Era Spock um estoico?

Em 8 de setembro de 1966 estreava na televisão norte-americana a série Jornada nas Estrelas, idealizada pelo roteirista Gene Roddenberry. Ambientada em meados do século XXIII, trazia em cada episódio as aventuras da tripulação da espaçonave USS Enterprise, parte da frota da Federação dos Planetas Unidos. Apesar do pano de fundo pluriplanetário, todos os subordinados do capitão James T. Kirk (William Shatner) eram humanos, à exceção de um único personagem. Era este uma figura de orelhas pontudas, sobrancelhas alçadas e tez ligeiramente amarelada — pois fora essa a solução encontrada pela equipe de maquiagem da Desilu Productions para dar ares alienígenas ao ator Leonard Nimoy. Com o prosseguimento da série, o público ficou sabendo que Spock, a criatura que ocupava o posto de Primeiro Oficial e Oficial de Ciências, era um ser híbrido: filho do embaixador vulcano Sarek (Mark Lenard) e da humana Amanda Grayson (Jane Wyatt).

A série original nunca foi uma unanimidade e viveu na corda bamba da audiência. Foi cancelada em 1969, com apenas 79 episódios. Uma crítica frequente a Roddenberry era que ele havia criado uma atração “intelectual” ou “complexa” demais para os padrões televisivos da época. Mesmo a aparência de Spock, que se assemelharia a certas representações demoníacas, causava preocupação ao canal que transmitia a série, e houve tentativas de reduzir a participação do personagem ao mínimo. Graças à persistência de Roddenberry e ao talento de Nimoy, Spock conquistou o seu espaço em Jornada nas Estrelas, rivalizando em popularidade com o próprio Kirk. É até hoje, quase três anos após a morte de Nimoy, um dos personagens mais icônicos da história da TV e do cinema dos Estados Unidos — e do mundo.

Spock sobreviveu à sanha dos executivos da NBC porque foi dotado de uma história pessoal, bem, fascinante. Como híbrido, ele vivia entre duas culturas, a dos vulcanos e a dos humanos. Criado na terra natal do pai, o planeta Vulcano, ele recebera a rigorosa educação dos habitantes do local, que incluía um treinamento aturado nas modalidades do pensamento lógico e um programa de supressão das emoções. Todavia, embora exemplarmente dedicado, Spock era alvo de desconfiança, quando não de desdém, da parte de muitos vulcanos, que sempre duvidaram das habilidades cognitivas e emocionais do rapaz meio humano, meio vulcano. Talvez por conta disso, chamado a optar entre a Academia Vulcana de Ciências e um organismo interplanetário, a Frota Estelar, ele tenha ficado com a segunda alternativa. Ali, ele teria a possibilidade de conviver com seres humanos e entender melhor a sua metade não vulcana, além de poder travar contato com espécies inteiramente desconhecidas. O grande sucesso do personagem Spock repousa nesta dualidade, à qual a interpretação de Nimoy conferiu traços bastante vivazes: sendo fisiologicamente indistinguível de seus pares e um produto da melhor tradição vulcana, ele demonstrava ter uma curiosidade genuína frente às maneiras “não lógicas” de compreender o universo. Uma de suas reações mais comuns, um simples erguer de sobrancelhas, era um gesto que dava testemunho do misto de disciplina das emoções e generosidade do intelecto que, não sem grãos de autoironia, o caracterizava.

Felizmente, Roddenberry e continuadores puderam expandir sua visão imaginária do futuro por várias séries e alguns filmes, o que incluiu, na esteira do impacto popular de Spock, um tratamento mais denso à cultura vulcana. Surgiram, por exemplo, outros vulcanos notáveis, como Solok (Gregory Wagrowski), de Deep Space Nine (1993-1999), Tuvok (Tim Russ), de Voyager (1995-2001), e T’Pol (Jolene Blalock), de Enterprise (2001-2005). Muitos aspectos da história do planeta fictício foram revelados ao longo de décadas de franquia. Em resumo, o que se pode dizer é que a civilização criada pelos vulcanos nem sempre foi um exemplo de equilíbrio e harmonia. O passado desses humanoides fora marcado por violência e impetuosidade incomparáveis, superiores a qualquer coisa que se tenha visto entre terráqueos. Muito sangue verde foi derramado na história do planeta. Com o avanço tecnológico, os pendores agressivos dos vulcanos criaram uma situação crítica, de sorte que a espécie ficou à beira da autodestruição. Foi então que se deu a intervenção de um indivíduo chamado Surak, proponente de uma filosofia que reformou radicalmente a maneira de viver de seus conterrâneos.

Depois de palmilhar as vastidões inóspitas da região conhecida como Forja Vulcana, um deserto sacudido por tempestades de areia eletromagnéticas, Surak chegou ao Monte Seleya, o mais alto do planeta, onde completou o seu processo de iluminação — ou “despertar” (awakening). Contemporânea a essa peregrinação foram as tribulações ocasionadas por uma guerra nuclear planetária, da qual o próprio Surak acabou vítima, morrendo em decorrência da radiação. Esse período da história vulcana, que coincide com o século IV d. C. dos terráqueos, foi chamado de “Tempo do Despertar”. Enquanto cruzava a parte mais áspera do deserto, a Planície de Sangue, o reformador colheu do próprio solo — i. e., do sofrimento de todos os vulcanos que se entrematavam naquele momento — os fundamentos de sua lógica. Chegado ao topo do Seleya, sua visão filosófica foi rematada pela intuição do Kol-Ut-Chan, chamado em linguagem terrena de “Diversidade Infinita em Combinações Infinitas” (IDIC, em sigla inglesa), um princípio metafísico que encapsulava a noção de variabilidade ilimitada do universo. Base da filosofia de Surak, o IDIC se consolidara em um símbolo que, sob a forma de um pingente constituído por um círculo e um triângulo obliquamente sobreposto e encimado por um adorno semelhante a uma pérola, era bastante apreciado pelos vulcanos. O conflito nuclear terminou quando os partidários de Surak se impuseram sobre os beligerantes: foi o início de uma nova era, marcada por paz e prosperidade inauditas, para os habitantes do planeta.

É preciso dar o braço a torcer: há intelectualidade e complexidade razoáveis no universo criado por Roddenberry e companhia, algo que só pode ser realmente apreciado quando se é, por assim dizer, dotado de uma certa “nerdice”. Desse modo, nerds de todo o mundo notaram as inúmeras referências bem terrenas que, entretecidas, permitiram a sugestão de uma civilização alienígena como a vulcana. Assim como os rituais e as práticas meditativas que os vulcanos exibem em cena devem muito às tradições budistas, o essencial da mensagem ética da doutrina de Surak, a noção de que é necessário rejeitar as emoções e guiar-se apenas pela lógica, foi muito provavelmente inspirado nos ensinamentos dos antigos estoicos. E é justamente aqui, no tópico “estoicismo dos vulcanos”, que devemos nos deter, visto que personagens de ficção científica como Spock e a inflexível T’Pau (Betty Matsushita, Kara Zediker), acabam por sobrepor-se à imagem que muitos fazem dos estoicos que de fato existiram na Antiguidade. Um estoico, portanto, seria alguém que se assemelharia a um vulcano de Jornada nas Estrelas — seria esta a visão correta das coisas?

Não exatamente. E por algumas razões, que elencaremos a seguir.

• Estamos comparando uma filosofia inventada para um produto de entretenimento a uma escola de pensamento que efetivamente existiu. — Soa óbvio dizê-lo, mas o papel e a película aceitam tudo, até possibilidades alienígenas, até rigores sobre-humanos. A filosofia estoica, que era sumamente difícil, limitava-se a pensar nas questões que podia conhecer: era dotada de uma antropologia, não de uma exobiologia. A situação do ser humano ocupava-lhe o centro, motivo pelo qual ela se esforçava por olhar de frente o problema da finitude, tentando fornecer remédios às sugestões nascidas do medo excessivo da morte e a toda sorte de não aceitação do destino. E os filósofos do Pórtico sabiam que muitas vezes falhavam nesse intento. As grandes virtudes e o heroísmo, na ficção, não custam nada; na vida real, podem ser uma jogada mortal — por isso são coisas raras. Ao final do filme Jornada nas Estrelas II: A Ira de Khan (1982), Spock se sacrifica para salvar os companheiros, justificando-se em termos perfeitamente lógicos: “as necessidades dos que são numerosos se impõem sobre as necessidades dos que são poucos”. É bonito e pode, a depender das circunstâncias, ser verdadeiro, mas, pensando bem, não é sério. Spock ressuscita no filme subsequente, em expediente dramatúrgico dos mais questionáveis. Na vida real, ninguém tem um deus ex machina, um reboot ou um universo alternativo para salvar a própria pele (e o estoicismo insistia bastante no valor precioso, intransferível e irrepetível, do momento que se vivia). Quando Catão de Útica, para não servir a Júlio César, pôs fim à própria vida, ele sabia que seu gesto era irrevogável, cheio de dor e angústia, para valer. Com efeito, nós não o vimos mais por aí, no século XX, de bandana na cabeça, empregando-se no resgate de baleias, como sucedeu a Spock em Jornada nas Estrelas IV: A Volta para Casa (1987).

• A filosofia de Surak tem uma função estruturante na sociedade vulcana, ao passo que o estoicismo sempre ficou confinado a grupos restritos no mundo greco-romano. — Os vulcanos salvaram-se da ruína ao abraçarem as ideias de Surak, aplicando-as a toda a coletividade. Nesse sentido, a doutrina do reformador do modo de vida daquele povo assemelha-se ao budismo e ao taoísmo — uma filosofia com aspectos de religião. De fato, o “surakismo” conta com uma mística, com um grupo de escrituras autógrafas (o Kir’Shara, dado como perdido) e mesmo com templos e rituais. Os fundadores da ordem social daquele planeta são idolatrados. Há até uma sobrenaturalidade própria dos vulcanos: na franquia, cada um deles é mostrado como portador de um katra, espécie de espírito ou alma, capaz de subsistir à morte e de se transmitir para outro corpo. Particularmente em Enterprise, que se passa no século XXII, há uma série de episódios destinados a mostrar o lado não tão glorioso da conversão dos vulcanos ao “surakismo”. Como se pode supor, uma doutrina tão rígida só pôde prevalecer com a exclusão de muitos grupos, com arbitrariedades e mentiras de Estado por parte do Alto Conselho Vulcano e com a distorção de boa porção das ideias de Surak ao longo do tempo. No mundo real, as escolas de filosofia helenísticas jamais correram o risco de metamorfosear-se em religiões institucionalizadas porque, filhas de Sócrates, viam o dissenso como forma de fazer o conhecimento progredir, cultivavam em algum nível a dúvida e tinham como meta uma vida digna de ser vivida, não a salvação de uma sociedade. Se você quisesse ser estoico, cético ou epicurista, deveria ir procurar as escolas onde se ensinavam essas filosofias, porque ninguém viria bater à sua porta com uma boa notícia. Um prokópton que passasse a discordar das ideias de Zenão e Crisipo podia simplesmente deixar a escola. Em Jornada nas Estrelas, um vulcano que não aceite os princípios de Surak se torna um pária.

• Para os vulcanos, o rigor é uma via de mão dupla. — Como consequência do caráter social da filosofia de Surak, as instituições vulcanas foram moldadas para premiar aqueles que exibissem pensamento lógico mais aperfeiçoado e menor presença de emoções. Isso equivale a dizer que o rigor vulcano se exercitava não apenas ao nível da individualidade, mas também sob a forma de uma exigência que se voltava a outrem. É fácil imaginar os vulcanos como mais inteligentes e robustos que os seres humanos, superando os duzentos anos de idade, mas é um verdadeiro desafio a nosso senso de verossimilhança conceber uma sociedade como a deles que não estivesse infestada de variadas formas de orgulho, formalismo vazio e hipocrisia, além de um contingente enorme de “inadaptados” e “perdedores” vingativos. Uma doutrina que não se volta unicamente à melhora do indivíduo, mas que torna lícito que ele possa cobrar isso dos outros, tende a criar uma atmosfera social quase irrespirável. Inverossimilhanças à parte, digamos, entretanto e somente, que tudo isso é bastante “não estoico”. Um estoico não podia cobrar dos outros que agissem segundo princípios que para ele mesmo já impunham dificuldades consideráveis.

• Segundo os estoicos, a lógica era apenas a terça parte da filosofia. — Assim como os peripatéticos, os estoicos desenvolveram com grande proveito e interesse a lógica formal. E do mesmo modo como os seguidores de Aristóteles, eles não pensavam que a filosofia se reduzisse à lógica, embora soubessem da importância dessa área do conhecimento. Quando consideravam a filosofia como um todo, eles empregavam alguns símiles, sendo o mais interessante deles o que a descrevia como um jardim ou pomar em que o cercado correspondia à lógica, o solo fértil à física e os frutos à ética. Para não nos estendermos demais, digamos somente que é bastante difícil, se não impossível, dar comprovação cabal e para todos convincente de certas intuições que dizem respeito à ética: a argumentação em tais casos torna-se tortuosa e sem parada. Constituem tópicos desafiadores dizer por que seria mais lógico criar os filhos ao invés de abandoná-los, ser fiel aos amigos ao invés de traí-los, ser um trabalhador aplicado ao invés de um preguiçoso. Os estoicos não ignoravam que aquilo que era mais central em sua filosofia dependia de um fundo de experiências humanas não totalmente acessível ao pensamento lógico — embora o julgassem em conformidade com a razão que ordenava o universo. Eles provavelmente concordariam com o Spock mais velho (Nimoy) que, em uma linha do tempo alternativa em que Vulcano fora destruído, diante de uma versão mais jovem de si mesmo (Zachary Quinto), contraria os cânones e aconselha: “faça um favor a si mesmo: deixe a lógica de lado, faça o que você sente ser o certo” (no filme Star Trek, de 2009).

• Não, os estoicos não se opunham às emoções por si mesmas. — Aqui reside um dos maiores equívocos que certa visão difusa, não instruída, tem do estoicismo. Não se trata de uma filosofia que busque, a exemplo dos vulcanos de Jornadas nas Estrelas, a supressão das emoções, ou que tenha por meta a formação de seres humanos meio robóticos. Quando os adeptos do Pórtico falavam de apátheia como finalidade desejável, estavam se referindo a uma tranquilidade bastante sólida, não sujeita às influências de emoções violentas ou causadoras de sofrimento. Era a ausência das páthē, “paixões” — um estado psicológico, em todo caso, só atingido plenamente pelo sábio. Eles nada tinham contra as emoções agradáveis e suaves (eupátheiai), como as várias nuances do contentamento e da gratidão, por exemplo. Uma das coisas que eles pretendiam, por meio de sua filosofia, era fortalecer o “amante da sabedoria” em seu poder de considerar, racionalmente, as suas expansões interiores antes que elas viessem a tomar a forma de paixões. Tornada hábito, essa prática produziria indivíduos contidos, com sangue frio quando necessário, não robôs de carne e osso. Ademais, não havia nada no estoicismo minimamente parecido com o kolinahr, ritual, que durava seis anos ou mais, pelo qual os vulcanos maduros se purificavam de toda e qualquer emoção vestigial.

• “Vida longa e próspera” versus “vida segundo a natureza”. — Nesta leitura, o lema que acompanha a saudação vulcana não seria aprovado ou adotado pelos estoicos. Isso se deve ao fato de que a longevidade e a prosperidade nunca foram valoradas positivamente pelos adeptos do Pórtico, mas simplesmente etiquetadas como “indiferentes” (adiáphorai), coisas neutras. Viver mais anos ou com mais recursos não torna ninguém, de acordo com os estoicos, melhor ou pior do que ninguém. Para eles, o que importava era viver melhor. E o melhor tipo de existência era garantido pela natureza, que inscrevera no ser humano a razão e a sociabilidade. Um homem é tão mais feliz quanto mais cumpre a tarefa de ser o mais racional e sociável que puder. Se, por live long and prosper, entendermos algo como “viva longamente e prospere, cresça como indivíduo”, o dito estará um tanto mais em conformidade com o que diziam os estoicos. Sêneca explica a seus interlocutores, por diversos ângulos, a suficiência do bem moral (honestum); vejamos uma dessas passagens:

Não se exige a uma régua que seja bonita, mas sim que seja rigorosamente reta. Ou seja, cada objeto é avaliado segundo a sua finalidade, segundo a sua qualidade específica. Por conseguinte, também na avaliação de um homem é irrelevante a área das terras de cultura que possui, a quantidade de dinheiro que empresta a juros, o número de clientes, o preço do leito em que dorme ou a transparência dos seus cristais: interessa é saber até que ponto ele é bom. Um homem será bom se a sua razão for desenvolvida e justa, e se estiver adequada à plena realização da natureza humana. É a isto que se chama “virtude”, nisto consiste o bem moral, que é o único bem próprio do homem. (Sêneca, Cartas a Lucílio, LXXVI, 14-16; trad. J. A. Segurado e Campos)

Para finalizar, digo apenas que me deu grande prazer redigir esta comparação. Ficou mais longa que o previsto, admito, mas creio ter conseguido esclarecer algumas coisas para mim mesmo: de fato, vistas de perto, as diferenças entre vulcanos e estoicos me parecem de grande monta. E fecho com uma constatação do físico Marcelo Gleiser, no bom artigo “O que aprendi com os ETs”, em que fala da maneira como, por meio da ficção científica, projetamos as potencialidades humanas nas civilizações alienígenas imaginárias: “De modo bem concreto, somos nós os alienígenas. A pluralidade de representações ficcionais destes reflete o que sabemos do mundo, o que sabemos de nós, os nossos medos e expectativas, as nossas esperanças e desespero”.

Não é fascinante dar-se conta disso?

*Por Donato Ferrara (publicado originalmente em “De vita stoica”)

 

 

 

 

……………………………………………………..
*Fonte: socientifica

Banjogirl Agosto de 2017

Comumente ouve-se por aí as pessoas dizerem que agosto é mês de cachorro louco, mas que nada, aqui no blog émês de gata. No caso, de “Mulher Gato” (Catwoman), ou melhor, de Julie Newmar, a mulher gato do antigo seriado de TV americano do final dos anos 60.

A escolhida desse mês como a Banjogirl de Agosto de 2017 foi assim propositadamente uma bela mulher do passado, até para provar de que não são somente as mulheres atuais as mulheres mais belas. Sempre houve beleza feminina no universo, independente da moda ou conceitos morais de vestimentas. O que é belo prevalece de qualquer maneira. Assim Julie Newmar, numa viagem no tempo de quando ainda era atriz e esteve no seriado do Batman (1966 – 68), que começou em PB e terminou em cores vivas, cheios de piadinhas e balões de Soc!, Pow!, Boom!, vem representar essa beleza atemporal aqui por esses pagos digitais.

Nossa saudação a Julie Newmar, uma verdedeira gatona!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Adam West, conhecido por interpretar Batman na TV, morre aos 88 anos

Adam West, conhecido por interpretar o herói Batman na TV na década de 1960, morreu nesse sábado (10/06/2017) aos 88 anos, em Los Angeles. Segundo informações da BBC, o ator sofria de leucemia.

Um comunicado no Twitter oficial do ator informou que Adam morreu na noite de sexta-feira (09). “Nosso amado Adam West morreu na última noite. Ele era grandioso. Sentiremos uma incrível falta dele. Nós sabemos que vocês sentirão sua falta também.”

Adam West estreou sua carreira artística em 1957, no filme “Voodoo Island”, mas não teve seu nome creditado nesse trabalho. Após isso, o ator e dublador norte-americano participou de inúmeros seriados, mas ganhou reconhecimento ao interpretar Batman na série homônima televisiva, que foi ao ar de 1966 a 1968.

Adam era casado com Marcelle desde 1972. O ator deixa seis filhos, quatro netos e dois bisnetos.

……………………………………………….
*Fonte: G1

|||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||

 

Santa tristeza! Os fãs do #Homem-morcego mais conhecido do universo de super-heróis estão de luto! Faleceu ontem, vitimado por uma leucemia, o ator Adam West, que interpretou Batman no seriado homônimo e muito cultuado nos anos 60.
Os protagonistas

#Adam West foi escolhido para interpretar o famoso herói após aparecer num comercial de chocolate instantâneo, apesar de estar totalmente fora de forma para o papel. Somente após pressão dos produtores é que o ator adquiriu um porte mais atlético. Seu parceiro de aventuras, Robin, o menino-prodígio, foi interpretado pelo ator Burt Ward. O seriado fez um estrondoso sucesso inclusive no Brasil, tendo sido reprisado várias vezes nas últimas décadas pelas emissoras de TV a cabo e abertas.

Vale lembrar que o seriado original estreou nas TVs americanas da década de 40. Em 1943, o Homem-Morcego saía das revistas em quadrinhos criadas por Bob Kane para a televisão, mas a produção era tosca e os atores um pouco desengonçados. A produção da década de 60 era muito mais atraente pelo fato de ser em cores, a criação das onomatopeias (SOC! POW! CRASH!) na hora das lutas e uniformes bem mais coloridos, típicos da época.

Após o sucesso do longa-metragem de 1966 “#Batman – O Homem-Morcego”, a 20th Century Fox produziu o primeiro episódio e o levou ao ar em janeiro do mesmo ano, durando até março de 1968, totalizando 120 episódios e três temporadas. Na terceira temporada, Ivonne Craig estreou como a Batgirl, alter-ego da filha do Comissário de Polícia Gordon, para aumentar a audiência junto ao público feminino, formando então o trio dinâmico.

Um detalhe curioso é que a personagem da tia Harriet foi criada para disseminar suspeitas de uma suposta relação homossexual entre Bruce Wayne e Dick Graison, pelo fato do milionário ter adotado um jovem já em idade adulta.

Outro inesquecível aliado à dupla dinâmica na luta contra o crime na fictícia cidade de Gotham City é o fiel mordomo Alfred, presente nas revistas, nas séries televisivas e em todos os filmes da nova era produzidos para o cinema.

Um dos fatos mais marcantes do seriado é o famoso tema musical, um rock no qual o nome do herói é repetido diversas vezes na letra. Alguns acharam que o autor Neal Hefti compusera “Batman Theme” plagiando “Taxman”, uma música do grupo de rock inglês The Beatles, então no auge da fama.
Os vilões e a produção

No final de cada primeira parte de cada episódio, quando um ou ambos os heróis eram presos em alguma armadilha mortal preparada pelos vilões Pinguim, Mulher-Gato, Charada ou Coringa, o narrador convidava o telespectador para assistir no dia seguinte, “na mesma bat-hora, no mesmo bat-canal” como a dupla dinâmica sairia viva na segunda parte.

Por sinal, os vilões de Batman geralmente roubavam a cena. Cesar Romero, que fez o Coringa, já era um consagrado ator. Frank Gorshin, o Charada, se destacava pelas charadas e sua histérica gargalhada. Julie Newmar, a Mulher-Gato, com altas doses de sensualidade, e o Pinguim, também um experiente ator, era vivido por Burgess Meredith, que na franquia dos filmes do lutador Rocky (Sylvester Stallone) interpretou seu treinador.

Não eram só os vilões que se destacavam. O Besouro Verde, outra cultuada série da década de 60 que teve a participação do lendário lutador Bruce Lee como Kato, aparecera em um dos episódios de Batman, chegando até a travarem um combate.

Um outro inesquecível destaque do seriado são as impagáveis subidas da dupla dinâmica nos prédios de Gotham City, estratégia para pegar de surpresa os criminosos, ao passarem por alguma janela que era aberta por algum cidadão – geralmente conhecido pelo público – Batman e Robin interrompiam sua escalada surreal para bater um rápido papo com Sammy Davis Junior e Jerry Lewis, entre outros.

A tecnologia estava bem à frente do tempo em 1966 para ajudar Batman e Robin na luta contra o crime. O bat-computador era a principal ferramenta tecnológica. O tradicional batmóvel, o batcóptero, a batmotocicleta e a bat-lancha eram os meios de transporte usados pela dupla, com recursos e armas de fazerem inveja a James Bond.

Nos últimos anos, Adam West ainda fazia aparições em convenções e eventos relativos ao herói.

O ator Burt Ward, o Robin, e Julie Newmar, a Mulher-Gato, cujas amizades ultrapassaram os limites da bat-caverna, declararam notas de pesar pela morte do colega de seriado em seus perfis nas redes sociais.

Sua família escreveu para os fãs e amigos no perfil oficial do ator no seu Facebook a seguinte nota:

“É com grande tristeza que estamos compartilhando esta notícia… Adam West faleceu pacificamente na noite passada depois de uma curta, mas corajosa batalha contra a leucemia. Ele era um pai amado, marido, avô e bisavô. Não há palavras para descrever o quanto vamos sentir falta dele. Nós sabemos que você vai sentir falta dele também e nós queremos que você saiba o quanto o seu amor e apoio significava para ele ao longo dos anos. Abraçar seus entes queridos hoje.

– A Família West.”

………………………………………………………………….
*Fonte II: brblastingnews

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

37 coisas que acontecem em todos os episódios de Sons Of Anarchy

Vai começar mais um inédito episódio de Sons Of Anarchy…

1. RIDING THROUGH THIS WORLD ALL ALONE…
2. Jax quer sair do grupo
3. Gemma está no hospital
4. Gemma vai para a capela do hospital conversar com Wayne
5. Wayne cada vez mais na friendzone
6. Os membros da SAMCRO estão fazendo qualquer coisa, menos andar de moto
7. Jax sobe no telhado para ler as cartas do pai
8. Chibs diz “Jackie-Boy”
9. Jax continua querendo deixar o grupo
10. A mão de Clay está doendo
11. Alguém é baleado e Tara precisa correr para o clube
12. Uma super perseguição de motos, que aparentemente, não ultrapassam os 30km/h
13. Clay está fazendo algo de errado e Jax descobre
14. Então Jax resolve deixar o grupo
15. Gemma continua no hospital
16. Wayne também
17. Você começa a se perguntar porque um policial passa mais tempo em um hospital do que na delegacia
18. O diretor de fotografia tem um tesão pela bunda de Jax e pela tatuagem em suas costas
19. Jax diz “JESUS CHRIST”
20. Clay convoca uma votação
21. Os Mayans e a SAMCRO fazem as pazes
22. Os Mayans e a SAMCRO voltam a ficar de mau
23. Gemma continua no hospital e só deus sabe o porque
24. Opie continua sua jornada de ficar cada vez mais parecido com um Anão de O Senhor dos Anéis
25. “É pelo meu clube” – diz algum membro antes de se f*der
26. Tara acha que Jax deve deixar o clube
27. Jax concorda, e sobe no telhado para ler as cartas do pai
28. Aliás, porque Jax anda como se fosse um gangster do Brooklyn?
29. Alguém vai preso, mas não se preocupe, no próximo episódio ele estará solto
30. Stephen King fez uma ponta rápida e você nem notou
31. Um novo policial aparece para por um fim na SAMCRO
32. Mas surge um superior ainda pior
33. O policial vira amigo da SAMCRO
34. ESPERA AI, O JAX É O PILOTO DO GIPSY DANGER EM PACIFIC RIM?
35. Jax resolve que ficará mais um pouco no clube
36. Gemma vai pro hospital novamente
37. Uma música começa a tocar e mostra todos os personagens pensativos em suas camas

 

………………………………………………………..
*Fonte: amigosdoforum

Banjogirl Fevereiro de 2017

No mês que tem menos dias do ano não significa que não teremos mulher bonita por aqui. A escolhida como Banjogirl do mês de Fevereiro de 2017 é a modelo e atriz americana, mas de ascendência portuguesa – Lyndsy Fonseca (07/01/87). Atuou em diversos seriados de TV (House, Desperate Housewives, How I Met Your Mother, Nikita, Agent Carter, etc), sendo que no cinema esteve em Kick-ass (I e II), The Ward, Fort McCoy, The Escort e alguns outros filmes de menor expressão. Mas na boa, o que importa aqui mesmo é a sua beleza, seus lindos olhos claros e aquele sorrisinho maroto e não quantas estatuetas do Oscar ou prêmios de ciências ela possua.

Que a Lyndsy seja então muito feliz com mais esse nobre título – o de Banjogirl de Fevereiro de 2017 (Ah! Ela já duas vezes apareceu na lista de revistas gringas – Maxim e FHM, como uma das 100 mulheres mais sexys do mundo) – mazáh! Parabéns.

lyndsy-fonseca_16

 

 

 

 

 

 

 

 

 

lyndsy-fonseca_23

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

lyndsy-fonseca_24

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

lyndsy-fonseca_19

 

 

 

 

 

 

 

 

 

lyndsy-fonseca_17

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

lyndsy-fonseca_02

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

lyndsy-fonseca_10

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

lyndsy-fonseca_20

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

lyndsy-fonseca_21

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

lyndsy-fonseca_18

 

 

 

 

 

 

 

 

lyndsy-fonseca_09

 

 

 

 

 

 

lyndsy-fonseca_13

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

lyndsy-fonseca_11

Ranking da crueldade: os personagens mais perversos de ‘Game of Thrones’

Assistir a Game of Thrones é um desafio. Domesticados pela violência pop de Hollywood, os espectadores partem do pressuposto de que há limites morais que o seriado não se atreverá a ultrapassar. Que ingênuos. Este é nosso erro: acreditar que Game of Thrones tem limites. Quando pensamos que o pior já passou, vem um personagem e decide atirar seu irmão recém-nascido aos lobos. A anarquia sangrenta de Westeros não pode ser julgada com os valores éticos do mundo real – muito menos, os católicos. Aqui nem os bons serão recompensados nem os maus pagarão por seus atos.

Entre tanta crueldade selvagem, a série coloca outro desafio: relembrar e identificar os personagens que entram e saem da história, normalmente para corromper nossa inocência um pouco mais. No entanto, estes 20 miseráveis conseguiram ficar gravados em nossa memória, ao entortar nossas expectativas e redefinir o conceito de crueldade. O número 20 da lista é muito cruel. A partir daí, as coisas só pioram…

*Atenção: se você não está atualizado em relação à série, este texto pode revelar parte da trama.

20. Septa Unella

Sem sujar as mãos de sangue, foram necessárias apenas duas palavras (“shame” e “confess” – “vergonha” e “confesse”) e um chocalho para entrar no hall da fama dos vilões de Game of Thrones, com muito mérito. Septa é tão perturbada que conseguiu fazer Cersei Lannister parecer um bebê indefeso.

Sua maior crueldade: Humilhar Cersei publicamente sem se deixar abater e sem pestanejar.

19. Jaime Lannister

Quando a série estreou, em 2011, sentimos uma grande curiosidade por esta luxuosa mistura televisiva de O Senhor dos Anéis e Caverna do Dragão. Tudo caminhava de acordo com o previsto (uma família de nobres hospedando outra). Mas no final do primeiro episódio Bran Stark brincava pelos telhados quando flagrou Jaime em brincadeiras nada inocentes com a própria irmã, Cersei. Sem se alterar, Jaime fechou a braguilha e empurrou o rapaz pela janela. Aquele encerramento nos deixou pregados ao sofá e mostrou que esta série era bem diferente. “As coisas que faço por amor…”, disse Jaime para se justificar. Parecia uma piada macabra, mas que acabou definindo Jaime: sua implacável imoralidade responde à paixão obsessiva que sente por sua irmã, a quem protegerá a todo custo. Sua redenção é uma das viagens mais emocionantes da série.

Sua maior crueldade: Violar sua irmã Cersei ao lado de seu filho Joffrey.

18. Randyll Tarly

Levar a namorada para conhecer seus pais é sempre algo incômodo. Mas na casa dos Tarly pode ser uma tortura. Em apenas uma cena, Randyll exibe seu racismo, sua misoginia e seu fat-shaming (humilhando seu filho Sam por sua obesidade).

Sua maior crueldade: Cada uma de suas frases é um insulto a algum de seus comensais, o que deve exigir anos de prática.

17. Lysa Arryn

A irmã de Catelyn Stark poderia ter fechado esse enorme buraco no meio do salão, mas se não o fez foi porque tinha planos perversos. Ciumenta e paranoica, maltrata sua sobrinha Sansa estendendo a tortura da pobre jovem, que ainda não sabia que o pior estava por vir. A filha mais velha dos Stark sofreu, direta ou indiretamente, a crueldade de quase todos os personagens deste ranking.

Sua maior crueldade: Fingir ser a tia simpática e, mais tarde, tentar matar sua sobrinha.

16. Olly

O rapaz presenciou o assassinato de seus pais por selvagens e se uniu à Patrulha da Noite para defender a Muralha. Sua traição acaba na forca – um final triste porque Olly é, no fundo, uma vítima de um mundo impiedoso e sem justiça que ele nunca chegou a entender.

Sua maior crueldade: Montar uma armadilha mortal para Jon Snow, seu ídolo e o irmão mais velho que nunca teve.

15. Viserys Targaryen

No primeiro episódio do seriado, fomos apresentados à complicada relação entre Viserys e sua irmã Daenerys. A ambição repugnante de Viserys nos colocou imediatamente do lado dela, e assim seguimos. Sua morte atroz transformou Khal Drogo em um herói romântico: em vez de presentear sua esposa com ouro, atirou o metal fervendo sobre seu cunhado. Foi a primeira vez que aplaudimos a televisão com Game of Thrones. A primeira de muitas.

Sua maior crueldade: “Deixaria que todos os Dothraki e seus cavalos te violassem se for uma maneira de eu conseguir o trono”. É a frase mais sórdida que uma pessoa pode dizer à sua irmã antes do casamento.

14. A criança abandonada

Nunca o ciúme do irmão mais velho que não aceita bem a chegada do mais novo foi tão letal. Esta serva do Deus de Muitas Faces não engole Arya desde o princípio, mas nesta série implicar com alguém é sinônimo de arrancar seus olhos. No fim, ela se torna uma espécie de Exterminadora do Futuro em uma perseguição pelas ruas da cidade espanhola de Girona (com mais emoção que os jogos clássicos do futebol espanhol) que acabou devolvendo a Arya Stark o seu nome. Já estava na hora.

Sua maior crueldade: Levar o bullying a níveis sangrentos.

13. Craster

Game of Thrones já nos deixou sem palavras mais de uma vez, mas cada aparição deste homem que entregava seus filhos machos recém-nascidos aos Caminhantes Brancos desatava todo tipo de gritos escandalizados entre os espectadores. Analisando seu comportamento a partir da repugnância moral deste universo, desfazer-se de machos talvez não seja má ideia, vendo a ferocidade com que acabam traindo seus pais assim que crescem.

Sua maior crueldade: Abusar de todas as suas filhas.

12. Ellaria Sand

Há poucos, muito poucos, personagens de pura bondade em Game of Thrones. Myrcella Lannister era uma delas. E levando em conta a família da qual saiu, essa doçura tem mérito duplo. Seu amor por Trystane era bonito demais para acabar bem e o beijo da morte dado por esta peste chamada Ellaria Sand a coloca neste ranking apenas por sua maldade gratuita. Não tinha nenhuma necessidade.

Sua maior crueldade: Corromper a tranquilidade no único reino onde as pessoas eram felizes, Dorne.

11. Theon Greyjoy

Os Stark acolheram Theon como um filho, e Robb estava disposto a lhe dar um posto de poder a seu lado. Mas ele queria mais. Queria tudo. Por isso, ateou fogo a Winterfell e aterrorizou os aldeões. Naquele momento, todos nós lhe desejamos o pior, mas quase acabamos nos sentindo mal por ele. Durante quatro temporadas, ele foi o dono do único pênis que apareceu na série, o que acabou sendo uma provocadora e sádica ironia.

Sua maior crueldade: Matar duas crianças ao acaso para se fazer de valentão.

10. ‘Cão de Caça’

Apesar de agora este monstro ser um bonachão quase cativante, na primeira temporada do seriado ele nos abriu os olhos para a filosofia sangrenta da “sociedade” de Westeros. Matava porque queria, e ninguém parecia se importar com isso.

Sua maior crueldade: Ninguém na trama triturou vidas de forma tão natural.

9. Melisandre

Na Espanha, todos se lembram de uma salva-vidas de San Sebastián de los Reyes que misturou acidentalmente dois produtos tóxicos em uma piscina e produziu uma nuvem de cloro que levou à evacuação de sete prédios de apartamentos, além de sua desculpa esfarrapada. Pois Melisandre é como ela, mas com magia negra. Utilizando o sexo como arma e exibindo um colar que Cher certamente gostaria de ter, Melisandre sofre uma crise de fé ao perceber que parir uma sombra assassina para matar o irmão de Stannis talvez não tenha sido uma boa ideia. Demorou, Melisandre.

Sua maior crueldade: Convencer Stannis de que queimar viva sua filha os traria sorte na batalha (e assim ele fez).

8. Petyr Baelish, o ‘Mindinho’

Suas mãos estão limpas, mas onde quer que haja problemas ele sempre aparece. Os fracassos (ou seja, as mortes desmembradas) dos demais são seu trunfo. Se continua saindo de vez em quando para maquinar como um manipulador de marionetes é porque a série reserva para ele um final apoteótico. Quem sabe não será ele quem acabará reinando quando todos os demais se matarem entre eles?

Sua maior crueldade: Ser o artífice da queda dos Stark, mais concretamente da morte de Ned.

7. O Alto Pardal

Quando parecia que Westeros não podia se complicar mais, o rei Tommen decide decretar um estado confessional. Por trás disso está um afável vovozinho cujo poder foi inicialmente impulsionado por Cersei, que ainda deve estar se arrependendo de ter começado a ir à missa. Em outra nota, sua arrepiante semelhança com o papa Francisco mostra que os criadores da série têm tão poucos escrúpulos como seus personagens.

Sua maior crueldade: A superioridade moral pode serão letal como o aço de Valíria.

6. Stannis Baratheon

O irmão de Robert (rei por golpe de estado e falecido marido de Cersei) está convencido de que o trono lhe pertence. Em sua obsessão por vencer, mata seu irmão e sua filha, e faz com que questionemos o valor dessa vitória. Realmente vale a pena ser rei dos Sete Reinos? Esse trono só traz desgostos tanto a quem o possui como àquele que o deseja.

Sua maior crueldade: Usar como desculpa “foi a feiticeira que mandou” para cometer assassinatos abjetos.

 

5. Walder Frey

Quando Robb Stark descumpre a promessa de se casar com a filha de Frey, este se alia com os Lannister para montar uma armadilha. Quando em um casamento escutamos grandes sucessos como La Macarena, já sabemos o que vai acontecer. Mas em Westeros, quando a orquestra toca As Chuvas de Castamere, o resultado é o terrível Casamento Vermelho. E Walder Frey foi um dos grandes responsáveis. Aquela estarrecedora cerimônia é um dos pontos altos de Game of Thrones, ao capturar a essência da série: é quase insuportável a sensação de que a qualquer momento vai começar um banho de sangue, essas regras de honra que ninguém acata (com o pão e o sal como trégua) e esses respeitosos leitores dos livros que mantiveram silêncio para proporcionar aos espectadores a mesma emoção que sentiram anos antes. Shakespeare teria aplaudido de pé. Nós ficamos sem fôlego.

Sua maior crueldade: Divertir-se até demais enquanto apunhalavam a mulher grávida de Robb Stark, fazendo a série entrar em outro nível de selvageria do qual não há como voltar.

OS QUATRO MAIS CRUÉIS SÃO…

4. Tywin Lannister

No mundo de Game of Thrones, em que pais de família tendem à crueldade mais inconcebível, Tywin é o mais desumano de todos. Sempre encontrava novas maneiras de desprezar seus filhos, e traiu praticamente todo o mundo. Sua morte, sentado sobre a privada, tão indigna quanto memorável, é mais uma prova de que em Game of Thrones nunca se pode baixar a guarda.

Sua maior crueldade: Seu sadismo funciona por acumulação, mas os maus-tratos psicológicos com que ele destrói seu filho Tyrion é aterrorizante.

3. Joffrey Baratheon

Vendo como seus irmãos são tranquilos, é claro que as piores consequências da consanguinidade dos Lannister couberam a Joffrey. A maioria dos personagens desta série acabam sendo violentos, quase sempre por necessidade. Mas Joffrey é o que mais se aproveita disso, a ponto de não nos importarmos mais se esse sadismo era ou não sua culpa. Sequer o faz por ambição ou vingança, o que faz dele um monstro perigoso e incontrolável. O mais irritante é essa atitude de babaca com poder que acreditava que podia fazer o que tivesse vontade. Mal sabia ele…
Tywin Lannister e Joffrey Baratheon.
Tywin Lannister e Joffrey Baratheon.

Sua maior crueldade: Torturar e matar prostitutas por diversão, transformando Game of Thrones em uma história de terror.

2. Cersei Lannister

Não conseguimos tirar os olhos dela. Cersei caminha como um animal às vezes ameaçador, às vezes ferido. Mas sempre voraz. É a única vilã que encontra desculpas para sua maldade. E quanto menos familiares lhe restam, mas ferozmente ela os protegerá. Seu instinto maternal é visceral, o qual a humaniza e torna inevitável que gostemos dela um pouco. Seu gosto pelo vinho e as batalhas dialéticas com sua nora e com a sogra de seu filho desprendem uma mordacidade que o espectador até agradece em meio a tanta tragédia. Esse meio sorriso com que saboreia suas vitórias perversas delata sua estirpe: é uma mulher criada para ser cruel e a quem, no fundo, o poder não importa tanto como a salvação de suas crias. Cersei é vítima da ambição dos homens de sua família e sabe que se tivesse ido para o campo viver tranquilamente com seu irmão, ainda teriam sobrado filhos. Apesar de parecer que está liquidada, ela sempre encontra uma maneira de destruir seus inimigos. E quando chegar a hora não nos resta dúvida de que será daquelas que morre matando.

Sua maior crueldade: Há tantas… Mas a perseguição que empreende contra seu irmão Tyrion, inclusive acusando-o pelo assassinato de seu filho, é degradante.

E O MAIS PERVERSO DE TODOS É…

1. Ramsay Bolton

Ramsay é um serial killer. Este sorriso de psicopata com que se diverte em cada um de seus assassinatos é chocante até para Game of Thrones. Ele não tem matizes: nem parece que é demasiadamente atraído pelo poder. Só quer matar e que a carnificina dure o máximo possível, até o ponto que, cada vez que irrompe na série, é para se superar a si mesmo em sua brutalidade. Seu gosto em matar por prazer transforma Joffrey Baratheon em um adolescente rebelde e Theon Greyjoy em uma vítima. A morte de Ramsay foi a única concessão ao espectador feita pela série: prepotente até o fim, covarde e despedaçado. Ele merecia. E nós também.

Sua maior crueldade: Ter a paciência de destruir mentalmente um ser humano, começando pelo que vai entre as pernas. A castração nunca é a solução. Não, Ramsey, isso não.

*Fonte: elpais

Hold the door

O artista americano Tony Wang, de San Diego na Califórnia (EUA), criou esse calço de porta (tranca porta) bacanudo baseado no personagem Hodor, da famosa série de TV – Game of Thrones.

Curti a ideia dele. Criativona.

Vem cá, quer ajudar o rapaz a angariar fundos para financiar a sua produção de trancadores de porta via Kickstarter?
>> Confira aqui: https://www.kickstarter.com/profile/459378475

 

 

hodoortrancaporta

 

 

 

 

 

 

*Fonte: laughingsquid

20 frases de Sheldon Cooper

01. “Eu não gosto do meu lugar no sofá… eu AMO meu lugar no sofá!”

02. “Bom, eu sou um espelho polarizado num material orgânico na superfície, qualquer projeção verbal que você lançar na minha direção, será refletida. E retornará na mesma direção e atingirá você!”

03. “Pedra, papel, tesoura, lagarto, Spock. É muito simples. Olhe – tesoura corta papel, papel cobre pedra, pedra esmaga lagarto, lagarto envenena Spock, Spock esmaga tesoura, tesoura decapita lagarto, lagarto come papel, papel refuta Spock, Spock vaporiza pedra e como sempre, pedra quebra tesoura.”

04. “Desculpe, café está fora de questão. Quando eu me mudei para a Califórnia, prometi a minha mãe que eu não começaria a usar drogas.”

05. “Ah, gravidade, tu és uma vadia sem coração…”

06. “Eu não chuto. Como cientista eu chego a conclusões baseadas em observação e experimentação.”

07. “Eu não sou louco – minha mãe me testou!”

08. “Penny, mesmo sendo adepto da teoria dos vários universos em que há infinitos Sheldons, em infinitos universos, eu lhe asseguro que em nenhum deles estou dançando!”

09. “Inteligências artificias não têm fetiches adolescentes.”

10. “Esperto? Eu teria que perder 60 pontos de QI pra ser considerado esperto!”

11. “Eu queria um grifo. Eu estava estudando recombinar tecnologia de DNA e eu estava confiante que eu podia criar um, mas meus pais não estavam dispostos a me fornecer os ovos de águia e o sêmen de leão. Claro que minha irmã conseguiu aulas de natação quando ela quis.”

12. “Eu sou claramente muito evoluído para dirigir um carro.”

13. “Desculpe, mas eu não vou assistir a série de TV “A Guerra dos Clones” antes de ver o filme “A Guerra dos Clones”. Eu prefiro deixar George Lucas me desapontar na ordem em que ele pretendia.”

14. “Quando eu voltar, apenas por diversão, o assunto será história alternativa. Especificamente como a Guerra Civil seria diferente se Lincoln fosse um robô vindo do futuro.”

15. “Eu não vejo nenhum possível aumento das despesas a não ser que eles desenvolvam uma tecnologia barata para fundir meu esqueleto com Adamantium como o Wolverine.”

16. “Há sempre a possibilidade que álcool e um fraco julgamento dela possa levar a uma boa noite romântica.”

17. “A essência do costume (de dar presentes de Natal) é que agora eu tenho que sair e adquirir um presente de valor equivalente que representa o mesmo nível de amizade representado pelo presente que você me deu. Não é de estranhar que as taxas de suicídio aumentam nessa época do ano.”

18. “Engenharia: onde os nobres semi-hábeis trabalhadores executam a visão daqueles que imaginam e sonham. Olá, Ooompa-Loompas da ciência.”

19. “Eu comprei esses lençóis do Star Wars, mas eles são muito estimulantes para proporcionar uma boa noite de sono. Eu não gosto do jeito que o Darth Vader fica me encarando.”

20. “Zodíaco? Sim, isso quer dizer que você faz parte da desilusão cultural em massa de que a aparente posição do sol em relação as constelações na hora do seu nascimento afeta sua personalidade de alguma forma.”

*Fonte: quemdisse

sheldonc

 

Elenco de Game of Thrones grava vídeo de campanha em prol de refugiados

A HBO e o elenco de Game of Thrones fizeram uma parceria com a ONG International Rescue Committee (Comitê Internacional de Resgate) para arrecadar dinheiro para a crise global de refugiados. Diversos atores da série aparecem no vídeo (veja abaixo) anunciando a campanha “Rescue Has No Boundaries” e pedindo doações para ajudar “16 milhões de pessoas” de países como Síria, Iraque, Líbano, Jordânia, Turquia, Sérvia e Grécia. Quem contribuir receberá brindes do universo GoT como camisetas e réplicas de espadas.

“Êxodo massivo. Milhões estão em movimento, escapando da guerra, fome e destruição”, diz o texto do vídeo, que traz atores como Lena Headey, Nikolaj Coster-Waldau e Sophie Turner. “Isso não é ficção, não é fantasia. Todo mês, centenas de milhares deixam suas casas. Refugiados, famílias, crianças estão lutando para se manterem vivos. São pessoas de verdade na jornada mais perigosa de todas. O que você faria para proteger sua vida, sua família, seu futuro? Você pode ajudar.” O objetivo da campanha é arrecadar US$ 1 milhão.

*Fonte: RollingStone