Clássico Ford GT40 se torna elétrico pelas mãos de especializada e fica mais potente ainda

Um poderoso Ford GT40 da década de 1960 foi convertido em elétrico pela especializada britânica em conversões de clássicos Everrati. Agora dotado de uma arquitetura de 700 volts, 811 cv e 800 Nm de torque, o carro tem ainda mais potência do que teve em seu passado a combustão.

Quando tinha sob o capô seu maior motor oficialmente equipado, o GT40 carregava um V8 de corrida de 7 litros. A partir dele, eram 430 cv de potência, ou seja, um pouco mais da metade do que o veículo convertido em elétrico tem agora. Detalhe: a Everrati usou uma das versões de réplica construídas pela empresa americana Superformance, e não um Ford GT40 original.

As especificações do elétrico GT40 (que foram reveladas agora pela Everrati) apontam para um par de motores no eixo traseiro. Há ainda uma transmissão de redução de proporção simples composta de 6,52: 1 e um diferencial de deslizamento limitado. Em um vídeo, a Everrati mostra um pouco mais de seu trabalho de conversão no GT40.

Pesando como os GT40 a combustão
Em tempo de disparo de 0 a 100 km/h, temos menos de 4 segundos, com o carro atingindo uma velocidade máxima de 200 km/h. Enquanto isso, seu alcance está em cerca de 200 km por carga, sendo o GT40 dotado de uma bateria de 60 kWh. Uma carga de 20-80% levará cerca de 45 minutos usando um carregador de alta velocidade.

Sua distribuição de peso é de 40:60 da frente para trás, o que está mais próximo da divisão ideal de 50:50 do que alguns GT40 originais de competição. Com peso de 1.320 kg, o convertido elétrico também é comparável a alguns dos carros de corrida GT40 originais quando totalmente abastecidos.

Seu chassi monocoque é feito de aço estilo original, sendo seu telhado de aço prensado. A Everrati diz que o veículo pode ser produzido com volante à direita ou à esquerda. Por dentro, um dos destaques fica por conta dos assentos de estilo original com rebites prateados.

Há ainda ar condicionado de alta capacidade e outros itens, sendo opcionais uma atualização de áudio personalizada e sensores de estacionamento e/ou câmera traseira. Geradores de som fornecem até 110 decibéis de ruídos de exaustão V8 aumentados e o câmbio permite que o motorista selecione as marchas virtuais. Cada turno é sincronizado com os geradores de som.

*Por Ronnie Mancuzo
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*Fonte: olhardigital

Este é o primeiro carro voador superesportivo, que chega aos 230km/h e mil metros de altura.

Desenvolvido em Londres, veículo elétrico de decolagem e aterrissagem vertical está em fase de testes

A companhia britânica Bellwether Industries, com sede em Londres, apresentou a mais nova aeronave elétrica com capacidade de decolagem e aterrissagem vertical (eVTOL) do mercado. Trata-se de um revolucionário automóvel voador, chamado Volar.

Veículo esportivo do futuro
Por meio de tecnologias fornecidas pela evolução dos drones e do tradicional método de decolagem e aterrissagem dos aviões de combate Harrier, o novo carro voador combina várias tecnologias para ser o primeiro de seu tipo: um superesportivo que voa. O design do Volar o torna um protótipo de veículo esportivo do futuro, com arestas angulares e um design aerodinâmico próprio dos carros de corridas.

Carro voador Volar
Mas não se trata apenas de design: a expectativa dos engenheiros é que ele será capaz de atingir os 227km/h e uma altitude máxima de 914 metros. “Acreditamos que é inevitável que as pessoas dirijam pelo céu nos próximos 10 anos. Por isso, criamos o Volar, para que qualquer pessoa possa voar a qualquer ponto em qualquer momento e lugar”, anunciou a Bellwether Industries.

Atualmente, a companhia está desenvolvendo os sistemas de voo, baseados em um protótipo que já está sendo testado há algum tempo. No momento, em um voo inicial, o automóvel alcançou 4m de altura a uma velocidade de 40km/h. Quanto ao desenvolvimento, a Bellwether Industries espera ter o primeiro protótipo completo em fase de testes em algum momento de 2023. A empresa espera que em 2028 já haja um modelo totalmente funcional no mercado para satisfazer demandas de táxi ou de plataformas como o Uber, para, finalmente, em 2030 lançá-lo ao público em geral. O preço do automóvel não foi divulgado.

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*Fonte: historychannel

Michelin revela pneu conceito – sem ar, conectado, recarregável, customizável e orgânico – impresso em 3D

Michelin está preparada para revolucionar o mundo dos pneus e das rodas com seu novo conceito, Airless Vision. Apresentado na conferência Movin’On em Montreal, a ideia é uma combinação da roda e pneu em uma peça que, de acordo com a Michelin é sem ar, conectada, recarregável, customizável e orgânica.

Inspirado pelos corais

O conceito do pneu é impresso em 3D a partir de materiais biodegradáveis ​​que incluem borracha natural, bambu, papel, latas, madeira, resíduos eletrônicos e plásticos, aparas de pneus, metais usados, roupas , papelão, melaço e cascas de laranja.

O conceito usa uma arquitetura de interior que imita as estruturas celulares naturais encontradas nos corais. O design da peça é complexa no centro, ficando gradualmente mais suave nas bordas. Esta construção significa que o pneu nunca pode explodir ou estourar. A banda de rodagem é projetada com profundidade mínima, o que significa que os materiais são aplicados da maneira mais eficiente possível.

“É inspirado pela natureza com uma estrutura muito leve e eficiente”, explicou Terry Gettys, vice-presidente executivo de pesquisa da Michelin.

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A parte mais sofisticada do design é a capacidade do conceito se “recarregar”. O conceito possui sensores que monitoram suas condições e reportam a seus usuários através de um aplicativo para dispositivos móveis.

Um vídeo conceito exibido no lançamento mostra um cliente comprando pneus de inverno feito por impressora 3D impresso antes de partir para uma área montanhosa.

A Michelin ainda não tem planos para a produção em massa. Terry Getty comentou : “Você pode estar pensando” – bem, isso é um sonho – e você está certo. É um sonho. É um conceito a longo prazo que reúne nossa visão de todos os elementos da mobilidade sustentável. No entanto, é um sonho altamente realista, já que cada componente do conceito já é um tópico de pesquisa ativo na Michelin. O pneu pode estar no mercado nos próximos 10 anos.

*Por Ademilson Ramos
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*Fonte: engernhariae

1º Carro Voador passa em Teste e pode estar à venda já em 2025

A SkyDrive se tornou a primeira empresa a conseguir um certificado de segurança do governo japonês, o que permite que seu carro voador eVTOL seja comercializado em breve…

O conceito de carro voador elétrico eVTOL da SkyDrive é atualmente um dos mais avançados projetos de carros voadores, e promete estar disponível para os consumidores muito em breve.

O eVTOL pode carregar apenas 1 pessoa, sendo movido por oito hélices como um grande drone, atingindo cerca de 48 quilômetros por hora, com autonomia de aproximadamente 10 minutos de voo.

Durante sua estreia mundial, um piloto decolou verticalmente, depois voou ao redor de uma área de teste e pousou suavemente de volta.

Depois disso a SkyDrive solicitou um certificado do governo, que foi finalmente emitido pelo Ministério de Terras, Infraestrutura, Transporte e Turismo (MLIT), que atesta a segurança do veículo.

1º Carro Voador passa em Teste e pode estar à venda já em 2025 – IMG 1

Foram aplicados testes rigorosos de resistência e capacidades de voo da aeronave, e a empresa também teve que apresentar extensos dados e planos de fabricação relacionados ao conceito.

Vale destacar que a MLIT nunca tinha certificado nenhum carro voador antes desse.

A empresa agora pretende continuar trabalhando com o governo para desenvolver um veículo eVTOL devidamente regulamentado para os consumidores já em 2025.

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Fonte: curtoecurioso

Transferência de veículos poderá ser feita por aplicativo

AAutorização para Transferência de Propriedade do Veículo (ATPV) poderá ser feita por meio do aplicativo Carteira Digital de Trânsito (CDT), que guarda no celular os dados da carteira de motorista e do documento do veículo que esteja no nome do condutor.

A nova modalidade, foi desenvolvida pelo Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro) para o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), e poderá ser feita a partir de uma conta gov.br, a plataforma de serviços digitais do governo federal.

A ATPV é a versão digital do antigo Documento Único de Transferência (DUT). Segundo o Ministério da Infraestrutura, ao qual o Denatran é subordinado, até o momento a transferência eletrônica só está disponível para veículos que possuam documentos emitidos a partir de 1º de janeiro de 2021.

A operação usa a chamada assinatura eletrônica avançada, que dispensa o reconhecimento de firma em cartório, uma vez que o documento do veículo já está armazenado digitalmente no aplicativo da CDT.

Nessa primeira versão da assinatura eletrônica na CDT, será possível apenas realizar a venda de veículos por pessoas físicas para estabelecimentos comerciais integrados ao Registro Nacional de Veículos em Estoque (Renave).

“Por enquanto, a assinatura eletrônica da ATPV-e somente é possível se o Detran de jurisdição do veículo também estiver aderido ao sistema Renave, que integra os sistemas dos estabelecimentos às bases de dados do Denatran e da Receita Federal. Por enquanto, fazem parte do Renave os Detrans de Santa Catarina, Mato Grosso do Sul, Espírito Santo, Goiás e Mato Grosso”, informou o ministério.

De acordo com o ministério, essa nova modalidade elimina a necessidade de despachantes, cartórios e outros intermediários, uma vez que o sistema vai possibilitar a transferência eletrônica de propriedade, com escrituração eletrônica de entrada e saída de veículos do estoque das concessionárias e revendedoras.

Na prática, assim que o estabelecimento avisar, pelo Renave, que a pessoa deseja transferir o veículo, o proprietário recebe um comunicado, na central de mensagens do aplicativo CDT, para fazer a assinatura digital no documento.

A autenticação da assinatura será feita por meio do login na conta gov.br, onde será verificada a identidade digital do proprietário. Os tipos de conta do gov.br permitidos para utilização da assinatura eletrônica avançada são os tipos Prata e Ouro.

O sistema também vai checar nas bases de dados do governo se existe algum impedimento para a transação. No caso de o veículo ser entregue para estabelecimento integrado ao Renave não será mais necessário realizar a comunicação de venda. Isto porque, uma vez que após o registro da entrada do veículo no estoque do estabelecimento comercial, todas as infrações de trânsito, a partir daquele momento, já serão autuadas sob a responsabilidade da loja que adquiriu o veículo.

*Por Ademilson Ramos
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*Fonte: engenhariae

Aliança entre Fiat, Jeep e Peugeot já tem data marcada para abandonar os motores a combustão

Este ano, a aliança entre Fiat, Jeep e Peugeot anunciou que abandonará a produção de motores a combustão. Dessa forma, o objetivo é comercializar apenas veículos elétricos e híbridos até 2025.

A aliança, advinda da fusão da Fiat Chrysler (FCA) e da Peugeot-Citroën (PSA) com outras 12 marcas, recebe o nome de Stellantis e teve sua criação em janeiro deste ano.

Motores elétricos e aliança entre Fiat, Jeep e Peugeot

Como os planos são a partir de 2025 abandonar os motores a combustão, a Stellantis vai trocá-los por novos modelos de motores elétricos.

Justamente porque a medida é uma exigência para seguir as normas ambientais, a fim de reduzir a emissão de gases poluentes.

Assim, o diretor-executivo da companhia, Carlos Tavares, anunciou que ela tem pressa em realizar a mudança e que pretende fazê-la rapidamente.

De fato, um alto planejamento é necessário para garantir o sucesso. Por isso, Tavares afirma que algumas estratégias estão sendo adotadas, como:


. Os engenheiros da companhia estão a todo vapor para potencializar as baterias e os motores elétricos;


. Adequação da plataforma para produção: a e-VMP;


. Parcerias importantes com fabricantes de motores elétricos, como a Nide, empresa japonesa e outras;


. Tudo isso a fim de garantir a estruturação do desenvolvimento dos motores elétricos e híbridos até 2025.

A fim de que a quarta maior montadora do mundo não fique para trás no mercado.

Vale ressaltar que aplicará a medida primeiro na Europa, depois na América do Norte. Por último, seguirá para os outros continentes.


Avanços

Como resultado, a aliança entre Fiat, Jeep e Peugeot confirmou que não pretende produzir novos motores a combustão.

Ademais, a plataforma e-VMP está sendo testada.

Nesse sentido, o carro elétrico Peugeot 3008, previsto para 2023, será o primeiro modelo fabricado na plataforma.

Com efeito, no futuro, a Stellantis planeja usar a tecnologia dos motores elétricos em todos os modelos a serem produzidos no catálogo das 14 marcas.

Em síntese, essa aliança segue os mesmos caminhos da Ford e Audi.

*Por Maria Natália Alves Ribeiro
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*Fonte: engenhariahoje

Lightyear One: carro elétrico movido a energia solar tem autonomia de 700 km com apenas uma recarga

A Lightyear, fabricante holandesa que é pioneira em veículos elétricos solares, alcançou um grande marco de desempenho e autonomia ao dirigir 441 milhas (710 km) com o protótipo do One. Nunca antes um EV dirigiu tão longa distância com uma bateria relativamente pequena – apenas 60 kWh.

Lex Hoefsloot, CEO e cofundador da startup, explicou que o carro conseguiu registrar o grande alcance com um consumo de energia de apenas 137 Wh por milha, isso a 53 milhas por hora. “Mesmo os carros elétricos mais eficientes do mercado hoje consomem cerca de 50% a mais de energia a esta velocidade relativamente baixa”, disse ao site Automotive World.

“Após quatro anos de trabalho árduo e desenvolvimento interno, este é um marco de engenharia e tecnológico muito importante. Isso valida o desempenho de nossa patente e mostra verdadeiramente que somos capazes de cumprir nossa promessa de apresentar o veículo elétrico mais eficiente [do mundo]”, afirmou Hoefsloot – confira o teste do Lightyear One abaixo, em vídeo:

O protótipo do carro elétrico movido a energia solar foi posto à prova na pista de testes Aldenhoven Testing Center, na Alemanha, onde completou um ciclo de direção a uma velocidade de 53 milhas/hora com uma única carga da singela bateria de 60 kWh. A provação foi responsável por avaliar aspectos da máquina, desde a validação do rendimento dos painéis solares, desempenho da bateria, consumo de energia do sistema de refrigeração, até o funcionamento dos motores de roda e do software que opera o automóvel.

Sem contar que a etapa de ciclo completo conduzido é crucial para verificar e comprovar todas as suposições de desempenho do “veículo solar”. Além da validação do desempenho técnico do carro movido a esse tipo de energia que ocorreu na Alemanha, outros próximos testes ocorrerão em 2021 para o processo de homologação, como os exames de colisão e um de ciclo de direção oficial (WLTP).

“Este marco é uma grande confirmação da escalabilidade do nosso modelo de negócios. Estamos confiantes de que, nos próximos meses, conseguiremos atingir um nível semelhante de consumo de energia na velocidade das rodovias”, complementou Hoefsloot, que ainda explicou que reduzir o consumo de energia por quilômetro de um EV significa fornecer, com uma bateria pequena, muito mais alcance. “Como as baterias são a parte mais cara de um EV, você pode reduzir o preço de compra do carro e obter elétricos acessíveis com uma grande autonomia e que não precisa de muita carga”.

Ainda de acordo com o CEO, a Lightyear está comprometida com a missão de tornar a mobilidade limpa disponível para todas as pessoas e em todos os lugares. E boas notícias para quem quer comprar o carro elétrico movido a energia solar e ficar meses sem carregar: atualmente, a fabricante está se preparando para a comercialização oficial do One.

Uma série exclusiva do modelo entrará em produção no primeiro semestre de 2022. Segundo a Lightyear, o desejo é atender ao mercado em massa a partir de 2024.

*Por Arthur Henrique
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*Fonte: olhardigital

8 marcas irão abandonar totalmente a gasolina

Com a preocupação em reduzir a emissão do dióxido de carbono, que contribui tanto para o aquecimento global quanto com o efeito estufa, algumas marcas irão abandonar totalmente a gasolina.

Além disso, diversas marcas também estão inovando quando se trata de trazer mais carros elétricos ao mercado, como a Tesla, que foi a primeira montadora a vender veículos elétricos em grande escala.
Confira as 8 marcas que abandonarão totalmente a gasolina

Desse modo, as marcas que irão abandonar definitivamente irão trazer ainda mais inovações no mercado dos veículos elétricos.

Em seguida, confira as 8 marcas:

1. Audi
A Audi deverá abandonar a gasolina em 2036, enquanto isso lançará seus “últimos” carros movidos a gasolina.

A empresa alemã tem como objetivo lançar apenas veículos elétricos após 2036.

O primeiro carro totalmente elétrico da marca foi Audi E-Tron, lançado no ano de 2018, com autonomia de até 436 quilômetros
marcas que abandonarão totalmente a gasolina audi e-tron

2. Bentley faz parte das marcas que irão abandonar totalmente a gasolina
Uma das marcas que irão abandonar a gasolina logo será a Bentley, que fabrica carros de luxo.

A montadora também irá produzir somente carros elétricos a partir de 2026, e para os próximos quatro anos, serão produzidos veículos híbridos.

3. Ford (Europa) será uma das marcas que irá abandonar totalmente a gasolina
Na Europa, a Ford também irá terminar em breve a sua transição para carros elétricos, em 2026.

No entanto, nos Estados Unidos, a Ford ainda não realizou nenhum anúncio sobre o assunto, seguindo com a produção de veículos tradicionais e também híbridos.

4. General Motors
Outra empresa que irá demorar um pouco mais para abandonar a gasolina é a General Motors (RM), transformando seus veículos em elétricos até 2035.

O anúncio foi realizado em janeiro deste ano (2021).

5. Daimler/Mercedes-Benz
A Daimler, que é responsável pela Mercedes-Benz irá começar a produzir veículos elétricos somente em 2040.

A informação foi divulgada em 2019, e por enquanto a montadora não irá parar de produzir ou diminuir o número de veículos convencionais.

6. Jaguar
A Jaguar também anunciou no começo deste ano que irá levar até 2030 para que seus veículos sejam totalmente elétricos.

A empresa atualmente conta com somente um modelo que é 100% a bateria, o Jaguar I-PACE.

7. Volvo
Outra empresa que irá abandonar a gasolina até 2030 é a Volvo, que apresentou há pouco seu segundo veículo movido a bateria.

O modelo C40 Recharge representa o futuro da Volvo, segundo Henrik Green, diretor de tecnologia da montadora sueca.

8. Volkswagen também é uma das marcas que irão abandonar totalmente a gasolina

A Volkswagen anunciou que ao menos 80% dos carros sejam elétricos até o ano de 2030, sendo a transição uma prioridade para a empresa.

O anúncio foi feito à revista alemã Automobilwoche, por Ralf Brandstätter, o CEO da Volkswagen.

*Por Rafael Pires Jenei

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*Fonte: engenhariahoje

Bateria superenergética pode quase dobrar o alcance dos veículos elétricos

Os cientistas há muito veem as baterias de metal de lítio como uma tecnologia ideal para armazenamento de carga, aproveitando o metal mais leve da tabela periódica para fornecer células repletas de energia.

Mas pesquisadores e empresas tentaram e falharam durante décadas para produzir versões recarregáveis ​​e acessíveis que não tivessem o risco de pegarem fogo.

Até que, no início deste ano, Jagdeep Singh, o presidente-executivo da QuantumScape, afirmou em uma entrevista ao The Mobilist que a discreta empresa fortemente financiada do Vale do Silício havia vencido os principais desafios técnicos. Ele acrescentou que a VW espera ter as baterias em seus carros e caminhões até 2025, prometendo reduzir o custo e aumentar a autonomia de seus veículos elétricos.

Depois de abrir o capital em novembro, o QuantumScape agora está avaliado em cerca de US $ 20 bilhões, apesar de ainda não ter nenhum produto ou receita (e nenhuma expectativa de que isso aconteça até 2024). A VW investiu mais de $ 300 milhões na empresa e criou um empreendimento conjunto com a QuantumScape para fabricar as baterias. A empresa também levantou centenas de milhões de outros grandes investidores.

Ainda assim, até agora Singh havia revelado poucos detalhes sobre a bateria, o que levou os pesquisadores, rivais e jornalistas a vasculhar registros de patentes, documentos de investidores e outras fontes em busca de pistas sobre o que exatamente a empresa havia alcançado — e como.

Em um anúncio à imprensa no dia 8 de dezembro, a QuantumScape finalmente forneceu os resultados técnicos dos testes de laboratório. Sua tecnologia é uma bateria parcialmente de estado sólido, o que significa que ela usa um eletrólito sólido em vez do líquido do qual a maioria das baterias depende para promover o movimento de átomos carregados através do dispositivo.

Numerosos pesquisadores e empresas estão explorando a tecnologia de estado sólido para uma variedade de produtos químicos de bateria porque esse método tem o potencial de melhorar a segurança e a densidade de energia, embora o desenvolvimento de uma versão prática tenha se mostrado difícil.

A empresa, com sede em San Jose, Califórnia, ainda está ocultando alguns detalhes sobre sua bateria, incluindo alguns dos principais materiais e processos que está usando para fazê-la funcionar. E alguns especialistas continuam céticos de que QuantumScape tenha realmente abordado os difíceis desafios técnicos que tornariam possível uma bateria de metal de lítio em veículos comerciais nos próximos cinco anos.

Resultado dos testes

Em uma entrevista para a MIT Technology Review americana, Singh disse que a empresa mostrou que suas baterias atenderão efetivamente cinco necessidades principais do consumidor que, até agora, impediram que os veículos elétricos ultrapassassem 2% das vendas de automóveis novos nos EUA: custos mais baixos, maior alcance, tempos de recargas mais curtos, maior vida útil total na estrada e maior segurança.

“Qualquer bateria que atenda a esses requisitos pode realmente abrir 98% do mercado de uma forma que você não consegue fazer hoje”, diz ele.

Na verdade, os resultados de desempenho do QuantumScape são notáveis.

As baterias podem ser carregadas até 80% de sua capacidade em menos de 15 minutos. (MotorTrend descobriu que o V3 Supercharger da Tesla levou um Model 3 de 5% a 90% em 37 minutos, em um teste no ano passado.) E eles retêm mais de 80% de sua capacidade em 800 ciclos de carregamento, que é o equivalente aproximado de dirigir 240.000 milhas (386.243 quilômetros). Na verdade, a bateria apresenta pouca degradação, mesmo quando sujeita a ciclos agressivos de carga e descarga.

Por fim, a empresa afirma que a bateria foi projetada para atingir gamas de direção que podem exceder as dos veículos elétricos com baterias de íon de lítio padrão em mais de 80% — embora isso ainda não tenha sido testado diretamente.

“Os dados do QuantumScape são bastante impressionantes”, diz Paul Albertus, professor assistente de engenharia química e biomolecular da Universidade de Maryland e anteriormente diretor do programa IONICS da ARPA-E com foco em estado sólido, sem afiliação ou financiamento relacionamento com a empresa.

A empresa “foi muito mais longe do que outras coisas que eu vi” em baterias de metal de lítio, ele acrescenta: “Eles correram uma maratona enquanto todos os outros fizeram 5 km.”

Como funciona?
Então, como eles conseguiram tudo isso?

Em uma bateria de íon de lítio padrão em um carro elétrico hoje, um dos dois eletrodos (o ânodo) é feito principalmente de grafite, que armazena facilmente os íons de lítio que vão e vêm através da bateria. Em uma bateria de metal de lítio, esse ânodo é feito do próprio lítio. Isso significa que quase todos os elétrons podem ser colocados para trabalhar armazenando energia, que é o responsável pelo maior potencial de densidade dela.

Mas isso cria alguns grandes desafios. A primeira é que o metal é altamente reativo, portanto, se entrar em contato com um líquido, incluindo o eletrólito que suporta o movimento desses íons na maioria das baterias, pode desencadear reações colaterais que degradam a bateria ou fazem com que ela entre em combustão. A segunda é que o fluxo de íons de lítio pode desenvolver formações semelhantes a agulhas conhecidas como dendritos, que podem perfurar o separador no meio da bateria, causando um curto-circuito na célula.

Ao longo dos anos, esses problemas levaram os pesquisadores a tentar desenvolver eletrólitos de estado sólido que não são reativos com o metal de lítio, usando cerâmicas, polímeros e outros materiais.

Uma das principais inovações da QuantumScape foi desenvolver um eletrólito de cerâmica de estado sólido que também serve como separador. Com apenas algumas dezenas de micrômetros de espessura, ele suprime a formação de dendritos enquanto ainda permite que os íons de lítio passem facilmente para frente e para trás. (O eletrólito na outra extremidade da bateria, o lado do cátodo, é um gel de alguma forma, então não é uma bateria totalmente de estado sólido.)

Singh se recusa a especificar o material que está usando, dizendo que é um de seus segredos comerciais mais bem guardados. (Alguns especialistas em baterias suspeitam, com base em pedidos de patente, que se trata de um óxido conhecido como LLZO.) Levou cinco anos para se descobrir isso; e depois mais cinco para desenvolver a composição e o processo de fabricação certos para evitar defeitos e dendritos.

A empresa acredita que a mudança para a tecnologia de estado sólido tornará as baterias mais seguras do que a variedade de íons de lítio no mercado hoje, que ainda ocasionalmente pegam fogo em circunstâncias extremas.

O outro grande avanço é que a bateria é fabricada sem um ânodo distinto. (Veja o vídeo do QuantumScape aqui para ter uma ideia melhor de seu design “livre de ânodo”.)

Conforme a bateria carrega, os íons de lítio no lado do cátodo viajam através do separador e formam uma camada perfeitamente plana entre ele e o contato elétrico na extremidade da bateria. Quase todo esse lítio retorna ao cátodo durante o ciclo de descarga. Isso elimina a necessidade de qualquer material de ânodo “hospedeiro” que não esteja contribuindo diretamente para o trabalho de armazenamento de energia ou transporte de corrente, reduzindo ainda mais o peso e o volume necessários. Também deve cortar custos de fabricação, diz a empresa.

Riscos restantes

Há um porém: os resultados do QuantumScape são de testes de laboratório realizados em células de camada única. Uma bateria automotiva de verdade precisaria ter dezenas de camadas, todas trabalhando juntas. Passar da linha piloto para a manufatura comercial é um desafio significativo no armazenamento de energia e o ponto em que muitas startups de baterias antes promissoras fracassaram.

Albertus observa que há um farto histórico de reclamações prematuras de avanços de baterias, então qualquer inovação é recebida com ceticismo. Ele gostaria de ver a QuantumScape submeter as células da empresa aos tipos de testes independentes que os laboratórios nacionais realizam, sob condições padronizadas.

Outros analistas da indústria expressaram dúvidas de que a empresa pudesse realizar os testes de expansão e segurança exigidos para colocar baterias em veículos nas estradas até 2025, se a empresa tiver testado rigorosamente apenas células de camada única até agora.

A Sila Nanotechnologies, uma startup de bateria rival desenvolvendo um tipo diferente de materiais anódicos de alta densidade energética para baterias de íon-lítio, lançou um relatório técnico um dia antes da história da Mobilist que destaca uma lista de desafios técnicos para baterias de metal de lítio de estado sólido. Ele observa que muitas das vantagens teóricas do metal de lítio diminuem à medida que as empresas buscam baterias comerciais, dadas todas as medidas adicionais necessárias para fazê-las funcionar.

Mas o documento enfatiza que a parte mais difícil será enfrentar o desafio do mercado: competir com a enorme infraestrutura global já existente para adquirir, produzir, enviar e instalar baterias de íon-lítio.

Apostas massivas

Outros analistas, no entanto, dizem que os avanços recentes no campo indicam que as baterias de metal de lítio irão ultrapassar significativamente a densidade de energia da tecnologia de íons de lítio e que os problemas de retenção do campo podem ser resolvidos.

“A questão costumava girar em torno se teríamos baterias de metal de lítio; agora o foco é quando as teremos”, diz Venkat Viswanathan, um professor associado da Carnegie Mellon que pesquisou baterias de metal de lítio (e fez trabalho de consultoria para QuantumScape).

Singh reconheceu que a empresa ainda enfrenta desafios, mas insiste que eles se relacionam mais com a engenharia e o aumento da produção. Ele não acha que quaisquer avanços adicionais na química são necessários.

Ele também observou que a empresa agora tem mais US $ 1 bilhão, proporcionando uma condição mais favorável para chegar à produção comercial.

Questionado sobre por que os jornalistas deveriam confiar nos resultados da empresa sem o benefício de descobertas independentes, Singh ressaltou que está compartilhando o máximo de dados possível para ser transparente. Mas ele acrescenta que QuantumScape não está “no negócio de pesquisa acadêmica”.

“Sem ofensa, mas não nos importamos com o que os jornalistas pensam”, diz ele. “As pessoas com as quais nos importamos são os nossos clientes. Eles viram os dados, executaram os testes em seu próprio laboratório, viram que funcionava e, como resultado, estão apostando muito nessa empresa. A VW apostou tudo”.

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*Fonte: mittechreview

CRV Digital: documentos de registro e transferência de veículo serão digitais

Mais documentos se juntaram à carteira digital do motorista brasileiro. O Certificado de Registro do Veículo (CRV) e o Certificado de Licenciamento Anual (CLA) agora passam a integrar o Certificado de Registro e Licenciamento do Veículo (CRLV-e). O documento do veículo estará disponível pelo aplicativo Carteira Digital de Trânsito (CDT), que também abriga a versão digital da Carteira Nacional de Habilitação (CNH).

A resolução do Conselho Nacional de Trânsito (Contran) que aprovou a digitalização dos documentos ainda extinguiu comprovante de transferência de propriedade (antigo DUT) e o transformou no Autorização para Transferência de Propriedade do Veículo (ATPV-e). A medida valerá a partir desta segunda-feira (4) para novos registros. Documentos impressos em papel-moeda verde continuarão valendo, além da CRV Digital.
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“O CRLV-e e a ATPV-e foram os nossos últimos documentos a serem digitalizado e com isso, nenhum órgão de trânsito utilizará mais o papel-moeda”, explica o diretor-Geral do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) e presidente do Contran, Frederico Carneiro. Além do app da CDT, o CRLV-e estará disponível em formato digital, após a quitação de todos os débitos, no portal do Denatran ou por meio dos canais de atendimento dos Detrans estaduais.

O aplicativo da CDT está disponível na App Store e no Google Play.

Caso prefira, o proprietário do veículo também pode imprimir o documento em papel A4 comum, branco, que terá o QR Code de segurança, válido para fiscalização. O registro é obrigatório na compra de veículo zero km; compra/venda de um usado; mudança de município de domicílio ou residência do proprietário e na mudança de categoria ou alteração de característica do veículo.

Como coneguir a CRV Digital

Para quem já possui o documento de registro e a autorização para transferência de propriedade em papel-moeda (veículos registrados antes de 2021) nada muda. Ao vender o veículo, o proprietário preenche o verso do documento com os dados do comprador, reconhece firma no cartório e, por fim, o comprador vai ao Detran para efetivar a transferência.

O procedimento só muda para veículos registrados a partir de agora. “O Detran expedirá somente o CRLV-e, em formato digital. A ATPV-e, que antes vinha em branco, no verso do documento, a partir de agora será expedida somente quando o proprietário for vender o veículo”, explica o Contran.
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A expedição do documento de transferência deve ser feita junto ao Detran, presencialmente ou por meio de algum canal de atendimento digital. Com a ATPV-e preenchida e com o QR Code de segurança, o comprador deve reconhecer a firma no cartório e efetivar da transferência. Em breve, a transferência poderá ser realizada totalmente em meio digital. “Transferir um veículo será tão simples quanto fazer uma transferência bancária, tudo na palma da mão”, promete Carneiro.

*Por Renato Mota

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*Fonte: olhardigital

Startup diz que carro elétrico movido a energia solar nunca irá precisar recarregar

A empresa de carros elétricos Aptera Motors está de volta – e afirma ter construído um veículo que, em teoria, nunca precisa ser carregado, graças aos bancos de painéis solares em seu teto e capô.

Claro, há uma série de advertências e notas de rodapé sobre a afirmação, como relata o The Verge, e vamos vamos comentar. Mas supondo que os painéis solares funcionem moderadamente bem, o Aptera poderia apresentar algo no caminho para uma solução para os problemas de autonomia das baterias de veículos elétricos, um dos principais obstáculos que bloqueiam uma transição generalizada para carros elétricos.

Aptera não alega ter construído um dispositivo de movimento perpétuo, ou que a bateria dos veículos de três rodas nunca ficará sem energia.

Em vez disso, a empresa diz em um comunicado à imprensa que o veículo tem um alcance extraordinário de 1.600 quilômetros por carga, levando em consideração seus painéis solares acrescentando 72 quilômetros de energia em dias ensolarados. Partindo do pressuposto de que um motorista típico viajará menos do que isso, o Aptera poderia durar muito tempo sem precisar parar em uma estação de recarga.

Como empresa, a Aptera teve problemas para colocar seu design incomum nas ruas. Depois que seus carros foram certificados pela primeira vez pelo Departamento de Energia em 2009, a empresa fechou suas portas em 2011 depois de ser incapaz de garantir um empréstimo, de acordo com o The Verge.

*Por Ademilson Ramos

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*Fonte: engenhariae

CRV Digital: Documentos de registro e transferência de veículo serão digitais

Mais documentos se juntaram à carteira digital do motorista brasileiro. O Certificado de Registro do Veículo (CRV) e o Certificado de Licenciamento Anual (CLA) agora passam a integrar o Certificado de Registro e Licenciamento do Veículo (CRLV-e). O documento do veículo estará disponível pelo aplicativo Carteira Digital de Trânsito (CDT), que também abriga a versão digital da Carteira Nacional de Habilitação (CNH).

A resolução do Conselho Nacional de Trânsito (Contran) que aprovou a digitalização dos documentos ainda extinguiu comprovante de transferência de propriedade (antigo DUT) e o transformou no Autorização para Transferência de Propriedade do Veículo (ATPV-e). A medida valerá a partir desta segunda-feira (4) para novos registros. Documentos impressos em papel-moeda verde continuarão valendo, além da CRV Digital.

“O CRLV-e e a ATPV-e foram os nossos últimos documentos a serem digitalizado e com isso, nenhum órgão de trânsito utilizará mais o papel-moeda”, explica o diretor-Geral do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) e presidente do Contran, Frederico Carneiro. Além do app da CDT, o CRLV-e estará disponível em formato digital, após a quitação de todos os débitos, no portal do Denatran ou por meio dos canais de atendimento dos Detrans estaduais.

Caso prefira, o proprietário do veículo também pode imprimir o documento em papel A4 comum, branco, que terá o QR Code de segurança, válido para fiscalização. O registro é obrigatório na compra de veículo zero km; compra/venda de um usado; mudança de município de domicílio ou residência do proprietário e na mudança de categoria ou alteração de característica do veículo.
Como coneguir a CRV Digital

Para quem já possui o documento de registro e a autorização para transferência de propriedade em papel-moeda (veículos registrados antes de 2021) nada muda. Ao vender o veículo, o proprietário preenche o verso do documento com os dados do comprador, reconhece firma no cartório e, por fim, o comprador vai ao Detran para efetivar a transferência.

O procedimento só muda para veículos registrados a partir de agora. “O Detran expedirá somente o CRLV-e, em formato digital. A ATPV-e, que antes vinha em branco, no verso do documento, a partir de agora será expedida somente quando o proprietário for vender o veículo”, explica o Contran.
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A expedição do documento de transferência deve ser feita junto ao Detran, presencialmente ou por meio de algum canal de atendimento digital. Com a ATPV-e preenchida e com o QR Code de segurança, o comprador deve reconhecer a firma no cartório e efetivar da transferência. Em breve, a transferência poderá ser realizada totalmente em meio digital. “Transferir um veículo será tão simples quanto fazer uma transferência bancária, tudo na palma da mão”, promete Carneiro.

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*Fonte: olhardigital

Saiba como os carros melhoraram nos últimos 50 anos

Nos últimos 50 anos os carros tornaram-se significativamente mais leves graças à tecnologia inovadora. Não só isso, eles são mais eficientes e ainda mais seguros.

Para ter uma melhor ideia de quanto mais seguros os nossos carros são atualmente, a Chevrolet realizou um teste de colisão entre dois carros; um Chevrolet Bel Air de 1959 contra Chevrolet Malibu de 2009. O resultado do teste de colisão fala por si.

“Era como se fosse noite e dia, a diferença de proteção dos ocupantes,” de acordo com o presidente do instituto, Adrian Lund.

*Por Ademilson Ramos

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*Fonte: engenhariae

13 atitudes que contribuem para um trânsito mais seguro

Confira boas práticas indicadas pela campanha Trânsito+gentil, da Porto Seguro, para que qualquer pessoa possa contribuir para a transformação das cidades

Não existe trânsito seguro sem que motoristas, motociclistas, ciclistas e pedestres tenham uma mudança de comportamento e passem a considerar pequenas gentilezas como práticas comuns de nosso dia a dia.

É isso o que prega a campanha Trânsito+gentil da Porto Seguro, que aproveita a Semana Nacional do Trânsito, entre os dias 18 e 25 de setembro, para trazer ainda mais destaque sobre a importância deste tema.

Nós da Catraca Livre também nos sentimos parte deste movimento pela gentileza no trânsito e para provar que essa transformação é possível a partir de pequenos gestos, listamos abaixo 13 dicas para você colocar em prática agora mesmo.

Pedestres

Mesmo sendo um dos mais vulneráveis, o pedestre tem papel importante na segurança do trânsito e na transformação dele em um ambiente mais gentil. Algumas mudanças de postura que podem contribuir para que isso aconteça incluem:

1 – Fazer contato visual com o motorista mesmo quando for atravessar na faixa de segurança. É de extrema importância que você tenha certeza que ele está te vendo;

2- Andar com atenção nas calçadas de postos de gasolina. Nesses lugares existe uma intensa movimentação de veículos e motocicletas e é comum que pequenos acidentes, facilmente evitáveis, aconteçam;

3 – Respeitar a ciclovia. Afinal, ela foi feita para os ciclistas pedalarem com segurança e não para você caminhar;

O volume de ciclistas tem aumentado de maneira exponencial nas grandes cidades. Essa tendência seguirá forte no pós-isolamento, como comprova uma recente pesquisa sobre o crescimento de 50% na venda de bicicletas no Brasil, entre os meses de maio e junho.

Com todo esse volume de novos ciclistas surge a necessidade de que atitudes de gentileza sejam tão importantes quanto achar uma ciclovia perto de você. Algumas práticas que podem ser tranquilamente adicionadas durante as pedaladas incluem:

4 – Ficar atento no que acontece à sua frente e evitar ao máximo olhar para trás. Isso pode te ajudar a se livrar de algo que possa vir a dar errado no seu caminho;

5 – Sinalizar com antecedência caso você precise entrar em alguma rua ou sair da sua faixa. Os outros veículos precisam diminuir a velocidade e isso contribui para evitar sustos desnecessários;

6 – Nada de competir com as motos. Você não tem um motor e ainda por cima não possui quase nenhum tipo de proteção;

Motociclistas
Catraca Livre dá dicas de gentileza para tornar o trânsito mais seguroCrédito: Banco de Imagens/BigstockMotociclistas devem ter atenção para evitar os pontos cegos dos carros, ônibus e caminhões

Uma das maiores frotas no trânsito das cidades, as motos fazem parte deste intenso microcosmo urbano que tem na intensa relação dos motociclistas com outros veículos, uma de suas principais características.

É por conta disso que se faz mais do que necessário cuidado redobrado na hora de circular nas vias. Entre as dicas para tornar mais gentil o dia a dia do motociclista, podemos destacar:

7 – O uso do farol aceso de noite e de dia. Pode parecer exagero, mas não é. Motoristas te veem muito melhor com o farol ligado;

8 – A atenção para evitar os pontos cegos dos carros, ônibus e caminhões. Quanto maior o veículo, maior esses pontos;

9 – Respeitar as ciclovias e ciclofaixas como lugares exclusivos para os ciclistas. Evitando acidentes desta forma;

Motoristas
Catraca Livre dá dicas de gentileza para tornar o trânsito mais seguroCrédito: Banco de Imagens/BigstockQuando um motorista te der passagem, sorria e agradeça

E pra fechar essa lista não poderia faltar, é claro, dicas para os motoristas. São as pessoas atrás dos volantes que tornam a segurança no trânsito possível e se você se atentar para estas quatro dicas, vai perceber o quanto é fácil promover essa mudança:

10 – Quando um motorista te der passagem, sorria e agradeça. O mesmo pode acontecer com você quando for a sua vez de retribuir essa gentileza;

11 – Dar passagem aos ciclistas não custa nada. Eles são ágeis e passam rapidinho! Isso não vai te atrasar;

12 – Sempre que possível, deixe espaço entre o seu e outros carros, para que os motociclistas possam mudar de faixa com mais agilidade;

13 – Não se esqueça das setas. Elas servem de sinal às pessoas que estão atravessando uma via sem semáforo para pedestres;

Agora que você já conhece algumas destas gentilezas, chegou a sua hora de colocá-las em prática. E se quiser conhecer muitas outras acesse o site www.transitomaisgentil.com.br.

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*Fonte: catracalivre