Don’t kill my vibe

Não sei se você já percebeu mas seguido posto aqui fotos de minhas viagens de moto prá lá e prá cá, trips que algumas vezes são para longe ou então bem perto, tanto faz. A intenção aqui não é me gabar, me mostrar ou aparecer (aliás apareço bem pouco nas minhas fotos), mas é para “quem sabe”, lhe dar o seguinte recado:

– Saia do sofá! Tem vida lá fora, muita coisa bacana, bonita e interessante para ser descoberta. Conhecer novos lugares, conversar com pessoas estranhas que você jamais imaginou que iria conhecer, saber de histórias sobre coisas, pessoas ou fatos históricos, comer e beber coisas diferentes, ver a vida por um novo ângulo.

E para isso nem precisa ser aquela viagem tradicional de anúncios de pacotes turísticos (hey! nada contra isso), mas pode ser uma coisa bem simples e com uns poucos trocados no bolso, já se pode fazer uma bela trip. Não precisa ser de moto como normalmente eu faço, pode ser de carro, vá sozinho, com a família, namorada ou então junte alguns amigos, colegas, sei lá, mas vá… Afinal de contas, qualquer viagem por mais curta que seja já é um novo passo. Um passo à frente. E depois mantenha o ritmo, dê então mais passos e quando menos esperar você já terá uma boa “milhagem” de novas histórias na sua vida. E acredite, é bastante recompensador. E já aviso, vicia!

Tire a bunda do sofá, saia de casa e vá conhecer a sua região, tem todo um grande universo ao seu ao redor. Muitas vezes nessas cidades pequenas tem tanta coisa interessante para lhe oferecer. Basicamente em toda cidade tem uma praça. Sente lá, procure uma sombra, tome um chimarrão quem sabe? Coma um pastel de uma lancheria meio esquisita, isso não importa, mas aventure-se. A vida é curta, então “curta” a sua vida.

Ouse. Conheça novos lugares. Com ou sem planejamento prévio (às vezes não estar preparado/planejado, é a melhor coisa que existe). Saia por algumas horas apenas ou então viaje com bagagem para mais dias. Aventure-se!

Anote coisas, fotografe, não fotografe porra nenhuma. Pare o carro/moto em qualquer lugar do caminho que lhe der vontade (claro, estacione em um lugar seguro). Desça, caminhe, suba morros, pule cercas, ande por pequenas trilhas, atire pedra o mais longe que conseguir, cante enquanto dirige, conte piadas para quem estiver junto, sente-se em algum lugar que lhe seja agradável e quem sabe, fique totalmente calado só curtindo a paisagem. É mais ou menos por aí baby! Simples assim.

Eu mesmo, até alguns anos atrás conhecia bem pouco dos arredores da minha região, se muito, umas três ou quatro cidades vizinhas. Sigo e peço dicas de amigos, vejo fotos de trips de outras pessoas e também quero conhecer esses lugares. Depois de algum tempo já conheci “uma penca” de cidades da região e cada vez mais amplio essa lista, curto esse tipo de experiência. Não é preciso viajar para longe para se ter boas histórias. E é muito gratificante sair por aí e conhecer coisas novas a cada viagem. Com o tempo serão tantas histórias para contar de coisas boas e é claro, algumas ruins também. Lugares inusitados, papos com pessoas incríveis e outras muito imbecis (mas faz parte – cuzão tem em todo lugar), mas é justamente isso o que te torna mais forte, te faz crescer.

Enfim. A vida é sua, faça o que quiser. Mas considere, fica o recado e aqui também a torcida para que você crie o seu próprio roteiro, seja lá qual for – apenas não fique aí parado, sentado assistindo a vida passar, só preocupado em likes, cliques ou o quanto você é popular no seu Facebook, Whatsapp ou Instagram.

Keep motor running!
\m/

 

 

Rolê até Santo Amaro do Sul

Tem coisa que às vezes é até difícil de explicar. Uma delas é como e porque até então ainda não tinha visitado a cidade histórica de Santo Amaro (RS), que não fica tão longe assim de minha cidade. Pois é, depois de tantos anos de vida finalmente chegou a hora. Uma das coisas que posso justificar é que já passamos inúmeras vezes pela entrada para a tal parte histórica da cidade, mas acontece nessas ocasiões estávamos (ou eu estava) de moto custom e há um trajeto de alguns bons kms de estrada de chão batido, com pedregulhos soltos e tal. Ou seja, nada muito agradável para uma moto custom de suspensão dura.

Mas tudo mudou depois que pintou a Honda XRE300 – novos caminhos, novas possibilidades, novas empreitadas. E pau na máquina. Aliás hoje então foi dia de pegar o asfalto mais uma vez com ela e também de acelerar na estrada de chão batido também. E foi legal. Estou cada vez mais satisfeito com essa moto.

Essa semana vi alguumas fotos do Vladi e da Fabi, quando de uma visita deles em Santo Amaro do Sul, pôxa, essa viagem já estava na minha cabeça há um bom tempo. Foi um sinal…rsrsrsr

O dia estava cinza e depois do meio dia, com aquela cara de que iria chover na tarde. Resolvi encarar a estrada assim mesmo, com ou sem possibilidade de chuva. Fui sozinho não tive problema algum. Choveu bem pouco e foi somente em um pequeno trajeto da viagem. Na saída já peguei um off road cortando caminho até Passo do Sobrado pela estrada velha. Uma parada na ponte e segui em frente até o trevo da RS 244, então tomando o rumo de Vale Verde e Santo Amaro do Sul, meu objetivo (uns 80km de ida).

Esse trajeto a gente faz seguido, é bonito, asfalto bom e bem calmo para um rolê de final de semana e afinal, não havia andado ainda com a XRE por ali. Então a coisa foi meio que no automático desta vez. Um pouco preocupado com a possibilidade de chuva, mas ela não deu as caras. Seguindo em frente até a entrada de Santo Amaro. Daí outra vez era a hora de encarar um bom trajeto de estrada de chão batido.

Chegando quase na região histórica da cidade, me deparo com uma construção tipo um mirante na beira da estrada. Claro que não pensei duas vezes, parei e subi nessa coisa. O interessante é que não me pareceu ser nada tão deslumbrante assim a visão do local. Eu talvez não tenha entendido o seu real propósito ali, mas foi legal. Diferente e inusitado.

Voltando ao caminho, logo já estava estacionando na quadra da praça da igreja de Santo Amaro. Uma bonita construção histórica, onde deu também para perceber que as casinhas ao redor ainda mantém um estilo antigo. Essa preservação dá uma boa ideia de como era o local nos tempos passados. Gostei disso. Uma caminha ao redor da igreja, fotos e depois segui em frente, até a prainha deles, que fica bem perto.

Já no caminho dá para perceber muitas dessas casinhas de pescadores, chego perto da praia e resolvo me aventurar com a moto até a areia, na beira do rio. Desço então por um lugar onde não havia estrada, mas era tipo um caminhozinho de pessoas. Um pouco de aventura na tarde. Desci, mas não tinha lá tanta certeza de que conseguiria depois voltar por ali. Assim que cheguei na beira da prainha outra surpresa, a moto deu sinal de começar a atolar na areia. Ôps! Gostei, a aventura tava ficando melhor e mais desafiadora. Parei, desci e logo arrumei um calço para sustentar o pezinho da moto, ela ficou ali de boas e tudo OK. Assim ganhei tempo para curtir o lugar, nisso apareceu um cachorro, que pelo jeito gostou de mim e ao redor o tempo todo em que andei por ali. Grato pela parceria. Estranho, éramos somente nós dois ali naquele horário. Parecia que todo mundo havia sumido (Walking Dead style, saca?).

E essa sensação de sozinho no mundo seguiu depois também. Quando cheguei na eclusa Amarópolis (Santo Amaro do Sul), também não havia ninguém por lá. Fiquei por lá tipo quase uma hora caminhando prá cá e prá lá, subi escadas e não vi e nem apareceu ninguém nesse tempo.

Depois de conhecer o local, descansar um pouco resolvi então voltar para casa. O objetivo era esse, conhecer os lugares históricos, ver o rio e chegar até a eclusa.
No trajeto da volta ainda parei no que deveria ter sido uma antiga estação de trem local, mas não tinha como saber maiores detalhes, não havia ninguém por perto para perguntar alguma coisa. Olha aí o efeito Walking Dead mais uma vez…

A viagem de volta foi de boas, ainda parei num posto para abastecer a moto quando bateu a reserva (ainda não me acostumei que ela gasta bem menos do que a HD), – estou rodando com esse tanque abastecido há um tempão, já estava até preocupado, parecia que nunca tinha fim o combustível….rsrsrsr.

Mais um sabadão muito bem aproveitado. Andar de moto faz muito bem a alma,  traz felicidade e acima de tudo, novas descobertas e aprendizados.

*Ah! Já ia me esquecendo. Sim, consegui subir de boas de volta, aquele caminho de quando desci de moto até a areia da praia e ela começou a atolar. O aprendizado dos tempos de trilheiro, volta e meia ainda me servem (thanks).

 

*Confira algumas imgs da viagem de hoje:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Rolê rockn’roll com convidado especial

O rolê de hoje teve um convidado especial, foi o Alexandre Móica, guitarrista da banda Acústicos & Valvulados. A banda vai se apresentar esta noite em Venâncio Aires (RS) e como é um amigo já de longa data, desde os tempos de Troublemakers e Carbura (duas bandas das quais fiz parte), sendo que desta segunda – ele produtor do nosso CD.

Conversamos durante a semana e então hoje ele não veio junto no bus da banda, mas sim pilotando a sua Royal Enfield Classic 500. Depois de um desencontro que atrasou um pouco a nossa partida no rolê na tarde, eu e o Pretto, que já o aguardávamos em minha casa, saímos na metade da tarde para Herveiras – lugar que já conhecemos bem, mas que o Móica, apesar de rodar há vários anos por esse Rio Grande fazendo shows com a banda, não conhecia esse trajeto ainda. E como já falei de outras “tantas” vezes, é um trajeto bonito e muito bom para andar de moto.

Sobre o rolê em si não tenho muito o que contar, foi tudo de boa, tirando que um cara atravessou o nosso caminho cruzando o asfalto perpendicularmente bem na nossa frente, sem dar sinal algum; uma tiazinha muito desligada que me deu um “chega-prá-lá” no trevo de Vera Cruz, no mais foi tudo OK! Um dia normal de estrada por aqui, sempre cheio de imbecis  ao volante.

Fizemos uma tradicional parada na ponte (alta) do caminho. Depois seguimos até o também já tradicional posto onde fizemso um pit-stop e depois retornamos. O caminho é sempre muito agradável e em sua grande parte com um visual bacanudo. Pelo jeito o Móica curtiu. A ideia era essa mesmo, mostrar para ele um lugar bom para andar de moto e também diferente do que ele está acostumado até agora.

Pena que na volta a logo começou a escurecer e praticamente voltamos de farol aceso, o que não deve ter sido muito interessante para ele em termos de curtir o visual do trajeto nessa hora. Já era noite escura e fechada quando chegamos, deixamos nosso convidado são e salvo na porta do hotel, pronto para se reunir com banda e logo mais tocarem no FECEVA.

Valeu, sem dúvida uma passeio diferente, bem divertido e pelo deu para perceber, o ilustre convidado gostou da empreitada. As aventuras seguem e quem sabe logo mais outras viagens de moto com o amigo também.

Até mais. Valeu!

*Confira algumas imgs do rolê de hoje:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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DCIM100GOPRO

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Agora os rolês também serão off road (mazáh!)

Em pleno de feriado de sexta-feira Santa e sem muito o que fazer depois do tradicional almoço em família nessa data, também tem a hora aproveitar para dar um rolê de moto. E como já havia mencionado em alguma postagem anterior, estava na vez de um test-drive off road com a Honda XRE 300. E o melhor ainda é que agora o Pretto, também está com uma moto igual. Sim, isso faz parte de um plano maligno nosso para conquistar o mundo. Ampliando os horizontes e perspectivas de muitos novos caminhos, especialmente na vibe off road.

Com o clima/tempo meio estranho, tipo aquela vibe de pode chover ou não qualquer momento, resolvemos então mudar de última hora o que seria a nossa primeira opção de roteiro para hoje. Optamos então por um um bem mais curto, ficarmos mais ou menos por perto, pelo interior de Venâncio Aires e andarmos por estradas de chão batido até Vila Deodoro e lá visitarmos o mirante que há pouco tempo construiram.

Nos encontramos conforme o combinado e sem muita embromação já saímos em seguida. Como mencionei, o tempo poderia rapidamente mudar para o modo “chuva” então o negócio era aproveitar logo essa chance de clima seco. Atravessamos a cidade, saída normal em direção até Vila Deodoro. Trecho que começa com asfalto e depois de alguns kms rodados vira estrada de chão batido com restos do que já foi algo tipo um asfalto anteriormente. Mas ok, a estrada estava tranquila (dia de feriado). O trecho é de subida e então quando a encosta, o mato ou então plantações da beira do caminho permitem, a vista lá de cima é cada vez mais bonita.

Viagem tranquila e sem nenhum problema e apesar dos buracos as motos responderam bem, tanto no qusito conforto como motor em dia para esse tipo de empreitada off road leve. Ah! E as minhas costas agradecem a esta suspensão.

Uma parada básica já na gruta da Santinha que há no caminho, mas sem demora seguimos em frente até Vila Deodoro, que era bem perto. aqui cabe um porém – Eu tinha impressão de que esse trajeto da cidade até lá era mais demorado do que foi hoje. Mas ok! Outra parada básica para uma foto também clássica, mas daí em frente ao antigo hotel da curva, em Vila Deodoro. Perguntamos para uma mulher que caminhava a beira da estrada – que se assustou com a gente (sic!), só para nos situarmos melhor em referência ao tal mirante. Ela nos disse que não era longe dali. E realmente, estávamos bem pertinho.

Chegamos na base do subida do local (poderia ser melhor sinalizado – hein!) epor pura dedução de viajantes entendemos que era ali mesmo onde deveríamos deixar as motos e seguir em frente a pé. Se bem que subir aquele resto de morro com as motos seria beeem divertido também. Mas ok, poderia virar esculhambação, melhor não!

O lugar é realmente bonito. Eu imginava que o mirante ficasse virado para o outro lado do morro (sic!). Mas a vista é mesmo muito bonita, dá para enxergar Venâncio Aires de lá – pequenininha é verdade, mas dá. Nessa hora gostaria de ter um binóculo daqueles potentes de lentes grossas azuladas, saca!? Seria muito bom.

Ficamos um tempo por lá e deu para perceber logo de cara de que há uma certa estrutura com bancos à sombra e churrasqueiras, para quem quiser curtir melhor o lugar. Em seguida chegou também mais pessoas para visitar o local. Uma boa ideia esse mirante. Parabéns! Só espero que o mantenham bem cuidado e que as pessoas que forem lá, assim também pensem. É importante manter o local limpo. Vai ser muito bom para o turismo da cidade e também para a habitantes da redondeza.

Sempre digo que a nossa serra também é tipo cartão de visitas, basta saber para onde olhar.

No trajeto de caminhada do morro de volta até as motos um pequeno entrevero. Havia um enxame de vespas em alvoroço bem no trajeto em que deveríamos cruzar. Certo! Vamos lá. Coisas assim fazem parte do pacote da aventura da vida, não é!? O Pretto que estava na frente me avisa das vespas e diz – coloca o capacete e vamos. Sim, não aguentei. Fiz uma foto disso, dando muitas risadas.

*Um porém – não fomos nós que atiçamos as vespas. Estava tudo bem tranquilo quando da nossa passagem pelo local na nossa subida. Deve ter sido coisa do pessoal que subiu logo depois da gente – aposto…rsrsrsrs (só para constar).

Depois do mirante seguimos de volta para casa, mas descemos por um outro caminho, passando por Santa Emília. O trajeto é bem bacanudo, ainda mais na parte logo do começo de descida que segue alguns kms com muitas curvas fechadas em sequência. Eu diria, espero que você me entenda – um bom trajeto para andar de moto. Ah! Saudades dos tempos de trilheiro com os Tutaloko, andando prá cima e prá baixo o tempo todo, por essa região.

Volta tranquila também. a chuva não apareceu, mas o clima ficou a tarde inteira fechado e com essa cara cinza e triste (sexta-feira Santa?). Já no final do trajeto um trecho com asfalto outra vez. Asfalto novo. Bom! Na chegada uma parada para bate-papo, novos planos, comentários e “essa merda de sempre”….kkkkkk

Valeu a tarde, valeu a companhia na empreitada. Mais um daqueles dias fantásticos. E desde já pensando para onde – na próxima vez?
Thanks.

*Como de costume, abaixo algumas imgs (em ordem cronológica) do rolê de hoje:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Dia de calor, mas foda-se – Simbora pegar a estrada.

Hoje foi mais um dia de testes com a XRE 300, sentir como ela se comporta na estrada e não somente na cidade, afinal ela tem de se acostumar. Vou ainda fazer também alguns testes “off road” com ela. Talvez semana, que vem. Tem vários lugares aqui no interior que rendem um bom passeio. E dá-lhe poeira na cara, hein!

Por causa do forte calor no começo da tarde de hoje, o que não lá era muito encorajador para pegar o asfalto e também economizar um pouco de grana (com esse preço da gasolina…), resolvi então não andar muito longe. Gosto de andar de moto, mas também não preciso me torturar por isso. Fui até Lajeado, que é perto na real. Depois, com tempo ainda de sobra segui adiante até Estrela (RS) – taí uma cidade que tenho curtido cada vez mais.

Fui até “antiga” fábrica da cerveja POLAR, um lugar bonito e interessante, tem uma cara de abandono mas nem tanto. Me dá a impressão de seja atualmente um espaço reservado para eventos culturais locais. Tem uma certa infra por lá que dá essa impressão. Bom isso. Numa área desse local, tem uma pequena praça que conta com uma bela escadaria que leva mais abaixo até um pequeno pier, na margem do Rio Taquari.

Fica a dica, é fácil de encontrar esse lugar e  é bem bacana para uma visita ou então, se não conhecem o lugar e a cidade, aproveitar para conhecer. Não esqueça, ali já era espaço da saudosa fábrica da cerveja Polar (que aliás, essa cerveja já não é mais “aquela coisa” hoje em dia – mas já foi muito boa). A título de informação, não sei dizer onde é fabricada atualmente a cerveja Polar.

Depois de curtir o lugar, meter um exerc´cio de subir e descer essa escadaria do local (ufa!), segui adiante, de volta a Lajeado e depois no rumo de casa novamente. Um rolê de moto curto mas muito bom. Ainda tive de parar e encarar uma fila em plena RS-453, porque estão arrumando o asfalto no trajeto. Espero que seja uma obra descente dessa vez, porque a estrada está bem ruim. Sempre na expectativa por estradas melhores e mais seguras.

*Abaixo algumas imgs dessa tarde (na real a maioria são do tal ambiente na antiga fábrica da Polar (Estrela – RS):

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Rolê até Carlos Barbosa – 3º Harley’s Day

Hoje foi dia de subir a serra (ao menos para nós e a nossa direção) até Carlos Barbosa (RS), no 3º Harley’s Day. Evento anual que cada vez mais está maior e melhor e creio que ainda vai crescer mais. Anote aí… Acredito que seja um dos encontros mais legais aqui do estado. Mas enfim, isso é apenas a minha opinião.

Saimos cedo, eu e o Pretto, ainda pela manhã e com a ideia de almoçarmos por lá mesmo. Já havíamos marcado com o Vladi e a Fabi de nos encontrarmos no evento. Ainda no posto de gasolina, quando fui abastecer a moto encontrei o Thiago N., que também estava indo ao mesmo lugar, aguardei ele também abastecer e seguimos em frente. Fomos até Lajeado, depois pegamos a Rota do Sol e daí era somente rodar em frente. Sempre em frente! No trajeto o Thiago ficou um tanto para trás da gente, ele ainda é novato mas é guerreiro. Acabamos fazendo uma parada no posto do pedágio para aguardá-lo e nisso chega um casal de Roca Sales, numa HD zero km e pedem para se juntar ao nosso grupo e seguirmos juntos até Carlos Barbosa. Isso é justamente uma das coisas legais  desse universo da motocicleta – o constante ato de se fazer “novas amizades” na estrada. O Thiago não demorou a se juntar ao grupo, que agora com a mandada toda reunida, seguiu viagem.

Uma viagem boa e tranquila. Aliás, dia bonito fez hoje! Tudo bem, fez um calor e tanto mas na real não atrapalhou em nada. O evento foi tão bom quanto o do ano passado. Muita gente, muita Harley Davidson na prça central da cidade, que aliás, cada vez parece menor para receber tanta gente/moto. E bonito ver tantas HDs reunidas assim, estacionadas uma ao lado da outra. E olha, não contei, mas são centenas…

Assim que chegamos encontramos o pessoal, daí aquela chalaça de sempre quando se encontra com os amigos de longa data. Demos uma boa volta por todo o lugar, curtimos as bandas que se apresentaram ao longo do dia – muito rock (boas bandas!), almoçamos lá mesmo (haviam várias tendas de alimentação), conseguimos uma boa sombra na grama para ser o nosso QG e o resto foi curtição. Também havia um estande da HD – IESA, algumas tendas vendendo camisetas, capacetes, jaquetas e outros tantos acessórios para moto e piloto. Até fica difícil dizer de alguma moto que achei a mais bonita, eram tantas, de encher os olhos para quem curte uma Harley Davidson. Muitos modelos customizados, outras antigas bem cuidadas e até modelos da nova geração de motores 2018. Muito bom.

O dia assim nessa toada passou rápido e lá pelas tantas já era hora de voltarmos. É claro que também encontramos ainda outros amigos e conhecidos. Nos despedimos do Vladi e da Fabi (sempre uma bela parceria), eles iriam seguir para POA, já o Thiago (o novato), ficou por lá mesmo, já tinha saído de casa com o equipamento p/ camping na bagagem. A volta foi tranquila, é trajeto que conhecemos muito bem, então foi normal. Fizemos ainda uma clássica breve parada no posto predileto do caminho (não vou aqui fazer propaganda), e tudo blz.

Taí mais um bom dia bem aproveitado com os amigos e a moto na estrada.

*Confira abaixo algumas imgs de nossa trip e do evento:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Testando

Hoje foi dia de testar melhor na estrada (prá valer) a nova Honda XRE 300. Até então apenas tinha andado com ela na cidade e um breve esticada em estrada secundária de asfalto. Fui inicialmente até Lajeado (RS) e depois resolvi seguir mais adiante, com direito uma entrada em Estrela (RS), na volta. Aliás foi bem interessante, porque há muito tempo não entrava na cidade e ia até a beira do rio. Dessa vez encontrei tipo uma praça com um paradouro, com direito a uma escadaria até a margem. Muito bonito e legal. Aliás, nem nem me recordava mais que existia esse lugar, depois me caiu a ficha de que já estive lá, há muitos anos atrás. Bom relembrar essas coisas!

Andei sozinho hoje, mais na função de matar a fome andando com a moto nova e naquela de pegar suas manhas e macetes, ver como ela se comporta na estrada e em diversas situações diferentes (retas, curvas, retomadas, aceleração, freiadas, etc… essa baboseira toda – mas que é importante). E nesse caso quanto mais andar com ela, melhor. O resultado foi bem interessante e fiquei muito satisfeito. Vai servir muito bem ao seu propósito.

Já de volta, encontrei o Pretto, conversamos sobre a moto e depois fomos dar mais um rolê, foi quando apareceu um amigo dele que é um feliz proprietáriode uma Yamaha 200cc (2T), ano 2000 – que diga-se, está inteiraça e muito bem cuidada. Isso é legal e eu curto. Uma relíquia e que moto bacanuda. Daí a conversa, comom de costume já se estendeu até a noite. Bem, taí mais um belo dia.
Gracias.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Rolê da vez – não muito longe mas bem interessante

Há algum tempo não postava mais sobre os tais rolês de moto de final de semana sozinho ou com a galera. Meio que enchi o saco dessa função. Quanto às fotos? Fotos faço sempre que ando de moto quando nessa vibe de dar um rolê para fora de minha cidade, pode ter certeza. Gosto disso e olhe lá que nem sou um bom fotógrafo. É meio que um hobby, um passatempo, saca? Tanta gente viaja para lugares e faz, ou vê coisas interessantes, mas não registra o momento. Sou daqueles que acha que vale a pena fazer isso. é só um click. É digital a parada, não gasta nada além de bateria. Se ficar ruim. Apaga. Uma foto de merda qualquer pode empolgar a uma outra pessoa em algum lugar e momento em que você nem imagina. Estamos on line sempre baby! A vida é bem maior do que os limites do seu quarto. Ok, mas nem por isso sinto necessidade ou vontade de publicar sempre. Mas hoje foi um dia bem interessante, então achei que valia.

Combinamos ainda pela manhã o horário e para onde iríamos na tarde. Nos encontramos no horário marcado, eu, o Rafa e o Luís Carlos. Inicialmente iríamos até Herveiras, que é um trajeto muito bom e bonito para andar de moto (anote aí – fica a dica). Mas durante o caminho, já no trevo de Santa Cruz do Sul para a entrada da UNISC, resolvemos parar e mudar o nosso trajeto. Fugindo do roteiro original dobramos à direita, rumo à Sinimbu.

O dia estava muito bonito e convidativo para um rolê de moto com os amigos, mas também foi um dia quente. Então para não judiar da carcaça resolvemos diminuir o trajeto da viagem, mas sem com isso perder a vibe de um caminho bom e bonito também. Afinal, andar de moto nesse tipo de empreitada, um dos requisitos básicos é o curtir o trajeto como um todo e não apenas se focar em chegar a algum lugar ou então andar o mais rápido possível – bobagem.

Então nessa de curtir a viagem fomos sem pressa. Hoje ainda mais de boas do que normalmente o fazemos. Foi tudo tranquilo e não teve perrengue algum.

Essa região é muito bonita, com muitas casas antigas no estilo colonial alemão e também boa para andar de moto nos finais de semana, ou seja, sem muito movimento ou então, caminhões na estrada (o que ajuda e muito).

Uma volta pela cidade, que não é muito grande e então parada na praça central da cidade. Claro que tratamos de logo procurar uma boa sombra junto a algumas árvores em frente a um bar. Calma, apenas para um refri beeem gelado (sim, nada de álcool nessa hora). Daí aproveitamos para também para aquele papo todo de motociclista de sempre e depois resolvemos voltar. Na real essa viagem nem é longa, mas vale a pena. Tem gente que não dá bola para coisas boas e bonitas que estão bem de baixo do seu “nariz empolado”. Andam muito longe para nada.

Dessa vez o Luís antes da volta nos sugeriu aproveitar darmos uma passada para uma visita no estande e clube de tiro de Santa Cruz do Sul. Ele é sócio, pratica lá sempre que possível e queria nos mostrar o local. Beleza!

Então já no caminho da volta uma nova mudança no roteiro, entramos em Santa Cruz do Sul e fomos direto até o clube de tiro. Chegamos lá e logo fomos “muito bem” recebidos pelo pessoal. Verde! Muito bem mesmo. O vice-presidente inclusive estava lá praticando e reconheceu o Rafa, que lá pelas tantas até acabou experimentando dar alguns tiros (supervisionado por um responsável, é claro). Muito legal o lugar. Nessa mesma pilha o Luís já se empolgou e também aproveitou para praticar um pouco enquanto nos mostravam o local. Encontrei amigos que nem sabia que praticavam essa modalidade. Bom saber disso. Me ofereceram também para experimentar dar uns tiros com uma espingarda. Ficamos ainda mais um bom tempo por lá e assim acabamos conhecemos todo o local, tanto as velhas como as novas instalações, muito interessante. Taí um local que sempre me deixava intrigado e que gostaria de conhecer. Hoje foi a vez. E o pessoal gente fina prá caramba. Quem sabe ainda não volte lá para algumas aulas, uma hora dessas!??

Depois dessa experiência bacanuda, resolvemos seguir para casa. Cabe aqui mencionar que está uma confusão xaropenta aquela obra no trevo de Santa Cruz, nunca tem fim e cada vez mais cheia de entreveros e desvios.

Chegando em Venâncio Aires, então era a hora do chopp com os amigos e assim celebrar mais um belo e agradável dia de rolê de moto por aí.

Keep on rock. \m/

 

*Abaixo algumas imgs da função de hoje:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

De lá prá cá (SRR – VA) – SRR capítulo III

Aqui a ideia do post é mostrar através de algumas imgs o nosso caminho de volta para Venâncio Aires (RS), desde o topo da Serra do Rio Rastro até Vacaria, no Rio Grande do Sul. Depois disso, o restante do trajeto fiquei sem bateria na câmera e portanto, sem imgs. Mas daí é mais do mesmo.
Sorry, baby!

*Confira:

Monumento no topo da Serra do Rio do Rastro.

 

 

 

 

 

 

No estacionamento no mirante da SRR

 

 

 

 

 

 

Lagartendo de manhã cedo, dando uma última olhada na SRR, um pouco antes da despedida do local e de começarmos de verdade a volta para casa

 

 

 

 

 

 

 

Dada a largada – SC 390 (Bom Jardim da Serra) Sem dúvida um dos mais belos e tranquilos trajetos que já andei.

 

 

 

 

 

 

Um pouco da bela paisagem da serra catarinense / SC – 390

 

 

 

 

 

 

Parada rápida para ajeitar a mochila

 

 

 

 

 

 

 

SC – 114, depois de São Joaquim

 

 

 

 

 

 

relevando (SC – 114)

 

 

 

 

 

 

Esticando as canetas (SC – 114)

 

 

 

 

 

 

Já na 116, depois de Lages – SC

 

 

 

 

 

 

Uma parada em plena pista por uns 15min devido a obras. Resolvi pedir uma informação p/ o motorista desse caminhão (o Arthur). Acho que ele se assustou com a minha abordagem e não me atendeu, sequer abriu a janela da porta ou me respondeu. Ficou quietinho dentro da cabine. Foi engraçado isso. O Pretto não parava de rir. E atrás de nós uma fila de carros. Medo de assalto? Medo do papai Noel? Tá bom então. Boa viagem.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Na 116, perto da divisa

 

 

 

 

 

 

No rio Pelotas que faz a divisa entre o RS e SC, no caminho para Vacaria (RS)

 

 

 

 

 

 

 

Então de volta ao RS

 

 

 

 

 

 

Um pouco antes de Vacaria (RS)

 

 

 

 

 

 

 

Serra Gaúcha (RS-453) – SRR capítulo II

Como já mencionei num post anterior sobre a recente trip de moto até a Serra do Rio do Rastro (SC), quando por causa de uma promessa, eu postaria apenas “uma img” da SRR (e vou continuar cumprindo isso – OK!), mas agora resolvi então dividir a viagem em duas partes. A ida pela serra gaúcha e depois a volta pela serra catarienense, por Lages e depois Vacaria. Vou postar aqui as imagens da viagem e é claro, deixar de fora somente as imgs. da  parte da S.R.R. (que vendo agora, na real, são as melhores, mas but)…

Este post fatiado será então exclusivamente da parte do começo da nossa trip, da saída e a passagem pela serra gaúcha (de Venâncio Aires até Caxias do Sul – pela 453, e de lá até Terra de Areia (BR -101).

Então é isso! Valeu.

*Confira abaixo algumas imgs, na sequência dos fatos e com as respectivas legendas:

Na saída de Venâncio Aires (RS) – RST 453

 

 

 

 

 

Começando a subida da serra em Westfália (RS)

 

 

 

 

 

 

 

Forte neblina em Imigrante (RS)

 

 

 

 

 

 

Novamente um longo trecho com neblina, agora em Caxias do Sul (RS)

 

 

 

 

 

 

 

Parada na 453, um pouco depois de Caxias do Sul. E acredite, logo depois disso, tivemos novamente um trajeto de vários kms com neblina.

 

 

 

 

 

 

Sempre em frente com o sol por testemunha e a nos guiar \m/

 

 

 

 

 

 

Pausa para esticar as pernas e dizer besteiras

 

Pit-stop para abastecer as motos

 

 

 

 

 

 

Paradouro na Serra Gaúcha – 453

 

 

 

 

 

 

Pura malemolência e sensualidade da rapaziada (paradouro 2)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

As magrelas (paradouro 3)
De volta ao trecho, rumo à 101

 

 

 

 

 

 

Entrada do primeiro túnel na 453 (descendo)

 

 

 

 

 

 

Na veia do dragão

 

 

 

 

 

 

Ainda descendo

 

 

 

 

 

Já mais para o final da 453 com a pista vazia momentos antes da parte em a coisa virou uma chatice com uma longa fila de carros (qdo perto da 101)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Na trilha da 101, uma parada para almoçarmos no Japonês.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Nas cercanias de Criciúma, pedindo uma uma informação e também roubando uma boa sombra da árvore do tiozinho

 

 

 

 

 

 

Quase lá, Urussanga SC

 

Trip Serra do Rio do Rastro 2018

Esse post vai parecer estranho já que normalmente registro aqui com um breve texto e “várias fotos” a grande maioria de minhas viagens de moto. Só que dessa vez postei apenas uma única imagem.

Acontece que há anos tem uma coisa que me irrita muito. É que todas vez que alguns motociclistas conhecidos meus se reúnem e começam a conversar sobre viagens e tal, SEMPRE surge o nome da Serra do rio do Rastro, em Santa Catarina. Uma coisa tipo mítica, quase que uma peregrinação em busca de uma benção. Sei lá… Óh meu Deus, se tu tem uma moto e se julga um motociclista de verdade – “tem de ir até lá”.

E depois de um tempo e com essa conversa sempre vindo à tona, já de saco cheio disso, como afinal se lá fosse o único lugar ou estrada legal no mundo (ninguém parece que conhece outros lugares bonitos além desse? – CLARO QUE SIM!), Eu mesmo conheço vários lugares legais, com diferentes aspectos de paisagem e geografia e que também são bonitos por suas próprias características.

Então eu até cheguei a dizer só de birra que nunca iria até lá, ou então se um dia fosse, postaria aqui apenas 1 foto do lugar. Justamente porque posto sempre várias imgs e nesse caso seria uma provocação para com os meus amigos. Mas claro que é besteira, já tinha visto vários vídeos e muitas fotos e histórias do lugar, deles mesmos, os meus amigos e conhecidos. Já sabia que era realmente muito bonito.

Então esse ano finalmente o Pretto, meu parceiro de empreitadas em duas rodas me me convenceu de fazermos uma trip até lá, com o argumento de que não apenas a serra era interessante, mas como a viagem como até lá e depois a volta também, poderiam ser bem interessantes. Tanto que me mostrou um roteiro alternativo que fugia ao tradicional – mais rápido e prático até lá. Curti a ideia assim tive de dar o braço a torcer. E foi memso realmente incrível, a viagem até o local e depois aquela subida serpenteando a serra com uma estrada estreita mas com uma visão incrível lá de cima. É fantástico! Pronto, me redimi. O lugar é realmente muito bonito, curti bastante.

Mas não esqueçamos de que não é somente o fim, mas toda a jornada de ida e volta, o que realmente importa. Tanto que agora eu acho a região/natureza e geografia da serra Catarinense mais bonita do a da serra gaúcha – me refiro no sentido de paisagens naturais (e sim, podem reclamar e espernear à vontade).

E o que é aquela SC-390 / SC-114!!!? Que lugar e rota incrível para uma viagem. Estrada muito boa, com pouco movimento e uma paisagem de visual bucólico (é verdade), mas sensacional. Aquilo passa uma sensação de paz e tranquilidade incrivelmente boa enquanto se pilota e admira o lugar. Pôxa!

*Saímos nessa quarta de madrugada, fomos até lá passando por Lajeado / Rota do Sol / Caxias do Sul – 453 / Terra de Areia / 101 / Criciúma, até Orleans, onde foi o nosso pouso. subimos e descemos 3 vezes a serra. E voltamos hoje, não pela 101 ou litoral (que seria bem prático e mais fácil), mas seguindo a serra catarinense pelas SC 390 e 114 até Lages, depois descendo até Vacaria, seguindo para Antônio Prado / Flores da Cunha  e Caxias do Sul, quando daí era só ligar o piloto automático para a Rota do sol até Venâncio Aires. tudo de boa e tudo tranquilo. Sim, tem muitas histórias, muito mais coisas para contar mas isso vou deixar para comentar com os amigos pessoalmente e não aqui no blog. Assim como mostrar as trocentas imgs da viagem que eu fiz.

**Abaixo então, como o prometido: a tal foto que escolhi como a mais representativa do que foi essa trip da Serra do Rio do Rastro (SC).

Selecionei essa img de dentre de mais de uma centena (sim, fiz muitas fotos como de costume), inclusive várias da estrada visto lá do topo, do mirante e também de outros lugares, mas penso que isso seria óbvio demais. Tinha de ser diferente. Foi difícil escolher. E como sou um homem de palavra e cumpro o que prometo. Aqui está. Uma foto simples, talvez nem seja a melhor de todas que fiz, mas sem dúvida representa bem e sintetiza a história dessa viagem. Ainda faz jus ao temo proposto de “uma única foto” para a minha primeira ida até a Serra do Rio do Rastro. Tem a serra do Rio do Rastro ao fundo, bem como as motos da viagem com as nossas tralhas, um céu incrivelmente claro e bonito para completar a paisagem e ainda o meu amigo e parceiro de viagem, André Pretto (que conseguiu me convencer de ir até lá). Valeu, muito obrigado.

 

Com a chuva em nosso encalço

Mantendo aquela vibe de aproveitar bem cada momento quando se faz algo de que se gosta muito, hoje foi dia de pegar a estrada até a serra gaúcha, em Carlos Barbosa. Numa rápida combinação por telefone, marcamos eu e o Pretto para o começo da tarde a nossa saída. Inicialmente iríamos até Garibaldi, depois no meio do caminho pegamos um pouco de chuva (sem estarmos devidamente preparados para isso – melhor assim, sem frescurada de motociclista), isso quando estávamos na RS453, perto do trevo para Imigrante. Uma rápida parada e resolvemos seguir em frente, mesmo com a chuva começando.

Andamos mais alguns kms e a chuva apertou, então a coisa ficou mais séria e tivemos de fazer uma parada estratégica junto ao ponto de ônibus, na beira da estrada. Tranquilo. Esperamos alguns minutos e logo a chuva passou e assim já podíamos seguir novamente em frente.

Uma parada num posto de gasolina para um café e logo já estávamos em Carlos Barbosa. Uma circulada pelo centro da cidade, outra parada para curtir o lugar. Só que em pouco tempo surgiram nuvens pretas bem carregadas e daí a coisa ficou feia mesmo. Não deu outra, tivemos de zarpar rapidinho para ainda tentar fugir da chuva no caminho de volta pela Rota do Sol. Conseguimos descer sempre a frente da tal chuva. A coisa estava tão a nosso favor que mais uma vez resolvemos mudar o roteiro, pegamos o caminho de volta descendo por Imigrante, na RS 129 (um belo caminho). Tive de parar em um posto para abastecer (meu tanque é menor do que o da moto do Pretto), então novamente as nuvens pretas nos alcançaram.

Segue o baile e sempre em frente! Seguimos descendo até lajeado, então como de costume uma paradinha básica na CNG Motors para espiar e pegar a benção de outras motos na vitrine da revenda. Depois era só seguir para casa novamente. Um trajeto que rola meio que no piloto automático para nós. Mas é sempre bom.

O que dizer mais? Foi uma tarde muito boa, bem aproveitada como sempre e ainda mais com o tal rally de fuga da chuva. Bacana. Essa provavelmente foi a nossa última trip de moto do ano de 2017, que foi sem dúvida um bom ano com várias aventuras viajando de moto por aí. E ano que vem tem mais – MUITO mais, e bem mais longe. Aguardem…

Valeu!

*Algumas img da trip de hoje:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Ruínas jesuíticas de São Miguel das Missões

Como havia mencionado em um post anterior, agora anexo algumas img feitas quando da visita essa semana ao histórico sítio arqueológico em São Miguel das Missões (RS). Há também um pequeno museu no local além das ruínas, não fiz fotos de lá, mas fica aqui a dica. Funciona no mesmo horário da visitação e na parte interna, logo na entrada do parque.

Os horários de visita são:
3ª à Domingo: 09 às 12h / 14h às 18h
Durante o horário de verão: 09 às 12h / 14 às 20h
Obs.: nas segundas-feiras somente das 16 às 18h

Claro que não vou aqui escrever uma tese ou um texto elaborado sobre o patrimônio histórico das ruínas de São Miguel, não é esse o intuito da coisa por aqui, mas em todo caso, se você tiver a curiosidade de conhecer um pouco mais sobre o tema, confira os links abaixo:

http://portaldasmissoes.com.br/site/view/id/406/ruinas-de-sao-miguel-arcanjo-sitio-arqueologico.html

…………….

https://www.feriasbrasil.com.br/rs/saomigueldasmissoes/

…………….

https://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%ADtio_Arqueol%C3%B3gico_de_S%C3%A3o_Miguel_Arcanjo

…………….

*Não são fotos profissionais mas ao menos creio que servem para dar uma ideia do contexto do que há nas ruínas jesuítas. É um belo passeio sem dúvida, gasta-se um bom tempo caminhando pelo amplo espaço gramado, bem como ao redor e por dentro das ruínas de São Miguel. Fica aí então uma dica de um passeio interessante.

Gracias.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Pondo em dia na agenda uma visita histórica e cultural

Com a proposta de não ficar parado só bobeira e descansando nesse período de folga entre o Natal e ano novo, entre outras coisas é claro que teria de pegar a estrada de moto algumas vezes, afinal isso é para mim um dos grandes bons prazeres na vida. Assim num planejamento de uma dia para o outro falei com alguns amigos, mas no final somente eu eu e o Rafa estávamos liberados para essa empreitada e entre um roteiro e outro resolvemos fazer uma viagem até São Miguel das Missões. Um local histórico e culturalmente importante para o Rio Grande do Sul e porque não dizer América também, o qual nunca tinha visitado antes e aliás, já era um desejo antigo. Não, no tempo de colégio nunca fui em excursão até lá (só para constar). Além do mais fica em uma região que pouco me aventuro de moto e seria legal fazer um primeiro contato por ali.

Simbora! Sem muita frescura combinamos nosso roteiro ainda na tarde de terça-feira, deu tempo de ajeitar algumas coisas e também deixar preparada a moto para a viagem. Na madrugada de quarta-feira já estávamos saindo de Venâncio Aires rumo a São Miguel das Missões.

Ainda era escuro quando nos encontramos e depois de uma breve conversa já estávamos na estrada pela 287 rumo à Candelária. Nas curvas de Santa Cruz do Sul demos de cara com um acidente recém ocorrido, um caminhão teve sua carga tombada e espalhada na pista. Haviam algumas pessoas fazendo sinal de seguir em frente por um canto da estrada e assim fizemos. Em Candelária tomamos a RS 400, que fazia um tempo que andava por ali por causa do estado muito ruim da estrada, mas de fato a situação mudou, como um amigo esses tempos já havia mencionado de que haviam ajeitado a buraqueira. Muito bom. Gosto desse trajeto da região centro-serra e nem lembrava mais de como é bonito, melhor ainda tendo como parceria o sol que estava nascendo e dando uma cor toda especial enquanto rodávamos com nossas motos. Isso sim é um daqueles momentos incríveis numa viagem de moto. Havia uma previsão de chuva para a tarde e por isso resolvemos fazer essa trip numa tocada com poucas paradas até o nosso destino final.

Subimos até Sobradinho, depois Arroio do Tigre (o mais longe que já havia ido nessa estrada) – que já é então a RS 481.  O sol já estava ativo e resolvemos parar para um café. E o interessante é que depois, apenas alguns km à frente o clima era totalmente diferente, passamos por um bom trajeto com cerração fechada na estrada e logo depois sol forte outra vez (sic!). E que tal esse nosso clima e geografia da região, hein!?

E puêrra! daí novamente a mágica aconteceu. Da cidade de Estrela Velha em diante, passando por Salto do Jacuí  (fizemos uma parada na ponte) até o trevo que junta com a 158, perto de Cruz Alta – se mostrou um dos trajetos mais legais que já andei. Uma estrada tranquila, com um asfalto legal e pouco movimento, quase somente lavouras dos dois lados da pista por tipo quase uns 100km. Incrível andar numa estrada assim, a moto só vai, flui com a estrada e nessa tocada a mente também voa livre. Acredite! Muito bom, muito bom.

Depois do trevo com a 158 andamos alguns poucos kms em direção à Cruz Alta e em seguida outro trevo onde fomos pela RS342, que depois emenda na 285. Daí a coisa ficou normalzona outra vez, o perrengue de sempre. Estrada com vários trechos com muitos buracos ou então com o asfalto deformado, bem movimentada e cheia de caminhões, vários pardais (acho que passei acima do permitido num desses – shit!) e por aí vai. Mas faz parte, é o comum por aqui e como tal até já estamos acostumados. Foi só seguir em frente por Ijuí, Santo Ângelo até Sâo Miguel da Missões.

Fizemos algumas paradas para abastecer, motos diferentes, tanques com capacidades diferentes, diferentes paradas. Uma parada obrigatória foi no pórtico de São Miguel, é claro, onde até umas mulheres nos perguntaram se poderiam fazer fotos junto de nossas motos. Cada uma!

O trajeto do pórtico até a cidade é bem ruim, tipo uns 16km e que talvez tenha sido o pior de toda a nossa viagem. Fica a dica para quem for para lá. A cidade de São Miguel me pareceu bem modesta e pequena até, achei que seria bem maior até pelo apelo turístico histórico internacional que ela tem. Mas enfim, rapidamente nos entendemos com a cidade e seus fluxos, não havíamos marcado nada de hotel ou pousada. Numa rápida dica no posto de gasolina no centro da cidade já tínhamos conseguido boas referências. Em pouco tempo já estávamos numa boa pousada e depois de estabelecidos, descarregado os apetrechos das motos, já estávamos fugindo do calorão tomando um banho de piscina (ótimo custo/benefício). Isso tudo bem perto do sítio arqueológico local, das Missões. Na noite fomos novamente nas Missões, mas dessa vez para assistir ao tradicional show de luzes e sons que acontece nas centenárias ruínas, onde de forma poética e artística nos contam a resumidamente os eventos e parte da história do local.

Levantamos cedo, não tanto quando da ida, até porque agora havia um horário do café e se não quiséssemos perdê-lo, teríamos de sair um pouco mais tarde. Já era por volta das 8h quando ligamos os motores e voltamos com a intenção de estar na estrada sem pegar o forte calor da tarde. Deu tudo certo e tranquilo Uma baita viagem, valeu a parceria do Rafa e desde já planejando novos roteiros.

Nesse post falo um pouco sobre a viagem.
Em um outro post falarei da visita e algumas fotos do sítio arqueológico de Sâo Miguel das Missões.

*Abaixo algumas imgs dessa trip: