Zakk Wylde e Kenny Wayne Shepherd – anunciam show gratuito no Samsung Best of Blues (Porto Alegre)

O guitarrista Zakk Wylde (Black Label Society, Ozzy Osbourne) e o premiado “blueseiro” Kenny Wayne Shepherd se apresentam no Samsung Best of Blues.

Os shows gratuitos acontecem em Porto Alegre, dia 26 de outubro, e São Paulo, dia 27 de outubro. Os locais das apresentações devem acontecer no Anfiteatro Por do Sol e Auditório Ibiraquera, respectivamente.

SERVIÇO:
Samsung Best of Blues 2019
Zakk Wylde e Kenny Wayne Shepherd
26/10 – Porto Alegre
27/10 – São Paulo
Horário: a definir

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*Fonte: ligadoamusica

Blackbarry Smoke – Porto Alegre (10/05/2019)

Ontem foi dia de conferir de perto e ao vivo no Opinião (Porto Alegre – RS), a banda americana Blackberry Smoke. O show começou cedo para o padrão local de horário (20h), o local estava cheio mas não lotado, melhor assim, dava para dar um rolê de boas pela copa e o espaço todo do público. E cara, o som deles é realmente espetacular, um southern rock de primeira, aliás, nada que me tenha pego de surpresa, claro que já tinha assistido vários shows deles no Youtube e tinha a ideia feita de que a banda era boa, mas lá na hora o bicho pegou! Daí sim fiquei surpreso e ainda mais entusiasmado com a vibe da banda, a manha de tocarem com um feeling legal e aquela timbreira macanuda especial que os caras do sul dos EUA sabem muito bem “fazer acontecer”. Um puta show!

O vocalista e guitarrista Charlie Starr pilota muito bem sua caixa de riffs expertos de guitarra, sua voz, bem como o seu bando, um time prá lá de competente no tempero do rock sulista de verdade. Foi phoda, fazia tempo que não curtia tanto assim um show de rock!

Desde já no aguardo para que esses caras voltem para mais shows por aqui no futuro.
Voltem logo.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

The Beatles Rooftop Concert – 50 anos

Hoje completam 50 anos daquele que foi o último show ao vivo dos Beatles. Foi o concerto no telhado da Apple, em 30 de janeiro de 1969.

Esse show para mim é emblemático e importante, faz parte de uma das minha mais remotas memórias musicais dos tempos de “piá”, assistindo a alguma banda de rock na TV.

Claro que assisti isso anos depois do que realmente aconteceu. A RBS TV costumava reprisar seguido num programa chamado Transasom – talvez pela pequena quantidade de vídeos de seu acervo na época. Mas enfim, marcou a minha memória. Ainda bem! Isso tudo muito antes do advento da MTV por aqui. Enfim, o tempo voa, a música mudou muito desde então mas mesmo parecendo birra ou coisa de “velho” – mas era MUITO melhor naquela época do que a grande maioria do que é feita agora.
– Pronto. Falei!

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Dingo Bells em Venâncio Aires

Ontem a noite, uma quinta-feira tradicional de cidade interiorana aqui do sul, teve show da banda Dingo Bells. A banda é tida como uma das gratas revelações do rock/música gaúcha nos últimos tempos, não que isso em importe, sou daqueles que precisa ver para crer quando o assunto é banda de rock. Eu já conheço o som dos caras, alías seguido escuto durante o trabalho o seu último álbum – “Tudo vai mudar” (2018), então tranquilo, fui bem de boas assistir a esse show. Mas daí é que veio a chinelada na cara. Já tinha assistido a banda em Santa Cruz do Sul, num desses festivais da cerveja Gaúcha, achei tudo muito bacana, ficou uma boa impressão e tal mas sei lá, talvez não tenha sido realmente capturado pelo som dos caras.

Chego no local do show quase na hora de começar, que aliás, era cedo – (bom isso de show num horário mais “dito normal”, que não começa às 3h da madruga….),  enfim, tudo ok exceto o fato de que achei ter pouco gente. Coisa normal para essa cidade burra culturalmente falando, já cansei de ir em shows que mereciam um público bem melhor por aqui. Se fosse uma dupla sertaneja ou um DJ desconhecido qualquer, estaria lotado o local. Mas enfim, cada um sabe o que faz e as suas escolhas. Mas que essa cidade tem um bom punhado de roqueirinhos de merda, que pouco ou nada entendem além do que a “manada” curte, não participam e nem vão a nada desse tipo de evento – Ah! Tem! Mas direto ao assunto – o show começa e os caras tocam inicialmente várias músicas mais lentas e introspectivas (se é que posso assim chamar). Depois a coisa cresce e incendeiam o local. Cada vez mais intenso até o ponto em que quase num efeito de hipnose, estão com o público nas mãos. Eles sabem das coisas.

Daí fica aquela questão no ar, de que não é preciso viajar longe para se assistir a um bom show, nem muito menos pagar caro o ingresso, camarote ou o escambau, tem muita coisa boa acontecendo e é bem próximo “de você”, basta se ligar, ficar atento. Esse show de ontem foi bem divulgado. Quanto a isso não tem desculpa.
Ontem foi uma ocasião assim, ingresso barato, precisei caminhar apenas algumas quadras de minha casa e acabei assistindo a um dos melhores shows dos últimos tempos. Banda muito bem entrosada, cancheira (que vocais afudê), tocando com “vontade” e com tesão, entregaram de mãos beijadas para nós os sortudos (sim, muita sorte estar ali nesse momento) um super show. Tudo muito bem tocado e próximo ao som do álbum, coisa que até então acreditava de que seria bem difícil de reproduzirem ao vivo ali no palco, porque as suas músicas são cheias de pequenos detalhes aqui e ali. Não é uma banda fácil de compreender o som. Mas acontece que estava tudo lá. Eita! Perfeito.

Depois do show a banda ainda ficou tranquilona, perto do palco atendendo as pessoas para fotos, trocar uma ideia e esse tipo de coisa. Os caras super acessíveis e nada de estrelismos. Muito bom isso. Então é o seguinte, quem foi sabe do que estou falando. Foi um baita show. Ponto. Baita banda. Ponto. Baita noite. Ponto.
Tenho dito.

Grato por mais um show incrível anotado no caderninho da vida.

*Se não conhecem a banda, aqui ó: www.dingobells.com.br

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Wander Wildner, ontem no Anexo Pub em Venâncio Aires

Ontem, quinta-feira foi  dia de mais um pocket show do Wander Wildner em Venâncio Aires, novamente no Anexo Pub – um lugar legal prá caramba, justamente para esse tipo de show. Sobre o Wander não tenho muito o que comentar ou dizer, foi bem legal e teve aquela vibe  e pegada semi-punk com pitadas de letras romântica – enfim, a marca do Wander, não é!?

Também não sei dizer até onde o público local compreende na real o trabalho dele, afinal não tem solos nem muito menos fritação de guitarra, ele não estudou guitarra flamenca nem violão folk nos EUA, mas toca com a alma e faz uma coisa até bem simples, é verdade, mas que de um modo em que a maioria das pessoas jamais conseguiria fazer ou no mínimo ter uma mesma dose de sua mística e empatia. Coisa fundamental para ser um bom artista. O isso ele e de sombra!

Vejo sua carreira solo como tipo um menestrel com um recado urbano, que propositadamente parece simples mas é dotado de uma mensagem FORTE. E nisso tudo, uma espécie de mistura liquidificada de Iggy Pop, Nick Cave, Neil Young e Belchior, resultando disso tudo um sumo gaúcho-tupiniquim, de ótima cepa.

Quem foi, foi. Quem viu, viu. Eu particularmente gostei mais do show anterior dele aqui, que foi no final do ano passado, apesar de ter tocados logo de cara novas composições na abertura do show. Acho que o público esteve muito comportado dessa vez – aliás, mesmo que seja apenas ele sozinho no palco com suas composições cheias de romantismo e sua guitarra, não deixa de ser uma “festa punk”.

Nota bacanuda da noite! Sim, para a próxima vez já está marcado, vou fazer uma participação de leve tocando baixo junto com ele em algumas músicas. E também fiquei emocionado quando lá pelas tantas ele ao microfone cita meu nome e me oferece uma música. Mazáh! Eternamente grato por isso.

E sim, no final teve toda aquela resenha de primos e uma bela troca de ideias, bem mais longa do que nas vezes anteriores, tanto que ficamos de prosa até o bar fechar suas portas. Valeu. Keep on rock.

Abaixo algumas fotos de show de ontem. Poucas, afinal não vivo a ditadura do celular e das selfies, o lance ontem era curtir o momento.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Tocando com os Acústicos & Valvulados na FECEVA

Ontem na FECEVA (Festival da Cerveja de Venâncio Aires), além de muita cerveja artesanal é claro, teve também show com várias bandas: Stereo Guidis, Automóvel Verde, Mastodonte, Maquinados, Tenente Cascavel e Acústicos & Valvulados.
Lá pelas tantas, os amigos Rafael Malenotti e Móica (Acústicos & Valvulados) me convidam para tocar uma música com eles – “Born to be Wild”. Pelo jeito uma menção ao rolê de moto com o Móica e o Pretto, na tarde (fotos em um outro post). Música emblemática para o universo rock + motocicletas.

Sim, bem nessa mesmo, meio que de improviso, ali e na hora e com toda aquela cerveja na cabeça….rsrssrsr.Mas para o rock’n roll não tem arrego, o cara sempre tem de estar pronto! Vamu-qui-vamu.

Hoje recebi no meu celular várias imgs e vídeos de amigos do ocorrido ontem. Pelo jeito agradou (rsrsrsrs). Eu não tinha a menor noção de como tinha sido. E o que já era bom – me refiro ao momento, a vibe, a chance de tocar ao vivo com banda Acústicos e Valvulados, agora além de ficar guardado em minha memória, também tem fotos e vídeo….rsrsrsr

Valeu rapaziada!
Valeu Rafael, Móica & Cia.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Zakk Sabbath – Porto Alegre (Opinião – 15/11)

Em plena noite de feriado de 15 de Novembro, dia da Proclamação da República no Brasil, me junto ao amigo Montini em uma peregrinação rock’n roll ao show do Zakk Wylde no opinião, em Porto Alegre (RS). Dessa vez a empreitada tem uma jogada diferente, o Zacarias Selvagem criou num projeto chamado ZAKK SABBATH, que como o próprio nome já sugere, o “bardo” toca somente covers ou versões (como queiram), de músicas da banda Black Sabbath – mas especificamente, músicas dos primeiros álbuns da banda, da fase do Ozzy Osborne.

Em tempo, os álbuns “Pride & Glory” e “The Book of Shadows” estão provavelmente entre o meu top 10 dos álbuns que mais escutei em minha vida, daí a importância de sempre que possível assistir ao vivo ao mestre Zakk quando em Porto Alegre. Essa já foi a terceira vez (perdi uma delas).

A banda conta com o guitarrista e vocalista Zakk Wylde (Ozzy Osbourne, Black Label Society), o baixista Blasko (Ozzy Osbourne, ex-Rob Zombie) e o baterista Joey Castillo (ex- Danzig e Queens Of The Stone Age).

O show começou no horário previsto, para dizer bem a verdade, a alguns poucos minutos após a hora marcada. Bingo! Gosto disso. Isso se costumar chamar de profissionalismo. Não é normal por aqui.

Sem muita conversa o trio chega ao palco e já sai detonando, indo direto ao ponto. A banda mandou-bala em uma série de hits certeiros, não tem como errar tocar Black Sabbath para uma galera ensandecida por música pesada, como a de ontem. Tudo numa boa, banda afiada, gosto muito do Blasko no baixo, acho ele bem melhor do que o DeServio (atual baixista da banda do Zakk Wylde, o Black Label Society) e o mesmo vale para o baterista Joey Castillo, esse é muito phoda!

Não teve trégua, o show uma foi paulada após a outra, galera empolgada, noite agradável, clima bacana no Opinião (nada de treta), sem dúvida uma grande apresentação. Curti que o Zakk não tantos solos “fritados” como ele costuma fazer no B.L.S. – Tá, fez sim, mas em momentos específicos, tipo quando desceu do palco e foi para a galera e não tanto nos solos das próprias músicas by Tony Iommi).

Grande noite, grande show.
Valeu cada níquel.

*Set-list do show de ontem em Porto Alegre (Bar Opinião)

Black Sabbath
Supernaut
Snowblind
A National Acrobat
Embryo
Children of the Grave
Lord of This World
Orchid
Under the Sun/Every Day Comes and Goes
Wicked World
Fairies Wear Boots
Into the Void
Hand of Doom
(Black Sabbath cover) (with Zakk Wylde presenting band members)
Behind the Wall of Sleep
N.I.B.
War Pigs
Room of Nightmares – (Black Label Society )

*Fiz algumas fotos do show de ontem com meu celular (é do tempo em que um celular que também fazia fotos, agora as pessoas tem uma máquina fotográfica que também é um celular). Como evidentemente não ficarm muito boas, tive de pedir ajuda para meu chapa Montini, que me enviou umas imgs a mais de close.
Falow então, confira.