Garota de 14 anos inventa tecnologia que remove ponto cego de motoristas

Quem dirige sabe que o ponto cego de todo carro atrapalha bastante. Mais do que isso, causa milhares de acidentes a cada ano.

Agora, no entanto, tal ponto cego pode se tornar evitável: uma garota de 14 anos (não, você não leu errado) inventou uma tecnologia que efetivamente o remove dos veículos.

A ideia de Alaina Gassler funciona da seguinte maneira: uma câmera é colocada atrás do pilar que causa o ponto cego. Esta câmera envia um vídeo para um projetor, que por sua vez projeta a imagem no próprio pilar, essencialmente tornando-o invisível e deixando o motorista enxergar através dele.

Para melhorar ainda mais a situação, Alaina só usou materiais facilmente acessíveis para criar essa tecnologia, como uma webcam, um projetor e materiais impressos em 3D.

Premiada

No início desta semana, Alaina, que mora em West Grove, no estado americano da Pensilvânia, apresentou sua invenção no concurso Broadcom MASTERS (sigla para “Math, Applied Science, Technology, and Engineering for Rising Stars”, ou “Matemática, Ciências Aplicadas, Tecnologia e Engenharia para Estrelas em Ascensão”) para alunos do ensino médio oferecido pela organização sem fins lucrativos Society for Science and the Public.

Além disso, ela venceu uma competição nacional em primeiro lugar por sua criação, levando para casa o Prêmio Samueli Foundation de US$ 25.000 em homenagem à excelência geral em ciência, tecnologia, engenharia e matemática.

*Por Natasha Romanzoti

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*Fonte: hypescience

Ônibus elétrico, autônomo e impresso em 3D é testado na Califórnia

A fabricante de automóveis norte-americana Local Motors tem uma aposta sustentável para a mobilidade urbana: Olli 2.0. Com sensores, incluindo radar e câmeras, o veículo autônomo monitora a direção sem precisar de um motorista. E não estamos falando de uma solução para o futuro, mas sim para o agora – já em funcionamento em pequena escala.

Com velocidade máxima de 40 km/h, é projetado para áreas que exigem baixa velocidade, como hospitais, bases militares e universidades. O motor elétrico garante zero ruídos e emissões poluentes, além de alcance de até 160 quilômetros com uma única carga.

Olli também é 80% impresso em 3D e seus componentes, em sua maioria, são recicláveis.
E ainda é personalizável: seu interior (inclusive o número de assentos) pode ser alterado para atender a diferentes necessidades.

Sua primeira versão, o Olli 1.0, foi lançada em 2016 e está em operação em nove campi dos EUA. Enquanto veículos autônomos não tomam conta das ruas, podemos ter um “gostinho” colocando em prática o que é possível hoje – testando sua segurança, confiabilidade e outras questões que certamente surgirão como qualquer alternativa de transporte.
Testes

As experimentações na Califórnia acontecem na estação GoMentum, uma antiga base naval, próxima a São Francisco, que funciona como campo de testes para veículos autônomos. Ali, o modelo que possui sistema de prevenção de obstáculos, será colocado em vários cenários, incluindo travessia de cruzamento, interação com pedestres e túneis.

“A segurança é fundamental em todas as novas tecnologias de veículos, por isso estamos entusiasmados para realizar testes rigorosos sob condições realistas na estação GoMentum para garantir que nossos ônibus estejam prontos para as vias públicas”, Vikrant Aggarwal, presidente da Local Motors.

O veículo também está sendo testado em Peachtree Corners, no subúrbio de Atlanta. O Olli percorre um pequeno trecho separado do tráfego comum, de segunda a sexta-feira, o que tem atraído moradores curiosos para testar a novidade.

A china, sempre à frente, inaugurou seu primeiro transporte público autônomo e elétrico em 2017.

*Por Marcia Sousa

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*Fonte: ciclovivo

Japoneses fazem primeiro teste com carro voador

Ele parece mais um drone gigante e fez o primeiro voo em teste nesta segunda-feira, 5. É o carro voador japonês.

O modelo da Nec Corp tem 4 hélices para sair do chão. Ele ficou voando por cerca de um minuto e levantou a 3 metros de altura.
De acordo com a Associated Press, o governo japonês está incentivando o desenvolvimento de carros voadores para que virem realidade até 2030.
Por enquanto, a intenção é que o veículo seja utilizado em entregas no futuro e sem a necessidade de um piloto.

Testes

Entre as bases que o governo japonês está criando para incentivar os carros voadores está uma área de testes em Fukushima.
A ideia é utilizar a região devastada por desastre nuclear como local de voo para estes veículos.

Outras empresas

Além da Nec, empresas como Boeing, Pal-V e Uber estão trabalhando em seus conceitos voadores.
Em outra frente, companhias também desenvolvem motos voadoras, inclusive, até a polícia de Dubai está utilizando um protótipo do tipo.

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*Fonte: sonoticiaboa

O combustível desse carro é água salgada

Pouco a pouco, as pessoas estão se conscientizando da importância de cuidar do meio ambiente, razão pela qual várias iniciativas foram lançadas para reduzir a quantidade de lixo e poluentes que são emitidos.

Carros são um dos vilões do meio ambiente por emitir muito ar poluído. Tudo isso pode se tornar um problema de grandes proporções, esta foi uma das razões por que os carros elétricos estão ganhando espaço cada vez mais, mesmo ainda sendo mais caro ter um carro assim.

No entanto, nem tudo parece perdido porque a empresa suíça NanoFlowcell introduziu QUANTINO, um carro que funciona com água salgada, em vez de gasolina ou baterias elétricas.

Este carro, ao contrário dos carros elétricos convencionais, usa baterias iônicas chamadas bi-ION, cuja operação é baseada em água salgada.

Seu inventor, Nunzio La Vecchia, garantiu que este carro terá um ótimo desempenho, mesmo assegurando que QUANTINO pode atingir até mil quilômetros de autonomia.

A marca suíça trabalhou neste projeto desde 2014 e este carro é o resultado de anos de pesquisa. As baterias do carro oferecem até dez mil horas de operação com uma geração de 108 cavalos de potência e uma velocidade de até 200 quilômetros por hora.

*Por Any Karolyne Galdino

 

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*Fonte: engenhariae

BMW diz que motores a diesel sobreviverão mais 20 anos e motores a gasolina 30

Apesar de ter revelado recentemente uma visão para um futuro mais sustentável de carros elétricos híbridos com seu conceito ‘Vision M Next’, a BMW diz que continuará investindo pesadamente em motores de combustão interna para o futuro próximo.

O fabricante de automóveis seguirá as tendências do mercado como parte de uma estratégia que os leva a eliminar gradualmente os motores a diesel nos próximos 20 anos, e os motores a gasolina nos próximos 30 anos.

A estrutura e a demanda, segundo a BMW, não estão no lugar para poder mudar drasticamente o mercado para veículos híbridos e 100% elétricos.

“Vemos áreas sem uma infra-estrutura de recarga como a Rússia, o Oriente Médio e a parte ocidental da China, então eles contarão com motores a gasolina por mais 10 a 15 anos”, disse Klaus Froelich, membro do conselho de desenvolvimento do BMW Group.

As previsões de mercado apontam para o aumento das vendas de eletricidade, mas ainda há um longo caminho a percorrer antes que os VEs comecem a criar a maior parte do tráfego nas nossas estradas: “Uma melhor suposição de 30% das vendas eletrificadas (veículos elétricos a bateria e híbridos plug-in) até 2025 significa que pelo menos 80% dos nossos veículos terão um motor de combustão interna”, continuou Froelich.

A BMW espera que os carros a diesel sobrevivam pelo menos mais 20 anos e os motores a gasolina pelo menos 30 anos, disse Froelich. Ele também afirmou que, embora seja, naturalmente, parte de seus planos, “a mudança para a eletrificação é exagerada”.

Planos de curto prazo

A fim de cumprir com os rígidos regulamentos de emissões da Europa, a BMW terá que eliminar determinados tipos de motores.

Para carros a diesel, a montadora deixará de fabricar sua unidade de três cilindros de 1,5 litro, oferecida apenas na Europa, já que é muito caro adaptá-la para atender às regulamentações.

O diesel de seis cilindros e 400 cavalos da BMW, não será substituído, já que seus quatro turbo-compressores dificultam muito a reprojetar, disse Froelich.

O fabricante de carros continuará desenvolvendo motores a diesel de quatro e seis cilindros, embora eles não tenham mais de três turbos.

Finalmente, para motores a gasolina, o motor V-12 de doze cilindros deverá ser eliminado em breve. “A cada ano, temos que investir para atualizar o V-12 para novas regulamentações de emissões, particularmente na China”, disse Froelich.

À medida que a BMW se adapta aos novos regulamentos e a um futuro de carros híbridos e elétricos, bem como autônomos, eles terão que mudar a potência do motor. No entanto, esta será uma mudança gradual que leva anos, em vez de uma que acontece do dia pra noite.

*Por Ademilson Ramos

 

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*Fonte: engenhariae

Fotógrafo de renome mundial registra a desintegração de um Audi R8

Fabian Oefner é um fotógrafo de renome mundial que faz arte colorida, aproveitando as propriedades científicas. Ele pretende chamar a atenção para a beleza do mundo natural.

Neste vídeo exclusivo, Oefner traz sua arte para um Audi R8. Este vídeo é uma tentativa de redefinir a realidade.

Oefner descreve como ele começou a trabalhar na série em desintegração com o motivo de um carro antigo que está caindo aos pedaços. Seu verdadeiro desejo era fazê-lo com carros reais e não apenas modelos.

Quando a Audi foi até ele com este projeto único, foi realmente o que ele queria fazer. O que ele fez para esse projeto foi fazer com que os mecânicos desmontassem todas as peças e, em seguida, gravassem cada uma individualmente em um fundo preto.

A beleza desse projeto é que a equipe conseguiu olhar para dentro de peças que até os mecânicos nunca tinham visto. Oefner aproveitou a oportunidade para compartilhar como é importante fazer uma pausa na vida para ver o que realmente existe.

*Por Ademilson Ramos

 

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*Fonte: engenhariae

Nova York vai ganhar uma frota de veículos autônomos em breve

O complexo industrial-comercial Brooklyn Navy Yard, em Nova York, vai receber a primeira frota de veículos auto-dirigíveis da cidade. A empresa responsável é a Optimus Ride, de Boston, que teve início no prestigiado Instituto de Tecnologia de Massachusets (MIT).

Apesar de diversas demonstrações de veículos autônomos já terem acontecido em Nova York, a Optimus Prime afirma ser a primeira a levá-los a nível comercial. O estado tem regras bastante restritivas quanto a esse tipo de tecnologia, exigindo que policiais pagos pela empresa acompanhem todo o trajeto do veículo em vias públicas.

Os políticos do estado ainda são bastante resistentes a implantação de veículos auto-dirigíveis como meio de transporte viável, e buscam dar preferência a melhorias no metrô, segundo o portal The Verge. Para evitar conflitos com as autoridades, a Optimus Prime optou por limitar que seus carros circulem apenas dentro de ruas privadas, como as do Brooklyn Navy Yard.

A empresa não revelou quantos veículos serão entregues, nem quais as especificações técnicas dos mesmo, mas afirmou que pretende aumentar gradualmente a frota. Sobre a tecnologia utilizada um representante afirmou que “Optimus Ride utiliza Veículos Eléctricos de Vizinhança (NEV), concebidos para operar em um limite de 25 milhas por hora (40 km/h). O Optimus Ride é independente de veículos e pode integrar as nossas tecnologias de condução automática em qualquer tipo de veículo.”

*Por Carolina Bernardi

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*Fonte: techmundo

Toyota desenvolverá veículo para missão tripulada na Lua

A montadora japonesa Toyota e a Agência de Exploração Aeroespacial do Japão (Jaxa) anunciaram uma parceria para construir um veículo lunar autônomo que permitirá que os astronautas andem na superfície da Lua sem trajes espaciais.

A iniciativa faz parte de um projeto do Japão de apostar na exploração lunar. Segundo o jornal britânico The Guardian, o objetivo de que o veículo seja incluído em uma missão tripulada à Lua entre 2029 e 2034.

Por enquanto, o rover de seis rodas ainda é só um conceito, mas já se sabe que será alimentado por uma célula de combustível e poderá acomodar duas pessoas — ou quatro durante uma emergência. Com pouco mais de 5 metros de comprimento, 4,5 metros de largura e quase 4 metros de altura, o veículo teria um alcance de 100 mil km na superfície do satélite.

“Como engenheiro, não há alegria maior do que poder participar de um projeto lunar como o da Toyota”, disse o vice-presidente executivo da Toyota, Shigeki Terashi, em evento em Tóquio, no Japão, no qual o projeto foi anunciado. Para o presidente da Jaxa, Hiroshi Yamakawa, a parceria melhorá a confiança na missão: “Os rovers tripulados com cabines pressurizadas são um elemento que desempenhará um papel importante na exploração e uso da superfície lunar”.

 

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*Fonte: revistagalileu

Tesla Model 3 desliza e sai fora do controle em uma estrada com gelo, mas recupera o controle

Em um acidente de near-miss capturado em vídeo recentemente, um cara chamado Eric Laperriere dirigindo seu Tesla Model 3 no piloto automático, teve um encontro perigoso em uma estrada com gelo.

Eric estava dirigindo em uma estrada fora de Montreal quando seu carro, que estava no piloto automático, passou por cima de um pouco de gelo. O veículo saiu fora de controle, o que pode ser visto no vídeo.

No entanto, como alegado pelo motorista, o sistema de assistência ao motorista do carro recuperou o controle antes que fosse tarde demais e o transferiu de volta para sua pista original.

Espera-se que os veículos da Tesla apresentem forte estabilidade e tração, o proprietário da Model 3 da região de Quebec afirmou que o piloto automático fez mais do que isso. Se o motorista é para ser acreditado, com a ajuda de controle de tração, bem como AWD no sistema de piloto automático, o veículo conseguiu recuperar o controle automaticamente e dirigir seu caminho de volta para a pista central.

Eric também acrescentou que durante todo o incidente, ele não tocou no volante nem uma vez. Em suas próprias palavras , “eu não toquei no volante. Tudo foi feito através do Autopilot e do sistema AWD. […] O volante estava se movendo tão rápido que eu preferi deixar o carro cuidar disso. ”

*Por Any Karolyne Galdino

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*Fonte: engenhariae

Motorhome

E que tal esse enorme caminhão americano transformado num motorhome de luxo!?

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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*Fonte: @the_things_men_like (Instagram)

Onde foi parar a cor que estava aqui?

Quais são as cores de carros mais vendidas? Não é difícil perceber. Os carros pretos, pratas e brancos dominam as ruas, estradas e estacionamentos do Brasil. Achar um modelo que fuja dessas cores é cada vez mais difícil. Quem tenta timidamente colorir a cidade é o vermelho, mas sem muito força quando jogado na massa das cores sóbrias. Mas, nem sempre foi assim. Antigamente, Fuscas, Kombis, Chevettes e muitos outros esbanjavam diferentes cores. É verdade que as tonalidades eram sólidas, já que não existiam colorações metálicas, mas, ainda assim, era possível ver modelos laranjas, beges, marrons e amarelos, além dos diferentes tons de azuis e verdes. Então, onde foram parar as cores dos carros?

Para Nelson Lopes, fundador da ÍCON Design, escola especializada em design automotivo, e designer com anos de experiência na Volkswagen, as cores começaram a sumir por três motivos: o descobrimento das tonalidades metálicas, o aumento de inovações na parte interna do automóvel, e a facilidade em vender carros usados com cores menos chamativas. “No passado as tintas metálicas eram novidade. Não haviam muitas variações de tons da mesma cor e por isso o espectro de escolha era limitado. Outro aspecto é que os carros mudavam muito pouco ano a ano, e isso não afetava drasticamente a sua revenda. Atualmente, a constante atualização dos carros e as variações econômicas do país influenciam na revenda do carro e, por sua vez, influencia os consumidores a comprarem cores mais neutras, que são facilmente aceitas pela maioria dos consumidores do mercado de usados.”

Ao mesmo tempo, no velho continente, os consumidores europeus preferem carros coloridos. Para se ter uma ideia, uma pesquisa promovida pela PPG, fabricante norte-americanas de tinta, mostrou que em 2017, as cores prata e azul, em termos de preferência no mercado europeu, empataram em 9% cada. Já na América do Sul essa diferença é gigante, com 31% de preferência para a cor prata e apenas 2% para o azul. Porém não pense que as montadoras européias têm mais liberdade para usar as cores. Nelson, que trabalhou por quatro anos na Volkswagen AG, na Alemanha, dá um outro ponto de vista sobre o assunto. “Não é uma questão de liberdade, mas sim de características regionais e estratégias do mercado. Em outros mercados as referências culturais e a relação destas na economia dos consumidores são outras. De modo geral, no hemisfério norte há menos luz solar que da linha do Equador para baixo. Isso acarreta uma natureza pobre cromaticamente e que influencia até nossas condições psicológicas. Especialmente nos longos invernos destes países, essa sensação de “tristeza” ambiental é compensada pela aquisição de produtos com cores mais alegres e enérgicas, o que diminui a monotonia visual. O poder aquisitivo médio nos EUA e Europa também são maiores e permitem os consumidores colocarem a satisfação pessoal acima de questões financeiras. Por isso é comum vermos carros com cores mais chamativas no exterior que no Brasil”, conclui Nelson.

“Um detalhe à parte foi o status de sofisticação e nobreza que ganhou a cor branca”

Ainda assim, como no resto do mundo, o Brasil também passa pelo domínio dos carros brancos. O início dessa moda surgiu em 2006, quando diversos salões de automóveis europeus apresentaram modelos nessa cor. “Um detalhe à parte foi o status de sofisticação e nobreza que ganhou a cor branca. Normalmente usada para representar modernidade em outros produtos, a indústria automotiva começou a usar o branco em seus show cars no exterior e, consequentemente, isso foi parar nas ruas das principais capitais do mundo. Além do ar de modernidade, o branco também inspira ‘pureza’, agregando classe aos produtos da marca. Fora isso, faz todo sentido ter um carro de uma cor que reduz o calor interno no veículo e custa mais barato para reparar por ser uma cor sólida”, explica Nelson Lopes.

Quanto ao futuro das cores nas ruas brasileiros, o designer é otimista. Para ele, existe um movimento que começou há cinco anos que já valoriza cores diferentes do preto e prata, que se consolidaram entre os anos 90 até 2013. Para ele, o maior empecilho do avanço das cores ainda é o momento de revenda. “Determinado carros ficam melhores em algumas cores e não tanto em outras. Isso pode influenciar a percepção de valor, tamanho e outros atributos do carro. Até por isso, eu posso comprar o carro na loja B, que tem a cor que eu procura, e não comprar na loja A. Entretanto, não chega ao ponto de se priorizar a cor em detrimento do custo. Você não compra uma Ferrari porque não encontrou um Volkswagen vermelho”, finaliza Nelson.

Quem escolhe as cores dos carros?

Todas montadoras contam com uma equipe de Color & Trim dentro do departamento de Design. Esse time é responsável pela escolha das tonalidades e dos materiais usados no veículo. Para isso, eles levam em consideração “tendências de moda, dados de marketing, novos materiais e tecnologias”, como explica Nelson Lopes.

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*Fonte: balconistassa

Como construir uma casa em uma Kombi (projeto / e-book)

Descrição do Produto

Esse livro-projeto é o manual que todo viajante sonhava em ter para viver no conforto do lar e desbravar o mundo ao mesmo tempo. Agora, qualquer leigo será capaz de construir sua própria Kombihome com banheiro seco, cozinha completa, cama de casal, chuveiro, armários, espaço para materiais de trabalho, frigobar e outros eletrodomésticos todos movidos por energia limpa e renovável através de painéis fotovoltaicos. Kombihome, o manual completo é mais do que um projeto, é uma oportunidade real, tangível e de fácil construção pois além de contar com todas as peças medidas e desenhadas, conta também com uma animação em 3D que revela passo a passo a ordem da montagem dos móveis, do sistema fotovoltaico, sistema hidráulico e do sistema gás de cozinha. Este livro também apresenta informações preciosas sobre a documentação, dicas, histórias da estrada e muito mais.

Agora só não desfruta de viver na estrada quem não quer!

Vantagens

Esse livro-projeto traz não só comodidade de ter acesso a um projeto de alta funcionalidade e praticidade, mas traz também possibilidade de uma economia dramática de tempo em projetação de uma casa na Kombi, que envolve complexos sistemas; economia de gastos, uma vez que peças cortadas erradas e desperdício de material, que são um ponto chave no custo de qualquer novo projeto; e possibilidades quiça de novas ideias a partir de uma estrutura bem enraizada nas necessidades básicas de uma casa.

Resumindo: economia de tempo e investimento, uma visão real sobre os custos do projeto, dicas e informações valiosas sobre temas burocráticos como a documentação, por exemplo, manual de construção de móveis, sistema hidráulico e sistema fotovoltaico, histórias das estradas e muito mais.

*Se ficou interessado, confira aqui como adquirir o E-book deste projeto: kombihome

A Harley Davidson anuncia novos modelos para 2020

Plano “More Roads to Harley-Davidson” terá ainda novas custom e uma naked streetfighter

A Harley-Davidson surpreendeu e anunciou nesta segunda-feira (30) os planos da marca até 2022, incluindo a chegada de motos para explorar segmentos inéditos para a empresa. Trata-se do plano “More Roads to Harley-Davidson”, que tem como objetivo revigorar os negócios nos EUA e também acelerar o ritmo de crescimento internacional.

“As ações ousadas que estamos anunciando hoje alavancam as vastas capacidades e o poder de fogo competitivo da Harley-Davidson – nossa excelência no desenvolvimento e fabricação de produtos, o apelo global da marca e, claro, nossa grande rede de concessionárias”, disse Matt Levatich, Presidente e CEO da Harley-Davidson Inc.

Num mundo em rápida mudança e com novas demandas do consumidor, essas ações apoiam os objetivos da marca até 2027, incluindo novos produtos, acesso mais amplo dos clientes à marca e concessionárias mais fortes.
Harley-Davidson 2020 Harley-Davidson 2020

Entre as novas motos, o destaque fica para uma inédita plataforma modular para modelos de 500 cc a 1.250 cc, que dará origem à primeira big trail da Harley, a Pan America 1.250 (foto de abertura), além de uma naked Streetfighter 975 cc (acima à esquerda) e mais uma custom 1.250 cc (acima à direta), todas planejadas para lançamento a partir de 2020. Outras motos virão até 2022.

Já para os mercados emergentes, a Harley-Davidson anuncia uma aliança estratégica com uma fabricante da Ásia. A princípio, esta nova moto de baixa cilindrada (entre 250 a 500 cc) será desenvolvida somente para o mercado indiano, além de outros países asiáticos.

Por fim, a marca norte-americana segue com o plano de lançar em 2019 a LiveWire, a primeira Harley-Davidson elétrica. Ela será seguida por modelos adicionais até 2022, fazendo com que a H-D seja líder também na eletrificação de motocicletas.

2020 Harley-Davidson Pan America Adventure-Tourer

 

 

 

 

 

 

 

Harley-Davidson cooled 975cc Streetfighter

 

 

 

 

 

 

Harley Davidson 1250 Custom

 

 

 

 

 

 

Harley-Davidson LiveWire (moto elétrica)

 

 

 

 

 

 

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*Fonte: motor1

 

Indian Motorcycles encerra operação no Brasil

Importadora culpa baixo volume de vendas e alta do dólar

Quase três anos depois de ter chegado ao Brasil, a Indian Motorcycle deixa o nosso país. A Polaris, importadora oficial, anuncia a suspensão da importação e vendas das motos da marca. As cinco concessionárias, em Belo Horizonte, Florianópolis, Goiânia, Rio de Janeiro e São Paulo, continuarão abertas por mais quatro meses para vender o estoque e continuar com o serviço de pós-venda. Após este período, os clientes terão que procurar as lojas da Polaris e oficinas credenciais, que ainda serão definidas.

De acordo com a Polaris, o motivo de suspender a operação da Indian é a situação da marca no Brasil. A economia ruim do país, aliada ao baixo desempenho em vendas e a alta do dólar deixaram o negócio insustentável. A Indian chegou a montar suas motos na fábrica da Dafra por quase dois anos, mas produziu somente 800 unidades.

A Indian trabalhava com sete modelos: Scout, Scout Bobber, Chief Dark Horse, Chieftain Dark Hourse, Roadmaster, Chief Vintage e Springfield. A mais acessível era a Scout 1130, que custava cerca de R$ 50 mil antes da disparada do dólar.

“Enquanto não identificarmos um modelo de viabilidade para a Indian Motorcycle Brasil devido as atuais condições de mercado, o nosso foco será maximizar os recursos no crescimento da marca Polaris e fortalecimento da rede de concessionárias off-road”, explica Paulo Brancalio, diretor-geral da Polaris Brasil.

Os clientes que precisarem de mais informações pode entrar em contato com a Polaris pelo telefone (11) 3356-5482 ou pelo e-mail contatobrasil@indianmotorcyle.com

 

 

 

 

 

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*Fonte: motor1uol

Os americanos estão cada vez mais com medo de carros autônomos

Os cidadãos americanos estão com medo quando o assunto é carros autônomos, e cada mês aumenta mais esse receio pela automação dos carros. Os Estados Unidos da América têm sido um dos países onde se tem desenvolvido mais testes de carros sem motorista, são milhares de carros autônomos em fase de testes nas estradas americanas.

Porém, a confiança do público americano em relação aos carros autônomos nunca foi tão baixa como está agora. Em um estudo realizado em Abril pela AAA (American Automobile Association) foi descoberto que 73% dos americanos não confiam nos carros sem condutor. É um aumento de 10% em relação aos 63% que diziam não confiar no final de 2017.

O estudo revela que apenas 20% dos inquiridos entraria em um carro sem condutor. O maior declínio de confiança veio dos mais jovens. Apesar de continuarem a serem a população que mais confia neste tipo de tecnologia, neste momento 64% dos mais jovens afirma que não viajaria em um veículo autônomo, em comparação com os 49% que o afirmavam em 2017.

“Apesar do potencial (dos carros autônomos) para tornar as estradas mais seguras a longo prazo, os consumidores tem as expectativas altas no que concerne a segurança,” afirmou Greg Brannon, o diretor de Engenharia Automóvel da AAA.

“Os nossos resultados mostram que qualquer incidente que envolva um veículo autônomo irá provavelmente alterar a confiança dos consumidores, que é um componente critico para a aceitação maior dos veículos autônomos”.

*Por Any Karolyne Galdino

 

 

 

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*Fonte: