Bar do Gordo – 12 Duro e Cartel da Cevada

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Um enorme balão na direção de meu apto

Hoje de manhã cedo um som estranho no ar, me levanto da cama desconfiado, alguma coisa diferente estava acontecendo. Abro a janela e lá está , um enorme balão vindo bem na direção do prédio em que moro. Sem dúvida uma cena muito bonita. Claro, sem perigo de colisão, o cara meteu ar quente par ao balão tomar mais altura (era essa a barulheira toda). Vou rápido para a sacada e claro, faço algumas fotos. Na boa. Isso não acontece todo dia.

Consegui até conversar com o balonista enquanto ele se aproximava e passava sobre o prédio. As fotos abaixo não traduzem a verdade, como são de regulagem automática rola uma certa diferença entra a imagem real e a foto em si. Também não dei zoom nem nada disso. Foto normal.
*A coisa toda era bem mais próxima do que as fotos mostram. Só para constar.

O balonista me deu bom dia (e foi um ótimo dia sim- thanks), perguntei se esta frio para ele (ainda era cedo da manhã para um dia de domingo), fiz umas piadas sobre ele desviar do meu prédio ou então bater ao menso no apto do meu vizinho e ele deu risadas, até perguntou quando eu iria andar de balão.

Pois é. Depois comentando essa história descobri quem é o carae ele é daqui da cidade mesmo…
Taí uma boa ideia hein!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Bulldogs Futebol Americano (Venâncio Aires – RS)

O Futebol Americano tem espaço para todo mundo, assim como a nossa equipe. Então, faça sua inscrição, confirme presença no evento e participe! Venha conhecer a força do futebol americano e contribuir, ainda mais, para o crescimento do Bulldogs.
A seletiva ocorre no dia 28 de maio  –  às 15h30
Parque do Chimarrão  – Venâncio Aires (RS)

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*Faça sua inscrição: https://goo.gl/forms/3MLY7fkZh7jEUEm93
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*Confirme sua presença: https://www.facebook.com/events/198160764016007/

 

 

Bulldogs F.A. x Restinga Redskulls – Futebol americano (Est. Edmundo Feix – V. Aires)

Está chegando o dia! (05/03) Confronto inédito entre Bulldogs F.A. e Restinga Redskulls no Estádio Edmundo Feix!
Não fique de fora, adquira o seu ingresso antecipado e junte-se à MATILHA!

Ingressos Antecipados – R$ 7,00
Ingressos na Hora – R$ 10,00
Combo, válido para as três partidas em casa – R$ 15,00

Adquira seu ingresso com nossos atletas
ou nos seguintes pontos de venda:

PC Shop – Rua Tiradentes, 1443.

Demais regiões, antecipado a R$ 5,00, fazer contato através da página ou Whats App:

Venâncio Aires – 98165 7632
Lajeado – 99287 3630
Santa Cruz do Sul – 98541 2828
Encantado – 99934 6059

Obs: Ticket pedágio garante meia-entrada na hora!

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Road trip V.Aires – Mostardas 2016 *(parte 1 – A Ida)

Já que o final de ano está aí e período de férias chegou, estava na hora de uma boa road trip. Não demoramos muito para decidir para onde ir e quem iria junto. No final das contas e em função de horários, agenda, trabalho e compromissos pessoais, a nossa trip de moto até Mostardas (RS), rolou somente comigo e o Vladimir. Até porque tínhamos a ideia de rodarmos um bom trajeto por estrada de chão e inclusive na beira da praia.

O Vladi já fez esse roteiro anteriormente, aliás, é uma trip que há dois anos já que me proponho a fazer no final de ano e não rola em função das condições climáticas (leia-se aqui “chuvas”). Ano passado a previsão marcava chuva e o céu um dia antes de partirmos estava muito escuro e com o aspecto de chuva, assim cancelamos na última hora a empreitada. E como já era no final das minhas férias, resolvemos deixar para uma outra oportunidade. Mas o irônico disso, foi que acabou não chovendo nos dias seguintes, ou seja, confiamos demais na previsão do tempo…rsrsrsr.

Esse ano eu prometi para mim mesmo de que iria de qualquer jeito, com o sem chuva. Não deu outra, chegou o dia marcado e lá estava a previsão do tempo indicando muita chuva. Inicialmente iríamos sair na segunda-feira (26/dezembro), mas adiamos, parecia que iria chover muito mas choveu bem pouco. Aiaiaiai…. Então nessa terça de madrugada, às 5 horas da manhã me acordo, dou uma rápida olhada pela janela e mesmo sabendo de que as chuvas iriam acontecer durante o dia, resolvemos partir. Saímos do postinho, conforme já havíamos combinado, por volta das 6 horas da manhã. Ainda um pouco escuro e tudo tranquilo e sem sinal de chuva.

Seguimos pela RS-287 em direção à Porto Alegre (RS), fizemos uma breve parada para colocar óculos escuros por causa do sol nascente, que ficava em nossa frente. Um pouquinho antes de tomarmos a Rodovia do Parque (BR -448), chegamos em um posto de gasolina para um café. Coisa rápida. seguimos até Porto Alegre (RS), atravessamos a cidade até a Av. Ipiranga, depois tomamos a direção de Viamão (RS). Então uma parada para abastecermos as motos e colocarmos as capas de chuva (que tanto odeio!), porque repentinamente o tempo fechou e começou a chover forte. Até então tudo estava de boa e nem um pingo d’água.

Sem perder tempo era a hora de seguirmos em frente mesmo com aquela chuvarada toda. Quem está na chuva é prá se molhar, não é assim!? Me recusei a colocar aquelas ridículas polainas de chuva e bingo! Não deu outra, em pouco tempo meus pés já estavam ensopados e pior, gelados. Shit! Andamos vários quilômetros nessa condição de chuva forte, depois que a chuva parou então estávamos naquele estágio onde a combinação vento + andar de moto promove um “secamento rápido” e providencial das roupas. Mas as minhas botas relutavam bravamente em secar…

Daí em diante começou uma constante de chove e para, foi assim até chegarmos em Mostardas. O trajeto todo nesse perrengue. Um determinado momento na RS-101 estacionei  ao lado de uma dessas casinhas de parada de ônibus, para espichar as pernas e também tirar as meias e as botas (que estavam cada vez mais encharcadas). Deveria ter usado aquelas polainas ridículas, que deixam a gente com pés de palhaço. Nah!

Já bem melhor depois de ter tirado a água das meias e dos meus calçados, continuamos em frente. Ainda faltava uma boa parte do trajeto. Depois de vários quilômetros rodados chegamos na entrada para a estrada do Farol da Solidão. Aliás, mal sinalizada. Tinha sim uma placa mas com a flecha que indicava a direção para o lado contrário…rsrsrsrs. Mas tranquilo, pedimos informação numa casa ali perto e tudo resolvido.

Então era a hora de encarar uma estrada de chão com uma mistura de barro e a areia molhada. Achei que era um trajeto curto até a praia do farol, mas nada disso! Isso tudo ainda antes de chegarmos em Mostardas e pior, com a fome batendo. E que fome! Bem, mas isso fica para o próximo capítulo da road trip.

*Abaixo algumas fotos da empreitada, na primeira parte da viagem:

 

A saída - 6h
A saída – 6h

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

RS-287
RS-287

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Parada para por óculos de sol
Alguns ajustes

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O Sol a nossa frente
O Sol a nossa frente

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Um café
Café

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Rodovia do Parque
Rodovia do Parque

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Já depois de Viamão, quando a chuva veio.
Depois de Viamão, quando a chuva veio.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Chuvarada
Chuvarada

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Entre uma chuva e outra
Entre uma chuva e outra

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O que ainda viria pela frente
O que ainda viria pela frente

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Já bem depois de Palmares do Sul, parada para tirar a água das botas.
Depois de Palmares do Sul, parada para tirar a água das botas.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Quase em Mostardas (RS) - BR 101
Quase em Mostardas (RS) – BR 101

 

Maquinados no Bar do Gordo

Ontem foi noite de show ao vivo no Bar do Gordo (Venâncio Aires / RS) com a banda Maquinados e tive o prazer de ser convidado para tocar com eles no final, duas versões para músicas de Neil Young e outra do Jimi hendrix.

Fico muito agradecido por ter essa chance de tocar outra vez com esses caras que são phoda mesmo, grandes músicos!
Valeu rapaziada – Thomas, Isma, Doodoo, Duda e o Zinho.   \m/

 

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Sandoval T-Rex no puxadinho do Bar do Gordo

Então tá, a chalaça vai ser mesmo amanhã no Primos Bar (mais conhecido para os chegados como “Bar do Gordo”), um happy hour só na base do blues e rock’n roll selecionado 12 anos. Tudo na grosseria, as músicas menos confirmadas sem arrego, sem pedidos, sem frescura e nem rodeios.

*Fui convidado pelo DJ Cadu para ser sound-coloquêitor neste evento, que faz parte da tour Circuito Sonoro 2016 (não sou DJ e nem quero ser), mas agora é tarde. Me convidaram, me escolheram, agora aguentem.

E segundo consta, há garantias de que amanhã vai ser de rachar o assoalho naquele cafofo do Gord.
Aguardem!

 

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Enduro Cross Venâncio Aires – Pista do Mamute

Um domingo de tarde diferente, hoje depois do almoço peguei a “Brosinha” e fui dar um rolê e uma conferida na prova de Enduro Cross na Pista do Mamute. Prova cronometrada, com direito a 3 voltas por piloto na Pista do Mamute, no interior de Venâncio Aires/RS.

O belo domingo de sol ajudou bastante na realização da prova, não que a chuva atrapalhe, mas assim facilit às pessoas asistirem ao menos uma parte do trajeto numa boa. A prova contou com um bom número de pilotos e em diferentes categorias. A pista é muito boa e também muito bonita, fica no pé de um morro, terreno da família do Mamute, apelido do Marciano Link (ex-presidente do Tutaloko). Mas não é toda plana, se estende morro acima também, criando um apelo de maior dificuldade e técnica para os pilotos participantes.

No tanto que acompanhei, a prova e estava bem “pegada”, muita disputa por poucos segundos de diferença entre os pilotos. Voltei antes do final, portanto não tenho nenhum resultado aqui para divulgar.

Abaixo algumas imagens do que foi o enduro cross em Venâncio Aires (RS).

 

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Quarto Ácido & Mastodonte – Bar do Gordo

Ontem foi dia de rock bebê! – Como diria a atriz Christiane Torloni.
Show no mítico Bar do Gordo, com as bandas Quarto Ácido e Mastodonte. Cheguei atrasado, apesar do horário de matiné, assim perdi grande parte do show da banda instrumental Quarto Ácido, que aliás, me pareceu “muito boa”. Mas tudo bem, eu tava mesmo era mais pilhado para ver meu chapa Doodoo matando a pau, com a Mastodonte.

Legal esse horário de show em função da zoeira que rola lá no Bar do Gordo. A parada dos shows começam sempre cedo, por volta das 19h30 ou 20h e vai até às 22h. Muito bom! Não tem aquela coisa chata de a banda “fazer charme”, ficar esperando o local enxer e então começar a tocar lá pelas 2h da madruga, quando tu já está podre de cansado de esperar (muitas vezes em pé), já bebaço (rsrsrssr…) e afinzão de ir embora. Parabéns galera!

Ah! O show da Mastodonte foi um dos melhores deles que já assisti, nos últimos tempos. Muito phoda. Valeu! Abaixo duas imgs do show.

Dr. Gordo! Mais festivas assim please!
*Quem sabe até a Cavalo Horse, o dia que resolver voltar com o seu rock “chucreza”… Hein!? Hein?

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Rivera

O tradicional rolê de moto ao final de semana com os amigos dessa vez foi aditivado. Combinamos, eu, Pretto, Vladi e a Fabi, em meio à correria de semana passada, de aproveitarmos esse feriadão e darmos uma esticada de muitos quilômetros em nossos horizontes em duas rodas. Decidimos seguir até a fronteira do RS, em Rivera e também aproveitar para uma rápida visita na casa de parentes do Pretto, em Rosário do Sul. Tudo é caminho.

Nos preparamos para sair sexta-feira de madrugada, cedo da manhã e assim chegarmos no começo da tarde em Rivera, para aproveitarmos o resto do dia e da noite e voltarmos tranquilos, sem pressa, no dia seguinte. Tudo arrumado, nos encontramos no posto de gasolina como o combinado e partimos. Era escuro ainda, por volta de seis da manhã, quando ligamos os motores dessa empreitada. Saímos em direção à Santa Cruz do Sul, depois Rio Pardo, nessa altura o céu começou a clarear e seguimos até Pantano Grande, quando baixou uma cerração danada. Uma parada básica para nos esquentarmos com um café. Era só o começo.

Seguimos em frente pela RS-290 em direção à Rosário do Sul, saindo do pátio de casa, agora era prá valer. Claro que teríamos de parar para abastecer as motos e esticarmos as pernas de vez em quando no caminho. Andar de moto é bem diferente de andar confortavelmente dentro de um carro, na moto você sempre está ocupado, com as duas mãos no guidon e as pernas nos seus comandos, também é bem mais vulnerável ao clima e o as coisas ao seu redor (mas na boa, isso é justamente o bom da coisa).
Uma primeira parada na estrada, dessa vez por causa do frio. O dia surgiu e com ele veio junto uma friaca e tanto, claro que estávamos preparados, mas era hora de mais alguns ajustes e reforço contra o frio. Seguimos em frente.

Depois de muitos km rodados outra parada em um posto de gasolina, dessa vez para banheiro, lanche e um café. O clima marcava que não haveria chuva, ao menos na sexta-feira, mas um céu cinzento e com cara de poucos amigos nos acompanhou a maioria da viagem.
Seguindo o programado, mais e mais km de estrada até chegarmos na ponte de entrada em Rosário do Sul. Entramos na cidade e fomos até os parentes do Pretto. Fomos muito bem recebidos, uma boa conversa e até nos convidaram para almoçarmos, mas tínhamos nossa programação e era continuarmos em frente até Santana do Livramento.

Chegamos no hotel, arrumamos as nossas coisas, as motos já na garagem e resto foi rolê de taxi e alguma caminhada. Como não era uma viagem para fazer compras, nos divertimos passeando pelas duas cidades da fronteira. Ora cá, ora lá. Claro que comprei alguma coisinha (birita e chás), mas nada de mais. A noite jantamos em um deliciosa pizzaria, dica de um taxista uruguaio. Depois mais umas cervejas e hora de dormir para o novo dia.

Na manhã, depois do café, resolvemos arrumar nossas coisas para a volta. Assim que estávamos prontos e de saída começou a chuviscar de leve. Acreditando que bastava “adiantarmos a pegada” na estrada que iríamos escapar da chuva, não foi o bastante. Rodamos alguns Km mas logo a chuva aumentou e nos alcançou. Uma parada de emergência na beira da estrada para vestirmos as capas de chuva (êita coisa chata). Mas OK, funcionou, não nos molhamos muito nessa função e então devidamente “empacotados”, seguimos em frente em meio a chuvarada. Já em Rosário novamente, paramos em um posto de gasolina para tirarmos o equipamento de chuva.

Depois desse começo de manhã, a chuva não incomodou mais e até abriu um solzinho de leve perto do meio-dia, bem agradável diga-se, mas ficou nessa. Optamos por voltar pelo mesmo trajeto da nossa ida, ou seja, pela RS 290 (poderíamos ter voltado por Santa Maria, mas fica para uma próxima vez – RS 158 e RS 287). O retorno foi tranquilo, pouco movimento, estrada sem grandes problemas e nada de gente afoita no trânsito, fizemos algumas paradas para lanche, abastecimento e esticar as pernas um pouco. As coisas de sempre nesse universo da motocicleta. Voltamos sem pressa, sem compromisso e portanto de boa.

O que fica dessa empreitada é um orgulho bem grande de ser gaúcho, fazer parte dessa terra e cultura maravilhosa que é o Rio Grande do Sul. Em várias situações me lembrei de músicas do Vitor Ramil e outros artistas daqui sobre o pampa. Fiquei cantarolando em minha cabeça (minha voz de cantoria é simplesmente horrível), no universo fechado de meu capacete.  E digo que as imagens mais uma vez não fazem jus ao que se vê nesse trajeto. Ao vivo tudo é muito mais bonito!

Várias pessoas me disseram… É uma viagem longa, só de retas e paisagens monótonas.
Mas não foi nada disso que eu vi! Para mim foi sensacional estar de viagem com os amigos e a minha moto, uma sensação muito boa de liberdade e com certeza aproveitei cada minuto. Foi mais uma viagem para “andar” de moto mesmo, não de turismo ou passeio. É diferente. Sabe aquela coisa tipo, aproveite o caminho e a trajetória e não somente o final?
Pois é…

E foi isso o que fizemos. Andamos de moto numa boa e nos sentindo numa boa! Muitas pessoas jamais entenderão ou sequer compreenderão isso. Uma pena…
Keep on rock!

*As imagens abaixo são apenas parte dessa história toda. Tentei colocá-las numa sequência para ilustrar melhor de algus momentos dessa viagem. Não são as mais bonitas nem as melhores, apenas “contam” melhor o que escrevi. Escrevi pouco, na real poderia dizer muito mais coisas, comentar e dar opiniões sobre isso e aquilo, o que gostei e o que não gostei, bláh, bláh, bláh, mas esse não é o objetivo aqui. É só um registro de viagem.

Até a próxima.

 

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Nas ondas do rádio

O índio velho aqui, na semana passada fui convidado para participar domingo (ontem) do programa de rock Paranóia, na Rádio Terra FM de Venâncio Aires. Este programa é pilotado pela dupla Thomás Lenz e Everton Tx, sem dúvida um pouco de sombra e refresco no deserto atual do rock local. Fui para falar um pouco de minha presença em algumas bandas de rock e blues na minha vida, mas na real, só tenho a agradecer, foi uma grande surpresa e um prazer participar dessa função. Claro que o tempo passou voando, falei pelos e mesmo assim muitas história, fatos poderiam ter sido contados…rsrsrsr. Somente espero que minha presença não tenha estragado a audiência do programa.
Um grande abraço para a dupla e que continuem nessa vibe, dando força para a cena do rock. Ah! Teve ainda também a Ester Zart (pilotado os botões da mesa de som da nave). Valeu e muito obrigado.

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