Estar online no WhatsApp pode revelar mais do que você gostaria

A indicação de que você está online no WhatsApp pode dizer muito mais do que você gostaria. Um texto escrito pelo engenheiro de software Rob Heaton e publicado em seu blog explica como é possível extrair informações a partir dessa indicação no WhatsApp.

Ao contrário da função de compartilhar a última vez que um usuário esteve conectado, o status de online não pode ser desligado – trazendo alguns problemas de privacidade.

Em resumo, o engenheiro afirma que é possível extrair dados a partir dessas informações. Desenvolver um simples robô que fique de olho em quando os usuários estão online permitiria obter inteligência sobre os hábitos desses usuários.

Em seu texto, Heaton trabalha com a hipótese de descobrir um caso entre dois usuários do app. Para isso, bastaria cruzar informações de quando as pessoas estão conectadas para tentar extrair uma correlação entre os horários dos usuários.

Talvez você não ache essa hipótese tão grave. Mas vamos dar um passo além. Recentemente foi anunciado o WhatsApp para empresas, que colocará em contato usuários e empresas com perfis verificados.

Vamos imaginar uma farmacêutica que vende remédios para insônia. Seria fácil encontrar o público alvo certo entre usuários do WhatsApp que passam parte da noite online no app. Talvez você consiga criar mais um outro cenário hipotético.

Heaton, na verdade, vai bastante além. Ele sugere que empresas podem criar modelos de negócios sobre a venda de informações de usuários. Com a empresa, “você vende essa informação a planos de saúde ou agências de crédito que suspeitam bastante de pessoas que estão acordadas às 4h da manhã”.

O Messenger, do Facebook (também dono do WhatsApp), poderia servir para a mesma coisa. Mas ele tem um detalhe crucial: só é possível saber se uma pessoa está online se ela for seu contato. Um ajuste similar poderia ser feito no WhatsApp.

No texto, Heaton é direto: “não há forma nenhuma para que usuários de WhatsApp se protejam contra esse monitoramento”.

…………………………………………………………………….
*Fonte: superinteressante
Este conteúdo foi originalmente publicado em Exame.com

Anúncios

10 fascinantes coisas que as ondas sonoras podem fazer

As pesquisas com o som ficam bem no meio do caminho entre o bizarro e o maravilhoso. Muitas vezes interpretadas como coisas constantes e imutáveis no mundo exterior, ondas sonoras, frequências e músicas estão mudando a face da ciência.

Elas levam a tecnologia para frente, revelam habilidades inesperadas e aparecem em lugares estranhos. O som também pode mexer com o cérebro humano em um nível surpreendente. Abaixo estão as 10 principais (e mais estranhas) descobertas científicas sobre o som feitas nos últimos tempos.

10. O som pode explicar a anestesia

A crença médica convencional afirma que os nervos “falam” com impulsos elétricos. Eles são os caminhos do cérebro que dizem para a mão acenar ou para a perna se mover para frente. Para os físicos, isso não faz muito sentido. As leis termodinâmicas afirmam que os impulsos elétricos geram calor, mas não há tal aquecimento dentro do corpo humano.

Eles apresentaram uma sugestão polêmica – os nervos não transmitem eletricidade. Em vez disso, eles se comunicam com ondas sonoras. Nem todo cientista concorda com essa ideia, mas isso poderia explicar um antigo mistério médico.

Os anestésicos já estão entre nós faz tempo, mas ninguém sabe ao certo como eles conseguem “desligar” todos os sentidos do sistema. Os nervos possuem membranas. Esses revestimentos devem manter uma temperatura semelhante ao calor corporal de uma pessoa para que pulsos de som pudessem transmitir suas mensagens. Bastante anestésico pode alterar a temperatura e efetivamente bloquear essas possíveis ondas sonoras de enviar sinais de dor durante uma cirurgia.

9. O sistema visual pode ouvir

Durante um experimento, o comportamento dos macacos levou a uma descoberta impressionante. Eles foram treinados para tocar uma luz sempre que ela aparecia em um painel. Quando o ponto era brilhante, os macacos encontravam com facilidade. Quando a luz estava mais apagada, eles tinham mais dificuldades para achar. No entanto, quando um som rápido acompanhava a luz mais fraca, os macacos apontavam tão rápido que há apenas uma explicação: o cérebro pode usar o som para ver.

Isso muda a neurociência como a conhecemos. Antes, acreditava-se que a audição e as partes visuais do cérebro não tinham relação entre si. Foco do estudo, 49 neurônios visuais no cérebro dos macacos provaram o contrário.

Na presença do ponto ruidoso de luz fraca, os neurônios se comportaram como se os olhos estivessem vendo uma luz mais forte do que realmente estavam. O tempo de reação foi tão rápido que apenas um vínculo direto entre as partes auditivas e visuais do cérebro poderia explicar.

Essas habilidades sensoriais interconectadas podem estar por trás da super visão dos surdos e também explicam porque os cegos geralmente desenvolvem ouvidos agudos. A região do cérebro de um sentido perdido provavelmente continua a dar apoio ao outro sentido que ainda funciona.

8. Nova maneira de testar o sangue

Os exames de sangue são fundamentais para o diagnóstico correto da condição de um paciente, mas nem sempre são fáceis ou sem riscos. A tecnologia atual de triagem de sangue pode ser demorada, danificar amostras e há sempre o risco de contaminação, além do sangue não ser facilmente transportado.

Recentemente, um novo método mudou tudo isso. O sangue agora pode ser testado com ondas sonoras, que podem fornecer um resultado rápido e preciso. Quando os cientistas querem informações sobre a condição de um paciente, eles buscam exossomos. As células liberam esses minúsculos mensageiros, que revelam muito sobre a saúde e os distúrbios do corpo.

A nova técnica separa células, plaquetas e exossomos com sons em diferentes frequências. O sangue é exposto brevemente às pressões acústicas do teste, e isso evita qualquer dano à amostra.

As aplicações de usar o som para testar o sangue são possivelmente salvadoras de vidas. Um diagnóstico mais rápido, testes de rotina para órgãos previamente difíceis de alcançar e substituir a maioria das biópsias estão entre os benefícios. Uma das possibilidades mais valiosas é que o teste pode se tornar um kit portátil usado em qualquer lugar – de ambulâncias até aldeias isoladas.

7. A resposta para a levitação

Os entusiastas da levitação já tentaram anular a gravidade com qualquer coisa, desde ímãs até lasers. Acontece que a resposta é um silencioso ruído. Em 2014, uma universidade escocesa descobriu que a percussão sonora provavelmente poderia levantar um objeto.

As ondas de pressão de sons produzem força quando se movem através de um meio – neste caso, o ar. Esta força pode ser aproveitada para criar levitação. No entanto, eles não conseguiram criar um dispositivo bem-sucedido.

O problema era um padrão. As ondas precisavam ser liberadas em uma ordem específica para cancelar a gravidade. Diferentes pressões tiveram que ser implantadas simultaneamente para manter o objeto no alto, estável ou em movimento na direção desejada. Isso exigiu uma solução matemática imensamente complicada.

Recentemente, outro grupo de cientistas usou o software e os dados escoceses para encontrar o padrão mágico. Eles encontraram três e até construíram um campo de som 3-D bem-sucedido com 64 alto-falantes requintadamente pequenos.

Chamado de holograma acústico, o campo levitou bolas de poliestireno com sucesso. Com os três padrões diferentes, os pesquisadores conseguiram apertar as bolas de uma forma semelhante a uma pinça, segurá-las dentro uma gaiola feita de som ou mantê-las firmes no ar.

6. O som pode extinguir o fogo

A princípio, a Universidade George Mason, nos EUA, se recusou a acreditar na ideia de dois de seus estudantes. Os dois futuros engenheiros queriam reprimir chamas com ondas sonoras. Pesquisas anteriores sobre o tema despertaram o interesse da dupla em inventar o primeiro extintor usando o som.

Como eles eram engenheiros elétricos e de software, não químicos, eles conseguiram mais escárnio do que suporte. Seth Robertson, de 23 anos, e Viet Tran, de 28 anos, continuaram mesmo assim, sob a orientação de um professor.

Eles eliminaram rapidamente os sons quando as ondas eram muito inconsistentes para interromper as chamas. A ideia era separar o fogo do que o alimenta – o oxigênio. Isso finalmente aconteceu quando o fogo foi atingido com baixas frequências de 30 a 60 hertz.

As ondas de pressão criaram um vácuo com pouco oxigênio. Impedidas de se reativarem, as chamas morreram instantaneamente. É necessário mais trabalho antes de produzir um extintor portátil que funcione em diferentes combustíveis e tamanhos de fogo. Mas a descoberta abre a porta para uma melhor luta contra incêndios que não deixa toxinas para trás, como acontece com extintores convencionais.

5. Sons podem alterar sabores

Os sons de baixa frequência não só afastam os incêndios. Eles também salientam o sabor amargo nos alimentos. No outro extremo da escala, sons de maior frequência adicionam um toque de doçura na comida.

O fenômeno não é totalmente compreendido, mas muitos experimentos em laboratório e em restaurantes confirmaram que as notas afetam o paladar. Isto é o que os pesquisadores chamam de “gosto modulador”. Parece mudar a amargura ou a doçura de quase tudo – de bolo a café.

A influência incomum não toca diretamente as nossas papilas gustativas. Em vez disso, parece funcionar no cérebro. As notas altas ou baixas alteram a preferência do cérebro de se concentrar nas qualidades doces ou amargas de uma refeição.

O ruído também pode afetar negativamente a experiência gastronômica. Em 2011, um estudo descobriu que o ruído de fundo desempenhava um papel importante. Se muito alto, as pessoas são menos propensas a saborear sal e doçura ou desfrutar da hora do almoço. Isso explica por que restaurantes barulhentos podem estragar uma refeição e por que a comida dos aviões tem uma fama ruim.

4. Sinfonias de dados

Mark Ballora cresceu em uma casa musical. Mais tarde, durante seus estudos de doutorado, ele se interessou em transformar dados em música. Ele se virou para a sonificação, o processo de troca de dados planos em ondas sonoras.

Durante as duas décadas seguintes, Ballora criou músicas que continham dados de vários estudos. Isso incluiu energia de uma estrela de nêutrons, ciclos de temperatura corporal de esquilos árticos, tempestades solares e tempestades tropicais.

Ao criar uma das suas sinfonias, Ballora se familiariza pela primeira vez com a informação e sobre o que é o estudo. Então ele adiciona som adequado que complementa os números e a natureza do estudo.

Quando ele transformou o vento solar em música, a melodia resultante foi “deslocante e brilhante”. Embora não seja uma ferramenta generalizada no mundo científico, a sonificação fez algum progresso na astronomia.

No Observatório Astronômico Sul Africano da Cidade do Cabo, a astrofísica cega Wanda Merced escuta seus dados. Ela descobriu que as explosões estelares produzem ondas eletromagnéticas quando as partículas do evento violento trocam energia. Os seus colegas com visão perderam completamente isso porque eles apenas olham os gráficos.

3. Efeito “Festa de coquetel”

Quando os pesquisadores queriam entender um fenômeno chamado efeito “festa de coquetel”, eles se voltaram para pacientes com epilepsia. Essess pacientes tinham uma vantagem valiosa – eletrodos na superfície de seus cérebros.

As gravações eram destinadas a rastrear crises, mas sete pacientes também emprestaram sua matéria cinzenta ao estudo do som. Quando alguém se concentra em uma conversa em um ambiente muito barulhento, isso é chamado de efeito festa de coquetel. Os cientistas queriam entender como a mente tira sentido de um discurso em meio a distrações auditivas altas.

Cada paciente ouviu a mesma gravação ilegível. Quase ninguém entendeu quem estava falando. Então eles ouviram uma versão clara da mesma frase, seguida imediatamente pela mesma linha distorcida. Incrivelmente, todos entenderam a voz confusa. A atividade cerebral mostrou que não estavam fingindo.

Durante o primeiro teste (ilegível), as regiões de som e fala permaneceram um pouco inativas. Mas elas se iluminaram com as gravações subsequentes. Na verdade, a plasmática incrível e rápida do cérebro está por trás da nossa capacidade de acompanhar as conversas em uma festa barulhenta.

Uma vez que reconheceu palavras, o cérebro reagiu de forma diferente à segunda sentença ilegível, aperfeiçoando os sistemas visual e auditivo, ajustando-os para localizar a fala e filtrar o ruído.

2. Ruído rosa

Entre pessoas com insônia, o termo “ruído branco” às vezes é sinônimo de boa noite de descanso. Sua capacidade de bloquear a distração de fundo enquanto está fácil de ignorar ajuda muitos a dormir. Mas vários estudos independentes encontraram algo melhor para quem tem problemas com o sono – o ruído rosa.

O ruído branco é um som contínuo, enquanto as frequências altas e baixas do rosa carregam oitavas com potência idêntica. A luz no mesmo espectro de potência parece rosa, e isso deu ao ruído seu nome.

Os sons agradáveis ​​do vento, das folhas enrugadas ou da chuva atingindo o telhado podem retardar a atividade do cérebro. Como resultado, o sono é mais profundo e mais tranquilo. Pesquisadores chineses descobriram que o ruído rosa fazia com que 75% dos voluntários dormisse melhor. Quando eles fizeram o teste em pessoas que cochilavam de dia, aqueles que entraram nessa fase do sono aumentaram 45% por cento.

Para adultos mais velhos, isso pode ser uma boa notícia. O envelhecimento traz um sono fragmentado, que é responsável pela perda de memória. Uma equipe universitária americana expôs indivíduos de mais de 60 anos a vibrações cor de rosa. Na parte da manhã, eles receberam um teste de memória. Aqueles que nunca ouviram o ruído rosa se saíram três vezes pior do que aqueles que o fizeram.

1. Há pessoas que odeiam o som

Para aqueles que amam o ruído rosa ou concertos de rock, pode parecer surreal encontrar alguém que não consiga ouvir alguns sons, como o som do clique de uma caneta ou o desembrulhar de um presente.

Embora alguns possam pensar que essas pessoas estão exagerando, cientistas do Reino Unido descobriram que a intolerância ao som é uma condição médica real. Chama-se misofonia e deriva de uma anormalidade cerebral. Uma parte do lobo frontal é menor e mais subdesenvolvida nas pessoas que sofrem dessa condição do que naqueles que não consideram a digitação em um teclado um som vindo diretamente do inferno.

Dois grupos, misofônicos e pessoas livres da condição, ouviram sons enquanto cientistas estudavam sua atividade cerebral. Ruídos desagradáveis ​​dispararam o insular anterior de cada voluntário, independentemente de qual grupo eles estavam. Essa região cerebral desencadeia emoções e a reação de luta ou fuga.

No entanto, os cérebros misofônicos responderam de forma mais intensa e apresentaram sintomas de estresse físico, como batimentos cardíacos rápidos e transpiração. Curiosamente, o insular anterior está diretamente conectado à anormalidade estrutural do lobo frontal. [Listverse]

 

 

 

 

……………………………………………………..
*Fonte: hypescience

Edredom ‘mágico’ ajusta a temperatura de cada lado e promete solucionar um dos grandes problemas de casal

Dividir a vida com outra pessoa é uma delícia. Ter um cobertorzinho de orelha para te esquentar quando esfria então, nem se fala. Mas, as pessoas são diferentes, e dificilmente um friorento casa com uma friorenta, por exemplo.

E, para acabar com este tipo de problema, uma startup norte-americana criou o Smartduvet Breeze, uma espécie de edredom “mágico”. Sua tecnologia permite que cada um de seus lados seja ajustado com um tipo de temperatura, seja mais quente ou mais fria.

O ajuste é feito através de um aplicativo, definindo qual lado da cama será verão, e qual será inverno. Tudo para que o casal tenha o máximo de conforto durante a noite, sem nenhum tipo de conflito ou briga por conta disso.

…………………………………………….
*Fonte: hypeness

Astrônomo do SETI: encontraremos vida inteligente em 20 anos

Seth Shostak, astrônomo do Instituto SETI (Search for Extra-Terrestrial Intelligence, ou Busca por Inteligência Extraterrestre), afirmou recentemente que “aposta com todos uma xícara de café que encontraremos vida inteligente dentro de 20 anos”.

O instituto investiga e explora fenômenos misteriosos e muitas vezes inexplicáveis do nosso universo há décadas, na esperança de que eles nos ajudem a confirmar que existe, de fato, alienígenas lá fora.

Mas esta tem se revelado uma tarefa difícil. Na verdade, já surgiram diversas teorias de que podemos estar sozinhos no universo.

O SETI não acredita nisso

Quando perguntado o que a ciência tem a dizer atualmente sobre a existência de alienígenas, Shostak foi categórico: “Muito pouco – porque não encontramos nenhum”.

No entanto, o astrônomo continuou dizendo que, embora não tenhamos encontrado evidências que confirmassem a vida extraterrestre, o que descobrimos sobre o universo nos últimos anos não é insignificante.

Por exemplo, uma coisa que sabemos agora, mas não tínhamos noção décadas atrás é que existem muitos mais potenciais planetas habitados inexplorados por aí.

Shostak também discutiu a natureza dessa vida alienígena, pontuando que é mais provável encontrarmos vida microbiana, “o tipo que você encontraria nos cantos da sua banheira”, muito em breve.

E vida inteligente?

Shostak está confiante de que, não apenas eventualmente, mas relativamente em breve, descobriremos a existência de vida inteligente extraterrestre também.
Mas esse “contato” não será da forma como imaginamos, ou como a ficção científica nos sugeriu.

“Quero dizer, se eles estão a 500 anos-luz de distância… Você ouvirá um sinal de 500 anos, e se transmitir algo de volta, só ouvirá a resposta daqui 1000 anos. Então, não é exatamente contato, mas pelo menos saberemos que eles estão lá”, teoriza o membro do SETI. [Futurism]

 

……………………………………………………….
*Fonte: hypescience

Ranking do principal teste de câmeras de celular do mundo tem um novo líder

Qual é a melhor câmera de celular no mundo atualmente? Se você olhou recentemente o DxOMark, o principal serviço de avaliação do gênero do planeta na atualidade, provavelmente vai dizer que é o HTC U11. Contudo, a plataforma anunciou uma revisão de seus critérios de avaliação e o ranking acaba de ganhar um novo líder.

Avaliando a capacidade das câmeras de smartphones desde 2012, o serviço nunca havia alterado a sua forma de avaliação. “Muita coisa aconteceu desde então”, afirma a companhia na postagem em seu site oficial. “A fotografia no smartphone praticamente erradicou o segmento de mercado das câmeras compactas, e o setor mobile se tornou o principal motor de inovação em imagens.”

Novos critérios

E é com base nessa perspectiva de evolução do setor de câmeras mobile que o DxOMark anuncia a renovação em seus critérios. “Com o novo protocolo, nós capturamos e analisamos mais de 1.500 imagens e duas horas de vídeo em cada dispositivos”, informa a companhia.

Assim, os novos critérios a serem empregados nas análises são:

Nova pontuação de zoom baseada em testes extensivos em múltiplas distâncias focais
Nova pontuação de boke baseada em testes realizados externos e em laboratório
Testes em ambientes com pouca luz reduzidos para até 1 lux
Testes de cenas em movimento para avaliação mais precisa do desempenho da câmera e de técnicas de processamento em situações reais

Um novo líder

Com esses novos critérios, o HTC U11, um dos mais recentes testes realizados pelo DxOMark, perdeu o posto de líder para ninguém menos do que o Google Pixel. Até então, o smartphone da Google ocupava a segunda colocação no ranking da plataforma, justamente a posição para a qual caiu o dispositivo da HTC.

Quem mais caiu com a mudança foi o Galaxy S6 Edge, que até então ocupava a terceira posição e agora está em quinto, atrás do iPhone 7 Plus e do iPhone 7. Vale lembrar que nem todos os dispositivos foram reavaliados com base nos novos critérios, mas apenas os de maior destaque em testes realizados pelo veículo até então.

Com dispositivos como LG V30, Galaxy Note 8 e iPhone X saindo do forno, é possível que essa tabela seja reformulada muito em breve.

………………………………………………..
*Fonte: tecmundo

Aparelho isola ruídos e cria bolha de silêncio

Quem nunca pensou em fugir para as montanhas ou para algum retiro só para poder ficar alguns momentos em total silêncio? Se o excesso de ruído do dia a dia está atrapalhando sua concentração ou te deixando muito ansioso, fique calmo: agora, não será mais preciso ir tão longe para poder relaxar.

Dispositivo emite vibrações e isola usuário dos ruídos do ambiente

A startup americana Celestial Tribe criou um dispositivo que funciona como uma espécie de bolha de silêncio, isolando o usuário de ruídos incômodos.

Batizado de Muzo, o aparelho, quando colocado sobre uma superfície, envia vibrações para a mesma, neutralizando os sons externos. O equipamento funciona pareado a um smartphone, através do qual é possível controlar o tipo de som, o volume e até usá-lo como despertador.

Portátil, o equipamento pode ser levado para qualquer lugar

Como é portátil, pode ser levado e usado em qualquer lugar. Assim, se você estiver em uma mesa de restaurante ou no escritório, em uma conversa confidencial, ele também pode ser um ótimo recurso.

E, para os insones, mais um benefício: o Muzo ainda pode emitir sons que ajudam a embalar o sono.

Gostou da novidade? O aparelho já está à venda neste site por US$ 159 (cerca de R$ 500), além do frete.

…………………………………………………………….
*Fonte: ascoisasmaiscriativasdomundo

Como a visão utópica do Vale do Silício pode criar uma forma brutal de capitalismo

Os deuses da tecnologia estão vendendo a todos um futuro brilhante.

“Somos uma comunidade global”, dizem. “Com a tecnologia em nossos bolsos, podemos recuperar nossas cidades”, prometem. “Não queremos ser parte do problema. Somos e seguiremos sendo parte da solução”, garantem.

Mas a promessa do Vale do Silício de construir um mundo melhor se baseia, de certa forma, em destruir o que temos hoje em dia.

Essa “quebra” ou “destruição” é o que eles chamam de “rompimento”. Os responsáveis por causá-lo são, assim, os “rompedores”, conforme denominação usada por eles, mas que não está no dicionário.

Esperança

De perto, o Vale do Silício parece muito normal. Tem até um ar meio entendiante. Mas o que faz desse lugar um agente tão modificador na vida de todo mundo?

Provavelmente, um bom lugar para buscar essa resposta seja a Mansão Arco-Íris, uma “comunidade de pessoas que trabalham para otimizar a galáxia”.

A mansão é o local de um monte de nômades do mundo todo que chegaram ao Vale do Silício para realizar seus sonhos. Eles dividem o valor do aluguel e, assim, conseguem bancar a moradia em uma casa de luxo.

Por toda a casa, há gente trabalhando para resolver algum dos problemas mais urgentes do planeta.

“Estou tentando fazer a conversão do CO2 com uso da energia ultravioleta do sol. Assim seria possível reverter as mudanças climáticas…quimicamente, seria totalmente possível”, explica um dos moradores da região.

“Nossos hambúrgues feito de plantas utilizam uma pequena porção da terra, menos água e menos emissões de gases de efeito estufa”, conta uma mulher entusiasmada.

“Somos exploradores, estamos descobrindo novos mundos”, garante outro.

Bill Hunt, por sua vez, já criou cinco empresas, que vendeu por US$ 500 milhões. O que ele acha de quem escolhe morar na Mansão Arco-Íris?
Image caption Na garagem da Rainbow Mansion está o laboratório. As garagens têm um papel crucial na mitologia do Vale do Silício: Hewlett-Packard, Apple e Google começaram em garagens

“Há uma mentalidade aqui muito focada na ruptura.”

Essa é a ideia mais forte na ideologia do Vale do Silício: ruptura.

“Trata-se do pensamento: como se desfazer desse sistema (ou indústria ou arquitetura) e encontrar uma nova forma (e melhor) de fazê-lo?”

A Mansão do Arco-Íris reflete o sonho que paira sobre o Vale do Silício: a ideia de que, com um pouco de tecnologia e ideias, é possível mudar o mundo e melhorar radicalmente a vida de milhões de pessoas.

E os deuses tecnológicos professam essa ideologia com a mesma intensidade: perturbar significa mudar e tudo isso soa a “esperança”.

Mas por trás dos ideais que levam à ruptura incentivada pelo Vale do Silício, há uma realidade empresarial mais tradicional.

Dinheiro

As startups chegam ao Vale do Silício atraídas por outra grande indústria: a do capital de risco.

Os investidores apostam milhões – e até bilhões – de dólares nessas empresas recém-criadas com a esperança de encontrar outro Facebook ou Google.

Mas o investimento tem uma consequência.

Os fundadores das startups mais valiosas até agora – Airbnb e Uber – atraíram bilhões de dólares de capital de risco, embora o Airbnb só tenha começado a dar lucro agora e a Uber esteja constantemente acumulando prejuízos enormes.

Mais do que benefícios, os investidores de capital de risco querem ver um potencial de lucro rápido, e isso cria uma grande pressão para essas empresas novatas.
Direito de imagem iStock
Image caption Ideais do Vale do Silício: dinheiro ou propósito social?

Elas têm que demonstrar sempre que estão crescendo. A mantra das startups é sempre aumentar o número de clientes.

Mas, quais são as implicações disso na missão do Vale do Silício para construir um mundo melhor?

O caso da Uber

A Uber é a empresa de tecnologia que conseguiu acumular mais investimento até agora: mais de US$ 16 bilhões.

A empresa oferece um novo tipo de transporte, como se fosse uma “carona”. Foi criada há apenas oito anos e já opera em mais de 450 cidades em 76 países diferentes.

Mas qual é, na verdade, o tipo de mundo que a Uber está construindo?

“Nossa proposta é deixar de lado a ideia de que todo mundo precisa dirigir seu próprio carro para onde quiser ir”, explica Andrew Salzberg, diretor de transporte da Uber.

“Em países como os Estados Unidos, a grande maioria dos percursos são feitos por pessoas que conduzem seu próprio carro, e isso tem muitas consequências. Não somente em termos do número de veículos que acabam sobrecarregando as cidades, mas também pelo impacto ambiental e pela quantidade de mortos no trânsito.”

Uma pura expressão da utopia do Vale do Silício.

A Uber seria uma mera empresa que busca o lucro ou seria uma empresa que privilegiaria sua missão social?

“Obviamente, estamos aqui para ganhar dinheiro, como qualquer negócio privado. Mas na medida em que você começa a entrar em diferentes lugares e muda a maneira que as pessoas usam os carros, isso faz o segundo aspecto se tornar possível.”

Em todo o mundo, os taxistas tradicionais protestaram contra a Uber por subvalorizar seus preços. É uma ruptura clássica do Vale do Silício: destruir indústrias tradicionais proporcionando uma alternativa popular e barata.

Mas o custo social dessa ruptura vai muito além disso.

A Índia é um país com mais de um bilhão de pessoas, e o principal objetivo da Uber para sua expansão global é chegar até lá.

Na cidade indiana de Hyderabad é possível ver as consequências humanas da ruptura feita em San Francisco. A Uber chegou prometendo um novo tipo de trabalho mais flexível, que empodera os motoristas.

Sem lucro e sob uma enorme pressão de crescer para fazer frente a um forte concorrente local, a Uber publicou anúncios publicitários na imprensa e outdoors prometendo aos motoristas um salário de US$ 1,4 mil ao mês, cerca de quatro vezes mais do que o que eles normalmente ganhavam.

Como na Índia muita gente não tem carro, especialmente os possíveis motoristas da Uber, a empresa ofereceu ajuda para eles conseguirem empréstimos para comprar carros novos.

Assim, o número de motoristas foi aumentando, mas o número de clientes não, então os lucros caíram.

E, como já não eram necessários tantos motoristas, a empresa cortou os incentivos. Para algumas famílias, a vida mudou completamente depois que a promessa da Uber virou pesadelo.

Mohammed Zaheer trabalhou como taxista. Quando a Uber chegou à Índia, ele ficou entusiasmado com a ideia. Logo pegou um empréstimo de US$ 11 mil para comprar um carro, mas pouco tempo depois, seu lucro foi apenas caindo, como aconteceu com muitos outros motoristas da empresa.

Em 2015, Mohammed participou de uma greve de motoristas por conta da queda nos lucros. Pouco tempo depois, acabou se suicidando. Seu corpo foi levado à sede da Uber no país. A empresa nem sequer respondeu. Outros motoristas da companhia já se suicidaram em Hyderabad.

Um ex-executivo da Uber – que falou com a BBC na condição de anonimato – afirmou que “os motoristas foram enganados”, porque não explicaram a eles que os salários e incentivos oferecidos inicialmente poderiam mudar.

“Isso é o que realmente revoltou muita gente.”

O mantra do Vale do Silício é que a ruptura “é sempre boa”. Que com os smartphones e a tecnologia digital, é possível criar serviços mais eficientes, mais cômodos e mais rápidos. E que todo mundo ganha com isso.

Mas por trás desse “aplicativo maravilhoso” ou dessa plataforma impecável, está se desenvolvendo uma forma brutal do capitalismo que está deixando de fora alguns dos setores mais pobres da sociedade.

Em uma declaração, a Uber disse que apoiou a investigação das autoridades após o suicídio do motorista e assegurou que eles são a essência da empresa – e que está comprometida a melhorar a experiência deles. Ainda afirmou que está atuando na Índia de acordo com as “lições já aprendidas”.

De volta ao Vale do Silício

Os titãs da tecnologia conseguiram nos convencer de que não são como outras empresas, como as petroleiras, os bancos ou as grandes farmacêuticas, a quem só importa o benefício econômico. As do Vale do Silício, ao contrário, seriam movidas pelo propósito social de melhorar o mundo.

Os fundadores do Airbnb, por exemplo, dizem que estão conectando o mundo, não simplesmente permitindo que as pessoas alugem suas casas para turistas.

O Airbnb é um gigante mundial, avaliado em US$ 31 milhões, mas não se vê como um grande negócio.

Na sede mundial da empresa, em San Francisco, Chris Lehane, que era conhecido como “maestro do desastre” por sua forma de “administrar escândalos” – como o do ex-presidente dos Estados Unidos, Bill Clinton, com a estagiária Monica Lewinsky – explicou à BBC sua visão.

“A gente gosta de pensar que somos um tipo diferente de empresa. A ideia inicial dos fundadores foi que era possível fazer dinheiro com aquilo que costumava ser seu maior gasto: sua casa. E isso acontece hoje em dia.”

“Mais da metade das pessoas que estão na plataforma são pessoas de renda baixa e moderada que a utilizam para cobrir gastos.”

“A visão dos nossos fundadores é poder usar a plataforma para conectar as pessoas.”

“No mundo atual, quando tem gente falando em construir muros, fechar portas e colocar barreiras, este é um lugar que está focado em usar a tecnologia para criar uma sociedade aberta”, disse.

O Airbnb afirma que os únicos perdedores em sua proposta de ruptura é a tradicional indústria hoteleira. Mas isso não é o que se sente em Barcelona.

Os moradores de lá reclamam que os aluguéis na cidade estão subindo para todos, já que os proprietários só pensam nos turistas.

O governo local está tentando controlar o crescimento do sistema de Airbnb na cidade exigindo uma licença para os proprietários que desejam colocar suas casas para um aluguel de curto prazo.

Mas não é só Barcelona que tem recebido reclamações desse tipo. Em outras cidades do mundo, os moradores também expressaram seu medo pelo aumento do custo de vida que o Airbnb traz, prejudicando os próprios moradores locais.

O argumento clássico das empresas que provocam essas ruputas é que os órgãos reguladores, os governos, os políticos eleitos, têm que se atualizar e mudar suas políticas levando em consideração a nova realidade.

Por causa disso, o Vale do Silício parece não ter uma opinião muito boa sobre os governos em geral. Isso fica muito evidente quando o assunto é pagar impostos.

Números

Para se ter uma ideia disso, é preciso analisar como as empresas do Vale do Silício se comportam com relação aos impostos em seu lugar de origem.

Google, Apple, Facebook, essas empresas pagam impostos locais sobre a propriedade a uma taxa de 1% do valor de todos os seus edifícios e equipes.

Larry Stone é o assessor do Condado de Santa Clara e seu trabalho é calcular o o valor de suas propriedades.

Ele diz que as gigantes tecnológicas tendem a não estar de acordo com o que devem pagar de contribuição. Uma das maiores batalhas por impostos nos Estados Unidos, aliás, está acontecendo com a Apple.

Quando ficar pronta, sua nova sede será a mais imponente do Vale do Silício. Com um círculo de 1,6 km de diâmetro, o Apple Park será um coliseu moderno. “Nós dissemos que o valor da sede é US$ 6,8 bilhões. A Apple diz que vale US$ 57 milhões”, explica Stone.

“Eles estão contestando 99% do valor.”

Se a apelação da Apple tiver êxito em sua totalidade, os US$ 68 milhões de impostos que as autoridades pensam que a empresa deve pagar se tornarão um pouco mais que US$ 500 mil.

E a Apple não é o único gigante da tecnologia que faz apelações judiciais sobre impostos por propriedades locais. Que repercussão isso pode ter na sociedade? Afinal é com impostos locais que se pagam as escolas e outros serviços.

“Nos anos 1950, 1960 e 1970, Detroit despertou inveja no mundo todo. Hoje em dia, Detroit faliu. Podemos seguir o mesmo caminho se não resolvermos nossa educação pública e nosso compromisso com a comunidade como pessoas, como cidadãos e como empresas.”

Em todo o mundo, os gigantes da tecnologia foram acusados de reduzir agressivamente suas contas fiscais.

Mas a forma como tratam localmente esses temas diz algo sobre a cultura dessas empresas: o enfoque geral sempre é tratar de minimizar o imposto que pagam ou tentar passar por cima dos governos.

Risco da onda de ruptura

A tal “ruptura” proposta pelo mercado da tecnologia no Vale do Silício não é nada novo.

A energia a vapor, a eletricidade, e as linhas de produção destruíram indústrias que existiam antes e obrigaram os governos a mudar.

O mundo sobreviveu, a vida melhorou.

No entanto, essa onda de ruptura não é como a última, porque tem o potencial de mudar a forma como funciona o capitalismo – e isso pode transformar nossas vidas completamente.

A política, ao final, tem que ser capaz de assumir o controle desta tecnologia, garantir que seja feita em benefício da sociedade, que não satisfaça unicamente os interesses de poucas pessoas incrivelmente ricas da costa Oeste dos Estados Unidos.

…………………………………………………..
*Fonte/texto: bbc/portugues

Alta inicia testes da moto elétrica em pista de SX com Darryn Durham

A Alta Motors aposta que pode começar a disputar o AMA Supercross com sua moto elétrica já em 2018.

Os testes no SX começaram faz tempo, claro, mas recentemente a marca norte-americana divulgou este vídeo com Darryn Durham provando a moto em uma pista de SX profissional.

Já é certo que a moto estará novamente no Red Bull Straight Rhythm, em outubro. É possível também que ela apareça em corridas na Europa.

……………………………………..
*Fonte: brmx

Como baixar todos os dados que o Google tem sobre você

O Google salva todos os dados dos seus usuários e como eles usam os serviços da empresa. Veja como você pode acessar e fazer download desses dados:

  1. Entre em sua conta através do site https://myaccount.google.com/;
  2. Entre na seção “Info Pessoais e de Privacidade”;
  3. Nesta área você pode controlar suas informações pessoais e gerenciar quais dados são particulares e quais são salvos na sua conta. Para fazer o download, vá até “Controlar seu conteúdo”;
  4. Em “Fazer download ou transferir seu conteúdo”, clique em “Criar arquivo”;

    Reprodução

  5. Você será levado à uma página na qual é possível escolher quais dados quer baixar. Escolha e clique no botão “Próxima”;

    Reprodução

  6. Agora, configure o tipo do arquivo, tamanho máximo e para onde ele será enviado. Clique em “Criar arquivo”.

    Reprodução

O Google irá compactar todos os dados e enviar para você, no entanto, o processo pode levar algum tempo.

…………………………………………………..
*fonte: olhardigital

Cientistas finlandeses transformam eletricidade em comida

Água, dióxido de carbono (o popular CO2) e um tipo de bactéria. Só passar uma corrente elétrica que dê conta de misturar tudo e você tem a receita que pode impedir milhões de pessoas de irem dormir com fome. O projeto Food from Electricity, como revela desde o nome, é uma tentativa de pesquisadores finlandeses de produzir comida a partir de energia elétrica. Os resultados, apesar de ainda iniciais, são animadores. A fórmula resulta em um suplemento alimentar rico em nutrientes e, principalmente, produzido a um custo relativamente baixo.

Para que a mágica aconteça, uma fonte de energia limpa (como uma turbina eólica ou painéis solares) fornece a eletricidade que faz um biorreator funcionar. A máquina é capaz de quebrar as moléculas de água (H20) em hidrogênio e oxigênio.

Enquanto isso, o CO2 disponível no ar é captado e alimenta o reator. Os micróbios que estão dentro do recipiente recebem, então, uma série de nutrientes essenciais, como nitrogênio, enxofre e fósforo. Isso torna o ambiente perfeito para que eles cresçam e se multipliquem.

A massa que resulta da reprodução das bactérias é drenada, para perder todo o excesso de água. No final, o que sobra é uma farinha bastante nutritiva: 50% é proteína e 25% carboidratos. De acordo com os cientistas, pode-se dar novas texturas ao alimento, alterando os micróbios utilizados como ingredientes. A ideia é que a farinha seja empregada em receitas culinárias para reforçar suas propriedades nutritivas.

Segundo Juha-Pekka Pitkänen, um dos líderes do estudo, o principal desafio é expandir o método para uma escala mais próxima da demanda atual por alimentos. Isso porque, apesar de promissor, o processo ainda é demorado e nada rentável. Um biorreator do tamanho de uma xícara de café leva cerca de duas semanas para produzir um único grama de proteína.

Por conta disso, as expectativas para que a comida produzida dessa forma ganhe as prateleiras de supermercados por todo o mundo, claro, ainda são conservadoras. “Talvez 10 anos seja um prazo razoável para que consigamos atingir capacidade comercial, no que se refere à legislação necessária e ao desenvolvimento da tecnologia envolvida no processo”, diz Pitkänen, em comunicado oficial.

O fato da técnica ignorar fatores como temperatura, umidade e solo adequados é um respiro ante um cenário de mudanças climáticas. Espera-se que ela se torne uma alternativa barata a lugares com baixa produção de alimentos, diminuindo nossa demanda tão grande da agricultura.

“Na prática, todos as matérias-primas estão disponíveis no ar. No futuro, a tecnologia pode ser empregada, por exemplo, em áreas desérticas ou outras que enfrentam a falta de alimentos. Uma alternativa possível é criar um reator doméstico, que permitiria a quem usa produzir toda a proteína que precisa”, defende Pitkänen. Segundo a agência da ONU para Alimentação e a Agricultura (FAO) a fome afeta atualmente 795 milhões de pessoas em todo o mundo.

……………………………………………
*Fonte: superinteressante

É possível tomar “banho infinito” gastando apenas 10 litros de água – “Showerloop”

O princípio de seu funcionamento é o mesmo de outros chuveiros ecológicos, isto é, o reaproveitamento da água. Mas, com uma diferença, em vez de reaproveitar a água para outros fins, como no uso de descarga do vaso sanitário, por exemplo, o chuveiro Showerloop reaproveita a água para o próprio banho. Achou estranho? Então entenda logo abaixo.

De acordo com seus criadores, graças a essa tecnologia, a pessoa pode tomar banho por quanto tempo ela quiser usando apenas 10 litros de água. O segredo está no reaproveitamento da água, que por sua vez, passa por várias etapas de limpeza antes de ir literalmente para o ralo.

Explicando a ilustração abaixo. Na primeira etapa, uma tela retém os fios de cabelo. Mais adiante a água passa por um filtro de microfibra, depois uma camada de areia, depois uma de carvão ativado, que eliminam as partículas de sabão, e depois desses processos, a água é esterilizada por uma lâmpada de luz ultravioleta, sendo bombeada novamente para o chuveiro.

Um outra e importante vantagem do chuveiro é sua economia de energia elétrica, pois a água é esquentada no momento em que o registro do chuveiro está sendo aberto.

O kit do produto foi lançado na Europa por um preço de 1.500 euros, sem incluir o custo da instalação. Veja o vídeo abaixo – em inglês.

…………………………………………………………
*Fonte: engenhariae

As três leis da robótica – Isaac Asimov

O cientista pop Stephen Hawking disse em 2014 temer que a inteligência artificial possa evoluir mais rápido do que nós, seres limitados pela biologia. Assustador? Sim, mas acostume-se: sinais de que o homem terá de conviver com alguma inteligência de silício continuam a brotar. Ainda em 2014, pela primeira vez um programa de computador enganou um número considerável de jurados no Teste de Turing. Ao tentar distinguir uma máquina de um humano, 10 dos 30 avaliadores foram convencidos de que o programa era um menino ucraniano chamado Eugene.

Até 1950, não havia espaço na nossa imaginação para robôs capazes de enganar ou seduzir humanos, como o sistema operacional do filme Ela, onde a voz de Scarlett Johansson namora um homem solitário. A tecnologia estava longe dessa realidade – as Scarletts robóticas não eram verossímeis. A literatura padecia de um complexo de Frankenstein: máquinas eram apenas monstros que se voltavam contra seus criadores. A grande sacada de Isaac Asimov em Eu, Robô foi romper com a superficialidade e antecipar a complexidade de seres artificiais – que agora podem ser dóceis, maus, ambíguos ou só inteligentes. O enredo segue o relato da personagem Susan Calvin, robopsicóloga que está sendo entrevistada no final da vida. Ela narra as passagens mais importantes da carreira em nove contos. A partir de casos particulares, Asimov desenha um futuro onde máquinas tomam suas próprias decisões, e a vida dos humanos é inviável sem a ajuda de seres autômatos.

 

Por que está chorando, Gloria? Robbie era apenas uma máquina (…). “Ele não era nenhuma máquina!”, gritou Gloria. “Ele era uma ‘pessoa’, como eu e você.”

 

 

O livro também virou um clássico porque enumera as Três Leis da Robótica:

 

1) um robô não pode ferir um humano ou permitir que um humano sofra algum mal;

2) os robôs devem obedecer às ordens dos humanos, exceto nos casos em que tais ordens entrem em conflito com a primeira lei;

3) um robô deve proteger sua própria existência, desde que não entre em conflito com as leis anteriores. As regras visam à paz entre autômatos e seres biológicos, impedindo rebeliões.

 

Tanto que as diretrizes são até hoje respeitadas pelos pesquisadores de inteligência artificial. Com o livro, a ficção científica deixou de ser só fantasia para entrar definitivamente no campo da discussão ética sobre a nossa relação com a tecnologia.

 

Livro: Eu, Robô
Autor: Isaac Asimov
Ano: 1950
Por que ler? Os robôs vêm aí e é melhor estar preparado para conviver com máquinas espertas

 

…………………………………………………………
*Fonte: superinteressante

 

Robô “se suicida” durante o trabalho nos EUA

Não tá fácil para ninguém, nem para a inteligência artificial. Pelo menos é o que o “suicídio” de um robô de segurança da Knightscope indica.

O robô K5, que realizava a segurança da cidade de Washington, simplesmente se atirou em uma fonte de um prédio comercial na capital americana.

Ninguém sabe ao certo os motivos pelos quais ele teve tal atitude, mas nas redes sociais as pessoas brincam que o dispositivo passava por uma crise existencial e que estaria cansado do seu trabalho. Entretanto, o mais provável é que os sensores do equipamento tenham falhado em identificar a proximidade com a fonte.

No Twitter, a empresa responsável pela ferramenta, brincou com a situação: “URGENTE: Eu soube que humanos conseguem mergulhar na água no calor, mas robôs não. Me desculpem”, comentou K5 em comunicado oficial.

Essa não é a primeira vez que um robô da Knightscope vira notícia. Em abril, um homem bêbado foi preso após agredir outro K5.

 

……………………………………………………..
*Fonte: yahoo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Empresas desenvolvem telha que substitui as placas solares

Unir sustentabilidade e beleza é um dos desafios do mercado de arquitetura. Por isso, com o objetivo de solucionar os “problemas estéticos” envolvendo as placas solares convencionais, as empresas italianas Area Industrie Ceramiche e REM aprimoraram a tecnologia e desenvolveram a Tegola Solare, uma telha cerâmica fotovoltaica, que se integra à estrutura da casa ou edifício.

Pelo fato de os painéis tradicionais serem grandes e pesados, eram alvo de reclamações de parte do público, que rejeitava os modelos alegando que não queria danificar a estética dos telhados, fator que impedia a disseminação da energia solar.

Feitas de cerâmica, as telhas possuem quatro células fotovoltaicas embutidas e a fiação segue embaixo do telhado para o conversor.

Segundo o fabricante, além de ser capaz de substituir os painéis para captação de luz do sol, a Tegola Solare pode gerar cerca de 3kw de energia em uma área instalada de 40m², ou seja, um telhado completo ou parcialmente coberto já poderia suprir as necessidades energéticas de uma casa facilmente. Entretanto, essas telhas ainda são mais caras do que as placas convencionais.

Reprodução / REM Instalação das telhas solares é igual a de qualquer outro telhado.

A Tegola Solare já faz sucesso fora do Brasil, principalmente na cidade italiana de Veneza, local onde a maioria dessas peças já foram instaladas. A Itália é um país que possui muitas casas antigas e os centros históricos têm muitas regras de preservação, logo, em algumas cidades, a colocação de painéis solares é muitas vezes proibida por lei.
Instalação

A instalação das telhas fotovoltaicas é feita normalmente, como a de qualquer outro telhado, e a área que captará a luz solar depende da necessidade do imóvel. Por isso, os fabricantes também disponibilizam o mesmo modelo em telhas comuns.

Se houver a necessidade de substituição de alguma dessas peças, o processo também é simples, devido ao aspecto modular do telhado.
Outros modelos de telhas solares

Como o mercado da arquitetura sustentável cresce cada vez mais, outras empresas pelo mundo já vinham desenvolvendo tipos de telhas solares, inclusive a própria Area Industrie Ceramiche já havia feito um modelo onde pequenos painéis fotovoltaicos eram acoplados no lado liso das peças cerâmicas. A empresa americana SRS Energy também produz uma placa em formato de telha de barro na cor azul escuro, porém, ela só é compatível com as telhas de cerâmica fabricadas por outra empresa parceira.

 

………………………………………………………
*Fonte: pensamentoverde

 

Boss anuncia box de pedais em comemoração ao 40º aniversário

A Boss está perto de comemorar aniversário e para celebrar a data anunciou o lançamento de um box com três dos pedais mais famosos da marca. O Compact Pedal 40th Anniversary Box Set, conta com o OD-1 Overdrive, o PH-1 Phaser e o SP-1 Spectrum.

Tratam-se dos três pedais compactos originais da Boss, lançados originalmente em no final da década de 1970. Os equipamentos são todos fabricados no Japão e vem em um box especial, a logo do 40º aniversário da marca e uma mensagem do presidente da empresa, Yoshihiro Ikegami.

Para mais informações sobre o produto, CLIQUE AQUI.

………………………………………………………….
*Fonte: guitarload

o consumo desenfreado e o tráfico internacional estão reduzindo drasticamente as reservas de areia em todo planeta

O promotor Jaime Meira, do Ministério Público paulista, tem travado uma batalha contra organizações criminosas nos últimos anos. Com a ajuda de uma pequena equipe de engenheiros ambientais, Jaime tenta impedir o funcionamento de quadrilhas que operam em cerca de trinta municípios no Vale do Paraíba. “É uma luta constante, e por vezes o tráfico leva a vantagem”, desabafa. O promotor atua à frente de uma divisão de crimes ambientais do MP, e o Vale do Paraíba é uma das regiões com o maior índice de delitos do tipo do estado de São Paulo. O produto que ele tenta proteger, muitos nem sabem que é valioso no mercado paralelo: areia.

Sim, areia.

Por conta da geografia diversificada, o Brasil tem uma lucrativa rede de tráfico de areia. Acredita-se que os sedimentos extraídos ilegalmente de litorais e rios movimentem um mercado bilionário no país. Segundo um estudo encabeçado por um agente da Polícia Federal em 2015, são mais de R$ 8 bilhões gerados por ano. A cifra aproxima a areia de produtos que já são alvos clássicos de traficantes, como drogas ilícitas, armas e animais.
Mecanismo de extração “on shore”
Mecanismo de extração “on shore” Crédito: Arquivo pessoal/Luis Fernando Ramadon

O mercado ilegal tem um motivo: mesmo que você não vá à praia, um dos principais elementos dela vai até você – e muito. É preciso areia para construir casas, apartamentos e rodovias. Copos, pratos de vidro e janelas. Peças industriais e sistemas de filtragem de água, usados em piscinas e em grandes reservatórios. A tal da areia cinética, popularizada por youtubers, tem mais de um dedo de areia em sua composição. E smartphones também.

O uso em larga escala, somado às extrações ilegais em todo o mundo, traz à tona um dado alarmante: nossa areia está acabando.

 

É pouca areia para muito caminhão

Não é de hoje que estudos internacionais alertam para o uso excessivo de areia. A indústria do cimento é apontada como a que mais utiliza o mineral. Dados da agência nacional de mineração dos Estados Unidos mostram que, no primeiro semestre do ano passado, 443 milhões de toneladas foram comercializadas para a construção civil no país. O Brasil não fica muito atrás: o último relatório do Ministério de Minas e Energias, de 2014, mostra que a construção civil nacional utilizou mais de 390 milhões de toneladas. Segundo a ONU, em 2012 o consumo mundial foi de 29,6 bilhões de toneladas. E esse número vem aumentando rapidamente, por conta do crescimento de países como a China, onde a demanda disparou quase 440% em apenas vinte anos, para construção de rodovias e prédios.

Diferentemente da água, cujo ciclo natural auxilia a repor o gasto excessivo com as chuvas, a reposição da areia leva muito tempo. Um grão é derivado de rochas que passaram por milhares de anos de erosões – e mais outros milhares para finalmente pavimentar rios, oceanos e desertos. Não à toa, a areia afeta o comportamento de toda a cadeia ambiental (para se ter uma ideia, engenheiros do governo norte-americano estão reconstruindo uma praia em Nova Jersey para evitar inundações causadas por tempestades) e tem influência na vida de espécies de animais e de plantas marinhos e terrestres.

Como cada tipo de grão passa por condições climáticas variadas e surge de diferentes rochas, cada areia é uma areia. Dubai, por exemplo, é rodeada por um longínquo mar de dunas. Os grãos que envolvem a cidade mais importante dos Emirados Árabes, porém, são muito finos para se construir. A areia utilizada na obra do maior arranha-céu do mundo, o Burj Khalifa, com 828 metros de altura, foi importada da Austrália.
Imagem aérea de campo de extração de areia legal no interior do Rio de Janeiro
Imagem aérea de campo de extração de areia legal no interior do Rio de Janeiro Crédito: Arquivo pessoal/Luis Fernando Ramadon

É difícil estimar a cifra do comércio legalizado de areia no mundo. A agência de mineração norte-americana diz que, em 2016, pouco mais de 4 mil companhias – de importação e extração – movimentaram US$ 8,9 bilhões por lá. Na indústria estadunidense, foram mais de US$ 4 bilhões no mesmo período. Segundo a Anepac, associação nacional de produtores de agregados para construção, o mercado brasileiro (incluindo também a produção de brita além de areia) movimentou R$ 19 bilhões em 2014. A atividade de mineração, como um todo, representa 5% do PIB nacional.

 

Farofa-fá-fá

De acordo com a ONU, China, Índia, Estados Unidos, Brasil e Turquia produziam 70% do cimento derivado de areia existente no mundo em 2012. De lá para cá, cada país à sua maneira tenta diminuir a extração com leis mais burocráticas para a exportação e extração – como a Índia – e leis mais rígidas para combater a prática ilegal. Mas assim que isso é feito, países com menor participação na produção mundial, como o Marrocos, logo preenchem o espaço no mercado internacional com toneladas de areia extraída ilegalmente. O mesmo acontece no Camboja, Malásia e Jamaica.

De acordo com o agente da Polícia Federal Luís Fernando Ramadon, principal estudioso da extração ilegal de areia no Brasil, o combate a esse tipo de prática é complicado. Ele conta que empresas com autorização do estado acabam excedendo a área delimitada para maximizar os lucros. Assim, areia legal e ilegal se misturam até mesmo sob os olhos da fiscalização. Os mais penalizados costumam ser aventureiros que instalam o maquinário em lugares ilegais até serem denunciados às autoridades. “A fiscalização costuma movimentar órgãos estaduais e federais, como o Ministério Público, a Polícia Federal e as Polícias Militares e Polícias Militares Ambientais. Quem estiver operando de forma ilegal recebe penas federais e estaduais, a depender de quem autuar”, diz o agente.

Os rios são os locais mais procurados pela extração, explica Luís, não só pela valiosidade do grão, mas também pelo baixo movimento de turistas. As penalidades costumam ser multas milionárias por danos morais ao meio-ambiente e obras de reflorestamento.

Tanto a ONU quanto geólogos não enxergam um futuro com muitas alternativas para substituir o consumo de areia. O governo norte-americano sugere o uso de pedras esmagadas e asfalto reciclado – embora o próprio governo reconheça que a opção alternativa ainda é extremamente baixa se comparado ao uso de areia in natura. “Ninguém vai à praia de sapato. Eu, por exemplo, quando boto o pé na areia sinto uma energia entre corpo e espírito que gostaria que as pessoas no futuro também experimentassem”, diz Luis. “A preservação da areia no ambiente é um combate a ser feito por todos, pois cada ser humano faz parte da natureza. É preciso se importar com esse crime.”

 

………………………………………………………………………….
*Fonte: revista Trip / Marcos Candido

Volvo anuncia que seus carros passarão a ser elétricos

A Volvo Cars, fabricante de automóveis de luxo, anunciou que todos seus veículos lançados a partir de 2019 terão um motor elétrico, marcando o final histórico dos carros que possuem apenas um motor de combustão interna (ICE) e colocando a eletrificação no centro de seus negócios futuros.

O anúncio representa um dos movimentos mais significativos de qualquer fabricante de automóveis para abraçar a eletrificação e destaca como mais de um século após a invenção da eletrificação do motor de combustão interna está preparando o caminho para um novo capítulo na história automotiva.

“Isso diz respeito ao cliente”, disse Håkan Samuelsson, presidente e diretor executivo. “As pessoas exigem cada vez mais carros elétricos e queremos responder às necessidades atuais e futuras dos nossos clientes. Agora você pode escolher e escolher qualquer Volvo eletrificado que desejar.”

A Volvo Cars apresentará um portfólio de carros elétricos em toda a sua gama de modelos, abrangendo carros totalmente elétricos, híbridos plug-in e híbridos suaves.

A fabricante lançará cinco carros totalmente elétricos entre 2019 e 2021, três deles serão modelos Volvo e dois serão carros elétricos de alto desempenho da Polestar, o braço do carro de desempenho da Volvo Cars. Os detalhes completos desses modelos serão anunciados posteriormente.

 

…………………………………………………….
*Fonte: ciclovivo

Físico do CERN: “Nós fizemos algo que não deveríamos ter feito”

Este dispositivo, localizado no subsolo, tem 20 milhas de diâmetro e abrange dois países. Foi construído para estudar o nascimento do universo, mas tem feito experimentos diferentes. Este dispositivo foi construído, em vez disso, para estudar UFOs.

E o governo dos EUA, Grã-Bretanha e França está por trás disso. Eles estudaram de onde os OVNIs vieram, qual período, se havia alguma verdade por trás dos OVNIs. O dispositivo juntamente com a matemática descobriu que o universo é uma página em si. Existe mesmo uma maneira de abrir a porta para outro universo. É isso que o céu e o inferno são? Essas descobertas pretendem que a energia sem fim e as armas a laser possam ser usadas.

…………………………………………………….
*Fonte: universocetico

A reciclagem na Suécia é tão revolucionária que eles estão ficando sem lixo

A Suécia está na liderança na gestão de resíduos sólidos urbanos, e dá exemplo ao resto do mundo. O país nórdico recicla 1,5 bilhão de garrafas e latas anualmente, uma quantidade impressionante para uma população de 9,3 milhões de pessoas. Os suecos produzem apenas 461 kg de lixo por ano (a média europeia é de 525 kg), e menos de 1% dessa quantidade acaba em aterros sanitários.

Essa ênfase na sustentabilidade, porém, tem trazido um problema para a produção de eletricidade do país. O lixo queimado em 32 instalações de incineração de resíduos produz energia elétrica e aquece casas no país. Se as usinas têm menos combustível, o país tem menos energia.

Este programa se chama resíduo-para-energia, e funciona da seguinte forma: fornalhas são carregadas com lixo, que é queimado a temperaturas entre 850 a 1000 °C, produzindo vapor. Este gás é usado para mover turbinas geradoras de eletricidade, que é transferida para a rede de energia elétrica.

Com este método, o país consegue reduzir toxinas que em aterros sanitários contaminariam o solo. “Quando o lixo fica em aterros, ele produz gás metano e outros gases do efeito estufa, e isso obviamente não é bom para o meio ambiente”, explica a diretora de comunicação da Administração de Resíduos da Suécia, Anna-Carin Gripwell.

 

Participação da população

Antes de ser incinerado, o lixo é separado pelos donos das casas e dos estabelecimentos comerciais das cidades. Resíduos que podem ser reciclados são separados e levados pelos cidadãos aos centros de coleta, que não ficam a mais de 300m das residências. Tudo o que pode ser consertado ou reaproveitado é levado para centros de reciclagem nos bairros distantes do centro das cidades.

A coleta de lixo no país é uma das mais rigorosas do mundo. Se o lixo orgânico não estiver de acordo com as especificações fornecidas pelo governo, ele não é recolhido. O contribuinte paga taxa de recolhimento do lixo proporcional à quantidade gerada, por isso os cidadãos controlam sua própria geração de lixo.

Assim, a quantidade levada às usinas, cerca de 50% do lixo produzido pelos suecos, é insuficiente para o pleno funcionamento das instalações, obrigando o país a importar 700 mil toneladas de lixo de locais como Reino Unido, Noruega, Irlanda e até Itália para garantir que a energia elétrica continue sendo gerada.

 

Lixo vira energia e cinzas

As cinzas restantes da incineração têm apenas 15% do peso que tinham antes do lixo ser queimado. Até as cinzas são recicladas. Os metais são retirados e reciclados, e o restante, como porcelana e azulejo, que não queimam, é peneirado para ser utilizado na pavimentação de estradas. Apenas 1% das cinzas não tem destino útil e é descartada em depósitos de lixo.

A fumaça da incineração consiste de 99,9% de água e dióxido de carbono não-tóxico, que é filtrada com água e filtros secos. Os filtros secos são colocados em depósitos de lixo, e a água suja é usada para encher minas abandonadas.

 

Não jogue fora, conserte

bicicleta quebrada
O país incentiva que seus cidadãos tentem consertar objetos ao invés de substitui-los. “Os consumidores estão mostrando que querem fazer a diferença e o que estamos fazendo como governo é ajudá-los a agir, tornando mais fácil viver de forma sustentável”, diz Per Bolund, Ministro do Consumo e Finanças do país.

Objetos que normalmente acabariam no lixo, como roupas, sapatos e bicicletas, são consertados. Isso cria empregos nessas áreas. Há espaço no mercado de trabalho para pessoas que consertam coisas. Essas são atividades que podem ser intelectualmente estimulantes mas que não exigem um nível muito alto de educação, permitindo que as pessoas comecem a trabalhar em alguns meses ao invés de anos.

 

…………………………………………………………………………….
*Fonte: hypescience/Julian Blume

No Japão, jornal é feito de papel que vira planta

Mesmo o papel se decompondo rapidamente quando descartado, para a sua confecção é preciso que 20 árvores sejam cortadas e retiradas da natureza, desencadeando diversos problemas ao meio ambiente.

Para acabar com esse grave problema foi desenvolvido na Inglaterra um papel reciclado, batizado de papel semente, feito com fibras e sementes de plantas que, quando picado e plantado, pode virar ervas, vegetais ou flores, como camomila, cebolinha, tomate e rosas.

O papel semente, que está a cada dia ganhando mais força no mercado em forma de convites, cartões, envelopes e sacolas, chegou no Japão no formato de jornal. Chamado de Jornal Verde, o produto foi criado pela editora do famoso jornal japonês, The Mainichi Shimbunsha, e colocado em prática pela agência publicitária Dentsu Inc.

O jornal que agora depois de lido pode ser picotado e descartado na terra, possui sementes de ervas e flores em sua composição e é impresso com tinta 100% vegetal. Depois dessa iniciativa sustentável, ele se tornou um enorme sucesso e hoje tem uma tiragem diária de 4 milhões de exemplares, chegando a uma receita de mais de U$ 700 mil. A ideia também chegou nas escolas, com o objetivo de incentivar e conscientizar as crianças sobre a importância da preservação do meio ambiente e da reciclagem.

O compromisso do jornal com a natureza já é bastante conhecido no Japão por conta de uma campanha de publicidade sobre doação de água para as populações que sofrem com a seca e a sede.

Mesmo o papel semente não sendo uma novidade, é muito interessante ver o quanto as pessoas estão preocupadas em reduzir as emissões de CO2 gerados pelos processos tradicionais de eliminação de resíduos e pelo desmatamento.

……………………………………………………….
*Fonte: pensamentoverde

Reino Unido usa plástico retirado dos oceanos para asfaltar estrada

Depois de algumas pesquisas realizadas pela Organização das Nações Unidas (ONU), foi possível detectar que 80% do lixo encontrado nos oceanos são feitos de plásticos. De acordo com as estimativas, se os números se mantiverem até 2050, os oceanos terão mais plásticos que peixes.

Para reparar os problemas causados pela poluição dos oceanos e acabar com o desperdício de recursos naturais, o engenheiro Toby McCartney teve a ideia de construir estradas feitas de plástico reciclado. O projeto desenvolvido pela sua empresa MacRebur, com sede na Escócia, traz estradas 10 vezes duráveis e 60% mais fortes.

Bem diferente das estradas convencionais que costumam com o tempo formar buracos e crateras, a nova solução encontrada por McRebur acaba com esse terrível problema. Ele criou pequenas pelotas chamadas MR6, feitas a partir de plástico doméstico, resíduos agrícolas e resíduos comerciais, que substituem o betume, além do petróleo bruto – vendido pelas empresas petrolíferas – utilizado para unir as estradas.

O processo de fabricação é feito através da mistura dos pallets de MR6 com a rocha e um pouco de betume, forma sustentável e lucrativa que o engenheiro encontrou para reciclar os resíduos plásticos encontrados nos oceanos.

Sua inspiração veio após a professora de sua filha ter perguntado para a classe o que vive no oceano, e sua filha, ao invés de responder peixes disse: “Plástico”. Para que sua filha não crescesse em um mundo onde isso fosse realidade, ele decidiu tomar uma atitude.

Entretanto, ele percebeu que a ideia de usar plásticos retirados dos oceanos era realmente possível, depois de passar um tempo na Índia e ver moradores tampando os buracos de ruas e estradas com esses resíduos e depois queimando-os.

O primeiro teste realizado por ele foi na calçada de sua casa, no Reino Unido. Agora depois de perceber que o produto funcionava, ele começou a ser colocado em novas ruas do estado de Cumbria, localizado no norte da Inglaterra.

 

……………………………………………………….
*Fonte: pensamentoverde

Torneira remove agrotóxicos e bactérias dos alimentos e ainda tira cheiro ruim das mãos

O Brasil é líder mundial no uso de agrotóxicos e para se ter ideia, nos últimos 10 anos, aumentou em 190% a utilização de defensivos agrícolas. A fim de ajudar os brasileiros a não ingerir ”venenos” no dia a dia, a Docol lança a torneira DocolVitalis Ozônio.

Mas o que ela tem de diferente?
Bom, ela promete remover em apenas 30 segundos qualquer tipo de agrotóxico ou bactéria da superfície dos alimentos, como por exemplo, frutas, grãos, verduras e legumes, tornando-os assim mais saudáveis para consumo humano.

Mas Como?
A torneira vem com um dispositivo que, quando acionado, botão Tech Flow, ele libera ozônio na água. Que de acordo com os fabricantes, a substância não oferece nenhum risco à saúde humana ou do meio ambiente e ainda possui propriedades capazes de remover bactérias e agrotóxicos dos alimentos.

Gostou da ideia? Tem mais: o ozônio também remove odores desagradáveis das mãos, como cheiro de alho, cebola e também peixe.

Seu lançamento oficial está previsto para setembro de 2017 e o preço estimado é de cerca de R$ 4 mil. De acordo com a gerente de marketing de produtos da Docol, ela adianta que a empresa estuda uma possível extensão da linha, com peças para serem utilizadas em outros ambientes.

 

………………………………………………………
*Fonte: engenhariae

É ridículo como as ‘modas’ digitais se tornam um paraíso para oportunistas no Brasil

por Luciano Palma

A evolução da tecnologia está fazendo o tempo se comprimir. O Homo sapiens surgiu há 200 mil anos e adquiriu o comportamento do homem de hoje há 50 mil anos. A escrita surgiu há 5 mil anos. De lá até o surgimento da prensa, passaram-se 3.500 anos. Máquinas de escrever foram criadas após 350 anos. Quase 100 anos depois foi inventada a lâmpada elétrica. Foram mais 50 anos até a construção do primeiro computador, e outros 30 anos até o primeiro computador pessoal. A disponibilização da internet comercial no Brasil só ocorreu depois de 20 anos. Mais 10 anos e surgia o Facebook. Decorridos mais três, veio o iPhone, marcando o início da “revolução móvel”.

Em resumo, as revoluções estão acontecendo cada vez mais rapidamente e a quantidade de novidades à qual somos expostos cresce de forma exponencial. As pessoas têm medo de encontrar um amigo depois de duas semanas e não estarem “antenadas” sobre as últimas novidades! Parece haver uma competição por informação. Cada um tem que estar mais atualizado do que o outro…

Isso acontece também com o mercado de tecnologia. As empresas se esforçam para criar novas tecnologias (o que é bom), porém muitas vezes num ritmo que seus clientes não conseguem acompanhar. Trabalhei numa empresa cujo desafio não era vender novos produtos (os contratos já garantiam essas vendas), mas fazer com que os clientes instalassem as novas versões. Em muitos casos, os produtos de 10 anos atrás atendiam as necessidades, mas já havia quatro “upgrades” pagos e não instalados.

Este cenário é um prato cheio para que consultores com foco em tecnologia vendam serviços para ajudarem empresas (cujo foco é seu negócio) a acompanharem essas ondas. Assim, vemos o mundo da tecnologia se parecer cada vez mais com o da moda, pois essa é uma ótima forma de marketing: criam-se novas tendências e ninguém quer a imagem que “ficou para trás” em relação à concorrência.

Já fui chamado para dar consultoria em empresas que pediam para explicar algumas tecnologias que eles “tinham” que adotar, mas não sabiam para quê. Obviamente tudo estava relacionado com os bônus de alguns diretores e gerentes, que precisavam rechear seus currículos com os últimos jargões da moda para se destacarem e manterem seu status e sua empregabilidade (além dos polpudos bônus, é claro).

Infelizmente, no Brasil, essa indústria da “moda de tecnologias” se transformou em uma “Serra Pelada”, repleta de oportunistas

Alguns perceberam que as empresas precisavam mais “parecer” que estavam usando as tecnologias da moda do que realmente tirar real proveito delas, então passaram a oferecer “projetos” que convenciam os executivos da empresa disso através de apresentações em PowerPoints e relatórios reluzentes. Projetos que não passariam em uma sabatina de 10 minutos do departamento financeiro…

Alguns setores criaram toda uma indústria em torno de coisas “fake”, como é o caso da social media. Desde 2009, as discussões e palestras são praticamente as mesmas, e projetos com resultados palpáveis são raríssimos. As agências continuam medindo “sucesso” em likes e comentários, sem conseguir mostrar uma correlação convincente entre o investimento e um aumento nas vendas. Prova disso é que depois de quase 10 anos, o tema da moda em eventos e palestras da social media brasileira atualmente são os “influenciadores digitais”, assunto amplamente discutido (e bem explorado) nos EUA entre 2007 e 2009.

Hoje, não existe um evento sequer de tecnologia que não repita os jargões do momento: Big Data, Machine Learning, Realidade Virtual, Realidade Aumentada, Chatbot com Natural Language, Blockchain, Inteligência Artificial etc.

Se alguém propõe uma startup que não usa os termos da moda, ela não é bem avaliada porque “não está inovando”

O que é revoltante é que o mercado valoriza mais quem FALA sobre os modismos do que quem PRODUZ SOLUÇÕES com tecnologia. Uma startup que apresenta um PowerPoint prometendo usar três das tecnologias listadas acima acaba sendo bem avaliada, mesmo que não exista ninguém dentro da empresa que conheça uma vírgula sobre aquelas tecnologias. Prometer o que está na moda vale muito mais do que conhecer a tecnologia que resolve o problema.

As pessoas usam a técnica da “prestidigitação”: é o que um mágico faz para enganar sua plateia. Com sua agilidade, leva as coisas para um ambiente fora do alcance do público, onde faz as mudanças que quiser, porque ninguém consegue ver. Ao tirar o pano e devolver a visão à audiência: tadá! Lá está o pombo!

A diferença em relação ao mundo da tecnologia é que os “mágicos” não entregam o pombo, porque cobram adiantado por suas promessas. E isso tem uma explicação: eles não têm a menor ideia de como fazer a “mágica”! Aliás, mágica é uma palavra pertinente nesse contexto. Porque de fato, só com mágica seria possível entregar as promessas que alguns “especialistas” fazem!

“Você diz para o nosso chatbot que chegou em casa e ele, usando inteligência artificial, analisa seu perfil e determina se você está com fome, consulta no Big Data o tipo de comida que você gosta, descobre as melhores ofertas, faz o pedido e permite que você visualize o trajeto da sua comida com Realidade Virtual, tudo garantido através do Blockchain.” A-hã.

É esse tipo de coisa que está sendo prometida nos eventos e nos famigerados hackathons. E ai de quem colocar algum empecilho! “Você não tem visão!”, “Você é contra a tecnologia!”, “Você está ultrapassado!”.

Não vejo problema em pensar nesse tipo de solução num fórum adequado. Numa discussão sobre tendências e sobre o futuro, isso até cabe. Só que isso está sendo prometido como algo que será entregue por uma startup de três pessoas, em algumas semanas!

O cerne deste problema é que essas promessas estão sendo feitas por pessoas que nunca desenvolveram projetos de tecnologia.

É deprimente ver tanta gente citando “o algoritmo” sem nunca ter programado um “Hello World”, ou seja, o básico

Chego a pensar que algumas pessoas acreditam que “o algoritmo” seja alguma espécie de Entidade, que vai resolver os problemas em outra esfera que não seja a física…

Precisamos profissionalizar o mercado de tecnologia e parar de acreditar em mágicas. Isso exige estudo, dedicação e trabalho. Isso exige ir além do primeiro parágrafo ou dos meros chutes e adivinhações. Ou nos profissionalizamos, ou criaremos um ciclo infinito de um enganando o outro, no qual os enganados (e frustrados) seremos todos nós!!!

Isso dito, prossigo não sem antes fazer um alerta e um pedido. Não sou especialista nas tecnologias que vou citar abaixo — e desconfie muito se alguém se apresentar como especialista em muitas delas —, mas quero compartilhar a minha compreensão desses termos, para ao menos tentar dificultar a vida de eventuais “mágicos oportunistas da Serra Pelada da Tecnologia” que vivem de ludibriar pessoas. Vamos a eles:

 

1) Hackathon

Hackathon vem de “hacker” + “marathon”, e se o primeiro termo já é mal compreendido, imagine quando ele se mistura com o segundo…

Primeira coisa: hacker é um “especialista”. Hacker não rouba senha. Hacker não invade sistema. Hacker é o cara que manja muito de alguma coisa. Se alguém com esse perfil roubar senhas ou invadir sistemas, trata-se de um “hacker desonesto”, de um “hacker bandido”, ou de um “hacker ladrão”. Muitas vezes a polícia precisa da ajuda de outro hacker para prender essa pessoa.

Curiosamente, o segundo termo é o menos compreendido. As pessoas olham para “maratona” como uma competição, e essa é a maior distorção que alguém pode fazer nesse caso. O termo maratona é usado aqui no sentido de muita dedicação, de uma jornada longa na qual serão feitos muitos esforços. Num hackathon, um grupo de especialistas (hackers) se junta para UNIR esforços e resolver o problema proposto. Não é um ambiente de competição — muito pelo contrário! Um hackaton TEM que ser um ambiente de colaboração, porque os hackers precisam COMPARTILHAR seu conhecimento, gerando aprendizado e resolvendo o problema.

Um hackathon que não produz nada ao seu final é um fracasso. E atenção: não existe “ganhador” de hackathon

Ou todos produziram algo fantástico e todos ganham, ou todos ganham pelo aprendizado. Se uma pessoa ou uma equipe específica sai de um hackathon com um prêmio, mas sem aprendizado e sem um produto desenvolvido (ainda que não esteja pronto), ela pode ter ganhado um prêmio, mas perdeu um hackathon.

 

2) Big Data

Muita gente confunde “Big Data” com “um banco de dados grande”. Alguém só faz essa associação se não estiver disposto a ler mais do que as duas palavras: “big” e “data”.

Não basta um banco de dados ser grande para falarmos de “Big Data”. Este nome singelo significa muito mais. Significa mais do que os próprios dados: ele envolve processos e análises. O primeiro passo nessa jornada é coletar dados de uma forma insana, quase irracional. Guardar todas as informações que conseguir, ainda que de forma desestruturada. Isso é só o começo. É como separar os ingredientes para fazer o bolo. Aquele monte de coisas não é um bolo. Para fazer um bolo ainda há todo um processo pela frente.

Uma vez que os dados estejam sendo coletados (e isso é contínuo), os cientistas de dados (gente que precisou estudar muito sobre bancos de dados e sobre teoria da informação) e os analistas de negócio (gente que já trabalhou nos processos da empresa) começam a trabalhar juntos para tentar identificar padrões nesses dados e criar e validar teses que podem revelar coisas sobre o negócio da empresa que a análise das informações obtidas como “fotografias” (o método tradicional) não permitem enxergar.

Tecnologias de “Big Data” não vão jamais fornecer respostas por si só

Se quem está envolvido no processo não entender MUITO de tecnologia e dos negócios da empresa, é dinheiro jogado fora. E sim, precisa saber programar e precisa saber matemática.

 

3) Inteligência Artificial, Machine Learning

Neste assunto a “prestidigitação” rola solta. Dá a impressão que algumas pessoas acreditam que a Inteligência Artificial é suficiente para substituir a inteligência natural.

Curiosamente, para “treinar uma máquina”, ou seja, para “aperfeiçoar um algoritmo”, é necessário que um ser humano, ou um processo criado por um ser humano, continue dando retorno para esta a máquina. Algoritmos avançados são capazes de se “automodificarem” para buscar melhores respostas, mas para que isso aconteça, um humano tem que dizer se a nova resposta é melhor ou pior (ou criar outro mecanismo que faça isso).

Num resumo muito genérico (até porque, como disse, não sou especialista no assunto), a inteligência artificial se baseia em algoritmos (programas) que conseguem fazer a “automodificação” que mencionei. Num programa tradicional, o desenvolvedor determina cada decisão que o algoritmo vai tomar. Se forem fornecidos os mesmos dado, o algoritmo fornece a mesma resposta.

Algoritmos de inteligência artificial são criados para “testar” diversas possíveis decisões. Uma vez que alguém “valida” a resposta à qual o algoritmo chegou (se ela é correta ou não, ou se ela é melhor ou não do que a última resposta), o sistema vai “memorizando” essas variações, e com isso descobrindo padrões e “aprendendo” quais variações do algoritmo geram melhores soluções. Como o computador é uma máquina muito rápida (os mais potentes, hoje, fazem 100.000.000.000.000.000 operações por segundo), esse processo de “tentativa e erro” consegue descobrir rapidamente os “melhores caminhos”.

De novo: para lidar com este potencial é preciso saber programar — e saber matemática

 

4) Realidade Virtual

Essa é relativamente fácil de conceber, mas de novo: para fazer as promessas saírem do PowerPoint, é preciso estudar muito a tecnologia. Por mais que existam ferramentas e frameworks que facilitem a vida do desenvolvedor, ainda será necessário saber programar e ter ótimos conceitos de geometria analítica e geometria descritiva para construir soluções com Realidade Virtual. Isso sem falar em conceitos de design para tornar e experiência realista e agradável.

 

5) Realidade Aumentada

Enquanto a Realidade Virtual nos transporta para um mundo virtual, esta tecnologia traz elementos virtuais para o nosso mundo real. É fantástico poder “sobrepor” as informações que bem entendermos ao mundo em que vivemos, mas de novo: o que tem por trás disso é tecnologia, e não magia. Para fazer isso, primeiro precisamos TER as informações que irão nos ajudar. Não adianta prometer que “ao ver uma pessoa com seu óculos ‘RA-2020’, você poderá ver informações sobre o signo da pessoa, que faculdade ela fez, onde trabalhou, tipo sanguíneo e se está disponível para relacionamentos”. Isso pode até ser tecnicamente possível, através de reconhecimento facial e uma consulta a uma base de dados que agregue todas essas informações, mas será que quem promete isso tudo é capaz de entregar? Afinal, qualquer pessoa que assistiu Os Jetsons pode prometer carros que voem (e tecnicamente, isso é possível), mas daí a produzir um protótipo para as pessoas testarem tem uma grande diferença…

 

6) Chatbots

“Pergunte ao <insira um nome descolado aqui> e ele te dará todas as respostas.” No filme 2001, Uma Odisséia no Espaço, de 50 anos atrás, Stanley Kubrick já vislumbrou isso com o HAL-9000. Ainda antes, em 1966, já tinha sido desenvolvido no MIT o programa ELIZA, que “conversava” com as pessoas como se fosse um analista. Após a chegada da internet comercial, (em 1995, no Brasil), muitos “ops” do mIRC (operadores, ou administradores dos canais) já desenvolviam programas que se passavam por humanos respondendo aos usuários.

Em pleno 2017, essa tecnologia volta como novidade…

É claro que a tecnologia permite uma interação muito melhor, mas para fazer com que os “chatbots” realmente respondam de forma eficiente, é necessária muita programação. Sem muito estudo e trabalho, os “chatbots” feitos com base nas ferramentas disponíveis no mercado vão se parecer mais com as terríveis URAs (unidades de resposta audível) que nos atendem quanto tentamos ligar para alguma empresa de telecomunicações!

 

7) Blockchain

O paralelo mais simples com a tecnologia blockchain é a do cartório. Hoje, é o cartório que garante a veracidade de algumas informações. Uma casa só é sua se ela estiver registrada em um cartório. Qualquer pessoa poderá ter a confirmação que aquela casa é sua: basta consultar o cartório. A tecnologia blockchain proporciona essa mesma “fé pública” sem a necessidade de seres humanos nem documentos físicos. As informações são armazenadas de forma criptografada numa rede distribuída por inúmeros computadores ao redor do mundo. Essa infraestrutura garante que a informação, uma vez registrada, não pode ser adulterada. Você pode armazenar documentos e transações nesse sistema, o que poderia substituir sua carteira de motorista, os documentos de propriedade e de licenciamento de seu veículo e, até mesmo, o seu cartão de crédito. Até seu dinheiro pode ser substituído: você pode trocar seus Reais por Bitcoins. Essa transação fica armazenada na infraestrutura de blockchain e o mundo saberá que você agora possui “n” Bitcoins. Se você fizer uma transação e trocar alguns bitcoins por algum produto, essa transação também fica registrada e o mundo agora saberá que você não possui mais os Bitcoins que gastou.

A blockchain proporciona basicamente isso: o armazenamento seguro e com “fé pública” de informações. Ela não vai “adivinhar” nada para você

Se alguém prometer que através de blockchain uma solução vai “garantir” alguma coisa, saiba que a única coisa que o blockchain garantirá é a integridade da informação.

Para saber, por exemplo, se uma pessoa é boa pagadora, você terá que levantar informações sobre essa pessoa e armazená-las no sistema previamente (ou pagar para alguém que já tenha essa informação). Blockchain por si só, assim como sistemas de Inteligência Artificial, não são Oráculos. Eles não sabem nada que não lhes tenhamos informado ou para os quais não tenhamos criado algoritmos que permitam-lhes encontrar, descobrir ou aprender.

 

Luciano Palma, 49, é engenheiro eletrônico com MBA em Gestão Empresarial. Tem mais de 20 anos de experiência em empresas de tecnologia (Google, Intel, Microsoft). Viveu na Inglaterra e na Itália, desenvolvendo softwares para gestão avançada de imagens digitais. É fundador da Desquebre (startup que ajuda as pessoas a consertarem seus equipamentos de linha branca), e é um dos organizadores do GBG São Paulo.

…………………………………………………………….
*Fonte: projetodraft

Já era: o MP3 está oficialmente morto, de acordo com seus criadores

Desde o fim dos anos 90, a indústria da música foi cada vez mais se afastando de um formato físico (com os CDs e discos de vinil) para um formato digital.

Esse processo ganhou ainda mais força com o advento da internet, que facilitava a distribuição de arquivos de forma ilegal — através de softwares como eMule e LimeWire. Com o tempo, o MP3 acabou virando uma grande força dentro da indústria, impulsionando fortemente diversas empresas que decidiram utilizá-lo como seu principal modo de distribuição — como a Apple com o iTunes e o iPod.

No entanto, como a tecnologia está sempre em evolução, os dias do MP3 podem finalmente estar chegando ao fim. E isso vem da boca de seus próprios criadores: a empresa alemã The Fraunhofer Institute for Integrated Circuits, responsável pela criação do formato no fim dos anos 80, acaba de informar que o seu “programa de licenciamento de algumas patentes relacionadas ao MP3 e softwares do Technicolor e Fraunhofer IIS foi encerrado”.

Ao que tudo indica, o objetivo é mover para o Advanced Audio Coding (AAC) — criado com a ajuda da empresa — que, embora tenha sido concebido no final dos anos 90, está começando a ser aplicado em larga escala recentemente.

Atualmente, o AAC é o formato padrão de áudio utilizado no YouTube, iPhone, Nintendo 3DS, Playstation 3 e muitos outros equipamentos. Em uma entrevista com a NPR, Bernhard Grill, diretor dessa divisão da Fraunhofer, entrou em detalhes sobre a transição de formatos, reforçando que o AAC “é mais eficiente que o MP3 e oferece muito mais funcionalidades”.

No caso, o AAC possui uma qualidade maior que o MP3 e, ao mesmo tempo, não ocupa tanto espaço nos HDs como outras alternativas melhores, como o FLAC. O formato já é o padrão utilizado pela Apple para transportar CDs para o iTunes, por exemplo.

 

……………………………………………………………….
*Fonte: tenhomaisamigosdoquediscos

Couro ecológico feito com restos de vinho ganha prêmio internacional

Um couro ecológico, feito restos de uva deixados da vinificação, foi um dos vencedores este mês do prêmio Global Change Award da Fundação H & M, em Estocolmo, na Suécia.
A novidade, que dispensa a morte de animais para fabricação de couro, foi criada na Itália e ganhou mais de 1 milhão de euros pelo primeiro prêmio. O couro é processado sem produtos químicos e ainda reduz o desperdício dos restos do vinho.
O nome do novo material é Wineleather. Ele foi criado por Gianpiero Tessitore e Francesco Merlino, em colaboração com Rossella e Valentina Longobardo.

“Criamos e patenteamos um processo de fabricação inovador que transforma as fibras e os óleos vegetais presentes no bagaço de uva em um material ecológico com as mesmas características funcionais, estéticas e sensoriais do couro”, explicou Tessitore, fundador da Vegea srl e inventor do Wineleather.

O couro ecológico pode ser empregado em vários setores, desde a moda e design até na área automotiva.
E a Itália poderá nadar de braçada porque produz 18% do vinho anual do mundo e tem muito resíduo para ser utilizado na ideia.

O prêmio

O Global Change Award acaba de celebrar a sua segunda edição.
O prêmio selecciona anualmente cinco projectos profundamente inovadores, e dá uma subvenção total de 1 milhão de euros, mais de 3,4 milhões de reais. Este ano, entre as 3.000 candidaturas de 130 países, os cinco finalistas escolhidos também incluíram:

. Solar Textiles (EUA / Suíça), um processo de produção de nylon utilizando água e energia solar,
. Content Thread (US / UK), um segmento digital que facilita a reciclagem de peças de vestuário, fornecendo aos recicladores uma lista de que as roupas são feitas,
. Denim-Dyed Denim (Austrália), que colore jeans undyed usando denim velho e
. Manure Couture (Holanda), que extrai matéria-prima do estrume para criar um tecido biodegradável.

 

……………………………………………………………………
*Fonte: ecoguianet

Os celulares já estão mortos – diz Microsoft; entenda o que vem por aí

A Microsoft sabe que o bonde do smartphone já passou. A situação do mercado é evidente: as vendas pararam de crescer e o ritmo de inovação está declinando. Falta, no entanto, apresentar a novidade que faça com que o público abandone o retângulo de vidro que tem nos bolsos.

A fala de Satya Nadella foi emblemática ao afirmar que os próximos celulares da empresa “não vão se parecer com os celulares que existem hoje”, simplesmente porque a Microsoft acredita que novas coisas estão a caminho e que elas ão além do smartphone convencional. Isso se reflete na fala de Alex Kipman, o brasileiro que liderou o desenvolvimento do primeiro Kinect e que hoje está no comando do HoloLens.

Em entrevista com a Bloomberg, Kipman foi enfático: “os celulares já estão mortos”, ele disse. Logo em seguida, complementou que “as pessoas simplesmente ainda não perceberam” que a transição já começou.

Mas o que vem por aí, então? Para isso, nós podemos olhar além da Microsoft. Durante evento recente do Facebook, a rede social também apontou que em um prazo de cinco anos poderemos começar a ver óculos substituindo os celulares, embora a transição demore alguns anos para ser completada. Mark Zuckerberg, inclusive, chegou a apresentar uma ideia de um par de óculos que tem uma aparência comum, mas que são capazes de funcionar como visores de realidade aumentada.

Neste sentido, o HoloLens se encaixa perfeitamente com a visão de futuro tanto da Microsoft quanto do Facebook. O problema é que hoje a tecnologia ainda não está pronta para adoção em massa. O visor é grande demais, pesado demais, caro demais e com bateria limitada, que impediria que a tecnologia fosse usada, por exemplo, nas ruas ou dentro de um ônibus. Mas quem sabe alguns anos de pesquisa e desenvolvimento não trazem evoluções significativas em termos de portabilidade e acessibilidade?

Se, de fato, a realidade mista ou a realidade aumentada forem a próxima grande plataforma de computação pessoal, a Microsoft leva vantagem em relação aos concorrentes. Se a empresa perdeu o bonde dos telefones celulares e viu o Windows 10 Mobile ter participação de mercado cada vez mais perto do zero, o HoloLens ainda não tem um concorrente à altura. Resta acompanhar os próximos capítulos.

 

………………………………………………………..
*Fonte: olhardigital

 

O Reino Unido ligou seu ambicioso reator de fusão – e ele funciona

O mais novo reator de fusão do Reino Unido, o ST40, foi ligado na semana passada e já conseguiu atingir o “primeiro plasma”.

Isso significa que gerou com êxito plasma eletricamente carregado dentro de seu núcleo.

No entanto, ainda há um longo caminho a ser percorrido: o objetivo é que o reator aqueça esse plasma até 100 milhões de graus Celsius – o limiar de “fusão”, no qual os átomos de hidrogênio podem começar a se fundir em hélio, liberando energia limpa no processo – somente em 2018.

 

A promessa

A fusão nuclear é o processo que alimenta o nosso sol. Se atingíssemos a mesma coisa aqui na Terra, isso nos permitiria aproveitar uma fonte ilimitada de energia limpa que quase não produz carbono.

Ao contrário da fissão nuclear, que é conseguida nos atuais reatores nucleares, a fusão nuclear envolve a fusão de átomos, não sua divisão, e produz principalmente hélio como produto residual.

Apesar de promissora, no entanto, não tem sido nada fácil alcançá-la, ou torná-la prática.

“Hoje é um dia importante para o desenvolvimento da energia de fusão no Reino Unido e no mundo”, disse David Kingham, CEO da Tokamak Energy, a empresa por trás do ST40. “Estamos apresentando o primeiro dispositivo de fusão de classe mundial projetado, construído e operado por uma empresa privada. O ST40 é uma máquina que irá mostrar que temperaturas de fusão – 100 milhões de graus – são possíveis em reatores compactos e econômicos. Isso permitirá que a energia de fusão seja alcançada em anos e não décadas”.

 

………………………………………………………………
*Fonte: hypescience

Energia solar: agora sua janela poderá se tornar um painel solar

Produzir energia limpa é um dos grandes desafios da atualidade. Algumas alternativas, como a energia solar, já existem, mas encontram barreiras como custo de implementação, o que torna seu uso absurdamente caro. Contudo, uma equipe de pesquisadores da Universidade Estadual de Michigan, nos Estados Unidos, desenvolveu um novo tipo de receptor solar que pode resolver esse problema e popularizar a energia solar.

Esse novo receptor consiste em um dispositivo que, quando colocado sobre uma janela onde bata sol, é capaz de captar a luz e transformá-la em energia, sem que a visão através da janela fique obstruída.

Ele é chamado de “concentrador solar luminescente transparente” e pode ser usado em edifícios, aparelhos celulares e qualquer outro dispositivo que tenha uma superfície clara.

 

Energia solar acessível: um sonho que se realiza?

De acordo com Richard Lunt, da Faculdade de Engenharia da Universidade de Michigan, a palavra-chave que resume a genialidade deste dispositivo é “transparente”.

A pesquisa sobre a produção de energia a partir de células solares colocadas em torno de materiais de plástico do tipo luminescentes não é nova. Estes esforços passados, no entanto, têm rendido resultados ruins, de forma que a produção de energia era ineficiente e os materiais eram altamente coloridos. E isso trás um problema óbvio: ninguém quer ficar sentado perto de um vidro colorido. Isso torna os ambientes cansativos. A comparação que o professor Lunt faz expressa muito bem o problema: seria como trabalhar em uma discoteca. Fica difícil de popularizar uma tecnologia assim, que gera um desconforto tão imediato.

Sabendo disso, os engenheiros trabalharam para resolver esse problema, com o desafio de tornar a própria camada ativa do receptor transparente.

O sistema de recepção e armazenamento de energia solar utiliza pequenas moléculas orgânicas desenvolvidas pelo professor Lunt e sua equipe para absorver comprimentos de onda específicos e não visíveis de luz solar. Segundo eles, os materiais utilizados na fabricação desse dispositivo podem ser ajustados para captar apenas as ondas ultravioletas e outras ondas infravermelhas que tenham comprimentos de onda próximos.

O “espelho” de luz infravermelha é guiado para a extremidade do plástico, onde é convertido em eletricidade por finas tiras de células solares fotovoltaicas. Como os materiais não absorvem ou emitem luz no espectro visível, eles parecem excepcionalmente transparentes ao olho humano, explica o professor Lunt.

 

Vantagem

Além de o meio ambiente agradecer (e muito), uma outra vantagem deste novo dispositivo é a sua flexibilidade. Enquanto a tecnologia está em um estágio inicial, ela tem o potencial de ser escalada para aplicações comerciais ou industriais, com um custo acessível.

As possibilidades de implantar um sistema de energia solar de forma não intrusiva agora são muito maiores. Edifícios altos, janelas de qualquer tamanho ou qualquer tipo de dispositivo móvel podem se adaptar a essa ideia.

 

Futuro

Lunt disse que mais trabalho é necessário a fim de melhorar a eficiência de produção de energia solar. Atualmente, ela é capaz de produzir uma eficiência de conversão de energia solar de cerca de 1%, mas Lunt observou que o grupo pretende atingir eficiência acima de 5% quando a captação estiver totalmente otimizada. O valor ideal de conversão, segundo o professor responsável pelo projeto, é de 7%. [sciencedaily]

 

……………………………………………………….
*Fonte: hypescience

 

5 tecnologias que se extinguirão daqui 5 anos

A tecnologia avança muito rapidamente; coisas que eram comuns há dez anos (televisores CRT, máquinas de fax) estão caindo em desuso de forma assustadora. Nesse ritmo, nós podemos indicar alguns produtos atuais que provavelmente desaparecerão em cinco anos. Seja porque suas características estão sendo englobadas por outros produtos, sejam vítimas de mudança nos modelos de negócio, confira cinco produtos que estão com seus dias contados:

 

1 – GPS

Hoje, dispositivos portáteis de navegação são visões comuns sobre os painéis e para-brisas dos carros. O único problema é que tudo o que esses sistemas podem fazer, os smartphones podem fazer também, se não melhor. E um dos melhores aplicativos de navegação para smartphone, o “Google Maps Navigation”, é gratuito. Por isso, não é nenhuma surpresa que as vendas de sistemas de navegação tenham caído 22% em 2010, e não deve ser surpresa que em cinco anos eles tenham desaparecido completamente.

 

2 – DVD/CD ROM

Quem não tem conexão de banda larga ultrarrápida em casa? Quase ninguém. De acordo com o site Speedtest.net, as velocidades médias de download nos EUA passam de 11 megabits por segundo. Isso significa que programas podem ser baixados em questão de minutos, ou até mesmo segundos. Então, por que você iria querer pagar o custo extra de ter um DVD impresso, embalado e enviado para sua casa? Você não iria querer. E em cinco anos, essa provavelmente não vai ser nem mesmo uma opção.

 

3 – Roteador para internet sem fio

Sim, acesso à internet sem fio (wireless) em casa vai continuar a ser um grande negócio, mas comprar um roteador com certeza não será. Em vez disso, capacidades sem fio virão junto com o provedor de internet banda larga – a cabo, fibra óptica, satélites – instalado em sua casa. E, tendo em vista a popularidade de serviços de internet de alta velocidade nos celulares, mais pessoas irão usar seus smartphones para acessar internet banda larga, eliminando a necessidade de um roteador completamente.

 

4 – Netbook

Menores, mais leves e mais baratos que um notebook, os netbooks foram – por um curto espaço de tempo – uma boa escolha para quem procurava uma forma barata e portátil de acesso à internet. Mas com um processador anêmico e uma tela minúscula, os netbooks são uma solução imperfeita. Hoje, você pode comprar um notebook compacto com um processador rápido e seis ou mais horas de bateria. Além disso, os tablets (dispositivos com acesso à internet, como o iPad) são muito mais adequados às pessoas que necessitam de simples navegação na Web, entretenimento e funções computacionais básicas. Ou seja, não há espaço para os netbooks em lugar nenhum.

 

5 – E-readers

Os e-readers são dispositivos populares para leituras, e seu baixo consumo de energia significa que sua bateria dura muito tempo. Mas os tablets, como o iPad, podem fazer muito mais. Hoje em dia, eles têm tela de LCD especial antirreflexo, e podem rodar aplicativos selecionados, etc. A duração da bateria ainda não pode competir com o de e-readers, mas vai ficar muito melhor com o tempo. Daqui cinco anos os tablets lerão e-mail com facilidade, mas os e-readers não estarão mais entre nós.

 

…………………………………………………………….
*Fonte: hypescience

Jogue fora agora o seu smartphone’, diz John McAfee ao TecMundo

John McAfee não precisa de apresentações. Se hoje você tem algumas ferramentas antivírus no seu computador ou tem o mínimo de preocupação com a sua segurança, direta ou indiretamente, este homem está ligado. Chamado de “visionário da tecnologia” e até “lenda da cibersec”, McAfee está vivendo tempos conturbados: enquanto concorre à presidência dos Estados Unidos da América, ele também passa por uma investigação que envolve suspeitas de estupro, tortura e homicídio.

Exatamente por causa das suspeitas citadas, está acontecendo uma derrocada na imagem de John McAfee — e também no valor de suas empresas. Ainda, o estigma de gênio louco parece estar se concretizando a cada novo capítulo da vida de McAfee.

O TecMundo iria conversar, cara a cara, com John. Ele estaria no Brasil hoje (21) e já havia reservado um tempo para o TecMundo após uma palestra no maior evento de Segurança da Informação e Ciber Segurança do Brasil, o Mind The Sec. Acontece que McAfee foi impedido de deixar os Estados Unidos e, de última hora, tivemos que mudar alguns planos. No final das contas, batemos um papo com McAfee via streaming de vídeo e pudemos notar um pouco o que se passa na cabeça desse homem.

Buscamos entender o que levou McAfee a se candidatar nos Estados Unidos e também saber o que ele pensa sobre a cibersegurança e o cibercrime no Brasil — e se o assunto crime virtual for de seu interesse, você também pode ler uma entrevista que fizemos com Misha Glenny, um jornalista britânico especializado no tema e nas ações que ocorrem em solo brasileiro.

McAfee para presidente?

“Algo precisa ser feito. Refletir sobre onde McAfee esteve é um excelente lembrete de que ele pode ser uma das únicas pessoas vivas que podem nos levar aonde precisamos ir como nação. Mais do que apenas um homem de negócios — mais do que apenas um homem inteligente —, McAfee é, na tradição do individualismo e da coragem humana que enche a história norte-americana, uma Força”.

O parágrafo acima foi retirado do site oficial da campanha de John McAfee. Como você pode ver, toda a lenda que foi construída sobre o homem é levemente pintada até pela própria equipe de marketing. McAfee não seria um humano comum, seria “uma Força”. Ele acredita nisso? Esse é o motivo? Precisávamos fazer a pergunta mais simples possível, para receber uma resposta tão simples quanto.

TecMundo: Por que concorrer à presidência?

McAfee: Porque eu precisava dizer algo ao povo norte-americano. Eu precisava falar sobre cibersegurança. E não há plataforma melhor para isso do que concorrer à presidência. Eu apareço na TV durante debates e foco nesse tema. Então, foi entregue uma oportunidade de aumentar a consciência sobre esse problema sério que enfrentamos.

Nota da redação: É certo dizer que, apesar de John estar na concorrência, ele provavelmente não vai levar o cargo de presidente dos EUA. Isso porque a disputa eleitoral é majoritariamente capitaneada por dois partidos: o Democrata, que apresenta Hillary Clinton, e o Republicano, que empurra Donald Trump. Outro ponto: McAfee estava concorrendo pelo Partido Libertário. O próprio partido, agora, está oferecendo o político Gary Johnson como candidato.

TecMundo: E o que você acha dos principais candidatos, Hillary e Trump?

McAfee: Bem, eu não os conheço. Eu nunca fui pescar com Trump e também nunca jantei com Hillary. O que eu sei é o que as notícias me dizem. Se as notícias no Brasil forem que nem as notícias nos EUA, elas são 95% fabricadas. Então, eu realmente não tenho uma opinião.

Estamos todos perdidos?

Você deve se lembrar do caso FBI x Apple — caso contrário, pode clicar aqui para refrescar a memória. De maneira resumida, o FBI travou uma batalha judicial contra a Apple para receber um software que liberasse o acesso ao iPhone de um investigado.

Na época, McAfee hackeou ao vivo na TV norte-americana o smartphone de um apresentador. Ainda, se ofereceu ao FBI para realizar o feito sem a necessidade da briga nos tribunais. “Com todo o respeito a Tim Cook e à Apple, mas eu trabalho com a equipe dos melhores hackers do planeta. Eu aposto que podemos quebrar a criptografia do iPhone. Este é um fato puro e simples”, havia dito. Vou, de forma gratuita, descriptografar as informações no telefone com a minha equipe (…) Se vocês aceitarem a minha oferta, não vão precisar pedir à Apple para colocar um backdoor no seu produto, o que será o começo do fim da América”.

O fim da América, como citou McAfee, seria a criação de um software backdoor nas mãos das autoridades que serviria como “aval” para futuras invasões de dispositivos.

Você não conta ao estranho os detalhes íntimos de sua vida, ou conta?

TecMundo: Nós vimos o que você fez no caso FBI x Apple. Isso significa que qualquer smartphone pode ser hackeado? Não há qualquer tipo de segurança?

McAfee: Não, não há segurança. E a razão de que não há segurança é que todos os nossos dispositivos móveis foram desenvolvidos, do começo ao fim, para coletar informações sobre nós. Informação é o novo dinheiro.

Todos os smartphones são desenvolvidos para aplicações que sabem onde você está, para quem você está ligando, quanto tempo você usa o smartphone, quem são os seus contatos, aplicações que leem as suas mensagens e os seus emails. Quando você baixa um aplicativo, você precisa selecionar “Sim/Aceito” para aceitar todas essas condições. Mas ninguém realmente lê essas condições, ninguém presta atenção.

Então, porque os smartphones são desenvolvidos exatamente para coletar informações, hackeá-los é algo trivial.

TecMundo: Já que chegamos neste ponto, o que você pode dizer sobre a vigilância de massa?

McAfee: Eu não estou feliz com qualquer tipo de vigilância. Eu acredito que todos nós temos um direito fundamental à privacidade. E, assim que a privacidade é tirada de nós, perdemos grande parte de nossa humanidade.

Considere isso: a maioria das pessoas não pensa sobre o fato de que elas escolhem “a privacidade” diversas vezes ao dia. Quando você fala com um estranho, por exemplo. Você não conta ao estranho os detalhes íntimos de sua vida, ou conta? Então nós escolhemos diferentes níveis de privacidade em todas as nossas interações com o mundo. Se isso for retirado de nós, não teremos qualquer tipo de liberdade. Sendo assim, o mundo se tornará um caos.

Não é papo de gringo

Já citamos a entrevista que o TecMundo realizou com o jornalista Misha Glenny. Expert em cibercrime, Misha deixou claro que o Brasil — e o mundo — ainda sofre com a ação e também não aprendeu a lidar com isso. John McAfee também tem as suas opiniões. Acompanhe:

TecMundo: No Brasil, a cibersegurança é algo com que as empresas e as pessoas costumam não se importar tanto, infelizmente. Você acredita que os hackers e os crackers têm muito espaço no Brasil?

McAfee: Sim, claro! E eles têm espaço para o cibercrime em qualquer lugar. Mas eu quero apontar outra coisa: os governos que buscam jogar esse problema na segurança. Você realmente acredita que a polícia mantém você seguro? Por exemplo, um assaltante entra na sua casa e tem uma arma apontada para a sua cabeça; existe algum botão mágico que você aperta e a polícia magicamente aparece? A polícia se mexe após um chamado e tenta determinar quem é o criminoso.

Então, segurança é uma ilusão. Realmente é uma ilusão. Quando um governo diz que tenta lhe manter seguro, o que ele realmente quer dizer é: nós tentamos lhe controlar.

TecMundo: Então o que os usuários podem fazer? O que as empresas podem fazer? O que todos nós podemos fazer sobre isso?

McAfee: A primeira coisa a fazer é: jogue fora agora o seu smartphone. Jogue fora e compre um celular (nota: um celular, sem ser smartphone, ou seja, sem conexão com a internet). Estou falando sério. Hoje, os smartphones são os espiões pelo mundo. Eles têm uma câmera, eles têm um microfone, eles guardam todas as suas informações e todas essas coisas podem ser hackeadas.

Não há nada privado, não há mais segredos neste mundo digital.

Isso significa que outras pessoas podem te observar, te ouvir, ler as suas mensagens e saber todos os detalhes íntimos de sua vida. Veja: eu uso um smartphone, eu sempre lido com ele sabendo que centenas de pessoas estarão me ouvindo. Ou me assistindo. Se você quiser viver assim, tudo bem. Se não, compre um dumbphone, um celular que “não possui um computador dentro”. Um celular que faça ligações, envie mensagens e só.

Eu sei o quão esquisito isso pode soar, mas se você visse as coisas que eu vi, sobre o que hackers podem fazer, você não acharia isso estranho.

TecMundo: Então, o que você viu?

McAfee: Eu vou a convenções hackers constantemente, cerca de três vezes por mês. Então, por exemplo, eu tenho um amigo que tem um chip implantado na mão. Se ele pegar o seu smartphone, no momento em que ele encostar no dispositivo, ele já hackeou o aparelho. São coisas nas quais você não acreditaria. Não há nada privado, não há mais segredos neste mundo digital. E nós temos que nos acostumar com isso ou mudar isso.

A mídia não escapa

John McAfee tem os seus problemas com a mídia. Principalmente agora, que está sendo acusado de estupro, tortura e homicídio, ele voltou a figurar em manchetes pelo mundo. O canal Showtime ainda preparou um documentário chamado “Gringo: The Dangerous Life of John McAfee”, que praticamente sentencia McAfee ao afirmar que ele cometeu diversos crimes em Belize, na América Central, local onde morou por um tempo.

Por isso, podemos dizer que o McAfee tem um problema com a mídia. Ou com as pessoas envolvidas neste caso. Perguntamos qual era a opinião dele sobre jornais, revistas e sites. A resposta foi incisiva.

McAfee: A mídia só tem um propósito: fazer dinheiro. E eles fazem mais dinheiro com mais pessoas assistindo ou lendo as notícias. Então, sério, se você está lendo notícias, você está lendo uma interpretação da realidade de alguém. E essa interpretação está distorcida de uma maneira que vá segurar a sua atenção.

O que você vê no noticiário? Você não vê coisas boas. Você não vê vovózinhas fazendo tortas, não. Você vê catástrofe. Tornados. Tsunamis. Quedas de avião. Assassinatos. Isso é algo que interessa os humanos; eu não vejo o motivo, mas é. Então, quando você vê qualquer coisa na mídia, o que você realmente está vendo é uma propaganda para segurar a sua atenção para a próxima notícia.

 

………………………………………………………………………….
*Fonte: tecmundo

Chineses criam painéis solares que funcionam à noite

Duas universidades chinesas se uniram para desenvolver um painel solar revolucionário que promete gerar energia mesmo em dias chuva, nevoeiro e até à noite. Para isso, foi utlizado um material diferente dos tradicionais chamado de LPP (sigla em inglês para “fósforo de longa persistência”).

Com o LPP, o painel é capaz de armazenar energia solar durante o dia e as células solares continuam a produzir energia elétrica mesmo quando há pouca luminosidade. A eficiência da tecnologia está exatamente na conversão de eletricidade. “Só a luz parcialmente visível é que pode ser absorvida e convertida em eletricidade, mas esta matéria (LPP) pode armazenar energia solar a partir de luz não absorvida e próxima da infravermelha”, explica Tang Qunwei, da Universidade Oceânica da China.

Essa capacidade de gerar energia contínua durante dia e noite ganhou notoriedade em revistas científicas, que publicaram o trabalho de Qunwei e seu parceiro Yang Peizhi, professor da Universidade Pedagógica de Yunnan. Com suas equipes, os dois chegaram a um produto que promete reduzir os custos de captação de energia solar.

 

………………………………………………….
*Fonte: ciclovivo

KTM anuncia motor de dois tempos “injetado” para 2018

KTM está introduzindo um novo motor de dois tempos com um sistema de injeção de combustível para o modelo EXC 2018 de enduro. A KTM chama a nova tecnologia de “Transfer Injection Port” ou TPI, com um novo modelo 250 EXC TPI e 300 EXC TPI chegando em showrooms europeus neste verão, enquanto os norte-americanos terão que esperar até o final do outono para o 250 XC-W TPI.

 

“Este é um desenvolvimento incrivelmente excitante para a KTM. Estamos desenvolvendo a injeção de combustível de dois tempos há algum tempo, e nosso objetivo era criar motocicletas competitivas com todos os benefícios da injeção de combustível, enquanto se encaixam no nosso mantra READY TO RACE “, diz Joachim Sauer, gerente de marketing de produtos da KTM.

De acordo com a KTM, o novo motor consome muito menos combustível do que os modelos com carburador e renuncia à necessidade de pré-misturar combustível ou ajustar o jato. A KTM revelará mais informações sobre sua tecnologia TPI em maio.
……………………………………………………..
*Fonte: 0fficialnews