7 filmes mais ‘perfeitos’ de Hollywood, segundo Quentin Tarantino [LISTA]

Um dos diretores mais renomados da atualidade, Quentin Tarantino revelou quais são os sete filmes mais perfeitos de Hollywood, segundo a opinião dele. A lista varia de produções de terror a faroeste e ficção científica.

No livro (via NME) Cinema Speculation, lançado em 2022, o cineasta opinou como O Massacre da Serra Elétrica (1974) é um dos únicos filmes “perfeitos” da indústria cinematográfica estadunidense. Em participação no Jimmy Kimmel Live na última quinta, 27, Tarantino foi perguntado sobre essa afirmação.

Apresentador do programa, Jimmy Kimmel pediu ao diretor para citar quaisquer outros filmes ele classificasse como intocáveis. “Bem, não há muitos deles – isso apenas lamenta que a forma de arte cinematográfica seja difícil,” explicou. “Olha, quando você diz filmes perfeitos, você está falando sobre a estética de qualquer pessoa, mas mesmo tentando considerar toda a estética… longas perfeitos meio que cruzam toda a estética em um grau ou outro.”

Além disso, Quentin Tarantino explicou como, embora os sete filmes perfeitos para ele possa não ser a “xícara de chá” de mais ninguém, as pessoas devem aceitar o fato de cada um ter os favoritos: “Não há nada que você possa dizer para derrubar [esta lista].” Veja a lista completa abaixo:

O Massacre da Serra Elétrica (1974)
Tubarão (1975)
O Exorcista (1973)
Noivo Neurótico, Noiva Nervosa (1977)
O Jovem Frankenstein (1974)
De Volta Para o Futuro (1985)
Meu ódio será tua herança (1969)

Quentin Tarantino faz review rara e opina sobre Top Gun 2: ‘Fantástico’
É bastante difícil ver alguma review que Quentin Tarantino faz de filmes atuais. No entanto, o diretor decidiu opinar sobre Top Gun: Maverick (2022), filme estrelado por Tom Cruise e um dos principais lançamentos do ano.

Na última quarta, 3, o cineasta foi ao podcast ReelBlend ao lado de Roger Avary, coautor do filme Pulp Fiction: Tempo de Violência (1994). Tarantino explicou como não fala sobre outros filmes publicamente “porque eu seria forçado a apenas falar coisas positivas, se não eu estaria ‘batendo’ em alguém. Não quero fazer isso.”

“Mas neste caso, eu amo Top Gun: Maverick. Achei fantástico. Eu vi nos cinemas. Isso e Amor, Sublime Amor de [Steven] Spielberg,” continuou. “Ambos proporcionaram um verdadeiro espetáculo cinematográfico, do tipo que eu quase pensei que não veria mais. Foi fantástico.”

Além disso, Quentin Tarantino também falou sobre Joseph Kosinski assumir a direção da franquia – Tony Scott, morto em 2012 após tirar a própria vida, foi o diretor de Top Gun – Ases Indomáveis (1986). Vale lembrar como Scott comandou um dos primeiros roteiros de Tarantino: Amor à Queima-Roupa (1993).

“Houve apenas esse aspecto adorável, adorável porque eu amo tanto o cinema de Tony Scott, e eu amo tanto Tony que é o mais perto que chegaremos de ver mais um filme de Tony Scott,” disse. “[Kosinski] fez um ótimo trabalho. O respeito e o amor de Tony estavam em cada quadro. Foi quase em todas as decisões. Foi conscientemente ali, mas de uma maneira muito legal que foi muito respeitosa.”

……………………………………………………………..
*Fonte: rollingstone

Aposentadoria? Tarantino fala sobre parar de dirigir

Não é de hoje que Quentin Tarantino, 58, fala sobre o desejo de se aposentar em breve. O cineasta, ao longo dos últimos anos, já comentou sobre a ideia de encerrar a carreira após o décimo filme e, em entrevista ao Pure Cinema Podcast, reafirmou o plano de encerrar a carreira enquanto está em boa forma. “Os últimos filmes da maioria dos diretores são péssimos”, comentou.

“Normalmente, os piores filmes dos diretores são os seus últimos. É o caso da maioria dos diretores da Era de Ouro (do cinema norte-americano), que acabaram fazendo seus últimos filmes no final dos anos 1960 e 1970”, analisou. Tarantino também considera que o mesmo ocorreu com cineastas que fizeram parte do momento da Nova Hollywood que fizeram seus últimos filmes no final dos anos 1980 e 1990.

Como exemplo, Tarantino citou ‘Perseguidos por Acaso’ (1989), de Arthur Penn, diretor do clássico ‘Bonnie & Clyde’ (1967). “Não sou um grande fã desse diretor, mas o fato de o último filme de Arthur Penn ser ‘Perseguidos por Acaso’ é uma metáfora sobre o quão miseráveis foram os filmes derradeiros dos cineastas da Nova Hollywood”, observou.

“Talvez eu não devesse fazer outro filme porque ficaria muito feliz em largar o microfone”, disse, acrescentando também que, atualmente, o pensamento de viajar mundo afora para filmar é menos interessante.

“Sinto como se fosse o terceiro ato [da minha vida], um momento para me inclinar um pouco mais para a literatura, o que seria bom como um novo pai, como um novo marido”, disse em entrevista em 2020. “Eu não pegaria minha família e os levaria para a Alemanha ou Sri Lanka, ou onde quer que a próxima história acontecesse”.

Parte desse plano de aposentadoria já está em andamento. A adaptação literária do seu mais recente e nono filme, ‘Era uma vez em… Hollywood’, terá lançamento global no dia 29 de junho. No Brasil, ele sai pela Intrínseca e já está em pré-venda.

Os (quase) dez filmes de Tarantino
Embora diga que quer parar de dirigir no décimo filme da carreira e que não ainda não tem certeza sobre a história, Quentin Tarantino já acumula, em tese, dez filmes. Porém, ele considera os dois ‘Kill Bill’, lançados em 2003 e 2004, como um filme só. E, aliás, um ‘Kill Bill 3’ é uma das possibilidades para fechar a carreira.

A conta passa de dez filmes se consideramos, ainda, ‘Grande Hotel’ (1995), que reúne quatro histórias dirigidas por diferentes cineastas, sendo Tarantino um deles. De todo modo, enquanto ele não escolhe qual será o seu próximo filme, e nem mesmo está decidido se será o último, confira a lista de longas com a assinatura:

‘Cães de Aluguel’ (1992)
‘Pulp Fiction’ (1993)
‘Grande Hotel’ (1995)
‘Jackie Brow’ (1997)
‘Kill Bill – Volume 1’ (2003) e ‘Kill Bill – Volume 2’ (2004)
‘À prova de Morte’ (2007)
‘Bastardos Inglórios’ (2009)
‘Django Livre’ (2012)
‘Os Oito Odiados (2015)
‘Era Uma Vez em… Hollywood’

*Por Breno Pessoa

………………………………………………………………………………………….
*Fonte: olhardigital

Documentário sobre Quentin Tarantino estreia em dezembro

Sem dúvidas, Quentin Tarantino é um dos diretores mais respeitados atualmente. Mesmo com poucos filmes lançados (se compararmos com outros cineastas), o cara tem obras aclamadas pelo público e crítica.

Agora, quem curte o trabalho de Tarantino vai poder conhecer mais de sua vida no documentário “QT8: The First Eight”, que estreia ainda esse ano.

Com duas horas de duração, a produção promete passear pelos 21 anos de carreira do diretor, abordando seu modo de trabalho, sua visão sobre cinema e sua singularidade. Para isso, serão utilizadas entrevistas de vários colegas de profissão e atores que trabalharam com Tarantino.

Christoph Waltz, Michael Madsen, Diane Kruger, Zoë Bell, Bruce Dern, Samuel L. Jackson, Jennifer Jason Leigh, Jamie Foxx, Lucy Liu, Eli Roth, Tim Roth, Kurt Russell e vários outros nomes dão seus depoimentos no documentário.
VEJA: Esculpindo diretores famosos

O nome escolhido para a produção faz referência aos oito filmes feitos pelo diretor até o final das filmagens: Cães de Aluguel (1992), Jackie Brown (1997), Kill Bill (2003 e 2004), À Prova de Morte (2007), Bastardos Inglórios (2009), Django Livre (2012) e Os Oito Odiados (2015).

Com “Era Uma Vez em… Hollywood”, lançado no Brasil em agosto deste ano, o cineasta chega à marca de nove filmes, mas ele não entra na conta do documentário.

“QT8: The First Eight” chega às plataformas de streaming no dia 3 dezembro deste ano.

……………………………………………………………….
Por Álisson Boeira
*Fonte: revistak7

Um tanto atarantado

Estou há um bom tempo na espreita pelos balcões de locadoras de vídeo atrás do filme “Inglorious Basterds”, do Tarantino. Não consegui assistir no cinema, então tive de me resignar e esperar. Antes tarde do que nunca. Finalmente consegui assisti-lo nesse final de semana. Show! Aliás, via de regra eu gosto bastante dos filmes do Tarantino e sua visão não convencional dos fatos. Esse, prá variar não fugiu a regra, sagacidade germânica em profusão, roteiro bala, diversas situações inesperadas, personagens interessantes em aparições relâmpago, tramas bem tramadas (ai…. agora me puxei nessa – tsk…tsk..tsk ), onde até Hitler morre de um modo que então eu desconhecia. Ôps! Contei. Tá, agora já foi. Mas o que mais me chama a atenção e que sempre acontece em seus filmes aquele momento “diálogo malucrazy”, onde um de seus personagens defende/explica alguma teoria fora do padrão em meio a uma conversa. E convenhamos, tal teoria sempre parece fazer sentido ou no mínimo soar interessante. Exemplo? Que tal aquele papo de “ratos x esquilos”, logo no começo do filme!?. Tá, já estou falando demais, assita o filme e tire suas próprias conclusões. Afinal, aqui não é blog de filmes ou comentários de cinema, existem tantos excelentes por aí. Alás, aqui é blog do que mesmo!??? Cartas para a redação.

*Fizeram cartazes com  artes alternativas para o filme. Boa sacada.
Veijeim.