Nova camiseta da Seleção Brasileira de Futebol

Confira a nova camiseta da Seleção Brasileira de Futebol, que foi apresentada na posse do novo Presidente da CBF, Rogério Caboclo, assim como também uma nova identidade visual do logotipo. Uma nova camiseta de cor branca também foi apresentada na ocasião, um referência em homenagem à primeira vitória brasileira na Copa América, em 1919. A seleção brasileira utilizou a camiseta branca até 1953, quando então passou a usar a amarela.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O Capitão – Carlos Alberto Torres

Nota triste fica por conta do Capitão do tricampeonato da seleção brasileira na Copa do Mundo de 1970, o ex-lateral Carlos Alberto Torres, que morreu aos 72 anos nesta terça-feira. O ex-jogador, que atualmente trabalhava como comentarista da Sportv, sofreu um infarto fulminante.

Fica aqui o agradecimento por todos os seus grandes feitos nos gramados da bola.

Muito obrigado Capitão! Descanse em paz.

*Para registro, um de seus mais clássicos lances/jogadas no futebol – seu gol contra a seleção italiana na final da Copa do Mundo no México (1970), uma verdadeira “pintura” de gol.

 

A minha Seleção Brasileira de futebol

. Usavam chuteiras pretas
. Camisa para dentro do calção
. Sem tatuagens
. Cabelos normais
. Sem muito marketing
. Sem selfies
. E com futebol de sobra

Esses caras nos davam orgulho, metiam medo em TODOS os adversários antes mesmo do jogo começar e acima de tudo, honravam a camisa amarelinha.
Bons tempos foram aqueles…

 

selecaoBRASILEIRA1970pp

 

 

 

 

 

 

Brazil 1974

 

 

 

 

 

 

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Um dos melhores jogos da seleção dos últimos tempos

Outra volta não menos interessante foi a da Seleção Brasileira de Futebol que acabou de sagrar-se campeã da Copa das Confederações, derrotando a toda poderosa Espanha (e talvez a melhor seleção de futebol do mundo nos últimos anos). Mas o mais intyeressante foi ver esse nosso time jogando com garra, gana e muito bem taticamente. Coisa do Felipão? Não sei. Só sei que foi bonito ver a amarelinha brilhando no gramado com um futebol muito bem aplicado, tanto que o placar mostra isso.
Não acho que seremos campeões mundiais mesmo jogando em casa na Copa do Mundo, mas quem sabe? Hoje já tivemos uma amostra da força da torcida no Maracanã cantando o hino nacional – credo, que vibrante! Bom este gostinho de vencer  com um placar significativo a seleção da Espanha. Nem me importo tanto assim com este título da Copa das Confederações de 2013, o que me deixou contente foi isso sim, o belo futebol mostrado em campo e o resultado do jogo.

Este talvez tenha sido na minha opinião um dos melhores jogos da nossa seleção nos últimos anos, talvez aquele Brasil X Argentina numa final de Copa América (acho que foi em 2007), também tenha sido emblemático como um jogo muito bom do nosso escrete nacional.

Sei do momento político e das tantas manifestações sociais importantíssimas em que vivemos agora, sou totalmente a favor, tanto que também já participei das manifestações, mas não custa falarmos um pouco de futebol de vez em quando. Sei também dos altos custos destes estádios (lembre, não fui eu que escolheu a sermos a sede da próxima Copa do Mundo e nem determinei gasdtos, propinas com construção alguma por aqui…rsrsrs).

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Sócrates

Hoje o futebol nacional perdeu mais um ícone, um grande atleta, Sócrates (o jogador). Pode não ter sido um filósofo na concepção normal da palavra, mas foi um grande jogador e pensador dentro de campo, um boleiro diferenciado não só na habilidade com a bola nos pés mas também na atividade extra-campo naquela época de Corinthians. Sócrates pode ser ternamente lembrado como um símbolo de jogador corinthiano, mas também jogou pelo Flamengo e pelo Santos, agora para mim ele foi o Sócrates jaqueta “8” da Seleção Brasileira, aliás, daquela melhor fase de seleção pós era Pelé. Para mim pouco importava de que time ele era ali nos 80’s (juntamente com outros incríveis jogadores daquela época), apenas de que era um dos titulares absolutos da “Canarinho”. Descanse em paz “Magrão”!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Seleção de 1982

Quando se fala em seleção brasileira de futebol sempre se tem o maior respeito por ícones como Pelé e aquela vibrante seleção de 1970, também tem Garrincha e tantos outros que nos brindaram com um belo futebol e um passado histórico de glórias, garra e sobretudo amor e respeito à camiseta canarinho em tantas Copas do Mundo. Mas para a minha geração talvez a seleção de 1982, do técnico Telê Santana, seja na real a GRANDE seleção de todos os tempos (que me perdoem os fans de Pelé & Cia – sim, ele é o rei do futebol), mas cresci mesmo vendo esses caras aqui darem show jogando, e como jogavam! Eles não ganharam a Copa do Mundo daquele ano, mas o mudo aprendeu de verdade como se jogava o melhor futebol. Talvez tenha sido uma grande injustiça do destino, assim como com o “carrosel Holandês” em 1974, mas voltaram para casa de cabeça erguida, como verdadeiros heróis. Ah! Saudades dos bons tempos de futebol brasileiro.

1 Waldir Peres
2 Leandro
3 Oscar
4 Luizinho
5 Toninho Cerezo
6 Júnior
7 Paulo Isidoro
8 Sócrates
9 Serginho
10 Zico
11 Éder
12 Paulo Sérgio
13 Edevaldo
14 Juninho Fonseca
15 Falcão
16 Edinho
17 Pedrinho
18 Batista
19 Renato
20 Roberto Dinamite
21 Dirceu
22 Carlos
Treinador: Telê

E a “selecinha” amarelou outra vez

Uma Copa América para se esquecer, em se tratando de torcedor brasileiro. Uma penca de atuações medíocres, empates com times meia-boca e aqueles penaltis ridículos. E o futebol onde foi parar!? Olha só, isso já vem lá da Copa do Mundo, não se esqueçam. O fiasco já está em campo há tempo. Devem ser os milhões depositados na contas particulares desses “novos figurões” da bola que pesam demais hoje em dia. É tudo pose, diria o mestre Lobão. E vem cá, onde foi parar o tal amor à camiseta amarelinha e aquela história de paixão e garra por defender nossas cores? Ah! Saudades dos bons tempos, de bravos guerreiros que nos defendiam e literalmente suavam a camiseta sem pensar em não desmanchar ou retocar o seu corte de cabelo.
Afinal, essa não era a tal seleção dos sonhos que todos tanto queriam, com Pato, Neymar e Ganso no campo, a granja toda??? Agora vão dizer que eles são jovens demais e blah, blah, blah. Tudo bem. Mas para defenderem seus clubes eles então deixam de serem jovens? Lá tá tudo ok. E na selecinha, como fica? Vem cá, me expliquem isso melhor que não entendo.

Questions:

1. Com essa agora será que o Mano ainda ficará como técnico da seleção?

2. Vão chamar todos os “velhos” novamente para resolver o probelma (na Copa foram os carrascos e agora serão a bnossa salvação)?

3. E os guris, falta gana, garra fibra, votade ou mais dólares em suas contas bancárias?

4. Devemos contratar a seleção Uruguai para nos representar (eles sim em gana na hora de jogar)?

5. E agora José?

Um tiro no pé do canarinho

Aconteceu o crime! Provavelmente no jogo da Seleção Brasileira contra a França (nosso carrasco de carteirinha), veremos a nova camiseta canarinho – uma bela merda! Sim, desgraça anunciada (já teve post por aqui sobre o tema).
Caraca, o que é aquela faixa retangular, dura, toscona no peito? O que é aquilo? Um duto de refrigeração? Só mesmo um texto com umas 450 linhas com aquele tradicional papinho furado de marketing para explicar e convecer alguém dessa atrocidade. E tem mais, de que adianta ter aquela porra de canarinho bordado do lado interno da camisa, no distintivo? Como gostam de inventar baboseiras e detalhes ultra-supérfulos, ou tu vai me dizer que pretende tirar a tua camiseta toda hora só para mostrar pros manos que os teus 200 paus gastos na compra dessa estranha camiseta justifique isso. Ah, faça-me o favor…. “menas”!!!!!
Cadê aquele papo de Brasil, samba, movimento, ziriguidum, tereco-teco e malemolência que os estrangeiros tanto adoram de comprar como referência de estilo da gente? Se somos nascidos para o futebol como a própria frase estampada na gola menciona, cadê então o drible? Justamente faltou isso, jogo de cintura para a equipe “gringa”(suponho) da Nike ao criar esta nova camisa da seleção brasileira de futebol. Sim, meu chapa, tomamos um belo toco, um drible duro no meio das pernas com essa camisa feia, durona e sem graça. Hey! Da próxima vez fica a dica, ao menos procurem seguir aquela máxima do tal esporte bretão – “joguem simples”, a amarelinha lisa clássica sem essa listra estranha interferindo já teria sido uma boa. Se não vai melhorar então ao menos não estraga, tá!

E a camisa reserva? Parece ter um certo tom de verde/azulado, nada mais daquele também já tradicional azul? Vide a clássica final Copa do Mundo da Suécia, golaço do então menino Pelé – patrolaram isso também, a nossa história??? Logo o futebol que é feito de ídolos, mitos e sim, histórias, muitas histórias.

Tá, chega, posso até estar parecendo meio ranzinza em meus comentários, reclamando demais da camisa, mas não é bem o caso, imagino que tenha lá o seu requinte tecnológico em termos de costura e material, suponho também que novamente devem ter mantido aquele esquema de tecido reciclado (beleza!), percebi também pela imagem que a numeração é diferente, moderna e isso me agradou. Na verdade, como fan de futebol e de nossa seleção eu só queria mais coerência, mais brasilidade mesmo no produto, afinal o que é bom para as outras seleções não quer dizer que seja bom também para a nossa. Vivemos em uma época onde a informação cada vez é mais rápida, mais diferenciada e com toques de exclusividade, então se teremos uma material esportivo top “diferenciado” das outras seleções e sem seguir um determinado padrão internacional da marca, porque então não aproveitar para termos uma vibe mais Brasil em termos de design, mesmo que seja já dentro de um esquema do “tradicional” para o nosso escrete canarinho.?
Pronto! Falei.

*Ah! Tem mais. Sei que automaticamente ao publicar aqui no blog algo sobre a nova camisa de qualquer forma estarei “ajudando” a própria Nike a divulgar o produto. Lembre daquela famosa frase de Gene Simmons (baixista linguarudo do KISS) – “Falem bem ou mal de mim, mas falem de mim!”. OK, mas fica aqui o meu comentário a minha opinião de desagravo a esta camiseta “muito” feia. A Nike já tá até parecendo a Puma com o time do Grêmio.

Nova camiseta da seleção canarinho?

Segundo consta, esta é a imagem do que “deve” ser a nova camiseta da seleção brasileira para 2011, que vazou na internet esta semana. Será mesmo??? Bem, tomara que não, pois já afirmo que não gostei, aliás, pelo jeito não é só a Puma no Grêmio que tá errando feio a mão nos últimos modelos de camiseta, a “poderosa” Nike também com a seleção canarinho.
O novo uniforme da seleção será lançado dia 31 de janeiro, no Rio de Janeiro e a estreia nos gramados está programada para o dia 9 de fevereiro, no amistoso contra a França, em Paris.

*Cartas para a redação.

A nova da canarinho

Já mostrei aqui a nova camiseta oficial daquele time vermelhinho lá de POA, da beira rio, também mencionei que o Grêmio, o foderoso tricolor gaúcho, iria promover agora em fevereiro a escolha da sua 3a camisa oficial através de votação no site do clube, mas até argola néca-de-pitibiribas. Pô! Qualé!?? Tão de sacanagem, só pode. Bom, já que a conversa é sobre novas camisetas de time de futebol aí vai uma amostra da provável nova camiseta “reserva” da seleção brasileira, para esta Copa do Mundo. Está numa cor diferente da habitual, que sempre procurava manter a escrita de ser azul com branco (camiseta azul e calção branco), mas é interessante dar uma mexida, mudar a ordem das coisas e meter uma amarelo na jogada. Eu gostei do que vi, até porque o último modelo que estavam usando era muito feio, tinha uma gola paracida com as de roupas de estilo chinês (sim, vejo filmes de artes marciais com aqueles efeitos de saltos quilométricos…rsrsrs). Agora ajeitaram isso. Ah, em tempo. Outra coisa que eu nunca consegui entender é porque alguns times de futebol insistem em ter camisetas de seu uniforme com gola polo. Alguém pode me explicar isso? Porque que gola com pontas salientes em camiseta esportiva?  Justamente onde cada vez “menos coisas” rendem mais, tem menos peso, mais aderência, tecidos inteligentes que se adaptam melhor a cada necessidade esportiva e sei lá mais que outras tantas coisas em termos de conceitos tecnológicos esportivos são beneficiados nessa  de – menos é mais. Enfim, gola polo para futebol, no way. Jaguarice. Ponto final.