saúde mental e reduziria o risco de depressão e de doenças como a demência.

Yannick Stephan, da Universidade de Montpellier, na França, examinou dados de três estudos longitudinais – conduzidos no decorrer de vários anos, para avaliar o impacto do tempo sobre os resultados – que, juntos, avaliaram mais de 17 mil pessoas de meia idade e idosos.

Neles, a maioria dos entrevistados se sentia oito anos mais jovem do que sua idade cronológica real.

Alguns, contudo, sentiam-se mais velhos – e as consequências, nesses casos, eram sérias. Uma “idade subjetiva” entre 8 e 13 anos maior que a idade biológica elevava o risco de morte entre 18% e 25% durante os períodos do estudo, mesmo quando controlados outros fatores demográficos como educação, raça e estado civil.

Para Stephan, o peso da “idade subjetiva” sobre nossa saúde pode ser um resultado direto das mudanças que ela provoca no nossa personalidade. Alguém mais jovem “de espírito” estaria aberto a um leque mais amplo de atividades – viajar, aprender um hobby novo, por exemplo -, mesmo com a passagem do tempo. “Estudos apontaram, por exemplo, que a ‘idade subjetiva’ prediz padrões de atividade física”, acrescenta o pesquisador.

Ele ressalta que o mecanismo que liga bem-estar físico e mental à “idade psicológica” atua em ambas as direções. Se você se sente deprimido e fisicamente vulnerável, é provável que se sinta mais velho. O resultado disso pode ser um ciclo vicioso, com fatores psicológicos e físicos contribuindo para uma “idade subjetiva” mais avançada e uma saúde pior, o que faz com que nos sintamos ainda mais velhos e mais vulneráveis.

A análise de Stephan, que foi publicada no Journal of Psychosomatic Medicine – publicação da American Psychosomatic Society -, é o maior estudo dedicado ao efeito da “idade subjetiva” sobre as taxas de mortalidade até hoje. “Essas associações são comparáveis ou mais fortes que a contribuição da idade cronológica (para as questões relacionadas à saúde)”, diz ele.

Em outras palavras, a “idade subjetiva” pode ser um indicativo melhor sobre a situação da nossa saúde do que a data impressa na certidão de nascimento.

Com isso em mente, muitos cientistas estão tentando identificar os fatores sociais e psicológicos que determinam esse complexo processo. Quando passamos a sentir que nossos corpos e nossas mentes estão operando em escalas diferentes? E por que isso acontece?

Juntamente com a professora Nicole Lindner, Nosek, da Universidade da Virgínia, investigou as formas como a discrepância entre as idades subjetiva e cronológica evoluem durante a vida.

Eles constataram, por exemplo, que a maioria das crianças e adolescentes se sentem mais novos do que realmente são, algo que só aumenta com o tempo. Conforme Nosek e Lindner escrevem no estudo, “é como se o envelhecimento subjetivo acontecesse em Marte, e um ano na Terra valesse 5,3 anos marcianos”.

Alguns psicólogos acreditam que uma “idade subjetiva” mais jovem seria uma forma de autodefesa, nos protegendo de estereótipos negativos de idade – como visto em um estudo feito por Anna Kornadt, da Universidade de Bielefeld, na Alemanha.

Em sua pesquisa, ela perguntou aos participantes se eles se sentiam mais velhos ou mais jovens do que realmente são em diferentes áreas da sua vida – no trabalho, na vida pessoal, por exemplo.

E constatou que as “idades subjetivas” das pessoas eram mais baixas quando os estereótipos negativos de idade eram mais prevalentes – como trabalho, saúde e finanças -, reforçando a ideia de que esse pensamento ajudaria as pessoas a se distanciarem das conotações negativas do seu grupo etário.

Acreditar que “eu posso ter 65, mas me sinto com 50” pode significar que você está menos preocupado com sua performance no trabalho, por exemplo. Kornadt também descobriu que pessoas com uma “idade psicológica” menor tendem a imaginar seu futuro eu de uma forma mais positiva.

 

 

 

 

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*Fonte: resilienciamental

Como será a alimentação do futuro?

Inovações tecnológicas e mudanças no comportamento do consumidor prometem revolucionar a indústria de alimentos

Você já parou para pensar como será a comida do futuro? Esse exercício permite imaginar inúmeras possibilidades a partir das inovações que já estão revolucionando a produção de alimentos e a maneira como são consumidos. Além disso, leva a refletir sobre o papel da indústria alimentícia nesse contexto de intensas transformações.

São novos tempos em que consumidores cada vez mais conscientes buscam produtos que estejam conectados com seu estilo de vida, seus valores e suas necessidades. Nos próximos anos, a tendência é que esse comportamento se intensifique.

Mas, além de atender às novas demandas de consumo, é preciso buscar soluções para garantir a produção de ingredientes e comida de forma sustentável.

As projeções indicam que até 2050 a população mundial será de 9 bilhões, portanto, a indústria de alimentos se vê diante de um grande desafio: pensar em como alimentar tantas pessoas preservando os recursos naturais e ainda proporcionar experiências completas e diferenciadas.

Os relatórios divulgados anualmente pelas agências de pesquisa de mercado sugerem alguns dos caminhos que a indústria pode trilhar com base no comportamento e preferências dos consumidores. O mesmo vale para as inovações em processos, equipamentos e ingredientes lançados com cada vez mais frequência por empresas e startups.

Confira as principais tendências e tecnologias que devem marcar o futuro do setor de alimentos no mundo.

Mais comida, menos impacto

A carne é um bom exemplo de diversidade de iniciativas que estão mirando o futuro da alimentação. A produção de carne bovina tem como consequências o desmatamento de áreas verdes para formação de pastos, o consumo de grande quantidade de água durante a fabricação, e à emissão de gases de efeito estufa.

A escassez desses recursos, que deixará o alimento cada vez mais caro, e o crescimento contínuo do público vegano já fizeram surgir diversas inovações no mercado na busca por seu substituto. O consumo de insetos como fonte de proteína é uma delas. Existem quase 2 mil espécies comestíveis, que podem ser transformadas em farinha ou carne processada.

Dentro do conceito Plant Based Diet, as proteínas vegetais surgem como outra opção para o futuro da alimentação. A startup californiana Impossible Foods atraiu investidores bilionários, como o Google e o co-fundador da Microsoft Bill Gates, que apostaram US$ 250 milhões na criação de um hambúrguer a base de vegetais como alternativa ao de carne animal.

O Impossible Burger é um hambúrguer que simula com tamanha realidade a experiência de comer um lanche que chega a “sangrar”. O efeito foi alcançado com uma combinação de ingredientes que inclui beterraba, trigo, proteína de batata e óleo de coco.

A carne natural desenvolvida em laboratório também será uma realidade em breve. Empresas do Vale do Silício têm apostado desde 2013 em pesquisas no conceito Clean Meat (carne limpa e feita em laboratório).

A marca holandesa MosaMeat, que desenvolve a engenharia de tecido animal a partir de células tronco, diz que no futuro será possível criar filés, lombos e até asas de frango em laboratório.

Em entrevista para o programa Globo Rural, o professor de fisiologia da Universidade de Maastrich (Holanda) e fundador da empresa, Mark Post, disse que o hambúrguer sintético estará no mercado até 2021.

Em outra frente, a gigante do ramo de trabalho colaborativo WeWork anunciou aos seus 6 mil funcionários em todo o mundo, em julho deste ano, que retirou a carne do seu cardápio. A startup comunicou que não irá mais custear refeições que contenham qualquer tipo de carne vermelha, de ave ou de porco nos eventos da WeWork. No e-mail comunicado, o cofundador da empresa, Miguel McKelvey argumentou que “as novas pesquisas indicam que evitar carne é uma das melhores coisas que um indivíduo pode fazer para reduzir seu impacto pessoal no meio ambiente”.

 

Nova experiência de compra

A indústria 4.0 é um movimento que começa a revolucionar as fábricas, comércios e restaurantes por meio da automação. Muitas iniciativas já estão em funcionamento e trabalham pelo futuro da alimentação.

A Amazon inaugurou em 2018 seu primeiro teste de loja inteligente, em Seatle, nos Estados Unidos. Na Amazon Go não há caixas nem atendentes. Para fazer as compras, basta instalar o app da marca, que identifica o produto por meio de um sistema de QR Codes e depois manda a conta direto para o cartão de crédito do cliente.

No lado oriental do planeta, a gigante do e-commerce chinês Alibaba está investindo bilhões de dólares em lojas físicas para ampliar a sua influência fora da internet. A empresa aposta em soluções tecnológicas para oferecer novas experiências aos consumidores.

Um exemplo é parceria entre a Alibaba e a Guess, que criaram o Fashion Al, um novo sistema que integra inteligência artificial para fazer recomendações de produtos, ajudando os clientes em decisões de compra.

A startup Creator, também dos Estados Unidos, é mais um exemplo: inaugurou neste ano um restaurante onde a produção do hambúrguer é totalmente automatizada, rápida e barata. Os clientes fazem o pedido em um tablet, o equipamento então mói e frita a carne, enquanto outra parte da máquina seleciona os ingredientes em um processo que leva cinco minutos. São quatro opções de lanches que custam, em média, US$ 6,00.

Essas são apenas algumas iniciativas que mostram como a automatização de processos irá influenciar no futuro da alimentação, e a indústria de alimentos pode tirar proveito disso oferecendo produtos pensados especificamente para esses espaços.

Sustentabilidade marcada pelo propósito

O descarte indevido e a poluição gerada por produtos como o plástico têm gerado debates importantes sobre como diminuir o impacto desse material na natureza. Em países da Europa foram implantadas políticas para banir totalmente seu uso até a próxima década.

Recentemente, a Starbucks anunciou que irá eliminar os canudos plásticos de seus restaurantes e, nessa mesma linha, o McDonalds parou de entregar os canudos aos clientes a não ser que eles peçam.

A busca por soluções mais sustentáveis se reflete diretamente nas embalagens de alimentos e pode ser uma oportunidade para o desenvolvimento de ideias inovadoras. Embalagens comestíveis, embalagens capazes de preservar alimentos por quase um mês ou feitas com menos materiais poluentes são algumas das alternativas que se apresentam para o futuro.

Hortas urbanas

In.farm Como será a alimentação do futuro | Flavors & Botanicals

No futuro, as mudanças climáticas devem afetar a distribuição da população ao redor do globo, concentrando ainda mais as estruturas urbanas. Outra consequência é a diminuição de áreas de plantio de alimentos. Para solucionar esse problema, existem projetos como as fazendas urbanas: galpões e edifícios onde plantas são cultivadas com auxílio de tecnologias que controlam fatores como irrigação e iluminação.

Um exemplo que já saiu do papel é a startup alemã Infarm, que desenvolve estufas para hortas dentro de um galpão utilizando produtos regionais e depois as revende a restaurantes e mercados.

Saudabilidade

Os consumidores estão cada vez mais preocupados e seletivos com o que comem. Eles não só buscam opções de produtos feitos com ingredientes saudáveis como exigem transparência sobre os métodos de produção e componentes presentes nas formulações.

Isso tem levado marcas consagradas como a Coca-Cola a pensar em alternativas para suas bebidas. Nos últimos anos, a companhia refez as receitas de 60 produtos, 42 deles com menos teor de açúcar.

Outro exemplo é o da PepsiCo, que está apostando na diversificação do portfólio, com a redução do sódio e o açúcar na fórmula de seus produtos, e na repaginação de suas marcas com apelo mais natural, como a dos salgadinhos Eqlibri.

A Mars, a fabricante do chocolate Twix, tem como meta indicar em todas as suas embalagens que o produto deve ser consumido apenas ocasionalmente. Isso deve ser feito até 2021.

Em todos os movimentos das indústrias para navegar com sucesso no gigantesco mar da saudabilidade, o desafio é promover essas mudanças sem prejudicar outro fator decisivo de venda: o sabor.

Umas das estratégias que as gigantes globais têm adotado para atender com maior velocidade as exigências dos consumidores por produtos saudáveis é de aquisições e fusões.

No Brasil, por exemplo, a Unilever comprou, em 2017, a Mãe Terra. De olho no mercado latino-americano, a Nestlé anunciou, em fevereiro de 2018, a aquisição de mais de 50% da Terrafertil, uma empresa equatoriana que vende alimentos naturais e orgânicos.

Em paralelo às movimentações relacionadas às formulações dos produtos, outras frentes de pesquisa e inovação tecnológica têm buscado formas de ajudar o consumidor a saber exatamente quais ingredientes e calorias têm no seu prato de comida.

A empresa canadense TellSpec está trabalhando no projeto de um scanner portátil de alimentos que possa informar sobre ingredientes específicos e macronutrientes, incluindo alérgenos e toxinas. O dispositivo israelense SCiO utiliza tecnologia semelhante, mas foi projetado para identificar o conteúdo molecular de alimentos, medicamentos e até mesmo plantas.

As iniciativas voltadas à saudabilidade na alimentação esboçam soluções, inclusive, que podem vir da nutrigenômica, um campo que combina genética e ciência nutricional, para descobrir o que cada um deve ou não deve comer. Com o sequenciamento do DNA de uma pessoa, que revela informações valiosas sobre as necessidades do seu organismo, um aplicativo inteligente poderia informá-la sobre qual comida deve comer e o que deve evitar, permitindo uma dieta personalizada que a leve ter uma vida longa e saudável.

Não há futuro da alimentação para ser previsto. Existem vários sinais emergentes de futuros possíveis. É fundamental estar atento e preparado para eles. Mas, antes de tudo, é essencial que cada empresa entenda o seu propósito para vislumbrar futuros possíveis e cumprir seu papel na alimentação da população. Só assim é possível sair na frente propondo soluções em novos produtos e serviços que atendam às mais diversas demandas do mercado.

Desafiadas pelas mudanças no comportamento do consumidor e as projeções de crescimento populacional nas próximas décadas, as indústrias de alimentos precisam estar atentas e preparadas para os caminhos que apontam para o futuro. A busca de soluções para garantir a produção de ingredientes e comida de forma sustentável e as inovações tecnológicas prometem revolucionar a indústria de alimentos. Como sua marca está se preparando para o futuro?

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*Fonte: duasrodas

5 motivos que te convencerão a trabalhar em pé

Listamos cinco razões para deixar a preguiça de lado e considerar fazer este esforço.

1. Quanto mais tempo sentado, mais vontade de sentar

Um estudo de 2012 da Sociedade Britânica de Psicologia mostrou que as pessoas gastam em média cinco horas e 41 minutos sentadas — próximas das sete horas usadas para dormir. E o pior é que, quanto mais tempo se passa sentado no trabalho, mais tempo se quer sentar fora dele. Esta preguiça reforça uma série de efeitos negativos.

Quando ficamos sentados por longos períodos de tempo, sofremos de uma série de problemas e alterações metabólicas, diminuindo a produção de substâncias químicas que ajudam a processar açúcares e gorduras, e quem sofre com isso é a nossa circulação e o sistema cardiovascular!

Além disso, nosso esqueleto e músculos formam um quadro reativo para o nosso corpo, que precisa mudar e responder às forças externas. Assim, nossos músculos não ficam tão contraturados ou travados, e podem ser mais alongados e flexionados regularmente, diminuindo futuras dores musculares.

2. Ficar mais tempo em pé reduz risco de obesidade

James Levine é um endocrinologista da Mayo Clinic, nos Estados Unidos, que deu uma entrevista de bastante repercussão este ano ao New York Times.

Ele queria saber por que alguns indivíduos engordam mais do que outros e começou a estudar a respeito.

O pesquisador juntou um grupo de funcionários de um mesmo escritório e os deu dietas idênticas, com 1.000 ou mais calorias do que costumavam ingerir, e os proibiu de aumentar a carga de exercícios.

A ideia era ver por que alguns engordariam e outros, não. Com sensores em cada um desses homens, Levine notou que permaneceu magro quem ficava de pé, parado ou andando, por mais de duas horas por dia.

Podemos ver então que a mudança de hábito e um estilo de vida saudável é um dos mais importantes fatores para a redução da obesidade.

3. Levantar-se previne diabetes tipo 2 e outras doenças

Do mesmo modo que tempo demais sentado gera obesidade, aparecem doenças como diabetes tipo 2. O problema, percebeu Levine, é que este comportamento está correlacionado à redução dos níveis de glicose no sangue, parte de uma síndrome chamada metabólica, que aumenta dramaticamente a chance de ter este tipo de diabetes.

Outro benefício de trabalhar em pé é de queimar mais calorias durante o dia, ajudando na perda de peso ou mantendo um peso saudável, o que diminui a chance de desenvolver diabetes!

Assim, enquanto trabalha, você queima um terço a mais de calorias do que ficar sentado, podendo queimar mais de 500 calorias a mais no dia só por trabalhar em pé.

4. Fugir da cadeira reduz o risco de doenças cardiovasculares

Esta descoberta é bem velha. Já na década de 1950, pesquisadores britânicos compararam motoristas de carros (que dirigem sentados) e de ônibus (que dirigem em pé).

Eles souberam, já naquela época, que o primeiro grupo teve mais ataques do coração e outros problemas cardiovasculares do que o segundo, algo confirmado por cientistas nas décadas seguintes.

Outros estudos demonstraram que quem fica muito tempo sentado tem 54% mais risco de desenvolver um ataque cardíaco.

Homens que ficam mais de 6 horas sentados por dia têm uma mortalidade 20% maior, enquanto as mulheres têm uma taxa 40% maior! Só isso já deveria ser argumento suficiente para você se levantar de sua cadeira para trabalhar.

5. Trabalhar em pé aumenta a expectativa de vida

Ao diminuir o risco de ficar obeso, ter diabetes e problemas metabólicos e sofrer doenças cardiovasculares, como se pode concluir, aumenta a expectativa de vida.

Especificamente, uma pesquisa de 2012 feita nos Estados Unidos apontou que, se americanos reduzissem o tempo diário sentados para três horas ao dia, a expectativa de viver subiria em dois anos.

Estudos também demonstram que o exercício regular e trabalhar em pé reduzem o impacto negativo dessas complicações.

 

 

 

 

 

 

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*Fonte: contioutra

O ser humano está fazendo menos sexo e esses são os motivos

Fazer sexo faz bem para a saúde. A prova disso está na nossa matéria com as 9 razões para ter relações sexuais todos os dias da sua vida. Não podemos negar que o sexo é uma das nossas necessidades fisiológicas mais básicas, certo? Mas vem cá, sem ofensas, qual foi a última vez que você teve relações? Milhões de pessoas passam um bom tempo sem sexo e isso pode ser consequência de alguns problemas, como a baixa auto estima, por exemplo.

Um pesquisador de comportamento humano chamado Shervin Assari descobriu que evitar sexo influencia vários aspectos do nosso bem estar. Além disso, através de pesquisas ele concluiu que as pessoas evitam sexo por várias razões, algumas das quais podem ser facilmente abordadas. A gente conta mais sobre essas razões para vocês.

As razões pelas quais as pessoas evitam sexo

Alguns dos benefícios do sexo são alta auto estima, qualidade e satisfação com a vida. Mas as pessoas que fazem menos sexo podem ter problemas ligados a angústia psicológica, ansiedade, depressão e é claro, problemas de relacionamento.

Em um estudo feito por Alfred Kinsey, foi descoberto que cerca 19% dos adultos não tem relações sexuais. Mas isso varia muito de acordo com o sexo e o status de relacionamento, com quase nenhum homem casado sem fazer sexo por um longo período.

Muitas mulheres são propensas a evitar o sexo por causa dos abusos que sofreram quando ainda eram crianças. As grávidas tem medo de abortar ou prejudicar o feto e em muitos casos elas evitam por causa da falta de interesse ou mesmo fadiga.

Entre os homens, as razões mais comuns para evitar as relações sexuais são a disfunção erétil, condições médicas crônicas e falta de oportunidade (risos).

Porém, tanto para homens e mulheres, as maiores razões para não praticarem sexo são as condições médicas.

Pacientes com doenças cardíacas, por exemplo, evitam as relações pelo fato de terem medo de ter um ataque cardíaco. Outros por terem condições cerebrovasculares, como um derrame.

A dor crônica diminui o prazer e interfere diretamente na limitação de posições. Já o estresse e a depressão que são causados como consequência, podem atrapalhar. Ah, os remédios para dor crônica também são problemas. Agora os transtornos de personalidade, vício e abuso de substâncias e a má qualidade do sono também têm papéis importantes no interesse sexual.

Bom, cada pessoa lida de uma maneira com seus problemas, mas se algum desses problemas afeta a sua vida sexual, caro amigo, a nossa dica é procurar um especialista para você se tornar uma pessoa mais feliz!

Por Mateus Graff

 

 

 

 

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*Fonte: fatosdesconhecidos

Cientistas dizem que escrever uma lista de tarefas antes de dormir pode ajudá-lo a adormecer mais rápido

Não precisamos dizer que a obtenção da quantidade ideal de sono raramente é algo que podemos alcançar, não é mesmo? Talvez você seja daqueles que dormem até tarde e diz que os “genes irão torná-lo permanentemente incapaz de se adaptar ao horário comercial”, ou você está estressado, tomando medicação ou distraído – enfim… de qualquer maneira, essas 7 a 8 horas podem acabar parecendo mais como quatro para você, dando a sensação de que nunca dormiu o suficiente.

Isso pode causar uma ampla gama de problemas de saúde, então qualquer conselho científico legítimo sobre como dormir um pouco melhor é sempre bem-vindo. Conforme observado em um novo estudo no Jornal de Psicologia Experimental, escrever uma lista de tarefas antes da hora de dormir pode ajudá-lo a adormecer mais rápido.

Liderada pela Universidade Baylor, uma equipe descobriu que os participantes que passaram cinco minutos escrevendo sobre seus planos do que quer que precisassem fazer antes de se deitarem adormeceram “significativamente mais rápido” do que as pessoas que não o fizeram. Nove minutos mais rápido, mais especificamente.

Os pesquisadores não sabem exatamente por que isso acontece. Alguns suspeitam que escrever sobre o futuro antes do sono poderia aumentar a preocupação, especialmente se as tarefas que precisam ser feitas pareciam difíceis. Outros sugerem que ao escrever as tarefas, a pessoa “descarrega” a preocupação com a lista.

Para o estudo, foram recrutados 57 estudantes universitários saudáveis ​​(entre 18 e 30 anos). Eles foram divididos em dois grupos: um que escreveu listas do que eles tinham que fazer no futuro e outro que escreveu listas sobre o que eles tinham realizado ou terminado nos últimos dias.

Durante todo o tempo, eles ficaram presos em um ambiente altamente restrito que não envolvia lição de casa, tecnologia ou qualquer outra forma de distração e deviam dormir em um horário fixo.

Ao dormir, eles também foram submetidos à polissonografia, que examina vários aspectos biológicos – ondas cerebrais, níveis de oxigênio em seu sangue, frequências respiratórias e cardíacas, e assim por diante – para ver como era a qualidade do sono e rastrear exatamente quando eles adormeciam.

Em média, diferença foi de nove minutos. Estranhamente, aqueles que escreveram uma lista de tarefas mais detalhada adormeceram mais rápido; já aqueles que fizeram o mesmo em uma lista de conquistas demoraram mais para adormecer.

“Portanto, para facilitar o ato de pegar no sono, indivíduos podem tirar proveito ao escrever uma lista de tarefas muito específica durante 5 minutos momentos antes de dormir, em vez de registrar as atividades concluídas”, concluíram os autores do estudo.

De qualquer forma, a configuração da experiência – e o pequeno número de jovens saudáveis ​testados ​– mostra que não há conclusões exatas sobre os reais benefícios dessa atividade. Até que um estudo maior seja feito para confirmar os resultados, especulamos que escrever a lista não funcionará com todos, particularmente aqueles com distúrbios do sono. Porém, não custa testar durante um tempo e analisar se é benéfico para você, não é mesmo?

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*Fonte: misteriosdomundo

Plantar árvores nas cidades devia ser visto como uma medida de saúde pública, diz cientista

E se as cidades conseguissem, com uma só medida, reduzir a obesidade e a depressão, aumentar a produtividade e o bem-estar e diminuir a incidência de asma e doenças cardíacas nos seus habitantes? As árvores urbanas oferecem todos estes benefícios e muito mais: filtram o ar, ajudando a remover as partículas finas emitidas pelos carros e fábricas, retêm a água da chuva e diminuem as despesas com o aquecimento.

Num novo relatório, realizado pela organização The Nature Conservancy, os cientistas defendem que as árvores urbanas são uma importante estratégia para a melhoria da saúde pública nas cidades, devendo ser financiadas como tal.

“Há muito tempo que vemos as árvores e os parques como artigos de luxo; contudo, trazer a natureza de volta para as cidades é uma estratégia crítica para se melhorar a saúde pública”, disse Robert McDonald, cientista da The Nature Conservancy e coautor do relatório.

Todos os anos, entre três e quatro milhões de pessoas morrem, em todo o mundo, devido à poluição atmosférica e aos seus impactos na saúde humana. A poluição do ar aumenta o risco de doenças respiratórias crónicas, havendo estudos que a associam ainda às doenças cardiovasculares e ao cancro. As ondas de calor nas zonas urbanas também fazem milhares de vítimas, por ano. Vários estudos têm demonstrado que o arvoredo urbano pode ser uma solução eficaz em termos de custos para ambos estes problemas.

Apesar de todos os estudos que documentam os benefícios dos espaços verdes, muitas cidades ainda não veem a ligação entre a saúde dos moradores e a presença de árvores no ambiente urbano.
Robert McDonald defende a necessidade da cooperação entre diferentes departamentos e a inclusão da natureza nos debates sobre ordenamento urbano.

“Não é suficiente falar-se apenas das razões que tornam as árvores tão importantes para a saúde. Temos de começar a discutir as razões sistemáticas por que é tão difícil para estes sectores interagirem – como o sector florestal pode começar a cooperar com o de saúde pública e como podemos criar ligações financeiras entre os dois”, disse o investigador.

“A comunicação e a coordenação entre os departamentos de parques, florestas e saúde pública de uma cidade são raras. Quebrar estas barreiras pode revelar novas fontes de financiamento para a plantação e gestão de árvores.”

O cientista dá como exemplo a cidade de Toronto, onde o departamento de saúde pública trabalhou em conjunto com o florestal para fazer frente à ilha de calor urbano. Como muitos edifícios em Toronto não possuem ar condicionado, os dois departamentos colaboraram de forma a colocarem, estrategicamente, árvores nos bairros onde as pessoas estão particularmente vulneráveis ao calor, devido ao seu estatuto socioeconómico ou idade.

O relatório diz ainda que o investimento na plantação de novas árvores – ou até na manutenção das existentes – está perpetuamente subfinanciado, mostrando que as cidades norte-americanas estão a gastar menos, em média, no arvoredo do que nas décadas anteriores. Os investigadores estimaram que despender apenas $8 (7€) por pessoa, por ano, numa cidade dos EUA, poderia cobrir o défice de financiamento e travar a perda de árvores urbanas e dos seus potenciais benefícios.

Outros trabalhos também têm mostrado que o arvoredo urbano tem um valor monetário significativo. Segundo um estudo do Serviço Florestal dos EUA, cada $1 gasto na plantação de árvores tem um retorno de cerca de $5,82 em benefícios públicos.

Num outro estudo, uma equipa de investigadores da Faculdade de Estudos Ambientais da Universidade do Estado de Nova Iorque concluiu que os benefícios das árvores para as megacidades tinham um valor médio anual de 430 milhões de euros (505 milhões de dólares), o equivalente a um milhão por km2 de árvores. Isto deve-se à prestação de serviços como a redução da poluição atmosférica, dos custos associados ao aquecimento e arrefecimento dos edifícios, das emissões de carbono e a retenção da água da chuva.

Com demasiada frequência, a presença ou ausência de natureza urbana, assim como os seus inúmeros benefícios, é ditada pelo nível de rendimentos de um bairro, o que resulta em desigualdades dramáticas em termos de saúde. De acordo com um estudo da Universidade de Glasgow, a taxa de mortalidade entre os homens de meia-idade que moram em zonas desfavorecidas com espaços verdes é inferior em 16% à dos que vivem em zonas desfavorecidas mais urbanizadas.

Para Robert McDonald, a chave é fazer-se a ligação entre as árvores urbanas e os seus efeitos positivos na saúde mental e física. “Um dos grandes objetivos deste relatório é fazer com que diversos serviços de saúde vejam que deviam estar a participar na discussão para tornar as cidades mais verdes”, declarou. “As árvores urbanas não podem ser consideradas um luxo, dado que constituem um elemento essencial para uma comunidade saudável e habitável e uma estratégia fundamental para a melhoria da saúde pública.”

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*Fonte: theuniplanet

Já ouviu falar na Síndrome da Bunda Morta? Ela é mais comum do que você pensa e você pode ter!

A esta altura da vida você já deve saber que não é saudável passar longos períodos sentados. O gesto já foi associado a doenças cardíacas, obesidade, diabetes e até câncer. Porém, há outro risco envolvido, um que a maioria das pessoas desconhece: a Síndrome da Bunda Morta.

Embora soe como piada, a síndrome, também conhecida como Amnésia Glútea, não é brincadeira. De acordo com o quiropraxista Andrew Bang, do Instituto do Bem-Estar da Cleveland Clinic, nos EUA, trata-se de uma lesão comum que ocorre em graus variados.

A síndrome se desenvolve quando o glúteo médio – um dos três principais músculos do espólio – para de funcionar corretamente, o que pode acontecer quando você passa muito tempo sentado. No entanto, conforme explicou a fisioterapeuta Kristen Schuyten, da Michigan Medicine, também pode acometer pessoas muito ativas que não trabalham os músculos do glúteo o suficiente.

Uma vez que o glúteo médio normalmente ajuda a estabilizar a pelve, a Amnésia Glútea pode provocar dores lombares e no quadril, além de problemas no joelho e tornozelo, já que o corpo tenta compensar o desequilíbrio.

A síndrome está relacionada a inibição recíproca, um processo que descreve a relação de “dar e receber” entre os músculos de cada lado de uma articulação. Conforme explicado por Bang, quando um músculo se contrai, um sinal nervoso é enviado para o músculo oposto para relaxar. Então, quando gastamos horas em uma posição sentada, nossos flexores do quadril se contraem, enquanto os glúteos descansam. “Basicamente, estamos treinando nossos glúteos para serem fracos”, analisou o especialista.

Esse mesmo tipo de desequilíbrio muscular pode ocorrer em pessoas altamente ativas, que têm músculos muito fortes ou isquiotibiais. Bang, por exemplo, afirmou ter visto diversos casos em maratonistas.

Diagnóstico

Uma das maneiras pela qual é pronunciada a “morte” de um bumbum é através do famoso Teste de Trendelenburg, um exame físico no qual uma pessoa levanta uma perna na frente da outra enquanto está em pé. Assim, se a pélvis se inclina para o lado do corpo em que a perna está levantada, isso indica fraqueza do glúteo médio no lado oposto, de acordo com Bang.

A curvatura nas costas também pode sugerir Amnésia Glútea. Embora a lombar normalmente forme um S, uma curvatura mais extrema pode sinalizar que os flexores do quadril estão tão espremidos que passaram a puxar a coluna para a frente.

Como prevenir?

Se você costuma trabalhar sentado, tente fazer pausas frequentes ao longo do dia. Levante-se e caminhe ou faça alguns alongamentos em sua mesa. Experimente colocar lembretes de hora em hora em seu telefone, para que você movimente os músculos do bumbum em intervalos regulares.

E quando for se exercitar, não se esqueça de malhar esse espólio. Faça agachamentos, pontes e eleve as pernas enquanto estiver deitado. A melhor maneira de evitar a “morte” do bumbum é melhorar sua rotina diária. Sente-se em uma bola de exercícios, passe algum tempo em pé, trabalhe em uma bancada alta. “Faça o que fizer, apenas não permita que seu corpo entre em um ciclo repetitivo”, aconselhou Bang.

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*Fonte: jornalciencia

Médico alerta: É erradíssimo levantar cedo e ir logo correr

O maior risco à qualidade do sono “é a falta de respeito que há por ele”, quem faz esse alerta é a Associação Portuguesa do Sono, considerando que é necessário combater “uma cultura enraizada” na população de dormir pouco e sem regra.

Segundo o Dr. Joaquim Moita, presidente da associação, diz que a população não valoriza o sono como algo de suma importância para o bem-estar e a saúde, nos últimos anos houve aumento nos indices de doenças como a síndrome de apneia obstrutiva (49% dos homens e 25% das mulheres têm ou virão a ter) e a insónia crónica (10% dos adultos).

Ele destaca que sem qualidade no sono começam a surgir vários outros problemas, cardíacos – “em cada dez AVC, três ou quatro são em indivíduos que tem a apneia do sono”.

“Achamos que trabalhar é mais importante que dormir. Mas depois qual vai ser a rentabilidade no trabalho? O que é que se produziu do ponto de vista físico e intelectual? Se não dorme oito horas, a rentabilidade é mais baixa, e as empresas regem-se cada vez mais pela rentabilidade do que pelo número de horas”, frisou Dr. Joaquim

Além disso, o presidente da Associação Portuguesa do Sono salienta que é necessário não ir atrás de “manias e modas”, que vão surgindo, como “o disparate de levantar cedíssimo e ir logo correr – é caminho andado para um enfarte”.

Em uma sociedade cada vez mais industrializada, são poucas as pessoas que seguem a regra das 8 a 9 horas de sono diárias, a maioria da população já adquiriu hábitos e situações laborais que potencializam uma má qualidade do sono.

Normalmente, o ritmo endógeno do ser humano diz que “às 06 horas está na altura de se preparar para acordar”, produzindo cortisol (hormona associada à atividade e movimento), sendo que perto das 21 horas, começa a ser libertada melatonina (associada ao sono), que atinge o seu pico por volta das 00.00 horas, explicou.

Diante desse processo, o sol acaba sendo uma espécie de “marcador do tempo”, que ajuda a fazer a sincronização entre o ambiente e o ritimo interno de cada um.

“Então quando temos o hábito de estarmos a noite em frente ao computador, telefone celular e televisões, a emissão da luz azul acaba inibindo a produção da melatonina.”, explica Joaquim Moita.

O Coordenador do Centro de Medicina do Sono de Coimbra, explica que temos que ter o bom senso: sete a nove horas de sono, deitar-se sempre à mesma hora e procurar logo o sol (devido à produção de cortisol) e acordar sempre à mesma hora (ao fim de semana pode ter-se “um desconto de uma hora”, refere).

“Há uma hora para descansar e uma hora para estar acordado, mas as sociedades modernas não respeitam muito esses nossos relógios e ritmos. É preciso combater essa desregulação”, frisou.

* Nota: As informações e sugestões contidas neste artigo têm caráter meramente informativo. Elas não substituem o aconselhamento e acompanhamentos de médicos, nutricionistas, psicólogos, profissionais de educação física e outros especialistas.

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*Fonte: revistasabervivermais

Nova doença oftalmológica: usar smartphone no escuro pode causar cegueira temporária

Você já imaginou ficar por 20 minutos sem enxergar? Vendo apenas vultos, sem ter a certeza se essa sensação passaria ou seria para sempre? Se você se assustou só em pensar, veja este caso:

Uma britânica de 22 anos, que não teve o nome revelado, sempre enxergou bem. Porém, começou a perceber que em algumas noites, sentia um incômodo no olho direito. Esse problema que ocorria de duas a três vezes por semana, passou a ser sempre presente.

Em uma certa noite, ela não conseguiu mais enxergar com este olho. A garota ficou desesperada e acordou a casa toda com gritos. O efeito passou após 20 minutos e a visão retornou ao normal. Devido ao susto, ela realizou exames oftalmológicos e cardiovasculares, mas os resultados não apresentaram nenhuma anomalia.

Segundo uma pesquisa publicada no Jornal de Medicina da Nova Inglaterra, esse tipo de cegueira acontece após a pessoa mexer no celular no escuro, enquanto está deitada na cama. O olho que é afetado é o do lado oposto ao que se está deitado. Segundo os especialistas, isso ocorre porque o olho apoiado no travesseiro não recebe tanta luz como o outro olho, que consequentemente perde a sensibilidade e acontece em cegueira temporária.

De acordo com os médicos, “embora muitas pessoas vejam a tela com os dois olhos, algumas frequentemente usam o celular enquanto estão deitadas, quando um olho pode estar coberto mesmo sem que elas percebam”.

O que tem preocupado os especialistas é que os fabricantes estão criando telas com mais brilho. Por isso, de acordo com o artigo médico, esse efeito ocorrerá cada vez mais vezes e os oftalmologistas precisarão estar preparados para atender este problema. A cegueira transitória dos smartphones (TSB) é um fenômeno real e pode contribuir pode contribuir no diagnóstico neurológico alterado.

Segundo os médicos, esse fenômeno era temporário e inofensivo. Ele pode ser evitado quando as pessoas olham para o celular com ambos os olhos. Os estudos sobre o tema ainda estão sendo analisados e não se pode afirmar se é possível que este tipo de cegueira se torne um problema.

* Nota: As informações e sugestões contidas neste artigo têm caráter meramente informativo. Elas não substituem o aconselhamento e acompanhamentos de médicos, nutricionistas, psicólogos, profissionais de educação física e outros especialistas.

*Por Julia Moretto

 

 

 

 

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*Fonte: sabervivermais

7 mitos da musculação que você precisa parar de acreditar

Exercícios físicos são de extrema importância para nosso corpo e organismo. Os ganhos através de exercícios como a musculação são significativos para nossa qualidade de vida, porém, é preciso entender que a prática saudável dos exercícios se faz necessária e que nosso organismo reage aos estímulos de maneira diferente, variando de pessoa para pessoa.

Aqui na Fatos Desconhecidos já escrevemos sobre 7 exercícios eficazes que você pode fazer em qualquer lugar e sobre o que acontece com o seu corpo quando você fica 14 dias sem fazer exercícios físicos. Hoje, listamos para vocês alguns mitos que circulam por aí sobre a musculação e que as pessoas definitivamente precisam parar de acreditar. Confira!

1 – Vou ficar muito grande só com a musculação

A musculação ira gradualmente aumentar o volume do tecido muscular, porém, o tecido de gordura é mais volumoso que o muscular. Dessa forma, é comum que um praticante de musculação veja suas medidas diminuírem a medida que seus treinos evoluem. Por exemplo, uma pessoa que pratica musculação com 90 quilos pode ter um volume corporal menor do que uma pessoa sedentária de mesma altura e peso.

2 – Musculação não emagrece

A redução do peso também acontece através da musculação, uma vez que o aumento do volume muscular proporciona um aumento do metabolismo, especialmente durante o repouso, e isso faz com que haja uma potencialização do gasto calórico e consequentemente, uma redução do peso.

3 – Se você não sente dor no dia seguinte de nada valeu o treino

A dor que geralmente ocorre após os treinos é uma resposta do organismo à inflamação dos músculo, o que pode desaparecer a medida que seu corpo se acostuma. Portanto, a dor não é um marco de progresso.

4 – Musculação é treino para homem

Força muscular e massa são indicados para qualquer pessoa, independente de gênero e idade. Exercícios que geram sobrecarga óssea são indispensáveis para as mulheres, para evitar a perda de massa óssea que começa a ocorrer por volta dos 30 anos de idade e se acentua após a menopausa.

5 – Ganhar massa sem anabolizantes é impossível

Um treino adequado, aliado a uma dieta rica em proteínas e carboidratos, especialmente os de baixa carga glicêmica, podem sim gerar ganhos de massa muscular sem o uso de esteroides anabolizantes. A grande questão é a falta de paciência e disciplina necessários para respeitar o tempo para que isso aconteça. O que faz com que muitas pessoas recorram a métodos não aprovados e que podem comprometer seriamente a saúde.

6 – Se eu parar de me exercitar vou perder tudo

Isso não é necessariamente verdade. O que acontece é que quando você treina utilizando pesos, sua musculatura vai respondendo e alterando a forma do seu corpo. Se você para de se exercitar, seu corpo vai voltando para o que era antes, uma vez que o estímulo dos exercícios cessou e os pesos vão deixar de fazer efeito sobre os músculos.

7 – Não posso fazer musculação porque estou grávida

A musculação pode ser praticada por gestantes, se a prática de exercícios físicos já ocorresse antes da gestação. A musculação pode contribuir para um trabalho de parto mais seguro, prevenindo dores lombares, auxiliando no ganho de peso ideal e na recuperação pós parto. Porém, é importante que a futura mamãe consulte seu médico e verifique sua liberação para a prática.

 

 

 

 

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*Fonte: fatoscuriosos

Engenheiros da Citroën finalmente criaram uma solução para quem sofre de enjoo durante viagens

Qual a pior afronta que um engenheiro de carros pode sofrer? Que um passageiro vomite dentro de sua obra-prima, claro. Por isso, engenheiros da Citroën desenvolveram armações malucas para os olhos que prometem não deixar seu usuário ficar com enjoo quando está em viagem.

Uma em cada três pessoas no mundo sofre com náuseas quando está viajando. Isso significa que 2,3 bilhões de pessoas no mundo não conseguem matar tempo com atividades visuais enquanto sacolejam pelas estradas, céus e águas deste planeta. Elas não conseguem trabalhar no laptop ou smartphone, não conseguem assistir a um filme no tablet e também não conseguem curtir um bom livro ou jornal.

Para resolver este problema que atormenta a humanidade desde os tempos da carroça, engenheiros da Citröen parecem ter deixado para trás o design refinado de seus carros para criar esta engenhoca. A invenção foi apelidada de Seetroën, um trocadilho que poderia ser traduzido como “enxergue-troën”.

A empresa garante que qualquer enjoo por movimentação acaba em até dez minutos depois de começar a usar a armação.

Esse tipo de enjoo acontece quando o cérebro recebe informações conflitantes sobre a movimentação da pessoa. Enquanto o líquido do ouvido informa ao cérebro que o corpo está em movimento, os olhos passam a informação de inércia quando a pessoa está olhando para um livro ou tela dentro do veículo. Esse enjoo tende a passar quando a pessoa olha para fora do veículo, e o cérebro recebe as duas informações alinhadas de que o corpo está, sim, em movimento.

Como esses “óculos” sem lente resolvem o problema? Eles têm uma tecnologia muito simples chamada Boarding Ring (“anel de embarque”), desenvolvida por uma empresa francesa chamada Boarding Glasses. A tecnologia é descrita como “anéis preenchidos por líquido azulado que está livre para se movimentar dentro do tubo”.

As armações da Citroën possuem quatro “anéis” com uma pequena quantidade de líquido colorido que, graças à gravidade, simulam o ângulo e movimentos do horizonte. Assim, enquanto a sua visão central está ocupada vendo algum objeto de entretenimento bem próximo ao seu rosto, sua visão periférica registra a movimentação do líquido azul, e envia essa informação para o cérebro.

Com a tal invenção, a informação visual de movimento e a informação que vem dos ouvidos são compatíveis. O cérebro fica satisfeito com esses dados e não te faz suar frio, ficar tonto, ter dores de cabeça e vomitar.

O melhor de tudo é que os passageiros não precisam usar esse dispositivo durante toda a viagem.

Assim que a pessoa coloca os óculos e fica olhando para um objeto parado dentro do veículo, o cérebro leva entre 10 e 12 minutos para resolver o conflito de informações, e a náusea vai embora até o fim da viagem. Os cientistas por trás dessa invenção dizem que 95% das pessoas só precisam usar os óculos por esse curto período de tempo.

A Citroën deve colocar o Seetroën à venda em breve, por US$115 (R$443).

 

 

 

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*Fonte: engenhariae

Beber cerveja e café, aumenta suas chances de passar dos 90 anos

Você ja deve estar cansado de saber que levar um estilo de vida saudável e fazer exercícios regularmente é a chave para a longevidade, um novo estudo sugere que o café e o álcool merecem também atenção.

Um dos estudos realizados pelo centro de envelhecimento da Universidade da Califórnia, afirma que o consumo moderado de cerveja ou café podem se uma das chaves para viver mais de 90 anos.

A pesquisa foi realizada com 1600 pessoas, com testes realizados a cada seis meses, e os cientistas chegaram a conclusão que as pessoas que bebiam quantidades moderadas de álcool ou café viviam mais do que as que se abstinham.

As descobertas do estudo The 90+ Study, coordenado pela neurologista Claudia Kawas, é sobre bebidas alcoólicas. A ingestão de 2 copos de cerveja ou vinho aumenta em 18% a chance de se viver mais, em comparação aos participantes abstinentes. O Café, quando consumido moderadamente, também eleva, em cerca de 10%, a probabilidade de se passar dos 90 anos. Além disso eles deduziram, quem investe duas horas por dia em um hobby tem as chances de morrer precocemente reduzidas em 21%.

Esse estudo também descobriu que idosos com sobrepeso, mas não obesos, apresentam índices de morte precoce 3% menores, quando comparados a indivíduos com peso considerado “ o normal”.

Esses estudos relacionados ao consumo de álcool, incluindo o The 90+ Study, são observacionais, então nós só podemos dizer que alguma substância na bebida está associada à saúde e longevidade. Me deixa curiosa saber se os consumidores de álcool e café tem outros hábitos e estilos de vida que poderiam ser a verdadeira chave para a longevidade”, disse a nutricionista americana Jennifer Markowitz, ao The Daily Meal.

Quem não conhece a verdadeira cevada que é o principal componente da cerveja, a cevada é um cereal integral bastante nutritivo cuja planta lembra muito o trigo. A semelhança, porém, está mais na aparência que na composição; a cevada oferece mais nutrientes que o consumo de trigo.
Embora o consumo ainda seja minimo praticado e discutido entre os brasileiros, incluir a cevada na alimentação traz muitos benefícios para a saúde e ajuda a suprir a necessidade de uma boa variedade de nutrientes necessários para o bom funcionamento do nosso organismo.

A farinha de cevada verde é cheia de vitaminas A, do complexo B, C e K, além de minerais como cálcio, fósforo, selênio, zinco, iodo e cobre. Todos esses nutrientes são necessários para o bom funcionamento do organismo. Para quem deseja começar a aproveitar os benefícios do cereal pode ir muito além da inclusão de sua farinha na alimentação. Ainda que esta seja uma das mais conhecidas formas de consumo, está longe de ser a única: a cevada também pode ser consumida em grãos, em sua forma solúvel, em cápsulas e até em peelings.

 

As principais propriedades da cevada

Selênio: essa propriedade tem ação antioxidante, ajuda a regular os hormônios da tireoide, auxilia na prevenção de cânceres e na saúde do sistema imunológico.

Magnésio: responsavel por regular a absorção de minerais, auxilia na saúde de ossos e músculos. Também ajuda o corpo a produzir energia e a manter o ritmo cardíaco normal.

Cobre: o responsavel por auxiliar a atividade celular, ajudando na produção de energia e proteção.

Cálcio: responsavel por contribuir para a saúde de ossos e dentes, construindo-os e mantendo-os fortes.

Manganês: ajuda na formação do osso é um componente de enzimas que ajudam na regulação de colesterol, carboidratos e aminoácidos.

Fósforo: o cálcio, o fósforo está diretamente ligado à saúde de dentes e ossos. Além disso, ajuda a manter o pH do corpo em nível regular.

Vitamina B1: a vitamina B1, ou tiamina, é uma das principais vitaminas do complexo B presentes na cevada. Esta vitamina tem propriedades essenciais para o bom funcionamento do coração, do sistema nervoso e dos músculos.

Vitamina K: tem a proprieda de grande papel na coagulação sanguínea e contribui para a saúde do esqueleto.

 

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*Fonte: felizsaude

Como o Chile reduziu em 22% a ingestão de bebidas açucaradas em quatro anos

Os chilenos diminuíram em 21,6% o consumo de bebidas açucaradas desde 2014, segundo um recente estudo publicado pela Universidade do Chile. Um fator-chave foi a implementação de uma lei que criou impostos especiais para esse tipo de produto.

Segundo o professor Cristóbal Cuadrado — líder da pesquisa, realizada em 2.900 domicílios —, um terço dos açúcares livres que os chilenos consomem vem de bebidas gaseificadas, sucos e águas saborizadas, o que faz do país sul-americano um dos maiores consumidores de calorias provenientes desses produtos. Cifras oficiais apontam que 31,2% da população tem obesidade e que 470.000 pessoas (3,2% do total) têm obesidade mórbida.

As estimativas do grupo de especialistas liderados por Cuadrado indicam que, desde 2014, cada chileno reduziu em 700 mililitros o seu consumo mensal de bebidas açucaradas. Ou seja: cada pessoa ingere 3,5 litros desses líquidos por mês atualmente. O estudo não registrou variações significativas em relação às bebidas com baixo teor de açúcar.

A história do aumento de impostos remonta a 2014, quando a então presidenta Michelle Bachelet incluiu a modificação na reforma tributária que realizou para financiar o programa de ensino universitário gratuito. Na época, ficou determinado que todas as bebidas não alcoólicas contendo colorantes, aromatizantes ou edulcorantes seriam taxadas com o chamado Imposto Adicional às Bebidas Açucaradas (IABA). Com sua aprovação, criaram-se duas categorias: a das bebidas com adição de 6,25 gramas ou mais de açúcar para cada 100 ml, que devem pagar 18% de imposto; e a das que têm menos concentração de açúcar, que pagam 10%. Antes da lei, todas as bebidas pagavam 13%.

Cuadrado diz que “embora tenha sido de pequena magnitude, o imposto conseguiu gerar uma modificação no consumo das famílias, o que mostra o potencial positivo desse tipo de medida”. Tal como ocorreu no Chile, impactos positivos de leis similares têm sido vistos no México e na Califórnia (EUA).

Além do hábito dos consumidores, o imposto teve um efeito na indústria. Em setembro de 2017, a filial local da Coca-Cola anunciou uma redução no teor de açúcar de dois de seus principais produtos: Sprite e Fanta, que ficaram com 4,9 gramas para cada 100 ml, ou seja, debaixo do limite imposto pela lei.
O país onde não existe Kinder Ovo

Há vários anos, o Chile trava uma batalha contra os alimentos considerados poucos saudáveis. Um projeto iniciado no primeiro mandato de Sebastián Piñera (2010-2014) levou a uma lei rigorosa sobre a publicidade de alimentos e cuja implementação teve início no último Governo de Bachelet. A norma introduziu medidas como o uso de carimbos de advertência para os alimentos com alto teor de nutrientes críticos, incluindo calorias, sódio, gorduras saturadas e açúcar. Desde 2016, os alimentos com esse carimbo não podem fazer propaganda para menores de 14 anos.

Tampouco é permitido fazer promoções para essa faixa etária com a utilização de brindes e concursos. A lei determinou o desaparecimento de mascotes como o Tigre Tony, exibido nos pacotes dos Sucrilhos, da Kellogg’s. Também tirou do mercado o ovo de chocolate Kinder Surpresa, que no mundo todo vem com um brinquedo em seu interior.

Enquanto as medidas continuam sendo avaliadas, a chamada lei do rótulo de alimentos entrou em junho numa nova etapa. Desde então, os parâmetros para que um produto seja obrigado a exibir o carimbo foram endurecidos. A previsão é que, nos próximos meses, sejam cada vez mais os produtos que estampem na embalagem um octógono preto (similar ao da placa de “Pare”) com os dizeres: “Alto teor de”.

 

 

 

 

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*Fonte: elpais

Abraços protegem contra estresse, depressão, infecções e gripes, diz estudo

Além de ser uma demonstração de afeto, o abraço também é capaz de prevenir doenças relacionadas ao estresse e diminuir a susceptibilidade de contrair infecções, segundo um novo estudo publicado na Psychological Science.

Um time de pesquisadores da CMU (Universidade Carnegie Mellon, sigla em inglês), em Pittsburgh, na Pensilvânia (EUA), liderados pelo professor de psicologia da Faculdade de Ciências Humanas e Sociais da CMU Sheldon Cohen, testaram se abraços funcionam como uma forma de “apoio social” e se a frequência de abraço seria capaz de proteger as pessoas de infecções associadas ao estresse, resultando em sintomas mais brandos de doenças.

Pesquisas anteriores já mostraram que o estresse torna as pessoas mais suscetíveis a ficarem doentes.

“Sabemos que pessoas que enfrentam algum conflito são menos capazes de lidar com efeitos da gripe”, afirma Cohen. “Da mesma forma sabemos que as pessoas que admitem ter apoio social são parcialmente protegidas dos efeitos do estresse, em estados de ansiedade e depressão“.

Os pesquisadores analisaram 404 adultos saudáveis e, por meio de entrevistas telefônicas realizadas em 14 noites consecutivas, verificaram a frequência de conflitos interpessoais e abraços diários.

Após os questionários, os pesquisadores expuseram intencionalmente os entrevistados ao vírus da gripe.

Os participantes foram então colocados em quarentena e passaram a ser monitorados para ver quais desenvolveriam sinais da doença.

Um terço das pessoas pesquisadas não desenvolveu os sintomas da gripe – exatamente aqueles que receberam mais abraços e apoio de pessoas de confiança. Em quem foi infectado, mas tinha uma frequência maior de apoio social – como os cientistas chamaram o ato de abraçar no estudo -, os sintomas da doença foram mais brandos.

Para Sheldon Cohen e sua equipe, o estudo sugere que ser abraçado por uma pessoa de confiança pode atuar como um meio eficaz de transmitir apoio e “o aumento da frequência de abraços pode ser um meio eficaz de reduzir os efeitos nocivos do estresse“.

“De qualquer maneira, aqueles que ganham mais abraços estão, de alguma maneira, mais protegidos de infecções”, diz.

 

 

 

 

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Fonte: fasdapsicanalise

Adesivo para tratamento de Alzheimer já está disponível pelo SUS

Uma nova forma de tratamento para o Alzheimer está disponível no SUS. O remédio rivastigmina, já disponibilizado em comprimido e solução oral, agora também é disponibilizado em forma de adesivo transdérmico.

A rivastigmina faz com que ocorra um aumento de uma substância chamada acetilcolina, que está reduzida no cérebro de quem tem Alzheimer, mas a medicação pode causar sintomas gastrointestinais como náuseas e diarreia, diminuição do apetite e dor de cabeça.

A adição do adesivo à lista de remédios do SUS representa uma melhoria na qualidade de vida de alguns pacientes. Por ser colocado na pele, a absorção do remédio se dá ao longo do dia e por isso tem menos efeitos colaterais, especialmente no sistema digestivo.

Segundo Rodrigo Schultz, presidente da Associação Brasileira de Alzheimer, o adesivo também garante que não haja flutuação da dose: “Sendo por via transdérmica, há uma liberação contínua e regular ao longo das 24h, impedindo a ocorrência de flutuação de dose, ou seja, aumentos e reduções da medicação no organismo conforme ela segue sendo metabolizada.”

Além disso, de acordo com Schultz, muito pacientes se recusam a fazer uso de remédios via oral e muitas vezes tiram o medicamento da própria boca após a administração.

“Com o adesivo ele não consegue fazer isso. Além disso, como a absorção é por via cutânea, há uma redução sensível na possibilidade da existência de efeitos colaterais, principalmente gastrointestinais”, explica.

O Alzheimer é uma doença neurodegenerativa, causada pela morte progressiva de células do cérebro, prejudicando funções como memória, atenção e orientação e linguagem, o que gera graves consequências para qualidade de vida dos pacientes. A doença não tem cura.

No Brasil, segundo dados de 2017, estima-se que haja 1,1 milhão de pessoas com a doença.

Quem pode usar?

Qualquer paciente com Alzheimer que faça uso da rivastigmina pode usar o medicamento em versão adesiva: “Há uma população que se beneficia mais que seria aquela com dificuldades para engolir ou que apresenta efeitos colaterais, sejam eles com qualquer medicação para essa finalidade”, explica Schultz.

O adesivo também pode ser usado no banho e deve ser retirado 24 horas após o uso. Por ser colocado na pele, o adesivo pode trazer esporadicamente algumas reações no local da sua colocação e por isso é recomendado um rodízio no local de uso do adesivo.

“Em caso de falta, podem ser usados comprimidos ou solução oral na dose correspondente sem problema algum. Sem qualquer risco”, diz Schultz.

Como ter acesso

Segundo o Ministério da Saúde, o medicamento já está disponível nas unidades de saúde responsáveis pela distribuição deste tipo de remédio.

Ainda de acordo com o ministério, os pacientes devem atender aos critérios de elegibilidade dos Protocolos Clínicos e Diretrizes Terapêuticas e apresentar os seguintes documentos em um estabelecimento de saúde designado:

Cópia do Cartão Nacional de Saúde (CNS);
Cópia de documento de identidade, cabendo ao responsável pelo recebimento da solicitação atestar a autenticidade de acordo com o documento original de identificação;
Laudo para Solicitação, Avaliação e Autorização de Medicamentos do Componente Especializado da Assistência Farmacêutica (LME), adequadamente preenchido;
Prescrição médica devidamente preenchida;
Documentos exigidos nos Protocolos Clínicos e Diretrizes Terapêuticas publicados na versão final pelo Ministério da Saúde, conforme a doença e o medicamento solicitado;
e cópia do comprovante de residência.

Além da rivastigmina, o SUS também disponibiliza outros medicamentos para o tratamento de Alzheimer: Donepezila, Galantamina e a Memantina.

O ministério explica que a adição da versão adesiva do medicamento à lista disponibilizada pelo SUS se dá por causa dos menores efeitos colaterais e da facilidade de aplicação.

“A rivastigmina já era oferecida por via oral, porém tinha o inconveniente de causar alguns desconfortos gastrointestinais no paciente, como náusea, vômito e diarreia. Para tentar diminuir esses efeitos indesejáveis, foi incorporada essa nova apresentação, que será indicada pelo médico que acompanha o paciente. Além disso, os pacientes com Alzheimer, podem tomar mais medicamentos ou menos que a quantidade prescrita, devido ao esquecimento”, diz nota do Ministério da Saúde.

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*Fonte: G1

Por que quanto menos você dorme, mais curta será sua vida

Você provavelmente está farto de ouvir líderes políticos e empresários falarem o tempo todo que dormem muito pouco. O problema é que isso não é uma característica admirável: a falta de sono é muito prejudicial para nossos corpos e cérebro.

Matthew Walker, professor de neurociência e psicologia da Universidade de Berkeley, nos Estados Unidos, explica por que você deveria parar de admirar pessoas que dormem pouco. Walker é autor de Por Que Dormimos, um livro com o potencial de mudar (e estender) sua vida.

Aqui, ele explica tudo o que você deve saber sobre o sono e como desenvolver hábitos de vida mais saudáveis.

Por que dormir é importante

As descobertas da ciência até agora apontam que quanto menos tempo de sono, mais curta será a sua vida. Então, se você quer chegar à velhice de maneira saudável, deve investir em uma boa noite de sono.

De fato, dormir é tão benéfico que Walker começou a pressionar os médicos a prescreverem isso a seus pacientes.

No entanto, essa indução ao sono tem de acontecer naturalmente. Muitos estudos relacionam remédios para dormir a um aumento do risco de câncer, infecção e mortalidade.

O que acontece com nosso corpo e nossa mente se não dormimos?

Muitas das doenças de que sofremos têm uma ligação significativa com a falta de sono – por exemplo, o mal de Alzheimer, câncer, doenças cardiovasculares, obesidade, diabetes, depressão, ansiedade e até mesmo tendências ao suicídio.

É que, durante o sono, ocorre uma espécie de “revisão” de todos os sistemas fisiológicos importantes do nosso corpo e de cada rede ou operação da mente. Se você não dorme o suficiente, essa revisão é prejudicada e seu corpo será afetado.

Após 50 anos de pesquisa científica, a questão na cabeça dos cientistas não é mais “o que o sono faz pela gente?” e sim “o que não faz o sono pela gente?”.

Quantas horas devemos dormir para nos sentir bem?

Você deve dormir pelo menos de sete a nove horas por dia. Se dormir menos de sete horas, seu sistema imunológico e seu desempenho cognitivo começarão a ser afetados.

Depois de estar acordado 20 horas seguidas, você se sentirá tão incapacitado quanto se estivesse bêbado – tanto que um dos problemas com a privação de sono é que você não percebe de imediato o dano que ela causa.

É como um motorista bêbado em um bar que pega as chaves do carro e diz: “Estou bem, posso dirigir”. Mas todo mundo ao redor sabe que ele está incapacitado para assumir a direção de um veículo.

Cada vez dormimos menos. Por quê?

Se analisamos os dados das nações industrializadas, notamos uma tendência clara: nos últimos cem anos, o tempo que dormimos diminuiu.

Se dormimos menos, é mais difícil entrar na fase REM (movimento rápido dos olhos, na sigla em inglês), o ciclo em que sonhamos. E qualquer interferência na fase REM é muito prejudicial, pois ela é crucial para a nossa criatividade e saúde mental.

Existem várias razões pelas quais as pessoas dormem cada vez menos, segundo Walker:

  • 1 – Falta de conhecimento: A comunidade científica sabe como é crucial dormir bem, mas, até agora, não foi capaz de comunicar efetivamente isso para o público em geral. A maioria das pessoas não entende por que o sono é importante.
  • 2 – Ritmo de vida: Em geral, estamos trabalhando mais horas e passamos mais tempo indo e vindo do trabalho. Saímos de casa muito cedo e voltamos para casa tarde da noite e, naturalmente, não queremos deixar de passar tempo com a família e com os amigos. Estar com a família, sair com os amigos, assistir TV… no final, sacrificamos horas de sono.
  • 3 – Atitudes e crenças: O sono não é bem visto pela sociedade. Se você disser a alguém que dorme nove horas, pensarão que você é preguiçoso. Então, estigmatizamos o sono, e muitas pessoas se gabam de quão pouco dormem todas as noites. Isso nem sempre foi assim. Ninguém vai chamar de preguiçoso um bebê dormindo, porque sabemos que o sono é essencial para seu desenvolvimento. Mas essa noção muda quando atingimos a idade adulta. Não apenas abandonamos a ideia de que o sono é necessário, mas também punimos as pessoas por dormir quando precisam.
  • 4 – Falta de luz natural: Não gostamos de ficar sem luz quando escurece. Mas a escuridão é necessária para liberar um hormônio essencial que nos ajuda a dormir, chamado melatonina. Infelizmente, um dos efeitos colaterais da modernidade e seus avanços tecnológicos é que estamos constantemente sob luz artificial. Isso piorou com a chegada das telas de LED, que projetam uma poderosa luz azul que bloqueia a produção da melatonina.
  • 5 – Temperatura: Outro efeito colateral inesperado da modernidade é não mais experimentarmos o fluxo natural de frio e calor durante o período de 24 horas. Todos queremos lares quentes, mas também precisamos de um pouco de ar fresco para dormir bem. Nosso cérebro e nosso corpo precisam reduzir essa temperatura central, aproximadamente 1°C mais baixa, para que possamos relaxar de maneira natural. A maioria de nós coloca o aquecimento em nível muito alto: se você quiser dormir bem, programe seu termostato a 18ºC à noite.
    A maior exposição das pessoas a fontes de luz artificial, como telas, atrapalham a produção do hormônio do sono

Por que não recuperamos as horas de sono perdidas

Identificados os erros, mas será que o dano pode ser revertido?

Uma das grandes mentiras é que, se você não dormiu bem, pode “recuperar o sono”. Não pode. O sono não é como um banco, em que você pode acumular uma dívida e depois pagá-la.

Mas é o que muitas pessoas fazem: dormem pouco durante a semana e querem se recuperar durante o final de semana. Isso é chamado de jet lag social ou até mesmo bulimia do sono. O que você pode fazer, na verdade, é mudar seus hábitos.

Estudos mostram que pessoas que antes dormiam mal, mas mudam sua rotina e começam a dormir mais, evitam a deterioração degenerativa e o mal de Alzheimer por mais de dez anos, em comparação com pessoas que mantiveram um padrão de sono insuficiente.

Por que não podemos armazenar o sono?

Imagine quão maravilhoso seria se pudéssemos armazenar horas de sono e usá-las como gostaríamos.

Há um precedente na biologia chamado de célula adiposa. A evolução nos deu essa célula, graças à qual podemos armazenar energia em tempos de abundância que nos permite sobreviver em tempos de fome.

Então, por que não desenvolvemos um sistema semelhante para armazenar o sono?

Porque somos a única espécie que, deliberadamente, se priva do sono sem motivo aparente.

É por isso que mesmo uma única noite de sono ruim pode afetar nosso corpo e nosso cérebro.

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*Fonte: terra

ANS permite que valor de plano de saúde dobre, mas fala em evitar custo muito alto!

Parece no mínimo uma contradição. A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), com a regulamentação dos sistemas de coparticipação e franquia, permitiu que o participante de um plano tenha o seu custo dobrado, ou que banque até 40% de um procedimento, como uma consulta ou um exame. Ao mesmo tempo, seu diretor declara que essas normas têm como objetivo “evitar surpresas com um custo muito alto”. Cabe a pergunta: o que estaria sendo, então, considerado custo alto?

A reportagem é de Regina Pitoscia, publicada por O Estado de S. Paulo, 29-06-2018.

A regulamentação se mostrava necessária para um assunto que estava há 20 anos desamarrado. As modalidades de coparticipação e franquia são as que mais vêm crescendo. Não porque sejam as mais convenientes, mas porque são mais baratas em relação aos planos convencionais. No entanto, os limites de repasses de custos ao consumidor é que causam estranheza.

Ainda que de modo informal, a orientação que vinha sendo dada pela ANS às administradoras, nesse período sem regulação, era para que o repasse fosse no máximo de 30%, como publicado pelo jornal O Estado na edição de ontem. Mas sem justificativas, na normatização, essa régua subiu, o teto foi para 40% para os planos individuais. Mais ainda, no caso de planos coletivos, que hoje representam a maioria do mercado, o repasse pode chegar a 50%.

Além desse procedimento, há outro limite elástico que pode ser mais prejudicial e levar o conveniado a pagar o dobro do que foi inicialmente fechado em contrato. A regra diz que as cobranças extras não podem superar o total da mensalidade ou o total que é pago no ano, mas na ponta do lápis essa conta é pesada.

Basta imaginar o exemplo de quem tenha uma mensalidade de R$ 800, ou um desembolso anual de R$ 9,6 mil com o seu plano. Dependendo dos serviços que usar, além da mensalidade que estará pagando normalmente, esse participante ainda estará sujeito a bancar mais R$ 800 em determinado mês, ou mais R$ 9,6 mil no ano. São limites que permitem que o custo seja duplicado. Ainda assim, o mesmo diretor da ANS afirma que as normas devem trazer “mais previsibilidade” ao consumidor. Será que pagar 100% a mais do que o contratado pode ser classificado como previsível?

Estipular uma lista de situações em que a cobertura tem de ser integral pela operadora, sem coparticipação ou franquia, foi um dos aspectos positivos que se pode destacar da Resolução 433 da ANS. São 250 procedimentos, incluindo os relativos aos tratamentos de doenças como câncer e AIDS, doenças crônicas e exames preventivos.
Como ficam os planos

Com a regulamentação, que passa a valer no fim de dezembro deste ano, e para contratos novos, no mercado vão existir três tipos de plano:

Tradicionais – em que uma mensalidade é paga e a administradora cobre integralmente todo e qualquer serviço prestado;
Com coparticipação – em que o participante paga uma parte dos custos, limitada a 40% do procedimento;
Com franquia – em que o participante banca os custos até uma determinada faixa determinada em contrato, exatamente como acontece em apólices de seguro de carro.

A expectativa é a de que os planos com coparticipação e franquia sejam até 30% mais baratos que os tradicionais. Afinal, o conveniado estará pagando, além da mensalidade, pelo uso de cada serviço depois. E, por essa condição, talvez essas novas modalidades sejam mais indicadas para quem acredita que não vá precisar com frequência dos serviços médicos. Nesse caso, vai valer a pena desembolsar um valor menor na mensalidade e pagar pelo procedimento quando, de fato, for usá-los.

Na visão de especialistas do setor e entidades de defesa do consumidor, a regulamentação abre caminho para que as operadoras deixem de oferecer os planos tradicionais. A exemplo do que aconteceu com os planos individuais, que simplesmente, desapareceram de cena e tiveram o lugar ocupado pelos planos coletivos.

A razão é conhecida: o reajuste dos planos coletivos fica de fora do controle da ANS e são bem mais pesados do que os individuais.

Os regimes de coparticipação e franquia tendem a reduzir sobremaneira os riscos de prejuízos das operadoras, porque permitem a divisão de despesas com o participante. E, na medida em que se tornarem mais vantajosos, os planos tradicionais podem sair da prateleira. No decorrer do tempo, nada impede que os novos planos fiquem tão caros quanto os planos convencionais, e ainda cobrando valores extras pelos seus serviços.

Fica a impressão de que as normas levaram em conta muito mais os problemas das operadoras do que as dificuldades enfrentadas pelos conveniados.

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*Fonte: ihuunisinos

Tomar cafeína antes de fazer exercícios pode prejudicar saúde

Pesquisadores da Universidade Estadual Paulista (Unesp) estão de olho nos seus hábitos diários. Depois de mostrarem como a música instrumental pode melhorar os efeitos de remédios para hipertensão, os cientistas voltaram para avaliar como uma dose de cafeína antes de se exercitar pode afetar a sua recuperação após o esforço físico.

Para o estudo, 32 homens saudáveis e ativos de 18 a 25 anos foram acompanhados pela equipe, que registrou durante três dias como eles se recuperavam ao final de meia hora de corrida. No primeiro dia, os voluntários fizeram um teste de esforço máximo para que os pesquisadores identificassem qual era o limite de cada um. No segundo e terceiro dia, eles correram em intensidade moderada e, alternadamente, tomaram uma cápsula de cafeína e outra placebo — sem saber distinguir qual estavam ingerindo.

Ao final dos exercícios, os fisioterapeutas perceberam que, quando os voluntários tomavam a dose de cafeína (que era de 300mg, equivalente a 1,5 xícara de café), a atividade cardíaca deles demorava mais para voltar aos parâmetros de quando estavam em repouso.

“Quando isso ocorre, nós dizemos que há um aumento do risco de acontecer alguma complicação cardiovascular”, afirma Vitor Valenti, professor da Unesp e orientador do estudo. “Ficamos preocupados com o resultado, porque, se isso acontece com jovens saudáveis, talvez possa haver uma reação um pouco mais intensa em pessoas sedentárias e obesas, por exemplo.”

Este efeito foi observado porque a cafeína ativa receptores de adenosina, que liberam catecolaminas, substâncias envolvidas na aceleração do coração e no aumento da pressão arterial.

“As duas catecolaminas mais conhecidas são a adrenalina e noradrenalina. Com o aumento da liberação dessas catecolaminas, elas ativam os vasos sanguíneos e podem causar vasoconstrição”, explica Valenti.

Vale lembrar que não foram registradas alterações na pressão arterial dos voluntários e que o efeito foi observado apenas a curto prazo. “A literatura já tem fortes evidências de que, a longo prazo, tomar café pode colaborar para uma série de benefícios”, diz o professor.

Estudos a longo prazo

Em um estudo com mais de 185 mil participantes, foi observado ao longo de 16 anos que aqueles que tomavam pelo menos uma xícara de café por dia, tinham 12% menos chances de morrer por doenças cardíacas ou respiratórias, câncer, derrame, Parkinson, diabetes e outras doenças crônicas. Por isso, aponta o estudo, a expectativa de vida pode aumentar de acordo com a frequência e a quantidade de café que você consome.

No ano passado, pesquisadores britânicos mostraram que pessoas que têm o hábito de beber uma xícara de café por dia têm 20% menos chances de desenvolver câncer de fígado. Outro estudo concluiu que tomar três copos de café por dia reduz riscos de morte prematura.

 

 

 

 

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*Fonte: revistagalileu