Viaduto 13 (Vespasiano Corrêa)

Em final de semana de carnaval, com tempo livre e fazendo um belo e agradável dia de sol, nada melhor do que pegar a estrada de moto. Resolvi então dar uma esticada até Vespasiano Corrêa (RS), no famoso viaduto 13. Já estive outras vezes por lá, mas sempre é um bom passeio.

Sai no começo da tarde, segui na direção de Lajeado, depois Roca Sales, Encantado, Muçum e por fim, Vespasiano Corrêa. Uma cidade pequena mas muito agradável. Aliás, curto muito essas cidadezinhas dos arredores da serra gaúcha.

No caminho resolvi chegar em um mirante que há em uma pequena entrada, na beira da estrada, acho que logo depois de Muçum (não tenho certeza agora). Acontece que já tinha visto uma sinalização para este, em uam outreo viagem. Hoje, sem pressa alguma, resolvi sair da estrada e ver esse lugar. Tudo tranquilo, um mirante com uma Santa (não lembro o nome dela – sorry!), que tem uma bela vista para a cidade e o rio, logo abaixo. Não tinha ninguém no local, que mesmo perto da estrada era um pouco isolado, e sabe como é – isso as vezes é preocupante. Sempre é bom estar seguro. Dei um tempo, curti o lugar mas tinha meu roteiro para seguir em frente. Ah! Numa próxima vez, pretendo também desviar do caminho da RS129 (Lajeado – Guaporé), e dar uma conferida no caminho que leva até o topo do Morro Gaúcho.

Segui em frente, tudo certo e tranquilo. Logo estava no pórtico de Vespasiano Corrêa – cara, como gosto dessa entrada da cidade, muitas árvores de ambos os lados, uma estrada sinuosa e muito bonita! Assim que se chega na cidade, rapidamente se toma uma rua lateral, anda e até um desvio, que depois vira uma estrada de chão batido, que leva enfim, até o Viaduto 13. O caminho é bem sinalizado, mas a estrada agora tem mais aquela cara de pavimentação de colônia, com muitas britas soltas (cuidado nas freagens) e como são inúmeras curvas em clima de constante descida (por vezes bem íngreme até) – é bom tomar cuidado nesa hora. Mas não tem erro, é seguir sempre em frente, prestar atenção nas placas das bifurcações e tudo resolvido. Pimba! Logo se tem o imponente viaduto a sua frente.

O local é muito interessante e como hoje é um final de semana de carnaval, de feriadão prolongado e tal, haviam várias pessoas acampadas por lá. Aproveitei e dei algumas voltas além dos lugares que havia conhecido, nas vezes anteriores em que estive por lá. Por último subi pela estradinha lateral, até o topo, no viaduto propriamente dito. Daí era só curtir a paisagem, algumas fotos e aquela coisa toda de caminhar pelos trilhos, lá no alto.

Aproveitei paras descansar um pouco do sol, que estava forte naquela hora. Depois foi voltar para casa. Antes uma passada em Lajeado para comer algo e repor os líquidos – afinal, estamos em pleno verão e a coisa é forte….rsrsrsr.

Mais um sábado bem aproveitado viajando de boas, de moto por aí.

*Como normalmente faço, abaixo algumas imagens da empreitada da vez. Procuro publicá-las na ordem dos fatos e acontecimentos. Também coloco imgs de estrada para assim dar uma melhor ideia do tipo de terreno que a viagem apresenta. Isso serve mais para o caso de alguém se pilhar de também resolver fazer essa trip. Então já tem assim uma boa ideia do que irá encontrar pela frente (paisagens, terreno, tipo de estrada, etc.). Eu tambémm vejo blogs e sites de outros motociclistas, o que é muito bom para dar ideia de lugares interessantes para se conhecer. Flw!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Até o Viaduto 13

Depois de algum tempo teremos por aqui novamente fotografias do rolê do dia. Como o Vladi e Fabi nos avisaram que viriam de POA este final de semana, então eu e o Pretto combinamos um uma viagem diferente dessa vez. Resolvemos ir até o Viaduto 13 (Ferrovia do Trigo), em Vespasiano Corrêa (RS) – uma construção da época da ditadura militar

Um pequeno entrevero atrasou a nossa saída na tarde, uma chave que o Vladi não encontrava, mas tudo resolvido. Logo estávamos no caminho de Lajeado e depois no rumo de Encantado, Muçum e finalmente Vespasiano Corrêa. Um dia de sol bonito, muito bom para andar de moto, achei até que seria frio, mas não, estava até quente (passei calor na ida – Na volta tudo bem). Foi uma viagem tranquila, nada de anormal, apenas as coisas de sempre, tipo carros que estão a nossa frente e não dão sinal de pisca (seta).

Antes mesmo de se chegar na dia base do viaduto, tem uma estrada de chão batido muito legal, com vários relevos altos e baixos mas bem compacta e lisa. Essa parte off-raod foi muito boa hoje. Sem falar depois na emoção que é descida íngreme e de piso de brita solta, que aliás, é bem perigosa – fácil de numa freada mais brusca a moto escorregar o cara ir ao chão. Mas tudo bem, assim mesmo é que a coisa fica divertida.

O local é bonito, bacana o rio que tem ali. Algumas fotos na base, um pouco de conversa e resolvemos subir até o topo do viaduto, onde estão os trilhos, literalmente. Outra subida numa estrada de chão batido e logo se está no topo. Não sou muito chegado em “alturas” mas tudo tranquilo dessa vez. Caminhei com a galera pelo viaduto, lá no alto e tudo beleza. Creio que nem era necessário mencionar, mas lá vai, uma vista sensacional dos morros e do rio lá em baixo. Também não teve nenhuma preocupação do tipo: – Ah! Se o trem vem e a gente está aqui em cima? Tudo de boa, daria para escutar e até mesmo tem uma área de escape na beirada de ambos os lados dos trilhos. Entramos um pedaço para dentro do túnel, mas não fazia muito sentido seguir em frente no escuro e tal. Não sei dizer a extenção do viaduto e nem também a do túnel.

Uma pesquisa rápida:
Foi construído pelo 1º Batalhão Ferroviário do Exército Brasileiro durante a década de 1970, tendo sido projetado desde o final da Segunda Guerra Mundial, pela empresa Serviços de Engenharia Emílio Baumgart (SEEBLA). Com seus 143 metros de altura e 509 de extensão, foi inaugurado pelo então presidente Ernesto Geisel em 19 de agosto de 1978, é o maior viaduto ferroviário das Américas e o terceiro mais alto do mundo, superado apenas pelo Viaduto Mala Rijeka, em Montenegro, de 198 metros de altura, e a ponte de Beipanjiang, na China, que possui uma altura de 275 metros.

A volta também foi tranquila, chegamos já estava escuro e asism foi mais uma tarde de moto muito bem aproveitada com os amigos. Até a próxima.

*Abaixo como de costume, algumas imagens do rolê de hoje:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Rolê até Vespasiano Correa

Enfim o sábado chegou e comod e costume, dia de pegar a estrada. Já sabia que hoje seria um daqueles dias de rolê de moto solitário, então preparei a cãmera e já saí de casa focado de que iria parar pelo caminho,onde desse na telha. E assim foi.

Como iria sozinho nem me preocupei com horário, por volta das 11h  da manhã já tinha dados todas as minhas voltas e estava com a motocicleta preparada com tudo pronto para zarpar. a ideia inicial era sair meio que sem rumo, apenas decidi que seria na direção de Lajeado. Tudo porque faz um bom tempo que queria comer novamente o famoso cachorro quente do Carmelito. Dia bonito de sol, com cara de verão. Peguei a estrada e fui de boa até Lajeado. Ainda parei no caminho porque queria ver uma santa ao lado de um prédio abandonado, que me chama a atenção toda vez que passo por ali. Estava sozinho, ninguém iria reclamar dessa parada então. Depois fui direto no Carmelito, já estava com bastante fome e nessa hora perto do meio-dia, já tinha uma grande fila. Mas beleza, vale a pena (fica a dica)! Depois de matar o desejo desse “almoço”, na hora de pegar a moto para seguir a trip, chega um grupo de motociclistas de Caxias do Sul que também estavam focados nessa mesma empreitada do cachorro quente…rsrsrssr

Trocamos uma ideia rápida e já que eles estavam todos de Harley Davidson e estacionaram ao lado da minha moto, daí uma coisa já puxa a outra. Mas era hora de seguir em frente. Mesmo com o sol a pino atravessei a cidade e tomei a direção da RS-130 para Arroio do Meio -RS, depois pela RS-129 fui até Roca Sales – RS, onde passei pela ponte de entrada da cidade e fui até o centro da cidade. daí a aventura começou, resolvi que iria até os trilhos do trem que cruzam a cidade num elevado. Estacionei parto de um trecho desses e procurei um lugar menos íngreme para subir. Tinha muito mato e cascalho no chão,não seria fácil e se por acaso escorregasse, renderia um belo de um tombo. Numa primeira tentativa de subida a coisa não foi boa, era um bom local mas muito íngreme o terreno e na metade da subida já dei uma boa escorregada. Resolvi descer e procurar algum outro lugar melhor, com menos mato ao redor para essa subida. Um garoto que passava me deu uma boa dica de um local mais adiante. Chegando lá percebi que a dica foi boa mas a subida ficava dentro de uma propriedade particular ao lado da passagem dos trilhos e portão estava fechado. Mas não desisti. Segui com minhas pesquisas então encontrei um legar melhor para meus dotes de escalada alpina. Báh! E como valeu, porque foi bem legal caminhar nos trilhos do trem, fiz várias fotos e caminhei até um túnel. A empreitada rendeu. Depois voltei e peguei a moto e fui até a uma praça em frente a igreja que eu já conhecia, de outras passadas pela cidade. Descansei um pouco do sol numa bela sombra e como já disse, o dia hoje foi como de verão e ainda mais, tinha um bom ventinho. … (Já repararam que toda cidade de interior sempre tem uma praça em frente a igreja matriz e um hospital ao lado. Sim, uma sorveteria tem de estar por ali também). Ainda nessa função de estar ali na praça, novamente vi os prédios antigos e abandonados que há ao lado do hospital e eu curto bastante. Acho eles muito bonitos, uma pena o estado em que se encontram atualmente, mas deveriam de ser uns belos prédios em seu tempo de glória. Toda vez que passo por ali, dou uma olhada neles da calçada, vejo o pátio e fico imaginando mil histórias…

Mesmo que estivesse bom, sem pressa ou compromisso algum e com todo tempo do mundo, curtindo bastante essa função toda, eu queria seguir em frente. Decidi em meu descanso que iria ainda até Vespasiano Correa /RS. Então de volta para a moto saí da cidade pela ponte e já estava outra vez na RS-129, agora na direção de Encantado /RS, onde só passei, não entrei na cidade e o mesmo quando em Muçum /RS. Esse trajeto é muito bom de andar e bonito, já tem aquela coisa de subida de serra, vários trechos com 3 pistas e daí a viagem já fica mais interessante. O movimento na estrada estava de boa, poucos caminhões e dessa vez nenhum perrengue, o que torna tudo mais agradável ainda.

Em Vespasiano Correa eu curto bastante aquela entrada da cidade, que aliás é bem mais bonita no outono e começo de inverno, do que agora, muito por causa das árvores ao redor da estradinha. Mas isso é somente uma opinião.

Depois de tudo isso o negócio era fazer todo esse trajeto de volta, o que de forma alguma é uma coisa ruim, pelo contrário, é muito bom. Cara, hoje foi sensacional e é sempre um grande prazer andar de moto, idependente da condição do clima, tempo e o escambau. Que curte e gosta disso,me entende muito bem.

É claro que tenho mais fotos e aconteceram tantas outras coisas nesse dia de estrada, parei em mais lugares, conversei com outras pessoas, mas foda-se, isso aqui não é o “Meu querido diário”, então fiquem com esses comentários e quem sabe dêem um jeito de pegarem a estrada também para qualquer lugar, longe ou perto, não importa. O que importa é sair do lugar comum. Ver coisas novas, outros lugares e ter novas sensações. Flw.

Grato por mais um sábado incrível na estrada.

*Confira algumas imagens da trip de moto de hoje:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Guaporé

Numa época como esta em que as mudanças do clima e da temperatura aos poucos começam a tomar novas cores e texturas com a chegada do outono, hoje foi dia de um rolê para lugares que acentuam tais condições. Resolvemos encarar o clima desse “chove-e-não-molha” num sábado de pré Páscoa, subindo uma parte da nossa serra gaúcha em direção a Guaporé. Cidade das pedras semi preciosas e das lingeries (ui!), mas também de um autódromo maneiro.

Quando falo em resolvemos, é que agora “O Menor Moto Clube Ainda Sem Nome”, que na minha compreensão precisa ter duas pessoas para então ser considerado “o menor” (sendo que uma só pessoa não constitui um grupo, precisa portanto, de um mais um membro para pluralizar o fato), passou a contar com mais um companheiro, o Rafael Costa, que agora está de moto nova e todo “alles faceiro” para pegar a estrada. Teve uma época em que o Alexandre (cunhado do Pretto), andava com a gente também, mas ele resolveu vender sua moto. Então agora oficialmente deixamos de ser “o menor moto clube do mundo”, mas continuamos ainda sem nome. Ufa!

Com uma grande probabilidade de chuva marcada para o sábado, resolvemos sair mais cedo dessa vez, enquanto ainda havia um sol meio tímido pela parte da manhã e deixarmos para almoçar em algum lugar pelo caminho.

Com a rapaziada reunida e as motos abastecidas, era hora de partir. Um céu cada vez mais acinzentado a nossa frente, mas vamu-qui-vamu. Seguimos em direção de Lajeado, Arroio do Meio (bela ponte), Encantado, Roca Sales, Muçum, Vespasiano Corrêa e enfim Guaporé. Itinerário programado com uma parada para “filarmos” um cafezinho no posto do pedágio e o almoço em um restaurante que já conhecemos e serve um bom espeto corrido. O problema foi que mudaram de dono recentemente e agora só tinha buffet. Ok! Que seja então. Não foi a mesma coisa, mas mesmo assim fomos muito bem atendidos (gracias!), sendo que quando chegamos já era mais do 13h30 e eles estavam por encerrar o expediente de almoço.

Seguindo em frente demos ainda uma parada no mirante que há um pouco antes antes de chegar em Guaporé.

Já em Guaporé, um rolê pela cidade e depois uma chegada no autódromo. Pouca gente por lá, apenas alguns pilotos de motocicleta treinando, fazendo ajustes e tomadas de tempo na pista. Mas é um belo autódromo. Gosto da cidade de Guaporé.
Passamos em um café no centro da cidade e resolvemos parar antes da voltarmos para casa. Nesse meio tempo uma chuva mais forte surge, aguardamos no café mesmo, mas logo passou. Na volta resolvemos entrar em Vespasiano Corrêa, que fica no caminho e tem uma belo trajeto de asfalto com árvores de plátano na entrada da cidade.

E quanto a chuva?
Passamos apenas algumas pequenas nuvens com chuviscos rápidos pelo caminho, nada que nos tenha molhado seriamente. Tudo tranquilo até mesmo a hora da volta para casa, quando imaginamos que choveria forte em nossas cabeças, com certeza.

Na volta chegamos em um bar para um bate papo com os amigos e desta vez tivemos até visita especial do nosso amigo Tupac, o cãozinho descolado do Fabrício (Grilu). Já avisei ele, se um dia o “cão barbudinho” mais simpático do planeta sumir, pode passar lá em casa, que fui eu quem o levou embora…rsrsrsr.

*Abaixo, como de costume, algumas imagens da empreitada.

 

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Túnel 13 em Vespasiano Corrêa

Acordei um pouco mais tarde hoje de manhã, até porque tinha outros planos para este dia, mas assim que me levanto percebo uma mensagem (mandada bem mais cedo), do meu amigo Vladi. Era ele me convidando para nos encontrarmos em determinado local pelo caminho (ele mora em POA) e depois seguirmos juntos até Vespasiano Corrêa – RS. A ideia era conhecermos o famoso viaduto 13 e o túnel do trem lá no alto.

Já adiantando essa conversa, acabamos não nos encontrando. Cada um foi até o mesmo destino, mesmo que separado no final de contas por uma hora ou pouco mais de diferença. Acontece de que ela saiu de Porto Alegre mais cedo e como não havia respondido no momento para ele, imaginou que eu não iria querer fazer esse rolê junto com ele hoje. Grande engano, estava super a fim, tanto que mesmo saindo mais tarde, segui mesmo sozinho com a poderosa Bros, já que iríamos pegar um bom trecho de estrada de chão nessa parada.

Dessa vez não houve nenhum perrengue na estrada (ufa!), já estava achando que era uma mandinga contra mim. Tudo tranquilo, o tempo nublado tinha novamente uma cara de chuva desde a saída de casa, mas ficou somente nessa cara cinzenta mesmo, o que foi até melhor. Fez um certo calor, muito por causa da jaqueta e das luvas, mas andando no asfalto não incomoda tanto assim por causa do vento. Vou para Lajeado, depois Arroio do Meio e Encantado. Uma paradinha no pedágio de para uma água (novamente não tinha o tal café preto que sempre tinha…) e segui em frente. Ainda tentei mais algumas vezes ligar para o Vladi e saber por onde ele andava. Novamente a minha chamada deu em nada (deixa esse celular ligado rapá!!!). Não posso condená-lo, nesses rolês de moto também deixo o meu dentro da jaqueta e usando ainda o capacete, o cara não escuta e nem sequer consegue sentir a vibração da chamada.

Na cabeça eu tinha um outro plano, desde sexta-feira eu já estava focado em ir no final de semana ao cinema assistir ao filme “Deadpool” ou então “O Regresso”. Assim esse meu rolê de hoje também tinha uma missão com um certo tempo limite, tinha de dar tempo de ir até Vespasiano Corrêa e depois voltar ainda até Lajeado, para conseguir pegar a sessão de cinema (a próxima seria somente mais tarde na noite). Assim num rolê apenas eu faria duas coisas numa mesma “tocada” de moto.

Já tinha passado antes por Vespasiano Corrêa mas nunca entrado na cidade. E que entrada bonita de cidade, um trajeto asfaltado com muitas árvores, tipo um tunel verde. Na verdade é uma cidade pequena, foi fácil encontrar o caminho e depois a estrada de chão que leva até o o tal Viaduto 13. Mesmo na zona rural, tudo bem sinalizado com placas pelo caminho. Vou te contar, um descida íngreme e tanto, se em alguns lugares do trajeto o cara ratiar na pilotagem, leva com certeza um tombo bonitaço.

Deu tudo certo, apenas ficou faltando subir o túnel até  a altura onde passa o trem. Hey! Já disse, tenho medo de altura, então isso nem foi uma coisa da qual me preocupei em resolver hoje. Talvez suba lá numa próxima vez junto com os meus amigos.

Vladi, meu chapa! Pena que não deu para nos encontrarmos e fazer essa chalaça. Fica para uma próxima vez. Temos de combinar melhor ou então, eu acordar mais cedo. Mais um sabadão daqueles bem bacanudo.

*Ah! E o filme. Cheguei em tempo no shopping para a minha sessão de cinema e ainda fazer meu almoço às 16hs (não tinha comido nada até então). Acabei assistindo ao Deadpool. Hummm…humm. Mais do mesmo, apenas com mais piadinhas escrotas. Gosto disso mas esse tipo de filme já começou a esboçar uma fórmula bem definida de “engraçaducidicidade” ou “engraçaduxeza”. Traduzindo para a linguagem dos mortais – as piadas não são tãããão engraçadas assim ou então, muito previsíveis. Ficou aquela sensação de que já vi isso tantas vezes antes. Ok! Mas valeu assim mesmo.

Um bom final de semana para vocês.

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