Engenheiros da Citroën finalmente criaram uma solução para quem sofre de enjoo durante viagens

Qual a pior afronta que um engenheiro de carros pode sofrer? Que um passageiro vomite dentro de sua obra-prima, claro. Por isso, engenheiros da Citroën desenvolveram armações malucas para os olhos que prometem não deixar seu usuário ficar com enjoo quando está em viagem.

Uma em cada três pessoas no mundo sofre com náuseas quando está viajando. Isso significa que 2,3 bilhões de pessoas no mundo não conseguem matar tempo com atividades visuais enquanto sacolejam pelas estradas, céus e águas deste planeta. Elas não conseguem trabalhar no laptop ou smartphone, não conseguem assistir a um filme no tablet e também não conseguem curtir um bom livro ou jornal.

Para resolver este problema que atormenta a humanidade desde os tempos da carroça, engenheiros da Citröen parecem ter deixado para trás o design refinado de seus carros para criar esta engenhoca. A invenção foi apelidada de Seetroën, um trocadilho que poderia ser traduzido como “enxergue-troën”.

A empresa garante que qualquer enjoo por movimentação acaba em até dez minutos depois de começar a usar a armação.

Esse tipo de enjoo acontece quando o cérebro recebe informações conflitantes sobre a movimentação da pessoa. Enquanto o líquido do ouvido informa ao cérebro que o corpo está em movimento, os olhos passam a informação de inércia quando a pessoa está olhando para um livro ou tela dentro do veículo. Esse enjoo tende a passar quando a pessoa olha para fora do veículo, e o cérebro recebe as duas informações alinhadas de que o corpo está, sim, em movimento.

Como esses “óculos” sem lente resolvem o problema? Eles têm uma tecnologia muito simples chamada Boarding Ring (“anel de embarque”), desenvolvida por uma empresa francesa chamada Boarding Glasses. A tecnologia é descrita como “anéis preenchidos por líquido azulado que está livre para se movimentar dentro do tubo”.

As armações da Citroën possuem quatro “anéis” com uma pequena quantidade de líquido colorido que, graças à gravidade, simulam o ângulo e movimentos do horizonte. Assim, enquanto a sua visão central está ocupada vendo algum objeto de entretenimento bem próximo ao seu rosto, sua visão periférica registra a movimentação do líquido azul, e envia essa informação para o cérebro.

Com a tal invenção, a informação visual de movimento e a informação que vem dos ouvidos são compatíveis. O cérebro fica satisfeito com esses dados e não te faz suar frio, ficar tonto, ter dores de cabeça e vomitar.

O melhor de tudo é que os passageiros não precisam usar esse dispositivo durante toda a viagem.

Assim que a pessoa coloca os óculos e fica olhando para um objeto parado dentro do veículo, o cérebro leva entre 10 e 12 minutos para resolver o conflito de informações, e a náusea vai embora até o fim da viagem. Os cientistas por trás dessa invenção dizem que 95% das pessoas só precisam usar os óculos por esse curto período de tempo.

A Citroën deve colocar o Seetroën à venda em breve, por US$115 (R$443).

 

 

 

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*Fonte: engenhariae

Há uma tragédia silenciosa em nossas casas”, viral que tem contagiado a internet

Há uma tragédia silenciosa que está se desenvolvendo hoje em nossas casas e diz respeito às nossas joias mais preciosas: nossos filhos. Nossos filhos estão em um estado emocional devastador! Nos últimos 15 anos, os pesquisadores nos deram estatísticas cada vez mais alarmantes sobre um aumento agudo e constante da doença mental da infância que agora está atingindo proporções epidêmicas.

As estatísticas:
-1 em cada 5 crianças tem problemas de saúde mental;
-um aumento de 43% no TDAH foi observado;
-um aumento de 37% na depressão adolescente foi observado;
-um aumento de 200% na taxa de suicídio foi observado em crianças de 10 a 14 anos.

O que está acontecendo e o que estamos fazendo de errado?

As crianças de hoje estão sendo estimuladas e superdimensionadas com objetos materiais, mas são privadas dos conceitos básicos de uma infância saudável, tais como:

-pais emocionalmente disponíveis;
-limites claramente definidos;
-responsabilidades;
-nutrição equilibrada e sono adequado;
-movimento em geral, mas especialmente ao ar livre;
-jogo criativo, interação social, oportunidades de jogo não estruturadas e espaços para o tédio.

Em contraste, nos últimos anos as crianças foram preenchidas com:

}– pais digitalmente distraídos;

– pais indulgentes e permissivos que deixam as crianças “governarem o mundo” e sem quem estabeleça as regras;

– um sentido de direito, de obter tudo sem merecê-lo ou ser responsável por
obtê-lo;

– sono inadequado e nutrição desequilibrada;

– um estilo de vida sedentário;

– estimulação sem fim, armas tecnológicas, gratificação instantânea e ausência de momentos chatos.

O que fazer?

Se queremos que nossos filhos sejam indivíduos felizes e saudáveis, temos que acordar e voltar ao básico. Ainda é possível! Muitas famílias veem melhorias imediatas após semanas de implementar as seguintes recomendações:

– Defina limites e lembre-se de que você é o capitão do navio. Seus filhos se sentirão mais seguros sabendo que você está no controle do leme.

– Oferecer às crianças um estilo de vida equilibrado, cheio do que elas PRECISAM, não apenas o que QUEREM. Não tenha medo de dizer “não” aos seus filhos se o que eles querem não é o que eles precisam.

– Fornecer alimentos nutritivos e limitar a comida lixo.

– Passe pelo menos uma hora por dia ao ar livre fazendo atividades como: ciclismo, caminhadas, pesca, observação de aves/insetos.

– Desfrute de um jantar familiar diário sem smartphones ou tecnologia para distraí-lo.

– Jogue jogos de tabuleiro como uma família ou, se as crianças são muito jovens para os jogos de tabuleiro, deixe-se guiar pelos seus interesses e permita que sejam eles que mandem no jogo.

– Envolva seus filhos em trabalhos de casa ou tarefas de acordo com sua idade
(dobrar a roupa, arrumar brinquedos, dependurar roupas, colocar a mesa, alimentação do cachorro etc.).

– Implementar uma rotina de sono consistente para garantir que seu filho durma o suficiente. Os horários serão ainda mais importantes para crianças em idade escolar.

– Ensinar responsabilidade e independência. Não os proteja excessivamente
contra qualquer frustração ou erro. Errar os ajudará a desenvolver a resiliência e a aprender a superar os desafios da vida.

– Não carregue a mochila dos seus filhos, não lhes leve a tarefa que esqueceram, não descasque as bananas ou descasque as laranjas se puderem fazê-lo por conta própria (4-5 anos). Em vez de dar-lhes o peixe, ensine-os a pescar.

– Ensine-os a esperar e atrasar a gratificação.
Fornecer oportunidades para o “tédio”, uma vez que o tédio é o momento em que a criatividade desperta. Não se sinta responsável por sempre manter as crianças entretidas.

– Não use a tecnologia como uma cura para o tédio ou ofereça-a no primeiro segundo de inatividade.

– Evite usar tecnologia durante as refeições, em carros, restaurantes, shopping centers. Use esses momentos como oportunidades para socializar e treinar cérebros para saber como funcionar quando no modo “tédio”.

– Ajude-os a criar uma “garrafa de tédio” com ideias de atividade para quando estão entediadas.

– Estar emocionalmente disponível para se conectar com crianças e ensinar-lhes autorregulação e habilidades sociais.

– Desligue os telefones à noite quando as crianças têm que ir para a cama para evitar a distração digital.

– Torne-se um regulador ou treinador emocional de seus filhos. Ensine-os a reconhecer e gerenciar suas próprias frustrações e raiva.

– Ensine-os a dizer “olá”, a se revezar, a compartilhar sem se esgotar de nada, a agradecer e agradecer, reconhecer o erro e pedir desculpas (não forçar), ser um modelo de todos esses valores.

– Conecte-se emocionalmente – sorria, abrace, beije, faça cócegas, leia, dance, pule, brinque ou rasteje com elas.

E compartilhe se você percebeu a importância desse texto!

Por: Dr. Luís Rajos Marcos – Médico Psiquiatra

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*Fonte: contioutra

Aplicativo indica as 3 falhas mais comuns nos carros

São Paulo — Se você tem um carro, provavelmente já teve que fazer manutenção para permitir seu pleno funcionamento. No final do ano passado, a Engie chegou ao Brasil e começou a vender um dispositivo Bluetooth para veículos, que se comunica com um aplicativo para smartphones Android e iPhones. Seu objetivo é fazer um check-up no automóvel para descobrir problemas e talvez até evitar que o motorista seja enganado por mecânicos.

Agora, a empresa divulgou um relatório que mostra as principais falhas dos carros no Brasil entre aqueles que foram avaliados com sua tecnologia nos últimos meses.

Um dos principais problemas é no conversor catalítico, que tende a ficar com a eficiência abaixo do limite requerido. Ele ajuda a reduzir a emissão de poluentes ao transformar os gases mais nocivos ao menos ambiente em poluentes mais brandos. Buracos ou lombadas altas demais na via e gasolina de baixa qualidade podem ocasionar o problema.

Outro comum nos carros dos brasileiros é a falha na ignição do motor nos cilindros. Isso pode acarretar problemas de desempenho e fazer o motor rodar de maneira áspera. O motivo disso é um problema na vela de ignição eletrônica que pode ser ocasionada por falha da faísca que gera a combustão para o motor ou pela mistura indevida de ar e combustível nos cilindros.

A terceira falha apontada no relatório é no sistema que controla os níveis de ar e combustível no motor do carro. Seu impacto também é no controle de emissões de gases poluentes.

Valdir Gomes de Lima Júnior, mecânico de carros, afirma que os problemas são comuns em carros flex, que usam álcool e gasolina, e ocasionados pelos combustíveis que tenham algum tipo de mistura. Júnior estima que o custo do conserto de cada uma das falhas tenha custo entre 200 e 400 reais, considerando valores para carros populares. Ele afirma ainda que o reparo com um processo de descarbonização pode tornar o carro mais eficiente e econômico.

Fabio Country Manager da Engie para o Brasil, baseado em Israel, conta em entrevista a EXAME que a Engie App tem mais de 25 mil carros conectados com seus dispositivos no país, marca atingida em cerca de seis meses. O executivo diz ainda que a maior parte dos usuários têm smartphones com sistema Android, apesar de a parcela de usuários de iPhones ser significativa.

A estratégia da empresa é fazer parcerias com oficinas e empresas de manutenção que poderão estar listadas no aplicativo para celulares. Por enquanto, as companhias parceiras não pagam nada à plataforma digital para estarem facilmente visíveis aos usuários do dispositivo Engie.

O aparelho Bluetooth é compatível com todos os carros que tenham a porta OBDII, comum na grande maioria dos carros no Brasil, e faz o diagnóstico do veículo em poucos segundos. Além disso, o aplicativo também tem um campo que mostra o consumo de combustível do automóvel. Os preços sugeridos do dispositivo Bluetooth variam entre 115 e 125 reais.

 

 

 

 

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*Fonte: exame

Veja como funcionam os exoesqueletos da Ford

Se você se impressionou com demonstrações de jogos futuristas na E3 como Cyberpunk 2077, saiba que a realidade está bem próxima daquilo do que imaginamos. Um exemplo disso são os exoesqueletos da Ford, que são usados em suas fábricas.

Para tornar o processo de construção de carros mais eficiente, a companhia usa muitas máquinas. No entanto, alguns processos precisam ainda do toque humano. E para eliminar problemas ao repetir determinadas funções com muita frequência, existem esses exoesqueletos.

Chamados de EksoVest, esses dispositivos permitem que um trabalhador exerça funções com muito menos esforço. Para um turno de dez horas, é como eliminar o peso de um carro do ombro todos os dias.

Trata-se de uma medida preventiva para manter a saúde dos funcionários.

 

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*Fonte: geekness

Lendo a mente de humanos”, robô do MIT sabe quando fez algo errado

Um time de engenheiros no MIT criou um projeto experimental que facilita a comunicação entre humanos e máquinas através de ondas cerebrais. A novidade essencialmente faz com que os robôs se adaptem ao controle humano, em vez de fazer com que pessoas aprendam a pensar de certa maneira para controlar as máquinas.

Para isso, a pessoa envolvida no teste precisa vestir uma touca cheia de sensores usados para identificar padrões de ondas cerebrais. Esses sensores estão em busca de um padrão específico, conhecido como “potencial relacionado a erro”, que é essencialmente a forma como o cérebro humano reage quando interpreta algum tipo de erro acontecendo.

Quando a máquina comete algum tipo de erro, a pessoa percebe e, inevitavelmente envia uma mensagem para o robô.

A pessoa então é posicionada ao lado do robô e observa suas atividades semiautomáticas. Quando a máquina comete algum tipo de erro, a pessoa percebe e, inevitavelmente envia uma mensagem para o robô, que pausa suas atividades. O humano então pode corrigir as atividades do robô através de gestos da mão, fazendo com que ele aprenda a fazer suas atividades com mais precisão.

O robô utilizado nesse teste é, na verdade, uma criação da Rethink Robotics, desenvolvido para lidar com ferramentas como uma furadeira. A tarefa dele nesse momento seria fazer furos em locais específicos de uma placa de madeira. Sozinho, a taxa de acerto do robô chega a 70%, e o com o auxílio de um humano, ele atinge a marca dos 97%.

Esse sistema desenvolvido pelo pessoal do MIT funciona com qualquer pessoa, não apenas indivíduos treinados com a máquina. Isso acontece porque o potencial relacionado ao erro é uma reação padrão para o cérebro de qualquer humano, fazendo com que o robô consiga identificar a mensagem facilmente. “Essa máquina se adapta a você, e não você a ela”, comentou Joseph DelPreto líder do projeto. A novidade, segundo DelPreto, “torna a comunicação com um robô mais parecida com a comunicação com outra pessoa”.

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*Fonte: megacurioso

Anúncios no Facebook Messenger exibirão vídeos que se reproduzem automaticamente

Anúncios no Facebook Messenger estão ganhando uma nova proporção, já que a rede social acaba de inserir uma nova modalidade: publicidade que exibe sozinha (com autoplay) dentro do aplicativo de mensagens.

 

Como se não bastasse os grandes esforços da rede social para irritar profundamente os seus usuários com anúncios cada vez mais constantes (e muitas vezes sem sentido ou de interesse do usuário) em suas timelines.

Os anúncios no Facebook Messenger

No ano passado o Facebook chegou a vender anúncios estáticos que apareciam no Messenger. Neste ano, um passo além: janelas pop-ups que iniciam um vídeo automaticamente.

Certamente as propagandas que começam a serem exibidas sozinhas fazem parte do lado mais irritante da Internet. Tem coisa mais horrível do que ver um vídeo, música, explodir na sua tela enquanto você lê algum texto ou está concentrado em outra coisa?

O Facebook tenta se defender, enquanto o chefe da propaganda da rede social diz:

“A principal prioridade para nós é a experiência do usuário. Por isso, ainda não sabemos [se isso funcionará]. No entanto, os sinais até agora, quando testamos anúncios básicos, não mostraram alterações na forma como as pessoas usaram a plataforma ou quantas mensagens eles enviam. O vídeo pode ser um pouco diferente, mas não acreditamos nisso “, disse ele.

Os vídeos que começam a ser exibidos automaticamente, porém, começarão sem som. Como funciona na timeline atualmente. De qualquer forma, é um preço que os usuários pagam por uma rede social “gratuita”.

 

 

 

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*Fonte: geekness

O menor computador do mundo tem o tamanho de um grão de sal

Um computador tão pequeno quanto um grão de sal pode transformar o transporte que cruza o planeta, disseram pesquisadores da IBM que recentemente revelaram o dispositivo experimental.

Usando a tecnologia blockchain que forneceria um registro seguro e eficiente de objetos físicos marcados com os minúsculos computadores, os remetentes poderiam rastrear mercadorias em cada etapa das cadeias de suprimentos estendidas, evitando falsificadores e aumentando a eficiência, disse Dan Friedman, gerente sênior de circuitos e sistemas de comunicação da IBM.

“É isso que queremos fazer – algo que te traria mais segurança do que um código de barras de papel”, disse Friedman. “Essa coisa é capaz de ter uma assinatura digital. Na verdade, haverá uma identificação criptográfica ”.

Pesquisadores da IBM revelaram o que eles chamam de o menor computador do mundo no Think 2018, a grande conferência anual da empresa, em Las Vegas, em 19 de março.

Tão poderoso quanto um processador x86 de 1990, o minúsculo computador não ajudará a NASA a colocar astronautas em Marte tão cedo. Mas tem poder computacional e comunicativo suficiente para interagir com os sistemas que o acompanham.

Os blockchains resistem a adulterações – eles funcionam através de redes dispersas onde as alterações aparecem simultaneamente em todos os lugares – mas até agora a tecnologia tem sido aplicada principalmente em moedas virtuais, não em objetos físicos. Pesquisadores da IBM perceberam que encontraram a interface entre a tecnologia blockchain e o mundo físico, disse Friedman.

Agora é possível que eles tenham descobrido uma maneira de provar a autenticidade de coisas que passaram por muitos países a caminho dos consumidores.

O valor total dos produtos falsificados foi estimado em US $ 1,8 trilhão em 2015, disse Andreas Kind, um pesquisador da IBM, na conferência Think 2018.

“Vamos pegar seu carro. Você traz para a garagem. Acontece que os freios estão funcionando. Quando você pegar seu carro de volta, você pode ter certeza de que os novos freios são realmente originais? ”Perguntou Kind. “Você pode ter certeza que seu carro vai frear na estrada como deveria? Em certas regiões do mundo, 40% das peças no mercado de reposição automotivo são realmente falsas ”.

O mesmo princípio poderia ser aplicado a medicamentos e outros itens com consequências potencialmente fatais, acrescentou.

Os defensores da privacidade podem emitir uma nota de cautela neste momento, admitiu Friedman. Afinal de contas, se as empresas pudessem rastrear uma caixa de laranjas de Pequim a Miami, o governo poderia conceber localizar cidadãos inocentes que ingeriram um dos dispositivos.

Mas Friedman minimizou essas preocupações. Os obstáculos permanecem antes que o pequeno computador chegue ao mercado, disse ele. Um sistema para ler as informações do computador e transferir esses dados para um blockchain por segurança ainda não foi aperfeiçoado.

Mais importante ainda, Friedman disse que os minúsculos computadores não são como GPS e bloqueiam os hackers se alguém puder acessá-los de alguma forma.

“Eles não são tão fáceis de se comunicar”, disse Friedman. “Certamente, dentro do seu corpo ninguém seria capaz de se comunicar com isso. O alcance é limitado. Você teria que completar com sucesso a identificação criptográfica ”.

Tecnologias mais antigas, como redes de mídia social e nossos telefones celulares, já fornecem mais dados sobre nós mesmos, acrescentou.

*Por Any Karolyne Galdino

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*Fonte: engenhariae

Rússia pretende explodir lixo espacial com um canhão à laser

Por incrível que pareça, o espaço é um lugar cheio de lixo. Bem, não exatamente lixo, mas principalmente detritos de rochas que podem acabar atrapalhando ou causando acidentes a naves que porventura, se arrisquem em missões no futuro. Pensando em situações do tipo, cientistas russos anunciaram que estão trabalhando no desenvolvimento de um canhão a laser, que seria capaz de resolver esse problema.

O responsável por apresentar o projeto foi um setor de pesquisa da Roscosmos, equivalente russa da NASA. Para conseguirem por o plano em prática, os pesquisadores pretendem adicionar ao telescópio um sistema de detecção óptica com laser sólido integrado. Após cumprirem essa etapa inicial do projeto, será a hora de fazer alguns testes. Pretendem já testá-lo em detritos espaciais localizados na órbita baixa da Terra. Dessa forma, aqueceriam o lixo até que fosse completamente destruído.
Outros tipos de lixo

Além das rochas que flutuam pelo espaço, ainda é possível encontrar partes quebradas de espaçonaves que já estiveram por ali um dia. Sem contar que ainda existem outros objetos lançados ao espaço que acabaram se perdendo. Tudo isso se torna lixo no lugar, podendo se mesclar a outros objetos e viajar em velocidade que ultrapassa os 17.500 km/h. Impressionante, não é mesmo?

Pois bem, imagine se algo do tipo acaba colidindo com uma espaçonave ou satélite? Mesmo um detrito muito pequeno seria capaz de fazer enormes estragos. O canhão a laser seria a solução perfeita para dar fim ao risco. Pesquisadores japoneses já haviam apresentado proposta semelhante em 2015. Combinariam pequenos lasers para produzir um único feixe extremamente poderoso, que seria capaz de vaporizar o lixo espacial. Quando os detritos entrassem em contato com a atmosfera terrestre simplesmente queimariam.

Em todas as análises, a construção de um canhão de tal natureza parece resolver o problema. Apesar de os representantes da Roscosmos confirmarem que o projeto está em andamento, se recusaram a dar mais detalhes sobre o cronograma de produção ou seus requisitos técnicos. Mas no fim das contas… Tudo indica que as viagens espaciais serão muito mais seguras no futuro, representando menos riscos à tripulação.

*Por Isabela Ferreira

 

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*Fonte: mundoestranho

Nova pesquisa inovadora finalmente nos permitirá desenvolver a fotossíntese artificial

Um pesquisador criou um material sintético acessível que imita o processo natural de fotossíntese, absorvendo a luz visível para desencadear uma reação química que limpa o ar ao converter CO2 em energia a partir da luz solar.

Cientistas de todo o mundo vêm tentando ter acesso à fotossíntese artificial. A fotossíntese é o processo natural pelo qual uma planta converte o dióxido de carbono em combustível usando a luz solar. A ideia é usar o processo em um material sintético de uma maneira que poderia ter usos práticos, mas o êxito da empreitada até recentemente vinha obtendo resultados bastante limitados. Agora, os cientistas anunciaram um avanço no campo que irá revoluciona o setor de energia.

Os cientistas sempre chegavam a um obstáculo quando procuravam uma maneira de ativar a reação química necessária para converter a luz visível em energia no processo da fotossíntese artificial. Os materiais empregados que podem absorver os comprimentos de onda da luz eram raros ou caros, tornando o processo financeiramente inviável. Materiais mais baratos usam com luz ultravioleta, mas esse comprimento de onda é responsável ​​por apenas quatro por cento da luz solar.

Em uma pesquisa recentemente publicada no Journal of Materials Chemistry A1, Fernando Uribe-Romo, do Departamento de Química da University of Central Florida’s (UCF) em Orlando, e sua equipe, que é também conta com pesquisadores do Departamento de Química Florida State University em Tallahassee, também no estado da Flórida, revelam como eles conseguiram contornar aquele obstáculo usando um tipo de material sintético chamado estrutura metal-orgânica (também conhecido pela sigla inglesa MOF, Metal-organic frameworks), que foi criado combinando o metal titânio comum com moléculas orgânicas que foram programadas para absorver a luz azul.

Luz azul: ar limpo

Quando eles testaram o MOF dentro de um fotoreator LED azul — um cilindro revestido com tiras de luzes LED azuis — a tão esperada reação química ocorreu. O ar foi limpo e o CO2 foi convertido em dois tipos de combustível solar: formato e formamida.

“Este trabalho é um avanço”, disse Uribe-Romo em um comunicado à imprensa da UCF. “Adaptar materiais que absorvem uma cor específica de luz é muito difícil do ponto de vista científico, mas do ponto de vista social estamos contribuindo para o desenvolvimento de uma tecnologia que pode ajudar a reduzir os gases de efeito estufa”

O poder das plantas para as pessoas

A Terra está se dirigindo rapidamente para os piores níveis de CO2 já existentes em mais de 200 milhões de anos. De fato, em apenas 150 anos de Revolução Industrial, a concentração atmosférica de gases do efeito estufa no planeta aumentou de 280 ppm (partes por milhão) para quase 405 ppm. Se a tendência atual continuar, poderíamos atingir os 2.000 ppm em 2250.

As plantas são nossas aliadas na busca de ar limpo, pois naturalmente convertem o dióxido de carbono, o CO2, em oxigênio. Ser capaz de recriar seu processo natural em uma escala maior e mais direcionada será de inestimável valor na luta contra a mudança climática.

“A ideia seria montar estações que capturam grandes quantidades de CO2, como ao lado de uma usina de energia”, explica Uribe-Romo no comunicado de imprensa. “O gás seria sugado para a estação, passaria pelo processo e reciclaria os gases do efeito estufa enquanto produzia energia que seria colocada de volta na usina”.

Essa capacidade de não apenas eliminar poluentes no ar, mas de também produzir energia limpa, abre novos usos potenciais para o novo material. Talvez pudesse ser usado para alimentar carros ao mesmo tempo em que limpe o ar ao longo das rodovias, ou em tetos solares que manterão as luzes acesas no interior da casa e o ar externo livre de CO2. Uma vez que o aparentemente intransponível obstáculo tenha sido superado, tudo o mais parece ser bem mais simples.

*Por Diógenes Henrique

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*Fonte: socientifica

Inteligência artificial imita voz humana com amostra de apenas 1 minuto

São Paulo – Baseada no Canadá, a Lyrebird é uma startup de inteligência artificial que desenvolveu um algoritmo capaz de imitar a voz humana com amostras breves da voz de uma pessoa. Um minuto já pode ser o suficiente para que uma simulação seja criada–ainda que áudios de algumas horas gerem resultados mais eficazes.

Se você viu a apresentação do Google, na qual o Google Assistente fez chamadas de voz para pessoas sem se identificar como um recurso artificial, sabe que isso pode causar polêmica. A primeira coisa que vem à mente, provavelmente, é o uso indiscriminado dessa tecnologia, que poderia fazer você falar com robôs ao telefone sem saber que não há uma pessoa real do outro lado da linha.

Porém, a startup diz que o recurso pode ser usado para a criação de vozes para chatbots de atendimento ao cliente ou até para dar vozes a personagens de videogame. A companhia tem até uma parceria com a ALS Association, organização sem fins lucrativos que arrecada fundos para pacientes com ELA (esclerose múltipla amiotrófica), para ajudar pessoas com a doença a se comunicar. Esclerose lateral amiotrófica: A doença do físico Stephen Hawking

Para demonstrar sua tecnologia, a Lyrebird divulgou um áudio com vozes simuladas de Donald Trump, Barack Obama e Hillary Clinton conversando sobre a tecnologia da empresa.

Em vídeo da Bloomberg, o jornalista Ashlee Vance tem sua voz copiada e realiza uma ligação para sua mãe, que não percebe estar falando com um robô. Veja-o a seguir. A reportagem continua em seguida.

Os fundadores da Lyrebird, três estudantes da Universidade de Montreal, afirmam que sua tecnologia levanta pontos importantes para a sociedade, incluindo questionamentos sobre a autenticidade de áudios usados como provas judiciais. A solução que a empresa propõe é tornar sua tecnologia “acessível a todos”. Como um Photoshop para voz, os fundadores esperam que, assim como sabemos que pode acontecer hoje com as fotos, as pessoas saberão que áudios também podem ser falsificados.

O número de idiomas disponíveis ainda é limitado. Nem mesmo o francês, falado no Canadá, está disponível na plataforma da Lyrebird. O algoritmo só lida bem com o inglês americano no momento.

A tendência de usar inteligência artificial para voz já é um caminho sem volta. Além de Google e de startups, a Adobe também conta com uma solução para isso. O projeto é chamado Project VoCo e permite editar vozes humanas como editamos imagens no Photoshop. Ainda assim, a amostra necessária de áudio é de 20 minutos, que mostra potencial do algoritmo da startup canadense–apesar de que alguns exemplos soem ainda um tanto robóticos. Outro exemplo dessa tendência da voz entre as empresas de tecnologia é o recurso de guia curva a curva no Waze que usa a voz do próprio usuário, algo que já foi descrito como uma selfie para os seus ouvidos.

A Lyrebird garante, em seu site oficial, que a sua voz digital é somente sua e ninguém mais pode usá-la sem seu consentimento. De qualquer forma, você pode gravar seu um minuto de áudio no site, após um login com e-mail comercial, e ouvir sua voz robótica. Todos os dados podem ser apagados depois que você fizer o teste. Se quiser ouvir sua voz imitada pelo algoritmo da Lyrebird, é possível fazer isso neste link.

*Por Lucas Agrela

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*Fonte: exame.abril

Os americanos estão cada vez mais com medo de carros autônomos

Os cidadãos americanos estão com medo quando o assunto é carros autônomos, e cada mês aumenta mais esse receio pela automação dos carros. Os Estados Unidos da América têm sido um dos países onde se tem desenvolvido mais testes de carros sem motorista, são milhares de carros autônomos em fase de testes nas estradas americanas.

Porém, a confiança do público americano em relação aos carros autônomos nunca foi tão baixa como está agora. Em um estudo realizado em Abril pela AAA (American Automobile Association) foi descoberto que 73% dos americanos não confiam nos carros sem condutor. É um aumento de 10% em relação aos 63% que diziam não confiar no final de 2017.

O estudo revela que apenas 20% dos inquiridos entraria em um carro sem condutor. O maior declínio de confiança veio dos mais jovens. Apesar de continuarem a serem a população que mais confia neste tipo de tecnologia, neste momento 64% dos mais jovens afirma que não viajaria em um veículo autônomo, em comparação com os 49% que o afirmavam em 2017.

“Apesar do potencial (dos carros autônomos) para tornar as estradas mais seguras a longo prazo, os consumidores tem as expectativas altas no que concerne a segurança,” afirmou Greg Brannon, o diretor de Engenharia Automóvel da AAA.

“Os nossos resultados mostram que qualquer incidente que envolva um veículo autônomo irá provavelmente alterar a confiança dos consumidores, que é um componente critico para a aceitação maior dos veículos autônomos”.

*Por Any Karolyne Galdino

 

 

 

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*Fonte:

Descubra o que é Phishing, Vírus, Malware e outros tipos de ciberataques

Existem mais armadilhas na internet do que você imagina. Phishing, Malware, Vírus e Ransomware são só alguns exemplos e eles podem causar diversos prejuízos, inclusive financeiros. Somente em 2017, mais de 190 milhões de ciberataques foram detectados pelo dfndr lab, laboratório de segurança digital. Mas com tantos tipos, às vezes fica difícil de entender o que são e como funciona cada um deles. Você já se perguntou, por exemplo, o que é Phishing ou qual a diferença entre Vírus e Malware?

Pensando nisso, os especialistas em segurança do dfndr lab, listaram os principais tipos e diferenças de fraudes virtuais, o número de detecções das três maiores em 2017 e, também, deram valiosas dicas de como se proteger dessas ameaças.
Entenda o que é Phishing e outras armadilhas virtuais

PHISHING: sites e aplicativos que se passam por empresas ou pessoas famosas, com o intuito de enganar os usuários para obter informações confidenciais, como senhas bancárias, de e-mail e redes sociais ou, então, tentam persuadir o usuário a realizar determinadas ações, como instalar um app infectado por vírus. No último ano, o Phishing foi o ciberataque mais comum e recorrente, correspondendo a mais de 50% de todas as detecções realizadas pelo dfndr lab. Os dois tipos mais comuns de Phishing são:

Phishing via aplicativo de mensagens: tipo de golpe que induz a vítima a fornecer dados e, nesse caso, a compartilhar algum link perigoso com seus contatos. Geralmente, usa como isca falsas promoções, descontos e vagas de emprego.
Phishing bancário: Sites falsos iguais às páginas de instituições bancárias criados para enganar os usuários e roubar suas credenciais do banco, como tokens, senha, número da conta, dados de cartão de crédito etc.

PUBLICIDADE SUSPEITA: páginas ou notificações com avisos falsos sobre o funcionamento do celular, induzindo o usuário a instalar um aplicativo ou redirecionando a outro link malicioso. Esta modalidade ficou em segundo lugar no ranking do dfndr lab, somando mais de 60 milhões detecções do dfndr lab em 2017.

GOLPE DO SMS PAGO: sites que cadastram automaticamente ou induzem o usuário a se cadastrar em um serviço pago de SMS. O golpe do SMS pago somou, em 2017, mais de 20 milhões de detecções, ficando em terceiro lugar no ranking do dfndr lab.

PERFIL FALSO: são criados com o objetivo de aplicar golpes de estelionato ou espalhar notícias falsas. No caso de estelionato, os perfis falsos se passam por marcas famosas e induzem o usuário a acessar páginas falsas que roubam credenciais bancárias. Existem também os Scammers, que são pessoas que se passam por terceiros para conquistar a confiança de suas vitimas e depois aplicar golpes.

FAKE NEWS (Notícias Falsas): conteúdos falsos produzidos com a intenção de levar os usuários da internet a uma determinada página, para visualizar anúncios publicados ali. Os temas, geralmente absurdos e sensacionalistas, também podem ser criados com o intuito de manipular a opinião pública.

MALWARE: todo e qualquer arquivo ou aplicativo que apresenta comportamentos maliciosos e nocivos para o usuário. O Malware se divide em algumas subcategorias, que são:

Vírus: tipo de malware que infecta outros arquivos, alterando seu conteúdo, de forma que eles passem a ter códigos maliciosos.
Ransomware: outro tipo de malware que “sequestra” algum dado sigiloso do usuário ou bloqueia a celular da vítima e, posteriormente, cobra pelo “resgate” dessas informações ou desbloqueio do aparelho.
Worm: ao invés de infectar outros arquivos, este tipo de malware procura se espalhar para outros dispositivos, através de e-mail e mensagens via app de mensagens, por exemplo.

Ciberataques lucrativos para hackers

Agora que você já sabe o que é phishing e todas as principais fraudes virtuais, você pode se perguntar: “Mas por que que estes golpes existem?” ou até “O que os hackers ganham com isso”? Segundo Emilio Simoni, Diretor do dfndr lab, os cibercriminosos podem obter diferentes retornos sobre cada tipo de fraude digital.

“Não dá para generalizar o lucro dos criminosos, pois ele pode variar muito. No Ransomware, por exemplo, o hacker cobra dinheiro da vítima para devolver os dados sequestrados ou para realizar o desbloqueio do celular. Os demais tipos de ciberataques podem levar ao download de apps perigosos, o registro do telefone da vítima em serviços de SMS pago e, outra prática comum, é o celular do usuário passar a receber dezenas de propagandas diárias. A cada visualização de publicidade, download de apps maliciosos e assinaturas de SMS pago, o hacker ganha dinheiro”, explica Simoni.
Proteger-se é preciso

Navegar seguro é possível. As melhores e principais dicas de segurança são simples de seguir e o melhor: são de graça. Simoni explica como se proteger em 4 passos:

1 – Baixe aplicativos apenas pelas lojas oficiais Play Store e Apple Store. Assim, você evita o risco de fazer downloads de arquivos maliciosos;

2 – Crie o hábito de duvidar das informações compartilhadas na internet, principalmente quando se tratar de supostas promoções, brindes, descontos ou até promessas de emprego. Procure checar a veracidade das informações nas páginas e sites oficiais das marcas;

3 – Na dúvida, você pode checar se uma página ou site é seguro na Análise de Links do dfndr lab. A ferramenta é gratuita e pode ser usada por usuários de Android e IOS gratuitamente;

4 – É importante, também, manter um bom antivírus instalado no celular. O dfndr security, por exemplo, é o único app de segurança para o sistema Android que oferece proteção em tempo real contra ataques dentro do WhatsApp, SMS e Messenger. Ele detecta e avisa se um link é perigoso assim que você recebe uma mensagem maliciosa. Para baixar o app, é só clicar aqui.

 

 

 

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*Fonte: psafeblog

Uma partícula que não deveria existir acabou de ser detectada

Um novo experimento físico produziu a mais firme evidência de uma partícula misteriosa chamada de “neutrino estéril”, um tipo de neutrino que passa pela matéria sem interagir com ela.

A existência dessa partícula foi sugerida pela primeira vez décadas atrás, mas os cientistas nunca conseguiram encontrar provas adicionais que a confirmassem; pelo contrário, muitos experimentos contradisseram esses resultados iniciais.

Agora, os novos dados robustos deixam os pesquisadores em dúvida. Se neutrinos estéreis forem reais, isso significa que há algo estranho acontecendo no universo que está fazendo os experimentos de física mais avançados da humanidade se contradizerem.

Ops, é ele de novo!

Em meados da década de 1990, o Liquid Scintillator Neutrino Detector (LSND), um experimento do Laboratório Nacional Los Alamos, no Novo México, EUA, encontrou evidências de uma misteriosa nova partícula: um “neutrino estéril”.

Esse resultado não pôde ser replicado; outros experimentos simplesmente não encontraram nenhum traço da partícula. Logo, a ideia foi deixada de lado.

Agora, o MiniBooNE, um experimento do Fermi National Accelerator Laboratory (Fermilab), localizado próximo à cidade de Chicago, nos EUA, apontou para a misteriosa partícula novamente. Se os novos resultados se mantiverem, seria algo enorme: precisaríamos rever o Modelo Padrão da Física de Partículas.

Modelo Padrão

O Modelo Padrão domina a compreensão dos cientistas sobre as partículas do universo por mais de meio século. Ele explica como a matéria e a energia interagem no cosmos. Algumas dessas partículas, como quarks e elétrons, são bem fáceis de imaginar: são os blocos de construção dos átomos que compõem tudo o que existe e podemos tocar com nossas mãos.

Outras partículas, como os três neutrinos conhecidos, são mais abstratas: são partículas de alta energia que fluem pelo universo mal interagindo com outras matérias. Por exemplo, bilhões de neutrinos vindos do sol passam pela ponta do seu dedo a cada segundo, mas é muito improvável que tenham algum impacto nas partículas do seu corpo.

Os três neutrinos conhecidos interagem com a matéria através da força fraca (uma das quatro forças fundamentais do universo) e da gravidade. Isso significa que detectores especializados podem encontrá-los. Já os neutrinos estéreis não são identificáveis diretamente, e foram a primeira surpresa para o nosso entendimento deste tipo de partícula.

Neutrinos estéreis: a suposição

Enquanto ondas de neutrinos fluem pelo espaço, elas “oscilam” entre os tipos diferentes dessa partícula. Tanto o experimento LSND quanto o MiniBooNE envolvem disparar feixes de neutrinos em um detector escondido atrás de um isolador para bloquear todas as outras radiações, e depois contar cuidadosamente quantos neutrinos de cada tipo atingem esse detector.

Ambos os experimentos já relataram mais detecções do que a descrição da oscilação de neutrinos do Modelo Padrão pode explicar. Isso sugere que os neutrinos estão oscilando em tipos mais pesados, “estéreis”, que o detector não pode identificar diretamente.

O resultado do MiniBooNE teve um desvio padrão medido em 4,8 sigma, pouco abaixo do limiar de 5,0 que os físicos procuram. Um resultado de 5,0 sigma tem 1 em 3,5 milhões de chances de ser um equívoco, ou seja, alguma flutuação aleatória nos dados.

Segundo dos cientistas do novo experimento, os resultados do MiniBooNE e LSND combinados representam um resultado de 6,1 sigma, embora haja certo grau de ceticismo sobre essa afirmação.

Algo está acontecendo, só temos que descobrir o quê

O maior problema, até agora, é que outros experimentos importantes com neutrinos, como o Oscillation Project with Emulsion-Tracking Apparatus, na Suíça, e o IceCube Neutrino Observatory, na Antártida, não encontraram a anomalia que o LSND e o MiniBooNE descobriram.

Segundo Kate Scholberg, uma física de partículas da Universidade de Duke (EUA) que não esteve envolvida no novo estudo, é possível que a anomalia seja “sistemática, o que significa que há algo na maneira como os neutrinos estão interagindo com a configuração experimental que os cientistas ainda não entendem”.

Mas também é cada vez mais possível que os cientistas tenham que explicar por que tantos outros experimentos não estão vendo evidências de neutrinos estéreis, como o Fermilab e os Los Alamos Lab. Se esse for o caso, eles terão que rever todo o seu entendimento do universo no processo.

 

 

 

 

 

 

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*Fonte: gooru

“Cadeira para vestir” permite que a pessoa sinta-se como se estivesse sentada enquanto estiver em pé

Uma inovação tecnológica promete ajudar pessoas que precisam ficar muito tempo em pé.

Trata-se de uma “cadeira vestível”, que dá um apoio às pessoas. Tecnicamente, o Archelis não é uma cadeira, assemelhando-se mais a uma cinta para cintura e pernas, ajudando a pessoa a escolher uma posição mais confortável, quando em posição vertical.

É possível travar o dispositivo em várias posições para ajustar os ângulos do tornozelo e joelho. Ao selecionar a posição, os locais poderão ser relaxados, e o dispositivo manterá a pessoa em pé sem que ela sinta cansaço. O dispositivo distribui a pressão sobre a perna e a coxa, reduzindo a fadiga muscular global e conjunta.

Archelis é feito inteiramente de peças de carbono flexíveis e confortáveis ​​para utilização por longos períodos de tempo. Ele não requer pilhas ou energia para funcionar e foi originalmente desenvolvido para ajudar os cirurgiões durante a realização de cirurgias de longa duração.

Porém, o produto também poderia ser útil às pessoas de outras profissões que ficam em pé por horas, como professores, palestrantes, funcionários de hospitais, recepcionistas ou trabalhadores industriais.

Desenvolvido pela Nitto – uma empresa japonesa que faz todos os tipos de moldes – em colaboração com o Centro de Engenharia Médica da Universidade de Chiba, o Hiroaki Nishimura Design, e o Japan Polymer Technology, o produto ainda está em desenvolvimento e é esperado que chegue ao mercado ainda este ano.

*Por Rafael Fernandes

 

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*Fonte: gooru

“Band-Aid” do futuro: gel elástico que carrega medicamentos é desenvolvido nos EUA

Pesquisadores dos EUA desenvolveram um material semelhante a um gel pegajoso e extensível, que pode ser usado como uma “atadura inteligente”.

Com sensores de temperatura e reservatórios de drogas, o curativo de hidrogel pode liberar medicamentos em resposta às mudanças de temperatura da pele. Além disso, LEDs incorporados ao material acendem para avisar quando os remédios estão acabando.

“Eletrônicos são, geralmente, duros e secos, mas o corpo humano é macio e molhado. Estes dois sistemas têm propriedades drasticamente diferentes”, disse Xuanhe Zhao, um engenheiro mecânico no Massachusetts Institute of Technology (MIT). “Para deixar a eletrônica em contato estreito com o corpo humano, como em aplicações de monitoramento de saúde e entrega de drogas, é altamente desejável fazer os dispositivos eletrônicos macios e elásticos, para que se ajustem ao ambiente do corpo humano. Essa é a motivação para a eletrônica de hidrogel flexível”, completou.

A matriz de hidrogel que compõe a atadura tem numerosas vantagens em relação aos de tecidos convencionais. É altamente flexível e facilmente extensivo, podendo ser aplicado a qualquer área do corpo, incluindo articulações, como os joelhos ou os cotovelos.

O material de borracha é composto, principalmente, de água e pode ser incorporado a uma gama de produtos eletrônicos, tais como fios condutores, chips semicondutores, luzes de LED e sensores de temperatura.

Descrevendo o curativo na revista Advanced Materials, os pesquisadores dizem que o dispositivo possui tubos e furos pelos quais a medicação flui, entregando drogas diferentes para diferentes segmentos da pele, pela influência de sua respectiva temperatura. “É uma matriz muito versátil. Uma capacidade única é que se um sensor detecta algo diferente, como um aumento anormal da temperatura, o dispositivo libera os medicamentos neste local específico, selecionando uma droga a partir dos seus reservatórios. Os medicamentos podem difundir-se na matriz de hidrogel para libertação sustentada ao longo do tempo”, disse Hyunwoo Yuk, um membro da equipe.

O hidrogel seria uma “pomada” eficiente para coisas como queimaduras e doenças da pele, mas, de acordo com os pesquisadores, não está limitado ao uso externo, podendo, teoricamente, ser usado dentro do corpo para abrigar eletrônicos implantados, tais como sensores de glicose ou sondas neurais.

“Atualmente, os pesquisadores estão testando diferentes materiais macios para conseguir, a longo prazo, a biocompatibilidade de dispositivos neurais. Com ajuda dos colaboradores, estamos propondo a utilização de hidrogel como um material ideal para dispositivos neurais, pois ele pode ser projetado com propriedades mecânicas e fisiológicas semelhantes às do cérebro”, concluiu Zhao.

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*Fonte: gooru

Robô com inteligência artificial apresentará noticiário na TV chinesa

Um robô dotado de inteligência artificial foi contratado para apresentar um programa de notícias em um canal da televisão da China, anunciou nesta quinta-feira a própria emissora.

Chao Neng Xiao Bai vai interagir com apresentadores humanos e analisar dados no jornal, que será exibido no “Nanning TV”, um canal de Guangxi. De acordo com os desenvolvedores, o robô pode funcionar por até 12 horas, precisa de quatro para carregar e vai fazer a sua estreia no próximo dia 6, tanto no canal convencional quanto no aplicativo.

A China é um dos países líderes em pesquisa de inteligência artificial e robótica. Robôs chineses já são empregados no país para tarefas até agora pouco convencionais para estas máquinas, como a redação de notícias, composição de poemas e cuidado de pessoas.

 

 

 

 

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*Fonte: epocanegocios

O guia completo sobre a bateria do celular

A tecnologia mobile vem evoluindo de forma rápida e expansiva nos últimos anos, principalmente por causa de fatores como a popularização do preço dos aparelhos, massificação do acesso à internet e versatilidade dos planos de conexão móvel.

E cada vez mais os dispositivos móveis fazem parte da vida das pessoas já que contam com uma infinidade de funções e aplicativos úteis para solucionar problemas do cotidiano moderno. Porém há um fator inconveniente que a maioria dos usuários precisa lidar: a bateria do celular. Muitos indivíduos prejudicam seus smartphones por não conhecerem as melhores práticas de consumo de energia e acabam achando que é melhor trocar de celular.

Para que você saiba como cuidar bem desse item e não se frustrar tão rapidamente, nós criamos o guia completo sobre a bateria do celular. Continue a leitura para conferir!

Veja os 9 mitos e verdades sobre a bateria do celular:

Se existe uma queixa muito frequente entre os usuários em relação à bateria do celular, é o desempenho dela. Por isso, listamos alguns mitos e verdades sobre o tema que você precisa saber, além de algumas dicas úteis para melhorar o seu uso.

Aproveite e confira também os mitos e verdades sobre vírus no celular

A primeira carga de bateria do celular precisa ser completa

Mito! Não apenas os smartphones modernos, mas a maioria dos dispositivos eletrônicos como tablets e computadores costumam ser vendidos com uma determinada quantidade de carga, pois as baterias atuais não viciam.

Ou seja, fica a critério do dono do aparelho fazer a primeira carga completa, já que isso não exercerá nenhuma influência no desempenho da bateria, nem dirá se é um celular lento ou não.

É preciso descarregar o aparelho por completo

Mito! Certamente, é um dos piores rumores espalhados entre os usuários, pois, ainda que as baterias de lítio não possam sofrer com o “bateria viciada” (entenda melhor a abaixo), esse é um dos fatores que mais compromete a sua vida útil.

Todavia, se você possui um celular de fabricação recente, não precisa se preocupar com isso. Os smartphones atuais têm uma aplicação de fábrica que os faz desligar quando a carga da bateria atinge cerca de 5%, evitando que a vida útil seja afetada.

Deixar o dispositivo carregando por longos períodos é prejudicial

Parcialmente verdade! O fato que isso depende de alguns fatores. Por exemplo, se o carregador for original e não tiver defeitos, isso não será problema. Isso porque eles também são desenvolvidos com um sistema que corta o fornecimento de energia quando o aparelho atinge os 100%, evitando o superaquecimento.

Porém, se forem carregadores falsos, é importante ficar atento, porque a comunicação entre o celular e o dispositivo de carregamento pode gerar graves consequências, como o aquecimento do smartphone, podendo até mesmo causar uma explosão. Aqui você pode conhecer mais detalhadamente os riscos ocultos de celular e carregadores falsos.

Utilizar o celular enquanto está carregando pode causar danos

Verdade! Não é uma regra, mas é necessário tomar certos cuidados. Primeiramente, não é preciso ser especialista para saber que, ao utilizar o celular enquanto ele carrega, haverá uma demora maior para que sua carga complete o ciclo, concorda?

Além disso, quando o smartphone está carregando, ocorrem reações químicas dentro da bateria do celular que fazem com que o aparelho aqueça. Isso significa que manuseá-lo durante uma recarga pode fazer o dispositivo superaquecer e, consequentemente, danificar os seus componentes internos.

Sendo assim, abrir aplicativos pesados, assistir vídeos ou jogar jogos que exigem alto desempenho do celular enquanto a bateria está carregando, são práticas que geram aquecimento anormal no aparelho.

É altamente indicado que, quando possível, as recargas de bateria sejam realizadas enquanto o celular está desligado.

Carregadores falsos ou genéricos estragam a bateria do celular

Verdade! Muitos desses carregadores não são fabricados por profissionais experientes, ou contém materiais de baixa qualidade em sua composição interna, fazendo com que ocorra oscilação em seu funcionamento.

Esse tipo de carregador, em geral, não atinge a voltagem adequada durante os ciclos de carga, o que, além de fazer com que ela demore muito mais para se completar, pode superaquecer o aparelho.

Carregadores turbo são os mais indicados para qualquer celular

Parcialmente verdade! O carregador turbo tem uma espécie de filtro responsável pela regulagem da potência da carga, evitando que o celular seja danificado por oscilações ou sobrecarga.

No caso de um smartphone que é equipado com a tecnologia adequada para receber um carregamento turbo, a carga não atingirá o nível máximo com a mesma eficiência, mas ele funcionará como um carregador comum.

O superaquecimento do celular pode danificar a bateria

Verdade! Quando o dispositivo móvel está com a temperatura muito mais alta do que foi projetado para suportar, a bateria será drenada de forma muito mais rápida, o que fará com que a sua vida útil seja reduzida drasticamente.

Portanto, deve-se evitar que o celular seja carregado em ambientes não arejados. Ao carregar o celular no carro, por exemplo, procure um local que não esteja exposto ao sol.

Baterias podem explodir

Verdade! Pode ser um problema não muito recorrente, mas uma pequena falha de engenharia somada ao mau uso da bateria pode resultar em uma explosão.

Os celulares modernos são equipados com dispositivos e recursos que são capazes de manter a temperatura do aparelho estável, tornando a bateria inoperante no caso de um superaquecimento. Mas práticas de mau uso, como um carregador falso, podem aumentar as possibilidades de ocorrer uma explosão.

Baterias têm tempo de vida útil estimado

Verdade! Como em qualquer equipamento eletrônico, é normal que ocorra um desgaste natural dos componentes, peças e do sistema em geral, incluindo a bateria.

Geralmente, a vida útil de uma bateria é de, em média, um ano sem que ela apresente qualquer problema ou variação no desempenho, mas quando o usuário faz uma utilização adequada, seguindo as dicas que foram citadas até aqui, é possível estender esse período.

Entenda o que é o “efeito memória” ou bateria “viciada”

Popularmente conhecido pelo termo “bateria viciada”, o “efeito memória” não acontece com as baterias de lítio, mas é normal que os modelos de Ni-Cd e Ni-MH sofram com esse tipo de problema por causa de suas limitações técnicas. Mas fique tranquilo, hoje as baterias de lítio, por serem menos tóxicas, mais eficientes e não suscetíveis ao “efeito memória”, são o padrão utilizado nos aparelhos atuais.

Por muitos anos, o “efeito memória” foi um problema comum na bateria do celular e a sua causa está diretamente associada aos maus hábitos de utilização do equipamento. Para evitar correr o risco de ter um celular com a bateria “viciada”, verifique o tipo de bateria do celular que você tem em mãos. Essa informação pode ser encontrada na caixa ou no manual do smartphone.

O principal indício do “efeito memória” na bateria pode ser percebido quando o marcador de carga do aparelho indica que ela está carregada, mas o usuário nota que em pouco tempo ele já está quase vazio, indicando bateria fraca.

O fato de carregar o dispositivo com um determinado volume de carga ainda presente na bateria faz com que ela “acostume-se” a receber apenas uma parcela de sua capacidade total.

Veja algumas dicas de utilização e carregamento para bateria do celular

A bateria do celular pode ter o seu desempenho e vida útil otimizados se o usuário for cuidadoso com o aparelho. Portanto, separamos algumas dicas úteis sobre a utilização e o carregamento da bateria.

Atualize a versão do sistema operacional (iOS)

Uma das primeiras recomendações da Apple em relação ao desempenho da bateria, aos usuários de seus dispositivos móveis, é que a versão mais recente do sistema operacional deve estar instalada no aparelho.

O motivo disso é que algumas aplicações, recursos e tecnologias avançadas sobre economia de energia são implementadas de acordo com as atualizações da plataforma. Os desenvolvedores procuram otimizar o funcionamento a cada versão.

Utilize apenas carregadores originais

Com certeza, um dos avisos mais frequentes das empresas fabricantes de tecnologia mobile. O uso de carregadores originais não é um mero capricho. Para se ter uma ideia, a Samsung é específica a ponto de evidenciar que o usuário deve utilizar, se possível, apenas “o que vem na caixa do produto”.

Esses avisos não se devem apenas ao fato de que a fonte é projetada para proporcionar a alimentação de energia adequada ao celular, mas também por motivos de segurança.

Evite calor e contato direto com a luz do sol

Como já dissemos, temperaturas extremas são uma das principais causas de redução da vida útil das baterias de lítio. Portanto, os fabricantes avisam aos usuários a respeito das consequências de deixar o smartphone, por exemplo, no porta-luvas do carro em pleno verão ou em contato direto com a luz do sol.

Segundo a Apple, o ideal é que o celular permaneça em ambientes com uma temperatura que varie de 16 C° a 22 C°.

Fique atento ao uso de capinhas enquanto carrega o aparelho

Considerando que os smartphones modernos são praticamente computadores portáteis, ferramentas de alto custo e extremamente frágeis, todo cuidado é pouco, não é verdade? Por isso, o mercado de capinhas de celular é tão promissor, já que elas aliviam os impactos de quedas e colisões, preservando a integridade os aparelhos.

Todavia, elas também podem ser responsáveis pelo superaquecimento do dispositivo sem que o usuário sequer possa notar, pois acabam “camuflando” o aumento da temperatura. Sendo assim, o ideal é remover a capinha durante o carregamento da bateria do celular para que as vias de dissipação de calor fiquem livres.

Desabilite as conexões sem fio

Os smartphones atuais são repletos de funções e recursos interessantes, dentre eles as conexões sem fio como o Bluetooth, a rede 3G/4G e o Wi-fi.

O problema é que manter todas essas funcionalidades ativas ao mesmo tempo pode consumir a carga da bateria mais rápido que o comum, prejudicando sua vida útil. Se você não estiver utilizando essas funções, deixa-as desativadas.

Desligue o celular enquanto não pode usá-lo

Está no cinema, igreja, teatro ou em uma reunião importante? Então não há motivo para manter o smartphone ligado, concorda? Nada melhor do que desligá-lo para poupar energia e otimizar o uso da bateria.

Vale ressaltar, ainda, que essa dica também se aplica aos momentos em que o aparelho está sem sinal, principalmente pelo fato de que nessas horas ele aumentará o uso de seu processamento para tentar encontrar uma fonte de sinal, consumindo muito mais energia que deveria.

Desative a função “vibrar”

A função de vibração consome exponencialmente mais energia do que o recurso de toque sonoro. Portanto, se o barulho do telefone não for um problema, de acordo com o contexto em você se encontra, dê preferência por mantê-lo tocando, já que essa opção poupa energia.

Utilize apenas o que for indispensável

Inúmeros jogos, variados tipos de funções e uma vasta gama de aplicativos interessantes. É indiscutível que os celulares modernos são dispositivos completos. Mas, se sua intenção é economizar energia e poupar a vida útil da bateria, é imprescindível utilizar apenas o que realmente for necessário, pois cada aplicação ativa contribui com o consumo de energia.

Fale somente o necessário

Além de economizar em sua conta no final do mês, falar pouco ao telefone também afeta positivamente a duração da bateria.

Reduza o brilho da tela

Tela altamente iluminada é sinônimo de bateria descarregada. Então, reduza o brilho até um nível que sua vista não seja prejudicada na hora de visualizar a tela do smartphone, já que a iluminação é um dos fatores que mais consome a bateria do celular.

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*Fonte: oitechtonica

Cientistas criam a Super Madeira: mais resistente e mais leve que aço

Cientistas de Universidade de Maryland, nos Estados Unidos, desenvolveram um processo que torna a madeira muito mais densa do que ela é. Os resultados divulgados na Nature indicam que o processo final entrega uma super madeira, mais resistente e leve que o aço.

Para chegar ao resultado, a equipe ferveu a madeira em uma mistura de sulfato de sódio e hidróxido de sódio para quebrar as ligações naturais das células da planta. Após esse processo, a madeira é aquecida e comprimida para “um colapso total das paredes das células e uma completa densificação da madeira natural”, dizem os pesquisadores.

O principal desafio agora é a criação em massa da super madeira

Em comparação, o novo material é 10 vezes mais forte e até 20 vezes mais rígido do que a madeira comum. Além disso, ela é menos propensa a absorver água e ao inchaço, tornando a super madeira ótima para a construção de casas e outras edificações.

Outro ponto interessante da descoberta? A super madeira consegue parar projéteis disparados por armas de fogo. Como nota o BGR, se comparada com o Kevlar [material usado em coletes à prova de bala], a super madeira oferece uma proteção um pouco inferior com a mesma densidade — ou seja: o custo é o interessante aqui, já que ela custa uma fração do valor do Kevlar.

O principal desafio agora é a criação em massa da super madeira.

 

 

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*Fonte: tecmundo

Chegou a hora de abandonar o WhatsApp, revela o New York Times

O Cofundador do WhatsApp, Jan Koum anunciou a própria saída não só da empresa responsável pelo app de mensagens como também do conselho de administração do Facebook. Conforme o New York Times, a decisão é um duro baque e pode sinalizar um momento de apagar o mensageiro.

O aplicativo tem 1,5 bilhão de usuários ativos, que trocam cerca de 60 bilhões de mensagens diárias.

A publicação alerta ainda que os membros do conselho do Facebook não se preocupam com questões de segurança e privacidade, e os colaboradores do WhatsApp temem que o aplicativo seja usado para recolher ainda mais dados.

Durante a gestão de Koum, o WhatsApp compartilhou poucos dados com o Facebook, mas, com a saída dele, é provável que o Facebook tenha mais facilidade para reunir mais informações sobre os usuários, denuncia o jornal. Conforme dados de 2017, o aplicativo tem 1,5 bilhão de usuários ativos, que trocam cerca de 60 bilhões de mensagens diárias.

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*Fonte: portalr10

Veja o que as redes sociais e buscadores fazem com os dados dos usuários

O escândalo do Facebook despertou a preocupação e dúvidas dos internautas sobre o uso de seus dados recolhidos pelas redes sociais e os motores de busca.

Este é um resumo de como funcionam, em um momento em que o CEO do Facebook, Mark Zuckerberg, dá seu testemunho no Congresso dos Estados Unidos.

>> As redes sociais

DADOS QUE RECOLHEM: Tudo o que um usuário escreve, em sua página de Facebook ou nas de seus “amigos”, todas as fotos ou vídeos que publica, todas as suas “curtidas” na rede, tudo que compartilha, tudo que consulta, a identidade dos usuários com que interage, ou sua geolocalização. A mesma coisa acontece com o Instagram e o WhatsApp, subsidiárias do Facebook, Snapchat ou Twitter, embora o leque seja menor nestas últimas plataformas. Se o usuário autorizar, o Facebook também pode buscar informações nos sites que consulta enquanto está conectado à rede social.

DADOS QUE VENDEM: O Facebook assegura que não vende a seus clientes anunciantes os dados pessoais identificáveis ou os dados agregados. O que vende é a possibilidade de que um anunciante chegue, entre os usuários do Facebook, ao seu público-alvo, multiplicando assim a eficácia de uma campanha. “O Facebook não está no negócio da venda de dados, está no de venda de pixeis”, resume Ryan Matzner, cofundador do Fueled, uma empresa que cria aplicativos para clientes.

O Twitter, por sua vez, vende tuítes, ou o acesso a um motor de busca interna para ver todas as mensagens publicadas em um período dado.

O QUE COMPARTILHAM: A imensa maioria das redes sociais abre suas portas a companhias externas que criam aplicativos que se alimentam em parte ou totalmente da exploração dos dados de usuários dessas redes.

No caso do Facebook, a parte pública, ou seja, toda a página para alguns, apenas o nome, sobrenome e a foto do perfil para outros, não necessita autorização do usuário, explica Ryan Matzner. Já a utilização do resto requer o consentimento do interessado, afirma.

Apenas os dados bancários ou de pagamento que o Facebook possui estão fora do limite. No entanto, aponta Matzner, “muitas coisas que eram possíveis há cinco, seis ou sete anos já não são porque o Facebook era mais aberto nessa época”.

Mas quando os dados são recolhidos por estes aplicativos, escapam ao Facebook ou a outras redes sociais.

“É como aplicar uma regra sobre a qual o Facebook não tem jurisdição ou interesse. E não há ferramentas (para recuperá-las), embora alguém prometa isso”, explica Chirag Shah, professor da Universidade de Rutgers e especialista em dados nas redes sociais.

“Quando alguém acessa esses dados, o Facebook não tem como saber o que fará com eles”, afirma Matzner. “Só podem acreditar em sua palavra. É como enviar um e-mail e se perguntar o que o destinatário fará com ele. Você não sabe”.

>> Os motores de busca

O QUE RECOLHEM: Todos os dados que dizem respeito às buscas, à geolocalização ou outros dados consultados. Como Google, Yahoo! (grupo Oath) e Bing (Microsoft), os principais motores de busca estão integrados nos gigantes da internet que propõem vários outros serviços aos internautas. Através deles, os grupos recolhem dados adicionais, que cruzados com os coletados pelos motores de busca traçam um perfil ainda mais preciso do internauta. “Você não precisa dizer ao Google sua idade ou seu sexo”, explica Chirag Shah. “Eles podem determinar isso graças a muitos outros fatores”.

O QUE VENDEM: Assim como as redes sociais, seus rendimentos provêm, em grande parte, da publicidade. Não vendem dados, mas sim o acesso a um consumidor de características muito precisas, fruto do cruzamento de dados do motor de busca – e também, no caso do Google, de todas as buscas e conteúdos vistos no YouTube, sua subsidiária. Inclusive o Google há algum tempo explora o conteúdo das mensagens eletrônicas dos internautas que têm uma conta Gmail, mas em junho passado anunciou que não fará mais isso.

O QUE COMPARTILHAM: Abrem as portas a desenvolvedores e aplicativos, como as redes sociais.

>> Há limites?

Nos Estados Unidos não existe quase nenhuma lei que proteja a utilização de dados provenientes das redes sociais ou motores de busca. Mas a autoridade reguladora, a Federal Trade Commission (FTC), as monitora e sancionou o Facebook a partir de 2011 por sua gestão de dados pessoais. Também concluiu um acordo com o Google em 2013 por práticas que atentavam contra a concorrência.

No Canadá e Europa, há limites para o uso de dados, sobretudo no que diz respeito a informações ligadas à saúde, explica Ryan Berger, da filial canadense do escritório Norton Rose Fulbright. Ressalta, no entanto, que a jurisprudência sobre estes assuntos é quase inexistente.

Na Europa, o Facebook foi sancionado em 2017 com uma multa de 135 milhões de dólares pela Comissão Europeia por compartilhar dados pessoais com o WhatsApp.

Na França, a Comissão Nacional de Informática e Liberdades (CNIL) aplicou em maio de 2017 uma multa de 185.000 dólares ao Facebook por “faltas” em sua gestão de dados dos usuários.

O novo regulamento geral sobre a proteção de dados (RGPD), um texto europeu que entrará em vigor em 25 de maio, definirá normas mais claras para a coleta de dados.

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*Fonte: exame

Estamos cada vez mais perto da imortalidade?

Os avanços científicos e tecnológicos dos últimos anos levaram certas pessoas a pensar que podemos vencer a morte. Como faremos isso? Como seria uma sociedade de imortais?

Um dos grandes sonhos do ser humano é vencer a morte. São vários os exemplos de personagens (de mitológicos a literários) que tentaram derrotar as parcas e brincar de ser Deus. Hoje, cada vez mais linhas de pesquisa pretendem estender a vida a limites até então impensáveis. Porém, será que isso terá alguma consequência, como nas antigas lendas ou nos modernos livros de ficção científica?

Há alguns anos, começou-se a falar com cada vez maior insistência no transumanismo. Tal teoria dita que os avanços tecnológicos e científicos nos permitirão vencer as limitações do nosso corpo. Em teoria, já somos transumanos: usamos óculos, implantes para a surdez, marca-passos etc. Além disso, a possibilidade de cura das doenças graças à edição genética está começando a se tornar realidade.

Porém, o objetivo do transumanismo vai além: alcançar a pós-humanidade, um estado no qual o ser humano controla seu próprio destino e vence os problemas da vida física.

Nesse sentido, o corpo pode passar a ser unicamente um acessório: alguns dos transumanistas mais famosos, como o multimilionário russo Dmitry Itskov, dizem que acabaremos registrando nossa consciência em um suporte digital para poder trasladá-la a diferentes avatares. Segundo esse visionário, alcançaremos esse estado em menos tempo do que acreditamos, ao redor do ano 2045. Por isso, Dmitry batizou seu ambicioso projeto com essa cifra.

Livrar-nos do “gene da morte”

Outra guru da imortalidade é Cynthia Kenyon, bióloga molecular e vice-presidente de Pesquisas do Envelhecimento da Calico, aposta biotecnológica do Google (Sergey Brin, um dos fundadores do Google, é outro dos magnatas que mais investem nesta busca do “Santo Graal”).

Em 1981, Cynthia Kenyon descobriu os mecanismos reparadores do DNA. Em 1993, dobrou a duração da vida da espécie de verme C. Elegans alterando um único gene, chamado “o gene da morte”. Suas pesquisas conseguiram prolongar a vida de animais de laboratório em mais de 30%.

Com ou sem gene, existem espécies que parecem ter propriedades que as tornam especiais ao longo da vida, do chamado urso de água, que pode sobreviver nas condições mais extremas, até o axolote, a lagosta e o rato-toupeira-pelado. Este último, uma espécie de roedor que vive no Chifre da África, fascina os cientistas, pois não padece de câncer. Recentemente, descobriu-se que, por mais que vivam, não envelhecem: seu risco de morte é o mesmo com quatro ou vinte anos, algo que no ser humano se multiplica quando saltamos de uma década a outra.

Outros pesquisadores decidiram se adiantar e pesquisar diretamente no próprio corpo. Como a norte-americana Elizabeth Parrish, diretora-executiva da start-up Bioviva. Há dois anos, ela anunciou que se submetera a um tratamento de terapia de genes que deixou suas células duas décadas mais novas. Para evitar a dura legislação da Agência de Medicamentos dos EUA (FDA), ela viajou à Colômbia para submeter-se à experiência.

O tratamento envolvia injeções de material genético que permitiam estender os telômeros, regiões do DNA nos extremos dos cromossomos, cuja longitude está relacionada ao envelhecimento celular. Elizabeth Parrish fez o tratamento aos 44 anos. Por isso, será preciso esperar algumas décadas para comprovar o êxito da terapia.

Viver mais de mil anos

No entanto, quem sempre é citado no que se refere ao transumanismo é uma pessoa com imagem e nome exóticos: Aubrey de Grey, que com sua barba comprida parece um personagem da Liga Extraordinária, não um cientista.

Esse técnico em gerontologia dirige a SENS Foundation Research, instituição que pesquisa os problemas associados ao envelhecimento de uma perspectiva mais ampla que a do próximo tratamento contra o Alzheimer ou o câncer, doenças que o próprio Aubrey De Grey afirma que não serão curadas simplesmente por serem manifestações da idade: degradação neuronal ou genética.

No entanto, ele confia cegamente que a medicina será capaz de reparar os danos do corpo e afirma ser mais provável que, quando isso for alcançado, não vivamos apenas duzentos ou trezentos anos, mas mil. Aubrey De Grey é cofundador da Methuselah Foundation (Fundação Matusalém, em honra ao personagem bíblico que chegou a viver quase mil anos) junto a Paul F. Glenn, magnata dono do Cycad Group, fundo de capital de risco tecnológico.

Respaldo científico

Para Antonio Diéguez, catedrático de Lógica e Filosofia da Ciência na Universidade de Málaga (Espanha) e autor do livro Transhumanismo. La búsqueda tecnológica del mejoramiento humano [Transumanismo: A busca tecnológica do aprimoramento humano], esses projetos, embora “não careçam por completo de base racional”, necessitam um respaldo científico que ainda não é muito claro.

Um exemplo: a possibilidade de trasladar a consciência de corpo a corpo. “A noção de mente e consciência que subjaz esse tipo de afirmação é bem discutível”, comenta Antonio Diéguez. “Concebemos a mente como uma espécie de software que pode ser trasladado a diferentes hardwares e continuar funcionando com normalidade”, algo que está “longe de se tornar evidente”.

Mas… seremos capazes de viver tanto?

A expectativa de vida aumentou enormemente no século XX. Na Espanha, por exemplo, em 1919, quando foi criado o primeiro sistema público de previdência e se fixou a idade de aposentadoria em 65 anos, a expectativa de vida não chegava a 50. Hoje, é de 83 anos, superada apenas pelo Japão.

Mas devemos ter em conta que tal aumento se deve sobretudo à redução da mortalidade infantil. Eliminado esse fator, o aumento da longevidade em um século foi de cerca de 20 anos, o que é um dado positivo.

Por outro lado, segundo um estudo demográfico feito em 40 países e realizado pelo Albert Einstein College de Nova York, embora cada vez mais gente supere os cem anos, a vida parece ter alcançado seu ponto máximo nos 122 anos. Essa foi a idade com a qual morreu a pessoa mais longeva que já existiu, Jeanne Calment. Essa francesa faleceu em 1997. Hoje, duas décadas mais tarde, ninguém a superou, embora tenha aumentado o número de indivíduos centenários.

O que faremos quando nos tornarmos imortais?

Antonio Diéguez se mostra crítico com o mundo utópico vendido pelos gurus do transumanismo. Quando poderia se aposentar uma pessoa com expectativa de vida superior a, digamos, 300 anos? “Obviamente, nenhum sistema de bem-estar está preparado para algo assim. Não apenas teríamos que continuar trabalhando muitos mais anos, teríamos também que gerar controles de natalidade bem estritos” e “teríamos que mudar de profissão a cada certo tempo, pois não parece provável que um mesmo trabalho nos satisfaça durante centenas de anos”.

Para ele, a ideia de uma sociedade de seres imortais é “uma distopia, no mínimo, pouco animadora”. Ele não vê claro que os males do ser humano seriam resolvidos: “Os transumanistas tendem a pensar que os problemas sociais terão soluções tecnológicas; são, portanto, promotores mais ou menos involuntários de uma sociedade tecnocrática na qual restaria pouco espaço para a deliberação política de questões centrais.”

É possível intuir, além disso, uma brecha social. “O acesso a essas tecnologias de biomelhoramento ou “ciborguização” estará restringido às pessoas que possam pagá-lo.” E conclui: “É bem duvidoso que a sociedade possa oferecer oportunidades adequadas a todos os indivíduos melhorados tecnologicamente. Nem todos podem ser intelectuais, escritores de sucesso ou grandes artistas, esportistas ou cientistas. O nível de frustração pessoal poderia ser muito grande.”r

É possível que, como diz Aubrey de Grey, já tenha nascido a pessoa que viverá mais de mil anos. O que ainda não sabemos é em que tipo de sociedade ela viverá sua longa vida.

*Por Marcos Domínguez

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*Fonte: thedailyprosper

Startup australiana organiza corrida de carros voadores no deserto

Fórmula 1, caminhão, moto, bicicleta, rolimã… Tem corrida de tudo quanto é coisa, basta essa coisa se mexer. Mas nessa a startup australiana Alauda se superou: ela já está organizando o racha entre carros que ainda nem existem direito: os voadores.

A primeira corrida de quadricópteros pode acontecer em 2019, e no deserto. A empresa começou nesta semana a levantar dinheiro pelo Kickstarter para financiar a empreitada e transformar em realidade não apenas o evento, mas o carro voador em si. Por enquanto, a máquina é um protótipo em tamanho reduzido e ganhou o nome de Mark 1 Airspeeder.

Esse tipo de veículo é nada mais que um drone gigante, com decolagem e pouso na vertical. Por questões de segurança, logística e custo, especialistas têm avaliado esses carros como pouco viáveis em larga escala num futuro próximo, mas o CEO da Alauda, Matt Pearson, discorda. Para ele, colocar esses brinquedos para correr vai empurrar o desenvolvimento da tecnologia, assim como acontece em outras categorias de competição a motor.

O Alauda Mark 1 é um carro elétrico de baixa altitude com formato de veículo de corrida – um Fórmula 1 dos ares, no melhor estilo pod do Star Wars. Ele carrega apenas uma pessoa e chega à velocidade de 200 km/h.

Nos últimos dois anos, a companhia esteve trabalhando às escondidas, mas agora ela acredita que a novidade está madura o suficiente para os primeiros testes sérios. Um voo demonstrativo com piloto já está previsto para acontecer em janeiro de 2018.

Mais do que entrar no circo da velocidade, a Alauda quer chamar a atenção e vencer a corrida pelo mercado. Concorrentes como Airbus e Uber já estão trabalhando em veículos parecidos, mas não têm previsão de quando a tecnologia estará no dia a dia das pessoas.

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*Fonte: storia

Cientistas criam bactéria que come o CO2 do ar

Ironicamente, a solução para o aquecimento global pode estar numa criatura que adora calor: a bactéria Pyrococcus furiosus, que vive dentro de vulcões submarinos onde a temperatura chega a 100 graus. Numa experiência feita pela Universidade da Geórgia, nos EUA, esse micróbio recebeu cinco genes de outra bactéria subaquática, a Metallosphaera sedula. E dessa mistura saiu uma criatura capaz de algo muito útil: alimentar-se de CO2.

Exatamente como as plantas (que absorvem luz e CO2), mas com uma vantagem: a bactéria é mais eficiente, ou seja, se multiplica mais rápido e absorve mais CO2 do ar. “Agora podemos retirar o gás diretamente da atmosfera, sem ter de esperar as plantas crescerem”, diz o bioquímico Michael Adams, autor do estudo. Seria possível criar usinas de absorção de CO2, que cultivariam o micróbio em grande escala, para frear o aquecimento global. Depois de comer o gás, ele excreta ácido 3-hidroxipropiônico — que serve para fazer acrílico e é um dos compostos mais usados na indústria química.

Se a bactéria transgênica escapar e se reproduzir de forma descontrolada, poderia consumir CO2 em excesso e esfriar demais a atmosfera. Existe um mecanismo de segurança natural contra isso: ela só consegue comer o gás se a temperatura for de 70 graus (que seria mantida artificialmente nas usinas). Mas sempre existe a possibilidade de que a bactéria sofra uma mutação, supere esse bloqueio — e mergulhe a Terra numa nova era glacial. Talvez seja melhor deixar as plantas cuidando do CO2.

 

 

 

 

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*Fonte: superinteressante

Sherman, o robô com o objetivo de te fazer sorrir

Sherman é um relógio de mesa, desenvolvido pela MB&F e pela L’Epée 1839, cujo objetivo nada mais é do que contar as horas e fazer as pessoas sorrirem.

“O Sherman não fala, não monta carros e não foi feito para andar em Marte. Ele não tenta matar a Sarah Connor, resgatar Luke Skywalker, ou alertar Will Robinson”, disse seus criadores.

Sherman é o resultado da busca contínua de Maximilian Büsser de revisitar sua infância, durante a qual ele ansiava por um amigo robô. Suas mecânicas são baseadas em alta relojoaria e está disponível em uma edição limitada de 200 peças prateadas (banhadas a prata), 200 peças douradas (folheadas a ouro) e 50 peças douradas com pequenos diamantes.

Seu preço é de nada menos do que 12.547 euros.

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*Fonte: updateordie

Aplicativo do Google que ajuda a liberar espaço no celular é atualizado

O Files Go é um aplicativo que o Google lançou no Android para ajudar no gerenciamento de arquivos armazenados na memória dos smartphones. Ele agora ganhou uma atualização que adiciona novos recursos e torna a pesquisa de arquivos mais parecida com a busca do Google.

Enquanto o usuário digita o que está buscando no celular, o Files Go começa a oferecer resultados mais ou menos como a busca do Google faz na internet. O histórico de pesquisa também é armazenado no dispositivo, e os recursos funcionam mesmo com o smartphone desconectado da internet.

Outras novidades adicionadas pelo Google facilitam na hora de buscar arquivos duplicados: agora ele exibe onde os arquivos estão guardados para o usuário escolher qual dos dois vai ser apagado do aparelho. Como o Files Go também passou a exibir resultados do Google Fotos com a atualização, ele sugere a remoção de imagens que já tenham sido enviadas para a nuvem do Google.

A atualização do Files Go já está disponível, e todos os usuários que já contam com o aplicativo instalado devem receber os novos recursos.

 

 

 

 

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*Fonte: olhardigital