Veja o que as redes sociais e buscadores fazem com os dados dos usuários

O escândalo do Facebook despertou a preocupação e dúvidas dos internautas sobre o uso de seus dados recolhidos pelas redes sociais e os motores de busca.

Este é um resumo de como funcionam, em um momento em que o CEO do Facebook, Mark Zuckerberg, dá seu testemunho no Congresso dos Estados Unidos.

>> As redes sociais

DADOS QUE RECOLHEM: Tudo o que um usuário escreve, em sua página de Facebook ou nas de seus “amigos”, todas as fotos ou vídeos que publica, todas as suas “curtidas” na rede, tudo que compartilha, tudo que consulta, a identidade dos usuários com que interage, ou sua geolocalização. A mesma coisa acontece com o Instagram e o WhatsApp, subsidiárias do Facebook, Snapchat ou Twitter, embora o leque seja menor nestas últimas plataformas. Se o usuário autorizar, o Facebook também pode buscar informações nos sites que consulta enquanto está conectado à rede social.

DADOS QUE VENDEM: O Facebook assegura que não vende a seus clientes anunciantes os dados pessoais identificáveis ou os dados agregados. O que vende é a possibilidade de que um anunciante chegue, entre os usuários do Facebook, ao seu público-alvo, multiplicando assim a eficácia de uma campanha. “O Facebook não está no negócio da venda de dados, está no de venda de pixeis”, resume Ryan Matzner, cofundador do Fueled, uma empresa que cria aplicativos para clientes.

O Twitter, por sua vez, vende tuítes, ou o acesso a um motor de busca interna para ver todas as mensagens publicadas em um período dado.

O QUE COMPARTILHAM: A imensa maioria das redes sociais abre suas portas a companhias externas que criam aplicativos que se alimentam em parte ou totalmente da exploração dos dados de usuários dessas redes.

No caso do Facebook, a parte pública, ou seja, toda a página para alguns, apenas o nome, sobrenome e a foto do perfil para outros, não necessita autorização do usuário, explica Ryan Matzner. Já a utilização do resto requer o consentimento do interessado, afirma.

Apenas os dados bancários ou de pagamento que o Facebook possui estão fora do limite. No entanto, aponta Matzner, “muitas coisas que eram possíveis há cinco, seis ou sete anos já não são porque o Facebook era mais aberto nessa época”.

Mas quando os dados são recolhidos por estes aplicativos, escapam ao Facebook ou a outras redes sociais.

“É como aplicar uma regra sobre a qual o Facebook não tem jurisdição ou interesse. E não há ferramentas (para recuperá-las), embora alguém prometa isso”, explica Chirag Shah, professor da Universidade de Rutgers e especialista em dados nas redes sociais.

“Quando alguém acessa esses dados, o Facebook não tem como saber o que fará com eles”, afirma Matzner. “Só podem acreditar em sua palavra. É como enviar um e-mail e se perguntar o que o destinatário fará com ele. Você não sabe”.

>> Os motores de busca

O QUE RECOLHEM: Todos os dados que dizem respeito às buscas, à geolocalização ou outros dados consultados. Como Google, Yahoo! (grupo Oath) e Bing (Microsoft), os principais motores de busca estão integrados nos gigantes da internet que propõem vários outros serviços aos internautas. Através deles, os grupos recolhem dados adicionais, que cruzados com os coletados pelos motores de busca traçam um perfil ainda mais preciso do internauta. “Você não precisa dizer ao Google sua idade ou seu sexo”, explica Chirag Shah. “Eles podem determinar isso graças a muitos outros fatores”.

O QUE VENDEM: Assim como as redes sociais, seus rendimentos provêm, em grande parte, da publicidade. Não vendem dados, mas sim o acesso a um consumidor de características muito precisas, fruto do cruzamento de dados do motor de busca – e também, no caso do Google, de todas as buscas e conteúdos vistos no YouTube, sua subsidiária. Inclusive o Google há algum tempo explora o conteúdo das mensagens eletrônicas dos internautas que têm uma conta Gmail, mas em junho passado anunciou que não fará mais isso.

O QUE COMPARTILHAM: Abrem as portas a desenvolvedores e aplicativos, como as redes sociais.

>> Há limites?

Nos Estados Unidos não existe quase nenhuma lei que proteja a utilização de dados provenientes das redes sociais ou motores de busca. Mas a autoridade reguladora, a Federal Trade Commission (FTC), as monitora e sancionou o Facebook a partir de 2011 por sua gestão de dados pessoais. Também concluiu um acordo com o Google em 2013 por práticas que atentavam contra a concorrência.

No Canadá e Europa, há limites para o uso de dados, sobretudo no que diz respeito a informações ligadas à saúde, explica Ryan Berger, da filial canadense do escritório Norton Rose Fulbright. Ressalta, no entanto, que a jurisprudência sobre estes assuntos é quase inexistente.

Na Europa, o Facebook foi sancionado em 2017 com uma multa de 135 milhões de dólares pela Comissão Europeia por compartilhar dados pessoais com o WhatsApp.

Na França, a Comissão Nacional de Informática e Liberdades (CNIL) aplicou em maio de 2017 uma multa de 185.000 dólares ao Facebook por “faltas” em sua gestão de dados dos usuários.

O novo regulamento geral sobre a proteção de dados (RGPD), um texto europeu que entrará em vigor em 25 de maio, definirá normas mais claras para a coleta de dados.

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*Fonte: exame

Estamos cada vez mais perto da imortalidade?

Os avanços científicos e tecnológicos dos últimos anos levaram certas pessoas a pensar que podemos vencer a morte. Como faremos isso? Como seria uma sociedade de imortais?

Um dos grandes sonhos do ser humano é vencer a morte. São vários os exemplos de personagens (de mitológicos a literários) que tentaram derrotar as parcas e brincar de ser Deus. Hoje, cada vez mais linhas de pesquisa pretendem estender a vida a limites até então impensáveis. Porém, será que isso terá alguma consequência, como nas antigas lendas ou nos modernos livros de ficção científica?

Há alguns anos, começou-se a falar com cada vez maior insistência no transumanismo. Tal teoria dita que os avanços tecnológicos e científicos nos permitirão vencer as limitações do nosso corpo. Em teoria, já somos transumanos: usamos óculos, implantes para a surdez, marca-passos etc. Além disso, a possibilidade de cura das doenças graças à edição genética está começando a se tornar realidade.

Porém, o objetivo do transumanismo vai além: alcançar a pós-humanidade, um estado no qual o ser humano controla seu próprio destino e vence os problemas da vida física.

Nesse sentido, o corpo pode passar a ser unicamente um acessório: alguns dos transumanistas mais famosos, como o multimilionário russo Dmitry Itskov, dizem que acabaremos registrando nossa consciência em um suporte digital para poder trasladá-la a diferentes avatares. Segundo esse visionário, alcançaremos esse estado em menos tempo do que acreditamos, ao redor do ano 2045. Por isso, Dmitry batizou seu ambicioso projeto com essa cifra.

Livrar-nos do “gene da morte”

Outra guru da imortalidade é Cynthia Kenyon, bióloga molecular e vice-presidente de Pesquisas do Envelhecimento da Calico, aposta biotecnológica do Google (Sergey Brin, um dos fundadores do Google, é outro dos magnatas que mais investem nesta busca do “Santo Graal”).

Em 1981, Cynthia Kenyon descobriu os mecanismos reparadores do DNA. Em 1993, dobrou a duração da vida da espécie de verme C. Elegans alterando um único gene, chamado “o gene da morte”. Suas pesquisas conseguiram prolongar a vida de animais de laboratório em mais de 30%.

Com ou sem gene, existem espécies que parecem ter propriedades que as tornam especiais ao longo da vida, do chamado urso de água, que pode sobreviver nas condições mais extremas, até o axolote, a lagosta e o rato-toupeira-pelado. Este último, uma espécie de roedor que vive no Chifre da África, fascina os cientistas, pois não padece de câncer. Recentemente, descobriu-se que, por mais que vivam, não envelhecem: seu risco de morte é o mesmo com quatro ou vinte anos, algo que no ser humano se multiplica quando saltamos de uma década a outra.

Outros pesquisadores decidiram se adiantar e pesquisar diretamente no próprio corpo. Como a norte-americana Elizabeth Parrish, diretora-executiva da start-up Bioviva. Há dois anos, ela anunciou que se submetera a um tratamento de terapia de genes que deixou suas células duas décadas mais novas. Para evitar a dura legislação da Agência de Medicamentos dos EUA (FDA), ela viajou à Colômbia para submeter-se à experiência.

O tratamento envolvia injeções de material genético que permitiam estender os telômeros, regiões do DNA nos extremos dos cromossomos, cuja longitude está relacionada ao envelhecimento celular. Elizabeth Parrish fez o tratamento aos 44 anos. Por isso, será preciso esperar algumas décadas para comprovar o êxito da terapia.

Viver mais de mil anos

No entanto, quem sempre é citado no que se refere ao transumanismo é uma pessoa com imagem e nome exóticos: Aubrey de Grey, que com sua barba comprida parece um personagem da Liga Extraordinária, não um cientista.

Esse técnico em gerontologia dirige a SENS Foundation Research, instituição que pesquisa os problemas associados ao envelhecimento de uma perspectiva mais ampla que a do próximo tratamento contra o Alzheimer ou o câncer, doenças que o próprio Aubrey De Grey afirma que não serão curadas simplesmente por serem manifestações da idade: degradação neuronal ou genética.

No entanto, ele confia cegamente que a medicina será capaz de reparar os danos do corpo e afirma ser mais provável que, quando isso for alcançado, não vivamos apenas duzentos ou trezentos anos, mas mil. Aubrey De Grey é cofundador da Methuselah Foundation (Fundação Matusalém, em honra ao personagem bíblico que chegou a viver quase mil anos) junto a Paul F. Glenn, magnata dono do Cycad Group, fundo de capital de risco tecnológico.

Respaldo científico

Para Antonio Diéguez, catedrático de Lógica e Filosofia da Ciência na Universidade de Málaga (Espanha) e autor do livro Transhumanismo. La búsqueda tecnológica del mejoramiento humano [Transumanismo: A busca tecnológica do aprimoramento humano], esses projetos, embora “não careçam por completo de base racional”, necessitam um respaldo científico que ainda não é muito claro.

Um exemplo: a possibilidade de trasladar a consciência de corpo a corpo. “A noção de mente e consciência que subjaz esse tipo de afirmação é bem discutível”, comenta Antonio Diéguez. “Concebemos a mente como uma espécie de software que pode ser trasladado a diferentes hardwares e continuar funcionando com normalidade”, algo que está “longe de se tornar evidente”.

Mas… seremos capazes de viver tanto?

A expectativa de vida aumentou enormemente no século XX. Na Espanha, por exemplo, em 1919, quando foi criado o primeiro sistema público de previdência e se fixou a idade de aposentadoria em 65 anos, a expectativa de vida não chegava a 50. Hoje, é de 83 anos, superada apenas pelo Japão.

Mas devemos ter em conta que tal aumento se deve sobretudo à redução da mortalidade infantil. Eliminado esse fator, o aumento da longevidade em um século foi de cerca de 20 anos, o que é um dado positivo.

Por outro lado, segundo um estudo demográfico feito em 40 países e realizado pelo Albert Einstein College de Nova York, embora cada vez mais gente supere os cem anos, a vida parece ter alcançado seu ponto máximo nos 122 anos. Essa foi a idade com a qual morreu a pessoa mais longeva que já existiu, Jeanne Calment. Essa francesa faleceu em 1997. Hoje, duas décadas mais tarde, ninguém a superou, embora tenha aumentado o número de indivíduos centenários.

O que faremos quando nos tornarmos imortais?

Antonio Diéguez se mostra crítico com o mundo utópico vendido pelos gurus do transumanismo. Quando poderia se aposentar uma pessoa com expectativa de vida superior a, digamos, 300 anos? “Obviamente, nenhum sistema de bem-estar está preparado para algo assim. Não apenas teríamos que continuar trabalhando muitos mais anos, teríamos também que gerar controles de natalidade bem estritos” e “teríamos que mudar de profissão a cada certo tempo, pois não parece provável que um mesmo trabalho nos satisfaça durante centenas de anos”.

Para ele, a ideia de uma sociedade de seres imortais é “uma distopia, no mínimo, pouco animadora”. Ele não vê claro que os males do ser humano seriam resolvidos: “Os transumanistas tendem a pensar que os problemas sociais terão soluções tecnológicas; são, portanto, promotores mais ou menos involuntários de uma sociedade tecnocrática na qual restaria pouco espaço para a deliberação política de questões centrais.”

É possível intuir, além disso, uma brecha social. “O acesso a essas tecnologias de biomelhoramento ou “ciborguização” estará restringido às pessoas que possam pagá-lo.” E conclui: “É bem duvidoso que a sociedade possa oferecer oportunidades adequadas a todos os indivíduos melhorados tecnologicamente. Nem todos podem ser intelectuais, escritores de sucesso ou grandes artistas, esportistas ou cientistas. O nível de frustração pessoal poderia ser muito grande.”r

É possível que, como diz Aubrey de Grey, já tenha nascido a pessoa que viverá mais de mil anos. O que ainda não sabemos é em que tipo de sociedade ela viverá sua longa vida.

*Por Marcos Domínguez

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*Fonte: thedailyprosper

Startup australiana organiza corrida de carros voadores no deserto

Fórmula 1, caminhão, moto, bicicleta, rolimã… Tem corrida de tudo quanto é coisa, basta essa coisa se mexer. Mas nessa a startup australiana Alauda se superou: ela já está organizando o racha entre carros que ainda nem existem direito: os voadores.

A primeira corrida de quadricópteros pode acontecer em 2019, e no deserto. A empresa começou nesta semana a levantar dinheiro pelo Kickstarter para financiar a empreitada e transformar em realidade não apenas o evento, mas o carro voador em si. Por enquanto, a máquina é um protótipo em tamanho reduzido e ganhou o nome de Mark 1 Airspeeder.

Esse tipo de veículo é nada mais que um drone gigante, com decolagem e pouso na vertical. Por questões de segurança, logística e custo, especialistas têm avaliado esses carros como pouco viáveis em larga escala num futuro próximo, mas o CEO da Alauda, Matt Pearson, discorda. Para ele, colocar esses brinquedos para correr vai empurrar o desenvolvimento da tecnologia, assim como acontece em outras categorias de competição a motor.

O Alauda Mark 1 é um carro elétrico de baixa altitude com formato de veículo de corrida – um Fórmula 1 dos ares, no melhor estilo pod do Star Wars. Ele carrega apenas uma pessoa e chega à velocidade de 200 km/h.

Nos últimos dois anos, a companhia esteve trabalhando às escondidas, mas agora ela acredita que a novidade está madura o suficiente para os primeiros testes sérios. Um voo demonstrativo com piloto já está previsto para acontecer em janeiro de 2018.

Mais do que entrar no circo da velocidade, a Alauda quer chamar a atenção e vencer a corrida pelo mercado. Concorrentes como Airbus e Uber já estão trabalhando em veículos parecidos, mas não têm previsão de quando a tecnologia estará no dia a dia das pessoas.

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*Fonte: storia

Cientistas criam bactéria que come o CO2 do ar

Ironicamente, a solução para o aquecimento global pode estar numa criatura que adora calor: a bactéria Pyrococcus furiosus, que vive dentro de vulcões submarinos onde a temperatura chega a 100 graus. Numa experiência feita pela Universidade da Geórgia, nos EUA, esse micróbio recebeu cinco genes de outra bactéria subaquática, a Metallosphaera sedula. E dessa mistura saiu uma criatura capaz de algo muito útil: alimentar-se de CO2.

Exatamente como as plantas (que absorvem luz e CO2), mas com uma vantagem: a bactéria é mais eficiente, ou seja, se multiplica mais rápido e absorve mais CO2 do ar. “Agora podemos retirar o gás diretamente da atmosfera, sem ter de esperar as plantas crescerem”, diz o bioquímico Michael Adams, autor do estudo. Seria possível criar usinas de absorção de CO2, que cultivariam o micróbio em grande escala, para frear o aquecimento global. Depois de comer o gás, ele excreta ácido 3-hidroxipropiônico — que serve para fazer acrílico e é um dos compostos mais usados na indústria química.

Se a bactéria transgênica escapar e se reproduzir de forma descontrolada, poderia consumir CO2 em excesso e esfriar demais a atmosfera. Existe um mecanismo de segurança natural contra isso: ela só consegue comer o gás se a temperatura for de 70 graus (que seria mantida artificialmente nas usinas). Mas sempre existe a possibilidade de que a bactéria sofra uma mutação, supere esse bloqueio — e mergulhe a Terra numa nova era glacial. Talvez seja melhor deixar as plantas cuidando do CO2.

 

 

 

 

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*Fonte: superinteressante

Sherman, o robô com o objetivo de te fazer sorrir

Sherman é um relógio de mesa, desenvolvido pela MB&F e pela L’Epée 1839, cujo objetivo nada mais é do que contar as horas e fazer as pessoas sorrirem.

“O Sherman não fala, não monta carros e não foi feito para andar em Marte. Ele não tenta matar a Sarah Connor, resgatar Luke Skywalker, ou alertar Will Robinson”, disse seus criadores.

Sherman é o resultado da busca contínua de Maximilian Büsser de revisitar sua infância, durante a qual ele ansiava por um amigo robô. Suas mecânicas são baseadas em alta relojoaria e está disponível em uma edição limitada de 200 peças prateadas (banhadas a prata), 200 peças douradas (folheadas a ouro) e 50 peças douradas com pequenos diamantes.

Seu preço é de nada menos do que 12.547 euros.

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*Fonte: updateordie

Aplicativo do Google que ajuda a liberar espaço no celular é atualizado

O Files Go é um aplicativo que o Google lançou no Android para ajudar no gerenciamento de arquivos armazenados na memória dos smartphones. Ele agora ganhou uma atualização que adiciona novos recursos e torna a pesquisa de arquivos mais parecida com a busca do Google.

Enquanto o usuário digita o que está buscando no celular, o Files Go começa a oferecer resultados mais ou menos como a busca do Google faz na internet. O histórico de pesquisa também é armazenado no dispositivo, e os recursos funcionam mesmo com o smartphone desconectado da internet.

Outras novidades adicionadas pelo Google facilitam na hora de buscar arquivos duplicados: agora ele exibe onde os arquivos estão guardados para o usuário escolher qual dos dois vai ser apagado do aparelho. Como o Files Go também passou a exibir resultados do Google Fotos com a atualização, ele sugere a remoção de imagens que já tenham sido enviadas para a nuvem do Google.

A atualização do Files Go já está disponível, e todos os usuários que já contam com o aplicativo instalado devem receber os novos recursos.

 

 

 

 

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*Fonte: olhardigital

Fui entender como a neurociência quer hackear nossos cérebros

Antes de entrar na palestra “Hack The Brain: The Power of Neuroenhancement”, aqui no SXSW, não tinha realizado exatamente como os convidados trariam esse tema sem parecer algo sobre ficção científica. Até porque, num painel com um neurocirurgião, uma comunicadora e um professor de Stanford, eu não sabia muito o que esperar.

Eles começaram da forma mais simples, explicando quase que literalmente o que o título da palestra queria dizer: o poder do aprimoramento da neurociência na vida das pessoas.

Resumidamente, eles disseram que já existe uma tecnologia, que não é a ritalina, capaz de reprogramar as funções do cérebro e deixá-lo melhor e que isso realmente mudaria a forma de vida da sociedade.

Mas, como isso funcionaria na vida real?

Imagine doenças cognitivas como Alzheimer, que destrói a memória e outras funções mentais importantes. Agora imagine que essa tecnologia aliada à neurociência estão trabalhando para conseguir reprogramar o cérebro de pessoas que sofrem com a doença, “trocando os fusíveis” e apagando essas falhas, trazendo essas pessoas à vida normal novamente.

Implantando um chip, a tecnologia de neuroenhancement é capaz de mudar comportamentos e vícios do cérebro, como alcoolismo e anorexia, por exemplo. Isso acontece através de um estimulo o córtex, que pode inclusive curar pessoas com depressão.

Além de doenças, essa tecnologia também seria capaz de melhorar nosso potencial intelectual. Um pouco sobre como a ritalina age, mas muito mais poderoso e menos temporário. Você seria capaz de armazenar mais dados, avaliar melhor suas decisões, aproveitar o poder do seu consciente, prestar atenção em tudo que desejasse e tomar decisões muito mais assertivas.

Tudo parece maravilhoso, certo? Quase levantei a mão e perguntei em qual sala estavam implantando o chip.

Mas, existem riscos. Os convidados deixaram isso muito claro apesar de serem entusiastas e otimistas: não é tão permanente como se pensou. As doenças cognitivas, por exemplo, podem voltar em 10 ou 20 anos depois de implementar o chip no paciente.

Mas, não é apenas sobre isso. Com opiniões a favor e contra, os palestrantes trouxerem um ponto de vista interessante: o acesso a esse tipo de tecnologia será restrita o que poderia ser injusto para as camadas menos favorecidas da sociedade.

E o que isso implica? Num problema usual em países com desigualdade: os mais ricos teriam acesso à tecnologia, teriam mais chances nas melhores vagas de emprego (além de terem mais chances de sobreviver a uma doença, já que teriam dinheiro para pagar pelo chip).

A falta de acesso por todas as camadas da sociedade é problema que está sempre por perto, mas Henry Greely, professor de Stanford, disse algo para se pensar: “Quando o celular surgiu, apenas os mais favorecidos tinham acesso, poucos anos se passaram e hoje já são 5 bilhões de aparelhos no mundo”. A evolução é exponencial, mas o começo nem sempre é fácil.

Enfim, tudo isso parece muito maravilhoso, principalmente sobre o ponto de vista de exterminar doenças cognitivas e acabar com o sofrimento das pessoas, mas será que estamos preparados para melhorar a capacidade do nosso cérebro?

E mais: será que nós vamos saber lidar com os dados que os nossos pensamentos irão produzir e que estarão disponíveis? Essa preocupação já é real. O Facebook já tem disponível uma tecnologia que lê seus pensamentos e escreve o seu post sem que você precise digitar.

A grande questão é: quem vai ter acesso ao nosso pensamento nesse caso? O Facebook? A partir do momento que eu uso essa tecnologia, eles estão permitidos a controlar ou raquear meus pensamentos?

Fica aqui essa questão. São prós e contras como tudo na vida. Tudo tem a ver com aprimoramento, mas também com privacidade.

Na minha opinião, tudo que tem propósito faz sentido. Então, se for para aliviar o sofrimento humano com relação a doenças cognitivas, you go guys! Se for para tornar possível aprender uma língua nova apenas implantando um chip, you go too. Mas, se for para ter direitos sobre os meus pensamentos, thanks but no thanks.

Já dividimos dados demais por aí e meu pensamento é a única coisa que ainda é minha propriedade. Por isso, Mr. Zuckerberg, prefiro continuar perdendo tempo digitando, até porque eu adoro um textão.

Entre a invenção da roda e o lançamento da primeira nave espacial, uma coisa continua a mesma: a vontade humana de se recriar e ser impulsionada adiante.

Assim é o SXSW 2018. E esse é o DNA Hypeness.

O futuro é mais rápido, desafiador e inspirador do que se poderia imaginar. E é por isso que nossa passagem por Austin, para ver o SXSW de pertinho, tem um só objetivo: trazer para você hoje o que pode mudar o mundo amanhã.

*Por Janaína Navarrette

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*Fonte: hypeness

Veja os principais danos causados pelo lixo eletrônico ao meio ambiente

Lidar com o lixo eletrônico é hoje um dos principais desafios que as três esferas do poder público e a iniciativa privada enfrentam quando o assunto é a construção de uma sociedade realmente justa do ponto de vista social e ambientalmente sustentável.

De acordo com dados identificados em um estudo realizado pela Universidade das Nações Unidas em conjunto com a União Internacional das Telecomunicações, somente em 2017 foram gerados 44,7 milhões de toneladas desse tipo de resíduo em todo o mundo, sendo que até 2021 esse número deve crescer 17%.

Diante disso, é fundamental que tanto os governos quanto as empresas voltem mais sua atenção para essa questão tão primordial para o meio ambiente e para a saúde pública. Porém, para que isso ocorra, é necessário que todos estejam cientes dos danos causados pelo lixo eletrônico ao meio ambiente.

Quais são os principais impactos ambientais do lixo eletrônico?

De maneira geral, os principais danos causados pelo lixo eletrônico ao meio ambiente podem ser divididos em três grandes grupos. São eles:

Redução do tempo de vida útil dos aterros sanitários

Equipamentos eletrônicos como computadores e celulares têm em sua composição grandes quantidades de materiais que demoram muito tempo para se decompor naturalmente, como o vidro e o plástico. Quando descartados em aterros sanitários, esses materiais aumentam seu o volume do lixo no local e reduzem seu tempo de vida útil, causando ainda mais impacto ambiental.

Contaminação por metais pesados

Placas e demais circuitos eletrônicos de equipamentos possuem quantidades significativas de metais pesados — especialmente mercúrio, chumbo e cádmio. Este é um dos principais danos ambientais causados pelo lixo eletrônico ao meio ambiente, pois tratam-se de substâncias altamente poluentes e que afetam tanto a qualidade do solo quanto da água, dos rios quer e dos lençóis freáticos.

Danos à saúde pública

Apesar de não ser uma consequência ambiental propriamente dita, este problema está diretamente relacionado ao descarte incorreto do lixo eletrônico pois a poluição causada pelo descarte incorreto pode causar danos à saúde da população que vive no entorno dos aterros sanitários ou que vivem da separação dos resíduos destinados aos mesmos.

Qual a importância do descarte correto?

Para evitar os danos causados pelo lixo eletrônico, não há outro caminho que não seja investir no descarte correto e em programas de reciclagem que levem em conta todas as pessoas e instituições envolvidas na vida útil dos equipamentos.

Na esfera governamental, um importante passo foi dado com a instalação da Política Nacional de Resíduos Sólidos e dos Centros de Recondicionamento e Reciclagem de Computadores (CRCs), implementado pelo Governo Federal. Mas essas iniciativas não são suficientes. É preciso que sejam dados incentivos fiscais para empresas que realizam o descarte correto e evitam os danos causados pelo lixo eletrônico ao meio ambiente, uma vez que se trata de um processo custoso, em especial porque muitas empresas fornecedoras desses equipamentos ainda não possuem programas de logística reversa realmente funcionais.

Além disso, postos de descarte devem estar mais acessíveis à população como um todo, uma vez que hoje existem poucos locais nos quais o descarte correto do lixo eletrônico pode ser feito.

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*Fonte: pensamentoverde

Google lança fones de ouvido que traduzem 40 idiomas

O Google anunciou o lançamento de fones de ouvido inteligentes, que se chamam Pixel Buds e podem traduzir idiomas em tempo real, permitindo que você se comunique com estrangeiros sem precisar saber a língua deles – nem fazer mímicas.

Na apresentação do Google, que foi realizada nos EUA e transmitida pela internet, os novos fones foram dmeonstrados em uma conversa entre pessoas falando inglês e sueco. Segundo o Google, o produto fará a tradução de 40 idiomas.

“É como ter um tradutor pessoal ao seu lado”, disse juston Payne, gerente de produto do time de hardware do Google, no evento realizado em San Francisco.
Pixel-Bus-Google-Pixel-2

Os fones funcionam com conexão Bluetooth, e serão vendidos nos Estados Unidos por US$ 159. Não há informações sobre seu lançamento no Brasil. Os Pixel Buds são compatíveis com o novo smartphone do Google, o Pixel 2, e com celulares Android recentes.

A duração de bateria estimada é de 5 horas de uso. A caixinha dos fones, onde eles ficam guardados enquanto não estiverem em uso, servem como um carregador portátil, como acontece nos AirPods da Apple.

 

 

 

 

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*Fonte:

Novo traje espacial da Nasa foi projetado com “banheiro portátil”

Você já parou para pensar no que acontece quando bate a vontade de fazer o “número um” (ou,eventualmente, o “número dois”) em pleno espaço? Pois os engenheiros da NASA, a agência espacial norte-americana, estão projetando novas roupas espaciais justamente para contemplar essa questão. Chamado de Orion Crew Survival Systems Suits (OCSSS), o traje foi desenvolvido para os astronautas que ocuparão a nave Orion, capaz de transportar humanos a longas distâncias espaciais.

Com o início dos projetos para a realização de viagens de longa duração — e, em última instância, a exploração de Marte — é essencial que os equipamentos dos astronautas consigam fornecer a maior autonomia possível no caso de demora em retornar à nave. Com o OCSSS, os atronautas conseguirão ficar até seis dias em ambientes artificias: sem retirar o equipamento, os tripulantes poderiam realizar atividades básicas, como se alimentar e fazer xixi e cocô.

Antes de desenvolver o OCSSS, a NASA pediu a ajuda de colaboradores: a agência lançou um desafio chamado HeroX — apelidado carinhosamente de “Desafio do Cocô Espacial”, para reunir ideias a respeito das necessidades fisiológicas dos astronautas.

Além das colaborações, os engenheiros também recorreram aos ensinamentos da Missão Apollo, que levou os primeiros humanos à Lua. Principalmente em relação ao que não deu certo: os astronautas da Apollo defecavam em uma espécie de sacola acoplada ao traje de voo. O problema é que o sistema era extremamente rudimentar e propenso a falhas — para que defecassem pouco durante a missão, os astronautas foram submetidos a uma dieta especial.

Os dispositivos da OCSSS contam com maior tecnologia para que a experiência de realizar as necessidades fisiológicas não seja tão desconfortável assim. Para os homens, há uma espécie de camisinha acoplada no pênis responsável por recolher a urina. No caso das mulheres, o desafio é um pouco maior: como em ambientes de microgravidade os líquidos tendem a ficar “aderidos” nas superfícies, há o risco do fluxo de saída da urina ficar prejudicado por conta da presença dos pelos púbicos. Por isso, a engenharia da NASA estuda implantar uma espécie de tubo a vácuo de baixa intensidade capaz de coletar a urina com maior conforto.

Quando estão na Estação Internacional Espacial (ISS), por exemplo, os astronautas contam com um aparelho de sucção a vácuo que coleta a urina e a matéria fecal para despejá-la ou reciclá-la para consumo — o astronauta Scott Kelly bebeu 730 litros de sua própria urina e suor durante a estadia de 340 dias contínuos na nave. No caso das expedições espaciais, os trajes contam com uma espécie de fralda capaz de coletar os dejetos. Definitivamente, a vida de astronauta não é fácil…

 

 

 

 

 

 

 

 

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*Fonte: revistagalileu

Este robô constrói o mobiliário dos sonhos das pessoas

Enquanto a carpintaria se tornou mais segura ao longo dos anos, um grupo de engenheiros do MIT quer reduzir o risco de perda de dedos, cortes e contusões ainda mais. O novo sistema também modificou a tecnologia comumente encontrada, incluindo peças do famoso robô automatizado Roomba.

O sistema de robôs AutoSaw permite que os carpinteiros não habilidosos projetem o mobiliário que eles querem em um ambiente seguro. O sistema dá aos usuários a capacidade de personalizar uma variedade de modelos para cadeiras, mesas e outros móveis, de acordo com um comunicado de imprensa da universidade. O AutoSaw pode até ser usado para projetos maiores, como construir uma varanda, por exemplo.

O sistema ainda oferece aos usuários a capacidade de personalizar seus móveis em casas e espaços de forma única. A equipe do MIT disse que até proporcionaria a alguém a capacidade de criar uma mesa interessante para se adequar a um espaço em uma cozinha pequena.

No entanto, a AutoSaw pode combinar a precisão do software com a manobrabilidade das ferramentas manuais. Ele aproveita anos de conhecimento especializado sobre design e deixa robôs para fazer as partes mais arriscadas. Ele usa CAD OnShape para fins de design. Uma vez que um usuário está contente com seu design, eles podem enviá-lo para o sistema robótico para levar esses desenhos à realidade.

A equipe também foi capaz de fazer uma mesa com precisão humana sem precisar de um humano para se aproximar de uma lâmina.

 

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*Fonte: engenhariae

NASA está querendo comercializar a Estação Internacional Espacial

Enquanto o homem ainda não chega à Marte, uma segunda aposta da agência espacial dos Estados Unidos é arranjar formas de lucrar com sua Estação Internacional. Já pensou em ver os astronautas usando novos modelos da Nike nos pés e com cartazes de diversas marcas espalhadas por dentro da nave?

Com essa nova política comercial da NASA, empresas e companhias de capital privado ganham uma maneira de divulgar sua marca e produtos, o que, sem dúvida, vai impactar os cidadãos de todo o mundo.

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“Hoje, há um número de atividades que são proibidas. Não podemos fazer propaganda e marketing ou práticas com propósito de lucrar”, explicou o subdiretor da Estação Internacional Espacial, Robyn Gatens.

“Nós gostaríamos de abrir essa possibilidade, mas precisamos explorar quais mudanças legais precisam ser tomadas. Então, estamos embarcando nessa ideia e desenvolvendo políticas para tornar possível que entidades comerciais utilizem a Estação Internacional como uma nova possibilidade de mercado”, completou.

Isso não quer dizer que a NASA não tenha associação com nenhuma empresa privada. Pelo contrário, a agência tem contrato com as companhias SpaceX e Orbital ATK, que já lançaram missões para o laboratório em órbita. Outro exemplo é o modelo inflável da empresa Bigelow Aerospace, que foi acoplado à Estação Internacional Espacial em 2016.

Esse impulso de comercializar a Estação Internacional está aliado a um desejo de privatizar as atividades da órbita terrestre baixa (LEO, em inglês), uma prioridade do governo de Donald Trump.

Exemplo disso é o pedido de orçamento da Casa Branca para 2019, que elimina o financiamento direto para a Estação Internacional em 2025 e aloca cerca de 150 milhões de dólares para encorajar o desenvolvimento de marcas do setor privado a investir nas plataformas de órbita terrestre baixa.

Essa nova medida orçamentária está sendo vista com ressalva por alguns e ainda será discutida no Congresso norte-americano.

Também há quem diga que, mesmo que ela entre em vigor, isso não significa que a Estação Espacial será ‘desorbitada’ em 2025. “É possível que continuemos a operar certas partes da Estação, ou ela inteira, durante esse novo modelo. A questão é que, devido a forma com que nós administramos a Estação hoje, e considerando que o governo nos regula, a ideia é que ela se torne algo mais comercial”, explicou Gatens.

 

 

 

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*Fonte: revistagalileu

Reversão dos polos magnéticos da Terra está atrasado; e não estamos preparados para quando acontecer!

O campo magnético da Terra, que ocorre em razão ao núcleo do planeta, é como uma grande bolha que nos protege contra a radiação vinda do espaço, mais especificamente do Sol, conforme observado pela BBC Brasil.

No entanto, essa “bolha protetora” está sujeita à instabilidade, de modo que já passou por centenas de reversões magnéticas ao longo da história do planeta. Fato é que se tornou muito habilidoso em inverter suas polaridades norte e sul – de tempos em tempos.

De acordo com a Futurism, nos últimos 20 milhões de anos, essa reversão ocorreu a cada 200.000 – 300.000 anos, e de maneira bem-sucedida. Há cerca de 40.000 anos, os polos fizeram uma tentativa infrutífera de inversão, enquanto que a última completa foi registrada há cerca de 780 mil. Logo, com base em um padrão estabelecido, especialistas acreditam que estamos um pouco atrasados para uma nova reversão.

De fato, o campo magnético do planeta já está mudando, o que poderia significar que os polos estão se preparando para virar. No entanto, enquanto ainda não podemos confirmar se a inversão está próxima, ela é real e não podemos fugir deste fenômeno natural e de suas consequências. Embora não seja incomum para a Terra, dessa vez a reversão poderia ter sérias implicações para a humanidade.

Para tentar determinar a iminência do evento, cientistas começaram a usar imagens de satélite e cálculos complexos para estudar o deslocamento do campo magnético. Eles descobriram que o ferro líquido incandescente e o níquel, presentes no núcleo do planeta, estão drenando a energia da região onde é gerado o campo magnético.

Eles também descobriram que o polo magnético ao norte é mais turbulento e imprevisível do que o ao sul. Então, se ambos se tornassem fortes o suficiente para enfraquecer o dipolo (sistema constituído de duas cargas separadas por uma distância), inevitavelmente mudariam de lado.

Entretanto, embora os cientistas não saibam se essa mudança acontecerá em breve, essa atividade no núcleo da Terra sugere que é possível que ocorra em futuro próximo.

Como a mudança dos polos nos afetaria?

O campo magnético permite que a vida seja possível na Terra, uma vez que estamos protegidos dos raios solares e cósmico. Quando eles alternam, este escudo protetor pode ser reduzido até um décimo de sua habilidade natural.

O processo, que poderia demorar séculos, irá expor a Terra à radiação. Eventualmente, quando essa radiação atingisse a superfície, tornaria regiões inabitáveis e causaria a extinção milhares de espécies.

Embora nada disso tenha acontecido durante a existência da humanidade, é possível que um campo magnético enfraquecido afete os sistemas de satélite em órbita, causando efeitos em redes elétricas e, consequentemente, apagões mundiais com décadas de duração. Neste cenário, poderíamos contar que celulares, computadores, eletrodomésticos, GPS, instalações hospitalares e até mesmo militares teriam seu funcionamento comprometido, o que é problemático, uma vez que estamos cada vez mais dependentes da tecnologia e armazenamento de dados. Logo, a vida como conhecemos poderia mudar para sempre.

Entretanto, nossa capacidade de reconhecer essa possibilidade antecipadamente nos permite nos preparar para isso. Para começar, empresas de satélites poderiam começar a colaborar umas com as outras, compartilhando ideias sobre como equipar satélites mais modernos que estariam à prova dessa inversão.

Governos, empresas e comunidades poderiam se unir para formar planos de ação, encontrando maneiras de armazenar energia. Já o governo deveria garantir para que o público seja educado adequadamente sobre o tema da reversão dos polos de modo que, quando acontecesse, não incitasse pânico generalizado – evitando assim suicídios em massa.

Os polos da Terra estão mudando há milhões de anos, e eles continuarão a fazer isso para sempre. Sendo assim, o melhor que podemos fazer é nos preparar para a próxima vez.

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*Fonte: jornalciencia

Primeiro cabo de internet ligando América do Sul e África chega ao Brasil

Após 6,3 mil quilômetros de construção, o primeiro cabo submarino de internet a ligar América do Sul e África finalmente chegou ao Brasil. O chamado SACS (South Altantic Cables System) começou a ser instalado na Praia do Futuro, em Fortaleza (CE), nesta semana.

Do Ceará, o cabo se conecta à África por meio da cidade de Sangano, na costa de Angola. É o primeiro cabo submarino de internet instalado no Oceano Atlântico Sul e, quando estiver operando, promete trafegar mais de 40 Terabits por segundo.

Até chegar a Fortaleza, a instalação durou apenas dois meses, mas ainda não chegou ao fim. A empresa Angola Cables, uma das envolvidas na construção do sistema, agora fará o aterramento do cabo, uma série de testes e, por fim, a conexão com o data center da capital cearense.

Mesmo com essas etapas pela frente, a previsão é de que o SACS comece a operar ainda no primeiro semestre deste ano. Através dele, a transferência de dados entre os dois continentes ficará mais rápida e estável, acelerando a conexão e a comunicação entre mais países.

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*Fonte: olhardigital

Youtuber flagra poder de arranque do caminhão elétrico Tesla Semi

Elon Musk anda com tudo ultimamente. Depois de realizar com sucesso o voo experimental do mais poderoso foguete da atualidade com direito a um Tesla Roadster, agora é a vez da demonstração do poder de um dos veículos mais aguardados de 2019: o youtuber Richard Fielder flagrou o momento em que o caminhão elétrico Tesla Semi arranca em uma rua dos Estados Unidos.

O gigante mecânico alcança de 0 a 60 mph (quase 100 km/h) em 5 segundos e em 20 segundos com carga de 36 toneladas, a partir de quatro motores independentes nos eixos traseiros. A versão com autonomia de 300 milhas deve custar US$ 150 mil e a de 500 milhas deve sair por US$ 180 mil — e o gasto médio esperado por milha é de US$ 0,85, bem mais em conta que o transporte por gasolina ou por trilhos, que registram US$ 1,51 nessa comparação.

“Não é apenas suicídio econômico usar um caminhão à diesel. É um suicídio econômico para os trens. O caminhão bate até os trens”, gabou-se Elon Musk, no ano passado. Bom, ele pode, até porque essa confiança toda está bem representada em números. Desde que foi anunciado em novembro do ano passado, o Tesla Semi passou a ser procurado por várias redes corporativas, como a Sysco e a Walmart.

Para ter uma ideia, a Pepsi e a companhia de tráfego de material UPS já encomendaram 100 e 125 unidades, respectivamente. A Tesla Motors espera começar a produção em escala comercial no próximo ano.

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*Fonte: tecmundo

Aprenda a localizar o IMEI do seu celular e bloqueá-lo em caso de roubo

Se você tiver o seu smartphone furtado, roubado ou simplesmente perdê-lo, existe uma maneira de inutilizar o aparelho a distância. Aqui, estamos falando do bloqueio do dispositivo por meio do IMEI, um código único e intransferível que cada aparelho recebe na sua fabricação.

Trata-se de uma estratégia para diminuir a taxa de roubos de celulares, uma vez que não dá para tirar muitas vantagens financeiras de um aparelho bloqueado, seja roubando dados ou tentando revendê-lo para outra pessoa.

E ao que indicam as estatísticas, parece que muitos usuários já se deram conta da vantagem desse recurso. Segundo dados da ABR Telecom, 5 milhões de aparelhos celulares foram bloqueados por roubo ou perda no Brasil em 2015.

Onde localizar o IMEI do seu aparelho

Caso ocorra algum dos casos citados acima (torcemos para que não!), você pode solicitar à operadora o bloqueio do IMEI, além do chip. Dessa forma, a pessoa que estiver de posse do seu aparelho não conseguirá realizar nenhum tipo de ação nele.

O número de identificação do seu aparelho está descrito na nota fiscal da compra e também na etiqueta colada embaixo da bateria.

Caso você não possua mais a nota fiscal nem a caixa, não se preocupe, existe uma terceira maneira de conseguir o código. Para isso, basta digitar “*#06#” no teclado numérico. Assim, imediatamente, o número do IMEI aparece na tela.

É bom você fazer isso e anotá-lo já! Depois que não estiver mais de posse do aparelho, não conseguirá descobrir o código se não tiver guardado a nota fiscal ou a embalagem.

Vale ressaltar que uma vez bloqueado, o aparelho se torna inutilizado, portanto, vale tentar encontrá-lo primeiro e apagar todas as suas informações para garantir a privacidade.

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*Fonte: uolseguranca

Nove algoritmos que podem estar tomando decisões sobre sua vida – sem você saber

Um vídeo que mostra o médico David Dao sendo removido de um voo da United Airlines em um aeroporto de Chicago, nos Estados Unidos, viralizou em abril passado.

O episódio gerou prejuízos à imagem da empresa americana, cuja tripulação queria que Dao cedesse seu lugar a um funcionário para que ele fosse ao destino do voo, Louisville, para render a equipe local. Mas quase nenhuma das críticas tratou de um elemento crucial do ocorrido: a necessidade de retirar o médico do voo foi decidida por uma máquina, mais especificamente por um programa de computador.

É exemplo clássico de como esses programas, conhecidos como algoritmos, estão tomando decisões que afetam nossas vidas, muitas vezes sem que a gente sequer saiba disso.

Especialistas já manifestaram sua preocupação com a falta de transparência no uso de sistemas de inteligência artificial nesta tomada de decisões. Mesmo assim, seu uso está se popularizando: um algoritmo já pode decidir se você será escolhido para uma entrevista de emprego ou se conseguirá um empréstimo, com quem você se relacionará e até mesmo quanto tempo de prisão um criminoso “merece”.

Reunimos a seguir alguns exemplos de como sua vida já pode estar sendo afetada por algoritmos.

1. O computador decide se você fará ou não uma entrevista de emprego

Currículos são cada vez mais descartados sem sequer passar por mãos humanas. Isso porque as empresas estão empregando sistemas automatizados em seus processos seletivos, principalmente na análise de centenas de milhares de inscrições.

Nos Estados Unidos, estima-se que mais de 70% dos candidatos sejam eliminados antes de serem avaliados por pessoas. Para as companhias, isso economiza dinheiro e tempo, mas alguns questionam a neutralidade dos algoritmos.

Em um artigo na revista Harvard Business Review, Gideon Mann e Cathy O’Neil argumentam que esses programas não são desprovidos de preconceitos humanos, então, isso pode levar a decisões tendenciosas por parte da inteligência artificial.

2. Quer dinheiro emprestado? Seu perfil na rede social pode afetar isso

Historicamente, quando alguém pede dinheiro a uma instituição financeira, a resposta vai depender da análise das chances do empréstimo ser pago, com base na proporção entre a dívida e a renda desta pessoa e seu histórico de crédito.

Não é mais assim: agora, algoritmos reúnem e analisam dados de múltiplas fontes, que vão desde padrões de compra a buscas na internet e sua atividade em redes sociais.

O problema é que esse método usa informações coletadas sem o conhecimento ou colaboração de quem pede o dinheiro. Também há uma questão em torno da transparência do código do algoritmo e seu comportamento tendencioso.

3. Um algoritmo pode te ajudar a achar um amor, mas pode não ser quem você espera

Não é uma surpresa que sites de namoro usam algoritmos para identificar duas pessoas compatíveis. É um dos seus principais apelos para o público, na verdade.

Mas a forma como isso é feito não é muito clara, especialmente após o eHarmony, um dos principais deste mercado, ter revelado no ano passado que fez ajustes na preferências de seus clientes para aumentar suas chances de encontrar um par ideal, algo que pode incomodar quem perdeu tempo para respoder às 400 perguntas necessárias para se ter um perfil no site.

Mas até mesmo em alternativas como o aplicativo Tinder, em que as variáveis são bem menos complexas (geografia, idade e orientação sexual), as combinações não são tão simples assim.

Quem usa o serviço recebe uma nota secreta sobre o quanto essa pessoa é “desejável”, calculada para “permitir melhores combinações”, segundo o Tinder. A fórmula é mantida em segredo, mas os executivos da empresa por trás do aplicativo já indicaram que o número de vezes que o perfil de alguém é curtido ou rejeitado tem um papel crucial sobre isso.

4. Um programa pode determinar se você é viciado em drogas e se conseguirá contratar um plano de saúde

O mal uso de medicamentos e drogas é a principal causa de mortes acidentais nos Estados Unidos, e especialistas com frequência se referem a esse problema como uma epidemia.

Para lidar com isso, cientistas e autoridades estão se unindo em projetos baseados em dados. Recentemente, no Estado do Tennessee, nos Estados Unidos, a operadora de planos de saúde Blue Cross e a empresa de tecnologia Fuzzy Logix anunciaram a criação de um algoritmo para analisar nada menos do que 742 variáveis e, assim, avaliar o risco de um comportamento abusivo com medicamentos.

Isso levantou uma questão ética: os dados analisados incluem o histórico médico e até mesmo o endereço residencial. O argumento a favor desse tipo de intervenção é que isso pode salvar vidas e mitigar prejuízos ao sistema de saúde – viciados em opioides têm, por exemplo, 59% mais chances de serem usuários de alto custo.

O mercado de inteligência artificial em saúde deve crescer de US$ 670 milhões (R$ 2,13 bilhões) em 2016 para quase US$ 8 bilhões (R$ 25,4 bilhões) até 2022, segundo um estudo feito pela consultoria MarketsandMarkets, e essa previsão foi feita antes do anúncio de que a gigante do varejo Amazon entrará neste mercado.

Acredita-se que o uso de algoritmos e da inteligência artificial nesta área deve tornar a tomada de decisões mais eficiente e reduzir o número de erros humanos.

5. Eles determinam até se um filme será feito

Essa não é a primeira vez que alguém dirá que Hollywood tem uma fórmula para produzir sucessos. Mas é diferente do processo baseado na experiência e instinto de produtores ao selecionar um roteiro ou elenco.

Algoritmos são usados para analisar não só as chances de um filme ir bem nas bilheterias, mas também quanto dinheiro ele fará. Esse serviço é oferecido por várias empresas, e Paramount, Universal e Warner Bros, alguns dos principais estúdios de Hollywood, contratam essas consultorias.

Além de comparar um novo filme com uma base de dados de produções passadas, esses serviços afirmam que podem detectar o impacto de mudanças na história e até mesmo entre os atores.

6. Algoritmos influenciam em quem você vota e quem será presidente

Em uma época em que dados tornaram-se mais importantes do que empatia e carisma no mundo da política, algoritmos são cruciais para candidatos em busca de votos.

Não foi só a retórica de Barack Obama que impressionou em sua ascensão rumo à indicação do Partido Democrata para disputar a Presidência dos Estados Unidos em 2008, mas também seu uso desta tecnologia.

A campanha de Obama mirou incessantemente nos eleitores indecisos, usando uma série de informações para individualizar ao máximo os perfis do eleitorado.

Quase dez anos depois, Emmanuel Macron conseguiu uma vitória inesperada na França com uma estratégia similar – algoritmos ajudaram a identificar distritos e bairros que eram os mais representativos do país como um todo. Isso ajudou a guiar sua equipe na realização de 25 mil entrevistas usadas para estabelecer as prioridades e estratégias de sua campanha.

7. A polícia usa algoritmos para prever se você será um criminoso

O sistema de vigilância da China sobre seus 1,3 bilhão de habitantes é bem conhecido, mas parece haver espaço para expandi-lo. O governo anunciou em 2015 o desenvolvimento de um sistema capaz de “prever crimes” com base em dados pessoais, como o histórico médico e entregas de compras.

Grupos de direitos humanos acusaram as autoridades chinesas de violar a privacidade dos cidadãos, dizendo que o real propósito do sistema é monitorar dissidentes.

A China não é, no entanto, o único país a usar algoritmos para prever crimes: o policiamento baseado em dados é aplicado nos Estados Unidos há mais de uma década, e algumas forças de segurança britânicas começaram em 2012 a usar softwares de mapeamento e previsão de crimes.

O programa é bem simples em comparação com algo como o mundo retratado pelo filme Minority Report (2002): dados sobre os tipos de crimes, sua localização, data e hora geram um mapa identificando as áreas onde eles provavelmente voltarão a ocorrer.

Segundo uma pesquisa do centro britânico Royal United Services Institute for Defence and Security Studies, algoritmos podem ter até dez vezes mais chances de prever a localização de um crime futuro em comparação com o policiamento comum.

No entanto, um destes sistemas, o PredPol, usado pela polícia da Grande Manchester, no Reino Unido, gerou uma polêmica. Pesquisas mostraram que ele criava uma distorção em que policiais eram enviados para os mesmos bairros repetidamente, independentemente das reais taxas de criminalidade nestas áreas.

8. Um computador pode te mandar para a prisão

Juízes em ao menos dez Estados americanos estão tomando decisões em casos criminais com a ajuda de um sistema automatizado chamado COMPAS, baseado em um algoritmo de análise de risco para prever a probabilidade de uma pessoa cometer um novo crime.

Um caso famoso nesse sentido ocorreu em 2013, quando um homem chamado Eric Loomis foi condenado a sete anos de prisão por fugir da polícia e dirigir um carro sem a permissão do dono no Estado de Wisconsin.

Antes de a sentença ser proferida, autoridades apresentaram uma avaliação, feita com base em uma entrevista com Loomis e informações fornecidas pelo algoritmo sobre sua probabilidade de reincidência – o resultado indicava que ele tinha um “alto risco de cometer novos crimes”.

Seus advogados questionaram a condenação usando vários argumentos, entre eles que o COMPAS foi criado por uma empresa privada e que informações sobre o algoritmo não foram reveladas. Também afirmaram que os direitos de Loomis foram violados, porque a avaliação levava em conta fatores como gênero e raça.

De fato, uma análise de mais de 10 mil casos na Flórida ao longo de dois anos, publicado em 2016 pela ONG ProPublic, mostrou que a previsão de alto risco de reincidência era mais comum para negros do que para brancos.

9. Eles podem influenciar seu dinheiro

Esqueça as imagens de pessoas gritando na bolsa de valores com telefones nos ouvidos. Transações no mercado de ações estão se tornando cada vez mais um produto de cálculos feitos por algoritmos, que são mais rápidos do que qualquer humano e compram e vendem papéis em questão de segundos.

Defensores desta tecnologia afirmam que uma máquina é imune à volatilidade emocional do mercado e investe mais racionalmente. Isso, no entanto, foi questionado em 2010, quando algoritmos foram apontados como os culpados pelo crash que fez desaparecer temporariamente do mercado de ações americano US$ 1 trilhão.

Um relatório do banco JP Morgan estimou que, em 2017, investimentos com base em algoritmos ou fórmulas computacionais responderam por quase 90% do volume de transações com ações nos Estados Unidos.

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*Fontre: bbc brasil

Entenda as diferenças entre as gerações de processadores Intel

Sempre que alguém pensa em comprar um computador, o mesmo pensamento vem à tona: qual processador devo escolher? Seja para casa, seja para a empresa, a escolha do processador em um computador é crucial, pois ele é nada mais que o coração de sua máquina.

No entanto, qual processador escolher? Processadores Intel ou AMD? I3, I5, I7 ou I9? Qual geração? Neste post, será falado sobre processadores Intel e a diferença entre seus modelos e gerações. Confira!
Os processadores Intel

Os processadores da Intel são divididos em famílias diferentes. Um exemplo famoso é a família Pentium, que produziu os processadores mais utilizados da década de 90 e anos 2000, como o Pentium 2 e Pentium 4, muito famosos no Brasil.

A família Core é a mais recente da Intel e contempla os modelos I3, I5 e I7. Apesar do nome similar, o I9 não pertence à família Core e, sim, à família X, que é voltada para desempenhos extremos. Cada modelo é criado para um uso específico e as diferenças entre eles são sublimes e focadas para o melhor desempenho nas áreas em que foram criados. Além disso há a família Xeon, voltada para uso profissional.

I3

Processador feito para as tarefas do dia a dia, como acessar à Internet, escrever um documento em um editor de texto, assistir a um filme etc. Tem o melhor custo-benefício de todos os processadores dessa família. Seu uso está focado principalmente em notebooks, de modo que a economia de bateria é essencial.

Seus processadores geralmente contêm 2 núcleos. O diferencial do I3 é que ele utiliza a tecnologia de threads, chamada de hyperthreading, que simula, em cada núcleo, 2 threads diferentes. Isso faz o computador achar que o processador tem 4 núcleos, aumentando bastante o seu desempenho quando comparado a outros processadores de 2 núcleos.

I5

É utilizado tanto em computadores residenciais quanto em comerciais. É conhecido como um processador de alto desempenho, capaz de lidar com jogos modernos e alguns programas de edição pesados.

Seus modelos podem vir em duas configurações diferentes: 2 núcleos com hyperthreading ou 4 núcleos sem hyperthreading. No entanto, seu grande diferencial para os modelos I3 é a tecnologia Turboboost.

I7

É considerado o modelo mais potente da família Core. É amplamente usado para rodar jogos de última geração e softwares de produção de conteúdo. Seu foco é a alta velocidade e o desempenho máximo.

Ao contrário dos demais, o I7 apresenta uma variedade de configurações, partindo de 2 núcleos até incríveis 10. Todas as versões do I7 apresentam as tecnologias de hyperthreading e TurboBoost disponibilizadas nos modelos anteriores. Além disso, o grande diferencial desse processador é contar com uma quantidade maior de cache L3, a cache de uso comum dos núcleos, o que aumenta muito a capacidade de processamento.

I9

A série I9 é focada em produzir os processadores para desktop mais poderosos da Intel. Esse processador é voltado para o público entusiasta que gosta de jogar games de última geração em 4K e gerir editores de vídeo, bem como para pesquisadores da área, que usam o processador para fazer overclock e quebrar recordes de velocidade.

Essa linha contém até 18 núcleos e 36 threads. Além disso, eles funcionarão em um chipset, com suporte para SSD NVMe , três SSDs M.2, dez SATAs e portas de rede 10Gbps, garantindo a última geração em todos os outros componentes que acompanham o processador.

Xeon E3

A linha Xeon de processadores entrega, ao usuário, o melhor suporte para ferramentas visuais; estações de trabalho de pequeno porte; servidores de armazenamento; estações em nuvem; transcrição de mídia e Internet das Coisas.

O uso profissional dessa linha é seu grande diferencial. Ela foi feita para ser mais estável e durável, conseguindo trabalhar em 100% de sua capacidade por 24 horas por dia, nos 7 dias na semana. Todo esse poder de processamento sem sofrer qualquer tipo de superaquecimento.

Além disso, a linha Xeon suporta memórias ECC e outras tecnologias de topo que complementam a estabilidade do computador.

O Xeon E3 trabalha com até 4 núcleos e 8 threads (assim como a maioria dos i7), 8 MB de cache e uma frequência que pode chegar até 4,2 GHz.

Xeon Scalable

A linha Scalable da Xeon traz o que há de mais inovador em toda a linha de processadores Intel. Ela veio para substituir as linhas E5 e E7 da Xeon. Por meio da nova plataforma, chamada de Purley, a Intel lança o conceito de escalonamento de processadores.

Divididos em 4 linhas diferentes — Bronze, Silver, Gold e Platinum —, os processadores Scalable contêm até 28 núcleos por soquete, com velocidade de até 3.8 GHz. O chipset que comporta o processador aceitará até 24 slots de memória DDR4 ECC, com capacidade máxima de até 2.048 GB de RAM.

Para renderização e simulação, não há um processador no mercado que consiga oferecer tamanha performance e estabilidade quanto os Xeon Scalable.

O grande diferencial da linha está relacionado às novas tecnologias introduzidas: Intel VMD e Intel VROC. O VMD fornece gerenciamento ininterrupto do armazenamento PCI Express, enquanto o VROC fornece um software de gerenciamento de RAID utilizando a PCI Express.

As gerações da Intel

É sabido que a Intel produz os processadores da família Core desde 2010. O que diferencia um modelo fabricado em 2010 de outro feito em 2017 é a geração ao qual pertence.

Cada geração de processadores apresenta um avanço tecnológico diferente. A tecnologia mais evidente chama-se litografia e impacta no tamanho que o processador tem. Ou seja, os processadores vão ficando menores e mais potentes com o tempo.

As otimizações feitas de geração para geração incluem outros fatores importantes, como o consumo de energia. Além disso, há a adequação às novas tecnologias, como memórias suportadas, chips gráficos e tamanho da memória cache.

Para identificar à qual geração um processador Intel pertence, basta olhar o número de seu modelo. Por exemplo, o processador I5-6200U pertence à 6ª geração, enquanto o I5-5200U (o U significa que é um modelo de processador para notebook) pertence à quinta. O primeiro número após o modelo é o que traz esse indicativo.

Atualmente, a família de processadores Core encontra-se na oitava geração, lançada em setembro de 2017. Os modelos populares dessa geração são o I3-8100, o I5-8400 e o I7-8700.

Para quem não quer entrar em muitos detalhes de diferenças entre gerações de processadores, diz-se que, por via de regra, uma geração é 15% mais eficiente que a anterior. Voltando ao exemplo do I5-6200U e I5-5200U, dá pra afirmar que, mesmo sem saber de detalhes, o primeiro é 15% melhor que o segundo.

Escolher um dos processadores Intel parece ser mais complicado do que parece. Por isso, é preciso conhecer bem a questão na hora de montar uma estação de trabalho. É preciso entender seus modelos e gerações para que o mais adequado seja escolhido.

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*Fonte: razorcomputadores

Advogados + Robôs = O futuro já começou

O desenvolvimento da tecnologia trouxe avanços imensuráveis em todos os setores das nossas vidas:

  • Transformou a própria ciência;
  • Permitiu inovações em todas as áreas do conhecimento;
  • Modificou meios de entretenimento, comunicação, ensino, divulgação de informações;
  • Facilitou de diversas formas as nossas vidas;
  • Mudou completamente a nossa forma de pensar, sentir e de viver as relações humanas.

A sociedade vive novos tempos. A tecnologia e a globalização trouxeram inúmeros benefícios e inovações, mas provocaram também abalos. A diversidade está aumentando, culturas, valores e questões éticas e morais estão em crise, assim como são crescentes as preocupações com o meio ambiente, que sofre as consequências do desenvolvimento desmedido, com as relações humanas, cada vez mais superficiais e com o uso intensivo de máquinas, que acabam por gerar desemprego.

Não é novidade que as máquinas, já há algum tempo, têm substituído o ser humano em algumas das suas mais diversas funções, mas, de certa forma, estamos diante de uma nova realidade. Estamos no futuro, aquele que foi imaginado e retratado em muitos filmes e desenhos de ficção científica décadas atrás.

Nunca se falou tanto em inteligência artificial, na substituição do homem por robôs, e nas iminentes mudanças das relações de emprego e do mercado de trabalho.

Mas será que seremos substituídos por robôs? A advocacia está preparada para tamanha inovação?

A advocacia não só está preparada como já está utilizando a inteligência artificial, através de robôs e diversas outras ferramentas de gestão que fazem parte do mundo empresarial.

As práticas de gestão operacional, como a criação de fluxos de atividades padrões e sua integração com o sistema de informação (software de gestão), visando o controle de informações e a extração de relatórios estratégicos, a implantação de compliance, para o controle do cumprimento das políticas internas e externas e redução de riscos, o desenvolvimento de plano de carreira, com foco na retenção de talentos e a controladoria jurídica, com o controle e divulgação de resultados, ajudaram os escritórios de advocacia a criar diferenciais competitivos, redução de custos e benefícios à imagem e reputação.

Investimentos em tecnologia da informação, assim como a ampla utilização do marketing jurídico, criaram oportunidades para a realização de serviços jurídicos diferenciados e estratégicos, mas inovações são sempre necessárias para alcançar novos horizontes, e os advogados devem estar sempre atentos para criar, desenvolver e novamente criar valores para a advocacia.

O crescente interesse nas inovações tecnológicas e a busca incessante por aperfeiçoamento atraiu muitas bancas de advocacia para práticas de integração de robôs com os sistemas de gestão operacionais, softwares jurídicos bots, utilizados para a captação de dados, acesso aos Tribunais e processos eletrônicos, análise e controle de documentos, gestão de processos judiciais, e diversas outras funções programáveis.

Os robôs são programados com os fluxos para o desenvolvimento das tarefas delimitadas e desempenham as atividades administrativas, compreendidas principalmente na área da controladoria jurídica, reservando aos advogados o trabalho técnico – jurídico.

Mas incessantemente surgem novas notícias e expectativas acerca da programação de robôs para a própria atividade da advocacia, o desenvolvimento do saber jurídico.

Será possível?

O primeiro advogado-robô brasileiro, denominado ELI (sigla em inglês para Inteligência Legal Melhorada) utiliza a inteligência artificial para ajudar o advogado no aumento da sua produtividade. É um assistente personalizado, voltado a otimizar as funções operacionais e até mesmo intelectuais.

A inteligência artificial permite ao robô ter muitas competências dos seres humanos, ainda melhoradas, como o pensar, pois ele dispõe de mecanismos que permitem velocidade no acesso a bancos de dados, a possibilidade de realizar diversas conexões entre as informações obtidas, alta produtividade, e a reduzida probabilidade de cometer erros, eliminando significativamente riscos.

A tecnologia é capaz de criar um sistema cognitivo em uma máquina, para que a mesma possa aprender ao processar informações, aperfeiçoando ininterruptamente o seu desempenho, ou seja, a inteligência artificial possui a competência de desenvolvimento do aprendizado através de experiências.

Mas a Inteligência artificial ainda não é capaz de desenvolver as habilidades de sentir, de processar emoções, e de ter empatia, ela pode até reconhecê-las e interagir com o ser humano de acordo com as programações que são feitas neste sentido, mas nem tudo pode ser matematizado e programado, a máquina não consegue criar a partir das emoções, não consegue intuir, e não é capaz de participar das interações humanas em um nível emocional.

O ser humano é muito complexo e até hoje não conseguiu decifrar o integral funcionamento do cérebro. Como poderá criar uma máquina a sua imagem e perfeição se não conhece por completo o seu próprio funcionamento?

As máquinas são e sempre serão úteis e funcionais para ajudar o ser humano nas suas tarefas diárias, repetitivas e administrativas, mas não conseguirá substituir o homem no seu principal objetivo, viver, com a sua inteligência intelectual, emocional e muitas outras que fazem parte do indecifrável sistema humano.

A inteligência artificial pode e deve ser utilizada como uma extensão das funções humanas, pois nenhuma tecnologia pode ser criada sem a atuação do homem, e não se pode negar a importância de tal ferramenta ao profissional do direito, que precisa estar conectado com os acontecimentos globais econômicos, políticos, sociais e legais, se atualizar constantemente acerca das novas leis, precedentes dos Tribunais, acompanhar e controlar processos e clientes, dentre as inúmeras outras funções diárias que compreende o exercício da advocacia.

A ferramenta é capaz de ajudar o profissional a vencer todos os desafios de forma ágil, pois consiste em uma fonte de consulta inesgotável, que ajuda a melhorar a produtividade e a gestão da informação e do conhecimento, sendo de grande relevância para otimizar os fluxos da advocacia massificada, permitindo a automatização de processos operacionais e jurídicos, através de softwares bot, aplicações que simulam ações humanas no desempenho de tarefas rotineiras. Ou seja, tudo indica que a inteligência artificial é passível de agregar valor ao exercício da advocacia, mas não de substituir o seu principal capital, o ser humano.

E não se pode esquecer ainda o alto custo envolvido na aquisição e programação dos robôs, além do impacto da geração de desemprego na economia global. Muitas são as chances de termos parceiros robôs em nossos desafios diários, mas esta ainda é uma realidade distante.

A humanidade já passou por diversas mudanças, muitas profissões foram desenvolvidas e descartadas com o passar do tempo. O que já foi útil e necessário um dia deixou de ser. Novas necessidades surgiram e novos trabalhos foram criados. O ser humano inventa, reinventa, e destrói com muita facilidade o que criou, para novamente criar, aprimorar, e destruir.

Dificilmente este ciclo será quebrado, mas uma coisa é certa, a advocacia sempre precisou e precisa lidar com o lado humano dos seus clientes, que sempre enfrentam situações altamente emocionais e, neste sentido, nada melhor do que ser humano na condução da resolução dos conflitos.

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*Fonte: avisourgente

Ezfly é um hoverboard que promete voar até 3 quilômetros de altura

O Ezfly é um novo modelo de hoverboard que tem feito sucesso na Internet por conseguir voar guiado por um condutor. O skate tem propulsores a jato que dispensam o uso de fios ou outros dispositivos externos. Além disso, o veículo, que ainda está em fase de protótipo, promete atingir 130 km/h e chegar a 10 mil pés, cerca de 3 quilômetros de altura.

O produto está sendo desenvolvido pelo inventor francês Franky Zapata, conhecido por criar transportes que usam propulsão aquática para recreação. O Ezfly ainda não tem data de lançamento prevista, mas já desperta o interesse para o uso militar. A estimativa é de que seu preço seja por volta de US$ 250 mil, algo em torno de R$ 795 mil, em conversão direta.

Quer comprar um hoverboard? Saiba o que você precisa ter atenção

O projeto está em desenvolvimento pelo menos desde 2016. Naquele ano, Zapata mostrou uma versão preliminar do seu veículo aéreo, chamado de Flyboard Air. O Ezfly, no entanto, ganhou algumas melhorias em relação ao modelo anterior, como um apoio de mãos para oferecer um maior equilíbrio.

O hoverboard traz um conjunto de sete propulsores a jato: cinco na parte inferior da plataforma e dois localizados nas laterais. O consumo é estimado em 3,7 litros de gasolina por minuto. Mais detalhes técnicos, como o tempo de autonomia, ainda não foram revelados. A nível de comparação, a versão anterior tinha uma duração estimada de 10 minutos de uso.

Uma das vantagens do Ezfly é a facilidade de controle. O modelo faz curvas, acelera ou diminui a velocidade apenas com o peso do corpo, semelhante ao segways. Além disso, ele também vem com um algoritmo que promete garantir a estabilidade no ar.

Segurança

Não há expectativa de que, em um futuro próximo, modelos deste tipo se tornem uma alternativa de transporte para a população. Isso está relacionado principalmente a questões de segurança, já que é pouco provável alguém voar em um tipo de skate a 3 quilômetros de altura sem qualquer tipo de proteção. Outro fator que pode entrar em jogo é a regulamentação do governo. Até os drones estão sendo impedidos de voar em determinados lugares ─ um dos motivos para a GoPro desistir desse mercado.

Ao que parece, o uso do skate deverá ser restrito, inicialmente, aos militares. Em um teste, no ano passado, membros das Forças Armadas dos Estados Unidos puderam experimentar o Ezfly em um voo acima de um lago no Texas. Entretanto, ainda não há informações de algum exército que pretenda usar o Ezfly no campo de batalha.

 

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*Fonte: techtudo

Aprenda a identificar câmeras de vigilância escondidas em apês alugados

Com a popularização do Airbnb, o aluguel de apartamentos de temporada vem sendo buscado por um número cada vez maior de viajantes. Porém, esse tipo de hospedagem pode esconder um lado assustador.

Em novembro de 2017, o usuário do Twitter Jason Scott contou a história de um amigo que descobriu uma câmera escondida em um apartamento alugado. “Um colega meu achou estranho que havia apenas um detector de movimento no quarto que alugou pelo Airbnb e voilà, é uma câmera IP conectada à internet. (Ele saiu do apartamento às 3h, reportou o ocorrido, o anfitrião foi suspenso e meu colega obteve reembolso.)“, escreveu.

Porém, como detectar quando situações assim estiverem ocorrendo? Existem algumas maneiras práticas de fazer isso, como lista uma reportagem publicada pelo jornal britânico Independent.

A mais simples entre elas foi justamente uma dica oferecida em resposta ao tweet acima. É possível utilizar o aplicativo Fing para detectar se alguma câmera IP está conectada à rede wi-fi do apartamento. O app é gratuito para Android e iOS.

Outro método bastante eficaz é apagar todas as luzes da casa e acender a lanterna de seu celular. Passe o feixe de luz devagar por todo o ambiente. Se houver uma câmera escondida, as lentes irão refletir a luz, facilitando a descoberta. O método funciona entre 92% e 95% dos casos.

Especialistas indicam ainda buscar em lugares suspeitos, com pequenos buracos que poderiam ser utilizados para as gravações. Normalmente, câmeras de voyeurismo estarão localizadas em banheiros ou no quarto – locais em que os hóspedes costumam trocar de roupa. Pesquise em lâmpadas, detectores de fumaça e objetos que possam parecer estranhos.

Caso suspeite que um espelho é falso, você também pode fazer o teste do dedinho: ao encostar com o dedo na superfície do espelho, a imagem deve refletir uma lacuna entre o dedo real e o reflexo. Se isso não ocorrer, é bem provável que se trate de um espelho falso – leia mais sobre o assunto aqui.

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*Fonte: hypeness