10º Encontro Trilheiros TUTALOKO – Venâncio Aires – RS (21/01/2018)

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Pondo em dia na agenda uma visita histórica e cultural

Com a proposta de não ficar parado só bobeira e descansando nesse período de folga entre o Natal e ano novo, entre outras coisas é claro que teria de pegar a estrada de moto algumas vezes, afinal isso é para mim um dos grandes bons prazeres na vida. Assim num planejamento de uma dia para o outro falei com alguns amigos, mas no final somente eu eu e o Rafa estávamos liberados para essa empreitada e entre um roteiro e outro resolvemos fazer uma viagem até São Miguel das Missões. Um local histórico e culturalmente importante para o Rio Grande do Sul e porque não dizer América também, o qual nunca tinha visitado antes e aliás, já era um desejo antigo. Não, no tempo de colégio nunca fui em excursão até lá (só para constar). Além do mais fica em uma região que pouco me aventuro de moto e seria legal fazer um primeiro contato por ali.

Simbora! Sem muita frescura combinamos nosso roteiro ainda na tarde de terça-feira, deu tempo de ajeitar algumas coisas e também deixar preparada a moto para a viagem. Na madrugada de quarta-feira já estávamos saindo de Venâncio Aires rumo a São Miguel das Missões.

Ainda era escuro quando nos encontramos e depois de uma breve conversa já estávamos na estrada pela 287 rumo à Candelária. Nas curvas de Santa Cruz do Sul demos de cara com um acidente recém ocorrido, um caminhão teve sua carga tombada e espalhada na pista. Haviam algumas pessoas fazendo sinal de seguir em frente por um canto da estrada e assim fizemos. Em Candelária tomamos a RS 400, que fazia um tempo que andava por ali por causa do estado muito ruim da estrada, mas de fato a situação mudou, como um amigo esses tempos já havia mencionado de que haviam ajeitado a buraqueira. Muito bom. Gosto desse trajeto da região centro-serra e nem lembrava mais de como é bonito, melhor ainda tendo como parceria o sol que estava nascendo e dando uma cor toda especial enquanto rodávamos com nossas motos. Isso sim é um daqueles momentos incríveis numa viagem de moto. Havia uma previsão de chuva para a tarde e por isso resolvemos fazer essa trip numa tocada com poucas paradas até o nosso destino final.

Subimos até Sobradinho, depois Arroio do Tigre (o mais longe que já havia ido nessa estrada) – que já é então a RS 481.  O sol já estava ativo e resolvemos parar para um café. E o interessante é que depois, apenas alguns km à frente o clima era totalmente diferente, passamos por um bom trajeto com cerração fechada na estrada e logo depois sol forte outra vez (sic!). E que tal esse nosso clima e geografia da região, hein!?

E puêrra! daí novamente a mágica aconteceu. Da cidade de Estrela Velha em diante, passando por Salto do Jacuí  (fizemos uma parada na ponte) até o trevo que junta com a 158, perto de Cruz Alta – se mostrou um dos trajetos mais legais que já andei. Uma estrada tranquila, com um asfalto legal e pouco movimento, quase somente lavouras dos dois lados da pista por tipo quase uns 100km. Incrível andar numa estrada assim, a moto só vai, flui com a estrada e nessa tocada a mente também voa livre. Acredite! Muito bom, muito bom.

Depois do trevo com a 158 andamos alguns poucos kms em direção à Cruz Alta e em seguida outro trevo onde fomos pela RS342, que depois emenda na 285. Daí a coisa ficou normalzona outra vez, o perrengue de sempre. Estrada com vários trechos com muitos buracos ou então com o asfalto deformado, bem movimentada e cheia de caminhões, vários pardais (acho que passei acima do permitido num desses – shit!) e por aí vai. Mas faz parte, é o comum por aqui e como tal até já estamos acostumados. Foi só seguir em frente por Ijuí, Santo Ângelo até Sâo Miguel da Missões.

Fizemos algumas paradas para abastecer, motos diferentes, tanques com capacidades diferentes, diferentes paradas. Uma parada obrigatória foi no pórtico de São Miguel, é claro, onde até umas mulheres nos perguntaram se poderiam fazer fotos junto de nossas motos. Cada uma!

O trajeto do pórtico até a cidade é bem ruim, tipo uns 16km e que talvez tenha sido o pior de toda a nossa viagem. Fica a dica para quem for para lá. A cidade de São Miguel me pareceu bem modesta e pequena até, achei que seria bem maior até pelo apelo turístico histórico internacional que ela tem. Mas enfim, rapidamente nos entendemos com a cidade e seus fluxos, não havíamos marcado nada de hotel ou pousada. Numa rápida dica no posto de gasolina no centro da cidade já tínhamos conseguido boas referências. Em pouco tempo já estávamos numa boa pousada e depois de estabelecidos, descarregado os apetrechos das motos, já estávamos fugindo do calorão tomando um banho de piscina (ótimo custo/benefício). Isso tudo bem perto do sítio arqueológico local, das Missões. Na noite fomos novamente nas Missões, mas dessa vez para assistir ao tradicional show de luzes e sons que acontece nas centenárias ruínas, onde de forma poética e artística nos contam a resumidamente os eventos e parte da história do local.

Levantamos cedo, não tanto quando da ida, até porque agora havia um horário do café e se não quiséssemos perdê-lo, teríamos de sair um pouco mais tarde. Já era por volta das 8h quando ligamos os motores e voltamos com a intenção de estar na estrada sem pegar o forte calor da tarde. Deu tudo certo e tranquilo Uma baita viagem, valeu a parceria do Rafa e desde já planejando novos roteiros.

Nesse post falo um pouco sobre a viagem.
Em um outro post falarei da visita e algumas fotos do sítio arqueológico de Sâo Miguel das Missões.

*Abaixo algumas imgs dessa trip:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Decisão Copa RS de Futebol Americano 2017 – Bulldogs FA x Porto Alegre Warriors

Fui assistir hoje a tarde a final da Copa RS de Futebo Americano de 2017, o jogo foi no Edmundo Feix Stadium, em Venâncio Aires (RS), terra do Bulldogs F. A., que jogo a final contra o Porto Alegre Warriors. Jogo truncado, muito amarrado e o resultado ficou apenas num 7×0 para o time local, os Bulldogs, depois de um belo TD. Valeu a torcida pelos amigos Armando (#3) e Luís (#63), deu sorte e a taça é nossa, isso que importa!

Inusitado também foi que um pouco antes do intervalo do jogo, que aliás teve show com a banda de rock Avalanche, do amigo Top Gun, um membro da Federação Gaúcha veio até a torcida me intimar para participar do sorteio dos clubes e chaves para o Campeonato Gaúcho do ano que vem. Talvez porque eu estava lá gritando “palavras de ordem não muito usuais”…. Então tá.  No intervalo lá fui eu e uma mina da torcida dos Warriors como auditores, participarmos do sorteio. Bacana.

Claro que achei isso muito engraçado e inusitado, na real não imaginava que faria parte disso. Fiquei contente, sou um grande fan de futebol americano, assisto direto aos jogos americanos na TV. Valeu, taí uma nova chalaça para o meu currículo – “auditor” de sorteio de futebol americano.

Depois o jogo recomeçou e é claro que deu a expectativa do trocedor, contente por esse título do time da minha cidade e também pelo fortalecimento do esporte aqui no Rio Grande do Sul. E dá-lhe rapaziada dos Bulldogs!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Oktobermoto e balonismo na tarde

O sábado amanheceu estranho, com sol mas também ao mesmo tempo aquela cara de chuva. Como eu tinha um compromisso agendado, um exame de endoscopia, que é necessário sedar o paciente e que te deixa depois meio grogue e bastante cansado/sono, talvez fosse me ocupar o dia todo, então nem me preocupei com o fato de andar de moto hoje.

Acontece que eu estava com vontade de ir no 15º Oktobermoto de Santa Cruz do Sul, que é aqui pertinho, quase que como ir de moto até o quintal de casa (tá, exagerei, é tipo uns 30km de viagem), só que ainda não sabia se seria possível. Depois de um bom sono acordei legal e na metade da tarde, com o sol brilhando no céu e eu já me sentindo beleza, inteiraço, liguei para o Pretto (que ainda não havia saído) e em pouco tempo, já estávamos prontos em nossas motos rumo à Santa Cruz.

Foi um rolê curto, coisa que fazemos quase toda hora, até mesmo durante a semana às vezes, então não é nada de mais, a parada era mesmo ir no encontro de motociclistas em Santa Cruz. Que é quando rola aquela função toda de ver outras motos, encontrar amigos, comer e beber alguma coisa e se divertir com os shows e  eventos do local. Foi tudo tranquilo, o tempo ajudou e sem dúvida foi uma tarde bem interessante.

Na volta ainda passamos ainda pelo Parque da Fenachim, em Venâncio Aires, onde estava acontecendo um festival de balonismo. Muito bonito ver o céu com vários balões voando ao mesmo tempo. Depois disso então um chopp e muita conversa com os amigos que encontramos lá no Oktobermoto.

Valeu e mais um dia daqueles.

*Confira abaixo algumas imgs hoje no Oktobermoto:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Festiva de 3 anos da Grillu

No sábado (ontem), foi dia de comemoração de 3 anos da skate shopp Grillu e por isso ocorreram várias atividades no espaço da Loja e consequentemente, no Anexo Pub Bar. A função começou na tarde  e se estendeu até por volta das 20 hs, quando então o espaço teve de ser ajeitado para um outro evento, o show da banda Just Blues, que ocorreria logo mais à noite.

Na festiva da Grillu do amigo Fabrício teve chopp artesanal, os famosos “panchos” do César, sorteio de alguns brindes e tatuagem, mas o melhor – espaço “palco livre”, para quem quisesse tocar. Tudo prontinho com microfones, amps e instrumentos para a galera que quisesse fazer um som. Como de costume vários músicos aparecerem e a coisa rola mais ou menos no esquema de se inscrever e quando chegar a sua hora, sobe lá no palco e toca o que tiver vontade e com quem quiser.  Tudo num clima bacana e descontraído, não é um show.

Já mais para o final da festa, depois de alguns chopps toquei algumas músicas num “ajuntento” musical com os amigos Thomás e Paulera. Foi divertido e melhor ainda com vários amigos presentes.

Valeu! Muito bom.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Um enorme balão na direção de meu apto

Hoje de manhã cedo um som estranho no ar, me levanto da cama desconfiado, alguma coisa diferente estava acontecendo. Abro a janela e lá está , um enorme balão vindo bem na direção do prédio em que moro. Sem dúvida uma cena muito bonita. Claro, sem perigo de colisão, o cara meteu ar quente par ao balão tomar mais altura (era essa a barulheira toda). Vou rápido para a sacada e claro, faço algumas fotos. Na boa. Isso não acontece todo dia.

Consegui até conversar com o balonista enquanto ele se aproximava e passava sobre o prédio. As fotos abaixo não traduzem a verdade, como são de regulagem automática rola uma certa diferença entra a imagem real e a foto em si. Também não dei zoom nem nada disso. Foto normal.
*A coisa toda era bem mais próxima do que as fotos mostram. Só para constar.

O balonista me deu bom dia (e foi um ótimo dia sim- thanks), perguntei se esta frio para ele (ainda era cedo da manhã para um dia de domingo), fiz umas piadas sobre ele desviar do meu prédio ou então bater ao menso no apto do meu vizinho e ele deu risadas, até perguntou quando eu iria andar de balão.

Pois é. Depois comentando essa história descobri quem é o carae ele é daqui da cidade mesmo…
Taí uma boa ideia hein!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Bulldogs Futebol Americano (Venâncio Aires – RS)

O Futebol Americano tem espaço para todo mundo, assim como a nossa equipe. Então, faça sua inscrição, confirme presença no evento e participe! Venha conhecer a força do futebol americano e contribuir, ainda mais, para o crescimento do Bulldogs.
A seletiva ocorre no dia 28 de maio  –  às 15h30
Parque do Chimarrão  – Venâncio Aires (RS)

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*Faça sua inscrição: https://goo.gl/forms/3MLY7fkZh7jEUEm93
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*Confirme sua presença: https://www.facebook.com/events/198160764016007/

 

 

Bulldogs F.A. x Restinga Redskulls – Futebol americano (Est. Edmundo Feix – V. Aires)

Está chegando o dia! (05/03) Confronto inédito entre Bulldogs F.A. e Restinga Redskulls no Estádio Edmundo Feix!
Não fique de fora, adquira o seu ingresso antecipado e junte-se à MATILHA!

Ingressos Antecipados – R$ 7,00
Ingressos na Hora – R$ 10,00
Combo, válido para as três partidas em casa – R$ 15,00

Adquira seu ingresso com nossos atletas
ou nos seguintes pontos de venda:

PC Shop – Rua Tiradentes, 1443.

Demais regiões, antecipado a R$ 5,00, fazer contato através da página ou Whats App:

Venâncio Aires – 98165 7632
Lajeado – 99287 3630
Santa Cruz do Sul – 98541 2828
Encantado – 99934 6059

Obs: Ticket pedágio garante meia-entrada na hora!

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Road trip V.Aires – Mostardas 2016 *(parte 1 – A Ida)

Já que o final de ano está aí e período de férias chegou, estava na hora de uma boa road trip. Não demoramos muito para decidir para onde ir e quem iria junto. No final das contas e em função de horários, agenda, trabalho e compromissos pessoais, a nossa trip de moto até Mostardas (RS), rolou somente comigo e o Vladimir. Até porque tínhamos a ideia de rodarmos um bom trajeto por estrada de chão e inclusive na beira da praia.

O Vladi já fez esse roteiro anteriormente, aliás, é uma trip que há dois anos já que me proponho a fazer no final de ano e não rola em função das condições climáticas (leia-se aqui “chuvas”). Ano passado a previsão marcava chuva e o céu um dia antes de partirmos estava muito escuro e com o aspecto de chuva, assim cancelamos na última hora a empreitada. E como já era no final das minhas férias, resolvemos deixar para uma outra oportunidade. Mas o irônico disso, foi que acabou não chovendo nos dias seguintes, ou seja, confiamos demais na previsão do tempo…rsrsrsr.

Esse ano eu prometi para mim mesmo de que iria de qualquer jeito, com o sem chuva. Não deu outra, chegou o dia marcado e lá estava a previsão do tempo indicando muita chuva. Inicialmente iríamos sair na segunda-feira (26/dezembro), mas adiamos, parecia que iria chover muito mas choveu bem pouco. Aiaiaiai…. Então nessa terça de madrugada, às 5 horas da manhã me acordo, dou uma rápida olhada pela janela e mesmo sabendo de que as chuvas iriam acontecer durante o dia, resolvemos partir. Saímos do postinho, conforme já havíamos combinado, por volta das 6 horas da manhã. Ainda um pouco escuro e tudo tranquilo e sem sinal de chuva.

Seguimos pela RS-287 em direção à Porto Alegre (RS), fizemos uma breve parada para colocar óculos escuros por causa do sol nascente, que ficava em nossa frente. Um pouquinho antes de tomarmos a Rodovia do Parque (BR -448), chegamos em um posto de gasolina para um café. Coisa rápida. seguimos até Porto Alegre (RS), atravessamos a cidade até a Av. Ipiranga, depois tomamos a direção de Viamão (RS). Então uma parada para abastecermos as motos e colocarmos as capas de chuva (que tanto odeio!), porque repentinamente o tempo fechou e começou a chover forte. Até então tudo estava de boa e nem um pingo d’água.

Sem perder tempo era a hora de seguirmos em frente mesmo com aquela chuvarada toda. Quem está na chuva é prá se molhar, não é assim!? Me recusei a colocar aquelas ridículas polainas de chuva e bingo! Não deu outra, em pouco tempo meus pés já estavam ensopados e pior, gelados. Shit! Andamos vários quilômetros nessa condição de chuva forte, depois que a chuva parou então estávamos naquele estágio onde a combinação vento + andar de moto promove um “secamento rápido” e providencial das roupas. Mas as minhas botas relutavam bravamente em secar…

Daí em diante começou uma constante de chove e para, foi assim até chegarmos em Mostardas. O trajeto todo nesse perrengue. Um determinado momento na RS-101 estacionei  ao lado de uma dessas casinhas de parada de ônibus, para espichar as pernas e também tirar as meias e as botas (que estavam cada vez mais encharcadas). Deveria ter usado aquelas polainas ridículas, que deixam a gente com pés de palhaço. Nah!

Já bem melhor depois de ter tirado a água das meias e dos meus calçados, continuamos em frente. Ainda faltava uma boa parte do trajeto. Depois de vários quilômetros rodados chegamos na entrada para a estrada do Farol da Solidão. Aliás, mal sinalizada. Tinha sim uma placa mas com a flecha que indicava a direção para o lado contrário…rsrsrsrs. Mas tranquilo, pedimos informação numa casa ali perto e tudo resolvido.

Então era a hora de encarar uma estrada de chão com uma mistura de barro e a areia molhada. Achei que era um trajeto curto até a praia do farol, mas nada disso! Isso tudo ainda antes de chegarmos em Mostardas e pior, com a fome batendo. E que fome! Bem, mas isso fica para o próximo capítulo da road trip.

*Abaixo algumas fotos da empreitada, na primeira parte da viagem:

 

A saída - 6h
A saída – 6h

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

RS-287
RS-287

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Parada para por óculos de sol
Alguns ajustes

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O Sol a nossa frente
O Sol a nossa frente

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Um café
Café

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Rodovia do Parque
Rodovia do Parque

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Já depois de Viamão, quando a chuva veio.
Depois de Viamão, quando a chuva veio.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Chuvarada
Chuvarada

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Entre uma chuva e outra
Entre uma chuva e outra

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O que ainda viria pela frente
O que ainda viria pela frente

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Já bem depois de Palmares do Sul, parada para tirar a água das botas.
Depois de Palmares do Sul, parada para tirar a água das botas.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Quase em Mostardas (RS) - BR 101
Quase em Mostardas (RS) – BR 101

 

Maquinados no Bar do Gordo

Ontem foi noite de show ao vivo no Bar do Gordo (Venâncio Aires / RS) com a banda Maquinados e tive o prazer de ser convidado para tocar com eles no final, duas versões para músicas de Neil Young e outra do Jimi hendrix.

Fico muito agradecido por ter essa chance de tocar outra vez com esses caras que são phoda mesmo, grandes músicos!
Valeu rapaziada – Thomas, Isma, Doodoo, Duda e o Zinho.   \m/

 

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Sandoval T-Rex no puxadinho do Bar do Gordo

Então tá, a chalaça vai ser mesmo amanhã no Primos Bar (mais conhecido para os chegados como “Bar do Gordo”), um happy hour só na base do blues e rock’n roll selecionado 12 anos. Tudo na grosseria, as músicas menos confirmadas sem arrego, sem pedidos, sem frescura e nem rodeios.

*Fui convidado pelo DJ Cadu para ser sound-coloquêitor neste evento, que faz parte da tour Circuito Sonoro 2016 (não sou DJ e nem quero ser), mas agora é tarde. Me convidaram, me escolheram, agora aguentem.

E segundo consta, há garantias de que amanhã vai ser de rachar o assoalho naquele cafofo do Gord.
Aguardem!

 

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Enduro Cross Venâncio Aires – Pista do Mamute

Um domingo de tarde diferente, hoje depois do almoço peguei a “Brosinha” e fui dar um rolê e uma conferida na prova de Enduro Cross na Pista do Mamute. Prova cronometrada, com direito a 3 voltas por piloto na Pista do Mamute, no interior de Venâncio Aires/RS.

O belo domingo de sol ajudou bastante na realização da prova, não que a chuva atrapalhe, mas assim facilit às pessoas asistirem ao menos uma parte do trajeto numa boa. A prova contou com um bom número de pilotos e em diferentes categorias. A pista é muito boa e também muito bonita, fica no pé de um morro, terreno da família do Mamute, apelido do Marciano Link (ex-presidente do Tutaloko). Mas não é toda plana, se estende morro acima também, criando um apelo de maior dificuldade e técnica para os pilotos participantes.

No tanto que acompanhei, a prova e estava bem “pegada”, muita disputa por poucos segundos de diferença entre os pilotos. Voltei antes do final, portanto não tenho nenhum resultado aqui para divulgar.

Abaixo algumas imagens do que foi o enduro cross em Venâncio Aires (RS).

 

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Quarto Ácido & Mastodonte – Bar do Gordo

Ontem foi dia de rock bebê! – Como diria a atriz Christiane Torloni.
Show no mítico Bar do Gordo, com as bandas Quarto Ácido e Mastodonte. Cheguei atrasado, apesar do horário de matiné, assim perdi grande parte do show da banda instrumental Quarto Ácido, que aliás, me pareceu “muito boa”. Mas tudo bem, eu tava mesmo era mais pilhado para ver meu chapa Doodoo matando a pau, com a Mastodonte.

Legal esse horário de show em função da zoeira que rola lá no Bar do Gordo. A parada dos shows começam sempre cedo, por volta das 19h30 ou 20h e vai até às 22h. Muito bom! Não tem aquela coisa chata de a banda “fazer charme”, ficar esperando o local enxer e então começar a tocar lá pelas 2h da madruga, quando tu já está podre de cansado de esperar (muitas vezes em pé), já bebaço (rsrsrssr…) e afinzão de ir embora. Parabéns galera!

Ah! O show da Mastodonte foi um dos melhores deles que já assisti, nos últimos tempos. Muito phoda. Valeu! Abaixo duas imgs do show.

Dr. Gordo! Mais festivas assim please!
*Quem sabe até a Cavalo Horse, o dia que resolver voltar com o seu rock “chucreza”… Hein!? Hein?

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Rivera

O tradicional rolê de moto ao final de semana com os amigos dessa vez foi aditivado. Combinamos, eu, Pretto, Vladi e a Fabi, em meio à correria de semana passada, de aproveitarmos esse feriadão e darmos uma esticada de muitos quilômetros em nossos horizontes em duas rodas. Decidimos seguir até a fronteira do RS, em Rivera e também aproveitar para uma rápida visita na casa de parentes do Pretto, em Rosário do Sul. Tudo é caminho.

Nos preparamos para sair sexta-feira de madrugada, cedo da manhã e assim chegarmos no começo da tarde em Rivera, para aproveitarmos o resto do dia e da noite e voltarmos tranquilos, sem pressa, no dia seguinte. Tudo arrumado, nos encontramos no posto de gasolina como o combinado e partimos. Era escuro ainda, por volta de seis da manhã, quando ligamos os motores dessa empreitada. Saímos em direção à Santa Cruz do Sul, depois Rio Pardo, nessa altura o céu começou a clarear e seguimos até Pantano Grande, quando baixou uma cerração danada. Uma parada básica para nos esquentarmos com um café. Era só o começo.

Seguimos em frente pela RS-290 em direção à Rosário do Sul, saindo do pátio de casa, agora era prá valer. Claro que teríamos de parar para abastecer as motos e esticarmos as pernas de vez em quando no caminho. Andar de moto é bem diferente de andar confortavelmente dentro de um carro, na moto você sempre está ocupado, com as duas mãos no guidon e as pernas nos seus comandos, também é bem mais vulnerável ao clima e o as coisas ao seu redor (mas na boa, isso é justamente o bom da coisa).
Uma primeira parada na estrada, dessa vez por causa do frio. O dia surgiu e com ele veio junto uma friaca e tanto, claro que estávamos preparados, mas era hora de mais alguns ajustes e reforço contra o frio. Seguimos em frente.

Depois de muitos km rodados outra parada em um posto de gasolina, dessa vez para banheiro, lanche e um café. O clima marcava que não haveria chuva, ao menos na sexta-feira, mas um céu cinzento e com cara de poucos amigos nos acompanhou a maioria da viagem.
Seguindo o programado, mais e mais km de estrada até chegarmos na ponte de entrada em Rosário do Sul. Entramos na cidade e fomos até os parentes do Pretto. Fomos muito bem recebidos, uma boa conversa e até nos convidaram para almoçarmos, mas tínhamos nossa programação e era continuarmos em frente até Santana do Livramento.

Chegamos no hotel, arrumamos as nossas coisas, as motos já na garagem e resto foi rolê de taxi e alguma caminhada. Como não era uma viagem para fazer compras, nos divertimos passeando pelas duas cidades da fronteira. Ora cá, ora lá. Claro que comprei alguma coisinha (birita e chás), mas nada de mais. A noite jantamos em um deliciosa pizzaria, dica de um taxista uruguaio. Depois mais umas cervejas e hora de dormir para o novo dia.

Na manhã, depois do café, resolvemos arrumar nossas coisas para a volta. Assim que estávamos prontos e de saída começou a chuviscar de leve. Acreditando que bastava “adiantarmos a pegada” na estrada que iríamos escapar da chuva, não foi o bastante. Rodamos alguns Km mas logo a chuva aumentou e nos alcançou. Uma parada de emergência na beira da estrada para vestirmos as capas de chuva (êita coisa chata). Mas OK, funcionou, não nos molhamos muito nessa função e então devidamente “empacotados”, seguimos em frente em meio a chuvarada. Já em Rosário novamente, paramos em um posto de gasolina para tirarmos o equipamento de chuva.

Depois desse começo de manhã, a chuva não incomodou mais e até abriu um solzinho de leve perto do meio-dia, bem agradável diga-se, mas ficou nessa. Optamos por voltar pelo mesmo trajeto da nossa ida, ou seja, pela RS 290 (poderíamos ter voltado por Santa Maria, mas fica para uma próxima vez – RS 158 e RS 287). O retorno foi tranquilo, pouco movimento, estrada sem grandes problemas e nada de gente afoita no trânsito, fizemos algumas paradas para lanche, abastecimento e esticar as pernas um pouco. As coisas de sempre nesse universo da motocicleta. Voltamos sem pressa, sem compromisso e portanto de boa.

O que fica dessa empreitada é um orgulho bem grande de ser gaúcho, fazer parte dessa terra e cultura maravilhosa que é o Rio Grande do Sul. Em várias situações me lembrei de músicas do Vitor Ramil e outros artistas daqui sobre o pampa. Fiquei cantarolando em minha cabeça (minha voz de cantoria é simplesmente horrível), no universo fechado de meu capacete.  E digo que as imagens mais uma vez não fazem jus ao que se vê nesse trajeto. Ao vivo tudo é muito mais bonito!

Várias pessoas me disseram… É uma viagem longa, só de retas e paisagens monótonas.
Mas não foi nada disso que eu vi! Para mim foi sensacional estar de viagem com os amigos e a minha moto, uma sensação muito boa de liberdade e com certeza aproveitei cada minuto. Foi mais uma viagem para “andar” de moto mesmo, não de turismo ou passeio. É diferente. Sabe aquela coisa tipo, aproveite o caminho e a trajetória e não somente o final?
Pois é…

E foi isso o que fizemos. Andamos de moto numa boa e nos sentindo numa boa! Muitas pessoas jamais entenderão ou sequer compreenderão isso. Uma pena…
Keep on rock!

*As imagens abaixo são apenas parte dessa história toda. Tentei colocá-las numa sequência para ilustrar melhor de algus momentos dessa viagem. Não são as mais bonitas nem as melhores, apenas “contam” melhor o que escrevi. Escrevi pouco, na real poderia dizer muito mais coisas, comentar e dar opiniões sobre isso e aquilo, o que gostei e o que não gostei, bláh, bláh, bláh, mas esse não é o objetivo aqui. É só um registro de viagem.

Até a próxima.

 

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