Privação de sono está relacionada à maior consumo calórico diário, mostra estudo

Dormir pouco atrapalha o corpo como um todo: aumenta doenças cardiovasculares, traz mais dores, enfraquece o sistema imunológico e ainda traz danos quando o assunto é emagrecimento! Pesquisadores da Universidade da Pensilvânia concluíram que pessoas que sofrem provação de sono chegam a consumir até 550 calorias a mais no dia. Os resultados desse estudo foram publicados na edição de Julho do jornal Sleep.

Para chegar a essas conclusões os estudiosos recrutaram 225 adultos com idade entre 22 e 50 anos, que ficaram por cinco dias no laboratório do sono da universidade, dormindo apenas das 4 às 8 horas da manhã. Eles podiam comer o que quisessem nesse período, enquanto os monitores do laboratório mantinham um registro dessa alimentação. Enquanto isso, um grupo de controle também foi colocado com a mesma disponibilidade de alimentos, só que dormindo o quanto quisessem.

No fim do período estipulado, eles perceberam que no tempo em que normalmente estariam dormindo, as pessoas consumiam cerca de 550 calorias a mais e davam preferência a alimentos bem mais gordurosos, o que resultou em um maior ganho de peso nesse período.

A conclusão a que eles chegaram é que a culpa está na desregulagem dos hormônios grelina e leptina, responsáveis respectivamente pela fome e pela saciedade, um fato já conhecido. Eles acreditam, inclusive, que fora do laboratório o ganho de peso deve ser maior, já que os voluntários estão expostos a comida de hospital e no dia a dia é mais fácil ter acesso a itens mais calóricos.

Confira os outros prejuízos

Se o emagrecimento não é argumento suficiente para você tentar dormir melhor, confira que outros problemas a privação de sono provoca.

Afeta o emagrecimento

Durante o sono nosso organismo produz a leptina, um hormônio capaz de controlar a sensação de saciedade ao longo do dia. Por isso, pessoas que dormem pouco produzem menores quantidades desse hormônio. Além disso, quem tem o sono restrito produz mais quantidade do hormônio grelina, que provoca fome e reduz o gasto de energia. “A consequência é a ingestão exagerada de calorias durante o dia, pois o corpo não se sente satisfeito”, explica a endocrinologista Alessandra Rasovski, da Sociedade Brasileira e Endocrinologia e Metabologia. Segundo um estudo feito na Universidade de Chicago, pessoas que dormem de seis a oito horas por dia queimam mais gorduras do que aquelas que dormem pouco ou tem o sono fragmentado. A pesquisa afirma que a falta de sono reduz em 55% a queima de gordura.

Impede a conservação da memória

“O sono é uma etapa crucial para o cérebro transformar a memória de curto prazo relevante em memória de longo prazo”, afirma o neurologista André Felicio, da Academia Brasileira de Neurologia. O especialista explica que, durante a noite, o cérebro faz uma varredura entre as informações acumuladas, guardando aquilo que considera primordial, descartando o supérfluo e fixando lições que aprendemos ao longo do dia. “Por esse motivo, quem dorme mal costuma sofrer para se lembrar de eventos simples, como episódios do dia anterior ou nomes de pessoas próximas”, diz.

Enfraquece a imunidade

É durante o sono que acontecem diversos processos em nosso organismo, dentre elas a produção de anticorpos. De acordo com um estudo da Universidade de Chicago (EUA), dormir pouco reduz a função imune e o número de leucócitos, células responsáveis por combater corpos estranhos em nosso organismo. Segundo a pesquisa, quem dormia quatro horas por noite por uma semana tinham os anticorpos reduzidos pela metade, quando comparados aqueles que dormiram até oito horas.

Altera o funcionamento do metabolismo

As mudanças no ciclo do sono podem atrapalhar a síntese dos hormônios de crescimento e do cortisol, já que ambos são produzidos enquanto dormimos. “Os maiores efeitos dessa deficiência são despertar cansado, a dificuldade de raciocínio e a ansiedade, que podem interferir na realização de tarefas do cotidiano, levando a problemas como déficit de atenção, acidentes de trânsito, indisposição física, irritabilidade e sonolência”, diz a endocrinologista Alessandra.

Leva ao envelhecimento precoce

Durante o sono, produzimos hormônios “rejuvenescedores”, como a melatonina e o hormônio do crescimento. “Esses hormônios exercem funções reparadoras e calmantes para a pele, e a falta de sono impede que o corpo descanse adequadamente”, afirma a endocrinologista Alessandra. Os maiores resultados disso são uma pele sem viço e com olheiras. O estresse provocado pela falta de sono também favorece o aparecimento de rugas.

Interfere na produção de insulina

Pessoas com diabetes que tem um sono insuficiente desenvolvem uma maior resistência insulínica, tornando o controle da doença mais difícil. É o que afirma um estudo feito pela Northwestern University, dos Estados Unidos. Os pesquisadores concluíram que portadores de diabetes que dormem mal tinham 82% mais resistência à insulina que os portadores com sono de qualidade. Além disso, a falta de sono adequado pode favorecer o aparecimento de diabetes tipo 2 em quem não tem a doença. “É durante o sono que o corpo estabiliza os índices glicêmicos, por isso quem não tem um sono de qualidade sofre com o descontrole do nível de glicose, podendo desenvolver diabetes”, explica a endocrinologista Alessandra.

Desregula a pressão arterial

A neurologista Rosa Hasan, responsável pelo Laboratório do Sono do Hospital São Luiz, explica que a dificuldade em descansar durante a noite é equivalente a um estado de estresse, aumentando a atividade da adrenalina no corpo. “Uma noite mal dormida deixa o organismo em estado de alerta, aumentando a pressão sanguínea durante a noite”, explica a especialista. Ela afirma que com o tempo essa alteração na pressão sanguínea se torna permanente, gerando a hipertensão.

Afeta o desempenho físico

“Um sono incompleto é uma das principais causas de fadiga ou baixo desempenho motor”, afirma o neurologista André. Quando dormimos profundamente e sem interrupções, nosso corpo começa a produzir o hormônio GH, responsável pelo nosso crescimento, e que começa a ser sintetizado só 30 minutos depois de começarmos a dormir. “O hormônio do crescimento tem como funções ajudar a manter o tônus muscular, evitar o acúmulo de gorduras, melhorar o desempenho físico e combater a osteoporose”, explica a endocrinologista Alessandra.

Prejudica o humor

“A falta de sono faz com que o cérebro não descanse plenamente, prejudicando a comunicação entre os neurônios”, explica o neurologista André. E os neurônios são os responsáveis por produzir os neurônios relacionados ao nosso bem-estar, como a serotonina. “Por isso que um sono deficiente impacta o nosso bom-humor de forma direta, podendo até favorecer quadros de depressão.”

 

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*Fonte: minhavida

A tentativa de transformar o sofrimento em patologia é o grande marketing da indústria dos psicofármacos

A depressão dá lucro: é o que diz a indústria patologizante que medicaliza o afeto, a tristeza, o sono, os amores, o sentimento de vazio e vende uma ideia de bem-estar, mas que, em algum momento, o sujeito terá que lidar com os sentimentos de uma outra forma.

E medicam tanto que não se tem ânimo para sair de casa, cuidar de si, investir numa relação, fazer rupturas e lidar com perdas. E não se trata aqui de negar que existem casos onde a medicalizacão é necessária.

A sensação de melhora rápida adia aquilo que precisa ser dito e reeditado. Os consultórios, que em um momento de Pandemia foram deslocados, estão vivos (on-line) e repletos de pessoas procurando um lugar de escuta e também de fala para suas dores. Eles estão se dando conta de que não dá para ser forte o tempo todo, solucionar tudo, resolver tudo, não chorar, não sofrer… Perceber que a fragilidade faz parte de nós e, portanto, pedir ajuda não é sinônimo de fracasso.

A tentativa de transformar o sofrimento em patologia é o grande marketing da indústria dos psicofármacos, que vende suas tarjas pretas, que limita o sujeito nas suas possibilidades e saídas para o mal-estar. A ideia do normal e do patológico, precisa ser investigado melhor, assim como uma leitura melhor acima dos diagnósticos e seus efeitos para além das cápsulas.

A psicanálise propõe que o sujeito deprimido volte a fantasiar, faça uma travessia, que facilite o acesso ao imaginário, abrindo espaços para que possa falar das suas dores. Expô-las, ao invés de encobri-las. Todo mundo tem algo a dizer, mesmo que por algum tempo isso não lhe venha à lembrança.

*Por Iza Junqueira Rezende

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*Fonte: revistapazes

John Fogerty (Creedence): “eu não vou morrer pelo Donald Trump”

John Fogerty, lendário músico americano e fundador do Creedence Clearwater Revival, não está nem um pouco tranquilo em meio à crise do Coronavírus.

Justamente por isso, o ícone deu uma declaração em que garante que não irá se arriscar e muito menos “morrer pelo Donald Trump“, se referindo por nome ao atual presidente americano. Ele também destacou que “não vai morrer pela economia” e você pode ler tudo que ele falou a seguir (via Rolling Stone):

O Coronavírus é tão real e assustador e ameaçador. Eu ainda não vi uma solução que irá funcionar enquanto procuramos uma vacina. Eu acho que sou mais paciente do que alguns. Eu continuo dizendo à minha família, se fossem leões e tigres andando por aí, você poderia vê-los, então isso te prepara psicologicamente e você percebe que não quer sair e ser imprudente. Toda essa coisa da reabertura é bem assustadora para mim. Eu estou com medo de provavelmente acabarmos andando pra trás. E eu não quero ser o cara que contribui com isso. Você vai a um show com 10 mil pessoas, e aí descobre depois que alguns deles morreram? Eu não acho que nenhum de nós estará realmente pronto até termos uma vacina e as pessoas se sentirem seguras novamente. Eu sou uma pessoa mais velha, e muitas pessoas da minha idade morreram. Talvez algum outro cara ache que é uma boa ideia, mas eu não vou morrer pelo Donald Trump. Eu não vou morrer pela economia. Como você pode ter qualquer tipo de plateia?

John Fogerty e questões sociais

Além de suas visões sobre a pandemia, Fogerty tem se mostrado antenado nas questões raciais. Em um vídeo recente no qual ele toca um clássico de Bill Withers com seus filhos, o músico declarou seu apoio aos manifestantes que tomaram conta dos EUA nos últimos tempos.

Ele ainda deixou bem claro que não se trata de uma questão política, e sim de “direitos humanos” se posicionar em meio a tudo isso. Você pode conferir tudo, inclusive a linda performance em um visual estonteante, por aqui.

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*Fonte: tenhomaisdiscosqueamigos

3 hábitos que aumentam o risco de depressão

A depressão é um transtorno grave que requer a máxima atenção. Infelizmente, muitas pessoas acreditam que é uma condição que deve ser ignorada, pensando que aqueles que estão deprimidos são fracos e que não se esforçam o suficiente para ficar bem. Dizem que isso é um capricho ou uma extravagância como muitas outras. No entanto, o risco de depressão existe para todos.

A depressão não se “cura sozinha”. Pelo contrário: quando os seus efeitos não são tratados no tempo devido, podem levar a um desgaste progressivo e outras doenças mais sérias, tanto física como mentalmente.

O estilo de vida é um fator decisivo para nutrir ou superar os estados depressivos. Os hábitos diários influenciam positivamente ou negativamente essa condição. Alguns hábitos fazem com que você se sinta deprimido com mais facilidade, enquanto outros permitem que os sintomas sejam reduzidos e melhoram o seu humor. Neste artigo falaremos sobre três desses hábitos que aumentam o risco de depressão.

“A depressão é alimentada pelas feridas não cicatrizadas”.
– Penélope Sweet –

Hábitos que contribuem para aumentar o risco de depressão

1. Má utilização do tempo livre

A rotina, especialmente se você vive em uma grande cidade, pode causar um grande desgaste emocional. Todos os dias você está exposto a centenas de estímulos, muitos dos quais são agressivos. Nas grandes cidades existe uma atmosfera de estresse generalizado. Você raramente encontra um rosto amigável e tudo acontece rapidamente.

O tempo livre não é apenas um momento de pausa, mas também um tempo determinante para manter a sua boa saúde mental. O problema é que o mesmo ritmo agitado do dia a dia geralmente nos leva a não saber o que fazer no nosso tempo livre. Muitas vezes, simplesmente buscamos quietude e solidão. É verdade que isso contribui para o descanso, mas também nutre a depressão.

O ideal é que o tempo livre seja utilizado para oxigenar o corpo e a mente. Devemos fazer atividades divertidas e agradáveis; isso renova a nossa energia física e mental, traz vitalidade e melhora o humor. É aconselhável cultivar algum hobby, fazer atividades ao ar livre, praticar esportes.

2. Dormir mal

Nada compensa um sono reparador. Enquanto dormimos, o cérebro dispõe de um tempo para se reorganizar e filtrar as informações. Dormir bem faz parte da higiene mental, mas também da boa saúde. O descanso é fundamental para o corpo e a mente.

Passar a noite “em claro” ou dormir mal afeta o nosso humor. Uma das primeiras manifestações é uma hipersensibilidade, que facilmente se transforma em depressão. Ela se expressa através do desânimo, irritabilidade e falta de energia.

Muitas vezes as dificuldades para dormir são causadas pelos problemas que não foram resolvidos e que se manifestam como ansiedade. Ao mesmo tempo, não descansar adequadamente nos torna mais vulneráveis ​​e torna mais difícil a concentração para resolução dos problemas. Isso forma um círculo vicioso que nos leva à depressão.

3. Descuidar da aparência pessoal

Uma das primeiras manifestações da depressão é o descuido com a aparência pessoal. Isto é um sinal de indiferença consigo si mesmo e com o mundo. Às vezes, são episódios pontuais que se resolvem de forma relativamente rápida. Outras vezes, no entanto, se transformam em uma atitude constante.

É claro que não precisamos nos preocupar exageradamente com o tipo de roupa ou o penteado que usamos. Tomar banho, usar roupas limpas e parecer basicamente arrumado faz parte de uma vida saudável. Isso também se estende ao ambiente, ou seja, dentro da aparência pessoal também se encaixa o cuidado com o espaço onde nos movemos e os objetos que nos rodeiam.

Quando há depressão, tanto a aparência como a ordem do lugar onde vivemos ou trabalhamos passa para um “segundo plano”. As pessoas deixam de lado as suas rotinas básicas de higiene. Da mesma forma, os seus objetos pessoais e móveis são completamente negligenciados. O inverso também é verdadeiro. Cuidar de nós mesmos e organizar o espaço onde vivemos são fatores que melhoram o nosso humor.

A vida nunca está livre de tristezas e dificuldades. Muitas vezes perdemos o interesse em viver e ficamos doentes. Por isso, é importante se cuidar e se proteger, para não permitir que em alguns momentos da vida os sentimentos negativos nos invadam e nos afetem emocionalmente. Adotar hábitos saudáveis e descartar hábitos nocivos é sempre o melhor escudo contra o risco de depressão.

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*Fonte: amenteemaravilhosa

Como acordar cedo todos os dias sem sofrimento?

Uma ótima noite de sono, sem dúvidas, é o primeiro passo para quem quer começar bem o dia com disposição.

No entanto, antes de aprendermos como acordar cedo sem sofrimento, temos que ter consciência de que não é fácil para ninguém no início, isso é um desafio para muitas pessoas.

São inúmeras as explicações dadas por pessoas que não conseguem acordar cedo, desde a preguiça de levantar da cama até a noite mal dormida.

Levando em conta tudo isso, preparamos um material excelente para guiar você, que quer acordar cedo com tranquilidade e iniciar bem o dia.

 

1 – Sinta-se bem pela manhã
Faz parte da rotina de muitas pessoas acordar cedo, e que nem sempre é uma escolha, mas sim uma necessidade.

Talvez seja isso o motivo de muita gente ter dificuldade de acordar pela manhã, às vezes gerando desconforto e estresse perdurando durante o resto do dia.

Apesar disso, algumas pessoas enfrentam o acordar cedo, como uma tarefa leve e inclusive gostam desse momento.

Por isso é importante, antes de querer acordar cedo, se sentir bem, ser otimista e manter o autocontrole.

Não tem como procrastinar, se você quer acordar cedo, faça do jeito certo, sendo assim toda manhã será um momento prazeroso, garantindo que seu dia seja produtivo e feliz.

2 – Tenha uma rotina para dormir e acordar
Primeiramente, devemos entender que para qualquer mudança de rotina que queiramos desenvolver, nosso corpo deve ser treinado, e isso é trabalhado através de hábitos.

Nós temos um relógio interno no corpo, e estabelecer uma rotina de horário para dormir e acordar é fundamental para manter tudo em ordem.

Portanto, é interessante deixar algo bem claro: para acordar cedo, é necessário que você vá dormir mais cedo.

Crie para você uma rotina diária para ir dormir e acordar toda manhã, assim, desenvolverá bons hábitos para seu corpo. Veja como criar um hábito:

Defina seus objetivos. No seu caso, acordar cedo;
Estabeleça início e fim. Faça um teste de 21 dias;
Registre suas conquistas, faça anotações;
Mantenha o controle e a motivação;
Sempre busque ser melhor que o dia anterior.

 

3 – Respeite o seu limite
Certamente você já tenha ouvido que o ser humano precisa dormir uma certa quantidade de horas por noite para que o corpo descanse o suficiente.

Pois bem, isso é verdade, visto que os especialistas recomendam que as pessoas não devam dormir menos que 7 horas por noite. Considerando que a quantidade ideal de horas variam com a idade.

Portanto, é aconselhável:

Crianças dormirem entre 9 e 11 horas por dia;
Adolescente, em torno de 10 horas por dia;
Adultos, de 7 a 9 horas por dia.

 

4 – Aprenda não ser refém do botão soneca
Infelizmente, muitas pessoas acabam apertando o botão soneca no despertador do celular. E isso pode ser prejudicial para a saúde mental.

Após acordar várias vezes com aquele barulho indesejável, você pode acabar acordando estressado ou até perder a hora, utilizando a função soneca.

Veja a seguir como você pode deixar de utilizar a função soneca:

Deixar o despertador ou celular do outro lado do quarto;
Configure vários despertadores. Faça com intervalos de 10 minutos cada;

5 – Abra a janela ao acordar
Uma ótima dica para fazer ao se levantar da cama, é abrir a janela do quarto, e sentir a luz sol. Assim, você vai acordando gradativamente e sem estresse.

Além do mais, fazendo isso você terá a oportunidade de manter seu controle emocional e consequentemente um dia tranquilo, sem sofrer ao se levar da cama.

6 – Faça um planejamento do dia seguinte
Ficar pensando em problemas ao deitar para dormir, consequentemente você irá dormir tarde e pouco, levando para o dia seguinte cansaço e estresse.

É importante evitar preocupações ao dormir, por isso é essencial organizar o próximo dia, assim, ao acordar, você terá tudo em ordem.


7 – Desconecte-se de tudo ao redo
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Evite estar em contato com aparelhos eletrônicos antes de ir dormir. Alguns aparelhos como, computadores e celulares, emitem luzes que prejudicam no processo do sono.

Se você gosta de ler antes de dormir, ótimo, é uma excelente atividade relaxante. Leia um livro, revista ou qualquer outra coisa que não seja eletrônico que emita luz.

8 – Faça exercício e alongamento ao acordar pela manhã
A prática da atividade física é essencial para uma boa saúde do corpo, além de beneficiar na qualidade do sono todos os dias.

Contudo, não é recomendado praticar essas atividades antes de ir dormir, devido a produção de adrenalina no corpo, deixando-o agitado.

Todavia, a prática de alongamento e exercício físico no período da manhã ao acordar, é recomendado, pois ajuda no despertamento do corpo.

Veja alguns exercícios que podem te ajudar:

Agachamento;
Yoga;
Abdominal;
Corrida;
Levantamento de peso.

9 – Tome banho ao acordar
Só o simples fato de você tomar banho pela manhã, faz com que seu corpo elimine a sonolência, assim evitando voltar a dormir.

Faça isso, ao acordar, corra para o banheiro e tome um banho, isso é uma ótima estratégia para despertar. Não precisa ser necessariamente um banho gelado que irá te acordar, apesar de ser mais eficiente.

*Por Cláudio Bernardo

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*Fonte: awebic

Seu corpo não digere chiclete. O que acontece quando você o engole?

Responsáveis por crianças sempre alertam seus pequenos para que eles não engulam chicletes. Enquanto muitos acreditam que um pedaço de chiclete engolido pode levar sete anos para ser digerido, outros pensam que ele pode entupir a passagem do bolo fecal no intestino. Mas o que realmente acontece com a goma-base quando ela passa pelo sistema digestivo?

A goma de mascar é feita de materiais naturais ou sintéticos, conservantes, aromas artificiais e adoçantes. O corpo consegue absorver adoçantes e açúcares, mas não consegue digerir a resina da goma.

O médico Michael Picco, da respeitada Mayo Clinic (EUA), responde à esta pergunta: “Se você engolir chicletes, é verdade que o seu corpo não consegue digeri-lo. Mas a goma não fica no seu estômago. Ela se move de forma relativamente intacta através do seu sistema digestivo e é excretada nas fezes”. A goma pode levar até 40 horas para deixar seu corpo, levando o mesmo tempo que os outros alimentos para serem excretados.

Quando ir ao médico?

Ou seja, apesar de a goma de mascar ser feita com objetivo de ser mascada, e não engolida, ela normalmente não é prejudicial à saúde. Em casos muito raros, em que crianças engolem uma grande quantidade e já têm problemas anteriores de constipação, essa bola de chicletes pode provocar um bloqueio no intestino.

Isso pode acontecer tanto por quem engole vários pedaços de goma de uma vez só quanto por quem engole pequenas quantidades em um período curto de tempo. O problema costuma ser pior se a goma é engolida junto com objetos estranhos como moedas e peças de plástico ou então com alimentos fibrosos que não são digeridos, como sementes de girassol.

Os sintomas de bloqueio incluem:

dor abdominal;
constipação;
vômito;
diarréia;
inchaço abdominal;
falta de apetite.

Se você acha que tem um bloqueio intestinal, procure ajuda médica. Pode ser necessário que o paciente passe por cirurgia para corrigir o bloqueio.

O maior perigo para crianças que engolem chicletes costuma ser o sufocamento, pela obstrução das vias aéreas. Este tipo de acidente é mais comum em crianças pequenas, de até quatro anos, por elas ainda não mastigarem bem e por terem a garganta pequena.

É por este motivo que o hábito de engolir chicletes deve ser desencorajado, especialmente em crianças. Crianças com menos de cinco anos devem ficar longe desta guloseima, uma vez que ainda não compreendem a importância de não engolir a goma e ainda não conseguirem mastigar e engolir muito bem. [Mayo Clinic, Healthline]

*Por Juliana Blume

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*Fonte: hypescience

14 mitos e verdades sobre a ansiedade

1. Animais de estimação podem ajudar pessoas ansiosas

VERDADE. Sabe aquela alegria ao encontrar seu animal de estimação ao chegar em casa? Pois é, estudos apontam que conviver com um bichinho traz inúmeros benefícios para a saúde — entre eles, diminuir a ansiedade. Segundo uma pesquisa da Faculdade de Medicina de Virgínia (EUA), após sessões de recreação e terapia assistida com os pets, pacientes com distúrbios psicóticos, do humor e outros transtornos foram avaliados e apresentaram reduções significativas nos índices de ansiedade.

2. Certas bebidas amenizam e outras intensificam os sintomas da ansiedade

MEIA VERDADE. Água com açúcar, chás, bebidas com cafeína… Dependendo do momento e da sua situação, é bem provável que uma bebida quente traga algum conforto. Porém, é preciso dizer: chá de camomila e suco de maracujá, por exemplo, têm apenas efeito placebo (aquele sentimento de cura que não tem comprovação científica), ou nenhum efeito. “De maneira geral, para apresentar algum resultado, essas bebidas precisam ser ingeridas em grande quantidade”, afirma o presidente da Associação Brasileira de Psiquiatria, Antônio Geraldo da Silva.
Já substâncias como a cafeína, presentes em alguns tipos de chás, refrigerantes em geral, achocolatados e, principalmente, no cafezinho, interferem nos níveis de vários neurotransmissores, funcionando como estimulantes. Em alguns casos, é possível associar a cafeína à ansiedade, dependendo da quantidade ingerida e do organismo de cada indivíduo.

3. A ansiedade está ligada ao envelhecimento

MEIA VERDADE. Não é que a pele fique mais enrugada instantaneamente ou que os pés de galinha se multipliquem. Mas, em nível celular, esse envelhecimento precoce pode mesmo acontecer. Transtornos de ansiedade podem ter conexão com o envelhecimento precoce das células de pessoas de meia-idade — é isso que aponta um estudo realizado por pesquisadores do Bringham and Women’s Hospital, ligado à Universidade de Harvard, nos Estados Unidos. Durante a pesquisa, o envelhecimento celular precoce era uma característica comum em todas as mulheres que descreveram sintomas do transtorno de ansiedade. Nessas participantes, as células aparentavam ser seis anos mais velhas que o normal.

4. Afastar-se da causa da ansiedade faz com que ela suma

MITO. Evitar a ansiedade tende a reforçá-la. De acordo com a Anxiety and Depression Association of America (ADAA), suprimir seus pensamentos torna-os mais fortes e frequentes. Esquivar-se do sentimento não é uma boa saída, pois passa a impressão de que nada está acontecendo — e quanto mais se evita o problema, pior ele fica. Inclusive, em fobias, as técnicas costumam ser de enfrentamento e não de evitação – passo a passo o paciente é aproximado do motivo da fobia.

5. Exercícios respiratórios podem ajudar durante crises

VERDADE. A respiração é um dos mecanismos de controle durante uma crise de ansiedade, mas seus efeitos variam para cada pessoa. Os exercícios respiratórios se mostram eficazes e estão presentes na terapia cognitivo-comportamental e na meditação, ambas eficazes no tratamento da ansiedade.

6. Bebidas alcoólicas ajudam a combater a ansiedade

MITO. Após um longo dia de trabalho, uma cerveja gelada no bar não é nenhum pecado, não é mesmo? Só que nem sempre aquele happy hour é inocente. Em muitos casos, as pessoas com ansiedade podem recorrer a artifícios como as bebidas, para tentar escapar de uma sensação, que, na verdade, precisa de acompanhamento médico. A impressão de tranquilidade trazida após goles e goles é passageira – e pode acarretar ainda mais problemas, como a dependência. Um artigo publicado pelo Instituto Nacional de Abuso de Álcool e Alcoolismo (EUA) explica que pessoas com altos níveis de ansiedade relatam que o álcool as ajuda a se sentir mais confortáveis em situações sociais. Assim, não é surpreendente que indivíduos com transtorno de ansiedade social clinicamente diagnosticado tenham uma maior incidência de problemas relacionados ao álcool do que a população em geral, graças ao alívio temporário.

7. Impotência e ejaculação precoce são sintomas de ansiedade

MEIA VERDADE. Um grau leve da sensação pode ser positiva para homens e mulheres – induz a excitação e pode até facilitar o orgasmo. No entanto, casos mais graves de ansiedade são realmente prejudiciais. Homens com ejaculação precoce podem ter até 2,5 vezes mais chance de ter ansiedade grave. Há estudos que indicam prevalência de homens que apresentam disfunções sexuais entre os diagnosticados com transtornos de ansiedade.

8. Ter um hobby combate a ansiedade

MEIA VERDADE. Hobbies e passatempos em geral podem auxiliar pessoas com sintomas de ansiedade. Entretanto, se o indivíduo já foi diagnosticado com transtorno de ansiedade, apenas atividades ocupacionais ou de lazer não serão suficientes para que ele se cure. “Quando você usa medicação, psicoterapia e acrescenta hobbies, você ajuda o tratamento. Mas sempre temos que diferenciar a ansiedade sintoma da ansiedade doença”, afirma Antônio Geraldo da Silva, presidente da Associação Brasileira de Psiquiatria. Ou seja, apenas um ansioso não patológico pode melhorar.

9. Lugares, objetos e até cheiros podem gerar crises de ansiedade

VERDADE. Uma pessoa com transtorno de ansiedade pode ficar mais sensível até diante de uma situação corriqueira. De acordo com o presidente da ABP, lugares, objetos e cheiros podem, sim, agir como gatilhos para o aparecimento de sintomas da ansiedade e estão relacionados às vivências anteriores de cada indivíduo.

10. Ansiedade pode ter relação com doenças gastrointestinais

VERDADE. De acordo com um estudo realizado na McMaster University, no Canadá, o intestino humano abriga quase 100 trilhões de bactérias que são essenciais para a saúde — inclusive para sua cabeça. As vias de comunicação estabelecidas pelo intestino incluem, por exemplo, o sistema nervoso e o sistema imunológico. A pesquisa sugere, com base em recentes descobertas, que a microbiota intestinal é um importante fator na forma como o corpo influencia o cérebro e interfere no risco de doenças, incluindo ansiedade e transtornos de humor.

11. Maconha causa ansiedade

MEIA VERDADE. O uso da maconha pode despertar ansiedade da mesma forma que pode aliviar a tensão, tudo depende de como é usada: quantidade, experiência prévia e contexto. Pesquisas têm demonstrado o envolvimento da maconha na regulação das emoções. O artigo publicado pelo periódico científico Revista da Biologia, da USP, explica que o uso da cannabis pode causar efeitos ansiolíticos, ansiogênicos ou ocorrência de ataques de pânico. Usuários crônicos, de acordo com a publicação, relatam uma redução na ansiedade e alívio da tensão após
o consumo, uma das razões para o uso contínuo da maconha.
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12. Drogas sintéticas como LSD podem funcionar em tratamentos contra ansiedade

MEIA VERDADE. A revista da Academia Nacional de Ciências dos EUA publicou um estudo no final de 2016 que aponta que, em muitos distúrbios psiquiátricos, o cérebro age em padrões automatizados e rígidos. Nesses casos, as substâncias alucinógenas trabalham para quebrar as desordens. Ou seja: as drogas podem desligar os padrões que causam os transtornos e, assim, atuar no tratamento de problemas psicológicos. Vale lembrar que possíveis terapias teriam de ser acompanhadas por profissionais.

13. A ansiedade tem causas genéticas e ambientais

VERDADE. Os transtornos de ansiedade também estão relacionados à hereditariedade, ou seja, às informações genéticas que você recebe de seus pais. Fatores ambientais, como a exposição ao chumbo, “atuam como desencadeadores da patologia”, como afirma o presidente da ABP, Antônio Geraldo da Silva.

14. Tentar se distrair ajuda a acalmar pessoas ansiosas

MEIA VERDADE. Ações que distraem (como espreguiçar-se, contar o número de lâmpadas do ambiente ou enumerar objetos que estejam ao redor) são capazes de relaxar e retirar as pessoas do foco. Mas, atenção: isso só é válido para uma crise de ansiedade comum, diferente de crises em que a ansiedade já está no estágio de transtorno ou doença.

*Por Brenda Vidal e Renata Cardoso

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*Fonte: superabril

Fazer caminhada emagrece mais do que ir a academia, se estas 4 regras forem seguidas

Se você ainda está tentando decidir entre caminhar todos os dias e visitar uma academia regularmente, é preciso considerar os benefícios e as desvantagens de cada um deles.

Andar a pé é conveniente e gratuito, mas pode não ser a opção mais eficaz se você tiver objetivos sérios de condicionamento físico. Por outro lado, as academias oferecem muitas opções de exercícios, mas elas custam dinheiro.

Academia

A principal vantagem de ir ao ginásio em vez de andar é que você pode escolher entre uma variedade de exercícios.

Se você quer desenvolver músculo, você pode levantar pesos livres ou usar máquinas de resistência. Se andar ao ar livre é difícil ou desagradável devido ao mau tempo, você pode andar em uma esteira ou usar uma máquina elíptica ou stepper da escada.

Se você está cansado de se exercitar sozinho, faça uma aula de exercícios em grupo. As aulas típicas incluem aeróbica baseada em dança, aeróbica de alto impacto e kickboxing.

Andando

A vantagem de caminhar é que você não precisa pagar taxas caras ou viajar para uma academia distante. Em vez disso, você só precisa de uma área aberta e sapatos de qualidade.

Andar em um local cênico lhe dá a chance de experimentar o ar livre. Se você possui uma esteira, nem precisa sair de casa para andar. Se você configurar sua esteira perto de seus dispositivos de entretenimento favoritos, isso pode ajudar a motivá-lo a andar com mais frequência e por períodos mais longos.

Considerações

A desvantagem de andar é que existem exercícios mais eficazes. Caminhar é prazeroso, mas suas metas de condicionamento físico podem exigir uma atividade mais intensa que queima mais calorias.

Uma pessoa que anda a 2 km, um ritmo casual, por uma hora só queima 118 calorias, de acordo com o Conselho Americano de Exercício.

Uma maneira de lidar com esse problema é intensificar ainda mais sua caminhada. Essa mesma pessoa queimaria 295 calorias andando por uma hora a 4 mph, um ritmo muito rápido.

Alcançando seus objetivos

Para tomar a decisão certa para você, você terá que avaliar as vantagens e desvantagens de cada uma delas, levando em consideração o tipo de programa de exercícios que você precisa.

Por exemplo, se você quiser um tônus ​​muscular geral, precisará realizar exercícios de resistência. Embora você possa realizar muitos desses exercícios em casa, o extenso equipamento disponível em uma academia típica facilita a tarefa.

Além disso, os ginásios costumam ter instrutores profissionais disponíveis para ajudar a adaptar seu programa de exercícios aos seus objetivos de condicionamento físico.

Percepção de especialista

Se ingressar em uma academia não for viável, caminhar 30 minutos por dia é uma maneira eficaz de manter um nível básico de condicionamento físico.

O Serviço Nacional de Saúde da Inglaterra recomenda caminhar 30 minutos por dia ao ingressar em uma academia.

A organização argumenta que caminhar é mais fácil de integrar em uma rotina diária do que ir a uma academia, mas ainda oferece muitos benefícios para a saúde, como reduzir o risco de doenças cardíacas, obesidade, diabetes e outras condições médicas sérias.

Agora vamos te dar 4 dicas para seu emagrecimento e caminhada seje eficaz:

– Fazer uma reeducação alimentar
– Aumentar o consumo de legumes e verduras
– Diminuir o consumo de açúcar
– Evitar o máximo possível de frituras

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*Fonte: felizsaude

Porque os amigos nos fazem pessoas mais felizes e saudáveis

Às vezes, brigamos com os nossos amigos, sentimos inveja deles, ou mesmo fazemos fofocas sobre eles. Então, por que nos preocupamos com os amigos?

Porque eles nos fazem explodir de rir em nossos piores momentos. Porque eles estão lá para nos dar um tapa nas costas e levantar um copo quando temos boas notícias. E porque eles desempenham um papel de protagonistas em algumas das nossas memórias mais preciosas.

Embora os verdadeiros benefícios das amizades não possam ser medidos (como você calcula quanta alegria o seu melhor amigo lhe proporcionou ao longo dos anos?), estudos após estudos mostram que as amizades aumentam nossa felicidade e até mesmo a nossa saúde.

Abaixo estão algumas das razões pelas quais as pessoas precisam de amigos:
As pessoas mais felizes são as mais sociais

Uma evidência convincente desse fenômeno vem de Ed Diener e Martin Seligman, dois especialistas líderes no campo da pesquisa da felicidade. Quando compararam as pessoas mais felizes e menos felizes, descobriram que o primeiro grupo era altamente social e tinha laços de relacionamento mais fortes. De fato, boas relações sociais eram uma necessidade para as pessoas se sentirem felizes. Da mesma forma, outros psicólogos escreveram que a necessidade de pertencer é “fundamental”.

Se um amigo nosso está feliz, provavelmente, também estaremos. Um estudo da Harvard Medical School com 5.000 pessoas ao longo de 20 anos descobriu que a felicidade de uma pessoa se espalha através de seu grupo social até três graus, e que o efeito dura até um ano. Por outro lado, a tristeza não é tão contagiosa: enquanto ter um amigo feliz melhora sua probabilidade de ser feliz em 15%, ter alguém infeliz reduz suas chances em apenas 7%. Fascinante!

Amigos encurtam as fofocas – e isso nos faz felizes

Claro, todos conversamos com nossos amigos, mas quando há algo sério para discutir, esperamos poder confiar naqueles a quem recorremos. Isso é importante porque as pessoas com os mais altos níveis de bem-estar têm conversas mais “importantes” do que fofocas, de acordo com um estudo de 2010 em Psychological Science.

Recorremos aos amigos quando estamos estressados

Isto é especialmente verdadeiro para mulheres, segundo pesquisadores da UCLA. As mulheres são muito mais propensas do que os homens a buscarem apoio social (geralmente de outras mulheres) quando estão preocupadas ou machucadas, o que pode explicar porque o estresse afeta mais a saúde masculina.

Nossos amigos nos ajudam a ser otimistas

Os pesquisadores dizem que o apoio social diário é um fator chave para se sentir otimista. O otimismo, por sua vez, aumenta nossa satisfação com a vida e reduz nosso risco de depressão. Outro estudo publicado no Journal of Experimental Social Psychology mostrou que quando sentimos que temos suporte social, nossa percepção visual dos desafios realmente muda: as montanhas se parecem mais com pequenos obstáculos.

Amizades melhoram nossa saúde

Aqueles de nós que têm suporte social são mais propensos a manter um plano de exercícios por mais de um ano após iniciá-lo. As pessoas menos “socialmente integradas” experimentam declínio de memória duas vezes mais rápido que aqueles que estão mais conectados. O apoio social protege a depressão e o suicídio. As pessoas solitárias tendem a ter maior pressão arterial e outros fatores de risco para doenças cardíacas, e são mais propensas a “desistir” ou “parar de tentar” lidar com um estressor, como uma doença.

Nossos amigos nos ajudam a viver mais tempo

Um estudo sueco descobriu que, quando os homens recebem apoio social suficiente durante os momentos estressantes, tendem a viver mais tempo do que aqueles que não têm ninguém em quem se apoiar. Há uma ampla evidência de que as amizades não apenas melhoram nossas vidas, elas podem realmente tornar nossas vidas mais longas. As mulheres que têm pelo menos um confidente sobrevivem mais tempo após a cirurgia de câncer de mama, por exemplo. E uma revisão de 148 estudos descobriu que as pessoas com relações sociais mais fortes têm um risco 50% menor de mortalidade.

Agora que se sente grato por seus amigos, aproveite a oportunidade para experimentar algumas atividades divertidas para fortalecer suas amizades. Ambos colherão os benefícios!

*Por Luiza Fletcher

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*Fonte: osegredo

Apenas sentir o cheiro de café já diminui o estresse, revelam pesquisadores

Que o café é uma das bebidas mais apreciadas e consumidas no mundo todo mundo sabe. Tanto que poderia facilmente ser considerado a oitava maravilha do mundo.

É uma delícia que vai além do sabor, o café é um estimulante que nos revigora, nos deperta e nos faz ficar mais concentrados. Há ainda quem se anime de manhã apenas em sentir o cheiro do café sendo preparado.

Mas sabia que apenas sentir o cheiro do café pode trazer benefícios para pessoas estressadas?

Foi o que descobriu pesquisadores da universidade coreana Seoul National University. O estudo publicado no Journal of Agriculture and Food Chemistry provou que apenas cheirar o grão de café torrado pode despertar genes que diminuem o estresse.

A equipe investigou os cérebros de ratos induzidos ao estresse causado pela falta de sono e depois avaliou os efeitos realizando análises genéticas e de proteínas no tecido cerebral.

Descobriram que esses ratos expostos ao delicioso aroma do café tiveram mudanças nas proteínas cerebrais relacionadas ao estresse e também ativou uma proteína conhecida por ter uma função antioxidante.

Concluindo, o aroma do café altera perfis de proteínas que tem função antioxidantes ou anti-stress. Este estudo é o primeiro passo para entender os efeitos do aroma do café.

Um bom dia começa com um bom café! As manhãs podem ser muito mais relaxantes já que o estresse pode diminuir só de sentir o cheiro do café!

*Por Marcia Lourenço

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*Fonte: ideiasnutritivas

Vírus capaz de eliminar todos os tipos de câncer começa a ser testado em humanos

Cientistas projetaram um novo vírus, baseado na varíola bovina, capaz de eliminar todos os tipos conhecidos de células cancerígenas em uma placa de Petrie.

Verificou-se que o tratamento chamado CF33 encolhe tumores em camundongos e espera-se que seja testado em em outros pacientes com câncer no início do próximo ano.

Projetado pelo especialista em câncer dos EUA, o Professor Yuman Fong, o tratamento está sendo desenvolvido pela empresa de biotecnologia australiana Imugene, que licenciou a inovação.

O estudo, a ser realizado na Austrália e em outros países, registrará pacientes com câncer de mama triplo negativo, melanoma, câncer de pulmão, bexiga, câncer de estômago e intestino. Os pesquisadores acreditam que isso mostrará onde o tratamento é mais eficaz.

O professor Fong está esperançoso que o tratamentpo vá surtir efeitos em seres-humanos, porque uma série de outros vírus mais específicos para eliminar o câncer já estão se mostrando eficazes no combate ao câncer em humanos.

Cientistas americanos transformaram o vírus que causa o resfriado comum em um tratamento para combater o câncer no cérebro – em alguns pacientes o câncer desapareceu por anos antes de retornar, em outros ele encolheu consideravelmente os tumores.

Uma forma modificada do vírus da herpes está sendo usada para tratar o melanoma. Ajuda o sistema imunológico do corpo a reconhecer e destruir tumores e, em seguida, encontra outras células de melanoma por todo o corpo e as mata.
O professor Yuman Fong que projetou o vírus Foto: News360

O pesquisador australiano Tom John, do Instituto de Pesquisa de Câncer Olivia Newton John, testou recentemente outro tratamento contra vírus em combinação com a imunoterapia Keytruda em 11 pacientes com câncer de pulmão e 3 pacientes viram seus tumores encolherem.

O professor Fong disse que a varíola bovina é inofensiva em humanos e a misturou com vários outros vírus que os testes mostraram que poderiam matar o câncer.

O tratamento inovador fará com que os pacientes com câncer injetem o vírus diretamente em seus tumores, onde é esperado que infectem as células cancerígenas e as explodam.

Espera-se que o vírus alerte o sistema imunológico de que existem células cancerígenas no corpo e o leve a procurar e eliminar outras células doentes.

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*Fonte: psicologiasdobrasil

Dormir pouco enfraquece tanto o sistema imunológico quanto o estresse

Seu corpo precisa dormir para funcionar corretamente. Estudos mostram que uma pessoa pode ficar 11 dias sem descanso, mas os sinais da falta de sono começarão a aparecer após três ou quatro dias. Sem descanso, sua mente e seu corpo começarão a ir abaixo.

A falta de sono pode causar coisas como alucinações e paranóia, mas felizmente os sintomas desaparecem quando a pessoa descansa. Quanto sono uma pessoa precisa? Bem, adultos entre 18 e 60 anos devem dormir cerca de sete horas por noite. Os bebês precisam quase dobrar a quantidade de sono que os pais, com uma média de 10 a 13 horas por noite.

O sono é muito importante porque seu corpo está ocupado reparando e construindo sua imunidade para prosperar. Seus tecidos e células danificados estão sendo curados e restaurados. Se você não dorme a quantidade certa, fica mais suscetível a doenças e infecções.

SUPERAR A FALTA DE SONO DEVE SER UMA PRIORIDADE

Você usa o sono como uma barganha para fazer coisas extras? Por exemplo, você acha que pode passar duas horas aqui ou ali para conseguir tempo para amigos e família? Seu tempo de sono não deve ser negociável.

Seu corpo requer cerca de 49 horas por semana para prosperar. Se você recebe 40 horas em vez do que precisa, fica privado de sono. Embora você não sinta os efeitos imediatamente, está afetando seu sistema imunológico.

Você pode começar a ficar mais doente e achar que sua saúde geral começa a se deteriorar. O centro de doenças e controle constatou que cerca de um terço da população trabalha com menos do que o sono adequado por dia. Não é de admirar que haja tantos problemas mentais e físicos no mundo que seu corpo não consiga reparar, restaurar e reviver todos os dias.

RESTAURANDO A IMUNIDADE COM CÉLULAS T

Diferentes células compõem o sistema imunológico. As células T são uma parte vital dessa rede essencial. Essas células são muito resistentes em sua batalha para combater patógenos intracelulares, que o mantêm seguro.

A pesquisa mostra que as células T podem combater a gripe ou coisas tão mortais quanto o câncer. Elas podem ser exatamente o que impede você de ficar doente, mesmo que todos na casa estejam. Um estudo recente foi realizado sobre os efeitos que a falta de sono tem sobre essas células vitais.

O estudo descobriu que durante as horas de descanso as células T entram em ação, ajudando o sistema imunológico a aumentar sua defesa. Parte de seus esforços é feita durante o sono porque seus hormônios do estresse estão mais baixos nesse período. Como o estresse proíbe essas células de combater adequadamente sua imunidade, ele impede que as células T façam seu trabalho.

Quando seu corpo possui uma célula infectada por vírus, seu sistema ativará integrinas para combater os patógenos estranhos. Essas integrinas são semelhantes à uma proteína pegajosa que se liga às células ruins para destruí-las. O estudo comparou a diferença entre as pessoas que dormiram quantidades adequadas de sono com aquelas que tiveram níveis insuficientes.

AQUI ESTÁ O QUE ACONTECEU COM OS PARTICIPANTES QUE DORMIRAM BASTANTE VERSUS AQUELES QUE SOFRERAM FALTA DE SONO

Os participantes que dormiram em quantidade suficiente descobriram que tinham um nível mais alto de formação de células T junto com a ativação da integrina. As pessoas que estavam com falta de sono viram níveis perturbadores baixos dessas células inatas. Quando uma pessoa não dorme o suficiente e lida com situações estressantes, isso prejudica seu sistema imunológico porque não pode funcionar adequadamente.

Assim, verifica-se uma conclusão que afirma que a falta de sono pode deixá-lo doente. Seu corpo constrói seu sistema de defesa enquanto você dorme. Não é um processo que pode acontecer rapidamente, pois precisa de várias horas para ser concluído.

Quando você não dorme, faz mais do que apenas interromper a produção de células T. Muitos subestimam seriamente a importância de descansar o suficiente. Se você não descansa pelo menos sete horas por noite regularmente, está permitindo a formação de um ambiente hostil dentro do seu corpo.

O sono é um estado natural que seu corpo precisa para manter a saúde. Quando você não está recebendo níveis adequados de descanso, seu corpo cria quantidades incomuns de hormônios do estresse, o que tem efeitos adversos em todo o sistema. A adrenalina é um dos hormônios do estresse que causam mais danos, pois coloca o corpo em constante estado de fuga ou luta.

Compreensivelmente, seus hábitos de sono mudarão com a idade. Você pode acordar sentindo-se grogue ou lutando para acordar. Algumas pessoas mais velhas podem dormir cinco horas e sentir que é o suficiente. No entanto, esses sentimentos são enganosos.

Uma pessoa que recebe consecutivamente menos do que a quantidade necessária de sono por três dias seguidos equivale a alguém que perdeu uma noite inteira de descanso. Estudos comprovaram que aqueles que recebem em média de cinco a seis horas por noite têm uma taxa de mortalidade mais alta do que aqueles que descansam mais.

OS EFEITOS A LONGO PRAZO DOS MAUS HÁBITOS DO SONO

Quando você tem insônia, a privação crônica do sono pode causar problemas de saúde a longo e a curto prazo. As consequências a curto prazo do sono ruim podem causar:

ansiedade
flutuações de humor
esquecimento
julgamento ruim
erros no trabalho
acidentes de carro
problemas de relacionamento

Quando você tem problemas crônicos de sono que prejudicam sua capacidade de funcionar bem, isso se torna perigoso. Seu corpo precisa dormir e, se não descansar adequadamente, cria um déficit. A deficiência pode causar os seguintes problemas:

condições inflamatórias
aumento da pressão sanguínea
níveis elevados de cortisol
ganho de peso
doenças cardíacas
resistência à insulina
problemas de regulação do açúcar no sangue

EXISTE UMA CORRELAÇÃO ENTRE DOENÇA CARDÍACA E INSÔNIA?

Foi realizado um estudo sobre os efeitos do sono nas doenças cardíacas. Eles usaram ratos para o estudo. O objetivo era descobrir se havia alguma alteração no coração quando o animal recebia quantidades adequadas e inadequadas de repouso. Investigaram regiões como medula óssea, vasos sanguíneos e função cerebral.

Quando os camundongos dormiam em quantidade adequada, os mecanismos que protegiam as artérias de endurecerem ajudavam a manter a doença afastada.

No entanto, os ratos que não dormiram o suficiente eram propensos a doenças cardíacas. A ligação entre sono adequado e boa saúde cardiovascular não é totalmente compreendida e precisa de mais pesquisas, mas é um caminho promissor para mostrar como melhorar a saúde do coração.

O QUE PODE ESTAR CAUSANDO SUA FALTA DE SONO?

Por que tantas pessoas resistem a ter uma boa noite de sono quando sabem que seu corpo precisa? A insônia geralmente é causada porque as prioridades de uma pessoa não estão alinhadas. A maioria das razões pelas quais as pessoas não dormem adequadamente são trazidas voluntariamente.

1 – MAUS HÁBITOS PARA DORMIR

É essencial definir o clima certo para descansar. Por exemplo, seu quarto deve estar frio e escuro. Você deve evitar distrações , como televisores, computadores, eletrônicos e outros dispositivos tecnológicos. Mesmo um despertador muito brilhante pode atrapalhar seu sono REM.

2 – PERMITINDO ANIMAIS DE ESTIMAÇÃO NA CAMA

Enquanto você gosta de dormir com seu pet, os animais de estimação podem ser uma causa significativa de uma noite de sono miserável. Eles podem monopolizar a cama e mexer com seus cobertores, tornando a insônia um problema real. Se você tem um cônjuge que tem um problema de ronco, ele também precisa ser tratado.

3 – DISTÚRBIOS DO SONO NÃO DIAGNOSTICADOS

Muitas pessoas têm apnéia do sono não diagnosticada, que pode ser mortal se não for tratada. Além disso, você pode ter um problema de ronco. Você pode precisar ir ao banheiro durante a noite. Essas são coisas que você não pode controlar, mas pode obter ajuda para elas.

4 – DEFICIÊNCIA DE VITAMINAS OU MINERAIS

A insônia acontece por muitas razões. Se você não conseguir dormir a quantidade certa, não importa o que tente, então você precisa consultar o seu médico.

Óleos essenciais e suplementos naturais como a melatonina podem ajudar a aumentar o tempo de sono sem efeitos colaterais desagradáveis. Ainda assim, você precisa garantir que não haja nenhuma condição subjacente que contribua para a sua falta de sono.

5 – CONSUMO EXCESSIVO DE CAFEÍNA

Outra coisa que você precisa ter cuidado é o seu consumo de cafeína. A cafeína é um estimulante que aumenta a frequência cardíaca. De acordo com um estudo, excesso de café ou outras bebidas com cafeína podem mantê-lo acordado até altas horas da noite. Não é que seu corpo não queira descansar, mas o estimulante está proibindo você de entrar nesse estado de sono.

6 – NÃO FAZER EXERCÍCIO SUFICIENTE

Lembre-se de que se você tiver dificuldades para dormir, precisará iniciar uma rotina noturna. Uma nova pesquisa desmascara o mito de que você deve evitar malhar antes de dormir. O exercício pode ser uma excelente maneira de terminar o seu dia e é mostrado promover um sono saudável. A conclusão é que dormir bem é uma prioridade que você deve ter em sua vida e não é algo que você possa usar como moeda de troca.

CONSIDERAÇÕES FINAIS: SUA FALTA DE SONO PODE AFETAR TODO O SEU CORPO

O que começa como algumas horas perdidas aqui ou ali pode se transformar em um problema grave. Se você está tendo problemas para descansar o suficiente, deve tomar medidas preventivas para corrigí-lo.

Quando você não descansa o suficiente, coloca sua imunidade em uma posição volátil. Aqueles com sistema imunológico enfraquecido são mais suscetíveis a doenças do que aqueles com excelente resistência.

*Por Márcia Lourenço

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*Fonte:

O papel da vitamina D na redução do risco e da letalidade do coronavírus

Nova pesquisa COVID-19 encontra relação em dados de 20 países europeus.

Um novo estudo encontrou uma associação entre baixos níveis médios de vitamina D e altos números de casos de COVID-19 e taxas de mortalidade em 20 países europeus.

A pesquisa, liderada pelo Dr. Lee Smith, da Universidade Anglia Ruskin (ARU), e por Petre Cristian Ilie, urologista principal do Lynn NHS Foundation Trust do Queen Elizabeth Hospital King, é publicada na revista Aging Clinical and Experimental Research .

Estudos observacionais anteriores relataram uma associação entre baixos níveis de vitamina D e suscetibilidade a infecções agudas do trato respiratório. A vitamina D modula a resposta dos glóbulos brancos, impedindo-os de liberar muitas citocinas inflamatórias. Sabe-se que o vírus COVID-19 causa excesso de citocinas pró-inflamatórias.

Itália e Espanha experimentaram altas taxas de mortalidade por COVID-19, e o novo estudo mostra que ambos os países têm níveis médios mais baixos de vitamina D do que a maioria dos países do norte da Europa. Isso ocorre em parte porque as pessoas no sul da Europa, principalmente os idosos, evitam sol forte, enquanto a pigmentação da pele também reduz a síntese natural de vitamina D.

Os níveis médios mais altos de vitamina D são encontrados no norte da Europa, devido ao consumo de óleo de fígado de bacalhau e suplementos de vitamina D e, possivelmente, menos evitação solar. Os países escandinavos estão entre os países com o menor número de casos de COVID-19 e taxas de mortalidade por cabeça de população na Europa.

O Dr. Lee Smith, Leitor de Atividade Física e Saúde Pública da Universidade Anglia Ruskin, disse: “Encontramos uma relação bruta significativa entre os níveis médios de vitamina D e o número de casos de COVID-19 e, principalmente, as taxas de mortalidade de COVID-19, por cabeça de população nos 20 países europeus.

“Foi demonstrado que a vitamina D protege contra infecções respiratórias agudas, e os adultos mais velhos, o grupo mais deficiente em vitamina D, também são os mais seriamente afetados pelo COVID-19.

“Um estudo anterior constatou que 75% das pessoas em instituições, como hospitais e casas de repouso, eram severamente deficientes em vitamina D. Sugerimos que seria aconselhável realizar estudos dedicados analisando os níveis de vitamina D em pacientes com COVID-19 em diferentes graus gravidade da doença. ”

O Sr. Petre Cristian Ilie, urologista chefe do Lynn NHS Foundation Trust do Hospital Queen Elizabeth, disse: “Nosso estudo tem limitações, no entanto, principalmente porque o número de casos em cada país é afetado pelo número de testes realizados, bem como as diferentes medidas tomadas por cada país para impedir a propagação da infecção. Finalmente, e importante, é preciso lembrar que correlação não significa necessariamente causalidade. ”

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*Fonte:

Rita Lee: ‘A humanidade, sim, tem sido o grande vírus’

Fazer parte do grupo de risco por eu ter 73 anos pode ser uma chatice, mas não para mim. Não vou morrer desse vírus voodoo e peço ao Universo que minha morte seja rápida e indolor, de preferência dormindo e sonhando que estou com minha família numa praia do Caribe.

É sequência natural que velhos morram antes de jovens e crianças, mas não precisava ser nesta situação apocalíptica de fim do mundo, apavorando vovôs e vovós. Os milhares de corpos que temos visto empilhados em cemitérios precários e caminhões frigoríficos expõem os humanos a mais um perigo, contaminando o solo por sei lá quanto tempo com um vírus cuja consequência é desconhecida. Não seria melhor uma nova lei para organizar uma cremação desses corpos? Há séculos o fazem na Índia e com o maior respeito, tudo diante de um fogo sagrado que transforma os defuntos em cinzas e higieniza o planeta Terra.

Pensando bem, eu sempre fui considerada grupo de risco. Desde que entrei para o mundo da música, fui a artista mais censurada na época da ditadura no país, por ser tida como uma mulher perigosa para os bons costumes da família brasileira.

Fui grupo de risco no colégio, quando me arrisquei tascando fogo no cenário do teatro por ter sido rejeitada para fazer o papel de Julieta.
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Sou grupo de risco desde que luto contra os donos do poder, declarando meu repúdio aos maus-tratos de animais em rodeios, circos, aviários, matadouros, zoológicos, touradas, vaquejadas, ao contrabando de bichos silvestres, aos criadores gananciosos, às rinhas de galos e cachorros e a zilhões de outras barbaridades cometidas pela raça humana, que trata animais como objetos.

Desde que deixei os palcos, há oito anos, vivo confinada na minha toca, numa casinha no meio do mato cercada de bichos e plantas, só saindo para ir ao dentista, fazer supermercado, comprar ração para meus animais e, eventualmente, visitar meus netos. Hoje, faço tudo pela internet e rezo para não quebrar um dente. Sou parte de um grupo de risco saudável e esperançoso, por acreditar que esta pandemia faz parte de um propósito Divino para conscientizar a raça humana a respeitar nossa Nave Mãe Terra de toda a destruição que vem sofrendo, em todas as suas formas de vida. E revelando que a humanidade, sim, é que tem sido o grande vírus, fazendo o Jardim do Éden, nossa Mamãe Natureza, virar o maior grupo de risco.

Desejo a todos saúde física, mental, psicológica e espiritual.

P.S.: aproveite a quarentena e adote um bichinho. O melhor amigo.

*Por Rita Lee

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*Fonte: veja

Você nunca mais vai fazer xixi em pé depois desse vídeo definitivo sobre higiene

A QS Supplies, uma das principais empresas de equipamentos para banheiros do Reino Unido, decidiu fazer uma profunda pesquisa acerca dos hábitos dos homens na hora de urinar. O trabalho rendeu incríveis descobertas sobre como urinar em pé é completamente anti-higiênico. O vídeo definitivo utilizou a luz ultra-violeta para exibir o trajeto das gotinhas de urina escapando do vaso.

O estudo ainda ensina quais são os jeitos mais adequados de urinar. Segundo as imagens, ‘mirar‘ em direção a parte frontal interna do vaso é a maneira menos espalhafatosa de expelir urina. Ainda assim, os ingleses reiteram que fazer xixi sentado ainda é a opção mais higiênica.

Pesquisa ainda mostrou que uma boa parte dos homens acredita que urinar sentado é algum tipo de ofensa a masculinidade

“Quando simulamos a micção – ato de expelir urina – sentada de um homem, houve um número significativamente menor de respingos, confinados à parte inferior da frente do vaso sanitário e da borda dianteira”, revela o estudo.

A pesquisa da empresa inglesa ainda apontou que apenas 3 em cada 10 homens faz xixi sentados e que 1 terço deles acreditam que essa é uma maneira ‘não-masculina‘ (independente do que isso signifique) de urinar. Apenas 1 a cada 5 mulheres pensa desse jeito. Para encontrar esses dados, mais de 1000 pessoas foram entrevistadas.

Outra informação interessante mostrada pela QS Supplies, é que a maioria dos homens na pluralidade, 31%, mira na parte de trás do vaso, mais íngreme. Segundo o que os vídeos mostram, essa forma de urinar acaba espalhando xixi até para fora das bordas do vaso sanitário, sendo comprovadamente a maneira menos higiênica de urinar.

Confira o vídeo que resume as melhores maneiras de urinar em pé (em inglês):

*Por Yuri Ferreira

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*Fonte: hypeness

Mistérios da madrugada: ”Por que eu acordo sempre às 3h da manhã?”; saiba quais hipóteses explicam este fenômeno

Veja o que pode estar causando noites em claro às três horas da manhã

Você nunca consegue dormir por longas horas seguidas e sempre tem o sono interrompido misteriosamente entre as 3h e 4h sem que um ruído o tenha acordado ou não foi vontade de ir ao banheiro? Saiba que você não está sozinho. Mas o que explica tanta gente vivenciando o mesmo fenômeno?

1) ESOTÉRICOS e RELIGIOSOS associam este horário a energias negativas e especulam que às 3h da manhã pode significar a “Hora do Diabo” partindo da ideia de há uma intensa atividade demoníaca neste horário. Os religiosos que defendem esta hipótese afirmam que os livros bíblicos de Mateus, Marcos e Lucas destacam que Jesus morreu na nona hora, no cálculo atual isso significa às três horas da tarde, no entanto, satanás atua de “cabeça para baixo” no sentido figurado e prefere a escuridão.

2) A MEDICINA TRADICIONAL CHINESA associa os órgãos do nosso corpo a horários determinados e explica que se um indivíduo possui um organismo saudável com rotinas de sono bem estabelecidas, provavelmente terá predisposição a acordar por volta das 3h da manhã por que neste horário o fígado está mais ativo.

3) Do ponto de vista PSICOLÓGICO, acordar às 3h da manhã pode significar que o indivíduo sofre com estresse causado por depressão e ansiedade ou então fatores neurológicos relacionados ao sono podem estar causando este fenômeno.

A terapeuta Roberta Rocco explicou em seu canal no YouTube que revistas científicas comprovaram que quando um indivíduo vivencia um forte trauma, seu cérebro o acorda durante o momento que ele tenta realizar a reparação emocional, ou seja, quando você está dormindo profundamente, geralmente às 3h da manhã.

“Se você passou por um estresse muito forte, é muito comum em traumas ou acidentes que você tenha dificuldade para dormir e acorda às três da manhã”, destacou.

Ela contou que quando o cérebro está em processo de reparação, traumas do passado tendem a voltar e para que não haja um edema cerebral, o órgão envia alertas ao organismo para que ele desperte.

“Quando existe inflamação no corpo, você tende a inchar, gerar edemas, produzir líquidos no corpo e o mesmo ocorre o seu cérebro. Então seu corpo automaticamente desperta você às 3h da manhã porque você está produzindo líquidos demais”, revelou.

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*Fonte: bonsfluidos

 

9 alimentos que ajudam a substituir a proteína animal

Uma das principais preocupações de quem opta por uma dieta vegetariana ou vegana está no equilíbrio para que o organismo não sinta a falta de nenhum nutriente importante. Os questionamentos sobre a obtenção de proteína são alguns dos mais comuns.

Os alimentos de origem animal são, em sua maioria, ricos em proteína. Mas, isso não significa que eles sejam as únicas opções. Alguns vegetais podem ser até mais eficientes e, quando consumidos em variedade, são melhores ainda.

O livro “Nutrição Moderna na Saúde e na Doença”, de Maurice E. Shils, apresenta os cuidados e soluções para que uma dieta vegetariana seja bem sucedida em pessoas de qualquer idade. Sobre as proteínas, a publicação confirma que é possível substituir a proteína animal pela vegetal sem problemas: “Um único alimento vegetal, se usado como a única fonte de proteína, pode provar-se inadequado; entretanto, isto é provável ocorrer somente em um teste de pesquisa. Misturas apropriadas de alimentos vegetais são equivalentes à proteína animal em qualidade”.

Diante disso, o CicloVivo preparou uma lista com nove alimentos ricos em proteína, que podem ajudar a substituir as carnes:

1. Amêndoa
Por ser prática, a amêndoa é uma ótima opção para completar os lanches nos intervalos das refeições. Além de oferecer saciedade e gordura boa ao corpo, a cada cem gramas deste alimento é possível ingerir 21,1 gramas de proteínas.

2. Amendoim
Além de ser mais barato que a amêndoa, o amendoim também é mais rico em proteína. São 26 gramas de proteína a cada cem gramas do alimento. Mesmo assim, não é permitido exagerar em seu consumo, devido à quantidade de gordura que ele possui.

3. Soja
A soja é outra excelente alternativa para quem quer substituir o consumo de carnes. Além de poder ser consumida em grãos, ela também é a fonte para diversos alimentos, como o tofu, leite, carne, entre outras coisas. Cada cem gramas de soja possui 34 gramas de proteínas.

4. Quinoa
A quinoa é um excelente acompanhamento para diversos pratos, inclusive para lanches simples intercalados com as refeições. Além de ser prática, ela é rica em nutrientes e ajuda a manter o organismo funcionando sempre bem. A cada cem gramas de quinoa, são encontrados 14 gramas de proteína.

5. Feijão
Um dos alimentos preferidos dos brasileiros também é rico em nutrientes e um ótimo aliado de quem opta por uma dieta vegana ou vegetariana. São 6,6 gramas de proteína a cada cem gramas de feijão.

6. Lentilha
Com diversas propriedades semelhantes às do feijão, as lentilha também é uma boa opção, principalmente para quem quer variar o acompanhamento do arroz. Cada cem gramas de lentilha possui 9,1 gramas de proteínas.

7. Arroz
Quando o arroz é combinado com o feijão ou outras leguminosas, como a lentilha ou ervilha, ele potencializa a síntese de proteínas. Mesmo que este não seja o seu principal nutriente (são dois gramas de proteína a cada cem gramas de arroz) é importante incluí-lo na dieta para garantir que os outros alimentos serão ainda mais eficientes.

8. Abacate
Entre as frutas, o destaque vai para o abacate. Além de ser uma ótima fonte de potássio e de vitaminas A e C, esta é a fruta com maior teor de proteína. Cada cem gramas de abacate tem, em média, dois gramas de proteína.

9. Espinafre
O espinafre é rico em cálcio, magnésio, potássio vitaminas A e C e também em proteína. A cada cem gramas de espinafre, é possível obter 2,9 gramas de proteína.

*Por Mayra Rosa

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*Fonte: ciclovivo

Por que não devemos beber café em copo de plástico?

Copos plásticos podem ser muito práticos e higiênicos, mas seu uso indiscriminado acaba gerando uma quantidade de resíduos que poderia facilmente ser evitada, ainda mais em escritórios, onde pessoas passam grande parte do dia.

Como se a questão dos resíduos não fosse o suficiente para uma escolha ecológica, saiba que os recipientes também podem liberar substâncias tóxicas quando submetidos a altas temperaturas.
Cafezinho do mal

O plástico é fabricado com diferentes materiais, conforme sua aplicação, mas tanto copos quanto canudos são feitos com uma variedade que utiliza Bisfenol A (BPA) em sua composição.

Segundo o Omilights, testes mostram que 95% das pessoas que consumiram bebidas quentes em copos plásticos apresentaram altas concentrações de BPA em análises de urina.

Você provavelmente já tomou algo quente em um copo plástico, mas talvez fosse a hora de rever esse comportamento, caso ele seja frequente.

Afinal, o Bisfenol A está associado a uma infinidade de problemas, como diminuição da imunidade, obesidade, infertilidade e desequilíbrios hormonais.
Identificação do Plástico

Plástico

Para identificar o tipo de plástico utilizado na confecção de determinado objeto, existe uma marcação por códigos que é identificada facilmente.

 

 

 

 

 

 

As setas em forma de triângulo mostram que ele é reciclável, com o número presente no interior do símbolo indicando o tipo de material utilizado na fabricação.

Cada um possui características específicas, mas, como estamos falando sobre temperatura e liberação de elementos tóxicos, é bom lembrar que a marcação com o número 5 ou ”PP” significa que foi utilizado o polipropileno, material que pode ser levado ao micro-ondas sem riscos, pois libera uma quantidade ínfima de compostos químicos quando aquecido.

Já o uso do policarbonato, que utiliza o BPA em sua composição, é indicado pelo número 7. Quando não submetido a altas temperaturas, o material é seguro; por outro lado, ao ser exposto ao calor, libera compostos químicos que podem ser prejudiciais à nossa saúde.

Agora, você já sabe: quando for tomar um cafezinho fora de casa, sempre confira o tipo de copo, pelo bem da sua saúde.

*Por Davson Filipe

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*Fonte: realidadesimulada

Sujar-se de terra é o mais moderno e eficaz antidepressivo de acordo com este estudo

Com a depressão já diagnosticada como a doença do século XXI, em um mundo cada vez mais tomado por medicamentos como a agomelatina, amitriptilina, escitalopram, mirtazapina e paroxetine – entre tantos outros – , a busca por tratamentos e terapias alternativas e naturais, que não provoquem dependência nem efeitos colaterais, cresce na mesma proporção com que se fabricam mais e mais remédios para a depressão. Para além da ingestão de ingredientes naturais, certas práticas podem também ser eficazes no combate a esse mal – e uma delas é tão antiga e natural quanto nossa própria existência enquanto espécie: fazendo jus ao nome do planeta em que vivemos, sujar as mãos na terra pode ter um efeito contra a depressão mais salutar do que poderíamos imaginar.

Engana-se, porém, quem pensa que tal tratamento em potencial se restringe ao prazeroso efeito terapêutico que o ato de mexer na terra, cuidando de plantas, por exemplo, pode nos trazer. Uma pesquisa conduzida por cientistas do Departamento de Fisiologia Integrada e do Centro de Neurociência da Universidade do Colorado, e publicada na revista Neuroscience, sugere que, para além do prazer desse bom hábito de sujar as mãos, uma bactéria específica do solo pode ajudar a combater diversos processos inflamatórios – inclusive transtornos psiquiátricos e outros males psíquicos ligados, por exemplo, ao estresse.

Intitulada Mycobacterium vaccae, a bactéria estudada pode ter um papel importante na regulação de nosso comportamento emocional. “Os seres humanos co-evoluíram com estas bactérias por mais de mil anos, e elas têm demonstrado afetar o sistema imunológico de uma maneira a eliminar inflamações. Isto significa que estas bactérias podem ser úteis na prevenção ou no tratamento de doenças com processos inflamatórios”, diz Christopher Lowry, professor e um dos líderes da pesquisa. Lembrando que os ser humano é um ecossistema que precisa dos muitos microbios presentes no nosso corpo. “As pessoas geralmente assumem que os benefícios para a saúde da exposição aos espaços verdes são devidos ao exercício. Na verdade dois grandes estudos agora demonstram que, embora o exercício seja definitivamente bom para você, o contato com a biodiversidade microbiana é a explicação mais provável para o efeito do espaço verde.”, diz.

As pesquisas ainda não definem, no entanto, quanto tempo de exposição e qual a melhor maneira de vivenciar essas atividades para alcançar maiores benefícios à saúde. De todo, a exposição através não só do contato manual, mas da própria respiração a esses organismos ambientais presentes na natureza possuem a capacidade reduzir inflamações. Naturalmente que o combate à depressão deve ser feito com o devido acompanhamento médico – mas sujar as mãos na terra pode e deve ser seguido como uma recomendação científica.

*Por Vitor Paiva

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*Fonte: hypeness

O coronavírus pode matar a atual indústria da música. Talvez ela precisasse morrer

Locais, festivais e músicos enfrentam um futuro precário, mas poderia o Covid-19 ser um catalisador da reforma em uma indústria que subestima seriamente seus artistas?

Por volta das oito horas da noite de 12 de março, Simon Rattle subiu ao palco do Berliner Philharmoniker para um silêncio sinistro. Foi sua performance de retorno com a orquestra que ele liderou como maestro chefe por 16 anos, antes de retornar a Londres em 2018. Os músicos subiram no palco, mas os assentos ao redor estavam vazios.

Rattle virou-se, olhou para a lente de uma câmera e dirigiu-se a uma audiência global de milhares de pessoas que estavam assistindo em casa, confinadas. “Senhoras e senhores, boa noite, onde quer que estejam.” Sob seus cabelos grisalhos, ele parecia um pouco confuso. “Vamos apenas confirmar que isso é muito estranho. Acho que muitos de nós no palco já tiveram experiência em shows de música contemporânea para o que poderíamos chamar de público pequeno, selecionado, mas pelo menos sempre havia alguém para assistir.”

Os músicos atrás dele riram um pouco sem jeito. “Mas nós sentimos que devemos enviar um sinal ou um lembrete, se você preferir, de que, mesmo em tempos de crise, as artes e a música são extremamente importantes, e se nosso público não pode vir até nós, devemos alcançá-lo em qualquer maneira que pudermos. E, francamente, se todos nos acostumarmos a viver mais separadamente por um tempo, precisaremos de música mais do que nunca.”

Ele se virou, fechou os olhos por um momento e depois levantou o bastão.

Lembra de shows? Lembra-se da alegria absoluta de ficar ombro a ombro com estranhos gritando e suando? Ou ser mergulhado em algum líquido jogado de algum lugar atrás de você, esperando que fosse cerveja? Os shows terríveis em que a banda tocou apenas músicas novas? Os shows que mudaram sua vida onde a banda tocou as músicas que você ama, e parecia que eles estavam tocando para você? Você se lembra do barulho, das luzes e da cerimônia de tudo isso?

Tudo acabou agora, aparentemente indefinidamente. O Covid-19 matou o que a Lei de Justiça Criminal e Ordem Pública anti-delírio não fez, o que os idosos do filme Footloose não puderam. No momento, a idéia de respirar o mesmo ar corporal de centenas de estranhos é tão atraente quanto lamber a maçaneta de um hospital. Então, por enquanto, sentamos em casa e ouvimos nossos álbuns favoritos no Spotify, vasculhamos o vinil antigo, sintonizamos shows transmitidos e imaginamos se uma lata quente de cerveja pode fazer com que pareça um pouco mais com a coisa real.

“Não havia nenhuma eventualidade que eu alguma vez imaginei em que todos os shows ao vivo no mundo seriam exibidos simultaneamente”

Enquanto esperamos, a música está morrendo. E se não tomarmos cuidado, pode não haver uma cena ao vivo quando a pandemia terminar. A indústria da música está acostumada com os ventos contrários, mas a natureza indiscriminada do Covid-19 apagou as luzes da noite para o dia. Nenhum gênero é seguro, nenhum preço de ingresso ou tamanho do local protege contra as consequências. “Gosto de planejar eventualidades”, diz Alex Hardee, agente de reservas da agência global Paradigm, que conta com centenas de clientes como Ed Sheeran, My Chemical Romance e FKA Twigs. “Mas não havia nenhuma eventualidade que eu alguma vez imaginei em que todos os shows ao vivo no mundo seriam exibidos simultaneamente.”

A indústria global de música ao vivo vale cerca de US $ 30 bilhões a cada ano. Ou melhor, valia. Em questão de semanas, o Covid-19 encerrou tudo, desde shows de bares a festivais. E, ao fazer isso, também tornou aparente a forma desigual da indústria da música moderna, na qual os artistas são pagos para se apresentar, mas muitas vezes quase nada para a música que gravam.

Um dos truques da era do streaming foi que, embora o Spotify possa ter destruído a renda que você gera com os discos, torna mais fácil para as pessoas encontrarem sua música. Isso aumenta o seu público ao vivo, que é onde você ganha seu dinheiro. Agora, com o público ao vivo em zero, esse acordo parece cada vez mais impraticável.

O que resta é um oceano de músicos querendo, mas incapazes de trabalhar, e uma infra-estrutura circundante de gravadoras, distribuidoras, lojas de discos, locais de música e diretores de turnê que enfrentam uma situação precária para a qual nada poderia tê-los preparado. A única coisa que parece clara é que, independentemente da versão da indústria da música que surgir, ensangüentada, dessa pandemia, ela terá pouca semelhança com a que veio antes.

“É um jogo de volume e apenas os melhores artistas geram fluxos suficientes para se sustentar.”

Nas últimas duas décadas, a turnê substituiu as vendas de discos como a maneira como os artistas ganham a vida. O streaming aumentou a economia de uma indústria que foi construída com base na venda de discos e, 14 anos após a fundação do Spotify, os números ainda não somam. As empresas de streaming pagam apenas uma fração de um centavo por faixa e, dependendo das especificações do acordo assinado, a maior parte desse dinheiro – às vezes até 80% – flui diretamente para as gravadoras, deixando aos artistas uma pequena fatia modesta. Enquanto isso, as vendas físicas estão em declínio, e outros meios de renda, como vendas de mercadorias, não são confiáveis. É um jogo de volume e apenas os melhores artistas geram fluxos suficientes para se sustentar.

Para os artistas, o dinheiro vem em ciclos. Quando eles estão escrevendo e gravando um álbum, a gravadora adianta seus fundos. Quando é lançado, há um aumento nos lucros, muitos dos quais retornam à gravadora para pagar o adiantamento. Eles saem em turnê e tocam em festivais, que arrecadam mais dinheiro, além de vender uma grande quantidade de mercadorias. Então o foco começa a desaparecer e volta ao estúdio, com outro adiantamento, para iniciar o processo novamente.

[…]

Quanto mais nichado o artista, mais nítido é o problema. Para muitos DJs, para quem ‘fazer turnês’ na Europa é tão simples quanto pular em um avião com uma sacola de discos, é difícil ganhar dinheiro com streaming ou vendas físicas, pois a música gravada é apenas uma ferramenta de marketing – faça sucesso e obtenha mais dinheiro.

Artistas como Thibaut Machet, um DJ francês com sede em Berlim, passam a vida voando de boate em boate, fazendo dois ou três shows no fim de semana. Os cachês variam de € 500 a € 1.500 (£ 430 a £ 1300) por apresentação, menos voos e taxas de reserva, mas com clubes em todo o mundo fechados, esse número caiu para zero da noite para o dia.

Machet foi forçado a procurar ajuda do governo alemão. Um subsídio cobre o aluguel de alguns meses, mas ele não sabe quando começará a receber dinheiro novamente. “Você precisa colocar dinheiro para um lado, mas hoje é difícil economizar”, diz ele. “As pessoas pensam que ganhamos muito, mas a realidade não é assim para muitos DJs do meu nível.”

O DJ e escritor britânico Bill Brewster voltou-se para o streaming, na tentativa de preencher a lacuna, buscando doações para sets tocados em sua casa. “Não é até que algo assim aconteça que você percebe o quão precária é a sua vida”, diz ele. Não sendo adivinho, no ano passado ele gastou suas economias em reformas de casas. Sem nada no banco, ele recebeu um cheque de 500 libras da mãe.

Por mais divertido que seja curtir no conforto da sua casa seleções de Disco e House de Brewster, a experiência não pode ser comparada ao ver ele – ou qualquer um – tocando música ao vivo. Não é a mesma coisa, nem dá para comparar o clima envolvente e um sistema de som que mexe com você por dentro.

As doações proporcionaram um pequeno alívio bem-vindo a Brewster, o suficiente para cobrir as despesas semanais com comida, mas para artistas maiores, a transmissão ao vivo se tornou uma oportunidade de se conectar com os fãs mais intimamente do que em um palco de um estádio.

Os tons deliciosos de John Legend são ainda mais impressionantes quando próximos. Eles também são um meio de alcançar aqueles normalmente bloqueados em locais tradicionais, seja por causa de deficiência, local ou limitações financeiras, que abrirão novos mercados no futuro. “O mais difícil para um artista é criar um novo fã”, diz Cory Riskin, agente global de música da APA. “Tradicionalmente, fazemos festivais, mas vimos que esses festivais virtuais são a melhor maneira de atrair novos fãs rapidamente”.

Embora claramente nunca haja um bom momento para uma pandemia global, o coronavírus chegou exatamente quando a indústria da música parecia estar finalmente se adaptando à era do streaming: 2019 foi o quinto ano consecutivo de crescimento e apenas os três principais selos – Universal, Sony e Warner – agora geram quase US $ 800.000 por hora somente com serviços de streaming de música. Mas enquanto os ricos ficam mais ricos, os independentes sofrem.

“Temos um problema em que muita música e arte são essencialmente gratuitas e os artistas recebem uma quantia muito pequena de dinheiro pelo trabalho em que investem toda a sua energia e idéias”, diz McMahon. “Parece que o valor da arte foi desrespeitado pelas empresas que podem ganhar muito dinheiro e distribuir uma quantia muito pequena aos criadores desta arte. Com o atual isolamento social, destacam as estruturas capitalistas em que operamos e como os artistas, juntamente com muitos outros colaboradores da sociedade, são aproveitados.”

Niko Seizov, manager de artistas que trabalha com música eletrônica, acredita que o desbaste do rebanho é inevitável. “À medida que sua renda desaparece, muitos artistas menores precisam começar a procurar empregos, o que os impede de dedicar tempo suficiente a atividades criativas”, diz ele. “Isso prejudicará a indústria da música, porque o progresso criativo e a revolução sempre começam do fundo.”

“Isso prejudicará a indústria da música, porque o progresso criativo e a revolução sempre começam do fundo”

Stanley Dodds, violinista que se juntou a Rattle no palco em março, complementa um salário básico da Berliner Philharmoniker trabalhando como maestro freelancer. Ele viu sua renda cair “imediata e brutalmente”. Ele tem sorte de que a orquestra continue pagando a ele à medida que a crise se desenrola, mas a maioria de seus colegas é freelancer sem rede de segurança.

O Covid-19 pode catalisar a reforma em benefício daqueles que a realizam. Os músicos pediram ao Spotify que triplicasse os pagamentos para cobrir a receita perdida de shows, o que aumentaria a fatia, embora seja improvável que qualquer plataforma de streaming ofereça significativamente mais a longo prazo – o Spotify ainda era pouco rentável no início do ano, e rivais como a Apple Music são basicamente líderes em perdas, projetados para atrair mais usuários para seu ecossistema (como Tim Cook, da Apple, colocou em 2018, “não estamos fazendo isso por dinheiro”).

“O mais difícil para um artista é criar um novo fã. Tradicionalmente, fazemos festivais, mas vimos que esses festivais virtuais são a melhor maneira de atrair novos fãs rapidamente.”

É mais viável que a pandemia acenda uma discussão sobre os contratos de gravação. Embora os serviços de streaming tenham reformulado o vínculo entre varejista e gravadora, a relação artista-gravadora pouco mudou desde os anos setenta.

Os acordos de gravação tradicionais pagam aos artistas uma base de royalties, entre 15 e 20%, com o restante mantido para cobrir itens como marketing, custos de produção e as próprias necessidades de lucro da gravadora. Mas, como diz um executivo, em uma época em que as receitas com royalties caíram, elas são “antiquadas” e impedem muitos artistas de gerar dinheiro real a partir de suas gravações. As gravadoras independentes estão adotando acordos de artistas mais transparentes e personalizados há algum tempo, e o Covid-19 “agitará todo mundo e mostrará que todos precisamos olhar para eles”.

Mesmo que os artistas acabem ganhando mais dinheiro com a música que produzem, a curto prazo, pelo menos, pouco disso fluirá para a indústria que depende de seu trabalho. Exemplo disso é Jono Steer, um engenheiro de som que ia se juntar a McMahon em sua turnê. O engenheiro está na indústria da música há 20 anos e começou a trabalhar com McMahon em sua primeira turnê nacional em 2018. Desde então, ele se tornou um elemento principal em sua equipe, trabalhando em 200 shows. Além de seu papel como engenheiro de FOH de McMahon, Steer também é seu motorista e manager de turnê.

Telegram bannerOs cancelamentos atingiram Steer com força; 60% de sua renda são provenientes de eventos ao vivo. Bandas maiores podem se dar ao luxo de continuar pagando o salário para sua equipe de turnê, com contratos que a protegem de cancelamentos, mas os artistas no início de suas carreiras tendem a pagar sua equipe no dia do show, no dia da viagem e na diária. Mesmo uma pequena turnê exige de tudo, desde roadies a engenheiros de iluminação e técnicos de som, mas poucos têm contratos executáveis em vigor. Quando os shows não acontecem, eles não são pagos.

“Todos os meus colegas foram afetados”, diz Steer, “e alguns não têm perspectiva de mais trabalho durante o ano inteiro”. Essa indústria de profissionais “da graxa”, termo que se usa para nomear os profissionais dos bastidores, é invisível para a maioria dos fãs de música, mas sem eles, os shows não aconteceriam.

“Devemos aprender com essa experiência e colocar em prática coisas que nos tornam menos vulneráveis no futuro”

Existe uma preocupação real de que muitos terão que deixar o setor se a paralisação durar meses. Quando finalmente voltarmos a clubes e salas de concerto, pode não haver mais ninguém para configurar o som, ligar as luzes ou até mesmo fazer a segurança nas portas.

Steer pode voltar a produzir bandas em seu estúdio em casa, mas o isolamento social devido ao Covid-19 significa que poucos podem ir pessoalmente em primeiro lugar. Muitos artistas também financiam seu trabalho de estúdio em turnê – sem a turnê, eles não podem pagar pelo estúdio. “Há muito menos dinheiro em toda a indústria no momento”, diz Steer. Sua renda total diminuirá em cerca de 70%, transformando-o em recebedor de benefícios do Governo da Austrália.

Assistência para o backstage

McMahon se ofereceu para pagar a sua equipe 50% do valor pelos shows que foram cancelados dentro de duas semanas, e os gigantes do setor também estão oferecendo assistência. A Live Nation Entertainment lançou um fundo inicial de US $ 5 milhões projetado para ajudar as equipes de turnê e local. Embora tenha poucas ações para proteger contratantes independentes como o Steer no futuro, ele pode pelo menos pagar o aluguel no momento. Também poderia lançar as bases para novos arranjos no futuro. Um representante da agência de reservas explica que, como músicos de sessão, que geralmente são colocados em um retentor para garantir que não participem de outras turnês, os membros da equipe também podem ser contratados com um salário básico e constante.

Enquanto isso, Steer espera que o Covid-19 desencadeie uma estrutura mais ampla para proteger contratantes independentes, como ele. “Seja sindicalização, mudanças na legislação governamental ou financiamento mais acessível através de doações e subsídios, devemos aprender com essa experiência e colocar em prática coisas que nos tornem menos vulneráveis ​​no futuro”.

Ninguém sabe quando será esse futuro, mas, como o esporte, é provável que a música ao vivo seja uma das últimas coisas a serem permitidas quando o isolamento social acabar. Quando isso acontecer, a paisagem será estranha e enxuta. Nos primeiros meses, espere uma explosão de novos lançamentos, tanto os atrasados ​​pelo vírus quanto os criados enquanto os artistas foram trancados em suas casas. “Estou vendo uma energia criativa em nossa indústria que supera em muito qualquer coisa antes, não apenas no nível de ideias, mas na execução”, diz o publicitário musical Neil Bainbridge.

A princípio, os artistas encherão os locais de exibição que sobreviveram ao isolamento, mas talvez ainda não haja muitos. Os clubes e locais de shows do Reino Unido estão fechando a um ritmo horrível desde a Grande Recessão e o Covid-19 pode matar muitos dos que sobreviveram. Os relatórios sugerem que apenas 17% dos locais do Reino Unido estão financeiramente seguros pelos próximos dois meses, o que significa que mais de 500 espaços de shows podem ter fechado suas portas para sempre no início do isolamento social.

“Estou vendo uma energia criativa em nossa indústria que supera em muito qualquer coisa antes, não apenas no nível de ideias, mas na execução”

Os promotores também estão enfrentando perdas significativas. Normalmente, os seguros os cobririam, mas as apólices quase universalmente excluem doenças transmissíveis, a menos que sejam adquiridas especificamente, o que é “extremamente raro”, de acordo com um corretor. No início do ano, algumas seguradoras até removeram explicitamente o coronavírus de sua cobertura.

Em março, o South by Southwest de Austin anunciou que seria responsável por todos os custos porque o ‘surto de doença’ foi excluído de sua cobertura de seguro. O festival de house e techno de Londres, Re-Textured, foi igualmente infeliz. Nenhum dos dois retornará em 2021.

Apresentações pagas

A peça final do quebra-cabeça é a relação entre artistas e fãs. Culpe o Spotify e uma indústria de discos canibalística, tudo o que você quiser, mas somos nós que colocamos os artistas no chão; que passamos a ver a música como algo que deveria ser gratuito, e não como arte que merece ser paga. Mas, expondo falhas sistemáticas e destacando meios alternativos de interação artista-público, o Covid-19 poderia mudar isso? Os artistas em dificuldades começaram a lançar músicas ou apresentações exclusivas disponíveis por uma taxa, e outros criaram oficinas de produção on-line. Essas são correções temporárias, mas fecham o ciclo entre criatividade e recompensa.

Enquanto os shows ao vivo, como a Berliner Philharmoniker (a Filarmônica de Berlim), proliferaram, a maioria deles foi beneficente ou livre para participação. Em algum momento, porém, os preços dos ingressos digitais parecem inevitáveis. Talvez à frente da curva, Erykah Badu cobrou alguns dólares para entrar na série Quarentine Concert. “Sempre houve um mercado para isso e, nesse isolamento social, as pessoas perceberam que é legal”, diz Marc Geylman, fundador da Cardinal Artists. “Eventualmente, acho que isso se tornará um negócio.”

“Se você reconstruísse a indústria da música do zero, não a monetizaria do jeito que está atualmente”

A Filarmônica de Berlim deu um passo nessa direção mais de uma década atrás. Em 2009, percebendo que a renda de suas gravações estava em queda, eles procuraram um novo meio de disseminar e monetizar seu trabalho existente. A resposta: Digital Concert Hall, uma plataforma, acessada através de uma assinatura paga, que permite aos fãs ver a transmissão de seus shows ao vivo e revisitar centenas de gravações, além de assistir a documentários e filmes bônus. Por enquanto, eles oferecem acesso gratuito, para que os fãs possam assistir as gravações enquanto a sala de concertos real está fechada.

É verdade que isso funciona melhor quando você está tentando capturar o ar refinado de uma sala de concertos – nenhuma apresentação musical em streaming pode se aproximar da energia suada de uma rave. Mas é um passo em uma nova direção, e você só precisa olhar para os shows, onde o público apóia os artistas com assinaturas e patrocínios através das plataformas Twitch e Patreon, para ver quão anacrônico é o modelo musical. “Se você reconstruísse a indústria da música do zero, não a monetizaria do jeito que está atualmente”, diz George Connolly, gerente de artistas da Young Turks.

Além disso, o Covid-19 também pode recalibrar nossa percepção do valor de um álbum. Nunca antes a fragilidade da música foi mais clara, e isso pode nos encorajar a apoiar os artistas comprando, em vez de transmitir, nossa música por meio de plataformas transparentes e amigáveis ​​aos artistas. “Em termos de dinheiro no bolso de um artista, a compra de um único álbum ou LP vale milhares de streams”, diz Josh Kim, COO da Bandcamp, uma plataforma na qual artistas e gravadoras independentes podem vender diretamente para seus fãs.

Simon Rattle encerrou seu show às 22h. Não havia filas nas portas, nem pressa para ir no banheiro. Não havia portadores de bilhetes ou barman zunindo, apenas uma pequena equipe de câmeras posicionada na frente e no centro, capturando todos os movimentos de Rattle – desde a última onda deslumbrante de seu bastão até seu arco habitual no final. Ele proporcionava uma visualização agradável, peculiar, mas emocionante, e nela reside o valor inerente dos dois lados da lente.

Refletindo sobre o isolamento social global, um usuário do Twitter descreveu o Covid-19 como uma “máquina da verdade”, na medida em que “expõe brutalmente” as deficiências na estrutura da música.

Um dia, transferiremos o Covid-19 do presente para o passado, e as engrenagens dessa máquina global de bilhões de dólares estarão em movimento mais uma vez. Os locais abrirão as portas, os artistas tirarão o pó dos passaportes e, mais uma vez, teremos música ao vivo e, com isso, uma nova apreciação por estar em uma sala cheia de estranhos loucos para experimentá-la.

Quando esse dia finalmente chegar, tudo será mais doce – mas nessa transição, precisamos aproveitar o que aprendemos com essa pausa. Se formos inteligentes, das cinzas surgirá uma indústria que funciona para todos. Porque Deus sabe que todos precisaremos dançar novamente.

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*Fonte: musicaemercado

Como o coronavírus vai mudar nossas vidas: dez tendências para o mundo pós-pandemia

A Covid-19 mudou nossas vidas. Não estou falando aqui simplesmente da alteração da rotina nesses dias de isolamento, em que não podemos mais fazer caminhadas no Minhocão ou ir aos nossos bares e restaurantes preferidos. Sim, tudo isso mudou nosso cotidiano —e muito. Mas o meu convite para você é para pensarmos nas mudanças mais profundas, naquelas transformações que devem moldar a realidade à nossa volta e, claro, as nossas vidas depois que o novo coronavírus baixar a bola. Por isso talvez seja melhor mudar o tempo verbal da frase que abre este texto e dizer que o coronavírus vai mudar as nossas vidas. Mas como? Que cenários prováveis já começam a emergir e devem se impor no mundo pós-pandemia?

O mundo pós-pandemia será diferente

Entender que mundo novo é esse é importante para nos prepararmos para o que vem por aí. Porque uma coisa é certa: o mundo não será como antes, conforme nos alertou o biólogo Átila Iamarino.

“O mundo mudou, e aquele mundo (de antes do coronavírus) não existe mais. A nossa vida vai mudar muito daqui para a frente, e alguém que tenta manter o status quo de 2019 é alguém que ainda não aceitou essa nova realidade”, disse nesta entrevista para a BBC Brasil Átila, que é doutor em microbiologia pela Universidade de São Paulo e pós-doutor pela Universidade Yale. “Mudanças que o mundo levaria décadas para passar, que a gente levaria muito tempo para implementar voluntariamente, a gente está tendo que implementar no susto, em questão de meses”, diz ele.

Pandemia marca o fim do século 20

Ainda nessa linha, havia uma visão entre especialistas de que faltava um símbolo para o fim do século 20, uma época altamente marcada pela tecnologia. E esse marco é a pandemia do coronavírus, segundo a historiadora e antropóloga Lilia Schwarcz, professora da Universidade de São Paulo e de Princeton, nos EUA, em entrevista ao Universa. “[O historiador britânico Eric] Hobsbawm disse que o longo século 19 só terminou depois da Primeira Guerra Mundial [1914-1918]. Nós usamos o marcador de tempo: virou o século, tudo mudou. Mas não funciona assim, a experiência humana é que constrói o tempo. Ele tem razão, o longo século 19 terminou com a Primeira Guerra, com mortes, com a experiência do luto, mas também o que significou sobre a capacidade destrutiva. Acho que essa nossa pandemia marca o final do século 20, que foi o século da tecnologia. Nós tivemos um grande desenvolvimento tecnológico, mas agora a pandemia mostra esses limites”, diz Lilia.

Coronavírus, um acelerador de futuros

Vários futuristas internacionais dizem que o coronavírus funciona como um acelerador de futuros. A pandemia antecipa mudanças que já estavam em curso, como o trabalho remoto, a educação a distância, a busca por sustentabilidade e a cobrança, por parte da sociedade, para que as empresas sejam mais responsáveis do ponto de vista social.

Outras mudanças estavam mais embrionárias e talvez não fossem tão perceptíveis ainda, mas agora ganham novo sentido diante da revisão de valores provocada por uma crise sanitária sem precedentes para a nossa geração. Como exemplos, podemos citar o fortalecimento de valores como solidariedade e empatia, assim como o questionamento do modelo de sociedade baseado no consumismo e no lucro a qualquer custo.

“A vida depois do vírus será diferente”, disse ao site Newsday a futurista Amy Webb, professora da Escola de Negócios da Universidade de Nova York. “Temos uma escolha a fazer: queremos confrontar crenças e fazer mudanças significativas para o futuro ou simplesmente preservar o status quo?”

Efeitos do coronavírus devem durar quase dois anos

As transformações são inúmeras e passam pela política, economia, modelos de negócios, relações sociais, cultura, psicologia social e a relação com a cidade e o espaço público, entre outras coisas.

O ponto de partida é ter consciência de que os efeitos da pandemia devem durar quase dois anos, pois a Organização Mundial de Saúde calcula que sejam necessários pelo menos 18 meses para haver uma vacina contra o novo. Isso significa que os países devem alternar períodos de abertura e isolamento durante esse período.

Diante dessa perspectiva, como ficam as atividades de lazer, cultura, gastronomia e entretenimento no centro e em toda a cidade durante esse período? O que mudará depois? São questões ainda em aberto, mas há sinais que nos permitem algumas reflexões.

Para entender essas e outras questões e identificar os prováveis cenários, procurei saber que tendências os futuristas, pesquisadores e bureaus de pesquisas nacionais e internacionais estão traçando para o mundo pós-pandêmico. A partir dessas leituras e também de um olhar para as questões que dizem respeito ao centro de São Paulo e à vida urbana em geral, fiz uma lista com algumas dessas tendências, que você pode ler a seguir.
Confira as 10 tendências para o mundo pós-pandemia

1. Revisão de crenças e valores

A crise de saúde pública é definida por alguns pesquisadores como um reset, uma espécie de um divisor de águas capaz de provocar mudanças profundas no comportamento das pessoas. “Uma crise como essa pode mudar valores”, diz Pete Lunn, chefe da unidade de pesquisa comportamental da Trinity College Dublin, em entrevista ao Newsday.

“As crises obrigam as comunidades a se unirem e trabalharem mais como equipes, seja nos bairros, entre funcionários de empresas, seja o que for… E isso pode afetar os valores daqueles que vivem nesse período —assim como ocorre com as gerações que viveram guerras”.

Já estamos começando a ver esses sinais no Brasil —e no centro de São Paulo, com vários exemplos de pessoas que se unem para ajudar idosos, por exemplo.

2. Menos é mais

A crise financeira decorrente da pandemia por si só será um motivo para que as pessoas economizem mais e revejam seus hábitos de consumo. Como diz o Copenhagen Institute for Futures Studies, a ideia de “menos é mais” vai guiar os consumidores daqui para frente.

Mas a falta de dinheiro no momento não será o único motivo. As pessoas devem rever sua relação com o consumo, reforçando um movimento que já vinha acontecendo. “Consumir por consumir saiu de ‘moda’”, escreve no site O Futuro das Coisas Sabina Deweik, mestre em comunicação semiótica pela PUC e pesquisadora de comportamento e tendências.

O outro lado desse processo é um questionamento maior do modelo de capitalismo baseado pura e simplesmente na maximização dos lucros para os acionistas. “O coronavírus trouxe para o contexto dos negócios e para o contexto pessoal a necessidade de revisitar as prioridades. O que antes em uma organização gerava resultados financeiros, persuadindo, incentivando o consumo, aumentando a produção e as vendas, hoje não funciona mais”, diz Sabina.

“Hoje, faz-se necessário pensar no valor concedido às pessoas, no impacto ambiental, na geração de um impacto positivo na sociedade ou no engajamento com uma causa. Faz-se necessário olhar definitivamente com confiança para os colaboradores já que o home office deixou de ser uma alternativa para ser uma necessidade. Faz-se necessário repensar a sociedade do consumo e refletir o que é essencial.”

3. Reconfiguração dos espaços do comércio

A pandemia vai acentuar o medo e a ansiedade das pessoas e estimular novos hábitos. Assim, os cuidados com a saúde e o bem-estar, que estarão em alta, devem se estender aos locais públicos, especialmente os fechados, pois o receio de locais com aglomeração deve permanecer.

“Quando as pessoas voltarem a frequentar espaços públicos, depois do fim das restrições, as empresas devem investir em estratégias para engajar os consumidores de modo profundo, criando locais que tragam a eles a sensação de estar em casa”, diz um relatório da WGSN, um dos maiores bureaus de pesquisas de tendências do mundo.

Eis um ponto de atenção para bares, restaurantes, cafeterias, academias e coworkings, que devem redesenhar seus espaços para reduzir a aglomeração e facilitar o acesso a produtos de higiene, como álcool em gel. Os espaços compartilhados, como coworkings, têm um grande desafio nesse novo cenário.

4. Novos modelos de negócios para restaurantes

Uma das dez tendências apontadas pelo futurista Rohit Bhatgava é o que ele chama de “restaurantes fantasmas”, termo usado para descrever os estabelecimentos que funcionam só com delivery. Como a possibilidade de novas ondas da pandemia num futuro próximo, o setor de restaurantes deve ficar atento a mudanças no seu modelo de negócios, e o serviço de entrega vai continuar em alta e pode se tornar a principal fonte de receita em muitos casos.

5. Experiências culturais imersivas

Como resposta ao isolamento social, os artistas e produtores culturais passaram a apostar em shows e espetáculos online, assim como os tours virtuais a museus ganharam mais destaque. Esse comportamento deve evoluir para o que se pode chamar de experiências culturais imersivas, que tentam conectar o real com o virtual a partir do uso de tecnologias que já estão por aí, mas que devem se disseminar, como a realidade aumentada e virtual, assistentes virtuais e máquinas inteligentes.

De acordo com o estudo Hype Cycle, da consultoria internacional Gartner, as experiências imersivas são uma das três grandes tendências da tecnologia. Destacamos aqui a área cultural, mas isso também se estende a outros setores, como esportes, viagens a varejo, conforme indica o relatório A Post-Corona World, produzido pela Trend Watching, plataforma global de tendências.

6. Trabalho remoto

O home office já era uma realidade para muita gente, de freelancers e profissionais liberais a funcionários de companhias que já adotavam o modelo. Mas essa modalidade vai crescer ainda mais. Com a pandemia, mais empresas —de diferentes portes— passaram a se organizar para trabalhar com esse modelo. Além disso, o trabalho remoto evita a necessidade de estar em espaços com grande aglomeração, como ônibus e metrôs, especialmente em horários de pico.

7. Morar perto do trabalho

Essa já era uma tendência, e morar no centro de São Paulo se tornou um objeto de desejo para muitas pessoas justamente por conta disso, entre outros motivos. Mas, com o receio de novas ondas de contágio, morar perto do trabalho, a ponto de ir a pé e não usar transporte público, deve se tornar um ativo ainda mais valorizado.

8. Shopstreaming

Com o isolamento social, as lives explodiram, principalmente no Instagram. As vendas pela Internet também, passando a ser uma opção também para lojas que até então se valiam apenas do local físico. Pois pense na junção das coisas: o shopstreaming é isso. Uma versão Instagram do antigo ShopTime.

9. Busca por novos conhecimentos

Num mundo em constante e rápida transformação, atualizar seus conhecimentos é questão de sobrevivência no mercado (além de ser um prazer, né?). Mas a era de incertezas aberta pela pandemia aguçou esse sentimento nas pessoas, que passam, nesse primeiro momento, a ter mais contato com cursos online com o objetivo de aprender coisas novas, se divertir e/ou se preparar para o mundo pós-pandemia. Afinal, muitos empregos estão sendo fechados, algumas atividades perdem espaço enquanto outros serviços ganham mercado.

10. Educação a distância

Se a busca por conhecimentos está em alta, o canal para isso daqui para frente será a educação a distância, cuja expansão vai se acelerar. Neste contexto, uma nova figura deve entrar em cena: os mentores virtuais. A Trend Watching aposta que devem surgir novas plataformas ou serviços que conectam mentores e professores a pessoas que querem aprender sobre diferentes assuntos.

*Por Clayton Melo

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*Fonte: elpais

Moradores do Sul são os que mais consomem orgânicos

Cerca de 19% dos brasileiros consumiram algum item orgânico entre maio e junho deste ano. Por região, a maior parte (23%) habita o Sul do país. Os dados são do Conselho Brasileiro da Produção Orgânica e Sustentável (Organis).

O Organis divulgou, na última quarta-feira (4), os dados da 2ª Pesquisa do Perfil do Consumidor de Orgânicos. As informações são comparadas à primeira pesquisa realizada em 2017.

A região Sul é seguida pelo Nordeste com 20% dos consumidores de produtos orgânicos. Em terceiro lugar está o Sudeste (19%) e em quarto o Centro-oeste com 17%. O último lugar foi para a região Norte com 14%. A pesquisa entrevistou 1.027 pessoas.

“Podemos dizer que a compra de produtos orgânicos está bastante relacionada a compra de produtos frescos, pois a maioria dos produtos mencionados espontaneamente são produtos ‘FLV’, frutas, legumes e verduras”, afirma a Organis. Essa questão corrobora com o fato de que o público (87%) apontou a feira como local preferido para comprar seus produtos orgânicos.

Para 84% das pessoas, a saúde é a principal motivação dos compradores de produtos orgânicos. O meio ambiente surgiu em somente 9% dos casos.

Dentre as razões para não consumirem mais orgânicos, o preço continua sendo o maior empecilho – apontado por 65% dos entrevistados.

Questionados sobre os itens orgânicos não alimentícios, os produtos de higiene pessoal foram os mais citados.

*Por Marcia Sousa

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*Fonte: ciclovivo

Lixo no Brasil, um problema ainda longe da solução

Análise do Panorama dos Resíduos Sólidos no Brasil 2018/2019, lançado em novembro de 2019 pela Associação Brasileira das Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (Abrelpe) é de assustar. Em 2018, o Brasil produziu, em média, 79 milhões de toneladas de lixo, uma variação de pouco menos de 1% em relação ao ano anterior. Na América Latina somos os campeões. Está previsto que em 2030 alcançaremos a cifra de 100 milhões de toneladas. Vale ressaltar que o Panorama continua sendo o único relatório de âmbito nacional com números atualizados anualmente, oriundos de fonte primária, compilados e tratados com base em critérios científicos. É deste relatório os dados que ora apresentamos.
infográfico sobre o lixo no brasil (Fonte: Abrelpe).

 

 

 

 

Dos 79 milhões de toneladas de lixo no Brasil, quantas foram coletadas?

Quem responde é a Abrelpe: “os dados revelam que, em 2018, foram geradas no Brasil 79 milhões de toneladas. Um aumento de pouco menos de 1% em relação ao ano anterior. Desse montante, 92% (72,7 milhões) foi coletado.”A associação comenta: “Por um lado, isso significa uma alta de 1,66% em comparação a 2017. Ou seja, a coleta aumentou num ritmo um pouco maior que a geração. Por outro, evidencia que 6,3 milhões de toneladas de resíduos não foram recolhidas junto aos locais de geração.”

A destinação do lixo no Brasil

“A destinação adequada em aterros sanitários recebeu 59,5% dos resíduos sólidos urbanos coletados: 43,3 milhões de toneladas, um pequeno avanço em relação ao cenário do ano anterior. O restante (40,5%) foi despejado em locais inadequados por 3.001 municípios.”

29,5 milhões de toneladas acabaram nos lixões

“Ou seja, 29,5 milhões de toneladas de RSU (Resíduos Sólidos Urbanos) acabaram indo para lixões ou aterros controlados, que não contam com um conjunto de sistemas e medidas necessários para proteger a saúde das pessoas e o meio ambiente contra danos e degradações.”

Saiba quanto produz de lixo, em média, cada cidadão

Somos todos partes do problema. É como no caso do aquecimento global, ou a acidificação dos oceanos. Estes fenômenos não foram criados por um ente demoníaco, mas são consequências de usos e costumes de oito bilhões de terráqueos. Quem são os responsáveis se não nós mesmos? Este site se esmera em mostrar que nossas chagas jamais serão resolvidas por um salvador da pátria que aguarda a hora de sair de seu casulo e resolver nossos problemas. Eles só serão sanados quando todos, cidadãos e governos, fizerem suas partes. Aos números da Abrelpe: “Entre 2017 e 2018, a geração de RSU no Brasil aumentou quase 1% e chegou a 216.629 toneladas diárias. Como a população também cresceu no período (0,40%), a geração per capita teve elevação um pouco menor (0,39%). Isso significa que, em média, cada brasileiro gerou pouco mais de 1 quilo de resíduo por dia.”
Lixo no Brasil e a coleta seletiva segundo a Abrelpe

“A pesquisa permite estimar que quase três quartos dos municípios brasileiros fazem algum tipo de coleta seletiva. Em muitos deles, porém, essas atividades são incipientes e não abrangem todos os bairros. A quantidade de cidades que dispõem de tais serviços elevou-se em todas as regiões, com destaque para o Nordeste e o Centro-Oeste (aumento de 8% e 9%, respectivamente).”

Aterros e lixões, chagas nacionais, recebem mais de 80 mil toneladas de resíduos por dia

“Das 72,7 milhões de toneladas coletadas no Brasil em 2018, 59,5% tiveram disposição final adequada e foram encaminhadas para aterros sanitários – uma expansão de 2,4% em relação ao valor total do ano anterior. Porém, unidades inadequadas como lixões e aterros controlados ainda têm participação significativa (23% e 17,5%, respectivamente). Estão presentes em todas as regiões e recebem mais de 80 mil toneladas de resíduos por dia, com elevado potencial de poluição ambiental e impactos negativos à saúde.”

Recursos aplicados na gestão do lixo

Eis aí um dado que pode ajudar os eleitores. É preciso ficar de olho nos políticos, e respectivas plataformas. Afinal, trata-se de dinheiros públicos, ou seja, nossos impostos. Vejamos o que fizeram em 2017/2018. “Apesar de o percentual de resíduos coletados ter crescido em todas as regiões entre 2017 e 2018, os investimentos na coleta e nos demais serviços de limpeza urbana recuaram. Na coleta foram aplicados R$ 10 bilhões por ano (média de R$ 4 por habitante ao mês).

Aportes por região do Brasil

A tendência de queda mostrou um pouco mais de força no Sul (queda de 2,0%) e no Sudeste (-1,5%). Os aportes tiveram ligeira alta no Centro-Oeste (1,2%) e no Norte (1,4%). Contudo, mesmo nessas duas regiões, se for considerado o aumento da população, o investimento per capita ficou estável. No país, o declínio foi de 1,47%. Quando se consideram outros serviços (varrição, limpeza e manutenção de parques e jardins, limpeza de córregos…), a queda é mais expressiva: 2,17% no Brasil (2,54% no índice per capita).

Alguns comentários

Segundo o Estadão, ‘A produção de lixo no Brasil tem avançado em ritmo mais rápido do que a infraestrutura para lidar de maneira adequada com esse resíduo’. Carlos Silva Filho, diretor presidente da Abrelpe, falou ao jornal. Para ele ‘o tipo de material consumido atualmente, que é mais descartável, é o grande responsável por esse avanço da produção de lixo.’ Também vale ressaltar que passaram-se nove anos da vigência da Política Nacional de Resíduos Sólidos, que trazia como meta o fim dos lixões até 2014. Somo o País do futuro, ou o das promessas? Arriscamos, os dois.

Aumento de consumo e descarte indiscriminado

Segundo Carlos Silva Filho, “Há um aumento do próprio consumo e do descarte indiscriminado. Não há uma separação dos resíduos no descarte dentro de casa, não há um processo de sensibilização da população para consumir produtos mais sustentáveis”, afirmou. “O Brasil ainda tem um processo de produção, consumo e descarte de resíduos do século passado.”

Investimento em infraestrutura

Carlos Silva Filho: “Enquanto o mundo fala em economia circular e avança na energia renovável a partir de resíduo, nós ainda temos um déficit no Brasil de lixão a céu aberto em todas as regiões e pouca coleta seletiva na cidade. É preciso agilizar o investimento de infraestrutura adequada para receber esse resíduo e tratar esse resíduo como recurso. Aproveitá-lo melhor na reciclagem, geração de energia, transformação em matéria-prima e não simplesmente um material descartado que não tem serventia.”

A quem cabe a gestão dos resíduos?

Carlos Filho responde: “A gestão de resíduos no Brasil é de titularidade dos municípios. A grande maioria é pequena e não consegue fazer uma gestão de maneira isolada. Portanto, precisam buscar solução conjunta para esse tema, principalmente buscar uma fonte de remuneração contínua para que possam justamente não só ter infraestruturas necessárias, planta de reciclagem e unidade de aproveitamento energético, mas também para custear todo esse serviço que é feito diariamente.”

*Por João Lara Mesquita

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*Fonte: marsemfim

Nossos avós sabiam viver sem plástico: um mundo sem ele é possível

A presença de plástico na vida das pessoas hoje registra níveis preocupantes e causa grandes conseqüências para o meio ambiente.

Não é segredo para ninguém que o plástico representa um dos elementos mais poluentes do planeta devido à sua difícil decomposição e longa durabilidade.

Um estudo da Science Advances revelou que 8 milhões de toneladas métricas de plástico acabam no oceano a cada ano. O equivalente à presença de cinco sacolas de compras para cada 30 centímetros nas costas do mundo.

Isso ocorre porque a produção em massa de plástico excede 8,3 bilhões de toneladas. Dos quais 6.300 foram convertidos em resíduos plásticos, enquanto apenas 9% foram reciclados.

Proteja o planeta do plástico

A presença crescente de plástico representa uma grande ameaça para os seres humanos, animais e o meio ambiente. Uma vez que sua forte composição causa efeitos negativos nos ecossistemas e até a morte de espécies como tartarugas ou pinguins.

Embora seu uso represente um benefício imediato na rotina diária, na realidade, a longo prazo, torna-se um elemento perigoso. Afetar e modificar a vida dos seres vivos e o ambiente em que estão. Especialmente considerando que raramente é armazenado ou reciclado corretamente.

É por isso que nos últimos anos, governos mundiais e organizações ambientais recomendam o uso de outras alternativas. Ao recorrer a materiais biodegradáveis ou reutilizáveis ​​que, ao contrário do plástico, não têm consequências para a Terra.

Sob essa premissa, vários especialistas criaram novas alternativas para substituir, tanto quanto possível, o uso desse elemento na vida cotidiana. Com o objetivo de erradicar completamente a presença de plástico em nossas vidas e no meio ambiente.

No entanto, a resposta para esse problema pode estar em nossas casas. Desde os tempos antigos, os ancestrais conseguiam realizar suas atividades diárias sem a necessidade de plástico. Utilizar alternativas naturais ou caseiras (como bolsas de pano), para as quais não era necessária a presença de sacolas, contêineres ou garrafas desse elemento perigoso.

Sem dúvida, um mundo livre de plástico, é possível, leva apenas as ideias, educação e conscientização certas. Para que as novas gerações conheçam os perigos que o plástico oferece ao nosso planeta, às nossas vidas e ao meio ambiente em geral.

*Por Viviane Regio

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*Fonte: sabedoriapura

Sorrir ajuda a tratar e combater doenças

Não é à toa que o riso está presente nos mais diversos tratamentos cognitivos para saúde. O ato de sorrir tem um poder enorme sobre o corpo e o resultado positivo de terapias com este embasamento é comprovado por pacientes em hospitais no mundo todo.

Ao ouvir uma piada ou presenciar um fato engraçado, uma pessoa sente automaticamente vontade de sorrir. Para este simples ato, existem diversas funções cerebrais sendo ativadas e que influenciam áreas como a coordenação motora e sensações emocionais diversas, como o sentimento de recompensa e de prazer. “O riso relaxa o corpo e a mente, fortalece as defesas orgânicas, melhora a circulação e a pressão arterial e libera endorfinas, que promovem uma sensação de bem-estar geral. Enfim, rir é saudável”, explica Eduado Lambert, em seu livro “A Terapia do Riso”.

Em um estudo conduzido pelo Dr. Michael Moleiro, na Universidade de Maryland, EUA, os pesquisadores avaliaram como o corpo humano reagia ao riso. Após realizar diferentes testes com 27 voluntários, os cientistas concluíram que rir pode ser tão benéfico quanto a prática de exercícios físicos.

Um bom riso é bem-vindo em qualquer situação. Mas, em alguns momentos ele pode ganhar ainda mais importância. Diversos projetos internacionais que trabalham em hospitais usam o humor e o sorriso para ajudar no tratamento de crianças e adultos. Além de melhorar o ambiente e elevar a autoestima dos pacientes, o sorriso exerce importantes funções fisiológicas, incentivando e estimulando a maioria dos sistemas do organismo.

Uma boa risada movimenta todos os músculos da face, aumenta a quantidade de ar nos pulmões, acelera o ritmo cardíaco e a circulação sanguínea, estimula o pâncreas, fígado e intestino e muito mais. Para doenças emocionais, como a depressão, o uso do riso é ainda mais importante, pois ajuda a diminuir a ansiedade e o desconforto, mesmos motivos que levam especialistas a recomendarem a terapia do riso a pacientes com câncer e outras doenças incuráveis.

O riso é contagioso e muito poderoso, seja no auxílio médico ou no simples fato de deixar o dia mais leve, os relacionamentos mais saudáveis e, principalmente, a vida mais feliz.

*Por Thais Teisen

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*Fonte: ciclovivo

Pessoas deveriam ouvir pelo menos 78 minutos de música por dia, diz estudo

Que música faz bem ao corpo e à mente a gente já sabe, né? Agora, um estudo está nos mostrando até a dose diária ideal para ficar bem feliz.

A Deezer encomendou uma pesquisa com a British Academy of Sound Therapy que aponta o tipo de música e o tempo necessário de escuta para obter benefícios ao bem-estar físico e emocional.

A pesquisa analisou a relação entre a música e saúde e estudou vários fatores, incluindo estilos, humores e gêneros musicais. A análise foi feita a partir de dados coletados em entrevistas feitas com mais de 7.500 pessoas, distribuídas por todo o Reino Unido, Estados Unidos, França, Alemanha, Brasil, Emirados Árabes Unidos, Arábia Saudita e Egito.

O estudo ainda mostra que o bem estar independe de gosto musical, e aponta a quantidade de minutos necessárias para cada sentimento, comparando com a “Dose Diária Recomendada” (RDA – Recommended Daily Allowance).

14 minutos de músicas animadas para se sentir mais feliz (18% de seu RDA)
16 minutos de músicas relaxantes para se sentir mais tranquilo (20,5% do RDA)
16 minutos de qualquer música para superar a tristeza (20,5% da sua música RDA)
15 minutos de músicas motivadoras para ajudar na concentração (19% da RDA)
17 minutos de qualquer música para ajudar a controlar a raiva (22% de RDA)

Incrível, não? Frederic Antelme, vice-presidente de conteúdo e produção da Deezer, falou um pouco sobre os dados:

A música influencia nossas vidas e, na Deezer, tentamos entender e abraçar o relacionamento que as pessoas têm com suas faixas favoritas. Agora, fomos capazes de aprofundar ainda mais esse relacionamento e ver como as pessoas usam a música para gerenciar diferentes estados mentais. É um estudo fascinante. Os resultados oferecem uma ideia de como a música pode ser usada para administrar nossa saúde emocional e mental diariamente, especialmente quando você tem uma ampla biblioteca na ponta dos dedos.

O estudo descobriu que, em média, as pessoas devem ouvir um mínimo de 11 minutos de música para desfrutarem de seus benefícios terapêuticos. A única exceção foi a felicidade — os participantes relataram sentirem-se mais felizes em apenas cinco minutos depois de ouvir faixas alegres. Eles também relataram que se sentem com mais satisfação em relação à vida (86%), com mais energia (89%) e mais disposição a dar risadas (65%) após ouvirem músicas com uma pegada ‘good vibes’.

E o Rock?

É claro que o estilo também aparece com destaque na pesquisa. Um terço dos entrevistados (28%) relatou que o Rock ajuda a processar sentimentos de raiva, com “Highway to Hell”, do AC/DC, apontada como a melhor escolha de música para se ouvir.

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*Fonte: tenhomaisdiscosqueamigos

12 segredos do médico japonês que viveu 105 anos para uma vida longa

Em 2009, o médico Shigeaki Hinohara concedeu uma entrevista reveladora ao jornal Japan Times. Na época, ele tinha 97 anos de idade e era reconhecido por sua excelente saúde física e mental. Na época, ele ainda trabalhava ativamente como médico e educador.

Mais do que um profissional da saúde, Shigeaki Hinohara foi um exemplo vivo de uma vida longa, saudável e feliz – um dos motivos pelos quais seus conselhos merecem atenção especial

Shigeaki viveu até os 105 anos de idade e compartilhou alguns ensinamentos, que dividimos com você:

Coma bem
“Todas as pessoas que vivem muito – independentemente da nacionalidade, raça ou gênero – compartilham uma coisa em comum: nenhuma tem excesso de peso. Para o café da manhã eu bebo café, um copo de leite e um pouco de suco de laranja com uma colher de azeite de oliva. O azeite é ótimo para as artérias e mantém minha pele saudável. O almoço é leite e alguns biscoitos, ou nada quando estou muito ocupado para comer. Nunca fico com fome porque me concentro no meu trabalho. No jantar, um pouco de peixe e arroz e, duas vezes por semana, 100 gramas de carne magra”.

Não pegue atalhos
“Para se manter saudável, vá sempre pelas escadas e leve suas próprias coisas. Eu pego duas escadas por vez, para mover meus músculos”.

Redescubra sua energia juvenil
“A energia vem de sentir-se bem, não de comer ou dormir muito. Todos nos lembramos que quando nos divertíamos na infância, muitas vezes, esquecíamos de comer ou dormir. Eu acredito que podemos manter essa atitude como adultos também. É melhor não cansar o corpo com muitas regras, como o almoço e a hora de dormir”.

Se mantenha ocupado
“Sempre planeje com antecedência. O meu livro de agendamento já está cheio até 2014 [cinco anos à frente no momento da entrevista], com palestras e meu trabalho hospitalar habitual. Em 2016, me divertirei muito: planejo assistir às Olimpíadas de Tóquio!”

Construa uma ética de trabalho
“Não há necessidade de se aposentar, mas, se necessário, deve se fazer após os 65. A idade atual de aposentadoria foi fixada em 65 anos há meio século atrás, quando a expectativa de vida média no Japão era de 68 anos. Hoje, as mulheres japonesas vivem em torno de 86 e os homens 80, e temos 36 mil centenários em nosso país. Em 20 anos, teremos cerca de 50 mil pessoas com mais de 100 anos. “

Contribua com a sociedade
“É maravilhoso viver muito tempo. Até os 60 anos é fácil trabalhar para a família e alcançar os objetivos. Mas em nossos últimos anos, devemos nos esforçar para contribuir com a sociedade. Desde os 65 anos, trabalho como voluntário. Eu ainda adiciono 18 horas em sete dias por semana e amo cada minuto disso”.

Compartilhe seu conhecimento
“Compartilhe o que você conhece. Dou 150 palestras por ano, algumas para 100 crianças da escola primária, outras para 4.500 pessoas de negócios. Eu geralmente falo por 60 a 90 minutos, em pé, para ficar forte”.

Entenda o valor dos conhecimentos
“A ciência sozinha não pode curar ou ajudar as pessoas. A ciência nos agrupa, mas a doença é individual. Cada pessoa é única, e as doenças estão conectadas aos seus corações. Para conhecer a doença e ajudar as pessoas, precisamos de artes visuais e não apenas médicas”.

Confie no GUT
GUT é uma sigla para Gravidade, Urgência e Tendência. “Quando um médico recomenda que você faça um teste ou alguma cirurgia, pergunte a ele se quer que o cônjuge ou as crianças passem por esse procedimento. Ao contrário do que muitos acreditam, os médicos não podem curar a todos. Então, por que causar dor desnecessária com a cirurgia? Eu acho que música e terapia animal podem ajudar mais do que a maioria dos médicos imagina”.

Resista ao materialismo
“Não fique louco por acumular coisas materiais. Lembre-se: você não sabe quando estará embaixo da terra e você não pode levar seus bens para o próximo lugar”.

Busque inspirações
“Encontre um modelo e aponte para alcançar o que jamais imaginou que poderia fazer. Meu pai foi para os Estados Unidos em 1900 para estudar na Duke University, na Carolina do Norte. Ele foi um pioneiro e um dos meus heróis. Mais tarde, encontrei mais alguns guias de vida e, quando travo, me pergunto como eles lidariam com o problema. Minha inspiração é um poema de Robert Browning que diz para tentarmos desenhar um círculo tão grande que não existe nenhuma maneira de terminarmos enquanto estamos vivos. Tudo o que vemos é um arco, o resto está além da nossa visão”.
– Não subestime o divertimento

“A dor é misteriosa e se divertir é a melhor maneira de esquecê-la. Se uma criança tiver uma dor de dente e você começa a brincar com ela, imediatamente ela esquece a dor. Os hospitais devem atender às necessidades básicas dos pacientes: todos queremos nos divertir. No St. Luke (hospital que trabalhava), temos terapias de música e animais e aulas de arte”.

*Por Marcia Sousa

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*Fonte: ciclovivo

O coronavírus pode causar outra ‘epidemia’ que devemos evitar: depressão

O coronavírus pode ser letal do ponto de vista físico, mas não só, na verdade, poderia causar um aumento considerável das depressões, emergência que não deve ser subestimada.

Conforme relatado por Tedros Adhanom Ghebreyesus, diretor geral da OMS, em um artigo do Psychiatric Times, os transtornos de estresse e ansiedade podem se transformar em uma delicada epidemia ” paralela ” neste momento delicado . E um estudo de Samantha Brooks, do King’s College London, publicado em ” The Lancet “, descobriu que a quarentena tem várias consequências negativas para a saúde mental, incluindo trauma, confusão e raiva.

Por outro lado, em um artigo publicado em ” The Conversation ” por psicólogos clínicos do Centro de Ciências da Conexão Social da Universidade de Washington, enfatiza-se que, quando voltar ao normal, o número de depressões poderá aumentar.

Isso ocorre porque nem todas as pessoas são capazes de enfrentar um momento tão incerto com equilíbrio, especialmente se não estiverem muito inclinadas a gerenciar o estresse. De fato, a incerteza sobre o futuro, incluindo o econômico, pode nos desestabilizar excessivamente, fazendo-nos sentir vulneráveis. E também desencadeia qualquer obsessão de contaminação, limpeza e lavagem de compulsões.

Além disso, as consequências dessa pandemia podem comprometer ainda mais a saúde mental das pessoas que já sofrem de ansiedade e depressão, piorando também o humor das pessoas que perderam entes queridos ou empregos.

Em suma, o pós-coronavírus pode não ser tão fácil do ponto de vista emocional, provocando tristeza, raiva, aflição, irritabilidade e, consequentemente, problemas de sono, fobias, pânico, distúrbios de humor.

Diante desse risco, tomar medidas preventivas torna-se fundamental e é importante contar, se necessário, com psicólogos especializados. Tanto para aprender como gerenciar o estresse diário quanto para cuidar de todos os sentimentos, facilitando o autocuidado emocional.

É por isso que, segundo os psicólogos, seria importante que cada cidade fornecesse apoio psicológico a qualquer pessoa que sofria de uma perda por coronavírus, e não menos importantes são as redes de apoio entre amigos, familiares e profissionais para ajudar um ao outro agora e depois.

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*Fonte: revistasabersaude

Para refletir sobre esses dias em que vivemos e o futuro

Um bela reflexão que catei (roubei , mas é por uma boa causa)…
do Instagram do Wander Wildner (@wildnerwander)

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E se as crianças perderem o ano escolar?
E se em vez de aprender matemática aprenderem a cozinhar?
Costurar suas roupas? Limpar? A cultivar uma horta no quintal?
Se aprenderem a cantar músicas para seus avós ou seus irmãos mais novos?
Se aprenderem a cuidar dos seus animais de estimação e a tomar banho?
Se desenvolverem sua imaginação e pintarem um quadro?
Se aprenderem a ser mais responsáveis e conectados com toda a família em casa?
Se nós, os pais, os ensinarmos a serem boas pessoas?
Se aprenderem e souberem que estando juntos e saudáveis é muito melhor.
Talvez isso nos falte, e se eles aprenderem, talvez não perderemos um ano,
talvez ganharemos um tremendo futuro!

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Sentindo-se mais cansado do que o habitual durante a quarentena? Os psicólogos explicam por que

Muitas pessoas estão publicando nas redes sociais dizendo que se sentem mais cansadas do que o habitual em tempos de quarentena. Muitos estão indo dormir mais tarde do que de costume. Muitos estão se perguntando como pode isso se estão fazendo menos coisas.

Os sentimentos de fadiga que você está enfrentando têm mais probabilidade de estar relacionados à carga de trabalho mental associada ao COVID-19 do que à carga física. A fadiga pode ter causas físicas e não físicas. Depois de concluirmos uma corrida de 5 quilômetros, merecemos um descanso, ou após uma doença, podemos nos sentir esgotados e cansados ​​por algumas semanas.

Mas pesquisas também mostraram que o cansaço pode ser causado por estados psicológicos, como estresse e ansiedade. Na situação atual, pode até ser a monotonia da situação que nos faz sentir cansados.

Portanto, lidar com a tensão psicológica associada ao coronavírus pode estar nos esgotando. Então, como vamos recuperar nossa energia?

As fases do ajuste

Quando analisamos grandes mudanças, como estudantes que ingressam na universidade ou pessoas que se mudam para um novo país, é necessário um período de adaptação e transição. Isso leva tempo e vem em fases.

A primeira semana de adaptação envolve se desvincular dos modos anteriores de viver e trabalhar e estabelecer novas interações. Estes são geralmente alcançados no quarto ou quinto dia, após o qual a vida começa a se tornar mais estável e previsível.

As pessoas nas primeiras semanas de quarentena podem sentir-se diminuídas e podem ficar sentimentais. Este é um estágio de adaptação normal. Por favor, não se preocupe muito, mas tenha certeza de que isso passará para a maioria das pessoas e na próxima semana você se sentirá melhor.

A transição para um novo ambiente pode ser ajudada escrevendo um diário reflexivo. Pode ser útil anotar seus pensamentos e sentimentos. Você pode revisar seu progresso e ver como se ajusta.

A adaptação funcional completa a um novo modo de vida ocorrerá após cerca de três meses. No entanto, existe um período em que isso pode ocorrer três semanas após o início, quando uma pessoa pode sucumbir abruptamente a um período de melancolia.

A preocupação nesse caso pode ser que a situação de quarentena tenha se tornado permanente. Mas depois que essa fase passa, esses sentimentos de desânimo tendem a não voltar.

Priorizando o planejamnrto

A próxima lição sobre como manter sua energia vem da observação de pessoas em situações de sobrevivência. Para evitar um desvio para um estado de apatia e se sentir desanimado e desmotivado, é importante estabelecer uma estrutura clara para o seu dia.

Planejamento nos permite ganhar algum controle sobre nossas vidas. Isso ajuda a evitar um acúmulo de tempo “vazio” que pode torná-lo muito consciente do confinamento e causar uma sensação crescente de “desvio”. Isso pode fazer as pessoas se sentirem retraídas e apáticas, dormirem mal e negligenciarem sua higiene pessoal.

Um caso extremo do mundo da sobrevivência mostra os benefícios da estrutura quando de repente nos deparamos com tempo para preencher. Em 1915, quando o navio Endurance, de Sir Ernest Shackleton, ficou preso no gelo antártico, impôs rotinas rígidas à sua tripulação.

Ele estava ciente de um navio de expedição anterior, o RV Belgica, que ficou preso durante o inverno no gelo antártico em 1898. O capitão não estabeleceu nenhuma rotina e, como resultado, a tripulação sofria de baixa estima.

Shackleton insistiu em refeições rigorosas e ordenou que todos fizessem alguma ativada recreativa. Essas atividades programadas impediram uma monotonia social que pode ocorrer quando um pequeno grupo de pessoas fica confinado por períodos significativos.

Portanto, embora possa parecer bom ter uma manhã estranha, é melhor que seus níveis de energia configurem seu dia com uma estrutura clara e reservem tempo para atividades sociais, mesmo que elas precisem ser realizadas online.

Outra causa não-física de fadiga é a ansiedade. A pandemia deixou as pessoas confusas e incertas e deu uma certa sensação de apreensão. Todos esses sentimentos podem levar à má qualidade do sono, que por sua vez pode tornar as pessoas mais cansadas e ansiosas.

Para quebrar esse ciclo, o exercício é uma ferramenta útil. Indo para uma caminhada ou fazendo uma aula de exercícios online pode fazer você se sentir fisicamente cansado, mas, a longo prazo, reduzirá a sensação de fadiga à medida que sua qualidade do sono melhorar.

Planejar com antecedência e estabelecer metas agora é possível e necessário. Procure uma data futura definida para a liberação da quarentena, mas esteja preparado para redefinir essa data conforme necessário. Ser otimista em relação ao futuro e ter coisas para esperar também pode ajudar a reduzir a ansiedade e a fadiga.

*Por Ademilson Ramos

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*Fonte: engenhariae

Pandemias do passado, velhas quarentenas e novos ensinamentos

As doenças existem desde que o mundo é mundo, mas as epidemias, como a que vivemos atualmente, ou algo parecido, ocorrem em populações que passam certo tempo sob circunstâncias anormais, por exemplo, sob o desgaste de uma guerra, quando os campos deixam de ser cultivados e a fome se espalha. Mas e agora, por que as andanças do coronavírus em uma cidade do Oriente ocasionou tamanha letalidade mundo afora? Quando foram inventadas as quarentenas? Os Governos se aproveitam das pandemias? Quais são os bodes expiatórios? O medo é manipulado? Ana María Carrillo Farga é historiadora da Medicina, especialista em pandemias e professora do departamento de Saúde Pública da Universidade Nacional Autônoma do México (UNAM). Conversar com ela é como participar de um jogo de perguntas e respostas sobre a história da ciência.

Os dias no deserto

Quem acha que vivemos algo excepcional atualmente deveria saber que as quarentenas existem desde a época dos Estados venezianos do século XIV. Na época se desconhecia o período de incubação das doenças (e muitas outras coisas de caráter científico e sanitário), de modo que se estabeleceu um isolamento arbitrário de 40 dias, um número bíblico, de fato, os que Jesus Cristo passou na sua travessia espiritual pelo deserto. A peste era o demônio da época. As quarentenas não só isolavam ao doente do saudável como também impediam o desembarque de navios que chegassem ao porto, e mesmo assim a população se contagiava misteriosamente… Só no final do século XIX, com o desenvolvimento da bacteriologia (os vírus ainda eram pequenos demais para serem detectados com a tecnologia disponível), o campo do conhecimento saltou da Bíblia para a ciência.

A infância da globalização: duas teorias

Marinheiros e exploradores estenderam os limites do mundo e levaram o comércio além dos estreitos horizontes então vislumbrados. As epidemias naquele tempo eram uma ferramenta de conquista ―por exemplo, a varíola no processo de colonização da Mesoamérica. E tiveram um papel determinante na drástica queda da população ocorrida nos séculos XVI e XVII. Mas quando não foram úteis, buscou-se uma forma de combatê-las. No final do século XVIII havia duas posições a respeito, duas escolas: uns acreditavam na teoria do contágio entre pessoas e defendiam o isolamento (chamado com razão de sequestro). Estes eram os conservadores, os que não queriam mexer em nada, só controlar. Os espanhóis eram destes, para proteger o comércio das suas colônias.

No outro grupo estavam os que defendiam a teoria miasmática, os ingleses entre eles. Acreditavam que os corpos em decomposição, o lixo e as águas residuais emanavam eflúvios que adoeciam a população ao serem inalados. Estes se inclinavam pelo saneamento das cidades e pela melhoria das condições trabalhistas e domésticas como medidas mais eficazes para a saúde pública. Ambos tinham parte da razão; os segundos, se não na causa, pelo menos a respeito das consequências de viver em cidades insalubres. Mas algo continuava escapando ao entendimento: se a tripulação de um navio permanece isolada e não há contato entre pessoas nem circunstâncias ambientais, por que a população em terra acabava se contagiando? Faltava um terceiro elemento: os vetores, geralmente insetos, mosquitos, pulgas…

Uma estratégia internacional

A saúde começou oficialmente a ser um assunto de todos em 1851, na primeira reunião internacional sobre ela realizada em Paris, ainda com uma aparência muito europeia. Em 1881 o evento ocorreu em Washington. “As primeiras convenções sanitárias buscavam proteger os países e regiões da chegada de epidemias, mas tratando de interferir o mínimo possível no livre comércio e no trânsito de pessoas”, diz Ana María Carrillo.

A pauta daqueles encontros tinha outros objetivos secundários, como impulsionar a criação de organismos de saúde nos Governos de cada país ou insistir em que, em caso de pandemia, o conveniente era informar com transparência à comunidade internacional, assim como a pertinência do saneamento de portos e cidades. Preocupavam especialmente naqueles anos o cólera e a peste, que causavam estragos desde meados do século XIX e que foram o estopim destas cúpulas sanitárias. Depois seria a febre amarela.

As duas Guerras Mundiais deixaram seus respectivos avanços neste campo. Depois da Primeira, criou-se a Liga das Nações, com sua respectiva área sanitária, e em 1948 surgiu a Organização Mundial da Saúde (OMS). México, Estados Unidos, Guatemala, Costa Rica e Uruguai já tinham fundado em 1902 a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) que, com o tempo, se tornaria uma filial da OMS. Todos estes organismos procuram respostas coordenadas em tempos de pandemia. Em 1969 foi redigido um primeiro regulamento sanitário internacional que insistia na não interrupção do trânsito de pessoas de forma radical. “É semelhante ao que faz o México hoje em dia. Aquele documento dizia que parar o comércio não detém as epidemias”, afirma Carrillo.

O peso do comércio

O equilíbrio entre a proteção da saúde e a estabilidade econômica, buscado de forma tão desesperada por muitos países atualmente, tem séculos de tradição. Naquelas reuniões internacionais de sanitaristas e higienistas do século XIX tinham muito peso as intervenções políticas e empresariais, a diplomacia comercial. “Os comerciantes sempre tratavam de ocultar as epidemias, e os Governos também preferiam evitar certo pânico, assim que os alarmes chegavam tarde para o controle efetivo da doença, que se espalhava cada vez mais. Foi preciso convencê-los de que a transparência ajudava o controle e, portanto, a economia.”

O comércio já estava globalizado, e a América Latina e o Caribe se incorporavam a esse negócio internacional quando se atravessava a segunda revolução industrial. O México, por sua vez, começa um intercâmbio de mercadorias muito desigual, mas intenso, com os Estados Unidos. Como nos tempos da conquista espanhola, as epidemias também se transformaram nesse período em uma ferramenta, neste caso de controle comercial, para fechar fronteiras e estigmatizar certos países. “O Texas mantinha o México sob quarentena permanente para atrapalhar o comércio, enquanto os Estados Unidos olhavam para o outro lado argumentando que cada um de seus Estados era soberano”, conta a professora da UNAM.

O vírus como estilingue

A política clássica da OMS condena que países sejam estigmatizados por serem identificados como a origem de uma pandemia. Recrimina, assim, denominações como cólera asiática, vírus chinês, gripe mexicana, gripe espanhola… Há duas boas razões para isso. A primeira é que os vírus não são de ninguém, pois “é difícil determinar onde começa uma pandemia e possivelmente onde acaba”. Em segundo lugar, apontar um povo como o causador da desgraça não contribui para sua erradicação, porque “se alguém se sente marcado ou perseguido se esconderá, certo? E isso impede um melhor controle e um freio na transmissão da doença”.

Mas os direitos humanos não costumam estar em primeiro lugar na pauta, e poucos resistiram a utilizar as pandemias em benefício próprio. O México, por exemplo, tem uma triste historia de discriminação com a população chinesa em seu território, que não só contribuiu para a construção de ferrovias e outras obras públicas como também se integrou plenamente e se transformou em uma comunidade próspera dentro do país. Eis aí o pecado. “Sempre foram acusados de transmitir doenças. Inclusive a cor da sua pele acabou sendo associada à febre amarela, quando [o nome da doença] só tinha a ver com a icterícia que causa”. Também se atribuía a eles a peste que o México sofreu em 1092/1903, quando esse grupo étnico se mostrou imune.

Também o nome atribuído à mortífera gripe espanhola escondia certos interesses. “Tratava-se de evitar que o pânico se espalhasse entre as tropas [na Primeira Guerra Mundial], assim era muito mais simples circunscrevê-la à Espanha, ausente na luta”. Sempre houve bodes expiatórios ―os gays no caso do HIV, ou as prostitutas em tempos de sífilis. O H1N1 que circulou pelo México em 2009 foi fatal para o comércio da carne suína no país, que precisou de exibições públicas dos políticos comendo tacos para esconjurar os temores.

Manipular o medo

Esta pandemia que o mundo atravessa atualmente viaja de avião, o que se reflete num primeiro contágio entre pessoas ricas e uma segunda fase de contágio local que cedo ou tarde afetará em maior medida os mais pobres, como todas. “Nem sempre as pandemias têm sua origem nas classes superiores para passar depois às mais desfavorecidas. Houve um tempo em que chegavam de ferrovia ou de navio com o deslocamento da classe operária, os migrantes”. Por suas condições de vida e profissionais, os pobres sempre acabam sofrendo mais contágios e ficam em pior situação quanto à cura. E isso os torna bodes expiatórios como os que vimos anteriormente, porque a origem e a propagação da epidemia acabam sendo atribuídas a ele. Isto também se deve a interesses. Ana María Carrillo cita o exemplo do México. “No final do século XIX ocorreu a chamada peste cinza, transmitida por um piolho, e, embora houvesse infectados de todas as classes, manipulou-se o medo contra os pobres, que certamente foram mais afetados. Conseguiu-se expulsá-los do centro de várias cidades e se estabeleceram colônias [bairros] de ricos, como as hoje famosas e acomodadas colônias Condesa e Roma, na Cidade do México, enquanto as classes baixas foram deslocadas para a periferia.”

As pandemias são muito eficazes também para direcionar ou controlar o comércio. A professora Carrillo vê com receio a “insistência atual em criminalizar os chineses”, que circulou não só nas redes sociais com humor mais ou menos ácido, mas também pela boca de líderes políticos como Donald Trump, em cujos discursos não deixava de citar o “vírus chinês”. A insistência com a China, opina a professora, teria neste caso a ver “com a expansão do comércio nesse país, muito poderoso nos últimos anos. Não me atrevo a apontar a origem da pandemia, mas vejo pressões comerciais na denominação que lhe foi dada. Historicamente, as pandemias foram usadas para frear comércios florescentes. Os Estados Unidos já tinham feito isso com a febre amarela, por exemplo”.

Ensinamentos para o futuro

Dizia-se no princípio deste artigo que as epidemias surgem quando uma sociedade está passando por um mau momento ―fome, guerras, fragilidade ou tudo junto. Mas o que está acontecendo agora para que a Covid-19 esteja ceifando uma população aparentemente sã e em perfeito desenvolvimento? A professora Carrillo se soma aos que opinam que “o neoliberalismo político” teve muito a ver com a transmissão e expansão do vírus.

“Por um lado, as sociedades estão mais empobrecidas devido às crises econômicas recentes, e isso é um caldo de cultivo para os contágios, como dizíamos. Em segundo lugar, os sistemas sanitários públicos sofreram com estas políticas durante muito tempo, foram privatizados, tiveram recursos cortados.” São fatores que não deixam de ser recordados nos países europeus e que alimentam a disputa política nas últimas semanas. Além disso, leva-se em conta que haverá os mesmos contágios em quase todos os países, e o que estes fazem então é tratar de que seus hospitais, tão carentes de recursos, não fiquem sobrecarregados.

Carrillo Farga cita em terceiro lugar as comorbidades que se destacam como um fator de risco acrescentado na letalidade do vírus. Todas essas doenças que agravam o risco de morrer de Covid-19 estão relacionadas com um mundo onde as classes pobres, sobretudo, foram perdendo a dieta tradicional para se integrar ao mercado das calorias vazias, dos refrigerantes borbulhantes no café da manhã, almoço e jantar. Obesidade, diabetes e hipertensão serão a gota d’água para muitos destes doentes que sucumbiram a necessidades geradas antes que o produto lhes fosse oferecido. “Acho que esta pandemia resultará em uma melhora dos sistemas sanitários públicos. O ensinamento que deixará será que é preciso reforçar os Estados nos recursos e serviços para a saúde pública”.

*Por Carmen Morán Breña

 

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*Fonte: elpais-brasil

Caipirinha foi inventada no Brasil durante epidemia de Gripe Espanhola

Em 1918, a pandemia da Gripe Espanhola levava pânico ao mundo. No Brasil, em meio à demora das autoridades para reagir ao surto e tomar providências, algumas pessoas passaram a oferecer suas próprias receitas caseiras contra a doença.

Como lembrado em tempos de Coronavírus, uma dessas receitas ficou bem popular e incluía limão, mel, alho e um pouco de álcool. Reconheceu algo aí? Isso acabou servindo de base para a criação da caipirinha, que viria a se tornar o drink mais popular do Brasil.

Pelo menos é o que uma das inúmeras histórias sobre a origem do drink conta, incluindo uma forte versão do IBRAC, Instituto Brasileiro da Cachaça. Após o “remédio”, versões da bebida começaram a surgir sem o alho e sem o mel, substituído por açúcar já que a cultura canavieira era forte no Brasil.
Origem da Caipirinha

Outras versões da história citam a mistura como uma bebida típica do interior do país (justificando, portanto, o nome “caipirinha”) e, ainda com relação ao nome, existem teorias que falam que a mistura de álcool foi uma ideia do povo interiorano para “facilitar” o uso de limão para curar gripes comuns, prática bem popular na época.

Moradores de Paraty, no Rio de Janeiro, defendem que a caipirinha nasceu por ali com marinheiros misturando cachaça e limão como forma de evitar o escorbuto, causado pela deficiência de Vitamina C.

Já outros historiadores afirmam que foram os fazendeiros paulistanos da região de Piracicaba que inventaram a caipirinha como forma de usar a cana de açúcar, seu principal produto, como substituto do uísque e de vinhos importados.

De toda forma, uma coisa é certa: pelo menos na pandemia atual podemos beber uma versão mais refinada desse icônico drink 100% brasileiro. Saúde!

*Por Felipe Ernani

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*Fonte: tenhomaisdiscosqueamigos

6 dicas para turbinar a imunidade e acelerar o metabolismo

Muito tem se falado sobre precauções para que você esteja imune às infecções, principalmente neste momento que estamos vivendo, com a proliferação do Covid-19. Segundo a nutricionista Camila Buitoni, a prevenção começa com aquilo que ingerimos.

Uma alimentação rica em gorduras, açúcares, industrializados, ultra processados e conservantes, com não é o caminho ideal para fortalecer seu sistema imunológico e manter a saúde e o bem estar.

Uma alimentação balanceada, rica em alimentos naturais ajudar a fortalecer a imunidade. Pensando nisso, Camila separou algumas dicas:

Rotina e disciplina

“O primeiro passo é entender que você precisa se organizar e reprogramar seu cardápio, optando por alimentos in natura e que sejam preparados e temperados por você. Isso vale de frutas e sucos até as principais refeições. Evite consumir refeições prontas.”

Água não é um complemento

“Você precisa se manter hidratado. E, se agora, sua alimentação será mais rica em fibras, para que elas desempenhem suas funções, necessitam de muita água. O baixo consumo aliado ao aumento na quantidade de fibras ingeridas pode ocasionar uma paralização destas fibras no seu intestino, causando efeito rebote no organismo.”

Dê preferência aos tubérculos

“Além dos cereais, consuma alimentos vindos da terra, como mandioca, batata-doce, inhame, mandioquinha e cará, que são de baixo índice glicêmico e permitem que seu metabolismo trabalhe um pouco mais, para que sejam absorvidos, o que melhora o funcionamento do intestino, aumenta a saciedade e auxilia a absorção e excreção de gorduras.”

Frutas

“A dica é focar naquelas que contém maior concentração de vitamina C. Você pode escolher, por exemplo, maçã, acerolas, amoras, kiwi, uvas, ameixas e cerejas. Perceba que as listadas são também, em sua maioria, frutas vermelhas, que têm o poder antioxidante bem maiores que as outras. Frutas como mamão, melão, laranja, tangerina, caqui e abacaxi, que são do grupo das de cores laranja e amarela – provenientes dos fitoquímicos presentes nelas –, são muito ricas em betacaroteno, antioxidante que fortalece o sistema imunológico.”

Proteína

“O que importante é evitar que sejam fritas e imersas em muito óleo. Ao invés disso, escolha preparações que sejam cozidas, grelhadas ou assadas.”

Gorduras do bem

“O grupo das gorduras insaturadas, ou como são mais conhecidas, as ‘gorduras boas’ são facilmente encontradas em alimentos de origem vegetal como azeite de oliva, castanhas, nozes, amêndoas, linhaça, chia e abacate. Estes alimentos também estimulam a produção de serotonina, mais conhecida como hormônio do bem-estar, auxiliando para que você tenha menos crises de ansiedade.”
imunidade metabolismo

Seguir todas estas recomendações contribuirá com o processo de bem-estar, reforçará seu sistema metabólico e imunológico, e ainda, de quebra, mandará embora aquelas gordurinhas indesejáveis.

Para fechar a nutricionista separou uma receita de chá que pode ser tomado ao longo do dia, composto por ingredientes que têm alto poder contra infecções, ajudando assim a proteger nosso organismo.

Ingredientes

1 litro de chá – de qualquer sabor que você tiver ou quiser
2 rodelas de limão
1 pedaço pequeno de gengibre
4 cravos (ou um pedaço pequeno de canela em pau)
1 ponta da colherzinha de café de cúrcuma ou açafrão

Modo de fazer

Depois do chá pronto, já coado em uma garrafa ou jarra, acrescente as duas rodelas de limão – com a casca mesmo – acrescente o pedaço pequeno de gengibre, mais os quatro cravos ou o pedaço de canela em pau e uma ponta da colherzinha de café de cúrcuma ou açafrão. Misture levemente e pronto. Estes ingredientes ficarão dentro do chá, que pode ser tomado durante todo o dia, gelado ou em temperatura ambiente.

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*Fonte: ciclovivo

Entenda como o Facebook está se preparando para uma possível onda de usuários depressivos e ansiosos

Recentemente, a pandemia da Covid-19 tomou conta de todo o mundo. Dessa forma, todos os setores estão sendo afetados. Afinal, tudo está sendo levado por um efeito cascata. Com tudo o que vem acontecendo, muitas pessoas vão precisar não somente de ajuda financeira, mas também psicológica. Por isso, separamos como o Facebook está se preparando para uma possível onda de usuários depressivos e ansiosos.

O CEO da empresa, Mark Zuckerberg atualizou a imprensa sobre as medidas que pretende que tomar. No comunicado, ele enfatizou sua preocupação com uma crise de saúde mental eminente. Nesse momento, esses serviços são essenciais, já que pessoas do mundo todo estão utilizando as redes sociais para manter contato com aqueles que amam.

Nesse momento, as redes sociais estão aproximando quem está longe

De acordo com Zuckerberg, o Facebook disponibilizará o Workplace da plataforma para informativos do governo e serviços de emergência. Além disso, “o Facebook colocará um centro de informações sobre o coronavírus no topo do Feed de Notícias”, explicou o CEO. “O Facebook também se vinculou às organizações nos resultados de pesquisa quando as pessoas executam consultas sobre coronavírus ou Covid-19.

Essas são etapas boas e úteis. No entanto, a plataforma também está se voltando para postagens, que lidem com possíveis indícios de depressão e suicídio. E esse nesse momento que Zuckerberg demonstrou uma de suas maiores preocupações desse período. “Pessoalmente, estou bastante preocupado com o fato do isolamento de pessoas em casa poder potencialmente levar a mais problemas depressão ou saúde mental. E queremos ter certeza de que estamos à frente disso, no apoio à nossa comunidade. Por isso, estamos com mais pessoas trabalhando nesse período, que estão se voltando para prevenção de suicídio e auto-lesão”, afirmou Zuckerberg. Nós, os seres humanos, somos criaturas sociais, mas agora, socializar traz consigo um risco de morte e doença. Por isso, esse momento pode afetar tanto o emocional.

O que vem depois do isolamento?

Um efeito imediato do isolamento forçado, como você pode suspeitar, foi o aumento no uso de produtos do Facebook. Para se ter uma ideia, as chamadas por WhatsApp já dobraram o volume normal e ultrapassaram o pico anual tradicional. Dessa forma, o mesmo está acontecendo com o Messenger. No entanto, por mais que esses serviços ainda estejam funcionando, eles não substituem o contato social. E para as pessoas que já lutam com ansiedade, depressão e outros problemas de saúde mental, um longo período de isolamento pode piorar as coisas.

Por conta do efeito que tudo pode causar, relatórios de auto-mutilação nos serviços do Facebook está sendo tido como prioridade. “Eu vejo o trabalho nesta área como o mesmo tipo de trabalho de socorrista que outros profissionais da saúde ou policiais têm que fazer para garantir que ajudemos as pessoas rapidamente”, explicou Zuckerberg.

Todo mundo tem um papel a desempenhar no que virá pela frente. E o Facebook, que possui a maior plataforma social do mundo, pode desempenhar um papel decisivo, no que esta por vir nas próximas semanas e meses. Por isso, todos devemos nos cuidar e cuidar uns dos outros.

*Por Erik Ely

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*Fonte:

Cientistas afirmam que o DNA pode ser reprogramado por nossas próprias palavras

Cientistas russos provam que o DNA pode ser reprogramado apenas por nossas palavras e outras frequências externas

O DNA HUMANO É UMA INTERNET BIOLÓGICA e pode ser reprogramado.

A pesquisa científica russa explica os fenômenos sobrenaturais humanos, como clarividência, intuição, atos espontâneos e remotos de cura, autocura, técnicas de afirmação, luz / auras incomuns em torno de pessoas (ou seja, mestres espirituais), influência da mente nos padrões climáticos e muito mais. Além disso, há evidências de todo um novo tipo de medicamento em que o DNA pode ser influenciado e reprogramado por palavras e frequências SEM cortar e substituir genes únicos.

Apenas 10% do nosso DNA está sendo usado para a construção de proteínas. É esse subconjunto de DNA que interessa aos pesquisadores ocidentais e está sendo examinado e categorizado. Os outros 90% são considerados “DNA lixo”.

Os pesquisadores russos, no entanto, convenceram que a natureza não era burra, juntou linguistas e geneticistas em um empreendimento para explorar esses 90% do “DNA lixo”. Seus resultados, descobertas e conclusões são simplesmente revolucionárias! Segundo eles, o nosso DNA não é apenas responsável pela construção do nosso corpo, mas também serve como armazenamento de dados e na comunicação. Os lingüistas russos descobriram que o código genético, especialmente nos 90% aparentemente inúteis, segue as mesmas regras que todas as nossas línguas humanas.

Para esse fim, eles compararam as regras de sintaxe (a maneira como as palavras são reunidas para formar frases e sentenças), semântica (o estudo do significado nas formas de linguagem) e as regras básicas da gramática. Eles descobriram que os alcalinos do nosso DNA seguem uma gramática regular e estabelecem regras como as nossas línguas. Portanto, as línguas humanas não apareceram por coincidência, mas são um reflexo do nosso DNA inerente.

O biofísico russo e biólogo molecular Pjotr ​​Garjajev e seus colegas também exploraram o comportamento vibracional do DNA. A conclusão era: “Os cromossomos vivos funcionam como computadores solitônicos / holográficos usando a radiação laser de DNA endógena”. Isso significa que eles conseguiram, por exemplo, modular certos padrões de frequência em um raio laser e, com ele, influenciaram a frequência do DNA e, portanto, a própria informação genética. Como a estrutura básica dos pares DNA-alcalinos e da linguagem (como explicado anteriormente) são da mesma estrutura, nenhuma decodificação de DNA é necessária.

Pode-se simplesmente usar palavras e frases da linguagem humana! Isso também foi comprovado experimentalmente! A substância viva do DNA (no tecido vivo, e não in vitro) sempre reagirá aos raios laser com linguagem modulada e até às ondas de rádio, se as frequências adequadas estiverem sendo usadas.

Isso finalmente e cientificamente explica por que afirmações, treinamento autógeno, hipnose, mediação, oração e outras formas de foco podem ter efeitos tão fortes nos seres humanos e em seus corpos. É inteiramente normal e natural que o nosso DNA reaja à linguagem. Enquanto os pesquisadores ocidentais cortam genes únicos das cadeias de DNA e os inserem em outros lugares, os russos trabalharam com entusiasmo em dispositivos que podem influenciar o metabolismo celular através de frequências de rádio e luz moduladas adequadas e, assim, reparar defeitos genéticos.

O grupo de pesquisa de Garjajev conseguiu provar que com esse método os cromossomos danificados por raios-x, por exemplo, podem ser reparados.
Eles até capturaram padrões de informação de um DNA em particular e o transmitiram para outro, reprogramando as células para outro genoma. Assim, eles conseguiram transformar, por exemplo, embriões de sapo em embriões de salamandra simplesmente transmitindo os padrões de informação do DNA! .

Professores esotéricos e espirituais sabem há séculos que nosso corpo é programável por linguagem, palavras e pensamentos. Isso já foi comprovado e explicado cientificamente. Claro que a frequência tem que estar correta. E é por isso que nem todos são igualmente bem-sucedidos ou podem fazê-lo sempre com a mesma força. A pessoa individual deve trabalhar nos processos internos e na maturidade, a fim de estabelecer uma comunicação consciente com o DNA. Os pesquisadores russos trabalham em um método que não depende desses fatores, mas SEMPRE funcionará, desde que se use a frequência correta.

Na natureza, a hipercomunicação foi aplicada com sucesso por milhões de anos. O fluxo organizado da vida nos estados de insetos prova isso de maneira dramática. O homem moderno sabe disso apenas em um nível muito mais sutil como “intuição”. ?? Mas nós também podemos recuperar o uso total dela.

Um exemplo da natureza: quando uma formiga rainha é espacialmente separada de sua colônia, a construção ainda continua fervorosamente e de acordo com o plano. Se a rainha for morta, no entanto, todo o trabalho na colônia será interrompido. Nenhuma formiga sabe o que fazer. Aparentemente, a rainha envia os “planos de construção” também de longe, através da consciência de grupo de seus súditos.

Ela pode estar tão longe quanto ela quiser, enquanto estiver viva. No homem, a hipercomunicação é mais frequentemente encontrada quando de repente se obtém acesso a informações que estão fora da base de conhecimento. Essa hipercomunicação é então experimentada como inspiração ou intuição. O compositor italiano Giuseppe Tartini, por exemplo, sonhou uma noite que um demônio estava sentado ao seu lado tocando violino. Na manhã seguinte, Tartini conseguiu anotar exatamente a peça de memória, que chamou de Sonata do Diabo.

No livro “Vernetzte Intelligenz” (Inteligência em Rede), Grazyna Gosar e Franz Bludorf explicam essas conexões de maneira precisa e clara. Os autores também citam fontes presumindo que em épocas anteriores a humanidade estivera, assim como os animais, muito fortemente conectada à consciência do grupo e agia como um grupo.

Para desenvolver e experimentar a individualidade, nós humanos, no entanto, tivemos que esquecer a hipercomunicação quase completamente. Agora que estamos razoavelmente estáveis ​​em nossa consciência individual, podemos criar uma nova forma de consciência de grupo, a saber, aquela em que obtemos acesso a todas as informações através do nosso DNA sem ser forçado ou controlado remotamente sobre o que fazer com essas informações.

Agora sabemos que, assim como na Internet, nosso DNA pode alimentar seus dados apropriados na rede, pode acessar dados da rede e estabelecer contato com outros participantes na rede. Cura remota, telepatia ou “sensoriamento remoto” ?? sobre o estado dos parentes etc. pode ser explicado. Alguns animais também sabem de longe quando seus donos planejam voltar para casa. Isso pode ser recentemente interpretado e explicado através dos conceitos de consciência de grupo e hipercomunicação. Qualquer consciência coletiva não pode ser sensatamente usada durante qualquer período de tempo sem uma individualidade distinta. Caso contrário, voltaríamos a um instinto primitivo de manada que é facilmente manipulado.

Isso pode ser recentemente interpretado e explicado através dos conceitos de consciência de grupo e hipercomunicação. Qualquer consciência coletiva não pode ser sensatamente usada durante qualquer período de tempo sem uma individualidade distinta. Caso contrário, voltaríamos a um instinto primitivo de manada que é facilmente manipulado. Isso pode ser recentemente interpretado e explicado através dos conceitos de consciência de grupo e hipercomunicação. Qualquer consciência coletiva não pode ser sensatamente usada durante qualquer período de tempo sem uma individualidade distinta. Caso contrário, voltaríamos a um instinto primitivo de manada que é facilmente manipulado.

A hipercomunicação no novo milênio significa algo bem diferente: os pesquisadores pensam que, se os seres humanos com plena individualidade recuperassem a consciência de grupo, teriam um poder divino para criar, alterar e moldar as coisas na Terra!

Mais e mais crianças clarividentes estão nascendo. Algo nessas crianças está se esforçando cada vez mais em direção à consciência de grupo do novo tipo, e não será mais suprimida.

Quando um grande número de pessoas se reúne através da oração ou meditação, todas focadas no mesmo resultado, podemos mudar o mundo. O conceito de mudarmos nosso próprio DNA, através de nossas palavras e vibrações, agora é um FATO CONHECIDO. Estamos recebendo uma atualização.

 

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*Fonte: pensarcontemporaneo

Não temos tempo de temer a morte, mas, por ora, vamos respeitá-la

A vontade é de sentar e chorar. Mas, não posso sentar e chorar. Ainda é cedo para entrar em pânico. Como escreveram Gil e Caetano, na letra da canção “Divino, Maravilhoso”: “É preciso estar atento e forte; não temos tempo de temer a morte”. Atenção para a interpretação de texto! Não se trata de destemer a morte, mas, por ora, vamos respeitá-la e seguir ao pé da letra as recomendações das autoridades sanitárias. A morte dói muito mais aos que continuam vivos. Portanto, por uma questão prática de humanismo e solidariedade, tomemos todos os cuidados.

Pode ser que o confinamento compulsório por que passamos e passaremos nos próximos dias seja útil para conduzir cada um de nós a uma reflexão oportuna a respeito do nosso papel no mundo. Parece claro que a nossa relevância individual no contexto do universo se restringe àqueles que nos amam: os amigos, os familiares, os admiradores. Bingo! Não somos a cereja do bolo. Somos farinha. Farinha do mesmo saco. E a gente vai ter que se engolir, colegas.

Calma lá. Não é preciso ser um presidente da república aloprado para saber que não há razões para histeria. O mundo vai ficar ainda mais estranho, mas, não vai se acabar. Aliás, pode ser que, a partir desta pandemia desagradável, desta guerra globalizada contra um inimigo competente e invisível, esteja começando uma era mais alvissareira. Por enquanto, ficarão adiados os encontros e, por conseguinte, os desencontros. As maiores provas de amor poderão soar como desamor: não abraçar, não beijar, negar o colo. Enquanto durar a quarentena, e pode ser que ela demore pra caramba, assistam a bons filmes, contudo, evitem os de Ingmar Bergman, por exemplo. São humanos, demasiadamente, humanos. Melhor optar pela comédia e pela fantasia. Vamos desanuviar.

Ouçam boa música para preencher o ambiente doméstico. Contra o vazio existencial, só o perdão e o amor próprio resolvem. Por razões óbvias, evitem o blues a todo custo. Se tiverem vontade de dançar, afastem os móveis e dancem. Mas, que seja o twist. Nada de “cheek-to-cheek”, troca de perdigotos e coisa e tal. Leiam os livros consagrados, com reconhecida qualidade técnica. Evitem autores malditos, como Bukowski, O Velho Safado. Já temos problemas demais sem eles. Não tentem. Por favor, não tentem.

Melhor não beber bebidas alcoólicas durante o recolhimento domiciliar obrigatório. A não ser que seja um bom vinho, mas, sem o tilintar dos copos e dos corpos. Façam polichinelos. Exercitem os neurônios. Tirem os sapatos. Sentem no assoalho. Pratiquem jardinagem. Falem com as plantas. Desliguem um pouco a droga do telefone celular. Vejam sob uma nova ótica. Encantem-se com os filhos brincando pela casa, se tiverem filhos, se tiverem casas. Eles estão crescendo rápido demais e, vai chegar o dia em que vão dar o fora. Normal. Nada de novo no front. A vida é assim mesmo. Muitas vezes, parece uma brincadeira de mau gosto de Deus, um daqueles filmes de drama em que o bem vence no final. Às vezes, dá um frio na barriga e vem aquela sensação de que estamos vencidos. Mas, quem disse que o filme já terminou? As engrenagens que giram a humanidade ainda têm muito querosene para queimar. Podem crer. Fiquem em casa e durmam sob o silêncio do mundo.

*Por Eberth Vêncio

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*Fonte: revistabula

4 alimentos que ajudam a combater o estresse

Segundo dados da Organização Mundial de Saúde (OMS), o estresse atinge 90% da população mundial. No Brasil, 70% das pessoas sofrem com esse mal. Apesar de muito comum, é necessário cuidado, pois a condição pode levar a uma série de doenças como câncer, depressão, diabetes, transtornos alimentares e hipertensão.

De acordo com Ione Leandro, nutricionista da ONodera Estética, um grande aliado no combate ao estresse é a alimentação. “Dentre os aminoácidos mais importantes para o bom funcionamento do organismo está o triptofano. Quando alimentos ricos nessa substância entram na corrente sanguínea, são transportados para o cérebro e o trato gastrointestinal se encarrega de produzir a serotonina, hormônio responsável pela sensação de bem-estar”.

Alimentos para incluir na dieta

Abaixo, a nutricionista separou outros alimentos que, além do triptofano, contêm vitaminas e minerais importantes para combater o estresse.

Banana – A fruta é rica em triptofano, Vitamina B6, Magnésio e Potássio, nutrientes que estimulam a produção de serotonina e ajudam a diminuir ansiedade e irritação.

Folhas verde-escuras – A deficiência de ácido fólico, presente na couve, brócolis e espinafre, pode provocar depressão. Procure consumir de duas a três porções por semana.

Frutas cítricas – A vitamina C presente nas frutas cítricas reduz a secreção de cortisol, hormônio liberado pela em resposta ao estresse e à ansiedade. Seu consumo promove o bom funcionamento do sistema nervoso e aumentam a sensação de bem-estar.

Chocolate – O cacau presente no chocolate é rico em antioxidante e aminoácidos percussores de serotonina. “Quanto mais cacau compor a fórmula do alimento, mais saudável ele é. Portanto, opte pelo amargo ou meio amargo e evite os chocolates brancos e ao leite, que são repletos de açúcar, aditivos e gordura hidrogenada. É recomendado de 25 a 30 gr dessa delícia diariamente”, finaliza Ione.

 

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*Fonte: ciclovivo