Arquivo da tag: viagem

Caminhos – #70

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Visita ao templo budista de Três Coroas (RS)- I

Há algum tempo tenho vontade de ir novamente até o templo Budista de Três Coroas (RS), só que dessa vez de moto. Estive lá há alguns anos atrás e foi uma boa experiência, queria repetir. Na sexta-feira conversei com o Vladi e marcamos um ponto de encontro no meio do caminho, já que eu saio de Venâncio Aires e ele de Porto Alegre. É sábado de manhã, acordo cedo, ajeito as minhas coisas e quando passo no posto para abastecer a moto e encontro o Rafa, que é um parceiro de viagens de moto. Convido ele para ir junto mas já tem compromisso de trabalho para o período da tarde (fotógrafo).

De tanque cheio e sozinho parto tomo a estrada em direção de Porto Alegre (BR-287). Começo da empreitada. Curto passar na ponte do Mariante sobre o rio Taquari e não sei explicar bem o porque, mas é sempre uma boa sensação para mim desde os tempos de criança quando das viagens de carro em família com meus pais. Um pouco mais adiante resolvo parar no acostamento para verificar a amarra da minha mochila (com poucas coisas mas providencial). Estava com a sensação de que iria cair a qualquer momento. Mas não, foi só uma sensação e ela estava firme e forte no seu lugar.

Assim que chego no trevo, mudo a direção e sigo para Montenegro e depois São Leopoldo (caminho que percorri centenas de vezes por causa da universidade). Tudo tranquilo, dia muito bonito de céu limpo e claro prometendo calor para a o período da tarde. Perto de São Leopoldo mudo novamente de direção e sigo para Novo Hamburgo, onde me encontraria com o casal de amigos Vladi e Fabi. Chego antes do que eles mas esse tempo é muito bem aproveitado de boas sentando na conveniência de um posto de gasolina só observando as MUITAS motos legais (e bota muitas nisso!) passando pela 116. Estrada movimentada e com um fluxo de motociclistas incrível. Devo ter visto quase o catálogo inteiro de motos da Harley Davidson e das big trails da BMW desfilarem por ali…rsrs

Não demora muito, o tempo de tomar um café e eles chegam. Uma conversa breve e combinamos melhor o trajeto que seguiríamos dali para frente o resto do dia. Ok. segue o baile. Partimos para Três Coroas direto. Novamente uma viagem bem tranquila nesse trajeto, curto andar/pilotar nessa região. Chegando lá ainda havia o caminho que leva até o templo, uma estrada que começa com asfalto, muda para uma pavimentação de pedras irregulares, depois para uma saibro e por fim um trecho de chão batido mesmo. Na entrada do templo uma fila enorme de carros e ali já começava o exercício da “paciência” (srsrsrsr…). Tivemos um bom tempo de espera para entrar no templo. Mas ok, estávamos de boas e aproveitamos para por a conversa em dia e combinarmos novas empreitadas.

Sobre o templo budista de Três Coroas o que tenho para dizer ou então recomendar (um dos objetivos desses textos aqui), é que o lugar é incrível e muito bonito, realmente passa uma sensação de paz e harmonia (dá sim para sentir isso – acreditem!). Muitas coisas para ver, talvez até várias carecem de uma explicação maior ou ajuda de alguém (fica a dica) mas é sem dúvida uma grata experiência, independente de sua crença religiosa ou não. Chegamos perto do meio-dia, mas o tempo passou voando. Muita coisa para ver, admirar, ler, se informar e descobrir. Dessa vez consegui finalmente entrar no templo principal (numa outra passagem anterior por lá, ele estava fechado). Como ontem era sábado haviam muitos visitantes tipo a gente e sinceramente acredito que uma visita em um dia de semana deve ser mais calmo e portanto melhor ainda. Uma visita mais tranquila., mas isso é apenas uma opinião.

*Vou fazer um post somente com imagens dessa visita do templo. O lugar é incrível e rende muitas fotos que ressaltam essa harmonia, as texturas e cores diferenciadas de nossa cultura, o que acredito, seja sempre muito bom esse “choque”.

Depois dessa visita ao templo e ainda sem almoçarmos, já era por volta de duas horas da tarde, ainda seguimos para são Francisco de Paula que não era longe. Onde então iríamos almoçar. Eu que achei que a viagem já estava sensacional até então, tive uma grata surpresa, ainda teve mais situações interessantes. Tomamos a RS 270, que é uma estrada muito bonita, cheia de curvas e cercada de verde por todos os lados em várias partes do seu trajetos. E sempre subindo a serra (nesse caso). Depois do nosso almoço ainda fomos na lago São Bernardo, que é bem perto do centro da cidade, assim dizer. Um local muito bem cuidado e bonito. Gostei! Aliás, em uma nova oportunidade pretendo voltar e também dar uma passada na famosa livraria Miragem.

Tempo depois dessa empreitada já era hora de começarmos o processo de volta para casa. Descemos então direto até Taquara (trajeto incrível) para andar de moto, depois rumo à Sapiranga, Novo Hamburgo – onde mais adiante me separei do Vladi e cada um seguiu o seu caminho final de casa. Já estava noite e eu ainda tinha toda uma viagem similar à São Leopoldo – V.Aires pela frente. Uma paradinha para completar o tanque, um café e esticar as pernas. E de volta ao trecho. Fica difícil dizer que essa foi uma das melhores trips de moto que já fiz, até pelo contexto espiritual e também de paisagens locais e tal, mas sem dúvida está entre os meus  TOP 10 de todos os tempos. Um dia longo e muito bem aproveitado, cerca de410km bem rodados de forma que não há texto nem muito menos fotografia alguma que conseguiria traduzir a sensação tão boa de que foi esse rolê. Só tenho a agradecer por mais esse momento.

Valeu Vladi e Fabi pela parceria, mais uma vez.

 

*Para conferir abaixo, algumas imagens dessa trip.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Highest Road In The World


Vera Cruz e Rio pardo

O clima ultimamente anda meio maluco e fora de controle aqui no sul. Chove a semana toda e depois faz um belo sábado de sol. A mesma coisa nas duas últimas semana. Bem, ao menos não se pode reclamar dos sábados que tem sido um melhor do que o outro. Esse prá variar não poderia ser diferente, depois de quase virarmos sapo chegou a hora de sair de casa, tomar a estrada e um bom banho de sol numa tarde de moto fantástica.

Nos encontramos no local de costume e dessa vez da turma apenas eu, Pretto e o Rafa, estávamos liberados para o rolê. Uma breve conversa e era hora de zarpar. Ainda no trajeto da saída passamos por um posto de gasolina e um motociclista que estava abastecendo a sua moto nos acena como quem diz… Peraí! Quero ir junto com vocês.

Feito! Atendendo ao pedido, estacionamos as motos e aguardamos o motociclista, era o Mioto. C umprimentos daqui e dali e ele seguiu junto com a gente. Saímos em direção de Santa Cruz do Sul, depois no trevo tomamos um acesso lateral até Rio Pardo onde chegamos na praça do centro da cidade para uma breve parada. Só que lá estava começando a rolar uma grande festa bem bacana e que nem tínhamos conhecimento. Beleza! Tudo muito bem organizado, com vários truck foods, lonões, música e outras atividades. Mas como ainda era muito cedo, apenas começo de tarde, resolvemos deixar para passar na volta e então comermos alguma coisa. Seguimos em frente novamente voltando até Santa Cruz e seguindo então rumo à Rio Pardo.

Deu para conferir que a habitual paisagem que conhecemos do local na beira do rio estava bem diferente por causa da cheia. A descida no portinho até o restaurante flutuante estava irreconhecível, tudo embaixo da água. Claro que o tal restaurante local estava ok, atracado em um novo local e flutuando bem de boas na preguiçosa tarde de sol. Resolvemos voltar dali mesmo, a ideia inicial era irmos até Pantano Grande, mas por questão de tempo decidimos voltar e ainda aproveitar a festiva de Vera Cruz no caminho. Para isso voltamos por um outro caminho, mais longo e até mais interessante.

Já de volta à Vera Cruz era hora de parar, se acomodar e escolher um bom lanche dos tantos truck foods que lá estavam. Vou te dizer, foi difícil escolher. Muita coisa boa. Báh!

Depois de comermos, trocarmos uma ideia e darmos muitas risadas a tarde já começava a dar indícios de seu final e portanto, era hora de irmos para casa. Mais uma tarde sensacional de rolê de moto com os amigos, bem de boa ao sol. E olha, fazia tempo que não via meu amigo sol. E é uma coisa muito boa andar de moto num dia frio mas com esse clima de hoje.

THANKS!

 

*Confira abaixo algumas imagens dessa historia toda…

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Caminhos – #66

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


POA (saindo na madruga e voltando na noite)

Já há dois finais de semana o tempo não ajuda em nada no quesito rolê de moto. Até então era sempre chuva e mais chuva. Mas esse sábado a meteorologia acertou, fez sol e foi bonito. O Pretto tinha agendado uma revisão geral de sua moto em POA e me convidou para ir junto, só que tinha um perrengue, teríamos de sair cedo, de madrugada, mesmo sabendo que faria bastante frio. Ele precisava estar lá quando abrissem a oficina para dar tempo que fizessem o trabalho. E já que eu curto esse tipo de aventura topei na hora.

Sexta de noite já deixei a moto e as minhas coisas arrumadas, tudo para facilitar o serviço na manhã seguinte, ainda dei uma conferida no site do clima/tempo e a previsão era de dia de um belo dia sol mas de uma madrugada bem fria. O despertador tocou e já me ativei, em pouco tempo já estava na garagem pegando a moto. Nos encontramos no local cominado e mesmo com a friaca toda, demos a ignição na empreitada.

O céu ainda estava escuro quando saímos, a cidade amanhecia ainda quieta e vazia nesse horário perto das 7 horas. Não precisou andarmos muitos kms para descobrir que um sereno iria baixar e tomaríamos uma belo banho nessa condição. Não deu outra, acho que em menos de 15km percorridos eu já estava com as as minhas roupas molhadas. Putz! Mas de resto tudo bem, a jaqueta de couro e as botas deram conta do recado, o problema eram as luvas e a calça jeans, que logo estavam molhadas como se fosse um dia de chuva e a viseira do capacete que ia aos poucos embaçando e se enchendo de pingos (a situação de andar com sereno é diferente de andar num dia de chuva). Mas não tinha mais volta, o negócio era seguir sempre em frente e depois secar lagarteando ao sol, lá em POA.

Mas daí me ocorreu o seguinte, “o que molha rodando, depois também seca rodando”. E foi isso mesmo.

Só que essa porra de neblina durante a viagem não terminava nunca, só piorava e é bem ruim não conseguir enxergar muito à frente no asfalto. Bastante perigoso. Em um certo trecho finalmente ficamos alguns kms sem neblina, o que ajudou bastante, mas depois ela voltou e nos acompanhou até quase Porto Alegre. Em um determinado momento tivemos de fazer uma parada num posto de gasolina para secar as viseiras e conferir as roupas molhadas. Mas foda-se, não tinha muito o que fazer. Seguimos em frente.

A neblina nos acompanhou até mais ou menos o final da estrada da Arena do Grêmio, quando pegamos o trajeto da Freeway para entramos em POA pela trajeto da FIERGS. Daí o sol apareceu legal, colaborativo e participante no processo de secagem e aquecimento. Até que enfim.

Chegamos no horário marcado, uma conversa bem amigável e o pessoal de lá muito gente fina. Tomamos um café para esquentar a máquina e daí era só aguardar o Vladi e a Fabi chegarem, já havíamos cominado com eles essa empreitada e estavam ciente do nosso horário e local. Enquanto a moto ainda estava sob os cuidados na oficina, saímos para dar uma caminhada pela redondeza e pegarmos um sol para secar as roupas e as luvas.

No meio dia a moto já estava OK e então partimos para um almoço na cidade baixa. Depois de uma boa refeição regada à uma ótima conversa com  muitas risadas, resolvemos dar um rolê por Porto Alegre. O sábado de tarde de outono é mágico em POA.  Só isso o que tenho para dizer.

Passamos pelo Beira Rio que estava em movimentação de dia de jogo, depois uma ida até a zona sul em Ipanema. Várias paradas, muitos comentários e histórias. Até acabamos passando em frente a onde era a casa do Marceleza (nosso QG e estúdio de ensaios), do meu amigo e parceiro de banda na “Troublemakers” e “Carbura”, afinal foram vários anos de muitas histórias em função de banda. Deu saudades!
Cara, foi um dia e tanto em Porto Alegre. Báh! Valeu. E como.

 

*Abaixo uma sequência de imagens dessa empreitada toda.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Caminhos – #63

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Lords of Atlas – Alcan 5000


Herveiras

Desde cedo já pensando no rolê de moto, mas antes ainda tinha algumas coisas para resolver aqui na cidade e depois ainda ir até Lajeado (tudo pela manhã), para então estar de volta em tempo para poder andar junto com a rapaziada. Tudo certo, fui e voltei de boas apenas não deu tempo para almoçar. Quando cheguei já era perto do horário que havíamos combinado para a saída na tarde.

Chego no local combinado e encontro o Prof. Jeferson e o Luís Carlos já me aguardando. Tomo um café, como alguma coisa rapidinho enquanto converso com a galera e nesse meio tempo ainda aparece o Bolinha. Beleza! Time pronto e então já era hora de partirmos. Um dos caras percebe que esqueceu os documentos da moto e então tinha de passar em casa para pegar. Marcamos então um novo local mais adiante para nos encontrarmos. Nesse meio tempo surgiram mais outros conhecidos de moto que iriam para um encontro de motociclistas em Lajeado. Daí deu um bug geral na galera. Para onde vamos? Conversa vai, conversa vem,decidem ir no tal encontro. Eu não curto muito essas paradas (fui nos que eram de HD). Resolvi seguir em frente fazendo o meu caminho e eles foram para o encontro. Tudo de boa e sem mimimi. Cada um sabe o que faz e pronto. Simples assim.

Segui subindo o vale na direção de Herveiras. Cara, como gosto desse caminho, é muito bonito e curto bastante. Não sei explicar mas é até uma coisa meio relax esse trajeto nos finais de semana. Mesmo que já tenha ido lá inúmeras vezes, há anos, parece que cada vez curto mais ainda.

Como fui sozinho, pude aproveitar e parar onde e quando quisesse no caminho. Não tenho muito o que contar dessa vez, foi uma viagem solitária mas não menos interessante. Gosto de andar sozinho também.

Como seguimos sempre até um determinado ponto, que é um posto de gasolina com restaurante e lancheria, dessa vez encontrei pelo caminho um grupo de motociclistas de Vera Cruz (uns 12 caras), com suas motos esportivas. Também estavam fazendo esse mesmo roteiro que eu. Conversamos quando cheguei no posto, mas estavam num entrevero resolvendo um problema em uma de suas motos.

Fui tomar meu café e comer algo, afinal estava sem almoço algum até aquela hora. Fui bem atendido (como sempre), mas daí o garçom me alerta para o fato de que ali, naquela região, costuma chover quando o céu ficava com a coloração que estava tomando forma. Dou uma apressada no processo e logo estou na estrada novamente tomando o rumo de casa. Até lá são mais ou menos uns 90km, só que eu pretendia na volta dar uma espichada no caminho, passando pelo autódromo de Santa Cruz do Sul, para dar uma espiada nos treinos da Stock Car que tem prova amanhã. Mas com o tempo se fechando resolvi voltar direto.

A descida foi boa e acabei nem me molhando, consegui fugir da chuva. E no caminho à minha frente alguém dentro de uma SUV joga uma lata vazia de refrigerante pela janela. Porco!

Uma paradinha estratégia para tirar os óculos de sol, o tempo já estava mesmo escuro e só iria me atrapalhar. Ainda penso se daria para ir ou não até o autódromo. Resolvo voltar prá casa. Quando chego, encontro na rua o Pretto e o seu sogro tomando um chopp. Mazah! Parei.

O resto é história e lembrança para minha cabeça de mais uma bela tarde em função de andar de moto. Valeu!

*Abaixo algumas fotos do caminho.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Himalayan 4,500km Adventure


Caminhos – #56

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Motorcycle Travel Through South America


Motorcycle enduro adventure Mongolia. Yamaha XT660Z Tenere


Ilópolis

Com essa história de feriadão junto do final de semana ficou bem melhor a questão de dar o rolê de moto. Dava para escolher o dia e até mais de um. E hoje prá variar também foi dia. Mesmo com uma cara cinzenta até depois mesmo do ainda do meio-dia, o céu estava dando pinta de que não caso para chuva. Dessa vez nem olhamos a previsão do tempo. Marcamos o horário para a partida e pimba!

Dessa vez o Pretto estava à postos para ir junto e combinamos de seguir com destino cheio de subidas e curvas até Ilópolis (RS), a terra da erva-mate.

Aos poucos enquanto seguíamos na direção de Lajeado, Arroio do Meio e depois Encantado, o clima foi mudando para mais frio (claro, subida de serra), mas ao mesmo tempo o sol resolveu aparecer e dar uma colorida diferente na região. Melhor! Perto de Encantado uma breve parada no posto do pedágio para uma água, uma ida ao banheiro e um pouco de conversa. Inclusive ajudamos um parceiro que queria ir para a cidade de Travesseiro e estava meio atrapalhado, só para não dizer perdido.

De volta às motos, seguimos o nosso destino de subida, agora já com um movimento menor de carros após o trevo já no caminho de Ilópolis. Esse trajeto já teve asfalto melhor, no começo muito buraqueira e aqueles espaços “derretidos” ondulados de asfalto por causa do peso de caminhões (grande perigo para as motos), superando isso tudo de boa logo estávamos passando por Dr Ricardo e depois Anta Gorda (nomes interessantes de cidades). Nem vou comentar muito sobre a beleza dos lugares ao longo do trajeto, fica compreendido aqui de que é uma viagem muito boa e de quem curte esse tipo de atividade, porra meu, é sensacional. De vez em quando é preciso sair de sua zona de conforto e conhecer lugares assim, sem shopping, sem sinal de celular mas por outro lado, cheio de vida. Fica a dica.

Fizemos uma ou outra parada eventualmente no caminho para curtir o visual, até porque afinal não se trata apenas de subir na moto e acelerar. Essa função de andar de moto e se sentir livre, buscar essa sensação de paz, realização, interagir com a estrada, a paisagem, o deslocamento e a máquina é muito boa.

Chegando em Ilópolis a missão então passou a ser encontrarmos um bom café. Só que hoje foi dia de feriado do trabalhador e assim a maioria dos estabelecimentos estavam fechados, coisa que não acontece nos outros rolês durante o ano. Nenhum café aberto. Então resolvemos dar uma rápida passada na lagoa que há perto do centro da cidade. Um pouco de conversa com um cara que estava com a sua família ali pescando, na real era mais dando banho em minhoca do que pegando peixe mesmo. Nessa hora o céu já começava a dar indícios de escurecer então era momento de preparar a volta. Uma parada no posto para abastecer (nada de café ali) e seguimos o caminho de volta.

No trevo de saída da cidade encontramos um vendedor de pinhão na beira do asfalto. Paramos, perguntamos o preço, negociação feita e a mala então cheia de pinhão até a boca. Seguindo em frente, planejamos uma parada para um café em um posto de gasolina que vimos pelo caminho. Nada feito, lancheria fechada. Tentamos ainda um mini mercado com um balcão de lancheria, também nada feito. E olha que nessa hora um café seria uma boa, já estava começando a fica rum pouco frio. Vamos em frente com o caminho de descida de morro.

O trajeto foi tranquilo, só que a medida em que chegávamos mais perto de Encantado outra vez, o movimento também aumentou (sem contar que era dia de final de feriadão) e daí veio aquela situação xaropenta de descida de morro com várias curvas, em faixa dupla com um caminhão na frente segurando uma fila de carros… putz! Logo chegamos em Encantado, depois mais adiante já era Lajeado e por aí em diante nossas motos já andam meio que no piloto automático.

Chegamos loucos por um café, a tarde passou voando, afinal rodamos centenas de kms sem comer nada, já estava ficando escuro e frio pegando. Por aqui as coisas também eram em clima de feriado de dia do trabalho. A solução foi o postinho. Até que enfim o tão esperado café…rsrsrsr.ainda conversamos com mais alguns amigos que encontramos e já era momento de ir mesmo prá casa. Fome batendo, assuntos ainda por resolver antes dedar por encerradas as grandes atividades do feriado.

Tenham uma boa semana. Esse foi um feriado supimpa, com muita coisa bacana e sempre bom contar com a parceria dos amigos nesse tipo de aventura. Valeu!

 

*Com já é costume, abaixo uma sequência narrativa de imgs do rolê do dia.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Scramblers in the Rockies! Ducati Scrambler vs Triumph Scrambler | ON TWO WHEELS


Nada de novo, mas muito bom

Se ontem tive azar com aquela chuvarada toda no lombo em meio a tentativa de dar um rolê de moto até Taquari entre uma bomba d’água e outra, hoje não. Dia bonitaço de sol e com aquela temperatura ideal para se andar de moto. Beleuza!

No horário combinado eu, Professor Jeff e o Luís Carlos nos encontramos e partimos à caminho para Herveiras, um trajeto já bem tradicional e comum para nós, mas sempre muito tranquilo e bom demais de pilotar (pouco movimento nos finais de semana). Sei lá, hoje não tenho muito o que escrever sobre essa parada, foi tudo tão de boa, beleza e o dia ainda estava realmente incrível para se andar de moto – não sei como descrever isso aqui, transmitir essa sensação, mas podem me acreditar – ESTAVA MESMO du caralho!

Ah! Sim, como via de regra acontece, hoje teve mais um lanced da série “o imbecil da estrada”.

Dois caras numa Honda CG (sempre essa moto…) logo na saída de VAires, assim que subíamos em direção à Santa Cruz do Sul, nos ultrapassam naquela vibe do – “Ahã, minha CG-thunder-mega-blaster-turbo é bem melhor do que as motos de vocês,vejam só”…
Eles nos ultrapassam, tipo há mais de 100km/h e eu não dei a menor bola para isso, que se vão (viu, já estou vacinado!). Os dois na motinho se viravam o tempo todo olhando para trás esperando uma reação… E nada. A gente seguimos na nossa velocidade normal, bem de boa. E eles (os dois na mesma moto) viram prá trás o tempo todo. Mas daí vem o lance inesperado (sempre tem). Como tiveram de acelerar com tudo para nos ultrapassarem nessa subida em direção ao Restaurante Casa Cheia (só p termos aqui uma referência), a vitória deles foi pífia, porque um pouco acima eles precisavam sair do asfalto e dobrar à direita para entrarem numa estradinha de chão. Acontece que eles estavam ligeiro demais para saírem do asfalto e logo entrarem no de vez acostamento “irregular” e com buracos (o que com certeza lhes daria um belo tombo) e pior, era uma curva muito fecha em “cotovelo”o caminho deles, cheia de pedras soltas. Cara, muito louco isso… Era mais importante eles nos ultrapassarem do que seguirem o seu caminho numa boa.Em resumo. Cara! Cena linda ver os dois na motinho se esperniando para tudo que é lado para não cairem assim que sairam do asfalto e tentaram frear de vez para entrar na estradinha lateral. Não deu muito certo, a moto meio que em linha reta (óbvio), não fez a curva que seria muito fechada naquela situação (como são burros) foi em direção à macega à sua frente. Sim, pararam, mas essa função toda levantou uma poeira danada. Não caíram por pouco.
Tô falando! Esse mundo tá cheio de imbecil.
Vi essa merda toda de camarote e dei muitas risadas. Depois quando fizemos uma parada foi a primeira coisa que perguntei para os parceiros que estavam junto, se tinham visto essa chgalaça também. Sim! Claro que viram. A risada foi grande!!!!!

Seguimos em frente, passamos pela tradicional ponte da 153, uma paradinha e aqui volto à dizer, que trajeto bonito e bom de andar. Paramos depois no postinho de sempre para um café, jogar conversa fora e depois voltar. um rolê simples, tranquilo mas muito bom. Esticamos ainda um pouco mais o trajeto da volta passando por de trás do autódromo de Santa Cruz do Sul,  no caminho ainda paramos no Rancho América (aliás, aqui cabe um comentário – já foi melhor).

E assim se aproveita muito bem mais um dia de moto com os amigos. Por mais dias assim.
Valeu!

*Algumas imagens da tarde:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Jogo do rolê antes da chuva

Hoje é feriado de sexta-feira (21 de abril) e inicialmente eu havia planejado uma outra coisa para o dia. Iria viajar sozinho mesmo porque meus amigos já tinham outros planos, queria sair bem cedo e assim aproveitar bem o dia todo andando de moto. Mas acontece que desde logo nessa semana a previsão do tempo indicava chuvas para quinta d enoite e o dia de sexta-feira. Então nem me animei muito com esse veriado e a possibilidade de pegar a estrada de moto.

Hoje amanheceu um dia legal apesar de sem sol. Aproveitei e fui na casa do meu amigo Jeferson fazer alguns ajustes e mudanças na minha moto. E meio a uma conversa legal, um chimarrão e outro a HD agora tem então pedaleira eum banco para carona (mulheres somente!). Vamos ver….

Depois de uma pancada de chuva antes do meio-dia, o céu deu uma limpada e me pareceu de que a chuva daria uam boa trégua ainda no período da tarde. Por volta das 15h saí de moto com o objetivo de ir até Taquari. Na altura da ponte de Mariante o céu já deu sinal de não seria tão fácil assim esse rolê sem me molhar… e bastante! Passei a ponte, parei e dei uma boa avaliada na situação. Seguia em frente ou voltava e encarava a chuva que então eu encontraria de frente? De qualquer jeito eu pegaria chuva, mas se voltasse (e foi o que escolhi), seria por um tempo menor, contando que eu nem estava de jaqueta ou qualquer aparato desses para dia de chuva.

Voltei e claro desabou o aguaceiro. Eu estava a semana toda com dores de garganta, agora nem podia reclamar. Era seguir o trecho em frente de volta e chegar o quanto antes em casa. Nem preciso dizer de que curto esses desafios mentais. Gosto de apostar “comigo mesmo”  esse tipo de coisa em frente adversidades.

Daí você aí vai dizer: Pô,ele não se liga de que vai chover?
Me ligo sim, sei da possibilidade, já disse é uma aposta, é um jogo que faço – será que vai dar ou não!?
Hoje não deu. Semana passada também não. Mas outras tantas vezes deram certo. Então… Play the game.

Mas tem outra, cansei de sair de moto todo “preparado” para chuva e não dar em nada. Nah! Não quero andar “empacotadinho”.
Cara, eu não gosto de andar de moto e levar trocentas coisas comigo. No way. E essas roupas para motociclista em dia de chuva… piça! Não gosto.
Então rodo, qdo começa a chover volto se não estiver longe (hoje e semana passada era menos de 30km para chegar em casa). Ninguém vai sofrer por andar uns 15min na chuva, que seja. Se estiver longe de casa ou de um ponto objetivo de viagem, daí sim procuro um posto de gasolina, algum refúgio, parada de bus e pronto. Se for uma viagem mais longa e programada, calro que terei junto meu kit de chuva (bosta). A vida é simples, não precisamos complicá-la ainda mais.

Foi tudo bem, cheguei em casa e direto para o chuveiro quente. Até agora estou legal. Talvez amanhã minha garganta exploda, mas amanhã já é um outro dia. Cada coisa a seu tempo e o seu dia. E vou te dizer, garanto que amanhã tem rolê com rapaziada!

*Sempre levo a minha câmera fotográfica junto e até então não custa nada fazer alguns cliques (já virou um costume e também percebo que gera pico de visualizações aqui no blog qdo rola isso – capicce).
Abaixo algumas imagens desse curto e atrevido antes da chuva rolê.


Dicas de pilotagem na terra


World’s Oldest Motorcycle Riders – A True History


Dirija melhor usando técnicas de off road


Rolê curtinho mas de bom tamanho

Feriado de Páscoa, então aquela hora de encontrar os amigos aqui da cidade bem como e os quem vem fora, voltam para visitar a família. Assim ontem levei o Vladi para conhecer Canudos do Vale, que eu havia comentado esses tempos com de que havia curtido bastante. Ontem mesmo, na volta e com o Pretto junto, combinamos de hoje, no sábado, sairmos mais cedo e assim darmos um rolê mais “forte”.

Acontece que o clima não ajudou dessa vez, nem vou reclamar porque foram tantos finais de semanas seguidos nos últimos tempos sem chuva, que renderam vários rolês de moto incrivelmente bons. Contabilidade OK.

Depois do meio dia percebi que não haveria jeito, nem prorrogando a partida a coisa escaparia de uma chuva no lombo. Melhor se resignar, ficar em casa e curtir um sábado de chuva de boas. Na metade da tarde a chuva para e em menos de 15min já estou pronto para sair de moto. Aviso os camaradas da minha intenção, roteiro, metereologia, carta de vôo e um abraço pro gaiteiro. ninguém responde. Pelo jeito estava muito bom o nâni da tarde. Vamu-qui-vamu.

Fui para Santa Cruz, depois Vera Cruz indo passando pelo autódromo. O portão estava fechado, teria de dar a volta mas daí por causa da chuva de antes o trecho tava com barro e isso já não é tão legal assim com uma moto custom. Náh! Gosto dessa volta pelo autódromo, já comentei aqui trocentas vezes. Bem pouco movimento aos finais de semana e assim pista livre para um desempenho mais ganjudo na “pretinha” (sacarem!?). Sabia que não teria uma janela muiot grande de tempo tempo bom para isso, justamente aí o motivo desse rolê meio básico, mas bacana. Tiro curto.

Na volta passou por dentro de Santa Cruz e já na subida do Grasel a chuva veio. E veio forte daí. Achei que não tomaria banho de chuva hoje, mas não deu. Paro no acostamento para ajeitar rapidamente minhas coisas (saco plástico na carteira, docs e celular), sigo em frente agora ligado o modo “fica esperto garoto”. Cada vez mais forte a chuva. Ok. Faz parte.

Sou da teoria de que o cara tem de andar de moto nas mais diversas situações de clima/tempo, assim quando for pego de surpresa em uma viagem mais longa por exemplo, tudo vai ser bem mais tranquilo e não vai ser nenhum grande perrengue. Acho importantíssimo essa coisa de ter o controle, dominar e saber controlar toda função com a sua moto, sentir como ela reage nas mais diversas situações de clima e terreno. Como ela freia na chuva em caso de uma freada longa ou então rápida e curta, como se comporta nas curvas em diferentes velocidades na pista seca ou molhada, na brita, asfalto ou terrão, o mesmo também na situação de dia com bastante vento (já fiquei com torcicolo por causa do vento contrário ficar empurrando meu capacete – putz!). Quem foi que disse que a vida é fácil?

O bom que foi que hoje na tarde o trajeto de chuva seria no máximo de uns 30km, talvez nem isso. Beleza, estava já voltando mesmo. E claro que assim que passei pelo mítico “chuvedouro” da região da linha Pinheral, a chuva milagrosamente parou e os asfalto estava sequinho a minha frente. e eu, todo ensopado. No mais tudo tranquilo. Nenhum abobado fora do normal na estrada da estrada dessa vez.

Mesmo sozinho e com a chuva a empreitada foi bem bacanuda.

 

OBS: Claro!… Tem sempre aquele cara que está andando à 80km a sua frente, daí tu te aproxima de moto atrás dele, não ultrapassa porque está em uma faixa dupla ou então tem um trânsito mais intenso no sentido contrário que o impede de ultrapassá-lo naquele momento. Daí como num passe de mágica o cara do carro a sua frente percebe a sua movimentação atrás dele e do nada – pimba! – resolve virar o Ayrton Senna d o asfalto. Isso é lindo! Sempre tem essa parada – Sim, eu disse, SEMPRE! – Já estou vacinado.

O que acontece então? Tu acelera um pouco já para preparar a ultrapassagem, ele (o da frente) acelera também, daí tu está tipo a uns 85km/h, tu acelera um pouco mais, ele também acelera (não esqueça que até então esse mesmo sujeito estava comodamente no asfalto andando nos seus oitentinha e não estava nem aí…); então tu aperta um pouco mais, tipo já estamos a 90km/h, ele então também vai estar aumentando para essa velocidade…..rsrsrsrssr

Vem cá. Ele quer o que? Me diga? Não posso ultrapassá-lo? É isso? ele é dono da estrada, o capitão do mato do asfalto local?
Claro que é óbvio que farei a ultrapassagem brincando, motor tem até de sobra tem para isso, só não faço pq tem carros no sentido contrário me impedindo ou a tal faixa dupla. Daí essa novela se arrasta até o momento em passo a ter a possibilidade de uma utrapassagem segura e tranquila, boto a moto para o lado e FEITO! Daí é adiós, até ele se dar conta do que aconteceu e resolver reagir já Elvis. Mas que saco isso!

*Não esqueça – quando esse cara que estava há poucos minutos atrás viajando numa velocidade tranquila e constante de 80km/h, tava tudo OK na cabeça dele. Então porque ele fica galo e resolve acelerar somente quando está prestes a ser ultrapassado?

Mais um dos grandes mistérios da natureza humana. Cartas para a redação. Tsk.tsk.tsk…
Como tem imbecil nesse mundo. Aliás, demais.

 

*Retratinhos da função.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Canudos do Vale – II

Mesmo sendo sexta-feira e desta vez casualmente também um feriado, um dia tradicional de reunião familiar, também de aproveitar muito bem o tempo livre e pegara estrada em duas rodas. Dessa vez fomos apenas eu e o Vladi, que já havia dito que apareceria no final de semana de Páscoa. Como éramos apenas nós dois e ele esses tempos viu as imagens da nossa trip até Canudos do Vale, local que ele ainda não conhecia, então hoje nos mandamos prá lá.

Dia bom, ameno, nem tão quente nem frio também. Perfeito para se andar de moto. Fomos para Lajeado e quando estávamos quase chegando lá paramos porque pensei em mudarmos um pouco nosso roteiro, dando uma esticada até a beira do rio no cais do porto de Estrela. Tudo bem, fomos até lá, coisa que já fiz inúmeras mas o Vadi não conhecia. Só que a surpresa foi chegar lá e darmos de cara com um portão fechando a rua de chão batido, impedindo assim a entrada. estranho. Como já disse, fui várias vezes lá e não lembro desse portão ou de qualquer impedimento de chegar até a beira do rio, no cais. Pena, mas não foi possível chegarmos lá.

Voltamos então ao plano original de seguirmos direto até Canudos do Vale. Voltamos ao caminho de 386, trevo para Canudos e região e depois é só seguir em frente em ritmo de subida de serra e posso garantir uma coisa, que lugar bonito. Fomos de boa, sem pressa alguma, tínhamos a tarde toda para curtir essa volta. Na outra vez que estive por lá (minha primeira vez), eu levei a máquina fotográfica mas na hora “H” descobri que a sua carga de bateria estava no fim. Hoje me lembrei disso antes de sairmos e me preparei. Câmera OK! Mas mesmo assim fiz poucas fotos.

A viagem foi tranquila, no caminho passamos pela ponte com o chão de madeira que permite apenas passagem de um carro por vez (claro, também por causa de sua largura). Mais adiante paramos no parque municipal de temática alemã (sinceramente não lembro do nome agora) e dessa vez andamos por mais lugares dentro do parque. Bonito e bem interessante o local. Ficamos imaginando como deveria ser a festa municipal deles por ali. Cansou toda essa circulada pelos vários cantos do parque com os diversos prédios “temáticos” espalhados numa área de terreno íngreme . Também fomos na ponte (pinguela) e no labirinto “verde” ao lado. Claro que meti uma pressão para o Vladi ir tentar dar um rolê pelo labirinto, mas ele não curtiu. …rsrsrs

O clima deu uma mudada, começou a escurecer e temperatura também mudou um pouco, deu até uns pingos de chuva, mas logo passou. Resolvemos seguir em frente em nossa empreitada de irmos até Canudos do Vale mesmo com o céu apontando uma certa cara de chuva. Essa parte do trecho é muito boa de se andar de moto. Fica a dica.

Chegamos em Canudos Vale, cidade pequena mas muito agradável com o Forquetinha ao lado. Chegamos e resolvemos parar em uma lancheria para bebermos algo, era feriado de sexta-feira santa, mas nos atenderam de boa. Um tempinho para descansarmos e conversarmos um pouco e já estva ficando ainda mais escuro. Não era tarde mas o clima estava ficando esquisito. Resolvemos voltar. No caminho, em uma parte de estrada estreita e sem acostamento nos deparamos com uma vaca tranquilamente parada atravessada na faixa de rolagem. Bem, parece engraçado, mas acontece que tu nunca sabe para onde um bicho desses (que não é pequeno) vai correr ou então o que vai fazer ou de que forma vai reagir com a nossa aproximação e ronco dos motores. Mas deu tudo certo, me aproximei devagar e a vaca saiu correndo para uma direção que nos foi favorável e assim seguimos em frente. Demos sorte por ela estar num local visível, mas se fosse logo após uma das tantas curvas fechadas que fizemos em alta, putz!

Anuncio que dessa vez não teve nenhum perrengue com algum imbecil na estrada (mas sempre tem), talvez apenas demos sorte de não encontrar nenhum. Bom! Muito bom.

O caminho da volta foi na tranquilidade e quando chegamos ainda encontramos o Pretto para uma conversa e também combinarmos novas empreitadas.

Valeu! E sem dúvida foi mais um dia daqueles.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Canudos do Vale

Hoje foi dia de rolê de moto e de descobertas, ao menos para parte do grupo. Nos encontramos no horário e local de costume, eu, Pretto, César (o irmão dele), Rafa e Luiz Carlos. Dia bonito e ainda bem, já nem tão mais quente como era apesar de fazer um certo calor ainda.

Quando nos encontramos hoje ficamos naquela e aí… para onde vamos? Dessa vez não havia um roteiro programado. Daí sempre aparece um espertinho que menciona – Ah, eu sempre sei para onde ir….bláh, bláh, bláh. Ah! Tá bom! PQP.

Cara, o legal é justamente de vez em quando se preparar para um rolê e nem ter um destino específico. É por vezes deixar a vida, o destino ou sei lá o que, nos levar a algum lugar. É jogar a moeda e deixá-la cair e ver no que vai dar. Precisamos deixar de achar que temos tudo sob o nosso controle o tempo todo. Andar de moto é um exercício de liberdade (e sinceramente não sei até quando isso vai durar), então por vezes girar a chave e deixar a moto rodar por aí, já é sensacional.

Passado o breve mimimi das gurias (rsrsrsrsrsrs…), o irmão do Pretto aparece com a sugestão de irmos até Canudos do Vale. Pimba! Gol.
É isso aí. Um lugar que a maioria de nós não conhecia, além dos manos Pretto. Beleza. A moeda caiu e deu cara.
– Cara! Vamos para Canudos do Vale.

Com a turma no trecho, seguimos para a direção de Lajeado (Rs 130). No caminho uma parada fora de ordem. O Pretto sentiu uma vibração diferente na sua moto, demos uma conferida, uma breve reunião de pauta, deliberações, sugestões anotadas, votos computados, um chutinho no pneu para dar sorte e seguimos em frente.

Um pouco mais adiante paramos em um posto de gasolina. Uma calibrada no pneu 9que na real já estava ok), mas pelo jeito a simpatia funcionou e deu tudo certo até o final.

A rapaziada chega até o trevo, depois de Lajeado e já na 386 que indica o trevo para Forqueta e Canudos do Vale na RS 424. Caraca, daí já começou a magia. Que lugar legal prá caralho e aqui pertinho. Muito bonito, asfalto em beira de morros e com o arroio Forquetinha ao largo nos acompanhando. Daí veio uma sucessão de curvas maravilhosas para se andar de moto, só que tem de se ter muito cuidado sempre, além de ser um trajeto com uma bela vista para tudo que é lado, não se esqueça – se trata de asfalto de colônia com muitas moradias na beira da faixa e a qualquer momento uma pessoa, animal ou veículo pode cruzar na sua frente (fica a dica).

Com a gente foi tudo bem. Novamente vou usar um clichê aqui, uma dos melhores passeios de moto com a turma, dos últimos tempos. Lugar incrível e já contando o tempo para voltar. Como de costume levei a minha câmera fotográfica mas já na primeira fotografia descubro de que estava sem bateria. Azar. Claro que fizeram um monte de piadinhas sobre isso. Assim as imgs de hoje nesse post são por conta de algumas fotos de celular do Rafa. Valeu Rafa!

*Acho até que foi bom, se tivesse com a minha máquina fotográfica em dia teria passado o tempo todo clicando e assim foi melhor, só rodar, curtir o momento, a moto e o caminho com a rapaziada. Canudos do Vale é uma cidade pequena, mas bem legal. Gosto de cidades nessa vibe meio provinciana, até pontezinha de madeira havia no caminho.

Uma parada para bebermos uma água gelada em frente a um ginásio, onde rolava uma empolgada partida de “bocha” num canto e uma reunião de clube de mães no salão principal. Depois de uma conversa com habitantes locais, até porque os manos Pretto conheciam a cidade de seu tempo de infância, alguns esclarecimentos, dicas, troca de informações e já estávamos em frente a uma placa de rua, que dá o nome ao avô dos manos Pretto. Se trata da Rua João Pretto, em Canudos do Vale, Rio grande do Sul. Com direito a fotografia e tudo mais. Mazáh!

Em seguida resolvemos retornar e curtir novamente o caminho. volto a dizer – muito bonito! Uma parada no interessante parque com características germânicas da localidade, com várias casinhas de estilo alemão, um labirinto “verde” (sim, tentei chegar no centro, mas tava muito sujo e com galhos travando o caminho – na real precisava de uma boa podada aquilo lá e desisti), uma ponte/pinguela muito bacana e divertida de cruzar, algumas fotos de chalaça e também uma breve caminhada de reconhecimento pelo local. Em seguida retomamos a estrada novamente no caminho de volta. Uma volta tranquila e aqui chegando, um bom chopp com os parceiros e tempo para por algumas conversas em dia.

Keep on rock.
Até a próxima. Valeu!

*Algumas imgs do celular do Rafa, na tarde de hoje.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Por aí


Encontro Harley Davidson em Carlos Barbosa

Conforme já era previsto e anunciado o sábado deu as caras com um belo sol e de brinde uma temperatura ideal para se andar de moto. Não tão quente como de outros finais de semana e nem tão frio. Assim nos encontramos no postinho, eu, o Professor Jeferson e o Bolinha para darmos a partida em nosso rolê até o 2º Carlos Barbosa Harley’s Day. Não fui ano passado, mas já haviam me contado de que era bem legal e estava bastante interessado nesse evento.

Eu não curto muito essa história de encontro de motociclistas, ainda mais depois do sucesso televisivo do seriado “Sons of Anarchy”, algumas coisas passaram a serem muito valorizadas e daí uma parte da galera tem deixado de lado aquele lance do espírito, do prazer de gostar e curtir andar de moto. “Muita pose e pouca pilotagem”.

Mas ok, tenho de reconsiderar. Esse realmente encontro foi diferente de todos outros que já fui, um outro nível e sem dúvida muito bom.

Um pessoal legal, inclusive com muita mulher bonita (boa!), uma ótima comida e aqui cabe também ressaltar – diferente dos outros eventos do tipo, com diversas tendas de alimentação (inclusive tinha até sushi). Ah! E a música nos PA’s do evento também era boa. Gostei mesmo. E o mais interessante realmente foram as motos. O centro da festa. Báh….. quanta moto bonita (ao menos para o meu ponto de vista) e surpreendeu, tinha muita moto. Muitas mesmo!

Quanto ao nosso rolê até lá, foi tudo de boas. Dia bonito, saímos um pouco antes do meio dia, pegamos uma estrada tranquila por causa do horário. Fizemos uma paradinha no pedágio para surrupiarmos um café preto e pormos um pouco da conversa sobre motos em dia. E a volta também foi tudo OK. Até rolou um pequeno entrevero de desencontro entre a gente, mas foi até engraçado.

Um dia incrível, com pessoas legais e um lugar muito bonito também. Mais um ponto positivo no caderninho da vida.
Valeu!

 

*Abaixo algumas imagens da nossa trip e do evento

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Honda Twin bate recorde de altitude

Um ano depois do lançamento da nova Honda Africa Twin, um grupo de aventureiros se propôs a bater o recorde de altitude alcançado sobre uma moto bicilindrica. E conseguiram. O cenário escolhido foi o vulcão nevado Ojos del Salado, o mais alto do mundo e que ficas na fronteira da Argentina e o Chile, com 5.965 metros de altura.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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*Fonte: enduropro


500 Days Alaska to Argentina – The Modern Motorcycle Diaries


Sábado de chuva

Conversando com os amigos sobre o final de semana, já sabia que seria ruim para o lance de andar de moto por causa da previsão de chuva. Hoje pela manhã o céu estava estranho mas não com aquela cara de que choveria logo, então já me agilizei para o caso de ainda dar um role de moto, mesmo que não muito longe. é o vício, sabe como é!

Depois do almoço já comecei a dar um jeito nas coisas, arruma aqui, arruma ali, pega as luvas, capacete e pimba! Olho para fora da janela e pingos de chuva. Putz! Zebrou a empreitada, pensei. Não vou sair de casa de moto “já com chuva”. Desisti. Hoje o Luiz Carolos iria junto, havia me ligado, então avisei ele de que não iria mais. Ele também achou justo. Fica para outra hora.

Desisti, dei um tempo e o chuvisqueiro foi diminuindo aos poucos e parou. Daí passou mais um tempo, tipo uma hora e nada. Nah!!! Foda-se. Vou pegar a estrada. Me ajeitei rapidamente, sabia que a janela de tempo bom seria curta entre essa pausa e a próxima chuva, precisava tomar logo as providências de me equipar e rapidamente já estava abrindo a garagem e saindo com a Bros (ela já estava bem suja, então se chovesse não seria muita mão de obra).

Fui em direção à Lajeado, mas antes mesmo de sair do trevo da cidade a chuva recomeçou e depois então só foi ficando cada vez mais forte. Simifudi. Agora que estou na chuva, azar. Segue o baile.

Fui em frente até Lajeado. Isso tudo seria um role normal, talvez teria feito essa volta e tale nem estaria agora escrevendo, comentando ou postando aqui algum foto se não fosse o que aconteceu. Geralmente em meus roles (toc!…toc!…toc!… 3x na madeira), sozinho ou com os amigos, não acontece nada de mais, nem pneu furado, mas hoje quando estava chegando perto de Lajeado e rolando uma baita chuvarada a moto resolve simplesmente perder rotação do nada. Não desligou o motor mas perdeu força, eu acelerava e ele nada. Encostei, dei uma rápida conferida e não percebi nada de anormal. Beleza, agora eu estava praticamente todo encharcado. A diversão não é completa se a gente não se atola. Então tá.

Não era falta de gasolina, nem bateria, não é uma moto carburada (é injetada), poderia ser a vela – olhei, me pareceu tudo seco e OK. Depois de um tempo liguei novamente e morreu outra vez. E a chuvarada rolando. Mais um tempo e liguei novamente, senti que agora ela estava normal. Bem, aproveitei a oportunidade e segui até o primeiro posto que encontrei. O bem da entrada de Lajeado, o que fica ao lado da rodoviária da cidade.

Parei a moto debaixo da aba do posto, desci, dei uma olhada novamente e nisso já veio o frentista que prontamente resolveu me ajudar. Expliquei o que havia acontecido e ele então me disse que teve uma moto igual a minha Honda Bros e que já imaginava o que tinha acontecido. A explicação é de que a água (no caso pq estava rodando na chuva), desce pelo cabo da vela e penetra na borracha do topo do cachimbo, então ele tirou o cachimbo da vela da moto, passou um ar no compressor da borracharia para secá-lo bem e o recolocamos. Ok! Já estava tudo certo novamente! Thanks man!

Assim a coisa segue em frente na “brothagem” da vida nesse universo de motos, carros e estrada. Quando se está numa situação ruim, sempre tem alguém que pode nos ajudar. Mais uma vez o meu muito obrigado ao auxílio do frentista.

A volta foi tranquila, não falhou mais, passamos uma fita isolante bem apertada nessa área da junção do cachimbo com o cabo da vela e pimba! Agora pode chover canivete que vai rolar…rsrsrsr.  O interessante é que não foi a primeira vez que andei com essa moto na chuva. E digo chuva mesmo. Chuva forte e por muito mais tempo sem parar, nunca apresentou problema algum. Talvez com o passar do tempo a tal borracha fique ressecada e facilite de isso acontecer (passar a água). Enfim. Feitoria. \m/

Mais um sábado de história para a caderneta rasurada da vida. Blz!

 

*Fotos da chalaça:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Rolê de Carnaval – II

Em dia de feriado de carnaval para alguns (final e feriadão para outros ou então, dia normal de trabalho para outros tantos), resolvi pôr meu bloco na rua, pegar a estrada para um rolê de moto sozinho mesmo, ainda pela parte da manhã. Os amigos estavam de ressaca, ocupados ou tinham de trabalhar, então resolvi ir sozinho mesmo. Sempre é mais interessante e divertido andar em grupo, especialmente com os brothers, mas se não dá, paciência.

Sai sem um rumo definido, abasteci a moto e apenas peguei a estrada. Estava afinzão de andar de moto, só isso, aproveitar a manhã de um modo diferente, mas já também pensando na muvuca que seria a parte da tarde quando o pessoal estaria de retorno do feriadão de carnaval. Melhor evitar essa função.

Claro que era manhã de carnaval tinha de ver e encontrar coisas estranhas pelo caminho, lá pelas tantas cruzei por um cara andando com uma velha e detonada bicicleta no acostamento, todo vestido de Batman – sério! – dos pés a cabeça. Não deu para fotografar porque já tinha um certo movimento na estrada e eu teria de parar, retornar e então fazer uma foto. Pena. Também encontrei um sofá vermelho em uma esquina de estarada de chão que fazia ligação com o asfalto. Nesse deu para parar e fazer uma foto. E outra coisa estranha era um busão de algum grupo musical, parado no acostamento com várias meninas tipo “sensualizando de shortinho” (deveriam ser da tal banda) arrancando parte do adesivamento do bus. Muito estranho isso, mas ok, é carnaval.

No mais tudo relax, não fez tanto calor assim e foi de boas, um rolê muito bom e pena os amigos não estarem juntos. As coisas ainda meio calmas pelo caminho, mas não se esqueçam – a calmaria que precede o esporro! Quando voltava para casa já estava diferente e mais movimentado o tráfego. Em determinado momento na minha frente havia uma caminhonete com o motor queimando óleo, uma fumaceira danada. A foto que fiz é claro, não faz jus a quantidade de fumaça que expelia….rsrsrsrsrsr.

 

*Algumas imagens do rolê de hoje.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Pequeno manual contra medo de avião

Para quem tem medo de viajar de avião, vale ouvir música, falar com quem está ao lado e até ler livros proibidos para crianças; veja dicas e evite o sufoco

 

1. Chegue cedo ao aeroporto

E tenha tempo suficiente para comer algo e passar pelo check-in. A pressa pode aumentar o nervosismo. Aproveite a antecedência e reserve um assento na frente do avião, onde há menos ruído e turbulência.

 

2. Atenha-se aos fatos e às estatísticas

A psicóloga Andrea Sebben conta que medo de voar é disparado por pensamentos catastróficos, sem relação com a realidade. Para afastar a ideia de que o piloto vai enfartar em pleno voo ou de que uma das turbinas vai simplesmente cair no momento da decolagem, lembre-se: a probabilidade de você estar em um acidente de avião com mortes é de uma em 8,47 milhões. Ou seja, é mais difícil do que você ganhar na Mega-Sena acumulada fazendo apenas dez jogos (uma em 7 milhões).

 

3. Distraia-se

Ouça música, faça palavras cruzadas, leia um livro. Foi assim que um dos pacientes da psicóloga Andrea esqueceu completamente do medo de voar por 1h30, durante um voo Porto Alegre-São Paulo.

O paciente em questão não se orgulha de ter comprado O Doce Veneno do Escorpião, da ex-garota de programa Bruna Surfistinha, na área de embarque, mas admite que as peripécias sexuais da moça lhe tiraram a atenção das turbulências. Fica a dica.

 

4. Tome um remedinho

Andrea diz que os tranquilizantes são bem-vindos nessas horas. O administrador de empresas Roberto Monteiro, por exemplo, só os toma em voos com mais de duas horas de duração: “Os voos curtos não são mais tranquilos, mas, quando eu tomo, durmo e perco o desembarque.

É por isso que fazer uma ponte Rio-São Paulo pode ser mais tenso do que uma ida à Europa”, diz Monteiro. Ele ressalva, entretanto, que é preciso consultar um médico e não sair se automedicando por aí. “Passei num psiquiatra e me consultei antes de tomar”, diz.

 

5. Faça amizade com seu vizinho de poltrona

Conversar durante o voo pode aliviar a tensão e render bons contatos, mas certifique-se de não ser inconveniente. O bate-papo pode até despertar outros sentimentos, que não o medo, como na canção de Belchior: “Foi por medo de avião/que eu segurei pela primeira vez na tua mão…”

 

6. Procure ajuda profissional

Se o medo interferir demais ou até atrapalhar sua vida pessoal, é porque ele já virou fobia. O melhor nesses casos é pedir ajuda profissional. A psicóloga Elvira Gross, autora de Avião: Viaje sem Medo e dona do site Polaris afirma que não é preciso mais que dois meses e meio (ou dez sessões) de terapia para obter resultados em um tratamento contra a fobia de voar.

Seus grupos de trabalho, de até seis pessoas, aprendem técnicas de relaxamento e de controle da ansiedade, sabatinam um piloto de avião, visitam uma aeronave real para aprender como ela funciona e como é feita sua manutenção e, perto da alta, pilotam um simulador de voo e fazem até uma viagem (com um avião de verdade, claro) juntos.

 

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*Fonte: viagemeturismo


Rolê de Carnaval – I

Em clima de final de semana de carnaval, as coisas começaram meio que devagar hoje em função da ressaca de ontem. Mas não tá morto quem peleia.

Dados os recados, convites foram feitos, horário marcado para zarparmos e assim foi. No começo da tarde, mesmo com o calor e sol forte que tava rolando – foda-se! Lá fomos nós outra vez. Eu, o brother Pretto, o Alexandre e o casal especialmente convidado lá da capital – Vladi e a Fabi.

O roteiro de hoje começou com a gente indo até General Cãmara (RS) depois de uns 90km rodados com o sol na moleira, uma parada para aliviar o calor e bebermos alguma coisa. Um breve pit stop no postinho do trevo da cidade e então fomos até Charqueadas (RS), passando a bela ponte sobre a prainha do Rio Jacuí (não, dessa vez não chegamos na prainha – mas tinha bastante gente pelo que deu parta ver), seguindo até São Jerônimo (RS).

Em São Jerônimo a brincadeira começou a ficar ainda mais interessante, é porque pegamos o caminho até a balsa para então atravessarmos o rio. Muito legal. Bacana, rápido e seguro. Uma boa dica que o irmão do Pretto, nos deu esses dias Valeu!

Já na outra margem do Jacuí, chegamos em Triunfo e aí outra breve parada pagando uma de “turistão”, no centro antigo da cidade. Tudo incluso no pacote completo, com direito a descanso na sobra da bela praça e uma visita a famosa igreja, óbvio, em frente a praça…rsrsrsr

Outra grata surpresa foi o trajeto de mais ou menos uns 30km, de Triunfo até a 386. Cara! Sensacional. Um lugar bonito e uma boa estrada para se andar de moto. Boa de curvas. Minha moto elétrica (sic!…rsrsrs), agradece. Tava muito bom andar ali. Não sei se era por causa do carnaval, mas havia pouco movimento no caminho, o que tornou mais agradável ainda esse nosso rolê de hoje. Eu curti bastante. Aliás, esse foi sem dúvida um dos mais legais dos últimos tempos.

Chegamos na 386, tomamos a direção de casa, mas antes uma chegada na Casa do Mel. A diferença é que agora essa parada foi por puro prazer, nada a ver com sombra, calor, água gelada e o escambau. Ali qualquer coisa que se come é muito bom. Fica a dica aos viajantes.

Para deixar a tarde ainda melhor, resolvemos então alongar o trajeto da volta, fomos para a direção de Lajeado (RS), para depois seguirmos para casa. Esse trajeto da 386 de pista dupla, asfalto novo e com o limite de velocidade de 100km/h, é show! Se é que me entendem.

Uma vez em casa, era hora então de finalmente tomarmos aquela cerveja bem gelada, para fechar com chave de ouro a empreitada. Óbvio que foi mais uma dia daqueles de moto por aí.

Abraços e um bom carnaval. Se divirtam! e cuidem-se.

“SE BEBER NÃO DIRIJA”.

*algumas imagens do rolê de hoje.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Imigrantes

Depois de uma semana toda naquele esquema de o tempo estar naquela vibe de chove e não molha, eis que surge então novamente o tal do sábado, aquele dia que vem depois da sexta show. O sabadão é o que se pode dizer de o dia mundial de andar de moto, quem é motociclista sabe e inclusive é tradição entre os trilheiros, que também entendem o que estou dizendo.

Então lá fomos nós outra vez.

Meu parceiro de empreitada, o Pretto, dessa vez não pode ir e nem também o Rafa, achei que acabaria indo sozinho mesmo, mas de última hora o Luiz C. me liga e pimba. Já tenho parceria para hoje na estrada. Saímos cedo, ainda no começo da tarde e nem preciso dizer que estava um calorão “dus infernu”. PQP. Antes de sair de casa me precavi e bebi bastante água, cheguei  a pensar – hoje vai ser de derreter…

Decidimos de última hora dar uma volta até a cidade de Imigrante, na boa, eu já sentia de que seria quente prá caralho no asfalto e o sol na pinha, mas não tá morto quem peleia. O Luiz que ainda não conhecia esse trajeto, aliás, fizemos ele a primeira apenas vez há umas duas semanas atrás, também em um outro dia de bastante calor. Esse mundo da moto tem dessas coisas, conversar sempre com outros motociclistas e assim sacar algumas dicas e novas possibilidades de roteiros. Tu comenta de um caminho legal, te indicam outro e assim vai.

Seguimos em direção de Lajeado, dessa vez podamos a nova brincadeira de passar por dentro da cidade. Ah! Me lembrei agora! Estou com uma moto elétrica. Bem, explico, é porque troquei minhas ponteiras do escapamento, estão de volta as originais que já estavam me dando problemas de audição. Estou ficando ainda mais surdo, o que tantos anos de banda de rock já tinham me levado em termos de audição, agora esse meu novo escapamento thunder-ultra-mega-loud-do-capeta começou a me incomodar também. Sério! Como já estou ficando velho, com a saúde não se deve brincar.

Tá, mas e a moto elétrica? Calma! É que agora minha moto não faz mais quase barulho algum, o ronco original é bem sem graça e então daí me lembrei o porque de ter trocado as ponteiras anteriormente…rsrsrssr. Paciência. Mas tem um lado bom, de cara percebi que a moto responde melhor na aceleração no comando do punho, com as ponteiras originais (fica mais na mão do que antes). Já haviam me falado disso, no caso da minha moto. Ok. Valeu então!

De volta a conversa furada de antes. Depois de Lajeado, passando por fora e não pela cidade (não tem graça passar sem fazer barulho – explicado agora!?), seguimos direto para a Rota do Sol, Teutônia e subindo até o trevo de Imigrante/RS. Dessa vez fizemos o trajeto de modo inverso ao que fizemos da outra vez. E para falar a verdade, curti mais assim.

Tudo de boa, tudo tranquilo, dessa vez já estava preparado para os inúmeros quebra-molas no caminho, coisa que a bela paisagem logo faz compensar e valer a pena esse trajeto. Como dessa vez já estava ligado no que seria o trajeto, pude prestar mais atenção na paisagem ao redor. Muito bom. Só que depois de um tempo, nós três, eu o Luiz e o calor desgraçado, cansamos. Tava demais, lá pelas tantas o radiador da garganta dava sinal de que iria mesmo ferver e secar. Assim a nossa volta depois de já termos passado por Imigrante, Colinas (cidade que tem as calçadas decoradas com bicicletas) e estarmos novamente em Lajeado, foi talvez uma das vezes em que fizemos o trajeto mais rápido. E na boa, nem é essa a nossa vibe quando saímos para dar o rolê de moto. Poderíamos parar em algum posto ou coisa do tipo, mas a sensação de chegar logo de volta, tirar o colete e as luvas (não tinha condições de usar jaqueta hoje) era algo por demais tentador. Era só acelerar um pouco mais que tudo estaria resolvido em minutos na mesa de algum bar em V. Aires. Beleza! Ufa. E assim foi. Água, refri, sorvete e mais refri – não, por “increça que parível”, não bebi cerveja hoje na chegada. Ainda era cedo, chegamos por volta das 15h40, sei lá. Ainda tinha muita da tarde pela frente e beber poderia prejudicar alguma eventual pilotagem no resto do dia. “Sacarem”?

Então girls, o que se pode dizer é que novamente foi um dia daqueles. Acreditem, andar de moto é bom prá caralho, seja lá qual for a sua moto.
Por hoje é isso e um abraço pro gaiteiro.

*Abaixo como de costume, as tais fotos que sempre procuro fazer de cada rolê, não importando para onde é que fomos.
Ah…. Isso então é só para se exibir. Não! É para dar invejinha nas outras ladies? Não. É só para mostrar a tua moto? Não. É para dizer – eu ando e tu não anda? Não! É só…. sei lá, mimimimiixhimichiixi então? Não!!! Porra meu! Não.

Trata-se apenas de uma mania besta de registrar cada rolê de moto e nem que sei lá quando isso começou. Estou sempre com uma câmera prá lá e prá cá e alguns amigos me perguntavam por fotos desses nossos passeios e assim foi. E tem mais, como o blog tem centenas de visitas diárias talvez até alguém se inspire em também ir conhecer de perto e também andar por esses mesmos lugares. Porque não!? Tomara. Seria muito bom.

Flw.
Abraz.

 

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Rolê até Imigrante

Tive a impressão de que essa semana passou voando, não sei se foi assim para vocês, mas enfim, quando percebi já era dia do nosso tradicional rolê de moto de sábado com os amigos. Dessa vez um novo personagem, o Jeferson, também conhecido pelo apelido de “Professor”, que há tempos está por andar junto com a gente mas não tem conseguido conciliar a sua agenda com os nosso horários. Mas hoje deu certo!

Fez dia muito bonito de sol, mas também um calor danado. O Pretto que também foi junto, me disse que hoje deve ter sido, na opionião dele, o dia mais quente em que demos nosso habitual rolê de final de semana, levando em conta todos os do ano passado até o de hoje. Não sei, eu ainda tenho a impressão de que teve um outro dia que foi ainda “mais quente” do que este de hoje. Mas tranquilo, ligados nessa possibilidade, nada de jaquetas de couro e confiança na pilotagem que dá tudo certo.

Já adianto que foi um rolê bem bacana, na saída seguimos em direção de Lajeado, uma passada por dentro da cidade e depois de volta ao roteiro habitual, um retorno no trevo de Estrela, uma pequena volta e então estávamos no caminho certo para Colinas e Imigrante. Um trajeto muito bom e bem bonito também, mas só que bastante travado em função de ser uma região com muitas moradias e por isso ter muito “quebra mola” – coisa que não combina muito com a suspensão de uma HD. Mas com jeito, cuidado e atenção, deu tudo certo.

Sempre em frente, chegamos em Colinas, uma breve parada em um bar de posto de gasolina para uma água gelada, porque a essa altura ainda fazia muito calor e a garganta já estava seca. Mas logo já estávamos no caminho outra vez e não muito longe, já estávamos então em Imigrante. Resolvemos seguir em frente até o trevo para a estrada da Rota do Sol, quando então voltamos em direção de Teutônia. Ainda no caminho resolvemos mudar os planos e seguirmos até a Lagoa da Harmonia, já que estávamos por perto mesmo e fazia um bom dia para se andar de moto. O calor atrapalha bastante quando se está parado, mas andando de moto a coisa muda.

Subimos o trecho até a lagoa, demos uma olhada mas não entramos. Estão cobrando R$ 7,50 agora. Ficamos numa sobra e descansamos um pouco. Boa parada para uma conversa, algumas risadas e troca de informações sobre as motos. Sim, sempre tem conversa de moto envolvida.

Sem mais o que fazer e descançansados do calor era hora de voltarmos. Ainda pegamos um caminho alternativo até Teutônia, mas logo estávamos na Rota do Sol em direção de Lajeado novamente. Daí então as nossas motos já voltam até sozinhas para casa.

Outro rolê de fonal de semana incrível e em boa companhia. Valeu!

 

*Algumas imagens da viagem:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


A ponte

Isso mesmo, sabadão de sol, dia de pegar a estrada com os amigos. Dessa vez não somente eu e o Pretto, como das últimas vezes, mas também com o Rafa e o Luiz Carlos, que voltaram a ativa depois de algum tempo. Só que ainda, com esses dois entrando na parada já no segundo tempo do jogo. Por pouco o Vladi não chegou na hora e foi junto com a gente. Mas OK, ele deve ter se entupido de comida boa no evento de “Truck Food” em Santa Cruz do Sul, hoje.

Combinamos sairmos hoje pela parte da manhã para seguirmos até Garibaldi, contando ainda com uma grande possibilidade de expansão no projeto. Por uma série de fatores como pressão atmosférica, cálculos da NASA, eventos esotéricos, ventos alísios e demais adversidades, o nosso comboio partiu somente comigo e o Pretto, os demais combinaram de se juntarem ao nosso grupo mais tarde.

Bem, nem sempre as coisas acontecem como o previsto ou o planejado. O Vladi que estava ainda em curso de sua viagem de POA para V.Aires quando saímos, meio que perdeu o trem da história e mesmo com nossas comunicações truncadas decidiu seguir o seu plano inicial, de ir para Santa Cruz. Já o Rafa que saiu mais tarde para nos encontrar mais tarde no caminho, levou junto o Luiz Carlos. OK, 4 é um bom número. Muita gente andando junto na estrada já vira procissão. Pode até parecer bonito você estar no seu carro ou na beira da estrada e ver passar um grande número de motos andando juntas, mas não é bem assim. Se não houver combinação e uma certa organização a coisa pode sair de controle e ficar perigosa, para todo mundo. Mas isso é conversa para um outro dia.

Já na estrada, seguimos para Lajeado passando por dentro da cidade (nossa nova diversão) e não como sempre fazíamos, passando por fora, somente pela 386. Depois fomes em direção à Teutônia e daí sempre em frente. Fizemos uma parada estratégica para filarmos um café no parador do pedágio. Com isso fizemos um tempo esperando o Rafa nos alcançar. O café se alongou demais e a conversa também e nada da imagem do Rafa em nosso horizonte. Mas tudo bem, o lance era pegarmos as motos e seguirmos em frente até o local combinado para o nosso almoço, que seria no La Cantinela. Lugar incrível e que curtimos fazer uma parada toda vez que por ali passamos, quer seja para um bom café, lanche ou abastecer as motos. Quem dera ter em Venâncio Aires um lugar tão bom assim…. (fica a dica)!!!

Em pouco tempo chegaram então o Rafa e o Luiz. Beleza. Coma fome resolvida, um sorvete para arrematar e era hora de darmos sequência na empreitada. Decidimos seguir até a ponte metálica de Nova Roma do Sul. O pessoal ainda não conhecia o lugar, do grupo, apenas eu que havia ido junto com o Vladi uma vez, não lembro direito quando mas foi no final do ano passado.

Mesmo que fazia calor tava bom o clima hoje, não era aquele caloréu infernal de outros finais de semana e tinha até um vento bom, o que ajuda bastante deixando mais tolerante essa função de andar de moto no verão usando jaqueta.

Passamos por Garibaldi (453) e depois entramos no trevo para Farroupilha (ou Caxias – como queiram), indo até o trevo de Nova Roma do Sul. Na real não chegamos até Nova Roma, fomos somente até a ponte de metal, que fica no meio do caminho até a cidade. Alias que caminho bonito. É outra coisa andar de moto por uma estrada de paisagens assim tão diferentes das que vemos aqui por nossa região. Interessante ver os vinhedos muito bem organizado e alinhados, formando linhas e traçados sinuosos ao longo dos morros. E por falar em sinuoso, que descida sensacional é essa do trajeto até a ponte. PQP!!! Que coisa boa andar de moto em lugares assim!

Ao chegarmos na ponte ficou evidente que essa viagem tinha sido de grande valia. Deu para perceber de que a galera curtiu muito esse rolê até lá. Valeu Vladi por ter mostrado esse caminho.

Hey! Você que estiver lendo isso agora, fica a dica. O lugar é muito bonito e é um passeio muito bom.

*Voltando ao papo furado.

 

Fotos na ponte e essa frescurada toda, calor batendo (agora sim a coisa tava forte). Encontramos novamente um grupo de trilheiros descansando e se abastecendo com cerveja e água gelada em um bar que havia junto ao outro extremo da ponte. Fomos lá também tomar uma água, porque o sol agora estava nos judiando.

A volta foi tranquila, outra vez contemplando o caminho por esse belo lugar e então era apenas fazer o trajeto todo de volta. Uma parada para abastecer e seguir em frente. Muito grato pelo dia de hoje e pelos parceiros nessa aventura.

*Já é costume ter fotos do referido rolê de moto aqui no final, então…

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Rolê de dia do Bastião

Em plena sexta-feira, dia de feriado local de São Sebastião (padroeiro da cidade), foi dia também de muito sol e mais do que perfeito para se aproveitar num rolê de moto. A função já começou na  parte da manhã quando eu e o Pretto demos uma volta até Lajeado para darmos uma olhada e sacar as possibilidades (ou não), de uma negociação, mas isso é assunto para uma outra hora. Antes do meio-dia já estávamos de volta.

No começo da tarde, com um belo de um sol bombando no céu, novamente apenas nós dois (os outros estavam ocupados com outros afazeres), então já era hora de assumir os controle novamente das motos e pegar a estrada. Resolvemos ir até Barros Cassal e depois alongar o caminho de volta passando por de trás do autódromo de Santa Cruz do Sul. E assim voltar para casa.

Claro, demos uma parada breve para um café no Rancho América, que aliás, agora mudou o esquema de atendimento, estão com um serviço tipo um buffet. Hummm…sei lá. Não curti isso. O que já era um pouco confuso naquele espaço com um milhão de coisas, agora está mais confuso ainda. Mas enfim, as coisas se ajeitam.

Como hoje é dia de feriado municipal, quer dizer que para as outras cidades aqui da região, tudo permanece normal, ou seja, enquanto estávamos de moto em nosso rolê. o pessoal das outras localidades por onde passamos estavam em uma sexta-feira normal, de trabalho para eles. Uma sensação estranha.
Bem, toda cidade tem lá os seus feriados, então… Hoje foi o nosso dia de descanso.

Sem muito o que comentar, foi um passeio tranquilo, muito bom, dia bacanudo e valeu a pena rodar por aí de moto novamente. Santo remédio para a alma e o espírito. Acreditem. Andar de moto é mágico.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Manifesto Viajante: Uma vez fui viajar e não voltei!

Uma vez fui viajar e não voltei.  Não por rebeldia ou por ter decidido ficar; simplesmente mudei.
Cruzei fronteiras que eu nunca imaginaria cruzar. Nem no mapa, nem na vida. Fui tão longe que olhar para trás não era confortante, era motivador.
Conheci o que posso chamar de professores e acessei conhecimentos que nenhum livro poderia me ensinar. Não por serem secretos, mas por serem vivos.

Acrescentei ao dicionário da minha vida novos significados para educação, medo e respeito.
Reaprendi o valor de alguns gestos. Como quando criança, a espontaneidade de sorrisos e olhares faz valer a comunicação mais universal que há – a linguagem da alma.

Fui acolhido por pessoas, famílias, estranhos, bancos e praças. Entre chãos e humanos, ambos podem ser igualmente frios ou restauradores.
Conheci ruas, estações, aeroportos e me orgulho de ter dificuldade em lembrar seus nomes. Minha memória compartilha do meu desejo de querer refrescar-se com novos e velhos ares.

Fiz amigos de verdade. Amigos de estrada não sucumbem ao espaço e nem ao tempo. Amigos de estrada cruzam distâncias; confrontam os anos. São amizades que transpassam verões e invernos com a certeza de novos encontros.

Vivi além da minha imaginação. Contrariei expectativas e acumulei riquezas imateriais. Permiti ao meu corpo e à minha mente experimentar outros estados de vivência e consciência.

Redescobri o que me fascina. Senti calores no peito e dei espaço para meu coração acelerar mais do que uma rotina qualquer permitiria.
E quer saber?

Conheci outras versões da saudade. Como nós, ela pode ser dura. Mas juro que tem suas fraquezas. Aliás, ela pode ser linda.
Com ela, reavaliei meus abraços, dei mais respeito à algumas palavras e me apaixonei ainda mais por meus amigos e minha família.
E ainda tenho muito que aprender.

Na verdade, tais experiências apenas me dirigem para uma certeza – que ainda tenho muito lugar para conhecer, pessoas a cruzar e conhecimento para experimentar.

Uma fez fui viajar… e foi a partir deste momento que entendi que qualquer viagem é uma ida sem volta.”

 

“Afinal, a melhor maneira de viajar é sentir”
(Fernando Pessoa)

 

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*Fonte: mochilabrasil

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Road trip V.Aires – Mostardas 2016 *(parte 5 – A volta)

Depois de uma noite de sono regular, onde caiu a “chave geral” na hora de dormir mas mesmo assim não foi de todo confortável. Não por causa do calor nem nada disso, estava tudo ok, creio mais por ansiedade mesmo e por alguns incômodos de pequenas dores musculares de toda aquela função semi ininterrupta de horas e horas de empreitada que tivemos no dia anterior. Assim, um bom café da manhã na pousada nos aguardava. Não sei se já comentei, mas pelo que percebi nesses dois dias fomos os únicos clientes e posso dizer com toda franqueza que fomos muito bem tratados. Era começo da semana, entre o Natal e Ano Novo, acredito que não seja ainda a época de movimento deles.

Depois do café era hora de começarmos a ajeitar as coisas nas motos para a nossa viagem de regresso.  Vlçadi precisava de uma chave específica para um ajuste na moto, o que prontamente o gerente da pousada se prontificou em ajudar. Nos deu várias dicas para visitas futuras na região. Ele também é guia turístico e ficou à disposição de nos ajudar a visitar o terceiro farol da região, que ficou faltando em nosso roteiro. Este fica na lagoa e não no mar e segundo o nosso amigo, o caminho até lá é mais complicado. É o único no Brasil em formato quadrado no seu processo de construção.
Essa visita vai ter de ficar para uma próxima vez.

Depois de nos despedirmos e hora de voltar para a estrada. Pegamos novamente a BR-101 no sentido de volta. Estávamos agora novamente no que até há alguns anos atrás, era conhecida como a “Estrada do Inferno”, por causa da falta de pavimentação (asfalto) e das inúmeras dificuldades de dirigibilidade por causa dos inúmeros trajetos com buracos.

Como essa foi a primeira vez em que passei por esse trajeto não posso comentar muita coisa sobre o como era o antes e o agora dessa famosa estrada. Me pareceu uma via asfaltada normal, como várias outras aqui do sul. Pelo menos por esses dias, tinha pouco movimento mas que em alguns trechos apresentava uma grande buraqueira – isso mais para perto dos lados de Mostardas apenas. No mais tudo tranquilo e nem de longe me parecia aquelas imagens de noticiário de TV de alguns anos atrás, quando mostravam as difíceis condições desse trajeto e os motoristas reclamando em entrevistas.

As coisa deve ter melhorado e muito, mas a tal manutenção pelo jeito está com a cara falida desse nosso estado. Mas pelo que já percebemos nessas nossas andanças de moto por aí nos últimos anos, isso não ocorre somente aqui nesse caso, acontece por tudo que é canto do Rio Grande do Sul. Estradas asfaltadas mas ruins e ainda falta a tal da manutenção, uma pena.

Seguindo em frente, tudo tranquilo até que ao longe percebi uma nuvem escura e carregada. Era a chuva chegando outra vez para ser a nossa campanheira de viagem. Já estávamos começando a ficar acostumados. Paramos no acostamento, em uma entrada pavimentada e como já estávamos preparados para a eventualidade dessa situação de chuva, rapídamentew nos vestimos com nosas capas de chuva e dessa vez eu coloquei as poilainas sim. Não queria ficar com os pés gelados e molhados novamente, ainda faltava um bocado para chegar em casa.

Seguimos em frente, a chuva chegou e novamente veio forte, mas foi apenas uma pancada, durou para nós alguns poucos kms. Que saco! Parei para tirar essas polainas xaropentas, que mais parecem o sapatos do Pateta. Não iria seguir em frente com essas nabas em meus pés. Sem chuva, sem polainas. Não me recordo agora, mas acho que o Vladi optou para ficar equipado porque tinha cara de que encontraríamos mais chuva ainda pela frente.

Já mais adiante, depois de um bom tempo rodando a chuva veio novamente, mas dessa vez um chuvisqueiro, mas persistente. Ah! Dessa vez não calcei as polainas de proteção para chuva. Náh! Já essa altura já estávamos perto de Palmares do Sul. O chuvisqueiro passa, chegamos no trevo de Capivari do Sul e resolvemos tomar a direção contrária, ou seja, em vez de virmos direto para casa, nos afastamos. A aventura estava legal, resolvemos de última hora dar uma confere de perto no parque eólico em Osório. E assim foi. Decisões de última hora, sinônimo de mais aventura.

Seguindo em frente, novamente por uma estrada na qual não me recorde de um dia já ter viajado antes. Gosto disso! Além do mais estava com pouco movimento e achei muito bom. Lá pelas tantas… adivinhe! a chuva voltou. O Vladi sugeriu eu colocar a porra das polainas. Dei uma de alemão cabeçudo e não coloquei. Claro que a chuva engrossou e meus pés já davam sinal de que ficariam totalmente molhados e encharcados outra vez, como na ida. Tá bom, me rendi. Parei e calcei o aparato outra vez. Saco!

O bom disso foi que deu para curtir o visual da Lagoa dos Barros, a mesma que se vê na Rodovia da Freeeway só que pelo seu outro lado. Muito bonita. Também curti isso muito. Seguindo a estrada da BR-101 ao longe já era possível avistar as hélices gigantes. A chuva então aumentou de vez, mas agora ahá! Eu estava devidamente protegido e melhor, com os pés “quase” secos. Deixa chover…

Uma parada na rodovia para fotos e curtir o “cataventos gigantes”. Como estava chovendo forte nessa altura do championship, não era conveniente ficarmos muito tempo ali naquela situação. Seguimos em frente e o plano novamente sofreu mudanças. Resolvemos dar mais emoção. Voltaríamos não pelo trajeto mais óbvio, a Rodovia da Freeway, mas sim pela estrada velha a RS-030. SHOW!

Finalmente, depois de muitos anos lá estava eu na velha estrada da praia de muitos anos atrás e tantas histórias de viagem em família. Incrível, mais faceiro impossível. E a chuvarada rolando. No trevo para a RS-030 o Vladi teve um enrosco com a sua polaina, que trancou na sua pedaleira e quase teve um tombaço. Sorte que conseguiu arrancar com força o pé da polaina rasgando-a, nessa situação. Viu! Eu tô dizendo que essas merdas são coisa du capeta…hauhauahuahua!

Resolvido o perrengue do Vladi, seguimos finalmente em frente pela famosa estrada velha do litoral gaúcho. Curti prá caramba e ao longo do trajeto me lembrei de várias coisas. Sentimento bom. Assim a viagem fluiu numa boa. A chuva parou quando chegamos em Santo Antônio da Patrulha, mas nem paramos, seguimos de passagem. Paramos quilômetros adiante num posto de gasolina para abastecermos as motos e também fazermos nosso almoço, na real um lanche. Não tínhamos comido nada até então desde o nosso café da manhã na pousada. Penduramos nossas roupas de chuva para secarem nas cadeiras de gazebo que havia no lado de fora do postinho. Comemos er assim que começamos a nos preparar para seguir viagem. Pimba! Outra grande chuva. Não dá nada, já estávamos acostumados. Nos vestimos e seguimos em frente. Os frentistas nos acharam loucos de seguirmos naquela chuvarada.

Trajeto tranquilo, optamos por entrar um pouco antes no final da Freeway, para assim evitarmos de rodar por dentro do movimento de Gravataí. Tivemos de passar pelo pedágio e como a chuva tinha cessado, então aproveitamos para uma rápida parada e tirarmos de vez todos aqueles apetrechos de chuva. O resto da trip seja como fosse, seria assim, sem essas merdas de roupas de chuva. Keep on rock, baby!

Agora o caminho era tranquilo, certeiro e de boas, creio até que as motos poderiam seguir no automático se fosse possível – Rodovia do Parque, 386 e por fim a 287. Sem chuva, sem tranqueiras e sem mais nada por nos segurar.

Tudo bem, tudo muito bom e divertido. Agradeço pela grande parceria do meu chapa Vladimir, lamento que o Pretto não tenha ido junto (vai na próxima com certeza) e mais um risco na minha caderneta de aventuras na vida. E posso garantir, foi muito boa e valeu a pena.

O que mais posso dizer!? Acho que seria algo como – sigua seus planos, mude-os quando quiser e então for conveniente, arrisdque e procure ter bons moementos e sempre se divertir, não importa o clime e o tempo. Ah! E tente encontrar uma outra coisa para melhor andar de moto na chuva do que essas polainas cagadas.

FIM.
*Ao menos dessa trip.

 

*Abaixo, como ritualisticamente faço, algumas imagens ilustrativas da chalaça:

 

Café da manhã na pousada

Café da manhã na pousada

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Preparativos para iniciarmos o trajeto da volta

Preparativos para iniciarmos o trajeto da volta

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

No caminho

No caminho

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Percalços do caminho

Percalços do caminho

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Parada para se preparar para a chuva que vinha

Parada para se preparar para a chuva que vinha

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Perto de Palmares do Sul - RS

Perto de Palmares do Sul – RS

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Capivari do Sul - RS

Capivari do Sul – RS

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Em direção a Osório pela BR-101

Em direção a Osório pela BR-101

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Sim, tinha de ter chuva novamente no caminho

Sim, tinha de ter chuva novamente no caminho

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Lagoa dos Barros

Lagoa dos Barros

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Uma parada para curtir a lagoa

Uma parada para curtir a lagoa

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Osório logo à frente

Osório logo à frente

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Parque eólico de Osório

Parque eólico em Osório

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Dá um oi aqui pro tio!

Dá um oi aqui pro tio!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Trevo de Osório para a estrada velha, ao lado da Freeway.

Trevo de Osório / estrada velha (RS-030) no trevo ao lado da Rodovia da Freeway.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Estrada velha

Estrada velha (RS-030)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Perto de Santo Antônio da Patrulha - Secando um pouco as tralhas

Num posto de gasolina, tentando secar um pouco as tralhas

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Abastecida nas motos e um lanche de almoço

Abastecida nas motos e um lanche rápido de almoço

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

entre a foto das roupas secando, abastecermos e fazer o lanche, não durou mutio tempo essa era a cara de quando saímos novamente

Entre a foto das roupas secando, abastecermos e fizemos nosso o lanche, foram apenas alguns minutos e esse já era o clima quando saímos novamente

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Um pouquinho de Freeway para escapar de Gravataí

Entramos num pedaço da Freeway para escapar de Gravataí

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Parada para tirarmos equipamento de chuva - final da Freeway

Parada para tirarmos o equipamento de chuva – final da Freeway

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Mapa do roteiro da volta

Mapa do roteiro da volta

 

 


Road trip V.Aires – Mostardas 2016 *(parte 4 – Parque Nacional da Lagoa do Peixe)

Moto abastecida e saímos de volta na BR-101, agora retornando apenas alguns poucos kms até a entrada do Parque da Lagos do Peixe. Só na entrada já dava para perceber de que enfrentaríamos a mesma coisa da aventura anterior do farol. Estrada com barro e areia, a mesma função de piso escorregadio da outra vez. Mas foda-se, se estávamos lá para isso mesmo então era hora de encarar tudo outra vez.

Agora eu não tive dó, como já estava cansado resolvi acelerar logo o processo todo e como já tinha percebido na outra vez, o lance era segurar firme o guidon e tocar forte em frente. Funcionava melhor esse procedimento. O Vladi, optou por manter a sua estratégia de devagar se vai ao longe. Eu por minha vez, optei pelo modo “mais emoção”.

Caraca! Se da nossa volta até o Farol da Solidão a coisa foi um tanto difícil, agora, talvez por já estarmos um pouco mais acostumados com o perrengue de pilotar naquelas condições e terreno, fomos bem melhor. Nada como a o treino e a experiência…hauhauahau

Rendemos mais e rapidamente e aquela tal minha vontade inicial de ter ficado na pousada e descansar mais, pffffff….. passou rapidamente, foi literalmente pro espaço. Que lugar du caralho! Bah!E como valeu a pena.

Visual muito bonito da lagoa e seguindo em frente o terreno logo mudou de aspecto, de barro com areia virou apenas areia molhada. Na real nem tinha mais estrada alguma, estávamos seguindo apenas algumas fracas marcas de pneu que haviam e serpenteavam por entre as dunas. O Vladi que já tinha estado ali numa outra vez, disse para mim seguir em frente nesse trajeto. Algumas vezes tivemos de atravessar alguns córregos, o que deixou a coisa mais divertida ainda. Alguns até eram fundos e tivemos de dar a volta pela beirada, o que era mais aconselhável e seguro.

Depois de um tempo nessa função finalmente chegamos outra vez a praia. Uma viola abandona dessa vez nos aguardava junto a beira do mar. Paramos para algumas fotos e nessa função, a moto do Vladimir afundou o pezinho na areia molhada e caiu sozinha. Nenhum prejuízo. Demos uma caminhada pelo local e na beira da praia, descansamos um pouco mas a chuva nem pensar em nos dar uma trégua. Nessa hora já estávamos bastante molhados e a chuva era de verão, então não foi tão ruim assim (apesar de tudo, não estava tão frio). Eu até fiquei afim de dar uma rápida entrada no mar, mas a água sim estava fria. Desisti.

O dia estava escurecendo rapidamente e era hora de seguirmos o caminho pela praia até a saída que nos levaria para fora do parque. No trajeto passamos pelo Farol de Mostardas, fizemos outra parada para dar uma melhor olhada. Esse ainda está ativo, cercado e com uma casa do faroleiro e tal.

Tentamos uma saída mas demos de caras nas dunas e dessa vez sem marca alguma de que fosse um caminho normal da saída do pessoal local. Aliás, bem pouca gente na beira da praia, apenas um que outro pescador e ainda em espaços distantes. O que havia bastante eram redes de pesca amarradas em tocos à beira da praia. Várias vezes cruzamos de moto, numa “boa velocidade” por cima dessas cordas na beira da praia. E eu só pensando na possibilidade de alguma delas esticar mais alto de repente na nossa frente. Teria nos dado um tombo e tanto! Mas tudo tranquilo, em nenhum momento isso aconteceu.

Como deu errado a primeira tentativa de arrumarmos uma saída, pedindo informação para um pescador. A saída ficava então a uns 16 Kms, seguindo em frente na areia da praia. e a trip prosseguia. No caminho encontramos uma carcaça de barco que havia afundado e que depois o mar trouxe para a areia da beira da praia. Rende um visual bacana essa situação. Depois nos disseram que essa carcaça de barco está lá há uns 15 anos.

Foi muito bom rodar esse trajeto todo na beira do mar. Curti muito e é uma sensação boa. Não teve perigo porque como já disse, chovia, haviam bem poucas pessoas na beira e é o único caminho (estrada), para os moradores do vilarejo. Então não fizemos nada de errado nem tampouco estávamos aloprando no local.

Depois de chegarmos na saída da praia, tínhamos ainda um longo trajeto de volta até Mostardas. Novamente aquela coisa de estrada de areia, que depois vira uma mistura muito lisa de terra + areia, e mais tarde apenas terra, mas daí aparecem os buracos (um emendado no outro), uma maravilha para a minha coluna.

Já estava escuro quando chegamos na cidade outra vez. Um alívio mas completamente realizado com esse incrível passeio de moto. Sensacional.
Era hora de chegar no posto de gasolina para lavarmos as motos e então finalmente voltarmos para a pousada e um banho quente. Não imagina a felicidade na hora de colocar então uma roupa seca. Guardamos as motos e resolvida essa parada saímos a pé pelo centro de Mostardas onde encontramos uma pizzaria. Depois de uma boa janta voltamos para a pousada. O cansaço era grande mas compensador.

Na manhã seguinte iríamos fazer o trajeto de volta para casa. Seria um outro dia bem longo, pela frente.

 

*Algumas imagens dessa parte do roteiro:

No começo da estrada para a Lagoa do Peixe.

No começo da estrada para a Lagoa do Peixe (só areia).

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O piso já começava a mudar.

O piso já começava a mudar.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Parada para apreciar a Lagoa do Peixe

Curtindo o visual da Lagoa do Peixe

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A lagoa

A lagoa

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Seguindo em frente

Seguindo em frente

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Ponte e um visual incrível

Uma das pontes – (visual incrível)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Seguindo na intuição, mais do que o próprio caminho

Seguindo na intuição, mais do que o próprio caminho em si

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Desert vibe

Desert vibe

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O Vladi mais a frente

O Vladi mais a frente

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Quase lá

Quase lá

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Chegamos na praia

Chegamos na praia

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Moto do Vladi no chão (caiu sozinha, o pezinho afundou na areia)

Moto do Vladi no chão (caiu sozinha, o pezinho afundou na areia)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Rolê na beira da praia (único caminho para a saída

Rolê na beira da praia (único caminho para a saída

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Tipo uns 16 km de caminho na beira da praia até a saída para Mostardas

Tipo uns 16 km de caminho na beira da praia até a saída para Mostardas

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O Farol de Mostardas (RS)

O Farol de Mostardas (RS)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

E a chuva bombando sempre

E a chuva bombando sempre

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Resto de um barco que o mar trouxe para fora

Resto de um barco que o mar trouxe para fora

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O Vladi na carcaça do barco

O Vladi na carcaça do barco

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Procurando a saída da praia para a volta

Procurando a saída da praia para a volta

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Depois de sairmos da praia, já no caminho para Mostardas

Depois de sairmos da praia, já no caminho para Mostardas

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Só para ter uma ideia do perrengue

Só para ter uma ideia do tamanho do perrengue

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O Vladi na batalha

O Vladi enfrentando a lama

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Aqui na saída do parque, mas saca só o que ainda tínhamos pela frente

Na saída do parque, mas saca só o que ainda tínhamos pela frente (vários Km)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Depois de toda tranqueira, chegada na beira de Mostardas

Depois de toda aquela tranqueira, finalmente a chegada na beira de Mostardas

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

No posto dando na motos

No posto dando um trato na motos

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Caminhos – #44

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Road trip V.Aires – Mostardas 2016 *(parte 3 – A cidade )

Alguns kms depois do término (ufa!) de nossa aventura até a praia do Farol da Solidão, estávamos novamente em chão firme na BR-101 e assim seguimos em frente até finalmente chegarmos em Mostardas (RS). Como já havíamos anteriormente feito a reserva da pousada, então foi só chegar, trocar uma ideia e descarregar as coisas. Depois de um bom banho “quente”, para relaxar do friozinho, da chuva e de toda essa canseira de correria sem parar desde de manhã cedo. Valeu! Deu para recarregar as baterias novamente.

Mas não era só isso, o Vladi que já esteve por ali antes e portanto conhecia o local, funciona normalmente em 480 volts e com isso já tinha preparando mais um rolê em nosso cardápio motociclístico, para antes do final da tarde. Isso, o cara é crazy mesmo!…rsrsrsr

A essa altura já era por volta de 14hs e ainda nem tínhamos almoçado. Arrumamos nossas coisas e agora saímos levando apenas o necessário e com isso menos peso e tralhas nas motos, porque deixamos a bagagem na pousada. Depois de uma breve volta de reconhecimento pelo centro da cidade, acabamos optando por um lanche básico e deixar para mais tarde, na janta comermos algo mais elaborado. Enquanto isso a chuva voltava a ativa novamente no modo hard. Mal comemos e tínhamos de zarpar rumo a tal nova empreitada, que com a chuva, o dia estava mais escuro e ainda tínhamos de aproveitar o resto do tempo do dia, para visitarmos de moto a Parque Nacional da Lagoa do Peixe, que fica em Mostardas mas que de sair pela BR-101 por alguns kms à frente.

Claro que eu a essa altura eu já estava bem cansado e depois de praticamente passar quase o dia todo com os pés molhados, lá estávamos novamente na chuva para mais uma aventura que duraria ainda algumas horas e esperávamos estar de volta na pousada, até o anoitecer. Mas tudo bem, faz parte superar essas situações. Vamu-qui-vamu!

Saímos de cidade e tomamos a direção da entrada do parque. Só que eu precisava abastecer minha moto, até porque não sabíamos o quanto iríamos rodar pelo local que segundo o Vladi era mais longo do que o de nossa empreitada anterior. Acontece que me toquei disso de abastecer a moto somente quando já havíamos deixado a cidade e já estávamos na estrada quase na entrada do parque. Então o Vladi sugeriu seguirmos em frente até Tavares (RS), que não ficava longe e depois voltaríamos.

Tranquilo, melhor assim mesmo, porque o pouco de combustível que eu tinha nãio teria dado conta do recado. Com a chuva insistentemente sendo nossa parceira chegamos em Tavares. Uma pequena cidade que curiosamente não tem um posto de gasolina na parte central ou rua principal da cidade. Via de regra é fácil de encontrar um posto de gasolina em qualquer cidade em que se passa, mas nersse caso tivemos de pedir informação novamente. Descobrimos um que ficava num canto afastado e foi tudo certo, aliás cabe mencionar de que fomos muito bem atendidos. Apreitei essa breve parada para novamente tirar as botas e torcer as meias dos pés, para tentar diminuir os tantos litros d’água que estava transportando comigo…rsrsrs. Nessa hora tinha “aquela certeza” de que ficaria com um puta resfriado ou com dor de garganta, mais tarde.

Com as motos abastecidas, voltamos uma parte do trajeto até chegarmos na tal entrada da estradinha do Parque da Lagoa do Peixe. E sim, com a chuva ainda caindo a primeira coisa que me veio a cabeça foi de que teríamos novamente que passar por aquela situação de piso escorregadio e muda para areia fofa então até a praia. Ok! Vamos lá nos divertir outra vez…

 

*Confira algumas imgs da empreitada:

Entrada de Mostardas - RS

Trecho da entrada de Mostardas – RS

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Parede da pousada: foto dos 3 famosos faróis locais

Parede da pousada: foto dos 3 famosos faróis locais

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Centro da cidade

Praça no centro da cidade

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Igreja no centro da cidade

A tradicional igreja no centro da cidade

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Finalmente um almoço (mesmo que rápido)

Finalmente uma tempo para um lanche mais forte (mesmo que rápido)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Nossa companheiras: a chuva e a estrada

Nossa companheiras de viagem: a chuva e a estrada

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Posto em Tavares (RS)

Posto em Tavares (RS)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Trevo de Tavares (RS)

Trevo de Tavares (RS)