Más notícias para quem curte tomar água com gás

Muitas pessoas acham que deixar de lado o hábito de tomar refrigerante é uma boa escolha – e é mesmo. A questão é que tem gente por aí substituindo uma bebida gaseificada por outra, afinal a lógica de que água com gás não faz mal, afinal estamos falando de água, parece bastante sensata, não é mesmo? Bem… Nem tanto.

Infelizmente, tomar água com gás parece não ser uma escolha saudável, ao contrário do que pode parecer. A água gaseificada é feita com dióxido de carbono sob pressão, e isso faz mal aos dentes e, para piorar, pode contribuir para o ganho de peso de algumas pessoas.

De acordo com o dentista Adam Thorne, de Londres, o problema é que a maioria das pessoas não sabe que a água com gás é extremamente ácida, e que as suas bolhas são ótimas em corroer o esmalte dos nossos dentes – em longo prazo, isso deixa nossa dentição fraca e amarelada.
Há controvérsias

Já para Edmond R. Hewlett, da American Dental Association, o que torna uma água ácida é a adição de sabores: “é o sabor e não a carbonatação que diminui o PH (e aumenta a acidez) a um nível que potencialmente pode corroer o esmalte dentário”, disse ele, em declaração publicada no The Sun.

Segundo Hewlett, há estudos que comprovam que águas gaseificadas sem sabor, assim como a água normal, têm um potencial erosivo muito baixo, não representando risco para o esmalte dos dentes.

Ainda assim, já é comprovado que a água com gás pode nos tornar mais gordinhos, mesmo que ela não tenha calorias. Isso acontece porque o dióxido de carbono presente na bebida pode nos causar a sensação de fome, e acabamos comendo mais do que comeríamos se tivéssemos ingerido uma água normal, sem gás.

Nessa mesma pesquisa ficou comprovado que a água gaseificada aumenta os níveis do hormônio grelina, que nos causa fome – e não estamos falando de pouca coisa, não, mas de um aumento que chega a até seis vezes.

 

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*Fonte: megacurioso

Empresas desenvolvem telha que substitui as placas solares

Unir sustentabilidade e beleza é um dos desafios do mercado de arquitetura. Por isso, com o objetivo de solucionar os “problemas estéticos” envolvendo as placas solares convencionais, as empresas italianas Area Industrie Ceramiche e REM aprimoraram a tecnologia e desenvolveram a Tegola Solare, uma telha cerâmica fotovoltaica, que se integra à estrutura da casa ou edifício.

Pelo fato de os painéis tradicionais serem grandes e pesados, eram alvo de reclamações de parte do público, que rejeitava os modelos alegando que não queria danificar a estética dos telhados, fator que impedia a disseminação da energia solar.

Feitas de cerâmica, as telhas possuem quatro células fotovoltaicas embutidas e a fiação segue embaixo do telhado para o conversor.

Segundo o fabricante, além de ser capaz de substituir os painéis para captação de luz do sol, a Tegola Solare pode gerar cerca de 3kw de energia em uma área instalada de 40m², ou seja, um telhado completo ou parcialmente coberto já poderia suprir as necessidades energéticas de uma casa facilmente. Entretanto, essas telhas ainda são mais caras do que as placas convencionais.

Reprodução / REM Instalação das telhas solares é igual a de qualquer outro telhado.

A Tegola Solare já faz sucesso fora do Brasil, principalmente na cidade italiana de Veneza, local onde a maioria dessas peças já foram instaladas. A Itália é um país que possui muitas casas antigas e os centros históricos têm muitas regras de preservação, logo, em algumas cidades, a colocação de painéis solares é muitas vezes proibida por lei.
Instalação

A instalação das telhas fotovoltaicas é feita normalmente, como a de qualquer outro telhado, e a área que captará a luz solar depende da necessidade do imóvel. Por isso, os fabricantes também disponibilizam o mesmo modelo em telhas comuns.

Se houver a necessidade de substituição de alguma dessas peças, o processo também é simples, devido ao aspecto modular do telhado.
Outros modelos de telhas solares

Como o mercado da arquitetura sustentável cresce cada vez mais, outras empresas pelo mundo já vinham desenvolvendo tipos de telhas solares, inclusive a própria Area Industrie Ceramiche já havia feito um modelo onde pequenos painéis fotovoltaicos eram acoplados no lado liso das peças cerâmicas. A empresa americana SRS Energy também produz uma placa em formato de telha de barro na cor azul escuro, porém, ela só é compatível com as telhas de cerâmica fabricadas por outra empresa parceira.

 

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*Fonte: pensamentoverde

 

28 toneladas de sódio serão retiradas da alimentação do brasileiro até 2022

Após um acordo entre o governo federal e a Associação Brasileira das Indústrias da Alimentação (Abia) ocorreu uma retirada de 17 mil toneladas de sódio dos alimentos fabricados entre 2011 e 2016. A parceria, renovada até 2022, tem objetivo ainda de acabar com o total de 28,5 mil toneladas de sódio dos produtos.

De acordo com informações do Ministério da Saúde, a primeira categoria a reduzir sódio em sua composição no novo acordo foi a de pães, bisnaguinhas e massas instantâneas. Em 2011, quatro fatias de pão por dia representavam 40% da quantidade de sódio diária (796 mg). Após o acordo, esse índice, em 2016, passou a ser 22% (450 mg). Em 2020, a expectativa é chegar a 20% (400 mg).

“É uma área importante já que é a que mais aporta sal na alimentação da população. A parceria com a indústria é essencial para permitir uma redução de sódio na composição dos alimentos”, ressalta a coordenadora-geral de alimentação e nutrição do Ministério da Saúde, Michele Lessa.

O brasileiro ingere 12 gramas de sódio por dia, mais que o dobro do máximo sugerido pela Organização Mundial da Saúde (OMS), de cinco gramas. Esses hábitos são responsáveis por causar doenças como hipertensão, diabetes e obesidade que, junto a doenças cardiovasculares, respiratórias e câncer, respondem por 72% dos óbitos no país.

Durante os cinco anos de vigência do acordo entre governo e a Abia, foi detectada redução no teor de sódio em 30 categorias de produtos da indústria de alimentos, que representam cerca de 70% do faturamento do setor. Confira alguns destaques:

Mistura para sopas: quantidade caiu 65,15%. Antes, eram mais de 300mg de sódio para cada 100g de alimento. Agora, são 115,5mg.

Sopas instantâneas: a redução foi de 49,14%. Quantidade passou de 339,4mg para 170mg por 100g de alimento.

Linguiça cozida a temperatura ambiente: foram registradas reduções de 15,6% .

Linguiça frescal: a redução foi de 10,5%.

Linguiça cozida resfriada: redução de 9,4%.

Queijos e requeijões: reduções de 23,1% e 20,4%, respectivamente.

O acordo foi renovado no mês passado pelo ministro da Saúde, Ricardo Barros. Na ocasião, foi lançado também o Portal Saúde Brasil -, ferramenta digital com orientações sobre os benefícios da adoção de hábitos saudáveis.

 

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*Fonte: ciclovivo

 

Mundo está usando quase 500 bilhões de garrafas plásticas por ano

No mundo inteiro, o uso de água engarrafada gera acúmulo de lixo plástico. Apesar da informação não ser novidade, os números não deixam de ser chocantes: a previsão é que até 2021 a população global estará consumindo mais de 580 bilhões de garrafas.

Felizmente, a venda de garrafas reutilizáveis também está aumentando – mesmo que não na mesma proporção que os descartáveis. Segundo o site Fast Company, o recipiente de aço inoxidável é um negócio que hoje movimenta, pelo menos, 100 milhões de dólares.

Já segundo o Guardian, o mundo agora compra um milhão de garrafas de plástico por minuto. O dado é baseado em uma pesquisa de mercado da Euromonitor, que o jornal teve acesso com exclusividade. Segundo o estudo, a China é responsável pela maior parte do aumento da produção de água engarrafada. No ano passado, consumiu 73,8 bilhões de garrafas, mais de 5 bilhões em relação a 2015.

Como a reciclagem não acontece na mesma medida que a produção, a solução, além de buscar sensibilizar a população mundial (o que ainda deve demorar), é encontrar formas de reaproveitar este material. O CicloVivo já mostrou algumas soluções adotadas mundo afora, como a produção de roupas com pet, na construção civil e inúmeras máquinas que, para incentivar a reciclagem, trocam o plástico por descontos em serviços.

Outra saída mais radical está sendo adotada por São Francisco, nos Estados Unidos. Por lá, a venda de água em garrafas plásticas foi proibida. E a medida tem sido replicada em outras localidades.

 

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*Fonte: ciclovivo

o consumo desenfreado e o tráfico internacional estão reduzindo drasticamente as reservas de areia em todo planeta

O promotor Jaime Meira, do Ministério Público paulista, tem travado uma batalha contra organizações criminosas nos últimos anos. Com a ajuda de uma pequena equipe de engenheiros ambientais, Jaime tenta impedir o funcionamento de quadrilhas que operam em cerca de trinta municípios no Vale do Paraíba. “É uma luta constante, e por vezes o tráfico leva a vantagem”, desabafa. O promotor atua à frente de uma divisão de crimes ambientais do MP, e o Vale do Paraíba é uma das regiões com o maior índice de delitos do tipo do estado de São Paulo. O produto que ele tenta proteger, muitos nem sabem que é valioso no mercado paralelo: areia.

Sim, areia.

Por conta da geografia diversificada, o Brasil tem uma lucrativa rede de tráfico de areia. Acredita-se que os sedimentos extraídos ilegalmente de litorais e rios movimentem um mercado bilionário no país. Segundo um estudo encabeçado por um agente da Polícia Federal em 2015, são mais de R$ 8 bilhões gerados por ano. A cifra aproxima a areia de produtos que já são alvos clássicos de traficantes, como drogas ilícitas, armas e animais.
Mecanismo de extração “on shore”
Mecanismo de extração “on shore” Crédito: Arquivo pessoal/Luis Fernando Ramadon

O mercado ilegal tem um motivo: mesmo que você não vá à praia, um dos principais elementos dela vai até você – e muito. É preciso areia para construir casas, apartamentos e rodovias. Copos, pratos de vidro e janelas. Peças industriais e sistemas de filtragem de água, usados em piscinas e em grandes reservatórios. A tal da areia cinética, popularizada por youtubers, tem mais de um dedo de areia em sua composição. E smartphones também.

O uso em larga escala, somado às extrações ilegais em todo o mundo, traz à tona um dado alarmante: nossa areia está acabando.

 

É pouca areia para muito caminhão

Não é de hoje que estudos internacionais alertam para o uso excessivo de areia. A indústria do cimento é apontada como a que mais utiliza o mineral. Dados da agência nacional de mineração dos Estados Unidos mostram que, no primeiro semestre do ano passado, 443 milhões de toneladas foram comercializadas para a construção civil no país. O Brasil não fica muito atrás: o último relatório do Ministério de Minas e Energias, de 2014, mostra que a construção civil nacional utilizou mais de 390 milhões de toneladas. Segundo a ONU, em 2012 o consumo mundial foi de 29,6 bilhões de toneladas. E esse número vem aumentando rapidamente, por conta do crescimento de países como a China, onde a demanda disparou quase 440% em apenas vinte anos, para construção de rodovias e prédios.

Diferentemente da água, cujo ciclo natural auxilia a repor o gasto excessivo com as chuvas, a reposição da areia leva muito tempo. Um grão é derivado de rochas que passaram por milhares de anos de erosões – e mais outros milhares para finalmente pavimentar rios, oceanos e desertos. Não à toa, a areia afeta o comportamento de toda a cadeia ambiental (para se ter uma ideia, engenheiros do governo norte-americano estão reconstruindo uma praia em Nova Jersey para evitar inundações causadas por tempestades) e tem influência na vida de espécies de animais e de plantas marinhos e terrestres.

Como cada tipo de grão passa por condições climáticas variadas e surge de diferentes rochas, cada areia é uma areia. Dubai, por exemplo, é rodeada por um longínquo mar de dunas. Os grãos que envolvem a cidade mais importante dos Emirados Árabes, porém, são muito finos para se construir. A areia utilizada na obra do maior arranha-céu do mundo, o Burj Khalifa, com 828 metros de altura, foi importada da Austrália.
Imagem aérea de campo de extração de areia legal no interior do Rio de Janeiro
Imagem aérea de campo de extração de areia legal no interior do Rio de Janeiro Crédito: Arquivo pessoal/Luis Fernando Ramadon

É difícil estimar a cifra do comércio legalizado de areia no mundo. A agência de mineração norte-americana diz que, em 2016, pouco mais de 4 mil companhias – de importação e extração – movimentaram US$ 8,9 bilhões por lá. Na indústria estadunidense, foram mais de US$ 4 bilhões no mesmo período. Segundo a Anepac, associação nacional de produtores de agregados para construção, o mercado brasileiro (incluindo também a produção de brita além de areia) movimentou R$ 19 bilhões em 2014. A atividade de mineração, como um todo, representa 5% do PIB nacional.

 

Farofa-fá-fá

De acordo com a ONU, China, Índia, Estados Unidos, Brasil e Turquia produziam 70% do cimento derivado de areia existente no mundo em 2012. De lá para cá, cada país à sua maneira tenta diminuir a extração com leis mais burocráticas para a exportação e extração – como a Índia – e leis mais rígidas para combater a prática ilegal. Mas assim que isso é feito, países com menor participação na produção mundial, como o Marrocos, logo preenchem o espaço no mercado internacional com toneladas de areia extraída ilegalmente. O mesmo acontece no Camboja, Malásia e Jamaica.

De acordo com o agente da Polícia Federal Luís Fernando Ramadon, principal estudioso da extração ilegal de areia no Brasil, o combate a esse tipo de prática é complicado. Ele conta que empresas com autorização do estado acabam excedendo a área delimitada para maximizar os lucros. Assim, areia legal e ilegal se misturam até mesmo sob os olhos da fiscalização. Os mais penalizados costumam ser aventureiros que instalam o maquinário em lugares ilegais até serem denunciados às autoridades. “A fiscalização costuma movimentar órgãos estaduais e federais, como o Ministério Público, a Polícia Federal e as Polícias Militares e Polícias Militares Ambientais. Quem estiver operando de forma ilegal recebe penas federais e estaduais, a depender de quem autuar”, diz o agente.

Os rios são os locais mais procurados pela extração, explica Luís, não só pela valiosidade do grão, mas também pelo baixo movimento de turistas. As penalidades costumam ser multas milionárias por danos morais ao meio-ambiente e obras de reflorestamento.

Tanto a ONU quanto geólogos não enxergam um futuro com muitas alternativas para substituir o consumo de areia. O governo norte-americano sugere o uso de pedras esmagadas e asfalto reciclado – embora o próprio governo reconheça que a opção alternativa ainda é extremamente baixa se comparado ao uso de areia in natura. “Ninguém vai à praia de sapato. Eu, por exemplo, quando boto o pé na areia sinto uma energia entre corpo e espírito que gostaria que as pessoas no futuro também experimentassem”, diz Luis. “A preservação da areia no ambiente é um combate a ser feito por todos, pois cada ser humano faz parte da natureza. É preciso se importar com esse crime.”

 

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*Fonte: revista Trip / Marcos Candido

5 coisas que você não deve fazer no meio da natureza

 

Esportes como trekking e campismo são ideais para relaxar, fugir do estresse do dia a dia e entrar em contato com a natureza. No entanto, é preciso ter atenção a alguns detalhes para não ter problemas e aproveitar ao máximo o passeio. Uma das premissas para praticar essas modalidades ao ar livre é respeitar o meio ambiente. Mas será mesmo que você sabe o que pode ou não fazer? O Webventure listou algumas atitudes que não devem ser tomadas para não trazer prejuízos ao ecossistema, confira:

 

1. Não force o contato com animais

A observação deve ser feita à distância. Você deve evitar ao máximo interferir no comportamento da fauna local, qualquer som pode ser interpretado como uma ameaça e provocar um ataque, por isso fale baixo e não use aparelhos sonoros.

Alimentar os animais parece um gesto fofo, mas pode causar um desequilíbrio no ecossistema, caso ele acabe se acostumando com alimentos de fora. Isso também pode estimulá-los a “visitar” os acampamentos em busca de alimentos. Além disso, animais silvestres podem transmitir doenças graves.

 

2. Não use atalhos

Sair da trilha pré-determinada usando (ou criando) atalhos pode favorecer a erosão e destruição da vegetação locais. Isso porque a área utilizada por humanos na natureza se tornam mais frágeis e levam um longo tempo para se recuperar após o impacto. A mesma coisa vale para escolher um local para montar a barraca, busque somente lugares que já foram usados e na hora de ir embora lembre-se de levar todas as evidências da sua passagem.

 

3. Não enterre nem papel higiênico

Todo mundo sabe que durante uma trilha é importante recolher todo seu lixo e levá-lo consigo, mas muita gente acaba buscando alternativas como queimar ou enterrar os resíduos. Essas práticas não são saudáveis ao meio ambiente, pois os animais podem cavar e espalhar o lixo de volta e queimá-lo pode trazer prejuízos ao solo. Nem mesmo o papel higiênico usado deve ficar na natureza, tudo o que foi, deve voltar e ser descartado adequadamente.

 

4. Não tire nem uma pedra do lugar

Construir qualquer tipo de estrutura , como mesas, bancos, não é saudável ao meio ambiente, mesmo que seja com galhos quebrados, árvores tombadas ou mortas, pois essas coisas podem estar servindo como abrigo para algum tipo de animal. Você não vai gostar de receber visitas que mudem as coisas da sua casa do lugar que estão, então não se sinta no direito de fazer isso na natureza, não leve de recordação nem uma flor, concha ou pedra, deixe tudo como encontrar.

 

5. Não faça fogueira, caso não precise dela para sobreviver

Além de poder causar um foco de incêndio no meio da floresta, elas causam o enfraquecimento do solo. Opte por usar fogareiros próprios para acampamento, lanternas ou lampiões. As fogueiras devem ficar como última opção e para casos extremos de necessidade e quando fizer, lembre-se sempre de apagar por completo qualquer foco de fogo e levar consigo a sujeira.

Não há problema em praticar esportes de natureza, desde que você não deixa mais do que pegadas e não leve nada além de fotografias.

 

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*Fonte: webadventure

No Japão, jornal é feito de papel que vira planta

Mesmo o papel se decompondo rapidamente quando descartado, para a sua confecção é preciso que 20 árvores sejam cortadas e retiradas da natureza, desencadeando diversos problemas ao meio ambiente.

Para acabar com esse grave problema foi desenvolvido na Inglaterra um papel reciclado, batizado de papel semente, feito com fibras e sementes de plantas que, quando picado e plantado, pode virar ervas, vegetais ou flores, como camomila, cebolinha, tomate e rosas.

O papel semente, que está a cada dia ganhando mais força no mercado em forma de convites, cartões, envelopes e sacolas, chegou no Japão no formato de jornal. Chamado de Jornal Verde, o produto foi criado pela editora do famoso jornal japonês, The Mainichi Shimbunsha, e colocado em prática pela agência publicitária Dentsu Inc.

O jornal que agora depois de lido pode ser picotado e descartado na terra, possui sementes de ervas e flores em sua composição e é impresso com tinta 100% vegetal. Depois dessa iniciativa sustentável, ele se tornou um enorme sucesso e hoje tem uma tiragem diária de 4 milhões de exemplares, chegando a uma receita de mais de U$ 700 mil. A ideia também chegou nas escolas, com o objetivo de incentivar e conscientizar as crianças sobre a importância da preservação do meio ambiente e da reciclagem.

O compromisso do jornal com a natureza já é bastante conhecido no Japão por conta de uma campanha de publicidade sobre doação de água para as populações que sofrem com a seca e a sede.

Mesmo o papel semente não sendo uma novidade, é muito interessante ver o quanto as pessoas estão preocupadas em reduzir as emissões de CO2 gerados pelos processos tradicionais de eliminação de resíduos e pelo desmatamento.

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*Fonte: pensamentoverde

Torneira remove agrotóxicos e bactérias dos alimentos e ainda tira cheiro ruim das mãos

O Brasil é líder mundial no uso de agrotóxicos e para se ter ideia, nos últimos 10 anos, aumentou em 190% a utilização de defensivos agrícolas. A fim de ajudar os brasileiros a não ingerir ”venenos” no dia a dia, a Docol lança a torneira DocolVitalis Ozônio.

Mas o que ela tem de diferente?
Bom, ela promete remover em apenas 30 segundos qualquer tipo de agrotóxico ou bactéria da superfície dos alimentos, como por exemplo, frutas, grãos, verduras e legumes, tornando-os assim mais saudáveis para consumo humano.

Mas Como?
A torneira vem com um dispositivo que, quando acionado, botão Tech Flow, ele libera ozônio na água. Que de acordo com os fabricantes, a substância não oferece nenhum risco à saúde humana ou do meio ambiente e ainda possui propriedades capazes de remover bactérias e agrotóxicos dos alimentos.

Gostou da ideia? Tem mais: o ozônio também remove odores desagradáveis das mãos, como cheiro de alho, cebola e também peixe.

Seu lançamento oficial está previsto para setembro de 2017 e o preço estimado é de cerca de R$ 4 mil. De acordo com a gerente de marketing de produtos da Docol, ela adianta que a empresa estuda uma possível extensão da linha, com peças para serem utilizadas em outros ambientes.

 

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*Fonte: engenhariae

Estudante que desenvolveu projeto para limpar oceanos deve colocá-lo em prática em 2018

A Ocean Cleanup, empresa fundada em 2013 pelo jovem empreendedor de 22 anos, Boyan Slat, com o objetivo de ajudar no processo de limpeza dos oceanos, confirmou no último mês, dia 11, que as primeiras atividades do grande projeto de coleta e remoção de lixo dos mares começará em 2018.

Com foco na captação da grande quantidade de material plástico presente nos oceanos, a empresa ratificou também que algumas de peças do sistema de limpeza já estão em produção e devem ficar prontas a tempo das primeiras ações oficiais no próximo ano.

Vale destacar que, desde o ano passado, a empresa vinha realizando uma série de testes na costa do território holandês, utilizando uma grande barreira para impedir que toneladas de lixo fossem descartadas em alto mar.

Na época, o sistema criado pelo jovem ambientalista restringia-se a uma versão reduzida de “apenas” 100 metros de comprimento e cobertura de até 4500 metros de profundidade. Para oficializar o lançamento de sua invenção, o desenvolvedor aplicou uma série de melhorias que elevaram o design do sistema, assegurando-lhe uma nova performance que fará com que, em até cinco anos, metade da área das ilhas de lixo globais seja limpada.

“Na Ocean Cleanup, estamos sempre procurando maneiras de fazer a limpeza mais rápida, melhor e mais barata. Hoje é um dia importante para se mudar nessa direção. A limpeza dos oceanos do mundo está muito próxima de acontecer”, destacou Boyan no evento de apresentação do projeto, em Utrecht, Holanda.

Outro dado comemorado pela Ocean Cleanup é o fato de que o projeto será iniciado dois anos antes do tempo estimado. De acordo com o cronograma, a primeira fase de instalação e testes com a nova tecnologia começa ainda no fim de 2017, na costa oeste americana. As instalações nas áreas que integram a chamada “Great Pacific Garbage Patch” serão realizadas até o fim do primeiro semestre do próximo ano.

“Devido à nossa atitude de ‘testar para aprender’ até que a tecnologia seja comprovada, estou confiante de que – com nossos parceiros especializados – teremos sucesso em nossa missão” concluiu Boyan.

 

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*Fonte: pensamentoverde

Em BH, casas que têm quintal verde não precisam pagar IPTU

Cada vez mais caro, o IPTU (Imposto Predial Territorial Urbano) pesa no orçamento de todos os brasileiros – ou quase todos. É que em Belo Horizonte, capital de Minas Gerais, quem possui casas com grandes quintais verdes não precisa pagar o tributo à prefeitura.

Trata-se de uma espécie de “agradecimento” que o governo municipal oferece aos cidadãos que são donos dessas moradias ecológicas por contribuírem para o microclima da cidade, melhorando a qualidade do ar, diminuindo as ilhas de calor e contribuindo para a absorção da água da chuva, entre outros tantos benefícios trazidos pelas árvores.

A lei foi sancionada há mais de 20 anos, mas poucos moradores sabem de sua existência. Segundo a prefeitura, menos de 10 donos de chácaras e sítios, que possuem extensa área verde preservada em seus quintais, fazem uso do benefício.

Para popularizar a medida – e, assim, incentivar a conservação do verde no município de Belo Horizonte, que já chegou até a ser chamado de ‘cidade jardim’ e, hoje em dia, está ‘cinza’ -, a prefeitura vai passar a divulgar a lei na guia do IPTU. Mais do que isso: baterá na porta de potenciais candidatos para a isenção do tributo para explicar o benefício.

Segundo o governo, não é qualquer quintal verde que se enquadra na lei. É preciso que ele seja caracterizado como ‘Reserva Particular Ecológica’ pela legislação municipal. O que, entre outras exigências, significa que o imóvel precisa ter “condições naturais primitivas ou semiprimitivas recuperadas”.

 

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*Fonte: ecoguia/The Greenest Post, por Débora Spitzcovsky

 

 

Estudo revela como era o Saara antes de se tornar um deserto

Entretanto, o que poucos sabem é que antes de ser essa região extremamente seca e desértica, o Saara era uma região cheia de árvores, animais, plantas e muita chuva. Essas informações estão sendo estudadas por pesquisadores da Universidade de Estocolmo, na Suécia, e de Columbia e do Arizona, nos Estados Unidos.

De acordo com matéria publicada no site da BBC, os pesquisadores que buscam um padrão de chuvas no norte da África descobriram que entre 5 mil e 10 mil anos atrás, o deserto do Saara era conhecido como “Saara Verde” e tinha precipitações anuais entre 35 e 100mm de chuva, clima que colaborava com a fertilidade da terra local.
Saara Verde

O professor do departamento de Ciências Atmosféricas, Planetárias e da Terra do Massachusettes Institute of Technology (MIT), David McGee, equipara a vegetação existente anteriormente no Saara com a do Serengeti, localizado no norte da Tanzânia e sudoeste do Quênia, região que ainda é palco da maior migração de animais mamíferos de todo o mundo.

McGee explicou ao site da BBC Mundo: “Havia no Saara corpos hídricos permanentes, savanas, pradarias e até alguns bosques”. Ele ainda constatou outras evidências de fósseis de animais não encontrados mais na região e a presença de grandes faunas.

No Saara também são encontradas pinturas rupestre e antigos anzóis, revelando um estilo de vida completamente diferente do que é encontrado hoje. Entretanto, para o professor do MIT, mesmo sendo muito complicado saber o tamanho exato da vegetação, estima-se que ela tenha se ampliado para o norte do Saara, onde estão localizadas a Líbia, Argélia e Egito.
Do surgimento do Saara Verde até a sua desertificação

Para Francesco Pausada, da Universidade de Estocolmo, o Saara Verde surgiu da aproximação do Sol com a Terra durante o período de verão, colaborando com essas mudanças. Ele ainda explica: “O Saara se tornou verde quando saímos do período glacial. O sol do verão se tornou mais forte há uns 9 mil anos e isso trouxe uma série de consequências.”

Com as temperaturas extremas, as chuvas de monções aumentaram consideravelmente, colaborando com o surgimento da vegetação e, consequentemente, com a redução das emissões de poeira e diminuição do reflexo da luz. Essas precipitações são conhecidas como albedo, uma das principais causas da aridez na região.

Essa intensificação do albedo no Saara contribuiu significativamente com a desertificação da região. Porém, ainda é incerto quando aconteceu essa mudança drástica no clima.

Muitos cientistas acreditam que essa transformação aconteceu há 5 mil anos, devido aos fenômenos periódicos isolados que aconteceram na região. Outra hipótese é que essa transformação ocorreu de uma hora para outra, sem uma explicação especifica.

Já em 2008, mais um estudo foi divulgado por pesquisadores na Universidade de Colônia, na Alemanha, estimando que essa mudança foi mais lenta e aconteceu há apenas 2,7 mil anos. A pesquisa só foi possível após a análise de amostras de sedimentos retirados do lago Yoa, no norte do Chade, que mostraram o processo gradual de desertificação do Saara.

Entretanto, o estudo realizado por Pausata mostrou que as precipitações que aconteceram revelaram que os seres humanos que lá povoavam, abandonaram a região há 8 mil anos, em decorrência da forte seca que durou mil anos.
Possível influência humana

Estudos realizados recentemente pelo arqueólogo David Wright, da Universidade Nacional de Seul, consideram a hipótese de que os seres humanos tiveram um papel fundamental nas mudanças climáticas do deserto do Saara. Para o pesquisador existem provas arqueológicas de que o primeiro pastoreio provocou sérias consequências na ecologia da região.

Conforme a vegetação era removida e alterada para criação de gado e rebanhos, o fenômeno albedo sofria uma ampliação que colaborava com a diminuição das chuvas de monções. Porém, para Pausata, essa pesquisa não está bem fundamentada e afirmou: “Embora exista um consenso de que o crescimento intenso do rebanho de gado que pasta possa ser prejudicial à variedade de plantas, o pasto leve e moderado pode ter resultados positivos.”
O Saara Verde pode retornar?

Mesmo McGee acreditando que os seres humanos tiveram uma grande participação na desertificação do Saara, outros fatores também ajudaram no desencadeamento do problema, assim como as mudanças cíclicas. Para ele, o Saara verde aconteceu também há 125 mil anos, porém, naquela época, não houve interferência humana e sim uma mudança climática que foi do úmido para árido.

“Desta forma, se o fenômeno for cíclico, é bem provável que o Saara volte a ser verde, mesmo com as atividades humanas recentes”, declarou Pausata. E concluiu: “Daqui a milhares de anos o ciclo se repetirá. O problema agora são as forças antropogênicas. A influência humana será mais um efeito, fora da variação natural, que poderá mudar o equilíbrio no futuro do planeta, não apenas no Saara.”

 

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*Fonte: pensamentoverde

 

Meio Ambiente perde metade dos recursos para 2017

O Ministério do Meio Ambiente começou abril fazendo contas. O mais incisivo corte no orçamento da área ambiental federal das últimas décadas anunciado no início do mês fez acender o alerta. O orçamento previsto para este ano – atualizado em fevereiro – de R$ 782 milhões caiu praticamente pela metade (43%), restando apenas R$ 446, 5 milhões para despesas de custeio ao longo do ano.

Não estão incluídos neste valor as emendas parlamentares, que dariam mais R$129 milhões de folga. O MMA não considera que esse recurso extra venha compor seu orçamento.

Assim, a pasta terá que se desdobrar este ano se quiser manter ações essenciais como fiscalização, atividades de licenciamento ambiental, combate ao desmatamento ilegal e queimadas e gestão de unidades de conservação.

Estas atividades estão centradas basicamente no Ibama, responsável pelo controle e fiscalização, e no Instituto Chico Mendes de Biodiversidade (ICMBio), a quem cabe gerir, por exemplo, os parques nacionais, que já vinham sofrendo com a penúria.

Mas os cortes não se restringem a estas duas autarquias da área ambiental. Atingem em cheio também o Serviço Florestal Brasileiro (SFB), a Agência Nacional de Águas (ANA), o Fundo Nacional do Meio Ambiente (FNMA) e o Fundo Nacional sobre Mudança no Clima (FNMC). No entanto, o Ibama e o ICMBio ficam com a maior fatia dos recursos, cerca de 70% da pasta.

Lamentável

O Diretor Executivo do WWF-Brasil, Maurício Voivodic lamentou o corte na área ambiental em um momento em que o desmatamento aumentou na Amazônia e segue em alta no Cerrado. Ele lembrou ainda que é preciso fazer todo o esforço possível para garantir o Sistema Nacional de Unidades de Conservação, as ações de fiscalização e controle e os investimentos em conservação da biodiversidade.

“O momento é sensível, pois o cenário aponta para a fragilização do licenciamento ambiental, o ataque sistemático para redução de áreas protegidas na Amazônia, comprometendo um dos principais ativos do país”, comentou.

A avaliação no MMA é de que ainda é cedo para se falar em quais as atividades finalísticas ficarão mais prejudicadas com o corte. Não há dúvidas, porém, de que os recursos são insuficientes e que o impacto poderá ser sentido na ponta. Inclusive podendo comprometer metas internacionais do país nos temas da biodiversidade e do clima. Por isso a apreensão nos corredores do ministério nesta semana. O que não se pode é parar.

Por isso, o Ministro do Meio Ambiente, José Sarney Filho, tratou de defender as ações de sua pasta. O ministro iniciou um périplo pelo Palácio do Planalto e Ministério do Planejamento para tentar garantir que não faltem os recursos para ações cruciais, tentando minimizar os efeitos do corte sobre as atividades que estão sob seu comando.

É sobre a mesa dele que batem primeiramente os números do desmatamento – que aumentou 29% no ano passado em relação ao ano anterior –, os alertas de incêndio florestal, o comércio ilegal de madeira, o tráfico de biodiversidade.

Corte raso

Os cortes orçamentários não atingem apenas a área ambiental. Além do MMA, os ministérios dos Transportes, do Esporte, do Turismo, das Cidades, da Integração Nacional e do Planejamento, Orçamento e Gestão também tiveram seus orçamentos ceifados pela metade.

O exercício no MMA também vai no sentido de identificar medidas que possam ganhar mais efetividade com menor custo. Desde a redução na quantidade de viagens feitas pelos técnicos da pasta, com maior uso de reuniões virtuais, até o planejamento de ações conjugadas com outros órgãos como a Polícia Federal, por exemplo. Vale tudo para tentar reduzir os impactos do contingenciamento de gastos.

Para dar conta das responsabilidades, os órgãos do governo terão de trabalhar de forma solidária – o que é um grande desafio em momentos de pouca verba.

Trata-se de um dos mais duros golpes no orçamento para ações de custeio no governo federal nas últimas décadas. Os efeitos são imprevisíveis.

O desequilíbrio fiscal do Brasil significa um déficit de R$ 139 bilhões – podendo chegar a R$ 200 bilhões na opinião de alguns economistas ouvidos pelo WWF-Brasil, um rombo histórico e sem perspectivas de solução no curto prazo – o que projeta um cenário futuro sombrio, infelizmente não só para a área ambiental.

Sem credibilidade, o governo não tem como atrair investimentos, nem aumentar a receita. O jeito é cortar e remediar de modo amargo para tentar tirar o paciente do estado de coma em que se encontra.

As informações são da WWF.

 

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*Fonte: ciclovivo

Aprenda a fazer bomba de sementes com jornal

Um belo dia, estou eu procurando informações sobre a germinação de alguma espécie de semente, que não lembro mais qual era, quando encontro um post falando sobre bombas de sementes. Fiquei fascinada pela ideia!

Depois de muita pesquisa, encontrei bastante informação e mais de um método de preparo, vários na verdade, por isso resolvi fazer pelo menos dois posts sobre as bombas de sementes. Vou mostrar os métodos que testei e os resultados com todo o passo a passo.

Nesse primeiro post, vou apresentar as bombas de sementes feitas de jornal.

 

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>> Material:

– Jornal ou outro papel picado ou cortado em tiras finas;

– Pote com água;

– Substrato (opcional);

– Sementes;

– Papel toalha.

 

 

>> Como fazer:

Eu fiz com jornal, mas podem ser usados outros tipos de papel e até papéis coloridos que vão deixar as bombas de sementes mais bonitas. O papel deve estar picado ou cortado em tiras.

Coloquei o papel picado em um pote e enchi com água até cobrir. Eu esperei 2 horas para o papel amolecer, mas acho que deveria ter esperado mais. Quanto mais mole o papel estiver melhor.

Eu ainda não fiz novos testes com o jornal, mas se fosse fazer, deixaria na água de um dia para o outro.

A maioria dos sites nos quais entrei, que ensinam a fazer as bombas de sementes com jornal, mandam bater no liquidificador ou processador, mas eu não fiz isso e deu certo. Eu realmente não quis usar meu liquidificador, nem meu mini processador para bater jornal.

Depois de deixar o papel amolecer, tirei do pote e espremi bem para tirar o excesso de água. Com a quantidade de jornal que usei resolvi fazer duas bombas de semente, uma eu fiz com substrato e a outra só com as sementes direto no jornal.

Com o papel bem menos encharcado, fiz uma caminha com o jornal e em uma das bombas coloquei um pouco de substrato e sementes de ipoméia e erva do gato e na outra somente as sementes, sem nenhum substrato.

Cuidadosamente fechei a bomba fazendo uma bola com o jornal, dobrando as laterais da caminha para dentro, cobrindo o “recheio”. Apertei bem para firmar o jornal, mas achei que ficou muito solto, parecendo que ia se desfazer.

Para deixar a bomba mais firme usei uma folha de papel toalha para envolvê-la e apertei tirando o excesso de água e moldando como se fosse uma bolinha. O papel usado pode ser colocado no minhocário depois.

Logo em seguida desenrolei o papel com cuidado e coloquei as bombas para secar na varanda.

Recolhi as bombas no dia seguinte já bem secas e estavam firmes.

 

>> Resultado

Depois que as bombas estavam secas, coloquei em um vaso e reguei todos os dias. Em poucos dias as ipoméias já estavam germinando em ambas as bombas, tanto com substrato, como sem.

*As bombas de sementes foram criadas para serem usadas como tal e arremessadas por aí com o intuito de reflorestamento, então se seu propósito for usar as bombas dessa forma tome o cuidado de só colocar nelas sementes de árvores e plantas nativas.
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Fonte: ciclovivo / texto e fotos: Bruna Pimentel    

 

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Projeto arquitetônico desenvolve fazenda orgânica em alto mar

Em 2015 foi divulgado um relatório pela Organização das Nações Unidas informando que hoje a população mundial é de 7,3 milhões, mas que em 2030 ela pode chegar a 8,5 milhões.

Essa projeção preocupou a empresa Forward Thinking Architecture em relação à produção de alimentos para o futuro. Caso a população chegue a esse número a demanda iria aumentar em até 50%. Foi então que o escritório desenvolveu o Smart Floating Farms (Fazendas Flutuantes Inteligentes), uma ideia inovadora que poderá ser a solução desse problema.

O projeto arquitetônico tem o intuito de criar fazendas flutuantes com 209 mil metros quadrados, que serão utilizadas para o plantio em alto mar ou em áreas alagadas próximas aos centros urbanos. No espaço seriam cultivados alimentos como frutas, legumes, verduras, ervas e peixes.
Sustentabilidade do começo ao fim do processo

Todo a construção será sustentável, usando energia solar para o seu abastecimento e duas técnicas para o cultivo dos alimentos: sistema hidropônico (cultivo de plantas sem solo) e aquicultura (cultivo e reprodução de peixes, algas, crustáceos ou moluscos).

Foi pensando também na falta de espaço dos grandes centros urbanos que eles decidiram criar essas fazendas em alto mar ou em locais alagados. A construção é dividida em três andares: no primeiro ficarão os pontos de água, englobando as piscinas para a aquicultura, armazenamento, usina de dessalinização e central de embalagens. No segundo andar estarão as estufas hidropônicas, o sistema de irrigação e a central de controle do microclima. E no terceiro e último andar vai estar a usina fotovoltaica, transformando toda a energia renovável captada em eletricidade.

A estrutura vai contar com diversas soluções sustentáveis para diminuir os impactos ambientais, como aberturas para a entrada de luz natural e um sistema de captação de água de chuva, além da utilização de energia eólica, reutilização de resíduos orgânicos para a produção de biomassa, redução do uso de combustíveis fosseis e eliminação da logística de importação de exportação de alimentos.
Fazenda vai disseminar a cultura da alimentação orgânica

Com muitos pontos positivos a fazenda flutuante vai aumentar de forma significativa a produção de alimentos orgânicos em um espaço bem maior que o usado no cultivo tradicional e ainda vai contar com a instalação de um sistema tecnológico de monitoramento e plantio, o que possibilita a automatização da maioria dos processos de preparo do plantio e da colheita.

Todos as fazendas serão capazes de produzir por ano cerca de 8.152 toneladas de vegetais e 1.703 toneladas de peixes de acordo com o projeto. Assim, cidades inteiras poderão contar com alimentos frescos e orgânicos.

 

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*Fonte: pensamentoverde

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Como ficaria a marginal do rio Tietê se o verde retornasse?

Pequim, Mumbai, Cidade do México, São Paulo. Nas metrópoles dos países em desenvolvimento, a urbanização roubou o espaço da paisagem natural. Áreas verdes e cursos d’água foram tomados pelo concreto.

É o caso da maior cidade brasileira, marcada pelo Tietê, um rio de extensas planícies aluviais, condição que potencializa enchentes ocasionadas pelas tempestades de verão. Impermeabilizada em trechos importantes de escoamento, como os fundos de vale, São Paulo fica a cada dia mais sujeita às cheias de seus rios e córregos.

A arquiteta Pérola Felipette Brocaneli, doutora em paisagem e ambiente pela Universidadede São Paulo, está entre os pesquisadores que apostam em uma solução arrojada: devolver aos rios as várzeas em suas margens. “Não se trata apenas de criar parques ou áreas verdes, mas transformar a lógica estrutural de São Paulo, que deixará de ser viária e passará a ser ecológica”, diz.

Na prática, isso significaria desapropriar os edifícios e afastar as vias pavimentadas que hoje ladeiam o rio Tietê e seus principais afluentes (Pinheiros, Tamanduateí) – um plano ainda utópico,sobretudo quando se nota que, em 2010, canteiros foram derrubados para dar lugar a três novas faixasde asfalto. “Sei que tais possibilidades incomodam. Mas o que deveria ser mais inquietante são aspéssimas condições ambientais e os reflexos disso na qualidade de vida dos paulistanos”, diz Pérola.

Uma mudança total levaria décadas. O primeiro passo seria a constituição de um parque linear principal, capaz de atuar no amortecimento das chuvas críticas e ser o eixo de um sistema de refrigeração para o município, composto de áreas verdes e úmidas. Esses espaços seriam criados ao longo de rios e córregos que hoje estão inseridos nas porções denominadas pelo poder público de “operações urbanas”. “São áreas residuais, sujeitas a um zoneamento especial, voltadas para a reestruturação territorial de São Paulo”, diz Pérola.

Em vez de direcionar essas áreas de maneira integral para empreendimentos imobiliários, a ideia é destiná-las também à recuperação de antigas zonas úmidas.Uma das propostas é interligar por meio de um corredor ecológico no eixo noroeste-sudeste as serras da Cantareira e do Mar. A umidificação, o controle térmico e a regularização do ciclo hidrológico seriam favorecidos – ou seja, haveria uma regularização do calor e das chuvas acima do normal. Hoje, o vento frio vindo das partes altas não é capaz de refrigerar a cidade porque depara com uma bolha de ar aquecido e seco ao atingir aregião metropolitana – resultado do desmatamento e da impermeabilização das várzeas.

Na renascida São Paulo, a demanda pelos carros particulares tenderia a diminuir, já que as opções de serviço e de lazer estariam melhor distribuídas e o transporte público seria mais eficiente. “Além disso, atrações culturais e praças esportivas fariam parte das novas áreas verdes”, completa Pérola.“São Paulo precisa alterar sua noção de privado. Mais do que recuperar o ambiente, trata-se de criar redes de espaço público.”

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*Fonte: viajeaqui

 Ilustração de projeto ecológico na marginal do rio Tietê, em São Paulo

Ilustração de projeto ecológico na marginal do rio Tietê, em São Paulo

8 árvores ideais para plantar em calçadas

Plantar uma árvore na calçada é um ótimo jeito de contribuir para a manutenção ambiental da cidade e para a biodiversidade. No entanto, antes de escolher a muda, é preciso atentar a alguns fatores essenciais. Entre os principais cuidados estão: o tipo de raiz, o porte da árvore, a origem e se a espécie é frutífera ou não.

O ideal é que em passeios públicos não sejam usadas espécies com frutos pesados, que possam causar acidentes aos pedestres, e que não sejam tão grandes a ponto de bloquear a iluminação pública ou causar danos à calçada e aos fios de transmissão de energia. De acordo com os manuais de arborização urbana, o ideal é de que em áreas com fiação convencional sejam usadas espécies de pequeno porta, cuja altura não seja superior a seis metros. Em locais com recuo predial de no mínimo três metros, com fiação ausente, protegida ou isolada, é possível usar espécies de porte médio, que chegam a 12 metros de altura, com diâmetro médio da copa em sete metros.

Dentro destes padrões, nós separamos algumas espécies nativas brasileiras, adequadas para plantios em áreas urbanas. Antes de escolher uma delas, verifique se a muda é adequada ao bioma de sua região, pois, mesmo sendo nativa, ela pode não ser endêmica, prejudicando a biodiversidade local.

– Marinheiro (Trichilia cathartica). Tem altura média de quatro a seis metros e floração entre os meses de maio e julho.

– Ipê-Mirim (Stenolobium stans). Pode chegar a sete metros de altura, tem floração entre os meses de janeiro e maio.

– Candelabro (Erytrina speciosa). Sua altura varia de quatro a seis metros. A floração vermelha acontece entre junho e setembro.

Flanboyant Mirim (Caesalpinia pulcherrima). Tem altura média de três a cinco metros. Sua floração é bastante diversificada, aparecendo nas cores: rosa, vermelha, amarela e branca, entre os meses de setembro e maio.

– Quaresmeira (Tibouchina granulosa). Sua altura varia de oito a doze metros. As flores roxas ou rosadas costumam aparecer entre os meses de janeiro e abril e também entre junho e agosto.

– Cambuci (Campomanesia phaea). Com altura entre três e cinco metros, esta árvore tem flores grandes e brancas. Mas, seu principal destaque são os frutos, que costumam aparecer entre os meses de fevereiro e março.

– Pitangueira (Eugenia uniflora). Sua altura varia de dois a quatro metros. A árvore produz pequenos frutos e folhes brancas, ideais para alimentar abelhas.

– Jabuticabeira (Eugenia cauliflora). Esta espécie pode chegar a dez metros de altura. Ela costuma florescer entre a primavera e o verão, produzindo grandes quantidades de frutos.

*Fonte: Ciclovivo

 

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