Como o tempo mudou nossas noções de tristeza, timidez e até beleza

Esportes não são recomendáveis a senhoras que passaram dos 30 por serem um risco à saúde e uma “indecência”. Leques são itens essenciais ao flerte. A tristeza pode ter origem no fígado.

Estas afirmações podem soar absurdas para você, internauta do século 21, mas representam crenças sociais sobre a beleza e as emoções comuns no início do século passado.

Entender como atributos aparentemente inquestionáveis como feio, bonito, alegre, triste, gordo e magro foram construídos no último século faz parte do trabalho de Denise Bernuzzi de Sant’Anna, uma “historiadora das emoções” que dá aulas na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) e se prepara para lançar um novo livro, dessa vez sobre sentimentos tristes e depressão.

“No passado, as experiências tristes tinham nomes diversos e podiam ser males da alma, do espírito ou às vezes até do próprio corpo, como a ideia de uma bile (fluido produzido pelo fígado) amarga”, explicou a historiadora em entrevista à BBC News Brasil por telefone.

“Nos anos 1910, 1920, havia remédios, como o veronal, que buscavam tratar de sentimentos tristes que teriam origem em um problema físico, como no fígado ou estômago, uma tradição que remonta à Grécia Antiga.”

“Ou, no Brasil, até um problema de nutrição, como raquitismo ou anemia. O Jeca Tatu, personagem de Monteiro Lobato, uma figura magra, desnutrida, apática, representa isso. Com isso, vem toda a propaganda da época de fortificantes, como o Biotônico Fontoura. E, com Getúlio Vargas, a construção da nação é atrelada a produção de um brasileiro – especialmente crianças – forte, robusto e, sobretudo, alegre.”

As coisas começam a mudar, no Brasil e no mundo, após a Segunda Guerra, quando começam a surgir medicamentos antidepressivos e manuais de psiquiatria.

Estes manuais tiveram como marco inicial uma publicação de 1952 da Associação Americana de Psiquiatria (APA), que desde então ganhou diversas versões. Elas trazem classificações de distúrbios mentais e seus sintomas, e sua influência foi desde estatísticas governamentais a planos de saúde.

Mas estas publicações também são cercadas de críticas: em 2013, quando a quinta e mais recente versão da APA foi lançada, e alguns psiquiatras denunciaram que os manuais estaria transformando em doenças comportamentos até agora considerados comuns.

Bernuzzi diz que historicamente os textos passaram a tratar de como estados emocionais como tédio, timidez, mal estar, luto ou desilusões amorosas podem eventualmente ser classificadas como transtornos, medicalizados e relacionados a um fundo fisiológico.

‘Males do espírito’ em baixa

Só que agora, vinculados a uma outra parte do corpo.

“O cérebro virou um fato social, ganhou uma centralidade nas nossas preocupações com a saúde. Na nossa rotina, discutimos os elementos bioquímicos do cérebro: serotonina, endorfina…”, exemplifica a historiadora.

“Há uma disputa aí, porque por muitos séculos, estes males eram coisas da alma. E a alma tem qualquer coisa de sobrenatural. Hoje, as moléculas e os neurônios superaram a ideia dos males do espírito. Vivemos uma era muito mais materialista nesse aspecto.”

“Isso tem uma relação forte com o declínio da transcendência: mesmo nas igrejas evangélicas, que crescem muito hoje, a ênfase na vida atual (em contraposição a outros planos) é muito forte. A gente tende a fazer mais jejuns do corpo do que da alma.”

Uma consequência “terrível” deste novo cenário é, para a pesquisadora, uma “intolerância muito maior à tristeza”.

“Ela se tornou mais intolerável porque nós a desnaturalizamos. À medida que a tristeza vira uma doença, um distúrbio, um desequilíbrio, não só algo que simplesmente faz parte da vida, fica mais difícil aceitá-la.”

“Você vê por algumas palavras que desapareceram, o que indica uma experiência que não existe mais. Uma delas é o ‘resguardo’, fase pela qual as mulheres passavam quando tinham filhos. Elas ficavam isoladas, eram alimentadas com canja por 20 dias, algumas tampavam o ouvido para não ouvir barulhos.”

“Não tem ‘resguardo’ hoje. Nós eliminamos cada vez mais da nossa vida espaços que consideramos altamente entediantes, improdutivos, até doentios.”

Mas esta não pode ser uma leitura saudosista? Bernuzzi diz “insistir” em destacar que, entre passado ou presente, não há algum cenário que seja melhor: o interessante é perceber o que mudou.

Pintura em preto e branco mostra mulher deitada com bebê recém-nascido no colo, e menina ajoelhada ao lado brincando com neném

O que é bonito?

Outro conceito que mudou radicalmente no último século foi o de beleza, tema de estudo de Bernuzzi em seu doutorado na Universidade Paris VII, na França. A pesquisa resultou anos depois no livro a História da Beleza no Brasil (Editora Contexto, 2014).

Como em boa parte de seu trabalho, a historiadora se baseou em publicações na imprensa, propagandas e documentos da área médica, como teses e boletins.

Isso, ela reconhece, acaba refletindo na predominância da história de certos grupos sociais em detrimento de outros, como os indígenas “exterminados”. Assim, há tradições que acabam não capturadas: “Um grande desafio do historiador é fazer história dessas populações que não tiveram voz.”

Bernuzzi destaca que, do início do século até hoje, houve uma transição do corpo como pertencente a uma comunidade – “ficando, assim, dependente da aprovação desta” – para uma propriedade mais individual.

No Brasil do final do século 19 e início do 20, por exemplo, um elogio importantíssimo era ser “elegante” – o que se refletia, entre a população abastada, no uso de produtos e roupas rebuscadas, como itens comprados em São Paulo na Casa Garraux, que importava de Paris pós de arroz, águas de colônia e perfumes.

Mas, no cenário tropical, a importação destes hábitos não era perfeita: vestidos com cauda ficavam sujos com facilidade e levavam para dentro de casa a poeira das ruas das cidades que efervesciam; penteados complicados duravam pouco e o pó de arroz podia se tornar uma pasta com o calor.

Falando no calor, outro item essencial naquele tempo eram os leques, mas sua função ia muito além de refrescar.

“Saber usar um leque implicava conhecer os significados e os poderes dos gestos de abri-los e fechá-los. Havia significados distintos para leques fechados, abanados rapidamente ou lentamente. Equipamento essencial ao flerte, o seu desuso representou o esquecimento de um meio de comunicação”, diz a historiadora no livro.

Bernuzzi mostra também como episódios históricos expressam noções de beleza, como a proclamação da República, consolidada em 1889. A elite monarquista, que ficava para trás, era simbolizada pela velhice e era conquistada pela mocidade republicana.

Um trecho de Ordem e progresso, de Gilberto Freyre (1900-1987), reproduzido no livro de Bernuzzi, diz que o período imperial havia morrido “sob as barbas brancas e nunca maculadas pela pintura do imperador D. Pedro 2º, ao passo que, em seu lugar, resplandeciam as barbas escuras dos jovens lideres republicanos, ávidos do poder”.

Lembra até acontecimentos recentes da política brasileira, em que o Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB) se viu rachado entre os “cabeças brancas”, nomes mais antigos e tradicionais da sigla; e os “cabeças pretas”, a ala mais jovem e fonte de uma proposta de novos rumos para o partido.

Influência americana

Com o passar das décadas, a influência dos Estados Unidos na economia, política e cultura se reflete também nos ideais estéticos, inclusive no Brasil. Isso se consolida na década de 50, com o chamado american way of life – o “estilo de vida americano”, que se pauta em um discurso meritocrático, visando a qualidade de vida e abundância material.

A beleza, que sempre se escreveu no feminino, lembra Bernuzzi, indicando como atributo. O tema foi predominantemente relacionado às mulheres e ganhou novos modelos também para os homens.

As guerras mundiais catapultam o modelo viril dos soldados e o tórax forte como atributo desejável.

Mas não é que antes não houvesse tendências de beleza para eles. O Brasil do início do século 20, por exemplo, tinha um ícone do dandismo para chamar de seu, o pintor e fotógrafo Ernesto Quissak (1891-1960).

Um dândi se vestia de maneira ousada e cheia de personalidade: a forma encontrada por jovens boêmios e românticos para se opor à predominância do ideal requintado da burguesia.

Décadas depois vieram outras chacoalhadas nas definições de feminino e masculino, como as trazidas pela contracultura das décadas de 60 e 70 e pelo rock’n’roll. Gestos, roupas e adereços até então mais associados às mulheres foram potencializados por estrelas como os músicos David Bowie e Freddie Mercury; e no Brasil, Ney Matogrosso, exemplifica Bernuzzi.

A contracultura, na verdade, foi um marco para todos. Até para as grávidas.

“A barriga grávida não era uma imagem valorizada. Isso muda com a contracultura, os movimentos de aceitação do próprio corpo, o feminismo. No Brasil, Leila Diniz foi um marco”, aponta Bernuzzi, lembrando da atriz cuja imagem na praia, não só preterindo o maiô ao biquini – ainda em processo de aceitação –, como também grávida, se tornou icônica.

O cenário da foto da década de 70, o mar do Rio de Janeiro, expressava também o protagonismo da capital fluminense como centro irradiador de modas para todo o país, entre elas, o uso de tangas.

As musas da literatura

Cabelos molhados, soltos, às vezes cheios, assim como corpos pouco cobertos, ganharam brilho nesse contexto de liberação corporal, o que, para Bernuzzi, vai ao encontro de um ideal particularmente brasileiro de beleza.

“Temos esse mito de uma beleza natural muito forte, como se a mulher brasileira fosse um retrato de sua natureza: selvagem, indomável. A literatura alimenta isso, com mitos fundadores como Iracema, lábios de mel”, diz a historiadora, fazendo referência à personagem título de romance homônimo de José de Alencar (1829-1877), descrita por ele como “a virgem dos lábios de mel, que tinha os cabelos mais negros que a asa da graúna, e mais longos que seu talhe de palmeira.”

A pesquisadora já mapeou outros símbolos, na arte brasileira, de ícones e expressões da beleza ao longo da história.

Guta, adolescente e uma das protagonistas do romance As três Marias, de Rachel de Queiroz (1910-2003), simbolizou a repressão das famílias, no início do século passado, diante de novidades como usar maquiagem ou fazer penteados ousados. Guta tinha truques com as amigas para burlar as regras, como enrolar a saia comprida na altura da cintura para mostrar as pernas na saída da escola.

Beatriz, personagem de Jorge Amado (1912-2001) em Tereza Batista cansada de guerra, escandalizou sua vizinha por fazer cirurgias plásticas, algo ainda novo naquele tempo. Ao rejuvenescer o rosto e os seios, se tornou a “glorificação ambulante da medicina moderna”, nas palavras do autor.

Jacira, mote do impiedoso título do conto Feia demais, de Nelson Rodrigues (1912-1980), explicita o tratamento hoje escandaramente cruel às mulheres consideradas feias. Rodrigues conta a história de um rapaz “bem apanhado”, que se apaixonou por uma mulher “feiíssima”, “um bucho horroroso”. Depois de casados, ele se arrependeu de tê-lo feito após vê-la diante do espelho.

Na verdade, a exigência de beleza revela como, neste campo, há uma “aliança nem sempre visível” entre prazeres e sofrimentos, direitos e deveres, como aponta a historiadora.

‘Perseguição especular’

Hoje é difícil imaginar, por exemplo, como seria um mundo sem espelhos ou tantas imagens nas telas – e sem a pressão que eles fazem.

“As pessoas não se viam tanto em outros séculos, não havia espelho em toda parte, essa perseguição especular. Nos anos 1910, 1920, espelhos eram caros, ainda mais de corpo inteiro. As elites tinham no guarda-roupa.”

“O hábito de se olhar em espelhos maiores dentro de casa se banaliza mesmo depois dos anos 70.”

A multiplicação de imagens também pressiona para que toda imagem do ser humano seja fotogênica – mesmo que venha de dentro do corpo.

“Mesmo sendo um feto na barriga, tem que ser algo que já nos dê uma sensação boa. Não vou dizer bonito, mas tem que ser harmonioso.”

“Um outro exemplo disso [da pressão sobre toda parte do corpo] são os mamilos nas [revistas] Playboys. Até um certo ponto, os seios das mulheres são os mais diversos. Depois, inclusive por causa da cirurgia estética, há uma padronização nos anos 90, 2000. Há a exigência de uma fotogenia estandarte.”

“Como se não bastasse, há uma cobrança às vezes nas partes internas do corpo, como a que motiva cirurgias estéticas ginecológicas.”

No Brasil, a adesão às cirurgias plásticas vai muito além deste procedimento. Somos o segundo país do mundo no volume de cirurgias estéticas (1,4 milhão em 2017), pouco atrás dos Estados Unidos (1,5 milhão).

Segundo a historiadora, no país, artigos na imprensa já anunciavam nomes de cirurgiões e financiamentos para operações na década de 60 e 70, mas foi só nos anos 80 que a prática foi impulsionada.

É uma ascensão associada à “globalização” da publicidade de corpos jovens e longilíneos e à criação da medicina estética inicialmente na França e nos EUA.

“E o Brasil tem uma certa facilidade em aceitar novas tecnologias. Isso em todos os meios, inclusive o médico. Na França, as pessoas fazem cirurgia plástica também, mas há um nível de precaução maior, como com a anestesia geral. A grande preocupação aqui no Brasil é se vai ficar bom.”

“A nossa intolerância à idade é muito grande. Somos um país jovem. A disputa no mercado amoroso, no mercado de trabalho, é muito mais cruel.”

*Por Mariana Alvim
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*Fonte: bbc-brasil

As 5 qualidades que definem as pessoas de caráter

Joan Halifax é uma ativista social, humanitária, antropóloga, ecologista, autora e mestre budista. Ela é uma grande defensora de um mundo mais consciente e evoluído, e afirma que o mundo está sofrendo não porque não existem boas pessoas trabalhando pelo bem comum, mas porque essas pessoas boas se perderam no meio de sua jornada.

Halifax acredita que existem 5 grandes qualidades que formam as pessoas de caráter, e que elas podem ajudar na transformação do mundo, criando uma realidade positiva e sem sofrimento para todos nós. Essas qualidades algumas vezes podem acabar trabalhando contra nós, mas precisamos encontrar uma solução para nos recuperarmos e continuar em frente em nossa caminhada.
Explicamos abaixo as 5 qualidades das pessoas de caráter, de acordo com Joan Halifax.

1. Integridade

Integridade é uma característica que qualifica as pessoas que seguem os princípios morais com retidão.

Muitas vezes, a integridade pode trabalhar contra nós. Isso acontece quando nos colocamos em um paradoxo moral. Por exemplo, nossa tendência natural pode ser demonstrar reprovação e indignação em relação às pessoas que violaram as normas éticas sociais ou pessoais, mas muitas vezes os nossos princípios pessoais nos impedem de fazer isso.

O que podemos fazer para que esse sentimento continue trabalhando a nosso favor é dar-nos a permissão de mostrar “fraqueza” em alguns momentos. Fraqueza nesse contexto significa permitir sentir seus sentimentos e compartilhá-los com as pessoas ao seu redor, mesmo que possam ser interpretados como “reclamações insignificantes”. Entenda o seu lado humano e não permita que os seus princípios o prendam em uma realidade que não o faz completo.

2. Altruísmo

Altruísmo é o comportamento instintivo que nos incentiva a nos preocuparmos com as pessoas ao nosso redor, fazendo nossa parte para que tenham uma vida menos complicada.

Eu achava que nunca iria superar certas coisas que hoje nem me abalam
A importância de dizer “não”

Como é um sentimento muito intenso, a falta de limite para sua manifestação em nossas vidas pode acabar tendo efeitos opostos do que o esperado, deixando-nos cansados e ressentidos, o que prejudica nosso relacionamento para com as pessoas que desejamos ajudar.

Para nos recuperarmos da fase ruim do altruísmo, é necessário fazermos algo que pode parecer desagradável no começo, tomar algumas atitudes egoístas pensando em nosso próprio bem. Por exemplo, fazermos algo que sempre desejamos, sem pedir opinião ou aprovação de ninguém. Precisamos entender que para podermos realmente ajudar alguém, precisamos estar bem com nós mesmos em primeiro lugar.

3. Empatia

Empatia é a habilidade de se colocar no lugar da outra pessoa e compreender seus sentimentos.

Os problemas com a empatia começam a acontecer quando envolvemos demais nos problemas e dificuldades de outra (s) pessoa (s), e deixamos de nos importar com nossas próprias vidas.

Para superar as dificuldades da empatia, é fundamental seguir uma medida de ação de dois passos fundamentais: estabelecer uma distância saudável entre os problemas de outras pessoas e sua própria vida e praticar mindfulness. Aprenda a dominar seus sentimentos para poder ajudar outras pessoas, sem prejudicar sua saúde emocional no processo.

4. Respeito

Respeitar alguém é saber lidar com as diferenças e agir com maturidade no relacionamento interpessoal, colocando a boa convivência em primeiro lugar. O respeito também pode ser aplicado em nossos relacionamentos com nós mesmos e aos princípios da vida.

O ponto baixo do respeito é quando chegamos ao ponto do desrespeito passivo. Ele acontece quando nos sentimos obrigados a desrespeitar as coisas e pessoas que não seguem nossas crenças. Dessa maneira, nós, de certa forma, privamos o outro da liberdade de viver suas próprias vidas de acordo com seus desejos particulares.

Para superar esse lado negro do respeito, devemos focar no desenvolvimento da humildade. Nenhuma pessoa jamais será totalmente perfeita para nós, assim como nós também não conseguiremos agradar a todos. Dentro desse contexto, é fundamental mantermos o respeito como prioridade.

5. Engajamento

Engajamento é a qualidade de buscar sempre estar envolvido com diferentes coisas, seja na vida pessoal, com os amigos ou entes queridos ou até mesmo em assuntos que são de relevância universal.

Quando não estabelecemos um limite em nosso engajamento, podemos sofrer consequências como exaustão, desânimo, falta de tempo e desesperança.

Para superar essa situação, é importante fazer uma organização de suas prioridades. Crie um cronograma saudável, que o permita tempo para descansar, refletir, organizar sua mente. Para isso, você precisará entender que não pode dizer “sim” a tudo, e que essa não é uma medida fácil, mas que tornará sua vida muito mais feliz.

Depois de fazer essa leitura, você se considera uma pessoa de caráter forte?

*Por Luiza Fletcher

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*Fonte: oamor

As células cerebrais decidem por conta própria quando liberar o hormônio do prazer

Além de suavizar as rugas, os pesquisadores descobriram que o medicamento Botox pode revelar o funcionamento interno do cérebro. Um novo estudo o usou para mostrar que o feedback das células nervosas individuais controla a liberação de dopamina, um mensageiro químico envolvido na motivação, memória e movimento.

Essa “autorregulação”, dizem os pesquisadores, contrasta com a visão amplamente aceita de que a liberação de dopamina – conhecida como o hormônio do “bem-estar” – por qualquer célula depende de mensagens de células próximas para reconhecer que ela está liberando também muito do hormônio.

Liderado por pesquisadores da NYU Grossman School of Medicine, o novo estudo mostrou que as células cerebrais que liberam dopamina respondem aos seus próprios sinais para regular a produção do hormônio. Como a morte das células cerebrais que liberam dopamina é um fator-chave na doença de Parkinson, as novas descobertas fornecem informações sobre por que essas células morrem no distúrbio do movimento, dizem os pesquisadores.

“Nossas descobertas fornecem a primeira evidência de que os neurônios da dopamina se auto-regulam no cérebro”, diz o autor principal do estudo, Takuya Hikima, PhD. “Agora que entendemos melhor como essas células se comportam quando estão saudáveis, podemos começar a desvendar por que elas se degradam em doenças neurodegenerativas como a doença de Parkinson”, acrescenta Hikima, instrutor do Departamento de Neurocirurgia da NYU Langone Health.

Hikima diz que seu estudo foi motivado pelo que a equipe de pesquisa viu como falhas na maneira antiga de pensar sobre como a dopamina funciona. Primeiro, para que uma célula controle seu vizinho com dopamina, seria necessário um grande número de sinapses, ou junções onde duas células se encontram e trocam mensagens. No entanto, os pesquisadores dizem que não houve sinapses suficientes para explicar isso.

Em segundo lugar, muitos tipos de células produtoras de hormônios no corpo usam um sistema simplificado que auto-regula a liberação posterior, então parecia estranho que os neurônios de dopamina usassem um processo mais indireto.

Para o estudo, publicado em 6 de abril na revista Cell Reports , a equipe de pesquisa coletou neurônios de dopamina de dezenas de ratos. Eles injetaram Botox em algumas células cerebrais, uma toxina que impede que as células nervosas enviem mensagens químicas aos neurônios e outras células. A ação de bloqueio dos nervos do produto químico é responsável por sua capacidade de relaxar os músculos em tratamentos de enxaqueca e rugas.

Ao injetar Botox em neurônios individuais, diz Hikima, os pesquisadores esperavam mostrar se algum sinal para continuar ou interromper a liberação de dopamina só poderia vir de fora da célula “paralisada”. Se os neurônios fossem de fato controlados por células vizinhas de dopamina, a liberação de dopamina permaneceria inalterada porque as células tratadas ainda receberiam sinais de dopamina das células não tratadas próximas.

Em vez disso, as descobertas revelaram uma queda de 75 por cento no fluxo de dopamina, sugerindo que os neurônios da dopamina dependem amplamente de sua própria descarga para determinar a taxa de liberação do hormônio, de acordo com os pesquisadores.

“Uma vez que nossa técnica de Botox nos ajudou a resolver o problema de como os neurônios de dopamina regulam sua comunicação, ela também deve nos permitir descobrir como outras células nervosas interagem umas com as outras no cérebro dos mamíferos”, diz a autora sênior do estudo Margaret Rice.

A próxima equipe de pesquisa planeja explorar outras áreas da atividade dos neurônios da dopamina que permanecem pouco compreendidas, como a dependência da liberação de dopamina do cálcio de fora das células cerebrais, diz Rice, professora dos Departamentos de Neurocirurgia e Neurociência e Fisiologia da NYU Langone . Os pesquisadores também pretendem examinar como a auto-regulação da dopamina pode contribuir para a morte celular na doença de Parkinson.

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*Fonte: sabersaude

Você se conhece? Provavelmente não tão bem quanto imagina

Quando você escolhe entre duas coisas, provavelmente acredita que sabe muito bem por que preferiu A, em vez de B. Mas será mesmo?

Imagine que te mostrem retratos de duas pessoas diferentes, e peçam para você dizer qual delas parece mais atraente. Até aí, tudo bem.

O que você gosta nele ou nela? Talvez haja algo atraente em seus olhos? Ou será o cabelo? Pode ser ainda que você goste dos traços fortes da mandíbula ou da arcada dentária perfeita, quem sabe?

Mas será que essas são realmente as razões pelas quais você acha uma pessoa mais atraente do que a outra?

Depois de ler sobre o trabalho do sueco Petter Johansson, é possível que você comece a duvidar de suas próprias escolhas.

Johansson, que é psicólogo experimental, adora mágica. Ele não recebeu treinamento oficial, mas aprendeu alguns truques básicos.

Faz tempo que os mágicos entenderam o fenômeno da “cegueira à mudança”. Ao distrai-lo, eles são capazes de trocar uma carta, digamos, o Rei de Paus pelo Rei de Espadas, e você provavelmente não vai perceber.

As habilidades mágicas rudimentares de Johansson são úteis para seus experimentos, uma vez que, alguns anos atrás, ele e seus colegas decidiram testar não a cegueira à mudança, mas a “cegueira à escolha”.

Deixe-me explicar.

Em seu primeiro experimento, Johansson mostrou a cada participante retratos de duas pessoas diferentes. E eles tinham uma tarefa simples: escolher a que achavam mais atraente.

Em seguida, ele entregou a fotografia a eles, e pediu para justificarem sua seleção.

Mas, sem o conhecimento dos participantes, Johansson usou um truque de mágica para fazer uma mudança; na verdade, ele entregou a eles a foto da pessoa que eles não haviam escolhido.

Você acha que todos perceberam? Se sim, você está enganado.

75% não notam

Surpreendentemente, apenas um quarto dos participantes percebeu a mudança, apesar do fato de os rostos serem de pessoas diferentes e de haver diferenças facilmente identificáveis ​​entre elas. Uma poderia ter cabelo castanho e usar brinco; e a outra ser loira, e não usar brinco.

Após a mudança, os participantes explicaram por que escolheram a pessoa que, na realidade, não haviam escolhido.

“Quando eu perguntei a eles: Por que você escolheu este rosto?, eles começaram a explicar por que aquele era o rosto preferido, mesmo que, segundos antes, tivessem escolhido o outro”, diz Johansson.

Quando ele explicava o que havia feito, as pessoas em geral ficavam surpresas e, muitas vezes, incrédulas.

Os casos mais intrigantes foram aqueles em que os participantes justificaram a escolha manipulada destacando algo ausente em sua escolha original.

“Por exemplo, se eles dissessem: ‘Ah, eu prefiro este rosto porque gosto muito de brinco’, e a pessoa que eles originalmente preferiram não usava brinco, então podemos ter certeza de que seja lá o que for que os tenha feito tomar essa decisão, não pode ter sido os brincos.”


O que podemos concluir?

Ao que parece, não temos uma compreensão clara de por que escolhemos o que escolhemos. Muitas vezes temos que descobrir por nós mesmos, assim como temos que descobrir os motivos e razões dos outros.

A janela pela qual tentamos ver nossa própria alma é obscura e turva.
Apelo político

A pergunta “por que você acha que um rosto é mais atraente do que outro” não é trivial. A atração sexual é importante: a sobrevivência da espécie humana depende dela.

Mas Petter Johansson também usou seus truques para analisar nossas escolhas em outra área importante: a política.

Em um estudo, ele fez uma série de perguntas a um grupo de suecos sobre seu posicionamento em relação a questões políticas — como, por exemplo, se deveria haver aumento no imposto sobre o petróleo ou se os benefícios de saúde deveriam ser cortados.

Esses temas tendem a dividir a esquerda e a direita suecas

As respostas por escrito à pesquisa foram então entregues aos participantes — só que, como você já deve imaginar, não eram as respostas verdadeiras. As pessoas de esquerda receberam respostas mais à direita; e as de direita, respostas mais à esquerda. Em seguida, elas foram convidadas a justificar suas escolhas.

Mais uma vez, a maioria das pessoas não conseguiu detectar a mudança.

Um sujeito que um minuto antes havia assinalado que apoiava um aumento no imposto sobre a gasolina, passou a explicar por que acreditava que esse aumento não deveria ocorrer.

E as explicações que deram faziam sentido.

“Eles disseram coisas como: ‘É injusto com a população que mora fora das grandes cidades, porque eles têm que dirigir muito mais’.”

Não havia nada de estranho no raciocínio deles, a não ser que alguns minutos antes, eles não teriam justificado isso.

É evidente que nos falta autoconhecimento a respeito de nossos motivos e escolhas. E daí? Quais são as implicações desta pesquisa?


Tolerância

Talvez um dos pontos seja que devemos aprender a ser mais tolerantes com as pessoas que mudam de ideia.

Tendemos a ter sensibilidade aguçada para a inconsistência, seja quando nosso parceiro muda de ideia sobre se quer comer comida italiana ou indiana, ou quando um político que endossou uma política no passado, passa a apoiar uma posição oposta.

Se muitas vezes não temos uma ideia clara de por que escolhemos o que escolhemos, certamente deveríamos ter alguma liberdade para mudar nossas escolhas.

Também pode haver implicações mais específicas sobre como transitamos em nossa era, um período marcado pela crescente polarização política e cultural.

Rótulos ou ideais?

Seria natural acreditar que quem apoia um partido de esquerda ou de direita o faz porque está comprometido com a ideologia desse partido: acredita no livre mercado ou, ao contrário, em um papel mais forte do Estado.

Muita gente vota no partido, e não em propostas para melhorar a situação atual

Mas o trabalho de Petter Johansson mostra que nosso compromisso mais profundo não é com políticas particulares, uma vez que, usando sua técnica de mudança, podemos ser persuadidos a endossar todos os tipos de políticas. Em vez disso, “apoiamos um rótulo ou um time”.

Em outras palavras, provavelmente superestimamos até que ponto um eleitor de Donald Trump ou de Joe Biden, apoia seu candidato por causa das políticas que ele promove. Na verdade, eles provavelmente são do “Time Trump” ou do “Time Biden”.

Um exemplo surpreendente disso surgiu nas últimas eleições americanas. Os republicanos são tradicionalmente a favor do livre comércio, mas quando Trump começou a defender políticas protecionistas, a maioria dos republicanos continuou a apoiá-lo, aparentemente sem sequer perceber a mudança.

Antes das eleições americanas de 2016, em que Trump derrotou Hillary Clinton na corrida pela Casa Branca, Johansson fez outro experimento

Ele pediu aos eleitores que avaliassem seu candidato preferido com base em caráter, experiência etc., e depois mudou suas respostas, melhorando as avaliações do candidato de quem não gostavam.

Funcionou.

As pessoas apresentaram razões sobre por que, na verdade, tinham uma mente bastante aberta entre os dois.

Surpreendentemente, esse truque acaba tendo um impacto duradouro.

Engane uma pessoa fazendo-a acreditar que alguém com cabelo loiro é mais atraente do que alguém com cabelo castanho, e ela provavelmente confirmará essa preferência quando as duas fotografias forem mostradas a ela posteriormente.

O mesmo vale para opiniões políticas. Depois de influenciar as preferências políticas dos participantes, Johansson testou seus pontos de vista na semana seguinte.

Tendo justificado suas “novas” preferências alguns dias antes, parecia que “haviam ouvido seus próprios argumentos” e continuavam pensando igual.

*Por David Edmonds

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*Fonte: bbc-brasil

Pesquisas apontam: quem passa menos tempo no Facebook é mais feliz

Cientistas advertem: o Facebook ativaria um poderoso processo de comparação social. “Os indivíduos tendem a postar informação, fotos e anúncios que fazem com que suas vidas pareçam sensacionais. Exposição frequente a esse tipo de informação pode levar o outro a sentir que sua vida é, em comparação, pior”.

O Facebook me intoxica. Me intoxica com reclamações de pessoas que não conheço. Com fotos de comidas que às vezes parecem vômito. Com vídeos de animais sendo maltratados. Com frases que nunca foram escritas por Clarice Lispector, Fernando Pessoa, Caio Fernando Abreu ou Mario Quintana.

Me intoxica com seu patrulhamento – sempre tem um pentelho para dizer que você não deve pensar, postar ou escrever algo – e com a avalanche de informações misturadas que se encontram ali: bons artigos, boas músicas, resenhas, vídeos interessantes.

Se eu fosse clicar em todos os artigos que me chamam a atenção, ou fosse escutar num só dia todas as boas músicas que os bons amigos indicam, não faria outra coisa da vida.

Portanto, não são apenas os sem-noção que colaboram para a minha intoxicação. Os com-noção (e excelentes postagens) colaboram, e muito, porque sempre fico com a sensação de que perdi alguma coisa quando não clico ou não leio algo que supostamente acharia interessante.

Além disso, as mensagens inbox. Às vezes simplesmente não estamos com saco (nem tempo) para começar uma conversa por ali e o truque de não visualizar para o outro não ser notificado não surte o menor efeito, pois ele percebe que você está online (uma vez que posta ou curte postagens alheias) e subentende que você não leu sua mensagem porque não quis. E entre o seu direito de não querer responder e o sentimento de rejeição do outro nasce a sua culpa e o julgamento do outro de que você é arrogante, metido, insensível ou sei lá o quê.

As notificações em avalanche, os convites para aplicativos malas, a inserção forçada em grupos que nada tem a ver com a gente, as páginas que nunca curtimos, mas que nos são entubadas, as brigas políticas e a perseguição dos “politicamente-corretos” – tudo isso me intoxica.

No entanto, o que mais me intoxica é a sensação de que a minha vida, em alguns momentos, está menos interessante do que a vida do meu vizinho que está sempre viajando para lugares paradisíacos e, claro, postando muitas fotos; frequentando festas badaladas, bares, shows e restaurantes incríveis, comendo comidinhas refinadas e de chefes famosinhos em plena segunda-feira, indo a exposições interessantíssimas em plena quarta-feira, enquanto eu, pobre de mim, estou derretendo no calor do Rio de Janeiro e tentando escrever um novo livro.

Desde que li uma matéria que dizia que pessoas que passam menos tempo no Facebook são mais felizes passei a diminuir minha frequência na bolha azul.

” O Facebook ativaria um poderoso processo de comparação social. “Os indivíduos tendem a postar informação, fotos e anúncios que fazem com que suas vidas pareçam sensacionais. Exposição frequente a esse tipo de informação pode levar o outro a sentir que sua vida é, em comparação, pior”.

O resultado do meu afastamento virtual foi surpreendente. Não me comparar com ninguém (quem nunca?) me trouxe uma sensação de que a minha vida vai bem, obrigada, sem tamanho. Quando viajo, então, passo semanas sem entrar. E é tão bom desfrutar do que temos (o presente) e não do que não temos (a vida dos outros).

Quando nos concentramos em nós, nas nossas vontades, necessidades, vivências e aprendizado – e não no que devemos ser para o outro; no que queremos que outro pense de nós – há uma diminuição de ansiedade quase palpável (e tempo de sobra para aplicar em coisas que realmente nos são caras).

As famosas selfies não me incomodam. Algumas até me divertem. Gosto de ver meus amigos se sentindo bonitos em tempos onde quase todo mundo odeia a própria imagem – sim, porque para postar uma selfie a pessoa tem que estar se achando linda na foto.

Aliás, nunca consegui concordar completamente com os analistas de plantão que garantem que o excesso de fotografias em redes sociais é sinônimo de narcisismo crônico e/ou produto de uma sociedade narcísica. Ok, existe esse componente, isso é inegável, mas fecho com Ítalo Calvino, em seu conto A aventura de um fotógrafo, no livro Amores Difíceis (Editora Companhia de Bolso):

“ Somente quando põem os olhos nas fotos parecem tomar posse tangível do dia passado, somente então aquele riacho alpino, aquele jeito do menino com o baldinho, aquele reflexo do sol nas pernas da mulher adquirem a irrevogabilidade daquilo que já ocorreu e não pode mais ser posto em dúvida. O resto pode se afogar na sombra incerta da dúvida”.

Ou como aponta em outro trecho:

“ É só você começar a dizer a respeito de alguma coisa: ‘Ah, que bonito, tinha era que tirar uma foto!’, que já está no terreno de quem pensa que tudo o que não é fotografado é perdido, que é como se não tivesse existido, e que então para viver de verdade é preciso fotografar o mais que se possa, e para fotografar o mais que se possa é preciso: ou viver de um modo o mais fotográfico possível, ou então considerar fotografáveis todos os momentos da própria vida. O primeiro caminho leva à estupidez, o segundo, a loucura”.

Penso que a mania de fotografar tudo-o-tempo-todo, inclusive a si mesmo – além do advento dos telefones com máquinas digitais – tem mais a ver com uma necessidade de se esquivar do sentimento de transitoriedade (e do que é efêmero) do que qualquer outra coisa.

Voltando ao assunto inicial: por que não abandono a bolha azul se ela me intoxica tanto? Porque tem o humor de páginas como Artes Depressão, boas dicas dos amigos, a sensação de que estou próxima de pessoas que não vejo há anos por morarmos em cidades diferentes, pela ótima ferramenta que é para divulgação do meu trabalho e, também, por ser uma boa distração em noites de insônia não produtiva. O segredo, aprendi, é dosar – assim como se bebe água junto à ingestão de bebida alcóolica para não passar mal depois, se deve passar menos tempo no Facebook para não enjoar dos outros e de si mesmo.

*Por Monica Montone
Venha tomar um café comigo no canal do YouTube Dois Cafés e uma água com gás, onde falo sobre livros, comportamento, arte, cultura, moda e beleza.

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*Fonte: obviousmag

Pesquisa aponta que o ser humano está cada vez menos inteligente

Pesquisadores noruegueses, após analisarem mais de 730 mil avaliações de QI (Quociente de Inteligência), chegaram à conclusão de que as pessoas estão cada vez menos inteligentes. O estudo verificou uma diminuição de praticamente 7 pontos de uma geração a outra, sendo a última a que apresentou menor inteligência.

O fenômeno é uma reversão do chamado Efeito Flynn. Este conceito diz respeito ao aumento constante do índice de acerto nos testes de QI verificado entre a população mundial durante o século XX. A partir de 1900, a humanidade registrava um aumento médio de três pontos de QI a cada década. O efeito foi batizado em homenagem ao cientista James Flynn, que observou esses dados.

A pesquisa norueguesa, realizada pelo Centro Ragnar Frisch de Pesquisa Econômica, sugere que o ápice do Efeito Flynn foi registrado entre pessoas nascidas no meio da década de 1970. Depois disso, verificou-se um declínio nos índices de QI. “Esta é a prova mais convincente de uma reversão do efeito Flynn”, disse o psicólogo Stuart Ritchie, da Universidade de Edimburgo, na Escócia, que não participou da pesquisa. “Se você assumir que o modelo deles está correto, os resultados são impressionantes e preocupantes”, completou.

O estudo sugere que mudanças no estilo de vida podem ser a causa da queda nos índices de QI. Isso inclui fatores como o tipo de educação oferecida às crianças de hoje em dia e as atividades exercidas por elas (menos tempo gasto com leitura, por exemplo). Outra possibilidade é que os testes de QI não se adaptaram para quantificar com precisão a inteligência das pessoas modernas. Essas avaliações favoreceriam formas de raciocínio que podem ser menos enfatizadas na educação contemporânea e no estilo de vida dos jovens.

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*Fonte: brhistoryplay

As lendas: o “rico por merecimento” e as “pessoas são só números”

Você já conheceu alguém que conseguiu ser feliz sozinho por toda vida? Já viu alguém sozinho gerir um negócio por completo e alcançar grandes resultados? O que faz um ser humano se desenvolver é a vida em comunidade. Um negócio só cresce com uma equipe alinhada e consumidores interessados. Se está cansado de ouvir lendas, conviver com crenças limitantes e quer um Brasil melhor, pare de se comportar como um número nulo. Seja um empreendedor e/ou consumidor consciente! Se cada um fizer a sua parte o Brasil pode entrar na lista dos países mais desenvolvidos. Mas tem que optar por isso agora!

O Brasil deveria ser o país dos legendários, mas, infelizmente, é o país dos lendários. Em 2017, o Brasil era o 5º colocado no ranking dos países com menos noção da realidade. Isso é grave! Quer dizer que acreditamos em muitas mentiras.

O problema é que essas lendas contadas de geração em geração é o que norteia o desenvolvimento ou retrocesso da sociedade. Seguindo esse caminho, nós (brasileiros) somos um povo desinformado da própria história. Porque até hoje o episódio da escravidão no Brasil não teve o devido valor do desastre que causou e ainda causa.

Durante o tempo da escravidão, os senhores donos de terras eram, na verdade, exploradores humanos. Muitas famílias que enriqueceram ao longo da história não eram ricos porque nasceram ricos ou ganharam com o suor do próprio rosto, eles ganharam dinheiro escravizando os negros, não compartilharam os ganhos igualmente.

É por esse começo da história do Brasil que afirmo que “rico por merecimento” é uma lenda urbana. Mas, daí alguém pode dizer “hoje é diferente, existem pessoas ricas por merecimento”. Infelizmente, não existiu e nunca existirá! O ser humano não é capaz de viver de forma saudável sozinho no mundo. Esse é um dos motivos de vivermos em comunidade, precisamos uns dos outros para nos desenvolvermos.

Geralmente, uma pessoa que é rica ela poupa dinheiro, ela tem controle de seus gastos e é um ótimo estrategista. Ela deve gerir um ou vários negócios, liderar uma equipe alinhada e oferecer produtos de qualidade para que seus consumidores queiram comprar. Sendo assim, ninguém enriquece sozinho, porque precisa de várias pessoas para que o produto exista e precisa ter pessoas interessadas em comprar. Tudo na vida segue um ciclo. Nada acontece por acaso. Não existe milagre no mundo dos negócios. Se alguém está fazendo milagres é bom verificar como é o processo desse negócio, provavelmente, é de exploração.

Outro motivo para repensar na afirmação “rico por merecimento”, são os incentivos fiscais e financeiros oferecidos pelo Governo às empresas, com o objetivo de que sejam desenvolvidos projetos para que tenham mais oportunidades de emprego a diversidade humana, projetos sociais e ambientais.

O Governo é um representante do povo, então, quem está contribuindo com os incentivos é o povo, que paga os impostos. A obrigação das empresas é dar continuidade a esse ciclo. As empresas que não estão retribuindo com a sociedade estão quebrando o ciclo de melhorias e enriquecendo as custas do povo. É possível haver pessoas ricas por ter bons projetos que incluam ótimos profissionais, mas rico que fez riqueza sozinho não existi!

É nesse momento que é importante sabermos, como consumidores, a maneira que devemos agir para desconstruir a frase “as pessoas são só números”. As empresas que exploram seus funcionários só agem dessa maneira porque a fiscalização do nosso país é frouxa. Na Europa, por exemplo, uma empresa não pode demitir um funcionário sem uma explicação plausível.

A maior dificuldade atualmente é identificar as empresas que enriquecem de maneira ilícita. Com a missão de desmascarar as empresas que exploram seus colaboradores, no mundo da moda, foi criado o Movimento Fashion Revolution. Onde eles incentivam os consumidores a postarem uma foto com um produto da sua marca preferida nas redes sociais, questionando como as marcas produzem seus produtos, quem são os funcionários por trás daquelas roupas, calçados e acessórios.

O Brasil da Ordem e Progresso só será real quando tivermos um olhar sincero para as dores da atualidade, entendendo a raiz de toda a injustiça.

Já compartilhei em outros artigos que o Brasil é o país dos sem direitos porque ignoramos a realidade e acreditamos em lendas. Porque não estamos focados em entender nossas necessidades e prioridades, apenas seguimos o que está na moda ou é tendência.

O Brasil precisa resgatar suas raízes, precisamos descobrir a nossa identidade como brasileiros. Isso só será possível aceitando a realidade. Quem está preparado para mudanças?

Reflita e seja a mudança que quer ver no mundo. Hoje. Agora.

*Por Michele Cruz

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*Fonte: obvious

Cientistas afirmam que o DNA pode ser reprogramado por nossas próprias palavras

Cientistas russos provam que o DNA pode ser reprogramado apenas por nossas palavras e outras frequências externas

O DNA HUMANO É UMA INTERNET BIOLÓGICA e pode ser reprogramado.

A pesquisa científica russa explica os fenômenos sobrenaturais humanos, como clarividência, intuição, atos espontâneos e remotos de cura, autocura, técnicas de afirmação, luz / auras incomuns em torno de pessoas (ou seja, mestres espirituais), influência da mente nos padrões climáticos e muito mais. Além disso, há evidências de todo um novo tipo de medicamento em que o DNA pode ser influenciado e reprogramado por palavras e frequências SEM cortar e substituir genes únicos.

Apenas 10% do nosso DNA está sendo usado para a construção de proteínas. É esse subconjunto de DNA que interessa aos pesquisadores ocidentais e está sendo examinado e categorizado. Os outros 90% são considerados “DNA lixo”.

Os pesquisadores russos, no entanto, convenceram que a natureza não era burra, juntou linguistas e geneticistas em um empreendimento para explorar esses 90% do “DNA lixo”. Seus resultados, descobertas e conclusões são simplesmente revolucionárias! Segundo eles, o nosso DNA não é apenas responsável pela construção do nosso corpo, mas também serve como armazenamento de dados e na comunicação. Os lingüistas russos descobriram que o código genético, especialmente nos 90% aparentemente inúteis, segue as mesmas regras que todas as nossas línguas humanas.

Para esse fim, eles compararam as regras de sintaxe (a maneira como as palavras são reunidas para formar frases e sentenças), semântica (o estudo do significado nas formas de linguagem) e as regras básicas da gramática. Eles descobriram que os alcalinos do nosso DNA seguem uma gramática regular e estabelecem regras como as nossas línguas. Portanto, as línguas humanas não apareceram por coincidência, mas são um reflexo do nosso DNA inerente.

O biofísico russo e biólogo molecular Pjotr ​​Garjajev e seus colegas também exploraram o comportamento vibracional do DNA. A conclusão era: “Os cromossomos vivos funcionam como computadores solitônicos / holográficos usando a radiação laser de DNA endógena”. Isso significa que eles conseguiram, por exemplo, modular certos padrões de frequência em um raio laser e, com ele, influenciaram a frequência do DNA e, portanto, a própria informação genética. Como a estrutura básica dos pares DNA-alcalinos e da linguagem (como explicado anteriormente) são da mesma estrutura, nenhuma decodificação de DNA é necessária.

Pode-se simplesmente usar palavras e frases da linguagem humana! Isso também foi comprovado experimentalmente! A substância viva do DNA (no tecido vivo, e não in vitro) sempre reagirá aos raios laser com linguagem modulada e até às ondas de rádio, se as frequências adequadas estiverem sendo usadas.

Isso finalmente e cientificamente explica por que afirmações, treinamento autógeno, hipnose, mediação, oração e outras formas de foco podem ter efeitos tão fortes nos seres humanos e em seus corpos. É inteiramente normal e natural que o nosso DNA reaja à linguagem. Enquanto os pesquisadores ocidentais cortam genes únicos das cadeias de DNA e os inserem em outros lugares, os russos trabalharam com entusiasmo em dispositivos que podem influenciar o metabolismo celular através de frequências de rádio e luz moduladas adequadas e, assim, reparar defeitos genéticos.

O grupo de pesquisa de Garjajev conseguiu provar que com esse método os cromossomos danificados por raios-x, por exemplo, podem ser reparados.
Eles até capturaram padrões de informação de um DNA em particular e o transmitiram para outro, reprogramando as células para outro genoma. Assim, eles conseguiram transformar, por exemplo, embriões de sapo em embriões de salamandra simplesmente transmitindo os padrões de informação do DNA! .

Professores esotéricos e espirituais sabem há séculos que nosso corpo é programável por linguagem, palavras e pensamentos. Isso já foi comprovado e explicado cientificamente. Claro que a frequência tem que estar correta. E é por isso que nem todos são igualmente bem-sucedidos ou podem fazê-lo sempre com a mesma força. A pessoa individual deve trabalhar nos processos internos e na maturidade, a fim de estabelecer uma comunicação consciente com o DNA. Os pesquisadores russos trabalham em um método que não depende desses fatores, mas SEMPRE funcionará, desde que se use a frequência correta.

Na natureza, a hipercomunicação foi aplicada com sucesso por milhões de anos. O fluxo organizado da vida nos estados de insetos prova isso de maneira dramática. O homem moderno sabe disso apenas em um nível muito mais sutil como “intuição”. ?? Mas nós também podemos recuperar o uso total dela.

Um exemplo da natureza: quando uma formiga rainha é espacialmente separada de sua colônia, a construção ainda continua fervorosamente e de acordo com o plano. Se a rainha for morta, no entanto, todo o trabalho na colônia será interrompido. Nenhuma formiga sabe o que fazer. Aparentemente, a rainha envia os “planos de construção” também de longe, através da consciência de grupo de seus súditos.

Ela pode estar tão longe quanto ela quiser, enquanto estiver viva. No homem, a hipercomunicação é mais frequentemente encontrada quando de repente se obtém acesso a informações que estão fora da base de conhecimento. Essa hipercomunicação é então experimentada como inspiração ou intuição. O compositor italiano Giuseppe Tartini, por exemplo, sonhou uma noite que um demônio estava sentado ao seu lado tocando violino. Na manhã seguinte, Tartini conseguiu anotar exatamente a peça de memória, que chamou de Sonata do Diabo.

No livro “Vernetzte Intelligenz” (Inteligência em Rede), Grazyna Gosar e Franz Bludorf explicam essas conexões de maneira precisa e clara. Os autores também citam fontes presumindo que em épocas anteriores a humanidade estivera, assim como os animais, muito fortemente conectada à consciência do grupo e agia como um grupo.

Para desenvolver e experimentar a individualidade, nós humanos, no entanto, tivemos que esquecer a hipercomunicação quase completamente. Agora que estamos razoavelmente estáveis ​​em nossa consciência individual, podemos criar uma nova forma de consciência de grupo, a saber, aquela em que obtemos acesso a todas as informações através do nosso DNA sem ser forçado ou controlado remotamente sobre o que fazer com essas informações.

Agora sabemos que, assim como na Internet, nosso DNA pode alimentar seus dados apropriados na rede, pode acessar dados da rede e estabelecer contato com outros participantes na rede. Cura remota, telepatia ou “sensoriamento remoto” ?? sobre o estado dos parentes etc. pode ser explicado. Alguns animais também sabem de longe quando seus donos planejam voltar para casa. Isso pode ser recentemente interpretado e explicado através dos conceitos de consciência de grupo e hipercomunicação. Qualquer consciência coletiva não pode ser sensatamente usada durante qualquer período de tempo sem uma individualidade distinta. Caso contrário, voltaríamos a um instinto primitivo de manada que é facilmente manipulado.

Isso pode ser recentemente interpretado e explicado através dos conceitos de consciência de grupo e hipercomunicação. Qualquer consciência coletiva não pode ser sensatamente usada durante qualquer período de tempo sem uma individualidade distinta. Caso contrário, voltaríamos a um instinto primitivo de manada que é facilmente manipulado. Isso pode ser recentemente interpretado e explicado através dos conceitos de consciência de grupo e hipercomunicação. Qualquer consciência coletiva não pode ser sensatamente usada durante qualquer período de tempo sem uma individualidade distinta. Caso contrário, voltaríamos a um instinto primitivo de manada que é facilmente manipulado.

A hipercomunicação no novo milênio significa algo bem diferente: os pesquisadores pensam que, se os seres humanos com plena individualidade recuperassem a consciência de grupo, teriam um poder divino para criar, alterar e moldar as coisas na Terra!

Mais e mais crianças clarividentes estão nascendo. Algo nessas crianças está se esforçando cada vez mais em direção à consciência de grupo do novo tipo, e não será mais suprimida.

Quando um grande número de pessoas se reúne através da oração ou meditação, todas focadas no mesmo resultado, podemos mudar o mundo. O conceito de mudarmos nosso próprio DNA, através de nossas palavras e vibrações, agora é um FATO CONHECIDO. Estamos recebendo uma atualização.

 

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*Fonte: pensarcontemporaneo

Vamos viver no máximo até os 125 anos

Cada ano que passa, a gente fica mais velho – mas isso não se aplica à evolução da longevidade propriamente dita.

É o que indica uma pesquisa americana. O estudo chama-se Evidence for a Limit to Human Lifespan (Evidência de um Limite para a Longevidade Humana) , e foi peito por cientistas da Faculdade de Medicina Albert Einstein, em Nova York. O grupo analisou os supercentenários que morreram entre 1968 e 2006. Até 1995, a idade da pessoa mais velha aumentava 0,15% por ano.

Em 1997, morreu Jeanne Calment, com 122 anos, a pessoa mais velha de que se tem registro (já levantou-se a hipótese de fraude, de que Jeanne seria bem mais jovem, mas aparentemente ela viveu mesmo até os 122). Em meados dos anis 1990, de qualquer forma, a idade máxima parou de crescer. Na verdade, ela começou a cair mais de três meses ao ano. “Temos 95% de certeza que o limite da vida fica entre 113 e 116 anos”, contou Brandon Milholland, um dos autores. “É possível que alguém viva até os 125 – mas só uma vez a cada 10 mil anos.”

Para o pesquisador, a expectativa média de vida vai continuar crescendo, mas não o número de supercentenários: “As pessoas que chegam a 110 anos hoje devem viver tanto tempo quanto as que chegaram aos 110 nos anos 1970”.

*Por Ana Carolina Leonardi

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*Fonte: superabril

A saúde melhora quando se vira vegano?

Recentemente, tem aumentado o número de pessoas que aderiram às dietas vegetariana e vegana – tendência alimentada principalmente por preocupações com a saúde, com o bem-estar dos animais e com o meio ambiente.

Segundo pesquisa Ibope deste ano, 14% dos brasileiros (cerca de 30 milhões de pessoas) se dizem vegetarianos.

A pesquisa também apontou o interesse da população por mais produtos veganos, aqueles sem qualquer ingrediente de origem animal. 55% dos entrevistados disseram que consumiriam mais produtos desse tipo.

Os veganos não consomem nenhum tipo de carne ou produtos derivados de animais, como leite, ovos, gelatina ou mel.

Mas, além do ativismo em defesa dos direitos dos animais, existe algum benefício do veganismo à saúde?

Para a nova temporada do programa da BBC Confie Em Mim, Sou Médico, o médico e apresentador Giles Yeo decidiu seguir uma dieta vegana por um mês e checar os efeitos em sua saúde e estilo de vida.

Os grandes desafios

Como Yeo descobriu, um dos aspectos mais difíceis para os veganos são produtos que parecem não ter procedência animal, mas que na realidade têm derivados dos animais.

Está claro que carnes, ovos e leite não são adequados para veganos, mas e o vinho? Fabricantes de algumas bebidas alcoólicas usam espinhas de peixe ou proteínas animais como parte do processo de produção.

Exemplos como esse exigem atenção constante para não consumir acidentalmente produtos de origem ou derivado de animais.

Outro desafio dos veganos é substituir a carne e produtos animais por uma alimentação também rica em nutrientes importantes e indispensáveis, como vitamina D, cálcio, ferro, ômega-3 e proteínas.

Para conseguir a vitamina D, por exemplo, bastante presente em ovos e carnes, os veganos consomem alimentos fortificados, como leite de soja, leite de arroz, suco de laranja e cereais. Além disso, nutricionistas recomendam o uso de suplementos alimentares.

Também é comum veganos sentirem falta de iodo, encontrado de maneira natural em produtos lácteos e pescados. Por isso, consumir suplementos ricos em iodo pode ser uma alternativa.

Já a vitamina B12 é uma das maiores preocupações entre os veganos, pois ela só é encontrada em alimentos de origem animal, como carne, leite e ovos. Para consumi-la, os veganos precisam de produtos fortificados.

Veganismo é saudável?

Uma análise da Universidade de Florência, na Itália, examinou o resultado de dez estudos sobre o veganismo. A resposta é que sim, a dieta vegana pode ser saudável.

Mas existem nuances.

Acadêmicos da universidade italiana compararam a saúde pessoas vegetarianas e veganas com as de pessoas onívoras (quem come de tudo). Concluíram que a alimentação de base vegetal dos veganos e vegetarianos ajuda a diminuir a incidência de câncer e problemas no coração.
Image caption O médico Giles Yeo sentiu mais falta de comer ovos durante seu mês como vegano

No caso do câncer, os acadêmicos dizem que o risco de incidência da doença diminui em até 15% com a dieta vegana e 8% com a vegetariana.

No entanto, eles não encontraram diferença nas taxas de mortalidade. Isso significa que, segundo esse estudo, ser vegetariano ou vegano garante uma saúde melhor, mas não necessariamente aumenta a expectativa de vida.

Esse estudo, no entanto, não tem alto padrão de metodologia científica, no qual a pesquisa apresenta um grupo de controle e os participantes são aleatoriamente escolhidos para uma ou outra dieta.

Na verdade, os pesquisadores quiseram descobrir as diferenças dos veganos e vegetarianos em relação às pessoas que comem carne. Eles ressaltam, também, a possibilidade de que os veganos tenham mais cuidado com a saúde do que as pessoas em geral. Assim, é possível que as diferenças nos indicadores de saúde estejam não apenas associada à dieta, mas também a outros fatores de comportamento.

E como se saiu o médico Yeo em seu mês vegano?

Depois de seguir uma dieta vegana por um mês, Giles Yeo perdeu quatro quilos. Além da cintura mais fina, seu nível de colesterol caiu em 12%.

Mas ele manteria uma dieta vegana no futuro?

“Para mim, foi uma grata surpresa”, diz. “Não planejo me tornar totalmente vegano, mas a partir de agora pretendo não consumir produtos de origem animal por alguns dias do mês.”

“Devo admitir que, no começo, foi um pouco estressante ser vegano. Mas, depois de aprender algumas receitas, deu tudo certo e acabei gostando. Para mim, a chave não é preparar versões veganas de pratos que eu normalmente faria, mas sim optar por receitas criadas para serem veganas”, diz.

“O que mais fez falta foram os ovos, mas esperava que seria mais difícil.”

*Por Michael Mosley

 

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*Fonte: bbc/brasil

Por que pobre que deixa de ser pobre gosta de pisar em pobre?

Uma coisa que eu, infelizmente, observo muito: pessoas que melhoram sua situação financeira e sobem um ou alguns degraus da escada social parecem esquecer rapidamente que há pouco tempo também eram pobres e sofreram o mesmo desprezo que agora estão dispensando a quem é mais pobre que elas.

Já vi gente que saiu da favela e falava mal dos favelados e motorista de primeiro carro novo comprado em sessenta prestações rindo de quem esperava na chuva pelo ônibus, o mesmo ônibus que ele pegava para ir trabalhar, em um passado não muito remoto.

Tem gente frustrada em seu emprego por ser maltratada pelos patrões, mas que não perde a oportunidade de esnobar ela mesma outras pessoas, assim que se vê do outro lado (do lado “mais forte“), tratando mal vendedores em lojas, zeladores em prédios ou pedintes na rua.

Já é incompreensível ver gente rica de muito tempo tratando pobre como gente de segunda categoria, numa desumanidade que assusta. Isso já é difícil de entender, mas, agora, ver gente que conheceu a pobreza se vestindo de arrogância e prepotência para se achar melhor que outros que (ainda) não conseguiram sair da pobreza é que não dá para entender mesmo.

Parece que isso está enraizado na cabeça de nosso povo, essa mentalidade arcaica de que quem tem mais é mais, como se ter e ser fossem a mesma coisa. E quem quer ser mais necessita de alguém que seja menos, já que quem se compara precisa de uma referência e seria meio amargo alguém se comparar com quem tem mais que ele. Assim, a consequência lógica é rebaixar quem tem menos para se sentir mais elevado, enfeitando um pouco sua pobre existência.

Tem a história do Dr. Armando, que era advogado, mas não era doutor coisa nenhuma, porém, ele fazia questão de ser chamado assim. Um rapaz pobre do interior da Bahia, que foi para Salvador para estudar e que, para se formar, comeu o pão que o chifrudo amassou, limpou fossa e foi ajudante de pedreiro, serviu comilões no Habib’s na Praia de Piatã, foi placa de anúncio ambulante para os novos condomínios na Avenida Paralela e até picolé na praia ele vendeu.

Pois bem, esforçado ele foi, pisoteado também, e se formou em Direito aos troncos e barrancos. Com o canudo na mão, o Armandinho voltou para sua terra natal como Dr. Armando, o advogado, que, como dito, não era doutor, pois não tinha doutorado, mas que era cheio de doutorice e exigia que todos abaixo dele na hierarquia o tratassem dessa forma. Até de certos clientes ele exigia isso, numa arrogância sem fim. Agora, com um diploma que ele escondia na gaveta, pois suas notas não foram tão boas e ele se envergonhava disso, e um escritoriozinho perto do centro de uma cidade média de interior, ele se via flutuando numa nuvem, por cima dos mortais. Somente perante o juiz, o delegado ou os poderosos do lugar ele baixava a crista e parecia um menino nervoso que tinha feito algo errado.

O pior de tudo é que ele era colérico e tratava muito mal seus empregados, principalmente os domésticos, gritando com eles, os classificando de burros e preguiçosos e supondo que iriam morrer pobres, pois burrice e preguiça não levariam ninguém a lugar algum. E vivia dizendo que detestava pobreza.

Assustadora também era a passividade dos subalternos, que, calados, aceitavam as insultas do patrão. Por um lado, claro, eles eram dependentes, alguns até moravam em sua propriedade. Mas, por outro, seria bom ter mais coragem e impor limites ao novo rico que se comportava como um coronel de segunda categoria.

Mas nem precisamos de exemplos extremos como esse. Esse fenômeno acontece muitas vezes no dia-a-dia, quase despercebido, como aquele sujeito pobre que recebe um dinheiro extra, resolve ir jantar com a namorada num restaurante chique, com tudo que se tem direito, mas achando que tem o direito também de já entrar no restaurante tratando mal os garçons, sentindo-se rico por um momento e acreditando que “ser rico” implicaria também em tratar mal quem o serve.

Acredito que muita gente se comporta assim por não conhecer diferente. Quando ainda pobres, por terem sido explorados e maltratados e experimentado de perto a exclusão e os preconceitos contra a pobreza, aprenderam que é desse modo que a sociedade funciona: quem está em cima, pisa em quem está em baixo. E, agora, que conseguiram subir um pouco, eles também têm vontade de pisar. Se levo isso em consideração, até acho tal comportamento plausível. Mas plausível não quer dizer que seja bom.

Acho estranho e repudio qualquer ato que suponha a superioridade ou a inferioridade de quem quer que seja, mas, ao mesmo tempo, sei que todo efeito tem uma causa e que isso aí é efeito de alguma coisa. Não seria o efeito de um endurecimento de nossa sociedade, de uma mentalidade de consumo e de identificação social pelo que se possui, de dignidade comprada, onde quem tem pouco automaticamente vale menos? Não costumamos definir o sucesso de alguém pela riqueza que acumula? E ainda não fazemos a bobagem de aceitar essa ideia absurda como normalidade?

Penso que é essa distorção de valores, que afeta a sociedade como um todo, que faz com que também um pobre que emerge queira também pisar em outros para se sentir alguém.

Se queremos mudar isso, então seria essencial mudar exatamente essa mentalidade, essa forma estranha de convivência social que inventamos, mas que só serve para descaracterizar o lado humano de nossa sociedade.

Os pobres deixarão de tratar mal outros mais pobres no dia em que todos pararmos para perceber que é preciso bem mais que ter para ser e que poder material não torna ninguém melhor que ninguém. Os pobres aprenderão a respeitar outros mais pobres no dia em que eles mesmos perceberem que se é respeitado por ser quem é (um ser humano que tem uma dignidade inviolável!) e não pelo que se tem, já que ninguém aprende a respeitar se ele nunca foi respeitado.

Precisamos é retomar nossos valores e recuperar nossa humanidade, entendendo que a verdadeira superioridade não pode ser comprada e não se adquire através de riqueza material. A verdadeira superioridade nasce é dentro de nós. Uma pessoa verdadeiramente superior não é aquela que se acha melhor, mas sim que a entende que esse negócio de gente melhor ou pior não existe, tanto faz se rica ou pobre.

*Por Gustl Rosenkranz

 

 

 

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*Fonte: fasdapsicanalise

O ser humano está fazendo menos sexo e esses são os motivos

Fazer sexo faz bem para a saúde. A prova disso está na nossa matéria com as 9 razões para ter relações sexuais todos os dias da sua vida. Não podemos negar que o sexo é uma das nossas necessidades fisiológicas mais básicas, certo? Mas vem cá, sem ofensas, qual foi a última vez que você teve relações? Milhões de pessoas passam um bom tempo sem sexo e isso pode ser consequência de alguns problemas, como a baixa auto estima, por exemplo.

Um pesquisador de comportamento humano chamado Shervin Assari descobriu que evitar sexo influencia vários aspectos do nosso bem estar. Além disso, através de pesquisas ele concluiu que as pessoas evitam sexo por várias razões, algumas das quais podem ser facilmente abordadas. A gente conta mais sobre essas razões para vocês.

As razões pelas quais as pessoas evitam sexo

Alguns dos benefícios do sexo são alta auto estima, qualidade e satisfação com a vida. Mas as pessoas que fazem menos sexo podem ter problemas ligados a angústia psicológica, ansiedade, depressão e é claro, problemas de relacionamento.

Em um estudo feito por Alfred Kinsey, foi descoberto que cerca 19% dos adultos não tem relações sexuais. Mas isso varia muito de acordo com o sexo e o status de relacionamento, com quase nenhum homem casado sem fazer sexo por um longo período.

Muitas mulheres são propensas a evitar o sexo por causa dos abusos que sofreram quando ainda eram crianças. As grávidas tem medo de abortar ou prejudicar o feto e em muitos casos elas evitam por causa da falta de interesse ou mesmo fadiga.

Entre os homens, as razões mais comuns para evitar as relações sexuais são a disfunção erétil, condições médicas crônicas e falta de oportunidade (risos).

Porém, tanto para homens e mulheres, as maiores razões para não praticarem sexo são as condições médicas.

Pacientes com doenças cardíacas, por exemplo, evitam as relações pelo fato de terem medo de ter um ataque cardíaco. Outros por terem condições cerebrovasculares, como um derrame.

A dor crônica diminui o prazer e interfere diretamente na limitação de posições. Já o estresse e a depressão que são causados como consequência, podem atrapalhar. Ah, os remédios para dor crônica também são problemas. Agora os transtornos de personalidade, vício e abuso de substâncias e a má qualidade do sono também têm papéis importantes no interesse sexual.

Bom, cada pessoa lida de uma maneira com seus problemas, mas se algum desses problemas afeta a sua vida sexual, caro amigo, a nossa dica é procurar um especialista para você se tornar uma pessoa mais feliz!

Por Mateus Graff

 

 

 

 

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*Fonte: fatosdesconhecidos

Humanos consomem recursos mais rápido do que o planeta os regenera

Todos os anos os humanos consomem — e esgotam — mais recursos naturais do planeta. Segundo relatório da organização Global Footprint Network, a humanidade está gastando os recursos 1,7 vezes mais rápido do que os ecossistemas consegurem se regenerar, o que equivaleria a usar 1,7 Terras em vez de uma só.

“Os custos desse excesso global de gastos ecológicos estão se tornando cada vez mais evidentes em todo o mundo, manifestando-se em desmatamentos, secas, escassez de água potável, erosão do solo, perda de biodiversidade e o acúmulo de dióxido de carbono na atmosfera”, afirmam os organizadores do Earth Overshoot Day (Dia da Sobrecarga da Terra).

O EOD representa a data em que a “demanda anual da humanidade por recursos excede o que o planeta Terra é capaz de regenerar naquele ano”. A cada ano, o dia vem chegando mais cedo: de 1997 para 2018, a data foi de setembro para 1º de agosto.

“Estamos pegando os recursos futuros da Terra emprestados para operar nossas economias no presente. Isso funciona por um tempo mas, conforme nações, empresas e casas vão se afundando em dívida, esse esquema tende a desmoronar”, disse o CEO do Global Footprint Network, Mathis Wackernagel, em entrevista ao jornal The Guardian.

Para reverter o quadro, a organização sugere que ações políticas são tão importantes quanto as individuais. De acordo com o relatório, trocar 50% do consumo de carne da rotina por uma dieta vegetariana faria com que o Dia da Sobrecarga da Terra fosse cinco dias depois. Já reduzir o carbono atrasaria a data em três meses.

Em seu site, o Global Footprint Network dá mais dicas de quais ações as pessoas podem tomar para contribuir para a causa. Confira aqui.

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*Fonte: revistagalileu

Consciência pode ser um efeito colateral da “entropia”, dizem pesquisadores

De acordo com uma nova pesquisa da Universidade de Toronto (Canadá) e da Universidade Paris Descartes (França), assim como o universo, o nosso cérebro pode ser programado para maximizar a desordem, um princípio semelhante ao da entropia. Assim, nossa consciência poderia ser simplesmente um efeito colateral disso.

A nossa capacidade de ser conscientes de nós mesmos e de nosso ambiente é uma parte crucial de ser humano. Apesar disso, os pesquisadores ainda não compreendem verdadeiramente de onde ela vem, e por que a temos.

O estudo apresenta uma nova possibilidade: e se a consciência surge naturalmente como resultado de nossos cérebros maximizando o seu conteúdo informativo? Em outras palavras, e se a consciência for um efeito colateral do nosso cérebro se movendo em direção a um estado de entropia?

Entropia

A entropia é, basicamente, o termo usado para descrever a evolução de um sistema de ordem para a desordem. É como um ovo: quando está perfeitamente separado em gema e clara, tem baixa entropia. Quando o cozinhamos, no entanto, ele tem alta entropia – é o mais desordenado que pode ficar.

A segunda lei da termodinâmica afirma que a entropia só pode aumentar em um sistema – é por isso que não podemos, por exemplo, “descozinhar” um ovo.

Muitos físicos acreditam que, após o Big Bang, o universo tem gradualmente se movido de um estado de baixa entropia para um de alta entropia, e isso poderia explicar por que a seta do tempo apenas se move para frente – e como consequência não podemos voltar no tempo.

Os pesquisadores franceses e canadenses decidiram aplicar o mesmo raciocínio para as conexões em nosso cérebro, e investigar se elas mostram algum padrão na forma como se ordenam enquanto estamos conscientes.

O estudo

Para descobrir isso, a equipe usou um tipo de teoria da probabilidade chamado de mecânica estatística para modelar as redes de neurônios nos cérebros de nove pessoas, incluindo sete que tinham epilepsia.

Especificamente, eles analisaram a sincronização de neurônios – se eles oscilaram em fase uns com os outros – para descobrir se as células do cérebro estavam ligadas ou não.

Os cientistas observaram dois conjuntos de dados: primeiro, compararam os padrões de conectividade quando os participantes estavam dormindo e acordados. Em seguida, olharam para a diferença quando cinco dos pacientes epilépticos estavam tendo convulsões, e quando seus cérebros estavam em um estado normal, “alerta”.

Em ambas as situações, eles viram a mesma tendência – os cérebros dos participantes apresentaram maior entropia quando em um estado totalmente consciente.

“Nós encontramos um resultado surpreendentemente simples: os estados de vigília normais são caracterizados pelo maior número de configurações possíveis de interações entre as redes cerebrais, o que representa altos valores de entropia”, escreveu a equipe em seu artigo, aceito para publicação na Physical Review E.
Ponto de partida

Antes de tirarmos muitas conclusões, porém, vale lembrar que existem algumas grandes limitações neste trabalho, principalmente o pequeno tamanho da amostra. É difícil detectar eventuais tendências a partir de apenas nove pessoas, ainda mais levando em conta que os cérebros de todos os participantes responderam de forma ligeiramente diferente em cada estado.

No geral, o estudo é um bom ponto de partida para futuras pesquisas, apontando para uma possível nova hipótese.

A equipe agora planeja investigar mais a fundo, medindo o estado termodinâmico de diferentes regiões do cérebro para entender se o que está acontecendo é realmente a verdadeira definição de entropia, ou algum outro tipo de organização.

Eles também querem estender suas experiências ao comportamento cognitivo geral – por exemplo, ver como a organização neural muda quando as pessoas estão concentrando-se em uma tarefa e quando estão distraídas. [ScienceAlert]

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*Fonte: hypescience

Reino Unido usa plástico retirado dos oceanos para asfaltar estrada

Depois de algumas pesquisas realizadas pela Organização das Nações Unidas (ONU), foi possível detectar que 80% do lixo encontrado nos oceanos são feitos de plásticos. De acordo com as estimativas, se os números se mantiverem até 2050, os oceanos terão mais plásticos que peixes.

Para reparar os problemas causados pela poluição dos oceanos e acabar com o desperdício de recursos naturais, o engenheiro Toby McCartney teve a ideia de construir estradas feitas de plástico reciclado. O projeto desenvolvido pela sua empresa MacRebur, com sede na Escócia, traz estradas 10 vezes duráveis e 60% mais fortes.

Bem diferente das estradas convencionais que costumam com o tempo formar buracos e crateras, a nova solução encontrada por McRebur acaba com esse terrível problema. Ele criou pequenas pelotas chamadas MR6, feitas a partir de plástico doméstico, resíduos agrícolas e resíduos comerciais, que substituem o betume, além do petróleo bruto – vendido pelas empresas petrolíferas – utilizado para unir as estradas.

O processo de fabricação é feito através da mistura dos pallets de MR6 com a rocha e um pouco de betume, forma sustentável e lucrativa que o engenheiro encontrou para reciclar os resíduos plásticos encontrados nos oceanos.

Sua inspiração veio após a professora de sua filha ter perguntado para a classe o que vive no oceano, e sua filha, ao invés de responder peixes disse: “Plástico”. Para que sua filha não crescesse em um mundo onde isso fosse realidade, ele decidiu tomar uma atitude.

Entretanto, ele percebeu que a ideia de usar plásticos retirados dos oceanos era realmente possível, depois de passar um tempo na Índia e ver moradores tampando os buracos de ruas e estradas com esses resíduos e depois queimando-os.

O primeiro teste realizado por ele foi na calçada de sua casa, no Reino Unido. Agora depois de perceber que o produto funcionava, ele começou a ser colocado em novas ruas do estado de Cumbria, localizado no norte da Inglaterra.

 

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*Fonte: pensamentoverde

Os 12 produtos mais perigosos criados pela Monsanto

Do Resumen Latino americano

1. Sacarina.
John Francisco Queeny fundou a “Monsanto Chemical Works”, com o objetivo de produzir sacarina para Coca-Cola. Estudos realizados durante a década de 1970 mostraram que este químico produz câncer em ratos e outros mamíferos de testes. Porém, depois descobriu-se que causa o mesmo efeito em humanos, Monsanto subornou médicos e instituições para seguir comercializando-a.

2. PCBs.
Durante a década de 1920, a Monsanto começou a expandir sua produção química mediante bifenilos policlorados (PCB), para produzir fluídos refrigeradores de transformadores elétricos e motores. Cinquenta anos depois, a Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos (EPA) publicou um informe citando os PCBs como causa do câncer em animais, e com provas adicionais indicou que estes produzem câncer em seres humanos. Quase 30 anos depois dos PCBs serem proibidos nos EUA, este químico segue aparecendo no sangue das mulheres grávidas, como informou um estudo de 2011. Em muitas áreas da Argentina ainda utilizam os PCBs.

3. Poliestireno.
Em 1941, a Monsanto começou a focar em plásticos e poliestireno sintético, que ainda é amplamente utilizado para embalar alimentos. O poliestireno foi classificado o quinto da lista de 1980 da EPA, onde se enumera os produtos químicos cuja produção gera os resíduos mais perigosos. Ao estar nas embalagens de comida ingerimos poliestireno (efeito de migração), que causa depressão, câncer e danos aos nervos. Os vasos e recipientes feitos deste material sintético são difíceis de reciclar. Devem ser derretidos utilizando um equipamento adequado que a maioria dos centros de reciclagem não possuem. Dentro de 1000 anos, a bandeja de carne que você comprou no Carrefour ou Wall-Mart seguirá existindo em alguma parte do planeta. É fatal para a vida marinha: Flutua na superfície do oceano, se decompõe em pequenas esferas que os animais comem. As tartarugas marinhas, por exemplo, perdem sua capacidade de mergulhar e morrem de fome.

4. Bomba Atômica e armas nucleares.
Pouco depois de ser adquirida por Thomas e Hochwalt Laboratories, a Monsanto tornou-se uma divisão do Departamento de Investigação Central. Entre 1943 e 1945, este departamento coordenou esforços importantes de produção para o Projeto Manhattan. Leia sobre o maior acidente industrial da América do Norte.

5. DDT.
Em 1944, a Monsanto começou a fabricar o insecticida DDT, com a desculpa de combater os mosquitos “transmissores da malária”. Em 1972, o DDT foi proibido nos EUA. – Seus efeitos adversos para a saúde humana incluem infertilidade, problemas no desenvolvimento, destruição do sistema imunológico, morte. O DDT impede que o hormônio una com seu receptor, bloqueando, por sua vez, o hormônio para obter um desenvolvimento sexual normal, dando lugar a anormalidades. Durante um experimento levado a cabo no Mar Caspio (Mediterrâneo), o DDT em uma concentração de 1 ppb reduziu a população de peixes até 50%. O transporte atmosférico desta substância atualmente afeta a todos os seres vivos do planeta. Foi detectado no ar do Ártico, terra, gelo e neve, praticamente todos os níveis da cadeia alimentar global. Os sedimentos do fundo de lagos e os leitos dos rios atuam como reservas para o DDT e seus metabolitos. Todos os bebês humanos nascem com DDT no sangue.

6. Dioxinas.
Em 1945, a Monsanto começou a promover o uso de pesticidas químicos na agricultura com a fabricação do herbicida 2,4,5-T (um dos percursores do agente laranja), que contém dioxina. As dioxinas são um grupo de compostos quimicamente relacionados que se conhece como “Os doze condenados” – São contaminadores ambientais persistentes que se acumulam na cadeia alimentar, principalmente no tecido adiposo dos animais. Durante décadas, desde que foi desenvolvido pela primeira vez, a Monsanto foi acusada de encobrir ou não informar sobre a contaminação por dioxinas em uma ampla gama de seus produtos.

7. Agente Laranja.
Durante a década de 1960, a Monsanto foi a principal fabricante do Agente Laranja, um herbicida/desfolhante utilizado como arma química na guerra do Vietnã. A fórmula da Monsanto tinha níveis de dioxinas muito maiores que o Agente Laranja produzido pela Dow Chemicals, outro fabricante (por que a Monsanto foi a denúncia chave na demanda apresentada por veteranos de guerra nos Estados Unidos). Como resultado da utilização do Agente Laranja, o Vietnã estima que mais de 400.000 pessoas foram assassinadas ou mutiladas, 500.000 crianças nasceram com defeitos de nascimento, e no máximo um 1 milhão de pessoas ficaram deficientes ou sofreram problemas de saúde, sem falar dos efeitos a largo prazo que lesionou mais de 3 milhões de soldados americanos e seus descendentes. Memorandos internos da Monsanto mostram que a corporação conhecia perfeitamente os problemas de contaminação por dioxinas do Agente Laranja quando vendeu o produto ao governo dos EUA (para seu uso no Vietnã). Porém, a “Justiça” norte-americana permitiu a Monsanto e a Dow Chemicals apelar e receber proteção financeira por parte do governo, ignorando os veteranos que buscam uma compensação por haver sido expostos ao Agente Laranja.

Só no ano de 2012, 50 anos mais tarde da pulverização com o Agente Laranja, começaram alguns esforços para limpá-lo. Entretanto, o legado da Monsanto para as gerações futuras se traduz em nascimentos de crianças disforme, que continuarão durante as próximas décadas. Você acha que não pode acontecer aqui? Vários cultivos argentinos são geneticamente modificados para resistir a um herbicida feito com o principal componente do Agente Laranja (2,4-D), com o fim de lutar contra as “super ervas maléficas” desenvolvidas pelo RoundUp. Estes químicos persistem nos alimentos até chegar às prateleiras do supermercado e mais tarde a seu estômago.

8. Fertilizante a base de petróleo.
Em 1955, a Monsanto começou com a fabricação de “fertilizantes” a base de petróleo, depois de comprar uma refinaria de petróleo. Os “fertilizantes” a base de petróleo matam micro-organismos benéficos do solo esterilizando terra e criando dependência, é como uma adição de substitutos artificiais. Dado o crescente preço do petróleo não parece uma opção muito econômica, nem próspera…

9. RoundUp.
Durante la década de 1970 a Monsanto fundou sua divisão de Produtos Químicos Agrícolas, para produzir herbicidas, e um em particular: RoundUp (glifosato). A propaganda da Monsanto é que pode erradicar “as ervas daninhas” de um dia para o outro. Claro, que os agricultores adotaram de imediato. A utilização deste químico aumentou quando a Monsanto introduziu as sementes “RoundUp Ready” (resistentes ao glifosato), o que permite aos agricultores encher o campo com herbicidas sem matar estes cultivos (transgênicos). A Monsanto é uma corporação muito poderosa, como demostrou recentemente fazendo Obama assinar uma Ata de Proteção para seus crimes. E ainda que, o glifosato inicialmente tenha sido aprovado por organismos reguladores de todo o mundo, e seja amplamente utilizado na Argentina y Estados Unidos, mais tarde foi praticamente erradicado da Europa. O RoundUp foi achado em mostras de águas subterrânea, assim como no solo, e no mar, incluindo nas correntes de ar e nas chuvas. Mas sobretudo nos alimentos.

É a causa do desaparecimento das abelhas, produz mal formações, infertilidade, câncer e destruição do sistema imunológico. Os estudos independentes demostraram efeitos sobre a saúde consistentemente negativos que vão desde tumores e função orgânica alterada, até a morte por intoxicação. O RoundUp é o Agente Laranja com nome diferente.

10. O aspartame (NutraSweet/Equal).
Foi descoberto acidentalmente em uma investigação sobre hormônios gastrointestinais. Se trata de um produto químico doce que em primeira instância, matou um macaco bebê e deixou outros 5 gravemente feridos (em um total de 7 macacos), em um ensaio clínico realizado para que a FDA aprovasse o Aspartame. E a FDA o aprovou (1974). Em 1985, a Monsanto adquiriu a empresa que fabricava aspartame (GD Searle) e começou a comercializar o produto rebatizado de NutraSweet. Vinte anos mais tarde, o Departamento de Saúde e Serviços Humanos dos EUA publicou um informe que enumera 94 problemas de saúde causados pelo aspartame.

11. Hormônio de Crescimento Bovino (rBGH).
Este hormônio geneticamente modificado foi desenvolvido pela Monsanto para ser injetado nas vacas leiteiras e aumentar a produção de leite quando não há escassez de leite. As vacas sometidas a rBGH sofrem uma dor insuportável devido a inflamação de suas tetas e mastite. O pus da infecção resultante entra no fornecimento de leite que requer o uso de antibióticos adicionais. O leite rBGH produz câncer de mama, câncer de cólon e câncer de próstata nos seres humanos.

12. Cultivos Geneticamente Modificados (OGM/GMO/GM).
No início da década de 1990, a Monsanto começou a “junção” de genes de milho, algodão, soja e canola. Utilizou ADN de fontes estranhas para lograr dos características principalmente: Um pesticida gerado internamente e resistente ao herbicida RoundUp da Monsanto. Em outras palavras, as plantas envenenam e matam aos insetos e mamíferos que as devoram, e resistem ao agroquímico (parente do Agente Laranja) RoundUp que persiste nelas inclusive depois do seu processamento até chegar ao consumidor.

Claro que a transgênese tem se expandido. Batatas, frutas, maçãs, tomates, alface, tabaco, peras, melancia. TUDO tem sua versão OGM.

Apesar das décadas de propaganda dizendo que os cultivos geneticamente modificados poderiam alimentar o mundo, que teriam mais nutrientes, resistência a seca, o maior rendimento, nenhuma dessas promessas se cumpriu. Os cultivos GM não alimentam o mundo, causam câncer. Não tem mais nutrientes, na verdade não alcançam nem 10 % dos nutrientes que tem os cultivos orgânicos. Não resistem a seca. Não fornecem maior rendimento e sim menor, enquanto encarecem a produção. A maioria das ganhos da Monsanto provém das semente desenhadas para tolerar o RoundUp, este desenho transforma aos “alimentos” em armas mortais para a humanidade. As receitas da Monsanto aumentam constantemente desde que os agricultores se veem obrigados a usar mais e mais químicos devido a proliferação de ervas daninhas que evoluem desenvolvendo resistência ao RoundUp.

A Monsanto e os meios de comunicação de massa ocultam que o Amaranto orgânico era o verdadeiro alimento projetado para a humanidade do futuro. Cura o câncer e o previne, é o cereal mais nutritivo do planeta e foi a primeira planta a germinar no espaço. Tanto é que os astronautas da NASA utilizam amaranto para manter-se saudável e não a soja.

Como durante os primeiros dias dos PCB, o DDT, o Agente Laranja, a Monsanto tem enganado e subornada com êxito os organismos públicos e reguladores gerais implantando a crença de que o RoundUp e os cultivos geneticamente modificados são benéficos e “seguros”.

Claro que a Monsanto teve que ordenar a Obama que assinasse uma Lei na salvaguarda da corporação para se defender das denúncias e demandas, produto de 100 anos de novos estudos que demonstram os efeitos negativos e impactos ambientais de los OGM. A Monsanto ataca estes estudos científicos mediante os meios de comunicação de massa controlados, difamando e ignorando as organizações independentes, e científicos honestos. Mas também, a Monsanto conta com associações industriais, blogs, cientistas subornados, “ciência independente” falsa e todo tipo de ferramentas que por sua vez, os mesmos meios de comunicação corruptos patrocinam, somado a centenas de milhões de artigos de relações públicas “privadas” realizados por empresas que com frequência foram fundadas, são financiadas e mantidas pela Monsanto.

Desafortunadamente, poucos de nós tiramos um tempo para localizar os membros fundadores e as relaciones destas fontes ilegítimas com a Monsanto.

A FDA respalda enfaticamente a Monsanto, já que compartilha funcionários com a Monsanto mediante o fenômeno “Portas Giratórias”. No seguinte gráfico elaborado por Milhões contra Monsanto pode ver alguns ex vice presidentes da Monsanto e advogados da firma que mais tarde ocuparão cargos na FDA. E não se esqueça de Clarence Thomas, o ex advogado da Monsanto, que sendo juiz da Corte Suprema de Justiça, falou a favor de Monsanto em cada caso apresentado.

O vento e as abelhas transportam as mutações genéticas da Monsanto para a natureza selvagem, comprometendo o ecossistema global. Em breve todas as plantas serão transgênicas.

13. Um produto extra para este informe: As sementes Terminator.
No final de 1990, a Monsanto desenvolveu uma tecnologia para produzir grãos estéreis incapazes de germinar. Estas “sementes Terminator” obrigariam aos agricultores a cada ano comprar novas sementes da Monsanto, no lugar de guardar e reutilizar as sementes de suas colheitas como fizeram durante séculos. Afortunadamente, esta tecnologia fracassa no mercado. Pelo qual a Monsanto decidiu exigir aos agricultores a assinatura de um contrato de acordo para que não reutilizem nem vendam as sementes, o que os obrigam a comprar novas sementes e coloca a necessidade de um “gene terminator”. O fracasso parcial das sementes terminator é uma sorte para nós… já que também eram suscetíveis a polinização cruzada e podiam ter contaminado cultivos e bosques em todo o mundo. O que não significa que este objetivo siga no planos da Monsanto.

Como se traduz o legado da Monsanto para a humanidade?

Entre 85% e 90% dos alimentos que você consome diariamente tem OGMs, agrotóxicos da Monsanto e resíduos de RoundUp. (Os números desta fonte estão desatualizados).

Como a Monsanto alcança sua impunidade? Segundo a Associação de Consumidores Orgânicos em um documento do ano de 2011, “Há uma correlação direta entre o fornecimento de alimentos geneticamente modificados e os $ 2.000.000.000.000 de dólares que o governo dos EUA gasta anualmente em atenção médica, quer dizer, uma epidemia de enfermidades crônicas relacionadas com a dieta e um vínculo comercial com os laboratórios de medicamentos e vacinas.

No lugar de frutos sadios, verduras, grãos e animais alimentados com erva natural, as granjas industriais dos Estados Unidos e da Argentina produzem um excesso de comida com fragmentos de engenharia genética que causam enfermidades cardíacas, derrame cerebral, diabetes e câncer, com o respaldo de subsídios agrícolas, enquanto que os agricultores orgânicos não recebem estes subsídios.

A historia da Monsanto é reflexo de um quadro persistente de substâncias químicas tóxicas, demandas e manipulação da ciência. É esse o tipo de entidade que queremos para controlar os fornecimento de alimentos do nosso mundo?

A Monsanto não está só. Outras empresas do “Big Six” (Seis grandes) inclui a: Pioneer Hi-Bred International (filial de DuPont), Syngenta AG, Dow Agrosciences (filial de Dow Chemical), BASF (que é uma companhia química que expande rapidamente sua divisão de biotecnologia) e a Bayer CropScience (filial da Bayer).

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*Fonte: contraagrotoxicos/Regeneración

A orientação sexual é determinada no útero

Na semana passada, em um pequeno salão na residência do embaixador da Holanda na Espanha, o neurólogo Dick Swaab (Amsterdã, 1944) mostrou uma foto de seus filhos quando eram pequenos: a menina entretida com uma boneca e o menino com um carro. Em seguida, mostrou a mesma cena, mas protagonizadas por dois macacos, masculino e feminino. As preferências de uns e outros por brinquedos e nenhum outro, ele disse, não tem nada a ver com o ambiente ou a educação recebida dos pais, mas com as preferências do cérebro feminino por rostos (bonecas) e objetos em movimento (carros) no caso do cérebro masculino.

Swaab havia visitado Madrid na semana passada, a convite dos “Diálogos por la Ciencia” organizada pela “Obra Social La Caixa” para apresentar seu best seller “Nós somos o nosso cérebro”, um livro que já vendeu mais de 400.000 cópias na Holanda e acompanhado de polêmica desde sua publicação em suas opiniões sobre a homossexualidade e a religião, entre outras questões. “Eu sei quantos foram vendidos, mas não sei quantos leitores terminaram ou compreenderam”.

El Mundo: Provavelmente um dos aspectos mais controversos do seu livro é o que indica que a orientação sexual se determina durante a gestação do embrião durante a gravidez.

Dick Swaab: A orientação sexual do indivíduo é determinada no útero materno por uma série de fatores. 50% deles são genéticos e outros são interações entre hormônios e células do cérebro em desenvolvimento. Pode haver muitos outros fatores envolvidos, também externos. Como o estresse da mãe durante a gravidez que secreta altos níveis de hormônios como cortisol que atravessa a placenta e interage com os hormônios do cérebro em desenvolvimento, também o tabaco (a nicotina também afeta o cérebro em desenvolvimento), certas drogas, e outros compostos do tipo hormonal… Há um outro fator interessante que também influencia: o número de filhos nascidos antes de você. É uma questão imunológica, quando a mãe está grávida de uma criança, gera uma proteína que o corpo da mãe reconhece como estranho e produz anticorpos contra esse composto reconhecido como estranho. Quanto mais filhos tiverem, mas eficientes são esses anticorpos e isso influencia na orientação sexual do cérebro da criança em desenvolvimento.

El Mundo: Sua opinião sobre a homossexualidade ter sido criticada por aqueles que consideram que esta é uma maneira de “patologizar” ou medicalizar o problema.

Dick Swaab: A ciência é a busca da verdade. Nos anos 60 ou 70, acreditava-se que a homossexualidade era o resultado de uma mãe dominadora, era a mãe que patologizava (atribuir doença ou anormalidade, mesmo a mesma não existindo) sem nenhuma razão. Sabemos agora que a base está no cérebro, existe variabilidade em tudo que fazemos, todos os nossos potenciais. A variabilidade é o motor da evolução. Existe uma variabilidade em todos os aspectos do comportamento, e deve ser aceita. Nada mais de patologizar, mas de aceitar que as pessoas são diferentes, temos que proteger essas diferenças e permitir que todos possam viver de acordo com o que faz nosso cérebro.

El Mundo: Alguns colegas argumentam que suas reivindicações não foram replicadas em outros estudos, que não há evidências científicas suficientes.

Dick Swaab: Sim, há estudos que mostram isso. Eu não estou de acordo com essa afirmação. Além disso, ele também mostra que as pessoas têm tentado corrigir a homossexualidade de diferentes maneiras até agora sem sucesso. Foi usado tratamentos com hormônios, castração, transplante de testículos, psicanálise, compostos tais como a apomorfina… Também aprisionaram pessoas, mas isso não muda a orientação sexual. Outra linha de pesquisa recente sobre filhos adotivos de casais homossexuais, mostram que criar uma criança neste ambiente não influencia sua orientação sexual, porque tudo está programado desde cedo no desenvolvimento do cérebro.

El Mundo: De acordo com esses pontos de vista, então não há nada que possamos fazer para mudar o que está escrito em nosso cérebro? A educação ou o ambiente social não pode contribuir?

Dick Swaab: Não é uma questão de nada, mas a orientação sexual não pode influenciar depois do nascimento. Claro que tudo o que aprendemos muda nosso cérebro, nossas sinapses. O cérebro está mudando por tudo que aprendemos, o que fazemos, o que vemos, o que pensamos… o cérebro tem uma certa plasticidade, mas para alguns comportamentos, como a orientação sexual, não há tal plasticidade. Como a identidade de gênero. Se você é homem ou mulher está escrito no cérebro desde o nascimento, e as crianças podem ter fortes convicções na idade de dois a cinco anos que nasceram no corpo errado, mas você não pode fazer nada para mudar o corpo, o cérebro não pode ser mudado, eu quero dizer a transexualidade.

El Mundo: Disseram que há diferenças físicas entre o cérebro de um homem e uma mulher. Quais são elas?

Dick Swaab: Há diferenças em todos os níveis. Os genes do cromossomo Y dos machos já estão expressos em todo o cérebro masculino a partir da segunda metade da gravidez, para que haja diferenças moleculares, funcionais, também a conexão entre os hemisférios esquerdo e direito, que é maior entre as mulheres. Elas são capazes de combinar diferentes peças de informação para tirar conclusões, que é a base de intuição feminina, são melhores em interação social, linguagem, ao passo que os homens são mais capazes de se focar e se concentrar em um aspecto. Em todos os níveis, em tamanho molecular, há muitas diferenças entre homens e mulheres.

El Mundo: E quanto a inteligência? Existe um tipo de gene da inteligência?

Dick Swaab: O quociente de inteligência (IQ em inglês) é 88% genético, por isso é importante escolher bem os seus pais. A inteligência é o produto de todos os genes que constituem o cérebro, não é um gene da inteligência. É a forma em que o cérebro reage com o meio ambiente e resolve os problemas.

El Mundo: Mas há algo que as mães podem fazer durante a gravidez para que os seus filhos sejam mais inteligentes?

Dick Swaab: As mães podem fazer muito para evitar danos, parar de usar drogas que não são absolutamente necessárias, evitar tabaco, álcool, contaminação… Tudo isso é muito importante para o desenvolvimento do cérebro no útero. Você também pode exercitar o cérebro após o nascimento se a criança nascer em um ambiente seguro e estimulante, a estimulação é um exercício para o cérebro. A criança tem um potencial a ser desenvolvido com base em estímulos que recebe do seu ambiente. Se crescer, por exemplo, em um lar bilíngue, pode-se atrasar em até 4 anos o aparecimento do Alzheimer. É adiado porque você está estimulando o cérebro com ambas as línguas. Uma boa educação, um trabalho interessante e permanecer ativo até uma certa idade, são algumas coisas que você pode fazer para manter seu cérebro intacto.

El Mundo: De alguma forma então, você admite que o meio ambiente é importante.

Dick Swaab: Sim, eu não disse o contrário. Mas existem coisas importantes que são programadas no cérebro durante o nascimento que não podem ser alteradas posteriormente. Temos memórias mudando a cada dia, mas as mudanças microscópicas, a plasticidade é muito limitada em algumas questões.

 

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*Fonte: universoracionalista

10 Coisas que você precisa eliminar de sua vida imediatamente

1.Pessoas negativas
É importante manter em sua vida pessoas que te incentivam a conseguir seus sonhos e ser a melhor pessoa que você pode ser.
Há uma diferença sólida entre esses tipos de pessoas e pessoas negativas. Pessoas negativas acham que você vai falhar porque não confiam em você. Pessoas negativas nem sequer querem que você tenha sucesso.

 

2.Supervalorizar  seus erros
Aprender com seus erros é crucial para crescer e evitar esses erros no futuro, mas não fique preso neles.

 

3.Preocupação com o passado
Também não fique preso ao passado. Aconteceu. Você não pode voltar no tempo.

 

4.Sua autoimagem
Eu costumava ter problemas de autoimagem, mas não os corrigi por forçar uma imagem mais positiva em mim mesma. Eu só parei de ter uma autoimagem. Tem sido incrível. Eu não me importo mais.

 

5.Desculpar-se a todo momento
Se você  se encontrar desculpando-se sobre coisas que não deve, basta parar. Você está fazendo seu cérebro acreditar em uma falsa realidade, onde você está sempre em falta. E isso não é verdade. Corte esse comportamento.

 

6.Dizer sim o todo tempo
Mesmo quando não quer. Seja firme, se você não quiser algo, diga não.

 

7.Tentar impressionar a todos
Você provavelmente está bem do jeito que é. Não há necessidade de mudar para impressionar.

 

8.Dizer o que as pessoas querem ouvir
Ei, seja honesto. Se você tem algo a dizer, diga. Não há necessidade de revestir seus pensamentos e sentimentos. Seja real com as pessoas. Elas vão respeitá-lo por isso.

 

9.Suas crenças limitantes
Agora é o melhor momento para começar qualquer coisa que você queira fazer. Não deixe crenças limitantes te colocarem para baixo. Elas servem para te levantar, não para te prender.

 

10.Preocupação com o futuro
O futuro virá de uma maneira ou outra. Esteja pronto para ele, mas não gaste seu tempo se preocupando. Não te ajudará em nada.

 

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*Fonte: osegredo/Luiza Fletcher

 

A ideia de uma vida boa foi substituída pela de uma vida a ser invejada

“Um dos mais influentes psicanalistas da Inglaterra, autor de dez livros e editor da nova tradução da obra de Sigmund Freud (1856-1939), Adam Phillips, mais parece um profeta do que um homem da ciência. Pelo menos essa é a ideia que se tem depois de ler a entrevista que ele concedeu à revista Veja em 12 de março de 2003, “Páginas amarelas”), mas que sete anos depois me parece atualizadíssima as questões erguidas por ele, da qual se extraíram as dez denúncias abaixo numeradas:

1. Hoje as pessoas têm mais medo de morrer do que no passado. Há uma preocupação desmedida com o envelhecimento, com acidentes e doenças. É como se o mundo pudesse existir sem essas coisas.

2. A ideia de uma vida boa foi substituída pela de uma vida a ser invejada.

3. Hoje todo mundo fala de sexo, mas ninguém diz nada interessante. É uma conversa estereotipada atrás da outra. Vemos exageros até com crianças, que aprendem danças sensuais e são expostas ao assunto muito cedo. Estamos cada vez mais infelizes e desesperados, com o estilo de vida que levamos.

4. Nos consultórios, qualquer tristeza é chamada de depressão.

5. As crianças entram na corrida pelo sucesso muito cedo e ficam sem tempo para sonhar.

6. No século 14, se as pessoas fossem perguntadas sobre o que queriam da vida, diriam que buscavam a salvação divina. Hoje a resposta é: “ser rico e famoso”. Existe uma espécie de culto que faz com que as pessoas não consigam enxergar o que realmente querem da vida.

7. Os pais criam limites que a cultura não sanciona. Por exemplo: alguns pais tentam controlar a dieta dos filhos, dizendo que é mais saudável comer verduras do que salgadinhos, enquanto as propagandas dão a mensagem diametralmente oposta. O mesmo pode ser dito em relação ao comportamento sexual dos adolescentes. Muitos pais procuram argumentar que é necessário ter um comportamento responsável enquanto a mídia diz que não há limites.

8. [Precisamos] instruir as crianças a interpretar a cultura em que vivemos, ensiná-las a ser críticas, mostrar que as propagandas não são ordens e devem ser analisadas.

9. Uma coisa precisa ficar clara de uma vez por todas: embora reclamem, as crianças dependem do controle dos adultos. Quando não têm esse controle, sentem-se completamente poderosas, mas ao mesmo tempo perdidas. Hoje há muitos pais com medo dos próprios filhos.

10. Ninguém deveria escolher a profissão de psicanalista para enriquecer. Os preços das sessões deveriam ser baixos e o serviço, acessível. Deve-se desconfiar de analistas caros. A psicanálise não pode ser medida pelo padrão consumista, do tipo “se um produto é caro, então é bom”. Todos precisam de um espaço para falar e refletir sobre sua vida.”

 

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*Fonte: pensadoranonimo

 

Para quem quiser julgar meu caminho, empresto meus sapatos

Quantas vezes você já teve que lidar com o julgamento alheio? Além de enfrentar todas as dificuldades diárias, também precisamos, às vezes, “engolir sapos” e carregar o peso da opinião de terceiros sobre o que fazemos ou deixamos de fazer.

Dizer que isso simplesmente não nos afeta pode, às vezes, não ser verdade.

Fazer ouvidos surdos a esses comentários, que ousam julgar nossas ações, nem sempre é fácil. Sobretudo se vêm da boca de pessoas importantes para nós: nossa família, amigos, professores, chefes, pessoas que consideramos autoridades e cuja opinião respeitamos.

Um verdadeiro amigo ou familiar não se atreveria a nos julgar sem conhecer a fundo nossas emoções ou todos os momentos vividos que carregamos sobre os ombros e em nosso coração.

Empreste seus sapatos, porque ninguém melhor do que você para conhecer a dor dos caminhos percorridos, os rios que teve que atravessar, as dificuldades que precisou enfrentar, às vezes sem pedir ajuda a ninguém… Hoje, convidamos você a refletir sobre isso.

O caminho que construímos e que nos definem

Você não é apenas essa pessoa que vê refletida no espelho. Não é apenas sua forma de vestir, ou as palavras que profere às outras pessoas.

Você é o seu caminho percorrido durante a vida, todas as suas experiências vividas e integradas no fundo do seu ser… Ninguém melhor do que você para saber o que motiva suas ações.

A própria pessoa apenas sabe o que teve que superar, suas decepções, dores, derrotas ou vitórias e o preço que pagou por cada uma. Então, por que algumas pessoas ousam, às vezes, a nos julgar sem saber, como se fossem donas de uma sabedoria universal?

Dois motivos comuns:

– As pessoas acostumadas a julgar os outros geralmente são as mais frustradas na vida.
– São pessoas insatisfeitas consigo mesmas que projetam sua necessidade de controle e intervenção nas vidas alheias.

É comum que muitos de nossos familiares tenham o hábito de nos julgar: “Você é muito ingênua, por isso que essas coisas acontecem com você”; “Você precisa amadurecer e enfrentar a vida como ela é”.
Julgam-nos com a intenção de nos ajudar e nos oferecer ensinamentos, mas na realidade nos desejam “encaixar” na maneira como eles pensam, de acordo com o que acham certo, errado ou mais adequado para nós.

Às vezes, quem julga seu caminho busca justificar a sua própria vida, desacreditando as outras pessoas. Diminuindo as escolhas dos outros. Infelizmente, isso é muito frequente.

Crítica construtiva sim, julgamento, não

Na realidade, quando essas pessoas nos julgam, não usam argumentos válidos, que sejam construtivos. Quase sempre buscam o ataque, a afronta ou o desprezo. Seus raciocínios são muito limitantes.

O que falta a esses “juízes” que adoram julgar os outros é a autocrítica. Não são capazes de valorar os seus próprios atos, suas palavras, para perceber que também cometem erros e que são capazes que causar danos a outras pessoas. Limitam-se a projetar suas críticas em outras pessoas.

Em geral, pessoas acostumadas a julgar nosso caminho não têm uma vida autêntica, com sonhos, paixões, amores e afetos que as ajudem a relativizar as coisas e abandonar o hábito de focar tanto na vida dos outros.

Como se defender dos julgamentos alheios

Frequentemente, dizemos a nós mesmos: “isso não me afeta”. Pode ser verdade, sobretudo quando o julgamento vem de um colega de trabalho ou de alguém com o qual não temos um vínculo mais íntimo. Esqueceremos com facilidade.

Mas o que acontece quando um amigo, seu companheiro ou um familiar julga o seu caminho?

Nestes casos, é comum que nos sintamos ofendidos e até mesmo feridos. A primeira coisa a fazer é manter a calma e refletir a respeito das seguintes afirmações, que servem para proteger nossa autoestima:

– “Eu sei quem eu sou, sei o que já superei e tenho orgulho por cada passo do caminho, por cada aprendizado que obtive a partir de meus erros”.

– “Apenas eu tenho o direito de me julgar, porque somente eu sei como me sinto e o quanto sou feliz com minha maneira de ser e com tudo o que consegui até hoje”.

Após haver reafirmado sua autoestima, evite revidar com comentários hostis, prejudiciais, vingativos. Se demonstrarmos desprezo ou raiva, será mais difícil superar os sentimentos negativos, e eles farão ainda mais dano.

Expresse sua decepção. Deixe claro que ninguém tem o direito de julgar você assim e que o simples fato de fazê-lo demonstra que não o conhecem bem. Portanto, é como se fosse uma traição, nos casos mais abusivos, quando a outra pessoa tem o objetivo de controlar, manipular ou usar você de alguma maneira.

Liberte-se de relacionamentos opressivos

Quem se atreve a criticar seus caminhos e suas experiências sem uma intenção pura de realmente desejar o seu bem, prova que não é um bom companheiro de viagem. E não importa que seja sua mãe, irmão, irmã, marido ou esposa.

Quem não aceita que, em alguma ocasião, você cometeu um erro e o julga por isso sente na verdade muita falta de amor por si mesmo e não se perdoa por seus próprios erros. Quem se vê como alguém que nunca comete erros ou toma decisões ruins carece de autocrítica e de empatia.

Se no dia a dia você apenas recebe julgamentos das pessoas ao redor, no fim, se sentirá escravizado pelas opiniões alheias. Não permita isso.

Nesses casos, será bom refletir se não vale mais a pena se distanciar de quem é incapaz ou não quer ver o seu valor, a luz que você transmite e a inteireza de sua vida.

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*Fonte: osegredo

Ser paciente em um dia de raiva pode evitar cem dias de tristeza

Todos já experimentamos momentos assim. De fato, às vezes habitamos o “epicentro” de entornos muito exigentes que colocam à prova a nossa capacidade de resistência e essa habilidade que devemos ter como bons gestores emocionais. A ira é como um gatilho que dispara quando perdemos o controle e que, longe de descarregar nossas emoções, costuma trazer efeitos secundários que ninguém deseja.

    Aprenda a ser paciente, a acalmar a raiva, a amarrar a ira ao laço do entendimento e da compreensão para perceber que a raiva não soluciona nada, porque podemos perder tudo.

Na hora de falar dessas duas virtudes, que são o silêncio e a paciência, parece que estas dimensões se associam mais à passividade, a quem é incapaz de reagir. Não devemos vê-lo assim. O silêncio sábio que não agride e é paciente permite acalmar a mente para agir com maior equilíbrio, com mais assertividade e moderação.

Quando falamos de ira, raiva ou irritação imaginamos quase que instantaneamente a imagem de uma criança pequena com as bochechas inchadas a ponto de gritar. As pirraças infantis são por si só uma dimensão importante, que longe de considerarmos banais, devemos saber escutar para que a criança aprenda a administrar suas emoções. Infelizmente, elas não desaparecem com a idade adulta.

    A revolta não expressada nos adoece, mas a ira que estala em raiva e agressão também causa vítimas. Seja paciente, aquiete a sua mente e defenda-se sem agredir. Seja sábio.

Há quem escolha “engolir” a raiva. Fazer como se nada tivesse acontecido. Consciente de que já ficaram para trás os dias de gritos e birras, escolhe simplesmente esconder a sua ira, a sua frustração. Não é o adequado nem é saudável. Também não é sábio permitir que um excesso de raiva estoure, como um cavalo selvagem guiado pela raiva para criar situações tão desconfortáveis quanto destruidoras.
Os bons gestores emocionais aprendem cedo que dois dos inimigos mais complexos com os quais devem lidar são sem dúvida a ira e a raiva. Além disso, eles se relacionam com diversas mudanças fisiológicas que intensificam ainda mais a sensação negativa e de ameaça. Por isso, na hora de controlar um inimigo, a melhor coisa é conhecê-lo.

Conhecendo um inimigo comum, a ira

Existem pessoas que se zangam com mais ou menos freqüência. A razão dessas diferenças individuais poderia ser explicada por um tolerância menor à frustração, ou inclusive por determinados indicadores genéticos.

    A ira surge no nosso cérebro por causa de um leve desequilíbrio entre a serotonina, a dopamina e o óxido nitroso. Tudo isso pode fazer com que existam pessoas com maior tendência a explosões de ira e raiva.
    Segundo um interessante artigo publicado no “The New York Times“ pelo psiquiatra Richard Friedman, a ira pode se mostrar também como resultado de uma depressão encoberta.

Uma revolta não controlada, que não é racionalizada ou administrada de forma adequada, pode derivar em frustração e mal-estar. Quando a ira inunda o cérebro por causa do efeito dessa química neuronal acontecem diversas mudanças fisiológicas que vão incrementar ainda mais a emoção negativa. A raiva galopa de forma descontrolada.

Não devemos esconder a revolta, e nem deixar que se transforme em um ataque de raiva. É preciso compreendê-la e canalizá-la de forma adequada para que não asfixie, para que não machuque nem procure vítimas sobres as quais projetar a raiva.

Paciência, calma e conduta assertiva para tratar os aborrecimentos

Desconfie de alguém que diga que “ele ou ela não fica bravo nunca”. Todos passamos por injustiças, ouvimos palavras tolas e comentários tão injustos quanto ofensivos. Agora, antes de deixar que a irritação atue como o isqueiro que acende o fogo da raiva, é preciso refletir alguns momentos sobre estas dimensões.

1. Dê um nome ao que o aborrece. Não fique só com as sensações, com esse desconforto que fica virando o estômago e trava a sua mente. Descreva em palavras concretas o que o incomoda.
2. Procure a calma por alguns instantes, feche-se no seu “palácio de pensar”. É um espaço tranqüilo e sereno que só pertence a você, visualize um lugar onde você deixe de fora a raiva e as emoções negativas para se trancar com “a razão”. Pense agora qual é a melhor opção diante da aquilo que o incomoda.
3. Expresse de forma assertiva a razão da sua chateação. De nada serve “engolir” aquilo que nos prejudica, porque os aborrecimentos não se guardam sob a cama, se expressam em forma de palavras respeitosas para evidenciar com clareza o que nos fere, o que não queremos.
4. Controle, reestruture e mude de cenário. Uma das melhores formas de administrar a revolta e a raiva é controlar aspectos como a respiração ou inclusive os processos mentais capazes de potencializar ainda mais a emoção negativa. Não procure culpados, desligue o ruído mental e os pensamentos irracionais.

Às vezes uma coisa tão simples como caminhar, respirar fundo e procurar um ponto visual no horizonte para descansar a mente e desligar o interruptor da irritação pode nos salvar de todos esses alfinetes externos que tanto abundam no dia a dia. É preciso se lançar no mundo com o coração tranquilo, conhecendo os próprios limites, e sabendo que haverá momentos ruins, sem dúvida, mas os bons momentos abundam mais e são a nossa razão de ser.

 

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*Fonte: osegredo

 

 

A pílula da inteligência vem aí. Você tomaria?

Imagine uma pílula que não causasse efeitos colaterais, barata, e que depois de tomar seu QI aumentasse vários pontos. Você usaria?

Um grupo de cientistas, verdadeiros pesos-pesados na área de neurociência, saúde pública, direito e ética, lançou esta semana um manifesto na prestigiosa revista Nature, pedindo para acelerar as pesquisas -e se possível a liberação para consumo- de drogas que aumentam a inteligência.

A idéia seria, caso as pesquisas não demonstrem nenhum efeito colateral, que adultos tivessem a liberdade de ingerir livremente essas substâncias, sem nenhum tipo de criminalização.

Que um grupo de cientistas e juristas desse porte peça a liberação desse tipo de “doping” mental pode parecer uma loucura para muitos, mas a leitura atenta do artigo dá algumas pistas sobre os reais motivos.

O fato é que, como veremos, o problema já está colocado na sociedade, e ele exige respostas científicas -que só serão conseguidas mediante muita pesquisa-, e análise dos aspectos éticos por parte da sociedade.

QUESTÃO CIENTÍFICA
Não é de hoje que pesquisadores tentam descobrir medicamentos para tratar doenças cerebrais, como o mal de Alzheimer, a esquizofrenia, o transtorno de déficit de atenção – hiperatividade (TDAH), o mal de Parkinson, etc.

Muitas dessas doenças provocam danos cognitivos devastadores, e o paciente passa a ter parte de suas atividades mentais comprometidas, tanto na sua capacidade de aprendizado, memorização, compreensão, linguagem, distúrbios de sono, etc.

Nos últimos anos, o uso de algumas drogas como a Ritalina, Adderall, modafinil, donepzil, entre outras, provocaram melhoras importantes no quadro clínico desses pacientes, permitindo uma notável recuperação na qualidade de vida. Entretanto, algumas dessas drogas passaram a ser consumidas (ilegalmente ou sem prescrição) por indivíduos sadios, os quais também descreveram melhoras no desempenho intelectual.

Pesquisas mostram que aproximadamente 7% dos alunos universitários dos Estados Unidos já consomem essas substâncias, e em alguns campi, o consumo atinge 25% dos estudantes.

Entretanto, como esses medicamentos são recentes ainda não existem suficientes estudos que nos permitam saber quais os efeitos colaterais do se uso a longo prazo, principalmente quando ingeridos por indivíduos sadios. Não há estudos que avaliem ao certo quanto melhor o cérebro funciona, quanto aumenta nosso QI, nem os efeitos dessas drogas sobre o cérebro -em formação- de crianças e adolescentes.

Tampouco se sabe se o uso desses compostos provoca apenas uma melhora temporária na capacidade cognitiva, ou se as alterações aumentam de fato a capacidade de aprender, através de mudanças permanentes da organização cerebral. Mas como a droga já está sendo consumida, o pedido dos cientistas para aumentar as pesquisas (de preferência por instituições públicas) faz todo sentido.

QUESTÃO ÉTICA
O surgimento deste tipo de drogas coloca uma série de desafios éticos que, uma vez respondidas as questões científicas, devem ser analisados pela sociedade. Apenas para citar alguns dos problemas que já estão surgindo:

– O exercito dos Estados Unidos atualmente subministra aos soldados alguns desses medicamentos, sendo que o consumo não pode ser recusado pelos mesmos. +Sob efeito dessas substâncias, os soldados mostram um melhor desempenho, maior capacidade de discriminação, e reflexos mais apurados. As conseqüências são óbvias. Podem vir a se transformar em máquinas de matar extremamente eficientes.

-Seria ético que um empresário passasse a exigir que seus funcionários fizessem uso desses medicamentos para aumentar o desempenho e a produtividade? A exigência formal não seria nem necessária. A maior produtividade de um funcionário que faz uso da droga poderia obrigar seu colega a também ingeri-la para manter seu emprego.

-Seria correto que um colégio, para melhorar o desempenho escolar dos alunos, incentivasse o uso desses medicamentos? Insano? É bem provável que muitas escolas já estejam fazendo isso com a Ritalina, alegando que os alunos não aprendem por que são hiperativos.

-E num vestibular? Seria justo que apenas alguns estudantes utilizassem esse doping mental e outros não? Seria justo que apenas os que podem pagar por esses medicamentos possam fazer uso deles em detrimento dos outros?

-Caso não sejam observados efeitos colaterais importantes, quais seriam as conseqüências globais para a sociedade se todos os indivíduos tivéssemos acesso a drogas que nos tornem mais inteligentes?

É isso aí. Parece que o futuro chega cada vez mais rápido. O antídoto para não nos pegar desprevenidos é informação, informação, e mais informação. Ficar mais inteligente mediante o uso de drogas pode parecer antinatural.

Mas não mais antinatural que a roupa que usamos, a casa onde moramos, o carro que nos transporta, a medicação que tomamos ao longo da nossa vida para viver mais e melhor, os óculos que estou usando para escrever este artigo, e o papel sobre o qual ele estará escrito amanhã.
Você não acha?

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*Fonte: conecte / Roelf Cruz Rizzolo

 

pilula-da-inteligencia

 

“Na sociedade é vitorioso, mas na vida afetiva é um fracassado” – Eduardo Marinho

Eduardo Marinho nasceu em uma família de classe média, foi aprovado no concurso do Banco do Brasil, posteriormente entrou no colégio militar e foi aprovado no curso de direito.

Apesar do sucesso na vida social, Marinho, não sentia um sentido na vida por isso largou o Banco do Brasil, sendo taxado como louco, e foi morar nas ruas encontrando a felicidade nas coisas simples.

“Paguei profissionais para cuidarem de meus filhos, agora eles pagam para cuidarem de mim” essa é um das falas de Marinho no vídeo abaixo que exemplifica a realidade de profissionais que buscam o sucesso na sociedade ao invés de buscarem a afetividade em sua família.

 

 

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*Fonte: pensadorcontemporaneo

A deliciosa arte de ligar o Fodômetro

Dominar a técnica de ligar o fodômetro é uma das poucas lições que deveríamos realmente aprender na vida! Mas não se iluda caro leitor. Ela exige muita prática e muita disciplina. Não é do dia para a noite que se incorpora a deliciosa conduta de mandar a PQP o que deu errado. Provavelmente, muitas tentativas e erros serão necessários antes de uma habilitação quase que perfeita. Mas não desanime. Se investimos tanto tempo, dinheiro e energia em coisas completamente supérfluas, por que não se dedicar a algo realmente libertador?

Não me amou? Que pena. Nem todo mundo tem bom gosto. Não gosta de mim? Que coincidência! Também não gosto de você! Não respeita as minhas opiniões? Vai se fazer o quê? Unanimidade é uma utopia. Não me contrataria para a sua empresa? Existem muitas outras bem mais bacanas! Acha que devo fazer sexo contigo para conseguir a vaga que quero? Não me ofendo. Você é só mais um babaca que quer apenas sexo comigo. Falou mal de mim pelas costas? Acontece. Falamos mesmo. Faz parte da raça humana falar e falar para depois pensar.

Não tem tempo para tomar um café comigo? Ok. Talvez você não goste de café ou prefere outro tipo de companhia. Mais uma vez penso no lance da unanimidade. Aquela oportunidade que eu tanto esperei não saiu? Não foi a primeira nem será a última. Enquanto isso, tomo meu vinho vendo um filme de arte ou conversando com uma amiga louca. O restaurante que adoro está caro demais para o meu orçamento? De duas uma: como salsicha o mês todo para poder pagar um jantar espetacular ou aceito a frustração de não poder frequentar um lugar caro.

Não deu para ver a peça teatral que eu queria pois os convites estão esgotados? Compro ingresso para outra e se um dia esta peça voltar a entrar em cartaz, dou pulos de alegria. Minha melhor amiga não me compreende? Arrumo outra. A roupa da moda me deixa um horror? Compro uma que não está ou uso uma velhinha mesmo. Vejo pelo lado bom: economizo e talvez até consiga pagar aquele restaurante bacana.

Não tenho com quem sair no final de semana? Saio comigo mesmo ou fico em casa fazendo qualquer coisa que me agrada. A vida acontece na rua ou em casa. A vida acontece onde a gente estiver se pusermos um pouco de imaginação. Estou namorando? Que delícia! A noite promete! Estou sem namorar? Beleza! Posso ficar mais uma semana sem me depilar.

Um amigo está se tornando inconveniente demais? Não é preciso ser mal educado. Basta evitá-lo. Ficam dizendo o tempo todo como devemos viver? Beleza! Podemos escutar mas não devemos processar a informação. Depois vale a pena dar um bom gelo no chato de plantão. Me invejam? Que joia! Ser invejado é para poucos! Estou sem namorar? Saio com os amigos! Pode ser bem mais divertido! Estou namorando? Arrumo um jeito de deixar meu namorado completamente excitado num local público. É uma experiência e tanto!

Aquela jaquetinha fashion não tem no meu número? Perfeito! Economizo! A vendedora de repente descobriu um último exemplar abandonado no estoque? Maravilha! O restaurante que sempre vou está lotado? Talvez seja a oportunidade para conhecer um lugar novo. Ganhei? Muito bom! Ganhar é sensacional. Perdi? Paciência. Pelo menos aprendi alguma coisa. Em resumo: quem aprende a ligar o fodômetro percebe que nada é tão urgente assim e que ganhando ou perdendo a vida continua sempre em frente. Deveríamos nos cobrar menos e nos permitir mais. Deveríamos nos culpar menos e nos divertir mais. Deveríamos lembrar e esperar menos e viver mais. Mais vale o prazer de um provolone à milanesa que existe do que a projeção de um castelo na Itália. Capisce?

 

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*Fonte: resilienciamag

fodase345

Estamos todos numa multidão e numa solidão ao mesmo tempo…

“Estamos todos numa multidão e numa solidão ao mesmo tempo”, disse Zygmunt Bauman.

Uma frase aparentemente contraditória que elucida os relacionamentos modernos.

Em um mundo cada vez mais conectado, é de se estranhar a tamanha solidão que nos forma. Desse paradoxo, Bauman tirou a sua emblemática frase, uma vez que estava atento para a relação entre esses dois fatores. É indiscutível os grandes avanços que o desenvolvimento tecnológico permitiu, principalmente, no que tange às tecnologias da informação. Entretanto, é preciso, como fez o sociólogo polonês, estar atento às problemáticas trazidas e/ou potencializadas a partir do desenvolvimento tecnológico.

Para ele, o grande atrativo dos relacionamentos desenvolvidos no meio virtual, as “amizades Facebook”, está na facilidade em desconectar que estas possuem, dispensando todo o desgaste que uma relação concreta exige. De fato, a internet permite que amizades sejam construídas e desconstruídas em um clique, todavia, isso não é um fato que se resume à internet, podendo ser tranquilamente aplicado às relações “concretas”. Dessa maneira, o Facebook e toda a parafernália tecnológica desenvolvida “apenas” potencializaram a dificuldade existente em nós de criar laços.

Apesar de não ser a causa propriamente dita, as tecnologias da informação não perdem o seu caráter problemático e contraditório percebido por Bauman, já que sendo aportes criados para promover a conexão, é contraditório como as suas próprias estruturas estimulam a desconectabilidade entre as pessoas. Mas, novamente, isso só acontece em função da nossa formação enquanto indivíduos, sendo, portanto, o maior (ou real) problema o homem e não a máquina.

Sendo assim, o problema deve ser encarado como um via de mão dupla, uma vez que o mundo virtual e o mundo real estão interligados, e a peça de ligação é o homem, de modo que se há condições para uma maior aproximação entre as pessoas, seja entre pessoas que se conhecem no mundo real (pois muitos dos nossos contatos no mundo “online” também existem no mundo “off-line”), seja entre pessoas que se relacionam “apenas” virtualmente, e isso, verdadeiramente, não ocorre, o epicentro do problema não está nos meios de comunicação, mas em quem sustenta, ou tenta sustentar, esses meios, inclusive, o olho no olho.

A questão é que não estamos dispostos a nos esforçar por qualquer relação, não queremos esperar o tempo de preparo, não queremos semear, e, dessa forma, nos adaptamos rapidamente aos “relacionamentos Facebook”, como também, passamos a “compartilhar” a nossa experiência virtual no âmbito físico. Isso ocorre porque ao não estarmos dispostos a nos empenhar em uma relação, acabamos por não conseguir nos conectar verdadeiramente a alguém e, consequentemente, dividir emoções, sentimentos, alegrias, sofrimentos, que é o que permite que uma relação verdadeira seja criada.

Pouco importa, assim, se a relação existe no mundo concreto, ela é tão líquida quanto a amizade que acabou de ser feita com alguém que mal se sabe quem é em uma rede social. O problema, portanto, não está no meio em que a relação foi desenvolvida, e sim, no meio em que ela se sustenta, se existe troca de afeto, de palavras, se há abertura para que qualquer coisa seja dita, para que confissões sejam feitas.

Isso é o que define uma relação, o modo como as pessoas que se relacionam se portam diante dela, em como elas fazem para que ela seja nutrida. Entretanto, não agimos dessa maneira e, por conseguinte, possuímos relações tão frágeis, que não possuem qualquer capacidade de retirar-nos da solidão, embora as redes sociais aparentem a grande conectividade que possuímos. Nesse ponto reside outro elemento de destaque e de interesse dos relacionamentos virtuais, a maquiagem que ela promove na nossa solidão, demonstrando, aparentemente, uma ideia falsa de rede. Contudo, como toda maquiagem, ela sai com água… ou com lágrimas, deixando vir à tona a solidão que em momento algum deixou de existir.

Posto isso, a solidão não deixou de existir porque temos milhares de amigos no Facebook ou porque conseguimos falar com um número gigante de pessoas por meio do WhatsApp. A solidão não deixou de existir porque ainda somos (e, parece-me, que estamos “evoluindo” nisso) “incapazes” de nos ligar à outra pessoa e, então, experimentar a beleza da pluralidade.

Ao contrário da solidão, as multidões aumentam, com a sua “capacidade” ludibriadora, fantasiando relacionamentos frágeis com máscaras de conectividade. Apesar de problemático, há pouco incômodo, porque as multidões, como disse, só fazem crescer. Multidões on-line cheias de solidões off-line, corpos próximos com almas distantes, mundo cheio de paradoxos, de distâncias próximas, de homens que mesmo estando na multidão, sentem-se sozinhos. Só mesmo uma resposta aparentemente contraditória para esclarecer uma mentira com aparência de verdade.

 

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*Fonte: osegredo

sozinhomultidao

17 coisas que as pessoas emocionalmente fortes NÃO fazem

A vida é composta por uma série de histórias sendo que cada um de nós tem uma única história para contar .  Existem bilhões e bilhões de histórias mas nenhuma é exatamente igual. Se a história de sua vida teve mais momentos  tristes do que os felizes, é hora de mudar isso. E o melhor lugar para começar essa mudança é dentro de sua cabeça.

Pode parecer mentira, mas você tem o poder de modificar diversas coisas em sua vida. Para isso, uma habilidade fundamental que irá ajudá-lo a chegar lá é aprender a tornar-se emocionalmente forte. A boa notícia é que a força emocional é como um músculo: quanto mais você usá-la, mais forte ela se torna.

A seguir, verá uma lista de 17 coisas que as pessoas emocionalmente fortes não fazem  ou, pelo menos, evitam fazer:

 

Pessoas emocionalmente fortes não imploram por atenção

Força emocional significa confiança, e as pessoas confiantes não precisam ser constantemente o centro das atenções. Eles estão confortáveis em sua própria pele.

Lembre-se que compartilhar coisas com pessoas queridas é algo bom, o ruim é imploram por atenção de pessoas que não querem estar com você.


Elas não permitem que outros as “derrubem” facilmente

Pessoas emocionalmente fortes ignoraram os inimigos e os pessimistas. Eles extirpam essas pessoas e se cercam de pessoas positivas e com quem possam construir coisas. Ou seja, evitam os famosos “vampiros emocionais”.


Elas não deixam de acreditar em si mesmas

De alguma forma, eu não posso acreditar que existam alturas que não podem ser escaladas por um homem que conhece os segredos de fazer sonhos se tornarem realidade. Este segredo especial, parece-me, pode ser resumido em quatro “c”s. Eles são curiosidade, confiança, coragem e constância, e o maior de todos é a confiança. Quando você acredita em uma coisa, acreditá nela por todo o caminho, implícita e inquestionavelmente.

– Walt Disney

Banhe-se com estas palavras surpreendentes de Walt Disney. A crença é a qualidade mais importante de força emocional.


Elas não têm medo de amar

O amor é a força que transforma e melhora a Alma do Mundo.

– Paulo Coelho

As pessoas que possuem força emocional na maioria das vezes já sofreram grandes desgostos. Isso as tornou mais fortes. Só porque você foi ferido, não significa que você deve deixar de amar em sua vida. Abra seu coração e reconheça sua vulnerabilidade.


Elas não têm medo de desacelerar

Às vezes você precisa dar um passo atrás para recuperar forças, analisar a situação e refletir sobre as próximas medidas a serem tomadas. Desacelerar, longe de ser um sinal de fraqueza, pode ser um grande sinal de força e inteligência. Permita-se um tempo de reflexão e relaxamento. Ao contrário do que pode parecer, nem todas as decisões têm que ser tomadas imediatamente.


Recusam-se a ser vítimas das circunstâncias

Ser emocionalmente forte significa que se recusam a dar desculpas. Reconhecem os erros do passado e tentam aprendem com eles. Porém, o mais importante é que deixam o passado para trás e se concentram em obter algo  para melhorar  a cada dia.


Eles não têm problema em dizer não

Dizer não é uma das coisas mais importantes que você tem que aprender a fazer. Concentre-se em suas prioridades e dizer não a todo o material que faz com que você perca seu tempo e energia vital. Quem realmente gosta de você entenderá, mesmo que não seja no dia.


Elas não recusam desafios

Pessoas emocionalmente fortes veem os desafios como oportunidades para crescer e melhorar a sua vida . Desafios acontecem por uma razão. E quando os transpomos percebemos nossa real força e capacidade interna.

Elas não fazem as coisas que eles não querem fazer

Se você quiser manter o seu equilíbrio emocional e sanidade intacta, faça o que você ama. Livre-se da bagagem e compromissos que estão fazendo você infeliz ou reduza essa carga ao mínimo possível. Se não consegue se livrar de algo agora, tenha planos para mudar, mas nunca se acomode com a infelicidade.


Elas não se esquecem de que a felicidade também envolve uma decisão

Pessoas emocionalmente fortes sabem que a felicidade envolve escolhas. Elas entendem e respeitam as coisas que realmente precisam para serem mais felizes . Elas escolhem uma vida de simplicidade, produtividade e paixão.


Elas não perdem tempo

Abraham Lincoln disse:

“Não são os anos em sua vida que contam. É a vida em seus anos. “

As pessoas emocionalmente fortes não perdem tempo fazendo coisas onde não acham sentido. Elas vivem conscientemente no presente e tentam aproveitar a vida no seu hoje.


Elas não têm medo de pedir ajuda

Cada uma das grandes mentes da história, desde Einstein até Edison, tiveram ajuda ao longo do caminho. Pessoas emocionalmente fortes não são orgulhosas e reconhecem o valor da ajuda e da colaboração mútua.


Elas não se colocam “para baixo”

Autopiedade é um traço comum entre as pessoas emocionalmente frágeis. Pessoas frágeis têm uma lista de desculpas para justificar suas inadequações em vez de encontrar maneiras de melhorá-las. Se você quer mudar alguma coisa, pare de prender-se ao que não tem, às suas fraquezas ou ao seu passado. Apenas comece. Pequenas vitórias levam a grandes mudanças.


Elas não se importam em trabalhar um pouco mais “duro” do que os outros

As alturas alcançadas e mantidas pelos grandes homens não foram encontradas de maneira súbita. Enquanto seus companheiros dormiam, os grandes homens estavam labutando no meio da noite.

– Henry Wadsworth Longfellow

Mergulhe nestas palavras poéticas de Longfellow. Entenda o que quer e coloque-se para trabalhar. Planeje-se, tenha metas realistas e você obterá os resultados que você está procurando.


Elas não reagem de forma exagerada aquando as coisas saem de seu controle

Charles Swindoll disse:

“A vida é 10% o que acontece comigo e 90% de como eu reajo a isso.”

Pense em quantas vezes por dia você exagerar a em reações com coisas que nem são tão importantes. Quando você começar a sentir o seu sangue ferver, respire fundo e pergunte a si mesmo: “Isto realmente vale o meu nervosismo?” Noventa e nove por cento do tempo, você vai perceber que a resposta é não.


Elas não se contentam com uma vida medíocre

Pessoas emocionalmente fortes não se contentam com a mediocridade. Eles se esforçam para alcançar a grandeza.


Elas nunca, jamais desistem

Ser emocionalmente forte significa encarar as adversidades de frente, aprender com seus erros, e viver para lutar no outro dia. Vou deixá-lo com esta citação inspiradora de Harriet Beecher Stowe:

Quando você chegar em um lugar apertado e tudo for contra você, mesmo quando parecer que você não pode aguentar nem mais um minuto, nunca desista. Então, essa será a hora e o lugar em que a maré vai virar.

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*Fonte: osegredo

emocionalmente_forte

E se você acordasse amanhã apenas com as coisas que agradeceu hoje?

Hoje meditei sobre a gratidão, e como ela influencia em vários aspectos de nossa vida. A gratidão tem o poder de se transformar em plenitude e abundância. A gratidão atrai bons pensamentos, energias positivas e traz leveza ao coração.

Quantas vezes dedicamos horas a sofrer com algum problema, algo que deu errado. Quantas vezes dedicamos uma postagem em uma rede social a reclamar de um dia de chuva, ou de sol, ou de nuvens. O ser humano não sabe para aonde vai e onde quer chegar; gasta energia com situações que o levarão a lugar nenhum.

Não temos tempo para nada, para nossa família, para os amigos. Não encontramos tempo para ler um livro, assistir a um filme, ou vivenciar  situações que nos conecte com nós mesmos. Passamos os dias justificando nossas ações, buscando culpados, nos vitimizando quando somos colocados contra a parede. Quando somos ‘vítimas’  automaticamente nos voltamos contra todo o sistema. Nessa posição, de coitados, não enxergamos um “palmo diante do nariz’.

 

O mendigo nu

“Alexandre, o Grande, encontrou Diógenes que era um mendigo nu, com apenas uma lâmpada, sua única posse. E mantinha sua lâmpada acesa mesmo durante o dia. Ele se comportava de maneira muito estranha, e Alexandre teve de lhe perguntar: – Por que está mantendo essa lâmpada acesa durante o dia? Diógenes levantou sua lâmpada, olhou para o rosto de Alexandre e disse: ‘Estou procurando pelo homem honesto dia e noite e não o encontro’.

Alexandre ficou chocado por um mendigo nu poder dizer esse tipo de coisa a ele, um conquistador do mundo. No entanto ele notava que Diógenes era muito belo em sua nudez. Os olhos eram tão serenos, o rosto tão pacífico, suas palavras tinham tanta autoridade, sua presença era tão tranquila que o próprio Alexandre parecia um mendigo ao lado dele. Ele escreveu em seu diário: ‘Pela primeira vez senti que a riqueza é algo diferente de ter dinheiro. Eu vi um homem rico’”. (Paráfrase)

 

E se dedicássemos a mesma energia da ingratidão à gratidão?

Eu faço essa pergunta e peço que reflita um pouco sobre a história de Alexandre, o Grande, e Diógenes que foi um grande filósofo que perambulava por Atenas com uns trapos e sua lâmpada.

Note que ele se apresenta simples diante dos olhos dos outros, mas há uma linha de pensamento grandiosa. Estar grato é muito maior que simplesmente agradecer ao porteiro do prédio por abrir a porta do elevador para você. Ser grato é maior que tudo isso. É, ao mesmo tempo, ser e agradecer pelo que tem e pelo que é. Usamos nossa energia para pedir, reclamar, justificar. E se dedicássemos a mesma energia da ingratidão à gratidão?

 

Agradecer é a forma mais limpa e forte de se conectar com o Divino

Para que nossos desejos sejam manifestados precisamos estar em sincronia com as Leis Universais. A sincronicidade não é um fenômeno que apresenta somente soluções grandiosas, espetaculares. Ela se apresenta no dia a dia em nossa vida – em detalhes – como aquele chinelo “esquecido” na porta de casa, justo naquele dia chuvoso em que tudo que você precisava era tirar os sapatos. Ou como aquele abraço, vindo de uma pessoa querida, naquele dia em que parece que tudo dera errado.

Agradecer é a forma mais limpa e forte de se conectar com o Divino. Tenha certeza de que quanto maior nossa gratidão mais bênçãos de amor, alegria, paz, virtudes positivas e prosperidade Ele nos enviará. A gratidão tem o poder de transformar nossa vida despetalando-a em plenitude.

As pessoas costumam procurar a fórmula da felicidade e não sabem que ela existe. Quando agradecemos cada momento feliz e lhe dedicamos ao menos cinco minutos, cultivamos a felicidade abrindo espaço para que ela seja parte de nossa vida. Quando buscamos uma vida plena precisamos dedicar tempo a ela, o mesmo tempo que normalmente dedicamos a reclamações e justificativas. O mesmo tempo poderia ser colocado para os momentos de plenitude e felicidade.

 

Matéria e a realidade podem ser alteradas pelos nossos pensamentos

Estudos da Física quântica confirmam que a matéria e a realidade podem ser alteradas pelos nossos pensamentos. A Lei da Atração, um dos cinco princípios fundamentais da existência nos diz que “semelhante atrai semelhante.” É uma prova científico de que os pensamentos são energia. Os neurônios em nosso cérebro produzem pensamentos. Se a energia segue a energia, então a energia segue o pensamento, e a gratidão segue a abundância.

(…)Dedique alguns minutos a refletir sobre o por que é grato. A gratidão transforma negação em aceitação, caos em ordem, confusão em clareza; uma refeição em um banquete, uma casa em um lar, um estranho em um amigo.

Finalizo com Brian Tracy: “Desenvolva uma atitude de gratidão e dê graças por tudo o que acontece com você, sabendo que cada passo em frente é um passo para alcançar algo maior e melhor do que a sua situação atual”.

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*Fonte: portalraizes / Queli Rodrigues

O orgulho, este grande gerador de conflitos

Como em todos os conceitos, ou como em tudo na vida, nunca existem categorias definitivas nem definições absolutas. Isto ocorre com o orgulho, que pode ser bem ou mal utilizado. Na psicologia foram definidos dois tipos de orgulho, o positivo e o negativo. O orgulho positivo é chamado de autoestima e autoconfiança, e o negativo é chamado de soberba.

O primeiro é necessário para nos sentirmos seguros e levarmos uma vida equilibrada, nos valorizarmos na nossa medida justa, nos situarmos na nossa vida e termos orgulhos dela: isto é algo absolutamente saudável. O segundo orgulho, o que nos afasta do mundo, será o melhor gerador de conflitos que podemos incluir na nossa vida.

O lado positivo do orgulho é definido como o excesso de estima para consigo mesmo e para com os próprios méritos, por isso a pessoa acredita ser superior aos demais. Este tipo de orgulho nos deixa incapazes de reconhecer e retificar os nossos próprios erros e destaca a falta de humildade.

A humildade, qualidade contrária ao orgulho, é o que nos permite adotar uma atitude aberta, flexível e receptiva para poder aprender aquilo que ainda não sabemos. As pessoas orgulhosas transmitem muitas queixas mentais devido ao seu ego exagerado, reclamando de pessoas, de situações, do tempo, do país, etc. Isto inevitavelmente fará com que elas saltem de um conflito para outro.

“Se não moderarmos o orgulho, ele será o nosso maior castigo.”
    -Dante Alighieri-

Quando o orgulho se transforma em soberba

A palavra soberba vem do latim superbĭa e é um sentimento em que a pessoa valoriza a si mesma em relação aos outros, sobrevalorização do eu em comparação com os outros. Trata-se de um sentimento de superioridade que faz a pessoa gabar das qualidades ou ideias próprias e depreciar as dos outros. Pode-se dizer que o orgulho pode levar à soberba. A soberba é uma atitude orgulhosa que encontra sua definição na ousadia daquela pessoa que vangloria a si mesma.
A soberba, que nos faz sentir superiores cada vez que nos comparamos com alguém, reflete um complexo de inferioridade. A partir daí surge a prepotência, com a qual tratamos de demonstrar que sempre temos a razão. Também empregamos a vaidade, ostentando os nossos méritos, virtudes e conquistas.

Estas pessoas podem ser muito intolerantes ideologicamente, agarrando-se a uma postura única e não permitindo nenhuma contribuição alheia. Sua capacidade de autorreconhecimento é muito baixa, assim como mostram uma grande resistência a pedir perdão e à mudança pessoal: elas não pensam na mudança, porque pensam que fazem tudo certo.

Essas pessoas apresentam um endurecimento emocional, uma distância emotiva. Dificilmente esquecem uma ofensa. Estas características bloqueiam as relações interpessoais.

“A soberba nunca desce de onde sobe, mas cai sempre de onde subiu.”
     -Francisco de Quevedo-

Honestidade para derrubar o nosso orgulho

A honestidade pode ser muito dolorosa a princípio, mas a médio prazo é muito libertadora. Ela nos permite enfrentar a verdade acerca de quem somos e de como nos relacionamos com o nosso mundo interior. É assim que iniciamos o caminho que nos conduz até o nosso bem-estar emocional. Cultivar essa virtude tem uma série de efeitos terapêuticos.

Em primeiro lugar, ela diminui o medo de nos conhecermos e enfrentarmos o nosso lado obscuro. Ela também não permite que continuemos a levar uma máscara para agradar os outros e para sermos aceitos no nosso ambiente social e laboral. Por sua vez, esta qualidade nos impede de continuar escondendo nossos conflitos emocionais debaixo do tapete.

A honestidade nos dá força para nos questionar, identificando a falsidade e as mentiras que nos ameaçam, como tentações, a partir do nosso interior. À medida em que a honestidade vai se integrando no nosso ser, nosso orgulho acabará se desvanecendo ao não ter que representar papéis, com o objetivo de passar a imagem de alguém que não somos.

    “A honestidade é o primeiro capítulo no livro da sabedoria.”
    -Thomas Jefferson-

 

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*Fonte: amenteemaravilhosa

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Os 9 tipos de inteligência humana: quais as suas?

A teoria das inteligências múltiplas foi desenvolvida pelo psicólogo americano Howard Gardner. Segundo ele, o cérebro dos homens e mulheres possui oito tipos diferentes de inteligência.

No entanto, segundo a mesma teoria, a maioria das pessoas possui um ou dois tipos de inteligências mais desenvolvidas que as outras. Isso explica porque uma pessoa pode ser muito boa com cálculos matemáticos e ter dificuldade com atividades artísticas.

A teoria ainda afirma que é praticamente impossível dizer que uma pessoa é “mais inteligente” que a outra. Uma criança que aprende a multiplicar números facilmente não é necessariamente mais inteligente do que outra que tenha habilidades mais forte em outro tipo de inteligência.

Depois de mais alguns anos de pesquisa, Gardner ponderou que existe uma 9ª inteligência que talvez seja importante incluir na lista: a inteligência existencial.

Os tipos de inteligência:

Lógico-matemática
A capacidade de confrontar e avaliar objetos e abstrações, discernindo as suas relações e princípios subjacentes. Habilidade para raciocínio dedutivo e para solucionar problemas matemáticos. Cientistas possuem esta característica.

Linguística
Caracteriza-se por um domínio e gosto especial pelos idiomas e pelas palavras e por um desejo em os explorar. É predominante em poetas, escritores, e linguistas.

Musical
Identificável pela habilidade para compor e executar padrões musicais, executando pedaços de ouvido, em termos de ritmo e timbre, mas também escutando-os e discernindo-os. Pode estar associada a outras inteligências, como a linguística, espacial ou corporal-cinestésica. É predominante em compositores, maestros, músicos e críticos de música.

Espacial
Expressa-se pela capacidade de compreender o mundo visual com precisão, permitindo transformar, modificar percepções e recriar experiências visuais até mesmo sem estímulos físicos. É predominante em arquitetos, artistas, escultores, cartógrafos, geógrafos, navegadores e jogadores de xadrez, por exemplo.

Corporal-cinestésica
Traduz-se na maior capacidade de controlar e orquestrar movimentos do corpo. É predominante entre atores e aqueles que praticam a dança ou os esportes.

Intrapessoal
Expressa na capacidade de se conhecer, é a mais rara inteligência sob domínio do ser humano pois está ligada a capacidade de neutralização dos vícios, entendimento de crenças, limites, preocupações, estilo de vida profissional, autocontrole e domínio dos causadores de estresse.

Interpessoal
Expressa pela habilidade de entender as intenções, motivações e desejos dos outros. Encontra-se mais desenvolvida em políticos, religiosos e professores.

Naturalista
Traduz-se na sensibilidade para compreender e organizar os objetos, fenômenos e padrões da natureza, como reconhecer e classificar plantas, animais, minerais. É característica de biólogos e geólogos, por exemplo.

Existencial
Investigada no terreno ainda do “possível”, carece de maiores evidências. Abrange a capacidade de refletir e ponderar sobre questões fundamentais da existência. Seria característica de líderes espirituais e de pensadores filosóficos.

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*Fonte: updateordie

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Existem 22 níveis de maldade, segundo índice de psiquiatra. Qual deles é o seu?

Existe um índice para a maldade, com o qual podemos avaliar pessoas que são capazes de tirar a vida de outras? O psiquiatra forense norte-americano Michael Stone, da Universidade de Columbia, acredita que sim. Ele criou um “índice da maldade”, classificado em 22 itens, do mais brando ao mais cruel.

O índice do Dr. Stone teve enorme repercussão e inspirou até uma série de sucesso no “Discovery Channel”, intitulada justamente “O Índice da Maldade”.

Confira, de acordo com o índice, como são qualificados os níveis de maldade, que, em níveis mais elevados, podem classificar psicopatas ou assassinos – lembrando que nem todo assassino é psicopata e nem todo psicopata chega a cometer um crime.
Quão ruim é uma pessoa?

 

>> Primeiro grupo: não-psicopatas

Nível 1: Legítima defesa
Pessoas que fazem de tudo em defesa própria, não medindo esforços e podendo eliminar qualquer um do caminho sem pensar duas vezes. Essa pessoa, porém, não apresenta desordens psiquiátricas.

Nível 2: Passional
Pessoas que agem com maldade totalmente motivadas por ciúme. São muito egocêntricas ou imaturas, porém, não apresentam psicopatia.

Nível 3: Cúmplices voluntários
Pessoas que aceitam passivamente se tornar cúmplices de maldades. Têm traços antissociais, não costumam gostar de conviver em grupos e andam muito sozinhas, por isso se apegam a quem se une a elas e aceita facilmente colaborar com atitudes cruéis.

Nível 4: Defesa após provocação
São pessoas que provocam a vítima e só agem depois de uma reação. Parece ter sido legítima defesa, mas foi tudo orquestrado por quem queria exercer a maldade.

Nível 5: Desespero e trauma
Pessoas que cometem maldades motivadas por situação de desespero ou por traumas que sofreram no passado. Apresentam remorso genuíno.

Nível 6: Explosão de raiva
Agem com maldade por impulso, sem premeditar o ato, como numa explosão de raiva.

Nível 7: Narcisistas
Esse nível de crueldade representa pessoas capazes de agir contra quem ameaça seu domínio. Se algo que pertence a essa pessoa esteja ameaçado, ela não mede consequências. Não apresenta sinais de psicopatia.

Nível 8: Mágoas
Pessoas com profundas mágoas guardadas, e que explodem a ponto de se vingarem com requintes de crueldade.

Nível 9: Amantes ciumentos
Pessoas que são capazes de atos terríveis motivadas por ciúme, mas que têm sinais de psicopatia.

 

>> Segundo grupo: psicopatas

Nível 10: Egocêntricos
Faz vítimas entre pessoas que podem atrapalhar seus planos, como testemunhas de algum ato que ele tenha praticado.

Nível 11: Sem escolher
Psicopatas que agem contra quem aparece pelo seu caminho e ameaça revelar sua personalidade. Não escolhem previamente suas vítimas.

Nível 12: Sede de poder
Pessoas capazes de qualquer coisa para chegar ao topo e são capazes de eliminar quem se põe no caminho.

Nível 13: Bizarros
Psicopatas violentos, de personalidade bizarra. Mas que são cruéis apenas em acessos de fúria. Em outros momentos, são aparentemente normais.

Nível 14: Cruéis
Psicopatas autocentrados e calculistas, que planejam seus crimes para se beneficiar. É tudo friamente pensado, nos mínimos detalhes. Age com perfeição em seus atos.

Nível 15: Estragos em série
Psicopatas que promovem uma maldade muito grande para que atinga várias pessoas. Seu foco não é alguém específico, ele só quer causar o estrago na maior proporção possível.

Nível 16: Múltiplos
Já nesse nível, o psicopata quer o maior número de vítimas e faz uma maldade diferente com cada uma. São muitos atos de violência em série.

Nível 17: Sexualmente perversos
Psicopatas que agem por clara motivação sexual e cometem estupros em série, matando as vítimas para não serem descobertos.

Nível 18: Assassino torturador
A motivação desse tipo de psicopata é o assassinato. Mas antes, ele quer torturar suas vítimas.

Nível 19: Torturador e estuprador
Psicopatas que não matam as vítimas. O prazer deles é tortura-las e estuprá-las.

Nível 20: Torturador psicótico
Sentem prazer na tortura, e apenas nela. Gostam de ver o sofrimento, ouvir gritos de dor. Tem fortes acessos psicóticos.

Nível 21: Torturadores sádicos
Torturam as vítimas até o limite, mas não cometem o assassinato de forma alguma. E não porque têm alguma dó, é simplesmente para poder repetir o ato.

Nível 22: Assassinos torturadores
Agem na maioria das vezes por motivação sexual, ainda que de forma inconsciente. Sequestram e torturam as vítimas e depois acabam cometendo assassinato.

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*Fonte: vix / Luis Augusto Lima

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Sobre os pensamentos e sentimentos

“O Coração humano é documentado como o mais forte gerador de campos eléctricos e magnéticos no corpo. Isto é importante porque nós sempre fomos ensinados que o cérebro é onde toda a ação acontece. Enquanto o cérebro também tem campos elétrico e magnético, eles são ambos relativamente fracos em comparação com o Coração.

O coração é cerca de 100.000 vezes mais forte eletricamente e até 5.000 vezes mais forte do que o cérebro magneticamente.

O mundo físico (como nós conhecemos) é feito desses 2 campos: campos elétricos e magnéticos de Energia.(e o Éter também, mas isso a nossa ciência não pode comprovar ainda, mas sem a existência dessa substância sutil, nada existiria.)

A Física nos diz agora que se pudermos alterar o campo magnético ou o campo elétrico do átomo, isso literalmente mudaria esse átomo. O coração humano é projetado para fazer as duas coisas.

Isso prova que nós literalmente mudamos a realidade com os nossos pensamentos e sentimentos!”

*Fonte: verdadecosmica

Suas alergias dependem da estação do ano em que você nasceu

Não há nada provado sobre pessoas com signo Aquário serem inovadoras, ou taurinos insistirem quando não devem, mas a ciência está provando que a data do seu aniversário pode sim afetar você. De acordo com um novo estudo da Universidade de Southampton, na Inglaterra, a estação do ano do seu nascimento está intimamente ligada às suas alergias.

O estudo segue parte do princípio da epigenética – corrente da medicina que prega que fatores externos ao nosso corpo conseguem fazer com que alguns de nossos genes sejam ativados ou desativados. De acordo com a pesquisa dos Ingleses, a estação do ano que você nasceu deixa uma marca em seus genes, e essa característica pode deixar você mais suscetível a alergias e doenças respiratórias. Quem nasce durante o inverno ou outono, por exemplo, é o mais vulnerável a viver espirrando do que os nascidos nas outras estações.

Os ingleses dizem que diversos fatores podem ser responsáveis por essa ativação genética. “As causas incluem a variação de luz solar (que pode afetar os níveis de vitamina D), quantidade de alergênicos como poles e ácaros (que varia de acordo com a estação), o tempo até a primeira infecção peitoral (resfriados são mais comuns no inverno) e a dieta maternal (preço e disponibilidade de frutas e vegetais variam por época) “, afirma Gabrielle A Lockett, coautora do estudo.

A relação entre doenças e a estação do ano já foi traçada por outros estudos também. No ano passado, a Universidade de Oxford afirmou que o mês de seu nascimento está intimamente ligado às chances de você desenvolver doenças cardíacas; e em 2010 pesquisadores australianos traçaram um paralelo entre os aniversários e a tendência à esquizofrenia.

*Fonte: Superinteressante

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Perguntaram a pessoas centenárias o que elas têm a ensinar. As respostas vão te libertar.

Muitos acreditam que a sabedoria vem com o tempo, porém poucos se dedicam a realmente aprender com os mais velhos.

Pensando em tudo que sua avó de 101 anos tinha para ensinar, uma jovem abriu um tópico de discussão em um fórum na internet e pediu que as pessoas fizessem perguntas à vovó centenária.

A ideia deu muito certo e em pouco tempo, mais idosos além dos 100 anos de idade foram convidados a participar. Confira abaixo os conselhos de profunda sabedoria que eles deram:

 

– Qual conselho você teria para passar para alguém na casa dos vinte anos?

“Não desista nunca. Você é jovem e terá épocas difíceis pela frente. Não desista. Nunca.”


– Qual é a maior lição que você aprendeu?

“Seja honesto. Eu raramente menti. Quando você é honesto com as pessoas, elas são honestas com você. Dá muito trabalho manter uma mentira, você não precisa dessa carga extra de estresse.”


– Algum conselho para quem quer viver mais de 100 anos?

“Sempre escute as outras pessoas. Você vai aprender muito mais ouvindo os outros do que falando o que você já sabe.”


– Que experiência você diria que absolutamente todas as pessoas devem viver uma vez na vida?

“Viaje e conheça o máximo que você puder desse mundo!”


– Quais segredos você pode compartilhar sobre saúde? O que você acha que pode ter te ajudado a alcançar uma vida tão longa (dieta, exercício, genética, etc.)?

“Tire cochilos todos os dias.”


A autora Bel Kaufman estava com 100 anos quando discursou em uma universidade. Segundo ela, os ingredientes para uma vida feliz são humor e paixão.

“O humor é uma força de vida, uma maneira de sobreviver às dificuldades.”

“Eu acho que as pessoas devem ser curiosas. Elas têm que ter interesses na vida além de suas dores e problemas. Têm que ficar animadas em ver coisas novas, conhecer novas pessoas, assistir a um jogo novo. Apenas seja apaixonado pela vida.”

“Eu não me importo qual é a sua paixão. Pode ser colecionar tampinhas de garrafa. Mas se você fizer isso com paixão, você está vivo. ”

Dr. Shigeaki Hinohara, de 104 anos, é o autor de Living Long, Living Good (“Vida Longa, Vida Boa”, em tradução livre) e compartilhou esses brilhantes conselhos sobre a vida:

“Não seja obcecado por acumular coisas materiais. Lembre-se: você não sabe quando vai passar para o andar de cima, e você não pode levar nada com você.

“A dor é um mistério, e se divertir é a melhor maneira de esquecer dela”.


Elsa Bailey comemorou seu 100º aniversário esquiando no Colorado. Ela contou à ABC News algumas coisas que aprendeu para se manter saudável e feliz:

“Se você é positivo, você pode superar tudo. Quando você pensa negativamente, você está colocando veneno em seu corpo. Apenas sorria. Dizem que o riso é o melhor remédio que existe”.

“Seja ativo. Eu faço as coisas do meu jeito, estou esquiando com 100 anos de idade. Mas ninguém mais faz isso, mesmo que tenha muita energia. Eu tento comer corretamente, fazer exercício físico, aproveitar o ar fresco e a luz do sol.”


Outro centenário compartilhou os seguintes ensinamentos que aprendeu nos últimos 100 anos de sua vida:

“Viaje enquanto você é jovem e capaz. Não se preocupe com o dinheiro, apenas dê um jeito de viajar. A experiência é muito mais valiosa do que qualquer dinheiro.”

“A única coisa constante é a mudança, então você tem que aprender a aceitá-la.”

“Um dia você vai perceber que passou muito tempo se preocupando com nada.”

“Eu não diria que você tem que praticar uma ou outra religião, ou então não praticar religião nenhuma… Eu digo que você deve descobrir no que acredita, dentro de você, e viver isso completamente.”

“Não leve a vida tão a sério.”

*Fonte: Vidaemequilibrio

TAO – A sabedoria do silêncio interno

Pense no que vai dizer antes de abrir a boca. Seja breve e preciso, já que cada vez que deixa sair uma palavra, deixa sair uma parte do seu Chi (energia). Assim, aprenderá a desenvolver a arte de falar sem perder energia.

Nunca faça promessas que não possa cumprir. Não se queixe, nem utilize palavras que projetem imagens negativas, porque se reproduzirá ao seu redor tudo o que tenha fabricado com as suas palavras carregadas de Chi.

Se não tem nada de bom, verdadeiro e útil a dizer, é melhor não dizer nada. Aprenda a ser como um espelho: observe e reflita a energia. O Universo é o melhor exemplo de um espelho que a natureza nos deu, porque aceita, sem condições, os nossos pensamentos, emoções, palavras e ações, e envia-nos o reflexo da nossa própria energia através das diferentes circunstâncias que se apresentam nas nossas vidas.

Se se identifica com o êxito, terá êxito. Se se identifica com o fracasso, terá fracasso. Assim, podemos observar que as circunstâncias que vivemos são simplesmente manifestações externas do conteúdo da nossa conversa interna. Aprenda a ser como o Universo, escutando e refletindo a energia sem emoções densas e sem preconceitos.

Porque, sendo como um espelho, com o poder mental tranquilo e em silêncio, sem lhe dar oportunidade de se impor com as suas opiniões pessoais, e evitando reações emocionais excessivas, tem oportunidade de uma comunicação sincera e fluída.

Não se dê demasiada importância, e seja humilde, pois quanto mais se mostra superior, inteligente e prepotente, mais se torna prisioneiro da sua própria imagem e vive num mundo de tensão e ilusões. Seja discreto, preserve a sua vida íntima. Desta forma libertar-se-á da opinião dos outros e terá uma vida tranquila e benevolente invisível, misteriosa, indefinível, insondável como o TAO.

Não entre em competição com os demais, a terra que nos nutre dá-nos o necessário. Ajude o próximo a perceber as suas próprias virtudes e qualidades. O espírito competitivo faz com que o ego cresça e, inevitavelmente, crie conflitos. Tenha confiança em si mesmo. Preserve a sua paz interior, evitando entrar na provação e nas trapaças dos outros. Não se comprometa facilmente, agindo de maneira precipitada, sem ter consciência profunda da situação.

Tenha um momento de silêncio interno para considerar tudo que se apresenta e só então tome uma decisão. Assim desenvolverá a confiança em si mesmo e a Sabedoria. Se realmente há algo que não sabe, ou para que não tenha resposta, aceite o fato. Não saber é muito incômodo para o ego, porque ele gosta de saber tudo, ter sempre razão e dar a sua opinião muito pessoal. Mas, na realidade, o ego nada sabe, simplesmente faz acreditar que sabe.

Evite julgar ou criticar. O TAO é imparcial nos seus juízos: não critica ninguém, tem uma compaixão infinita e não conhece a dualidade. Cada vez que julga alguém, a única coisa que faz é expressar a sua opinião pessoal, e isso é uma perda de energia, é puro ruído. Julgar é uma maneira de esconder as nossas próprias fraquezas.

O Sábio tolera tudo sem dizer uma palavra. Tudo o que o incomoda nos outros é uma projeção do que não venceu em si mesmo. Deixe que cada um resolva os seus problemas e concentre a sua energia na sua própria vida. Ocupe-se de si mesmo, não se defenda. Quando tenta defender-se, está a dar demasiada importância às palavras dos outros, a dar mais força à agressão deles.

Se aceita não se defender, mostra que as opiniões dos demais não o afetam, que são simplesmente opiniões, e que não necessita de os convencer para ser feliz. O seu silêncio interno torna-o impassível. Faça uso regular do silêncio para educar o seu ego, que tem o mau costume de falar o tempo todo.

Pratique a arte de não falar. Tome algumas horas para se abster de falar. Este é um exercício excelente para conhecer e aprender o universo do TAO ilimitado, em vez de tentar explicar o que é o TAO. Progressivamente desenvolverá a arte de falar sem falar, e a sua verdadeira natureza interna substituirá a sua personalidade artificial, deixando aparecer a luz do seu coração e o poder da sabedoria do silêncio.

Graças a essa força, atrairá para si tudo o que necessita para a sua própria realização e completa libertação. Porém, tem que ter cuidado para que o ego não se infiltre… O Poder permanece quando o ego se mantém tranquilo e em silêncio. Se o ego se impõe e abusa desse Poder, este converter-se-á num veneno, que o envenenará rapidamente.

Fique em silêncio, cultive o seu próprio poder interno. Respeite a vida de tudo o que existe no mundo. Não force, manipule ou controle o próximo. Converta-se no seu próprio Mestre e deixe os demais serem o que têm a capacidade de ser. Por outras palavras, viva seguindo a via sagrada do TAO.

*Texto Taoísta

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