Surfista alemão conquista título do livro Guinness por maior onda já surfada

O Guinness World Records reconheceu o mais novo recorde, emplacado pelo surfista alemão Sebastian Steudtner, de maior onda já surfada. Assim, o atleta do Big Wave Tour recebeu o certificado durante uma cerimônia realizada em Nazaré, em Portugal, de acordo com a imprensa portuguesaA conquista do surfista se refere a uma onda de 26,21 metros que ele pegou no dia 29 de outubro de 2020. Vale destacar que esse foi o quinto recorde já batido na região da praia do Norte. Pela mesma onda, o alemão recebeu o “Oscar” do surf, sendo ele o Red Bull Big Wave Awards 2021, na categoria Maior Onda do Ano.

Brasileiro na lista do Guinness

Antes de Sebastian Steudtner, outros surfistas surfaram as maiores ondas até então, como Garret Mcnamara, em 2011, numa onda de 24 metros. Além dele, o brasileiro Rodrigo Koxa, em 2017, ao surfar uma onda de 24,38 metros e a brasileira Maya Gabriela, a única mulher a ter um recorde reconhecido nessa categoria.

Maya Gabeira já bateu outros recordes do Guinness em duas ocasiões: em 2018, quando surfou uma onda de 20,72 metros, e em 2020, quando se superou, surfando uma onda de 22,4 metros.

Para que o Guinness reconheça o recorde, alguns fatores devem ser considerados, conforme explica o portal português “Desporto”. Entre eles, a qualidade do vídeo enviado para a análise, as condições atmosféricas, ângulos e distância entre a câmera e a onda.

Dessa forma, numa entrevista ao portal “Marca”, publicada no dia 5 de abril, o alemão recordista Steudtner disse que o que torna Nazaré especial para o surf, na sua opinião, é “a consistência das ondas grandes”.

“A quantidade de tempo que você pode passar na água aqui o torna muito especial. Além disso, é o lugar mais desafiador, não é como o Havaí ou qualquer outro lugar do mundo. É cinco vezes mais intenso por causa da força e complexidade das ondas”, explicou.

“Tudo se encaixou naquele dia”, disse Steudtner. “É também o mais rápido que já senti em uma prancha de surf. Eu tinha lágrimas saindo dos meus olhos por causa do vento, meu rosto estava derretendo. Foi louco. Eu não imaginava que isso pudesse acontecer no surf até aquele dia.”

Maya Gabeira

Maya Gabeira Reis nasceu no Rio de Janeiro no dia 10 de abril de 1987, tendo 35 anos atualmente. Ela conquistou seu espaço como big rider e é bastante renomada pelos troféus que conquistou ao redor do mundo.

Assim, a brasileira começou a surfar aos 14 anos, em 2001, ao se matricular numa escolinha de surfe na praia do Arpoador, no Rio de Janeiro. Então, ela começou a competir dois anos depois, aos 17 anos, quando se mudou para o Havaí e conheceu o surf de ondas grandes. Com isso, ela começou a se dedicar ao esporte.

Maya foi vencedora do Billabong XXL Global Big Wave Awards incríveis quatro vezes consecutivas, entre os anos de 2007 e 2010, na categoria de Melhor Performance Feminina. Além disso, no ano de 2008, ela se tornou a primeira mulher a surfar no mar do Alasca.

Em agosto de 2011, na bancada de Teahupoo, no Tahiti, a surfista passou por um episódio aterrorizante ao cair durante uma manobra. Maya foi atingida por uma série de ondas e foi resgatada pela equipe de apoio. Depois disso, a surfista passou a treinar apneia estática na piscina e mergulho livre no mar, chegando a alcançar a marca de quatro minutos debaixo da água.

Então, em 2012, ela venceu pela quinta vez o prêmio Billabong XXL Global Big Wave Awards. Antes de conquistar o recorde de maior onda surfada em 2018, Maya tentou bater seu recorde em 2013, em Nazaré, quando sofreu uma queda.

Dessa forma, a atleta foi resgatada inconsciente por Carlos Burle em um jetski, que a puxou até a areia da Praia do Norte, onde foi reanimada por socorristas. Por sorte, ela apenas quebrou o tornozelo e conquistou o título cinco anos depois.

*Por Maria Luiza Valeriano
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*Fonte: fatosdesconhecidos

Australianos reciclam fibra de carbono para fabricar pranchas

A fibra de carbono é um material versátil, usado na fabricação de diversos produtos, de tecidos a catalisadores. Sua aplicação revolucionou uma série de indústrias, graças à alta resistência e flexibilidade. Podemos encontrar fibra de carbono em parte de automóveis, turbinas de vento e aeronaves.

Infelizmente, toda esta versatilidade não é vista quando o tema é o descarte do produto. É um material difícil de se reaproveitar, não é biodegradável ou simples de reciclar. Na Austrália, 95% da fibra de carbono consumida acaba indo para aterros sanitários – uma média de 45 mil toneladas por ano.

A boa notícia é que um grupo de pesquisadores encontrou um destino muito melhor para o material: o surfe. “Conseguimos produzir uma prancha de carbono a partir de material reciclado e eu acho que vai ser um sucesso”, conta Filip Stojcevski, um dos idealizadores do projeto.

“Todo o material vem de partes usadas de automóveis e aeronaves. Mas, ao invés de ser enviado para o aterro sanitário, este material ganhou uma nova vida e se transformou em pranchas de surfe”.

Filip e Andreas Hendlmeier estudaram engenharia aeronáutica na Deakin University e se uniram ao químico James Randall para fabricar as pranchas em uma garagem em Victoria, na cidade de Jan Juc, famosa pelas ondas e pelo seu surfe.

Os três uniram a paixão pelo surfe com o conhecimento acadêmico e fabricaram as primeiras pranchas do mundo feitas com fibra de carbono reciclada.
Mais velocidade nas ondas

De acordo com Filip, a fibra de carbono é mais leve e resistente que a fibra de vidro, tradicionalmente usada na produção de pranchas. O resultado desta troca são pranchas mais leves, mais fáceis de transportar e mais rápidas quando estão no mar.

Um dos pontos chaves no projeto das pranchas foi garantir que elas não se tornassem muito rígidas ou suscetíveis a pequenas rachaduras por conta da estrutura da fibra de carbono. E, até o momento, os empreendedores tiveram sucesso.

O surfista Luke Rosson testou a prancah e aprovou. Disse que é um equipamento leve que garante mais velocidade nas ondas do que os modelos tradicionais de fibra de vidro. “Demorei um pouco para me adaptar, já que é um pouco diferente das pranchas que eu normalmente uso”, declarou ele.

“Já dá para imaginar que vai ser uma inovação incrível”, diz o surfista.

Outros destinos para a fibra de carbono

Outros pesquisadores estão estudando a possibilidade do uso de fibra de carbono reciclada em peças da indústria automotive ou como elemento na produção de cimento, mas a viabilidade ainda não foi 100% comprovada.

Neste cenário, as pranchas de surfe que reaproveitam o material, se tornam ainda mais atrativas – para os surfistas e para o meio ambiente.

*Por Natasha Olsen

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*Fonte: ciclovivo

5 Lições do Surf para a Vida

Em tudo na vida podemos tirar lições, principalmente da natureza. Quando a parte da natureza que você observa para entender sua vida é o mar… São oceanos de ensinamentos literalmente que chegam até você.

Surfar talvez seja a coisa que eu faça a mas tempo em minha vida, logo era o local onde eu mais poderia experienciar isso, então fiz dessa observação um hábito e em cada sessão de surf ou apenas uma caminhada na praia começaram a surgir sutilezas que sempre me ajudavam no momento que eu estava vivendo.

Algumas lições foram coisas tão sutis que seria impossível descreve-las aqui, outras tão específicas que dariam um post para cada uma delas. Então, para esse post selecionei 5 grandes lições que pude observar, meditar e sentir em cima da prancha.

1 – APROVEITAR O AGORA (Não se pré ocupe)

Foram longos anos sem a maturidade “surf-ciente” para entender isso. Por muito tempo fiquei no outside apenas de corpo, minha mente estava fora d’água devido os problemas que a vida nos traz.

Então se eu tivesse com algo não resolvido, minha mente vagava sobre o que iria fazer depois do surf, qual obrigação ainda tinha para terminar, problemas com a namorada, se alguém viu a vaca que eu levei… Qualquer coisa menos ficar dentro d’água. Foi quando percebi inutilidade da preocupação.

Analisando a palavra “preocupação” você entende o quanto é inútil você ficar pré ocupado. Você literalmente se ocupa com uma coisa que ainda nem aconteceu, ou que talvez nem aconteça.

Não estou falando de não se preparar para as coisas ou se importar com algo ou alguém. Se preparar é agir, é se ocupar trabalhando para aquilo que possa vir acontecer. Se importar é algo mais sutil, é trazer para dentro de si, ou seja, algo ou alguém importante para você é uma coisa ou uma pessoa que você importou para dentro de si.

Quando percebi que eu estava sempre pré ocupado com alguma coisa fora d’água da qual eu não podia resolver dentro dela, eu tinha duas possibilidades.

A primeira era sair do mar e resolver logo isso que estava ocupando minha mente, a segunda era saber que aquele era o momento de surfar e aproveitar a natureza com toda sua beleza e ao sair do mar poderia me dirigir a esse problema. Quase sempre eu escolhia a segunda opção.
qualidade de vida no trabalho e surf

Eu nem dentro nem fora d’água completamente
ANOTE E ESQUEÇA

Então, se você se identificou com esse mesmo problema seja em qualquer área da sua vida, fica uma dica para ajudar com suas preocupações. Mantenha uma agenda ou caderneta com todas as coisas que você precisa fazer ou resolver durante o dia, anote tudo e depois esqueça. Quando terminar o que está fazendo, abra a agenda e vá para o próximo item.

O hábito da agenda ajuda a mudar seu estado mental de ansiedade e lhe focará apenas onde você pode resolver as coisas, que é no presente. Deste modo, logo você estará agindo dessa forma naturalmente e aproveitando muito mais seu surf.

2 – RESPEITAR MEUS LIMITES (A dor é uma aliada)

Você pode saber surfar, mas saber surfar em todas condições é bem difícil. Às vezes entramos no excesso de autoconfiança ou na vaidade de achar que podemos fazer tudo, mas a realidade é bem diferente.

Podemos detonar em ondas até um certo tamanho e achar que estamos preparados para tudo, mas acredite a diferença entre surfar uma onda de 2 metros e uma onda de 4 metros ou mais, não é apenas o tamanho.

Muitas vezes envaidecido por estar surfando com amigos e não querer dar uma de “amarelão” eu me joguei em certas ondas que eu sabia que estavam acima da minha habilidade. Os resultados foram vacas históricas e muitas chegando até risco de morrer.

Eu poderia terminar como Narciso, afogado por minha vaidade. Porém, o que não nos mata nos fortalece, e levar umas vacas da vida às vezes é bom para nos vacinar contra certas atitudes idiotas no futuro.

“Violentar meus instintos e princípios é uma maneira forte e didática de, durante muito tempo, me vacinar contra estas mesmas atitudes no futuro.” – Sidão Tenucci (O surfista peregrino)

Logo logo a dor vai mostrar que estava errado.
A DOR

A sensação de dor em uma vaca seja na onda ou na vida é uma grande aliada, a dor nos mostra nossos limites. Você pode imaginar que uma vida sem dor seria um paraíso, mas não é bem assim. Se nós não sentíssemos dor, morreríamos em poucas horas.

É a dor que te avisa que sua mão está em cima de uma chapa quente e que se você não tirar a mão de lá, poderá perder a mão toda. Da mesma forma a dor de estômago te avisa que você ultrapassou seus limites na quantidade de feijoada.

A dor é apenas uma mensagem que seu corpo e sua vida te dão falando mais ou menos assim: “ Ei, amigo(a)! Para de fazer o que você está fazendo que está dando errado.” Tente levar isso para todos aspectos na sua vida. A dor emocional também é um aviso assim como a dor física. Então, toda vez que você sentir uma dor seja ela de qual origem for, repense suas atitudes para não morrer afogado nelas.

3 – NÃO PUXAR O BICO (O perigo de ser morno)
(Puxar o bico na gíria do surf é remar para a onda e na última hora desistir, na maioria das vezes por medo)

Pode parecer contraditório esse item com o segundo, mas a vida é quase sempre contraditória. Porém, quando eu falo de “não puxar o bico” me refiro a uma atitude não ceder ao medo e não de ser inconsequente e não respeitar seus limites. No fundo todo mundo sabe quando não faz uma coisa por medo ou por saber que não está ao seu alcance fazê-lo.

Quem já surfou ondas mais cavadas sabe que chega um certo momento que é um caminho sem volta, que é melhor arriscar tudo do que puxar o bico da prancha, pois a força da onda é tanta que mesmo tentando voltar ela vai te puxar por cima do lip e a vaca vai ser muito pior.

Tentando dropar aquele buraco você pode conseguir completar o drope ou vacar. De toda forma você sai ganhando experiência de como aquela onda funciona. Sabendo como se posicionar da próxima vez.

“Embora quem tente possa errar, quem não tenta já errou.”

Chega um momento que a pior atitude que você pode tomar é puxar o bico.

Na vida às vezes temos que arriscar tudo e muitas vezes sermos radicais em nossas visões. Muita gente pegou aversão a palavra radical, mas ser radical em suas atitudes nem sempre é ruim. Veja os exemplos de Jesus, Buda, Gandhi… entre outros líderes que foram radicais em seus posicionamentos pacifistas.

Se eles não fossem radicais e batessem o pé afirmando que o amor ao próximo era a saída, em pouco tempo eles seriam desacreditados. Porém, cuidado com o “extremismo” que força os outros a pensar da mesma forma que você pensa.
SE JOGUE

Então, se você quer realizar uma determinada coisa, foque nela e não puxe o bico. Não seja morno(a)! Ser morno é o caminho mais fácil é o caminho que a maioria das pessoas trilham.

Ser morno é a zona de conforto, é aceitar que você não pode superar aquilo que está a sua frente e não batalhar por isso. Ser morno é ser mais um e cair na mesmice das massas em vez acender o potencial único que existe dentro de cada pessoa.

No mundo competitivo de hoje, do marketing e do empreendedorismo muito se fala no “diferencial”. Quer ter um diferencial? Descubra seu potencial único e seja você mesmo, mas para isso é preciso não ser morno, principalmente paras as coisas que realmente importam na vida, que não são as coisas.

“A gente pode morar numa casa mais ou menos, numa rua mais ou menos, numa cidade mais ou menos, e até ter um governo mais ou menos. A gente pode dormir numa cama mais ou menos, comer um feijão mais ou menos, ter um transporte mais ou menos, e até ser obrigado a acreditar mais ou menos no futuro. A gente pode olhar em volta e sentir que tudo está mais ou menos… Tudo bem!

O que a gente não pode mesmo, nunca, de jeito nenhum… é amar mais ou menos, sonhar mais ou menos, ser amigo mais ou menos, namorar mais ou menos, ter fé mais ou menos, e acreditar mais ou menos. Senão a gente corre o risco de se tornar uma pessoa mais ou menos.” – Chico Xavier

4 – TUDO TEM SEU TEMPO

Quem surfa há algum tempo já sabe que tem que esperar a hora da maré que se ajusta melhor ao pico. Não adiantar se preparar todo, passar protetor solar, parafina na prancha… se a hora da maré ainda não bateu. Esse é um conceito básico para quem surfa, mas levando para o vida terminamos não pensando assim.

Podemos ir nos preparando para o momento de surfar e isso sempre é válido, mas precisamos saber que isso não vai mover em nenhum milímetro o ponteiro do relógio. Então, ajustes todas suas coisas antes e esteja sempre atento. Se prepare com cuidado, preste atenção em cada etapa que precisa passar, e viva ela. As únicas coisas que você pode fazer para garantir seu surf dê tudo certo está no agora.

“Se te contentas com os frutos ainda verdes,
toma-os, leva-os, quantos quiseres.
Se o que desejas, no entanto, são os mais saborosos,
maduros, bonitos e suculentos, deverás ter paciência.
Senta-te sem ansiedades.
Acalma-te, ama, perdoa, renuncia, medita e guarda silêncio. Aguarda. Os frutos vão amadurecer.” – Professor Hermógenes

SE AJUSTE COM A NATUREZA

Se você coloca uma semente hoje em um vazo com terra, não adianta olhar para terra a cada hora para ver se a semente brotou. Ela precisa do tempo dela. Assim como o primeiro surfista a chegar na praia, pode ser o primeiro a voltar. Simplesmente por que a maré ainda não está nas condições certas.

Assim como tentar subir na prancha antes da onda chegar, certamente você afundará por não respeitar o ritmo das coisas. Suas expectativas e suas ansiedades não vão ajudar em nada. Pelo contrário, apenas irão atrapalhar o seu momento atual.

Sempre que estiver ansioso(a) pergunte-se “Pra quê?”. De que vai adiantar tanta ansiedade? Até onde sei, isso não vai mudar em nada as condições da maré (vida).

A natureza tem seu tempo, e muito provavelmente é diferente do seu, simplesmente por que você tenta se impor diante dela. Relaxe! Nós não podemos mudar isso, o máximo que podemos fazer é surfar junto com ela.

5- RECONHECER E ACEITAR AS COISAS COMO SÃO (Deixar fluir)

Houve um tempo que alguns amigos ao chegar no pico em que as condições não estavam favoráveis ou até quando o vento maral entrava eles começavam a esbravejar, eu mesmo já fiz muito isso. Logo começa ficar um clima chato, era só errar uma manobra ou vacar que ficavam culpando as condições. Olhando de fora essas atitudes, podemos perceber que isso não faz muito sentido, não?

De ante de uma situação dessas, só existem duas coisas sensatas a se fazer. Você muda o que você não aceita (mudar de pico) ou aceita o que não pode mudar (curte o que tem). Porém, na vida muitas vezes não temos a opção de mudar e o que nos resta é aceitar as coisas como estão.

A aceitação que falo não é um conformismo, é fazer o que se pode fazer e saber que você não tem poder sobre tudo (Ler sobre isso). Então, depois de fazer tudo que pode, relaxe e aproveite o momento.
skate garota equilíbrio

Se sua vida não está dando onda, reconheça isso e abra os olhos para outras formas de surfar nela.

PARE DE RESMUNGAR

Em muitos mosteiros budistas existem placas com o aviso: “Proibido resmungar!”. Esse aviso deixa claro que o resmungar vai quebrar a energia do ambiente, além de não resolver nada. Um ótimo exercício é observar sua fala e seu próprio pensamento.

Pergunte se esse pensamento vai ajudar de alguma forma, se não vai, é apenas um resmungo ou uma fofoca. Esse tipo de hábito vai te ajudar a treinar sua mente, te deixando uma pessoa muito mais positiva, agradável e produtiva, já que com o tempo aprenderá a não perde tempo com pensamentos e conversas que não vão ajudar em nada.

Depois de silenciar mais a mente e aceitar as coisas da forma que elas se apresentam, você aprende a dar valor aos detalhes das coisas que está vivendo e assim realmente você aprende, seja no momento bom ou ruim. Posso dizer por experiência própria, nos momentos ruins é que aprendemos as coisas mais valiosas.

São em condições de mar ruins que você aprende a ter um melhor equilíbrio devido o maior balançado do mar, aprende a extrair o máximo da onda e aprende a se livrar de vários perrengues que só uma condição tenebrosa te traz.

Porém, para isso é preciso estar atento e trabalhar com o que tem, pois logo a maré ruim vai passar. Foi ruim, mas não foi em vão. Afinal quem gosta de arco-íris tem que aprender a gostar da chuva.

Arco-íris surf bem estar

DIVIDINDO PARA MULTIPLICAR

Compartilho essas lições por que me ajudaram e ainda me ajudam muito no meu dia a dia. Espero que você possa também testar na sua vida e sentir se isso lhe serve. Somos pessoas diferentes, mas sempre temos algumas conexões, algo que nos aproxima.

Quem sabe você e eu estamos compartilhando a mesma onda e dividindo essa experiência podemos multiplicar nossos conhecimentos. E aí? tem algo para contar?

Muitas lições ficaram de fora, mas onda é o que não falta nesse portal pra gente compartilhar. Em breve terão mais.

Até logo! 🙂
Boas ondas! Aloha \o/

*Por: Danillo Spindola

 

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*Fonte: alonesurf

Quilha tecnológica permite que surfistas ajudem a coletar dados sobre o mar

A ideia da Smartfin é mapear e registrar alterações causadas pelo aquecimento global.

O aquecimento global tem provocado mudanças nos oceanos, e robôs altamente capacitados ajudam o homem a entender melhor essas alterações. No entanto, o foco do uso dessas máquinas costuma ser em regiões de grande profundidade – até agora a coleta de dados sobre a superfície dos mares e sobre áreas mais próximas à costa não tem sido suficientemente vasta. A Smartfin pretende mudar esse panorama.

Esse é o nome dado a uma quilha tecnológica para pranchas de surfe. Engajado em causas ambientais, o professor de neurologia Andrew Stern criou o conceito da quilha, e colocou-o em prática com ajuda de engenheiros apaixonados pelo esporte. O objeto registra dados como o PH da água, temperatura, salinidade e características das ondas, aspectos que são diretamente influenciados pelas mudanças climáticas. Tudo vai direto para o celular e, depois, é compartilhado com o banco de dados do projeto.

Os norte-americanos da ONG Lost Bird, dirigida por Stern, são responsáveis pela iniciativa, em parceria com o instituto de pesquisas Scripps Institution of Oceanography. A quilha pode ser usada em pranchas comuns, ajudando assim a mapear os efeitos do aquecimento global nas partes dos oceanos que ficam mais perto dos continentes. Para saber mais, acesse o site oficial. O vídeo abaixo (em inglês) mostra o dispositivo em ação:

*Fonte/Texto: RollingStone