Como será a alimentação do futuro?

Inovações tecnológicas e mudanças no comportamento do consumidor prometem revolucionar a indústria de alimentos

Você já parou para pensar como será a comida do futuro? Esse exercício permite imaginar inúmeras possibilidades a partir das inovações que já estão revolucionando a produção de alimentos e a maneira como são consumidos. Além disso, leva a refletir sobre o papel da indústria alimentícia nesse contexto de intensas transformações.

São novos tempos em que consumidores cada vez mais conscientes buscam produtos que estejam conectados com seu estilo de vida, seus valores e suas necessidades. Nos próximos anos, a tendência é que esse comportamento se intensifique.

Mas, além de atender às novas demandas de consumo, é preciso buscar soluções para garantir a produção de ingredientes e comida de forma sustentável.

As projeções indicam que até 2050 a população mundial será de 9 bilhões, portanto, a indústria de alimentos se vê diante de um grande desafio: pensar em como alimentar tantas pessoas preservando os recursos naturais e ainda proporcionar experiências completas e diferenciadas.

Os relatórios divulgados anualmente pelas agências de pesquisa de mercado sugerem alguns dos caminhos que a indústria pode trilhar com base no comportamento e preferências dos consumidores. O mesmo vale para as inovações em processos, equipamentos e ingredientes lançados com cada vez mais frequência por empresas e startups.

Confira as principais tendências e tecnologias que devem marcar o futuro do setor de alimentos no mundo.

Mais comida, menos impacto

A carne é um bom exemplo de diversidade de iniciativas que estão mirando o futuro da alimentação. A produção de carne bovina tem como consequências o desmatamento de áreas verdes para formação de pastos, o consumo de grande quantidade de água durante a fabricação, e à emissão de gases de efeito estufa.

A escassez desses recursos, que deixará o alimento cada vez mais caro, e o crescimento contínuo do público vegano já fizeram surgir diversas inovações no mercado na busca por seu substituto. O consumo de insetos como fonte de proteína é uma delas. Existem quase 2 mil espécies comestíveis, que podem ser transformadas em farinha ou carne processada.

Dentro do conceito Plant Based Diet, as proteínas vegetais surgem como outra opção para o futuro da alimentação. A startup californiana Impossible Foods atraiu investidores bilionários, como o Google e o co-fundador da Microsoft Bill Gates, que apostaram US$ 250 milhões na criação de um hambúrguer a base de vegetais como alternativa ao de carne animal.

O Impossible Burger é um hambúrguer que simula com tamanha realidade a experiência de comer um lanche que chega a “sangrar”. O efeito foi alcançado com uma combinação de ingredientes que inclui beterraba, trigo, proteína de batata e óleo de coco.

A carne natural desenvolvida em laboratório também será uma realidade em breve. Empresas do Vale do Silício têm apostado desde 2013 em pesquisas no conceito Clean Meat (carne limpa e feita em laboratório).

A marca holandesa MosaMeat, que desenvolve a engenharia de tecido animal a partir de células tronco, diz que no futuro será possível criar filés, lombos e até asas de frango em laboratório.

Em entrevista para o programa Globo Rural, o professor de fisiologia da Universidade de Maastrich (Holanda) e fundador da empresa, Mark Post, disse que o hambúrguer sintético estará no mercado até 2021.

Em outra frente, a gigante do ramo de trabalho colaborativo WeWork anunciou aos seus 6 mil funcionários em todo o mundo, em julho deste ano, que retirou a carne do seu cardápio. A startup comunicou que não irá mais custear refeições que contenham qualquer tipo de carne vermelha, de ave ou de porco nos eventos da WeWork. No e-mail comunicado, o cofundador da empresa, Miguel McKelvey argumentou que “as novas pesquisas indicam que evitar carne é uma das melhores coisas que um indivíduo pode fazer para reduzir seu impacto pessoal no meio ambiente”.

 

Nova experiência de compra

A indústria 4.0 é um movimento que começa a revolucionar as fábricas, comércios e restaurantes por meio da automação. Muitas iniciativas já estão em funcionamento e trabalham pelo futuro da alimentação.

A Amazon inaugurou em 2018 seu primeiro teste de loja inteligente, em Seatle, nos Estados Unidos. Na Amazon Go não há caixas nem atendentes. Para fazer as compras, basta instalar o app da marca, que identifica o produto por meio de um sistema de QR Codes e depois manda a conta direto para o cartão de crédito do cliente.

No lado oriental do planeta, a gigante do e-commerce chinês Alibaba está investindo bilhões de dólares em lojas físicas para ampliar a sua influência fora da internet. A empresa aposta em soluções tecnológicas para oferecer novas experiências aos consumidores.

Um exemplo é parceria entre a Alibaba e a Guess, que criaram o Fashion Al, um novo sistema que integra inteligência artificial para fazer recomendações de produtos, ajudando os clientes em decisões de compra.

A startup Creator, também dos Estados Unidos, é mais um exemplo: inaugurou neste ano um restaurante onde a produção do hambúrguer é totalmente automatizada, rápida e barata. Os clientes fazem o pedido em um tablet, o equipamento então mói e frita a carne, enquanto outra parte da máquina seleciona os ingredientes em um processo que leva cinco minutos. São quatro opções de lanches que custam, em média, US$ 6,00.

Essas são apenas algumas iniciativas que mostram como a automatização de processos irá influenciar no futuro da alimentação, e a indústria de alimentos pode tirar proveito disso oferecendo produtos pensados especificamente para esses espaços.

Sustentabilidade marcada pelo propósito

O descarte indevido e a poluição gerada por produtos como o plástico têm gerado debates importantes sobre como diminuir o impacto desse material na natureza. Em países da Europa foram implantadas políticas para banir totalmente seu uso até a próxima década.

Recentemente, a Starbucks anunciou que irá eliminar os canudos plásticos de seus restaurantes e, nessa mesma linha, o McDonalds parou de entregar os canudos aos clientes a não ser que eles peçam.

A busca por soluções mais sustentáveis se reflete diretamente nas embalagens de alimentos e pode ser uma oportunidade para o desenvolvimento de ideias inovadoras. Embalagens comestíveis, embalagens capazes de preservar alimentos por quase um mês ou feitas com menos materiais poluentes são algumas das alternativas que se apresentam para o futuro.

Hortas urbanas

In.farm Como será a alimentação do futuro | Flavors & Botanicals

No futuro, as mudanças climáticas devem afetar a distribuição da população ao redor do globo, concentrando ainda mais as estruturas urbanas. Outra consequência é a diminuição de áreas de plantio de alimentos. Para solucionar esse problema, existem projetos como as fazendas urbanas: galpões e edifícios onde plantas são cultivadas com auxílio de tecnologias que controlam fatores como irrigação e iluminação.

Um exemplo que já saiu do papel é a startup alemã Infarm, que desenvolve estufas para hortas dentro de um galpão utilizando produtos regionais e depois as revende a restaurantes e mercados.

Saudabilidade

Os consumidores estão cada vez mais preocupados e seletivos com o que comem. Eles não só buscam opções de produtos feitos com ingredientes saudáveis como exigem transparência sobre os métodos de produção e componentes presentes nas formulações.

Isso tem levado marcas consagradas como a Coca-Cola a pensar em alternativas para suas bebidas. Nos últimos anos, a companhia refez as receitas de 60 produtos, 42 deles com menos teor de açúcar.

Outro exemplo é o da PepsiCo, que está apostando na diversificação do portfólio, com a redução do sódio e o açúcar na fórmula de seus produtos, e na repaginação de suas marcas com apelo mais natural, como a dos salgadinhos Eqlibri.

A Mars, a fabricante do chocolate Twix, tem como meta indicar em todas as suas embalagens que o produto deve ser consumido apenas ocasionalmente. Isso deve ser feito até 2021.

Em todos os movimentos das indústrias para navegar com sucesso no gigantesco mar da saudabilidade, o desafio é promover essas mudanças sem prejudicar outro fator decisivo de venda: o sabor.

Umas das estratégias que as gigantes globais têm adotado para atender com maior velocidade as exigências dos consumidores por produtos saudáveis é de aquisições e fusões.

No Brasil, por exemplo, a Unilever comprou, em 2017, a Mãe Terra. De olho no mercado latino-americano, a Nestlé anunciou, em fevereiro de 2018, a aquisição de mais de 50% da Terrafertil, uma empresa equatoriana que vende alimentos naturais e orgânicos.

Em paralelo às movimentações relacionadas às formulações dos produtos, outras frentes de pesquisa e inovação tecnológica têm buscado formas de ajudar o consumidor a saber exatamente quais ingredientes e calorias têm no seu prato de comida.

A empresa canadense TellSpec está trabalhando no projeto de um scanner portátil de alimentos que possa informar sobre ingredientes específicos e macronutrientes, incluindo alérgenos e toxinas. O dispositivo israelense SCiO utiliza tecnologia semelhante, mas foi projetado para identificar o conteúdo molecular de alimentos, medicamentos e até mesmo plantas.

As iniciativas voltadas à saudabilidade na alimentação esboçam soluções, inclusive, que podem vir da nutrigenômica, um campo que combina genética e ciência nutricional, para descobrir o que cada um deve ou não deve comer. Com o sequenciamento do DNA de uma pessoa, que revela informações valiosas sobre as necessidades do seu organismo, um aplicativo inteligente poderia informá-la sobre qual comida deve comer e o que deve evitar, permitindo uma dieta personalizada que a leve ter uma vida longa e saudável.

Não há futuro da alimentação para ser previsto. Existem vários sinais emergentes de futuros possíveis. É fundamental estar atento e preparado para eles. Mas, antes de tudo, é essencial que cada empresa entenda o seu propósito para vislumbrar futuros possíveis e cumprir seu papel na alimentação da população. Só assim é possível sair na frente propondo soluções em novos produtos e serviços que atendam às mais diversas demandas do mercado.

Desafiadas pelas mudanças no comportamento do consumidor e as projeções de crescimento populacional nas próximas décadas, as indústrias de alimentos precisam estar atentas e preparadas para os caminhos que apontam para o futuro. A busca de soluções para garantir a produção de ingredientes e comida de forma sustentável e as inovações tecnológicas prometem revolucionar a indústria de alimentos. Como sua marca está se preparando para o futuro?

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*Fonte: duasrodas

5 motivos que te convencerão a trabalhar em pé

Listamos cinco razões para deixar a preguiça de lado e considerar fazer este esforço.

1. Quanto mais tempo sentado, mais vontade de sentar

Um estudo de 2012 da Sociedade Britânica de Psicologia mostrou que as pessoas gastam em média cinco horas e 41 minutos sentadas — próximas das sete horas usadas para dormir. E o pior é que, quanto mais tempo se passa sentado no trabalho, mais tempo se quer sentar fora dele. Esta preguiça reforça uma série de efeitos negativos.

Quando ficamos sentados por longos períodos de tempo, sofremos de uma série de problemas e alterações metabólicas, diminuindo a produção de substâncias químicas que ajudam a processar açúcares e gorduras, e quem sofre com isso é a nossa circulação e o sistema cardiovascular!

Além disso, nosso esqueleto e músculos formam um quadro reativo para o nosso corpo, que precisa mudar e responder às forças externas. Assim, nossos músculos não ficam tão contraturados ou travados, e podem ser mais alongados e flexionados regularmente, diminuindo futuras dores musculares.

2. Ficar mais tempo em pé reduz risco de obesidade

James Levine é um endocrinologista da Mayo Clinic, nos Estados Unidos, que deu uma entrevista de bastante repercussão este ano ao New York Times.

Ele queria saber por que alguns indivíduos engordam mais do que outros e começou a estudar a respeito.

O pesquisador juntou um grupo de funcionários de um mesmo escritório e os deu dietas idênticas, com 1.000 ou mais calorias do que costumavam ingerir, e os proibiu de aumentar a carga de exercícios.

A ideia era ver por que alguns engordariam e outros, não. Com sensores em cada um desses homens, Levine notou que permaneceu magro quem ficava de pé, parado ou andando, por mais de duas horas por dia.

Podemos ver então que a mudança de hábito e um estilo de vida saudável é um dos mais importantes fatores para a redução da obesidade.

3. Levantar-se previne diabetes tipo 2 e outras doenças

Do mesmo modo que tempo demais sentado gera obesidade, aparecem doenças como diabetes tipo 2. O problema, percebeu Levine, é que este comportamento está correlacionado à redução dos níveis de glicose no sangue, parte de uma síndrome chamada metabólica, que aumenta dramaticamente a chance de ter este tipo de diabetes.

Outro benefício de trabalhar em pé é de queimar mais calorias durante o dia, ajudando na perda de peso ou mantendo um peso saudável, o que diminui a chance de desenvolver diabetes!

Assim, enquanto trabalha, você queima um terço a mais de calorias do que ficar sentado, podendo queimar mais de 500 calorias a mais no dia só por trabalhar em pé.

4. Fugir da cadeira reduz o risco de doenças cardiovasculares

Esta descoberta é bem velha. Já na década de 1950, pesquisadores britânicos compararam motoristas de carros (que dirigem sentados) e de ônibus (que dirigem em pé).

Eles souberam, já naquela época, que o primeiro grupo teve mais ataques do coração e outros problemas cardiovasculares do que o segundo, algo confirmado por cientistas nas décadas seguintes.

Outros estudos demonstraram que quem fica muito tempo sentado tem 54% mais risco de desenvolver um ataque cardíaco.

Homens que ficam mais de 6 horas sentados por dia têm uma mortalidade 20% maior, enquanto as mulheres têm uma taxa 40% maior! Só isso já deveria ser argumento suficiente para você se levantar de sua cadeira para trabalhar.

5. Trabalhar em pé aumenta a expectativa de vida

Ao diminuir o risco de ficar obeso, ter diabetes e problemas metabólicos e sofrer doenças cardiovasculares, como se pode concluir, aumenta a expectativa de vida.

Especificamente, uma pesquisa de 2012 feita nos Estados Unidos apontou que, se americanos reduzissem o tempo diário sentados para três horas ao dia, a expectativa de viver subiria em dois anos.

Estudos também demonstram que o exercício regular e trabalhar em pé reduzem o impacto negativo dessas complicações.

 

 

 

 

 

 

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*Fonte: contioutra

O ser humano está fazendo menos sexo e esses são os motivos

Fazer sexo faz bem para a saúde. A prova disso está na nossa matéria com as 9 razões para ter relações sexuais todos os dias da sua vida. Não podemos negar que o sexo é uma das nossas necessidades fisiológicas mais básicas, certo? Mas vem cá, sem ofensas, qual foi a última vez que você teve relações? Milhões de pessoas passam um bom tempo sem sexo e isso pode ser consequência de alguns problemas, como a baixa auto estima, por exemplo.

Um pesquisador de comportamento humano chamado Shervin Assari descobriu que evitar sexo influencia vários aspectos do nosso bem estar. Além disso, através de pesquisas ele concluiu que as pessoas evitam sexo por várias razões, algumas das quais podem ser facilmente abordadas. A gente conta mais sobre essas razões para vocês.

As razões pelas quais as pessoas evitam sexo

Alguns dos benefícios do sexo são alta auto estima, qualidade e satisfação com a vida. Mas as pessoas que fazem menos sexo podem ter problemas ligados a angústia psicológica, ansiedade, depressão e é claro, problemas de relacionamento.

Em um estudo feito por Alfred Kinsey, foi descoberto que cerca 19% dos adultos não tem relações sexuais. Mas isso varia muito de acordo com o sexo e o status de relacionamento, com quase nenhum homem casado sem fazer sexo por um longo período.

Muitas mulheres são propensas a evitar o sexo por causa dos abusos que sofreram quando ainda eram crianças. As grávidas tem medo de abortar ou prejudicar o feto e em muitos casos elas evitam por causa da falta de interesse ou mesmo fadiga.

Entre os homens, as razões mais comuns para evitar as relações sexuais são a disfunção erétil, condições médicas crônicas e falta de oportunidade (risos).

Porém, tanto para homens e mulheres, as maiores razões para não praticarem sexo são as condições médicas.

Pacientes com doenças cardíacas, por exemplo, evitam as relações pelo fato de terem medo de ter um ataque cardíaco. Outros por terem condições cerebrovasculares, como um derrame.

A dor crônica diminui o prazer e interfere diretamente na limitação de posições. Já o estresse e a depressão que são causados como consequência, podem atrapalhar. Ah, os remédios para dor crônica também são problemas. Agora os transtornos de personalidade, vício e abuso de substâncias e a má qualidade do sono também têm papéis importantes no interesse sexual.

Bom, cada pessoa lida de uma maneira com seus problemas, mas se algum desses problemas afeta a sua vida sexual, caro amigo, a nossa dica é procurar um especialista para você se tornar uma pessoa mais feliz!

Por Mateus Graff

 

 

 

 

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*Fonte: fatosdesconhecidos

Cientistas dizem que escrever uma lista de tarefas antes de dormir pode ajudá-lo a adormecer mais rápido

Não precisamos dizer que a obtenção da quantidade ideal de sono raramente é algo que podemos alcançar, não é mesmo? Talvez você seja daqueles que dormem até tarde e diz que os “genes irão torná-lo permanentemente incapaz de se adaptar ao horário comercial”, ou você está estressado, tomando medicação ou distraído – enfim… de qualquer maneira, essas 7 a 8 horas podem acabar parecendo mais como quatro para você, dando a sensação de que nunca dormiu o suficiente.

Isso pode causar uma ampla gama de problemas de saúde, então qualquer conselho científico legítimo sobre como dormir um pouco melhor é sempre bem-vindo. Conforme observado em um novo estudo no Jornal de Psicologia Experimental, escrever uma lista de tarefas antes da hora de dormir pode ajudá-lo a adormecer mais rápido.

Liderada pela Universidade Baylor, uma equipe descobriu que os participantes que passaram cinco minutos escrevendo sobre seus planos do que quer que precisassem fazer antes de se deitarem adormeceram “significativamente mais rápido” do que as pessoas que não o fizeram. Nove minutos mais rápido, mais especificamente.

Os pesquisadores não sabem exatamente por que isso acontece. Alguns suspeitam que escrever sobre o futuro antes do sono poderia aumentar a preocupação, especialmente se as tarefas que precisam ser feitas pareciam difíceis. Outros sugerem que ao escrever as tarefas, a pessoa “descarrega” a preocupação com a lista.

Para o estudo, foram recrutados 57 estudantes universitários saudáveis ​​(entre 18 e 30 anos). Eles foram divididos em dois grupos: um que escreveu listas do que eles tinham que fazer no futuro e outro que escreveu listas sobre o que eles tinham realizado ou terminado nos últimos dias.

Durante todo o tempo, eles ficaram presos em um ambiente altamente restrito que não envolvia lição de casa, tecnologia ou qualquer outra forma de distração e deviam dormir em um horário fixo.

Ao dormir, eles também foram submetidos à polissonografia, que examina vários aspectos biológicos – ondas cerebrais, níveis de oxigênio em seu sangue, frequências respiratórias e cardíacas, e assim por diante – para ver como era a qualidade do sono e rastrear exatamente quando eles adormeciam.

Em média, diferença foi de nove minutos. Estranhamente, aqueles que escreveram uma lista de tarefas mais detalhada adormeceram mais rápido; já aqueles que fizeram o mesmo em uma lista de conquistas demoraram mais para adormecer.

“Portanto, para facilitar o ato de pegar no sono, indivíduos podem tirar proveito ao escrever uma lista de tarefas muito específica durante 5 minutos momentos antes de dormir, em vez de registrar as atividades concluídas”, concluíram os autores do estudo.

De qualquer forma, a configuração da experiência – e o pequeno número de jovens saudáveis ​testados ​– mostra que não há conclusões exatas sobre os reais benefícios dessa atividade. Até que um estudo maior seja feito para confirmar os resultados, especulamos que escrever a lista não funcionará com todos, particularmente aqueles com distúrbios do sono. Porém, não custa testar durante um tempo e analisar se é benéfico para você, não é mesmo?

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*Fonte: misteriosdomundo

Plantar árvores nas cidades devia ser visto como uma medida de saúde pública, diz cientista

E se as cidades conseguissem, com uma só medida, reduzir a obesidade e a depressão, aumentar a produtividade e o bem-estar e diminuir a incidência de asma e doenças cardíacas nos seus habitantes? As árvores urbanas oferecem todos estes benefícios e muito mais: filtram o ar, ajudando a remover as partículas finas emitidas pelos carros e fábricas, retêm a água da chuva e diminuem as despesas com o aquecimento.

Num novo relatório, realizado pela organização The Nature Conservancy, os cientistas defendem que as árvores urbanas são uma importante estratégia para a melhoria da saúde pública nas cidades, devendo ser financiadas como tal.

“Há muito tempo que vemos as árvores e os parques como artigos de luxo; contudo, trazer a natureza de volta para as cidades é uma estratégia crítica para se melhorar a saúde pública”, disse Robert McDonald, cientista da The Nature Conservancy e coautor do relatório.

Todos os anos, entre três e quatro milhões de pessoas morrem, em todo o mundo, devido à poluição atmosférica e aos seus impactos na saúde humana. A poluição do ar aumenta o risco de doenças respiratórias crónicas, havendo estudos que a associam ainda às doenças cardiovasculares e ao cancro. As ondas de calor nas zonas urbanas também fazem milhares de vítimas, por ano. Vários estudos têm demonstrado que o arvoredo urbano pode ser uma solução eficaz em termos de custos para ambos estes problemas.

Apesar de todos os estudos que documentam os benefícios dos espaços verdes, muitas cidades ainda não veem a ligação entre a saúde dos moradores e a presença de árvores no ambiente urbano.
Robert McDonald defende a necessidade da cooperação entre diferentes departamentos e a inclusão da natureza nos debates sobre ordenamento urbano.

“Não é suficiente falar-se apenas das razões que tornam as árvores tão importantes para a saúde. Temos de começar a discutir as razões sistemáticas por que é tão difícil para estes sectores interagirem – como o sector florestal pode começar a cooperar com o de saúde pública e como podemos criar ligações financeiras entre os dois”, disse o investigador.

“A comunicação e a coordenação entre os departamentos de parques, florestas e saúde pública de uma cidade são raras. Quebrar estas barreiras pode revelar novas fontes de financiamento para a plantação e gestão de árvores.”

O cientista dá como exemplo a cidade de Toronto, onde o departamento de saúde pública trabalhou em conjunto com o florestal para fazer frente à ilha de calor urbano. Como muitos edifícios em Toronto não possuem ar condicionado, os dois departamentos colaboraram de forma a colocarem, estrategicamente, árvores nos bairros onde as pessoas estão particularmente vulneráveis ao calor, devido ao seu estatuto socioeconómico ou idade.

O relatório diz ainda que o investimento na plantação de novas árvores – ou até na manutenção das existentes – está perpetuamente subfinanciado, mostrando que as cidades norte-americanas estão a gastar menos, em média, no arvoredo do que nas décadas anteriores. Os investigadores estimaram que despender apenas $8 (7€) por pessoa, por ano, numa cidade dos EUA, poderia cobrir o défice de financiamento e travar a perda de árvores urbanas e dos seus potenciais benefícios.

Outros trabalhos também têm mostrado que o arvoredo urbano tem um valor monetário significativo. Segundo um estudo do Serviço Florestal dos EUA, cada $1 gasto na plantação de árvores tem um retorno de cerca de $5,82 em benefícios públicos.

Num outro estudo, uma equipa de investigadores da Faculdade de Estudos Ambientais da Universidade do Estado de Nova Iorque concluiu que os benefícios das árvores para as megacidades tinham um valor médio anual de 430 milhões de euros (505 milhões de dólares), o equivalente a um milhão por km2 de árvores. Isto deve-se à prestação de serviços como a redução da poluição atmosférica, dos custos associados ao aquecimento e arrefecimento dos edifícios, das emissões de carbono e a retenção da água da chuva.

Com demasiada frequência, a presença ou ausência de natureza urbana, assim como os seus inúmeros benefícios, é ditada pelo nível de rendimentos de um bairro, o que resulta em desigualdades dramáticas em termos de saúde. De acordo com um estudo da Universidade de Glasgow, a taxa de mortalidade entre os homens de meia-idade que moram em zonas desfavorecidas com espaços verdes é inferior em 16% à dos que vivem em zonas desfavorecidas mais urbanizadas.

Para Robert McDonald, a chave é fazer-se a ligação entre as árvores urbanas e os seus efeitos positivos na saúde mental e física. “Um dos grandes objetivos deste relatório é fazer com que diversos serviços de saúde vejam que deviam estar a participar na discussão para tornar as cidades mais verdes”, declarou. “As árvores urbanas não podem ser consideradas um luxo, dado que constituem um elemento essencial para uma comunidade saudável e habitável e uma estratégia fundamental para a melhoria da saúde pública.”

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*Fonte: theuniplanet

Já ouviu falar na Síndrome da Bunda Morta? Ela é mais comum do que você pensa e você pode ter!

A esta altura da vida você já deve saber que não é saudável passar longos períodos sentados. O gesto já foi associado a doenças cardíacas, obesidade, diabetes e até câncer. Porém, há outro risco envolvido, um que a maioria das pessoas desconhece: a Síndrome da Bunda Morta.

Embora soe como piada, a síndrome, também conhecida como Amnésia Glútea, não é brincadeira. De acordo com o quiropraxista Andrew Bang, do Instituto do Bem-Estar da Cleveland Clinic, nos EUA, trata-se de uma lesão comum que ocorre em graus variados.

A síndrome se desenvolve quando o glúteo médio – um dos três principais músculos do espólio – para de funcionar corretamente, o que pode acontecer quando você passa muito tempo sentado. No entanto, conforme explicou a fisioterapeuta Kristen Schuyten, da Michigan Medicine, também pode acometer pessoas muito ativas que não trabalham os músculos do glúteo o suficiente.

Uma vez que o glúteo médio normalmente ajuda a estabilizar a pelve, a Amnésia Glútea pode provocar dores lombares e no quadril, além de problemas no joelho e tornozelo, já que o corpo tenta compensar o desequilíbrio.

A síndrome está relacionada a inibição recíproca, um processo que descreve a relação de “dar e receber” entre os músculos de cada lado de uma articulação. Conforme explicado por Bang, quando um músculo se contrai, um sinal nervoso é enviado para o músculo oposto para relaxar. Então, quando gastamos horas em uma posição sentada, nossos flexores do quadril se contraem, enquanto os glúteos descansam. “Basicamente, estamos treinando nossos glúteos para serem fracos”, analisou o especialista.

Esse mesmo tipo de desequilíbrio muscular pode ocorrer em pessoas altamente ativas, que têm músculos muito fortes ou isquiotibiais. Bang, por exemplo, afirmou ter visto diversos casos em maratonistas.

Diagnóstico

Uma das maneiras pela qual é pronunciada a “morte” de um bumbum é através do famoso Teste de Trendelenburg, um exame físico no qual uma pessoa levanta uma perna na frente da outra enquanto está em pé. Assim, se a pélvis se inclina para o lado do corpo em que a perna está levantada, isso indica fraqueza do glúteo médio no lado oposto, de acordo com Bang.

A curvatura nas costas também pode sugerir Amnésia Glútea. Embora a lombar normalmente forme um S, uma curvatura mais extrema pode sinalizar que os flexores do quadril estão tão espremidos que passaram a puxar a coluna para a frente.

Como prevenir?

Se você costuma trabalhar sentado, tente fazer pausas frequentes ao longo do dia. Levante-se e caminhe ou faça alguns alongamentos em sua mesa. Experimente colocar lembretes de hora em hora em seu telefone, para que você movimente os músculos do bumbum em intervalos regulares.

E quando for se exercitar, não se esqueça de malhar esse espólio. Faça agachamentos, pontes e eleve as pernas enquanto estiver deitado. A melhor maneira de evitar a “morte” do bumbum é melhorar sua rotina diária. Sente-se em uma bola de exercícios, passe algum tempo em pé, trabalhe em uma bancada alta. “Faça o que fizer, apenas não permita que seu corpo entre em um ciclo repetitivo”, aconselhou Bang.

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*Fonte: jornalciencia

Médico alerta: É erradíssimo levantar cedo e ir logo correr

O maior risco à qualidade do sono “é a falta de respeito que há por ele”, quem faz esse alerta é a Associação Portuguesa do Sono, considerando que é necessário combater “uma cultura enraizada” na população de dormir pouco e sem regra.

Segundo o Dr. Joaquim Moita, presidente da associação, diz que a população não valoriza o sono como algo de suma importância para o bem-estar e a saúde, nos últimos anos houve aumento nos indices de doenças como a síndrome de apneia obstrutiva (49% dos homens e 25% das mulheres têm ou virão a ter) e a insónia crónica (10% dos adultos).

Ele destaca que sem qualidade no sono começam a surgir vários outros problemas, cardíacos – “em cada dez AVC, três ou quatro são em indivíduos que tem a apneia do sono”.

“Achamos que trabalhar é mais importante que dormir. Mas depois qual vai ser a rentabilidade no trabalho? O que é que se produziu do ponto de vista físico e intelectual? Se não dorme oito horas, a rentabilidade é mais baixa, e as empresas regem-se cada vez mais pela rentabilidade do que pelo número de horas”, frisou Dr. Joaquim

Além disso, o presidente da Associação Portuguesa do Sono salienta que é necessário não ir atrás de “manias e modas”, que vão surgindo, como “o disparate de levantar cedíssimo e ir logo correr – é caminho andado para um enfarte”.

Em uma sociedade cada vez mais industrializada, são poucas as pessoas que seguem a regra das 8 a 9 horas de sono diárias, a maioria da população já adquiriu hábitos e situações laborais que potencializam uma má qualidade do sono.

Normalmente, o ritmo endógeno do ser humano diz que “às 06 horas está na altura de se preparar para acordar”, produzindo cortisol (hormona associada à atividade e movimento), sendo que perto das 21 horas, começa a ser libertada melatonina (associada ao sono), que atinge o seu pico por volta das 00.00 horas, explicou.

Diante desse processo, o sol acaba sendo uma espécie de “marcador do tempo”, que ajuda a fazer a sincronização entre o ambiente e o ritimo interno de cada um.

“Então quando temos o hábito de estarmos a noite em frente ao computador, telefone celular e televisões, a emissão da luz azul acaba inibindo a produção da melatonina.”, explica Joaquim Moita.

O Coordenador do Centro de Medicina do Sono de Coimbra, explica que temos que ter o bom senso: sete a nove horas de sono, deitar-se sempre à mesma hora e procurar logo o sol (devido à produção de cortisol) e acordar sempre à mesma hora (ao fim de semana pode ter-se “um desconto de uma hora”, refere).

“Há uma hora para descansar e uma hora para estar acordado, mas as sociedades modernas não respeitam muito esses nossos relógios e ritmos. É preciso combater essa desregulação”, frisou.

* Nota: As informações e sugestões contidas neste artigo têm caráter meramente informativo. Elas não substituem o aconselhamento e acompanhamentos de médicos, nutricionistas, psicólogos, profissionais de educação física e outros especialistas.

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*Fonte: revistasabervivermais

Nova doença oftalmológica: usar smartphone no escuro pode causar cegueira temporária

Você já imaginou ficar por 20 minutos sem enxergar? Vendo apenas vultos, sem ter a certeza se essa sensação passaria ou seria para sempre? Se você se assustou só em pensar, veja este caso:

Uma britânica de 22 anos, que não teve o nome revelado, sempre enxergou bem. Porém, começou a perceber que em algumas noites, sentia um incômodo no olho direito. Esse problema que ocorria de duas a três vezes por semana, passou a ser sempre presente.

Em uma certa noite, ela não conseguiu mais enxergar com este olho. A garota ficou desesperada e acordou a casa toda com gritos. O efeito passou após 20 minutos e a visão retornou ao normal. Devido ao susto, ela realizou exames oftalmológicos e cardiovasculares, mas os resultados não apresentaram nenhuma anomalia.

Segundo uma pesquisa publicada no Jornal de Medicina da Nova Inglaterra, esse tipo de cegueira acontece após a pessoa mexer no celular no escuro, enquanto está deitada na cama. O olho que é afetado é o do lado oposto ao que se está deitado. Segundo os especialistas, isso ocorre porque o olho apoiado no travesseiro não recebe tanta luz como o outro olho, que consequentemente perde a sensibilidade e acontece em cegueira temporária.

De acordo com os médicos, “embora muitas pessoas vejam a tela com os dois olhos, algumas frequentemente usam o celular enquanto estão deitadas, quando um olho pode estar coberto mesmo sem que elas percebam”.

O que tem preocupado os especialistas é que os fabricantes estão criando telas com mais brilho. Por isso, de acordo com o artigo médico, esse efeito ocorrerá cada vez mais vezes e os oftalmologistas precisarão estar preparados para atender este problema. A cegueira transitória dos smartphones (TSB) é um fenômeno real e pode contribuir pode contribuir no diagnóstico neurológico alterado.

Segundo os médicos, esse fenômeno era temporário e inofensivo. Ele pode ser evitado quando as pessoas olham para o celular com ambos os olhos. Os estudos sobre o tema ainda estão sendo analisados e não se pode afirmar se é possível que este tipo de cegueira se torne um problema.

* Nota: As informações e sugestões contidas neste artigo têm caráter meramente informativo. Elas não substituem o aconselhamento e acompanhamentos de médicos, nutricionistas, psicólogos, profissionais de educação física e outros especialistas.

*Por Julia Moretto

 

 

 

 

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*Fonte: sabervivermais

7 mitos da musculação que você precisa parar de acreditar

Exercícios físicos são de extrema importância para nosso corpo e organismo. Os ganhos através de exercícios como a musculação são significativos para nossa qualidade de vida, porém, é preciso entender que a prática saudável dos exercícios se faz necessária e que nosso organismo reage aos estímulos de maneira diferente, variando de pessoa para pessoa.

Aqui na Fatos Desconhecidos já escrevemos sobre 7 exercícios eficazes que você pode fazer em qualquer lugar e sobre o que acontece com o seu corpo quando você fica 14 dias sem fazer exercícios físicos. Hoje, listamos para vocês alguns mitos que circulam por aí sobre a musculação e que as pessoas definitivamente precisam parar de acreditar. Confira!

1 – Vou ficar muito grande só com a musculação

A musculação ira gradualmente aumentar o volume do tecido muscular, porém, o tecido de gordura é mais volumoso que o muscular. Dessa forma, é comum que um praticante de musculação veja suas medidas diminuírem a medida que seus treinos evoluem. Por exemplo, uma pessoa que pratica musculação com 90 quilos pode ter um volume corporal menor do que uma pessoa sedentária de mesma altura e peso.

2 – Musculação não emagrece

A redução do peso também acontece através da musculação, uma vez que o aumento do volume muscular proporciona um aumento do metabolismo, especialmente durante o repouso, e isso faz com que haja uma potencialização do gasto calórico e consequentemente, uma redução do peso.

3 – Se você não sente dor no dia seguinte de nada valeu o treino

A dor que geralmente ocorre após os treinos é uma resposta do organismo à inflamação dos músculo, o que pode desaparecer a medida que seu corpo se acostuma. Portanto, a dor não é um marco de progresso.

4 – Musculação é treino para homem

Força muscular e massa são indicados para qualquer pessoa, independente de gênero e idade. Exercícios que geram sobrecarga óssea são indispensáveis para as mulheres, para evitar a perda de massa óssea que começa a ocorrer por volta dos 30 anos de idade e se acentua após a menopausa.

5 – Ganhar massa sem anabolizantes é impossível

Um treino adequado, aliado a uma dieta rica em proteínas e carboidratos, especialmente os de baixa carga glicêmica, podem sim gerar ganhos de massa muscular sem o uso de esteroides anabolizantes. A grande questão é a falta de paciência e disciplina necessários para respeitar o tempo para que isso aconteça. O que faz com que muitas pessoas recorram a métodos não aprovados e que podem comprometer seriamente a saúde.

6 – Se eu parar de me exercitar vou perder tudo

Isso não é necessariamente verdade. O que acontece é que quando você treina utilizando pesos, sua musculatura vai respondendo e alterando a forma do seu corpo. Se você para de se exercitar, seu corpo vai voltando para o que era antes, uma vez que o estímulo dos exercícios cessou e os pesos vão deixar de fazer efeito sobre os músculos.

7 – Não posso fazer musculação porque estou grávida

A musculação pode ser praticada por gestantes, se a prática de exercícios físicos já ocorresse antes da gestação. A musculação pode contribuir para um trabalho de parto mais seguro, prevenindo dores lombares, auxiliando no ganho de peso ideal e na recuperação pós parto. Porém, é importante que a futura mamãe consulte seu médico e verifique sua liberação para a prática.

 

 

 

 

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*Fonte: fatoscuriosos

Engenheiros da Citroën finalmente criaram uma solução para quem sofre de enjoo durante viagens

Qual a pior afronta que um engenheiro de carros pode sofrer? Que um passageiro vomite dentro de sua obra-prima, claro. Por isso, engenheiros da Citroën desenvolveram armações malucas para os olhos que prometem não deixar seu usuário ficar com enjoo quando está em viagem.

Uma em cada três pessoas no mundo sofre com náuseas quando está viajando. Isso significa que 2,3 bilhões de pessoas no mundo não conseguem matar tempo com atividades visuais enquanto sacolejam pelas estradas, céus e águas deste planeta. Elas não conseguem trabalhar no laptop ou smartphone, não conseguem assistir a um filme no tablet e também não conseguem curtir um bom livro ou jornal.

Para resolver este problema que atormenta a humanidade desde os tempos da carroça, engenheiros da Citröen parecem ter deixado para trás o design refinado de seus carros para criar esta engenhoca. A invenção foi apelidada de Seetroën, um trocadilho que poderia ser traduzido como “enxergue-troën”.

A empresa garante que qualquer enjoo por movimentação acaba em até dez minutos depois de começar a usar a armação.

Esse tipo de enjoo acontece quando o cérebro recebe informações conflitantes sobre a movimentação da pessoa. Enquanto o líquido do ouvido informa ao cérebro que o corpo está em movimento, os olhos passam a informação de inércia quando a pessoa está olhando para um livro ou tela dentro do veículo. Esse enjoo tende a passar quando a pessoa olha para fora do veículo, e o cérebro recebe as duas informações alinhadas de que o corpo está, sim, em movimento.

Como esses “óculos” sem lente resolvem o problema? Eles têm uma tecnologia muito simples chamada Boarding Ring (“anel de embarque”), desenvolvida por uma empresa francesa chamada Boarding Glasses. A tecnologia é descrita como “anéis preenchidos por líquido azulado que está livre para se movimentar dentro do tubo”.

As armações da Citroën possuem quatro “anéis” com uma pequena quantidade de líquido colorido que, graças à gravidade, simulam o ângulo e movimentos do horizonte. Assim, enquanto a sua visão central está ocupada vendo algum objeto de entretenimento bem próximo ao seu rosto, sua visão periférica registra a movimentação do líquido azul, e envia essa informação para o cérebro.

Com a tal invenção, a informação visual de movimento e a informação que vem dos ouvidos são compatíveis. O cérebro fica satisfeito com esses dados e não te faz suar frio, ficar tonto, ter dores de cabeça e vomitar.

O melhor de tudo é que os passageiros não precisam usar esse dispositivo durante toda a viagem.

Assim que a pessoa coloca os óculos e fica olhando para um objeto parado dentro do veículo, o cérebro leva entre 10 e 12 minutos para resolver o conflito de informações, e a náusea vai embora até o fim da viagem. Os cientistas por trás dessa invenção dizem que 95% das pessoas só precisam usar os óculos por esse curto período de tempo.

A Citroën deve colocar o Seetroën à venda em breve, por US$115 (R$443).

 

 

 

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*Fonte: engenhariae

Beber cerveja e café, aumenta suas chances de passar dos 90 anos

Você ja deve estar cansado de saber que levar um estilo de vida saudável e fazer exercícios regularmente é a chave para a longevidade, um novo estudo sugere que o café e o álcool merecem também atenção.

Um dos estudos realizados pelo centro de envelhecimento da Universidade da Califórnia, afirma que o consumo moderado de cerveja ou café podem se uma das chaves para viver mais de 90 anos.

A pesquisa foi realizada com 1600 pessoas, com testes realizados a cada seis meses, e os cientistas chegaram a conclusão que as pessoas que bebiam quantidades moderadas de álcool ou café viviam mais do que as que se abstinham.

As descobertas do estudo The 90+ Study, coordenado pela neurologista Claudia Kawas, é sobre bebidas alcoólicas. A ingestão de 2 copos de cerveja ou vinho aumenta em 18% a chance de se viver mais, em comparação aos participantes abstinentes. O Café, quando consumido moderadamente, também eleva, em cerca de 10%, a probabilidade de se passar dos 90 anos. Além disso eles deduziram, quem investe duas horas por dia em um hobby tem as chances de morrer precocemente reduzidas em 21%.

Esse estudo também descobriu que idosos com sobrepeso, mas não obesos, apresentam índices de morte precoce 3% menores, quando comparados a indivíduos com peso considerado “ o normal”.

Esses estudos relacionados ao consumo de álcool, incluindo o The 90+ Study, são observacionais, então nós só podemos dizer que alguma substância na bebida está associada à saúde e longevidade. Me deixa curiosa saber se os consumidores de álcool e café tem outros hábitos e estilos de vida que poderiam ser a verdadeira chave para a longevidade”, disse a nutricionista americana Jennifer Markowitz, ao The Daily Meal.

Quem não conhece a verdadeira cevada que é o principal componente da cerveja, a cevada é um cereal integral bastante nutritivo cuja planta lembra muito o trigo. A semelhança, porém, está mais na aparência que na composição; a cevada oferece mais nutrientes que o consumo de trigo.
Embora o consumo ainda seja minimo praticado e discutido entre os brasileiros, incluir a cevada na alimentação traz muitos benefícios para a saúde e ajuda a suprir a necessidade de uma boa variedade de nutrientes necessários para o bom funcionamento do nosso organismo.

A farinha de cevada verde é cheia de vitaminas A, do complexo B, C e K, além de minerais como cálcio, fósforo, selênio, zinco, iodo e cobre. Todos esses nutrientes são necessários para o bom funcionamento do organismo. Para quem deseja começar a aproveitar os benefícios do cereal pode ir muito além da inclusão de sua farinha na alimentação. Ainda que esta seja uma das mais conhecidas formas de consumo, está longe de ser a única: a cevada também pode ser consumida em grãos, em sua forma solúvel, em cápsulas e até em peelings.

 

As principais propriedades da cevada

Selênio: essa propriedade tem ação antioxidante, ajuda a regular os hormônios da tireoide, auxilia na prevenção de cânceres e na saúde do sistema imunológico.

Magnésio: responsavel por regular a absorção de minerais, auxilia na saúde de ossos e músculos. Também ajuda o corpo a produzir energia e a manter o ritmo cardíaco normal.

Cobre: o responsavel por auxiliar a atividade celular, ajudando na produção de energia e proteção.

Cálcio: responsavel por contribuir para a saúde de ossos e dentes, construindo-os e mantendo-os fortes.

Manganês: ajuda na formação do osso é um componente de enzimas que ajudam na regulação de colesterol, carboidratos e aminoácidos.

Fósforo: o cálcio, o fósforo está diretamente ligado à saúde de dentes e ossos. Além disso, ajuda a manter o pH do corpo em nível regular.

Vitamina B1: a vitamina B1, ou tiamina, é uma das principais vitaminas do complexo B presentes na cevada. Esta vitamina tem propriedades essenciais para o bom funcionamento do coração, do sistema nervoso e dos músculos.

Vitamina K: tem a proprieda de grande papel na coagulação sanguínea e contribui para a saúde do esqueleto.

 

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*Fonte: felizsaude

Como o Chile reduziu em 22% a ingestão de bebidas açucaradas em quatro anos

Os chilenos diminuíram em 21,6% o consumo de bebidas açucaradas desde 2014, segundo um recente estudo publicado pela Universidade do Chile. Um fator-chave foi a implementação de uma lei que criou impostos especiais para esse tipo de produto.

Segundo o professor Cristóbal Cuadrado — líder da pesquisa, realizada em 2.900 domicílios —, um terço dos açúcares livres que os chilenos consomem vem de bebidas gaseificadas, sucos e águas saborizadas, o que faz do país sul-americano um dos maiores consumidores de calorias provenientes desses produtos. Cifras oficiais apontam que 31,2% da população tem obesidade e que 470.000 pessoas (3,2% do total) têm obesidade mórbida.

As estimativas do grupo de especialistas liderados por Cuadrado indicam que, desde 2014, cada chileno reduziu em 700 mililitros o seu consumo mensal de bebidas açucaradas. Ou seja: cada pessoa ingere 3,5 litros desses líquidos por mês atualmente. O estudo não registrou variações significativas em relação às bebidas com baixo teor de açúcar.

A história do aumento de impostos remonta a 2014, quando a então presidenta Michelle Bachelet incluiu a modificação na reforma tributária que realizou para financiar o programa de ensino universitário gratuito. Na época, ficou determinado que todas as bebidas não alcoólicas contendo colorantes, aromatizantes ou edulcorantes seriam taxadas com o chamado Imposto Adicional às Bebidas Açucaradas (IABA). Com sua aprovação, criaram-se duas categorias: a das bebidas com adição de 6,25 gramas ou mais de açúcar para cada 100 ml, que devem pagar 18% de imposto; e a das que têm menos concentração de açúcar, que pagam 10%. Antes da lei, todas as bebidas pagavam 13%.

Cuadrado diz que “embora tenha sido de pequena magnitude, o imposto conseguiu gerar uma modificação no consumo das famílias, o que mostra o potencial positivo desse tipo de medida”. Tal como ocorreu no Chile, impactos positivos de leis similares têm sido vistos no México e na Califórnia (EUA).

Além do hábito dos consumidores, o imposto teve um efeito na indústria. Em setembro de 2017, a filial local da Coca-Cola anunciou uma redução no teor de açúcar de dois de seus principais produtos: Sprite e Fanta, que ficaram com 4,9 gramas para cada 100 ml, ou seja, debaixo do limite imposto pela lei.
O país onde não existe Kinder Ovo

Há vários anos, o Chile trava uma batalha contra os alimentos considerados poucos saudáveis. Um projeto iniciado no primeiro mandato de Sebastián Piñera (2010-2014) levou a uma lei rigorosa sobre a publicidade de alimentos e cuja implementação teve início no último Governo de Bachelet. A norma introduziu medidas como o uso de carimbos de advertência para os alimentos com alto teor de nutrientes críticos, incluindo calorias, sódio, gorduras saturadas e açúcar. Desde 2016, os alimentos com esse carimbo não podem fazer propaganda para menores de 14 anos.

Tampouco é permitido fazer promoções para essa faixa etária com a utilização de brindes e concursos. A lei determinou o desaparecimento de mascotes como o Tigre Tony, exibido nos pacotes dos Sucrilhos, da Kellogg’s. Também tirou do mercado o ovo de chocolate Kinder Surpresa, que no mundo todo vem com um brinquedo em seu interior.

Enquanto as medidas continuam sendo avaliadas, a chamada lei do rótulo de alimentos entrou em junho numa nova etapa. Desde então, os parâmetros para que um produto seja obrigado a exibir o carimbo foram endurecidos. A previsão é que, nos próximos meses, sejam cada vez mais os produtos que estampem na embalagem um octógono preto (similar ao da placa de “Pare”) com os dizeres: “Alto teor de”.

 

 

 

 

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*Fonte: elpais

Abraços protegem contra estresse, depressão, infecções e gripes, diz estudo

Além de ser uma demonstração de afeto, o abraço também é capaz de prevenir doenças relacionadas ao estresse e diminuir a susceptibilidade de contrair infecções, segundo um novo estudo publicado na Psychological Science.

Um time de pesquisadores da CMU (Universidade Carnegie Mellon, sigla em inglês), em Pittsburgh, na Pensilvânia (EUA), liderados pelo professor de psicologia da Faculdade de Ciências Humanas e Sociais da CMU Sheldon Cohen, testaram se abraços funcionam como uma forma de “apoio social” e se a frequência de abraço seria capaz de proteger as pessoas de infecções associadas ao estresse, resultando em sintomas mais brandos de doenças.

Pesquisas anteriores já mostraram que o estresse torna as pessoas mais suscetíveis a ficarem doentes.

“Sabemos que pessoas que enfrentam algum conflito são menos capazes de lidar com efeitos da gripe”, afirma Cohen. “Da mesma forma sabemos que as pessoas que admitem ter apoio social são parcialmente protegidas dos efeitos do estresse, em estados de ansiedade e depressão“.

Os pesquisadores analisaram 404 adultos saudáveis e, por meio de entrevistas telefônicas realizadas em 14 noites consecutivas, verificaram a frequência de conflitos interpessoais e abraços diários.

Após os questionários, os pesquisadores expuseram intencionalmente os entrevistados ao vírus da gripe.

Os participantes foram então colocados em quarentena e passaram a ser monitorados para ver quais desenvolveriam sinais da doença.

Um terço das pessoas pesquisadas não desenvolveu os sintomas da gripe – exatamente aqueles que receberam mais abraços e apoio de pessoas de confiança. Em quem foi infectado, mas tinha uma frequência maior de apoio social – como os cientistas chamaram o ato de abraçar no estudo -, os sintomas da doença foram mais brandos.

Para Sheldon Cohen e sua equipe, o estudo sugere que ser abraçado por uma pessoa de confiança pode atuar como um meio eficaz de transmitir apoio e “o aumento da frequência de abraços pode ser um meio eficaz de reduzir os efeitos nocivos do estresse“.

“De qualquer maneira, aqueles que ganham mais abraços estão, de alguma maneira, mais protegidos de infecções”, diz.

 

 

 

 

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Fonte: fasdapsicanalise

Adesivo para tratamento de Alzheimer já está disponível pelo SUS

Uma nova forma de tratamento para o Alzheimer está disponível no SUS. O remédio rivastigmina, já disponibilizado em comprimido e solução oral, agora também é disponibilizado em forma de adesivo transdérmico.

A rivastigmina faz com que ocorra um aumento de uma substância chamada acetilcolina, que está reduzida no cérebro de quem tem Alzheimer, mas a medicação pode causar sintomas gastrointestinais como náuseas e diarreia, diminuição do apetite e dor de cabeça.

A adição do adesivo à lista de remédios do SUS representa uma melhoria na qualidade de vida de alguns pacientes. Por ser colocado na pele, a absorção do remédio se dá ao longo do dia e por isso tem menos efeitos colaterais, especialmente no sistema digestivo.

Segundo Rodrigo Schultz, presidente da Associação Brasileira de Alzheimer, o adesivo também garante que não haja flutuação da dose: “Sendo por via transdérmica, há uma liberação contínua e regular ao longo das 24h, impedindo a ocorrência de flutuação de dose, ou seja, aumentos e reduções da medicação no organismo conforme ela segue sendo metabolizada.”

Além disso, de acordo com Schultz, muito pacientes se recusam a fazer uso de remédios via oral e muitas vezes tiram o medicamento da própria boca após a administração.

“Com o adesivo ele não consegue fazer isso. Além disso, como a absorção é por via cutânea, há uma redução sensível na possibilidade da existência de efeitos colaterais, principalmente gastrointestinais”, explica.

O Alzheimer é uma doença neurodegenerativa, causada pela morte progressiva de células do cérebro, prejudicando funções como memória, atenção e orientação e linguagem, o que gera graves consequências para qualidade de vida dos pacientes. A doença não tem cura.

No Brasil, segundo dados de 2017, estima-se que haja 1,1 milhão de pessoas com a doença.

Quem pode usar?

Qualquer paciente com Alzheimer que faça uso da rivastigmina pode usar o medicamento em versão adesiva: “Há uma população que se beneficia mais que seria aquela com dificuldades para engolir ou que apresenta efeitos colaterais, sejam eles com qualquer medicação para essa finalidade”, explica Schultz.

O adesivo também pode ser usado no banho e deve ser retirado 24 horas após o uso. Por ser colocado na pele, o adesivo pode trazer esporadicamente algumas reações no local da sua colocação e por isso é recomendado um rodízio no local de uso do adesivo.

“Em caso de falta, podem ser usados comprimidos ou solução oral na dose correspondente sem problema algum. Sem qualquer risco”, diz Schultz.

Como ter acesso

Segundo o Ministério da Saúde, o medicamento já está disponível nas unidades de saúde responsáveis pela distribuição deste tipo de remédio.

Ainda de acordo com o ministério, os pacientes devem atender aos critérios de elegibilidade dos Protocolos Clínicos e Diretrizes Terapêuticas e apresentar os seguintes documentos em um estabelecimento de saúde designado:

Cópia do Cartão Nacional de Saúde (CNS);
Cópia de documento de identidade, cabendo ao responsável pelo recebimento da solicitação atestar a autenticidade de acordo com o documento original de identificação;
Laudo para Solicitação, Avaliação e Autorização de Medicamentos do Componente Especializado da Assistência Farmacêutica (LME), adequadamente preenchido;
Prescrição médica devidamente preenchida;
Documentos exigidos nos Protocolos Clínicos e Diretrizes Terapêuticas publicados na versão final pelo Ministério da Saúde, conforme a doença e o medicamento solicitado;
e cópia do comprovante de residência.

Além da rivastigmina, o SUS também disponibiliza outros medicamentos para o tratamento de Alzheimer: Donepezila, Galantamina e a Memantina.

O ministério explica que a adição da versão adesiva do medicamento à lista disponibilizada pelo SUS se dá por causa dos menores efeitos colaterais e da facilidade de aplicação.

“A rivastigmina já era oferecida por via oral, porém tinha o inconveniente de causar alguns desconfortos gastrointestinais no paciente, como náusea, vômito e diarreia. Para tentar diminuir esses efeitos indesejáveis, foi incorporada essa nova apresentação, que será indicada pelo médico que acompanha o paciente. Além disso, os pacientes com Alzheimer, podem tomar mais medicamentos ou menos que a quantidade prescrita, devido ao esquecimento”, diz nota do Ministério da Saúde.

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*Fonte: G1

Por que quanto menos você dorme, mais curta será sua vida

Você provavelmente está farto de ouvir líderes políticos e empresários falarem o tempo todo que dormem muito pouco. O problema é que isso não é uma característica admirável: a falta de sono é muito prejudicial para nossos corpos e cérebro.

Matthew Walker, professor de neurociência e psicologia da Universidade de Berkeley, nos Estados Unidos, explica por que você deveria parar de admirar pessoas que dormem pouco. Walker é autor de Por Que Dormimos, um livro com o potencial de mudar (e estender) sua vida.

Aqui, ele explica tudo o que você deve saber sobre o sono e como desenvolver hábitos de vida mais saudáveis.

Por que dormir é importante

As descobertas da ciência até agora apontam que quanto menos tempo de sono, mais curta será a sua vida. Então, se você quer chegar à velhice de maneira saudável, deve investir em uma boa noite de sono.

De fato, dormir é tão benéfico que Walker começou a pressionar os médicos a prescreverem isso a seus pacientes.

No entanto, essa indução ao sono tem de acontecer naturalmente. Muitos estudos relacionam remédios para dormir a um aumento do risco de câncer, infecção e mortalidade.

O que acontece com nosso corpo e nossa mente se não dormimos?

Muitas das doenças de que sofremos têm uma ligação significativa com a falta de sono – por exemplo, o mal de Alzheimer, câncer, doenças cardiovasculares, obesidade, diabetes, depressão, ansiedade e até mesmo tendências ao suicídio.

É que, durante o sono, ocorre uma espécie de “revisão” de todos os sistemas fisiológicos importantes do nosso corpo e de cada rede ou operação da mente. Se você não dorme o suficiente, essa revisão é prejudicada e seu corpo será afetado.

Após 50 anos de pesquisa científica, a questão na cabeça dos cientistas não é mais “o que o sono faz pela gente?” e sim “o que não faz o sono pela gente?”.

Quantas horas devemos dormir para nos sentir bem?

Você deve dormir pelo menos de sete a nove horas por dia. Se dormir menos de sete horas, seu sistema imunológico e seu desempenho cognitivo começarão a ser afetados.

Depois de estar acordado 20 horas seguidas, você se sentirá tão incapacitado quanto se estivesse bêbado – tanto que um dos problemas com a privação de sono é que você não percebe de imediato o dano que ela causa.

É como um motorista bêbado em um bar que pega as chaves do carro e diz: “Estou bem, posso dirigir”. Mas todo mundo ao redor sabe que ele está incapacitado para assumir a direção de um veículo.

Cada vez dormimos menos. Por quê?

Se analisamos os dados das nações industrializadas, notamos uma tendência clara: nos últimos cem anos, o tempo que dormimos diminuiu.

Se dormimos menos, é mais difícil entrar na fase REM (movimento rápido dos olhos, na sigla em inglês), o ciclo em que sonhamos. E qualquer interferência na fase REM é muito prejudicial, pois ela é crucial para a nossa criatividade e saúde mental.

Existem várias razões pelas quais as pessoas dormem cada vez menos, segundo Walker:

  • 1 – Falta de conhecimento: A comunidade científica sabe como é crucial dormir bem, mas, até agora, não foi capaz de comunicar efetivamente isso para o público em geral. A maioria das pessoas não entende por que o sono é importante.
  • 2 – Ritmo de vida: Em geral, estamos trabalhando mais horas e passamos mais tempo indo e vindo do trabalho. Saímos de casa muito cedo e voltamos para casa tarde da noite e, naturalmente, não queremos deixar de passar tempo com a família e com os amigos. Estar com a família, sair com os amigos, assistir TV… no final, sacrificamos horas de sono.
  • 3 – Atitudes e crenças: O sono não é bem visto pela sociedade. Se você disser a alguém que dorme nove horas, pensarão que você é preguiçoso. Então, estigmatizamos o sono, e muitas pessoas se gabam de quão pouco dormem todas as noites. Isso nem sempre foi assim. Ninguém vai chamar de preguiçoso um bebê dormindo, porque sabemos que o sono é essencial para seu desenvolvimento. Mas essa noção muda quando atingimos a idade adulta. Não apenas abandonamos a ideia de que o sono é necessário, mas também punimos as pessoas por dormir quando precisam.
  • 4 – Falta de luz natural: Não gostamos de ficar sem luz quando escurece. Mas a escuridão é necessária para liberar um hormônio essencial que nos ajuda a dormir, chamado melatonina. Infelizmente, um dos efeitos colaterais da modernidade e seus avanços tecnológicos é que estamos constantemente sob luz artificial. Isso piorou com a chegada das telas de LED, que projetam uma poderosa luz azul que bloqueia a produção da melatonina.
  • 5 – Temperatura: Outro efeito colateral inesperado da modernidade é não mais experimentarmos o fluxo natural de frio e calor durante o período de 24 horas. Todos queremos lares quentes, mas também precisamos de um pouco de ar fresco para dormir bem. Nosso cérebro e nosso corpo precisam reduzir essa temperatura central, aproximadamente 1°C mais baixa, para que possamos relaxar de maneira natural. A maioria de nós coloca o aquecimento em nível muito alto: se você quiser dormir bem, programe seu termostato a 18ºC à noite.
    A maior exposição das pessoas a fontes de luz artificial, como telas, atrapalham a produção do hormônio do sono

Por que não recuperamos as horas de sono perdidas

Identificados os erros, mas será que o dano pode ser revertido?

Uma das grandes mentiras é que, se você não dormiu bem, pode “recuperar o sono”. Não pode. O sono não é como um banco, em que você pode acumular uma dívida e depois pagá-la.

Mas é o que muitas pessoas fazem: dormem pouco durante a semana e querem se recuperar durante o final de semana. Isso é chamado de jet lag social ou até mesmo bulimia do sono. O que você pode fazer, na verdade, é mudar seus hábitos.

Estudos mostram que pessoas que antes dormiam mal, mas mudam sua rotina e começam a dormir mais, evitam a deterioração degenerativa e o mal de Alzheimer por mais de dez anos, em comparação com pessoas que mantiveram um padrão de sono insuficiente.

Por que não podemos armazenar o sono?

Imagine quão maravilhoso seria se pudéssemos armazenar horas de sono e usá-las como gostaríamos.

Há um precedente na biologia chamado de célula adiposa. A evolução nos deu essa célula, graças à qual podemos armazenar energia em tempos de abundância que nos permite sobreviver em tempos de fome.

Então, por que não desenvolvemos um sistema semelhante para armazenar o sono?

Porque somos a única espécie que, deliberadamente, se priva do sono sem motivo aparente.

É por isso que mesmo uma única noite de sono ruim pode afetar nosso corpo e nosso cérebro.

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*Fonte: terra

ANS permite que valor de plano de saúde dobre, mas fala em evitar custo muito alto!

Parece no mínimo uma contradição. A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), com a regulamentação dos sistemas de coparticipação e franquia, permitiu que o participante de um plano tenha o seu custo dobrado, ou que banque até 40% de um procedimento, como uma consulta ou um exame. Ao mesmo tempo, seu diretor declara que essas normas têm como objetivo “evitar surpresas com um custo muito alto”. Cabe a pergunta: o que estaria sendo, então, considerado custo alto?

A reportagem é de Regina Pitoscia, publicada por O Estado de S. Paulo, 29-06-2018.

A regulamentação se mostrava necessária para um assunto que estava há 20 anos desamarrado. As modalidades de coparticipação e franquia são as que mais vêm crescendo. Não porque sejam as mais convenientes, mas porque são mais baratas em relação aos planos convencionais. No entanto, os limites de repasses de custos ao consumidor é que causam estranheza.

Ainda que de modo informal, a orientação que vinha sendo dada pela ANS às administradoras, nesse período sem regulação, era para que o repasse fosse no máximo de 30%, como publicado pelo jornal O Estado na edição de ontem. Mas sem justificativas, na normatização, essa régua subiu, o teto foi para 40% para os planos individuais. Mais ainda, no caso de planos coletivos, que hoje representam a maioria do mercado, o repasse pode chegar a 50%.

Além desse procedimento, há outro limite elástico que pode ser mais prejudicial e levar o conveniado a pagar o dobro do que foi inicialmente fechado em contrato. A regra diz que as cobranças extras não podem superar o total da mensalidade ou o total que é pago no ano, mas na ponta do lápis essa conta é pesada.

Basta imaginar o exemplo de quem tenha uma mensalidade de R$ 800, ou um desembolso anual de R$ 9,6 mil com o seu plano. Dependendo dos serviços que usar, além da mensalidade que estará pagando normalmente, esse participante ainda estará sujeito a bancar mais R$ 800 em determinado mês, ou mais R$ 9,6 mil no ano. São limites que permitem que o custo seja duplicado. Ainda assim, o mesmo diretor da ANS afirma que as normas devem trazer “mais previsibilidade” ao consumidor. Será que pagar 100% a mais do que o contratado pode ser classificado como previsível?

Estipular uma lista de situações em que a cobertura tem de ser integral pela operadora, sem coparticipação ou franquia, foi um dos aspectos positivos que se pode destacar da Resolução 433 da ANS. São 250 procedimentos, incluindo os relativos aos tratamentos de doenças como câncer e AIDS, doenças crônicas e exames preventivos.
Como ficam os planos

Com a regulamentação, que passa a valer no fim de dezembro deste ano, e para contratos novos, no mercado vão existir três tipos de plano:

Tradicionais – em que uma mensalidade é paga e a administradora cobre integralmente todo e qualquer serviço prestado;
Com coparticipação – em que o participante paga uma parte dos custos, limitada a 40% do procedimento;
Com franquia – em que o participante banca os custos até uma determinada faixa determinada em contrato, exatamente como acontece em apólices de seguro de carro.

A expectativa é a de que os planos com coparticipação e franquia sejam até 30% mais baratos que os tradicionais. Afinal, o conveniado estará pagando, além da mensalidade, pelo uso de cada serviço depois. E, por essa condição, talvez essas novas modalidades sejam mais indicadas para quem acredita que não vá precisar com frequência dos serviços médicos. Nesse caso, vai valer a pena desembolsar um valor menor na mensalidade e pagar pelo procedimento quando, de fato, for usá-los.

Na visão de especialistas do setor e entidades de defesa do consumidor, a regulamentação abre caminho para que as operadoras deixem de oferecer os planos tradicionais. A exemplo do que aconteceu com os planos individuais, que simplesmente, desapareceram de cena e tiveram o lugar ocupado pelos planos coletivos.

A razão é conhecida: o reajuste dos planos coletivos fica de fora do controle da ANS e são bem mais pesados do que os individuais.

Os regimes de coparticipação e franquia tendem a reduzir sobremaneira os riscos de prejuízos das operadoras, porque permitem a divisão de despesas com o participante. E, na medida em que se tornarem mais vantajosos, os planos tradicionais podem sair da prateleira. No decorrer do tempo, nada impede que os novos planos fiquem tão caros quanto os planos convencionais, e ainda cobrando valores extras pelos seus serviços.

Fica a impressão de que as normas levaram em conta muito mais os problemas das operadoras do que as dificuldades enfrentadas pelos conveniados.

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*Fonte: ihuunisinos

Tomar cafeína antes de fazer exercícios pode prejudicar saúde

Pesquisadores da Universidade Estadual Paulista (Unesp) estão de olho nos seus hábitos diários. Depois de mostrarem como a música instrumental pode melhorar os efeitos de remédios para hipertensão, os cientistas voltaram para avaliar como uma dose de cafeína antes de se exercitar pode afetar a sua recuperação após o esforço físico.

Para o estudo, 32 homens saudáveis e ativos de 18 a 25 anos foram acompanhados pela equipe, que registrou durante três dias como eles se recuperavam ao final de meia hora de corrida. No primeiro dia, os voluntários fizeram um teste de esforço máximo para que os pesquisadores identificassem qual era o limite de cada um. No segundo e terceiro dia, eles correram em intensidade moderada e, alternadamente, tomaram uma cápsula de cafeína e outra placebo — sem saber distinguir qual estavam ingerindo.

Ao final dos exercícios, os fisioterapeutas perceberam que, quando os voluntários tomavam a dose de cafeína (que era de 300mg, equivalente a 1,5 xícara de café), a atividade cardíaca deles demorava mais para voltar aos parâmetros de quando estavam em repouso.

“Quando isso ocorre, nós dizemos que há um aumento do risco de acontecer alguma complicação cardiovascular”, afirma Vitor Valenti, professor da Unesp e orientador do estudo. “Ficamos preocupados com o resultado, porque, se isso acontece com jovens saudáveis, talvez possa haver uma reação um pouco mais intensa em pessoas sedentárias e obesas, por exemplo.”

Este efeito foi observado porque a cafeína ativa receptores de adenosina, que liberam catecolaminas, substâncias envolvidas na aceleração do coração e no aumento da pressão arterial.

“As duas catecolaminas mais conhecidas são a adrenalina e noradrenalina. Com o aumento da liberação dessas catecolaminas, elas ativam os vasos sanguíneos e podem causar vasoconstrição”, explica Valenti.

Vale lembrar que não foram registradas alterações na pressão arterial dos voluntários e que o efeito foi observado apenas a curto prazo. “A literatura já tem fortes evidências de que, a longo prazo, tomar café pode colaborar para uma série de benefícios”, diz o professor.

Estudos a longo prazo

Em um estudo com mais de 185 mil participantes, foi observado ao longo de 16 anos que aqueles que tomavam pelo menos uma xícara de café por dia, tinham 12% menos chances de morrer por doenças cardíacas ou respiratórias, câncer, derrame, Parkinson, diabetes e outras doenças crônicas. Por isso, aponta o estudo, a expectativa de vida pode aumentar de acordo com a frequência e a quantidade de café que você consome.

No ano passado, pesquisadores britânicos mostraram que pessoas que têm o hábito de beber uma xícara de café por dia têm 20% menos chances de desenvolver câncer de fígado. Outro estudo concluiu que tomar três copos de café por dia reduz riscos de morte prematura.

 

 

 

 

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*Fonte: revistagalileu

Cozinhar e guardar arroz para comer mais tarde pode cultivar bactéria mortal

Um prato de arroz cozido não faz mal para ninguém, não é mesmo? A resposta para essa pergunta depende da forma de armazenamento. Aparentemente, este grão inocente tão presente no dia a dia dos brasileiros pode fazer bastante mal se não for guardado corretamente.

De acordo com Benjamin Chapman, especialista em segurança alimentar da Universidade do Estado da Carolina do Norte, nos EUA, cozinhar o arroz não necessariamente mata todos os patógenos que podem estar à espreita.

“O problema é que um patógeno, o Bacillus cereus, é bastante prevalente no arroz seco, provavelmente como esporo. Os esporos podem sobreviver ao cozimento. Se o arroz cozido for subsequentemente mantido à temperatura ambiente, os esporos podem sair da sua forma protetora, germinar e as formas vegetativas se multiplicam. O ambiente de arroz cozido fornece uma grande quantidade de água e nutrientes para o crescimento. Como um subproduto do crescimento, eles criam um par de toxinas, incluindo uma estável ao calor”.

Embora não esteja claro exatamente por quantos casos de intoxicação alimentar o Bacillus cereus é responsável, um estudo estimou uma incidência de 63.623 casos por ano. Felizmente, colocar qualquer sobra de arroz na geladeira depois que você aproveitou seu prato deve manter todo mundo seguro.

De acordo com um artigo da Epidemiology and Infection, o arroz cozido deve “ser mantido quente” (acima de 63°C) ou “resfriado rapidamente e transferido para uma geladeira dentro de 2 horas depois de ser cozido”. Na verdade, a zona de temperatura mais perigosa é o intervalo entre a “temperatura ambiente e o aquecimento” (entre 15 e 50°C).

Além de refrigerar qualquer arroz caseiro, um senso de vigilância é útil quando jantar fora. De acordo com o cientista de alimentos Donald Schaffner, da Universidade Rutgers, também nos EUA, alguns restaurantes “cozinham um grande lote de arroz e o mantém à temperatura ambiente durante todo o dia” e, em seguida, pegam porções deste lote, conforme necessário.

“Uma vez que o Bacillus faz uma toxina estável do calor, esta não é uma boa prática, que já conduziu a surtos no passado”, explica ele. “Estável ao calor” significa que a toxina pode sobreviver à ebulição e, uma vez que o alimento é refrigerado na “zona de perigo” de 15 a 50°C, as bactérias podem se multiplicar, produzindo ainda mais da toxina. Arroz de sushi, Schaffner observa, não deve ser um problema, já que vinagre é adicionado para diminuir o pH, permitindo que ele seja mantido em segurança à temperatura ambiente.

Em suma, a melhor maneira de manter a si e seus entes queridos seguros do Bacillus cereus e do estrago que ele pode causar é refrigerar quaisquer restos dentro de duas horas depois de cozinhar e verificar como seus restaurantes favoritos preparam e armazenam cada lote de arroz.

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*Fonte: gooru

Comprovada a ligação Intestino x Cérebro

Isso vem se falando há muito tempo e no campo das Neurociências já há estudos e confirmação científica suficiente para se começar a tratar do cérebro cuidando do intestino.

Vejam só. Deve ser por isso que temos tanta gente fazendo “asneiras” por aí. Descobriu-se que nos intestinos existem conexões nervosas e químicas, com neurotransmissores e até possibilidade de sinapses, como ocorre no nosso cérebro.

Por isso um estudo publicado dia 19 de Maio na revista Cell Reports mostram que antibióticos fortes o suficiente para matar as bactérias do intestino também podem parar o crescimento de novas células cerebrais no hipocampo, uma parte do cérebro associada à memória.

Os investigadores também descobriram que um tipo de células brancas do sangue parecem agir como um comunicador entre o cérebro, o sistema imunitário, e o intestino. “Descobrimos que um tratamento prolongado com antibióticos pode afetar o funcionamento do cérebro,” diz a autora do estudo, Susanne Asu Wolf do Max-Delbrueck – Centro de Medicina Molecular, em Berlim, Alemanha.

“Mas, por sorte, probióticos e exercícios podem equilibrar a plasticidade do cérebro e deve ser considerada como uma opção de tratamento real junto com os antibióticos” complementou.

Wolf viu pela primeira vez essas pistas que o sistema imunológico poderia influenciar a saúde e o crescimento de células cerebrais através da investigação em células T, quase 10 anos atrás.

Mas haviam poucos estudos que encontrassem uma ligação a partir do cérebro para o sistema imunológico e de volta para o intestino. No novo estudo, os pesquisadores deram a um grupo de ratos antibióticos suficientes para que eles eliminassem quase toda a flora intestinal.

Em comparação com ratos não tratados com antibióticos, os ratos que perderam suas bactérias intestinais saudáveis tiveram um pior desempenho em testes de memória e mostrou uma perda da neurogênese (capacidade de criação de novas células) em uma seção de seu hipocampo, região onde normalmente novas células cerebrais são produzidas ao longo da vida de um indivíduo.

Ao mesmo tempo que os ratos experimentaram perda de memória e da neurogênese, a equipe de pesquisa detectou um nível mais baixo de células brancas do sangue (especificamente monócitos) marcados com Ly6Chi no cérebro, sangue e medula óssea.

Assim, os pesquisadores testaram e confirmaram que foi a perda dos monócitos Ly6Chi que estavam por trás das mudanças na neurogênese e memória.

Em outro experimento, a equipe de pesquisa comparou ratos não tratados com ratos que tinham níveis de bactérias intestinais saudáveis quer devido à genética ou devido ao tratamento com anticorpos. Em ambos os casos, os ratos com níveis baixos de células Ly6Chi mostraram as mesmas deficiências de memória e neurogênese que os ratinhos que tinham perdido as bactérias do intestino na outra experiência com antibióticos

Assim que os níveis de Ly6Chi foram repostos nos ratos tratados com antibióticos, a memória e a capacidade de criar novas células foi restabelecida.

” Para nós foi impressionante encontrar essas células Ly6Chi que viajam da periferia para o cérebro, e se encontra algo de errado no microbioma , as Ly6Chi atuam como uma célula de comunicação “, diz Wolf.

Felizmente, os efeitos secundários adversos dos antibióticos pode ser revertida. Os ratos que receberam probióticos ou que se exercitaram em uma roda após ter recebido antibióticos, tiveram a memória e a neurogênese recuperadas.

“A magnitude da ação dos probióticos sobre as células Ly6Chi , neurogênese e cognição me impressionaram “, diz ela .

“No futuro , os pesquisadores esperam ver mais ensaios clínicos que investiguem se os tratamentos com probióticos irá melhorar os sintomas em pacientes com doenças neurodegenerativas e distúrbios psiquiátricos . “Poderíamos medir o resultado de humor, sintomas psiquiátricos , a composição do microbioma e a função imune celular antes e após o tratamento com probióticos “, diz Wolf.

Agora já podemos perdoar os “enfezados”. Se a cabeça não anda boa, melhor cuidar dos intestinos e evitar antibióticos. Se não tiver jeito, probióticos e malhação para recuperar a capacidade de lembrar das coisas.

Sugiro a leitura de um outro artigo publicado aqui, onde fala dos benefícios e da criação de novas redes neuronais através dos exercícios físicos….já pra esteira!!!

*Por Genaldo Vargas

 

 

 

 

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*Fonte: fasdapsicanalise

Dormir pouco faz o cérebro destruir seus próprios neurônios

Dormir traz diversos benefícios para os seres vivos – principalmente para nosso cérebro. Além de repor as energias que gastamos durante o dia, o sono também “limpa” os restos da atividade neural que são deixados para trás durante o dia a dia e podem ser prejudiciais.

Mas agora, em uma nova pesquisa, pesquisadores descobriram algo curioso: este mesmo mecanismo de limpeza acontece também em cérebros que estão sendo privados do sono ou que têm dormido pouco. Mas com um porém: ao invés de limpar os restos das sinapses, estes cérebros começam a limpar as próprias sinapses e neurônios, em um processo que beira o canibalismo.

A equipe, liderada pela neurocientista Michele Bellesi, da Universidade Politécnica de Marche, na Itália, examinou a resposta do cérebro de mamíferos aos maus hábitos de sono e descobriu essa semelhança bizarra entre os ratos descansados ​​e sem sono. E o pior: a recuperação do sono pode não ser capaz de reverter os danos nos cérebros que passam a se alimentar de si mesmos.

Como as células em outras partes do corpo, os neurônios do cérebro estão sendo constantemente atualizados por dois tipos diferentes de células gliais, que funcionam como uma espécie de cola do sistema nervoso. Umas delas, as células da microglia, são responsáveis ​​por limpar as células velhas e desgastadas através de um processo chamado fagocitose. Já os astrócitos removem as sinapses desnecessárias no cérebro para refrescar e remodelar sua fiação.

Sabemos que esse processo ocorre quando dormimos para limpar o desgaste neurológico do dia, mas agora parece que a mesma coisa acontece quando começamos a perder o sono. Mas ao invés de ser uma coisa boa, o cérebro começa a devorar partes saudáveis de si mesmo e se machucar. “Mostramos pela primeira vez que porções de sinapses são literalmente comidas por astrócitos por causa da perda de sono”, conta Bellesi.

Para descobrir isso, os pesquisadores imaginaram os cérebros de quatro grupos de ratos: um grupo foi deixado para dormir por 6 a 8 horas (bem descansado); outro foi periodicamente acordado do sono (espontaneamente acordado); um terceiro grupo foi mantido acordado por mais 8 horas (privação de sono); e um grupo final foi mantido acordado por cinco dias seguidos (cronicamente privados de sono).

Quando os pesquisadores compararam a atividade dos astrócitos entre os quatro grupos, identificaram-na em 5,7% das sinapses dos cérebros de camundongos bem descansados ​​e em 7,3% dos cérebros de camundongos espontaneamente acordados.

Nos camundongos privados de sono e cronicamente privados de sono, eles notaram algo diferente: os astrócitos aumentaram sua atividade para realmente comer partes das sinapses, como as células microgliais comem resíduos – um processo conhecido como fagocitose astrocítica. Nos cérebros de camundongos privados de sono, descobriu-se que os astrócitos estavam ativos em 8,4% das sinapses e, nos camundongos cronicamente privados de sono, 13,5% das sinapses apresentavam atividade astrocitária.

Segundo os pesquisadores, a maioria das sinapses que estavam sendo comidas nos dois grupos de camundongos privados de sono eram as maiores, que tendem a ser as mais antigas e mais usadas, o que provavelmente é uma coisa boa. “Elas são como móveis antigos e, portanto, provavelmente precisam de mais atenção e limpeza”, diz Bellesi.

Mas quando a equipe checou a atividade das células microgliais nos quatro grupos, eles descobriram que ela também aumentara no grupo cronicamente privado de sono. E isso é uma preocupação, porque a atividade microglial desenfreada está associada a doenças cerebrais como Alzheimer e outras formas de neurodegeneração.

“Descobrimos que a fagocitose astrocítica, principalmente de elementos pré-sinápticos em grandes sinapses, ocorre após a perda de sono aguda e crônica, mas não após a vigília espontânea, sugerindo que pode promover a limpeza e reciclagem de componentes desgastados de sinapses fortes e muito usadas”. os pesquisadores relatam.

“Por outro lado, apenas a perda crônica de sono ativa as células da micróglia e promove sua atividade fagocítica, sugerindo que a interrupção prolongada do sono pode estimular a microglia e talvez predispor o cérebro a outras formas de danos”.

Muitas questões permanecem. Não sabemos o que aconteceria se esse processo fosse replicado em cérebros humanos, nem se recuperar o sono pode reverter o dano. Mas o fato de que as mortes por Alzheimer aumentaram em incríveis 50% desde 1999, juntamente com a luta que muitos de nós têm para ter uma boa noite de sono, significa que isso é algo que precisamos entender logo.

 

 

 

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*Fonte: gooru

“Band-Aid” do futuro: gel elástico que carrega medicamentos é desenvolvido nos EUA

Pesquisadores dos EUA desenvolveram um material semelhante a um gel pegajoso e extensível, que pode ser usado como uma “atadura inteligente”.

Com sensores de temperatura e reservatórios de drogas, o curativo de hidrogel pode liberar medicamentos em resposta às mudanças de temperatura da pele. Além disso, LEDs incorporados ao material acendem para avisar quando os remédios estão acabando.

“Eletrônicos são, geralmente, duros e secos, mas o corpo humano é macio e molhado. Estes dois sistemas têm propriedades drasticamente diferentes”, disse Xuanhe Zhao, um engenheiro mecânico no Massachusetts Institute of Technology (MIT). “Para deixar a eletrônica em contato estreito com o corpo humano, como em aplicações de monitoramento de saúde e entrega de drogas, é altamente desejável fazer os dispositivos eletrônicos macios e elásticos, para que se ajustem ao ambiente do corpo humano. Essa é a motivação para a eletrônica de hidrogel flexível”, completou.

A matriz de hidrogel que compõe a atadura tem numerosas vantagens em relação aos de tecidos convencionais. É altamente flexível e facilmente extensivo, podendo ser aplicado a qualquer área do corpo, incluindo articulações, como os joelhos ou os cotovelos.

O material de borracha é composto, principalmente, de água e pode ser incorporado a uma gama de produtos eletrônicos, tais como fios condutores, chips semicondutores, luzes de LED e sensores de temperatura.

Descrevendo o curativo na revista Advanced Materials, os pesquisadores dizem que o dispositivo possui tubos e furos pelos quais a medicação flui, entregando drogas diferentes para diferentes segmentos da pele, pela influência de sua respectiva temperatura. “É uma matriz muito versátil. Uma capacidade única é que se um sensor detecta algo diferente, como um aumento anormal da temperatura, o dispositivo libera os medicamentos neste local específico, selecionando uma droga a partir dos seus reservatórios. Os medicamentos podem difundir-se na matriz de hidrogel para libertação sustentada ao longo do tempo”, disse Hyunwoo Yuk, um membro da equipe.

O hidrogel seria uma “pomada” eficiente para coisas como queimaduras e doenças da pele, mas, de acordo com os pesquisadores, não está limitado ao uso externo, podendo, teoricamente, ser usado dentro do corpo para abrigar eletrônicos implantados, tais como sensores de glicose ou sondas neurais.

“Atualmente, os pesquisadores estão testando diferentes materiais macios para conseguir, a longo prazo, a biocompatibilidade de dispositivos neurais. Com ajuda dos colaboradores, estamos propondo a utilização de hidrogel como um material ideal para dispositivos neurais, pois ele pode ser projetado com propriedades mecânicas e fisiológicas semelhantes às do cérebro”, concluiu Zhao.

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*Fonte: gooru

Água mineral pode causar diabetes, afirma estudo

O arsênico, um veneno de ocorrência natural, potencialmente cancerígeno e encontrado em águas subterrâneas, foi fortemente associado às Diabetes, segundo um estudo realizado por pesquisadores da Universidade Johns Hopkins em Baltimore, EUA, e publicado no periódico Journal of the American Medical Association.

Considerado inodoro, insípido, incolor e facilmente solúvel em água e vinho, o arsênico é um veneno muito temido. Grandes doses são capazes de matar uma pessoa, enquanto pequenas quantidades podem gradualmente adoecê-la, de acordo com informações da Reuters. Segundo a Dr.ª Ana Navas-Acien, que liderou o estudo, foram encontradas associações “relativamente fortes” entre os níveis de arsênico comumente encontrados na urina de pessoas com diabetes do tipo 2 em um experimento realizado com adultos norte-americanos.

De acordo com ela, parece não haver níveis considerados seguros do veneno.

“Globalmente falando, este é um grande problema”, disse em entrevista à agência de notícias. “À medida que a água se torna um recurso escasso, precisamos de fontes adicionais”. O estudo ainda apontou que o arsênico aumenta os riscos de câncer na bexiga, pulmões, rins, pele, e, possivelmente, próstata.

Cerca de 20% dos 800 participantes entrevistados apresentaram altos níveis de arsênico no corpo – cerca de 16,5 microgramas por litro de urina. Esses tinham 3,6 mais chances de desenvolverem diabetes de início tardio do que os restantes, que apresentaram 3 microgramas por litro. Ainda, os níveis do veneno eram 26% maiores em pessoas com Diabetes do tipo 2 do que as não tinham a doença.

Nos EUA, o limite estabelecido de arsênico na água potável é de 10 microgramas por litro, o que é excedido por pessoas em regiões rurais, que costumam consumir água retiradas de poços artesianos.

O veneno pode se acumular no corpo e arruinar a capacidade do organismo de produzir insulina, que por sua vez é vital para conversão do açúcar no sangue (glicose) em energia. Normalmente, a insulina se liga às células através de receptores e sinalizam para que a glicose participe do processo. No entanto, o arsênico entra na célula e de alguma forma bloqueia essa atividade.

Segundo Navas-Acien, é difícil discernir as formas prejudiciais e benignas do arsênico, embora exames laboratoriais mais específicos permitam que cientistas detectem vestígios que podem representar riscos para a saúde.

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*Fonte: jornalciencia

Pessoas com mais de 40 anos devem trabalhar apenas 3 dias por semana

Um estudo australiano analisou os hábitos de trabalho de cerca de 3.000 homens e 3.500 mulheres com mais de 40 anos. Depois, comparou esses hábitos com resultados de testes ao cérebro.

A conclusão: as pessoas tinham melhores resultados quando só trabalham três dias por semana. A história é contada pela BBC News.

Na verdade, as pessoas que trabalham 55 horas por semana ou mais têm o maior declínio cognitivo do que aqueles que não tiveram emprego, se aposentaram ou trabalharam em absoluto.

Para testar as capacidades cognitivas dos participantes foi-lhes pedido que lessem em voz alta, dissessem uma lista de números por ordem decrescente e que associassem letras e números num limite de tempo. No geral, quem obteve melhores resultados trabalhava apenas 25 horas por semana.

O professor Colin McKenzie, aponta que as pessoas trabalharão mais tempo sem conseguirem desempenhar o trabalho com desempenho satisfatório.

“O trabalho pode ser uma faca de dois gumes, na medida em que pode estimular a atividade cerebral, mas, ao mesmo tempo longas horas de trabalho podem causar fadiga e estresse, o que potencialmente pode prejudicar as funções cognitivas”, afirma.

Ele acrescenta que a diferença nas horas de trabalho conforme o avanço da idade é importante para manter a capacidade cognitiva em alto nível até que os trabalhadores fiquem idosos. “Trabalhar em tempo parcial pode ser eficaz”.

McKenzie disse ao jornal britânico The Times que muitos países procuram elevar a idade da aposentadoria, forçando as pessoas a trabalharem mais tempo porque não poderão reivindicar benefícios até a velhice. Sua opinião é que a quantidade de trabalho pode ter uma importância significativa nisso.

O estudo apenas analisou pessoas com mais de 40 anos, logo não há garantias que este grupo se comporta de forma diferente de outras faixas etárias.

 

 

 

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*Fonte: bmm

Nobel de medicina é categórico: Jejum é muito melhor do que comer a cada 3 horas

Parece que o jogo virou. Especialistas do mundo inteiro estão indo na contramão da crença popular de que comer de 3 em 3 horas é a melhor forma de se alimentar.

O jejum quando acompanhado por um profissional, está ganhando destaque entre as dietas saudáveis, inclusive até a Bela Gil aprova.

Mark Mattson, chefe do Laboratório de Neurociência do Instituto Nacional de Envelhecimento e professor na Universidade Johns Hopkins, foi além e revelou em uma das palestras do TEDx que, além de não prejudicar nossa saúde, passar longos períodos sem comer pode trazer benefícios gigantescos ao nosso cérebro!

De acordo com o especialista, os benefícios do jejum podem ser comparados aos benefícios que a prática de atividades físicas traz ao corpo humano.

As diversas pesquisas realizadas por Mattson e sua equipe apontaram que a restrição alimentar e calórica aumenta a produção de fatores neurotróficos que promovem o crescimento de neurônios, melhorando a conexão entre eles e dando mais força para as sinapses.

Como assim, Brasil?

Quando você está com fome e não se alimenta, o cérebro meio que entra em um estado de alerta, fica mais ativo e começa a desencadear reações para se adaptar a essa realidade. Basicamente é a mesma coisa que acontece aos animais quando passam longas horas ou até dias em jejum atrás da caça – afinal, somos animais também.

Uma dessas reações de adaptação feitas pelo cérebro humano no período de jejum é o aumento da produção de mitocôndrias nos neurônios. Essa alteração faz com que a habilidade dos neurônios de se conectarem também aumente, o que acaba promovendo uma melhor absorção de informações, favorecendo o aprendizado e a memória, revela Mattson.

Além disso, a prática dessa dieta, segundo este estudo publicado no site científico The American Journal of Clinical Nutrition, está associada à redução de doenças cardiovasculares, câncer e ainda no tratamento de diabetes.

E mais, de acordo com o especialista, estudos feitos pela Universidade do Sul da Califórnia constataram que o jejum, além de proteger nosso sistema imune, ainda é capaz de regenerá-lo.

No período que passamos sem nos alimentar, nosso corpo começa a poupar energia e assim, ele acaba “matando” algumas células imunes velhas que não estão mais trabalhando corretamente. Depois de tirar todas do nosso organismo, quando a gente se alimenta novamente, cria-se células imunes novinhas em folha.

Ou seja, o jejum acaba fazendo uma “faxina celular” no organismo, jogando as velhas fora e criando, a partir das células tronco, novas células, prontinhas para turbinar o funcionamento do nosso corpo, capazes até de reparar nosso DNA.

De acordo com o neurocientista, todas essas alterações no nosso organismo e cérebro são capazes de prolongar nossa vida e ainda retardar ou evitar o aparecimento de doenças degenerativas, como o Alzheimeir e o Parkinson, por exemplo.

“Desafios para o cérebro, seja por jejum intermitente ou exercício vigoroso… é um desafio cognitivo. Quando isso acontece circuitos neurais são ativados, níveis de fatores neurotróficos aumentam, e isso promove o crescimento de neurônios e a formação e fortalecimento das sinapses. Nós não poderíamos prever que o jejum prolongado poderia ter um efeito tão impressionante na promoção de regeneração baseada em célula tronco” – revelou Mark Mattson.

Se são tantos benefícios, por que parece tão errado ficar sem comer?

Antes de tudo, é preciso deixar bem claro que a prática dessa dieta e todos os benefícios que ela pode trazer a nossa saúde só são reais quando tudo é feito com acompanhamento profissional.

Parar de comer sem a orientação de um nutricionista pode levar a uma defasagem de vitaminas e o que era para te fazer bem, pode tomar proporções terríveis para sua saúde.

Existem várias formas de seguir essa restrição alimentar, como o modelo “5 por 2”, que consiste em fazer o jejum por algumas horas durante dois dias da semana e nos outros cinco dias, comer normalmente. E de fato, não é necessário passar 24 horas completamente em jejum.

Conforme explicamos neste texto, especialistas sugerem reservar algumas horas do dia, preferencialmente a noite, por exemplo, não se alimentar das 7 da noite até as 7 da manhã.

Pode parecer bastante difícil, mas, conforme o neurocientista explicou em sua palestra, esse é um novo “hábito” que deve ser inserido na sua rotina aos poucos. Com o tempo fica fácil nos adaptarmos ao jejum.

Mas então, por qual motivo essa história de comer de 3 em 3 horas é tão difundida?

O neurocientista tem a resposta na ponta da língua: é bom para os negócios!

De acordo com Mattson, tanto a indústria farmacêutica quanto a alimentícia não pouparam esforços para difundir essa informação.

Conforme aponta o especialista, se todos soubessem dos reais benefícios de passar algumas horas sem se alimentar, toda a grana que gira em torno da nossa alimentação sofreria grandes alterações. Ou seja, poderosos perderiam dinheiro. Muito dinheiro.

Imagine se as pessoas que sofrem com essas doenças citadas, como as cardiovasculares, diabetes ou doenças degenerativas, tomassem conhecimento de que uma mudança na rotina de alimentação pode tratar todos os males. Certamente elas iriam menos à farmácia, logo a indústria farmacêutica perderia dinheiro.

Sem contar que esse esquema “Tele-Sena” (comer de 3 em 3 horas), faz com que o consumo de comidinhas rápidas (barrinhas, lanchinhos e afins) aumente significativamente. Sem esse sistema, a indústria alimentícia perderia uma boa parcela do mercado.

Diversos especialistas questionam a validade das pesquisas científicas financiadas justamente por essas indústrias. Inclusive em sua palestra (veja o vídeo ao final desse artigo) Mark Mattson diz que os resultados sobre os benefícios da alimentação de 3 em 3 horas estão nessa lista de estudos duvidosos. O documentário “What The Health“, disponível na Netflix, detalha como esse financiamento funciona – vale assistir!

Além deste estudo, publicado no site científico NBCI, ter revelado que realmente comer a cada três horas não favorece nosso metabolismo e pode até favorecer o aumento do peso, Yoshinori Ohsumi, biologista celular e Nobel de Medicina em 2016, também constatou que o jejum é um arma poderosa à favor da saúde.

Neste estudo, feito por Ohsumi, foi comprovado a renovação celular e os benefícios diversos da dieta restritiva, já citados por Mattson em sua palestra ao TEDx.

Chamando essa reação de “Autofagia”, o estudo feito pelo ganhador do Nobel de Medicina criou grande polêmica ao comprovar que ficar um tempo sem comer elimina as células ruins do organismo e posteriormente cria células novas, mais eficazes para o bom funcionamento do nosso corpo, além de ser eficaz no combate dos malefícios do envelhecimento e na cura de doenças degenerativas.

Ou seja, não faltam estudos e especialistas renomados apoiando o jejum como uma poderosa ferramenta para nossa saúde. Se ficou com vontade de começar esse novo “desafio”, é preciso ser responsável. Em hipótese alguma pare de comer sem a supervisão de um nutricionista.

* Nota: As informações e sugestões contidas neste artigo têm caráter meramente informativo. Elas não substituem o aconselhamento e acompanhamentos de médicos, nutricionistas, psicólogos, profissionais de educação física e outros especialistas.

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*Fonte: sabervivermais

Qual a diferença entre os tipos de AÇÚCAR?

É fato! Açúcar tem que ser consumido com moderação. Mas você conhece os tipos e as diferenças entre eles? Aí vai uma listinha pra te ajudar na hora de escolher:

– AÇÚCAR REFINADO: é o famoso açúcar branco, obtido do açúcar cristal dissolvido. É tratado com enxofre e soda cáustica e perde os nutrientes.

– AÇÚCAR CRISTAL: obtido da centrifugação do caldo de cana que é clareado com enxofre e soda cáustica.

– AÇÚCAR DEMERARA: obtido da clarificação (sem aditivos químicos) e centrifugação do caldo de cana. Preserva parte dos nutrientes da cana e não contém resíduos químicos. Por ser mais claro, não afeta sabor e cor das receitas.

– AÇÚCAR MASCAVO: obtido da secagem do melado da cana, sem uso de aditivos químicos. É a versão sólida mais bruta e que preserva minerais como ferro e cálcio.

– MELADO DA CANA: obtido do cozimento do caldo de cana, sem processamento químico. A partir do melado, surgem o açúcar mascavo e a rapadura.

– AÇÚCAR DE COCO: vem da palmeira do coco e, assim como o mascavo, é bruto e natural, pois não passa por processamento químico.

DICA DA NUTRI: Aproveite o sabor natural dos alimentos e procure acostumar seu paladar. Quando usar açúcar, escolha os menos processados e que preservam seus nutrientes naturais.

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*Fonte: maeterra

O mar: uma droga gratuita que cura pelo menos 16 doenças

Férias na praia podem ser uma verdadeira cura para muitas doenças. Descubra os benefícios da água, sol e sal no corpo.

Retire seus medicamentos e trate-se para um feriado ou um final de semana na praia. Sim, o mar, com a sua salinidade, o iodo, o seu ar saloio dico pode ser uma verdadeira cura para muitas doenças. Eles contaram: são pelo menos 16.

A massagem com água ativa a circulação, a água salgada libera o trato respiratório e reduz as formas alérgicas.

Eles beneficiam as vias aéreas e aliviam-se:

– alergias respiratórias

– sinusite

– asma

– convalescença de resfriados e outras doenças respiratórias

– problemas causados ​​pelo tabagismo

– intoxicação por agentes químicos

 

O dano dos ossos é reparado e as dores de:

– deslocamentos

– distorções

– fraturas

– artrose

– dores nas articulações

– osteoporose

– espondilose

– doenças reumáticas

Com o mar, as alergias cutâneas são reduzidas:

– psoríase

– eczema

– dermatite

– acne seborreica

Graças ao mar, as condições anêmicas, as doenças ginecológicas, o hipotireoidismo e o linfatismo melhoram. Muito importante, o mar também ajuda a combater estados depressivos.

Que doenças são tratadas com o mar

Um benefício de uma estadia no mar são alergias respiratórias (especialmente pólen), anemia, artrite, convalescença depois de doenças do trato respiratório, depressão, entorses, fracturas, hipotiroidismo, luxações, doenças alérgicas da pele, doenças ginecológicas, doenças reumática, osteoporose, psoríase, raquitismo.

O importante é saber como se comportar para aproveitar ao máximo todos os benefícios que podem ser extraídos da água do mar e do sol. Os benefícios da água do mar

Aqui estão alguns dos principais benefícios dos tratamentos de maré, ou seja, talassoterapia.

Melhore sua respiração.

Mas por que o mar é um amigo tão precioso? O que o torna tão especial é o chamado aerossol marinho. O ar, perto da costa, contém uma quantidade maior de sais normais do que minerais: cloreto de sódio e magnésio, iodo, cálcio, potássio, bromo e silício. Eles vêm das ondas quebrando a costa e dos salpicos de água do mar levantada pelo vento. Os primeiros a se beneficiar são os pulmões: a respiração melhorou significativamente desde os primeiros dias. Mas o aerossol marinho também estimula o metabolismo, revigora a circulação sanguínea e melhora o sistema imunológico.

A água do mar tem muitos componentes que trazem relaxamento ao corpo, tiram dores e reenergizam. Não é à toa a crença de que um banho de mar pode “descarregar” energias negativas. Além das propriedades da água, a quebra das ondas no corpo promove uma drenagem linfática e ainda estimula a pele e a circulação.

A água marinha é composta por mais de 80 elementos químicos. Alivia principalmente as tensões musculares, graças à presença de sódio em sua composição — por isso é considerada energizante. A massagem que as ondas fazem no corpo estimula a circulação sanguínea periférica, e isso provoca aumento da oxigenação das células.

Graças à presença de cálcio, zinco, silício e magnésio, a água do mar é usada para tratar doenças como artrite, osteoporose e reumatismo. Já o sal marinho, rico em cloreto de sódio, potássio e magnésio, tem propriedades cicatrizantes e antissépticas

Combate a retenção de água.

Muitas pessoas sofrem de retenção de água durante a estação quente. Na água do mar, de fato, existe uma concentração considerável de sais minerais. E isso, devido a um mecanismo físico chamado osmose, favorece a eliminação, através da pele, dos líquidos que haviam acumulado nos tecidos. Com grandes vantagens para a circulação das pernas.

Lute contra os quilos extras.

Os quilos extras são perdidos com mais facilidade. O sal estimula as terminações nervosas da epiderme, como conseqüência acelera o metabolismo: o corpo, na prática, queima alimentos e gordura mais rápido.

Fortalece o sistema circulatório.

Graças à pressão que a água exerce enquanto você está imerso, sua temperatura, que nesta temporada é de cerca de 20 graus e movimento ondulatório, que pratica uma massagem suave em todo o corpo.

A musculatura se fortalece.

A natação relaxa os músculos, rapidamente dissolve contraturas e dá mobilidade às articulações bloqueadas pela artrite e artrose. E então ajuda intestinos e rins, purificando todo o corpo.

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*Fonte: revistapazes

9 coisas que você JAMAIS deve fazer com o estômago vazio

1. Tomar anti-inflamatórios
A aspirina, o paracetamol e outros medicamentos anti-inflamatórios podem causar sérios problemas gástricos caso sejam tomados de estômago vazio. Uma alternativa é tomar esses remédios com leite, que alivia os efeitos negativos.

2. Beber café
Mesmo os descafeinados fazem seu corpo produzir o ácido causador da azia e de outros problemas gástricos. Uma alternativa é tomar o café com leite ou creme, já que suas gorduras ajudam a neutralizar os efeitos ruins da bebida.

3. Ingerir bebidas alcoólicas
De estômago vazio, a absorção do álcool pode duplicar e piorar a ressaca no dia seguinte – sem contar, é claro, os problemas que pode dar no coração, no fígado e nos rins. Caso não tenha como escapar, evite bebidas gaseificadas, já que elas são absorvidas mais rapidamente.

4. Mascar chiclete
Mascar uma goma sem ter nada na barriga faz com que seu estômago produza suco gástrico à toa, danificando a parede interna do órgão. Se isso se tornar constante, você pode até desenvolver uma gastrite e uma úlcera! Se não tiver jeito, tente mascar o chiclete por no máximo 10 minutos e evite produtos que contenham açúcar, ciclamato e aspartame.

5. Dormir
Ir para a cama de estômago vazio é pedir para ter uma noite de sono irregular. Os baixos níveis de glicemia podem te fazer acordar mais cedo do que o normal, além de ter um sono mais leve e interrompido. Claro que dormir de pança cheia também não faz bem, por isso tente ingerir algo leve, como derivados do leite, para uma noite mais serena.

6. Praticar exercício físico intenso
Algumas pessoas acreditam que musculação ou exercício físico intenso com o estômago vazio pode ajudar a perder gordurinhas. Isso ainda não foi comprovado, mas, segundo vários pesquisadores, a massa muscular diminui se você pratica exercícios desse jeito. O ideal é sempre fazer um lanche antes de pegar no pesado.

7. Fazer compras
Você já entrou no mercado com fome e saiu de lá com muito mais coisas do que precisava? Isso acontece em qualquer loja, já que a falta de comida nos deixa mais insaciáveis, mas é no mercado que isso se torna bem evidente. Ajuda se você fizer uma lista de compras e resolver pagar no dinheiro, tendo um valor estipulado para gastar antes de entrar no estabelecimento.

8. Discutir
O estômago vazio nos deixa mais propensos a prolongar discussões desnecessárias, já que ficamos sem autocontrole pela falta de energia para isso. Caso a conversa seja inadiável, você pode tomar um chá enquanto expõe seu ponto de vista de maneira mais calma e civilizada.

9. Beber sucos cítricos
A acidez excessiva pode causar uma irritação na parede interna do seu estômago, por isso evite sucos muito cítricos. Para quem sofre de gastrite ou úlcera, isso é um veneno! Uma opção é diluir ainda mais a bebida, mas o ideal é evitá-la.

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*Fonte: megacurioso

Os benefícios para a saúde de ser antissocial

Com alguma relutância, eu consigo ser sociável. Às vezes, fico secretamente aliviada quando planos para eventos sociais são cancelados. Fico nervosa depois de algumas horas socializando. Uma vez, eu até fui em um retiro silencioso de meditação por dez dias de graça – não pela meditação, mas pelo silêncio.

Então, eu me identifico com a escritora Anneli Rufus, que escreveu o seguinte na obra Festa de Um: O Manifesto dos Solitários: “Quando pais punem seus filhos em programas de TV os mandando ir para o quarto, eu ficava confusa. Eu amava meu quarto. Ficar trancada lá era um presente. Para mim, uma punição era ser obrigada a jogar com meu primo Louis”.

Características antissociais como essas geralmente estão longe de serem consideradas ideais. Muitas pesquisas mostram os problemas do isolamento social, considerado um problema sério de saúde pública em países com populações que estão envelhecendo rapidamente.

No Reino Unido, o Colégio Real de Médicos Gerais diz que a solidão apresenta um risco de morte prematura do mesmo nível que a diabetes. Conexões sociais fortes são importantes para o funcionamento cognitivo, função motora e um sistema imune funcionando bem.

Isso é especialmente evidente em casos de isolamento social extremo. Exemplos de pessoas presas em cativeiro, crianças isoladas em orfanatos abusivos e presos mantidos em solitárias, todos mostram como a solidão prolongada pode levar a alucinações e outras formas de instabilidade mental.

Mas esses são casos severos e involuntários. Para nós que apenas preferimos ter bastante tempo a sós, pesquisas recentes sugerem boas notícias: há benefícios em ser recluso, tanto para nossas vidas profissionais quanto para nosso bem-estar.

Espaço criativo

Um benefício chave é mais criatividade. Gregory Feist, especialista em psicologia da criatividade na Universidade Estatal da Califórnia em San Jose, definiu a criatividade como pensar ou agir com dois elementos-chave: originalidade e utilidade.

Ele descobriu que traços de personalidade comumente associados com criatividade são abertura (receptividade a novos pensamentos e experiências), autoeficácia (confiança) e autonomia (independência) – tudo inclui uma “falta de preocupação com normas sociais” e “uma preferência por ficar a sós”.

Aliás, a pesquisa de Feist com artistas e cientistas mostra que uma das principais características das pessoas criativas é seu interesse menor na socialização.

Um motivo para isso é que essas pessoas tendem a passar muito tempo sozinhas trabalhando em suas criações. Além disso, diz Feist, muitos artistas estão tentando entender seu mundo interno e muitas das experiências internas pessoais que eles tentam expressar e significar através da sua arte”. A solidão permite a reflexão e a observação necessárias para esse processo criativo.

Uma recente defesa dessas ideias partiu da psicóloga da Universidade de Buffalo Julie Bowker, que pesquisa distanciamento social. O afastamento social geralmente é dividido em três categorias: timidez causada por medo ou ansiedade, fuga devido a um desgosto pela socialização e insociabilidade devido a uma preferência pela solidão.

Um estudo publicado por Bowker e seus colegas foi o primeiro a mostrar que um tipo de distanciamento social poderia ter um efeito positivo – eles descobriram que a criatividade estava ligada especificamente à insociabilidade. Eles também descobriram que a insociabilidade não tinha relação com agressão (e sim timidez e fuga).

Isso é importante porque, enquanto pesquisas anteriores sugeriram que insociabilidade poderia não causar danos, Bowker e seus colegas mostraram que pode ser até benéfico. Pessoas antissociais tendem a ter “apenas o suficiente de interação”, diz Bowker. “Elas preferem ficar sozinhas, mas também não se importam em ficar com os outros.”

Há uma variação de gênero e cultura, é claro. Por exemplo, algumas pesquisas sugerem que crianças antissociais na China têm mais problemas interpessoais e acadêmicos que crianças antissociais no Ocidente. Bowker diz que essas diferenças estão diminuindo conforme o mundo se torna mais globalizado. Ainda assim, parece que a solidão é importante para mais coisas além da criatividade.

Foco interno

Acredita-se que líderes precisam ser gregários. Mas isso depende, entre outros fatores, das personalidades de seus empresários. Um estudo de 2011 mostrou que em restaurantes de uma rede de pizzarias na qual os funcionários eram mais passivos, chefes extrovertidos eram associados a lucros mais altos. Mas os que tinham funcionários mais proativos, líderes introvertidos eram mais eficientes.

Uma razão para isso é que pessoas introvertidas têm uma tendência menor de se sentir ameaçadas por personalidades fortes e sugestões. Elas também têm uma tendência maior a ouvir.

Desde os tempos mais antigos, as pessoas sabem que há uma ligação entre isolamento e foco mental. Afinal de contas, culturas com tradições de ermitões religiosos acreditam que a solidão é importante para alcançar a iluminação.

Pesquisas recentes nos deram um entendimento melhor da razão para isso. Um benefício da insociabilidade é que o estado do cérebro de descanso das atividades mentais, o que caminha de mãos dadas com a quietude de ficar só. Quando outra pessoa está junto, seu cérebro não consegue não prestar atenção. Isso pode ser uma distração positiva. Mas ainda assim é uma distração.

Sonhar acordado na ausência dessas distrações ativa a conexão predefinida do cérebro. Entre outras funções, essa conexão ajuda a consolidar a memória e entender as emoções dos outros. Dar um terreno livre a uma mente perambulante não apenas ajuda no foco a longo prazo mas também fortalece seu senso próprio e também o dos outros. Paradoxalmente, períodos de solidão podem ajudar na hora de voltar a socializar. E a ausência ocasianal de foco pode ajudar na concentração a longo prazo.

Outra estudiosa que defende os benefícios de uma solidão reflexiva e produtiva é Susan Cain, escritora de Quieto: O Poder dos Introvertidos em um Mundo Que não Consegue Parar de Falar e fundadora da Revolução Quieta, uma empresa que promove locais de trabalho quietos e apropriados para os introvertidos.

“Hoje em dia, tendemos a acreditar que a criatividade parte de um processo decididamente comunitário, mas ela depende de muita atenção mantida e um profundo foco”, diz ela.

“Além disso, humanos são seres sociais tão porosos que, quando nos cercamos de outras pessoas, automaticamente aderimos a suas opiniões e gostos estéticos. Para realmente seguir nossos caminhos ou visões, devemos estar dispostos a nos sequestrar, ao menos durante um certo período de tempo”.

Saúde ermitã

Ainda assim, a linha entre uma solidão útil e um isolamento perigoso pode ser tênue. “Quase tudo pode ser adaptável e mal ádaptável, dependendo de quão extremo chega”, diz Feist.

Uma doença tem a ver com uma disfunção. Se alguém para de se importar com os outros e corta totalmente o contato, isso pode levar a uma negligência patológica de relações sociais. Mas a insociabilidade criativa está muito distante disso.

Aliás, diz Feist, “há um perigo real com pessoas que nunca estão sozinhas”. É difícil ser introspectivo, autoconsciente e completamente relaxado a não ser que você tenha uma solidão ocasional. Além disso, os introvertidos tendem a ter menos amizades com laços mais fortes – o que pode estar ligado a uma felicidade maior.

Assim como muitas outras coisas, qualidade é mais importante que quantidade. Nutrir algumas relações sem sentir que você precisa popular sua vida com vozes falantes pode ser melhor para você no fim das contas.

Portanto, se a sua personalidade tende para o lado da insociabilidade, você não deveria sentir que precisa mudar. É claro que isso inclui desafios. Mas, contanto que você tenha contatos sociais regulares, esteja escolhendo a solidão em vez de ser forçado a ela, tenha ao menos alguns bons amigos e se sua solidão for boa para seu bem-estar e sua produtividade, não há por que se preocupar em fazer uma personalidade em forma de quadrado caber em um buraco arredondado.

Então sinta-se livre para limpar sua agenda social. Está psicologicamente aprovado.

*Por Christine Ro

 

 

 

 

 

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*Fonte: bbc-brasil

Risco de câncer da radiação do celular é pequeno, concluíram estudos de dez anos considerados os mais abrangentes

Dois novos estudos expuseram ratos e camundongos a altos níveis de radiação de radiofrequência — o tipo de radiação emitido pelo seu celular. E os pesquisadores dizem que há pouco risco de câncer para humanos.

Os celulares causam câncer?

Apesar de anos de pesquisa, ainda não há uma resposta clara. Mas dois estudos do governo do governo dos Estados Unidos2, divulgados em fevereiro deste ano, um em ratos e um em camundongos, sugerem que, se houver algum risco, é pequeno, disseram as autoridades de saúde do país.

Questões de segurança sobre telefones celulares veem despertando intenso interesse e debates por anos, já que os dispositivos se tornaram parte integrante da vida da maioria das pessoas. Até mesmo um minuto de risco poderia ser prejudicial a milhões de pessoas.

Esses dois estudos sobre os efeitos do tipo de radiação emitida pelos telefones, conduzidos ao longo de dez anos e custando 25 milhões de dólares, são considerados os mais extensos até hoje.

Em ratos machos, os estudos associaram tumores no coração a alta exposição à radiação dos telefones. Mas esse problema não ocorreu em ratos fêmeas ou em camundongos.

Os roedores nos estudos foram expostos à radiação por nove horas por dia durante dois anos, mais do que as pessoas experimentam mesmo com muito uso de celular, então, os resultados não podem ser aplicados diretamente aos humanos, disse John Bucher, cientista sênior do National Toxicology Program, durante uma entrevista coletiva.

Os resultados, disse Bucher, não o levaram a mudar o uso de seu celular ou a incentivar sua própria família a fazer isso. Mas ele também observou que os tumores de coração — chamados schwannomas malignos — nos ratos são semelhantes aos neuromas acústicos3, um tumor benigno em pessoas que envolvem o nervo que liga o ouvido ao cérebro, que alguns estudos associaram ao uso do celular.

Ele disse que já foram feitos quase vinte estudos com animais sobre o assunto, “com a grande maioria dando negativo em relação ao câncer”.

Outras agências estão estudando o uso do celular em pessoas e tentando determinar se ele está ligado à incidência de qualquer tipo de câncer, disse Bucher.

A agência Food and Drug Administration (FDA)4, uma agência federal do Departamento de Saúde e Serviços Humanos dos Estados Unidos, que é responsável pela proteção e promoção da saúde pública através do controle e supervisão da segurança alimentar, produtos de tabaco, suplementos dietéticos, prescrição e produtos over-the-counter (produtos vendidos no balção, sem receita médica), drogas farmacêuticos, vacinas, biofarmacêuticos, transfusões de sangue, dispositivos médicos, radiação eletromagnética (ERED), cosméticos e alimentos para animais e produtos veterinários, emitiu uma declaração dizendo que respeitava a pesquisa realizada5 pelo National Toxicology Program. O FDA afirmou também que revisou muitos outros estudos sobre segurança de celulares e que “não encontrou evidências suficientes de que há efeitos adversos à saúde em seres humanos causados pela exposição a ou sob os limites da corrente de radiofrequência”.

A declaração, assinada pelo Dr. Jeffrey Shuren, diretor do centro de dispositivos e saúde radiológica do FDA, também afirmou: “Mesmo com uso diário e frequente pela grande maioria dos adultos, não temos visto um aumento em eventos como tumores cerebrais”.

A Comissão Federal de Comunicações (FCC) estabelece limites para a emissão de energia de radiofrequência nos telefones celulares a que as pessoas estarão expostas, mas o FCC depende do FDA e outras agências de saúde para aconselhamento científico sobre a determinação dos limites, disse o comunicado.

Para as pessoas que se preocupam com o risco, as autoridades de saúde oferecem conselhos de bom senso: gaste menos tempo em celulares, use o fone de ouvido ou modo de alto-falante para que o telefone não seja pressionado contra a cabeça e evite fazer chamadas se o sinal estiver fraco.

O Dr. Bucher observou que a radiação emitida aumenta quando os usuários estão em pontos onde o sinal é fraco ou esporádico e o celular tem que trabalhar mais para se conectar.

Em dezembro, a Califórnia divulgou conselhos aos consumidores6 sobre como diminuir a exposição à radiofrequência dos celulares. Os conselhos incluem atitudes como enviar mensagens de texto em vez de conversas; manter o telefone longe da cabeça e do corpo durante o download ou o envio de arquivos grandes; transportar o telefone em uma mochila, pasta ou bolsa, não em um bolso, sutiã ou cinto; e não dormir com o telefone perto da sua cabeça.

Os dois estudos divulgados em fevereiro, envolvendo 3.000 animais, são “as avaliações mais abrangentes dos efeitos sobre a saúde e a exposição à radiação de rádio frequência em ratos e camundongos até hoje”, de acordo com um comunicado do National Toxicology Program, um programa parte do Instituto Nacional de Ciências da Saúde Ambiental (National Institute of Environmental Health Sciences – NEIHS7).

Os estudos estendem os resultados parciais divulgados8 em maio de 20169, que encontraram pequenos aumentos na incidência de tumores no cérebro e no coração de ratos machos, mas não de fêmeas.

Os novos estudos também encontraram tumores no cérebro e alguns em outros órgãos nos animais expostos à radiação de radiofrequência. Mas Bucher disse que essas descobertas foram “equivocadas”, enfatizando que apenas os tumores do coração forneceram evidências fortes o suficiente para serem consideradas pelos pesquisadores. Outros possíveis efeitos precisam de mais pesquisas, ele disse.

Outros pesquisadores acham que mesmo as descobertas ambíguas são preocupantes. Joel M. Moskowitz, diretor do Centro de Saúde da Família e da Comunidade10 da Escola de Saúde Pública da Universidade da Califórnia, em Berkeley, disse que, com base nos resultados gerais do estudo, o governo deveria reavaliar e fortalecer os limites que impõe sobre quanto e quais tipos de radiação os celulares podem emitir.

Os cientistas não sabem por que apenas ratos machos desenvolvem os tumores do coração, mas Bucher disse que uma possibilidade é simplesmente porque os machos são maiores e absorvem mais radiação.

Os estudos também encontraram alguns danos ao DNA dos animais expostos. Uma surpresa, já que os cientistas acreditavam que a radiação de radiofrequência — ao contrário da radiação ionizante em raios-X — não poderia prejudicar o DNA.

“Não achamos que entendemos o suficiente sobre os resultados para ser capazes de depositar um alto grau de credibilidade nesses resultados”, disse Bucher se referindo aos achados sobre as alterações no DNA.

Uma descoberta aparentemente paradoxal que também intrigou os pesquisadores é que os ratos expostos à radiação do celular na verdade viviam mais que os do grupo de controles. Uma possível explicação, disse Bucher, é que a radiação pode aliviar a inflamação e diminuir a gravidade de um distúrbio renal crônico que é comum em ratos idosos e que pode matá-los.

Perguntado se havia alguma chance de que o uso de celulares pudesse ajudar as pessoas a viverem mais tempo, o Dr. Bucher disse: “A extrapolação para os humanos requer uma série de medidas que vão além do que estamos estudando aqui. Eu acho que essa pergunta em particular não pode ser respondida no momento”.

Os relatórios divulgados em 02 de fevereiro são versões preliminares lançadas para comentário público e uma versão revisada por especialistas externos foi divulgada11, em 26 a 28 de março, pelo Research Triangle Park do NIEHS, na Carolina do Norte.

*Por: Diógenes Henrique / Fonte: The New York Times

 

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*Fonte: socientifica

Como as bactérias que você carrega podem estar afetando seu estado de espírito

Se há algo que nos torna humanos são nossas mentes, pensamentos e emoções.

Um novo conceito controverso que está surgindo, contudo, aponta que as bactérias do intestino também têm um papel importante nisso: elas agiriam como uma espécie de mão invisível em nossos cérebros.

É nesse campo que pesquisadores estão trabalhando ao investigar como os trilhões de micróbios que sobrevivem em nós e nos habitam – o que é chamado de nosso microbioma – afetam a nossa saúde física.

Até mesmo transtornos como depressão, autismo e doenças neurodegenerativas, como o mal de Parkinson, podem de alguma forma estar relacionadas a essas pequenas criaturas.

Nós sabemos há séculos que o modo como nos sentimos afeta o nosso intestino – apenas pense no que acontece com você antes de uma prova ou de uma entrevista de emprego -, mas agora isso está sendo visto como uma via de mão dupla.

Grupos de pesquisadores acreditam estar à beira de uma revolução que usa “micróbios do humor” ou “psicobióticos” para melhorar a saúde mental.

O estudo que deu a partida para esse conceito foi realizado na Universidade de Kyushu, no Japão, em 2004.

Cientistas demonstraram que camundongos “livres de germes” – aqueles que nunca tiveram contato com micróbios – produziram duas vezes a quantidade de hormônio do estresse quando afligidos do que os camundongos normais.

Os animais eram idênticos, exceto pelos micróbios. Isso foi considerado um forte indício de que a diferença era resultado de seus micro-organismos. E o trabalho se tornou a primeira pista do impacto que a medicina microbiana teria na saúde mental.

“Todos nós voltamos sempre àquele primeiro artigo, à primeira leva de neurocientistas japoneses que estudaram os micróbios”, diz Jane Foster, neuropsiquiatra da Universidade McMaster, no Canadá. “Foi realmente muito importante para nós que estavámos estudando depressão e ansiedade.”

Há agora uma rica corrente de pesquisa relacionando camundongos sem germes a mudanças no comportamento e até mesmo na estrutura do cérebro.

Mas a vida completamente estéril deles não é nada parecida ao mundo real. Estamos constantemente entrando em contato com micróbios em nosso meio ambiente – nenhum de nós é livre de germes.

No Hospital Universitário de Cork na Irlanda, o professor Ted Dinan está tentando descobrir o que acontece com o microbioma de seus pacientes deprimidos.

Para os médicos, um microbioma saudável é um microbioma diverso, que contém uma grande variedade de espécies diferentes de micro-organismos.

“Se você comparar alguém que está clinicamente deprimido com alguém que está saudável, há uma diminuição na diversidade da microbiota (flora intestinal)”, diz Dinan.

“Não estou sugerindo que esta seja a única causa da depressão, mas acredito que, para muitos indivíduos, ela contribui para o surgimento da doença.”

O pesquisador argumenta ainda que alguns estilos de vida que enfraquecem nossas bactérias intestinais, como uma dieta pobre em fibras, pode nos tornar mais vulneráveis.

 

Uma pesquisa recente mostra que as pessoas são mais micróbios do que humanas – se você contar todas as células do seu corpo, apenas 43% pertencem à espécie humana.

O resto é o microbioma e inclui bactérias, vírus, fungos e arquea (organismos que eram classificados de forma equivocada como bactérias, mas que têm características genéticas e bioquímicas diferentes).

Isto é conhecido como o “segundo genoma” e também está sendo associado a doenças como Mal de Parkinson, doença inflamatória intestinal, depressão, autismo e ao funcionamento de drogas contra o câncer.

O mistério da depressão

A possível relação de um desequilíbrio no microbioma intestinal com a depressão também é um conceito intrigante.

Para testar esta hipótese, os cientistas do centro de microbiomas APC, na Universidade College Cork, começaram a transplantar o microbioma de pacientes deprimidos para animais. O procedimento é conhecido como transplante fecal.

Ele mostrou que, se você transfere as bactérias, também transfere o comportamento.

“Ficamos muito surpresos com a possibilidade de, apenas pegando amostras de microbioma, reproduzir muitas das características de um indivíduo deprimido em um rato”, diz o professor John Cryan à BBC.

Estas características incluíam, por exemplo, a anedonia – o modo como a depressão pode levar as pessoas a perderem o interesse pelo que normalmente consideram prazeroso.

Para os ratos, esse prazer era obtido com uma água com açúcar que eles queriam beber cada vez mais, mas com a qual passaram a não se importar quando receberam o microbioma de um indivíduo deprimido, diz Cryan.

Evidências semelhantes da relação entre o microbioma, o intestino e o cérebro também estão emergindo em relação ao mal de Parkinson.

A doença é claramente um distúrbio cerebral. Os pacientes perdem o controle de seus músculos à medida que as células cerebrais morrem, e isso os leva a apresentar um tremor característico.

Agora, o professor Sarkis Mazmanian, microbiologista médico do Instituto de Tecnologia da Califórnia (Caltech), tem argumentado que as bactérias intestinais parecem ter um papel nisso.

“Os neurocientistas clássicos considerariam uma heresia pensar que é possível entender os eventos no cérebro pesquisando o intestino”, diz ele, que no entanto encontrou diferenças “muito fortes” entre os microbiomas de pessoas com Parkinson e daquelas sem a doença.

Estudos em animais geneticamente programados para desenvolver o Parkinson mostram que as bactérias intestinais estão ligadas ao surgimento da doença.

E quando as fezes foram transplantadas de pacientes com Parkinson para ratos, estes desenvolveram sintomas “muito piores” do que quando foram usadas fezes provenientes de um indivíduo saudável.

Mazmanian diz à BBC que “as mudanças no microbioma parecem estar induzindo os sintomas motores do Parkinson.”

“Estamos muito animados com isso porque nos permite apontar o microbioma como um caminho para novas terapias”, afirma.

Ainda que fascinante, a evidência que liga o microbioma ao cérebro é, por enquanto, preliminar.

Os pioneiros desse campo de pesquisa veem, entretanto, uma perspectiva interessante no horizonte – uma maneira totalmente nova de influenciar nossa saúde e bem-estar.

Se os micróbios influenciam nossos cérebros, então talvez possamos mudar nossos micróbios para melhor.

Mais estudos necessários

Mas será que alterar as bactérias no intestino de pacientes de Parkinson pode mudar o curso da doença?

Fala-se de psiquiatras que prescrevem micróbios do humor ou psicobióticos – efetivamente um coquetel probiótico de bactérias saudáveis – para impulsionar nossa saúde mental.

A pesquisadora Kirsten Tillisch, da Universidade da Califórnia, em Los Angeles, questiona: “Se mudarmos as bactérias, podemos mudar o modo como reagimos?”.

Ela diz, entretanto, que são necessários estudos muito maiores que realmente investiguem quais espécie e até subespécies de bactérias podem estar exercendo efeito sobre o cérebro e o que elas estão produzindo no intestino.

“Há conexões claras aqui. Acho que nosso entusiasmo e nossa empolgação se explicam porque não tivemos, até agora, tratamentos ótimos (para males como Parkinson). Então é muito empolgante pensar que há um caminho totalmente novo que podemos estudar e com o qual podemos ajudar as pessoas, talvez até para prevenir doenças.”

O microbioma – nosso segundo genoma – está abrindo uma maneira inteiramente nova de se fazer medicina, e seu papel está sendo investigado em quase todas as doenças que se pode imaginar, incluindo alergias, câncer e obesidade.

Impressiona o quão maleável esse segundo genoma é e como isso está em contraste com o nosso próprio DNA.

A comida que comemos, os animais de estimação que temos, os medicamentos que tomamos, como nascemos – tudo modifica nossos habitantes microbianos.

“Prevejo que nos próximos cinco anos, quando você for ao médico fazer seu exame de colesterol, por exemplo, você também vai ter o seu microbioma avaliado. O microbioma é o futuro fundamental da medicina personalizada”, afirma John Cryan.

*Por: James Gallagher

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*Fonte: bbc

Por que engordamos quando ficamos mais velhos (e não tem a ver só com o metabolismo)

A guerra contra a balança é algo que atormenta muitos depois de certa idade… e certos quilos.

Quem já passou dos 30 anos sabe bem o que é isso: as calças que entravam com folga na década anterior estão apertadas ou já não cabem mais.

Envelhecer e engordar parecem andar de mãos dadas, embora alguns especialistas digam que o ganho de peso pode ser evitado com o avançar da idade.

A solução, dizem eles, é encontrar uma atividade física que faça você gastar muitas calorias.

Isso porque os quilos extras estão associados ao metabolismo, ou seja, a forma como o nosso corpo consome energia.

Um metabolismo lento é aquele que queima menos calorias em repouso do que o normal. Também é conhecido como metabolismo basal.

Quando envelhecemos, nosso metabolismo diminui por uma questão de sobrevivência. Ou seja, as células queimam os nutrientes mais devagar e tendem a se agarrar à gordura, preparadas para ter uma reserva em caso de necessidade.

Mas há outras causas menos conhecidas que nos fazem ganhar peso ao envelhecermos.

A seguir, os principais motivos do ganho de peso com a idade elencados pelo NHS, o sistema de saúde público do Reino Unido, e que não têm a ver com o metabolismo.

1) Medicamentos

Ao envelhecermos, sentimos mais dores. Às vezes, surgem doenças crônicas que exigem remédios por toda a vida. O ganho de peso pode ser um efeito colateral comum de muitos desses medicamentos.

Segundo o NHS, contribuem para o ganho de peso esteroides, antipsicóticos e insulina, entre outros.

Solução: Nunca ignore as recomendações do seu médico, mas fale com ele para saber se é possível substituir alguns remédios por outros.

2) Insônia

Dormir pouco não é bom para o nosso cérebro, para o nosso peso e para a nossa saúde em geral.

Segundo Neil Stanley, especialista em Medicina do Sono do Hospital Universitário de Norfolk e Norwich (Inglaterra), “há uma ligação muito forte entre a falta de sono e o ganho de peso”.

À medida que envelhecemos, costumamos dormir menos, então as chances de ganharmos peso crescem, diz o NHS.

Solução: Durma mais. Segundo Stanley, “o sono é vital para a nossa saúde física e mental”.

3) Televisão

Seja por prazer ou porque a nossa saúde não nos permite ter uma vida fisicamente ativa, assistir à TV por muitas horas contribui para uma vida sedentária.

Segundo estudos analisados pelo NHS, quando estamos na frente da tela, muitas vezes, consumimos calorias de que não precisamos.

A nutricionista britânica Anna Suckling explica: “As pessoas muitas vezes descobrem que, enquanto estão sentados na frente da televisão, consomem alimentos com alto teor de calorias, como batatas fritas e chocolate”.

Solução: Modere o número de horas em frente à TV e preste atenção ao que você come. Prefira lanches saudáveis aos petiscos industrializados.

4) Estresse

À medida que envelhecemos, nossas responsabilidades aumentam. Nos preocupamos mais e sofremos estresse. Uma maneira comum de lidar com essa situação é comer mais do que precisamos.

Nesse sentido, o açúcar acaba sendo um alimento recorrente.

Consumir lanches açucarados dá uma sensação temporária de bem-estar, mas pode ser fatal para a nossa saúde.

Solução: Além de tentar reduzir (ou eliminar) a causa do estresse, prepare lanches saudáveis e tente fazer algum exercício, aconselha Suckling.

Outras causas mais comuns e relacionadas ao metabolismo são a perda muscular, disfunção hormonal e aumento dos níveis de açúcar no sangue.Por que engordamos quanto ficamos mais velhos (e isso não tem a ver com o metabolismo).

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*Fonte: bbc-brasil

9 decisões ruins que você toma diariamente sem perceber

1. Começar pelas tarefas mais fáceis
Tudo fica mais fácil quando você está descansado e sua cabeça está limpa, inclusive as tarefas mais difíceis. Algumas pessoas utilizam a técnica de “comer um sapo”, em alusão a uma citação de Mark Twain, escritor americano, que disse “coma um sapo vivo pela manhã, e nada de pior vai acontecer no resto do seu dia”. É melhor iniciar o dia com as coisas mais complicadas, pois você nunca sabe o que aguarda até fim do expediente.

2. Olhar constantemente seu email
Sobe o alerta de uma nova mensagem em sua caixa de email, seu primeiro impulso é clicar e ler a mensagem. Essa atitude pode parecer produtiva, pois suas mensagens não se acumularão, mas estudos mostram que isso só atrapalha sua produtividade. Uma solução simples, sugerida pelo psicólgo Ron Friedam, é silenciar seu telefone e fechar a aba da sua conta de email, definindo horários específicos para conferir o recebimento de novas mensagens.

3. Deixar seu celular na mesa enquanto trabalha
A presença do seu telefone celular enquanto trabalha, não importando se está no modo vibração ou mesmo desligado, pode afetar sua produtividade. Uma pesquisa, publicada no Periódico da Associação para Pesquisa do Consumidor, sugere que a simples presença de seu smartphone pode afetar seu desempenho cognitivo. A melhor solução, segundo o estudo, parece ser deixar o celular em um local longe de sua vista.

4. Ficar sentado o dia todo
Quem trabalha em escritório sabe que não existe muita opção: ficar sentado o dia todo é uma realidade. Apesar disso, muitas pesquisas sugerem que levantar pontualmente durante o dia, em vez de se manter sentado por longos períodos, já é o suficiente para que a condição não afete sua saúde.

5. Olhar para telas por horas continuamente
Olhar para um tela de computador, durante um dia inteiro, pode causar o fenômeno conhecido como “tensão ocular digital”, deixando o globo ocular seco e causando visão embaçada. A dica é a regra 20/20/20, a cada 20 minutos olhe algo distante 20 metros por 20 segundos, segundo contou o oftamologista Rahul Khurana ao Business Insider.

6. Dar uma pausa no trabalho só no fim do dia
Manter o foco em uma única atividade, durante um dia inteiro, pode parecer produtivo, mas pausas são necessárias e ajudam a manter a qualidade do seu trabalho. Um estudo, publicado em 2015, sugere que o horário em que pausas são feitas tem influência na sua eficácia; ou seja, quanto mais você demorar para tomar um café e relaxar por uns minutos, menos vai render ao longo do dia. E se você não gosta de café, sem problemas: utilizar esse tempo para projetos pessoais, que você realmente tenha vontade de fazer, também é efetivo.

7. Escutar música enquanto trabalha
Algumas pessoas têm o costume de ouvir música enquanto trabalham e provavelmente acham que a atitude melhora seu desempenho, mas nem sempre isso é verdade. Em uma entrevista ao Bussines Insider em 2015, o neurocientista e músico Daniel Levitin disse que vários novos estudos chegaram à conclusão de que música não atrapalha atividades repetitivas, como uma linha de produção ou dirigir um carro. Mas ocupações mais intelectuais, em que é necessário ler ou escrever, são afetadas de forma negativa pela música. Nesses casos, Levitin sugere que se ouça algo 10 a 15 minutos antes da tarefa, a fim de melhorar seu humor e o manter relaxado.

8. Olhar redes sociais no automático
Segundo um estudo, feito em 2016, utilizamos as redes sociais de duas formas. Passivamente, quando só consumimos informação, rolando nossa linha do tempo de forma indeterminada, e ativamente, quando postamos algo interessante ou interagimos com a postagem de alguém conhecido. Os resultados apontam que o uso passivo não é saudável, pois assim sentimos inveja das vidas perfeitas que as outras pessoas parecem ter. Se for para usar, o melhor é interagir com pessoas conhecidas, mandando mensagens e comentando fotos.

9. Ficar acordado até tarde
Quem nunca ficou acordado até mais tarde para assistir àquela série empolgante até o final? Ou descobriu algo novo na internet e começou a ler sobre o assunto, adiando a hora de dormir? Isso pode parecer coerente na hora e interessante, mas cientistas identificaram o fenômeno como “procrastinação da hora de dormir”. Isso é algo que não apenas prejudica o dia seguinte, como, segundo esta matéria, também pode ser tão mortal quanto fumar. O melhor a se fazer é determinar um horário, considerando que são necessárias de 7 a 9 horas de sono por noite, e desligar a televisão e o computador sem reclamação. Pode parecer difícil, mas as vantagens são imensas.

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*Fonte: tecmundo

6 dicas básicas para manter sua casa livre de baratas

O que dizer das baratas, esses bichos tão asquerosos e horripilantes que só aparecem para incomodar o sossego das pessoas? Mesmo que alguns cientistas americanos estejam tentando encontrar uma função nobre para esses insetos, a verdade é que a maioria das pessoas não gosta de baratas e apresenta rejeição.

E não é para menos. Quando aparecem, esses bichos, que são sinônimo de sujeira, ficam correndo por todos os lados e contaminando tudo o que tocam. Se você pensar por onde eles podem ter andado antes, então, aí é que a vontade de acabar logo com eles fica maior.

Nós já apresentamos aqui no Mega Curioso uma lista de curiosidades que até mostra que as baratas não são tão desprezíveis, além de publicarmos uma matéria falando como elas também podem ser “ingredientes” da sua barra de chocolate favorita. Mesmo assim, dificilmente você vai desistir de se livrar dessas criaturas quando elas aparecerem, e isso, dependendo da situação, pode ser uma tarefa árdua. Então confira estas seis dicas do site Mother Nature Network para eliminar esses bichos e a sua aflição.

1. Manter a limpeza

Em algumas situações, prevenir é o melhor remédio. Com as baratas, isso pode ser aplicado também, já que, se você mantiver um ambiente sempre limpo, dificilmente elas aparecerão. Na maioria das vezes, elas são atraídas por restos de comida, principalmente gordura; ou seja, evite deixar acúmulo de louça suja, conserve o chão limpo e o fogão em ordem, sem panelas usadas. Essas medidas devem ajudar a deixar as baratas longe de sua casa.

Louças sujas são um prato cheio para atrair baratas

2. Mantenha os buracos tapados

Qualquer rachadura e abertura pode ser uma porta de entrada de baratas e outros insetos. Portanto, certifique-se de que não há fendas em algum lugar da casa e, se houver, promova a manutenção desses locais. Se existir a possibilidade, por meio daqueles que possuem tampas retráteis, tente manter os ralos cobertos também.
3. Conserte os vazamentos

Outra coisa que atrai as baratas é a umidade e a água originadas por vazamentos, pias não muito secas ou excesso em vasos de plantas. Evitando essas situações, você tomará uma medida preventiva eficiente contra esses insetos. Lembre-se: baratas conseguem viver meses sem comida, mas apenas alguns dias sem água, por isso são tão atraídas por esse elemento.

4. Produza suas próprias iscas e armadilhas caseiras

Utilize uma medida de açúcar refinado para três de ácido bórico. O doce do açúcar atrairá as baratas, enquanto o ácido vai matá-las. O composto pode causar algumas irritações, mas não é tóxico para humanos e animais. De qualquer forma, é bom evitar espalhar o pó em locais onde pode haver contato de crianças e pets. Algumas indicações de aplicação são atrás e embaixo de geladeira, fogão, máquina de lavar louças, pia etc.

A terra de diatomácea é um inseticida natural que não prejudica animais e seres humanos

5. Procure uma empresa especializada

Dependendo do tamanho da infestação, você não terá como resolver sozinho, então a recomendação é procurar uma empresa especializada nesse tipo de serviço. Eles saberão como eliminar a grande quantidade de baratas, definindo como, onde e o que aplicar na sua casa. Uma sugestão do site Mother Nature Network é optar por equipes que utilizem “terra de diatomácea”, uma substância utilizada para vários fins, mas que é natural e mata os insetos sem o uso de elementos químicos.

6. Mate-as, simplesmente

Muitas vezes, a saída é pisar sem dó. Aliás, esse deve ser o recurso de muitos para matar baratas, mas há outra alternativa que dispensa a violência e o uso de inseticidas. Uma solução com um pouco de água e sabão para ser borrifada pode ser bem eficiente, já que o sabão vai sufocar as entranhas das baratas que, a exemplo da maioria dos insetos, respira por meio da pele. Essa mistura pode ser utilizada para manter limpos os cantos altos e os lugares mais complicados de se atingir.

 

 

 

 

 

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*Fonte: megacurioso