Filme mostra olhar de casal brasileiro que cruzou EUA a pé

O casal brasileiro, Bia Carvalho e Edinho Ramon cruzou os Estados Unidos a pé em 166 dias via Pacific Crest Trail (PCT), uma das mais famosas trilhas do país. A incrível experiência, além de um livro se transformou também em um curta-metragem, que você pode assistir mais abaixo.

O caminho de mais de 4.200Km em área de natureza intocada entre florestas e montanhas corta o país da sua fronteira com o México até a fronteira com o Canadá. A PCT também foi cenário do filme, Livre (do original Wild).

Sinopse
O que motiva uma pessoa a caminhar por mais de 4 mil quilômetros nas cristas das montanhas? Curiosos pela resposta, Bia e Edinho percorreram a Pacific Crest Trail fazendo uma pesquisa com as pessoas que encontravam: trilheiros, acompanhantes e os anjos da trilha contam e mostram a PCT de dentro. A trilha, filmado e produzido por Bia e Edinho, segue algumas pessoas incríveis durante essa jornada inesquecível.

O ‘A Trilha’ foi premiado e selecionado em diversos festivais:
Melhor Filme – Escolha Revista Go Outside – IX Festival Rocky Spirit – Brasil 2019
Melhor Filme – Escolha Júri – Freeman Film Festival Brasil 2019
Finalista – Vancouver International Mountain Film Festival – Canadá 2020
Tour Mundial – Vancouver International Mountain Film Festival – Canadá 2020
Seleção Oficial – Mountain Film Festival – Brasil 2019
Seleção Oficial – Freeman Film Festival – México 2019
Seleção Oficial – Mostra Filmes de Montanha – Brasil 2019

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*Fonte: mochileiros

Contato com a natureza previne ansiedade, depressão e estresse

O agito dos grandes centros urbanos prejudica a saúde física e mental. As poluições sonora, visual e atmosférica somadas ao enclausuramento do dia a dia contribuem com o desencadeamento de problemas pulmonares, cardíacos e emocionais. Diante deste contexto, a ciência vem mostrando que praticar atividades ao ar livre, em contato com a natureza, é o que precisa ser incorporado na rotina das pessoas como forma de tratamento preventivo.

Pesquisadores da Universidade de Chiba, no Japão, reuniram 168 voluntários e colocaram metade para passear em florestas e o grupo restante para andar nos centros urbanos. As pessoas que tiveram contato com a natureza mostraram em geral uma diminuição de 16% no cortisol (hormônio do estresse), 4% na frequência cardíaca e 2% na pressão arterial.

Para o neurologista e psicoterapeuta cognitivo Mário Negrão, é possível notar uma melhora significativa no aparelho digestivo, nas alergias e na resistência à bactérias e infecções, mas o mais importante é a sensação de bem-estar. “Quando você coloca um indivíduo em uma cidade sem muita natureza, você está colocando-o em um ecossistema hostil, onde tudo que o rodeia é artificial. É comprovado que isso gera um impacto imenso na saúde”, relata.

Na Austrália, um estudo produzido na Universidade Deakin mostra que a natureza oferece às pessoas momentos de liberdade e relaxamento, impactando positivamente o estado mental dos indivíduos e reduzindo sintomas de ansiedade e depressão. Na Holanda, pesquisadores do Centro Médico Universitário de Amsterdã constataram que pessoas que vivem próximas da natureza reduzem em 21% as chances de desenvolverem depressão. Os benefícios também envolvem uma melhora na qualidade do sono, no desenvolvimento cognitivo, na imunidade, nos problemas cardíacos e pulmonares, além de uma redução na ansiedade, na tensão muscular e na possibilidade de desenvolver doenças como obesidade e diabetes.

Para a doutora em Ciências Florestais e membro da Rede de Especialistas em Conservação da Natureza, Teresa Magro, a sensação de bem-estar está relacionada também ao que fazemos no ambiente natural. “Só o fato de olhar uma paisagem, fazer um passeio em um parque ou em uma área com menos barulho, já nos dá uma sensação de relaxamento”, afirma.

No país com a mais rica biodiversidade do mundo, o contato com a natureza pode ocorrer em diferentes espaços, como parques, praças, cachoeiras e ambientes costeiros e marinhos. “Os benefícios fornecidos pela natureza – como ar puro, água, regulação microclimática, redução de partículas poluentes, relaxamento mental e físico, entre outros – e sua conexão com a saúde das pessoas devem ser vistos pela sociedade e pelo poder público como uma prioridade. Ter espaços verdes acessíveis e bem cuidados próximos da população estimula a visitação e a prática de atividades, o que resulta em indivíduos mais relaxados e produtivos”, completa a gerente de Conservação da Biodiversidade da Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza, Leide Takahashi.

Sobre a Rede de Especialistas

A Rede de Especialistas de Conservação da Natureza é uma reunião de profissionais, de referência nacional e internacional, que atuam em áreas relacionadas à proteção da biodiversidade e assuntos correlatos, com o objetivo de estimular a divulgação de posicionamentos em defesa da conservação da natureza brasileira. A Rede foi constituída em 2014, por iniciativa da Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza.

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*Fonte: ciclovivo

SunUp: O painel solar que pode ser acoplado na mochila

Imagine sair por aí com um painel solar onde você recarrega seus aparelhos enquanto anda. Estranho? A ideia de levar uma placa solar pela rua pode parecer absurda, mas o SunUp quebra qualquer preconceito: ele é portátil, flexível e eficiente. O produto é perfeito para os amantes da natureza raiz, que são fascinados pelas engenhocas sustentáveis.

Apesar do painéis solares flexíveis já serem uma realidade, eles esbarram na questão eficiência versus durabilidade. Os painéis solares rígidos feitos de silicone monocristalino e policristalino são 21% mais eficientes e facilmente quebráveis, enquanto os painéis flexíveis feitos com silicone amorfo são mais fortes, mas com eficiência média de 7%. O engenheiro de Design de Produto Bradley Brister resolveu tentar encontrar um meio termo.

“O objetivo do meu projeto é fornecer um compromisso entre os dois. Combinando os benefícios de eficiência dos painéis rígidos com os benefícios de flexibilidade dos de película fina”, explica. Segundo Brister, a solução foi mesclar pequenos painéis solares policristalinos de película fina com um mecanismo de dobradiça de metal.

“Cada módulo é interligado por uma dobradiça condutora sem deformação mecânica quando em uso, para que ele não tenha o problema usual de dobrar apenas 5000 [vezes] antes de encaixar”, disse Brister em entrevista ao site Dezeen. “Teoricamente, o projeto pode ser flexionado e dobrado indefinidamente ou pelo menos até que as superfícies se desgastem”, completou.

Ele garante que o protótipo é totalmente funcional e testado em campo.

Adaptável

Versatilidade é outro ponto-chave para entender as inovações da solução. Hoje em dia já existem diversos produtos com a função de captar energia solar, inclusive mochila solar, mas esta invenção é interessante pela capacidade de se adaptar e encaixar facilmente em diversas aplicações. Apesar dele ter sido projetado para uma mochila, pode simplesmente ser usados sobre outras superfícies -, inclusive já foi testado em um passeio de canoa.

O SunUp foi criado como projeto da faculdade e teve a colaboração da empresa estadunidense The North Face, mundialmente conhecida pela produção de artigos para atividades ao ar livre. Com o projeto, Brister ficou entre os finalistas do concurso James Dyson Awards, no Reino Unido, que premia a melhor iniciativa em design e engenharia de estudantes de todo o mundo.

O jovem, em seu currículo, afirma que seu estilo de design é fortemente influenciado pelo amor que tem ao ar livre. Confira outros projetos de Bradley Brister.

*Por Marcia Sousa

 

 

 

 

 

 

 

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*Fonte: ciclovivo

Hiking e trekking: explore ao máximo essas atividades outdoor

Gosta de aventuras e explorar novos caminhos a pé? Sozinho ou em grupos, há diferentes tipos de trilhas, modalidade e preparação para cada uma delas

Os apaixonados por aventuras em trilhas a pé têm um leque de atividades para explorar, principalmente em um país privilegiado por sua natureza como o nosso. Trajetos entre montanhas, rios e praias são opções de destinos buscados para hiking e trekking.

Um estudo realizado pela empresa de previsão de tendências WGSN e divulgado pelo jornal The Thelegraph mostra que a caminhada já está substituindo a ioga como a nova atividade fitness, por motivos simples: contato com a natureza como válvula de escape do estresse e benefícios para a saúde.

Mas até mesmo os mais experientes precisam de uma preparação antes de colocar a mochila nas costas e desbravar o mundão a pé. Já para os iniciantes, é necessário saber algumas informações sobre essa modalidade de esporte outdoor. Confira.

Hiking ou trekking?

Se você é um interessado por caminhadas em trilhas já deve ter ouvido falar desses dois termos. Os dois são relacionados a exploração de trilhas, geralmente em ambientes naturais, mas há diferenças entre eles.

A prática do hiking consiste em uma caminhada ao ar livre, sem obstáculos, em uma trilha demarcada. Geralmente não é necessário a orientação de um guia, acontece dentro de parques e não exige muito preparo físico.

Os percursos são estruturados para essa modalidade com pontos de parada para alimentação e acesso à água e banheiros, por isso é bastante indicado para aqueles que desejam iniciar um contato com a natureza.
Trekking pelas montanhas MundoMIT
Uma das recompensas do trekking é o cenário ao final da trilha

Já o trekking envolve esforço físico e superação, realizados em trajetos com vários tipos de obstáculos naturais. Uma ressalva: trekking nem sempre montanhismo. Ele pode ser feito em qualquer território, desde que tenha as condições para a prática, e uma das recompensas sempre é um cenário de tirar o fôlego.

Por fim, as aventuras costumam durar mais de um dia, pernoitando em meio à natureza, seja em alojamentos preparados ou em barracas próprias.

Tipos de trekking

O trekking pode ser dividido em quatro modalidades: individual, em que o atleta organiza seu próprio roteiro e equipamento; organizado, realizado por uma empresa especializada e envolve um grupo de praticantes (indicado para os iniciantes); assistido, onde o praticante é responsável por contratar uma equipe de suporte para auxiliá-lo; e o de competição, organizado por empresas que estabelecem o tipo de trekking da prova, com tempo de duração e postos de controle.

Equipamentos e acessórios para hiking e trekking

Para o hiking, é aconselhável o uso de roupas leves e que secam rapidamente, tênis ou bota para trilha (pois oferecem mais estabilidade e proteção), boné, capa de chuva, protetor solar, óculos escuros e uma pequena mochila para carregar blusa para frio, comida e água para eventualidades.
Equipamentos e acessórios para praticar trekking e hiking
O trekking exige os mesmos equipamentos do hiking, com o acréscimo de mais alguns itens, como itens de primeiros socorros e uma mochila mais preparada

Já o trekking vai exigir os mesmos equipamentos e acessórios do hiking, além de alguns extras, principalmente no que diz respeito à mochila (por exemplo aquelas do tipo cargueira), barraca ou saco de dormir se for acampar, e outros igualmente importantes, como lanterna de cabeça, equipamentos de orientação (bússola, GPS e mapas da região), kit de primeiros socorros e produtos de higiene pessoal.

Agora que você já conhece as diferenças entre as modalidades de trilhas a pé, falta apenas decidir onde ir. Mas lembre-se: antes de iniciar a atividade, faça um check-up com um médico e sempre utilize equipamentos e acessórios de qualidade. Depois é só se divertir.

 

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*Fonte: mundomit

5 coisas que você não deve fazer no meio da natureza

 

Esportes como trekking e campismo são ideais para relaxar, fugir do estresse do dia a dia e entrar em contato com a natureza. No entanto, é preciso ter atenção a alguns detalhes para não ter problemas e aproveitar ao máximo o passeio. Uma das premissas para praticar essas modalidades ao ar livre é respeitar o meio ambiente. Mas será mesmo que você sabe o que pode ou não fazer? O Webventure listou algumas atitudes que não devem ser tomadas para não trazer prejuízos ao ecossistema, confira:

 

1. Não force o contato com animais

A observação deve ser feita à distância. Você deve evitar ao máximo interferir no comportamento da fauna local, qualquer som pode ser interpretado como uma ameaça e provocar um ataque, por isso fale baixo e não use aparelhos sonoros.

Alimentar os animais parece um gesto fofo, mas pode causar um desequilíbrio no ecossistema, caso ele acabe se acostumando com alimentos de fora. Isso também pode estimulá-los a “visitar” os acampamentos em busca de alimentos. Além disso, animais silvestres podem transmitir doenças graves.

 

2. Não use atalhos

Sair da trilha pré-determinada usando (ou criando) atalhos pode favorecer a erosão e destruição da vegetação locais. Isso porque a área utilizada por humanos na natureza se tornam mais frágeis e levam um longo tempo para se recuperar após o impacto. A mesma coisa vale para escolher um local para montar a barraca, busque somente lugares que já foram usados e na hora de ir embora lembre-se de levar todas as evidências da sua passagem.

 

3. Não enterre nem papel higiênico

Todo mundo sabe que durante uma trilha é importante recolher todo seu lixo e levá-lo consigo, mas muita gente acaba buscando alternativas como queimar ou enterrar os resíduos. Essas práticas não são saudáveis ao meio ambiente, pois os animais podem cavar e espalhar o lixo de volta e queimá-lo pode trazer prejuízos ao solo. Nem mesmo o papel higiênico usado deve ficar na natureza, tudo o que foi, deve voltar e ser descartado adequadamente.

 

4. Não tire nem uma pedra do lugar

Construir qualquer tipo de estrutura , como mesas, bancos, não é saudável ao meio ambiente, mesmo que seja com galhos quebrados, árvores tombadas ou mortas, pois essas coisas podem estar servindo como abrigo para algum tipo de animal. Você não vai gostar de receber visitas que mudem as coisas da sua casa do lugar que estão, então não se sinta no direito de fazer isso na natureza, não leve de recordação nem uma flor, concha ou pedra, deixe tudo como encontrar.

 

5. Não faça fogueira, caso não precise dela para sobreviver

Além de poder causar um foco de incêndio no meio da floresta, elas causam o enfraquecimento do solo. Opte por usar fogareiros próprios para acampamento, lanternas ou lampiões. As fogueiras devem ficar como última opção e para casos extremos de necessidade e quando fizer, lembre-se sempre de apagar por completo qualquer foco de fogo e levar consigo a sujeira.

Não há problema em praticar esportes de natureza, desde que você não deixa mais do que pegadas e não leve nada além de fotografias.

 

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*Fonte: webadventure

Estimando aproximadamente o tempo de luz que ainda resta no dia

Posicione a mão logo abaixo do sol, conforme mostra a figura. Basta contar quantos dedos são necessários para chegar até a linha do horizonte, sendo que cada dedo representa cerca 15 minutos — e cada mão é o equivalente a uma hora. Assim, teremos uma noção de quanto tempo falta para que a noite chegue. Lembre-se de que isto é apenas uma estimativa.

*Vale lembrar que isso não funcionaria em regiões próximas dos pólos (norte e sul) ou acima dos 50º de latitude, já que nessas regiões o sol demora bem mais para se pôr!
>> Fonte: Trekking Brasil

Estimativa_da_luz_que _resta_no_dia