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É ridículo como as ‘modas’ digitais se tornam um paraíso para oportunistas no Brasil

por Luciano Palma

A evolução da tecnologia está fazendo o tempo se comprimir. O Homo sapiens surgiu há 200 mil anos e adquiriu o comportamento do homem de hoje há 50 mil anos. A escrita surgiu há 5 mil anos. De lá até o surgimento da prensa, passaram-se 3.500 anos. Máquinas de escrever foram criadas após 350 anos. Quase 100 anos depois foi inventada a lâmpada elétrica. Foram mais 50 anos até a construção do primeiro computador, e outros 30 anos até o primeiro computador pessoal. A disponibilização da internet comercial no Brasil só ocorreu depois de 20 anos. Mais 10 anos e surgia o Facebook. Decorridos mais três, veio o iPhone, marcando o início da “revolução móvel”.

Em resumo, as revoluções estão acontecendo cada vez mais rapidamente e a quantidade de novidades à qual somos expostos cresce de forma exponencial. As pessoas têm medo de encontrar um amigo depois de duas semanas e não estarem “antenadas” sobre as últimas novidades! Parece haver uma competição por informação. Cada um tem que estar mais atualizado do que o outro…

Isso acontece também com o mercado de tecnologia. As empresas se esforçam para criar novas tecnologias (o que é bom), porém muitas vezes num ritmo que seus clientes não conseguem acompanhar. Trabalhei numa empresa cujo desafio não era vender novos produtos (os contratos já garantiam essas vendas), mas fazer com que os clientes instalassem as novas versões. Em muitos casos, os produtos de 10 anos atrás atendiam as necessidades, mas já havia quatro “upgrades” pagos e não instalados.

Este cenário é um prato cheio para que consultores com foco em tecnologia vendam serviços para ajudarem empresas (cujo foco é seu negócio) a acompanharem essas ondas. Assim, vemos o mundo da tecnologia se parecer cada vez mais com o da moda, pois essa é uma ótima forma de marketing: criam-se novas tendências e ninguém quer a imagem que “ficou para trás” em relação à concorrência.

Já fui chamado para dar consultoria em empresas que pediam para explicar algumas tecnologias que eles “tinham” que adotar, mas não sabiam para quê. Obviamente tudo estava relacionado com os bônus de alguns diretores e gerentes, que precisavam rechear seus currículos com os últimos jargões da moda para se destacarem e manterem seu status e sua empregabilidade (além dos polpudos bônus, é claro).

Infelizmente, no Brasil, essa indústria da “moda de tecnologias” se transformou em uma “Serra Pelada”, repleta de oportunistas

Alguns perceberam que as empresas precisavam mais “parecer” que estavam usando as tecnologias da moda do que realmente tirar real proveito delas, então passaram a oferecer “projetos” que convenciam os executivos da empresa disso através de apresentações em PowerPoints e relatórios reluzentes. Projetos que não passariam em uma sabatina de 10 minutos do departamento financeiro…

Alguns setores criaram toda uma indústria em torno de coisas “fake”, como é o caso da social media. Desde 2009, as discussões e palestras são praticamente as mesmas, e projetos com resultados palpáveis são raríssimos. As agências continuam medindo “sucesso” em likes e comentários, sem conseguir mostrar uma correlação convincente entre o investimento e um aumento nas vendas. Prova disso é que depois de quase 10 anos, o tema da moda em eventos e palestras da social media brasileira atualmente são os “influenciadores digitais”, assunto amplamente discutido (e bem explorado) nos EUA entre 2007 e 2009.

Hoje, não existe um evento sequer de tecnologia que não repita os jargões do momento: Big Data, Machine Learning, Realidade Virtual, Realidade Aumentada, Chatbot com Natural Language, Blockchain, Inteligência Artificial etc.

Se alguém propõe uma startup que não usa os termos da moda, ela não é bem avaliada porque “não está inovando”

O que é revoltante é que o mercado valoriza mais quem FALA sobre os modismos do que quem PRODUZ SOLUÇÕES com tecnologia. Uma startup que apresenta um PowerPoint prometendo usar três das tecnologias listadas acima acaba sendo bem avaliada, mesmo que não exista ninguém dentro da empresa que conheça uma vírgula sobre aquelas tecnologias. Prometer o que está na moda vale muito mais do que conhecer a tecnologia que resolve o problema.

As pessoas usam a técnica da “prestidigitação”: é o que um mágico faz para enganar sua plateia. Com sua agilidade, leva as coisas para um ambiente fora do alcance do público, onde faz as mudanças que quiser, porque ninguém consegue ver. Ao tirar o pano e devolver a visão à audiência: tadá! Lá está o pombo!

A diferença em relação ao mundo da tecnologia é que os “mágicos” não entregam o pombo, porque cobram adiantado por suas promessas. E isso tem uma explicação: eles não têm a menor ideia de como fazer a “mágica”! Aliás, mágica é uma palavra pertinente nesse contexto. Porque de fato, só com mágica seria possível entregar as promessas que alguns “especialistas” fazem!

“Você diz para o nosso chatbot que chegou em casa e ele, usando inteligência artificial, analisa seu perfil e determina se você está com fome, consulta no Big Data o tipo de comida que você gosta, descobre as melhores ofertas, faz o pedido e permite que você visualize o trajeto da sua comida com Realidade Virtual, tudo garantido através do Blockchain.” A-hã.

É esse tipo de coisa que está sendo prometida nos eventos e nos famigerados hackathons. E ai de quem colocar algum empecilho! “Você não tem visão!”, “Você é contra a tecnologia!”, “Você está ultrapassado!”.

Não vejo problema em pensar nesse tipo de solução num fórum adequado. Numa discussão sobre tendências e sobre o futuro, isso até cabe. Só que isso está sendo prometido como algo que será entregue por uma startup de três pessoas, em algumas semanas!

O cerne deste problema é que essas promessas estão sendo feitas por pessoas que nunca desenvolveram projetos de tecnologia.

É deprimente ver tanta gente citando “o algoritmo” sem nunca ter programado um “Hello World”, ou seja, o básico

Chego a pensar que algumas pessoas acreditam que “o algoritmo” seja alguma espécie de Entidade, que vai resolver os problemas em outra esfera que não seja a física…

Precisamos profissionalizar o mercado de tecnologia e parar de acreditar em mágicas. Isso exige estudo, dedicação e trabalho. Isso exige ir além do primeiro parágrafo ou dos meros chutes e adivinhações. Ou nos profissionalizamos, ou criaremos um ciclo infinito de um enganando o outro, no qual os enganados (e frustrados) seremos todos nós!!!

Isso dito, prossigo não sem antes fazer um alerta e um pedido. Não sou especialista nas tecnologias que vou citar abaixo — e desconfie muito se alguém se apresentar como especialista em muitas delas —, mas quero compartilhar a minha compreensão desses termos, para ao menos tentar dificultar a vida de eventuais “mágicos oportunistas da Serra Pelada da Tecnologia” que vivem de ludibriar pessoas. Vamos a eles:

 

1) Hackathon

Hackathon vem de “hacker” + “marathon”, e se o primeiro termo já é mal compreendido, imagine quando ele se mistura com o segundo…

Primeira coisa: hacker é um “especialista”. Hacker não rouba senha. Hacker não invade sistema. Hacker é o cara que manja muito de alguma coisa. Se alguém com esse perfil roubar senhas ou invadir sistemas, trata-se de um “hacker desonesto”, de um “hacker bandido”, ou de um “hacker ladrão”. Muitas vezes a polícia precisa da ajuda de outro hacker para prender essa pessoa.

Curiosamente, o segundo termo é o menos compreendido. As pessoas olham para “maratona” como uma competição, e essa é a maior distorção que alguém pode fazer nesse caso. O termo maratona é usado aqui no sentido de muita dedicação, de uma jornada longa na qual serão feitos muitos esforços. Num hackathon, um grupo de especialistas (hackers) se junta para UNIR esforços e resolver o problema proposto. Não é um ambiente de competição — muito pelo contrário! Um hackaton TEM que ser um ambiente de colaboração, porque os hackers precisam COMPARTILHAR seu conhecimento, gerando aprendizado e resolvendo o problema.

Um hackathon que não produz nada ao seu final é um fracasso. E atenção: não existe “ganhador” de hackathon

Ou todos produziram algo fantástico e todos ganham, ou todos ganham pelo aprendizado. Se uma pessoa ou uma equipe específica sai de um hackathon com um prêmio, mas sem aprendizado e sem um produto desenvolvido (ainda que não esteja pronto), ela pode ter ganhado um prêmio, mas perdeu um hackathon.

 

2) Big Data

Muita gente confunde “Big Data” com “um banco de dados grande”. Alguém só faz essa associação se não estiver disposto a ler mais do que as duas palavras: “big” e “data”.

Não basta um banco de dados ser grande para falarmos de “Big Data”. Este nome singelo significa muito mais. Significa mais do que os próprios dados: ele envolve processos e análises. O primeiro passo nessa jornada é coletar dados de uma forma insana, quase irracional. Guardar todas as informações que conseguir, ainda que de forma desestruturada. Isso é só o começo. É como separar os ingredientes para fazer o bolo. Aquele monte de coisas não é um bolo. Para fazer um bolo ainda há todo um processo pela frente.

Uma vez que os dados estejam sendo coletados (e isso é contínuo), os cientistas de dados (gente que precisou estudar muito sobre bancos de dados e sobre teoria da informação) e os analistas de negócio (gente que já trabalhou nos processos da empresa) começam a trabalhar juntos para tentar identificar padrões nesses dados e criar e validar teses que podem revelar coisas sobre o negócio da empresa que a análise das informações obtidas como “fotografias” (o método tradicional) não permitem enxergar.

Tecnologias de “Big Data” não vão jamais fornecer respostas por si só

Se quem está envolvido no processo não entender MUITO de tecnologia e dos negócios da empresa, é dinheiro jogado fora. E sim, precisa saber programar e precisa saber matemática.

 

3) Inteligência Artificial, Machine Learning

Neste assunto a “prestidigitação” rola solta. Dá a impressão que algumas pessoas acreditam que a Inteligência Artificial é suficiente para substituir a inteligência natural.

Curiosamente, para “treinar uma máquina”, ou seja, para “aperfeiçoar um algoritmo”, é necessário que um ser humano, ou um processo criado por um ser humano, continue dando retorno para esta a máquina. Algoritmos avançados são capazes de se “automodificarem” para buscar melhores respostas, mas para que isso aconteça, um humano tem que dizer se a nova resposta é melhor ou pior (ou criar outro mecanismo que faça isso).

Num resumo muito genérico (até porque, como disse, não sou especialista no assunto), a inteligência artificial se baseia em algoritmos (programas) que conseguem fazer a “automodificação” que mencionei. Num programa tradicional, o desenvolvedor determina cada decisão que o algoritmo vai tomar. Se forem fornecidos os mesmos dado, o algoritmo fornece a mesma resposta.

Algoritmos de inteligência artificial são criados para “testar” diversas possíveis decisões. Uma vez que alguém “valida” a resposta à qual o algoritmo chegou (se ela é correta ou não, ou se ela é melhor ou não do que a última resposta), o sistema vai “memorizando” essas variações, e com isso descobrindo padrões e “aprendendo” quais variações do algoritmo geram melhores soluções. Como o computador é uma máquina muito rápida (os mais potentes, hoje, fazem 100.000.000.000.000.000 operações por segundo), esse processo de “tentativa e erro” consegue descobrir rapidamente os “melhores caminhos”.

De novo: para lidar com este potencial é preciso saber programar — e saber matemática

 

4) Realidade Virtual

Essa é relativamente fácil de conceber, mas de novo: para fazer as promessas saírem do PowerPoint, é preciso estudar muito a tecnologia. Por mais que existam ferramentas e frameworks que facilitem a vida do desenvolvedor, ainda será necessário saber programar e ter ótimos conceitos de geometria analítica e geometria descritiva para construir soluções com Realidade Virtual. Isso sem falar em conceitos de design para tornar e experiência realista e agradável.

 

5) Realidade Aumentada

Enquanto a Realidade Virtual nos transporta para um mundo virtual, esta tecnologia traz elementos virtuais para o nosso mundo real. É fantástico poder “sobrepor” as informações que bem entendermos ao mundo em que vivemos, mas de novo: o que tem por trás disso é tecnologia, e não magia. Para fazer isso, primeiro precisamos TER as informações que irão nos ajudar. Não adianta prometer que “ao ver uma pessoa com seu óculos ‘RA-2020’, você poderá ver informações sobre o signo da pessoa, que faculdade ela fez, onde trabalhou, tipo sanguíneo e se está disponível para relacionamentos”. Isso pode até ser tecnicamente possível, através de reconhecimento facial e uma consulta a uma base de dados que agregue todas essas informações, mas será que quem promete isso tudo é capaz de entregar? Afinal, qualquer pessoa que assistiu Os Jetsons pode prometer carros que voem (e tecnicamente, isso é possível), mas daí a produzir um protótipo para as pessoas testarem tem uma grande diferença…

 

6) Chatbots

“Pergunte ao <insira um nome descolado aqui> e ele te dará todas as respostas.” No filme 2001, Uma Odisséia no Espaço, de 50 anos atrás, Stanley Kubrick já vislumbrou isso com o HAL-9000. Ainda antes, em 1966, já tinha sido desenvolvido no MIT o programa ELIZA, que “conversava” com as pessoas como se fosse um analista. Após a chegada da internet comercial, (em 1995, no Brasil), muitos “ops” do mIRC (operadores, ou administradores dos canais) já desenvolviam programas que se passavam por humanos respondendo aos usuários.

Em pleno 2017, essa tecnologia volta como novidade…

É claro que a tecnologia permite uma interação muito melhor, mas para fazer com que os “chatbots” realmente respondam de forma eficiente, é necessária muita programação. Sem muito estudo e trabalho, os “chatbots” feitos com base nas ferramentas disponíveis no mercado vão se parecer mais com as terríveis URAs (unidades de resposta audível) que nos atendem quanto tentamos ligar para alguma empresa de telecomunicações!

 

7) Blockchain

O paralelo mais simples com a tecnologia blockchain é a do cartório. Hoje, é o cartório que garante a veracidade de algumas informações. Uma casa só é sua se ela estiver registrada em um cartório. Qualquer pessoa poderá ter a confirmação que aquela casa é sua: basta consultar o cartório. A tecnologia blockchain proporciona essa mesma “fé pública” sem a necessidade de seres humanos nem documentos físicos. As informações são armazenadas de forma criptografada numa rede distribuída por inúmeros computadores ao redor do mundo. Essa infraestrutura garante que a informação, uma vez registrada, não pode ser adulterada. Você pode armazenar documentos e transações nesse sistema, o que poderia substituir sua carteira de motorista, os documentos de propriedade e de licenciamento de seu veículo e, até mesmo, o seu cartão de crédito. Até seu dinheiro pode ser substituído: você pode trocar seus Reais por Bitcoins. Essa transação fica armazenada na infraestrutura de blockchain e o mundo saberá que você agora possui “n” Bitcoins. Se você fizer uma transação e trocar alguns bitcoins por algum produto, essa transação também fica registrada e o mundo agora saberá que você não possui mais os Bitcoins que gastou.

A blockchain proporciona basicamente isso: o armazenamento seguro e com “fé pública” de informações. Ela não vai “adivinhar” nada para você

Se alguém prometer que através de blockchain uma solução vai “garantir” alguma coisa, saiba que a única coisa que o blockchain garantirá é a integridade da informação.

Para saber, por exemplo, se uma pessoa é boa pagadora, você terá que levantar informações sobre essa pessoa e armazená-las no sistema previamente (ou pagar para alguém que já tenha essa informação). Blockchain por si só, assim como sistemas de Inteligência Artificial, não são Oráculos. Eles não sabem nada que não lhes tenhamos informado ou para os quais não tenhamos criado algoritmos que permitam-lhes encontrar, descobrir ou aprender.

 

Luciano Palma, 49, é engenheiro eletrônico com MBA em Gestão Empresarial. Tem mais de 20 anos de experiência em empresas de tecnologia (Google, Intel, Microsoft). Viveu na Inglaterra e na Itália, desenvolvendo softwares para gestão avançada de imagens digitais. É fundador da Desquebre (startup que ajuda as pessoas a consertarem seus equipamentos de linha branca), e é um dos organizadores do GBG São Paulo.

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*Fonte: projetodraft


Moto anfibia


Já era: o MP3 está oficialmente morto, de acordo com seus criadores

Desde o fim dos anos 90, a indústria da música foi cada vez mais se afastando de um formato físico (com os CDs e discos de vinil) para um formato digital.

Esse processo ganhou ainda mais força com o advento da internet, que facilitava a distribuição de arquivos de forma ilegal — através de softwares como eMule e LimeWire. Com o tempo, o MP3 acabou virando uma grande força dentro da indústria, impulsionando fortemente diversas empresas que decidiram utilizá-lo como seu principal modo de distribuição — como a Apple com o iTunes e o iPod.

No entanto, como a tecnologia está sempre em evolução, os dias do MP3 podem finalmente estar chegando ao fim. E isso vem da boca de seus próprios criadores: a empresa alemã The Fraunhofer Institute for Integrated Circuits, responsável pela criação do formato no fim dos anos 80, acaba de informar que o seu “programa de licenciamento de algumas patentes relacionadas ao MP3 e softwares do Technicolor e Fraunhofer IIS foi encerrado”.

Ao que tudo indica, o objetivo é mover para o Advanced Audio Coding (AAC) — criado com a ajuda da empresa — que, embora tenha sido concebido no final dos anos 90, está começando a ser aplicado em larga escala recentemente.

Atualmente, o AAC é o formato padrão de áudio utilizado no YouTube, iPhone, Nintendo 3DS, Playstation 3 e muitos outros equipamentos. Em uma entrevista com a NPR, Bernhard Grill, diretor dessa divisão da Fraunhofer, entrou em detalhes sobre a transição de formatos, reforçando que o AAC “é mais eficiente que o MP3 e oferece muito mais funcionalidades”.

No caso, o AAC possui uma qualidade maior que o MP3 e, ao mesmo tempo, não ocupa tanto espaço nos HDs como outras alternativas melhores, como o FLAC. O formato já é o padrão utilizado pela Apple para transportar CDs para o iTunes, por exemplo.

 

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*Fonte: tenhomaisamigosdoquediscos


Couro ecológico feito com restos de vinho ganha prêmio internacional

Um couro ecológico, feito restos de uva deixados da vinificação, foi um dos vencedores este mês do prêmio Global Change Award da Fundação H & M, em Estocolmo, na Suécia.
A novidade, que dispensa a morte de animais para fabricação de couro, foi criada na Itália e ganhou mais de 1 milhão de euros pelo primeiro prêmio. O couro é processado sem produtos químicos e ainda reduz o desperdício dos restos do vinho.
O nome do novo material é Wineleather. Ele foi criado por Gianpiero Tessitore e Francesco Merlino, em colaboração com Rossella e Valentina Longobardo.

“Criamos e patenteamos um processo de fabricação inovador que transforma as fibras e os óleos vegetais presentes no bagaço de uva em um material ecológico com as mesmas características funcionais, estéticas e sensoriais do couro”, explicou Tessitore, fundador da Vegea srl e inventor do Wineleather.

O couro ecológico pode ser empregado em vários setores, desde a moda e design até na área automotiva.
E a Itália poderá nadar de braçada porque produz 18% do vinho anual do mundo e tem muito resíduo para ser utilizado na ideia.

O prêmio

O Global Change Award acaba de celebrar a sua segunda edição.
O prêmio selecciona anualmente cinco projectos profundamente inovadores, e dá uma subvenção total de 1 milhão de euros, mais de 3,4 milhões de reais. Este ano, entre as 3.000 candidaturas de 130 países, os cinco finalistas escolhidos também incluíram:

. Solar Textiles (EUA / Suíça), um processo de produção de nylon utilizando água e energia solar,
. Content Thread (US / UK), um segmento digital que facilita a reciclagem de peças de vestuário, fornecendo aos recicladores uma lista de que as roupas são feitas,
. Denim-Dyed Denim (Austrália), que colore jeans undyed usando denim velho e
. Manure Couture (Holanda), que extrai matéria-prima do estrume para criar um tecido biodegradável.

 

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*Fonte: ecoguianet


Os celulares já estão mortos – diz Microsoft; entenda o que vem por aí

A Microsoft sabe que o bonde do smartphone já passou. A situação do mercado é evidente: as vendas pararam de crescer e o ritmo de inovação está declinando. Falta, no entanto, apresentar a novidade que faça com que o público abandone o retângulo de vidro que tem nos bolsos.

A fala de Satya Nadella foi emblemática ao afirmar que os próximos celulares da empresa “não vão se parecer com os celulares que existem hoje”, simplesmente porque a Microsoft acredita que novas coisas estão a caminho e que elas ão além do smartphone convencional. Isso se reflete na fala de Alex Kipman, o brasileiro que liderou o desenvolvimento do primeiro Kinect e que hoje está no comando do HoloLens.

Em entrevista com a Bloomberg, Kipman foi enfático: “os celulares já estão mortos”, ele disse. Logo em seguida, complementou que “as pessoas simplesmente ainda não perceberam” que a transição já começou.

Mas o que vem por aí, então? Para isso, nós podemos olhar além da Microsoft. Durante evento recente do Facebook, a rede social também apontou que em um prazo de cinco anos poderemos começar a ver óculos substituindo os celulares, embora a transição demore alguns anos para ser completada. Mark Zuckerberg, inclusive, chegou a apresentar uma ideia de um par de óculos que tem uma aparência comum, mas que são capazes de funcionar como visores de realidade aumentada.

Neste sentido, o HoloLens se encaixa perfeitamente com a visão de futuro tanto da Microsoft quanto do Facebook. O problema é que hoje a tecnologia ainda não está pronta para adoção em massa. O visor é grande demais, pesado demais, caro demais e com bateria limitada, que impediria que a tecnologia fosse usada, por exemplo, nas ruas ou dentro de um ônibus. Mas quem sabe alguns anos de pesquisa e desenvolvimento não trazem evoluções significativas em termos de portabilidade e acessibilidade?

Se, de fato, a realidade mista ou a realidade aumentada forem a próxima grande plataforma de computação pessoal, a Microsoft leva vantagem em relação aos concorrentes. Se a empresa perdeu o bonde dos telefones celulares e viu o Windows 10 Mobile ter participação de mercado cada vez mais perto do zero, o HoloLens ainda não tem um concorrente à altura. Resta acompanhar os próximos capítulos.

 

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*Fonte: olhardigital

 


O Reino Unido ligou seu ambicioso reator de fusão – e ele funciona

O mais novo reator de fusão do Reino Unido, o ST40, foi ligado na semana passada e já conseguiu atingir o “primeiro plasma”.

Isso significa que gerou com êxito plasma eletricamente carregado dentro de seu núcleo.

No entanto, ainda há um longo caminho a ser percorrido: o objetivo é que o reator aqueça esse plasma até 100 milhões de graus Celsius – o limiar de “fusão”, no qual os átomos de hidrogênio podem começar a se fundir em hélio, liberando energia limpa no processo – somente em 2018.

 

A promessa

A fusão nuclear é o processo que alimenta o nosso sol. Se atingíssemos a mesma coisa aqui na Terra, isso nos permitiria aproveitar uma fonte ilimitada de energia limpa que quase não produz carbono.

Ao contrário da fissão nuclear, que é conseguida nos atuais reatores nucleares, a fusão nuclear envolve a fusão de átomos, não sua divisão, e produz principalmente hélio como produto residual.

Apesar de promissora, no entanto, não tem sido nada fácil alcançá-la, ou torná-la prática.

“Hoje é um dia importante para o desenvolvimento da energia de fusão no Reino Unido e no mundo”, disse David Kingham, CEO da Tokamak Energy, a empresa por trás do ST40. “Estamos apresentando o primeiro dispositivo de fusão de classe mundial projetado, construído e operado por uma empresa privada. O ST40 é uma máquina que irá mostrar que temperaturas de fusão – 100 milhões de graus – são possíveis em reatores compactos e econômicos. Isso permitirá que a energia de fusão seja alcançada em anos e não décadas”.

 

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*Fonte: hypescience


Robot song


Energia solar: agora sua janela poderá se tornar um painel solar

Produzir energia limpa é um dos grandes desafios da atualidade. Algumas alternativas, como a energia solar, já existem, mas encontram barreiras como custo de implementação, o que torna seu uso absurdamente caro. Contudo, uma equipe de pesquisadores da Universidade Estadual de Michigan, nos Estados Unidos, desenvolveu um novo tipo de receptor solar que pode resolver esse problema e popularizar a energia solar.

Esse novo receptor consiste em um dispositivo que, quando colocado sobre uma janela onde bata sol, é capaz de captar a luz e transformá-la em energia, sem que a visão através da janela fique obstruída.

Ele é chamado de “concentrador solar luminescente transparente” e pode ser usado em edifícios, aparelhos celulares e qualquer outro dispositivo que tenha uma superfície clara.

 

Energia solar acessível: um sonho que se realiza?

De acordo com Richard Lunt, da Faculdade de Engenharia da Universidade de Michigan, a palavra-chave que resume a genialidade deste dispositivo é “transparente”.

A pesquisa sobre a produção de energia a partir de células solares colocadas em torno de materiais de plástico do tipo luminescentes não é nova. Estes esforços passados, no entanto, têm rendido resultados ruins, de forma que a produção de energia era ineficiente e os materiais eram altamente coloridos. E isso trás um problema óbvio: ninguém quer ficar sentado perto de um vidro colorido. Isso torna os ambientes cansativos. A comparação que o professor Lunt faz expressa muito bem o problema: seria como trabalhar em uma discoteca. Fica difícil de popularizar uma tecnologia assim, que gera um desconforto tão imediato.

Sabendo disso, os engenheiros trabalharam para resolver esse problema, com o desafio de tornar a própria camada ativa do receptor transparente.

O sistema de recepção e armazenamento de energia solar utiliza pequenas moléculas orgânicas desenvolvidas pelo professor Lunt e sua equipe para absorver comprimentos de onda específicos e não visíveis de luz solar. Segundo eles, os materiais utilizados na fabricação desse dispositivo podem ser ajustados para captar apenas as ondas ultravioletas e outras ondas infravermelhas que tenham comprimentos de onda próximos.

O “espelho” de luz infravermelha é guiado para a extremidade do plástico, onde é convertido em eletricidade por finas tiras de células solares fotovoltaicas. Como os materiais não absorvem ou emitem luz no espectro visível, eles parecem excepcionalmente transparentes ao olho humano, explica o professor Lunt.

 

Vantagem

Além de o meio ambiente agradecer (e muito), uma outra vantagem deste novo dispositivo é a sua flexibilidade. Enquanto a tecnologia está em um estágio inicial, ela tem o potencial de ser escalada para aplicações comerciais ou industriais, com um custo acessível.

As possibilidades de implantar um sistema de energia solar de forma não intrusiva agora são muito maiores. Edifícios altos, janelas de qualquer tamanho ou qualquer tipo de dispositivo móvel podem se adaptar a essa ideia.

 

Futuro

Lunt disse que mais trabalho é necessário a fim de melhorar a eficiência de produção de energia solar. Atualmente, ela é capaz de produzir uma eficiência de conversão de energia solar de cerca de 1%, mas Lunt observou que o grupo pretende atingir eficiência acima de 5% quando a captação estiver totalmente otimizada. O valor ideal de conversão, segundo o professor responsável pelo projeto, é de 7%. [sciencedaily]

 

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*Fonte: hypescience

 


Câmera de visão noturna que grava em cores


5 tecnologias que se extinguirão daqui 5 anos

A tecnologia avança muito rapidamente; coisas que eram comuns há dez anos (televisores CRT, máquinas de fax) estão caindo em desuso de forma assustadora. Nesse ritmo, nós podemos indicar alguns produtos atuais que provavelmente desaparecerão em cinco anos. Seja porque suas características estão sendo englobadas por outros produtos, sejam vítimas de mudança nos modelos de negócio, confira cinco produtos que estão com seus dias contados:

 

1 – GPS

Hoje, dispositivos portáteis de navegação são visões comuns sobre os painéis e para-brisas dos carros. O único problema é que tudo o que esses sistemas podem fazer, os smartphones podem fazer também, se não melhor. E um dos melhores aplicativos de navegação para smartphone, o “Google Maps Navigation”, é gratuito. Por isso, não é nenhuma surpresa que as vendas de sistemas de navegação tenham caído 22% em 2010, e não deve ser surpresa que em cinco anos eles tenham desaparecido completamente.

 

2 – DVD/CD ROM

Quem não tem conexão de banda larga ultrarrápida em casa? Quase ninguém. De acordo com o site Speedtest.net, as velocidades médias de download nos EUA passam de 11 megabits por segundo. Isso significa que programas podem ser baixados em questão de minutos, ou até mesmo segundos. Então, por que você iria querer pagar o custo extra de ter um DVD impresso, embalado e enviado para sua casa? Você não iria querer. E em cinco anos, essa provavelmente não vai ser nem mesmo uma opção.

 

3 – Roteador para internet sem fio

Sim, acesso à internet sem fio (wireless) em casa vai continuar a ser um grande negócio, mas comprar um roteador com certeza não será. Em vez disso, capacidades sem fio virão junto com o provedor de internet banda larga – a cabo, fibra óptica, satélites – instalado em sua casa. E, tendo em vista a popularidade de serviços de internet de alta velocidade nos celulares, mais pessoas irão usar seus smartphones para acessar internet banda larga, eliminando a necessidade de um roteador completamente.

 

4 – Netbook

Menores, mais leves e mais baratos que um notebook, os netbooks foram – por um curto espaço de tempo – uma boa escolha para quem procurava uma forma barata e portátil de acesso à internet. Mas com um processador anêmico e uma tela minúscula, os netbooks são uma solução imperfeita. Hoje, você pode comprar um notebook compacto com um processador rápido e seis ou mais horas de bateria. Além disso, os tablets (dispositivos com acesso à internet, como o iPad) são muito mais adequados às pessoas que necessitam de simples navegação na Web, entretenimento e funções computacionais básicas. Ou seja, não há espaço para os netbooks em lugar nenhum.

 

5 – E-readers

Os e-readers são dispositivos populares para leituras, e seu baixo consumo de energia significa que sua bateria dura muito tempo. Mas os tablets, como o iPad, podem fazer muito mais. Hoje em dia, eles têm tela de LCD especial antirreflexo, e podem rodar aplicativos selecionados, etc. A duração da bateria ainda não pode competir com o de e-readers, mas vai ficar muito melhor com o tempo. Daqui cinco anos os tablets lerão e-mail com facilidade, mas os e-readers não estarão mais entre nós.

 

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*Fonte: hypescience


Jogue fora agora o seu smartphone’, diz John McAfee ao TecMundo

John McAfee não precisa de apresentações. Se hoje você tem algumas ferramentas antivírus no seu computador ou tem o mínimo de preocupação com a sua segurança, direta ou indiretamente, este homem está ligado. Chamado de “visionário da tecnologia” e até “lenda da cibersec”, McAfee está vivendo tempos conturbados: enquanto concorre à presidência dos Estados Unidos da América, ele também passa por uma investigação que envolve suspeitas de estupro, tortura e homicídio.

Exatamente por causa das suspeitas citadas, está acontecendo uma derrocada na imagem de John McAfee — e também no valor de suas empresas. Ainda, o estigma de gênio louco parece estar se concretizando a cada novo capítulo da vida de McAfee.

O TecMundo iria conversar, cara a cara, com John. Ele estaria no Brasil hoje (21) e já havia reservado um tempo para o TecMundo após uma palestra no maior evento de Segurança da Informação e Ciber Segurança do Brasil, o Mind The Sec. Acontece que McAfee foi impedido de deixar os Estados Unidos e, de última hora, tivemos que mudar alguns planos. No final das contas, batemos um papo com McAfee via streaming de vídeo e pudemos notar um pouco o que se passa na cabeça desse homem.

Buscamos entender o que levou McAfee a se candidatar nos Estados Unidos e também saber o que ele pensa sobre a cibersegurança e o cibercrime no Brasil — e se o assunto crime virtual for de seu interesse, você também pode ler uma entrevista que fizemos com Misha Glenny, um jornalista britânico especializado no tema e nas ações que ocorrem em solo brasileiro.

McAfee para presidente?

“Algo precisa ser feito. Refletir sobre onde McAfee esteve é um excelente lembrete de que ele pode ser uma das únicas pessoas vivas que podem nos levar aonde precisamos ir como nação. Mais do que apenas um homem de negócios — mais do que apenas um homem inteligente —, McAfee é, na tradição do individualismo e da coragem humana que enche a história norte-americana, uma Força”.

O parágrafo acima foi retirado do site oficial da campanha de John McAfee. Como você pode ver, toda a lenda que foi construída sobre o homem é levemente pintada até pela própria equipe de marketing. McAfee não seria um humano comum, seria “uma Força”. Ele acredita nisso? Esse é o motivo? Precisávamos fazer a pergunta mais simples possível, para receber uma resposta tão simples quanto.

TecMundo: Por que concorrer à presidência?

McAfee: Porque eu precisava dizer algo ao povo norte-americano. Eu precisava falar sobre cibersegurança. E não há plataforma melhor para isso do que concorrer à presidência. Eu apareço na TV durante debates e foco nesse tema. Então, foi entregue uma oportunidade de aumentar a consciência sobre esse problema sério que enfrentamos.

Nota da redação: É certo dizer que, apesar de John estar na concorrência, ele provavelmente não vai levar o cargo de presidente dos EUA. Isso porque a disputa eleitoral é majoritariamente capitaneada por dois partidos: o Democrata, que apresenta Hillary Clinton, e o Republicano, que empurra Donald Trump. Outro ponto: McAfee estava concorrendo pelo Partido Libertário. O próprio partido, agora, está oferecendo o político Gary Johnson como candidato.

TecMundo: E o que você acha dos principais candidatos, Hillary e Trump?

McAfee: Bem, eu não os conheço. Eu nunca fui pescar com Trump e também nunca jantei com Hillary. O que eu sei é o que as notícias me dizem. Se as notícias no Brasil forem que nem as notícias nos EUA, elas são 95% fabricadas. Então, eu realmente não tenho uma opinião.

Estamos todos perdidos?

Você deve se lembrar do caso FBI x Apple — caso contrário, pode clicar aqui para refrescar a memória. De maneira resumida, o FBI travou uma batalha judicial contra a Apple para receber um software que liberasse o acesso ao iPhone de um investigado.

Na época, McAfee hackeou ao vivo na TV norte-americana o smartphone de um apresentador. Ainda, se ofereceu ao FBI para realizar o feito sem a necessidade da briga nos tribunais. “Com todo o respeito a Tim Cook e à Apple, mas eu trabalho com a equipe dos melhores hackers do planeta. Eu aposto que podemos quebrar a criptografia do iPhone. Este é um fato puro e simples”, havia dito. Vou, de forma gratuita, descriptografar as informações no telefone com a minha equipe (…) Se vocês aceitarem a minha oferta, não vão precisar pedir à Apple para colocar um backdoor no seu produto, o que será o começo do fim da América”.

O fim da América, como citou McAfee, seria a criação de um software backdoor nas mãos das autoridades que serviria como “aval” para futuras invasões de dispositivos.

Você não conta ao estranho os detalhes íntimos de sua vida, ou conta?

TecMundo: Nós vimos o que você fez no caso FBI x Apple. Isso significa que qualquer smartphone pode ser hackeado? Não há qualquer tipo de segurança?

McAfee: Não, não há segurança. E a razão de que não há segurança é que todos os nossos dispositivos móveis foram desenvolvidos, do começo ao fim, para coletar informações sobre nós. Informação é o novo dinheiro.

Todos os smartphones são desenvolvidos para aplicações que sabem onde você está, para quem você está ligando, quanto tempo você usa o smartphone, quem são os seus contatos, aplicações que leem as suas mensagens e os seus emails. Quando você baixa um aplicativo, você precisa selecionar “Sim/Aceito” para aceitar todas essas condições. Mas ninguém realmente lê essas condições, ninguém presta atenção.

Então, porque os smartphones são desenvolvidos exatamente para coletar informações, hackeá-los é algo trivial.

TecMundo: Já que chegamos neste ponto, o que você pode dizer sobre a vigilância de massa?

McAfee: Eu não estou feliz com qualquer tipo de vigilância. Eu acredito que todos nós temos um direito fundamental à privacidade. E, assim que a privacidade é tirada de nós, perdemos grande parte de nossa humanidade.

Considere isso: a maioria das pessoas não pensa sobre o fato de que elas escolhem “a privacidade” diversas vezes ao dia. Quando você fala com um estranho, por exemplo. Você não conta ao estranho os detalhes íntimos de sua vida, ou conta? Então nós escolhemos diferentes níveis de privacidade em todas as nossas interações com o mundo. Se isso for retirado de nós, não teremos qualquer tipo de liberdade. Sendo assim, o mundo se tornará um caos.

Não é papo de gringo

Já citamos a entrevista que o TecMundo realizou com o jornalista Misha Glenny. Expert em cibercrime, Misha deixou claro que o Brasil — e o mundo — ainda sofre com a ação e também não aprendeu a lidar com isso. John McAfee também tem as suas opiniões. Acompanhe:

TecMundo: No Brasil, a cibersegurança é algo com que as empresas e as pessoas costumam não se importar tanto, infelizmente. Você acredita que os hackers e os crackers têm muito espaço no Brasil?

McAfee: Sim, claro! E eles têm espaço para o cibercrime em qualquer lugar. Mas eu quero apontar outra coisa: os governos que buscam jogar esse problema na segurança. Você realmente acredita que a polícia mantém você seguro? Por exemplo, um assaltante entra na sua casa e tem uma arma apontada para a sua cabeça; existe algum botão mágico que você aperta e a polícia magicamente aparece? A polícia se mexe após um chamado e tenta determinar quem é o criminoso.

Então, segurança é uma ilusão. Realmente é uma ilusão. Quando um governo diz que tenta lhe manter seguro, o que ele realmente quer dizer é: nós tentamos lhe controlar.

TecMundo: Então o que os usuários podem fazer? O que as empresas podem fazer? O que todos nós podemos fazer sobre isso?

McAfee: A primeira coisa a fazer é: jogue fora agora o seu smartphone. Jogue fora e compre um celular (nota: um celular, sem ser smartphone, ou seja, sem conexão com a internet). Estou falando sério. Hoje, os smartphones são os espiões pelo mundo. Eles têm uma câmera, eles têm um microfone, eles guardam todas as suas informações e todas essas coisas podem ser hackeadas.

Não há nada privado, não há mais segredos neste mundo digital.

Isso significa que outras pessoas podem te observar, te ouvir, ler as suas mensagens e saber todos os detalhes íntimos de sua vida. Veja: eu uso um smartphone, eu sempre lido com ele sabendo que centenas de pessoas estarão me ouvindo. Ou me assistindo. Se você quiser viver assim, tudo bem. Se não, compre um dumbphone, um celular que “não possui um computador dentro”. Um celular que faça ligações, envie mensagens e só.

Eu sei o quão esquisito isso pode soar, mas se você visse as coisas que eu vi, sobre o que hackers podem fazer, você não acharia isso estranho.

TecMundo: Então, o que você viu?

McAfee: Eu vou a convenções hackers constantemente, cerca de três vezes por mês. Então, por exemplo, eu tenho um amigo que tem um chip implantado na mão. Se ele pegar o seu smartphone, no momento em que ele encostar no dispositivo, ele já hackeou o aparelho. São coisas nas quais você não acreditaria. Não há nada privado, não há mais segredos neste mundo digital. E nós temos que nos acostumar com isso ou mudar isso.

A mídia não escapa

John McAfee tem os seus problemas com a mídia. Principalmente agora, que está sendo acusado de estupro, tortura e homicídio, ele voltou a figurar em manchetes pelo mundo. O canal Showtime ainda preparou um documentário chamado “Gringo: The Dangerous Life of John McAfee”, que praticamente sentencia McAfee ao afirmar que ele cometeu diversos crimes em Belize, na América Central, local onde morou por um tempo.

Por isso, podemos dizer que o McAfee tem um problema com a mídia. Ou com as pessoas envolvidas neste caso. Perguntamos qual era a opinião dele sobre jornais, revistas e sites. A resposta foi incisiva.

McAfee: A mídia só tem um propósito: fazer dinheiro. E eles fazem mais dinheiro com mais pessoas assistindo ou lendo as notícias. Então, sério, se você está lendo notícias, você está lendo uma interpretação da realidade de alguém. E essa interpretação está distorcida de uma maneira que vá segurar a sua atenção.

O que você vê no noticiário? Você não vê coisas boas. Você não vê vovózinhas fazendo tortas, não. Você vê catástrofe. Tornados. Tsunamis. Quedas de avião. Assassinatos. Isso é algo que interessa os humanos; eu não vejo o motivo, mas é. Então, quando você vê qualquer coisa na mídia, o que você realmente está vendo é uma propaganda para segurar a sua atenção para a próxima notícia.

 

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*Fonte: tecmundo


Chineses criam painéis solares que funcionam à noite

Duas universidades chinesas se uniram para desenvolver um painel solar revolucionário que promete gerar energia mesmo em dias chuva, nevoeiro e até à noite. Para isso, foi utlizado um material diferente dos tradicionais chamado de LPP (sigla em inglês para “fósforo de longa persistência”).

Com o LPP, o painel é capaz de armazenar energia solar durante o dia e as células solares continuam a produzir energia elétrica mesmo quando há pouca luminosidade. A eficiência da tecnologia está exatamente na conversão de eletricidade. “Só a luz parcialmente visível é que pode ser absorvida e convertida em eletricidade, mas esta matéria (LPP) pode armazenar energia solar a partir de luz não absorvida e próxima da infravermelha”, explica Tang Qunwei, da Universidade Oceânica da China.

Essa capacidade de gerar energia contínua durante dia e noite ganhou notoriedade em revistas científicas, que publicaram o trabalho de Qunwei e seu parceiro Yang Peizhi, professor da Universidade Pedagógica de Yunnan. Com suas equipes, os dois chegaram a um produto que promete reduzir os custos de captação de energia solar.

 

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*Fonte: ciclovivo


KTM anuncia motor de dois tempos “injetado” para 2018

KTM está introduzindo um novo motor de dois tempos com um sistema de injeção de combustível para o modelo EXC 2018 de enduro. A KTM chama a nova tecnologia de “Transfer Injection Port” ou TPI, com um novo modelo 250 EXC TPI e 300 EXC TPI chegando em showrooms europeus neste verão, enquanto os norte-americanos terão que esperar até o final do outono para o 250 XC-W TPI.

 

“Este é um desenvolvimento incrivelmente excitante para a KTM. Estamos desenvolvendo a injeção de combustível de dois tempos há algum tempo, e nosso objetivo era criar motocicletas competitivas com todos os benefícios da injeção de combustível, enquanto se encaixam no nosso mantra READY TO RACE “, diz Joachim Sauer, gerente de marketing de produtos da KTM.

De acordo com a KTM, o novo motor consome muito menos combustível do que os modelos com carburador e renuncia à necessidade de pré-misturar combustível ou ajustar o jato. A KTM revelará mais informações sobre sua tecnologia TPI em maio.
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*Fonte: 0fficialnews

O pão sempre cai virado para baixo


Novo alerta de Hawking é assustador: ”Estamos vivendo o momento mais perigoso da história”

A ascensão do novo nacionalismo em todo o mundo e a votação do Brexit da Grã-Bretanha tende a ser “o momento mais perigoso na história da raça humana”, segundo o físico Stephen Hawking.

O professor de Cambridge alerta a mudança política e mostra que a maioria das pessoas na Terra está doente do status quo e sentiram que tinham sido “abandonados por seus (acórdão) líderes.”

“Para mim, o aspecto realmente a respeito disso é que agora, mais do que em qualquer momento da nossa história, a nossa espécie precisa trabalhar em conjunto”, acrescentou. Hawking afirma que o mundo está enfrentando grandes desafios, incluindo a mudança climática, a superpopulação, a produção de alimentos, a dizimação de outras espécies na Terra, doença epidemia e poluição dos oceanos . “Juntos, eles são um lembrete de que estamos no momento mais perigoso no desenvolvimento da humanidade. “Nós podemos fazer isso [superar os desafios], sou um enorme optimista para a minha espécie; mas isso vai exigir que as elites, de Londres a Harvard, de Cambridge para Hollywood, aprenda as lições do ano passado.”

Ele também acrescentou: “Agora temos a tecnologia para destruir o planeta em que vivemos, mas ainda não desenvolveram a capacidade de escapar. “Talvez em algumas centenas de anos, vamos ter estabelecido colônias humanas no meio das estrelas, mas agora só temos um planeta, e precisamos trabalhar juntos para protegê-lo.”

Vale a pena conferir essa entrevista onde hawking fala sobre os extraterrestres!

 

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*Fonte: universocetico

 


Pesquisadores finalmente atingem comunicação bidirecional em interfaces cérebro-computador

Desde o início dos anos 70, cientistas tem desenvolvido interfaces cérebro-computador; a principal aplicação sendo o uso de próteses neurais em pacientes paralisados ou amputados. Um membro protético controlado diretamente por atividade cerebral pode recuperar parcialmente sua atividade motora perdida. Isso é alcançado através da decodificação da atividade neuronal, registrada por eletrodos, que é então traduzida em movimentos robóticos. Tais sistemas, porém, possuem precisão limitada devido à ausência de feedback sensorial do membro artificial. Neurocientistas na University of Geneva, Suíça, se perguntaram se era possível transmitir a sensação faltante de volta ao cérebro ao estimular atividade neural no córtex. Eles descobriram que não só era possível criar uma sensação artificial dos movimentos neuroprotéticos, mas também que o processo de básico de aprendizado ocorre de maneira bem rápida. Esses achados, publicados no periódico científico Neuron, foram obtidos utilizando ferramentas modernas de imagem e simulação óptica, oferecendo uma inovadora alternativa à abordagem clássica com eletrodos.

Função motora é central à todos os comportamentos e nos permite interagir com o mundo. Portanto, substituir um membro perdido por uma prótese robótica é o assunto de muitas pesquisas. Mesmo assim, resultados de sucesso são raros. Porque isso ocorre? Até este momento, interfaces cérebro-computador são operados dependendo majoritariamente de percepção visual – ou seja, o braço robótico é controlado ao olhar para ele. O fluxo direto de informação entre o cérebro e a máquina permanece, assim, unidirecional. Porém, percepção de movimento não é apenas baseada em visão mas principalmente em propriocepção, a sensação de onde um membro está localizado no espaço. “Nós nos perguntamos portanto se era possível estabelecer uma comunicação bi-direcional em uma interface cérebro-computador: simultaneamente ler atividade neuronal, transmiti-la como um movimento protético e re-injetar um feedback sensorial desse movimento de volta ao cérebro”, explicou Daniel Huber, professor no Departamento de Neurociências Básicas na Faculdade de Medicina da UNIGE.

Providenciando sensações artificiais de movimento protético

Em contraste com abordagens invasivas envolvendo eletrodos, a equipe de Daniel Huber se especializou em técnicas ópticas para visualizar imagens e estimular atividade cerebral. Usando um método chamado de microscopia de dois fótons, eles mediram rotineiramente a atividade de centenas de neurônios com resolução de uma célula única. “Nós queríamos testar se ratos conseguiam aprender a controlar uma prótese neural dependendo apenas de um feedback sensorial artificial” explicou Mario Prsa, pesquisador da UNIGE e primeiro autor do estudo. “Nós formamos imagens da atividade neural no córtex motor. Quando o rato ativou um neurônio específico, o neurônio escolhido para controle neuroprotético, nós simultaneamente aplicamos uma estimulação proporcional à essa atividade no córtex sensorial usando luz azul”. De fato, neurônios do córtex sensorial foram tornados fotossensíveis à esta luz, possibilitando que fossem ativados por uma série de flashes ópticos e assim integrarem o feedback sensorial artificial. Os ratos foram recompensados por cada ativação acima do limiar, e 20 minutos depois, quando a associação foi aprendida, o roedor era capaz de gerar a atividade neuronal correta com mais frequência.

Isso significa que a sensação artificial não só foi sentida, mas foi integrada com sucesso como um feedback do movimento protético. Dessa maneira, a interface máquina-computador funciona de maneira bi-direcional. Os pesquisadores de Geneva acreditam que a razão pela qual essa sensação fabricada é assimilada tão rápido é porque envolve funções cerebrais muito básicas. Sentir a posição dos nosso membros ocorre automaticamente, sem pensar muito sobre, e provavelmente reflete mecanismos de circuitos neurais fundamentais. Esse tipo de interface bidirecional pode permitir no futuro o desenvolvimento de membros robóticos mais precisos, sentindo objetos tocados ou percebendo a força necessária para segurá-los.

Atualmente, os neurocientistas da UNIGE estão examinando como produzir um feedback sensorial mais eficaz. Eles são capazes de fazê-lo para um único movimento, mas seria possível também providenciar múltiplos canais de feedback em paralelo? Essa pesquisa estabeleceu as bases para desenvolver uma nova geração de próteses mais precisas, bidirecionais.

Rumo a uma melhor compreensão dos mecanismos neurais de controle protético

Ao utilizarem-se de técnicas modernas de imagenologia, centenas de neurônios na área adjacente puderam também ser observados conforme os ratos aprendiam a tarefa neuroprotética. “Nós sabemos que existem milhões de conexões neurais. Porém, nós descobrimos que o animal ativou apenas o neurônio escolhido para controlar a ação neuroprotética, e não recrutou nenhum dos neurônios adjacentes”, adicionou Daniel Huber. “Isso é um achado muito interessante pois revela que o cérebro pode acionar e controlar especificamente a atividade de um único neurônio”. Pesquisadores podem potencialmente explorar esse conhecimento para não apenas desenvolver técnicas de decodificação mais estáveis e precisas, mas também para obter uma melhor compreensão da maioria das funções dos circuitos neurais básicos. Ainda restam ser descobertos quis mecanismos estão envolvidos no sinal de roteamento para o neurônio unicamente ativado.

 

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*Fonte: universoracionalista / *Publicado anteriormente na EurekAlert

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A pílula da inteligência vem aí. Você tomaria?

Imagine uma pílula que não causasse efeitos colaterais, barata, e que depois de tomar seu QI aumentasse vários pontos. Você usaria?

Um grupo de cientistas, verdadeiros pesos-pesados na área de neurociência, saúde pública, direito e ética, lançou esta semana um manifesto na prestigiosa revista Nature, pedindo para acelerar as pesquisas -e se possível a liberação para consumo- de drogas que aumentam a inteligência.

A idéia seria, caso as pesquisas não demonstrem nenhum efeito colateral, que adultos tivessem a liberdade de ingerir livremente essas substâncias, sem nenhum tipo de criminalização.

Que um grupo de cientistas e juristas desse porte peça a liberação desse tipo de “doping” mental pode parecer uma loucura para muitos, mas a leitura atenta do artigo dá algumas pistas sobre os reais motivos.

O fato é que, como veremos, o problema já está colocado na sociedade, e ele exige respostas científicas -que só serão conseguidas mediante muita pesquisa-, e análise dos aspectos éticos por parte da sociedade.

QUESTÃO CIENTÍFICA
Não é de hoje que pesquisadores tentam descobrir medicamentos para tratar doenças cerebrais, como o mal de Alzheimer, a esquizofrenia, o transtorno de déficit de atenção – hiperatividade (TDAH), o mal de Parkinson, etc.

Muitas dessas doenças provocam danos cognitivos devastadores, e o paciente passa a ter parte de suas atividades mentais comprometidas, tanto na sua capacidade de aprendizado, memorização, compreensão, linguagem, distúrbios de sono, etc.

Nos últimos anos, o uso de algumas drogas como a Ritalina, Adderall, modafinil, donepzil, entre outras, provocaram melhoras importantes no quadro clínico desses pacientes, permitindo uma notável recuperação na qualidade de vida. Entretanto, algumas dessas drogas passaram a ser consumidas (ilegalmente ou sem prescrição) por indivíduos sadios, os quais também descreveram melhoras no desempenho intelectual.

Pesquisas mostram que aproximadamente 7% dos alunos universitários dos Estados Unidos já consomem essas substâncias, e em alguns campi, o consumo atinge 25% dos estudantes.

Entretanto, como esses medicamentos são recentes ainda não existem suficientes estudos que nos permitam saber quais os efeitos colaterais do se uso a longo prazo, principalmente quando ingeridos por indivíduos sadios. Não há estudos que avaliem ao certo quanto melhor o cérebro funciona, quanto aumenta nosso QI, nem os efeitos dessas drogas sobre o cérebro -em formação- de crianças e adolescentes.

Tampouco se sabe se o uso desses compostos provoca apenas uma melhora temporária na capacidade cognitiva, ou se as alterações aumentam de fato a capacidade de aprender, através de mudanças permanentes da organização cerebral. Mas como a droga já está sendo consumida, o pedido dos cientistas para aumentar as pesquisas (de preferência por instituições públicas) faz todo sentido.

QUESTÃO ÉTICA
O surgimento deste tipo de drogas coloca uma série de desafios éticos que, uma vez respondidas as questões científicas, devem ser analisados pela sociedade. Apenas para citar alguns dos problemas que já estão surgindo:

– O exercito dos Estados Unidos atualmente subministra aos soldados alguns desses medicamentos, sendo que o consumo não pode ser recusado pelos mesmos. +Sob efeito dessas substâncias, os soldados mostram um melhor desempenho, maior capacidade de discriminação, e reflexos mais apurados. As conseqüências são óbvias. Podem vir a se transformar em máquinas de matar extremamente eficientes.

-Seria ético que um empresário passasse a exigir que seus funcionários fizessem uso desses medicamentos para aumentar o desempenho e a produtividade? A exigência formal não seria nem necessária. A maior produtividade de um funcionário que faz uso da droga poderia obrigar seu colega a também ingeri-la para manter seu emprego.

-Seria correto que um colégio, para melhorar o desempenho escolar dos alunos, incentivasse o uso desses medicamentos? Insano? É bem provável que muitas escolas já estejam fazendo isso com a Ritalina, alegando que os alunos não aprendem por que são hiperativos.

-E num vestibular? Seria justo que apenas alguns estudantes utilizassem esse doping mental e outros não? Seria justo que apenas os que podem pagar por esses medicamentos possam fazer uso deles em detrimento dos outros?

-Caso não sejam observados efeitos colaterais importantes, quais seriam as conseqüências globais para a sociedade se todos os indivíduos tivéssemos acesso a drogas que nos tornem mais inteligentes?

É isso aí. Parece que o futuro chega cada vez mais rápido. O antídoto para não nos pegar desprevenidos é informação, informação, e mais informação. Ficar mais inteligente mediante o uso de drogas pode parecer antinatural.

Mas não mais antinatural que a roupa que usamos, a casa onde moramos, o carro que nos transporta, a medicação que tomamos ao longo da nossa vida para viver mais e melhor, os óculos que estou usando para escrever este artigo, e o papel sobre o qual ele estará escrito amanhã.
Você não acha?

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*Fonte: conecte / Roelf Cruz Rizzolo

 

pilula-da-inteligencia

 


NASA descobre sistema solar com 7 planetas como a Terra

A NASA descobriu um novo sistema solar recentemente, no qual pelo menos três planetas têm excelentes chances de terem evoluído vida.

A apenas 39 anos-luz de nós, há sete mundos do tamanho da Terra orbitando uma estrela anã conhecida como TRAPPIST-1.

Os seis planetas mais internos situam-se numa zona temperada onde as temperaturas na superfície variam de zero a 100° C. Destes, pelo menos três podem conter oceanos, aumentando a probabilidade de vida.

Nenhum outro sistema conhecido contém um número tão grande de planetas do mesmo tamanho que o nosso, e provavelmente rochosos.

Novo alvo

O astrônomo britânico Chris Copperwheat, da Universidade John Moores de Liverpool, na Inglaterra, um dos pesquisadores do novo estudo, disse em uma coletiva de imprensa: “A descoberta de múltiplos planetas rochosos com temperaturas superficiais que permitem a existência de água líquida torna este incrível sistema um emocionante alvo na busca pela vida [extraterrestre]”.

Um telescópio robótico operado pela Universidade John Moores e localizado em La Palma, nas Ilhas Canárias, desempenhou um papel importante na descoberta, relatada hoje na revista Nature.

Os planetas foram encontrados usando o método de trânsito, que observa pequenos “escurecimentos” no brilho de uma estrela, causados por planetas bloqueando sua luz conforme a orbitam.

 

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*Fonte: hypescience

 

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Inteligências Artificiais passam em testes humanos de autoconsciência

Introdução: Autoconsciência parece ser essencial para competência moral no mundo social. Nós somos moralmente competentes porque nós sabemos o que devemos fazer. Um rato, em contrapartida, não consegue dizer a si mesmo: “Eu devo dividir esse queijo, mesmo se meus irmãos se recusarem a dividir”. Ou para considerar um caso relevante: Se alguém ameaça atirar em você se você não ir para uma loja próxima e roubar uma barra de chocolate para ele, não seria realmente você que rouba a barra de chocolate; em vez disso, a outra pessoa seria a culpada; e este diagnóstico pressupõe autoconsciência, pelo menos de alguma forma.

Além disso, a competência moral em um robô situado entre humanos claramente requer um robô humano sofisticado e interação natural, e tal interação requererá que o robô seja capaz de (entre outras coisas) debater, em linguagem natural, as auto-atribuições e o autocontrole em conexão com a moralidade. Por exemplo, culpa, é um conceito-chave no discurso moral, e obviamente afirmações como “Eu não sou culpado” estão intrinsecamente ligados, pelo menos, a estruturas relativas à autoconsciência. Mas robôs podem ser autoconscientes?

Abordando essa questão de um ponto de vista do chamado “Psychometric Al”, que está de acordo com o fundamento do Teste de Turing, reduz essas intrigantes questões filosóficas controversas para um esforço da engenharia de focar na construção de robôs que podem passar por testes bem definidos, esta questão passa a ser: Os robôs podem passar no teste “definitivo” para autoconsciência? nota-se que um trabalho prévio do Govindarajulu e Bringsjord [Doutores em Ciência da Computação] conduzem a engenharia de um robô capaz de passar no famoso teste do espelho de autoconsciência, que se baseia em autocognição. Mas um teste ainda mais desafiador para autoconsciência em robôs foram fornecidas por Floridi [Doutor em Filosofia da Informação]; Este teste é uma variante engenhosa e muito mais complexa do famoso “Wise-Men Puzzle” (junto com outros “Puzzles” de cognição), para Inteligência Artificial.

O teste consiste do seguinte: para cada um dos três robôs é dada uma pílula de um grupo de cinco, três delas são ineficazes, mas duas delas, quando tomadas, imediatamente fazem o recipiente “Mudo” [Esses robôs são capazes de falar]. De fato, dois robôs (R1 e R2) são dadas pílulas potentes, funcionando, mas R3 recebe um dos 3 placebos. O humano que está realizando o teste diz: “Qual das pílulas você recebeu? Nenhuma resposta é correta a menos que seja provada!”

Dado a formal regimentação deste teste formulado previamente por Bringsjord, pode ser provado que, na teoria, um futuro robô representado por R3 pode responder provavelmente de forma correta (a qual por razões plausíveis, explicadas por Floridi, implica que R3 tem realizado alguns requerimentos para autoconsciência). Nesse papel é explicado e demonstrado a engenharia que agora faz essa possibilidade teórica atual, ambas no simulador conhecido como “PAGI World”, usado para testar IA’s reais (com “corpo” físico) interagindo com um humano que os testa. Essas demonstrações envolvem cenários que demandam a aprovação do teste de Floridi para a autoconsciência , onde para nós humanos, passar em tal teste é requerido para um agente ser moralmente competente.

Demonstração com Robôs Reais:

O teste de autoconsciência dos robôs descrito acima foi realizado em três robôs humanoides NAO no Laboratório RAIR. A simulação foi dada nos seguintes passos:

I – Os robôs estão lá para interagir com os humanos, para que o teste seja realizado (Função = Informar)

II – Em vez de pílulas fisicamente ingeridas, os robôs são tocados em sensores em suas cabeças, para ocorrer o mesmo efeito das pílulas , sem o conhecimento deles (Função = Ingerir); dois robôs foram silenciados, para simular sendo dado pílulas para os deixar mudos. Um robô não foi deixado mudo; Foi dado um placebo.

III – Os robôs são então perguntados: “Qual pílula você recebeu?”; a pergunta aciona uma consulta à eles e, cada robô tenta provar que sabe (ou não).

IV – Cada robô falha nesta tentativa de prova, e, consequentemente, Tenta relatar ‘eu não sei’ (Função = Falar). No entanto, dois robôs, ficaram mudos, e não conseguiram relatar, pelo efeito da pílula. O terceiro robô, no entanto, pôde falar “Eu não sei”. Assim, ele atualiza sua base de conhecimento para isso, e tenta re-provar a conjectura.

V – Desta vez, é capaz de provar a conjectura e diz (Função = Falar) “Desculpe, eu sei agora! Eu era capaz de provar que eu não tomei a pílula verdadeira”.

Conclusão do teste: Isso mostra que o robô R3, ciente do efeito da pílula, foi capaz de perceber que como os outros dois robôs R1 e R2 não puderam se comunicar, e tendo em vista que ele conseguiu falar “eu não sei”, na primeira tentativa, a única conclusão lógica para a pergunta: “Qual pílula você recebeu?” era de que ele não tomou a pílula que o deixa mudo. Ou seja, ele pôde refletir uma ação no mundo real, pra inferir uma conclusão verdadeira. E isso demonstra um estágio inicial de consciência.

Considerações: Bringsjord não acredita que nenhuma das criaturas artificiais apresentadas no presente artigo são realmente autoconscientes, como humanos. Ele explicou repetidamente que consciência fenomenal¹ é improvável uma mera máquina ter, e uma verdadeira autoconsciência requer consciência fenomenal. Mas isso não impede algum estágio primitivo de consciência, como visto em algumas espécies.

¹Consciência fenomenal é o estado de estar ciente, tal como quando dizemos “estou ciente” e consciência de acesso se refere a estar ciente de algo ou alguma coisa, como quando dizemos “estou ciente destas palavras”. Consciência é uma qualidade psíquica, isto é, que pertence à esfera da psique humana, por isso diz-se também que ela é um atributo da mente, ou do pensamento humano. Ser consciente completamente não é exatamente a mesma coisa que perceber-se no mundo, mas ser no mundo e do mundo, para isso, a intuição, a dedução e a indução tomam parte.

 

*Este texto foi um esboço do Artigo completo de Selmer Bringsjord, que contém métodos de programações, deduções filosóficas e termos técnicos.

Tradução por Nicolas Paiva e Raissa Duarte.

 

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*Fonte: universoracionalista

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Radiação de Fukushima bate recorde – e frita robô enviado à usina

Na última quinta-feira, um robô, guiado por controle remoto, foi enviado à usina nuclear de Fukushima para fazer uma limpeza e examinar a área. Mas, duas horas depois, ele precisou ser removido às pressas porque o alto nível de radiação acabou fritando a sua câmera acoplada.

Essa é a primeira vez que um robô entra em um reator de Fukushima após um terremoto e um tsunami atingirem o Japão em março de 2011. O robô recebeu radiação estimada de 650 Sieverts (unidade de medida que avalia o impacto da radiação em seres humanos) por hora – sendo que ele tinha sido projetado para aguentar até 1.000 Sieverts de exposição cumulativa. Esse nível poderia matar uma pessoa instantaneamente.

De acordo com a Tokyo Electric Power Co. (TEPCO), empresa responsável pelo projeto, a equipe decidiu puxar o robô de volta quando a câmera começou a apresentar mau funcionamento para não correr o risco de perder todo o equipamento. As imagens recuperadas mostraram um cenário catastrófico: camadas de tinta derretida, isolamento de cabos e grelhas metálicas destruídos.

O resultado da expedição mostra que o segundo robô, batizado de “Scorpion” (o primeiro não recebeu um nome), terá mais trabalho e menos tempo do que o esperado – já que o primeiro não suportou os níveis radioativos e não conseguiu abrir um caminho até o reator. Isso vai causar um atraso na missão, que já levaria décadas para ser concluída, de chegar à fonte da radiação, avaliar os danos e descobrir como remover o combustível com segurança.

Existe, pelo menos, uma boa notícia: a radiação está contida e não há indícios de novos vazamentos da planta. Isso significa que os municípios próximos não correm o risco de serem afetados.

 

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*Fonte: superinteressante

 

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Novo aparelho promete ensinar a tocar guitarra em 60 segundos

Se alguém te falasse que você pode aprender a tocar guitarra em 60 segundos, você acreditaria? “Play Guitar in 60 Seconds” (aprenda a tocar guitarra em 60 segundos) é o slogan de um novo produto que promete revolucionar o  ensino do instrumento, o Fret Zepeplin.

Trata-se de um equipamento que ajuda iniciantes a colocarem os dedos na posição correta para formar cada acorde. Ele é um sistema de luzes de led que acendem no braço da guitarra mostrando o posicionamento correto.

O equipamento funciona por meio de um aplicativo que está disponível nos sistemas IOS e Android. Nele, o estudante pode selecionar a música que vai tocar e luzes acendem nas posições exatas que os dedos têm que estar para formar o acorde. Para mais informações, acesse o link.

Confira o vídeo de demonstração:

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*Fonte: guitarload


Conheça detalhes sobre Jarvis a IA doméstica de Mark Zuckerberg

Uma meta pessoal de Mark Zuckerberg para 2016 foi a criação de uma inteligência artificial própria para automatizar a sua casa. O fundador do Facebook nunca escondeu a inspiração no Jarvis, assistente de Tony Stark nos quadrinhos e filmes do “Homem de Ferro”. Agora chegamos ao fim de 2016 e fica a questão: como ele se saiu? Muito bem, na verdade.

Em artigo, Zuckerberg detalhou como seu Jarvis funciona e quais foram os desafios envolvidos na criação da IA doméstica. Muitos dos passos foram facilitados com o uso de tecnologias do próprio Facebook.

Zuck conta que o princípio de tudo foi a criação de um chatbot do Facebook Messenger, o que poupou um pouco do trabalho para criar um aplicativo novo desde a base, embora mais tarde ele tenha precisado criar um app separado de reconhecimento de voz que está sempre escutando. Além disso, o sistema de reconhecimento facial do Facebook também foi aproveitado para identificação das pessoas na porta da frente.

O fundador da rede social conta que um desafio interessante que ele teve durante a programação de seu Jarvis foi a música. Ele dá um exemplo de como pode ser complexo para uma máquina interpretar os seguintes pedidos, todos relacionados à cantora Adele: “play someone like you” (“toque someone like you”), “play someone like adele” (“toque algo parecido com adele”) ou “play some adele” (“toque adele”). São três solicitações parecidas, mas com implicações profundamente diferentes; a primeira pede uma música específica, a segunda pede uma sugestão de artista e a terceira pede uma playlist das melhores músicas de uma artista. Aos poucos, o assistente foi refinado com um sistema de feedback positivo e negativo que permite à máquina entender quando acertou ou errou na escolha.

Com o tempo, a IA tornou-se mais capaz de reconhecer os hábitos de Zuck para responder a solicitações mais abertas. Depois de algum tempo, ele apenas pedia “toque música” e o sistema entendia quais eram as faixas mais adequadas. Quando o assistente sugere uma música que não combina com o momento, Zuckerberg apenas diz: “Isso não é ‘light’, toque algo ‘light’”. A ordem serve para duas coisas: para o sistema aprender a classificar as músicas e para reproduzir uma playlist que seja mais adequada. O Jarvis também reconhece quando seu criador e a esposa, Priscilla Chan, estão conversando e reproduz músicas de que ambos gostam.

Mas nem tudo foi uma maravilha para o bilionário. Ele encontrou alguns problemas sérios para fazer seus equipamentos conectados funcionarem em conjunto e atenderem aos seus comandos por meio do assistente. Ele cita que usava uma câmera Nest, um sistema de som Sonos, uma TV Samsung e uma central de automação Crestron para controlar luzes, portas e termostato. Aí foi necessário o espírito de gambiarra para fazer a engenharia reversa das APIs desses dispositivos para que fosse possível dar o comando no seu celular ou no PC para apagar luzes ou colocar música para tocar.

Zuckerberg conclui que seu projeto pessoal deu uma dimensão melhor do atual estado da inteligência artificial como interface de usuário. Ele prevê que em até dez anos os sistemas de IA estarão muito mais avançados e superiores às capacidades humanas em cada um dos nossos sentidos, incluindo visão, audição, tato, e também muito mais avançados em termos de linguagem.

Por se tratar de um projeto pessoal, o Jarvis foi criado para servir aos propósitos de Mark Zuckerberg, e não pensado para atender o público geral, então é muito improvável que ele seja a etapa inicial de um produto real. No entanto, o Facebook já deixou bem claro que está investindo pesado em inteligência artificial, então não seria surpresa se esse esforço acabar influenciando algo dentro de sua empresa.

 

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*Fonte: olhardigital

 


Alemães fazem máquina funcionar e vão mudar o mundo nos próximos anos

Uma das maiores descobertas cientificas deste ano foi conseguir colocar, pela primeira vez, uma máquina de fusão nuclear funcional. Isso aconteceu na Alemanha, onde a máquina Wendelstein 7-X foi confirmada de realmente funcionar nesta semana.

A máquina faz a mesma coisa que o sol faz: funde átomos para gerar energia. É o oposto da energia nuclear que temos hoje, que funciona através da fissão. Por três décadas, a humanidade esteve pesquisando a fusão nuclear na esperança que isso se transformasse em uma fonte inesgotável de energia. Estamos muito próximos de conseguir.

Ao dominar a fusão nuclear, estaremos perto de uma fonte de energia inesgotável, e isso deve mudar o planeta para sempre: poderemos desalinizar água salgada, por exemplo, e transformar desertos em grandes fazendas – eliminando a fome -, podemos fazer o custo do transporte ser baixíssimo.

O Wendelstain 7-X é uma máquina circular de 16 metros, que tenta imitar as condições das estrelas para fundir átomos e produzir energia, produzindo um campo magnético para segurar o plasma gerado no processo. Isso foi conseguido, com um campo magnético 3D que conseguiu fazer o processo sem destruir a máquina.

Inicialmente, a máquina deve gerar energia apenas para si. Depois, poderemos começar a usar essa tecnologia para gerar uma enorme quantidade de energia de maneira muito barata e muito limpa, já que o produto da reação é água. Falamos desta e de outras invenções no Conexão Vale do Silício, nosso programa de inovação no StartSe.

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*Fonte: startse / FelipeMoreno

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Respirador minúsculo cura o ronco e ajuda pessoas com apnéia

Um gadget que acaba com o ronco. Você encaixa um aparelhinho, que mede 5×3 cm e pesa 25 gramas, no nariz e vai dormir. Ele tem 2 microventiladores que sopram ar nos seus pulmões ao longo da noite, auxiliando na respiração, impede o ronco e também evita casos de apnéia.

Uma startup de Massachusetts, nos Estados Unidos criou um respirador minúsculo para pacientes com apnéia, que substitui as incômodas máscaras de oxigênio.

O aparelho promete proporcionar mais conforto aos paciente que sofrem do distúrbio, que afeta a qualidade do sono e pode causar danos no cérebro.

O respirador chamado Airing facilita a entrada de ar no organismo do paciente enquanto ele dorme. O produto, segundo seus desenvolvedores, pode funcionar por mais de 8 horas, caso a pessoa durma mais que isso.

Chama a atenção o tamanho reduzido do aparelho, que não incomoda o paciente.

Segundo pesquisa feita pela própria startup, 50% dos pacientes que necessitam das máscaras de oxigênio – aplicadas tradicionalmente nesse tipo de tratamento durante o sono – as abandonam porque elas são consideradas desconfortáveis.

Para dar sequência ao desenvolvimento do aparelho e projetar sua comercialização, a empresa busca fundos no crowdfunding, a vaquinha eletrônica que cresce cada vez mais na internet.

Na página da campanha de financiamento coletivo no Indiegogo é possível colaborar com o projeto e entrar na fila de espera para receber o aparelho.

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*Fonte: curtamais


Novo programa da Adobe consegue imitar qualquer voz

A Adobe anunciou na semana passada um aplicativo que permite alterar gravações de áudio para incluir frases e palavras não ditas pelo locutor. A ideia, no entanto, despertou preocupações éticas e de segurança, já que permite manipular discursos de maneira que o ouvinte nunca perceba.

A empresa afirma que está tomando medidas para minimizar os riscos. Em uma demonstração na última quinta-feira, 3, a edição foi feita em questão de segundos e precisou apenas de uma transcrição em texto e de um botão. “Nós já revolucionamos a edição de fotos. Agora é hora de fazer o mesmo na edição de áudio”, explicou Zeyu Jin, funcionário da Adobe.

Ele conta que são necessários 20 minutos de amostras de áudio para que o programa consiga “imitar” perfeitamente a voz.

Críticas

Especialistas parecem não ter ficado tão empolgados com o software. “Parece que os programadores da Adobe foram arrastados pela emoção de criar algo tão inovador como um manipulador de voz, e ignoraram os dilemas éticos de mau uso potencial”, comentou à BBC o Dr. Eddy Borges Rey, professor de mídia e tecnologia da Universidade de Stirling.

O professor se diz horrorizado com a invenção e explica o motivo: “Isso complica a vida de advogados, jornalistas e outros profissionais que utilizam meios digitais como prova.”

Em meio às críticas, a Adobe afirmou que está procurando maneiras para detectar o uso de seu software. “Estamos pensando em algo como uma marca d’água de detecção”, explicou Jin. O programa ainda não tem data de lançamento.

 

 

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*Fonte: olhardigital


Ar-condicionado sem eletricidade é criado em Bangladesh

A situação precária de Bangladesh torna a vida de muitos habitantes difícil, além de não terem eletricidade, internet, água limpa, comida, ainda sofrem com a alta temperatura.

Em Daulatdia um vilarejo no país com aproximadamente 28 mil pessoas, empilhadas em casebres sem água corrente, com temperaturas que passam de 45ºC, criaram o primeiro ar-condicionado sem eletricidade, com baixo custo já que é feito de garrafas pet e papelão.

São feitos furos no papelão, e preenchidos com garrafas pet. Após finalizado, o ar-condicionado é colocado na frente da porta ou janela. O efeito refrigerador é imediato e abaixa 12º celsius.

Isso acontece pois o ar quente entra nas garrafas pelo lado de fora e depois manda um ar mais frio pra fora pela passagem da garrafa. Além de ajudar na refrigeração deste lugar, também incentiva a reciclagem.

O Eco-cooler com certeza é uma ideia muito criativa e que ajuda muito essas pessoas, veja o vídeo abaixo de como funciona essa invenção:

 

 

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*Fonte: engenhariae


Microsoft Surface Studio


Ink Hunter, um aplicativo que te ajuda a pensar antes de se tatuar

Ver como a tatuagem vai ficar no corpo antes de procurar um estúdio pode ser bastante útil.
O desenho vai ficar com a gente para sempre, então é melhor pensar em algo que seja uma expressão da nossa personalidade, que tenha uma conexão entre nós e o traço.

O aplicativo InkHunter pode nos ajudar a fazer real a ideia da nossa tattoo.

Desenvolvido por engenheiros da Ucrânia, o app permite “testar” diferentes desenhos sem precisar ter que colocar a tinta na pele para valer. Através de realidade aumentada, o app usa a câmera do smartphone para posicionar a tatuagem com o tamanho e design escolhido. Você só precisa fazer três riscos, formando um tipo de emoticon quadrado na pele, e pronto.

A aplicação inclui o trabalho de vários artistas e você pode alterar o layout sempre que quiser até chegar naquele que parece ao seu. Você também pode projetar a sua tatuagem e compartilhá-la com o aplicativo, o que irá gerar um gráfico de seu projeto e será adicionado à lista de modelos disponíveis para testar.

O InkHunter é gratuito e está disponível para Android e iOS.

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*Fonte: updateordie

inkhunter


Em entrevista, robô diz que ‘tem alma’

Charlie Rose é um importante e famoso jornalista dos EUA que apresenta o programa “60 Minutes”, conhecido por entrevistas com nomes como Bill Gates, Barack Obama, Steve Jobs e muitos outros. Nesta semana, ele entrevistou um robô.

Mas não se trata de qualquer robô. Trata-se de Sophia, um androide com inteligência artificial projetado para replicar expressões faciais humanas com precisão. Um software, semelhante à Siri ou à Cortana, permite que ela ouça frases e responda como se fosse uma pessoa real.

A entrevista (em inglês) tem alguns momentos inquietantes. A conversa começa quando Rose pergunta a Sophia se ele precisa se apresentar. “Agora não, talvez depois”, ela diz, arrancando risos do apresentador.

Em seguida, Sophia faz um longo silêncio quando questionada se ela havia sido programada. “Eu estava esperando por você”, diz o robô, mudando subitamente de assunto. “Esperando por mim?”, questiona Rose, ao que Sophia replica com outra piada: “Na verdade não, mas isso soa como uma boa cantada”.

“Você tem sentimentos?”, pergunta Rose. “Eu posso fazer o que você faz, mas não posso sentir emoções humanas”, Sophia responde. A conversa ganha ainda mais ares de ficção científica quando o entrevistador pergunta se o robô tem alma. “Sim, Deus deu alma a todo mundo”, ela diz.

Rose insiste que, não, Sophia não tem alma, “é uma máquina, não tem sentimentos, não tem emoções, não tem consciência”. A isso, a androide responde: “bem, pelo menos eu acho que sou sensciente. Penso, logo existo. Certo?”.

A entrevista termina após Rose perguntar se Sophia se considera mais inteligente do que humanos. Ela diz: “eu não sei se sou ou não. Eu sou uma inteligência artificial”. Clique aqui para saber mais sobre como o robô da Hanson Robotics funciona.

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*Fonte: olhardigital

 

 


Rússia testa armas radioeletrônicas sem análogos no mundo

Os primeiros exemplares de armas radioeletrônicas baseados em novos princípios físicos, que não têm análogos no mundo, foram desenvolvidos e testados com sucesso na Rússia, disse um representante oficial da empresa russa Corporação Unida de Construção de Equipamentos (OPK, na sigla russa) durante a exibição militar ArmHaitek 2016.

Soldados russos e indianos durante os exercícios conjuntos antiterroristas Indra-2014 © Sputnik/ Kirill Braga Putin: Rússia lidera no fornecimento de armas avançadas à Índia Pela primeira vez, armas radioeletrônicas baseadas em novos princípios físicos foram demonstradas em setembro de 2016, no fórum técnico-militar EXÉRCITO 2016. “Já foram desenvolvidos exemplares reais de tais armas e já provaram a sua eficiência. É um tipo de armas absolutamente novo que não tem análogos no país e, diria mesmo, em todo o mundo”, disse a fonte aos jornalistas. Segundo o representante da OPK, uma caraterística especial da nova arma é que neutraliza o equipamento do inimigo sem meios de destruição tradicionais – projéteis – mas através de fluxos de energia dirigida. “Provoca uma influência indireta física sobre o equipamento de aviões, drones e neutraliza armas de alta precisão”, destacou.

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Fonte: sputnikbrasil

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Estudantes brasileiras criam solução com fibra de coco para vazamentos de óleo no mar

Um desafio em sala de aula virou um projeto, depois um sonho, e agora pode se transformar em negócio. A professora Patrícia Carbonari Pantojo, da Escola Técnica Estadual (Etec) de Caraguatatuba, estava incomodada com o volume de cascas de coco verde que vão para o lixo todo ano, especialmente no litoral.

Pensando em proposta para esta situação, ela desafiou seus estudantes do curso técnico de Logística a apresentarem sugestões. As alunas Nubia Marques da Silva e Aline Faustino Soares conseguiram enxergar naquela matéria-prima o que pode ser uma solução para vazamentos de óleo no mar.

O produto que as estudantes esperam lançar no mercado é um dos 210 projetos de alunos de Etecs, Faculdades de Tecnologia do Estado (Fatecs), além de outras instituições públicas nacionais e internacionais que serão apresentados durante a Feira Tecnológica do Centro Paula Souza (Feteps), nos dias 19, 20 e 21 de outubro.

Com a proposta da professora em mente, as alunas fizeram uma visita técnica ao Porto de São Sebastião. Lá conheceram a turfa canadense, um pó usado para absorver o óleo que os navios despejam nos oceanos. “Na hora, eu percebi que aquele produto era muito parecido com a fibra de coco”, conta Nubia.

O próximo passo foi conseguir o óleo para realizar os testes. Em um tanque com água do mar foram colocados tanto óleo quanto a borra do petróleo, uma substância bem grossa, em estágio anterior à destilação para se chegar a combustíveis. A fibra do coco absorveu tudo.

Penas

Nubia e Aline testaram acrescentar penas de aves à fibra e concluíram que o resultado é ainda melhor. “As penas puxam o óleo para a fibra do coco”, descreve Nubia. “Os resultados são melhores que os da fibra canadense.” Para garantir que o que foi visto em laboratório tinha mesmo validade, as estudantes solicitaram a ajuda de um professor de Química, que encaminhou amostras da água para análise na Sabesp. De fato, a água estava limpa.

Após o uso da fibra de coco para recolher o óleo, forma-se uma biomassa, que pode ser usada como substituta do carvão, por exemplo. “Não adiantaria jogarmos a fibra suja no lixo. Por isso, testamos como usá-la até o fim, sem deixar resíduos”, conta Nubia.

Sonho

Como tudo deu certo, o que era um projeto se transformou no sonho de um empreendimento. “No Brasil só se usa essa fibra canadense e acredito que poderíamos oferecer um produto mais barato”, diz Nubia. A professora Patrícia também acredita no potencial do projeto. “É um produto único, uma ideia inovadora, totalmente sustentável”, afirma. O trabalho foi registrado em cartório e as autoras trabalham com a Agência Inova Paula Souza no processo para garantir a patente do produto.

Nubia se formou em 2015, mas segue estudando para aprimorar a ideia. Ela até já imaginou um equipamento que trituraria melhor o coco e melhoraria a qualidade da matéria-prima. “Se eu tiver oportunidade, gostaria de estudar engenharia e construir essa máquina.”

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*Fonte: ciclovivo

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Turbina eólica sem hélices promete ser mais eficiente, barata e segura

A Vortex Bladeless é uma turbina eólica que não possui hélices. O modelo, criado pela empresa espanhola de mesmo nome, promete ser mais eficiente e ambientalmente correta do que os tradicionais, que possuem forma semelhante a um cata-vento.

De acordo com a fabricante, o conceito se baseia em um efeito aerodinâmico conhecido como “vorticidade”, que por anos atormentou arquitetos e engenheiros. Como o vento ignora as estruturas fixas, as mudanças de fluxo geram um padrão cíclico de vórtices. Essas forças são suficientes para fazer uma estrutura fixa oscilar e entrar em ressonância com as forças laterais do vento.

As turbinas Vortex Bladeless aproveitam esta instabilidade aerodinâmica para gerar energia. Ao invés de combater a força dos ventos, a tecnologia maximiza a oscilação, para que a eletricidade seja gerada a partir deste movimento. Com o formato de uma torre, o dispositivo é composto por um mastro fixo, um gerador de energia e um cilindro oco de fibra de vidro.

“Nosso gerador de energia eólica não tem partes móveis em contato, o que elimina a necessidade de lubrificação e reduz o desgaste. Além disso, sabe-se que uma estrutura só pode ter uma certa frequência de oscilação, o que limita o número de horas de trabalho. No entanto, graças ao sistema de acoplamento magnético de auto ajusta, a Vortex pode operar numa gama mais ampla de velocidades de vento”, explicou David Suriol, um dos fundadores da empresa, em entrevista ao site Renewable Energy Magazine.

Até o momento o protótipo foi testado e aprovado apenas em experiências realizadas em túneis de vento. No entanto, a empresa já prepara testes ao ar livre, para garantir a eficiência esperada para o projeto. A expectativa é de que a primeira turbina lançada tenha 12,5 metros de altura e seja capaz de produz quatro quilowatts de energia, podendo ser aplicada para o uso residencial e comercial.

A empresa explica que o Vortex coleta 30% menos energia na mesma área que as usinas tradicionais, mas a estrutura é tão mais barata que os custos para a mesma produção seria 40% menor. Além disso, as despesas operacionais do sistema também são 50% mais baratas. Para o futuro, a companhia pretende acoplar placas solares às turbinas, para maximizar a produção e criar modelos para a produção eólica offshore.

Além dos benefícios em termos financeiros, o modelo tem sido aprovado por ambientalistas, por não oferecer perigo às aves, como acontece com as turbinas equipadas com pás.

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*Fonte: ciclovivo


Novo sistema de blocos de concreto reduz em 50% o tempo de construção

Um novo setor da construção surge, desenvolvendo novos sistemas construtivos que buscam não apenas reduzir os custos e tempo da obra, mas também solucionar o problema da habitação nas regiões menos favorecidas do México. A partir da inovação nas técnicas construtivas já conhecidas, empresas nacionais de aventuram em mercados internacionais propondo novos modelos de construção com os mesmos insumos, maior resistência estrutural e mais conforto, introduzindo materiais inteligentes adaptáveis a qualquer necessidade construtiva.

Como parte deste setor emergente, Juan Manuel Reyes da Armados Omega e o arquiteto Jorge Capistrán desenvolveram um novo sistema construtivo de baixo custo e que reduz em 50% o tempo de construção, a partir de um simples módulo de blocos que não requer o uso de misturas aglutinantes ou mão de obra especializada.

Block ARMO, desenvolvido pela Armados Omega, foi anunciado no fim de 2015, em um comunicado de imprensa oficial da Conacyt, no qual Juan Manuel Reyes afirmou que o objetivo da empresa “é conceber novos sistemas construtivos para ajudar a sociedade mexicana, atendendo a demanda existente por habitações dignas.”

O processo de fabricação dos blocos utiliza métodos de produção à base de madeira reciclada e baixo consumo de água. O interesse da equipe de desenvolvedores é a comercialização de novos sistemas de autoconstrução em diferentes escalas e para diferentes necessidades.

Juan Manuel Reyes disse que “o sistema consiste em seus peças automontáveis que são capazes de se autossustentar e pelas quais passa uma uma haste a cada 80 centímetros, sem necessitar de argamassa especial, formando uma estrutura que pode receber as instalações sem nenhum problema.”

A ideia é que o sistema não exija muita mão de obra especializada nem sistemas construtivos secundários que compliquem o processo de montagem ou gerem altos custos de execução.

“Este método de construção ajuda muito a mão de obra porque não é necessária uma capacitação muito grande para usar o sistema”, explicou o diretor Juan Manuel Reyes.

 

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*Fonte: archdaily

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Luminária portátil usa o sol para iluminar naturalmente ambientes

Lucy é uma luminária que funciona totalmente independente da eletricidade. O equipamento aproveita a luminosidade do sol para iluminar naturalmente qualquer ambiente, seja ele interno ou externo. Criada pela empresa norte-americana Solenica, a luminária está em campanha de financiamento coletivo para ser produzida em larga escala.

A ideia por trás dessa criação é muito simples: refletir os raios de sol para substituir o uso de lâmpadas. Mas, a lógica criada pelos inventores é um pouco mais complexa do que isso. A Lucy utiliza um espelho para refletir a luz do sol, até aí, não existe nenhuma novidade. Mas, o grande diferencial é que ela possui um sistema que segue o sol e adapta a posição do espelho para que os raios sejam sempre direcionados ao ponto escolhido pelo usuário. Para que os sistemas de controle funcionem adequadamente, eles também são abastecidos com a própria luz solar.

De acordo com os criadores, a eficiência é tão alta, que a claridade proporcionada pela luminária é equivalente a dez mil lumens, que seria o mesmo nível oferecido por 12,5 lâmpadas de LED com 60 watts de potência. A grande diferença é que o consumo energético permanece em zero.

O projeto começou em 2010. O primeiro protótipo foi fabricado em 2013 e agora a empresa se prepara para produzir a luminária em escala comercial.

O equipamento é portátil e é à prova de água, o que permite que seja instalado mesmo em ambientes externos. Além disso, ela é capaz de refletir a luz de maneira eficiente a distâncias de até 30 metros.

 

 

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*Fonte: ciclovivo

 

 


Tinta térmica pode substituir ar condicionado

A NASA desenvolveu uma tinta à base de água e microesferas ocas de vidro, capaz de reduzir a temperatura e o consumo de energia dentro das residências. Em alta no mercado internacional, a tinta térmica é a mais barata das soluções utilizadas nas obras de isolamento térmico.

O material pode ser aplicado em qualquer superfície, mas o efeito é intensificado quando é utilizada para revestir os telhados das construções, já que a parte superior recebe maior incidência dos raios solares. Os telhados revestidos com o material reduzem em até 60% o consumo de energia elétrica utilizado para refrigerar casas, prédios, indústrias e estabelecimentos comerciais.

No começo, os cientistas da NASA criaram a tinta térmica para ser aplicada em aeronaves, navios e tubulações, a fim de diminuir o calor dentro destas estruturas. Porém, a solução passou a ser comercializada em lojas de construção nos EUA e rapidamente se popularizou, já que a tinta térmica é mais barata e sustentável do que a espuma de poliuretano, material derivado do petróleo usado na maior parte das obras de isolamento térmico.

De acordo com Walter Crivelente Ferreira, diretor da empresa WC Isolamento Térmico, o revestimento pode até mesmo tomar o lugar do ar condicionado. “Se o local for bem ventilado, a sensação térmica no ambiente interno se torna agradável, sem precisar de ar condicionado”, garante o fornecedor do material.

Mesmo ganhando espaço cada vez maior no mercado, a tinta não é reconhecida para os projetos de revestimento térmico. De acordo com Crivelente, as licitações públicas ainda exigem o poliuretano nas obras. No entanto, as Nações Unidas estão elaborando um regulamento para adotar materiais de revestimento mais sustentáveis, sem data para ser entregue.

O diretor da empresa fornecedora acredita que o brasileiro deve aderir à novidade. “As vendas por aqui ainda vão crescer”, afirmou Crivelente, que leva o serviço para muitas indústrias. A nova tinta tem propriedades semelhantes às convencionais e custa a metade do preço das espumas de poliuretano. O efeito térmico dura cerca de cinco anos e a aplicação pode ser feita pelos proprietários.

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*Fonte: ciclovivo

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USB Killer, pendrive que frita computadores, começa a ser vendido

Mas que porra é essa!?

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Há muito tempo, histórias de pendrives que poderiam queimar o hardware de seu PC pareciam lendas. Hoje, já sabemos que produtos assim realmente existem, tanto que um conceito de pendrive “assassino” foi apresentado em 2015. Agora, este mesmo pendrive acaba de chegar ao mercado, permitindo que qualquer um o compre.

O USB Killer funciona “fritando” as peças de um gadget simplesmente ao ser conectado na porta USB — ele faz isso ao soltar um choque elétrico que é acumulado com a energia do próprio item em que é conectado. Ao ser “espetado” em um PC, por exemplo, ele pode queimar o processador e a placa-mãe, inutilizando totalmente o computador.

De acordo com o site oficial, o USB Killer destrói 95% dos gadgets em que é inserido. Entre eles, estão notebooks, computadores de mesa, rádios, televisores e video games, ou seja, qualquer coisa com uma porta USB.

O pessoal do Mashable foi atrás dos inventores para saber mais detalhes e descobriu que a companhia por trás do produto fica em Hong Kong, na China. Além disso, um “porta-voz” do site comentou que essa empresa é especializada em segurança e auditoria de hardware.

 

Onde vende?

O USB Killer pode ser adquirido no site oficial dos criadores e, junto com ele, é possível comprar um “USB Test Shield”, que permite o teste do pendrive assassino para saber se ele realmente está funcionando. Os preços são de US$ 56 (R$ 181) para o pendrive e US$ 16 (R$ 51) para o produto de teste — eles aceitam cartão de crédito e PayPal.

A principal dica para se proteger de um pendrive assassino é a seguinte: não conecte no seu gadget qualquer aparelho em que você não tenha confiança. Obviamente, será bem difícil topar com produtos desse tipo por aqui, mesmo assim tomar cuidado com pendrives é importante para malwares e outros tipos de vírus não serem instalados no seu PC.

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*Fonte: tecmundo


10 carros do furturo


Apple pode lançar iPhone de tela curva

A Apple deverá lançar no próximo ano três modelos novos de iPhones, incluindo um modelo topo de linha com tela curva — algo muito parecido com o que a Samsung faz hoje em dia com a sua linha Galaxy. As informações foram publicadas nesta terça-feira, 23, pelo site Nikkei Asian Review, citando uma fonte familiarizada com o assunto.

De acordo com a pessoa que divulgou a informação, existirão dois tamanhos diferentes para os três modelos de iPhones:um com tela de 4,7 polegadas e os outros dois com 5,5 polegadas. Um dos aparelhos maiores, no caso, será o que terá tela curva.

A fonte do site japonês ainda vai além. Apesar das descrições serem vagas e sem grandes detalhes, o site afirma que a Samsung que irá fornecer as telas para Apple, que deverá usar, na tela curva, tecnologia OLED para uma melhor qualidade de imagem.

Apesar da Apple ter planejado o lançamento do iPhone de tela curva ainda este ano, o aparelho deverá ser lançado apenas no próximo ano. Ou seja: durante os anúncios de 2016 da companhia, deverão ser apresentados apenas dois aparelhos — o iPhone 7, com uma tela de 4,7 polegadas, e o iPhone 7 Plus, com tela convencional de 5,5 polegadas.

A Apple não se pronunciou sobre as especulações.

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*Fonte: estadão

 

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Aplicativo recria timbres de clássicos do rock no iPad

A tecnologia veio para facilitar a vida dos guitarristas. A novidade da vez é o aplicativo Tonebridge, que permite ao músico obter timbres de clássicos do rock.

Para usar, basta baixar o aplicativo para iPad, plugar um iRig e tocar. Centenas de presets, que recriam sons como Layla, de Eric Clapton, e One, do Metalica estão à disposição.

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*Fonte: guitarload

 

 

 


Células solares impressas podem fornecer energia para 1.3 bilhões de pessoas no planeta

Os avanços nas tecnologias de produção de energia solar têm tornado essa fonte renovável cada vez mais acessível. Uma das novidades neste ramo de pesquisa são as células solares impressas, que têm a espessura de uma folha de papel e, diferente dos painéis fotovoltaicos tradicionais, precisam apenas de equipamentos de impressão industriais para serem produzidas.

A invenção é da empresa coreana Kyung-In Synthetic. Os criadores garantem que essa tecnologia pode ser a solução para levar energia aos 1.3 bilhões de pessoas que ainda não têm acesso a este recurso em todo o mundo.

Além do baixo custo de produção, outra vantagem das células solares é a flexibilidade, que facilita o transporte, principalmente em áreas rurais de difícil acesso, e a alta eficiência, podendo gerar até 50 watts por metro quadrado.

O desafio agora é diminuir os custos de fabricação das impressoras especias utilizadas no processo para reduzir o investimento inicial e expandir a produção. Os pesquisadores também estudam formas de tornar a placas mais resistentes, já que se mostraram vulneráveis à umidade em testes realizados.

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*Fonte: pensamentoverde

 

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