Há 2 anos…

Apesar de ser Dia de Finados, hoje é dia também de comemorar. Nesta mesma data há dois anos atrás, aproveitando ser um feriado de sexta-feira, eu e mais 3 amigos partimos na madrugada daquela manhã para o que seria uma inesquecível trip de moto. Havíamos planejado por mais de ano esta viagem de mais de 6.500 km, saindo do Rio Grande do Sul rumo a Argentina, cruzando a Cordilheira dos Andes, descendo até Santiago do Chile, depois subindo acompanhando a costa pelo litoral do Pacífico e daí rumando então para o deserto do Atacama (San Pedro de Atacama). Depois era cruzar novamente a Cordilheira de volta para a Argentina e tomar a direção de casa. Dizendo assim até parece simples.

Fora vários dias de muitas alegrias, sensações, algumas adversidades, companheirismo e parceria, mas sobretudo de muitas experiências. Uma grande aventura em vários sentidos!
Inúmeros cenários incríveis se desvendavam a nossa frente a cada dia de viagem, nunca tivemos um visual que se repetisse em todos aqueles dias, dando assim o que pensar enquanto rodávamos com nossas motocicletas por aquelas belas e solitárias estradas, que não apreciam ter mais fim. Quase que um trip zen, de boas energias sobre duas rodas. O que deu margem até para novos significados para a percepção da vida e da grandeza deste espaço, “que por hora” ocupamos sobre a terra. Sendo que daqui não levamos nada, apenas gratas memórias de alguns momentos fantásticos, como estes.

Sou muito grato aos amigos: Pretto, Vladi e a Fabi, pela companhia incrível durante essa jornada que fizemos. Sem dúvida um dos belos momentos de minha vida. E que em breve tenhamos novas experiências e aventuras assim novamente. Gracias!!!

6 dicas para uma Road Trip perfeita

Quem não gosta de uma road trip? Juntar alguns amigos, ou família, e seguir pela estrada, conhecendo lugares e pessoas que nos inspiram? Confira algumas dicas para que sua viagem seja inesquecível!

Já todos sabemos que viajar é uma das mais ricas experiências que podemos ter. No entanto, não é preciso ir muito longe, muito menos de avião. É preciso sim, coragem, entusiasmo, um bom roteiro e, sobretudo, um carro em bom estado. Sim, carro. Porque uma viagem de carro pode ser infinitamente mais confortável, além de nos dar a oportunidade de fazer nosso próprio roteiro, em nosso próprio tempo, sem depender de horários, estações, aeroportos, check-ins e check-outs. Porque uma road trip é o jeito mais íntimo de experienciar uma viagem inesquecível. Seguindo estas dicas, você pode ter uma das mais incríveis jornadas sobre quatro rodas. Prepare as malas porque a estrada é toda sua!

1. Companhia
O escritor Ernest Hemingway já alertava: “jamais vá a uma viagem com alguém que você não ame”. O que ele quis dizer é muito simples: viajar com alguém significa estar ao lado desta pessoa quase 100% do tempo. Significa compartilhar com esta pessoa experiências únicas, as quais serão memórias únicas. Significa abrir mão de algumas de nossas vontades em nome da política da boa vizinhança em fazer concessões para que ambas as partes sintam-se satisfeitas. Ao escolhermos uma companhia para viajar, temos que ter em mente que vamos compartilhar todos os momentos, portanto, esta pessoa precisa ser alguém com a qual nos damos bem, nos identificamos e, também, com a qual somos tolerantes e pacientes. Viajar com alguém, enfim, é deixar a individualidade de lado e abrir espaço para a vontade e experiências do outro. É puro amor.

2. Roteiro
Por mais que a idéia de uma Road Trip nos lembre do primo cool das viagens, do rebelde sem causa, do carro maneiro na estrada, da velocidade e liberdade experienciada, da espontaneidade, é preciso de muita organização. Planejamento é a palavra. Nada de sair pela estrada sem eira nem beira. Uma viagem sem uma mínima programação somente servirá como fonte de estresse e preocupação se algo der errado. Portanto, seja organizado.
Pegue o mapa e veja a rota que será feita na ida e na volta. Também verifique todas as paradas que serão feitas para descanso, em hotéis, pousadas ou em acampamentos.

3. Orçamento
Uma road trip precisa de planejamento financeiro, um fator essencial para que sua viagem não vire uma grande trapalhada cheia de estresse. Anote a quantia necessária para todos os dias de sua road trip, o quanto você gastará com comida, hospedagem, gasolina e quaisquer outras despesas extras que podem ocorrer. Viajar com uma grana a mais é sempre sábio e isso pode ser dividido entre você e sua(s) companhia(s). Porém, o mais importante é conversar antes sobre a responsabilidade financeira de cada um, com quanto cada um pode colaborar e etc. Isso evitará qualquer discussão futura ou estresse por causa de dinheiro, o que é muito comum em viagens em grupo.

4. Comida
Uma road trip deve ter muitos snacks! Isso mesmo! Não há nada pior do que uma longa viagem de carro sem alguma coisa para petiscar. Até porque, alguns pacotes de petiscos farão uma grande diferença na hora de economizar dinheiro na estrada. Mas tenha bom senso, isso não significa que você deve comer junk food ou toda a sorte de comida fast-food, ou quilos de bolachas e biscoitos e salgadinhos. Não. Se você fizer isso, além de comprometer sua saúde, também compromete sua viagem, já que uma indigestão ou – o que é pior – uma dor de barriga é certeira com uma dieta pobre destas. Portanto, seja esperto e planeje com antecedência! Os snacks devem ser fáceis de carregar e com pacotes práticos mas, essencialmente, devem ser saudáveis!

5. Bagagem
Seja sensato. Uma road trip não exige uma bagagem pesada, portanto, viaje o mais leve possível, até porque você não quer ter sobrepeso no carro. O ideal é uma mala pequena para cada pessoa. Praticidade é a palavra. Não perca tempo carregando bagagens desnecessárias, saiba desapegar-se de coisas materiais.
Uma das mais importantes experiências ao embarcar numa road trip é descobrir nossos limites, portanto, permita-se arriscar alguns dias somente com o mínimo necessário. Tenha certeza de que isso será um aprendizado valioso!

6. Check-up no carro e GPS
Eis aqui dois fatores essenciais. Verificar se o carro está em perfeita condição para seguir uma viagem longa e pegar estradas nas mais diferentes condições é vital. Um check-up no carro é o que de mais óbvio se precisa fazer antes de embarcar numa road trip, é uma questão de segurança, e não é opcional.
Um GPS é altamente recomendável pela sua praticidade, uma vez que isso assegura que não se perca tempo dando voltas desnecessárias em lugares desconhecidos. Por mais que uma road trip significa um pouco de aventura, é sempre bom ter um guia na manga.

Essas dicas facilitam toda a preparação de uma road trip perfeita, mas o mais importante em tudo isto é o entusiasmo e o peito aberto para novas experiências, afinal, viajar é a única coisa com a qual gastamos dinheiro que nos faz mais ricos. Não é?

Boa viagem!

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*Fonte: obviousmag

Volta ao mundo de trem dura 24 dias e passa por três continentes

Volta ao mundo de trem percorre 16 mil quilômetros, passa por 14 cidades e três continentes em 24 dias

Dar a volta ao mundo é o sonho de qualquer viajante. Este feito, inclusive, já foi retratado por diversas vezes nas telas do cinema e na literatura. Mas você já pensou em desbravar o planeta por meio de trilhos? É isso que propõe a quarta edição do tour Volta do Mundo em Trem, organizada pelo grupo TT Travel.

A jornada de 16 mil quilômetros e 24 dias passará por 14 cidades espalhadas por três continentes. A viagem terá início em Toronto, no Canadá, em 15 de agosto de 2020, e terminará em Moscou, na Rússia, desembarcando os passageiros em 6 de setembro.

Volta ao mundo de trem: como é?

Mas como será exatamente o roteiro desta volta ao mundo de trem? Tudo terá início no Canadá, na cidade de Toronto onde os passageiros terão a chance de degustar um jantar no famoso restaurante 360º da CN Tower. Assim, o próximo destino será Vancouver, com uma vista fabulosa para as Montanhas Rochosas Canadenses.

O trajeto então contempla a Glacier Skywalk, localizada ao sul do país, uma plataforma transparante projetada para fora das cordilheiras canadenses. Na hora de atravessar o Pacífico rumo a Ásia, é necessário pegar um voo de Vancouver a Pequim, umas cidades mais populosas e milenares do mundo. Assim, neste ponto os passageiros da volta ao mundo de trem poderão se deslumbrar com a Cidade Perdida e a incrível Grande Muralha da China.

É a vez de seguir rumo à Mongólia, onde os viajantes poderão visitar o Parque Nacional de Gorkhi-Terelj e também ter a oportunidade de conhecer melhor a cultura e os costumes de famílias nômades. A viagem prossegue da Mongólia para a Rússia, com uma parada no Lago de Baikal, na Sibéria, o maior lago de água doce do mundo.

O roteiro ainda segue para a cidade de Kazan, local onde os passageiros poderão assistir ao “Tugan Avalim”, um show folclórico típico da cultura tártara. Por fim, a rota chega à bela Moscou com seus monumentos, jardins e catedrais.

Durante esse trajeto de volta ao mundo de trem, diversas paradas são realizadas nas 14 cidades. Além disso, é uma oportunidade para conhecer melhor a cultura, a gastronomia e outras peculiaridades sobre cada local. Clicando aqui você poderá conferir todos os detalhes da viagem.

Quanto custa a volta ao mundo de trem?

Quem desejar realizar a viagem de volta ao mundo de trem terá que desembolsar €16.530, o que equivale a aproximadamente R$ 79.509. Este valor é cobrado por pessoa e inclui 14 noites de viagens nos três trens utilizados durante o trajeto em cabine dupla, 8 noites de hospedagens em hotéis 4 ou 5 estrelas, todas as refeições, um guia brasileiro que acompanhará os roteiros e também a passagem de avião de Vancouver a Pequim.

*Por

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*Fonte: guiaviajarmelhor

10 sintomas de quem tem o “Vírus viajante”

A gente já sabe que o gosto por viajar está em nossos genes e que também viajantes são mais criativos, inteligentes e recebem mais ofertas de trabalho que os demais e que quem frequenta essa página é completamente louco por viagem.
Derrubamos mitos e identificamos que dentro da nossa “espécie” existem vários perfis de mochileiros e que, apesar das variações todos temos o “vírus viajante”.

Abaixo listamos 10 de alguns sintomas de quem tem esse vírus. Se você conhece outros, deixe pra gente aí nos comentários!

1- Sente muito amor pelo passaporte e seus carimbos

2- Sente muito amor por sua companheira: a mochila

                   3- Aproveita muito as viagens solo

4- Considera que viajar é o melhor investimento de tempo e dinheiro

                   5- Seus amigos e familiares não estão certos por onde você anda

6- Tem muitos amigos estrangeiros e seu Facebook parece uma convenção do Couchsurfing (bem como sua casa ou algumas que você frequenta, em alguns momentos)

7- A rotina te asfixia

8- Seus conhecidos recorrem a você para pedir informações e dicas sobre algum destino

9- Ainda que não esteja viajando, sempre tem um próximo destino em mente

10- Jamais quer ser curado deste vírus

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*Fonte: mochileiros

5º Harley’s Day – Carlos Barbosa (RS)

Então finalmente chegou o tão esperado dia do ano em que realmente eu curto participar de um encontro de motociclistas, é claro que estou falando do Harley’s Day, em Carlos Barbosa. Talvez seja o maior e bem provavelmente o mais “bacana” evento da Harley Davidson aqui no Rio Grande do Sul. Esse já é o 5º evento e sem dúvida, cada vez está melhor e maior. Tudo bem, já mencionei aqui várias vezes que não desses paga pau para a “marca” HD, mas é que esse encontro não tem aquela chalaça de carinha cortando giro, queimando pneu e fazendo treta – pagando vale de machão das duas rodas. Então a coisa fica melhor, sem essa bagunça e com cara de realmente um belo encontro de motociclistas. Sem falar ainda na visão incrível que é percorrer os estacionamentos e ver as inúmeras motos (bem, isso é só para quem curte mesmo e me entende!).

Dessa vez o amigo Pretto não pode ir, mas fui com o Rafa e o Morsh, aliás a primeira vez dos dois nesse evento. Um belo dia de sol e com promessa de fazer bastante calor. Sobre a viagem de ida, tudo tranquilo, somente um pequeno trecho de asfalto sendo recapeado no trajeto de Lajeado. Chegamos em Carlos Barbosa por volta das 11h30 e encontramos logo de cara o Vladi e um amigo de POA. Como de costume demos um rolê pelo ambiente, que é a praça central da cidade (uma antiga estação de trem). Cara, como gosto dessa cidade. Sério! Meus amigos sabem disso, não me canso de falar. Ah! A cidade é famosa por se orgulhar de não terem sinaleiras. Boa essa. Gosto disso.

Sempre tem show de bandas ao vivo, o tempo todo, e garanto – via de regra são boas bandas! Muitos truck foods para saciar a fome também e várias lojinhas de acessórios, camisetas e afins. Um evento bem organizado e que cada vez me parece melhor. Só me cabe aqui elogiar. Porque é sincero isso.

Ainda encontramos alguns amigos daqui de VenâncioAires por lá também, como o caso do Professor, Bolinha, Gauer e o Nelsis Poeta.

Valeu! E como.
E desde já na contagem regressiva para o próximo!

*Abaixo algumas fotos da chalaça de hoje:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Por um novo trecho

Depois de algum tempo sem postar sequer alguma imagem ou comentários de trip de moto, hoje resolvi publicar aqui alguma coisa já que fez um belo sábado de sol, mas não de muito calor, um dia muito bom para se pegar a estrada. Resolvemos dar um rolê na tarde, eu, Pretto e o Rafa.  Nada de mais, um tiro curto mas por um caminho diferente. Partimos para a direção de Taquari (RS) pela 287, onde a ideia era de no trevo da cidade tomarmos então um caminho de atalho até a 386, pela 436. E foi isso que fizemos, tudo de boas e aproveitando cada minuto de moto nessa incrível tarde.

Uma pequena alteração no trajeto habitual desse rolê. Aliás, agora a 386 tem pedágio, inclusive para motos (R$2,20) – só para constar. Claro que planejamos uma passada também na cervejaria Salva, que fica no caminho. Mas chegamos lá e estava fechada (essa é já a segunda vez que nos acontece isso). Encontramos nessa função um parceiro de Encantado, que também chegou por lá com sua HD e a mesma intenção nossa. Mas não deu, fica para a próxima uma visitinha na Salva.

Seguimos viagem, uma parada em Lajeado e depois para casa. Tudo tranquilo, exceto uma abilolado que quase me atropela me utrapasando em um pequeno espaço de estrada (sabe aquela cara que vem em alta velocidade e força uma ultrapassagem onde não dá, quase jogando o carro pra cima de ti?…pois é…). Mas tranquilo, esse bosta vai arder no inferno…kkkk

Na chegada então aquela tradicional pausa para um cerveja e mais um tanto de boa conversa. valeu! Até a próxima.

*Veja alguns retratos da trip de hoje.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Sabadão de verão, desde cedo na estrada

O rolê de moto de hoje teve um motivo diferenciado, acompanhei o Pretto até a IESA, em Porto Alegre, que é a revenda oficial da Harley Davidson aqui no Rio Grande do Sul, onde ele foi comprar uma peça para a sua moto. E diga-se foi tipo uma peregrinação! Eu não tinha ido até lá ainda apesar de ter uma HD (a minha foi comprada usada), portanto não tive nenhum contado com a IESA até então.

Sim, sei que existe toda uma mística nesse lance do poder da marca Harley Davidson e algumas pessoas até exageram nessa “veneração”, no meu ponto de vista. Mas daí é problema ou solução (como queiram) de cada um, eu respeito o gosto dos meus amigos, que aliás, vários deles possuem motos de outras marcas e modelos. Eu tenho o meu gosto e fiz a minha escolha e sou muito bem ciente das qualidades e defeitos do produto que estava adquirindo em termos de moto. Eu gosto da cultura e do universo das motos custom. Nada muito sofisticado. É isso. Simples assim! Sem mais explicações.

A trip começou cedo, o Pretto queria estar em POA logo na manhã e pegar a revenda ainda aberta. Saímos por volta das 7h30, tentando assim curtir mais a viagem de ida e assim fugir do calor que viria logo mais, perto do meio dia. Foi uam boa opção! Fizemos uma parada no caminho para um café, esticar as pernas, trocar uma ideia numa boa conversa e em seguida seguimos novamente rumo a estrada do Parque, que por consequência nos leva até em frente ao santuário da Arena Tricolor (dá-lhe Grêmio!!!), que era parte do trajeto até o nosso ponte de destino em POA.

Chegando lá, demos de cara com aquela vibe de café da manhã / encontro para os clientes e amigos da revenda, com direito a música ao vivo e várias belas motos no pátio. Muito bom!
Ah! Preciso aquio mencionar que os dois caras que estavam tocando lá eram MUITO BONS. Ótimas vozes, bons músicos e um belo repertório, que aliás, tinha tudo a ver com o clima estradeiro rock-country-southern da Harley Davidson, mas sem ser aquela coisa chata ou clichê, como habitualmente tende a ser nos encontros de motociclistas. E isso foi um dos pontos forte dessa manhã.

Claro que enquanto o meu chapa estava lá na lida de encontrar a sua tal peça de moto, eu por outro lado, estava de bobeira, então fiquei “zanzando” pelo loja, primeiro vendo as motos zero KM em exposição, babando e sonhando de um dia ter esse ou aquele modelo, dessa ou daquela cor…rsrsrssr. E depois vendo na lojinha as camisas, jaquetas, bonés, casacos e o escambau. Não comprei nada! Só olhei. Já disse, não tenho esse “fetiche” harleyano de ostentação da marca e tal.

Conversamos com o pessoal, peça encontrada, feito o brique, resolvemos voltar. O Vladi, nosso amigo de POA não estava na capital, ele teria sido o nosso guia pela cidade para outras prováveis aventuras, mas isso fica para uma próxima vez. Resolvemos tomar o rumo de casa então, mas antes iríamos parar junto ao monumento do “Laçador”, um dos símbolos da cidade de Porto Alegre e também do Rio Grande do Sul. Ficava no caminho e o Pretto queria conhecer de perto, mas  confesso que também jamais havia parado ali, desde que mudaram a sua localização para mais perto do aeroporto Salgado Filho. Feito o momento turistão, com direito até a fotos de avião chegando sobre nossas cabeças, seguimos pelo caminho antigo que se fazia de POA para V. Aires, ou seja, por Canos e não pela Rodovia do Parque, como agora costumeiramente se procura fazer. Aliás, há muitos anos eu não fazia esse percurso via Canos (RS). Vamu-lá!

Mas agora o destino era outro. Combinamos de paramos no caminho para comermos um churrasco em algum restaurante de posto de gasolina!
Encontramos um que parecia ser sensato, um pit-stop para almoço, mix, gasolina e  seguimos novamente em frente para casa. Opa! Não foi bem assim.
De última hora optamos fazer uma mudança de planos. Em vez de virmos direto para V. Aires, resolvemos seguir pela 386 por Lajeado-RS. A esperança de encontramos a cervejaria Salva “aberta” era forte, mas não foi o suficiente.
passamos por lá mas ainda era cedo para estarem abertos na tarde (já deixo aqui o aviso – isso acontece depois das 15h), mas passamos por lá, bem antes disso.

Uma tradicional passada pela CNG, aproveitamos para esticar as pernas junto à sombra de algumas árvores, calor pegando no começo da tarde, quando então de surpresa cruzam por nós alguns amigos do clube do Fusca de Venâncio Aires. Estavam indo para um encontro de Fuscas que acontecia à duas quadras de distância do local onde estávamos parados. Pimba! Lá vamos nós conferir o tal encontro de Fuscas de Lajeado.

Entrada grátis, aquele bate papo com a galera dos Fuscas e claro, um rolê pelo ginásio onde estavam os carros em exposição, com diversas peças e traquitanas para colecionadores desses veículos. Enfim, uma festinha/evento supimpa. Pelo calor e também por se tratar de um período de férias/verão/praia, a coisa não estava lá muito movimentada, é verdade, mas era legal, posso garantir. Feita a função, novamente era hora de voltarmos para casa e dessa vez, sem rodeios.

Mas antes ainda uma última parada! Enfim o momento tão aguardado, depois dessa jornada toda de muito asfalto, sol e calor… era hora de tomarmos aquela gelada! Báh!

Um belo sábado, vou te dizer.
Grato Pretto pela trip e a parceria.
Valeu!

*Abaixo algumas imagens dessa tal trip de hoje.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Um rolê até o Parque Witeck (Novos Cabrais – RS)

Hoje com uma temperatura amena e não com aquele o calor intenso que fez no começo da semana, foi super de boas dar um rolê de moto até Novos Cabrais (RS), para uma visita ao Parque Witeck, e o Pretto me acompanhou nessa.
Ainda não conhecia esse parque, aliás foi dica da Laura já de uns 2 anos atrás e até agora não tinha ido até lá ainda. Mas como dizem, antes tarde do que nunca!

Saímos por volta das 11h da manhã, tomamos a rota para Santa Cruz do Sul (287), passando por Vera Cruz, Candelária até Novos Cabrais. O Parque Witeck fica há poucos kms depois da entrada de quem vai para Cachoeira do Sul (153). Não foi difícil de encontrar, mas a entrada bem que poderia ser melhor sinalizada.

Assim que chegamos foi recepcionados por uma funcionária (um professora de biologia aposentada), que foi muito simpática e atenciosa com a gente e pelo que percebi, o mesmo com todos que estavam chegando ou indo embora de uma visita ao local. O que de certa forma já dava “o tom” da vibe local. Não é um lance “zen” nem religioso, mas tem um caráter de curtir a natureza, ah tem! E tudo é muito limpo, organizado e sem “zoeira” alguma. Era tipo o vento nas árvores, pessoas caminhando pela trilha de lajotas e o que também se pode dizer – os barulhos da natureza.

Cabe aqui dizer que chegamos um pouco depois do meio-dia, então o sol já estava começando a nos judiar no asfalto e chegando lá – óbvio! – o clima mudou radicalmente. Uma brisa bacana e sim, tenho que mencionar, passou uma sensação de paz e tranquilidade incrível. O parque é um projeto de um médico do Exército Witeck (já falecido), portanto uma propriedade privada da família. Para saber mais sobre a história do local, confira [ AQUI ].

É cobrado um ingresso no valor de R$ 10,00 – (por pessoa), para a visitação e o parque tem horário de funcionamento determinado. Não tem cabana para alugar nem muito menos algum venda de lanches ou bebidas, mas tem alguns casinhas e muitos bancos para descanso ao longo do trajeto, sem falar em sanitários bem cuidados. Fique tranquilo, tudo é muito bem sinalizado. Trata-se de um parque muito bonito e exuberante, que tem 2 lagos, plantas e árvores das mais diversas espécies e partes do mundo em sua mata, que aliás é muito bonita e a palavra que me ocorre agora é – exuberante! Um local para visitar, passear, talvez fazer um piquenique (neste caso não esqueça de trazer o seu lanche!) e conhecer o local seguindo a trilha.

A trilha é sinalizada, é toda calçada mas não é assim tão curta. Não exige equipamento de trekking nem nada disso. Dá para fazer a caminha tranquilamente enquanto se observa a natureza. Claro que por se tratar de uma região de muito mato, você também pode se deparar com alguns animais estranhos, como aconteceu com a gente hoje quando encontramos um lagarto cruzando nosso caminho e depois na hora de irmos embora, uma capivara ficou parada na estrada bem a nossa frente. A ideia é simplesmente seguir uma trilha calçada o tempo todo, conforme as placas vão apontando o caminho. Acho que hoje levamos tipo 1h30min de caminhada para fechar o circuito todo – só para se ter uma ideia.

Fica difícil descrever o lugar, tem muito verde e me pareceu bastante agradável, portanto para quem gosta da natureza é um local incrível. Fica a dica.

Depois de visitarmos o parque era hora de seguirmos em frente, tomamos a direção de Cachoeira do Sul, uma parada para abastecer as motos e também matarmos a sede. Fomos então pela (153) até o trevo da da (290), quando  pegamos a direção de Pantano Grande. Uma parada para almoçarmos, isso já era por volta de umas 16h eu imagino. Estávamos sem comer nada / almoço até então. Descansamos um pouco e então tomamos o caminho para casa pela (471), passando por Rio Pardo e depois Santa Cruz do Sul e daí era só seguir em frente até em casa. Essa função toda nos rendeu tipo uns 300 km rodados e que valeu a pena!

*Confira algumas img do rolê de hoje:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Viajar deixa as pessoas mais felizes do que comprar coisas

Gastar dinheiro com uma viagem pode te fazer muito mais feliz do que comprar um celular novo. Esta é uma das conclusões de um estudo divulgado recentemente e produzido por pesquisadores da Universidade de Chicago e de Cornell. Durante a pesquisa eles analisaram quais eram os sentimentos dos participantes em relação às experiências e à compra de produtos. Viagens, jantares e outras atividades parecem ter o poder de deixar todos mais felizes e gratos.

Uma das justificativas para esta conclusão está no hábito constante e praticamente inerente ao ser humano de comparar suas posses com os demais. Segundo o estudo, é muito mais comum que as pessoas compararem os tipos de celulares, carros ou casas, do que ficar tentando avaliar quem teve a melhor viagem, por exemplo. Esta comparação não tende a ser algo saudável para o corpo e, muito menos, para o bolso.

Em contrapartida, as experiências têm poder para elevar as interações interpessoais. Seja em um passeio ao parque ou em um jantar com a família, investir tempo e dinheiro em atividades tende a juntar pessoas, o que as deixa também mais gratas.

Em uma das fases de pesquisa, os cientistas colocaram os participantes em contato com sites de apoio a viagens, como o TripAdvisor, e com sites de compras, como a Amazon. No experimento os pesquisadores perguntaram aos voluntários quais tinham sido as suas emoções após as duas abordagens. Em todos os casos os sites que proporcionam experiências instigaram sentimentos melhores e mais gratidão do que as páginas de compras.

“As pessoas podem dizer ‘eu estou emocionada com o produto que eu acabei de receber’, mas raramente eles dirão que estão gratos por isso. É mais comum as pessoas dizerem ‘Eu sou muito grato pela oportunidade que eu tive de conhecer aquele país’”, explica Thomas Gilovich, um dos autores do estudo.

Clique aqui para acessar o estudo completo.

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*Fonte: ciclovivo

Um passeio até Ilópolis

Hoje cedo da manhã e já estava de pé, fiz minhas voltas todas antes do esperado e assim já estava liberado para dar um rolê de moto bem mais cedo do que normalmente acontece. O dia estava estranho com cara de chuva e mesmo que eu conferisse várias vezes a situação do clima/tempo, no celular – que indicava de que não iria chover, mesmo assim o céu dava indícios de chuva. Ok! Foda-se, vamos lá!

Sai de casa por volta das 10h da manhã, peguei a estrada e ainda nem tinha um rumo definido em minha cabeça. Acabei escolhendo seguir até Ilópolis (RS), terra da erva-mate, lugar bacana de ir – tem o Museu do Pão, moinhos e casarões antigos, e um lago supimpa perto do centro da cidade. Fui!

Há um bom tempo que não pilotava até Ilópolis, acho que esse ano (pelo que consigo me recordar agora), não tinha viajado até lá ainda. Andei sim por perto, nas redondezas algumas vezes.

E a previsão se confirmou apesar de minhas sérias dúvidas, o tempo mesmo fechado e nublado se manteve sem chuva durante todo o trajeto, tanto de ida como o da volta. A viagem foi tranquila, uma ou outra gauchada de carros à minha frente saindo da pista de uma hora prá outra sem darem sinal, normal (SIC!). Vou para Lajeado, depois Encantado, trevo novo, rumo para Dr. Ricardo e em seguida temos Ilópolis. Cidade tranquila, bacana, gosto deste lugar. Apesar de meu ranking pessoal de cidades pequenas de interior que eu curto ter ainda algumas outras cidades na sua frente.

Uma volta pelo centro, uma clássica parada na praça central e depois uma passada pelo Museu do Pão, que estava aberto mas dessa vez somente passei e dei uma espiada (já visitei outras 2 vezes anteriormente e não vi necessidade de hoje fazer uma nova visita). Depois segui até o lago, que esse sim eu acho sensacional. Gosto muito desse lugar. Dessa vez tinha um pessoal fazendo um churrasco na margem, parei para fazer algumas fotos e vieram conversar comigo. Pessoal bem hospitaleiro. A conversa foi boa, me deram algumas dicas e resolvi então seguir em frente e dar uma volta completa no lago. Estrada de chão batido mas em perfeito estado. Já estive ali várias vezes anteriormente, mas ainda não tinha feito a volta completa ao redor do lago. Já fui também na cascata que tem ali perto, mas hoje de moto custom achei melhor não!

Dado a volta, mais um passeio pela cidade. A fome já apertava, até porque já era por volta de 14hs. Resolvi tomar a direção de casa e no caminho então parar para comer alguma coisa. A volta foi também muito tranquila, não tinha pressa alguma e a viagem estava muito agradável. Mesmo fazendo um pouco de calor não estava naquela vibe de insuportável de sol rachando na cabeça. Bom!

Mais um daqueles bons dias de moto perdido por aí.
Até a próxima.

*Algumas fotos do rolê de hoje (as de cor mais acentuadas são do meu celular):

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Moto Trip Atacama 2018 – Vanâncio Aires | Pampa ao Pacífico

Hoje para mi é um dia especial. Há exatamente um ano atrás, na madrugada do feriado de Finados eu e meus amigos André, Vladimir e Fabiana, partimos em uma aventura em duas rodas da modesta Venâncio Aires (RS), até a Argentina, passando por Santa Fé, Mendoza para então cruzarmos a Cordilheira dos Andes e depois descermos, já no Chile, até a capital Santiago. Depois subimos a costa chilena até Antofagasta, quando tomamos a direção do deserto em San Pedro de Atacama. Na sequência novamente tínhamos a gigante cordilheira em nossa frente no caminho já de volta e ultrapassada essa barreira, cruzamos a Argentina e retornamos ao Brasil /Rio grande do Sul, chegando em casa depois de 18 dias de viagem e cerca de 6.500km rodados de moto.

É claro que foi uma viagem bastante emocionante e divertida, sem dúvida também a parceria de bons amigos, o que é importante nessas viagens e obviamente, inúmeras histórias e lembranças guardadas para sempre na memória. Foram momentos fantásticos, nem consigo descrever a sensação de estar de moto na cordilheira, poder parar, caminhar na beira da estrada e sentir, apreciar toda aquela imensa paisagem. Cara! Sem palavras. Me emociono agora só de lembrar. E o mesmo vale para o interior da Argentina e seus campos, as cidades pequenas e o horizonte reto em qualquer direção, sem montanhas. Depois claro, a medida em que nos aproximávamos da Cordilheira tudo vai mudando e o coração começa já a bater diferente de pura ansiedade.

Depois teve a cordilheira em si, daí entramos no Chile, com um clima totalmente diferente e a Cordilheira sempre ao fundo na paisagem. Um belo mar azul e as estradas muito boas o tempo todo, raríssimos foram os momentos de estrada ruim. e Assim sempre seguindo em frente rumo a mão do deserto, que era – digamos assim, o nosso ponto e objetivo maior dessa viagem. Chegar lá! Claro que a viagem toda é o que conta, na real. Depois seguimos para o deserto do Atacama e a cada dia a situação era completamente diferente da do dia anterior, o relevo, clima e temperatura, as paisagens – até poderia ser deserto, mas o próprio deserto tinha outras cores, uma hora vegetação, outra nenhuma, montanhas perto, depois somente ao longe. E o bom de tudo isso é que não tivemos nenhum grande problema, tudo transcorreu numa boa, as motos que eram duas Honda XRE 300 e uma Yamaha Teneré 250, aguentaram o tranco legal – e olha que estavam “carregadas”. Acontece que o nosso plano inicial era de acamparmos em algumas cidades para baratear os custos da trip, então levamos barracas, sacos de dormir e outras equipamentos que no final nem chegamos a utilizar em momento algum. Os preços de hotéis e pousadas eram super em conta, não valia a pena montarmos acampamento. O que até iria atrasar bastante a nossa viagem.
Então costumo dizer que levamos nossos equipamentos de camping para dar uma volta pela América do Sul.

 

 

 

 

 

Mas tudo bem, apesar de termos planejado tantas coisas, essa foi uma das que não saíram lá muito bem (não levar essas tralhas teria sido um alívio e tanto). Mas o planejamento prévio em nossos eventuais encontros nos dois anos anteriores a essa viagem acontecer, foram muito bons e essenciais eu diria. Estávamos bem preparados para o que viria pela frente em vários momentos e situações. Foram raros os momentos em que nos perdemos ou saímos de rota, até mesmo quando resolvemos improvisar alguma coisa. O problema maior que encontramos foi rodar dentro de grandes cidades, quando tudo é muito rápido, cheio de carros ao redor, um movimento intenso, muita gente e uma muvuca geral, justo na hora em que tu mais precisa prestar bastante atenção não só no trânsito mas também em alcançar os seus objetivos naquele momento. Mas deu tudo certo!

Aliás, cabe aqui mencionar de que fomos via de regra muito bem tratados pelos argentinos e chilenos, quando lhes solicitávamos alguma informação ou auxílio. Inúmeras foram as demonstrações ao longo do caminho de amizade, carinho, respeito e solidariedade para com a gente. Nos ajudaram, deram dicas além de solicitarem fotos com a gente, explicações de nossas motos, dicas sobre o Brasil além de ótimas conversas. Não tivemos perrengue algum com polícia rodoviária, tudo tranquilo. Aliás, o melhor dessa viagem foram os tantos momentos de horas e horas rodando por uma estrada com bem pouco movimento e a retidão e calma serena do gigante deserto ao redor.
E isso não tem preço! Uma paz incrível. Quando não faz vento forte!…rsrsrsrs

Teve vez em que até chegou a me dar uma preocupação de estarmos tão isolados, em meio ao nada literalmente por tantos quilômetros de alguma cidade mais próxima. Mas era uma coisa ao mesmo tempo também desafiadora, o que naturalemnte caracteriza isso como uma aventura, que tem lá os seus riscos (faz parte), e ao mesmo tempo de uma sensação estranhamente muito boa também.

Assim a cada dia de viagem o cenário mudava completamente, até mesmo em dias consecutivos de deserto ao redor, ele era diferente. Não pegamos chuva na estrada, tivemos sorte de que a chuva veio justamente em dias em que estávamos de folga curtindo alguma cidade grande ou então apenas durante a noite.

Em determinadas cidades grandes optamos por ficarmos de bobeira , turistando mesmo, curtindo o local, passeando e aproveitando o rolê dentro da grande viagem. Mas o melhor para mim mesmo era estar de moto na estrada. E a volta de San Pedro do Atacama, quando então cruzamos novamente a Cordilheira (em outro local – óbvio), com um cenário complemente diferente, também foi um dos altos momentos dessa trip. Foi mágico! Apesar de um sol brilhante, estávamos entrochados de roupas para o frio e por causa da altitude, que fez as nossas motos andarem no máximo à 40km/h….. rsrsrsrsrs. Foi muito engraçado.

Poderia ficar aqui contando mil coisas e mesmo ao escrever agora já me veio mais uma porção de outras memórias dessa viagem. Mas o que importa de verdade aqui é agradecer aos meus amigos e parceiros de viagem por esse grande momento, também agradecer por não termos sofrido nenhum perrengue forte ou algum acidente sequer (Gracias!), e termos realizado um sonho que inúmeras vezes foi conversado em meio a jantas, bebedeiras e conversas – mas que em um determinado dia de feriado de Finados teve seu início e ACONTECEU MESMO!

O resumo disso é: faça você também a sua viagem dos sonhos!
Não deixe poara depois ou desista. Vai lá fazer a sua trip, seja para onde for, junte seus amigos, o seu amor, parentes, ou sei lá quem, mas vá.

*Abaixo selecionei algumas imagens dessa viagem. As fotos estão na sequência dos fatos, mas claro que alguns dias foram mais importantes ou diferentes do que outros. São apenas algumas de milhares de fotos dessa empreitada. Não contam toda a história, mas dão pistas de alguns momentos do que foi essa aventura.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Aquele sábado maroto de sol

Na expectativa do sábado chegar logo para poder pegar a estrada, já pela manhã como previsto, o dia já dava sinais de que seria um belo de um sábado de sol. Mas como tive que resolver algumas coisas ainda pela manhã, já que fui deixando-as de lado ao longo da semana, acabaram assim, por me impossibilitar de fazer algum programa de viagem mais longo, que er a o que eu inicialmente queria fazer. Tudo bem, fica para uma outra oportunidade.

Tive de me contentar com uma volta mais curta e tradicional mesmo. O que eu resolvi agora chamar de “VRP”, ou seja – Volta Rápida Padrão. Rsrsrsrsrsrs. Uma volta de moto apenas para tomar um sol, vento na cara e andar por locais que já conheço muito bem e que de alguma forma não ficam tão distantes e assim. Isso não atrapalharia a minha programação par ao resto do dia (que tbém andou mudando de última hora). Ou seja, hoje a coisa acabou sendo meio que na marra mesmo, não tinha como perder de pegar a estrada com esse sol, mesmo que por pouco tempo e uma distância não tão longa.

Hoje fui sozinho, o Pretto ainda está no estaleiro se recuperando de uma cirurgia (melhoras aí!) e a dupla Rafa & Luís não deram sinal de vida (trabalho provavelmente). Então fui por conta própria. Tudo tranquilo, tudo certo, até parei algumas vezes no caminho mesmo que nem precisasse. Gosto disso. Faço o meu caminho e o meu tempo quando estou de moto! Acabei indo até Santa Cruz do Sul, ainda passei no autódromo (não fiz fotos de várias coisas), fui até Rio Pardo e voltei. Tudo de boa e na tranquilidade. Apenas o fato de um Gol , que num determinando trevo, converge e entra bem na minha frente, só que tem um dos passageiros descascando bergamota e atirando as cascas pela janela do carro. É claro que as tais cascas voavam e vinham direto na minha direção e da moto. Cada uma….kkkkkk

Abaixo, como de costume, alguns registros do passeio de hoje:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Sto. Amaro do Sul / Eclusa de Amarópolis

Em tempo de feriadão aqui no sul por causa de uma final de semana prolongado (20 de setembro – Revolução Farroupilha), ontem não cheguei a andar de moto mas hoje a coisa já foi diferente. Desde cedo já estava pilhado pensando em para fazer alguma trip na tarde, pensando par aonde poderia ser.  Um sábado bonito de sol e uma temperatura agradável para andar de moto. O Rafa e o Luís Carlos já haviam mencionado de que se eu fosse andar hoje, era para avisá-los. E assim foi.

Saímos cedo para aproveitar bem a tarde. Fomos direto na direção de Passo do Sobrado (RS), pela 287 e depois 244, logo mais adiante já tem o túnel verde, prenúncio de que estamos em Vale Verde (RS). Ainda seguido viagem sempre em frente pela 244, vamos até a entrada de Santo Amaro do Sul (RS). Trajeto tranquilo e de pouco movimento, ainda mais no final de semana. Curto muito mesmo andar por aí.

Mas uma coisa estranha hoje me aconteceu, lá pelas tantas, já no trajeto, do nada me vaio na lembrança vários momentos da viagem que fiz com o Vladi, Fabi e o Pretto, ano passado, de moto para o Chile, atravessando a cordilheira. Sei lá porque. Não tinha me acontecido isso antes em nenhum dos rolês d emoto que fiz desde aquela viagem. Mas era uam sensação boa, me deu um sentimento de satisfação daquela aventura toda e também saudades. Talvez esteja na hora de uma nova trip assim, de alguns dias seguidos em cima da moto (!?).

Na entrada de Sto. Amaro o caminho muda de perspectiva, de asfalto passamos para uma estrada de chão batido muito ruim. Aliás, hoje havia uma patrola lá dando uma nivelada na estrada bem na hora em que passamos.Acabou deixando muitas pedras grandes soltas, um monte de costeletas e a terra bem fofa. Nada muito bacana, mas tudo bem, faz parte. Eu até curto isso, mas meus parceiros não! Paramos um pouco no caminho para uma subida no mirante que há na entrada. Depois seguimos até o vilarejo, quando então fizemos uma outra parada clássica, na praça central, para uma visita na histórica igreja (construída em 1787). Um tempinho de caminhada por ali e já estávamos de volta nas motos. Queríamos ainda seguir adiante e chegar até a barragem de Amararópolis. E não é que demos sorte dessa vez! Sim, porque haviam dois barcos utilizando o sistema da eclusa. Nunca antes havia testemunhado esse procedimento quando de alguma visita nas eclusas aqui dos estado. Foi bem legal assistir. Depois demos uma passeada pelo local e então era hora de tomarmos o rumo de casa.

Tanto na ida como na volta, tudo tranquilo. Viagem muito boa e a parceria também.
Mais uma vez, um sábado muito bem aproveitado de moto na estrada.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Viagem Esta cidade tem uma fonte pública de cerveja. É só chegar e se servir

Não é fake news: a cidade de Žalec, situada no coração da Eslovênia, possui uma fonte pública de cerveja. Inaugurada em setembro de 2016, a atração busca valorizar um dos principais produtos da região: o lúpulo, ingrediente que confere amargor à bebida.

Essa é a primeira fonte pública de cerveja de que se tem notícia. A ideia surgiu como uma forma de impulsionar o turismo cervejeiro na cidade, que também possui um “museu do cultivo ecológico de lúpulo”.

Segundo o órgão de turismo de Žalec, a Eslovênia é o quinto maior produtor de lúpulo do mundo. Posicionada no centro da cidade, a arquitetura da fonte simboliza uma flor de lúpulo, expressa por dois semi círculos. O primeiro dele, é ocupado pela fonte cervejeira, enquanto o segundo se ocupa de oferecer água.

Em 2019, a temporada de abertura da fonte teve início no último sábado, 30 de março. Para degustar a bebida, os visitantes precisam comprar um copo especial, vendido por 8 euros (cerca de R$ 35) em diversas localidades de Žalec. Esse preço dá direito a provar seis tipos diferentes de cerveja – são 100 ml de cada.

*Por Mari Dutra

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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*Fonte: hypeness