Experimento faz tempo andar para trás

Seta do tempo relativa Uma equipe internacional, liderada por físicos brasileiros, realizou um experimento que mostra que a seta do tempo – o desenrolar contínuo do tempo do passado rumo ao futuro – é…

Seta do tempo relativa

Uma equipe internacional, liderada por físicos brasileiros, realizou um experimento que mostra que a seta do tempo – o desenrolar contínuo do tempo do passado rumo ao futuro – é um conceito relativo, e não absoluto.

Em um artigo ainda sendo revisado para publicação, a equipe descreve o experimento e o resultado, e também explica por que suas descobertas não violam a segunda lei da termodinâmica.

O estudo, apesar de não viabilizar uma viagem no tempo propriamente dita, pode ajudar a ciência a compreender melhor por que o universo e tudo o que há nele somente caminha em uma direção, quando o assunto é o tempo. Para o experimento, os pesquisadores decidiram analisar o movimento da energia, seguindo os princípios da entropia.

A segunda lei da termodinâmica estabelece que a entropia, ou desordem, tende a aumentar ao longo do tempo, e é por isso que todo o mundo que nos rodeia parece se desdobrar tempo adiante, nunca dando marcha-a-ré. Ela também explica por que o café quente sempre esfria e nunca se aquece, e coisas desse tipo.

Kaonan Micadei e seus colegas parecem agora ter encontrado uma exceção a essa regra – e uma exceção que funciona de forma a não violar as regras conhecidas da física.

Partículas correlacionadas

A ideia de partículas emaranhadas, ou entrelaçadas, já é bastante conhecida, graças em parte aos esforços para transformá-las em qubits para computadores quânticos.

Mas há uma outra propriedade menos conhecida das partículas subatômicas, ligeiramente diferente do entrelaçamento. É quando as partículas estão correlacionadas, o que significa que elas se ligam de modos que não acontecem no mundo em escala humana. As partículas correlacionadas também compartilham informações, como as partículas entrelaçadas, embora por meio de uma ligação que não é tão forte.

Em seu experimento, os pesquisadores usaram essa propriedade do correlacionamento para mudar a direção da seta do tempo.

O experimento consistiu em mudar a temperatura dos núcleos em dois dos átomos de uma molécula de triclorometano – hidrogênio e carbono – , de modo que a temperatura ficou mais alta no núcleo de hidrogênio do que no núcleo de carbono. Em seguida, a equipe ficou observando como o calor fluía de um núcleo atômico para o outro.

A equipe verificou que, quando os núcleos dos dois átomos não estavam correlacionados, o calor fluiu como esperado, do núcleo mais quente de hidrogênio para o núcleo mais frio de carbono.

Mas, quando os dois estavam correlacionados, ocorreu o oposto – o calor fluiu para trás em relação ao que normalmente é observado. O núcleo quente ficou ainda mais quente, enquanto o núcleo frio ficou mais frio.

Tempo andando para trás

Como é a própria assimetria do fluxo de calor no tempo – a entropia – que determina a seta do tempo, conforme descrito por Arthur Eddington há quase 100 anos, a equipe concluiu que seu experimento inverteu a seta do tempo. Em outras palavras, fez o tempo correr para trás.

“O calor flui neste caso do qubit frio para o quente: a seta do tempo é invertida. Nós caracterizamos quantitativamente a ocorrência dessa inversão calculando o calor real a cada momento,” escreveram Micadei e seus colegas.

“Isso abre a possibilidade de controlar ou até mesmo inverter a seta do tempo dependendo das condições iniciais,” acrescentaram.

Segundo a equipe, seu experimento não violou a segunda lei da termodinâmica porque a segunda lei pressupõe que não existam correlações entre as partículas – e a correlação foi essencial para que o tempo corresse para trás durante o experimento.

Traduzindo a coisa toda, o estudo descobriu um equivalente termodinâmico da reversão do tempo, ainda que limitado a uma escala microscópica. Ainda que a descoberta possivelmente não proporcione estudos que levarão à criação de uma máquina do tempo, o estudo revela que o tempo não caminha absolutamente somente para frente, podendo ser manipulado em condições específicas.

Participaram do trabalho físicos das universidades Federal do ABC, CBPF, USP (Brasil), Nacional de Cingapura, York (Reino Unido) e Erlangen-Nürnberg (Alemanha).

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*Fonte: socientifica

Como a NASA está presente em seu dia a dia sem você saber

De GPS, a câmera “selfie” em seu telefone celular ou até mesmo turbinas eólicas são alguns dos derivados dos desenvolvimentos tecnológicos da Nasa que, sem perceber, melhoraram significativamente nossas vidas.

A agência espacial dos Estados Unidos introduziu em muitas ferramentas a tecnologia originalmente criada para estudar e explorar o espaço. Para que os usuários possam descobrir como a NASA está presente no seu dia a dia, foi criada uma página web interativa onde todos esses elementos são exibidos.

Este novo espaço virtual, Nasa Home & City, mostra cerca de 130 dispositivos que, indiretamente, a NASA ajudou a desenvolver ou, em alguns casos, a melhorar. “A NASA está mais perto do que se acredita.

Os sistemas de filtragem de água foram projetados, inicialmente, para purificar a água dos astronautas. O mesmo vale para as turbinas eólicas. Agora, a NASA está analisando a energia de painéis solares para futuras missões tripuladas em Marte. Mas, no passado, ela estudou o uso da energia eólica para a exploração deste planeta . E, para isso, ela contribuiu com o primeiro programa de desenvolvimento sistemático com o qual ele procurou melhorar seu desempenho. Este design, melhorado com o passar do tempo, é o que podemos ver agora em qualquer parte do mundo.

Outra das invenções da agência espacial são as câmeras digitais dos telefones celulares que usamos atualmente. Em 1990, a NASA construiu um pequeno sensor de imagem que precisava de pouca energia para capturar imagens em suas diferentes missões espaciais . No entanto, a tecnologia para tirar essas fotos evoluiu muito nos últimos anos e esse desenvolvimento tem sido ideal para complementar nossos telefones.

Para o uso de espaçonaves, a NASA aprimorou o tecido de polímero com o qual são feitos os trajes espaciais, resistentes ao fogo. Alguns fatos que se tornaram parte do equipamento de proteção dos bombeiros devido ao material retardante de fogo com o qual são feitos.

Além disso, a Nasa também influenciou a vida de todos os esquiadores ou profissionais de snowboard que usam óculos para bloquear até 95% da luz azul refletida na neve branca. Um brilho que dificulta a visão e que, graças a um filtro projetado pela NASA, não é mais um problema para ver o terreno onde você esquia com clareza.

*Por Any Karolyne Galdino

 

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*Fonte: engenhariae

Japoneses criaram o primeiro carro feito quase que inteiramente de plástico

O primeiro carro do mundo feito com 90% de plástico foi apresentado no Japão. De acordo com o canal de televisão NHK, o protótipo foi desenvolvido por uma equipe da Universidade de Tóquio e pelos fabricantes de automóveis.

Graças ao uso de vários plásticos, foi possível reduzir o peso do veículo em 40%, o que economiza combustível.

O veículo tem mais de 4 metros de comprimento e tem uma aparência futurista graças à sua carroceria aerodinâmica.

Até agora, muitos consideravam que um uso maior de plástico em automóveis era impossível devido à sua baixa resistência mecânica, a participação dos polímeros chega a aproximadamente 17 por cento.

Os cientistas conseguiram resolver este problema combinando diferentes tipos de polímeros. É o primeiro automóvel do mundo com 90% de peças e componentes de plástico.

O projeto inovador faz parte do programa estadual Impact e é o resultado da colaboração de fabricantes de carros e especialistas de universidades.

Segundo a NHK, a descoberta “abre novas perspectivas para o desenvolvimento de veículos elétricos”.

*Por Any Karolyne Galdino

 

 

 

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*Fonte: engenhariae

Casa inclina e gira de acordo com os movimentos de quem estiver nela

Os artistas Alex Schweder e Ward Shelley decidiram criar um conceito totalmente inusitado de residência, e o resultado desse trabalho é uma casa totalmente funcional, conhecida como ReActor, e que se mexe conforme os movimentos das pessoas em seu interior, podendo ficar mais inclinada ou girar.

A estrutura é pequena, mede 12,8m por 2,4m e é feita toda de concreto. A ideia é que a casa se mexa tanto pela movimentação interna quanto por interferências externas, como ventos fortes, que podem fazer tanto com que ela gire quanto que se incline.

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*Fonte: megacurioso

Só uso Facebook para falar com meus avós: pesquisa mostra o que mudou na relação entre jovens e redes sociais nos EUA

Uma pesquisa divulgada nesta segunda-feira revela como a relação entre adolescentes americanos e a tecnologia, especialmente as redes sociais, evoluiu nos últimos anos e modificou a forma como os jovens se comunicam com amigos e familiares.

Em 2012, quando o estudo foi feito pela primeira vez, somente um terço dos adolescentes entrevistados dizia usar redes sociais mais de uma vez por dia. Agora, são 70%, sendo que 16% afirmam acessar “quase constantemente”.

“As redes sociais são hoje uma parte muito maior da vida dos adolescentes do que eram em 2012”, disse à BBC News Brasil um dos autores do levantamento, Michael Robb, diretor de pesquisas da Common Sense, organização sem fins lucrativos que promove tecnologia segura para crianças.

Robb afirma que um dos motivos por trás desse aumento é o fato de que o percentual de jovens americanos com smartphone saltou de 41% para 89% no período.

O pesquisador ressalta que não apenas a frequência mudou, mas também as preferências dos jovens. Há seis anos, o Facebook era apontado como a principal rede social por 68% dos adolescentes. Hoje, apenas 15% dizem o mesmo.

Uma das entrevistadas na pesquisa, uma menina de 16 anos, resumiu o sentimento, ao afirmar que só usa o Facebook para se comunicar “com seus avós”.

Atualmente, 41% dos adolescentes preferem o Snapchat, e 22% apontam o Instagram (comprado pelo Facebook em 2012) como rede preferida.

“O Instagram é principalmente para os pontos altos da minha vida, as coisas realmente importantes que acontecem. E o Snapchat é para as coisas pequenas… como quando vou almoçar com amigos ou fazer compras. E eu uso o Facebook para (me comunicar com) minha família”, detalhou outra entrevistada, de 15 anos.

Como se comunicam com amigos

A pesquisa, intitulada Social Media, Social Life: Teens Reveal Their Experiences (“Mídia Social, Vida Social: Adolescentes Revelam suas Experiências”, em tradução livre), foi feita em março e abril deste ano com 1.141 adolescentes de 13 a 17 anos nos Estados Unidos.

Robb diz ter ficado surpreso com o declínio na interação cara a cara entre os jovens. Em 2012, metade dos entrevistados dizia que essa era sua maneira preferida de se comunicar com amigos. Hoje, apenas 32% afirmam o mesmo, e 35% preferem mensagens de texto.

O percentual de jovens que preferem se comunicar via redes sociais saltou de 7% para 16%, e o dos que preferem interagir por chat de vídeo passou de 2% para 10%. Somente 5% afirmam que telefonemas são sua maneira favorita de se comunicar com os amigos.

“Acho que o instinto é olhar para essa estatística com preocupação, e pretendo continuar observando se essa tendência se mantém no futuro. Se essa mudança for real, vale a pena investigar o que ganhamos e o que perdemos ao mudar nossas preferências na maneira como nos comunicamos”, salienta Robb.

Um terço dos jovens diz que as redes sociais são “extremamente” ou “muito” importantes em suas vidas, enquanto 19% afirmam não usar redes sociais.

E apesar de 47% dos entrevistados que possuem smartphone dizerem ser “viciados” em seus telefones, apenas 24% se consideram “viciados” nas redes sociais.

Quase dois terços dos entrevistados dizem encontrar mensagens de conteúdo racista, sexista, homofóbico ou de intolerância religiosa, e 13% afirmam ter sofrido cyberbullying nas redes sociais.

Mas Robb observa que os jovens são mais propensos a dizer que as redes sociais têm efeito positivo do que negativo em suas vidas: 25% afirmam sentir-se menos sozinhos e 16%, menos deprimidos, enquanto 3% se sentem mais sozinhos ou mais deprimidos ao usar as redes. No geral, 18% dizem sentir-se melhor sobre si mesmos, e apenas 4% afirmam o contrário.

“Acho que esses dados contradizem a percepção que a maioria das pessoas tem”, salienta Robb. “A maioria das pessoas se preocupa sobre como as redes sociais podem prejudicar os jovens e aumentar a solidão ou a ansiedade, mas talvez estejam subestimando vários impactos potencialmente positivos.”

O pesquisador destaca ainda que tanto efeitos positivos quanto negativos são ampliados em adolescentes vulneráveis emocionalmente.

Manipulação e distração

Os jovens parecem conscientes sobre os impactos das redes sociais em outras atividades do dia a dia: 72% dizem acreditar que as empresas de tecnologia manipulam os usuários para que fiquem mais tempo em seus dispositivos, 57% concordam que o uso os distrai quando deveriam estar fazendo a lição de casa e 54% se dizem distraídos quando deveriam estar prestando atenção às pessoas que estão com eles.

O problema não afeta somente os jovens: 33% dizem que gostariam que seus pais passassem menos tempo com seus telefones celulares.

Mais de metade dos adolescentes afirma que desligam ou silenciam seus dispositivos para dormir, e 42% fazem o mesmo durante refeições com outras pessoas. Mas 26% nunca abandonam o telefone para dormir e 31% mantêm o dispositivo ligado durante as refeições.

Na conclusão da pesquisa, os autores ressaltam que as redes sociais são centrais em diferentes aspectos da vida dos adolescentes, o instrumento por meio do qual “falam com seus amigos, fazem planos para depois da escola, coordenam atividades extracurriculares, ficam por dentro das notícias, mantêm contato com primos, tios e tias, se organizam politicamente, aprendem sobre novos estilos e moda, se conectam com as pessoas com quem têm interesses comuns, documentam e compartilham os pontos altos de suas vidas, ganham inspiração e expressam sua criatividade”.

Para o CEO e fundador da Common Sense, James Steyer, o estudo mostra que, assim como os próprios adolescentes, o papel das redes sociais é complexo e desafia “julgamentos simplistas”.

“Por um lado, os adolescentes sentem que as redes sociais fortalecem seus relacionamentos com amigos e familiares, oferecem um importante caminho para autoexpressão e os fazem sentir-se menos sozinhos e mais conectados. Ao mesmo tempo, reconhecem que às vezes os afastam de interações cara a cara e os fazem sentir-se deixados de lado e ‘menos’ que seus pares”, destaca Steyer.

Segundo os autores, o estudo não pode afirmar com certeza se as redes sociais causam mal ou melhoram o bem-estar dos adolescentes. “Para muitos jovens, as redes sociais são fonte de conexão e inspiração, uma oportunidade de compartilhar sua criatividade e aliviar a solidão. No entanto, para alguns outros, às vezes podem aumentar ansiedade e depressão.”

“Enquanto a quantidade de tempo que os jovens devotam às redes sociais é uma importante medida, não é a única. Reduzir a relação entre redes sociais e bem-estar dos jovens à noção de que menos tempo nas redes vai por si só resolver depressão e ansiedade entre adolescentes é muito simplista – e talvez até perigoso”, afirmam os autores.

*Por Alessandra Corrêa

 

 

 

 

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*Fonte: bbc/brasil

O que são as ‘revolucionárias’ biobaterias, que usam papel e bactérias para gerar energia

Papel + bactérias = energia.

Assim poderíamos resumir a fórmula por trás de uma nova tecnologia que muitos especialistas estão dizendo ser “revolucionária”, além de barata e renovável. Ela foi apresentada nesta semana no 256º encontro nacional da Sociedade Americana de Química.

Trata-se de uma bateria feita de papel e alimentada por micro-organismos, que pode ser ativada através do contato com a água ou com saliva. Segundo seus criadores, esses dispositivos poderiam ser utilizados para fornecer energia a áreas remotas ou regiões pobres, locais onde um chuveiro elétrico é um artigo de luxo.

A equipe de cientistas responsável pela inovação pesquisa essa área há anos na Universidade de Binghamton, no Estado americano de Nova York. Eles já conseguiram melhorar o tempo de armazenamento das biobaterias – hoje de quatro meses – e têm trabalhado para fazer com que elas consigam gerar quantidade maior de energia.

Atualmente, o sistema consegue produzir eletricidade necessária para alimentar uma lâmpada de LED e uma calculadora.

“O rendimento energético precisa melhorar mil vezes para que seja útil à maioria de suas possíveis aplicações práticas”, disse Seokheun Choi, à frente da pesquisa. Esse objetivo poderia ser alcançado, diz ele, conectando várias baterias de papel de uma vez.

Os poderes do papel

O papel já vem sendo usado há anos por pesquisadores que desenvolvem biossensores, pequenos dispositivos que utilizam componentes biológicos como elementos de reconhecimento de substâncias, geralmente usados para diagnosticar doenças ou detectar poluentes no meio ambiente.

Eles funcionam geralmente por meio de reações químicas, que provocam uma mudança de cor no papel.

No entanto, a sensibilidade “elétrica” desses dispositivos é limitada.

“O papel tem vantagens únicas como material para biossensores: é econômico, descartável, flexível e tem uma grande superfície. No entanto, os sensores requerem uma fonte de alimentação”, explicou Choi durante apresentação das baterias.

Para superar essa barreira, a equipe de pesquisadores da Universidade de Binghamton criou uma espécie de célula, imprimindo finas camadas de metais e outros materiais sobre uma superfície de papel.

Eles passaram a usar então como componente biológico uma bactéria exo-eletrogênica, capaz de produzir energia a partir de compostos orgânicos e de transferir elétrons.

Assim, a energia gerada passaria através da membrana celular do micro-organismo e chegaria aos eletrodos externos para alimentar a bateria.

Para dar o início ao processo, diz o cientista, é necessário que apenas uma gota de líquido contendo a bactéria seja adicionada ao sistema.

Influência do oxigênio

A pesquisa também se dedica a avaliar como o oxigênio afeta o rendimento da bateria.
Image caption As baterias utilizam cargas elétricas produzidas por bactérias

Elemento comum na natureza, ele passa facilmente pelo papel e pode absorver os elétrons produzidos pela bactéria antes que eles cheguem ao eletrodo – diminuindo a eficiência da bateria.

No entanto, a equipe descobriu que, embora o oxigênio diminua ligeiramente a geração de energia, seu efeito é mínimo.

Isso ocorre porque as células bacterianas se prendem às fibras do papel, que rapidamente levam os elétrons para o dispositivo, antes que o oxigênio possa interferir.

Choi já pediu a patente da tecnologia e diz que agora busca um sócio para comercializá-la.

O pesquisador Seokheun Choi

 

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*Fonte: bbc/brasil

Quantino o carro movido a água salgada que fez 150 mil quilómetros sem poluição

A nanoFlowcell é uma marca protótipo do carro Quantino movido a água, neste caso a água salgada. E recentemente numa experiência o Quantino completou mais de 150 mil quilómetros em estrada tendo como combustível o recurso a água salgada.

Como Funciona a NanoFlowcell?

O funcionamento da tecnologia da nanoFlowcell é em tudo idêntico à de uma célula de combustível, só que recorre à água salgada invés do hidrogénio!

Assim, os iões positivos ficam separados dos iões negativos, sendo que ambos ao passarem por uma membrana se misturam e interagem, e é essa interação que gera energia elétrica que permite mover o automóvel!

O resultado final dessa mistura do líquido de iões gera água, tal como na célula de combustível de hidrogénio, mas tem como vantagem o facto de permitir que o veículo se movimente com zero emissões de carbono e um reabastecimento rápido!

Quando Surgiu a NanoFlowcell?

Esta é uma empresa já com algum tempo no mercado. Desde 2014 que esta empresa alemã tem vindo a desenvolver protótipos com o intuito de usarem água salgada como combustível primário.

Foram vários os protótipos desenvolvidos

Desportivo e-Sportlimousine
Crossover Quant F
Compacto Quantino

Os três modelos têm sido testados em estrada, mas foi o Quantino o primeiro a mostrar a verdadeira capacidade do combustível a água salgada.

Em agosto de 2017 o modelo Quantino fez 100 mil quilómetros, sendo que agora quase ao fim de um ano fez mais 50 mil quilómetros, tendo assim um total de 150 mil quilómetros.

Outra grande meta deste veículo com combustível alternativo e zero emissões de carbono, ou seja, nada de poluição, é o facto de ter feito 1000 quilómetros durante oito horas e 21 minutos ininterruptos!

Ou seja, durante esses 1000 quilómetros não precisou de parar para atestar, o que comprava que também tem uma excelente autonomia!

Caraterísticas Quantino

Quanto às características desde compacto que está a revolucionar o mercado, é de ressalvar que permite até quatro pessoas no seu chassis, tem um motor de 80kW (cerca de 109 CV), e pesa pouco mais de 1400kg.

Ainda assim, com essas características consegue atingir a velocidade de 100km/h em pouco mais de cinco segundos!

A nanoFlowcell tem como objetivo iniciar a produção final deste modelo protótipo a curto prazo… se conseguir será uma grande revolução no mercado automóvel!

É que ainda agora começaram a surgir os veículos elétricos, e se vier um veículo com estas caraterísticas, basta irmos à beira mar para atestar o carro!

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*Fonte: portalenergia

Por que os robôs não vão assumir nossas tarefas domésticas tão rápido quanto gostaríamos

As tarefas domésticas são um fardo para muita gente.

Quem reclama que falta tempo e energia para se dedicar à manutenção da casa dificilmente recusaria uma ajudinha, por exemplo, para dobrar as roupas recém-lavadas, certo? Pois saiba que a tecnologia já permite que robôs dobrem calças e camisetas.

A versão hoje mais famosa é japonesa, uma máquina batizada de Laundroid. Ela recentemente ganhou uma concorrente americana, que funciona com um software desenhado pela Universidade da Califórnia em Berkeley e hardware da empresa Rethink Robotics.

Mas não se empolgue muito. Enquanto os robôs têm grande capacidade de se concentrar nas tarefas para as quais foram desenhados, seu ritmo é às vezes angustiantemente lento. O Laundroid leva 4 minutos para dobrar uma peça. O ajudante da Rethink Robotics, quinze.

Os robôs podem estar chegando, mas talvez demore até chegar ao ponto em que farão toda a faxina.

Desenvolver robôs para ajudar em casa é algo útil não apenas para organizar o guarda-roupa – permite que pesquisadores entendam problemas centrais da inteligência artificial como um todo.

Um robô capaz de dobrar roupas tem vocação para uma série de outras tarefas, mais críticas, como atuar em situações de emergência, em cenários de recuperação de desastres ou no cuidado de doentes e idosos.
Direito de imagem Berkeley AI Research Lab/Berkeley Robot Learning
Image caption Quando ganhar agilidade, o ajudante da Rethink Robotics poderá fazer mais que dobrar roupas

Isso porque desenvolver assistentes para ajudar com tarefas domésticas é mais complicado do que parece. Enquanto esses afazeres são relativamente fáceis para os humanos, são surpreendentemente difíceis para um sistema autônomo.

Esse é o paradoxo, diz Mariana Pestana, cocuradora da mostra O Futuro Começa Aqui, no Museu Victoria & Albert em Londres, onde os robôs estão expostos até 4 de novembro deste ano. “(O robô desenvolvido pela Rethink Robotics) vem de um aprendizado profundo, com uma universidade que está na vanguarda da inteligência artificial, mas leva 15 minutos para realizar uma tarefa que fazemos inconscientemente em segundos.”

Uma casa-padrão tem elementos que variam constantemente – como crianças que não necessariamente entendem o sistema do robô e que podem dar-lhe objetos aos quais não estão habituados (pense nos pedidos que Siri, da Apple, recebe).

“Um assistente autônomo, para funcionar bem nesse contexto, teria que ser versátil, adaptável a mudanças no ambiente e fácil de se trabalhar”, diz Siddharth Srivastava, que ajudou a desenvolver o robô com uma equipe de cientistas em Berkeley.

Um dos desafios encontrados por ele e sua equipe era fazer o robô entender o nível de sofisticação das tarefas que lhe poderiam ser pedidas. “Assim como todo mundo que trabalha em equipe sabe, um assistente não ajuda muito se precisa de instruções a todo minuto”, diz.

Os robôs obviamente não têm um conhecimento “inato”. Por mais que gostássemos de dizer apenas “lave as roupas” ao assistente, o robô precisaria de muito mais informações, desde como mexer cada “articulação” até para onde olhar conforme realiza cada operação, além de como usar suas câmeras e sensores.

Essas dificuldades se complicam se queremos que o robô faça algo além de lavar as roupas.

Então um robô realmente útil precisa entender e desempenhar um leque variado de tarefas.

A questão, por outro lado, é que não é possível pré-programar o robô para que alterne automaticamente seus afazeres. “Em vez disso, precisamos desenvolver algoritmos para que ele faça um planejamento hierarquizado, com percepção e lógica que permitiram que ele detecte o que precisa fazer para realizar uma tarefa”.

Isso está longe de ser um problema resolvido – é uma área ativa de pesquisa, com diversas equipes desenvolvendo e testando possíveis soluções.

Se Srivastava consegue visualizar um futuro em que robôs domésticos sejam comuns? Para ele, a mudança será gradual, acompanhando outras aplicações robóticas e de inteligência artificial autônomas, como carros que se dirigem sozinhos. Aspiradores de pó robóticos já existem. Assim como assistentes virtuais inteligentes, como Alexa, da Amazon, capaz de interagir por voz.

A complexidade, para a ciência da computação, do raciocínio e planejamento durante períodos longos de tempo, entretanto, é mais alta do que a da tecnologia hoje disponível – e envolve problemas que hoje não são críticos para os produtos já disponíveis.

Robôs precisam ser fáceis de usar e adaptáveis aos diferentes níveis de habilidade de quem eventualmente irá operá-los – pessoas que, na maioria dos casos, não terão um nível avançado de conhecimento de inteligência artificial ou robótica.

Além disso, eles precisam realizar tarefas que seus criadores possam não ter planejado.

“Diferentemente do domínio de operações dos robôs industriais e daqueles usados nos carros, os domésticos são muito menos estruturados e com uma expectativa de comportamento mais difícil de definir”, diz Srivastava.

“Para colocar em prática o potencial do benefício social dos sistemas de assistência de inteligência artificial, precisamos desenvolver novos princípios para desenhá-los de uma maneira que os torne mais fáceis de se trabalhar, entender e manter”.

Quando essas questões forem sanadas, porém, há uma série de possibilidades para outras aplicações: robôs podem ajudar a tratar ferimentos, a administrar de remédios e no preparo de comida para dietas especiais.

Muitos problemas precisam ser resolvidos antes que isso se torne uma realidade – mas pode haver um dia em que veremos os robôs que dobram roupas como o começo do fim das tarefas domésticas para a humanidade.

*Por Helene Schumacher

 

 

 

 

 

 

 

 

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*Fonte: bbc/brasil

Jaguar Land Rover Virtual Eyes Intelligent Pod – “carro com olhos”

Algumas empresas estão apostando em carros automáticos para o futuro, mas a preocupação da Jaguar Land Hover em relação a isso é que pedestres não terão um motorista para olhar nos olhos enquanto atravessam.

Por isso, a empresa resolveu desenvolver um modelo de carro autônomo com olhos e podem estabelecer “contato visual” com quem atravessa a rua, para dar mais confiança ao pedestre.

O vídeo mostra o modelo do carro, que no final das contas parece bem assustador e estranho. Talvez essa estratégia cause mais estranheza do que confiança, no caso.

Esses olhos são inseridos em um veículo Aurrigo autônomo modificado, e acompanha uma mulher enquanto ela atravessa a rua. No entanto, olhos em carros são bem bizarros.

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*Fonte: geekness

Para combater aquecimento global, Suíça vai aspirar CO2 do ar (e reaproveitá-lo como adubo na produção de hortaliças)

Na corrida contra o tempo para combater o aquecimento global e frear o aumento da temperatura em até 2ºC até o fim deste século, como recomendado pela ONU, começam a pipocar mundo afora diferentes alternativas para reduzir e mitigar as emissões de CO2.

Na Suíça, uma opção pra lá de inusitada está causando reboliço: a empresa Climeworks vai inaugurar uma planta comercial capaz de sugar do ar o dióxido de carbono emitido por carros, aviões e trens.

Mais do que isso: a companhia vai revender o material capturado para uma fabricante de legumes e verduras, que usará o gás como fertilizante vegetal, aumentando em até 20% sua produção.

Sim, você não entendeu errado: vão adubar os alimentos com CO2! Polêmico, não?

A Climeworks garante que o processo é seguro para a saúde e que o CO2 capturado pode ser usado ainda para outras finalidades, como combustível e gaseificador de bebidas. Segundo eles, a planta suíça tem capacidade para sugar até 900 toneladas métricas de dióxido de carbono do ar – o equivalente à emissão de 200 carros populares no ano.

A unidade na Suíça é só o começo. Até o ano de 2025, os fundadores da Climeworks assumiram a ousada meta de capturar do ar o equivalente a 1% das emissões globais. Para tanto, vão precisar implementar mais 750 mil plantas como a da Suíça mundo afora. Será que a moda vai pegar?

*Por Débora Spitzcovsky

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*Fonte: thegreenestpost

Circuito baseado no cérebro fez Inteligência Artificial processar muito mais rápido

Assumimos como certo o vasto poder de computação do nosso cérebro. Mas os cientistas ainda estão tentando levar os computadores ao nível do cérebro.

Foi assim que acabamos parando nos algoritmos de inteligência artificial (ou IA) que aprendem através de neurônios virtuais — a rede neural.

Agora, uma equipe de engenheiros deu mais um passo para emular os computadores em nossos crânios: eles construíram uma rede neural física, com circuitos que se assemelham ainda mais aos neurônios. Quando eles testaram um algoritmo de IA no novo tipo de circuito, descobriram que ele funcionava tão bem quanto as redes neurais convencionais já em uso. Mas o novo sistema integrado de redes neurais completou a tarefa com 100 vezes menos energia do que um algoritmo IA convencional.

Se esses novos circuitos baseados em neurônios decolarem, os pesquisadores de inteligência artificial poderão em breve fazer muito mais computação com muito menos energia. Como usar um estanho para comunicar-se com um telefone real, os chips de computador e os algoritmos de rede neural simplesmente falam línguas diferentes e, como resultado, trabalham mais devagar. Mas no novo sistema, o hardware e o software foram criados para funcionar perfeitamente em conjunto. Assim, o novo sistema IA completou as tarefas muito mais rapidamente do que um sistema convencional, sem qualquer queda na precisão.

Este é um passo adiante em relação às tentativas anteriores de criar redes neurais baseadas em silício. Geralmente, os sistemas de inteligência artificial baseados nesses tipos de chips inspirados em neurônios não funcionam tão bem quanto a inteligência artificial convencional. Mas a nova pesquisa modelou dois tipos de neurônios: um voltado para cálculos rápidos e outro projetado para armazenar memória de longo prazo, explicaram os pesquisadores à MIT Technology Review .

Há boas razões para ser cético em relação a qualquer pesquisador que alega que a resposta à inteligência artificial e à consciência verdadeira é recriar o cérebro humano. Isso porque, fundamentalmente, sabemos muito pouco sobre como o cérebro funciona. E as chances são de que existem muitas coisas em nossos cérebros que um computador acharia inúteis.

Mas, mesmo assim, os pesquisadores por trás do novo hardware neural artificial foram capazes de colher lições importantes de como nosso cérebro funciona e aplicá-lo à ciência da computação. Nesse sentido, eles descobriram como aumentar a inteligência artificial selecionando o que nosso cérebro tem a oferecer sem se sobrecarregar tentando reconstruir toda a maldita coisa.

À medida que a tecnologia suga mais e mais energia, a melhoria de cem vezes para a eficiência energética neste sistema de IA significa que os cientistas serão capazes de realizar grandes questões sem deixar uma pegada tão grande no meio ambiente.

 

 

 

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*Fonte: socientifica

Nissan lança “casa” sobre rodas totalmente elétrica

Ver o pôr do sol entre montanhas ou dormir observando as estrelas. Ser um campista é um estilo de vida que tem atraído jovens de todo o mundo. Aproveitando a era dos “nômades millennials”, a Nissan lançou na Espanha duas versões com camping com base nos modelos NV200 e NV300, sendo uma delas totalmente elétrica.

O veículo de emissão zero é o e-NV200, furgão elétrico já lançado em outros países (mas antes não adaptado para camping). A fabricante japonesa incorporou uma série de modificações interiores e exteriores para suprir as necessidades dos campistas.

Conforto

O interior do veículo pode ser transformado em uma sala para quatro pessoas. Graças ao teto elevado, elas podem até ficar em pé. Há outro espaço transformado em uma autêntica cozinha com geladeira, pia e instalações de água e gás.

Ao anoitecer, o Nissan Camper pode ser convertido numa cama confortável com um colchão de espuma de alta densidade para duas pessoas. A iluminação pode ser controlada por persianas e o frio pelo equipamento de aquecimento embutido no veículo. Além disso, há uma segunda cama de casal no teto, ou seja, dá até para receber visitas.

“A nova gama Nissan Camper permite que os mais aventureiros tenham uma varanda com vista para os lugares mais incríveis do mundo e apreciem a essência de viajar com a família ou amigos”, afirma Francesc Corberó, diretor de comunicação da Nissan Iberia.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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*Fonte: ciclovivo

Nasa lança sonda que vai ‘tocar o Sol’ e deve marcar a história da ciência

A missão da Nasa, a agência espacial americana, em direção ao sol finalmente foi iniciada na madrugada deste domingo, depois de ser adiada três vezes.

O objetivo da sonda que decolou sem imprevistos nesta madrugada é inédito: a nave Parker Solar Probe (PSP) será o primeiro objeto construído por um humano a “tocar” o Sol.

O “tocar”, aqui e nos cuidadosos comunicados da Nasa, vai sempre entre aspas porque a engenhoca vai, tecnicamente, apenas se aproximar muito da corona solar. Trata-se da parte mais externa da atmosfera do Sol, que começa a 2,1 mil quilômetros da superfície da estrela do Sistema Solar – e não tem um limite preciso. A corona é aquela aura, composta de plasma e com temperatura que chega a 2 milhões de graus Celsius, que a gente consegue ver quando há um eclipse.

“Chegará mais perto do Sol do que qualquer outra missão anterior”, diz o astrofísico Adam Szabo, um dos cientistas que integram a missão, em conversa com a BBC News Brasil. De acordo com o cronograma da agência espacial americana, daqui a sete anos, a PSP estará no ponto mais próximo da estrela já alcançado por uma espaçonave terrestre: 6,3 milhões de quilômetros da superfície solar.

Se o número parece grande, é preciso pensar nas escalas astronômicas. A distância entre a Terra e o Sol, por exemplo, é de 150 milhões de quilômetros. Mercúrio, o planeta mais próximo do Sol, está a 58 milhões de quilômetros do astro. A atual recordista, a nave Helios 2, chegou, em 1976, a 43,5 milhões de quilômetros do Sol.

Para que servirá a missão

A ousada missão espacial, uma das mais complexas de toda a história de seis décadas da Nasa, deve custar cerca de US$ 1,5 bilhão e, esperam os cientistas, ajudar a responder uma série de dúvidas astronômicas.
Direito de imagem Johns Hopkins University Applied Physics Laborator
Image caption A nave Parker Solar Probe (PSP) será o primeiro objeto construído por um ser humano a “tocar” no Sol

Com os dados obtidos pela PSP, os pesquisadores querem conseguir compreender melhor a origem do vento solar – em termos práticos, essa informação pode ajudar a proteger o funcionamento dos nossos satélites artificiais, tão afetados por tais fenômenos. Vento solar é o nome que se dá para o fluxo de partículas com carga elétrica, como prótons, elétrons e íons, que o Sol irradia pelo Sistema Solar.

“Esta será a primeira vez que vamos estudar, de perto, nossa estrela Sol. Entender como funciona a corona e o vento solar vai nos ajudar a proteger nossa civilização, cada vez mais dependente de tecnologia e satélites de comunicação”, contextualiza o físico e engenheiro brasileiro Ivair Gontijo, cientista da Nasa, à BBC News Brasil. “Variações no vento solar podem causar sérios danos a esses satélites.”

“Esperamos com essa missão entender como a corona acelera o vento solar. Quem sabe poderemos no futuro prever quando o vento solar coloca nossos satélites em risco”, completa Gontijo.

Os cientistas também querem entender por que a corona, mesmo mais distante do núcleo solar, é tão mais quente do que a superfície – 2 milhões de graus Celsius, contra uma variação de 3,7 mil a 6,2 mil graus.

A PSP ainda deve trazer avanços à astrofísica. Com uma observação tão próxima do Sol, deseja-se obter dados que ajudem a compreender melhor como as estrelas funcionam.

“De forma mais geral, entendendo o Sol, estaremos também entendendo como funcionam as outras estrelas”, ressalta Gontijo. “Por isso esta missão trará resultados tanto práticos, para protegermos nossos satélites, quanto científicos, na área de astrofísica estelar.”

Objetivamente, conforme enfatiza o astrofísico Szabo, são três as questões que a missão deve responder. “Um: por que a corona é significativamente mais quente do que a superfície do Sol. Dois: por que o vento solar se afasta do sol a velocidades supersônicas. Três: como as partículas energéticas do sol se aceleram à velocidade próxima à da luz”, pontua.

Como funcionará a aproximação do Sol

“A missão Parker Solar vai se aproximar do Sol como nenhuma outra antes e um escudo protetor de quase 12 centímetros de espessura, feito de composto de carbono, vai protegê-la do intenso calor e da radiação presente”, explica o físico brasileiro.

De acordo com informações da Nasa, a nave PSP pesa 612 quilos e mede 3 metros de comprimento por 2,3 metros de largura. O tal escudo térmico mede 1,3 centímetro de espessura e foi feito com um composto de altíssima tecnologia. E, de acordo com o cientista Szabo, o desenvolvimento dessa proteção foi um dos pontos mais difíceis de todo o projeto. A nave será lançada pelo foguete Delta IV Heavy.

O segredo da aproximação solar da PSP está em Vênus. Na realidade, segundo o projeto dos cientistas, é a gravidade do planeta vizinho que irá “arremessar” a nave, que deve desenvolver uma órbita em espiral, aproximando-se cada vez mais do Sol.

Esse primeiro empurrãozinho de Vênus irá ocorrer em 3 de outubro, quando a PSP se aproximar do planeta. Então, no dia 6 de novembro, a nave vai realizar a primeira aproximação do Sol: estará a 24 milhões de quilômetros do astro, ou seja, já terá batido o recorde de artefato humano que mais se acercou do Sol em toda a história.

Essas órbitas vão se tornar recorrentes. E, então, conforme o cronograma desenvolvido pelos cientistas da Nasa, entre dezembro de 2024 e junho de 2025, em suas últimas voltas ao redor do Sol, é que a nave chegará aos pontos de maior aproximação.

E vai bater ainda outro recorde: terá embalado a 700 mil quilômetros por hora e se tornará o objeto mais rápido já fabricado pelo ser humano – para efeitos de comparação, o planeta Terra viaja a 1 milhão de quilômetros por hora.

O nome da nave

A Parker Solar Probe recebeu esse nome em homenagem ao astrofísico americano Eugene Parker, hoje com 91 anos. Ele foi o primeiro cientista a prever a existência do vento solar.

Em 1958, ele apresentou uma teoria mostrando como as altas temperaturas da corona solar acabavam disseminando partículas energéticas, formando o fenômeno, depois comprovado.

*Por Edison Veiga

 

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*Fonte: bbc

Cientistas encontram sob o gelo da Antártida, algo que pode acabar toda a humanidade

A natureza do nosso planeta é muito surpreendente e incrivelmente misteriosa, o que deixa todos os cientistas perplexos há séculos com suas constantes descobertas. E recentemente, mais uma fora feita sob o gelo da Antártida. E se trata daquela que agora é considerada a maior região vulcânica do planeta, consistindo na quantidade absurda de 91 vulcões e alguns deles com mais de 3850 metros de altura.

Geólogos dizem que o circuito é semelhante ao cume vulcânico existente na África Oriental, que, como se pensava anteriormente, teria a mais densa concentração de vulcões do mundo.

“É inacreditável. Nós não esperávamos encontrar um número tão grande de vulcões. Nós suspeitamos que na camada de baixo das geleiras da Rússia também existam muitos vulcões”, – disse um dos autores do estudo Robert Bingem.

Apesar de não ser capaz de descobrir por enquanto, o quão ativo possam ser esses vulcões, os estudos mais recentes têm mostrado que eles acordam nos períodos em que a Terra está mais quente.

Portanto, os cientistas temem que se o gelo começar a derreter da forma alarmante como está acontecendo, isso poderia levar a um aumento da atividade vulcânica em toda região.

A ideia de encontrar vulcões sob a cobertura de gelo foi apresentada inicialmente por uma estudante do terceiro ano na Universidade de Edimburgo.

“A Antártica é uma das áreas menos estudadas do mundo”, – disse ele.

“Como um jovem cientista, tive o prazer de aprender sobre algo novo e que não é bem compreendida. Depois de examinar os dados existentes sobre a Antártida, comecei a detectar sinais de vulcanismo. Isso é o que me levou a essa descoberta.” revela.

Dr. Robert Bingham ressaltou a importância deste achado, porque agora os cientistas podem descobrir como vulcões afetam o gelo da Antártica.

“A compreensão da atividade vulcânica pode lançar luz sobre os seus efeitos sobre o gelo da Antártida, no passado, presente e futuro”, – disse ele.

Se verificarmos que os vulcões ativos, possam afetar adversamente o gelo da Antártida, isso iria provocar um aumento significativo nos níveis do mar em todo o mundo. Os cientistas vão rastrear agora toda a região, na procura de atividades anormais, assim poderão advertir imediatamente todos no mundo.

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*Fonte: gooru

Cientistas recebem sinal de rádio misterioso do ‘espaço profundo’

Pesquisadores do Canadian Hydrogen Intensity Mapping Experiment captaram, por meio de um telescópio na Colúmbia Britânica, um sinal de rádio misterioso, energético e vindo do fundo do espaço. Não está claro exatamente de onde veio e como chegou à Terra.

O sinal foi o primeiro a ser ouvido entre a freqüência de 400 e 800 MHz, tornando-se mais profundo e baixo do que muitos já registrados antes.

Os cientistas pegaram mais de 30 Rajadas Rápidas de Rádio (FRB, na sigla em inglês) nos últimos dez anos. Elas continuam sendo um fenômeno misterioso e podem ser uma pista para algumas atividades extremas que acontecem a bilhões de anos-luz de distância.

Desde que foram descobertos em 2007, as FRBs se tornaram um dos sinais mais intrigantes do universo, pois são incrivelmente fortes, desaparecem rapidamente e já foram vistas por telescópios em todo o mundo.

A maioria delas foi registrada depois do fato. O novo sinal detectado, que recebeu o nome FRB 180725A, é raro porque foi visto em tempo real.

Segundo especialistas, é difícil saber quando elas ocorrerão, já que não há padrão para elas. Os cientistas descobriram a primeira fonte repetida de FRBs recentemente, permitindo-lhes vigiar os sinais.

Pesquisadores têm procurado há muito tempo pela fonte dos sinais, que chegam com grande força, mas duram pouquíssimo tempo. Eles sugerem que os sinais emergem de algum tipo de ambiente “extremo”, mas ninguém mostrou definitivamente de onde estão sendo enviados.

Isso levou à especulação de que eles poderiam emergir de uma enorme estrela desconhecida, com rajadas vindas de um buraco negro, ou mesmo de uma fonte artificial, como a vida alienígena.

Em 2017, estudiosos revelaram que poderiam ter rastreado sinais até uma fraca galáxia anã a mais de 3 bilhões de anos-luz de distância. Antes disso, eles pensavam que as rajadas poderiam vir de dentro de nossa própria galáxia. Contudo, estudos indicam que elas podem chegar ao fundo do universo.

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*Fonte: revistagalileu

Conheça a Vela S, bicicleta elétrica que carrega celular e tem alarme

A Vela S é uma bicicleta elétrica da startup brasileira Vela Bikes. O modelo, versão mais leve da Vela 1, também traz entrada USB para carregar celular e conta com alarme sensível ao movimento. Outro destaque é o corpo leve, de apenas 18 kg, bem abaixo do apresentado pela maioria das bikes elétricas.

Trazendo design clássico, com carcaça em alumínio e acabamentos em couro ecológico, o modelo possui motor de 350 Watts de potência. Ela atinge velocidades de até 25 km/h e pode ser personalizada com diversas cores e acessórios. Na configuração básica, o preço oficial da Vela S é de R$ 4.690.

A bateria incluída na versão padrão tem capacidade de 225 Wh e pesa 1,7 kg, com promessa de percorrer até 15 km. No entanto, é possível optar por outra versão, com 360 Wh, que resulta em uma peça mais pesada (2,2 kg). Em compensação, a autonomia é maior, suportando até 30 km.

A distância máxima percorrida depende ainda da velocidade selecionada: quanto mais rápida a bicicleta estiver, menos quilômetros vai percorrer. Para controlar a velocidade mais facilmente, a fabricante incluiu um botão na manopla esquerda do guidão que permite selecionar os níveis de 25 km/h e 10 km/h.

No momento da compra, o cliente pode escolher entre rodas de aro 26 e aro 700c. Além disso, são cinco opções de quadro, com tamanhos e geometrias diferentes, de acordo com a altura do usuário. Dependendo das configurações adicionadas, o peso final pode passar dos 18 kg. Vale ressaltar que a Vela S suporta carga total de 150 kg.

A recarga da bicicleta automaticamente abastece a porta USB e o sistema de alarme. Tanto a parte elétrica quanto o disparo sonoro são ativados e desativados por meio de controle remoto, codificado individualmente para cada unidade da Vela S.

O modelo é resistente a respingos, mas a fabricante não recomenda utilizá-lo em dias de chuva. Isso porque umidade, água e salinidade podem reduzir a vida útil de alguns componentes. Pelo mesmo motivo também não é aconselhado lavar – a sugestão é limpar apenas com pano úmido.

A Vela Bikes dá 12 meses de garantia nos componentes e três anos para o quadro, feito na liga Chromoly. Devido aos ajustes individuais necessários em cada bike, a Vela S é entregue em um prazo de seis a oito semanas, segundo a empresa.

*Por Raquel Freire

>> Via Vela Bikes

 

 

 

 

 

 

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*Fonte: techtudo

A maior aeronave com piso de vidro do mundo vai te proporcionar visões inesquecíveis

Prédios e piscinas com fundo de vidro são capazes de deixar acrofóbicos, aqueles que têm medo de altura, de cabelo em pé. Mas a empresa britânica Hybrid Air Vehicles (HAV) decidiu levar a coisa a um novo nível, construindo um híbrido de avião e dirigível com piso de vidro.

O design foi criado pela agência Design Q, inspirado no slogan da HAV, “Repense os Céus”. Batizado de Airlander, a aeronave será usada comercialmente em viagens de alto padrão, como uma espécie de cruzeiro aéreo. O Airlander conta com suítes e bar, pode voar continuamente por 5 dias a uma velocidade média de 148 km/h e pousar em terra, água e gelo.

A aeronave tem 91 metros de comprimento, o que faz dela quase 20 metros maior que o Airbus A380, o maior avião de passageiros do mundo, 34m de largura, 26m de altura e pode decolar carregando até 20 toneladas. O Airlander utiliza gás hélio e quatro motores para voar.

A cabine de passageiros tem 46 metros de comprimento e é capaz de acomodar até 19 viajantes, além da tripulação. O dirigível já está fazendo voos em caráter de teste, que tinham sido suspensos após um pequeno acidente no fim de 2016.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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*Fonte: hypeness

Louça descartável de farelo de trigo chega ao mercado português

Chegou ao mercado português uma linha de louça descartável de base biológica feita a partir de farelo de trigo, desenvolvido e fabricado pela empresa polaca Biotrem. Os produtos são distribuídos em Portugal pela Soditud.

A louça descartável totalmente biodegradável é produzida a partir do farelo de trigo comprimido – um subproduto comumente disponível no processo de moagem de cereais. Uma tonelada de farelo de trigo pode ser transformada em até 10 mil pratos, tigelas ou copos.

A nova linha de produtos descartáveis feitos de farelo de trigo são uma “alternativa à maioria dos utensílios de mesa descartáveis feitos de plástico, papel e até mesmo alguns produtos de base biológica processados quimicamente, cuja produção e utilização têm uma pegada ambiental elevada”, explica a Soditud.

“Os produtos são totalmente biodegradáveis através de compostagem em apenas 30 dias. Por comparação, um prato de plástico descartável precisa de mais de 500 anos para degradação”, acrescenta.

*Por Rita Gonçalves

 

 

 

 

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*Fonte: hipersuper

Holanda planeja pavimentar suas ruas com plástico recolhido dos oceanos

Que tal despoluir os oceanos e, de quebra, utilizar todo o lixo plástico recolhido da água para construir ruas mais duráveis (e menos esburacadas) nas cidades? Em breve, Roterdã, na Holanda, pode ser usada como piloto para testar a ideia.

O projeto, batizado de PlasticRoad, é da empresa VolkerWessels e sugere aposentar o asfalto e utilizar plástico reciclado (retirado dos oceanos) para a construção de ruas. Segundo a companhia, a mudança garantirá vias até três vezes mais duráveis nas cidades – e, logo, menos custo às prefeituras.

Isso porque o pavimento de plástico reciclado é mais resistente a corrosões químicas e, ainda, suporta uma variação maior de temperatura (de -40ºC a 80ºC). Como consequência, sua vida útil é de 50 anos, enquanto a do asfalto é de cerca de 16 anos. E mais: instalar o material também é mais fácil.

Roterdã que não é boba nem nada já se candidatou para testar o produto, que deve ser finalizado ainda neste ano de 2018. Nós estamos ansiosos para ver o resultado, e você?

*Por Débora Spitzcovsky 

 

 

 

 

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*Fonte: thegreenestpost

Engenheiros da Citroën finalmente criaram uma solução para quem sofre de enjoo durante viagens

Qual a pior afronta que um engenheiro de carros pode sofrer? Que um passageiro vomite dentro de sua obra-prima, claro. Por isso, engenheiros da Citroën desenvolveram armações malucas para os olhos que prometem não deixar seu usuário ficar com enjoo quando está em viagem.

Uma em cada três pessoas no mundo sofre com náuseas quando está viajando. Isso significa que 2,3 bilhões de pessoas no mundo não conseguem matar tempo com atividades visuais enquanto sacolejam pelas estradas, céus e águas deste planeta. Elas não conseguem trabalhar no laptop ou smartphone, não conseguem assistir a um filme no tablet e também não conseguem curtir um bom livro ou jornal.

Para resolver este problema que atormenta a humanidade desde os tempos da carroça, engenheiros da Citröen parecem ter deixado para trás o design refinado de seus carros para criar esta engenhoca. A invenção foi apelidada de Seetroën, um trocadilho que poderia ser traduzido como “enxergue-troën”.

A empresa garante que qualquer enjoo por movimentação acaba em até dez minutos depois de começar a usar a armação.

Esse tipo de enjoo acontece quando o cérebro recebe informações conflitantes sobre a movimentação da pessoa. Enquanto o líquido do ouvido informa ao cérebro que o corpo está em movimento, os olhos passam a informação de inércia quando a pessoa está olhando para um livro ou tela dentro do veículo. Esse enjoo tende a passar quando a pessoa olha para fora do veículo, e o cérebro recebe as duas informações alinhadas de que o corpo está, sim, em movimento.

Como esses “óculos” sem lente resolvem o problema? Eles têm uma tecnologia muito simples chamada Boarding Ring (“anel de embarque”), desenvolvida por uma empresa francesa chamada Boarding Glasses. A tecnologia é descrita como “anéis preenchidos por líquido azulado que está livre para se movimentar dentro do tubo”.

As armações da Citroën possuem quatro “anéis” com uma pequena quantidade de líquido colorido que, graças à gravidade, simulam o ângulo e movimentos do horizonte. Assim, enquanto a sua visão central está ocupada vendo algum objeto de entretenimento bem próximo ao seu rosto, sua visão periférica registra a movimentação do líquido azul, e envia essa informação para o cérebro.

Com a tal invenção, a informação visual de movimento e a informação que vem dos ouvidos são compatíveis. O cérebro fica satisfeito com esses dados e não te faz suar frio, ficar tonto, ter dores de cabeça e vomitar.

O melhor de tudo é que os passageiros não precisam usar esse dispositivo durante toda a viagem.

Assim que a pessoa coloca os óculos e fica olhando para um objeto parado dentro do veículo, o cérebro leva entre 10 e 12 minutos para resolver o conflito de informações, e a náusea vai embora até o fim da viagem. Os cientistas por trás dessa invenção dizem que 95% das pessoas só precisam usar os óculos por esse curto período de tempo.

A Citroën deve colocar o Seetroën à venda em breve, por US$115 (R$443).

 

 

 

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*Fonte: engenhariae

Há uma tragédia silenciosa em nossas casas”, viral que tem contagiado a internet

Há uma tragédia silenciosa que está se desenvolvendo hoje em nossas casas e diz respeito às nossas joias mais preciosas: nossos filhos. Nossos filhos estão em um estado emocional devastador! Nos últimos 15 anos, os pesquisadores nos deram estatísticas cada vez mais alarmantes sobre um aumento agudo e constante da doença mental da infância que agora está atingindo proporções epidêmicas.

As estatísticas:
-1 em cada 5 crianças tem problemas de saúde mental;
-um aumento de 43% no TDAH foi observado;
-um aumento de 37% na depressão adolescente foi observado;
-um aumento de 200% na taxa de suicídio foi observado em crianças de 10 a 14 anos.

O que está acontecendo e o que estamos fazendo de errado?

As crianças de hoje estão sendo estimuladas e superdimensionadas com objetos materiais, mas são privadas dos conceitos básicos de uma infância saudável, tais como:

-pais emocionalmente disponíveis;
-limites claramente definidos;
-responsabilidades;
-nutrição equilibrada e sono adequado;
-movimento em geral, mas especialmente ao ar livre;
-jogo criativo, interação social, oportunidades de jogo não estruturadas e espaços para o tédio.

Em contraste, nos últimos anos as crianças foram preenchidas com:

}– pais digitalmente distraídos;

– pais indulgentes e permissivos que deixam as crianças “governarem o mundo” e sem quem estabeleça as regras;

– um sentido de direito, de obter tudo sem merecê-lo ou ser responsável por
obtê-lo;

– sono inadequado e nutrição desequilibrada;

– um estilo de vida sedentário;

– estimulação sem fim, armas tecnológicas, gratificação instantânea e ausência de momentos chatos.

O que fazer?

Se queremos que nossos filhos sejam indivíduos felizes e saudáveis, temos que acordar e voltar ao básico. Ainda é possível! Muitas famílias veem melhorias imediatas após semanas de implementar as seguintes recomendações:

– Defina limites e lembre-se de que você é o capitão do navio. Seus filhos se sentirão mais seguros sabendo que você está no controle do leme.

– Oferecer às crianças um estilo de vida equilibrado, cheio do que elas PRECISAM, não apenas o que QUEREM. Não tenha medo de dizer “não” aos seus filhos se o que eles querem não é o que eles precisam.

– Fornecer alimentos nutritivos e limitar a comida lixo.

– Passe pelo menos uma hora por dia ao ar livre fazendo atividades como: ciclismo, caminhadas, pesca, observação de aves/insetos.

– Desfrute de um jantar familiar diário sem smartphones ou tecnologia para distraí-lo.

– Jogue jogos de tabuleiro como uma família ou, se as crianças são muito jovens para os jogos de tabuleiro, deixe-se guiar pelos seus interesses e permita que sejam eles que mandem no jogo.

– Envolva seus filhos em trabalhos de casa ou tarefas de acordo com sua idade
(dobrar a roupa, arrumar brinquedos, dependurar roupas, colocar a mesa, alimentação do cachorro etc.).

– Implementar uma rotina de sono consistente para garantir que seu filho durma o suficiente. Os horários serão ainda mais importantes para crianças em idade escolar.

– Ensinar responsabilidade e independência. Não os proteja excessivamente
contra qualquer frustração ou erro. Errar os ajudará a desenvolver a resiliência e a aprender a superar os desafios da vida.

– Não carregue a mochila dos seus filhos, não lhes leve a tarefa que esqueceram, não descasque as bananas ou descasque as laranjas se puderem fazê-lo por conta própria (4-5 anos). Em vez de dar-lhes o peixe, ensine-os a pescar.

– Ensine-os a esperar e atrasar a gratificação.
Fornecer oportunidades para o “tédio”, uma vez que o tédio é o momento em que a criatividade desperta. Não se sinta responsável por sempre manter as crianças entretidas.

– Não use a tecnologia como uma cura para o tédio ou ofereça-a no primeiro segundo de inatividade.

– Evite usar tecnologia durante as refeições, em carros, restaurantes, shopping centers. Use esses momentos como oportunidades para socializar e treinar cérebros para saber como funcionar quando no modo “tédio”.

– Ajude-os a criar uma “garrafa de tédio” com ideias de atividade para quando estão entediadas.

– Estar emocionalmente disponível para se conectar com crianças e ensinar-lhes autorregulação e habilidades sociais.

– Desligue os telefones à noite quando as crianças têm que ir para a cama para evitar a distração digital.

– Torne-se um regulador ou treinador emocional de seus filhos. Ensine-os a reconhecer e gerenciar suas próprias frustrações e raiva.

– Ensine-os a dizer “olá”, a se revezar, a compartilhar sem se esgotar de nada, a agradecer e agradecer, reconhecer o erro e pedir desculpas (não forçar), ser um modelo de todos esses valores.

– Conecte-se emocionalmente – sorria, abrace, beije, faça cócegas, leia, dance, pule, brinque ou rasteje com elas.

E compartilhe se você percebeu a importância desse texto!

Por: Dr. Luís Rajos Marcos – Médico Psiquiatra

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*Fonte: contioutra

Aplicativo indica as 3 falhas mais comuns nos carros

São Paulo — Se você tem um carro, provavelmente já teve que fazer manutenção para permitir seu pleno funcionamento. No final do ano passado, a Engie chegou ao Brasil e começou a vender um dispositivo Bluetooth para veículos, que se comunica com um aplicativo para smartphones Android e iPhones. Seu objetivo é fazer um check-up no automóvel para descobrir problemas e talvez até evitar que o motorista seja enganado por mecânicos.

Agora, a empresa divulgou um relatório que mostra as principais falhas dos carros no Brasil entre aqueles que foram avaliados com sua tecnologia nos últimos meses.

Um dos principais problemas é no conversor catalítico, que tende a ficar com a eficiência abaixo do limite requerido. Ele ajuda a reduzir a emissão de poluentes ao transformar os gases mais nocivos ao menos ambiente em poluentes mais brandos. Buracos ou lombadas altas demais na via e gasolina de baixa qualidade podem ocasionar o problema.

Outro comum nos carros dos brasileiros é a falha na ignição do motor nos cilindros. Isso pode acarretar problemas de desempenho e fazer o motor rodar de maneira áspera. O motivo disso é um problema na vela de ignição eletrônica que pode ser ocasionada por falha da faísca que gera a combustão para o motor ou pela mistura indevida de ar e combustível nos cilindros.

A terceira falha apontada no relatório é no sistema que controla os níveis de ar e combustível no motor do carro. Seu impacto também é no controle de emissões de gases poluentes.

Valdir Gomes de Lima Júnior, mecânico de carros, afirma que os problemas são comuns em carros flex, que usam álcool e gasolina, e ocasionados pelos combustíveis que tenham algum tipo de mistura. Júnior estima que o custo do conserto de cada uma das falhas tenha custo entre 200 e 400 reais, considerando valores para carros populares. Ele afirma ainda que o reparo com um processo de descarbonização pode tornar o carro mais eficiente e econômico.

Fabio Country Manager da Engie para o Brasil, baseado em Israel, conta em entrevista a EXAME que a Engie App tem mais de 25 mil carros conectados com seus dispositivos no país, marca atingida em cerca de seis meses. O executivo diz ainda que a maior parte dos usuários têm smartphones com sistema Android, apesar de a parcela de usuários de iPhones ser significativa.

A estratégia da empresa é fazer parcerias com oficinas e empresas de manutenção que poderão estar listadas no aplicativo para celulares. Por enquanto, as companhias parceiras não pagam nada à plataforma digital para estarem facilmente visíveis aos usuários do dispositivo Engie.

O aparelho Bluetooth é compatível com todos os carros que tenham a porta OBDII, comum na grande maioria dos carros no Brasil, e faz o diagnóstico do veículo em poucos segundos. Além disso, o aplicativo também tem um campo que mostra o consumo de combustível do automóvel. Os preços sugeridos do dispositivo Bluetooth variam entre 115 e 125 reais.

 

 

 

 

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*Fonte: exame

Veja como funcionam os exoesqueletos da Ford

Se você se impressionou com demonstrações de jogos futuristas na E3 como Cyberpunk 2077, saiba que a realidade está bem próxima daquilo do que imaginamos. Um exemplo disso são os exoesqueletos da Ford, que são usados em suas fábricas.

Para tornar o processo de construção de carros mais eficiente, a companhia usa muitas máquinas. No entanto, alguns processos precisam ainda do toque humano. E para eliminar problemas ao repetir determinadas funções com muita frequência, existem esses exoesqueletos.

Chamados de EksoVest, esses dispositivos permitem que um trabalhador exerça funções com muito menos esforço. Para um turno de dez horas, é como eliminar o peso de um carro do ombro todos os dias.

Trata-se de uma medida preventiva para manter a saúde dos funcionários.

 

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*Fonte: geekness

Lendo a mente de humanos”, robô do MIT sabe quando fez algo errado

Um time de engenheiros no MIT criou um projeto experimental que facilita a comunicação entre humanos e máquinas através de ondas cerebrais. A novidade essencialmente faz com que os robôs se adaptem ao controle humano, em vez de fazer com que pessoas aprendam a pensar de certa maneira para controlar as máquinas.

Para isso, a pessoa envolvida no teste precisa vestir uma touca cheia de sensores usados para identificar padrões de ondas cerebrais. Esses sensores estão em busca de um padrão específico, conhecido como “potencial relacionado a erro”, que é essencialmente a forma como o cérebro humano reage quando interpreta algum tipo de erro acontecendo.

Quando a máquina comete algum tipo de erro, a pessoa percebe e, inevitavelmente envia uma mensagem para o robô.

A pessoa então é posicionada ao lado do robô e observa suas atividades semiautomáticas. Quando a máquina comete algum tipo de erro, a pessoa percebe e, inevitavelmente envia uma mensagem para o robô, que pausa suas atividades. O humano então pode corrigir as atividades do robô através de gestos da mão, fazendo com que ele aprenda a fazer suas atividades com mais precisão.

O robô utilizado nesse teste é, na verdade, uma criação da Rethink Robotics, desenvolvido para lidar com ferramentas como uma furadeira. A tarefa dele nesse momento seria fazer furos em locais específicos de uma placa de madeira. Sozinho, a taxa de acerto do robô chega a 70%, e o com o auxílio de um humano, ele atinge a marca dos 97%.

Esse sistema desenvolvido pelo pessoal do MIT funciona com qualquer pessoa, não apenas indivíduos treinados com a máquina. Isso acontece porque o potencial relacionado ao erro é uma reação padrão para o cérebro de qualquer humano, fazendo com que o robô consiga identificar a mensagem facilmente. “Essa máquina se adapta a você, e não você a ela”, comentou Joseph DelPreto líder do projeto. A novidade, segundo DelPreto, “torna a comunicação com um robô mais parecida com a comunicação com outra pessoa”.

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*Fonte: megacurioso

Anúncios no Facebook Messenger exibirão vídeos que se reproduzem automaticamente

Anúncios no Facebook Messenger estão ganhando uma nova proporção, já que a rede social acaba de inserir uma nova modalidade: publicidade que exibe sozinha (com autoplay) dentro do aplicativo de mensagens.

 

Como se não bastasse os grandes esforços da rede social para irritar profundamente os seus usuários com anúncios cada vez mais constantes (e muitas vezes sem sentido ou de interesse do usuário) em suas timelines.

Os anúncios no Facebook Messenger

No ano passado o Facebook chegou a vender anúncios estáticos que apareciam no Messenger. Neste ano, um passo além: janelas pop-ups que iniciam um vídeo automaticamente.

Certamente as propagandas que começam a serem exibidas sozinhas fazem parte do lado mais irritante da Internet. Tem coisa mais horrível do que ver um vídeo, música, explodir na sua tela enquanto você lê algum texto ou está concentrado em outra coisa?

O Facebook tenta se defender, enquanto o chefe da propaganda da rede social diz:

“A principal prioridade para nós é a experiência do usuário. Por isso, ainda não sabemos [se isso funcionará]. No entanto, os sinais até agora, quando testamos anúncios básicos, não mostraram alterações na forma como as pessoas usaram a plataforma ou quantas mensagens eles enviam. O vídeo pode ser um pouco diferente, mas não acreditamos nisso “, disse ele.

Os vídeos que começam a ser exibidos automaticamente, porém, começarão sem som. Como funciona na timeline atualmente. De qualquer forma, é um preço que os usuários pagam por uma rede social “gratuita”.

 

 

 

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*Fonte: geekness

O menor computador do mundo tem o tamanho de um grão de sal

Um computador tão pequeno quanto um grão de sal pode transformar o transporte que cruza o planeta, disseram pesquisadores da IBM que recentemente revelaram o dispositivo experimental.

Usando a tecnologia blockchain que forneceria um registro seguro e eficiente de objetos físicos marcados com os minúsculos computadores, os remetentes poderiam rastrear mercadorias em cada etapa das cadeias de suprimentos estendidas, evitando falsificadores e aumentando a eficiência, disse Dan Friedman, gerente sênior de circuitos e sistemas de comunicação da IBM.

“É isso que queremos fazer – algo que te traria mais segurança do que um código de barras de papel”, disse Friedman. “Essa coisa é capaz de ter uma assinatura digital. Na verdade, haverá uma identificação criptográfica ”.

Pesquisadores da IBM revelaram o que eles chamam de o menor computador do mundo no Think 2018, a grande conferência anual da empresa, em Las Vegas, em 19 de março.

Tão poderoso quanto um processador x86 de 1990, o minúsculo computador não ajudará a NASA a colocar astronautas em Marte tão cedo. Mas tem poder computacional e comunicativo suficiente para interagir com os sistemas que o acompanham.

Os blockchains resistem a adulterações – eles funcionam através de redes dispersas onde as alterações aparecem simultaneamente em todos os lugares – mas até agora a tecnologia tem sido aplicada principalmente em moedas virtuais, não em objetos físicos. Pesquisadores da IBM perceberam que encontraram a interface entre a tecnologia blockchain e o mundo físico, disse Friedman.

Agora é possível que eles tenham descobrido uma maneira de provar a autenticidade de coisas que passaram por muitos países a caminho dos consumidores.

O valor total dos produtos falsificados foi estimado em US $ 1,8 trilhão em 2015, disse Andreas Kind, um pesquisador da IBM, na conferência Think 2018.

“Vamos pegar seu carro. Você traz para a garagem. Acontece que os freios estão funcionando. Quando você pegar seu carro de volta, você pode ter certeza de que os novos freios são realmente originais? ”Perguntou Kind. “Você pode ter certeza que seu carro vai frear na estrada como deveria? Em certas regiões do mundo, 40% das peças no mercado de reposição automotivo são realmente falsas ”.

O mesmo princípio poderia ser aplicado a medicamentos e outros itens com consequências potencialmente fatais, acrescentou.

Os defensores da privacidade podem emitir uma nota de cautela neste momento, admitiu Friedman. Afinal de contas, se as empresas pudessem rastrear uma caixa de laranjas de Pequim a Miami, o governo poderia conceber localizar cidadãos inocentes que ingeriram um dos dispositivos.

Mas Friedman minimizou essas preocupações. Os obstáculos permanecem antes que o pequeno computador chegue ao mercado, disse ele. Um sistema para ler as informações do computador e transferir esses dados para um blockchain por segurança ainda não foi aperfeiçoado.

Mais importante ainda, Friedman disse que os minúsculos computadores não são como GPS e bloqueiam os hackers se alguém puder acessá-los de alguma forma.

“Eles não são tão fáceis de se comunicar”, disse Friedman. “Certamente, dentro do seu corpo ninguém seria capaz de se comunicar com isso. O alcance é limitado. Você teria que completar com sucesso a identificação criptográfica ”.

Tecnologias mais antigas, como redes de mídia social e nossos telefones celulares, já fornecem mais dados sobre nós mesmos, acrescentou.

*Por Any Karolyne Galdino

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*Fonte: engenhariae

Rússia pretende explodir lixo espacial com um canhão à laser

Por incrível que pareça, o espaço é um lugar cheio de lixo. Bem, não exatamente lixo, mas principalmente detritos de rochas que podem acabar atrapalhando ou causando acidentes a naves que porventura, se arrisquem em missões no futuro. Pensando em situações do tipo, cientistas russos anunciaram que estão trabalhando no desenvolvimento de um canhão a laser, que seria capaz de resolver esse problema.

O responsável por apresentar o projeto foi um setor de pesquisa da Roscosmos, equivalente russa da NASA. Para conseguirem por o plano em prática, os pesquisadores pretendem adicionar ao telescópio um sistema de detecção óptica com laser sólido integrado. Após cumprirem essa etapa inicial do projeto, será a hora de fazer alguns testes. Pretendem já testá-lo em detritos espaciais localizados na órbita baixa da Terra. Dessa forma, aqueceriam o lixo até que fosse completamente destruído.
Outros tipos de lixo

Além das rochas que flutuam pelo espaço, ainda é possível encontrar partes quebradas de espaçonaves que já estiveram por ali um dia. Sem contar que ainda existem outros objetos lançados ao espaço que acabaram se perdendo. Tudo isso se torna lixo no lugar, podendo se mesclar a outros objetos e viajar em velocidade que ultrapassa os 17.500 km/h. Impressionante, não é mesmo?

Pois bem, imagine se algo do tipo acaba colidindo com uma espaçonave ou satélite? Mesmo um detrito muito pequeno seria capaz de fazer enormes estragos. O canhão a laser seria a solução perfeita para dar fim ao risco. Pesquisadores japoneses já haviam apresentado proposta semelhante em 2015. Combinariam pequenos lasers para produzir um único feixe extremamente poderoso, que seria capaz de vaporizar o lixo espacial. Quando os detritos entrassem em contato com a atmosfera terrestre simplesmente queimariam.

Em todas as análises, a construção de um canhão de tal natureza parece resolver o problema. Apesar de os representantes da Roscosmos confirmarem que o projeto está em andamento, se recusaram a dar mais detalhes sobre o cronograma de produção ou seus requisitos técnicos. Mas no fim das contas… Tudo indica que as viagens espaciais serão muito mais seguras no futuro, representando menos riscos à tripulação.

*Por Isabela Ferreira

 

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*Fonte: mundoestranho

Nova pesquisa inovadora finalmente nos permitirá desenvolver a fotossíntese artificial

Um pesquisador criou um material sintético acessível que imita o processo natural de fotossíntese, absorvendo a luz visível para desencadear uma reação química que limpa o ar ao converter CO2 em energia a partir da luz solar.

Cientistas de todo o mundo vêm tentando ter acesso à fotossíntese artificial. A fotossíntese é o processo natural pelo qual uma planta converte o dióxido de carbono em combustível usando a luz solar. A ideia é usar o processo em um material sintético de uma maneira que poderia ter usos práticos, mas o êxito da empreitada até recentemente vinha obtendo resultados bastante limitados. Agora, os cientistas anunciaram um avanço no campo que irá revoluciona o setor de energia.

Os cientistas sempre chegavam a um obstáculo quando procuravam uma maneira de ativar a reação química necessária para converter a luz visível em energia no processo da fotossíntese artificial. Os materiais empregados que podem absorver os comprimentos de onda da luz eram raros ou caros, tornando o processo financeiramente inviável. Materiais mais baratos usam com luz ultravioleta, mas esse comprimento de onda é responsável ​​por apenas quatro por cento da luz solar.

Em uma pesquisa recentemente publicada no Journal of Materials Chemistry A1, Fernando Uribe-Romo, do Departamento de Química da University of Central Florida’s (UCF) em Orlando, e sua equipe, que é também conta com pesquisadores do Departamento de Química Florida State University em Tallahassee, também no estado da Flórida, revelam como eles conseguiram contornar aquele obstáculo usando um tipo de material sintético chamado estrutura metal-orgânica (também conhecido pela sigla inglesa MOF, Metal-organic frameworks), que foi criado combinando o metal titânio comum com moléculas orgânicas que foram programadas para absorver a luz azul.

Luz azul: ar limpo

Quando eles testaram o MOF dentro de um fotoreator LED azul — um cilindro revestido com tiras de luzes LED azuis — a tão esperada reação química ocorreu. O ar foi limpo e o CO2 foi convertido em dois tipos de combustível solar: formato e formamida.

“Este trabalho é um avanço”, disse Uribe-Romo em um comunicado à imprensa da UCF. “Adaptar materiais que absorvem uma cor específica de luz é muito difícil do ponto de vista científico, mas do ponto de vista social estamos contribuindo para o desenvolvimento de uma tecnologia que pode ajudar a reduzir os gases de efeito estufa”

O poder das plantas para as pessoas

A Terra está se dirigindo rapidamente para os piores níveis de CO2 já existentes em mais de 200 milhões de anos. De fato, em apenas 150 anos de Revolução Industrial, a concentração atmosférica de gases do efeito estufa no planeta aumentou de 280 ppm (partes por milhão) para quase 405 ppm. Se a tendência atual continuar, poderíamos atingir os 2.000 ppm em 2250.

As plantas são nossas aliadas na busca de ar limpo, pois naturalmente convertem o dióxido de carbono, o CO2, em oxigênio. Ser capaz de recriar seu processo natural em uma escala maior e mais direcionada será de inestimável valor na luta contra a mudança climática.

“A ideia seria montar estações que capturam grandes quantidades de CO2, como ao lado de uma usina de energia”, explica Uribe-Romo no comunicado de imprensa. “O gás seria sugado para a estação, passaria pelo processo e reciclaria os gases do efeito estufa enquanto produzia energia que seria colocada de volta na usina”.

Essa capacidade de não apenas eliminar poluentes no ar, mas de também produzir energia limpa, abre novos usos potenciais para o novo material. Talvez pudesse ser usado para alimentar carros ao mesmo tempo em que limpe o ar ao longo das rodovias, ou em tetos solares que manterão as luzes acesas no interior da casa e o ar externo livre de CO2. Uma vez que o aparentemente intransponível obstáculo tenha sido superado, tudo o mais parece ser bem mais simples.

*Por Diógenes Henrique

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*Fonte: socientifica

Inteligência artificial imita voz humana com amostra de apenas 1 minuto

São Paulo – Baseada no Canadá, a Lyrebird é uma startup de inteligência artificial que desenvolveu um algoritmo capaz de imitar a voz humana com amostras breves da voz de uma pessoa. Um minuto já pode ser o suficiente para que uma simulação seja criada–ainda que áudios de algumas horas gerem resultados mais eficazes.

Se você viu a apresentação do Google, na qual o Google Assistente fez chamadas de voz para pessoas sem se identificar como um recurso artificial, sabe que isso pode causar polêmica. A primeira coisa que vem à mente, provavelmente, é o uso indiscriminado dessa tecnologia, que poderia fazer você falar com robôs ao telefone sem saber que não há uma pessoa real do outro lado da linha.

Porém, a startup diz que o recurso pode ser usado para a criação de vozes para chatbots de atendimento ao cliente ou até para dar vozes a personagens de videogame. A companhia tem até uma parceria com a ALS Association, organização sem fins lucrativos que arrecada fundos para pacientes com ELA (esclerose múltipla amiotrófica), para ajudar pessoas com a doença a se comunicar. Esclerose lateral amiotrófica: A doença do físico Stephen Hawking

Para demonstrar sua tecnologia, a Lyrebird divulgou um áudio com vozes simuladas de Donald Trump, Barack Obama e Hillary Clinton conversando sobre a tecnologia da empresa.

Em vídeo da Bloomberg, o jornalista Ashlee Vance tem sua voz copiada e realiza uma ligação para sua mãe, que não percebe estar falando com um robô. Veja-o a seguir. A reportagem continua em seguida.

Os fundadores da Lyrebird, três estudantes da Universidade de Montreal, afirmam que sua tecnologia levanta pontos importantes para a sociedade, incluindo questionamentos sobre a autenticidade de áudios usados como provas judiciais. A solução que a empresa propõe é tornar sua tecnologia “acessível a todos”. Como um Photoshop para voz, os fundadores esperam que, assim como sabemos que pode acontecer hoje com as fotos, as pessoas saberão que áudios também podem ser falsificados.

O número de idiomas disponíveis ainda é limitado. Nem mesmo o francês, falado no Canadá, está disponível na plataforma da Lyrebird. O algoritmo só lida bem com o inglês americano no momento.

A tendência de usar inteligência artificial para voz já é um caminho sem volta. Além de Google e de startups, a Adobe também conta com uma solução para isso. O projeto é chamado Project VoCo e permite editar vozes humanas como editamos imagens no Photoshop. Ainda assim, a amostra necessária de áudio é de 20 minutos, que mostra potencial do algoritmo da startup canadense–apesar de que alguns exemplos soem ainda um tanto robóticos. Outro exemplo dessa tendência da voz entre as empresas de tecnologia é o recurso de guia curva a curva no Waze que usa a voz do próprio usuário, algo que já foi descrito como uma selfie para os seus ouvidos.

A Lyrebird garante, em seu site oficial, que a sua voz digital é somente sua e ninguém mais pode usá-la sem seu consentimento. De qualquer forma, você pode gravar seu um minuto de áudio no site, após um login com e-mail comercial, e ouvir sua voz robótica. Todos os dados podem ser apagados depois que você fizer o teste. Se quiser ouvir sua voz imitada pelo algoritmo da Lyrebird, é possível fazer isso neste link.

*Por Lucas Agrela

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*Fonte: exame.abril