Luz solar inativa o coronavírus oito vezes mais rápido que o previsto

Após recentes estudos apontarem que a luz solar pode inativar o Sars-Cov-2, vírus causador da Covid-19, uma equipe de cientistas da Califórnia está pedindo mais pesquisas sobre o assunto. Isso porque notaram que o coronavírus foi inativado até oito vezes mais rápido em experimentos do que o modelo teórico mais recente previa.

“A teoria assume que a inativação funciona fazendo com que o raio UVB atinja o RNA do vírus, danificando-o”, explica Paolo Luzzatto-Fegiz, cientista da Universidade da Califórnia em Santa Bárbara. No entanto, a discrepância sugere que há algo mais acontecendo, e descobrir o que é isso pode ser útil para gerenciar o vírus.

Em julho de 2020, um estudo experimental testou os efeitos da luz ultravioleta UVC no Sars-Cov-2 em uma saliva simulada. Como resultado, o vírus foi inativado quando exposto à luz solar simulada por entre 10 e 20 minutos.

“A luz solar natural pode ser eficaz como desinfetante para materiais não porosos contaminados”, concluíram os pesquisadores na época.

Teoria contestada

Então, Luzzatto-Feigiz e sua equipe compararam esses resultados com uma teoria sobre como a luz do sol conseguiu isso, publicada apenas um mês depois, e viram que a matemática não batia.

“A inativação observada experimentalmente na saliva simulada é oito vezes mais rápida do que seria de se esperar pela teoria”, escreveram. “Então, os cientistas ainda não sabem o que está acontecendo”.

Os pesquisadores suspeitam ser possível que, em vez de afetar o RNA diretamente, o UVA de onda longa pode estar interagindo com as moléculas da saliva simulada de uma forma que acelera a inativação do vírus.

Algo semelhante é visto no tratamento de águas residuais – onde o raio UVA reage com outras substâncias para criar moléculas que danificam vírus presentes na água.

“Nossa análise aponta para a necessidade de experimentos adicionais para testar separadamente os efeitos de comprimentos de onda de luz específicos e composição do meio”, conclui Luzzatto-Fegiz.

Vale lembrar que, com a capacidade do coronavírus permanecer suspenso no ar por muito tempo, o meio mais seguro de não ser contaminado é o distanciamento social e o uso de máscaras.

*Por Fabiana Rolfini

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*Fonte: olhardigital

Tomar sol no quarto, com janela aberta, é suficiente para repor vitamina D

Com recordes diários de mortes por Covid, diversas cidades brasileiras voltaram a aplicar medidas restritivas. A dica de especialistas para este momento é manter a exposição solar: tomar sol no quarto, com a janela aberta ou em uma área aberta do condomínio ou quintal, já irá repor esta vitamina tão importante para o corpo.

Apesar de estar presente em alguns alimentos, de 80% a 90% da produção de vitamina D é obtida a partir da exposição solar, pois os raios ultravioleta ativam sua produção. O médico Arnaldo Lichtenstein, diretor técnico do Serviço de Clínica Geral do Hospital das Clínicas, explica que “10 minutos diários de exposição ao sol são o suficiente para uma pessoa de pele clara, e não do corpo inteiro, só uma parte, como braços ou colo. Não se deve usar o protetor solar ou ter o bloqueio de uma janela de vidro.” Importante ressaltar que quanto mais escura a pele, mais difícil é a produção de vitamina D – por isso o tempo de exposição deve ser maior.

Confira: 5 benefícios de tomar banho de sol.

País solar

A localização geográfica da população também contribui para que as pessoas tenham mais ou menos oportunidades de ativar a produção da vitamina. Os brasileiros são privilegiados, uma vez que moram em um país tropical, onde há sol durante todo o ano, em maior ou menor intensidade.

Lichtenstein explica que “o nível de vitamina D varia conforme a época do ano e onde você está. Quem mora em países da América do Norte ou da Europa do Norte, durante o inverno, não tem exposição solar”. Ele também explica que “repor a vitamina D, simplesmente por repor, não tem grandes implicações médicas. Não vale a pena e o excesso ingerido por complexos vitamínicos é eliminado do corpo”.

*Por Marcia Sousa

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*Fonte: ciclovivo

10 efeitos da falta e excesso de sol na nossa saúde

O sol é a estrela central do nosso Sistema Solar. E todos os outros corpos desse sistema, como por exemplo planetas, planetas anões, asteroides e cometas giram em torno dele. Ele é a estrela mais próxima da Terra e pertence à classe espectral G. Essa estrela é mediana em relação às outras.

Nossa vida só é possível graças à luz que vem do sol. Além de nos manter aquecidos, existem várias vantagens relacionadas com a exposição dos raios solares. Contudo, mesmo nos dando vários benefícios, ficar no sol, por muito tempo sem proteção, pode acarretar problemas.

Mostramos aqui alguns dos efeitos que a falta e o excesso de sol podem causar na vida e saúde.

1 – Vitamina D
A luz solar é a principal fonte dessa vitamina. Quando nossa pele é exposta ao sol, ela produz vitamina D a partir do colesterol. Essa vitamina vinda do sol tem várias funções para o corpo e é essencial para a saúde.

2 – Cálcio e fosfato
A vitamina D também ajuda a regular os níveis de cálcio e fosfato no organismo. Esses nutrientes são extremamente importantes para manter os ossos e os músculos saudáveis.

3 – Humor
Se expor aos raios solares também tem outro ponto positivo que é a melhora do humor. Os raios do sol dão calor e luz, e isso estimula a sensação geral de bem-estar. Além disso, a luz do sol também pode estimular a circulação do sangue e isso aumenta os níveis de energia no corpo.

4 – Ciclo sono-vigília
A exposição ao sol também está relacionada com o momento de síntese de melatonina. Ela é um hormônio que regula esse ciclo sono-vigília. Além dele, a luz do sol também é responsável pela manutenção dos ritmos circadianos normais e robustos.

5 – Prevenir obesidade
O UV presente na luz solar não dá apenas vitamina D ao corpo. Ele também é uma fonte vital de óxido nítrico, que é essencial para o corpo e funciona como uma ferramenta para regular importantes processos fisiológicos. Como por exemplo a circulação sanguínea e o metabolismo.

E uma exposição adequada ao óxido nítrico do sol vai ajudar a manter o metabolismo funcionando sem nenhum problema.

6 – Cegueira da neve
A luz do sol pode acabar induzindo a chamada cegueira da neve ou fotoceratite. Essa é uma condição ocular bem dolorosa, que é causada pela exposição dos olhos, que não foram bem protegidos, aos raios UV. E o reflexo da neve e do gelo aumentam a intensidade desses raios.

7 – Doença cardíaca
Segundo pesquisas, a deficiência de vitamina D nos homens faz com que eles fiquem duas vezes mais propensos a desenvolverem doenças cardíacas.

8 – Não existe bronzeamento saudável
Não importa em que grau, bronzeamento saudável não existe. A pele vai produzindo pigmento de cor escura, a melanina, como uma forma de escudo contra os danos causados pela radiação UV.

Contundo, não existe uma defesa contra os danos UV a longo prazo. Como por exemplo, o câncer de pele.

9 – Câncer de pele
A exposição prolongada ao sol está relacionada a vários problemas de saúde. Mais de 90% dos casos de câncer de pele são causados pela exposição à radiação UV do sol.

10 – Envelhecimento da pele
Ficar muito exposto ao sol também está relacionado com o envelhecimento da pele. Esse processo é chamado de fotoenvelhecimento. Os primeiros sintomas incluem o aparecimento de rugas em volta dos olhos, boca e testa. Além da perda da cor e preenchimento dos lábios.

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*Fonte: vidaemequilibrio

O Sol é o antidepressivo natural mais eficaz contra a tristeza, sabia?

A deficiência de vitamina D é um dos fatores que causam o desequilíbrio na psique da pessoa e entrar em contato com o Sol, nem que seja por alguns minutos por dia, pode ajudar a resolver essa tristeza que você está sentindo.

Falar sobre os extraordinários benefícios da exposição à luz solar para aumentar profundamente a produção de serotonina, uma substância química do cérebro que é um potente potenciador de humor é fundamental. A pesquisa mais notável sobre esse assunto foi conduzida pelo Dr. Gavin Lambert e seus colegas na Austrália. Eles mediram os níveis de serotonina em resposta a diferentes graus exposição ao Sol.

Para fazer isso, eles coletaram amostras de sangue das veias jugulares internas de 101 homens e compararam a concentração de serotonina no sangue com as condições climáticas e as estações do ano. Os resultados foram perceptíveis: homens que foram medidos em um dia muito claro produziram oito vezes mais serotonina do que aqueles que foram medidos em um dia nublado e cinzento. Eles também observaram que o efeito da luz emitida pelo Sol era imediato. Os níveis de serotonina também foram sete vezes mais altos no verão do que no inverno.

Mas e os medicamentos?

Os medicamentos antidepressivos mais populares também funcionam mantendo os níveis de serotonina altos, mas existem efeitos colaterais alarmantes. A Food and Drug Administration (FDA) indica que medicamentos antidepressivos conhecidos como inibidores seletivos da recaptação da serotonina (ISRSs) podem aumentar a depressão em alguns casos e causar até pensamentos suicidas. Algumas das marcas envolvidas nesses péssimos efeitos colataterais são Paxil, Lexapro, Prozac, Effexor, Zoloft, Wellbutrin, Luvox, Celexa e Serzone, apesar da FDA listar 34 medicamentos, ela também produziu uma lista de vários avisos e informações adicionais sobre esses mesmos medicamentos:

– Os antidepressivos aumentam o risco de pensamentos e comportamentos suicidas em crianças e adolescentes com TDM (transtorno depressivo maior) e outros transtornos psiquiátricos.

– Qualquer pessoa que considere o uso de um antidepressivo em uma criança ou adolescente para qualquer uso clínico deve equilibrar o risco de aumento do suicídio com a necessidade clínica.

– Os pacientes que iniciam o tratamento para detectar piora clínica, suicídio ou alterações incomuns no comportamento devem ser observados de perto.

– As famílias devem ser aconselhadas a observar atentamente o paciente e entrar em contato com o médico ao notar qualquer sinal de mudança.

Como o Sol influencia?

A falta de exposição ao sol em alguns países nórdicos é uma das principais causas de depressão da sua população, na medida em que durante vários invernos são prescritas doses de três meses de vitamina D para combater os efeitos físicos causados ​​pela ausência do Sol.

A deficiência de vitamina D também apresenta sintomas que podem incluir dores musculares ósseas, comprometimento cognitivo em idosos, um risco de asma grave em crianças e infecções respiratórias e estomacais debilitantes.

Só posso obter vitamina D com o Sol?

A deficiência de vitamina D não pode ser combatida com os alimentos, pois eles não contribuem com as quantidades necessárias para equilibrar nosso sistema. Portanto, ele só pode ser tratado com a ingestão em sua versão sintética. A vitamina D é muito difícil de obter através dos alimentos, pois é encontrada apenas em peixes gordurosos, alguns fungos e na soja orgânica. No entanto, a maneira mais eficaz é, sem dúvida, através de ficar em exposição ao Sol, uma vez que é produzido fotoquimicamente na pele a partir do 7-desidrocolesterol.

Alguns dos benefícios do Sol contra a depressão.

A exposição de todo o corpo ao Sol por meia hora pode nos ajudar a produzir entre 10.000 e 20.000 unidades de vitamina D, devido a uma reação com raios ultravioleta.

A melhor maneira de obter os benefícios do Sol, além de combater a depressão, é sair para o parque, fazer pequenas caminhadas, ler ou realizar qualquer tipo de atividade que permita receber os raios do Sol por um tempo e, assim, evitar uma deficiência de vitamina D. Além desse tipo de atividades, isso também ajuda você a se distrair de pensamentos tristes enquanto recebe uma dose de felicidade solar.

Portanto, sempre que puder, fique exposto ao Sol. Claro, não importa a temperatura, use filtro solar.

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*Fonte: asomadetodosafetos

Sol pode estar acordando após emitir a luz mais forte já detectada

Sol pode estar despertando após emitir a maior luz já detectada. Fenômeno foi registrado na última sexta-feira (29) pela sonda Solar Synamics Observatory (SDO) da Nasa

Na última sexta-feira (29), o Sol emitiu a luz mais forte desde outubro de 2017, resultado de uma erupção solar detectada pela sonda Solar Synamics Observatory (SDO) da Nasa.

Essas explosões de radiação se originam nas manchas solares, regiões escuras e relativamente frias na superfície da estrela, que pode finalmente estar despertando.

As explosões são classificadas em três categorias: C, M e X, com cada uma sendo 10 vezes mais poderosa que a anterior. A que aconteceu na última semana se enquadra na classe M.

Como não era voltada para a Terra, não há chance da formação de auroras sobrecarregadas. Apesar disso, pode ser um sinal de que o Sol está entrando na fase mais ativa de seu ciclo de 11 anos.

Atualmente no Ciclo Solar 24, os cientistas atribuem o início de um novo ciclo ao chamado “mínimo solar”, momento em que a estrela possui menos manchas e atividade.

“No entanto, são necessários pelo menos seis meses de observações e contagem de manchas solares para saber quando isso ocorre”, escreveram os oficiais da Nasa.

“Como esse momento é definido pelo menor número de manchas solares em um ciclo, os cientistas precisam ver os números aumentarem consistentemente antes de que possam determinar quando exatamente aconteceu”, acrescentaram os pesquisadores.

Portanto, apenas após mais observações que se saberá se o Sol realmente está no Ciclo Solar 25. Até lá, porém, só resta observar.

*Por Davson Filipe

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*Fonte: realidadesimulada

Não, o Sol não é responsável pelo aquecimento global

O gráfico abaixo compara as mudanças globais de temperatura da superfície (linha vermelha) e a energia do Sol recebida pela Terra (linha amarela) em watts (unidades de energia) por metro quadrado desde 1880.

As linhas mais claras / mais finas mostram os níveis anuais enquanto as mais pesadas / linhas mais grossas mostram as tendências médias de 11 anos. As médias de onze anos são usadas para reduzir o ruído natural de um ano para outro nos dados, tornando as tendências subjacentes mais óbvias.

A quantidade de energia solar recebida pela Terra seguiu o ciclo natural de 11 anos de pequenos altos e baixos do Sol, sem aumento líquido desde os anos 50. Durante o mesmo período, a temperatura global aumentou acentuadamente. Portanto, é extremamente improvável que o Sol tenha causado a tendência de aquecimento global observada nos últimos meio século.

O Sol pode influenciar o clima da Terra, mas não é responsável pela tendência de aquecimento que vimos nas últimas décadas. O Sol é um doador da vida; ajuda a manter o planeta quente o suficiente para sobrevivermos. Sabemos que mudanças sutis na órbita da Terra ao redor do Sol são responsáveis pelas idas e vindas das eras glaciais. Mas o aquecimento que vimos nas últimas décadas é rápido demais para ser associado a mudanças na órbita da Terra e grande demais para ser causado pela atividade solar.

Uma demonstração que nos diz que o Sol não está causando o aquecimento global vem da observação da quantidade de energia do Sol que atinge o topo da atmosfera. Desde 1978, os cientistas monitoram isso usando sensores em satélites e o que eles nos dizem é que não houve tendência de aumento na quantidade de energia do Sol que chega à Terra.

Uma segunda demonstração é que, se o Sol fosse responsável pelo aquecimento global, esperaríamos ver aquecimento em todas as camadas da atmosfera, desde a superfície até a atmosfera superior (estratosfera). Mas o que realmente vemos é o aquecimento na superfície e o resfriamento na estratosfera. Isso é consistente com o aquecimento causado por um acúmulo de gases que retêm o calor perto da superfície da Terra, e não pelo sol ficando “mais quente”.

 

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*Fonte: socientifica

Inteligência Artificial descobriu por si mesma que a Terra orbita o Sol

Assim como aconteceu com os astrônomos da antiguidade, que percorreram um longo caminho dedutivo até compreender que a Terra girava em torno do Sol, e não que tudo girava em torno dela, uma inteligência artificial também chegou a essa conclusão.

Da mesma forma que ocorreu com os humanos, essa tecnologia se baseou na observação do movimento retrógrado de Marte para concluir que o mundo se move em elipse.

Segundo um artigo da revista acadêmica Physical Review Letters, a inteligência artificial conseguiu verificar que a Terra gira em torno do Sol, partindo de uma informação fornecida pelos programadores, que a ensinaram como se movem Marte e o Sol no firmamento terrestre.

Para isso, a equipe do físico Renato Renner, do Instituto Federal Suíço de Tecnologia (ETH), projetou um algoritmo capaz de destilar grandes conjuntos de dados em algumas fórmulas básicas, imitando a maneira como os físicos apresentam suas fórmulas.

Assim, eles projetaram um novo tipo de rede neural inspirado na estrutura do cérebro. Durante séculos, astrônomos pensavam que a Terra estava no centro do Universo e explicavam o movimento de Marte sugerindo que os planetas se movessem em pequenos círculos na esfera celeste.

Mas, nos anos 1500, Nicolau Copérnico descobriu que os movimentos poderiam ser previstos com um sistema mais simples se a Terra e os planetas estivessem orbitando o Sol.

Usando os dados fornecidos por seus criadores, a inteligência artificial foi capaz de desenvolver fórmulas ao estilo de Copérnico e redescobriu por conta própria a trajetória de Marte.

Essa conquista irá ajudar os pesquisadores a criar um sistema capaz de individualizar padrões dentro de gigantescas quantidades de dados aleatórios.

A partir dessa iniciativa, Renner e sua equipe pretendem desenvolver tecnologias de machine learning (aprendizagem de máquina) que possam ajudar os físicos a resolver aparentes contradições na mecânica quântica.

*Por Davison Filipe

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*Fonte: realidadesimulada

1ª telha solar fotovoltaica do país será lançada pela Eternit

A Eternit – companhia especializada no fornecimento de produtos do setor de construção civil – apresenta a primeira telha solar fotovoltaica com tecnologia desenvolvida no Brasil e aprovada pelo Inmetro, que capta energia solar para a produção de energia elétrica. A novidade, chamada de Eternit Solar, será revelada pela primeira vez ao público durante a Intersolar South América, a maior feira da América Latina voltada à área de energia solar, realizada entre 27 e 29 de agosto, no Expo Center Norte, em São Paulo.

A empresa investiu em sua área interna de inovação para projetar e desenvolver o modelo inédito no país. A marca Eternit Solar também dará nome à empresa que está sendo aberta pelo Grupo Eternit para produzir e futuramente comercializar as linhas fotovoltaicas.

“Estamos desenvolvendo o processo industrial para fabricação em larga escala desta que é a primeira geração de telhas fotovoltaicas a passar nos testes de certificação do Inmetro, o que representa um momento importante para a companhia. Trabalhamos nesse projeto ao longo de um ano e agora estamos apresentando ao mercado de construção civil o primeiro modelo aprovado feito em concreto, com várias opções de cores e de acabamentos, e células fotovoltaicas integradas no material. Temos também outra linha, essa em fase final de desenvolvimento para futura homologação, utilizando telhas de fibrocimento. Em breve, os produtos estarão disponíveis para os consumidores”, afirma Luís Augusto Barbosa, presidente do Grupo Eternit.

O responsável pela área de Desenvolvimento de Novos Negócios, Luiz Antonio Lopes, explica que as células e os inversores já são componentes disponíveis no mercado e que o ineditismo do produto é a aplicação do conjunto de células fotovoltaicas de silício diretamente no cimento, o que exigiu diversos testes e pesquisas.

“O que existe hoje em larga escala são placas fotovoltaicas cujos modelos precisam ser instalados em cima dos telhados. A nova telha fotovoltaica tem enorme potencial para se tornar um dos grandes negócios do Grupo Eternit por ser um produto disruptivo, de alto valor agregado, de fácil instalação, seguro e mais barato do que as soluções atuais. Além disso, capaz de gerar a energia elétrica necessária para residências e outros locais comerciais e industriais de maneira competitiva em performance e eficiência, a partir de um modelo esteticamente avançado”, diz.

Economia na instalação e na conta de luz

Cada telha da Eternit Solar produz 9,16 watts e tem dimensão de 365 x 475 mm. A capacidade de produção média mensal de uma única telha é de 1,15 Kilowatts hora por mês (kwh/mês). Segundo o diretor Comercial do Grupo Eternit, Rodrigo Inácio, a estimativa é que essa tecnologia seja vantajosa para o consumidor ao permitir entre 10% e 20% de economia no valor total da compra e da instalação das telhas fotovoltaicas, em relação aos painéis solares montados em cima de telhados comuns. O retorno sobre o investimento ocorre dentro de um período relativamente curto, de 3 a 5 anos, dependendo do sistema.

De acordo com a Eternit, o número de telhas fotovoltaicas necessário para uma residência vai depender da quantidade de energia que se deseja produzir, da localização do imóvel, inclinação e orientação com relação ao sol, entre outros fatores. Uma residência pequena pode ter em torno de 100 a 150 telhas fotovoltaicas de concreto. Casas de médio e alto padrão, de 300 a 600 unidades ou mais. O restante do telhado é feito com telhas comuns, complementadas com acabamentos como cumeeiras, laterais, espigão do mesmo modelo, com mesmo material e encaixes perfeitos, garantindo a melhor estética do telhado.

Outra vantagem, segundo Luís Augusto Barbosa, presidente do Grupo Eternit, é para o consumidor que já possui o telhado com o produto Eternit. A telha solar será intercambiável com a telha tradicional da marca, podendo ser substituída nos pontos necessários sem precisar mudar a estrutura inteira da cobertura. “Feito isso, a ligação elétrica e a conexão com a rede de transmissão seguem os mesmos padrões e exigências dos sistemas tradicionais de placas fotovoltaicas”,

Intersolar

A Eternit Solar pode ser conhecida no estande J155 da feira Intersolar South América. Os modelos em concreto têm duas opções de acabamento e cinco cores: cinza grafite, cinza pérola, marfim palha, bege colonial e vermelha. O primeiro modelo em fibrocimento também é apresentado no evento.

Nesta semana também anunciamos a primeira telha hidropônica do mundo que foi desenvolvida por um agrônomo brasileiro, parece que teremos novas opções nacionais de coberturas cada vez mais eficientes.

*Por Mayra Rosa

 

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*Fonte: ciclovivo

Egito inaugura o maior parque solar do mundo

O Egito está aproveitando seus recursos naturais para gerar energia através de seu potencial de energia renovável. Com a nova usina solar Benban, ela gerará uma redução nas emissões de carbono no país em quase dois milhões de toneladas.

A maior usina solar do planeta está agora em Benban, no deserto do Saara Oriental. O nome vem de uma cidade perto do Rio Nilo. Esta gigantesca usina começou a operar em dezembro de 2017 e estima-se que ela gera 90% da energia produzida pela reserva de Assuã. Graças a isso, o Egito terá fontes de energia renovável de 25% até 2022.

A planta Benban consiste em 40 projetos separados. Todos serão conectados à rede de alta tensão no Egito, para isso foi criado quatro novas sub-estações. Estas quatro subestações também serão conectadas a uma linha existente de 220 Kv.

O principal objetivo da nova estação é gerar entre 1,5 e 2,0 GW de energia solar no início do ano 2020.

Essa megaestrutura foi construída em uma área com um grande número de pessoas que estão desempregadas. Para sua construção, foram solicitados os serviços de mais de 10.000 pessoas. Quando esse projeto atingir seu desempenho máximo, estima-se que gere cerca de 4.000 empregos diretos para as pessoas da área.

Deve-se notar que as condições climáticas da área foram fundamentais para optar por esta localização, que muitos descrevem como a melhor do planeta Terra.

A temperatura em Benban supera facilmente os 50ºC. Por outro lado, tiveram que instalar componentes para proteger a estrutura e as horas de trabalho tinham que ser nas horas mais frias do dia por proteção.

Com a central Benban, o Egito espera eliminar dois milhões de toneladas de emissões de gases por ano, devido ao seu gigantesco potencial solar.

*Por Ademislon Ramos

 

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*Fonte: engenhariae

Primeiro trem solar da América Latina vai conectar Argentina a Cusco

Em fevereiro de 2018 começaram as instalações de vias que vão receber o primeiro trem solar turístico da América Latina. Chamado de “Tren de la Quebrada”, o veículo sairá da província de Jujuy, na Argentina, uma região famosa pela montanha colorida “Cerro de los 7 Colores”. Este é segundo trem solar que se tem notícia. O primeiro deles foi inaugurado na Austrália, veja aqui.

A primeira parte da construção está prevista para ser concluída em agosto de 2019. Ela unirá a localidade de Volcán com Purmamarca e Maimará, em uma rota de 20 quilômetros pelo norte argentino. O passo seguinte seria chegar à Bolívia e, posteriormente, em Cusco. O destino final será o histórico Machu Picchu.

A primeira ferrovia solar da região inicialmente terá dimensões reduzidas, sendo para um vagão com capacidade aproximada de 240 passageiros. Por ser um trem turístico, ele desenvolverá uma velocidade de apenas 30 quilômetros por hora.

Para o seu funcionamento, painéis fotovoltaicos serão acoplados nos telhados. A propulsão será realizada através de energia solar e diesel hidráulico. O desenvolvimento da tecnologia envolveu especialistas internacionais que participaram da construção do trem solar de Byron Bay, na Austrália.
Modelo de trem solar da Austrália. Foto: Byron Bay Train

“Este é um grande desafio, porque estamos desenvolvendo uma nova tecnologia para o transporte ferroviário do futuro”, afirma o engenheiro Pablo Rodríguez Messina. Segundo ele, “o trem solar seguirá a ferrovia Belgrano Cargas, que foi desativada há 25 anos na Trilha Inca e que foi a primeira rota comercial na América do Sul”.

 

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*Fonte: ciclovivo

O Sol pode acabar com toda a tecnologia criada pelos humanos a qualquer momento

Enquanto você lê este artigo o Sol está se agitando em intensas erupções capazes de eliminar toda a tecnologia de nosso planeta – a qual somos tão dependentes. Tal afirmação foi feita por um estudo publicado recentemente na revista Scientific Reports. E os cientistas descobriram que essas explosões são ainda mais difíceis de prever do que se pensava antes. Com informações da Science Alert.

“Até agora, assumiu-se que as ejeções de massa coronal movem-se como bolhas através do espaço e respondem às forças como objetos únicos“, disse o principal autor do estudo, Mathew Owens, da Universidade de Reading. “Nós descobrimos que elas são mais como uma nuvem de poeira expansiva, ou espirros, constituídos por porções individuais de plasma, todos realizando suas próprias ações“.

Ao descobrir que as erupções são fortemente influenciadas pelos ventos solares, os pesquisadores foram forçados a reconstruir suas previsões meteorológicas espaciais.

Viajando através do Sistema Solar a uma impressionante velocidade de 2.000 km por minuto, as ejeções de massa coronal são explosões poderosas de fluxo magnético e gás carregado que entra em erupção por meio de pontos ativos na superfície do Sol. Elas são capazes de atingir a Terra dentro de um a três dias, podendo ocorrer entre poucas horas quando a atividade solar atinge seu pico. Elas são consideradas uma força motriz do clima espacial extremo, provocando tempestades geomagnéticas que podem “fritar” qualquer rede elétrica e de comunicação, além de expor os astronautas a perigosos níveis de radiação.

Sendo isto suficientemente assustador, um estudo anterior feito pela mesma equipe prevê que uma queda na atividade magnética do Sol tornará a Terra ainda mais vulnerável a estes eventos solares violentos.

Logo, e tendo isso em mente, é necessário que estejamos preparados para sobreviver a este tipo de interrupção. Mas, mesmo que as ejeções de massa coronal comecem a ocorrer com maior frequência, os cientistas ainda não são capazes de prever quando as mais supersônicas atingirão a atmosfera da Terra. E considerando que julgávamos entender como estas coisas funcionam, o estudo provou exatamente o contrário.

Ao rastrear as ejeções de massa coronal, os cientistas assumiram a existência de uma estrutura organizada, semelhante a uma bolha. No entanto, ao olhar mais de perto como se movem pelo espaço, os pesquisadores descobriram que estas ejeções se expandem e se tornam cada vez mais caóticas à medida que se aproximam da Terra.

A equipe examinou de forma detalhada a maneira como essas ejeções de massa coronal viajam pelo espaço e interagem com o vento solar. Ao examinar uma determinada seção transversal de uma delas, os pesquisadores descobriram que as parcelas de plasma se expandem mais rapidamente do que a velocidade das informações dentro da estrutura.

Isso significa que apenas parte das ejeções é afetada pelas forças externas com as quais interage, e não um todo. Logo, o enfraquecimento dessas forças magnéticas em expansão resulta em uma estrutura desorganizada, que ocorre de forma semelhante a um espirro, e não bolhas. Além disso, essas erupções estão mais intimamente ligadas ao vento solar, o que as torna mais difíceis de serem rastreadas.

“Portanto, se queremos nos proteger das erupções solares, precisamos entender mais sobre os ventos solares”, concluiu Owens.

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*Fonte: jornalciência

Bombeiros recomendam FORTEMENTE que você NÃO deixe alguma garrafa de água no carro

Você alguma vez colocou uma garrafa de água no carro em um dia de calor? Essa prática parece inofensiva, mas pode ser fatal, principalmente se deixarmos esse objeto muito tempo dentro do veículo quente.

Deixar uma garrafa de água no carro por um tempo pode ser fatal, principalmente se ela estiver pela metade. Esses objetos podem causar incêndios, e um homem chamado Dioni Amuchastegu é a prova disso. Ele deixou uma garrafa em seu automóvel, e viu seu assento ficar queimado.

“Eu almocei cedo, e me sentei no caminhão quando, por acaso, olhei pelo canto de meu olho e percebi que havia fumaça lá dentro. Me virei e vi como os raios do sol projetados na garrafa e a pegar fogo”, conta Dioni. Esse acontecimento é fácil de explicar.

Quando a luz do sol atravessa a garrafa, a água age como uma lupa e acentua o calor. Ela concentra toda a energia do sol em um ponto, e ele pode se tornar tão quente que provoca um incêndio. “Nós testámos novamente e medimos a temperatura. Não me lembro exatamente quantos graus faziam, mas tínhamos um termômetro e ele estava quente. Ou seja, estava quente o suficiente para queimar e fazer buracos no assento. Algo que você não podia imaginar”, continua o homem.

Todos sabemos que é muito importante beber água se estiver um dia de calor. Por isso se você tiver garrafas de água no carro, coloque ele à sombra. Ou então já sabe, leve a garrafa consigo para que não aconteçam acidentes. Veja a experiência de Dioni, onde podemos ver esse objeto causando um pequeno fogo no assento.

Nasa lança sonda que vai ‘tocar o Sol’ e deve marcar a história da ciência

A missão da Nasa, a agência espacial americana, em direção ao sol finalmente foi iniciada na madrugada deste domingo, depois de ser adiada três vezes.

O objetivo da sonda que decolou sem imprevistos nesta madrugada é inédito: a nave Parker Solar Probe (PSP) será o primeiro objeto construído por um humano a “tocar” o Sol.

O “tocar”, aqui e nos cuidadosos comunicados da Nasa, vai sempre entre aspas porque a engenhoca vai, tecnicamente, apenas se aproximar muito da corona solar. Trata-se da parte mais externa da atmosfera do Sol, que começa a 2,1 mil quilômetros da superfície da estrela do Sistema Solar – e não tem um limite preciso. A corona é aquela aura, composta de plasma e com temperatura que chega a 2 milhões de graus Celsius, que a gente consegue ver quando há um eclipse.

“Chegará mais perto do Sol do que qualquer outra missão anterior”, diz o astrofísico Adam Szabo, um dos cientistas que integram a missão, em conversa com a BBC News Brasil. De acordo com o cronograma da agência espacial americana, daqui a sete anos, a PSP estará no ponto mais próximo da estrela já alcançado por uma espaçonave terrestre: 6,3 milhões de quilômetros da superfície solar.

Se o número parece grande, é preciso pensar nas escalas astronômicas. A distância entre a Terra e o Sol, por exemplo, é de 150 milhões de quilômetros. Mercúrio, o planeta mais próximo do Sol, está a 58 milhões de quilômetros do astro. A atual recordista, a nave Helios 2, chegou, em 1976, a 43,5 milhões de quilômetros do Sol.

Para que servirá a missão

A ousada missão espacial, uma das mais complexas de toda a história de seis décadas da Nasa, deve custar cerca de US$ 1,5 bilhão e, esperam os cientistas, ajudar a responder uma série de dúvidas astronômicas.
Direito de imagem Johns Hopkins University Applied Physics Laborator
Image caption A nave Parker Solar Probe (PSP) será o primeiro objeto construído por um ser humano a “tocar” no Sol

Com os dados obtidos pela PSP, os pesquisadores querem conseguir compreender melhor a origem do vento solar – em termos práticos, essa informação pode ajudar a proteger o funcionamento dos nossos satélites artificiais, tão afetados por tais fenômenos. Vento solar é o nome que se dá para o fluxo de partículas com carga elétrica, como prótons, elétrons e íons, que o Sol irradia pelo Sistema Solar.

“Esta será a primeira vez que vamos estudar, de perto, nossa estrela Sol. Entender como funciona a corona e o vento solar vai nos ajudar a proteger nossa civilização, cada vez mais dependente de tecnologia e satélites de comunicação”, contextualiza o físico e engenheiro brasileiro Ivair Gontijo, cientista da Nasa, à BBC News Brasil. “Variações no vento solar podem causar sérios danos a esses satélites.”

“Esperamos com essa missão entender como a corona acelera o vento solar. Quem sabe poderemos no futuro prever quando o vento solar coloca nossos satélites em risco”, completa Gontijo.

Os cientistas também querem entender por que a corona, mesmo mais distante do núcleo solar, é tão mais quente do que a superfície – 2 milhões de graus Celsius, contra uma variação de 3,7 mil a 6,2 mil graus.

A PSP ainda deve trazer avanços à astrofísica. Com uma observação tão próxima do Sol, deseja-se obter dados que ajudem a compreender melhor como as estrelas funcionam.

“De forma mais geral, entendendo o Sol, estaremos também entendendo como funcionam as outras estrelas”, ressalta Gontijo. “Por isso esta missão trará resultados tanto práticos, para protegermos nossos satélites, quanto científicos, na área de astrofísica estelar.”

Objetivamente, conforme enfatiza o astrofísico Szabo, são três as questões que a missão deve responder. “Um: por que a corona é significativamente mais quente do que a superfície do Sol. Dois: por que o vento solar se afasta do sol a velocidades supersônicas. Três: como as partículas energéticas do sol se aceleram à velocidade próxima à da luz”, pontua.

Como funcionará a aproximação do Sol

“A missão Parker Solar vai se aproximar do Sol como nenhuma outra antes e um escudo protetor de quase 12 centímetros de espessura, feito de composto de carbono, vai protegê-la do intenso calor e da radiação presente”, explica o físico brasileiro.

De acordo com informações da Nasa, a nave PSP pesa 612 quilos e mede 3 metros de comprimento por 2,3 metros de largura. O tal escudo térmico mede 1,3 centímetro de espessura e foi feito com um composto de altíssima tecnologia. E, de acordo com o cientista Szabo, o desenvolvimento dessa proteção foi um dos pontos mais difíceis de todo o projeto. A nave será lançada pelo foguete Delta IV Heavy.

O segredo da aproximação solar da PSP está em Vênus. Na realidade, segundo o projeto dos cientistas, é a gravidade do planeta vizinho que irá “arremessar” a nave, que deve desenvolver uma órbita em espiral, aproximando-se cada vez mais do Sol.

Esse primeiro empurrãozinho de Vênus irá ocorrer em 3 de outubro, quando a PSP se aproximar do planeta. Então, no dia 6 de novembro, a nave vai realizar a primeira aproximação do Sol: estará a 24 milhões de quilômetros do astro, ou seja, já terá batido o recorde de artefato humano que mais se acercou do Sol em toda a história.

Essas órbitas vão se tornar recorrentes. E, então, conforme o cronograma desenvolvido pelos cientistas da Nasa, entre dezembro de 2024 e junho de 2025, em suas últimas voltas ao redor do Sol, é que a nave chegará aos pontos de maior aproximação.

E vai bater ainda outro recorde: terá embalado a 700 mil quilômetros por hora e se tornará o objeto mais rápido já fabricado pelo ser humano – para efeitos de comparação, o planeta Terra viaja a 1 milhão de quilômetros por hora.

O nome da nave

A Parker Solar Probe recebeu esse nome em homenagem ao astrofísico americano Eugene Parker, hoje com 91 anos. Ele foi o primeiro cientista a prever a existência do vento solar.

Em 1958, ele apresentou uma teoria mostrando como as altas temperaturas da corona solar acabavam disseminando partículas energéticas, formando o fenômeno, depois comprovado.

*Por Edison Veiga

 

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*Fonte: bbc

Não é a distância entre o Sol e a Terra que nos faz sentir frio ou calor

Se você se lembra das aulas de Ciências na escola, deve ter aprendido que uma mudança mínima na inclinação da Terra pode te deixar tremendo de frio no inverno. Mas por que o fato de estarmos milhares de quilômetros mais próximos do Sol não está nos fazendo derreter de tanto calor? Será que realmente não muda nada na temperatura?

Bom, na verdade, a distância entre nosso planeta e o Sol impacta bem pouca coisa quando o assunto é a temperatura que sentimos, já que o que realmente influencia o calor ou o frio é o ângulo de inclinação do nosso planeta. Não entendeu? Calma, a gente explica.

Se a luz solar atinge o planeta com 90° de inclinação, a Terra recebe os raios da forma mais direta possível, de modo que o calor chega ao Trópico de Capricórnio. A região daquela área então tem luz direta, o que significa que os lugares mais distantes recebem um calor mais fraco.

A nossa distância faria diferença se o Sol aquecesse nosso planeta por meio de convecção, um processo em que é o ar que leva o calor para o alvo – de forma bem parecida, aliás, com o que ocorre no forno da sua casa. Porém, como o espaço é puro vácuo, os raios solares chegam à Terra por ondas eletromagnéticas, que funcionam de forma um pouco diferente. Nesse caso, essas ondas trazem energia que aquece as moléculas no ar e na terra – em vez de já estarem quentes quando chegam e simplesmente transferirem o calor.

Como o Sol está a aproximadamente 149 milhões de quilômetros de distância do nosso planeta, a temperatura da radiação pode mudar, mas mesmo assim não faz diferença alguma para nós. Porém, quanto mais forte a luz solar é, mais energia ela está carregando. Assim, o que importa é a intensidade dos raios solares, não a nossa proximidade ou a distância do Sol. Se fosse assim, imagine como seria difícil suportar os invernos!

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*Fonte: megacurioso

Descubra as principais curiosidades sobre o sol

O sol está presente cotidianamente em nossas vidas e impacta todo ecossistema do nosso planeta: é fundamental para a agricultura, para manter a Terra em uma temperatura habitável e até mesmo para nos fornecer vitaminas.

Sua história é imensa e perpassa todos os povos da humanidade, para muitos na antiguidade chegou até mesmo a ser considerado um deus. Mas mesmo o sol sendo o nosso astro rei, você deve ter muitas dúvidas e curiosidades a serem descobertas, não é mesmo?

Compilamos nesse texto uma série de informações relevantes e interessantes sobre o sol que você gostará de saber. Afinal, mesmo sendo apenas uma das mais de 200 bilhões de estrelas da nossa galáxia, o sol é responsável por dar luz e vida à nós, ao nosso planeta e muitos outros.

1 – Você sabia que pode existir sol à meia noite?

Esse fenômeno é chamado de “sol da meia noite”, e ocorre nas datas próximas ao solstício de verão. Durante o seu ápice, o sol pode ser visualizado durante 24 horas ininterruptas, tanto ao norte no Círculo Polar Ártico quanto ao sul no Círculo Polar Antártico.

Aqui no Hemisfério Sul esse fenômeno não é observado, somente por cientistas e militares fixados em bases na Antártica. Porém, países como Noruega, Finlândia, Suécia e até Estados Unidos, o sol da meia noite pode ser apreciado.

O número de dias do ano com sol de meia-noite é maior, quanto mais próximo se está do polo. Por isso cada país tem uma experiência diferente desse fenômeno. Mas, sim, um dia pode ter 24 horas de sol!

2 – 1543: O ano em que o sol virou protagonista.

Até meados da idade média acreditava-se que a Terra era o centro do universo. Certamente você já ouviu ou leu essa história antes, mas talvez não lembre como que esse pensamento foi descartado para que o sol fosse reconhecido como referência multiplanetária.

O período dessa transformação durou 67 anos. Começou em 1543 quando Nicolau Copérnico fundamentou em seu livro a hipótese de que os astros orbitavam ao redor do sol e não da Terra.

Porém apenas em 1610 que essa tese foi confirmada, dessa vez por Galileu Galilei. Foi então que surgiu o modelo heliocêntrico, irrefutável até os dias de hoje.

3 – E sol a pino, o que é?

O sol a pino é uma expressão popular que descreve uma situação astronômica bastante peculiar: o sol no zênite!

Mas o que é esse tal de zênite? Zênite é uma palavra que vem do árabe e descreve o ponto mais alto do céu, exatamente em cima de nossas cabeças.

Embora utilizemos muito essa expressão, na maioria das vezes ele é utilizada de forma incorreta. Pois não basta apenas o sol estar em um ponto alto ou estar muito calor para ser sol a pino, mas sim estar no ponto mais alto do céu.

O sol só fica a pino nas zonas tropicais em dois dias do ano. Para saber se realmente o sol está a pino basta olhar para as sombras dos objetos. Quando o sol está a pino não há sombra. Ou melhor, ela existe, mas está exatamente abaixo do objeto que a produz.

4 – É verdade que o sol pode produzir energia infinita para o planeta?

O sol é indiscutivelmente a principal fonte de energia da Terra. Seu calor aquece o planeta e promove a formação de padrões climáticos, o aquecimento dos mares, a formação de correntes oceânicas e o movimento da atmosfera.

Sua energia é responsável direta ou indiretamente por todas as formas de vida, como por exemplo mantendo a água no estado líquido e permitindo assim que ocorra a fotossíntese.

Mas, além da fotossíntese, a energia solar pode ser capturada de outras maneiras, para outras finalidades.

A Terra recebe 1 410 W/m² de energia do sol, sendo que disso 19% é absorvido pela atmosfera e 35% refletido pelas nuvens. Esses dados são muito distantes de nossa realidade e fica difícil entender dessa forma como o sol pode ser responsável por toda energia da Terra, não é mesmo?

Então anote essa informação: o sol envia para a Terra 10 mil vezes mais energia que a humanidade consome.

Se fôssemos comparar a capacidade energética do sol com uma usina hidrelétrica, teríamos que ter 10 bilhões de Itaipus para alcançar o potencial de produção da estrela.

Ainda que venha crescendo, o aproveitamento desse enorme potencial ainda é ínfimo. A energia que vem do sol pode ser convertida em energia térmica e elétrica. A energia térmica utiliza coletores solares para aquecimento da água que utilizamos em nossas casas e empresa.

Já a conversão da irradiação solar em energia elétrica pode ser feita através do efeito fotovoltaico, onde módulos convertem a irradiação solar em corrente elétrica, gerando energia elétrica para serem utilizados para alimentar equipamentos elétricos.

Quer saber mais curiosidades sobre o sol?

Sabemos que o assunto é interminável, mas separamos mais uma pequena lista de dados sobre o sol para que você saiba ainda mais informações do nosso astro mais importante. Confira abaixo:

– A luz do Sol demora 8 minutos e 18 segundos para chegar até a Terra.

– Sua temperatura chega a 5.500º C. Calcula-se que em seu centro, o sol tenha uma temperatura de 15 milhões de graus centígrados.

– A distância entre o Sol e a Terra é de 149,45 milhões de quilômetros. Durante o inverno, o Sol fica 4,83 milhões de quilômetros mais perto da Terra.

– As sombras dos objetos são maiores no inverno do que no verão.

– O sol pesa 1 milhão de vezes mais que a Terra e a distância de seu centro para a sua superfície é 109 vezes maior do que a de nosso planeta.

– O sol leva 200 milhões de anos para completar uma volta no movimento de translação que faz em torno da Via Láctea.

– Fica a 30 mil anos-luz do centro de nossa galáxia. Para se ter uma ideia da distância: um ano-luz equivale a 9.460.5000.000.000 de quilômetros. Impossível imaginar!

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*Fonte: incentivesolar

Não tomar sol é tão perigoso quanto fumar, diz estudo

Pessoas que não fumam, mas também não tomam sol têm a mesma expectativa de vida de pessoas que fumam. É o que aponta uma pesquisa publicada na revista científica Journal of Internal Medicine realizada com 30 mil mulheres por cerca de 20 anos.

Este estudo indica que evitar o sol é um fator de risco de morte da mesma magnitude que fumar. Quando comparado a alguém que se expõe mais ao sol, a expectativa de vida de quem não toma muito sol pode diminuir até 2 anos e 1 mês.

Os pesquisadores do Hospital Universitário de Karolinska, na Suécia, responsáveis pelo estudo, notaram que mulheres que tomam mais sol tem menos riscos de problemas cardiovasculares e doenças crônicas como diabetes e esclerose múltipla do que quem evita o sol.

Um ponto interessante do estudo é que os benefícios aumentam conforme a pessoa toma mais sol.

Infelizmente, nem tudo são flores, os pesquisadores afirmam que também houve um aumento na incidência de câncer de pele entre quem se expunha mais ao sol.

“Contudo, o câncer de pele em pessoas que se expunham mais ao sol tinha um prognóstico melhor do que aquelas que tomavam menos sol”, diz o Dr. Pelle Lindqvist, autor do estudo.

Diante de tudo isso, Lindqvist defende que a mulher não deve se expor nem demais e nem de menos ao sol.

“Há tempos sabemos que existem três hábitos que são perigosos para a nossa saúde, são eles: fumar, sedentarismo e estar acima do peso. Agora, com esta pesquisa vimos que existe um quarto: evitar exposição ao sol”, conta Lindqvist.

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*Fonte: minhavida

O Sol dá sinais de que entraremos numa mini era glacial em 2020

Não se assuste, mas é possível que a Terra entre em uma mini era glacial nos próximos anos – a partir de 2020 e pelo menos até 2050. Isso porque a atividade do nosso Sol está diminuindo, parte de seu ciclo natural. Assim como outras estrelas, e outros elementos do cosmo e da natureza, o Sol passa por diversas etapas de atividade. Em alguns períodos, ele está mais ativo. Em outros, mais recolhido.

Essas fases podem ser estimadas a partir das manchas escuras presentes em sua superfície. Recentemente, o Sol ficou totalmente liso, como mostra a imagem acima, o que indica uma queda em sua atividade. Esses períodos tendem a se intensificar nos próximos anos, o que sugere uma diminuição proporcional nas temperaturas da Terra – uma mini era glacial.

Algo semelhante aconteceu pela última vez em 1645. Naquele ano, as baixas temperaturas chegaram a congelar o rio Tâmisa, na Inglaterra.

Paul Dorian, perito em meteorologia, diz que “pela segunda vez neste mês, o Sol ficou completamente liso. Isso é um sinal que a próxima mínima solar está se aproximando e que haverá um aumento no número de dias sem manchas nos próximos anos.”

“Primeiro, a ausência de pontos vai se estender apenas por alguns dias, então esse período vai durar semanas, e finalmente meses. A próxima mínima solar deve acontecer entre 2019 e 2020”, diz Paul.

Apesar de artigos terem desqualificado a associação da pesquisa da professora Valentina Zharkova, focada apenas na incidência de manchas solares, com uma mini era de gelo, a própria autora do estudo se pronunciou, dizendo acreditar que a ligação faça sentido.

Ou seja, invista num bom aquecedor, e considere trabalhar na fabricação de agasalhos nos próximos anos!

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*Fonte: hackpedia

Por que algumas pessoas espirram quando olham para o Sol?

Só 10% da população dá espirros por causa da luz, uma situação que recebe o rótulo premium de expulsão reflexa fótica.

A explicação mais aceita é que, para os portadores desse distúrbio segmentado, ocorre um curto-circuito cerebral: quando o sistema nervoso avisa o nervo ótico para se proteger da luminosidade, também dá um alarme falso para o nervo trigêmeo, responsável pelo espirro, de que o nariz está irritado.

Ou seja: quando privilegiados como você olham direto para uma luz forte, o cérebro manda o olho fechar e o nariz espirrar – um tique nervoso, mas exclusivo.

*Fonte: superinteressante

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