13 atitudes que contribuem para um trânsito mais seguro

Confira boas práticas indicadas pela campanha Trânsito+gentil, da Porto Seguro, para que qualquer pessoa possa contribuir para a transformação das cidades

Não existe trânsito seguro sem que motoristas, motociclistas, ciclistas e pedestres tenham uma mudança de comportamento e passem a considerar pequenas gentilezas como práticas comuns de nosso dia a dia.

É isso o que prega a campanha Trânsito+gentil da Porto Seguro, que aproveita a Semana Nacional do Trânsito, entre os dias 18 e 25 de setembro, para trazer ainda mais destaque sobre a importância deste tema.

Nós da Catraca Livre também nos sentimos parte deste movimento pela gentileza no trânsito e para provar que essa transformação é possível a partir de pequenos gestos, listamos abaixo 13 dicas para você colocar em prática agora mesmo.

Pedestres

Mesmo sendo um dos mais vulneráveis, o pedestre tem papel importante na segurança do trânsito e na transformação dele em um ambiente mais gentil. Algumas mudanças de postura que podem contribuir para que isso aconteça incluem:

1 – Fazer contato visual com o motorista mesmo quando for atravessar na faixa de segurança. É de extrema importância que você tenha certeza que ele está te vendo;

2- Andar com atenção nas calçadas de postos de gasolina. Nesses lugares existe uma intensa movimentação de veículos e motocicletas e é comum que pequenos acidentes, facilmente evitáveis, aconteçam;

3 – Respeitar a ciclovia. Afinal, ela foi feita para os ciclistas pedalarem com segurança e não para você caminhar;

O volume de ciclistas tem aumentado de maneira exponencial nas grandes cidades. Essa tendência seguirá forte no pós-isolamento, como comprova uma recente pesquisa sobre o crescimento de 50% na venda de bicicletas no Brasil, entre os meses de maio e junho.

Com todo esse volume de novos ciclistas surge a necessidade de que atitudes de gentileza sejam tão importantes quanto achar uma ciclovia perto de você. Algumas práticas que podem ser tranquilamente adicionadas durante as pedaladas incluem:

4 – Ficar atento no que acontece à sua frente e evitar ao máximo olhar para trás. Isso pode te ajudar a se livrar de algo que possa vir a dar errado no seu caminho;

5 – Sinalizar com antecedência caso você precise entrar em alguma rua ou sair da sua faixa. Os outros veículos precisam diminuir a velocidade e isso contribui para evitar sustos desnecessários;

6 – Nada de competir com as motos. Você não tem um motor e ainda por cima não possui quase nenhum tipo de proteção;

Motociclistas
Catraca Livre dá dicas de gentileza para tornar o trânsito mais seguroCrédito: Banco de Imagens/BigstockMotociclistas devem ter atenção para evitar os pontos cegos dos carros, ônibus e caminhões

Uma das maiores frotas no trânsito das cidades, as motos fazem parte deste intenso microcosmo urbano que tem na intensa relação dos motociclistas com outros veículos, uma de suas principais características.

É por conta disso que se faz mais do que necessário cuidado redobrado na hora de circular nas vias. Entre as dicas para tornar mais gentil o dia a dia do motociclista, podemos destacar:

7 – O uso do farol aceso de noite e de dia. Pode parecer exagero, mas não é. Motoristas te veem muito melhor com o farol ligado;

8 – A atenção para evitar os pontos cegos dos carros, ônibus e caminhões. Quanto maior o veículo, maior esses pontos;

9 – Respeitar as ciclovias e ciclofaixas como lugares exclusivos para os ciclistas. Evitando acidentes desta forma;

Motoristas
Catraca Livre dá dicas de gentileza para tornar o trânsito mais seguroCrédito: Banco de Imagens/BigstockQuando um motorista te der passagem, sorria e agradeça

E pra fechar essa lista não poderia faltar, é claro, dicas para os motoristas. São as pessoas atrás dos volantes que tornam a segurança no trânsito possível e se você se atentar para estas quatro dicas, vai perceber o quanto é fácil promover essa mudança:

10 – Quando um motorista te der passagem, sorria e agradeça. O mesmo pode acontecer com você quando for a sua vez de retribuir essa gentileza;

11 – Dar passagem aos ciclistas não custa nada. Eles são ágeis e passam rapidinho! Isso não vai te atrasar;

12 – Sempre que possível, deixe espaço entre o seu e outros carros, para que os motociclistas possam mudar de faixa com mais agilidade;

13 – Não se esqueça das setas. Elas servem de sinal às pessoas que estão atravessando uma via sem semáforo para pedestres;

Agora que você já conhece algumas destas gentilezas, chegou a sua hora de colocá-las em prática. E se quiser conhecer muitas outras acesse o site www.transitomaisgentil.com.br.

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*Fonte: catracalivre

Este novo sistema sul-coreano de guard-rail poderá salvar milhões de vidas

Uma empresa coreana desenvolveu um produto para reduzir os impactos severos de guard-rails e salvar mais vidas.

De acordo com a Federal Highway Administration, o guard-rail pode funcionar para levar o veículo sem controle de volta para a pista, ou diminuir a velocidade do mesmo até parar por completo, ou ainda dependendo da velocidade, o veículo pode passar direto pelo guard-rail.

”O tamanho e a velocidade do veículo pode afetar o desempenho do guard-rail.” Explica.

Geralmente, os guard-rails são compostos por chapas de aço e não podem garantir “a segurança do motorista”. Guard-rails mais suaves protegem os motoristas de choques e dão assim, mais oportunidade para salvar suas vidas.

*Por: Ademilson Ramos

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*Fonte: engenhariae

Como exatamente os limites de velocidade são calculados?

Quaisquer que sejam suas opiniões sobre os limites de velocidade, você deve estar se perguntando exatamente como eles são determinados. Por acaso, o processo é bastante lógico.

Pelo menos na maioria das ocasiões.

Aqui, exploramos a história dos limites de velocidade e analisamos rapidamente como eles são definidos pelas autoridades locais.

Quando os limites de velocidade foram introduzidos pela primeira vez?

Você pode estar interessado em saber que os limites de velocidade pré-datam os veículos motorizados. Um dos primeiros da história foi estabelecido pela colônia americana de Nova Amsterdã no século XVII.

Esse limite impedia que vagões, carrinhos e trenós fossem executados, montados ou conduzidos a galope sob a punição de “dois quilos de flamengo” (cerca de US$ 50 hoje). Por volta de 1832, “The Stage Carriage Act” foi introduzido no Reino Unido para impedir a “condução furiosa”.

A ascensão da locomotiva levou à imposição de limites de velocidade adicionais em lugares como o Reino Unido até o final do século XIX. Um deles, o “Red Flag Act” de 1865, estabeleceu limites de 16 km/h (10 mph) em estradas abertas, 3,2 km/h (2 mph) em cidades e 6,4 km/h (4 mph) em áreas rurais para mecanicamente veículos propelidos.

Curiosamente, a primeira pessoa a ser condenada por uma infração em alta velocidade é amplamente considerada como Walter Arnold de East Peckham, Kent, Reino Unido. Em 1896, ele foi multado em 1 xelim mais os custos legais por exceder o limite de velocidade de 13 km/h (8 mph).

Muitos países ao redor do mundo começaram a seguir o exemplo, com um limite de velocidade inicial sendo estabelecido no início do século XX, em Connecticut. Outros estados dos EUA logo se impuseram nas próximas décadas.

Como são determinados os limites de velocidade?

Em suma, os limites de velocidade são estabelecidos por uma autoridade pública sob recomendação de opiniões dos membros do trabalho público e estatístico dos engenheiros de tráfego. Mas, é claro, há um pouco mais do que isso.

Os limites de velocidade da estrada são definidos por meio de uma combinação de política e ciência. No nível político, os limites de velocidade são geralmente leis aplicáveis em muitos países ao redor do mundo.

Por esse motivo, eles tendem a ser definidos por funcionários eleitos e aplicados pela aplicação da lei. Os limites de velocidade variam de acordo com a localização (área residencial ou rodovia, por exemplo) e outras condições.

Nos Estados Unidos, por exemplo, as ruas da cidade tendem a ser fixadas em 40 km/h, as estradas rurais tendem a ter limites de velocidade de 80 km/h e as rodovias tendem a ter também limites de velocidade de 80 km/h. Limites semelhantes são estabelecidos em outros países, como aqui no Brasil.

Mas há mais para determinar e definir limites de velocidade do que isso. Na grande maioria das ocasiões, os limites de velocidade são estabelecidos após um período de consulta com o público e especialistas em campo.

Seja uma estrada recém-construída ou uma solicitação foi recebida para alterar um limite de velocidade, o processo tende a ser o seguinte.

Os membros do público são consultados a fim de verificar suas opiniões sobre o assunto. Isso geralmente resulta em uma disseminação de opiniões de muito rápido (para pessoas que tendem a receber ingressos) a muito rápido para residentes que vivem ou trabalham no local específico em questão.

Os membros do conselho farão contato com os engenheiros de trânsito de sua jurisdição para acessar o limite de velocidade da estrada. Eles terão uma abordagem mais objetiva para formular um limite de velocidade recomendado.

Eles precisam equilibrar a necessidade de tornar as estradas o mais seguras possível, além de permitir que o tráfego se mova o mais rápido possível em uma estrada. Para ajudar nesse processo, os engenheiros de tráfego realizarão um estudo de velocidade.

Eles consistem em uma revisão da função, projeto e uso diário da estrada. Eles tendem a fazer perguntas como:

A estrada é usada por passageiros ou moradores locais?
Qual a largura das pistas?
Qual a largura dos ombros?
A estrada é curva ou reta?
Alguma interseção? Algum ponto cego?
Os engenheiros tentarão calcular a “velocidade do 85º percentil” para um trecho específico da estrada.

Em estatística descritiva, os percentis são medidas que dividem a amostra (por ordem crescente dos dados) em 100 partes, cada uma com uma percentagem de dados aproximadamente igual.

Qual é a “velocidade do percentil 85”?

Com uma revisão básica da estrada concluída, os engenheiros realizarão uma contagem de tráfego para determinar a quantidade real e a velocidade média dos veículos na estrada. Isso tenderá a envolver a instalação de um cabo especial na estrada, ou sistema de radar, em pontos estratégicos para automatizar o processo.

Com esses dados, os engenheiros analisam os números para determinar a “velocidade do 85º percentil”. Se a estrada estiver bem projetada e um limite de velocidade apropriado já estiver definido, a “velocidade do percentil 85” deve estar bem no local.

A “velocidade do 85º percentil” é aquela na qual 85% de todo o tráfego tende a viajar a uma velocidade específica ou abaixo de uma determinada velocidade no ponto estudado em uma estrada.

Os engenheiros também terão uma visão da taxa histórica de colisões na estrada. Isso é então comparado à taxa geral da localidade.

Estes tendem a ser calculados como um número de acidentes por milhão de milhas percorridas, mas outras métricas também são usadas.

Com todas essas informações coletadas e analisadas, o engenheiro de tráfego fará uma recomendação. Geralmente, eles fazem uma das três recomendações, dependendo do resultado do estudo:

Se as taxas de colisão na estrada forem altas e a “velocidade do percentil 85” estiver próxima da existente, o engenheiro geralmente recomenda uma redução no limite de velocidade.
Se a taxa de colisão for alta, mas a “velocidade do 85º percentil” for muito superior ao limite de velocidade atual, o engenheiro tenderá a manter a existente, mas aumentará a aplicação da lei.
Se as taxas de colisão forem baixas e a “velocidade do 85º percentil” for muito superior ao limite de velocidade existente, o engenheiro poderá recomendar o aumento do limite de velocidade.

Quais são os 3 tipos de limites de velocidade?

Nos Estados Unidos, existem 3 conjuntos ou tipos de limite de velocidade que você deve conhecer. De acordo com bigdawglaw.com, eles são os seguintes: –

Limite de velocidade absoluto – O limite de velocidade absoluto é o limite de velocidade publicado em uma área. Você ultrapassa o limite de velocidade absoluta se ultrapassar a velocidade registrada em qualquer valor.
Limite de velocidade presumido – O limite de velocidade presumido não é tão simples. Se um oficial acredita que você quebrou o limite de velocidade presumido, ele ou ela acredita que sua velocidade não se adequava às condições da época.
Limite básico de velocidade – Quando surge um problema envolvendo o limite básico de velocidade, significa que um policial acredita que sua velocidade de condução não era segura, mesmo que estivesse igual ou abaixo do limite estabelecido. Nesse caso, o oficial precisaria provar que sua velocidade apresentava um problema de segurança.

Qual é o limite de velocidade quando não há limite lançado?

Em muitos países do mundo, existem limites de velocidade nacionais para certos tipos de estradas. Esse é o caso mesmo se não houver limites de velocidade lançados reais presentes.

No Reino Unido, por exemplo, os limites nacionais de velocidade são os seguintes:

Áreas residenciais – Os limites de velocidade, se não houver sinais, são definidos para 48km/h (30 mph). A presença de lampiões e casas, é claro, é uma boa indicação desse limite. Em algumas circunstâncias, o limite de velocidade pode ser de 32 km/h (20 mph), mas isso deve ser claramente indicado.
Estradas-A: As estradas-A são as principais vias rápidas, simples ou duplas. Se a estrada for de pista única, o limite nacional de velocidade será de 97 km/h (60 mph).
Auto-estradas: O limite de velocidade nas auto-estradas também é de 113 km/h (70 mph). Novamente, algumas rodovias, ou certos trechos de rodovia, podem ter limites de velocidade mais baixos, mas isso será claramente sinalizado.

Mas esses limites variam amplamente em todo o mundo.

*Por Ademilson Ramos

 

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*Fonte: engenhariae

Quando a fila ao lado parece mais rápida, vale a pena mudar de faixa?

Não. Quando o trânsito é causado por excesso de veículos (e não por acidente ou obra da pista, por exemplo), os carros mantêm a mesma velocidade média em todas as faixas. A impressão de que a fila ao lado está andando é só isso mesmo: impressão. “Escolha um veículo de referência e acompanhe seu deslocamento: não será tão diferente do seu”, sugere o engenheiro Luiz Vicente, especialista em trânsito e tráfego da Universidade Presbiteriana Mackenzie.

Às vezes a fila do lado de fato anda mais rápido, mas é momentâneo. Acontece quando um carro muda de faixa, por exemplo: a faixa de que ele saiu anda um pouco mais – e a fila em que ele entrou trava por um tempo. A presença de um caminhão ou ônibus também não ajuda. O importante é que, em longo prazo, todos os motoristas tendem a manter velocidades parecidas. Mudar de faixa só aumenta o risco de causar um acidente – melhor sossegar.

*Por: Bruno Vaiano

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*Fonte: superinteressante

 

Google Maps começa a alertar sobre radares de velocidade

Um dos recursos mais esperados do Google Maps parece já ter começado a alcançar alguns usuários e em algumas regiões do planeta. Nós falamos sobre os alertas de radares de velocidade.

Em novembro passado, vimos como o Google Maps estava testando o envio de alertas de acidentes e radares. Agora, o aplicativo já começou a avisar sobre os controles de velocidade.

Como dissemos, apenas alguns usuários tiveram acesso a esse novo recurso, que parece estar ainda em fase de teste. Também é desconhecido em quais áreas os avisos de radares serão ativados. Assumimos que isso dependerá das leis de cada país.

O Google Maps parece herdar o aviso de radar do aplicativo Waze, que ele comprou há mais de cinco anos. Assim como ocorre no seu “irmão mais novo”, serão os próprios usuários que avisam se há um radar de velocidade.

O Google Maps mostrará visualmente os radares com um ícone de cor laranja no mapa. Ao tocar no ícone do radar, veremos a data de atualização do aviso. Se estivermos usando o modo de navegação, o Google Maps nos notificará por voz sobre a presença do mesmo.

A empresa ainda não divulgou de forma oficial o início da funcionalidade em mapa online, o que deve ocorrer já nas próximas semanas.

>> Google Maps: confira um guia completo para usar os principais recursos!

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*Fonte: olhardigital

MacRebur: empresa que constrói estradas com plástico retirado dos oceanos

Você provavelmente nunca refletiu sobre o assunto, mas o asfalto e o plástico são feitos do mesmo material.

Sim, o petróleo é a base de ambos. Portanto, não seria genial se usássemos todo o plástico que está poluindo nossas cidades e oceanos para criar estradas ao invés de extrair mais petróleo com essa finalidade?

A boa notícia é que já tem gente fazendo isso!

A empresa MacRebur, criada pelos britânicos Toby, Nick e Gordon, está usando resíduos plásticos para criar um novo tipo de asfalto.

O material ganhou os nomes de MR6, MR8 e MR10 e os compostos devem ser misturados à planta junto com o betume. Após 18 meses de testes, a tecnologia está pronta para ser utilizada e garante estradas 60% mais resistentes do que aquelas feitas com asfalto convencional.

Um outro benefício também deve incentivar o uso desta matéria-prima: o preço. Afinal, lixo é um material que temos em abundância pelo mundo (infelizmente) e, com isso, acaba sendo bastante econômico utilizá-lo em iniciativas como essa. Cada tonelada de asfalto utiliza de três a dez quilos de resíduos plásticos.

 

 

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*Fonte: hypeness

Por que se dirige do lado esquerdo no Reino Unido (e em outros 55 países do mundo)?

Por que se dirige do lado esquerdo no Reino Unido?

“Essa é uma pergunta que sempre me fazem”, diz o britânico Gareth Edmunds, de 59 anos, que vive em Bristol, no oeste da Inglaterra, e é dono de um alojamento para estudantes estrangeiros.

“Quando saio com eles, percebo que ficam assustados quando veem outro carro se aproximando pela direita; acham que vamos bater”, conta.

A realidade não é exclusiva da Inglaterra: também se dirige do lado esquerdo em outros 55 países e territórios na Ásia, África, Europa, Oceania ou nas Américas, segundo o levantamento Ways of the World: A History of the World’s Roads and the Vehicles that Used Them (“Caminhos do Mundo: Uma história das estradas do mundo e os veículos que usam eles”, em tradução livre).

Entre eles, as ex-colônias britânicas são, previsivelmente, maioria: Austrália, Índia, Tailândia, África do Sul, Zimbábue, Guiana, entre outros. Mas também há países que não foram colonizados pela Inglaterra, como Japão e Moçambique.

No início do século 20, muitas dessas antigas colônias, depois de se tornarem independentes, preferiram passar a dirigir do lado direito, mas, em outras, a tradição herdada dos colonizadores permaneceu.

Na prática, segundo um estudo da Universidade de Frankfurt, na Alemanha, um quarto das estradas em todo o mundo foi construída para carros com o volante do lado direito.

Mas de onde vem essa antiga tradição?

As origens

“Minha teoria é de que isso tem a ver com os tempos remotos nos quais, se um estranho se aproximasse de você, você se deslocaria para a esquerda, de modo a não baixar a guarda, uma vez que sua arma seria empunhada do lado direito”, especula Edmunds.

Essa hipótese é compartilhada por Stephen Laing, curador do British Motor Museum, que possui a maior coleção do mundo de carros históricos britânicos. Ele diz que esse hábito remonta aos tempos da Roma Antiga.

“A maioria das pessoas é destra, cavalga com a mão esquerda e precisa deixar a direita livre para lutar”, explica. “Os exércitos romanos, por exemplo, marchavam pela estrada do lado esquerdo e essa é a convenção que permaneceu”, acrescenta.

Com o desenvolvimento urbano, os cavalos e as carruagens continuaram a trafegar do lado esquerdo. Quando os carros apareceram, eram considerados carruagens sem cavalos, então também passaram a circular no lado esquerdo.

Giles Chapman, que escreve sobre automóveis, diz que o British Roads Act de 1835 (uma espécie de Código de Trânsito) estabeleceu por lei que se dirigiria do lado esquerdo no Reino Unido e em suas colônias.

“A regra foi exportada, por exemplo, para o Japão, onde os engenheiros britânicos planejaram que as ferrovias do país fossem conduzidas pela esquerda, o que levou ao estabelecimento de uma regra semelhante para os veículos que trafegavam nas estradas”, explica.

Por que outros países dirigem do lado direito?

No final de 1700, a maior parte do mundo também dirigia do lado esquerdo. Mas, com a chegada da Revolução Francesa, muitos deles passaram a querer se misturar com as classes mais baixas, então começaram a dirigir no centro ou do lado direito.

Muitos países da Europa acabaram seguindo o exemplo da França.

Esse também foi o caso dos Estados Unidos que, embora colonizados pelos britânicos, não dirigem do lado esquerdo.

Ainda em 1700, as carroças puxadas por vários pares de cavalos começaram a ganhar popularidade na então colônia britânica, explica o escritor Fraser McAlpine, especialista em cultura popular.

Não havia assento para o condutor, que se sentava no último cavalo do lado esquerdo, uma vez que habitualmente segurava o chicote com a mão direita. Além disso, por estar sentado à esquerda, naturalmente preferia que outras carroças passassem por esse lado de forma a garantir uma distância segura das rodas de carroças que vinham no sentido contrário. Transitar pelo lado direito da estrada lhe possibilitava isso.

Quanto custaria ao Reino Unido passar a dirigir do lado direito?

O governo britânico avaliou essa possibilidade em 1969, dois anos depois que a Suécia passou a dirigir do lado direito.

Mas a ideia acabou refutada por motivos de custo e de segurança. Naquele ano, o custo da mudança foi calculado pelo governo em 264 milhões de libras. Atualmente, este valor equivaleria a 4 bilhões de libras (ou R$ 18 bilhões).

Trata-se, porém, de uma estimativa conservadora, considerando os grandes avanços na infraestrutura desde 1969.

Stephen Laing, do Museu Britânico de Automóveis, diz que não consegue imaginar uma mudança desse tipo atualmente. “Acredito que estabelecemos nossas regras a ferro e fogo”, diz ele. “Toda nossa infraestrutura foi construída pensando a condução do lado esquerdo; não consigo ver qualquer mudança no futuro”.

Em nota, o Departamento de Transportes do Reino Unido (órgão equivalente ao Ministério de Transportes no Brasil) informou que “não temos uma política a respeito disso porque é algo em que não estamos interessado neste momento”.
Mas por que os britânicos andam pelo lado direito?

O Código de Pedestres do Reino Unido recomenda que, onde houver uma via, “se evite estar ao lado da calçada de costas para o trânsito”. Considerando que os britânicos dirigem do lado esquerdo, obedecer essa regra significa andar do lado direito.

Acrescenta o código: “se não houver calçada, mantenha-se do lado direito da via de forma que possa ver o tráfego que vem em sua direção”.

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*Fonte: bbc Brasil

Motorista que estourar limite de 20 pontos perderá carteira por pelo menos seis meses

O motorista que estourar 20 pontos em multas de trânsito perderá a Carteira Nacional de Habilitação (CHN) pelo prazo mínimo de seis meses. Antes, a punição inicial era de apenas um mês. O tempo máximo continua de 12 meses.

O Departamento Estadual de Trânsito de São Paulo (Detran-SP) informou que a nova norma será aplicada a partir desta terça-feira (1º) no estado. No Rio Grande do Sul, o Detran-RS diz que vai esperar a regulamentação das normas pelo Conselho Nacional de Trânsito (Contran). Ainda não há data para que isso ocorra.

A mudança de prazos foi estabelecida em uma lei federal aprovada em novembro do ano passado. Se o motorista é reincidente, o limite mínimo de punição passou para oito meses — até agora, era de seis meses. A mudança na lei vale apenas para infrações cometidas a partir do dia 1º de novembro de 2016. Isso porque a punição ocorre para motoristas que atingem 20 pontos em multas no intervalo de 12 meses.

Quando a pontuação é alcançada, o infrator é notificado pelo Detran sobre a instauração do processo. Quanto a permissão de dirigir é revogada, o condutor precisa ir até um posto do departamento de trânsito e entregar o documento, que é devolvido só após o prazo de suspensão correr e depois que o motorista apresenta um certificado de conclusão de um curso de reciclagem.

No primeiro trimestre deste ano, o Departamento Estadual de Trânsito (Detran-RS) instaurou 19.199 processos de suspensão ou cassação da CNH no Estado. Esse número – que inclui ainda ações como embriaguez ao volante e excesso de velocidade – representa alta de 952% comparado ao mesmo período em 2008. A abertura de um processo de suspensão da habilitação não significa o recolhimento imediato do documento, uma vez que a punição só ocorre passada a última possibilidade de defesa. No Rio Grande do Sul, a conclusão do procedimento leva, em média, três anos.

Suspensão

Punição: motorista perde o direito de dirigir por tempo determinado Quando é aplicada: quando o motorista alcança 20 pontos ou mais no período de 12 meses ou em casos de infrações como dirigir embriagado, conduzir em velocidade acima de 50% do limite da via ou participar de racha. Como a carteira é recuperada: o condutor entrega a CNH, aguarda o fim do período da punição e se submete a um curso de reciclagem.

Como é o procedimento administrativo de suspensão

1 – O motorista soma 20 pontos ou mais na CNH ou comete infração que prevê suspensão (dirigir embriagado, velocidade acima do 50% permitido ou racha). Após os recursos das infrações, abre-se o processo para suspender o direito de dirigir.

2 – O condutor tem prazo de 15 dias para apresentar a defesa no Departamento Estadual de Trânsito (Detran).

3 – Se negado, o motorista tem mais 30 dias para levar o seu recurso para a Junta Administrativa de Recursos em Infrações (Jari) do Detran.

4 – Caso o argumento seja rejeitado novamente, o condutor ainda pode recorrer ao Conselho Estadual de Trânsito (Cetran), última instância administrativa, no prazo de 30 dias.

5 – Se a suspensão for mantida, o motorista é notificado e tem 48 horas para entregar a CNH em um Centro de Formação de Condutores (CFC). Só poderá reaver a licença depois de cumprir o prazo da punição e realizar o curso de reciclagem.

6 – Se o motorista suspenso for flagrado dirigindo, estará cometendo crime de trânsito e será aberto processo de cassação de sua CNH. Se a carteira já estiver cassada, o motorista também estará cometendo crime e sofrerá sanções que podem resultar até em prisão. Caso seja aberto novo procedimento em relação a esse motorista, o tempo que ele ainda tinha de suspensão se somará ao de cassação, que é de dois anos.

Nota do Detran-RS

“O DetranRS aguarda regulamentação do Contran para suspender CNH por pelo menos seis meses dos condutores que somarem 20 pontos em seu prontuário dentro do prazo de um ano – continuam em vigor os prazos previstos pelo CTB, a partir de um mês.

O Código de Trânsito Brasileiro prevê suspensão de um a 12 meses para esses condutores e a lei 13281/2016, publicada em maio do ano passado, alterou essa punição para seis a 12 meses, entre diversas outras modificações. Em seu artigo 261, a lei determina que a penalidade de suspensão do direito de dirigir será imposta sempre que o infrator atingir a contagem de 20 pontos dentro de um período de 12 meses, partindo de seis meses. O mesmo artigo informa, em seu parágrafo 11, que o Contran regulamentará as disposições deste artigo.

O Detran São Paulo optou por iniciar a nova forma de penalização no próximo dia primeiro de novembro, na circunscrição daquele Estado. O DetranRS aguarda a regulamentação do Contran.”

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*Fonte clickrbs

Contran regulamenta alterações na iluminação de veículos

A Resolução nº 667 do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), publicada semana passada, estabeleceu um série de mudanças, novas normas, características e especificações técnicas para os sistemas de sinalização e iluminação de automóveis, camionetas, utilitários, caminhonetes, caminhões, caminhões tratores, ônibus, micro-ônibus, reboques e semirreboques, novos saídos de fábrica, nacionais ou importados.

Dentre as mudanças promovidas pela nova Resolução, destaca-se que os carros novos produzidos a partir de 2021 terão de vir equipados de série com luz de circulação diurna (DRL), que ficam sempre acesas mesmo quando faróis e lanternas estão desligados. Com essa tecnologia o motorista também não precisará mais ligar o farol baixo nas rodovias, como passou a ser exigido desde o ano passado, uma vez que o dispositivo cumpre a mesma função.

Além disso, a norma proíbe ainda a substituição de lâmpadas dos sistemas de iluminação ou sinalização de veículos por outras de potência ou tecnologia que não seja original do fabricante, ou seja, a substituição de lâmpadas halógenas por lâmpadas de LED não será permitida. A medida também se aplica para a troca por lâmpadas de temperatura diferente, mais brancas ou azuladas.

A nova determinação estabelece também o limite de instalação e funcionamento simultâneo de no máximo 8 (oito) faróis, independentemente de suas finalidades. Fica proibido ainda a colocação de adesivos, pinturas, películas ou qualquer outro material que não seja original do fabricante nos dispositivos dos sistemas de iluminação ou sinalização de veículos, como por exemplo, máscara negra, verniz vitral e insulfilm nas lentes.

A Resolução nº 667 está em vigor desde a data de publicação, porém segundo o Artigo 12 os efeitos da mesma entrarão em vigor somente a partir de 1º de janeiro de 2021.

De acordo com a mesma Resolução, até 2023, as fabricantes terão de encontrar uma solução para os demais modelos feitos anteriormente a 2021 e que não possuem a tecnologia DRL- a regra não contempla as motocicletas.
Confira na íntegra a Resolução nº667/17: CLIQUE AQUI

 

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*Fonte: portaldotransito

Projeto de lei muda classificação de CNH para motociclistas

A Comissão de Viação e Transportes aprovou projeto de lei (PL 3245/15), do deputado Ronaldo Fonseca (Pros-DF), que classifica a carteira de habilitação dos motociclistas de acordo com a cilindrada da moto.

A proposta altera o Código de Trânsito Brasileiro (Lei 9.503/97) e recebeu parecer favorável do relator, deputado Gonzaga Patriota (PSB-PE).

A nova versão traz alguns ajustes no texto original, como determinar que a nova classificação não prejudicará os motociclistas já habilitados ou em processo de habilitação quando a lei entrar em vigor.

Nova divisão

A categoria A, de motociclistas, será dividida em três subcategorias: A1, categoria genérica, para condutor de ciclomotor (veículo motorizado de duas ou três rodas); A2, para condutor de moto de até 300 cilindradas; e A3, para condutor de moto de até 700 cilindradas.

Independentemente da subcategoria, a formação do condutor deverá incluir curso de direção em circuito fechado, anterior à prática em via pública.

Caberá ao Conselho Nacional de Trânsito (Contran) regulamentar a lei e definir os exames que serão feitos em cada subcategoria.

Patriota disse que a proposta tem dois méritos.
Primeiro, impede que candidatos à habilitação façam o teste em uma motocicleta de potência inferior à que usará no dia a dia.
Depois, permite dosar o teste de habilitação ao veículo que será usado pelo condutor.

Tramitação

O projeto tramita em caráter conclusivo e ainda será analisado agora na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.

 

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*Fonte: exame

Coisas que todo motorista deveria saber sobre os ciclistas

Nós nos sentimos invisíveis
Na rua ou na estrada, é bem comum os carros ultrapassarem a bike e logo em seguida cortar a frente para fazer uma conversão e quase sempre passam tão perto que dá até medo de bater. Os ciclistas sempre tentam fazer contato visual com vocês motoristas, principalmente em cruzamentos, para saber se estão sendo vistos ou não.

Nós não somos briguentos a toa
Caso um ciclista fique irritado no trânsito ou chame sua atenção num semáforo, não é a toa. Provavelmente alguma coisa que você tenha feito com o carro ameaçou a segurança dele.

Nós estamos em desvantagem
Dentro de um carro, você motorista está muito mais seguro do que um ciclista na rua. Caso seu carro bata numa bike, o ciclista não tem a mesma segurança que você.

A maioria de nós segue as leis de trânsito
Seguir as leis de trânsito são essenciais para garantir a segurança do ciclista. Claro que existem exceções, mas pesquisas recentes da Universidade do Colorado mostraram que 92% dos ciclistas respeitam as leis de trânsito.

Nós não estamos pedalando irregularmente
Estatutos afirmam que os ciclistas devem andar do lado direito sempre que possível.  Às vezes as ruas não estão tão boas e possuem buracos, obstáculos, etc, sendo assim é comum ciclistas irem um pouco mais pro centro para evitar cair. Nunca invadem as vias de tráfego sem motivo.
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Nós não podemos depender só das ciclovias
Atualmente as cidades possuem ciclovias porém só em alguns trechos. Se formos limitar o trajeto somente em ciclovias, os ciclistas perderão tempo e muitas vezes nem conseguirão chegar em seu destino. Tem hora que não tem jeito mesmo e é necessário sair delas para conseguir chegar.

Nós preferimos pedalar acompanhados
Ciclismo é um esporte muito social e muita gente prefere pedalar lado a lado para ir conversando e se distraindo no trajeto. Mas fique tranquilo motorista: em trânsito intenso os ciclistas tem consciência que isso não é possível e evitam.
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Nós não curtimos buzina
A melhor maneira de alertar um ciclista com buzina é fazer isso com certa distância. Buzinar muito perto faz o ciclista assustar, podendo perder o equilíbrio da magrela.

Nós amamos pedalar
Além de ser um meio de transporte incrível, pedalar dá uma sensação extremamente prazerosa ao ciclista. A estrada que pedalam leva a outro patamar físico e mental, é uma verdadeira paixão. Então motorista dê um espaço ao ciclista!
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Nós não somos apenas ciclistas
Motorista, da próxima vez que se irritar no trânsito com um ciclista, lembre-se que ele é um pai ou uma mãe, é marido ou esposa, é filho ou filha. Aquele ciclista pode ser seu colega de trabalho, seu vizinho… Pode ser você!

 

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*Fonte: revistaridebike

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