Lightyear One: carro elétrico movido a energia solar tem autonomia de 700 km com apenas uma recarga

A Lightyear, fabricante holandesa que é pioneira em veículos elétricos solares, alcançou um grande marco de desempenho e autonomia ao dirigir 441 milhas (710 km) com o protótipo do One. Nunca antes um EV dirigiu tão longa distância com uma bateria relativamente pequena – apenas 60 kWh.

Lex Hoefsloot, CEO e cofundador da startup, explicou que o carro conseguiu registrar o grande alcance com um consumo de energia de apenas 137 Wh por milha, isso a 53 milhas por hora. “Mesmo os carros elétricos mais eficientes do mercado hoje consomem cerca de 50% a mais de energia a esta velocidade relativamente baixa”, disse ao site Automotive World.

“Após quatro anos de trabalho árduo e desenvolvimento interno, este é um marco de engenharia e tecnológico muito importante. Isso valida o desempenho de nossa patente e mostra verdadeiramente que somos capazes de cumprir nossa promessa de apresentar o veículo elétrico mais eficiente [do mundo]”, afirmou Hoefsloot – confira o teste do Lightyear One abaixo, em vídeo:

O protótipo do carro elétrico movido a energia solar foi posto à prova na pista de testes Aldenhoven Testing Center, na Alemanha, onde completou um ciclo de direção a uma velocidade de 53 milhas/hora com uma única carga da singela bateria de 60 kWh. A provação foi responsável por avaliar aspectos da máquina, desde a validação do rendimento dos painéis solares, desempenho da bateria, consumo de energia do sistema de refrigeração, até o funcionamento dos motores de roda e do software que opera o automóvel.

Sem contar que a etapa de ciclo completo conduzido é crucial para verificar e comprovar todas as suposições de desempenho do “veículo solar”. Além da validação do desempenho técnico do carro movido a esse tipo de energia que ocorreu na Alemanha, outros próximos testes ocorrerão em 2021 para o processo de homologação, como os exames de colisão e um de ciclo de direção oficial (WLTP).

“Este marco é uma grande confirmação da escalabilidade do nosso modelo de negócios. Estamos confiantes de que, nos próximos meses, conseguiremos atingir um nível semelhante de consumo de energia na velocidade das rodovias”, complementou Hoefsloot, que ainda explicou que reduzir o consumo de energia por quilômetro de um EV significa fornecer, com uma bateria pequena, muito mais alcance. “Como as baterias são a parte mais cara de um EV, você pode reduzir o preço de compra do carro e obter elétricos acessíveis com uma grande autonomia e que não precisa de muita carga”.

Ainda de acordo com o CEO, a Lightyear está comprometida com a missão de tornar a mobilidade limpa disponível para todas as pessoas e em todos os lugares. E boas notícias para quem quer comprar o carro elétrico movido a energia solar e ficar meses sem carregar: atualmente, a fabricante está se preparando para a comercialização oficial do One.

Uma série exclusiva do modelo entrará em produção no primeiro semestre de 2022. Segundo a Lightyear, o desejo é atender ao mercado em massa a partir de 2024.

*Por Arthur Henrique
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*Fonte: olhardigital

8 marcas irão abandonar totalmente a gasolina

Com a preocupação em reduzir a emissão do dióxido de carbono, que contribui tanto para o aquecimento global quanto com o efeito estufa, algumas marcas irão abandonar totalmente a gasolina.

Além disso, diversas marcas também estão inovando quando se trata de trazer mais carros elétricos ao mercado, como a Tesla, que foi a primeira montadora a vender veículos elétricos em grande escala.
Confira as 8 marcas que abandonarão totalmente a gasolina

Desse modo, as marcas que irão abandonar definitivamente irão trazer ainda mais inovações no mercado dos veículos elétricos.

Em seguida, confira as 8 marcas:

1. Audi
A Audi deverá abandonar a gasolina em 2036, enquanto isso lançará seus “últimos” carros movidos a gasolina.

A empresa alemã tem como objetivo lançar apenas veículos elétricos após 2036.

O primeiro carro totalmente elétrico da marca foi Audi E-Tron, lançado no ano de 2018, com autonomia de até 436 quilômetros
marcas que abandonarão totalmente a gasolina audi e-tron

2. Bentley faz parte das marcas que irão abandonar totalmente a gasolina
Uma das marcas que irão abandonar a gasolina logo será a Bentley, que fabrica carros de luxo.

A montadora também irá produzir somente carros elétricos a partir de 2026, e para os próximos quatro anos, serão produzidos veículos híbridos.

3. Ford (Europa) será uma das marcas que irá abandonar totalmente a gasolina
Na Europa, a Ford também irá terminar em breve a sua transição para carros elétricos, em 2026.

No entanto, nos Estados Unidos, a Ford ainda não realizou nenhum anúncio sobre o assunto, seguindo com a produção de veículos tradicionais e também híbridos.

4. General Motors
Outra empresa que irá demorar um pouco mais para abandonar a gasolina é a General Motors (RM), transformando seus veículos em elétricos até 2035.

O anúncio foi realizado em janeiro deste ano (2021).

5. Daimler/Mercedes-Benz
A Daimler, que é responsável pela Mercedes-Benz irá começar a produzir veículos elétricos somente em 2040.

A informação foi divulgada em 2019, e por enquanto a montadora não irá parar de produzir ou diminuir o número de veículos convencionais.

6. Jaguar
A Jaguar também anunciou no começo deste ano que irá levar até 2030 para que seus veículos sejam totalmente elétricos.

A empresa atualmente conta com somente um modelo que é 100% a bateria, o Jaguar I-PACE.

7. Volvo
Outra empresa que irá abandonar a gasolina até 2030 é a Volvo, que apresentou há pouco seu segundo veículo movido a bateria.

O modelo C40 Recharge representa o futuro da Volvo, segundo Henrik Green, diretor de tecnologia da montadora sueca.

8. Volkswagen também é uma das marcas que irão abandonar totalmente a gasolina

A Volkswagen anunciou que ao menos 80% dos carros sejam elétricos até o ano de 2030, sendo a transição uma prioridade para a empresa.

O anúncio foi feito à revista alemã Automobilwoche, por Ralf Brandstätter, o CEO da Volkswagen.

*Por Rafael Pires Jenei

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*Fonte: engenhariahoje

Bateria superenergética pode quase dobrar o alcance dos veículos elétricos

Os cientistas há muito veem as baterias de metal de lítio como uma tecnologia ideal para armazenamento de carga, aproveitando o metal mais leve da tabela periódica para fornecer células repletas de energia.

Mas pesquisadores e empresas tentaram e falharam durante décadas para produzir versões recarregáveis ​​e acessíveis que não tivessem o risco de pegarem fogo.

Até que, no início deste ano, Jagdeep Singh, o presidente-executivo da QuantumScape, afirmou em uma entrevista ao The Mobilist que a discreta empresa fortemente financiada do Vale do Silício havia vencido os principais desafios técnicos. Ele acrescentou que a VW espera ter as baterias em seus carros e caminhões até 2025, prometendo reduzir o custo e aumentar a autonomia de seus veículos elétricos.

Depois de abrir o capital em novembro, o QuantumScape agora está avaliado em cerca de US $ 20 bilhões, apesar de ainda não ter nenhum produto ou receita (e nenhuma expectativa de que isso aconteça até 2024). A VW investiu mais de $ 300 milhões na empresa e criou um empreendimento conjunto com a QuantumScape para fabricar as baterias. A empresa também levantou centenas de milhões de outros grandes investidores.

Ainda assim, até agora Singh havia revelado poucos detalhes sobre a bateria, o que levou os pesquisadores, rivais e jornalistas a vasculhar registros de patentes, documentos de investidores e outras fontes em busca de pistas sobre o que exatamente a empresa havia alcançado — e como.

Em um anúncio à imprensa no dia 8 de dezembro, a QuantumScape finalmente forneceu os resultados técnicos dos testes de laboratório. Sua tecnologia é uma bateria parcialmente de estado sólido, o que significa que ela usa um eletrólito sólido em vez do líquido do qual a maioria das baterias depende para promover o movimento de átomos carregados através do dispositivo.

Numerosos pesquisadores e empresas estão explorando a tecnologia de estado sólido para uma variedade de produtos químicos de bateria porque esse método tem o potencial de melhorar a segurança e a densidade de energia, embora o desenvolvimento de uma versão prática tenha se mostrado difícil.

A empresa, com sede em San Jose, Califórnia, ainda está ocultando alguns detalhes sobre sua bateria, incluindo alguns dos principais materiais e processos que está usando para fazê-la funcionar. E alguns especialistas continuam céticos de que QuantumScape tenha realmente abordado os difíceis desafios técnicos que tornariam possível uma bateria de metal de lítio em veículos comerciais nos próximos cinco anos.

Resultado dos testes

Em uma entrevista para a MIT Technology Review americana, Singh disse que a empresa mostrou que suas baterias atenderão efetivamente cinco necessidades principais do consumidor que, até agora, impediram que os veículos elétricos ultrapassassem 2% das vendas de automóveis novos nos EUA: custos mais baixos, maior alcance, tempos de recargas mais curtos, maior vida útil total na estrada e maior segurança.

“Qualquer bateria que atenda a esses requisitos pode realmente abrir 98% do mercado de uma forma que você não consegue fazer hoje”, diz ele.

Na verdade, os resultados de desempenho do QuantumScape são notáveis.

As baterias podem ser carregadas até 80% de sua capacidade em menos de 15 minutos. (MotorTrend descobriu que o V3 Supercharger da Tesla levou um Model 3 de 5% a 90% em 37 minutos, em um teste no ano passado.) E eles retêm mais de 80% de sua capacidade em 800 ciclos de carregamento, que é o equivalente aproximado de dirigir 240.000 milhas (386.243 quilômetros). Na verdade, a bateria apresenta pouca degradação, mesmo quando sujeita a ciclos agressivos de carga e descarga.

Por fim, a empresa afirma que a bateria foi projetada para atingir gamas de direção que podem exceder as dos veículos elétricos com baterias de íon de lítio padrão em mais de 80% — embora isso ainda não tenha sido testado diretamente.

“Os dados do QuantumScape são bastante impressionantes”, diz Paul Albertus, professor assistente de engenharia química e biomolecular da Universidade de Maryland e anteriormente diretor do programa IONICS da ARPA-E com foco em estado sólido, sem afiliação ou financiamento relacionamento com a empresa.

A empresa “foi muito mais longe do que outras coisas que eu vi” em baterias de metal de lítio, ele acrescenta: “Eles correram uma maratona enquanto todos os outros fizeram 5 km.”

Como funciona?
Então, como eles conseguiram tudo isso?

Em uma bateria de íon de lítio padrão em um carro elétrico hoje, um dos dois eletrodos (o ânodo) é feito principalmente de grafite, que armazena facilmente os íons de lítio que vão e vêm através da bateria. Em uma bateria de metal de lítio, esse ânodo é feito do próprio lítio. Isso significa que quase todos os elétrons podem ser colocados para trabalhar armazenando energia, que é o responsável pelo maior potencial de densidade dela.

Mas isso cria alguns grandes desafios. A primeira é que o metal é altamente reativo, portanto, se entrar em contato com um líquido, incluindo o eletrólito que suporta o movimento desses íons na maioria das baterias, pode desencadear reações colaterais que degradam a bateria ou fazem com que ela entre em combustão. A segunda é que o fluxo de íons de lítio pode desenvolver formações semelhantes a agulhas conhecidas como dendritos, que podem perfurar o separador no meio da bateria, causando um curto-circuito na célula.

Ao longo dos anos, esses problemas levaram os pesquisadores a tentar desenvolver eletrólitos de estado sólido que não são reativos com o metal de lítio, usando cerâmicas, polímeros e outros materiais.

Uma das principais inovações da QuantumScape foi desenvolver um eletrólito de cerâmica de estado sólido que também serve como separador. Com apenas algumas dezenas de micrômetros de espessura, ele suprime a formação de dendritos enquanto ainda permite que os íons de lítio passem facilmente para frente e para trás. (O eletrólito na outra extremidade da bateria, o lado do cátodo, é um gel de alguma forma, então não é uma bateria totalmente de estado sólido.)

Singh se recusa a especificar o material que está usando, dizendo que é um de seus segredos comerciais mais bem guardados. (Alguns especialistas em baterias suspeitam, com base em pedidos de patente, que se trata de um óxido conhecido como LLZO.) Levou cinco anos para se descobrir isso; e depois mais cinco para desenvolver a composição e o processo de fabricação certos para evitar defeitos e dendritos.

A empresa acredita que a mudança para a tecnologia de estado sólido tornará as baterias mais seguras do que a variedade de íons de lítio no mercado hoje, que ainda ocasionalmente pegam fogo em circunstâncias extremas.

O outro grande avanço é que a bateria é fabricada sem um ânodo distinto. (Veja o vídeo do QuantumScape aqui para ter uma ideia melhor de seu design “livre de ânodo”.)

Conforme a bateria carrega, os íons de lítio no lado do cátodo viajam através do separador e formam uma camada perfeitamente plana entre ele e o contato elétrico na extremidade da bateria. Quase todo esse lítio retorna ao cátodo durante o ciclo de descarga. Isso elimina a necessidade de qualquer material de ânodo “hospedeiro” que não esteja contribuindo diretamente para o trabalho de armazenamento de energia ou transporte de corrente, reduzindo ainda mais o peso e o volume necessários. Também deve cortar custos de fabricação, diz a empresa.

Riscos restantes

Há um porém: os resultados do QuantumScape são de testes de laboratório realizados em células de camada única. Uma bateria automotiva de verdade precisaria ter dezenas de camadas, todas trabalhando juntas. Passar da linha piloto para a manufatura comercial é um desafio significativo no armazenamento de energia e o ponto em que muitas startups de baterias antes promissoras fracassaram.

Albertus observa que há um farto histórico de reclamações prematuras de avanços de baterias, então qualquer inovação é recebida com ceticismo. Ele gostaria de ver a QuantumScape submeter as células da empresa aos tipos de testes independentes que os laboratórios nacionais realizam, sob condições padronizadas.

Outros analistas da indústria expressaram dúvidas de que a empresa pudesse realizar os testes de expansão e segurança exigidos para colocar baterias em veículos nas estradas até 2025, se a empresa tiver testado rigorosamente apenas células de camada única até agora.

A Sila Nanotechnologies, uma startup de bateria rival desenvolvendo um tipo diferente de materiais anódicos de alta densidade energética para baterias de íon-lítio, lançou um relatório técnico um dia antes da história da Mobilist que destaca uma lista de desafios técnicos para baterias de metal de lítio de estado sólido. Ele observa que muitas das vantagens teóricas do metal de lítio diminuem à medida que as empresas buscam baterias comerciais, dadas todas as medidas adicionais necessárias para fazê-las funcionar.

Mas o documento enfatiza que a parte mais difícil será enfrentar o desafio do mercado: competir com a enorme infraestrutura global já existente para adquirir, produzir, enviar e instalar baterias de íon-lítio.

Apostas massivas

Outros analistas, no entanto, dizem que os avanços recentes no campo indicam que as baterias de metal de lítio irão ultrapassar significativamente a densidade de energia da tecnologia de íons de lítio e que os problemas de retenção do campo podem ser resolvidos.

“A questão costumava girar em torno se teríamos baterias de metal de lítio; agora o foco é quando as teremos”, diz Venkat Viswanathan, um professor associado da Carnegie Mellon que pesquisou baterias de metal de lítio (e fez trabalho de consultoria para QuantumScape).

Singh reconheceu que a empresa ainda enfrenta desafios, mas insiste que eles se relacionam mais com a engenharia e o aumento da produção. Ele não acha que quaisquer avanços adicionais na química são necessários.

Ele também observou que a empresa agora tem mais US $ 1 bilhão, proporcionando uma condição mais favorável para chegar à produção comercial.

Questionado sobre por que os jornalistas deveriam confiar nos resultados da empresa sem o benefício de descobertas independentes, Singh ressaltou que está compartilhando o máximo de dados possível para ser transparente. Mas ele acrescenta que QuantumScape não está “no negócio de pesquisa acadêmica”.

“Sem ofensa, mas não nos importamos com o que os jornalistas pensam”, diz ele. “As pessoas com as quais nos importamos são os nossos clientes. Eles viram os dados, executaram os testes em seu próprio laboratório, viram que funcionava e, como resultado, estão apostando muito nessa empresa. A VW apostou tudo”.

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*Fonte: mittechreview

CRV Digital: documentos de registro e transferência de veículo serão digitais

Mais documentos se juntaram à carteira digital do motorista brasileiro. O Certificado de Registro do Veículo (CRV) e o Certificado de Licenciamento Anual (CLA) agora passam a integrar o Certificado de Registro e Licenciamento do Veículo (CRLV-e). O documento do veículo estará disponível pelo aplicativo Carteira Digital de Trânsito (CDT), que também abriga a versão digital da Carteira Nacional de Habilitação (CNH).

A resolução do Conselho Nacional de Trânsito (Contran) que aprovou a digitalização dos documentos ainda extinguiu comprovante de transferência de propriedade (antigo DUT) e o transformou no Autorização para Transferência de Propriedade do Veículo (ATPV-e). A medida valerá a partir desta segunda-feira (4) para novos registros. Documentos impressos em papel-moeda verde continuarão valendo, além da CRV Digital.
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“O CRLV-e e a ATPV-e foram os nossos últimos documentos a serem digitalizado e com isso, nenhum órgão de trânsito utilizará mais o papel-moeda”, explica o diretor-Geral do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) e presidente do Contran, Frederico Carneiro. Além do app da CDT, o CRLV-e estará disponível em formato digital, após a quitação de todos os débitos, no portal do Denatran ou por meio dos canais de atendimento dos Detrans estaduais.

O aplicativo da CDT está disponível na App Store e no Google Play.

Caso prefira, o proprietário do veículo também pode imprimir o documento em papel A4 comum, branco, que terá o QR Code de segurança, válido para fiscalização. O registro é obrigatório na compra de veículo zero km; compra/venda de um usado; mudança de município de domicílio ou residência do proprietário e na mudança de categoria ou alteração de característica do veículo.

Como coneguir a CRV Digital

Para quem já possui o documento de registro e a autorização para transferência de propriedade em papel-moeda (veículos registrados antes de 2021) nada muda. Ao vender o veículo, o proprietário preenche o verso do documento com os dados do comprador, reconhece firma no cartório e, por fim, o comprador vai ao Detran para efetivar a transferência.

O procedimento só muda para veículos registrados a partir de agora. “O Detran expedirá somente o CRLV-e, em formato digital. A ATPV-e, que antes vinha em branco, no verso do documento, a partir de agora será expedida somente quando o proprietário for vender o veículo”, explica o Contran.
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A expedição do documento de transferência deve ser feita junto ao Detran, presencialmente ou por meio de algum canal de atendimento digital. Com a ATPV-e preenchida e com o QR Code de segurança, o comprador deve reconhecer a firma no cartório e efetivar da transferência. Em breve, a transferência poderá ser realizada totalmente em meio digital. “Transferir um veículo será tão simples quanto fazer uma transferência bancária, tudo na palma da mão”, promete Carneiro.

*Por Renato Mota

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*Fonte: olhardigital

Startup diz que carro elétrico movido a energia solar nunca irá precisar recarregar

A empresa de carros elétricos Aptera Motors está de volta – e afirma ter construído um veículo que, em teoria, nunca precisa ser carregado, graças aos bancos de painéis solares em seu teto e capô.

Claro, há uma série de advertências e notas de rodapé sobre a afirmação, como relata o The Verge, e vamos vamos comentar. Mas supondo que os painéis solares funcionem moderadamente bem, o Aptera poderia apresentar algo no caminho para uma solução para os problemas de autonomia das baterias de veículos elétricos, um dos principais obstáculos que bloqueiam uma transição generalizada para carros elétricos.

Aptera não alega ter construído um dispositivo de movimento perpétuo, ou que a bateria dos veículos de três rodas nunca ficará sem energia.

Em vez disso, a empresa diz em um comunicado à imprensa que o veículo tem um alcance extraordinário de 1.600 quilômetros por carga, levando em consideração seus painéis solares acrescentando 72 quilômetros de energia em dias ensolarados. Partindo do pressuposto de que um motorista típico viajará menos do que isso, o Aptera poderia durar muito tempo sem precisar parar em uma estação de recarga.

Como empresa, a Aptera teve problemas para colocar seu design incomum nas ruas. Depois que seus carros foram certificados pela primeira vez pelo Departamento de Energia em 2009, a empresa fechou suas portas em 2011 depois de ser incapaz de garantir um empréstimo, de acordo com o The Verge.

*Por Ademilson Ramos

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*Fonte: engenhariae

CRV Digital: Documentos de registro e transferência de veículo serão digitais

Mais documentos se juntaram à carteira digital do motorista brasileiro. O Certificado de Registro do Veículo (CRV) e o Certificado de Licenciamento Anual (CLA) agora passam a integrar o Certificado de Registro e Licenciamento do Veículo (CRLV-e). O documento do veículo estará disponível pelo aplicativo Carteira Digital de Trânsito (CDT), que também abriga a versão digital da Carteira Nacional de Habilitação (CNH).

A resolução do Conselho Nacional de Trânsito (Contran) que aprovou a digitalização dos documentos ainda extinguiu comprovante de transferência de propriedade (antigo DUT) e o transformou no Autorização para Transferência de Propriedade do Veículo (ATPV-e). A medida valerá a partir desta segunda-feira (4) para novos registros. Documentos impressos em papel-moeda verde continuarão valendo, além da CRV Digital.

“O CRLV-e e a ATPV-e foram os nossos últimos documentos a serem digitalizado e com isso, nenhum órgão de trânsito utilizará mais o papel-moeda”, explica o diretor-Geral do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) e presidente do Contran, Frederico Carneiro. Além do app da CDT, o CRLV-e estará disponível em formato digital, após a quitação de todos os débitos, no portal do Denatran ou por meio dos canais de atendimento dos Detrans estaduais.

Caso prefira, o proprietário do veículo também pode imprimir o documento em papel A4 comum, branco, que terá o QR Code de segurança, válido para fiscalização. O registro é obrigatório na compra de veículo zero km; compra/venda de um usado; mudança de município de domicílio ou residência do proprietário e na mudança de categoria ou alteração de característica do veículo.
Como coneguir a CRV Digital

Para quem já possui o documento de registro e a autorização para transferência de propriedade em papel-moeda (veículos registrados antes de 2021) nada muda. Ao vender o veículo, o proprietário preenche o verso do documento com os dados do comprador, reconhece firma no cartório e, por fim, o comprador vai ao Detran para efetivar a transferência.

O procedimento só muda para veículos registrados a partir de agora. “O Detran expedirá somente o CRLV-e, em formato digital. A ATPV-e, que antes vinha em branco, no verso do documento, a partir de agora será expedida somente quando o proprietário for vender o veículo”, explica o Contran.
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A expedição do documento de transferência deve ser feita junto ao Detran, presencialmente ou por meio de algum canal de atendimento digital. Com a ATPV-e preenchida e com o QR Code de segurança, o comprador deve reconhecer a firma no cartório e efetivar da transferência. Em breve, a transferência poderá ser realizada totalmente em meio digital. “Transferir um veículo será tão simples quanto fazer uma transferência bancária, tudo na palma da mão”, promete Carneiro.

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*Fonte: olhardigital

Saiba como os carros melhoraram nos últimos 50 anos

Nos últimos 50 anos os carros tornaram-se significativamente mais leves graças à tecnologia inovadora. Não só isso, eles são mais eficientes e ainda mais seguros.

Para ter uma melhor ideia de quanto mais seguros os nossos carros são atualmente, a Chevrolet realizou um teste de colisão entre dois carros; um Chevrolet Bel Air de 1959 contra Chevrolet Malibu de 2009. O resultado do teste de colisão fala por si.

“Era como se fosse noite e dia, a diferença de proteção dos ocupantes,” de acordo com o presidente do instituto, Adrian Lund.

*Por Ademilson Ramos

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*Fonte: engenhariae

13 atitudes que contribuem para um trânsito mais seguro

Confira boas práticas indicadas pela campanha Trânsito+gentil, da Porto Seguro, para que qualquer pessoa possa contribuir para a transformação das cidades

Não existe trânsito seguro sem que motoristas, motociclistas, ciclistas e pedestres tenham uma mudança de comportamento e passem a considerar pequenas gentilezas como práticas comuns de nosso dia a dia.

É isso o que prega a campanha Trânsito+gentil da Porto Seguro, que aproveita a Semana Nacional do Trânsito, entre os dias 18 e 25 de setembro, para trazer ainda mais destaque sobre a importância deste tema.

Nós da Catraca Livre também nos sentimos parte deste movimento pela gentileza no trânsito e para provar que essa transformação é possível a partir de pequenos gestos, listamos abaixo 13 dicas para você colocar em prática agora mesmo.

Pedestres

Mesmo sendo um dos mais vulneráveis, o pedestre tem papel importante na segurança do trânsito e na transformação dele em um ambiente mais gentil. Algumas mudanças de postura que podem contribuir para que isso aconteça incluem:

1 – Fazer contato visual com o motorista mesmo quando for atravessar na faixa de segurança. É de extrema importância que você tenha certeza que ele está te vendo;

2- Andar com atenção nas calçadas de postos de gasolina. Nesses lugares existe uma intensa movimentação de veículos e motocicletas e é comum que pequenos acidentes, facilmente evitáveis, aconteçam;

3 – Respeitar a ciclovia. Afinal, ela foi feita para os ciclistas pedalarem com segurança e não para você caminhar;

O volume de ciclistas tem aumentado de maneira exponencial nas grandes cidades. Essa tendência seguirá forte no pós-isolamento, como comprova uma recente pesquisa sobre o crescimento de 50% na venda de bicicletas no Brasil, entre os meses de maio e junho.

Com todo esse volume de novos ciclistas surge a necessidade de que atitudes de gentileza sejam tão importantes quanto achar uma ciclovia perto de você. Algumas práticas que podem ser tranquilamente adicionadas durante as pedaladas incluem:

4 – Ficar atento no que acontece à sua frente e evitar ao máximo olhar para trás. Isso pode te ajudar a se livrar de algo que possa vir a dar errado no seu caminho;

5 – Sinalizar com antecedência caso você precise entrar em alguma rua ou sair da sua faixa. Os outros veículos precisam diminuir a velocidade e isso contribui para evitar sustos desnecessários;

6 – Nada de competir com as motos. Você não tem um motor e ainda por cima não possui quase nenhum tipo de proteção;

Motociclistas
Catraca Livre dá dicas de gentileza para tornar o trânsito mais seguroCrédito: Banco de Imagens/BigstockMotociclistas devem ter atenção para evitar os pontos cegos dos carros, ônibus e caminhões

Uma das maiores frotas no trânsito das cidades, as motos fazem parte deste intenso microcosmo urbano que tem na intensa relação dos motociclistas com outros veículos, uma de suas principais características.

É por conta disso que se faz mais do que necessário cuidado redobrado na hora de circular nas vias. Entre as dicas para tornar mais gentil o dia a dia do motociclista, podemos destacar:

7 – O uso do farol aceso de noite e de dia. Pode parecer exagero, mas não é. Motoristas te veem muito melhor com o farol ligado;

8 – A atenção para evitar os pontos cegos dos carros, ônibus e caminhões. Quanto maior o veículo, maior esses pontos;

9 – Respeitar as ciclovias e ciclofaixas como lugares exclusivos para os ciclistas. Evitando acidentes desta forma;

Motoristas
Catraca Livre dá dicas de gentileza para tornar o trânsito mais seguroCrédito: Banco de Imagens/BigstockQuando um motorista te der passagem, sorria e agradeça

E pra fechar essa lista não poderia faltar, é claro, dicas para os motoristas. São as pessoas atrás dos volantes que tornam a segurança no trânsito possível e se você se atentar para estas quatro dicas, vai perceber o quanto é fácil promover essa mudança:

10 – Quando um motorista te der passagem, sorria e agradeça. O mesmo pode acontecer com você quando for a sua vez de retribuir essa gentileza;

11 – Dar passagem aos ciclistas não custa nada. Eles são ágeis e passam rapidinho! Isso não vai te atrasar;

12 – Sempre que possível, deixe espaço entre o seu e outros carros, para que os motociclistas possam mudar de faixa com mais agilidade;

13 – Não se esqueça das setas. Elas servem de sinal às pessoas que estão atravessando uma via sem semáforo para pedestres;

Agora que você já conhece algumas destas gentilezas, chegou a sua hora de colocá-las em prática. E se quiser conhecer muitas outras acesse o site www.transitomaisgentil.com.br.

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*Fonte: catracalivre

Este novo sistema sul-coreano de guard-rail poderá salvar milhões de vidas

Uma empresa coreana desenvolveu um produto para reduzir os impactos severos de guard-rails e salvar mais vidas.

De acordo com a Federal Highway Administration, o guard-rail pode funcionar para levar o veículo sem controle de volta para a pista, ou diminuir a velocidade do mesmo até parar por completo, ou ainda dependendo da velocidade, o veículo pode passar direto pelo guard-rail.

”O tamanho e a velocidade do veículo pode afetar o desempenho do guard-rail.” Explica.

Geralmente, os guard-rails são compostos por chapas de aço e não podem garantir “a segurança do motorista”. Guard-rails mais suaves protegem os motoristas de choques e dão assim, mais oportunidade para salvar suas vidas.

*Por: Ademilson Ramos

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*Fonte: engenhariae

Citroën lança carro elétrico compacto que custa apenas R$ 100 por mês

Com velocidade máxima de 45 km/h, veículo é ideal para pequenos deslocamentos dentro das cidades

Prometendo oferecer “mobilidade 100% elétrica para todos”, a Citroën está lançando na Europa o Ami, um veículo elétrico urbano compacto e de baixo custo, que pode ser dirigido por qualquer um acima de 14 anos (na França) mesmo sem carteira de motorista.

O Ami é um “carrinho” de 2 lugares, com apenas 2,4 metros de comprimento, equipado com uma bateria de 5,5 kWh. A autonomia é de até 70 km com uma carga, viajando a até 45 km/h. Não, não é um carro para os amantes da velocidade, ou mesmo para a estrada, mas sim para pequenos deslocamentos dentro das cidades. Ou seja, para ir e voltar do trabalho, ao shopping center, ao supermercado, etc.

Segundo a Citroën, a recarga completa da bateria pode ser feita em três horas em qualquer tomada de 220 volts, sem necessidade de um carregador especial. O interior do veículo é fechado e aquecido, e segundo a fabricante “muito iluminado e confortável”. A aparência pode ser customizada com pacotes de acessórios para mudar a cor do carro.

Mas o principal destaque do Ami é o preço: na França será possível adquirir um por apenas 19,99 Euros mensais (cerca de R$ 98), mediante o pagamento de uma entrada de 2.644 Euros (cerca de R$ 13 mil). O governo francês oferece uma dedução de 900 Euros (cerca de R$ 4.400) pelo fato de ser elétrico, o que leva o total a 1.744 Euros ou R$ 8.600 . O veículo também estará disponível para locação, com preço de 0,26 Euro (cerca de R$ 1,30) o minuto, através da locadora Free2Move.

O Citroën Ami poderá ser comprado “100% online”, como entrega na casa do comprador, e também estará disponível em lojas como a Fnac e Darty. A montadora começará a aceitar pedidos em 30 de março, com previsão de entrega das primeiras unidades na França em junho.

*Por Rafael Rigues

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*Fonte: olhardigital

Espanhol inventa motor de dois tempos que promete mudar o setor automotivo

Um engenheiro de Granada (não a explosiva, mas da cidade espanhola), inventou um novo tipo de motor a combustão que promete mudar tudo o que entendemos sobre eficiência energética

Se você acha que os motores a combustão interna estão com os seus dias contados, é bom colocar o pé no freio e prestar atenção neste invento.

O engenheiro mecânico Juan Garrido Requena, através de sua empresa INNengine, apresentou um novo conceito de motor dois tempos, mas com tamanho compacto, baixas emissões, alto desempenho e arquitetura diferenciada. Segundo o inventor, o motor promete potências equivalentes aos 2.0 L comuns, mas com um quarto dessa capacidade volumétrica, 25% do seu tamanho e ainda com quase nenhuma vibração.

Segundo entrevista publicada pelo site Motor.es, Juan Garrido já trabalha no desenvolvimento do conceito há uma década e construiu o seu protótipo para fazer os primeiros testes em um Mazda MX-5.

Até aqui, o dois-tempos tem apresentado resultados tão satisfatórios e promissores que, segundo a matéria, até a Fórmula 1 cogita a utilização do conceito em um futuro.

Uma prova de que o conceito está sendo bem aceito é que a gigante de energia saudita Aramco está de olho na invenção, pois estima-se que, se produzida em série, poderia resolver vários problemas do mercado e dar sobrevida aos motores à combustão.

Vantagens

Para entender o que este invento impactaria a nível mundial, precisamos colocar alguns números na mesa: praticamente todos os 100 milhões de carros produzidos anualmente no mundo têm motores de combustão interna, exceção feita apenas aos modelos elétricos. Além disso, motores de combustão interna ainda são aplicados em motocicletas, geradores elétricos, cortadores de grama, barco a motor, moto-serras e ferramentas de vários tipos.

Com o avanço da eletrificação, muitos países já sinalizaram com a abolição dos veículos movidos à combustão em um futuro próximo sob a alegação da diminuição da emissão de poluentes na atmosfera. Já com o novo motor dois tempos, os veículos à combustão podem ganhar uma sobrevida e a hibridização parece ser o caminho mais eficiente de curto a médio prazo, deixando os elétricos para aplicações mais seletivas até que as cidades estejam melhores preparadas para recebê-los.

Características

O motor Granadino pesa apenas 35 kg e, segundo o inventor, gera potência equivalente ao de capacidade cúbica quatro vezes maior e que pesa cerca de 150 quilos. Downsizing que fala, né?

Ele também não tem bielas, virabrequim ou cabeçote com válvulas. Os pistões são contrapostos e são montados sempre em pares e a energia rotativa é gerada através de uma curva cinemática.

Um dos mistérios de seu desempenho é que, ao eliminar todas essas partes, quase três quartos, o atrito é bastante reduzido, a manutenção é menor, a possibilidade de avarias diminui e as forças não se dissipam e se perdem. Por outro lado, um motor de quatro tempos fornece sua energia a cada duas voltas do motor, o motor de dois tempos comum faz isso a cada ciclo, enquanto essa nova arquitetura oferece dois ‘pulsos de energia’ a cada volta.

Apesar de ser capaz de mover um veículo sozinho, o inventor diz que a ideia principal é utilizar o novo motor como um gerador para motores elétricos, usando este segundo como tração para o carro.

Segundo Garrido, várias marcas já se interessaram por esse mecanismo, chamado “1Stroke Internal Combustion Engine (1S ICE)” e não apenas carros, mas também para uso em aviões e drones. O mecanismo já foi apresentado no Salão Automóvel de Genebra, e obteve a patente para a Índia, China, Estados Unidos, Europa, Coréia e Japão.

O cérebro da ideia promete mais para o futuro com uma maior evolução de sua invenção, e revela que grande parte dos gases de escape não passa de energia dissipada que pode ser recuperada. “Isso vai revolucionar tudo”, finaliza Garrido.

*Por Fernando Naccari

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*Fonte: naccar

Ford apresenta van que usa combustível de óleo de cozinha usado

A Europa adotou metas rigorosas para reduzir as emissões dos veículos novos, abrindo espaço para a introdução dos carros elétricos. Mas o mercado continua a investir em outras opções para substituir os derivados de petróleo.

A Ford anunciou que a sua linha de vans Transit foi aprovada para rodar com HVO (Hydrotreated Vegetable Oil), um tipo de diesel renovável que, além de óleo de cozinha usado, pode incluir gordura animal, óleo de peixe e subprodutos de processos industriais em sua composição.

Vantagens do HVO

Por usar hidrogênio como catalisador no processo de produção, o HVO queima mais limpo e tem uma vida útil mais longa que o biodiesel convencional. Ele reduz em até 90% os gases de efeito estufa, emite menos NOx e partículas e também facilita a partida do motor em baixas temperaturas.

Há empresas na Europa dedicadas à coleta de óleo de cozinha usado em restaurantes, indústrias e escolas, e a União Europeia mantém um programa, chamado RecOil, para aumentar o seu reaproveitamento na produção de biodiesel.

A Ford testou o uso do HVO no motor EcoBlue 2.0 da Transit para garantir seu desempenho e durabilidade, sem a necessidade de nenhuma modificação no combustível.

Combustível é encontrado em postos selecionados

O HVO é vendido em postos de combustível selecionados da Europa, principalmente na Escandinávia e nos países bálticos, tanto na forma pura como adicionado ao diesel comum. Em outros mercados, ele também é adotado por frotistas que precisam melhorar sua pegada ecológica, adquirido diretamente de fornecedores especializados.

Se o veículo precisar abastecer em uma região onde o HVO não é disponível, o motorista pode usar diesel convencional – os combustíveis podem se misturar no tanque sem problemas.

“Permitir que nossas vans funcionem com combustível feito de resíduos, como óleo de cozinha usado, pode parecer absurdo, mas o HVO é, de fato, uma solução para os motoristas e frotistas ajudarem a melhorar a qualidade do ar para todos”, diz Hans Schep, gerente geral de Veículos Comerciais da Ford Europa.

Biodiesel no Brasil

Junto com a Europa, o Brasil é um dos maiores produtores de biodiesel do mundo. No ano passado, a ANP – Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis autorizou o aumento de 10% para 11% da mistura de biodiesel no diesel. A meta é elevar a mistura para 15% (B15) até 2023. Atualmente, cerca de 80% do biodiesel no Brasil é produzido a partir do óleo de soja.

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*Fonte: ciclovivo

Como exatamente os limites de velocidade são calculados?

Quaisquer que sejam suas opiniões sobre os limites de velocidade, você deve estar se perguntando exatamente como eles são determinados. Por acaso, o processo é bastante lógico.

Pelo menos na maioria das ocasiões.

Aqui, exploramos a história dos limites de velocidade e analisamos rapidamente como eles são definidos pelas autoridades locais.

Quando os limites de velocidade foram introduzidos pela primeira vez?

Você pode estar interessado em saber que os limites de velocidade pré-datam os veículos motorizados. Um dos primeiros da história foi estabelecido pela colônia americana de Nova Amsterdã no século XVII.

Esse limite impedia que vagões, carrinhos e trenós fossem executados, montados ou conduzidos a galope sob a punição de “dois quilos de flamengo” (cerca de US$ 50 hoje). Por volta de 1832, “The Stage Carriage Act” foi introduzido no Reino Unido para impedir a “condução furiosa”.

A ascensão da locomotiva levou à imposição de limites de velocidade adicionais em lugares como o Reino Unido até o final do século XIX. Um deles, o “Red Flag Act” de 1865, estabeleceu limites de 16 km/h (10 mph) em estradas abertas, 3,2 km/h (2 mph) em cidades e 6,4 km/h (4 mph) em áreas rurais para mecanicamente veículos propelidos.

Curiosamente, a primeira pessoa a ser condenada por uma infração em alta velocidade é amplamente considerada como Walter Arnold de East Peckham, Kent, Reino Unido. Em 1896, ele foi multado em 1 xelim mais os custos legais por exceder o limite de velocidade de 13 km/h (8 mph).

Muitos países ao redor do mundo começaram a seguir o exemplo, com um limite de velocidade inicial sendo estabelecido no início do século XX, em Connecticut. Outros estados dos EUA logo se impuseram nas próximas décadas.

Como são determinados os limites de velocidade?

Em suma, os limites de velocidade são estabelecidos por uma autoridade pública sob recomendação de opiniões dos membros do trabalho público e estatístico dos engenheiros de tráfego. Mas, é claro, há um pouco mais do que isso.

Os limites de velocidade da estrada são definidos por meio de uma combinação de política e ciência. No nível político, os limites de velocidade são geralmente leis aplicáveis em muitos países ao redor do mundo.

Por esse motivo, eles tendem a ser definidos por funcionários eleitos e aplicados pela aplicação da lei. Os limites de velocidade variam de acordo com a localização (área residencial ou rodovia, por exemplo) e outras condições.

Nos Estados Unidos, por exemplo, as ruas da cidade tendem a ser fixadas em 40 km/h, as estradas rurais tendem a ter limites de velocidade de 80 km/h e as rodovias tendem a ter também limites de velocidade de 80 km/h. Limites semelhantes são estabelecidos em outros países, como aqui no Brasil.

Mas há mais para determinar e definir limites de velocidade do que isso. Na grande maioria das ocasiões, os limites de velocidade são estabelecidos após um período de consulta com o público e especialistas em campo.

Seja uma estrada recém-construída ou uma solicitação foi recebida para alterar um limite de velocidade, o processo tende a ser o seguinte.

Os membros do público são consultados a fim de verificar suas opiniões sobre o assunto. Isso geralmente resulta em uma disseminação de opiniões de muito rápido (para pessoas que tendem a receber ingressos) a muito rápido para residentes que vivem ou trabalham no local específico em questão.

Os membros do conselho farão contato com os engenheiros de trânsito de sua jurisdição para acessar o limite de velocidade da estrada. Eles terão uma abordagem mais objetiva para formular um limite de velocidade recomendado.

Eles precisam equilibrar a necessidade de tornar as estradas o mais seguras possível, além de permitir que o tráfego se mova o mais rápido possível em uma estrada. Para ajudar nesse processo, os engenheiros de tráfego realizarão um estudo de velocidade.

Eles consistem em uma revisão da função, projeto e uso diário da estrada. Eles tendem a fazer perguntas como:

A estrada é usada por passageiros ou moradores locais?
Qual a largura das pistas?
Qual a largura dos ombros?
A estrada é curva ou reta?
Alguma interseção? Algum ponto cego?
Os engenheiros tentarão calcular a “velocidade do 85º percentil” para um trecho específico da estrada.

Em estatística descritiva, os percentis são medidas que dividem a amostra (por ordem crescente dos dados) em 100 partes, cada uma com uma percentagem de dados aproximadamente igual.

Qual é a “velocidade do percentil 85”?

Com uma revisão básica da estrada concluída, os engenheiros realizarão uma contagem de tráfego para determinar a quantidade real e a velocidade média dos veículos na estrada. Isso tenderá a envolver a instalação de um cabo especial na estrada, ou sistema de radar, em pontos estratégicos para automatizar o processo.

Com esses dados, os engenheiros analisam os números para determinar a “velocidade do 85º percentil”. Se a estrada estiver bem projetada e um limite de velocidade apropriado já estiver definido, a “velocidade do percentil 85” deve estar bem no local.

A “velocidade do 85º percentil” é aquela na qual 85% de todo o tráfego tende a viajar a uma velocidade específica ou abaixo de uma determinada velocidade no ponto estudado em uma estrada.

Os engenheiros também terão uma visão da taxa histórica de colisões na estrada. Isso é então comparado à taxa geral da localidade.

Estes tendem a ser calculados como um número de acidentes por milhão de milhas percorridas, mas outras métricas também são usadas.

Com todas essas informações coletadas e analisadas, o engenheiro de tráfego fará uma recomendação. Geralmente, eles fazem uma das três recomendações, dependendo do resultado do estudo:

Se as taxas de colisão na estrada forem altas e a “velocidade do percentil 85” estiver próxima da existente, o engenheiro geralmente recomenda uma redução no limite de velocidade.
Se a taxa de colisão for alta, mas a “velocidade do 85º percentil” for muito superior ao limite de velocidade atual, o engenheiro tenderá a manter a existente, mas aumentará a aplicação da lei.
Se as taxas de colisão forem baixas e a “velocidade do 85º percentil” for muito superior ao limite de velocidade existente, o engenheiro poderá recomendar o aumento do limite de velocidade.

Quais são os 3 tipos de limites de velocidade?

Nos Estados Unidos, existem 3 conjuntos ou tipos de limite de velocidade que você deve conhecer. De acordo com bigdawglaw.com, eles são os seguintes: –

Limite de velocidade absoluto – O limite de velocidade absoluto é o limite de velocidade publicado em uma área. Você ultrapassa o limite de velocidade absoluta se ultrapassar a velocidade registrada em qualquer valor.
Limite de velocidade presumido – O limite de velocidade presumido não é tão simples. Se um oficial acredita que você quebrou o limite de velocidade presumido, ele ou ela acredita que sua velocidade não se adequava às condições da época.
Limite básico de velocidade – Quando surge um problema envolvendo o limite básico de velocidade, significa que um policial acredita que sua velocidade de condução não era segura, mesmo que estivesse igual ou abaixo do limite estabelecido. Nesse caso, o oficial precisaria provar que sua velocidade apresentava um problema de segurança.

Qual é o limite de velocidade quando não há limite lançado?

Em muitos países do mundo, existem limites de velocidade nacionais para certos tipos de estradas. Esse é o caso mesmo se não houver limites de velocidade lançados reais presentes.

No Reino Unido, por exemplo, os limites nacionais de velocidade são os seguintes:

Áreas residenciais – Os limites de velocidade, se não houver sinais, são definidos para 48km/h (30 mph). A presença de lampiões e casas, é claro, é uma boa indicação desse limite. Em algumas circunstâncias, o limite de velocidade pode ser de 32 km/h (20 mph), mas isso deve ser claramente indicado.
Estradas-A: As estradas-A são as principais vias rápidas, simples ou duplas. Se a estrada for de pista única, o limite nacional de velocidade será de 97 km/h (60 mph).
Auto-estradas: O limite de velocidade nas auto-estradas também é de 113 km/h (70 mph). Novamente, algumas rodovias, ou certos trechos de rodovia, podem ter limites de velocidade mais baixos, mas isso será claramente sinalizado.

Mas esses limites variam amplamente em todo o mundo.

*Por Ademilson Ramos

 

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*Fonte: engenhariae

A Arca: veículo off-road e anfíbio que acomoda 22 pessoas e pode ir a qualquer lugar

O último veículo off-road da Sherp pode acomodar 22 pessoas confortavelmente, tornando-o único no mercado. Chamado Arca, esse veículo pode ir a qualquer lugar.

20 anos de desenvolvimento

“Levamos 20 anos para desenvolver um veículo anfíbio confiável para todos os terrenos, capaz de se mover em qualquer superfície e superar os obstáculos naturais mais difíceis. O SHERP ATV é um assistente confiável para especialistas que superam dificuldades naturais como parte de sua profissão: geólogos, trabalhadores do petróleo, agentes de resgate, pescadores, caçadores, motoristas extremos e viajantes”, diz a empresa em seu site.

O veículo é construído como um automóvel de quatro rodas na dianteira, que puxa uma “carroceria”. Ele pesa 4.300 kg, com uma capacidade de carga de 3.400 kg.

Tem uma velocidade máxima de 30 quilômetros por hora em terra e cai para 6 quilômetros por hora em água. Pode superar obstáculos de até 1,5 metros.

A Arca pode passar por pedras, árvores caídas, cascalho, areia, pântanos, neve profunda, água e gelo. Faz isso mantendo uma autonomia de combustível de 82 horas.

Lidar com emergências

A Arca está especialmente equipada para lidar com emergências. Ela pode atravessar até uma obstrução em 40 graus e, se você precisar de mais tração, poderá esvaziar ou inflar os pneus do veículo com um simples botão.

Se você colocar água na cabine do veículo, há a opção de usar bombas automáticas para remover o líquido.

Muitos estão chamando este veículo de transporte ideal para o final dos dias e por boas razões. Ele tem todos os benefícios dos melhores veículos off-road, ao acomodar muito mais pessoas.

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*Fonte: engenhariae

Volkswagen cria animação para se despedir do Fusca

Ao som de uma versão do coral Pro MusicaYouth Chorus para “Let It Be”, dos Beatles, a Volkswagen se despede do Fusca, icônico automóvel da empresa que se aposenta após 70 anos.

Para essa homenagem final, a Volks optou por uma animação que retrata todas as décadas vividas pelo carro, além das mudanças culturais impregnadas nessa passagem de tempo e sua influência na cultura pop.

Referências de pessoas famosas como Andy Warhol, Kevin Bacon e Andy Cohen aparecem no vídeo.

A escolha da trilha sonora também tem seu significado especial, já que uma das aparições mais memoráveis do Fusca na cultura pop é na capa do álbum “Abbey Road”.

*Por Soraia Alves

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*Fonte: B9

Introducing The Tesla Triangulator

Animado com o Tesla Cybertruck? Bem, e se você pudesse fazer MAIS com seus sonhos cibernéticos. E se você pudesse livrar esses polígonos desagradáveis para sempre e viver uma vida agradável e simples. Elon Musk pode fornecer uma viagem de baixo poli, mas perguntamos: Por que parar por aí?

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*Fonte: laughingsquid

Garota de 14 anos inventa tecnologia que remove ponto cego de motoristas

Quem dirige sabe que o ponto cego de todo carro atrapalha bastante. Mais do que isso, causa milhares de acidentes a cada ano.

Agora, no entanto, tal ponto cego pode se tornar evitável: uma garota de 14 anos (não, você não leu errado) inventou uma tecnologia que efetivamente o remove dos veículos.

A ideia de Alaina Gassler funciona da seguinte maneira: uma câmera é colocada atrás do pilar que causa o ponto cego. Esta câmera envia um vídeo para um projetor, que por sua vez projeta a imagem no próprio pilar, essencialmente tornando-o invisível e deixando o motorista enxergar através dele.

Para melhorar ainda mais a situação, Alaina só usou materiais facilmente acessíveis para criar essa tecnologia, como uma webcam, um projetor e materiais impressos em 3D.

Premiada

No início desta semana, Alaina, que mora em West Grove, no estado americano da Pensilvânia, apresentou sua invenção no concurso Broadcom MASTERS (sigla para “Math, Applied Science, Technology, and Engineering for Rising Stars”, ou “Matemática, Ciências Aplicadas, Tecnologia e Engenharia para Estrelas em Ascensão”) para alunos do ensino médio oferecido pela organização sem fins lucrativos Society for Science and the Public.

Além disso, ela venceu uma competição nacional em primeiro lugar por sua criação, levando para casa o Prêmio Samueli Foundation de US$ 25.000 em homenagem à excelência geral em ciência, tecnologia, engenharia e matemática.

*Por Natasha Romanzoti

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*Fonte: hypescience

Ônibus elétrico, autônomo e impresso em 3D é testado na Califórnia

A fabricante de automóveis norte-americana Local Motors tem uma aposta sustentável para a mobilidade urbana: Olli 2.0. Com sensores, incluindo radar e câmeras, o veículo autônomo monitora a direção sem precisar de um motorista. E não estamos falando de uma solução para o futuro, mas sim para o agora – já em funcionamento em pequena escala.

Com velocidade máxima de 40 km/h, é projetado para áreas que exigem baixa velocidade, como hospitais, bases militares e universidades. O motor elétrico garante zero ruídos e emissões poluentes, além de alcance de até 160 quilômetros com uma única carga.

Olli também é 80% impresso em 3D e seus componentes, em sua maioria, são recicláveis.
E ainda é personalizável: seu interior (inclusive o número de assentos) pode ser alterado para atender a diferentes necessidades.

Sua primeira versão, o Olli 1.0, foi lançada em 2016 e está em operação em nove campi dos EUA. Enquanto veículos autônomos não tomam conta das ruas, podemos ter um “gostinho” colocando em prática o que é possível hoje – testando sua segurança, confiabilidade e outras questões que certamente surgirão como qualquer alternativa de transporte.
Testes

As experimentações na Califórnia acontecem na estação GoMentum, uma antiga base naval, próxima a São Francisco, que funciona como campo de testes para veículos autônomos. Ali, o modelo que possui sistema de prevenção de obstáculos, será colocado em vários cenários, incluindo travessia de cruzamento, interação com pedestres e túneis.

“A segurança é fundamental em todas as novas tecnologias de veículos, por isso estamos entusiasmados para realizar testes rigorosos sob condições realistas na estação GoMentum para garantir que nossos ônibus estejam prontos para as vias públicas”, Vikrant Aggarwal, presidente da Local Motors.

O veículo também está sendo testado em Peachtree Corners, no subúrbio de Atlanta. O Olli percorre um pequeno trecho separado do tráfego comum, de segunda a sexta-feira, o que tem atraído moradores curiosos para testar a novidade.

A china, sempre à frente, inaugurou seu primeiro transporte público autônomo e elétrico em 2017.

*Por Marcia Sousa

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*Fonte: ciclovivo

Japoneses fazem primeiro teste com carro voador

Ele parece mais um drone gigante e fez o primeiro voo em teste nesta segunda-feira, 5. É o carro voador japonês.

O modelo da Nec Corp tem 4 hélices para sair do chão. Ele ficou voando por cerca de um minuto e levantou a 3 metros de altura.
De acordo com a Associated Press, o governo japonês está incentivando o desenvolvimento de carros voadores para que virem realidade até 2030.
Por enquanto, a intenção é que o veículo seja utilizado em entregas no futuro e sem a necessidade de um piloto.

Testes

Entre as bases que o governo japonês está criando para incentivar os carros voadores está uma área de testes em Fukushima.
A ideia é utilizar a região devastada por desastre nuclear como local de voo para estes veículos.

Outras empresas

Além da Nec, empresas como Boeing, Pal-V e Uber estão trabalhando em seus conceitos voadores.
Em outra frente, companhias também desenvolvem motos voadoras, inclusive, até a polícia de Dubai está utilizando um protótipo do tipo.

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*Fonte: sonoticiaboa

O combustível desse carro é água salgada

Pouco a pouco, as pessoas estão se conscientizando da importância de cuidar do meio ambiente, razão pela qual várias iniciativas foram lançadas para reduzir a quantidade de lixo e poluentes que são emitidos.

Carros são um dos vilões do meio ambiente por emitir muito ar poluído. Tudo isso pode se tornar um problema de grandes proporções, esta foi uma das razões por que os carros elétricos estão ganhando espaço cada vez mais, mesmo ainda sendo mais caro ter um carro assim.

No entanto, nem tudo parece perdido porque a empresa suíça NanoFlowcell introduziu QUANTINO, um carro que funciona com água salgada, em vez de gasolina ou baterias elétricas.

Este carro, ao contrário dos carros elétricos convencionais, usa baterias iônicas chamadas bi-ION, cuja operação é baseada em água salgada.

Seu inventor, Nunzio La Vecchia, garantiu que este carro terá um ótimo desempenho, mesmo assegurando que QUANTINO pode atingir até mil quilômetros de autonomia.

A marca suíça trabalhou neste projeto desde 2014 e este carro é o resultado de anos de pesquisa. As baterias do carro oferecem até dez mil horas de operação com uma geração de 108 cavalos de potência e uma velocidade de até 200 quilômetros por hora.

*Por Any Karolyne Galdino

 

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*Fonte: engenhariae

BMW diz que motores a diesel sobreviverão mais 20 anos e motores a gasolina 30

Apesar de ter revelado recentemente uma visão para um futuro mais sustentável de carros elétricos híbridos com seu conceito ‘Vision M Next’, a BMW diz que continuará investindo pesadamente em motores de combustão interna para o futuro próximo.

O fabricante de automóveis seguirá as tendências do mercado como parte de uma estratégia que os leva a eliminar gradualmente os motores a diesel nos próximos 20 anos, e os motores a gasolina nos próximos 30 anos.

A estrutura e a demanda, segundo a BMW, não estão no lugar para poder mudar drasticamente o mercado para veículos híbridos e 100% elétricos.

“Vemos áreas sem uma infra-estrutura de recarga como a Rússia, o Oriente Médio e a parte ocidental da China, então eles contarão com motores a gasolina por mais 10 a 15 anos”, disse Klaus Froelich, membro do conselho de desenvolvimento do BMW Group.

As previsões de mercado apontam para o aumento das vendas de eletricidade, mas ainda há um longo caminho a percorrer antes que os VEs comecem a criar a maior parte do tráfego nas nossas estradas: “Uma melhor suposição de 30% das vendas eletrificadas (veículos elétricos a bateria e híbridos plug-in) até 2025 significa que pelo menos 80% dos nossos veículos terão um motor de combustão interna”, continuou Froelich.

A BMW espera que os carros a diesel sobrevivam pelo menos mais 20 anos e os motores a gasolina pelo menos 30 anos, disse Froelich. Ele também afirmou que, embora seja, naturalmente, parte de seus planos, “a mudança para a eletrificação é exagerada”.

Planos de curto prazo

A fim de cumprir com os rígidos regulamentos de emissões da Europa, a BMW terá que eliminar determinados tipos de motores.

Para carros a diesel, a montadora deixará de fabricar sua unidade de três cilindros de 1,5 litro, oferecida apenas na Europa, já que é muito caro adaptá-la para atender às regulamentações.

O diesel de seis cilindros e 400 cavalos da BMW, não será substituído, já que seus quatro turbo-compressores dificultam muito a reprojetar, disse Froelich.

O fabricante de carros continuará desenvolvendo motores a diesel de quatro e seis cilindros, embora eles não tenham mais de três turbos.

Finalmente, para motores a gasolina, o motor V-12 de doze cilindros deverá ser eliminado em breve. “A cada ano, temos que investir para atualizar o V-12 para novas regulamentações de emissões, particularmente na China”, disse Froelich.

À medida que a BMW se adapta aos novos regulamentos e a um futuro de carros híbridos e elétricos, bem como autônomos, eles terão que mudar a potência do motor. No entanto, esta será uma mudança gradual que leva anos, em vez de uma que acontece do dia pra noite.

*Por Ademilson Ramos

 

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*Fonte: engenhariae

Fotógrafo de renome mundial registra a desintegração de um Audi R8

Fabian Oefner é um fotógrafo de renome mundial que faz arte colorida, aproveitando as propriedades científicas. Ele pretende chamar a atenção para a beleza do mundo natural.

Neste vídeo exclusivo, Oefner traz sua arte para um Audi R8. Este vídeo é uma tentativa de redefinir a realidade.

Oefner descreve como ele começou a trabalhar na série em desintegração com o motivo de um carro antigo que está caindo aos pedaços. Seu verdadeiro desejo era fazê-lo com carros reais e não apenas modelos.

Quando a Audi foi até ele com este projeto único, foi realmente o que ele queria fazer. O que ele fez para esse projeto foi fazer com que os mecânicos desmontassem todas as peças e, em seguida, gravassem cada uma individualmente em um fundo preto.

A beleza desse projeto é que a equipe conseguiu olhar para dentro de peças que até os mecânicos nunca tinham visto. Oefner aproveitou a oportunidade para compartilhar como é importante fazer uma pausa na vida para ver o que realmente existe.

*Por Ademilson Ramos

 

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*Fonte: engenhariae