Sabe a história de que quem bebe uma taça de vinho por dia vive mais? É mentira

Nos últimos anos, temos sido bombardeados pela mídia comercial com “estudos” que comprovariam os benefícios para a saúde de consumir pequenas quantidades de bebidas alcoólicas, como o vinho. E se você descobrisse que, na verdade, esses pseudoestudos foram patrocinados pela indústria do álcool e que, na verdade, tomar um copo de bebida alcoólica toda noite encurta sua vida? E que apenas meio copo diário de álcool aumenta o risco de uma mulher ter câncer de mama?

Um estudo feito pela Universidade de Cambridge e divulgado pela revista científica The Lancet na semana passada enterra de vez a lenda urbana de que a bebida pode trazer algum bem, mesmo em pequenas quantidades. O consumo superior a 12,5 unidades de álcool por semana, o equivalente a cinco canecas de cerveja ou cinco taças de vinho semanais, ajuda a diminuir seus dias na Terra. Ou seja, o álcool encurta a expectativa de vida em vez de prolongá-la.

Ciência ou lobby da indústria?

“A mensagem central de nosso trabalho é que, se uma pessoa já consome álcool, beber menos a ajudará a viver mais e a ter um menor risco de contrair doenças cardiovasculares graves”, disse Angela Wood, diretora da pesquisa. E isso inclui rum, cerveja, vinho ou qualquer outra bebida. Todas elas estão associadas a um maior risco de AVC, aneurisma fatal, insuficiência cardíaca e morte.

O consumo de cinco canecas de cerveja ou cinco taças de vinho semanais ajuda a diminuir seus dias na Terra. Ou seja, o álcool encurta a expectativa de vida em vez de prolongá-la

Em um comunicado, os pesquisadores comentaram que sua descoberta desafia justamente a crença implantada pelo lobby da indústria de bebidas de que o consumo moderado de álcool seja benéfico ao coração e ao sistema circulatório.

Os autores analisaram o histórico clínico de 600 mil adultos de 19 países do mundo que não se definiam como “abstêmios”. E descobriram que consumir 25 ou mais unidades de álcool por semana reduz a esperança de vida em um ou dois anos. Beber 18 canecas de cerveja ou vinho por semana reduziria a esperança de vida entre quatro e cinco anos.

Na última semana, a revista Mother Jones publicou uma profunda investigação sobre a relação entre o consumo de álcool e o câncer de mama, a partir da experiência vivida pela própria autora, Stephanie Mencimer. Aos 47, Stephanie não estava no grupo de risco (amamentou suas crianças, fazia exercícios regularmente), não tinha histórico familiar nem estava acima do peso quando descobriu ter câncer. A repórter bebia regularmente, e ficou espantada que nenhum médico tivesse feito a associação entre o hábito e a doença.

Mulheres que bebem mais de dois drinques por dia têm 15% de chances a mais de ter câncer de mama, 25% a mais do que as que não bebem

Os números a que Stephanie chegou são espantosos: mulheres que bebem acima de dois drinques por dia têm 15% de chances a mais de ter câncer de mama, 25% a mais do que as que não bebem. “Enquanto os médicos frequentemente me advertiram a não pôr creme no meu café para não entupir minhas artérias –uma correlação que já foi bastante rebatida– nem uma só vez algum deles sugeriu que eu teria um risco maior de câncer se não cortasse o álcool. Preenchi dezenas de formulários médicos durante anos perguntando quanto eu bebia por semana, e a resposta sempre foi: ‘então você bebe socialmente’”, relata.

A repórter descobriu que, em 1988, a OMS já havia colocado o álcool no grupo 1 dos elementos cancerígenos, o que significa que está provado que causa câncer. Não há dose segura de álcool em humanos, segundo a entidade da ONU, e ele está associado a pelo menos sete tipos de câncer, mas mata mais mulheres de câncer nos seios do que qualquer outro. A Agência Internacional de Pesquisa em Câncer estima que para cada drinque bebido diariamente, o risco de câncer de mama cresce 7%.

Ao mesmo tempo, ao longo dos anos, o dinheiro utilizado nos EUA pela indústria da bebida para fazer lobby só aumentou, gerando os tais “estudos” afirmando que o álcool em quantias moderadas pode fazer “bem”. Também aumentou a utilização de mulheres na propaganda para vender bebidas, mesmo com o álcool associado ao câncer de mama. No Brasil, por exemplo, a “gostosa”, a “boa” da cerveja já virou lugar comum, em que pesem os protestos feministas.

Os gastos da indústria de bebidas com lobby. Fonte: OpenSecrets

A conclusão da repórter, óbvio, é que não tem como saber se foi realmente o álcool quem a levou a ter câncer no seio. Mas ela gostaria de ter sido informada dos riscos que corria, como acontece com os fumantes. “Pelo menos eles tiveram uma escolha, sabiam dos riscos que estavam correndo. Como muitas mulheres, eu não tive essa escolha, e uma indústria poderosa trabalhou para que as coisas continuassem assim.”

 

 

 

 

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*Fonte:

Sentar é nocivo para o cérebro também, e não apenas para o metabolismo e o coração

Sentar-se demais está ligado a mudanças em uma parte do cérebro que é crítica para a memória, de acordo com um estudo preliminar feito por pesquisadores da UCLA de pessoas de meia-idade e idosos.

Estudos mostram que sentar-se demais, como fumar, aumenta o risco de doenças cardíacas, diabetes e morte prematura. Os pesquisadores queriam ver como o comportamento sedentário influencia a saúde do cérebro, especialmente as regiões do cérebro que são críticas para a formação da memória.

Os pesquisadores da UCLA recrutaram 35 pessoas com idades entre 45 e 75 anos e perguntaram sobre seus níveis de atividade física e o número médio de horas por dia que passaram sentados na semana anterior. Cada participante fez uma ressonância magnética de alta resolução, que fornece uma visão detalhada do lobo temporal medial, ou MTL na sigla em inglês, uma região do cérebro envolvida na formação de novas memórias.

Os pesquisadores descobriram que o comportamento sedentário é um preditor significativo de afinamento do lobo temporal medial e que a atividade física, mesmo em níveis elevados, é insuficiente para compensar os efeitos nocivos de se sentar por períodos prolongados.

Este estudo não prova que sentar demais causa estruturas cerebrais mais finas, mas sim que mais horas gastas sentadas estão associadas a regiões mais finas, disseram os pesquisadores. Além disso, os pesquisadores se concentraram nas horas passadas sentadas, mas não perguntaram aos participantes se faziam intervalos durante esse período.

O próximo passo dos pesquisadores é seguir um grupo de pessoas por um período mais longo para determinar se a sentar causa o afinamento e qual o papel que o gênero, a raça e o peso podem ter na saúde cerebral relacionada à capacidade de se sentar.

O afinamento do lobo temporal medial pode ser um precursor do declínio cognitivo e da demência em adultos de meia-idade e idosos. Reduzir o comportamento sedentário pode ser um alvo possível para intervenções destinadas a melhorar a saúde do cérebro em pessoas com risco de doença de Alzheimer, disseram os pesquisadores.

 

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*Fonte: sociedadecientifica

6 maneiras de treinar seu cérebro para lidar com a ansiedade, mal que afeta 13 milhões de brasileiros

Sofrer com a ansiedade é mais comum do que muitos imaginam: somente no Brasil, cerca de 13,3 milhões de pessoas têm distúrbios de ansiedade, doença que atrapalha relacionamentos, desempenho profissional e o bem-estar físico e emocional do indivíduo.

No ano passado, 6,4% da população brasileira sofria com transtornos do tipo, bem mais que a média global, de 3,9%, de acordo com estimativas da Organização Mundial de Saúde (OMS).

Mas o que é um transtorno de ansiedade e como diferenciá-lo da ansiedade natural? De acordo com Olivia Remes, doutoranda e pesquisadora do Departamento de Saúde Pública e Cuidados Primários da Universidade de Cambridge, na Inglaterra, transtornos de ansiedade generalizada são caracterizados por sensações frequentes de medo, inquietação, e de “sentir-se no limite”.

“Quando uma pessoa tem um prazo apertado ou uma emergência no trabalho, ela se sente ansiosa e isso é normal. Mas há pessoas que se preocupam com cada ponto de suas vidas e não conseguem se livrar disso”, explica. “Pessoas com esse transtorno se preocupam muito mais frequentemente e com mais intensidade que aquelas com uma boa saúde mental.”

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Apesar dos distúrbios de ansiedade serem um problema sério, que muitas vezes demanda acompanhamento com especialistas, é possível desenvolver habilidades para lidar com o transtorno.

Abaixo, Remes compartilha diferentes estratégias para enfrentar o problema, com base em um estudo recente que liderou.

1. Monitore os seus pensamentos

Quem sofre com transtornos de ansiedade geralmente se vê tomado por pensamentos negativos que invadem a mente sem aviso. “Pessoas com transtornos de ansiedade são pessimistas. Elas acreditam que algo ruim está prestes a acontecer, mesmo que não haja nenhuma evidência que aponte para isso. Elas temem o futuro e acham muito difícil evitar esse tipo de preocupação”, descreve a pesquisadora.

Para contornar tal situação corriqueira aos ansiosos, Remes sugere não lutar contra os pensamentos negativos, mas escolher uma hora do dia como o “momento da preocupação” e se permitir um período limitado de tempo para ruminar. Como exemplo, Remes recomenda designar o horário das 16h para as preocupações e dar a si mesmo 20 minutos para preocupar-se.

“A literatura psicológica mostra que nossos pensamentos murcham se não os alimentamos com energia. Ao empurrar esses pensamentos para um outro momento do dia, quando você chegar no momento designado para a preocupação, eles talvez não pareçam tão confusos ou preocupantes como pareciam quando brotaram em sua mente pela primeira vez”, explica Remes.

2. Faça atividades físicas e pratique meditação

A famosa citação latina “uma mente sã num corpo são” não é gratuita. Saúde mental e física são codependentes, afirma Remes, e a prática de exercícios físicos é um aliado essencial para o bem-estar psíquico. Em conjunto com exercícios regulares, a meditação consciente também pode ajudar mentes ansiosas.

Um estudo da Universidade de Nova Jersey, publicado recentemente na revista Nature, mostrou que apenas duas sessões semanais de meditação e atividades físicas, de 30 minutos cada, reduziram drasticamente sintomas depressivos nos 52 participantes da pesquisa. Os pesquisadores concluíram que, ao cabo de oito semanas, além de auxiliar aqueles com depressão, a prática também poderia ser útil para aqueles que tendem a ruminar pensamentos, algo comum entre os ansiosos.

“Eu realmente fiquei muito surpresa com esse estudo, com o quanto essas mudanças de hábito podem ter um impacto tão grande”, afirma Remes. “Quando você se exercita, você diminui seus níveis de ansiedade e você tem mais energia. Você simplesmente se sente melhor como um todo”, aponta.

3. Encontre um propósito – nem que seja cuidar de seu animal de estimação

Em 1946, o médico austríaco Viktor Frankl publicou o livro Em busca de sentido: um psicólogo no campo de concentração, no qual narrou suas experiências como prisioneiro em Auschwitz. Frankl também analisa a resposta psicológica de diferentes prisioneiros expostos ao campo de concentração nazista e argumenta que encontrar sentido no cotidiano é uma forma de lidar com a adversidade.
Image caption Estudo de Remes notou que pessoas com senso de coesão, de propósito e que enxergavam sentido em suas vidas, tinham menos distúrbios de ansiedade

De acordo com Remes, pessoas com distúrbios de ansiedade muitas vezes não conseguem identificar um propósito claro em suas vidas e nem sempre acreditam que vale a pena investir esforços para endereçar os desafios que encontram. Em seu estudo recente sobre níveis de ansiedade em mulheres que vivem em situações de privação econômica, Remes encontrou que aquelas que tinham senso de coesão, de propósito e que enxergavam sentido em suas vidas, tinham menos distúrbios de ansiedade, mesmo vivendo situações difíceis.

Para a pesquisadora, as lições de Frankl, mesmo extraídas de uma experiência dramática, são um mecanismo útil para aqueles que sofrem com ansiedade. “Nos relatos de Frankl, um traço de personalidade que diferenciava os prisioneiros eram aqueles que conseguiam manter um propósito mesmo naquela situação. Para um era saber que sua filha o aguardava, então ele precisava sobreviver para ela e isso lhe deu esperança. Para outra, era saber que ela tinha um trabalho importante para finalizar”, afirma.

No cotidiano, ter a sensação de que você é necessário para a vida de outra pessoa ou para uma atividade específica auxilia na construção de propósito. Tal senso de conexão pode ser traduzido em atividades de voluntariado, em cuidados com um familiar enfermo, na educação de uma criança ou mesmo nos cuidados com um animal de estimação, aponta Remes.

“Quando você coloca seu foco em algo além de você, esse ato te ajuda a dar um tempo de si mesmo”, explica. “Ter outras pessoas em mente é muito importante, porque torna um pouco menos penoso passar pelos momentos mais difíceis.”

4. Veja o lado bom da vida (por mais que isso seja desafiador)

Por mais clichê que possa soar, adotar uma atitude positiva perante à vida, com foco nos aspectos bons ao invés dos ruins, é essencial para lidar com a ansiedade. Para domar a mente e espantar os pensamentos negativos, Remes recomenda olhar para elementos que te dão prazer, ao invés daqueles que te irritam ou que te deprimem.

Embora controlar quais pensamentos te veem à mente seja impossível, é possível dialogar com eles uma vez que se fazem presente. Se, ao chegar em um ambiente, algo negativo te chamar a atenção, busque encontrar algo que seja positivo. Se no caminho para o trabalho o trânsito estiver estressante, busque ouvir uma música que te conforte – ou mesmo mude a maneira de se deslocar ao trabalho. Essa atitude positiva perante os pequenos momentos da vida tendem a reverberar também no bem estar emocional do indivíduo, aponta Remes.

Nas situações em que pensamentos negativos intensos invadem a mente, focar em outras atividades do corpo, como a respiração, também é uma forma de amenizar seus efeitos. “Reconheça que esses pensamentos catastróficos que vêm à mente, que te fazem se sentir péssimo, são apenas eventos mentais que irão passar”, diz Remes.

5. Viva no presente

A prática de ruminar pensamentos e ser constantemente tragado por memórias do passado tende a alimentar a ansiedade. Preocupar-se com o que pode ocorrer no futuro também pode deixar o indivíduo mais ansioso. Embora muitas vezes esses pensamentos sejam difíceis de controlar, Remes aponta que é importante manter um foco constante no que você está fazendo agora.

“Estudos mostram que, quando nós vivemos no passado, revivendo memórias antigas, essa atitude nos deixa depressivos e menos felizes. Na verdade, ficamos mais felizes quando vivemos no momento presente. Se você está trabalhando, simplesmente foque naquilo que você está fazendo. Simplesmente viva no presente”, diz.

6. Busque terapia

Nem sempre é possível lidar sozinho com distúrbios de ansiedade, e a terapia é uma grande aliada para melhorar a saúde mental. Em casos assim, uma possibilidade é a terapia cognitivo-comportamental, cujo princípio básico é buscar uma postura construtiva do paciente.

Nesse sistema de psicoterapia, a hipótese central aponta que a forma como entendemos eventos internos e externos – e não o evento em si – é que determina nossas respostas emocionais e comportamentais.

De acordo com Remes, a solução é preferencial ao consumo de medicamentos, quando for possível optar. “Em muitos casos, medicamentos não funcionam, ou funcionam apenas no curto prazo e os problemas retornam depois de um tempo”, aponta. Para a pesquisadora, trabalhar para desenvolver habilidades de enfrentamento à ansiedade e buscar terapia são as melhores formas de lidar com o transtorno.

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*Fonte: bbc

7 mitos e verdades sobre o vegetarianismo

De acordo com a Sociedade Vegetariana Brasileira, toda semana 2 mil pessoas se tornam vegetarianas. Seja em busca de um estilo de vida mais saudável ou por questões éticas, mais pessoas estão buscando informações e notícias sobre a vida vegetariana.

Para te ajudar a tirar suas dúvidas e saber como tirar o melhor proveito de frutas, verduras e legumes, a Pede Sabores, delivery de frutas, verdura e legumes de São Paulo, assume o tema Alimentação Saudável no Storia. Toda semana, você vai conferir novos textos com dicas sobre estilo de vida vegetariano, alimentos saudáveis e receitas fáceis e deliciosas. Para começar, uma lista sobre mitos e verdades que envolvem a alimentação de vegetarianos.

1. Vegetariano é só quem não come carne

Parcialmente verdade. De maneira geral, vegetariano é aquele que não come carne nem nenhum alimento derivado de origem animal (incluindo leite e ovos). Mas vale a pena lembrar que existem algumas classificações internas que se referem às variadas dietas que estão enquadradas dentro do vegetarianismo.

O ovolactovegetariano, por exemplo, mantém ovos e leite e derivados na alimentação. No lactovegetarianismo, a pessoa consome alimentos de origem vegetal e leite e seus derivados. No ovovegetarianismo, é o ovo que permanece na alimentação. Já o vegetarianismo restrito mantém apenas alimentos de origem vegetal no cardápio.

Existe também o veganismo que, além de adotar o vegetarianismo restrito, também optam por não utilizar outros produtos de origem animal, como cosméticos que incluam substâncias derivadas ou tenham sido testados em animais, roupas e acessórios, produtos de higiene e limpeza, entre outros.

2. Vegetariano não come a quantidade certa de proteína

Mito. Seja vegetariano ou onívoro, ingerir a quantidade certa de nutrientes como proteínas, vitaminas ou sais minerais tem mais a ver com uma alimentação planejada e equilibrada do que com a fonte do nutriente em si.

É verdade que a proteína de origem animal contém todos aminoácidos necessários para o corpo humano e que verduras e legumes têm quantidades limitadas. Mas isso pode ser resolvido de maneira satisfatória com a combinação de vários grupos alimentares de origem vegetal.

Combinar oleaginosas, leguminosas, cereais e verduras em um cardápio diário, na quantidade certa, já vai suprir suas necessidades diárias de proteína. Para isso, procure um profissional da saúde, como nutricionista ou nutrólogo, para montar o seu cardápio.

3. Vegetarianos possuem mais chance de ter anemia

Mito. O raciocínio é o mesmo das proteínas: é tudo uma questão de planejamento alimentar bem feito e a combinação de vários alimentos ricos em ferro. Existe uma diferença entre o ferro de origem animal e o ferro de origem animal. O de origem animal possui um agrupamento chamado de “heme” que já está pronto para ser absorvido pelo organismo.

Já o ferro de origem vegetal, que não possui esse agrupamento, precisa ser transformado no organismo antes de ser absorvido. Isso pode ser equilibrado com uma ingestão adequada de vitamina C, por exemplo, que aumenta em 3 a 4 vezes a absorção do ferro. Alimentos ricos em fibras, betacaroteno e vitamina A também estimulam a transformação do ferro vegetal no grupamento heme.

4. Todos os vegetarianos precisam fazer suplementação de vitaminas

Parcialmente verdade. Dois fatores devem ser considerados aqui: a fase da vida do vegetariano e o tipo de vegetarianismo adotado. Uma das principais vitaminas que precisam ser suplementadas é a vitamina B12, indispensável para mulheres grávidas, lactantes ou crianças.

Pessoas que não fazem uso regular de ovos, leite e laticínios também podem fazer suplementação de vitamina B12 de maneira preventiva. Mas atenção: não faça suplementação sozinho, só com acompanhamento médico.

Quanto ao cálcio e ao ferro, com um planejamento alimentar bem feito e uma alimentação alimentar adequada, os vegetarianos conseguem suprir suas necessidades diárias desses nutrientes sem precisar de suplementação artificial.

5. Vegetarianos não engordam

Mito. O simples fato de ter uma alimentação baseada em alimentos de origem vegetal não garante uma alimentação saudável. Se a pessoa corta carnes, mas continua consumindo frituras, massas e alimentos ricos em açúcares refinados como refrigerantes e sucos industrializados, ela vai engordar. Sem falar nos riscos para a saúde, como colesterol, pressão alta, entre outros.

Quando a pessoa corta as carnes, tende a compensar com a ingestão maior de carboidratos. É aí que entra o nutricionista para promover um cardápio mais equilibrado, com uma inserção de carboidratos de baixo índice glicêmico, que proporcionam a saciedade, são menos calóricos e possuem mais fibras.

6. Vegetarianos não podem praticar exercícios físicos de alta intensidade

Mito. Existem vários atletas famosos de alto rendimento que seguem uma dieta vegetariana e conseguem resultados acima da média no esporte. O mesmo acontece com fisiculturistas, que precisam de uma alimentação rica em proteínas e carboidratos.

Alguns atletas de renome internacional que são vegetarianos (ou veganos): Serena Williams, a atual número 1 do tênis mundial; Nate Diaz, lutador de MMA no UFC; Fiona Oakes, campeã internacional de maratona e Patrick J. Neshek, um dos jogadores de beisebol mais famosos dos Estados Unidos.

Tudo depende de como o cardápio é planejado e se precisa ou não de suplementação. O acompanhamento de um profissional da nutrição vai garantir uma alimentação balanceada, com a quantidade certa de todos os grupos vegetais, como verduras, legumes, frutas, sementes e oleaginosas.

7. Vegetarianos têm menos chances de desenvolver problemas cardíacos

Parcialmente verdade. Uma alimentação vegetariana pura (sem o consumo excessivo de alimentos ricos em gorduras saturadas, industrializados ou refinados) ajuda a diminuir as chances do desenvolvimento de doenças crônicas como a obesidade, alguns tipos de diabetes e a hipertensão. Manter uma alimentação rica em frutas, verduras e legumes diminui os níveis de colesterol ruim do sangue, diminui o acúmulo de gordura visceral e o entupimento das veias e artérias.

Vale lembrar: mesmo quem não é vegetariano precisa comer uma boa quantidade de frutas, verduras, legumes e outros alimentos naturais para suprir as necessidades diárias certas de nutrientes.

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*Fonte: storia

A enfermidade é um conflito entre a personalidade e a alma

O resfriado acomete quando o corpo não chora. A dor de garganta entope quando não é possível comunicar as aflições. O estômago arde quando as raivas não conseguem sair.

O diabetes invade quando a solidão dói. O corpo engorda quando a insatisfação aperta. A dor de cabeça oprime quando as duvidas aumentam. O coração desiste quando o sentido da vida parece terminar. A alergia aparece quando o perfeccionismo fica intolerável.

O peito aperta quando o orgulho escraviza. A pressão sobe quando o medo aprisiona. As neuroses afastam as pessoas de nós quando a “criança interna” emudece. A sensação de febre surge quando as autodefesas da negatividade detonam as fronteiras da imunidade. Os joelhos doem quando o orgulho não se dobra. O câncer mata quando não se é capaz de perdoar, quando não se é perdoado e/ou quando se cansa de viver.

E as dores caladas? Como falam em nosso corpo?

A enfermidade não é má, ela avisa quando erramos a direção. O caminho para a felicidade não é reto, existem curvas chamadas Equívocos. Existem semáforos chamados Amigos. Lanternas de alerta de chamadas Família. Um kit de Primeiros Socorros chamado Decisão. Um potente motor chamado Boa Vontade Para Consigo Mesmo. Um bom seguro chamado Determinação.

Um combustível inesgotável chamado Paciência. E um maravilhoso Condutor chamado Poder Superior: evoque-o.

*Autor desconhecido.

 

 

 

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*Fonte: portalraizes

Estudo associa consumo de cerveja e café à longevidade

Beber cerveja ou café pode te ajudar a passar dos 90 anos, aponta estudo que acompanhou a rotina e o estilo de vida de mais de 1.800 pacientes
Todo mundo sabe que levar um estilo de vida saudável e fazer exercícios regularmente é a chave para a longevidade. Agora, um novo estudo sugere que o café e o álcool merecem também atenção. De acordo com o UCI MIND (UC Irvine Institute for Memory Impairments and Neurological Disorders), tomar estas duas bebidas moderadamente pode te ajudar a viver mais e melhor.

O estudo chamado “The 90+” acompanhou o estilo de vida e hábitos alimentares de mais de 1.800 pessoas. A cada seis meses, os participantes eram submetidos a diversos testes neurológicos, cognitivos e físicos. Os pesquisadores coletaram informações sobre suas dietas, estilos de vida, histórico médico, entre outras informações sobre saúde.

A descoberta surpreendeu a todos: justamente dois dos hábitos que ajudaram os pacientes a viverem mais foram beber álcool e café todos os dias. Aqueles que tinham o hábito de beber quantidade moderada de álcool ou café diariamente provavelmente viveriam mais do que aqueles que se abstiveram.

Os participantes que bebiam diariamente dois copos de cerveja ou duas taças de vinho eram 18% mais propensos a viverem mais, enquanto os amantes de café tinham 10% mais probabilidade de viverem mais tempo do que aqueles que não tinham o mesmo hábito.

“Eu não tenho uma explicação exata para isso“, admitiu a doutora Claudia Kawas, coordenadora do estudo. “Mas eu realmente acredito que beber moderadamente ajuda a longevidade.”

A pesquisa, porém, não é uma carta branca para você aumentar seu consumo de álcool ou café.

“Muitos dos estudos relacionados ao consumo de álcool, incluindo o The 90+ Study, são observacionais, então nós só podemos dizer que alguma substância na bebida está associada à saúde e longevidade. Me deixa curiosa saber se os consumidores de álcool e café compartilham outros importantes hábitos e estilos de vida que poderiam ser a verdadeira chave para a longevidade“, ponderou a nutricionista americana Jennifer Markowitz, ao The Daily Meal.

Para especialistas, na dúvida, ainda a melhor sugestão é a moderação.

 

 

 

 

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*Fonte: pragmatismopolitico

Cuidados e precauções a respeito da irradiação de alimento no Brasil

Uma das técnicas empregadas com maior frequência pela indústria alimentícia para conservar os ingredientes por mais tempo é a irradiação iônica. Esse método baseia-se em submeter vegetais, frutas e até mesmo carnes a índices controlados de radiação com raio-X, Césio 197, Cobalto 60 ou ainda isótopos acelerados.

Irradiação de alimentos: benefícios e precauções

A radiação apresenta uma série de benefícios, sendo que o principal deles é a proteção contra insetos e demais pragas. Além disso, como já foi citado, a medida consegue retardar as etapas de amadurecimento e envelhecimento dos tecidos nos alimentos. Como consequência, os itens permanecem frescos e podem ser armazenados por um período mais prolongado. Este processo ocorre porque a radiação torna os átomos instáveis em íons (átomos carregados eletronicamente), evitando que os tecidos estraguem.

Apesar desses benefícios, muitas pessoas e especialistas questionam os possíveis malefícios que esses alimentos podem levar à saúde dos consumidores. Ainda que o procedimento seja classificado como seguro para os seres humanos, a carga de íons que uma única fruta recebe pode ser até 150 milhões de vezes maior do que a quantia envolvida em uma radiografia torácica, por exemplo.

Há também setores que levantam a praticidade dessa ação, trazendo para debate aspectos relacionados aos elevados custos deste tipo de operação e eficiência duvidosa do procedimento. Além disso, por conta dos efeitos dos elementos químicos adicionados e ao maior tempo de armazenagem, o valor nutritivo dos itens pode ficar comprometido. Estima-se a quantidade de vitaminas e proteínas sejam reduzidas em até 90%. Alguns estudos preliminares investigam uma provável relação entre o aumento nos casos de câncer no mundo todo e a radiação.

Este tipo de prática, portanto, é uma solução dispendiosa para lidar com a questão de segurança sanitária, pois foca nos sintomas e não na origem do problema. Um caminho economicamente viável e mais consciente do ponto de vista da saúde seria o cultivo local dos alimentos.

Quais são as regras para a irradiação de alimentos no Brasil?

Desde a publicação da Instrução Normativa nº 9, em 2011, o Ministério da Agricultura reconhece o emprego da radiação ionizante como tratamento fitossanitário. Ou seja, o texto liberou a técnica para a prevenção e disseminação das chamadas pragas quarentenárias. Como resultado, o Brasil ganha força para expandir a venda de frutas para mercados externos mais exigentes.

Tanto a dose de irradiação quanto categoria de alimento devem ser observadas para que não haja prejuízos à saúde da população. Além disso, é preciso estar atento aos efeitos da radiação para o meio ambiente. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), o processo é visto como seguro e pode resolver a escassez de alimento em várias nações.

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*Fonte: pensamentoverde

Dormir pouco pode causar doenças mentais

Quem tem dificuldade para pegar no sono sabe que os efeitos de uma noite mal dormida não acabam quando o dia começa. Olheiras, fadiga, olhos secos, dificuldade de se concentrar e irritação são algumas das respostas do corpo à privação de sono. A qualidade do sono impacta diretamente nossa saúde física e mental. A insônia, inclusive, é um sintoma comum em pacientes que sofrem de ansiedade, depressão, esquizofrenia, bipolaridade e distúrbios de atenção.

A psicóloga Jo Abbott, da Universidade Tecnológica de Swinburne, na Austrália, defende que a insônia e doenças mentais estão bastante interligadas — elas se retroalimentam. Segundo ela, cerca de 50% dos adultos com insônia têm problemas mentais e 90% das pessoas com depressão sofrem para dormir. O pior dessa relação insônia versus depressão é que quem não dorme bem responde pior ao tratamento da depressão e está mais propenso a ter picos de tristeza.

Dormir pouco pode ferrar seu cérebro

O professor Peter Franzen, da Universidade de Medicina de Pittsburgh, nos Estados Unidos, concorda com Abbott sobre a correlação entre insônia e doenças mentais. Em seu estudo sobre como a insônia pode causar disfunções no circuito cerebral responsável pelas emoções, ele explica que o sono e os sentimentos são o produto de interações entre várias regiões comuns do cérebro, hormônios e neurotransmissores. Então, anormalidades em alguns deles causam impactos nos outros. Inclusive, há evidências de que doenças mentais podem surgir de problemas dentro de circuitos cerebrais sobrepostos por circuitos que regulam nosso relógio biológico e o sono.

A culpa da sua tristeza são as poucas horas de sono

Pense nas principais reações de uma criança cansada: choro, birra e manha. Com você, acontece o mesmo, a diferença é que não pega bem se você se atirar no chão.

Um outro estudo conduzido pelo professor Franzen com pupilografia (a pupila é um bom indicador para perceber se o cérebro está ou não processando informações afetivas e cognitivas) comprovou que a privação de sono altera nossas reações emocionais.

Adultos saudáveis foram expostos a imagens positivas, negativas e neutras. Metade deles tinha dormido bem, a outra metade não havia pregado o olho a noite toda — as pupilas desse último grupo ficaram muito maiores ao olhar imagens negativas do que quando viram os outros tipos de imagens.

Ou seja, quando dormimos pouco exageramos nas nossas reações frente a situações negativas. Além de mais mal-humorados, a falta de sono pode nos deixa mais vulneráveis a ter doenças psiquiátricas desencadeadas por distúrbios do sono.

 

 

 

 

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*Fonte: superabril

Cientistas israelenses desenvolvem colírio que repara córneas e cura miopia

Imagina se todas as pessoas que sofressem de miopia ou de algum problema na córnea pudesse tratá-los apenas pingando um colírio, sem precisar fazer uma operação?

Daqui a muito pouco tempo isso será possível, já que uma equipe de cientistas israelenses desenvolveram este colírio que já foi patenteado e chama “nanodrops”. A inovação foi desenvolvida por oftalmologistas da Universidade Bar-Ilan e do Centro Médico Shaare Zedeke promete corrigir a miopia e curar córneas danificadas aos poucos, conforme o uso.

O “nanodrops” já foi testado em porcos e o resultado foi positivo, agora é aguardar até o final do ano para que ele possa ser testado em seres humanos também. E a inovação não para aí! O colírio também vai ajudar quem precisa usar óculos multifocais, pois eles também vão poder curar este tipo de problema de visão. O funcionamento seria mais ou menos assim: os pacientes abrem um aplicativo em seu smartphone, medem a refração dos olhos em casa, criam um padrão de laser e um padrão óptico na superfície corneana de seus olhos, para depois começarem o tratamento com o colírio.

Um dos médicos envolvidos nesta pesquisa, Dr. David Smadja, disse que ainda não sabem ao certo quanto tempo de uso é necessário para que ele corrija os problemas de visão, mas que se for comprovada sua eficácia o tratamento será um método revolucionário para melhorar a visão das pessoas. Ele, inclusive deu uma palestra em uma conferência médica, em Jerusalém, que contou com a presença de mais de 350 pessoas, entre médicos e enfermeiros, da qual salientou a importância dessa inovação, se for aprovada para ser feita em seres humanos. Nós torcemos para que sim!

 

 

 

 

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*Fonte:  terra

10 alimentos que o seu fígado mais gosta

O fígado é um dos órgãos mais importantes do corpo humano, e seu funcionamento está diretamente ligado aos alimentos que ingerimos diariamente.

Você sabe quais são os alimentos preferidos do seu fígado? Eles podem auxiliá-lo em suas funções e fazer com que nosso organismo também se sinta melhor em geral.

A seguir, iremos explicar quais são os dez principais alimentos que ajudam no bom funcionamento do fígado.

Faça uso dessa informação e, sempre que possível, inclua-os na dieta para viver com muito mais saúde e bem estar

Alho
O alho é rico em alicina e selênio, dois nutrientes importantíssimos para o funcionamento do fígado. Eles ajudam a aumentar os níveis de imunidade e contribuem para o processo de desintoxicação do organismo. O alho ainda é capaz de ativar algumas enzimas que ajudam a eliminar resíduos e toxinas com mais facilidade, ajudando também no processo de digestão.

Limão
O limão é um excelente alimento para “limpar” o organismo, e por isso é um dos preferidos do fígado. É rico em antioxidantes, vitamina C, e ajuda o fígado a produzir mais enzimas, contribuindo para a boa digestão dos alimentos e para a obtenção de mais energia. Por último, o limão ainda atua aumentando a alcalinidade do corpo, ajudando a neutralizar toxinas e eliminar resíduos.

Abacate
O abacate é riquíssimo em gorduras saudáveis e oferece uma enorme variedade de benefícios para a saúde do organismo. Carregado de nutrientes, ele nos ajuda a cuidar do fígado principalmente por conter glutationa, um antioxidante muito poderoso que nos auxilia no processo de desintoxicação e limpeza do organismo.

Cebola
Assim como o alho, a cebola é rica em alicina, muito importante para as funções do fígado por ajudar na digestão e na eliminação de toxinas. Além disso, ela também é carregada de minerais, como o potássio, fibras, fitonutrientes e flavonoides, atuando como aliada na manutenção de uma imunidade alta capaz de evitar gripes, resfriados e outras doenças.

Vegetais crucíferos são ótimos para o fígado
Incluindo vegetais como o brócolis, a couve-flor e a couve manteiga, esses “amigos” de cor verde-escura podem fazer maravilhas pelo funcionamento do fígado. São riquíssimos em antioxidantes e em glucosinolatos, substâncias que ajudam o fígado a produzir enzimas e, assim, melhorar o processo digestivo e a eliminação de resíduos e toxinas.

Lentilha
A lentilha é extremamente nutritiva e oferece vários benefícios para a saúde. Ela auxilia no processo de limpeza do organismo e é uma das melhores fontes vegetais de proteína. O consumo excessivo de proteína pode ser prejudicial para o fígado e atrapalhar seu bom funcionamento, mas a lentilha oferece a quantidade ideal deste nutriente. Além disso, é um dos legumes de mais fácil digestão.

Maçã
As maçãs são ricas em pectina, uma fibra solúvel que ajuda a reduzir o colesterol e eliminar toxinas. Trata-se, portanto, de uma grande ajuda para o fígado. Ela ainda contém ácido málico, um nutriente naturalmente desintoxicante que remove elementos cancerígenos e outras substâncias prejudiciais da corrente sanguínea. Além de tudo isso, são carregadas de antioxidantes.

Beterraba
Aumentar o consumo de beterraba irá contribuir para limpar e purificar o sangue, contribuindo para a produção de nutrientes no organismo e para o bom funcionamento do fígado. Ela também é rica em antioxidantes e contém ácido fólico, fibras, ferro e outros nutrientes que ajudam a eliminar as toxinas que ficam armazenadas no fígado, para que não sejam reabsorvidas pela corrente sanguínea.

Nozes
As nozes são uma excelente fonte de ácidos graxos ômega 3, do aminoácido arginina e de glutationa. Este último elemento é indispensável para que o fígado possa desempenhar suas funções de limpeza e desintoxicação de forma adequada.

Batata doce
Um de seus maiores benefícios é a presença de betacaroteno, um anti-inflamatório natural fundamental para a saúde do organismo. Após a sua ingestão, o betacaroteno é convertido em vitamina A no fígado, permitindo assim que o corpo faça uso deste importante nutriente. Além disso, a batata doce ainda contém fibras e vitamina C, contribuindo para aumentar a imunidade. Outros legumes, como cenoura e abóbora oferecem alguns dos mesmos benefícios.

Gostou? Agora que você já conhece os melhores alimentos para o fígado, inclua-os na dieta e aproveite os diversos benefícios que eles têm a oferecer para o seu dia a dia.

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*Fonte: osegredo

Cochilos durante o dia melhoram sua saúde. Aqui vai como saber aproveitá-los bem

Se a ciência é capaz de descobrir segredos inimagináveis sobre nossa natureza e existência, outras vezes ela funciona para somente reafirmar aquilo que, na prática, o conhecimento popular já sabe há séculos.

Artigo da Associação Nacional do Sono, dos EUA, confirma não só o evidente bem à saúde que uma plena noite de sono oferece, mas também que aquele cochilo no meio do dia pode melhorar seu ânimo, sua atenção e muito mais – e ainda oferece algumas dicas sobre como tirar a soneca perfeita para sua saúde.

Segundo o artigo, existem três tipos de “bons” cochilos: o preparatório, que se tira quando se sabe que, por algum motivo, você terá que ficar acordado até mais tarde do que o usual; o cochilo de emergência, quando se está subitamente tão cansado que não será possível continuar com segurança certa atividade (ideal para motoristas, por exemplo), e o cochilo habitual, que se tira todos os dias, no mesmo horário, como por exemplo as siestas depois das refeições. Se você se identificou em algum ou mais tipos de cochilos, não se preocupe, pois você é um mamífero, e 85% desse tipo de animal dormem por curtos períodos de tempo durante o dia.

E essa é a primeira dica do estudo: mantenha seu cochilo curto. Um sono com entre 10 a 30 minutos de duração é o ideal para aumentar sua atenção e performance sem te deixar grogue nem prejudicar o sono da noite. Lembre-se também de tirar o cochilo em um local confortável como um todo, sem barulho, com temperatura agradável, e com pouca luz. Outra dica importante é tentar concentrar os cochilos no meio do dia, e não na parte da noite, para que não atrapalhe o sono de fato.

Além dos efeitos impactantes sobre a atenção e a performance, o cochilo provoca melhorias psicológicas, através da sensação de relaxamento e rejuvenescimento – segundo o estudo, um cochilo no meio do dia é como “um luxo, uma miniférias”. Se o cochilo for mais longo, porém, os efeitos podem não ser todos positivos, prejudicando a hora de dormir de fato, assim como deixando a pessoa inerte e ineficaz.

Portanto, preste atenção sobre os efeitos específicos que tal hábito pode provocar no seu corpo, mas esqueça os estigmas: cochilos não são somente para crianças e idosos, nem para preguiçosos, muito pelo contrário: são justamente para quem quer produzir ainda mais e melhor ao longo do seu dia.

 

 

 

 

 

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*Fonte: hypeness

Novas armadilhas transgênicas

Para as transnacionais dos transgênicos não é suficiente ter o monopólio das sementes comerciais e invadir nossos campos e alimentos. Para além disso, querem cada vez menos regulamentações e, aliás, enganar as pessoas com outros nomes para suas novas biotecnologias, tentando afastá-las da rejeição generalizada aos transgênicos. Também avançam agressivamente na tentativa de manipular não somente cultivos, mas também espécies silvestres, para fazer “engenharia genética de ecossistemas”, o que pode provocar o desaparecimento de espécies inteiras.

*A reportagem é de Silvia Ribeiro, pesquisadora do grupo ETC, publicada por La Jornada, 17-02-2018. A tradução é do Cepat.

Todos estes delineamentos estratégicos da indústria biotecnológica transnacional se refletem na nova normativa que a comissão de biossegurança do Brasil (CNTBio) aprovou no dia 15 de janeiro de 2018. Com ela, a CNTBio abriu as portas para que produtos derivados do que chamam “tecnologias inovadoras de melhoramento de precisão” possam ser considerados não OGM (organismos geneticamente modificados) e que cheguem ao campo e aos consumidores sem passar pela avaliação de biossegurança e sem ser rotulados.

A estratégia de que os produtos de novas biotecnologias não sejam considerados OGM, para evadir as leis de biossegurança, não é nova. Nos Estados Unidos, já foi aplicada a alguns produtos, como cogumelos manipulados geneticamente com a biotecnologia CRISPR-Cas9. Na Europa, a discussão sobre as novas biotecnologias ocorre há alguns anos e ainda não foi resolvida, embora tudo indique que a União Europeia não permitirá que escapem da regulamentação, ao contrário, poderia resultar em mudanças nas leis para fazer avaliações de risco mais exigentes, pelas novas ameaças que estas tecnologias apresentam. Por outro lado, em 2015, a Argentina estabeleceu uma normativa sumamente geral e frouxa, que permite isentar de avaliação de biossegurança os produtos de várias novas biotecnologias.

O novo e muito preocupante com a resolução da CNTBio, no Brasil, é que além de tudo isso, estabelece explicitamente um canal para aprovar a liberação de impulsionadores genéticos, chamados de “técnicas de redirecionamento genético”, mas, para não deixar dúvidas, em inglês, escreve-se ‘gene drives’. É o primeiro país no mundo que estabelece canais para liberar no meio ambiente tais tipos de OGM altamente perigosos.

Trata-se de uma tecnologia traçada para enganar as leis naturais da herança, fazendo com que toda a progênie de plantas, insetos e outros animais que sejam manipulados com impulsionadores genéticos (gene drives) passem forçosamente esses genes modificados à totalidade de sua progênie. Se a manipulação é para produzir, por exemplo, somente machos (o que já estão tentando com insetos, ratos e plantas), a população – ou até a espécie – poderia se extinguir rapidamente. Uma vez liberados no meio ambiente, os seres vivos que tenham sido manipulados com esta tecnologia não respeitarão fronteiras, razão pela qual os países limítrofes com o Brasil deveriam se preocupar, agora mesmo, com esta ameaça.

Todas as novas biotecnologias englobadas nestas normativas do Brasil e Argentina são formas de engenharia genética que trazem novos riscos e incertezas. O fato de que tenham ou não inserido genes de outras espécies – como acontece com os transgênicos que já estão no campo –, ou que a inserção seja em um lugar mais exato, como afirma a indústria, não significa que não tragam riscos, inclusive maiores que os existentes. A Dra. Ricarda Steinbrecher, da Federação de Cientistas da Alemanha, explica que continuam sendo mudanças artificiais nos genomas dos organismos, sobre cujas funções há grandes lacunas de conhecimento. É possível produzir inserções ou silenciamento de genes “fora do alvo” – ativando ou desativando funções importantes nos organismos – que produzirão impactos imprevisíveis nos organismos, no meio ambiente e no consumo.

Assim como na Argentina, esta decisão no Brasil, que implica tantos riscos e impactos, foi tomada como uma simples decisão administrativa, de uma comissão “técnica” – na qual a indústria de transgênicos tem pesada influência –, sem intermediar consulta aos camponeses, consumidores e muitos outros que possam ser afetados, nem passar por instâncias legislativas.

Diante desta situação, os maiores movimentos e organizações rurais do Brasil, reunidos na Articulação Nacional de Trabalhadores, Trabalhadoras e Povos do Campo, das Águas e das Florestas – uma ampla coordenação que inclui o Movimentos dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) e a Articulação Nacional de Agroecologia, entre outras 19 organizações nacionais –, emitiram uma carta pública de denúncia e protesto, onde rejeitam a decisão da CNTBio e alertam que o Brasil se tornaria o primeiro país do mundo a considerar a liberação de impulsionadores genéticos, tecnologia que não foi permitida em nenhum outro país, e que Nações Unidas considera, inclusive, como uma arma biológica.

Além disso, destacam que os impulsionadores genéticos, tecnologia financiada principalmente pelo Exército dos Estados Unidos e a Fundação Gates, favorecerão principalmente as transnacionais de agronegócios, que buscam com esta tecnologia restabelecer a susceptibilidade das ervas invasoras que se fizeram resistentes a seus agrotóxicos, para aumentar suas vendas e, de passagem, os devastadores impactos destes sobre saúde, terras e águas. Ou poderão buscar o que as empresas considerem “pragas” nos campos, o que teria impactos muito negativos nos ecossistemas e nos sistemas de cultivo camponeses e agroecológicos. Esta medida no Brasil é apenas o começo do que poderia continuar em outros países. Urge se preparar, e como no Brasil, resistir estas novas armadilhas das indústrias transgênicas.

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*Fonte: institutohumanitasunisinos

Alimentos que nenhum ser humano deveria ingerir – por Victor Sorrentino

Victor Sorrentino é médico, escritor e palestrante. Todos os dias, em sua página oficial, ele traz diversas dicas de alimentação e hábitos de vida saudáveis, de modo que se tornou um dos médicos e palestrantes mais queridos da internet.

Abaixo, uma de suas publicações que mais bombaram nos últimos dias, trazendo dicas preciosas sobe o alimentos que devemos descartar de nossas vidas.

“Fiz uma listinha dos alimentos que NÃO recomendo a nenhum ser humano ingerir. Espero que seja útil!

1. NUGGETS: se você imagina que está comendo peito de franco a milanesa, fique sabendo que esse alimento é feito de pasta de franco adornadas por proteínas vegetais, amido de milho ou farinhas e goma. E que No Brasil, a lei exige que os nuggets sejam compostos de no mínimo 10% de proteína e de no máximo 30% de carboidratos. Além de pré frito em óleo vegetal e adicionado uma montanha de químicos para dar a liga como Guar, Xantana C35H49O29, Ácido ascórbico (ou derivados), Tripolifosfato de sódio Na5P3O10.

2. MIOJO: macarrão instantâneo é pré-cozido e pré-frito em gordura vegetal antes de ser embalado. O tempero é o campeão de glutamato monossódico e inosinato dissódico, substâncias químicas realçadoras de sabor que são altamente tóxicas e inflamatórias.

3. SALSICHAS E PEITO DE PERU: a proteína de alimentos embutidos talvez não faça sentido algum diante da carga química presente nesses alimentos. Geralmente possuem doses altíssimas de nitritos e nitratos que são altamente cancerígenos. Não se enganem, não há nada light em peito de chester light, o negócio é química pesada mesmo.

4. MARGARINA: pela milionésima vez, margarina nem chega a ser comida, é uma substancia comestível inventada pela industria para substituir a manteiga que tem o processo de fabricação mais caro e trabalhoso. Troque a margarina por manteiga, por favor!!!

5. FARINHA LÁCTEA: farinha de trigo + açúcares + conservantes. Vai dar isso para seu filho por que?

6. BOLACHA RECHEADA: farinha + gordura hidrogenada + açúcar: tudo isso vicia e muito! Já postei aqui sobre esse lamentável alimento que muitas famílias deixam à disposição das crianças diariamente. Veneno puro. Ah, bolacha maisena, água e sal, maria, clubsocial, tudo péssimo para a saúde de qualquer pessoa.

7. REFRIGERANTES E SUCO DE CAIXINHA: pra quem não sabe, um faz tão mal quanto o outro. Refrigerante, pela quantidade de glicose estratosférica em líquido e suco, pela quantidade de frutose e outros aditivos, fora a pasteurização que leva embora qualquer resquício de nutriente da fruta.

8. CEREAIS AÇUCARADOS: flocos de milho transgênico lavados em xarope de frutose e cobertos por açúcar refinado e adicionados de corantes coloridos e conservantes diversos. Quem precisa disso e ainda acha que é comida leve e saudável?

9. REQUEIJÃO (ATÉ O LIGHT). Me dei o trabalho de copiar os ingredientes do requeijão industrializado, bem diferente do creme de queijo que pode ser feito em casa e que levaria leite, creme de leite ou manteiga, e vinagre. Se o leite for orgânico e não de caixinha, a receita pode ser saudável. Mas vamos aos componentes do requeijão do mercado:
Leite desnatado/integral, creme de leite, manteiga, cloreto de sódio(sal), fermento lácteo, estabilizantes difosfato dissódico e fosfato trissódico e conservadores ácido sórbico e nisina, estabilizante polifosfato de sódio (INS 452), corante dióxido de potássio (INS 202), leite padronizado reconstituído, caseinato de cálcio, pirofosfato de sódio e pirofosfato ácido de sódio, regulador de acidez ácido láctico, conservador sorbato de potássio, agente de firmeza cloreto de cálcio, regulador de acidez ortofosfato de sódio, coalho. Preciso dizer mais?

10. BARRINHA DE CEREAL: A maioria delas são ricas em açúcar e sódio e os cereais de baixa significância nutricional. É o maior engodo do mercado de alimentos dos últimos anos, pois muita gente pensa que está comendo algo super saudável!

Bem, acima estão apenas citados FATOS!! A decisão por colocar esses “produtos alimentícios” (que nem dá para chamar de comida) no seu carrinho será sempre SUA, assim como as CONSEQUÊNCIAS de tal ato também serão só suas (ou de seus filhos, caso seja o responsável por suas compras).

Meu papel é INFORMAR sobre o que existe de melhor e também de PIOR para a sua saúde. O que cada um fará com essa informação está fora de minha alçada, embora deseje do fundo do meu coração que todos alcancem uma vida mais plena, saudável e longe de doenças.

Seu futuro está em suas mãos, e de mais ninguém.

No final da postagem, o médico nos faz um convite tentador:
Deseja aprender o que, afinal, colocar no carrinho do supermercado?

SEGREDOS PARA UMA VIDA LONGA é o meu curso online onde ensino estratégias nutricionais compatíveis com saúde!
Para conhecer o programa do curso acesse o site clicando [ AQUI ]

*Por Victor Sorrentino

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*Fonte: revistapazes

Beber água emagrece

Sabe aquela dieta que você vai, com toda certeza, começar amanhã, ou na próxima segunda-feira? Bom, tem uma maneira de dar esse início agora mesmo. São só três passos: 1) levante; 2) pegue um copo d’água; 3) beba. Fim. De acordo com um estudo da Universidade de Illinois, beber água, mesmo que nem seja tanta água assim, ajuda você a perder peso.

O estudo foi feito com mais de 18 mil americanos, divididos entre quatro fases que ocorreram entre 2005 e 2012. Para realizar o estudo, os pesquisadores pediram que os participantes filmassem absolutamente tudo que ingeriam (sólido ou líquido) durante dois dias não consecutivos. Com as imagens, os cientistas calculavam a quantidade de água presente nos alimentos e bebidas consumidos. Os dados revelaram que um aumento, ainda que de apenas 1%, na ingestão de água estava relacionado a reduções significativas nas quantidades de calorias, sódio, colesterol e açúcar.

Quando o consumo era de até três copos d’água a mais, havia uma diminuição de até 205 calorias ingeridas, o açúcar chegava a diminuir 18 gramas, o colesterol abaixava até 21 gramas, e o sódio alcançava uma diminuição de impressionantes 235 gramas. Ou seja, pessoas que bebem mais água consomem muito menos comida.

O estudo aponta que não houve diferenças significativas nos resultados, quando se comparavam cor, gênero, peso, altura, classe social, ou nível de educação — beber água melhora a dieta de qualquer um. “Essa descoberta sugere que deveríamos promover uma intervenção nutricional universal, com campanhas educacionais para promover o consumo de água no lugar de bebidas calóricas”, afirmou em comunicado Ruopeng An, cinesiologista (especialista em movimentos humanos) da Universidade de Illinois e responsável pela pesquisa.

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*Fonte: superinteressante

Pareidolia: ver significado em formas por todos os lados

 

 

 

 

 

 

Alguma vez você já viu a forma de um rosto em uma fechadura? Ou talvez um animal em uma nuvem? Essas percepções não são anormais. São, na verdade, bem comuns, e podem ser exemplos do que chamamos de pareidolia. A pareidolia é definida como um fenômeno psicológico em que um estímulo qualquer e aleatório – como uma imagem – é percebido erroneamente como uma forma reconhecível. O indivíduo cria uma organização e atribui significado para um estímulo ambíguo ou pouco estruturado.

Exemplos de pareidolia são as caras que vemos desenhadas no perfil de uma montanha, ou na fumaça que sai de uma chaminé. As pareidolias não são patológicas. Inclusive, talvez a incapacidade para formá-las pudesse ser patológica. Desse modo, são apenas um magnífico exemplo do que nossa mente é capaz de criar, de uma experiência mental anômala, sendo que o termo anomalia, nesse caso, não implica patologia, doença ou transtorno.

 

 

 

 

 

 

A pareidolia é uma distorção perceptiva

Os transtornos da percepção e da imaginação costumam ser classificados em dois grupos: distorções e enganos perceptivos. As distorções perceptivas somente são possíveis mediante a atuação dos órgãos dos sentidos.

Essas distorções perceptivas ocorrem quando um estímulo que existe fora de nós, e que é acessado pelos órgãos sensoriais, é percebido de um modo diferente do que seria normalmente percebido. A anomalia reside no fato de que as características físicas do mundo externo são percebidas de uma forma distorcida, criando outras imagens que não estão de fato lá.

Por distorção entendemos qualquer uma dessas possibilidades:

Percepção distinta da habitual e mais provável, tendo em conta as experiências prévias ou o modo como outras pessoas percebem o estímulo.
Percepção diferente da que seria a lógica se considerarmos unicamente a configuração física do estímulo. Isso acontece nas ilusões. É o caso também da pareidolia.

No caso dos enganos perceptivos, uma percepção nova é produzida. Essa nova percepção costuma conviver com o resto das percepções normais. Os enganos perceptivos não são fundamentos em estímulos existentes do mundo exterior, como acontece por exemplo com as alucinações.

 

 

 

 

 

 

Quantos tipos de distorções perceptivas existem?

Dentre as distorções perceptivas, encontramos a seguinte classificação:

– Hiperestesias e hipoestesias. São anomalias na intensidade da percepção (por exemplo, hiperalgesias e hipoalgesias, que é a condição de sentir mais ou menos dor do que o normal que o estímulo traria).

– Anomalias na percepção das características. Faz referência a visões coloridas e a mudanças na percepção da cor dos objetos.

– Metamorfosia. Supõe uma anomalia da percepção no tamanho ou na forma.

– Anomalias na integração perceptiva. São anomalias pouco frequentes que às vezes aparecem em alguns transtornos orgânicos e na esquizofrenia.

– Ilusões. Aqui temos dois tipos: de sensação de presença e as pareidolias – que são tema desse artigo.

Como podemos ver, são várias as distorções perceptivas que podemos experimentar, uma mais surpreendente que a outra. Nesse tema específico que estamos tratando, vemos que a pareidolia é apenas um tipo de distorção, sendo uma ilusão.

As ilusões: anomalias na estruturação de estímulos ambíguos

Uma ilusão pode ser descrita como uma distorção da percepção, sendo que essa é definida como uma “percepção equivocada de um objeto concreto”. Desse modo, as ilusões são percepções que não correspondem às características físicas objetivas de um estímulo concreto.

A partir de uma perspectiva psicológica clássica, as ilusões são o produto de uma disposição, ou tendência, que os humanos possuem de organizar em um todo significativo elementos mais ou menos isolados entre si em relação ao seu fundo. Existem muitos exemplos de ilusões, como a ilusão de Müller-Lyer ou de figuras reversíveis. Podemos encontrá-las facilmente na internet, e uma está abaixo. A ilusão é que apesar de não parecer, as duas linhas horizontais são do mesmo tamanho.

 

 

 

 

 

 

 

As pareidolias influenciam a cultura e as religiões humanas

Existem muitos fenômenos que, observados de maneira superficial, podem ser bastante curiosos e inclusive ser motivo de brincadeira. Esse é o caso da pareidolia. Se buscarmos na internet poderemos encontrar referências a uma fotografia de uma explosão, ou da superfície de um planeta, uma nuvem ou simplesmente uma mancha na parede, em que as pessoas declaram ver imagens religiosas, extraterrestres, rostos de pessoas, animais ou textos sagrados.

O fenômeno também pode acontecer em percepções auditivas, por exemplo no canto de um pássaro ou no eco que a pirâmide de Kukulkán em Chichen Itzá, que está na foto, faz. Também podemos notá-lo no ruído branco de uma televisão, ou em discos que são reproduzidos de trás para frente, nos quais muitos dizem que escutam mensagens satânicas.

Religiões anicônicas – que rejeitam os ícones – como a muçulmana e a judaica têm suas próprias manifestações associadas à pareidolia. Graças a ela, os muçulmanos veem o nome de Alá nas nuvens, em manchas de neve nas montanhas ou até mesmo nas auroras boreais, entre outras manifestações que já foram denominadas pareidolias muçulmanas ou milagres islâmicos.

Entre os fiéis da religião judaica, são conhecidos os chamadas códigos secretos da Torá. Neles, matemáticos especialistas em estatística acreditam encontrar textos proféticos de acontecimentos presentes e futuros. Pois bem… pensa-se que provavelmente o fenômeno é como o da pareidolia, funcionando sob o mesmo mecanismo da mente.

Um caso conhecido de pareidolia: as Faces de Bélmez

As Faces de Bélmez são um fenômeno considerado paranormal pelos adeptos da parapsicologia. Esse fenômeno consistiu na aparição de pigmentações, identificadas como rostos, no solo de uma casa localizada em Bélmez de Moraleda. Bélmez é um pequeno povoado na província de Jaén, na Espanha.

Esse fenômeno começou a ocorrer em 1971. Adeptos da parapsicologia consideraram esse caso como, sem dúvida, o fenômeno paranormal mais importante do século XX. Vários estudiosos, no entanto, já destacaram o acontecimento como uma fraude.

 

 

 

 

 

 

Isso pode ter sido percebido, erroneamente, devido ao fenômeno da pareidolia. Os rostos que apareciam na casa, na forma de umidade, podem ter sido “criados” mentalmente por distorções perceptivas. Ainda assim, os rostos que apareceram em Bélmez pareciam tão reais que também foi cogitado que tivessem sido feitos em segredo pela dona da casa.

Em todo caso, a pareidolia é um fenômeno que não deixa de nos surpreender. Tem explicações na forma como organizamos os estímulos que percebemos em nossa mente, e trata-se simplesmente de uma ilusão ou distorção perceptiva.

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*Fonte: amenteemaravilhosa

Motocross: o esporte que mais exige do psicológico?

Eu tenho lido algumas estatísticas que dizem que o Motocross é o esporte nº 1 quando se trata de exigir do seu psicológico, o que eu concordo. Alguns dizem que o futebol exige mais do psicológico. Eu suponho que tudo que foi consultado é baseado na opinião individual de cada um e na sua experiência com um esporte em particular.

Para mim, o motocross exige muito mesmo. Eu já pratiquei vários esportes diferentes por muitos anos, e o Motocross definitivamente foi o mais emocionante, excitante e pesado para o corpo.

Eu joguei baseball, futebol, futebol americano, golf, wrestling, corrida, escalada, musculação, ski, jet ski, ski na neve, surf na neve e mountain bike. Cada um desses esportes apresentam seus próprios desafios para a mente, espírito e corpo. Mas as competições que não tem uma pausa, um tempo de descanso, um banco para sentar e que “só acabam no final” são as mais exigentes.

A maioria das pessoas pensam “ah, você só senta e puxa o acelerador”, mas não é bem assim. No Motocross você uma cerca de 60% de todos os seus músculos, tudo desde seu pulso e ombros até tornozelos. Estudos mostraram que uma corrida completa de motocross, que dura cerca de 25 a 30min, é quase a mesma coisa que correr na sua máxima capacidade durante 25min. Agora, pode ser que seja só comigo, mas é uma resistência muito boa se você consegue fazer isso e ainda chegar entre os 10 primeiros da corrida.

Motocross o esporte que mais exige do psicológico

No Motocross, um piloto vai entrar numa corrida que consiste em 2 ou 3 corridas de qualificação. Cada moto corre entre 20 e 45 minutos, dependendo do evento/ localização/ ou pista. O que separa esse dos outros esportes é o peso da moto, as pistas insanas, você está constantemente puxando a alavanca da embreagem, do freio, mudando marchas, girando o acelerador, saltando pelo ar, jogando a moto para os lados nas curvas, e isso usa TODOS os músculos do seu corpo – inclusive seu cérebro – no período.

Tudo isso acontece durante 20 a 45 minutos seguidos, SEM PAUSA. Não tem tempo para descansar. Sem tempo de banco, sem pit stop. Se você nunca fez nada disso antes, então imagine só. Seus pulmões queimam, sua cabeça começa a pulsar, os músculos do seu braço começam a doer e ter cãibra (pela vibração do guidão e por puxar a alavanca mais de 100 vezes por corrida), seus bíceps, tríceps, peito, quadríceps, canela, e outros músculos QUEIMAM por meia hora ou mais… Depois tente segurar um moto de mais de 100kg e controlar todos os seus movimentos. Isso tudo é difícil, não importa quem você seja.

Para se destacar na competição, você precisa TREINAR MUITO, preparar seu corpo e mente e entrar na sua melhor forma através dos treinos DIÁRIOS. Musculação, natação, ciclismo, corrida, etc. Sendo que o treino alternativo consiste em 7 a 10 outros esportes – combinado

Eu costumo dizer que os caras e garotas que se dão melhor no esporte são aqueles que treinam muito e também tem o maior talento natural. Prodígios,se você quiser. Eles são os competidores que entenderam como gastar a menor quantidade de energia na maior quantidade de tempo, e encontraram as áreas certas na pista para se mover mais rápido durante a competição. Isso requer uma enorme percepção de profundidade, reflexos super rápidos para reagir as mudanças rápidas e movimentos, e integridade mental incomparável.

Os pilotos de motocross são feitos para operar com alta intensidade cardiovascular

Você pode nunca entender completamente essa dinâmica a não ser que experimente, então aqui vai um estudo.

Esse estudo mediu o rítmo cardíaco de pilotos de motocross enquanto completavam duas corridas (cada uma com 30min e 2 voltas). Os resultados mostraram que nas duas corridas, os pilotos operaram com 94% e 96% (respectivamente) do máximo das suas frequências cardíacas. Isso mostra que existe um incrível esforço cardiovascular no motocross. Isso supera outros esportes de mesma duração e alta intensidade, como por exemplo o mountain bike.

Imagine estar próximo do máximo da sua frequência cardíaca por quase 40min. Eu não consigo nem imaginar algum outro esporte que exige ação sem pausa por 40 minutos em que se espera 100% da performance durante todo o tempo.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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*Fonte: mxpartsblog

Colírio que cura miopia e danos nas córneas foi desenvolvido e já está patenteado por israelenses

A pesquisa

Sabendo da importância social e interacional da visão, uma equipe de cientistas israeleses da Universidade Bar-Ilan e do Centro Médico Shaare Zedeke desenvolveu um colírio capaz de reparar danos nas córneas e miopia. O colírio já foi patenteado e recebeu o nome de “nanodrops”. Seu uso, segundo informa a publicação de The Jerusalem Post promoveria o reparo gradativo dos problemas oftálmicos relatados sem a necessidade de intervenção cirúrgica.

Dr. David Smadja, que é um dos médicos responsáveis pelos estudos, relatou que ainda não existe um tempo previsto para os resultados definitivos, mas acredita que a almejada comprovoção dos estudos causará uma revolução nos tratamentos que temos hoje disponíveis.

Segundo a publicação americana da revista Good News Network e do Blog brasileiro referência em boas notícias, Razões para Acreditar, os resultados iniciais das pesquisas em animais foram tão satisfatórias que agora é uma questão de tempo para que os testes em humanos sejam realizados e o produto fique cada vez mais próximo da comercialização.

Estamos aguardando e torcendo por bons resultados. Afinal, agora sabemos que tem gente trabalhando para facilitar a nossa vida!

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*Fonte: contioutra

“O que REALMENTE significa ter ansiedade”- o texto mais extraordinário que já li sobre o tema

Este texto foi originalmente publicado no site Thought Catalog, por Kirsten Corley, e é, de longe, o texto mais simples, direto e esclarecedor que já li sobre o tema. A ansiedade, mal do século, doença que tem feito, ao longo dos anos, uma multidão de mentes cativas, é um mal a não ser desprezado, subestimado ou ignorado. É hora de encará-lo de frente. Você está pronto?

“O que realmente significa ter ansiedade”

Vai além de simplesmente se preocupar. Ansiedade significa noites em claro, conforme você suspira e vira de um lado para o outro. É o seu cérebro nunca sendo capaz de desligar. É a confusão de pensamentos que você pensa antes da hora de dormir e todos os seus piores medos se tornam realidade em sonhos e pesadelos.

É acordar cansada mesmo que o dia só tenha começado.

Ansiedade é aprender como funcionar em privação de sono porque você só conseguiu fechar os olhos às duas da manhã.
É toda mensagem que você pensa ‘como fazer isso da forma correta?’. É duas ou três mensagens que você manda caso tenha feito algo errado. Ansiedade é responder mensagens de forma embaraçosamente rápida.

Ansiedade é o tempo que você gasta esperando uma resposta enquanto um cenário se monta na sua cabeça, questionando o que a outra pessoa está pensando ou se ela está brava.

Ansiedade é a mensagem não respondida que te mata por dentro, mesmo que você diga a si mesma ‘talvez ele esteja ocupado ou irá responder depois’.

Ansiedade é a voz crítica que diz ‘talvez ele esteja só te ignorando mesmo’. É você acreditar em cada cenário negativo que você cria.

Ansiedade é esperar. Parece que você está sempre esperando.

É o conjunto de conclusões inexatas que sua mente cria, e você não tem outra escolha a não ser aceita-las.

Ansiedade é se desculpar por coisas que nem precisam ser desculpadas.

Ansiedade é duvidar de si mesma e falta de autoconfiança.

Ansiedade é ser superatenta sobre tudo e todos. Você consegue dizer se alguém mudou de humor apenas pelo tom de voz da pessoa.

Ansiedade é arruinar relacionamentos antes mesmo deles começarem. Ela te diz ‘você está enganada; ele não gosta de você e vai te deixar’. E você acredita.

Ansiedade é um estado constante de preocupação, pânico e viver no limite. É viver com medos irracionais.

É pensar demais, é se importar demais. Porque a raiz das pessoas ansiosas é se importar.

É ter mãos suadas e coração acelerado. Mas por fora, ninguém percebe. Você aparenta estar calma e sorridente, mas por dentro é o contrário.

Ansiedade é a arte da decepção por parte de pessoas que não te conhecem. E das pessoas que te conhecem, é ouvir constantemente ‘não se preocupe’, ‘você está pensando demais’, ‘relaxe’. É sobre seus amigos ouvirem suas conclusões e não entenderem como você chegou nelas.

Ansiedade é querer consertar algo que nem problema é.

É o amontoado de perguntas que te fazem duvidar de si mesma. É voltar atrás para checar novamente.

Ansiedade é o desconforto de uma festa por pensar que todo mundo está te observando e você não é bem-vinda lá.

Ansiedade é tentar compensar e agradar demais outras pessoas.

Ansiedade é estar sempre no horário porque o pensamento de chegar atrasada te deixa em pânico.

Ansiedade é o medo de fracassar e a busca incansável por perfeição. E então se punir quando você falha.

É sempre precisar de um roteiro e de um plano.

Ansiedade é a voz dentro da sua cabeça que diz ‘você vai falhar’.

É tentar suprir as expectativas dos outros mesmo que isso esteja te matando. Ansiedade é aceitar mais do que você consegue lidar para que você se distraia e não pense demais em outros assuntos.

Ansiedade é procrastinar, porque você está paralisada pelo medo de fracassar.

É o gatilho que te faz ter um ataque de pânico.

É estar quebrada na sua privacidade e chorar de preocupação quando ninguém mais está vendo.

É aquela voz crítica dizendo ‘você estragou tudo’ ou ‘você deveria mesmo se sentir um lixo agora’.

Mas mais que qualquer coisa, ansiedade é se importar. É nunca querer machucar alguém. É nunca querer fazer algo errado. Mais que tudo, é o desejo de simplesmente ser aceita e querida. Então você acaba tentando demais às vezes.
E quando você encontra amigos que entendem isso, eles te ajudam a superar juntos. Você percebe que essa pode ser uma batalha que você enfrente todos os dias, mas é uma que não precisa ser enfrentada sozinha.

 

 

 

 

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*Fonte: revistapazes

Pedalar mantém o sistema imunológico jovem

A imortalidade talvez seja um dom reservado para os humanos de um futuro muito, muito distante. Mas se manter ativo durante a vida adulta pode ajudar com algo importantíssimo: um sistema imunológico robusto que se parece décadas mais jovem do que o esperado. Essa é a descoberta de um novo estudo publicado na última semana no periódico Aging Cell.

Pesquisadores do Reino Unido examinaram o sangue de 125 pessoas com mais de 55 anos que pedalaram regularmente durante suas vidas, procurando por marcadores de produção da célula T. As células T são as principais defensoras do sistema imunológico, encarregadas de uma série de papéis, como o reconhecimento e neutralização de invasores.

Os cientistas compararam os adultos de meia idade fitness com 75 pessoas saudáveis de idades similares, mas que não se exercitavam. Além disso, também fizeram a comparação com 55 jovens adultos que não eram tão ativos. Os ciclistas mais velhos tinham no geral níveis maiores de células T jovens e recém criadas do que os pares sedentários. A surpresa foi que os níveis eram quase os mesmos encontrados no grupo mais jovem.

A descoberta sugere que o declínio gradual do nosso sistema imunológico, também conhecido como imunossenescência, pode ser algo evitável. “Concluímos que muitas características da imunossenescência podem ser conduzidas pela redução de atividades físicas com o avanço da idade”, escreveram os autores.

O estudo não é o primeiro a mostrar diferenças claras entre pessoas ativas e o restante da população. Outra pesquisa descobriu que um estilo de vida sedentário pode aumentar o risco de uma variedade de doenças crônicas como problemas cardiovasculares, obesidade e certos cânceres, especialmente conforme envelhecemos.

O novo estudo, no entanto, destaca ainda mais o papel de um sistema imunológico forte para que pessoas mais velhas se mantenham saudáveis.

“O sistema imunológico declina cerca de 2% a 3% por ano a partir dos nossos 20 anos, e é por isso que as pessoas mais velhas são mais suscetíveis a infecções, condições como artrite reumatóide e, potencialmente, câncer”, disse à BBC a coautora do estudo Janet Lord, professora e diretora do Instituto de Envelhecimento e Inflamação da Universidade de Birmingham. “O fato dos ciclistas terem um sistema imunológico de um jovem de 20 anos em vez de 70 ou 80 anos significa que conseguiram adicionar proteções a todos esses problemas”.

Nem tudo era igual entre os mais jovens e os aspirantes a modelos fitness. Os ciclistas tinham níveis maiores de memória nas células T. E os níveis de uma determinada população de células imunológicas, conhecidas como células T CD28−ve, CD57+ve, eram iguais entre os idosos ativos e não ativos.

Acredita-se que presença de ambos os tipos de células T aumentam ao passo que somos expostos a mais invasores ao longo da vida, dizem os pesquisadores. Isso sugere que mesmo as pessoas mais ativas mostrarão alguns sinais de desgaste à medida que envelhecem.

Ainda assim, os pesquisadores teorizam que permanecer ativo não só protegem de doenças como câncer, mas também aumenta a eficácia de vacinas. Eles planejam estudar o mesmo grupo de ciclistas para testar sua teoria sobre as vacinas.

 

 

 

 

 

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*Fonte: gizmodo

Fui entender como a neurociência quer hackear nossos cérebros

Antes de entrar na palestra “Hack The Brain: The Power of Neuroenhancement”, aqui no SXSW, não tinha realizado exatamente como os convidados trariam esse tema sem parecer algo sobre ficção científica. Até porque, num painel com um neurocirurgião, uma comunicadora e um professor de Stanford, eu não sabia muito o que esperar.

Eles começaram da forma mais simples, explicando quase que literalmente o que o título da palestra queria dizer: o poder do aprimoramento da neurociência na vida das pessoas.

Resumidamente, eles disseram que já existe uma tecnologia, que não é a ritalina, capaz de reprogramar as funções do cérebro e deixá-lo melhor e que isso realmente mudaria a forma de vida da sociedade.

Mas, como isso funcionaria na vida real?

Imagine doenças cognitivas como Alzheimer, que destrói a memória e outras funções mentais importantes. Agora imagine que essa tecnologia aliada à neurociência estão trabalhando para conseguir reprogramar o cérebro de pessoas que sofrem com a doença, “trocando os fusíveis” e apagando essas falhas, trazendo essas pessoas à vida normal novamente.

Implantando um chip, a tecnologia de neuroenhancement é capaz de mudar comportamentos e vícios do cérebro, como alcoolismo e anorexia, por exemplo. Isso acontece através de um estimulo o córtex, que pode inclusive curar pessoas com depressão.

Além de doenças, essa tecnologia também seria capaz de melhorar nosso potencial intelectual. Um pouco sobre como a ritalina age, mas muito mais poderoso e menos temporário. Você seria capaz de armazenar mais dados, avaliar melhor suas decisões, aproveitar o poder do seu consciente, prestar atenção em tudo que desejasse e tomar decisões muito mais assertivas.

Tudo parece maravilhoso, certo? Quase levantei a mão e perguntei em qual sala estavam implantando o chip.

Mas, existem riscos. Os convidados deixaram isso muito claro apesar de serem entusiastas e otimistas: não é tão permanente como se pensou. As doenças cognitivas, por exemplo, podem voltar em 10 ou 20 anos depois de implementar o chip no paciente.

Mas, não é apenas sobre isso. Com opiniões a favor e contra, os palestrantes trouxerem um ponto de vista interessante: o acesso a esse tipo de tecnologia será restrita o que poderia ser injusto para as camadas menos favorecidas da sociedade.

E o que isso implica? Num problema usual em países com desigualdade: os mais ricos teriam acesso à tecnologia, teriam mais chances nas melhores vagas de emprego (além de terem mais chances de sobreviver a uma doença, já que teriam dinheiro para pagar pelo chip).

A falta de acesso por todas as camadas da sociedade é problema que está sempre por perto, mas Henry Greely, professor de Stanford, disse algo para se pensar: “Quando o celular surgiu, apenas os mais favorecidos tinham acesso, poucos anos se passaram e hoje já são 5 bilhões de aparelhos no mundo”. A evolução é exponencial, mas o começo nem sempre é fácil.

Enfim, tudo isso parece muito maravilhoso, principalmente sobre o ponto de vista de exterminar doenças cognitivas e acabar com o sofrimento das pessoas, mas será que estamos preparados para melhorar a capacidade do nosso cérebro?

E mais: será que nós vamos saber lidar com os dados que os nossos pensamentos irão produzir e que estarão disponíveis? Essa preocupação já é real. O Facebook já tem disponível uma tecnologia que lê seus pensamentos e escreve o seu post sem que você precise digitar.

A grande questão é: quem vai ter acesso ao nosso pensamento nesse caso? O Facebook? A partir do momento que eu uso essa tecnologia, eles estão permitidos a controlar ou raquear meus pensamentos?

Fica aqui essa questão. São prós e contras como tudo na vida. Tudo tem a ver com aprimoramento, mas também com privacidade.

Na minha opinião, tudo que tem propósito faz sentido. Então, se for para aliviar o sofrimento humano com relação a doenças cognitivas, you go guys! Se for para tornar possível aprender uma língua nova apenas implantando um chip, you go too. Mas, se for para ter direitos sobre os meus pensamentos, thanks but no thanks.

Já dividimos dados demais por aí e meu pensamento é a única coisa que ainda é minha propriedade. Por isso, Mr. Zuckerberg, prefiro continuar perdendo tempo digitando, até porque eu adoro um textão.

Entre a invenção da roda e o lançamento da primeira nave espacial, uma coisa continua a mesma: a vontade humana de se recriar e ser impulsionada adiante.

Assim é o SXSW 2018. E esse é o DNA Hypeness.

O futuro é mais rápido, desafiador e inspirador do que se poderia imaginar. E é por isso que nossa passagem por Austin, para ver o SXSW de pertinho, tem um só objetivo: trazer para você hoje o que pode mudar o mundo amanhã.

*Por Janaína Navarrette

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*Fonte: hypeness

O segredo da juventude? Vinho tinto e chocolate amargo

O segredo para manter as células jovens passa por comer chocolate amargo e beber vinho tinto. Parece bom demais? A revelação é de um estudo

Foram descobertas as propriedades rejuvenescedoras de uma substância presente no chocolate amargo e no vinho tinto, o resveratrol.

Presente naturalmente em uvas tintas, cacau e amoras (entre outros), o polifenol com propriedades antioxidantes presente nas uvas consegue devolver às células antigas o aspeto e o comportamento que tinham quando eram novas, revela um estudo das universidades de Exeter e de Brighton, no Reino Unido.

Para o estudo, foram aplicadas substâncias sintéticas baseadas em resveratrol em várias culturas de células.

Os genes responsáveis pela mitose – o processo de divisão e multiplicação celular – tendem a deixar de funcionar progressivamente, à medida que as células envelhecem. No entanto, a aplicação dos análogos de resveratrol reacendeu este processo nas células.

Após algumas horas de exposição, as células mais velhas começaram a dividir-se mais ativamente. Os seus telómeros – as “capas protetoras” dos cromossomas – que tendem a diminuir de tamanho com a idade, também aumentaram de tamanho.

O resultado surpreendeu. “Quando eu vi algumas das células das culturas a rejuvenescer não pude acreditar. Aquelas células velhas pareciam-se com células novas. Foi como por magia”, descreve Eva Latorre, a investigadora da Universidade de Exeter que conduziu as experiências.

Um dos motivos de nos tornarmos mais suscetíveis a doenças com a idade tem a ver com a acumulação de células senescentes no nosso organismo, que não funcionam tão bem quanto as suas contrapartes mais novas.

“Os nossos dados sugerem que usar químicos para voltar a ativar a maior parte dos genes que são desativados enquanto envelhecemos pode restaurar as funções das células antigas”, diz em comunicado Lorna Harries, professora de genética molecular na Universidade de Exeter.

A equipe considera que as suas observações poderão contribuir para oferecer a todos um envelhecimento com mais qualidade. “Este é o primeiro passo na tentativa de fazer com que as pessoas tenham saúde ao longo da sua vida”, acrescenta Harries.

Este estudo pode vir a ser útil inclusivamente no combate ao desenvolvimento de doenças degenerativas.

Já não é a primeira vez que o vinho surpreende pelos seus benefícios. Desde o aumento da fertilidade à prevenção de problemas cardíacos, o “néctar de Baco” é sem dúvida um grande aliado da saúde – quando consumido em moderação, claro.

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*Fonte: revistaprosaversoearte

7 Hábitos das pessoas cronicamente infelizes

Eu costumo ensinar sobre a felicidade e, quanto mais aprendo sobre isso, muito mais claros se tornam os hábitos de quem não é feliz.

Há sete características que pessoas infelizes apresentam cronicamente.

De acordo com Sonja Lyubomirsky, pesquisadora da Universidade da California: “40% da nossa da nossa capacidade de sermos felizes depende de nós mesmos.”

Se isso é verdade, e é, há esperança para todos nós. Há bilhões de pessoas no nosso planeta e sabemos claramente que algumas são verdadeiramente felizes. O resto de nós oscila entre felicidade e infelicidade, dependendo do dia.

Ao longo dos anos, eu aprendi que há certos traços e hábitos crônicos que pessoas infelizes parecem ter dominado. Mas antes de lhes mostrar, deixe-me lembrar: todos nós temos dias e até mesmo semanas ruins.

A diferença entre uma vida feliz e infeliz é quantas vezes e quanto tempo vamos ficar lá.

Aqui estão as sete características de pessoas cronicamente infelizes:

1. Sua crença padrão é que a vida é dura.

As pessoas felizes sabem que a vida pode ser dura e tendem a passar por momentos difíceis com uma atitude de enfrentamento e não de vitimização. Elas assumem a responsabilidade sobre seus atos e ficam focadas em resolver o problema o mais rápido possível.

A perseverança na direção da resolução de problemas é uma característica de uma pessoa feliz. As pessoas infelizes se veem como vítimas da vida e ficam presas no “olha o que aconteceu comigo”, em vez de encontrar um caminho para se livrar do problema.

2. Acreditam que a maioria das pessoas não é confiável.

Existe um discernimento saudável entre relações que são boas e as que são más para nós, mas, a maioria das pessoas felizes tende a confiar em seus companheiros. Elas acreditam no lado bom das pessoas em vez de achar que são perseguidas por todo mundo que está lá fora, pronto para pegá-las. Geralmente, são mais abertas e amigáveis com as pessoas que encontram. As pessoas felizes alimentam um sentimento de comunidade em torno de si e conhecem novas pessoas com o coração aberto.

As pessoas infelizes são desconfiadas e assumem previamente que estranhos não podem ser confiáveis. Infelizmente, esse comportamento começa lentamente a fechar a porta para qualquer conexão fora de um círculo interior e frustra todas as chances de encontrar novos amigos.

3. Concentram-se no que está errado neste mundo, em vez de se focarem no que está certo.

Há muita coisa errada nesse mundo, mas, as pessoas infelizes fecham os olhos para o que está realmente certo por aqui e se concentram no que está errado. Você pode reconhecê-los a um quilômetro de distância, eles serão os únicos que se queixam e respondem a quaisquer atributos positivos de nosso mundo com “sim, mas”.

As pessoas felizes são conscientes das questões globais, mas, equilibram a sua preocupação com o que é certo. Eu gosto de chamar isso de manter os dois olhos abertos. As pessoas infelizes tendem a fechar um olho em direção a algo de bom nesse mundo para não se distrair do que é errado. As pessoas felizes mantêm a vida em perspectiva. Elas sabem que o nosso mundo tem problemas, todavia, elas também mantêm um olho sobre o que é certo.

4. Comparam-se aos outros e são invejosas.

As pessoas infelizes acreditam que a sorte de outro alguém rouba a sua própria sorte. Elas acham que não há coisas boas o suficiente para todos e constantemente comparam o que têm com o dos outros. Isso leva à inveja e ressentimento.

As pessoas felizes sabem que a sua boa sorte e circunstâncias de vida são apenas sinais de que elas também podem aspirar a novas conquistas. As pessoas felizes acreditam que elas carregam um modelo único que não pode ser duplicado ou roubado por qualquer pessoa no planeta. Elas acreditam em possibilidades ilimitadas e não se atolam pensando que a boa sorte de uma pessoa é algo limitado.

5. Esforçam-se para controlar tudo.

As pessoas felizes dão alguns passos por dia para atingir seus objetivos, mas percebem, no final, que há muito pouco controle sobre o que fazemos e que a vida joga à sua própria maneira.

As pessoas infelizes tendem a tentar controlar todos os resultados e se desmoronam em uma exibição dramática quando algo não dá certo. As pessoas felizes podem ser tão focadas quanto, mas ainda têm a capacidade de seguir o fluxo e não se acabarem quando surgem os obstáculos.

A chave aqui é estar focado e orientado para o gol, mesmo sabendo que o jogo pode ter que mudar.

6. Consideram o futuro com preocupação e medo.

As pessoas infelizes enchem seus pensamentos sobre como TUDO poderia dar errado.

As pessoas felizes assumem uma saudável dose de ilusão e se permitem sonhar com o que elas gostariam de ter na vida. As pessoas infelizes preenchem esse espaço da cabeça com constante preocupação e medo.

Pessoas felizes sentem medo e preocupação, mas fazem uma importante distinção entre sentir e viver. Quando o medo ou preocupação passam por suas cabeças, elas vão se perguntar se existe uma medida que pode ser tomada para evitar que o problema aconteça (há responsabilidade novamente). Se não, elas percebem que estão exagerando e deixam o assunto para lá.

7. Enchem suas conversas com fofocas e reclamações.

As pessoas infelizes gostam de viver no passado. O que aconteceu com elas e as dificuldades da vida são sempre a escolha da conversa. Quando elas pensam em coisas para dizer, elas preenchem sua conversa falando da vida dos outros e fazendo fofocas.

As pessoas felizes vivem no agora e sonham com o futuro. Você pode sentir a energia positiva delas. Elas são animadas com o que estão fazendo, gratas pelo que elas têm e sonhando com as possibilidades da vida.

Obviamente, nenhum de nós é perfeito. Todos nadaremos em águas negativas de vez em quando, mas o que importa é o tempo que ficamos lá. Ter hábitos positivos diariamente é o que diferencia as pessoas felizes das pessoas infelizes. Não é necessário fazer tudo perfeitamente.

Caminhe, caia, levante novamente, repita. É no levantar-se que reside toda a diferença.

*Por Tamara Star

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*Fonte: fasdapsicanalise

Nova pesquisa diz que beber vinho antes de dormir faz você perder peso

O vinho não só têm o dobro do teor de álcool da maioria das cervejas, como também é repleto de antioxidantes, e pesquisadores encontraram evidências de que ele pode até mesmo ajudá-lo a perder peso, se você beber antes de deitar.

Cientistas da Universidade do Estado de Washington e Harvard descobriram uma substância química no vinho, chamada resveratrol, que impede as células de gordura do corpo de adquirirem mais gordura. Eles descobriram que beber dois copos de vinho por dia pode ajudar a reduzir o risco de obesidade em cerca de 70 por cento.

Parte da razão pela qual o vinho é recomendado à noite é que suas calorias ajudam a manter a sua sensação de saciedade, reduzindo os seus desejos de se alimentar tarde da noite.

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Outro estudo, da Universidade da Dinamarca, também revelou uma relação distinta entre cintura e consumo de vinho: as pessoas que bebem vinho todos os dias têm cinturas mais finas do que aquelas que não o fazem.

E, se você precisa de mais alguma razão para comprar algumas garrafas de vinho, o estudo de Harvard sobre o ganho de peso descobriu que das 20.000 pessoas testadas, cada uma que ganhou uma quantidade significativa de peso não bebe álcool!

Então, agora que você tem um pouco de apoio da ciência, não fique envergonhado por seu vício moderado pelo vinho; é algo a ser comemorado!

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*Fonte: osegredo

Como usar a medicina natural para tratar problemas respiratórios

O período que antecede o inverno é também conhecido como a época do ano na qual as bactérias se desenvolvem e começam a se preparar para o “auge” da temporada. Prova disso são doenças como a gripe, asma e a bronquite, que alcançam seus maiores índices anuais quando o clima inicia sua transição para a estação de inverno.

Para prevenção e combate de todas as doenças, o Ministério de Saúde realiza todos os anos campanhas que estimulam a população a se conscientizar e proteger contra os males das bactérias. Mesmo assim, todos anos vê-se uma grande quantidade de pessoas infectadas por doenças que poderiam ser evitadas com pequenas mudanças de hábito e cuidado.

Principalmente para casos especiais, quando a doença é crônica, os cuidados devem ser ainda maiores, para que o indivíduo não sofra com as alterações climáticas – característica desta época. Pensando nisso, descubra algumas maneiras práticas de como usar a medicina natural para tratamento e prevenção de doenças respiratórias:

Alho

Nem todos sabem, mas o alho, poderoso ingrediente culinário, é também fonte de propriedades medicinais extremamente eficientes no tratamento de alergias respiratórias, apresentando características benéficas no combate de problemas muito comuns como gripes e fortes resfriados.

Como receita, recomenda-se a ingestão de um simples dente de alho para melhoria de saúde do indivíduo.

Suco de limão

A vitamina C é, sem dúvidas, uma das melhores fontes para fortalecimento do sistema imunológico e proteção contra problemas respiratórios. E nada mais saboroso do que um belo suco de limão para abastecer o organismo e protegê-lo de bactérias invasoras.

Vale salientar que, além de otimizar a defesa do sistema imunológico, o suco de limão é também responsável por agir como antisséptico nas vias respiratórias, fazendo com que os pulmões recebam o oxigênio com maior qualidade.

Exercícios e bastante água

Pensando no bom funcionamento dos pulmões e no próprio metabolismo, a prática de exercícios físicos e consumo de água são duas ótimas maneiras de melhorar a proteção do organismo contra as doenças. Através das atividades, os pulmões são fortalecidos e se tornam mais resistentes à virose.

Claro que, para situações especiais, como o caso da asma, é preciso redobrar a atenção para praticar os exercícios. Mas para isso, basta consultar um profissional para que o mesmo elabore um cronograma de atividades condizente com suas condições físicas ideais. Não esqueça de se hidratar com alguns copos d’água diário, fazendo com que o seu corpo reaja da melhor maneira.

Suco de mel com agrião

A receita é conhecida por sua efetividade no tratamento de problemas como a bronquite e a asma. O remédio caseiro é um excelente descongestionante, responsável por limpar as vias respiratórias e melhorar a passagem do ar.

Com um modo de preparo bem prático, a receita do suco de mel com agrião deve ser preparada com meio copo de água, um copo de suco de laranja, dois ramos de agrião, meia cenoura e uma colher de sopa de mel, batendo todos os ingredientes no liquidificador. Através dessa combinação, a receita beneficia o organismo agindo como expectorante.

Xarope de Maçã

Por fim, o xarope de maçã é também um dos mais reconhecidos métodos utilizados pela medicina natural para tratamento dos problemas respiratórios. Trazendo a sensação de alívio e conforto para o pulmão e vias respiratórias, a receita caseira leva apenas duas maçãs (sem casca), meio litro de água e três colheres de açúcar como ingredientes.

Em sua preparação, o remédio natural cozinha as maçãs (picadas) junto da água em um recipiente e, então, a mistura é coada para extração do suco da maçã. Em seguida, o açúcar é acrescentado e a receita volta ao fogo por mais 15 minutos. No final, o xarope deve ser armazenado em um recipiente de cor escura.

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*Fonte: pensamentoverde

Cientistas descobrem como desligar a ansiedade

O interruptor é uma proteína que controla a emissão de neurotransmissores ligados à sensação de medo e nervosismo.

E se existisse um interruptor da ansiedade, que você pudesse ligar e desligar a hora que quisesse? Pois é nisso que alguns cientistas da Universidade da North Carolina estão trabalhando. O foco da pesquisa são pequenas proteínas cerebrais que podem ser a resposta para tratar várias doenças mentais, sendo a ansiedade a principal delas.

Essas tais proteínas, chamadas receptores de opioides Kappa (KORs, na sigla em inglês), têm um papel importante na liberação de um neurotransmissor ligado à dor e às alterações de humor, o glutamato. As KORs são justamente a porta desse neurotransmissor: é como se elas fossem um portão que regula a sua saída do cérebro para o corpo. O que os cientistas descobriram é a chave para abrir e fechar este portão.

O problema é que os pesquisadores ainda não compreendem totalmente como essa chave funciona, e nem os possíveis efeitos desse abre e fecha no organismo. Eles só sabem que funciona. Eles usaram ratos de laboratório para estudar o mecanismo: os bichinhos tiveram as KORs ligadas e desligadas em situações com diferentes níveis de stress, como, por exemplo, ser colocado em um campo aberto – o que é bastante assustador se você tiver o tamanho de um rato.

A partir daí, eles perceberam que o comportamento das cobaias mudava bastante de uma situação para a outra. Quando as proteínas estavam desligadas, os ratinhos mostravam sinais de estar menos ansiosos: eles permaneciam mais tempo no espaço aberto, e não ficavam tão agitados buscando abrigo. Quando os neurotransmissores saíam do cérebro de uma forma normal, acontecia o oposto: eles entravam em pânico e ficavam o tempo todo tentando achar abrigo.

Os resultados indicam que as proteínas em questão podem realmente ser portas que fecham o caminho da ansiedade no cérebro. Ainda não se sabe se elas funcionam da mesma forma no cérebro dos ratos e no dos humanos, mas como as estruturas das duas espécies são similares e como nós também temos as KORs, os cientistas estão confiantes para começar testes em humanos em breve.

O próximo passo para o estudo dessas portas é explorar as diferentes formas de ansiedade, suas causas e seus diferentes impactos no organismo humano. Essa fase é importante para que os cientistas possam identificar os usos mais corretos das proteínas em cada neurotransmissão, já que as quantidades de glutamato que saem do cérebro são diferentes em cada situação.

As KORs são conhecidas há pelo menos 20 anos na ciência e são, inclusive, a base para o funcionamento de alguns analgésicos e de medicamentos que tratam a adicção. Mas foi a primeira vez que os cientistas conseguiram estudar os efeitos dessas proteínas sobre as variações de humor – e, efetivamente, desligar essas pequenas portas.

Mas então, por que a gente não desliga tudo de uma vez? Afinal, ninguém gosta de ficar suando frio. Acontece que a ansiedade tem um papel muito importante nas nossas vidas: ela nos avisa sobre situações de perigo, nos ajuda a ficar espertos e prepara nossa cabeça para importantes eventos futuros. É só imaginar o que poderia acontecer com um ratinho desses se ele não ficasse ansioso em espaços abertos: ele seria uma presa muito fácil.

O problema real, que é o que os cientistas buscam solucionar, é quando os sintomas da ansiedade são constantes e interferem nas atividades do dia a dia e na nossa capacidade de viver uma vida normal. Essa situação configura o transtorno de ansiedade, termo guarda-chuva que abrange várias doenças, como a síndrome do pânico, a fobia social e as fobias específicas. Para dar uma ideia, só no Brasil, cerca de 47 milhões de pessoas sofrem com o transtorno em suas diferentes formas. Por isso, a descoberta, se levada adiante, pode ajudar muita gente a ter uma vida mais equilibrada.

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*Fonte: fasdapsicanalise

Dez mitos e verdades sobre a calvície e a queda de cabelos

Cortar o cabelo, evitar o chapéu ou usar máscara de ovos. A cultura popular está cheia de recomendações para prevenir ou reverter a calvície, uma condição que afeta mais de 50% dos homens a partir dos 50 anos e das mulheres a partir dos 65 anos, segundo dados do NHS, o serviço de saúde pública britânico.

Mas o que será que realmente funciona? Consultamos especialistas para desvendar dez das crenças mais comuns sobre o tema e saber quais delas são verdadeiras.

1. “Raspar a cabeça evita a calvície”

É habitual ver homens rasparem a cabeça quando começam a perder o cabelo. Mas os que fazem isto pensando em estimular o crescimento dos fios estão equivocados. Isto porque a raspagem não afeta o desenvolvimento do folículo, que é onde fica a raiz do fio de cabelo.

“Quando você raspa a cabeça, pode a irritar o couro cabeludo e levar ao nascimento de fios mais finos, o que deixará a calvície mais aparente”, afirma o médico Robinson Guerrero, da Clínica Guerrero, em Santiago do Chile.

Para Ralista Bozhinova, especialista em perda de cabelo da Clínica Belgravia, de Londres, uma das empresas líderes no setor, raspar ou cortar não influencia no crescimento do cabelo.

Uma terceira especialista, a cirurgiã de transplante capilar Thomy Kouremada-Zioga, da clínica londrina The Private Clinic, diz que isto pode danificar seriamente a raiz e, em alguns casos, levar à perda de cabelo permanente.

Sobre se cortar o cabelo (e não raspá-lo) seria uma alternativa melhor, todos concordam que isto não afetaria o ciclo de crescimento do cabelo, embora Bozhinova ressalte que o cabelo “parecerá esteticamente mais saudável quando recém-cortado”.

 

2. “Lavar o cabelo com frequência faz mal”

Alguns dizem que as substâncias químicas presentes no xampu podem danificar o couro cabeludo quando lavado com muita frequência. Os especialistas garantam que esse é outro mito.

“O cabelo deveria ser lavado todos os dias ou pelo menos a cada dois dias, embora isto dependa do tipo de cabelo da pessoa”, explica Guerrero.

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É o que também destaca Bozhinova: “Se você tem a pele mais seca não é preciso lavar o cabelo tão frequentemente, mas se o seu cabelo é oleoso, você deveria aumentar a frequência para retirar a oleosidade que bloqueia o folículo”.

3. “Não se deve usar secador de cabelo”

De forma geral, especialistas dizem que isto não é verdade, mas alguns cuidados são necessários.

“Desde que não provoque queimaduras ou que não se puxe muito o cabelo na hora de secá-lo, não há nenhum risco”, afirma a especialista da Belgravia.

Mas a cirurgiã Zioga recomenda que “o secador seja usado o mínimo possível e que se prefira o ar frio para evitar que o cabelo esquente e irrite a raiz”.

4. “Evite escovar muito o cabelo”

Isto não tem base científica, segundo os especialistas.

“A única coisa que pode ocorrer é o fio ficar preso no pente ou na escova, e isso pode levar à impressão de que os cabelos estão frágeis ou caindo”, disse Bozhinova.

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“Na verdade, quanto mais se escova, se for com suavidade, melhor”, acrescenta Zioga.

A razão: “Isto aumentará a circulação sanguínea e ajudará o crescimento”.

5. “Usar elásticos de cabelo leva à queda de cabelo”

Outra afirmação que não fica de pé.
Mas é bom evitar esticar demais o cabelo na hora de prendê-lo para não arrancar os fios.

6. “Chapéu faz o cabelo cair”

Também não é verdade. Mas, como os elásticos de cabelo, deve-se evitar que ele aperte a cabeça, afirmam Guerrero e Bozhinova.

Zioga, no entanto, recomenda não usá-lo muito frequentemente e, quando o fizer, tomar cuidado para que não fique muito apertado, já que isto pode bloqueará a circulação sanguínea que estimula o crescimento do cabelo.

7. “Se ficou grisalho, não ficará calvo”

Esse é outro mito, segundo a especialista da clínica Belgravia.

“Tenho pacientes com e sem cabelos grisalhos que sofrem com a perda de cabelo, não há distinção”, garante a médica.

A calvície é em grande parte um fator genético, mas também um sintoma do envelhecimento e uma consequência da falta de cuidado com o cabelo.

8. “A dieta afeta o cabelo”

Isso tá certo. A deficiência de vitaminas pode ser muito prejudicial para nosso cabelo, como ao resto do corpo.

Zioga considera este um fator de risco especialmente para homens com predisposição genética à calvície. “Uma dieta pobre pode piorar e acelerar sua condição”, afirma.

Além disso, a médica destaca que “o que faz o cabelo crescer é a proteína” e alerta que os vegetarianos devem assegurar que tenham uma dieta com as proteínas necessárias para reduzir as chances de sofrer de calvície.

9. “Os esteroides aceleram a queda de cabelo”

Outra verdade: alguns esteroides usados no treinamento físico têm altos níveis de dihidrotestosterona, um hormônio presente na testosterona responsável pela alopecia androgenética – a calvície ligada à predisposição genética.

“O consumo destes esteroides pode acelerar a queda de cabelo”, alerta Ralista Bozhinova.

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Os demais especialistas também desaconselham o uso de esteroides a não ser que seja sob prescrição médica.

10. O mito dos remédios caseiros

Ovo, vinagre, mel, bicarbonato… Muitos são os produtos que prometem ajudar a prevenir a queda ou fazer que o cabelo volte a crescer.

Mas nada mais distante da realidade, segundo os especialistas.

“Isto pode ter um efeito estético, como uma máscara, mas não terá efeito na prevenção da queda e muito menos em recuperar o cabelo já perdido”, afirma a especialista em medicina capilar Bozhinova.

Zioga concorda: “Ele parecerá mais saudável e mais suave, mas isto não ajudará o cabelo a voltar a crescer”.

O que funciona?

De acordo com os especialistas, o que está cientificamente comprovado para recuperar o cabelo são os remédios à base de finasterida, como o propecia, e os enxertos de cabelo.

Para Ralista Bozhinova, o laser de baixa intensidade não serve como único tratamento, mas ajuda a melhorar a circulação sanguínea. Já outros especialistas discordam de sua eficácia.

Como recomendações gerais, os especialistas consultados pela BBC Mundo, o serviço em espanhol da BBC, indicam que não se deve maltratar o cabelo, submetê-lo a altas temperaturas, nem esticá-lo ou apertá-lo demais nos penteados.

Também recomendam uma dieta saudável, além de escovar e lavar com frequência, de preferência com um xampu neutro.

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*Fonte: bbc Brasil

Almoço sem carne: veja 5 alternativas para montar o seu cardápio para a refeição

Quando o assunto é consumo de carne ao redor do mundo, há espaço para muita discussão: enquanto alguns indivíduos criticam fervorosamente a matança de animais, outras não abrem mão de uma refeição com um bife. Na verdade, porém, reduzir a quantidade de carne consumida é importante para o planeta em várias esferas — inclusive no que diz respeito à sustentabilidade e economia.

Isso porque o gado mundial ocupa cerca de um quarto do total da área terrestre, e segue se expandindo e levando ao desmatamento. Os animais também consomem grande parte dos recursos naturais, especialmente a água: para cada quilo de carne, são consumidos 43 mil litros de água.

Muitos dos vegetais também vão parar no estômago das vacas e bois, entre outros animais, sendo que um terço dos grãos no mundo são destinados à alimentação de gado. Para completar, esses animais também são considerados um dos principais causadores do efeito estufa, devido à sua flatulência em grande escala.

Portanto, diminuir o consumo de carne é importante para todos. Você não precisa virar vegetariano de uma hora para outra, mas certamente pode ajudar um pouquinho. Para isso foi criado o movimento “Segunda Sem Carne”, incentivando a redução do consumo de carne em pelo menos um dia na semana. Então, que tal ter algumas ideias para um almoço sem carne?

5 alternativas para um almoço sem carne:

Legumes, tubérculos e raízes

Os legumes são ótimos para construir pratos sem carne, e não apenas para substituir a mistura. É possível usá-los para fazer muitas refeições, como macarrão de batata-doce, sopa de abóbora ou nhoque de batata e cenoura.

Grãos

Grãos são essenciais para um cardápio saudável, e também oferecem várias possibilidades de receita. Tente fazer um risoto 7 grãos, por exemplo, ou até mesmo um hambúrguer de grão-de-bico.

Carne de soja

Nem todos concordam, mas muitas pessoas adotam a carne de soja como substituta da carne vermelha e ficam muito satisfeitas com o resultado. A soja faz muito bem ao organismo e pode formar pratos bem gostosos, como um estrogonofe de carne de soja.

Pão

Pães devem ser consumidos com cuidado, já que contém carboidratos, mas isso não quer dizer que eles não possam fazer parte da hora do almoço de vez em quando. Que tal tentar algumas almôndegas de pão, ou talvez uma sopa de legumes servida no pão?

Substituições

Além da soja, há várias outras maneiras de substituir ingredientes em refeições tradicionais. É possível fazer pastéis de milho, sobremesas de abóbora (doces ou salgadas), lasanhas de berinjela, cuscuz marroquino com legumes… tudo o que sua criatividade permitir.

Vale lembrar que algumas pessoas ainda incluem a carne de peixe como alternativa para a dieta, já que não se trata de carne vermelha. Ainda assim, é possível ter um ótimo almoço sem carne e sem sentir falta dela!

 

 

 

 

 

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*Fonte: pensamentoverde

Bebida alcoólica danifica seu DNA e aumenta os riscos de câncer, demonstra novo estudo

Cientistas mostraram como o álcool danifica o DNA em células-tronco, ajudando a explicar porque beber aumenta seu risco de câncer, de acordo com pesquisa financiada pela Cancer Research UK e publicada na Nature.
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Muitas pesquisas anteriores que analisam as formas precisas em que o álcool causa câncer foram feitas em culturas celulares. Mas, neste estudo, os pesquisadores usaram ratos para mostrar como a exposição ao álcool provoca danos genéticos permanentes.

Cientistas do MRC Laboratory of Molecular Biology, em Cambridge, deram álcool diluído, quimicamente conhecido como etanol, aos ratos. Eles então usaram análise de cromossomo e sequenciamento de DNA para examinar o dano genético causado pelo acetaldeído, um produto químico prejudicial produzido quando o corpo processa o álcool.

Eles descobriram que o acetaldeído pode quebrar e danificar o DNA dentro de células- tronco do sangue levando a cromossomos rearranjados e alterando permanentemente as sequências de DNA dentro dessas células.

É importante entender como o modelo de DNA nas células-tronco é danificado, porque quando células-tronco saudáveis se tornam defeituosas, elas podem dar origem ao câncer.

Essas novas descobertas, portanto, nos ajudam a entender como beber álcool aumenta o risco de desenvolver 7 tipos de câncer, incluindo tipos comuns como de mama e intestinal.

O professor Ketan Patel, cientista e autor que conduziu o estudo, com parte financiado pela Cancer Research UK, no Laboratório de Biologia Molecular da MRC, disse: “Alguns tipos de câncer se desenvolvem devido ao dano do DNA em células-tronco. Enquanto alguns danos ocorrem por acaso, nossos achados sugerem que beber álcool pode aumentar o risco desse dano”.

O estudo também examinou como o corpo tenta se proteger contra danos causados pelo álcool. A primeira linha de defesa é uma família de enzimas chamadas aldeído desidrogenases (ALDH, em inglês). Essas enzimas quebram o acetaldeído nocivo, no acetato, que nossas células podem usar como fonte de energia.

Em todo o mundo, milhões de pessoas, particularmente as do Sudeste Asiático, carecem dessas enzimas ou carregam versões defeituosas delas. Então, quando eles bebem, o acetaldeído se acumula, o que provoca uma aparência corada, e também leva a que se sintam mal.

No estudo, quando os ratos que não possuíam a enzima ALDH crítica – ALDH2 – receberam álcool, resultou em quatro vezes mais dano do DNA em suas células em comparação com ratos com a enzima ALDH2 que funcionava por completo.

A segunda linha de defesa utilizada pelas células é uma variedade de sistemas de reparo de DNA que, na maioria das vezes, permitem corrigir e reverter diferentes tipos de danos ao DNA. Mas eles nem sempre funcionam, e algumas pessoas carregam mutações que significam que suas células não conseguem realizar esses reparos efetivamente.

O professor Patel acrescentou: “Nosso estudo destaca que não ser capaz de processar álcool de forma eficaz pode levar a um risco ainda maior de danos causados pelo álcool e, portanto, levar a certos tipos de câncer. Mas é importante lembrar que a eliminação de álcool e os sistemas de reparo de DNA não são perfeitos e o álcool ainda pode causar câncer de maneiras diferentes, mesmo em pessoas cujos mecanismos de defesa estão intactos”.

A professora Linda Bauld, especialista em pesquisa contra câncer do Cancer Research, afirmou: “Esta pesquisa provocante destaca o dano que o álcool pode fazer em nossas células, custando a algumas pessoas mais que apenas a ressaca do dia seguinte.”

“Sabemos que o álcool contribui para mais de 12.000 casos de câncer no Reino Unido a cada ano, então é uma boa ideia pensar em diminuir o valor que você bebe”.

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*Fonte: sociedadecientifica

Dormir virado para o lado esquerdo é melhor para sua saúde!

Nosso tempo de sono é fundamental para nossa saúde, e um estudo de origem holandesa que foi divulgado na revista americana The Journal of Clinical Gastroenterology, mostra uma nova descoberta para a busca da saúde ideal: dormir virado para o lado esquerdo é a melhor maneira de garantir nossa saúde e bem-estar.

Ayurveda, um dos mais antigos sistemas de saúde da humanidade, desenvolvido pelos indianos, também apoia o fato de que dormir do lado esquerdo pode ser fundamental para a melhor saúde de muitas pessoas.

Colocamos abaixo 7 benefícios de dormir virado para o lado esquerdo:

1.  Melhora da função cardíaca
Quando dormimos virados para o lado esquerdo, melhoramos o funcionamento de nossos corações, porque esse é o lado que bombeia sangue do coração para o corpo.

Podemos também melhorar nossa circulação com a gravidade ajudando a aorta e a veia cava inferior (que está ligada ao lado direito da coluna vertebral) a transportarem o sangue desoxigenado para os nossos corações.

2. Faz bem para as mulheres grávidas
Apesar de não haver nada de errado em dormir do lado direito, quando as mulheres grávidas optam pelo lado esquerdo, estão se beneficiando grandemente, especialmente na reta final da gestação.

Dormir virado para o lado esquerdo ajuda na circulação sanguínea e na melhora da função do fígado.

3. Melhora a drenagem do sistema linfático
O sistema linfático, de forma resumida, é o responsável por eliminar as impurezas e toxinas de nossos corpos. Especialistas afirmam que ele drena essas impurezas direto para o ducto torácico, que se localiza no lado esquerdo do corpo.

Portanto, ao dormimos do lado esquerdo, facilitamos o processo de remoção de toxinas de nossos corpos.

4. Ajuda o fígado a não congestionar
Como nossos fígados se localizam no lado direito do corpo, dormir muitas horas desse lado pode acabar por congestioná-lo. Essa é outra das razões pelas quais dormir do lado esquerdo nos faz bem.

5. Melhora a função do baço
O baço é um integrante do sistema linfático e se localiza no lado esquerdo do corpo, e ao dormirmos do mesmo lado, melhoramos sua função. Isso acontece porque, dormindo desse lado, a gravidade aumenta o fluxo de sangue para o baço e permite que a filtração de impurezas seja mais eficiente.

6. Previne azias durante a noite
As pessoas que sofrem de refluxo gastroesofágico têm uma boa razão para dormir no lado esquerdo.

Isso porque, ao fazermos isso, nossos estômagos ficam localizados abaixo do esfíncter cardíaco (estrutura que liga o esôfago ao estômago). Dessa maneira, os conteúdos encontrados no estômago não voltam para o esôfago, impedindo os refluxos ácidos durante a noite.

7. Impulsiona o intestino a liberar de resíduos
A válvula ileocecal, é a junção dos nossos intestino grosso e delgado e se localiza em nosso lado esquerdo. Quando dormimos desse lado, melhoramos a eliminação adequada de resíduos, transferindo-os do intestino delgado para o intestino grosso.

São muitos benefícios. Vale a pena dar uma chance e tentar dormir do lado esquerdo. No começo pode não ser fácil, mas, com o tempo, nos acostumamos.

 

 

 

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*Fonte: osegredo

Você tem costume de tomar chimarrão? Entenda porque você deveria sim, ter o hábito de tomar essa bebida

O tradicional mate, tomado em grupo na forma de chimarrão (principalmente no sul do país) ou como tererê (no sudeste e centro-oeste), interfere na absorção de alguns nutrientes e ajuda a eliminar algumas substâncias (principalmente tóxicas) do corpo, mas não influência na absorção das vitaminas. Muito pelo contrário, o chá-mate é considerado um dos alimentos mais completos por possuir uma grande quantidade de nutrientes essenciais ao nosso corpo, como alguns alcaloides (cafeína, teofilina, metilxantina e teobromina), vitaminas (principalmente do Complexo B), sais minerais (alumínio, cálcio, fósforo, ferro, magnésio, manganês e potássio), proteínas, açúcares, lipídios, celulose, dentre outros compostos. Pesquisas apontam que os benefícios são muitos, então para quem curte um “chima” ou um tererê, pegue lá seu mate e vamos a uma lista com alguns de seus benefícios para a saúde. Confira:

1- Ajuda na queima de calorias:

Com propriedades digestivas, o mate pode auxiliar em dietas e atividades físicas. Além de dar aquela disposição para exercícios devido a cafeína, eliminando assim a fadiga, graças a outros alcaloides em sua composição (como as metilxantinas) estimulam a queima de gordura. A principal vantagem em relação a outros estimulantes, como, por exemplo, o café, é que o mate não tem o mesmo efeito colateral de irritabilidade e insônia. No entanto, deve ser evitado por hipertensos, pessoas com problemas de ansiedade grave e por pessoas com anemia, já que possui substâncias estimulantes e que absorvem o ferro.

2- Controla os níveis de colesterol e a taxa de glicose no sangue

Estudos apontam que a erva mate é um grande aliado no controle do colesterol e diabetes. Inclusive, o consumo de chimarrão, associado ao remédio para colesterol alto, pode chegar a triplicar a eficiência do tratamento. A diminuição do colesterol se deve principalmente a duas substâncias encontradas no mate: as saponinas (que, dentre seus principais efeitos, está a ação anti-inflamatória) e compostos fenólicos (com forte ação antioxidante). Essas substâncias são responsáveis por bloquear a absorção de colesterol no intestino delgado e inibir a produção de gorduras no fígado. Os compostos fenólicos também são ótimos aliados para pessoas com diabetes, interferindo na síntese e absorção de açúcares.

3- A erva-mate tem ação diurética

Além das propriedades laxativas, as metilxatinas (cafeína e teobromina) possuem efeito diurético, o que faz com que mais água seja eliminada mais rapidamente do corpo. Por isso, o chimarrão não pode substituir a hidratação com água. Tomado quente, o chimarrão auxilia ainda mais como diurético. Por isso, apesar de ser um auxiliar para a prática de exercícios, é importante que após as atividades físicas ocorra a reposição de água.

4- O mate é benéfico para o sistema cardiorespiratório e nervoso

Por ser um tônico estimulante do coração e do sistema nervoso o mate pode proporcionar benefícios para estados depressivos. Também auxilia na resistência muscular (e consequentemente evitando fadiga), regula e regenera algumas funções da respiração, além de ajudar na parte cognitiva, dentre outros efeitos. A erva também auxilia na “potência” de outros músculos, pois é um afrodisíaco, ajudando a combater a infertilidade e impotência.

5- Atenção aos vaidosos: a erva mate previne o envelhecimento

Por possuírem antioxidantes (como os compostos fenólicos), combatem o envelhecimento celular, tendo assim um papel importante na regeneração das células. Dessa forma, apesar de não ser uma “fonte da juventude”, o mate ajuda a prevenir o envelhecimento precoce. Ele também ajuda a prevenir uma das doenças mais comuns na terceira idade: a osteoporose.

Como você viu, o mate tem muito benefícios e é um alimento bem completo. Não há uma quantidade estabelecida que se pode tomar durante o dia, e sendo um diurético, seus excessos serão apenas eliminados na urina. A única ressalva nesse sentido é para o seu consumo (e de qualquer outro líquido) durante as refeições, pois atrapalham o processo digestivo.

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*Fonte: diariodebiologia

Você baba enquanto dorme? Então você é sortudo, descubra porque

Dormir é um processo fundamental para o nosso corpo. Se queremos ter uma vida produtiva e ativa, precisamos ter uma boa noite de sono cada vez que o nosso dia termina.

Pessoas que não conseguem conciliar adequadamente a boa noite de descanso, são afetadas suas funções cerebrais de forma muito negativa. Até mesmo sua saúde apresenta desgaste considerável.

As que não dormiram o suficiente e têm fadiga ao longo do dia e podem sentir desconforto no corpo, mau humor ou um problema de saúde devido à falta de energia. Então às vezes o corpo procura fazer um novo ciclo de sono e você acaba dormindo no trabalho ou na volta pra casa.

Por esta razão babar no sono é mais benéfico do que pensamos.

Acontece sempre depois de um bom descanso, você quando acorda e vê ou sente que a área onde sua cabeça descansou tem uma baba. Alguns acreditam que isso é um tabu, já que em várias ocasiões isso é motivo de zombaria. No entanto, você deve ter sorte de pertencer a um certo grupo de pessoas.

A ação de babar ao dormir é um sinal de que o sono foi bastante positivo e que o corpo está descansando muito bem. Há várias fases do sono, no entanto, é conhecido como REM ou movimento rápido dos olhos para a fase que permite um sono repousante e profundo.

Quando você babar, significa que a fase REM está sendo ininterrupta, então você não tem problemas de sono, você não tem interrupções ou distúrbios. Desta forma, você consegue dormir e descansar o corpo como muito poucos conseguem fazer.

Se, por outro lado, você não baba, pode ser um sinal de que seus hábitos de sono são afetados durante a noite e o descanso é insuficiente. Lembre-se que para um bom desenvolvimento pessoal e profissional o descanso é essencial.

Se você tem um distúrbio do sono não hesite em consultar um médico confiável.

Nota: A Revista Saber Viver Mais divulga conteúdos populares de caráter, muitas vezes, não científico. Procure sempre profissionais da saúde para diagnósticos e tratamentos.

 

 

 

 

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*Fonte: sabervivermais

Pipoca desacelera o envelhecimento e contribui para a perda de peso

Chegou a hora da gente acrescentar pipoca ao cardápio!
Não só porque é deliciosa, mas também por trazer alguns benefícios à nossa saúde.
É verdade!
Pipoca não é só um gostoso lanche consumido durante as sessões de cinema.

Ela é um alimento cheio de virtudes:

1-Tem elevada quantidade de fibras. Ou seja, permite o funcionamento regular do intestino.

2-Contém grande quantidade de oxidantes – chega a ser o dobro da de frutas. Isso permite a prevenção de doenças degenerativas, como câncer e diabetes.

3-Desacelera o envelhecimento, pois tem antioxidantes que combatem os radicais livres que provocam a velhice.

4-Em quantidade moderada, pode contribuir para a perda de peso.

 

Esta é uma ótima notícia, não é mesmo?

Então, por que esperar uma sessão de cinema para aproveitar as maravilhas que a pipoca pode fornecer?

É só ter atenção para consumir moderadamente e assim, curtir o estouro de sabor e vantagens que o lanche oferece.

1 xícara de pipoca estourada equivale a meio pão francês ou uma fatia de pão de fôrma.

Mas fique atento!

Consumir pipocas de micro-ondas ou aquelas vendidas no cinema não é uma boa ideia.

Pipoca boa de verdade – saudável – é aquela feita na panela de casa, com pouco óleo e com sal e manteiga de forma moderada.
E de milho não transgênico, que geralmente é encontrado em lojas de alimentos saudáveis.

 

 

 

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*Fonte: osegredo

Gigante na produção de tabaco, Philip Morris diz que vai ‘parar de fumar’

A Philip Morris aproveitou a época de “resoluções de Ano Novo” para fazer um anúncio criativo e surpreendente. Uma das maiores produtoras de tabaco do mundo, ela comunicou que irá parar de produzir cigarros convencionais.

Para isso, a marca publicou um comunicado em diversos jornais para anunciar ao público que está tentando “parar de fumar”.

O mercado do tabagismo tem se tornado cada vez menos próspero com o crescimento das campanhas anti-fumo, com diversas empresas de menos expressão tendo fechado as portas ou mudado de ramo justamente pela falta de perspectiva.

Isso não quer dizer, porém, que a Philip Morris está abandonando o setor, mas sim mudando a abordagem. A marca agora aposta em itens como cigarros eletrônicos e outros dispositivos que fornecem nicotina ao usuário sem a produção de fumaça.

Junto ao anúncio, a empresa também publicou uma lista com diversos compromissos que irá assumir durante esse período de transição, como a criação de um site com orientações para quem quer abandonar o cigarro, investimento em ações governamentais em locais onde o número de fumantes é grande e o apoio a projetos que coloquem nos maços alternativas para que o público possa abrir mão do produto nocivo

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*Fonte: hypeness

Por que a ciência curou só uma pessoa do HIV?

Apesar de avanços incríveis na biomedicina, uma verdadeira cura para o HIV segue fora de alcance. Drogas antirretrovirais transformaram o HIV em uma condição manejável em vez de uma sentença de morte. Mas o HIV se integra permanentemente no genoma de uma célula infectada e então se esconde, dormente, no corpo, tornando quase impossível sua erradicação. Desde a década de 1980, pesquisadores têm tido esperança de que a terapia genética, na qual o material genético do corpo é alterado, possa oferecer uma nova rota no tratamento do HIV e talvez até uma cura. O caso de Brown deixou muitos no campo otimistas, mas os cientistas ainda estão perplexos em relação a como sua cura funcionou.

Um novo estudo publicado na terça-feira (26), na PLOS Pathogens, mostra uma nova rota potencial para curar o HIV — embora também destaque as dificuldade extremas que os pesquisadores enfrentam.

Somos uma plataforma dedicada ao conhecimento que só poderá continuar a existir graças a sua comunidade de apoiadores. Saiba como ajudar.

“Nós só curamos um paciente efetivamente”, Scott Kitchen, autor principal do estudo da UCLA, contou ao Gizmodo. “Mas isso oferece muita esperança.”

No novo estudo, os pesquisadores tiraram uma página do tratamento de Brown, esperando estimular o sistema imune do corpo com células-tronco projetadas para combater o HIV. Primeiro, células-tronco formadoras de sangue foram projetadas para carregar genes que transformam as células em assassinos direcionados, capazes de detectar e destruir células infectadas por HIV quando elas aparecem no corpo. A técnica funciona ao tomar de assalto a mesma molécula, a CD4, que permite ao HIV se ligar à superfície de uma célula, usando a molécula como um sinal para fazer a ligação com o HIV e matá-lo. Então, essas células-tronco são colocadas em corpos de dois primatas por meio de um transplante de medula óssea. É uma forma de tratamento conhecida como imunoterapia CAR-T.

“O HIV danifica a resposta imune celular — é isso que o torna tão eficaz”, disse Kitchen. “Portanto, para eliminá-lo efetivamente, precisamos de uma resposta imune efetiva. Estamos fornecendo isso.”

O CAR-T se mostrou promissor no tratamento do HIV anteriormente, porém, com essa nova abordagem, os pesquisadores descobriram que os corpos dos primatas continuavam produzindo as células expressadoras de CAR por mais de dois anos depois da infusão inicial sem efeitos adversos. Isso sugere o potencial para uma solução a longo prazo que poderia reduzir a dependência de uma pessoa em medicamentos antivirais e potencialmente até para erradicar completamente o HIV do corpo, atacando mesmo o HIV dormente nas reservas do corpo sempre que ele despertasse novamente.

“Acreditamos nisso como um componente para uma cura, usado junto com algo como a terapia antirretroviral”, afirmou Kitchen. “Isso mostra que uma cura é efetivamente possível.”

Recentemente, houve outros avanços promissores na eliminação do HIV, mas, até agora, os pesquisadores tiveram sucesso principalmente em curar o HIV em ratos. Neste ano, cientistas da Universidade Temple usaram o CRISPR para eliminar DNA de HIV de ratos por meio de edição de genes. Vários testes clínicos estão sendo realizados na tentativa de curar humanos com HIV por meio de combinações de terapias genéticas e de células-tronco, mas não está claro se alguma delas vai, de fato, funcionar a longo prazo (também neste ano, um biohacker injetou uma cura de HIV caseira em si mesmo, embora seja altamente improvável que essa abordagem vá funcionar).

Tecnologias como a edição genética tornaram a busca por uma cura para o HIV parecer possível, mas ainda existem muitos obstáculos técnicos no caminho. Uma verdadeira cura pode estar ainda muito distante.

O maior obstáculo na criação de uma cura é fazer algo que dure o bastante para combater as reservas persistentes do vírus no corpo. É esse o problema que a pesquisa da UCLA estava tentando resolver. Mas para chegar lá, os cientistas precisarão melhorar a capacidade de editar células dentro do corpo de um paciente, em vez de removê-las, editá-las em um laboratório e então reinseri-las no paciente. Também existe espaço para melhorar nossa capacidade de localizar genes que precisem ser manipulados, que estão espalhados pelo corpo. E para complicar ainda mais as coisas, pelo fato de o HIV desenvolver resistência a tratamentos, até mesmo o CRISPR, uma combinação de terapias provavelmente é o que terá mais sucesso.

Neste ano, uma pesquisa da Foundation for Aids fez um pedido por propostas para resolver esses obstáculos.

“A disponibilidade de ferramentas e alvos sugere que projetar uma intervenção terapêutica de gene para curar o HIV é, sem dúvidas, mais uma questão de tecnologia do que de descoberta”, escreveu Rowena Johnson, diretora de pesquisa da fundação, em um estudo à época. “Entretanto, a viabilidade da abordagem ainda é um grande obstáculo. O cronograma, o custo e a complexidade de se testar terapia de genes na clínica são formidáveis.”

Até agora, houve muito otimismo na utilização de terapia de gene para tornar as células do corpo imunes ao HIV. Nessas abordagens, o vírus é impedido de entrar em uma célula em primeiro lugar. É uma tarefa mais fácil, porque não exige lidar com o problema de um vírus dormente que desperta depois de um longo período. Vários testes clínicos para esses tipos de terapias também estão acontecendo.

“Brown foi apenas um caso extraordinário”, disse Kitchen. “Ele passou por dois transplantes de medula óssea. Isso normalmente mataria uma pessoa. E ainda não sabemos como isso funcionou exatamente.”

No caso da nova pesquisa da UCLA, o maior obstáculo é descobrir o jeito mais eficaz de transplantar o menor número de células-tronco possível para dentro do corpo de um paciente infectado. Idealmente, afirmou Kitchen, eles gostariam de desenvolver algo como uma vacina, que não exige um procedimento invasivo como o transplante de medula óssea, mas, por enquanto, essa ideia é muito “ficção científica”. Ainda assim, Kitchen diz, testes clínicos para sua nova abordagem provavelmente devem acontecer daqui a dois ou três anos.

Uma cura pode não estar tão próxima, mas, pela primeira vez, está começando a surgir no horizonte.

*Por Kristen Brown Publicado no Gizmodo

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*Fonte: universoracionalista

Nosso estilo de vida está acabando com o olfato

Cientista alerta que a vida moderna e a poluição estão afetando nosso nariz – e isso pode causar ansiedade, depressão e até obesidade.

Poluição do ar, lixo não coletado e até a casa suja estão afetando a maneira como sentimos cheiro. De acordo com Kara Hoover, especialista em evolução olfativa da Universidade de Durham (Reino Unido), a vida moderna está destruindo um dos nossos sentidos básicos, o olfato – e isso traz sérias consequências para a saúde.

Em seu discurso na reunião anual da Associação Americana para o Avanço da Ciência, realizada no último dia 20, em Boston, a pesquisadora alertou que o mau funcionamento do olfato pode desencadear problemas mentais, como a ansiedade e a depressão, e tornar pessoas obesas.

Tudo isso aconteceria porque estamos perdendo a capacidade de detectar o cheiro natural das coisas. E esse mau funcionamento do olfato altera também o paladar, fazendo com que as pessoas busquem alimentos mais salgados e gordurosos para podem sentir o sabor – daí a tendência à obesidade.

Já a ansiedade estaria ligada ao fato de o nariz não detectar odores ameaçadores.

“As pessoas estão ficando mais ansiosas porque o organismo não consegue mais sentir o cheiro do perigo, como o vazamento de gás ou fumaça”, afirmou Hoover em sua palestra. Sem esse senso olfativo, o corpo estaria sempre em alerta, elevando o nível de estresse.

Outro problema é o odor corporal. Segundo a pesquisadora, as pessoas do mundo moderno não conseguem determinar se o seu cheiro é bom ou ruim – e, também, não são capazes de sentir o cheiro de outros seres humanos.

“Elas sofrem de depressão porque não conseguem mais se envolver afetivamente [e olfativamente] com os alimentos e com entes queridos”, disse.

O alerta da cientista foi acompanhado de um pedido para que governantes tomem providências em relação à emissão de gases poluentes e, também, para que haja melhorias na qualidade de vida nas regiões mais pobres do mundo.

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*Fonte: superinteressante / Giselle Hirata

O que acontece se um casal decidir fazer sexo todos os dias durante uma semana?

Sexo inspira as pessoas a se sentirem mais confiantes, criativas e mais livres do que nunca, porque é um aspecto necessário e vital para a vida humana. O ser humano, na verdade, é um dos poucos animais concebidos que desfruta do sexo em vez de apenas fazê-lo para fins de acasalamento.

Como seres humanos, nós também somos projetados para sermos indivíduos criativos e sociais. Ter relações sexuais todos os dias desbloqueia a sua criatividade, bem como beneficia sua saúde e sua felicidade.

Há várias outras razões pelas quais você precisa precisa fazer sexo com mais freqüência. Saiba o que aconteceu com casais que experimentaram fazer sexo por 30 dias seguidos.


Saúde cardiovascular

Os homens do teste melhoraram sua saúde cardiovascular e tiveram um menor risco de ter um ataque cardíaco do que os homens que tinham relações sexuais menos de uma vez por mês.


Aumento da imunidade

A atividade do anticorpo imunoglobulina imune-impulsionar a (IgA), que faz seu corpo mais forte contra doenças como a febre, aumentou drasticamente.


Redução do stress

As relações sexuais melhoraram o humor. Em um estudo publicado no ano passado foi provado que as pessoas que fazem sexo regularmente podem lidar com o estresse melhor e são mais felizes.


Alívio da dor

Se você estiver usando uma dor de cabeça como desculpa para não fazer sexo, pare de fazer isso. Ter relações sexuais faz com que o hormônio oxitocina aumente em cerca de cinco vezes no seu corpo. Esse hormônio age como um anestésico natural.


Aumento da circulação sanguínea

Devido a frequência cardíaca aumentar durante as relações sexuais, sangue fresco é fornecido aos seus órgãos e células. Enquanto o sangue usado é removido, o corpo também expele toxinas e outros materiais que fazem você se sentir cansado.

 

 

 

 

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*Fonte: fatosdesconhecidos

Como deveria ser sua rotina diária, de acordo com a ciência

É melhor se exercitar de manhã ou de noite? Devo tomar um multivitamínico? Quanto tempo preciso me exercitar para ver resultados?

Essas são todas perguntas que você já se fez e, felizmente, cientistas também.

O portal Business Insider reuniu todas as dicas científicas para ter a melhor rotina diária possível. Você pode usar esses dados para orientar muitas das decisões que faz no dia-a-dia:

Não tome tantos banhos

Longe de mim sugerir que você apareça para trabalhar fedido, mas… A ciência acha que é mais saudável não tomar tantos banhos. Um crescente número de evidências sugere que se lavar demais pode ressecar sua pele e seu cabelo. Isso porque, além de eliminar a sujeira e os poluentes, os banhos também infelizmente eliminam muitas das bactérias e óleo que ocorrem naturalmente no corpo e são benéficos, mantendo nossa pele e cabelo saudáveis.

“É paradoxal, mas as pessoas que lavam seus cabelos muito para se livrar da oleosidade estão secando seu couro cabeludo e produzindo mais óleo”, explicou Lynne Goldberg, dermatologista do Boston Medical Center, ao Business Insider.

Quando se trata de configurar sua rotina de banhos, você deve considerar duas coisas: a secura média da pele e do couro cabeludo e a textura do seu cabelo. Se a pele e o cabelo não são muito oleosos nem muito secos, você provavelmente só precisa banhá-los uma ou duas vezes por semana.

Espere um pouco para tomar café

Muitas coisas acontecem naturalmente nos nossos corpos quando acordamos. Por exemplo, eles começam a bombear o hormônio cortisol, uma espécie de cafeína natural. A maioria das pessoas atinge um pico nos níveis de cortisol entre 8:00 e 9:00 da manhã.

No entanto, em vez de ajudar, o café consumido neste momento pode na verdade atenuar os efeitos naturais do cortisol. A recomendação de Stephen Miller, da Uniformed Services University of the Health Sciences, é esperar uma hora após despertar para tomar café.

Se exercite em jejum

Pesquisas sugerem que um treino de manhã com o estômago vazio ajuda a acelerar a perda de peso e aumentar os níveis de energia, ao “despertar” o corpo para uma queima de gordura durante todo o dia. Isso porque se exercitar logo cedo sem comer nada pode estimular o corpo a usar suas reservas de gordura para obter combustível em vez de simplesmente “queimar” a refeição mais recente.

Além disso, se você se exercitar ao ar livre, pode ajustar corretamente o ritmo circadiano interno do seu corpo. Em um estudo, as pessoas que experimentaram luz solar intensa dentro de duas horas após o despertar foram mais capazes de controlar seu peso do que aquelas que não se expuseram à luz natural, independentemente do que comessem durante o dia.

Qualquer tipo de exercício é uma maneira saudável de começar o dia, mas o que terá mais benefícios para seu corpo e cérebro é o aeróbico. Ele é a coisa mais próxima de uma droga milagrosa que temos: estudos sugerem que correr ou nadar, por exemplo, ajuda a levantar o humor, limpar a mente e pode até nos proteger do declínio cognitivo que ocorre com a idade. Também fortalece o coração e os pulmões e ajuda a tonificar os músculos.

De preferência, você deve se exercitar pelo menos 45 minutos de cada vez.

Coma algo saudável

Se você normalmente toma café da manhã, existem três ingredientes essenciais que não podem faltar nele: proteínas, fibras e gorduras saudáveis.

Esqueça carboidratos refinados, como os encontrados em pães brancos, bolos e até mesmo cereais. Em vez disso, experimente comer ovo, abacate, iogurte grego ou nozes. Esses alimentos ajudam a suavizar a digestão e acelerar seus músculos.

Se você quer perder peso e já tentou diversas dietas sem sucesso, pode experimentar um plano de alimentação conhecido como jejum intermitente – mas consulte seu médico antes. Existem várias versões dessa dieta, mas uma das mais populares envolve jejuar por 16 horas e comer por oito, a cada dia. A maioria das pessoas opta por uma janela de refeições que vai do meio dia às oito da noite.

Grandes estudos sobre jejum intermitente descobriram que ele é confiável para a perda de peso. Também poderia ter outros benefícios, como reduzir o risco de certos cânceres e até prolongar a vida, mas esses resultados precisam ser verificados ainda.

Não tome multivitamínicos

Os ingredientes que você está procurando em um multivitamínico são melhor processados pelo seu corpo quando vêm de alimentos reais. Se você não está comendo direito, tomar uma vitamina não vai te fazer tão bem quanto melhorar sua alimentação. Aliás, pode até te fazer mal.

A indústria de vitaminas e suplementos é em grande parte não regulamentada. “Os consumidores não devem esperar nada de [suplementos] porque não temos nenhuma evidência clara de que eles são benéficos. Eles devem saber que podem estar se colocando em risco”, argumenta S. Bryn Austin, da Universidade Harvard, ao Business Insider.

Sente-se adequadamente

Milhares de pessoas trabalham sentadas durante a maior parte do dia. Se você é uma delas, provavelmente sabe que sentar o dia todo vem com algumas preocupações de saúde, incluindo músculos doloridos, olhos tensos, má circulação e ganho de peso.

Para evitar essas condições, é importante ter uma postura adequada. Quer encontrar a sua? Experimente este exercício simples: sente-se no final da sua cadeira e deixe-se curvar. Agora, tente sentar-se em linha reta, acentuando a curva das costas o máximo possível. Mantenha esta posição por alguns segundos. Em seguida, solte a posição um pouco – não mais do que cerca de 10 graus. Esta é a sua posição sentada adequada.

Vale lembrar que, mesmo se você estiver se sentando corretamente, precisa se levantar ao menos uma vez por hora.

Um grupo internacional de cientistas descobriu em 2015, em um estudo observacional com cerca de 4.000 adultos americanos, que pessoas que passaram cerca de dois minutos se movimentando a cada hora tinham um risco 33% menor, em média, de morrer prematuramente do que aquelas que não se levantaram o dia todo.


Beba muita água

A desidratação pode levar a dores de cabeça, fadiga e outras condições. Ainda assim, ao contrário da opinião popular, você não precisa necessariamente beber oito copos de água por dia.

Sua necessidade de hidratação diária pode mudar com base em vários fatores, incluindo quanto exercício você fez no dia e quanta luz solar recebeu. Certos alimentos também são uma boa fonte de água, então comer mais deles pode significar que você precisa beber menos – couve-flor, berinjela, pimentão e espinafre são ótimas fontes, pois são feitos 92% de água.

Almoce da mesma forma que tomou café da manhã

Assim como a sua refeição matinal, o seu almoço deve conter poucos carboidratos com alto teor de açúcar, como pizza, sanduíches prontos e alimentos fritos.

Em vez disso, opte por refeições ricas em proteínas, fibras, grãos integrais e gorduras saudáveis. Boas opções seriam ovo, carne magra, feijão, grão-de-bico, arroz integral, quinoa, salmão e azeite, por exemplo.

Faça pausas das telas para evitar fadiga ocular

Seus olhos estão secos, embaçados ou irritados? Você pode estar sofrendo do que os oftalmologistas chamam de “fadiga ocular digital”.

Para evitar isso, certifique-se de que está piscando o suficiente e configure seu computador de uma maneira que minimize o brilho. Você também pode praticar o que é conhecido como a regra 20-20-20: a cada 20 minutos, olhe para algo a pelo menos 20 pés (6 metros) de distância por 20 segundos. Isso permitirá que seus olhos descansem.

Evite excesso de cafeína no meio da tarde

A Clínica Mayo aconselha os adultos a limitar a ingestão de cafeína a 400 mg por dia ou o equivalente a cerca de dois a três cafés.

Contudo, esse conteúdo de cafeína pode diferir dramaticamente com base no tipo de café. Por exemplo, 1,5 xícaras de Starbucks já oferecem 400 mg de cafeína, enquanto você precisa de quatro xícaras de café do McDonald’s para absorver o mesmo.

Como muito de qualquer coisa, muita cafeína vem com riscos, incluindo enxaquecas, irritabilidade, dor de estômago e até tremores musculares.

Coma lanchinhos preparados em casa

Para um impulso de energia no meio da tarde, opte por um lanche caseiro saudável, como maçãs em fatias, nozes, cenouras ou iogurte grego.

Nós vivemos em uma sociedade onde fazer escolhas saudáveis não é tarefa simples. “Os alimentos insalubres são mais baratos e estão em todos os lugares. Se você for a qualquer loja, pode comprar uma barra de chocolate no caixa, mas não um pedaço de fruta”, explica o nutricionista Andy Bellatti ao Business Insider.

Ou seja, a melhor maneira de garantir que você coma algo nutritivo é trazê-lo de casa.

Pule o happy hour, ou vá simplesmente pela comida e pela companhia

O álcool é uma das drogas mais consumidas no mundo. Enquanto beber em pequenas quantidades pode ter alguns benefícios de saúde, outros estudos também já associaram o álcool a uma série de efeitos colaterais negativos, inclusive câncer.

É sempre uma boa ideia minimizar a exposição excessiva ao álcool. Então, no seu próximo evento de happy hour, considere ir apenas pela companhia.

Se sair para jantar, planeje levar um terço da comida para casa

O tamanho das porções dos nossos lanches e refeições cresceu nos últimos 40 anos. Estudos americanos mostraram que aumentou até 138% desde a década de 1970, de acordo com dados do The American Journal of Public Health, The Journal of Nutrition e The Journal of the American Medical Association.

O tamanho médio dos pratos – seja em restaurantes à la carte ou fast food – é normalmente grande demais para nossa fome. Portanto, esteja atento aos tamanhos das porções e considere levar de um terço à metade dessa comida para casa, para comer em outro momento.

Desligue as telas pelo menos 30 minutos antes de dormir

A luz azul que ilumina nossas telas também reduz a produção de melatonina, um hormônio chave que nossos cérebros usam para preparar nossos corpos para o sono.

Os especialistas recomendam que as pessoas larguem o celular, a TV e o computador pelo menos 30 minutos antes da hora de dormir.

Antes de deitar, certifique-se de que seus lençóis estejam limpos

Nossas camas podem se tornar o lar de bactérias e fungos dentro de uma semana, conforme revelou o microbiologista da Universidade de Nova York, Philip Tierno, ao Business Insider.

A combinação de suor, caspa, pelo, pólen, solo, poeira e muitos outros itens é suficiente para deixar uma pessoa doente.

Troque sua roupa de cama pelo menos uma vez a cada sete dias. [BusinessInsider]

 

 

 

 

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*Fonte: hypescience