Will Robinson crescido, na temporada final de Perdidos no Espaço. Assista ao teaser

Teaser trailer oficial da terceira e última temporada de “Perdidos no Espaço” que chega em dezembro na Netflix. O anúncio de que a série terminaria na terceira temporada foi feito em março de 2020, quando o produtor executivo Zack Estrin declarou publicamente que sempre enxergou a trama dividida numa trilogia.

Perdidos no Espaço chegou à Netflix em abril de 2018 como um remake da série de mesmo nome produzida entre os anos de 1965 e 1968. As duas temporadas estão disponíveis no catálogo, enquanto os episódios finais estreiam em 1º de dezembro.

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*Fonte: updateordie

Como a pandemia, a televisão e o Spotify ‘mataram’ os grupos musicais

Qualquer um que tenha crescido com os grandes grupos de rock e pop do passado se contorcerá na cadeira diante de uma evidência tão funesta: atualmente não há bandas como Queen, The Jam, The Police, Nirvana ou Oasis. Há escassez de novas formações —surgidas, digamos, nos últimos cinco anos— que se igualem às de antigamente em proezas comerciais. São tempos de Sheerans, Lipas, Swifts, Weeknds, Bunnies, Eilishs. De Rosalías, Tanganas, Alboranes, Aitanas, Amaias … Os solistas, ao que parece, se apoderaram das paradas.

Em março, após declarações de Adam Levine, cantor do Maroon 5 (“Dá a sensação de que não há mais bandas, somos uma espécie em extinção”, lamentou), o jornal britânico The Guardian dedicou um artigo à questão, com o seguinte título expressivo: “Por que os grupos estão desaparecendo”. O pessimismo de Levine pode ser sustentado por dados. Os 30 artistas mais ouvidos no Spotify em 2020 eram todos solistas, exceto um, o combo sul-coreano BTS (com sete integrantes que não tocam instrumentos). Foi preciso fazer uma minuciosa inspeção do ranking para localizar o Maroon 5 em 33º e o Queen em 34º. Desde março de 2019, quando o Jonas Brothers foi o número um com Sucker, até hoje, passados dois anos, apenas um outro grupo liderou a parada de singles da Billboard (Estados Unidos): o já citado BTS.

Eu, eu, eu!
Ao contrário do que acontecia décadas atrás, pop e rock não são os estilos mais em voga. Rap, trap, R&B e reggaeton… —gêneros interpretados por solistas— ganharam terreno. Todo o rock novo já é alternativo; não é mais mainstream. “À medida que o pop e o rock morrem, no que se refere a vendas milionárias, morrem as bandas, que são as que fazem pop e rock”, explica Javier Portugués, veterano A&R (responsável por Artistas e Repertório) que trabalha com a Sony Music. Colaborou com solistas como Joaquín Sabina, Marwan, Dani Martín, Rozalén e Malú e grupos como Estopa e Maldita Nerea. “Tem a ver com as idiossincrasias dos gêneros”, acrescenta. “No rap, antes de começar com o primeiro verso, você já disse seu nome e o nome do produtor 10 vezes. É uma exaltação de si mesmo.”


Os festivais podem ser considerados o último reduto de grupos de pop e rock, mas, apesar da natureza nostálgica de muitos desses eventos, mesmo os mais importantes não têm escolha a não ser seguir a corrente dominante. Na última edição do Primavera Sound (Barcelona), sete dos nove artistas de destaque eram solistas: Erykah Badu, os rappers Future e Cardi B, Solange, Janelle Monáe, J Balvin e Rosalía (os grupos eram o Interpol, formado em 1997, e Tame Impala , na verdade, um projeto do cantor e multi-instrumentista australiano Kevin Parker).

Essa mudança de regime foi bem recebida pela indústria: lidar com solistas é mais prático. “Para uma gravadora, quando se trata da promoção de um evento, mudar um cara ou uma garota em vez de uma banda inteira é mais ágil e mais barato”, diz Pablo Cebrián, produtor de David Bisbal e Amaia Romero, entre outros. Também é mais eficaz. “Em termos de marketing, é mais fácil vender uma única pessoa, um ícone”, diz Alizzz, produtor de C. Tangana.

A dinâmica interna das bandas às vezes é bastante complexa, o que contrasta com a flexibilidade dos solistas. “Cada pessoa em um grupo tem seus movimentos, e para a indústria é muito mais cômodo lidar com solistas”, continua Cebrián. “De um disco para outro, um solista pode mudar de produtor. Numa banda, essas voltas são muito mais difíceis: quando uns querem ir para um lado e outros para outro, surgem tensões.”

Discos feitos no quarto
Os avanços tecnológicos tornam mais fácil para qualquer adolescente que sente vontade de compor canções não só conseguir fazer uma gravação muito correta com as ferramentas digitais, como também postá-la nas plataformas, sem intermediários. “Agora a música é feita em um quarto”, explica Pablo Cebrián. “Pelo que tenho visto ao meu redor, as novas tecnologias têm uma grande influência”, concorda Alizzz. “Muitos artistas produzem as próprias músicas, por exemplo, eu mesmo. O que estou acostumado é a trabalhar no estúdio com um cantor, só ele ou ela e eu. Para as gravadoras, além disso, gravar uma banda sai mais caro.”


Miguel Blanes, 22 anos, vocalista e guitarrista do Mentira, banda emergente que desde 2020 lançou vários singles e um EP pela Subterfuge Records, reconhece essa supremacia: “É uma tendência superevidente. Surgiam muito mais bandas na década de 2010 do que agora. Em parte, acho que é porque a forma de compor está mudando. Com todos os recursos que temos, uma única pessoa pode fazer uma canção supercompleta. Não precisa se reunir com mais instrumentistas para formar um projeto”.

Os membros do Trashi (entre 21 e 23 anos) realizam uma mistura original de indie pop e música urbana com autotune, e lançaram vários singles pelo selo independente Helsinkipro. Cresceram admirando grupos como The 1975 e The Vamps no YouTube, “bandas formadas por amigos que se juntavam para fazer música”, dizem quase em uníssono. Eles atribuem a atual hegemonia dos solistas ao fato de que “agora qualquer um pode fazer música em casa. Trabalhar sozinho é sempre mais fácil do que em grupo: você pode fazer o que te agrada. As pessoas buscam mais projetos solo por causa disso “, declaram.

O imediatismo proporcionado pelas tecnologias modernas vai bem com os novos hábitos de consumo. “Hoje você começa a ver uma série, no segundo capítulo você se desinteressa um pouco e deixa de segui-la. É a mesma coisa com a música “, compara Pablo Cebrián. Como exemplo de velocidade, ele cita o caso de Billie Eilish, que alcançou o primeiro lugar nas paradas nos Estados Unidos em abril de 2019 com seu primeiro álbum, When we all fall asleep, where do we go?. “Uma menina que, com o irmão, no quarto de casa, escreve músicas e as sobe na internet … Encurta-se um caminho que há 30 anos era uma via crucis: você tinha que ensaiar a música com o seu grupo, arranjar alguém para bancar um estúdio, masterizar seu disco, editá-lo… Agora isso está nas mãos das pessoas. Todos os anos você vê casos de garotos que postam algo que criaram e recebem uma quantidade brutal de reproduções.” Como diz Javier Portugués, “90% do mercado acaba se concentrando no que está bombando em nível de streaming [reproduções em plataformas como o Spotify], e são todos solistas”.

Solistas colaborando com solistas
As individualidades encontram acomodação especial em uma prática dominante ultimamente: as colaborações. Em geral, os grupos não tomam parte delas. “Desde que entramos na era do consumo digital, nove entre 10 lançamentos, para ter um volume de streaming significativo, são colaborações. Solistas colaborando entre si. É o novo protótipo de artista”, afirma Javier Portugués. No Top 100 Canções da Promusicae de 25 de março a 1º de abril, apenas quatro singles dos 20 mais vendidos não eram colaborações, mas faixas solo.


Não se deve esquecer o papel que desempenham neste cenário desequilibrado os programas de talentos na televisão, uma plataforma de lançamento de novos artistas já faz algum tempo. “Os shows de talentos são focados no artista individual. O que mais chama a atenção do público, que não se detém para analisar outras coisas, é o cantor”, diz Natalia Lacunza, 22 anos, que ficou em terceiro lugar no OT 2018. Após assinar contrato com a Universal Music, foi número um em vendas com seu álbum EP2 e escolhida Artista Revelação Pop pelos Prêmios Odeón 2020. Lacunza escolheu fazer carreira solo simplesmente porque, depois de se mudar para Madri (ela é de Navarra), não conhecia ninguém com quem começar uma aventura em conjunto. Só agora recrutou uma banda que deseja que participe da composição e dos arranjos. “O mais marcante agora são os nomes de artistas solo”, opina, “mas a importância das bandas ainda continua aí, mesmo que de maneira implícita nos projetos dos solistas. Apesar de terem ficado em segundo plano, contribuem muito para o momento ao vivo”.

No entanto, as apresentações ao vivo foram reduzidas ao mínimo por causa da pandemia. Apesar da situação transitória, muitos fãs podem ter se acostumado a escutar música no computador em vez de em uma sala de shows, o que também não ajuda a resgatar as bandas. “Assim como o trabalho remoto se normalizou, na música se tornou normal a ausência de shows ao vivo”, se queixa o produtor Pablo Cebrián.

Para completar o quadro, as redes sociais, onde os artistas combinam a promoção de sua música com cenas de sua intimidade, potencializam a autonomia. Como observa Javier Portugués, “a última rede social em que havia sentimento de grupo era o MySpace. Era um lugar onde grupos musicais postavam suas canções. Não havia ali o exibicionismo público que alimenta a vaidade. Era uma rede a serviço do grupo. O Instagram, e agora o TikTok, trazem tudo de volta ao aspecto pessoal. Nas redes, a diferença de seguidores entre a conta do líder do grupo e a da banda é enorme. Sempre foi um pouco assim: todos nós entendíamos que The Police era o Sting, mas sabíamos quem era o baterista e quem era o guitarrista. Hoje, as redes sociais teriam eliminado os dois componentes que não eram o Sting”.

Um futuro só de solistas?
Com esse panorama, as bandas se sentem, como Levine comentou, uma espécie em extinção? “Poderiam dizer que sim”, responde Miguel Blanes, da Mentira. “Não acho que vão começar a desaparecer, mas, sim, perder a popularidade que costumavam ter. Existe uma tendência de mudança de formato. Eu mesmo estou consumindo mais música de solistas.” O produtor Pablo Cebrián, que começou como guitarrista do grupo Fabula (com quem lançou dois álbuns pela Warner Music e foi banda de abertura de shows do REM), teria formado uma banda se agora estivesse dando seus primeiros passos na música? “Como não sou cantor, tenho certeza que teria começado como produtor muito antes e não teria passado por uma banda. Com certeza Iván, que era nosso cantor, teria feito carreira solo e eu seria seu produtor. Não há mais referências”, afirma.

Cabe questionar se essa ausência de modelos de banda de sucesso pode incutir nos mais jovens com ambições musicais a noção de que é “normal” adotar a configuração solista. “Na nossa infância, os ídolos eram os Beatles, os Stones, o Supertramp, o Pink Floyd … As grandes bandas de rock e pop da vida toda”, argumenta Javier Portugués. “E você dava como certo que se quisesse se dedicar à música tinha que comprar uma bateria, um amplificador de guitarra, encontrar um lugar para ensaiar … Era assim que você tinha que fazer para ser parte daquele universo mágico que tinha te deslumbrado desde pequeno. Agora, esse universo é um talent show de solistas. Não sentem necessidade de se reunir para bolar um projeto. Esse é o novo paradigma e temos que conviver com isso.”

*Por Miguel Ángel Bargueño
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*Fonte: bbc-brasil

Apocalipse em cores: o curioso vídeo da CNN para o fim do mundo

Em meados de 1980, os Estados Unidos viviam sob o contexto do período que foi chamado de Segunda Guerra Fria. Na época, as tensões entre o país norte-americano e a União Soviética, duas potências com enorme poder militar, eram ainda maiores.

Por isso, inclusive, as populações de ambas as nações temiam uma possível destruição do mundo que conheciam. Em resumo, havia a teoria de que, se as coisas piorassem, os humanos teriam de enfrentar um verdadeiro apocalipse nuclear.

Tendo fundado a conceituada emissora CNN, TedTurner sabia que deveria preparar alguma coisa para transmitir em seu último dia na Terra, caso o fim realmente chegasse. Assim, ele criou um vídeo misterioso, que permaneceu em segredo por décadas.

Uma ideia repentina

Em entrevista à revista New Yorker feita em 1988, Ted explicou de onde veio sua ideia, que só foi revelada e amplamente divulgada em 2015. “Normalmente, quando um canal de TV inicia e encerra as transmissões do dia, ele toca o hino nacional”, contou.

Com sua emissora, no entanto, a abordagem teria de ser um pouco diferente. “Com a CNN, um canal 24 horas, nós só sairíamos do ar uma única vez, e eu sabia o que isso significaria”, narrou Ted, fazendo referência ao temido fim do mundo.

Foi assim que ele pensou em uma forma digna de fazer a última transmissão da história da CNN. Com apenas 60 segundos, o emblemático vídeo foi produzido pela emissora e guardado a sete chaves, para que fosse exibido somente uma vez.
Fotografia de Ted Turner, o fundador da CNN / Crédito: Wikimedia Commons

Um vídeo especial

A ideia de Ted era simples: ele faria um vídeo clássico, com direito ao hino nacional para homenagear seu país antes do fim. Por se tratarem das supostas últimas imagens transmitidas pela CNN no caso do fim do mundo, contudo, elas deveriam ser especiais.

“Nós reunimos as bandas do Exército, da Marinha e da Aeronáutica e as levamos até a sede da CNN, para que tocassem o hino nacional”, narrou, em 1988. A música, no entanto, ainda não estava definida, já que precisava ser algo único.

Foi então que Ted se lembrou da versão instrumental do hino composto por Sarah FlowerAdams, no século 19. “Perguntei se elas [as bandas] poderiam tocar Nearer My God, to Thee, para ter em videotape, caso o mundo acabasse”, lembrou-se. “Seria a última coisa que a CNN transmitiria antes de… antes de sair do ar.”

Imagens trágicas

Uma vez gravado, o vídeo foi guardado nos arquivos da emissora, pronto para ser transmitido a qualquer momento. Mas esse dia nunca chegou. A Guerra Fria acabou e, apesar de bem produzido, o clipe nunca foi ao ar, segundo a Superinteressante.

Durante anos, então, ele foi mantido em segredo pelos representantes da emissora, já que não existia mais a necessidade de deixar as imagens preparadas para uma possível transmissão. Longe do público, então, ele passou despercebido por décadas.

Foi só em 2015 que as curiosas imagens se tornaram públicas. Naquela época, um ex-funcionário da emissora conseguiu encontrar uma cópia do vídeo e, com um computador ao seu dispor, publicou o clipe que tinha apenas um minuto na internet.

Décadas em silêncio

Mesmo que sem querer, o funcionário que revelou o curioso vídeo para o mundo acabou trazendo à tona imagens que, na verdade, nunca seriam vistas por ninguém. Isso porque, com o tempo, as filmagens tornaram-se um arquivo esquecido.

Acontece que, em 1996, Ted vendeu os direitos da sua emissora para o grupo Time Warner. Com a mudança de rumo e de diretoria, então, o vídeo foi jogado para escanteio e, mesmo se o fim do mundo chegasse, ele provavelmente não seria transmitido.

Hoje, o famoso clipe do fim do mundo criado pela CNN é uma das narrativas mais misteriosas da internet, protagonizando diversas teorias da conspiração. Isso tudo apesar das afirmações do próprio TedTurner sobre a origem e o objetivo das imagens.

*Por Pamela Malva

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*Fonte: aventurasnahistoria

Phoebe Bridgers é criticada por quebrar guitarra durante show na TV americana

A cantora indie Phoebe Bridgers está sendo criticada nas redes sociais por, acredite se quiser, quebrar uma guitarra. Ela destruiu um instrumento de US$ 85 (cerca de R$ 450), da fabricante Danelectro, durante apresentação no programa de TV americano “Saturday Night Live”, no último fim de semana.
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A ocasião marcou a primeira vez que Phoebe Bridgers se apresentou no tradicional programa televisivo. A artista apresentou as músicas “Kyoto” e “I Know the End”. Nos segundos finais, ela quebrou uma guitarra posicionada no palco especialmente para esse fim.

Assista ao momento a seguir. Veja o vídeo completo da música em que ela quebra a guitarra:

Internautas tiveram reações divididas. Houve quem considerasse “desnecessária” a atitude de Phoebe Bridgers. Alguns apontaram que ela poderia ter doado a guitarra. E teve quem debochasse da artista, que precisou golpear o instrumento várias vezes na caixa de retorno – e, mesmo assim, parece que ela não conseguiu destrui-lo por completo.

Em meio às críticas, a cantora se manifestou pelo Twitter, contando que a guitarra custava apenas US$ 85 e que a própria fabricante foi avisada do que seria feito. “Eu falei para a Danelectro que faria isso. Eles me desejaram sorte e disseram que eram guitarras difíceis de se quebrar”, disse ela.

A cautela da artista foi tamanha que a caixa de som que recebeu os “golpes” de guitarra era falsa. Ou seja: nenhum equipamento caro ou em pleno funcionamento foi destruído naquela ocasião.

Outros internautas saíram em defesa da cantora, que não fez nada de inédito durante a apresentação. Muitos se recordaram de ocasiões em que The Who, Jimi Hendrix e tantos outros astros da música quebraram guitarras e outros instrumentos, desde a década de 1960 até os dias de hoje.

David Crosby critica Phoebe Bridgers
Um dos nomes mais célebres a criticar Phoebe Bridgers pela quebra da guitarra foi David Crosby. O veterano da música folk americana definiu a situação como “patética”, também pelo Twitter, e explicou seu ponto de vista em seguida.

“Guitarras são feitas para serem tocadas, para fazer música, não para serem batidas estupidamente em uma caixa de som falsa para um drama de palco infantil. Não dou a mínima se já fizeram isso outros, isso ainda é estupidez”, afirmou.

Internautas voltaram a dividir suas opiniões e a própria Phoebe respondeu ao veterano, em tom de deboche: “Cadela chorona”.

Flea e Dave Grohl defendem
Outros dois pesos-pesados da música se manifestaram para defender Phoebe Bridgers. São eles: Flea, baixista do Red Hot Chili Peppers, e Dave Grohl, frontman do Foo Fighters.

Flea se posicionou diretamente pelo Twitter. Ao responder um dos vários tweets de David Crosby sobre o assunto – ele havia dito que músicos que quebram instrumentos não conseguem compor -, o baixista questionou: “Hendrix não conseguia compor?”.

Em outra postagem, o membro do Red Hot Chili Peppers declarou: “Você detona, Phoebe. Los Angeles está orgulhosa!”.

Dave Grohl, por sua vez, foi perguntado sobre o assunto em entrevista ao radialista Howard Stern. Ele respondeu: “Eu vi aquilo e ainda conversei com minha mãe sobre isso. Ela me perguntou e depois disse que adorou Phoebe, falou que ela tem uma voz bonita, realmente consegue cantar”.

*Por Igor Miranda

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*Fonte: guitarload

Beforeigners – Trailer (HBO)

Tái um seriado novo interessante – “Beforeigners”.
A série, estrelada por Nicolai Cleve Broch e Krista Kosonen, acompanha um novo fenômeno que começa a acontecer em todo o mundo. Poderosos flashes de luz ocorrem no oceano e pessoas do passado aparecem. Elas vêm de três eras diferentes: a Idade da Pedra, a Era Viking e o final do século XIX. Ninguém entende como isso é possível, e as pessoas do passado, chamadas de “Beforeigners”, não têm lembrança do que aconteceu. Apenas uma coisa é certa: elas continuam chegando e não há caminho de volta. Alguns anos depois, Alfhildr, interpretada por Kosonen e que veio da Era Viking, se une ao policial Lars Haaland, interpretado por Cleve Broch, como parte do programa de integração do departamento de polícia. Ao investigar o assassinato de um “Beforeigner”, eles começam a desvendar uma conspiração maior por trás da origem das misteriosas chegadas em massa.

*Fonte: tecmundo

Trailer:

6 cinebiografias musicais que você precisa conhecer

Não é só de Bohemian Rhapsody que vivem essas produções

Em 2018, a cinebiografia musical Bohemian Rhapsody, dirigida por Bryan Singer e estrelada por Rami Malek, foi um grande sucesso, com direito a milhões de dólares na bilheteria mundial e até mesmo vitória em Oscar. No entanto, existem outras ótimas cinebiografias imperdíveis.

Inclusive, o Brasil possui diversas cinebiografias músicais espetaculares, que fizeram enorme sucesso nacionalmente. Além disso, boa parte dessas produções motram a contribuição desses artistas à música e a importância deles ao cenário.

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Somos Tão Jovens

“Em 1973, o jovem Renato se muda com a família para a Brasília. Aos poucos, passa a se interessar por música e começa a se envolver com o cenário musical, formando com amigos a banda Aborto Elétrico. Em 1982, apesar da rejeição a suas novas canções, consegue despertar a atenção em outros círculos e retoma seu sonho de criar uma grande banda, convidando Marcelo Bonfá e Dado Villa-Lobos para formar a Legião Urbana, iniciando a trajetória que a tornaria umas das maiores bandas do rock brasileiro.”

Rocketman

“Extremamente talentoso mas muito tímido, o pianista prodígio Reginald Dwight muda seu nome para Elton John e torna-se uma estrela da música de renome internacional durante os anos 1970.”

Tim Maia

“A vida problemática e a trajetória musical do cantor e compositor Tim Maia, da infância no Rio de Janeiro até a morte prematura, aos 55 anos.”

Legalize Já: Amizade Nunca Morre

“Skunk é um músico revoltado com a opressão e o preconceito diários sofrido pelas comunidades de baixa renda, que busca expor sua insatisfação através da música. Um dia, ao fugir da polícia, ele esbarra em Marcelo, um vendedor de camisas de bandas de heavy metal. O gosto pelo mesmo estilo musical os aproxima, assim como a habilidade de Marcelo em compor letras de forte cunho social e questionador. Impulsionado por Skunk, ele adentra o universo da música e, juntos, formam a banda Planet Hemp.”

Straight Outta Compton: A História do N.W.A.

“Em 1988, um novo grupo revoluciona a música e a cultura pop, transformando e influenciando o hip hop para sempre. O primeiro álbum do N.W.A, Straight Outta Compton, causa polêmica com sua bruta honestidade sobre a vida no sul de Los Angeles. Guiados pelo empresário veterano Jerry Heller, os integrantes do grupo, Ice Cube, Dr. Dre, Eazy-E, DJ Yella e MC Ren, navegam pela indústria da música, conquistam fama, fortuna e um lugar na história.”

Cazuza: O Tempo Não Para

“A trajetória profissional e pessoal de Cazuza, do início da carreira, em 1981, até a morte em 1990, aos 32 anos. O sucesso com o Barão Vermelho, a carreira solo, as músicas que falavam dos anseios de uma geração, o comportamento transgressor e a coragem de continuar a carreira mesmo debilitado pela AIDS.”

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*Fonte: rollingstone

Muito além de “Cosmos”: as contribuições cósmicas e científicas de Carl Sagan

O legado mais conhecido de Carl Sagan talvez seja seu trabalho para tornar a ciência acessível e popular entre as massas, melhor demonstrado por seu programa de televisão Cosmos: Uma Viagem Pessoal. Originalmente transmitido em 1980, o programa era – e ainda é – amado por apresentar conceitos científicos complexos de uma maneira que os tornava compreensíveis.

Duas décadas após sua morte, a influência de Carl Sagan na investigação, descoberta e compreensão científica ainda é forte atualmente. Embora, sem dúvida, as conquistas científicas de Sagan cheguem a “bilhões e bilhões”, nos limitaremos nesse artigo a apresentar apenas algumas das mais importantes contribuições de Sagan para a ciência.

Marte, o planeta empoeirado

Sagan contribuiu significativamente para o nosso entendimento acerca de Marte. Cientistas já pensaram que Marte era coberta por uma vegetação que mudava com as estações do ano – levando a seus padrões variados de luz e escuridão, como pode ser visto através de telescópios. Sagan examinou novos dados e determinou que as mudanças nos padrões de cores eram causadas pela poeira que sopra ao vento em diferentes elevações. Isso foi confirmado por expedições posteriores ao planeta, que o acharam empoeirado e sem vida.

Luas habitáveis

Sagan foi um dos primeiros a supor que a água estava presente na lua de Saturno, Titã, e na lua de Júpiter, Europa. Essas duas luas são agora a fonte de muita fascinação e especulação, com muitos contemplando a possibilidade de colonização humana, bem como a empolgante ideia de que as luas possam ser capazes de desenvolver a vida independentemente. Embora nenhuma das duas seja atualmente um lugar muito confortável para se viver – ambas têm climas quase inimaginavelmente frios e Europa possui níveis de radiação potencialmente fatais – ambas apresentam possibilidades.

Vênus e o efeito estufa

Pensava-se que Vênus tinha um clima como o da Terra, mas ainda mais tropical. Agora sabemos que é exatamente o oposto – quente, seco e inabitável. Sagan foi o primeiro a sugerir que as nuvens de Vênus podem não ser uma indicação de um clima agradável; seu estudo das emissões de rádio de Vênus o levou a sugerir uma temperatura de superfície de 900 °F (cerca de 480 °C). Mais tarde, ele ajudou a projetar e gerenciar as expedições Mariner da NASA a Vênus, que provaram que Vênus é realmente inabitavelmente quente. Sagan determinou que, embora Vênus possa ter tido água, ela evaporou devido a um intenso efeito estufa – e alertou sobre o perigo de um caminho semelhante aqui na Terra, se o aquecimento global fosse deixado fora de controle.

SETI

Sagan foi um cientista pioneiro na divulgação do SETI, uma série de projetos realizados na esperança de encontrar vida inteligente em outras partes do Universo. Membro do Conselho de Administração do Instituto SETI, ele trabalhou para atrair atenção e compreensão para a busca, com sua mistura característica de advocacia racional e deleite total. Sagan poderia nos dizer o quão cientificamente e culturalmente importante era determinar se compartilhamos o Universo com outros seres inteligente (e nos deixar muito empolgados com a possibilidade).

Desmascarando OVNIs

Fora do fascínio de Sagan pela busca de vida inteligente no Universo, cresceu sua frustração com o culto aos OVNIs. Enquanto ele estava confiante de que a vida inteligente está por aí em algum lugar, ele também tinha certeza de que ela não está circulando pela Terra, abduzindo humanos e fazendo círculos em plantações. Nesta e em muitas outras áreas, Sagan era um cético notável, sempre defendendo o poder da investigação científica sobre a crença cega.

A Sociedade Planetária

Em 1980, Sagan fundou a Sociedade Planetária, juntamente com Bruce Murray e Louis Friedman. Com a missão de inspirar e envolver o público mundial na exploração espacial por meio de projetos científicos e educacionais, a Sociedade é hoje o maior grupo de interesse espacial do mundo. Através de trabalho independente e financiamento privado, a Sociedade Planetária está criando sua própria espaçonave para testar as possibilidades da navegação solar. Também financia outras entidades em uma ampla variedade de esforços, da pesquisa em Marte à ação política.

Dilema da deflexão

Um importante campo de estudo para Sagan e a Sociedade Planetária foram os corpos celestes próximos à Terra (como asteroides e meteoros), que poderiam colidir com a Terra e causar efeitos devastadores. Alguns propuseram a solução cinematográfica de disparar mísseis nucleares que poderiam desviar um meteoro em rota de colisão, alterando seu caminho para que passasse inofensivamente pela Terra. Sagan rebateu essa ideia com o pensamento preocupante de que, se criarmos a capacidade de desviar um meteoro da Terra, também criaremos a capacidade de desviar um deles em direção à Terra – aproveitando assim o poder destrutivo além de qualquer tecnologia atual e colocando em risco a nós mesmos e outras nações. Esse dilema da deflexão é apenas um exemplo das muitas maneiras pelas quais Sagan aplicou princípios científicos a questões políticas, tentando incentivar o pensamento sadio e crítico em todas as áreas.

Escritos

Sagan foi o autor ou coautor de 20 publicações, usando seu estilo de escrita amigável e acessível para tornar a ciência compreensiva para aqueles que não possuem formação avançada em astrofísica. Do seu primeiro aos seus dois últimos trabalhos, brilhantemente escritos enquanto ele estava passando por um tratamento doloroso e estressante da mielodisplasia que levaria sua vida, Sagan procurou compartilhar sua fome de conhecimento para seus leitores. Ele até escreveu um romance, Contato, que foi transformado em um filme bem recebido e premiado, explorando a ideia de Sagan de como nossa primeira experiência com inteligência extraterrestre poderia se desenrolar.

Um senso de maravilhamento

Durante todas as suas enormes realizações científicas e suas aparições públicas populares, Sagan nunca perdeu o que o tornava tão notável e tão amado: seu senso de maravilhamento. Ele não era apenas um cientista porque era brilhante e sabia como fazer seu trabalho; ele também era um cientista porque pensava que a ciência era muito legal. Sua empolgação apareceu em seus discursos e aparições na TV, em suas publicações, descobertas e hipóteses, e em seu entusiasmo ao longo da vida pela ciência. E, sempre, com dois objetivos principais: promover o conhecimento científico e levar esse conhecimento para as pessoas do mundo inteiro.

*Por Ruan Bitencourt Silva

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*Fonte: universoracionalista

TV usada derruba banda larga de uma vila inteira no País de Gales

Durante meses os moradores de Aberhosan, uma vila de 400 habitantes no País de Gales, experimentaram um problema estranho em suas conexões de banda larga: todos os dias, pontualmente às 7 da manhã, a rede ficava lenta ou caía.

Diagnósticos na rede mostravam que tudo estava normal, e nem mesmo a troca de grande parte dos cabos que atendem a vila resolveu o problema. Determinado a chegar à raiz do problema, um engenheiro local chamado Michael Jones pediu ajuda da equipe de engenheiros-chefes da OpenReach, organização responsável por toda a infraestrutura de interconexão de lares e empresas no Reino Unido à rede nacional de banda larga e telefonia.

“Tendo esgotado todas as outras possibilidades, decidimos fazer um último teste para ver se o problema estava sendo causado por um fenômeno conhecido como SHINE (Single High-Level Impulse Noise), em que a interferência elétrica emitida por um aparelho pode impactar o funcionamento de redes de banda larga”, disse Jones.

“Usando um aparelho chamado Analisador de Espectro, andamos pela vila debaixo de uma chuva torrencial às 6 da manhã na tentativa de encontrar um ‘ruído elétrico’ que suportasse nossa teoria. E às 7 da manhã, em ponto, ele apareceu! Nosso aparelho detectou uma grande onda de interferência eletromagnética na vila”, relembra.

A fonte do sinal era inesperada. Segundo Jones, “a origem do ruído era uma casa na vila. Descobrimos que às 7 da manhã, todas as manhãs, um dos moradores ligava uma velha TV, e a interferência gerada por ela derrubava a banda larga de toda a vila”.

Os moradores ficaram estupefatos que sua velha TV fosse a causa dos problemas de banda larga de toda a vila, mas imediatamente concordaram em desligá-la e não usá-la novamente. De acordo com a Openreach, desde que isso foi feito a rede nunca mais apresentou problemas.

*Por Rafael Rigues

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*Fonte: olhardigital

5 motivos para assistir Sons of Anarchy, novidade no Amazon Prime Video

Criada e protagonizada por Kurt Sutter, a série foi transmitida entre 2008 e 2014 pelo canal FX, nos Estados Unidos, e agora está disponível no streaming

Na última quinta, 15, chegou um dos maiores destaques do mês de julho no Amazon Prime Video: Sons of Anarchy, série que teve sete temporadas e foi transmitida entre 2008 e 2014 pelo canal FX, nos Estados Unidos. O programa foi criado por Kurt Sutter, que também atua como um dos personagens.

Sons of Anarchy é protagonizada por Charlie Hunnam, intérprete de Jax Teller, e se passa em Charming, cidade fictícia do norte da Califórnia, Estados Unidos, onde existe um clube de motociclistas, que leva o mesmo nome da série. O grupo trabalha no mundo do crime, eles se envolvem com tráfico de drogas e de armas, assassinatos, filmes pornô, entre outros. O grupo é liderado por Clay Morrow, personagem de Ron Perlman.

Os integrantes do Sons of Anarchy precisam conciliar a vida criminosa com a família de cada um. Claro, a série mostra diversos conflitos internos, como Clay Morrow sempre optar pela tradição violenta, já Jax adota uma mentalidade revolucionária, como o falecido pai, John Teller.

Sem mais delongas, veja abaixo 5 motivos para assistir Sons of Anarchy.

Personagens e atores

Um dos maiores pontos positivo da série são os personagens. Cada um tem personalidades distintas e parecem que eles realmente são pessoas existentes no mundo real. Além disso, é bastante achar um personagem em Sons of Anarchy que seja totalmente insuportável e/ou descartável.

Os personagens principais, como Jax, Clay, Tara e Gemma dão bastante vida à série, mas os secundários trazem uma magia simplemente genial ao programa. Os maiores destaques vão para Tib, Chibs, Juice, Opie, entre muitos outros.

Para trazer personagens tão ricos, o elenco não deixa a desejar. Todos na série entregam atuações dignas de ganhar toda e qualquer premiação. Charlie Hunnam, ator principal, brilha – e muito – em todas as sete temporadas de Sons of Anarchy.

Trilha sonora

Atualmente, é bastante difícil ver uma série com uma trilha sonora de extrema qualidade, como era o caso de Sons of Anarchy. É impossível esquecer quando toca “Hey,Hey My My”, música de Neil Young performada por Battleme.

A abertura, com “This Life”, canção de Curtis Stigers e The Forest Rangers, também é algo inesquecível e bastante marcante. Músicas como “Till It’s Gone”, “Coal War”, “Big Fellah” e “The Whistler” se destacam.

Participações especiais

Além do elenco, tanto principal quanto secundário, ser absolutamente bem escolhido e talentoso, Sons of Anarchy também traz convidados de ponta.

Nomes como Courtney Love, Dave Navarro, David Hasselhof, Danny Trejo, Marilyn Manson, Ralph Hubert “Sonny” Barger (fundador do Hells Angels, clube de motociclistas), Stephen King, Lea Michele, entre outros.

Reviravoltas e roteiro ótimo

Boa parte da série, principalmente aos finais de algumas temporadas, é cercada de reviravoltas importantíssimas para o desenvolvimento da série.

Todo e qualquer ponto de virada em Sons of Anarchy faz total sentido dentro do que é oferecido ao público e deixa o espectador cada vez mais empolgado em continuar a ver o seriado.

Sem spoilers, o plot twist do final da terceira temporada é de explodir cabeças de tão bom.

Spin-off

Sim, Sons of Anarchy é mais uma daquelas séries que ganharam um spin-off. A produção fez tanto sucesso e foi tão bem de crítica e público que mereceu um outro seriado no mesmo universo.

A série se chama Mayans M.C., e conta a história da gangue rival de mesmo nome dos Sons of Anarchy. A trama se passa quatro anos depois do seriado original.

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*Fonte: rollingstone

Beavis e Butt-Head irão voltar à televisão com episódios inéditos

A aclamada série animada Beavis and Butt-Head, exibida na MTV entre os anos de 1993 e 1997, irá retornar ao ar com episódios inéditos.

A informação é do site The Hollywood Reporter, que afirma que o criador Mike Judge fechou um acordo com o canal de televisão Comedy Central para trazer o desenho animado de volta ao ar com episódios inéditos, especiais e até mesmo spinoffs (séries derivadas baseadas em personagens originais).

Judge irá recriar a franquia em um acordo que já teria sido fechado para pelo menos duas temporadas, e terá a responsabilidade de escrever, produzir e dublar as vezes dos dois personagens que fizeram história falando muita merda e analisando clipes de bandas lendárias em horário nobre.

Novos Episódios de Beavis e Butt-Head

De acordo com a publicação do THR, a “nova versão” do desenho irá mergulhar no “mundo da Geração Z”, com assuntos que irão se relacionar tanto com fãs antigos do desenho politicamente incorreto quanto novas audiências.

Ao falar sobre isso, Chris McCarthy (responsável pela área de entretenimento para jovens da ViacomCBS) disse:

Estamos empolgados por trabalhar com Mike Judge e o grande time na 3 Arts novamente, já que voltamos a acreditar nas animações adultas no Comedy Central.

Beavis e Butt-Head foram uma voz definitiva de uma geração, e mal podemos esperar para vê-los navegando pelas perigosas águas de um mundo anos-luz distante do deles.

Filme

Vale lembrar que em 1996 um filme do desenho animado e sua trilha sonora conta com a sensacional cover de “Love Rollercoaster”, gravada pelo Red Hot Chili Peppers, que ganhou um clipe icônico.

Em 2011 um reboot chegou a acontecer, mas não deu certo e só durou uma temporada.

*Por Tony Alex
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*Fonte: tenhomaisdiscosqueamigos

Festival One World: Together At Home | Será exibido na TV brasileira neste sábado

O mega evento online One World: Together at Home (Um Mundo: Juntos em Casa), que acontece neste sábado (18), será exibido na TV brasileira, pelos canais Globo, Multishow e MTV Brasil.

A transmissão começará no Multishow (na TV e no Youtube) e também na plataforma Globoplay, que exibirão o pré-show ao vivo, a partir das 16h (horário de Brasília).

Nomes como Adam Lambert, Juanes, Kesha, Luis Fonsi, Matthew McConaughey, Maluma e Sebastián Yatra vão se apresentar no pré-show.

Na sequência, às 21h, ambos exibem os grandes shows do festival, assim como a MTV Brasil. Estão confirmados Eddie Vedder, Paul McCartney, Elton John, Billie Joe Armstrong (Green Day), Billie Eilish, Lizzo, Stevie Wonder, Chris Martin (Coldplay), Alanis Morissette, entre outros. Confira a line-up abaixo.

A TV Globo exibirá o show completo de duas horas de duração logo após o programa Altas Horas.

 

 

 

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*Fonte: ligadoamusica

Com exibição na TV, série contará a história do motocross brasileiro

A história do motocross brasileiro está prestes a completar 50 anos desde sua primeira corrida, registrada na Cidade Universitária de São Paulo, capital paulista, em 1971. Para comemorar, BRMX e Café Preto Filmes lançam em 2021 a primeira temporada do documentário Lendas do Motocross Brasileiro.

A série terá exibição na BandSports e em plataformas digitais com a missão de levar a história do motocross brasileiro para milhares de fãs, mostrando as faces de glória e superação que envolvem desportistas que dedicaram suor e lágrimas e se tornaram lendas perante os olhos dos fãs do esporte.

Nivanor Bernardi, Roberto Boettcher, Pedro Bernardo Raymundo “Moronguinho”, Álvaro Cândido Filho “Paraguaio”, Rodney Smith, Jorge Negretti e Milton Becker “Chumbinho” são os personagens desta primeira parte, contando a história das três décadas iniciais do esporte – 1970, 1980 e 1990 – e uma segunda temporada é prevista para 2022 com mais sete personagem da sequência cronológica.

“Este é o maior projeto do BRMX, que chega com muito entusiasmo para marcar a comemoração de 10 anos da fundação do site. O motocross é um esporte de grande apelo emocional,que já viveu fases incríveis e revelou grandes personalidades. Lendas do Motocross Brasileiro é sobre estes personagens, tendo a história do motocross como pano de fundo“, afirma Mauricio Haas, editor do site BRMX e diretor do Lendas.

O projeto é uma produção da Café Preto Filmes e do BRMX através da Lei do Audiovisual – 8.685/93, com patrocínio da Yamaha Motor do Brasil, do Grupo Geração, Embrast Indústria e Comércio de Embalagens, Archer Supermercados e novos parceiros que ainda podem surgir, pois o processo de captação segue em andamento – interessados, entrar em contato pelo telefone 47 999 190 401.

“A Café Preto Filmes completa quatro anos em 2020, e estamos empolgados para filmar o Lendas, um projeto que tem o DNA da nossa produtora, que já produziu três documentários contando histórias de esportes. Chegou a hora de cair na estrada pra rodar nossa primeira série. Ter a BandSports ao nosso lado, me deixa muito feliz e certo de que o conteúdo chegará à uma audiência qualificada”, diz Sérgio Azevedo, diretor e produtor da série.

As filmagens começam no primeiro semestre de 2020, e a exibição dos episódios se inicia em 2021, data do cinquentenário do esporte no Brasil. Serão sete episódios de 26 minutos com depoimentos, imagens de arquivo e muita nostalgia. Aguarde!

*Por Mau Haas

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*Fonte: brmx

Como os desenhos clássicos criaram uma geração de pessoas com conhecimento cultural

[Texto traduzido e adaptação de publicação de Anne Holmquist em Intelectual TakeOut]

Desenhos clássicos como Tom e Jerry fizeram parte da vida de mutias pessoas. Contando uma história a respeito de uma vez em que seu pai reconheceu trechos da história de um livro de Mark Twain, a editora do site Intelectual TakeOut fala sobre como desenhos animados foram responsáveis por introduzir informações a respeito de clássicos da literatura e da música através de seus episódios.

A reflexão é muito interessante e, por isso, resolvemos traduzir o texto para português. Confira:

Estes desenhos introduziram às crianças histórias como Dr. Jekyll e Mr. Hyde de Robert Louis Stevenson, por exemplo, através do Pernalonga. Citações chave e cenas do trabalho de William Shakespeare foram o tema de desenhos da Looney Tunes. Em um curta da Disney chamado “Little Hiawatha”, estava presente o poema épico “The song of Hiawatha” de Henry Wadsworth Longfellow.

Talvez estes desenhos tenham tornado ainda mais famosas do que as referências literárias as músicas clássicas, introduzindo tanto seleções instrumentais e de ópera às crianças. Um exemplo famoso é “O Barbeiro de Sevilha” performado por Pernalonga em um salão de cabeleireiro. O crítico de cinema americano Leonard Maltin descreve bem esta situação:

“Muito de minha educação musical veio pelas mãos do compositor da Warner Bros. Carl Stalling, eu só não percebia isso, eu não estava atento, isso simplesmente ficou guardado no meu cérebro durante todos os anos em que assisti os desenhos da Warner diariamente. Eu ouvia a Segunda Rapsódia Húngara de Liszt por causa dos desenhos da Warner Bros., eles a usavam tão frequentemente”.

Mas Maltin não foi o único que aprendeu com esses clássicos. Na verdade, como conta o famoso pianista Lang Lang, foi a versão de Tom e Jerry de música de Liszt que o inspirou a começar a tocar piano, aos dois anos de idade.

Estes exemplos somente pincelam a superfície da instrução cultural que estes desenhos antigos ensinaram a nossos pais e avós. Mesmo que eles não aprendessem estes elementos na escola, eles ao menos tinham algumas referências a partir das quais eles poderiam construir seu entendimento dos livros e músicas e mesmo das ideias que impactaram a cultura e o mundo no qual vivemos hoje.

Mas será que podemos dizer o mesmo da geração atual? Pra ser honesta, não conheço bem o que o mundo dos desenhos tem oferecido hoje, mas uma busca rápida de desenhos populares parece sugerir que a resposta é “não”. Na maior parte do tempo eles parecem se focam no aqui e agora.

Resumidamente, nem escolas nem os desenhos de sábado de manhã parecem estar passando adiante a tocha do conhecimento cultural e literário. Será que este cenário poderia ser uma das razões pelas quais vemos uma cada vez maior apatia e falta de interesse na geração atual?

[Link do texto original, em inglês, AQUI]

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*Fonte: notaterapia

Os Simpsons – Produtor nega que a série esteja chegando ao fim

Considerada uma das séries mais marcantes de todos os tempos, “Os Simpsons” teve início em 1999, e pelo menos até poucos dias atrás em declaração de Danny Elfman, não existia nenhum sinal de que estaria chegando ao fim.

Em contato com Metro UK, no entanto, Al Jean – roteirista e produtor executivo – garantiu que não existem planos para que a série seja encerrada tão cedo.

“Sem desrespeitar Sr. Elfman, mas nós começaremos a produção da Temporada 32 no próximo ano, e não existem planos para acabar depois disso.”

Em fevereiro, Os Simpsons recebeu uma ordem de renovação para mais duas temporadas, nisso, a Temporada 32 será exibida em 2021. A série tem uma exclusividade de streaming no Disney+.

*Por Flavio Filippo

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*Fonte: pointnerd

Os Simpsons chegará ao fim depois de 30 anos no ar, revela Danny Elfman

Segundo o compositor Danny Elfman, responsável pelo icônico tema musical de Os Simpsons, o programa norte-americano idealizado por Matt Groening pode estar quase no fim.

Por mais de 30 anos, a família de Springfield tem sido uma parte importante da televisão, acumulando diversos prêmios e, até, prevendo eventos futuros.

Contudo, Effman revelou que a cortina provavelmente descerá para Os Simpsons após a trigésima primeira temporada: “Bom, pelo que eu ouvi, [a série] está acabando. Não sei ao certo quando, mas me disseram que, talvez, no próximo ano.”

E continuou: “Tudo o que eu posso dizer é que estou pasmo que durou tanto tempo quanto durou. Certo dia, eu escrevi uma música louca e esperava que ninguém a ouvisse, porque eu realmente não achava que tivéssemos uma chance.”

Anteriormente, foi divulgado que, com a Fox sob o comando da Disney, o futuro do desenho seria incerto. Por enquanto, a família Simpson ainda viverá aventuras por mais duas temporadas, ou seja, até 2021.

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*Fonte: rollingstone

Banjogirl Maio de 2019

No mês de maio a escolhida como Banjogirl foi a bela apresentadora do Mundial de Motocross na TV, Lisa Leyland. Essa londrina já a algum tempo é apresentadora de esportes off road em duas rodas na telinha da sua TV, sempre chamando muita atenção a cada entrevista com pilotos e os membros das equipes, com a sua graciosidade e o lindo cabelo encaracolado.
Feito então, essa á a belezura da vez como Banjogil de MaioLisa Layland!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

E então chegou o fim!

E pensar que hoje, enfim chegou o dia do o último episódio de Game of Thrones. Depois de vários anos acompanhando cada temporada desse incrível seriado, suas inúmeras tramas políticas e reviravoltas na história, grandes e pequenas batalhas, diálogos incríveis e os tantos caminhos diferenciados de cada um dos personagens, a coisa toda então se encerra. Me sinto grato e satisfeito por toda essa experiência de acompanhar e conhecer vários novos e talentosos atores, por quem em diversas vezes torcemos ou então aprendemos a odiar (rsrsrsr) – tantos nos momentos bons quantos ruins, se falar nos de enorme surpresa e emoção … e foram vários!

Agora por um bom tempo os domingos de noite não serão mais os mesmos, isso é claro, até inventarem algum outro seriado tão ou mais phoda ainda do que esse. Coisas do universo do entretenimento, afinal não é a primeira vez em que acontece algo do tipo, vide tantos outros ótimos seriados que também chegaram ao seu derradeiro último episódio. Mas seguimos em frente. A cada coisa boa, novas ainda melhores frutificam por sua causa.

Enfim, valeu George R. R. Martin (por sua genialidade / escritor) e aos diretores David Benioff e D. B. Weiss, pela inventividade e habilidade de transformar todo esse imenso universo maluco da cabeça do véio Martin em muitas cenas épicas inesquecíveis. E pode ter certeza de que tudo isso rendeu uma grande diversão.
Thanks