Radiohead já fez música-tema para James Bond e foi esnobado; relembre

Na época, Sam Smith acabou sendo escolhido para executar a trilha sonora de 007 contra Spectre

Em julho de 2015, todas as casas de aposta britânicas discutiam quem seria o artista a gravar a música-tema do próximo filme de James Bond, 007 contra Spectre.

E então, uma pessoa apostou £ 15.000 (cerca de R$ 81.254) no Radiohead, resultando em mais uma enxurrada de apostas na banda.

Sam Smith acabou sendo escolhido para executar a música-tema oficial de Spectre (“Writing’s on the Wall”), mas Thom Yorke, vocalista do Radiohead, confirmou que “escreveu uma música” para o filme e, no Natal daquele ano, compartilhou a música “Spectre” com os fãs.

“No último ano, fomos convidados para escrever a música-tema do novo filme de James Bond, Spectre. Sim, nós fomos”, Yorke twittou. “Não deu certo… mas amamos muito o resultado. No final do ano, pensamos que vocês gostariam de ouvi-la. Feliz Natal. Que a força esteja com você.”

Ouça a música abaixo:

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*Fonte: rollingstone

5 coisas que você não deve fazer no meio da natureza

 

Esportes como trekking e campismo são ideais para relaxar, fugir do estresse do dia a dia e entrar em contato com a natureza. No entanto, é preciso ter atenção a alguns detalhes para não ter problemas e aproveitar ao máximo o passeio. Uma das premissas para praticar essas modalidades ao ar livre é respeitar o meio ambiente. Mas será mesmo que você sabe o que pode ou não fazer? O Webventure listou algumas atitudes que não devem ser tomadas para não trazer prejuízos ao ecossistema, confira:

 

1. Não force o contato com animais

A observação deve ser feita à distância. Você deve evitar ao máximo interferir no comportamento da fauna local, qualquer som pode ser interpretado como uma ameaça e provocar um ataque, por isso fale baixo e não use aparelhos sonoros.

Alimentar os animais parece um gesto fofo, mas pode causar um desequilíbrio no ecossistema, caso ele acabe se acostumando com alimentos de fora. Isso também pode estimulá-los a “visitar” os acampamentos em busca de alimentos. Além disso, animais silvestres podem transmitir doenças graves.

 

2. Não use atalhos

Sair da trilha pré-determinada usando (ou criando) atalhos pode favorecer a erosão e destruição da vegetação locais. Isso porque a área utilizada por humanos na natureza se tornam mais frágeis e levam um longo tempo para se recuperar após o impacto. A mesma coisa vale para escolher um local para montar a barraca, busque somente lugares que já foram usados e na hora de ir embora lembre-se de levar todas as evidências da sua passagem.

 

3. Não enterre nem papel higiênico

Todo mundo sabe que durante uma trilha é importante recolher todo seu lixo e levá-lo consigo, mas muita gente acaba buscando alternativas como queimar ou enterrar os resíduos. Essas práticas não são saudáveis ao meio ambiente, pois os animais podem cavar e espalhar o lixo de volta e queimá-lo pode trazer prejuízos ao solo. Nem mesmo o papel higiênico usado deve ficar na natureza, tudo o que foi, deve voltar e ser descartado adequadamente.

 

4. Não tire nem uma pedra do lugar

Construir qualquer tipo de estrutura , como mesas, bancos, não é saudável ao meio ambiente, mesmo que seja com galhos quebrados, árvores tombadas ou mortas, pois essas coisas podem estar servindo como abrigo para algum tipo de animal. Você não vai gostar de receber visitas que mudem as coisas da sua casa do lugar que estão, então não se sinta no direito de fazer isso na natureza, não leve de recordação nem uma flor, concha ou pedra, deixe tudo como encontrar.

 

5. Não faça fogueira, caso não precise dela para sobreviver

Além de poder causar um foco de incêndio no meio da floresta, elas causam o enfraquecimento do solo. Opte por usar fogareiros próprios para acampamento, lanternas ou lampiões. As fogueiras devem ficar como última opção e para casos extremos de necessidade e quando fizer, lembre-se sempre de apagar por completo qualquer foco de fogo e levar consigo a sujeira.

Não há problema em praticar esportes de natureza, desde que você não deixa mais do que pegadas e não leve nada além de fotografias.

 

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*Fonte: webadventure

Natal Solidário Tutaloko 2016

Hoje foi dia do Natal Solidário Tutaloko. Esse evento que acontece já há vários anos em Venâncio Aires, perto do dia de Natal, quando o grupo de Trilheiros Tutaloko percorre várias regiões do interior do município entregando presentes de Natal para as crianças carentes e alguns ranchos para famílias pobres das localidades. Uma forma de carinho, atenção e sobretudo de respeito para com aqueles que vivem na região onde os trilehiros comumente circulam durante o ano.

A função começa geralmente num sábado bem cedo, por volta das 7 horas, quando o grupo se reúne junto com professores em frente ao Colégio Gaspar Silveira Martins. A saída ocorre descendo a rua central da cidade e depois seguindo em direção a escolas pré determinadas (alunos pequenops esperando – muitas vezes com cartinhas e encenações para o Papai Noel) e ainda várias localidades distantes e muitas até, de difícil acesso, onde residem pessoas pobres e carentes do interior do município de Venâncio Aires (RS). Isso sempre ocorre nessa época de muito calor, final de ano e dá um baita cansaço. Mas sem dúvida é esforço que vale muito a pena.

Este ano, mais uma vez pude participar do evento e mesmo que já fazem dois anos que não tenho mais moto de trilha, já particiepei das últimas 5 ou 6 vezes. Afinal – “Uma vez Tutaloko – Sempre Tutaloko”. Um amigo me oferece a sua moto emprestada, porque ele tem de trabalhar nos sábados de manhã e não consegue participar, então sobra prá mim e vamu-qui-vamu. – Valeu Klerio (#49)!

Não quero aqui ficar fazendo proselitismo, então o que digo é que para mim e para o grupo todo, é um grande prazer prestar esse “pequeno” favor a estas pessoas do interior. Sei que isso não resolve o problema de suas vidas, mas ao menos é uma carinho e felicidade para a criançada e o idosos. E se vocês vissem a alegria dessas crianças com o Papai Noel chegando de moto na porta de suas casas, báh!!!!

Mas enfim, é isso ae. Eu que via de regra faço fotos de tudo que empreitada envolvendo motos, dessa vez me dei mal. Levei minha câmera fotográfica mas esqueci de verificar antes de sair, se ela estava com a bateria carregada. Adivinha?
Sim, já na primeira foto que fui fazer a coisa arregou. Só lamento.

*Mas consegui algumas imgs que amigos fizeram, só para ilustrar um pouquinho doe vento.

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Sobre o 8° Encontro de Trilheiros de Venâncio Aires – 2016

Normalmente a data do evento anual do Encontro de Trilheiros de Venâncio Aires (RS), acontecia no mês de aniversário do município em maio, mas por uma série de motivos se resolveu alterar essa data para o começo do ano, ou seja, em janeiro. Uma das principais causas é a de que em maio sempre tinha grande possibilidade de chuvas, então procurando fugir desse problema climático, se optou pela mudança da data. Tudo bem que agora a coisa está mais longe da possibilidade de chuvas fortes e constantes mas estamos no olho do furação do calor do verão e convenhamos, andar cerca de 80 ou 90km de moto com todo aquele equipamento de proteção (botas, calças, meião, joelheiras, cotoveleiras, colete, camisa comprida, capacete , luvas e óculos) não é nada fácil ou confortável numa situação assim. Mas o barato desse esporte com moto é justamente isso, ultrapassar as adversidades naturais, seja lá um morro muito íngreme para subir ou descer (não sei o que é pior…rsrsrs), o calor, o frio, a dor e o clima. Um esporte nada fácil, tem a parte técnica de pilotagem off road que devemos considerar aqui também, que varia muito em cada caso. Mas o seguinte, apesar do caloréu danado do dia de hoje, esteve afudê o encontro.

Não consegui andar propriamente dito “na trilha” hoje (domingo), apesar de estar com uma moto emprestada por um amigo, era hora de ajudar o grupo de trilheiros do Tutaloko no encontro. Algumas das tarefas vão mudando ao longo das horas em que acontece a prova. A largada é livre, ou seja, depois das 8hs da manhã, o trajeto está aberto para quem quiser passar. O trilheiro primeiro faz a sua inscrição, paga uma taxa (aqui foi R$65,00 – com direito aos 300 primeiros ganharem uma camiseta personalizada do evento), tomam um bom café da manhã antes da partida e depois, na volta tem também o direito a um almoço. Coisa já de praxe no circuito estadual de encontros de trilheiros. O que varia mesmo é a geografia, terreno, clima (época do ano) e a qualidade da organização. Não querendo me gabar, mas o encontro de Venâncio Aires é sempre muito bom. Já fui em vários na região em anos anteriores e posso garantir isso. Só para se ter uma ideia, hoje, até onde fiquei sabendo, foram 630 trilheiros inscritos participando do evento. Uhúúúú!!!!

É claro que para tudo isso funcionar bem existe toda uma logística, um local para o pessoal chegar, se inscrever, estacionamento para centenas de veículos e equipamentos de transporte das motos, banheiros, refeições, um lugar paras as nulheres, parentes ou amigos ficarem esperando o retorno (teve até parquinho inflável para a criançada), bancas vendendo materiais para motos e motociclistas, etc. Sem contar ainda a atuação do grupo local na inscrição, identificação, guias na trilha, pontos de águas, pontos de apoio com combustível e recolhimentos de motos estragadas pelo caminho, ambulância…bláh,bláh,bláh… Entenderam, né? Muita coisa envolvida.

Estou muito cansado, acordei às 5h da manhã, fiquei horas de pé durante uma manhã de sol escaldante, cuidei de estacionamento, prestei assistência a diversos trilheiros  pelo caminho, tive de ir em vários pontos da trilha e depois ainda servi de apoio na pista de cross test – sim, também tem isso no meio da trilha – são vários obstáculos em um espaço limitado e sem volta, passando por rampas, troncos de tamanhos variados pelo chão (êta coisa ruim prá caralho de se fazer de moto, passar por cima de sucatas de carros velhos , buracos com lama até o joelho, contornar 3 pequenos açudes com uma taipa bem estreita, saltos e o escambau. Pronto, já falei, cansei até de escrever.

E então. O Dia foi do caralho!!!
Só quem participa ou anda de moto sabe. Um evento em que o pessoal da comunidade do interior fica aguardando ansioso em vários pontos do trajeto, só assistindo a perícia (ou não) dos tais trilheiros e suas máquinas que se aventuram por aqui.
Valeu!

6h da manhãq e sim... aquela bolinha branca no céu é mesmo a Lua.
Por volta de 6h da manhã e sim… aquela bolinha branca no céu é mesmo a Lua.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Com uma moto emprestada de um amigo, gasolina na reserva, fiquei empenhando no caminho. Meus parceiros de Tutaloko me resgataram de caminhonete. que começo de manhã!
De moto emprestada e gasolina na reserva, acabei ficando empenhando no caminho antes mesmo de chegar no local do encontro. Parceiros do Tutaloko me resgataram de caminhonete. A aventura começou cedo.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Trilheiros chegando para o encontro.
Os trilheiros de diversas cidades da região chegando para o encontro.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O estacionamento, um campo de futebol.
O estacionamento no campo de futebol.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Cada vez mais motos..
Cada vez mais motos..

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

6h30 e o campinho já estava assim.
Por volta de 6h30 e o campinho já estava assim.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Cheio!
Cheio!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Cheio! Mazáhhhh..
Mais cheio ainda! Mazáhhhh..

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A gurizada se divertindo enquanto os pais estão se divertindo também, na trilha.
A criançada se divertindo enquanto os pais estão na trilha.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A brincadeira segue em frente.
A brincadeira segue em frente.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Tutalokos promovendo o resgate de um trilheiro de moto estragada.
Dois Tutaloko fazendo o resgate de um trilheiro com a moto estragada.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A pedreira da largada.
A pedreira que fica no local da largada.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O começo da trilha. Sempre em frente!
O início da trilha. Mato a dentro e sempre em frente seguindo a sinalização do trajeto (85km), de puro perrengue, muita poeira e calor.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

No caminho da 3ª base de trabalho na manhã.
Um pít-stop para uma água, no caminho para um dos outros pontos da trilha.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Já na pista do cross test.
A pista do “cross test”.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 Encarando o desafio.
A galera encarando alguns dos desafios.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Entrada da rampa para a gangorra.
A entrada da rampa para a gangorra.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A gangorra.
A tal gangorra.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Dever cumprido, hora de voltar para casa. Sol infernal...
Feito! Hora de voltar para casa.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Agora em casa e satisfeitaço!
Já em casa, dever cumprido e satisfeito

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Ação de Natal – Tutaloko 2015 II

Esse ano a chuva apareceu o final da manhã, até não foi ruim porque estava mesmo muito calor. Seguimos em frente mesmo assim, tanto o cuidado para não molharmos os presentes nas mochilas e carro de apoio. Chegamos em pontos chaves, os colégios de interior. Uma alegria toma conta da meninada. Isso sem dúvida é a grande satisfação dessa nossa ação. Se presencia e vê cada cena inacreditável. Papai Noel tem de ter a habilidade para conversar e responder as mais diversas e impensadas perguntas, bem como ser amável e amigo com todo mundo. Só que dessa foi foi difícil, de roupas encharcadas, barba molhada e cheia de respingos de barro. Confesso que para nós trilheiros, essa cena e a tiração de sarro para com nosso companheiro Papai Noel foi grande por causa disso.

Logo perto da 1h30 da tarde todo o grupo das 4 turmas se reuniu em um ginásio local na Vila Deodoro para uma rápido almoço, feito pelos professores do Colégio Gaspar Silveira Martins. Nesse tempo a chuva apertou, alguns tiveram de voltar mas a maioria seguiu em frente com a sua missão natalina. As condições dificultaram mas falando sério, isso também agrada aos trilheiros. A maioria improvisou capas de chuva com sacos de lixo, por cima ou por baixo das roupas. Foi a solução.

Mais um ano com uma grande satisfação estampada no rosto de cada uma das crianças que vi pela frente o dia todo. Eu também fico contente por fazer parte pela 4a vez como um dos participantes dessa ação social. Fico também muito grato junto aos meus companheiros de Tutaloko, ao professores do Gaspar e a todos aqueles que contribuíram com ranchos e brinquedos doados, mas principalmente a meu amigo Klerio, que não pode comparecer e então me ofereceu a sua moto (#49), para ir em seu lugar. Grato também pelas novas amizades, especialmente ao pequeno Tutalokinho filho do Manera, que acelerou junto o dia inteiro com a gente. Muito obrigado!!!

*Espero que com essa minhas “poucas” fotos, mostrando como é o desenrolar de todo este dia de atividade, as pessoas percebam de que ajudar e fazer bem aos outros é uma das grandes coisas que realmente valem nessa vida.

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Ação de Natal – Tutaloko I 2015

Quando estamos na metade de dezembro, mais uma vez é hora do grupo de Trilheiros Tutaloko (Venâncio Aires), em conjunto com o Colégio Gaspar Silveira Martins fazer a sua já tradicional campanha e ação natalina. O colégio, assim como seus alunos, a comunidade local, os próprios trilheiros, empresas e alguns estabelecimentos comerciais arrecadam brinquedos e ranchos que são depois entregues nas casas das crianças no interior do município. A ação deste ano foi no sábado de manhã (19/12) e como sempre a função começa cedo. Os trilheiros se reúnem em frente ao Colégio Gaspar, a saída ocorre por voltas das 20h30, tem um desfile pala rua principal com o apoio da Brigada Militar, para depois vamos em direção as regiões interioranas as quais os trilheiros costumam seguir.

Manhã quente e abafada com possibilidade de chuva. Assim foi, nos dividimos em quatro grupos formados por um Papai Noel cada, um carros de apoio levando os presentes e alguns trilheiros como auxiliares. Os grupos se separam, cada segue um roteiro pré estabelecido e vamos passando de casa em casa onde há crianças na frente já esperando. Há um aviso anterior pelo jornal e rádio local. Segue-se a estrada principal (não é dia de trilha) e seguimos até alguns pontos chaves (escolas e centros comunitários do interior), mas também se faz alguns desvios pelo caminho conforme dicas de moradores. Nem sempre é fácil de encontrar o destinatário.

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