10 Dicas para viajar com pouco dinheiro

Confira maneiras para conhecer novos lugares e fazer amigos sem mexer no bolso

Pois bem, seguem aqui alguns passos que podem ser úteis para quem tem o mesmo problema que eu: muita vontade de viajar e pouco dinheiro no bolso. É mais simples do que parece.

1. Atitude
Há uma matriz de viagem que você deve ter em mente: quanto menos dinheiro, maior precisa ser a sua capacidade de adaptação, flexibilidade e improvisação. Isso de forma alguma quer dizer que você vai ter que passar fome ou pedir esmola; longe disso, apenas você vai ter de utilizar outras formas para além do prosaico método da compra: fazer amigos, sorrir mais, ver no que vai dar.

Se você encarar os imprevistos como parte da viagem, provavelmente vai descobrir que as melhores experiências, aquelas que você vai lembrar para a vida toda, simplesmente costumam vir dos mesmos imprevistos de onde também saem as piores situações. Esteja preparado e desfrute os dois, é tudo parte do mesmo estilo de vida. Viajar é mais do que se deslocar do ponto A ao ponto B. A atitude entre esses dois pontos é o que faz a diferença.

2. Faça amigos e interaja com a população local
Imagine alguém de fora chegando na sua cidade …. Por mais que os guias de viagem e agências de turismo se esforcem, normalmente ninguém saberá melhor do que você como encontrar aqueles lugares que poucos conhecem, ou ter experiências melhores gastando pouco ou mesmo nada. Por que seria diferente quando é com você em outro lugar?

Não subestime o poder da conversa despretensiosa, olhe no olho, pergunte, sorria mais, e dessa base sai todo o restante. Os melhores lugares, que coisas evitar, para onde ir… Você poderia ser antissocial e simplesmente pagar por tudo sem sequer olhar para as pessoas que te servem. Nesse caso, eliminando o dinheiro como forma principal de troca, as relações humanas são de vital importância. Dito isso, podemos ir para itens mais práticos.

3. Coma a comida local
Cozinhe, ou coma a comida local: você vai comer mais, melhor, mais fresco e pagando bem menos. Pergunte aos moradores locais onde eles comem, passeie pelo mercado local, converse. A comida local faz parte da cultura, então não faz sentido ir a outro lugar para buscar apenas o que você já tinha na sua cidade. Claro, nada impede de ocasionalmente buscar aquela pizza, ou ir em um restaurante legal. Nada precisa ser radical.

Cozinhar também ajuda e muito. Opte por hospedagem em um local com cozinha, ou leve um fogareiro no seu acampamento, com o tempo você acostuma com ele. Faça novos amigos e cozinhe com eles. Comer vai além da relação meramente comercial do restaurante, faça disso algo a mais.

4. Busque fontes de água potável
É incrível como se gasta dinheiro com água engarrafada, ainda que seja possível e relativamente simples obter água potável de forma segura e quase grátis. Pastilhas de cloro são encontradas em qualquer farmácia, ou mesmo água sanitária. Dê uma olhada na quantidade indicada por litro para fazer a mistura (costuma ser uma média de 3 gotas por litro).

Note que a quantidade indicada muda de acordo com a fonte da água, se é da bica (já clorada), do poço ou do rio. A água fica segura e com custo praticamente zero, já que você pode simplesmente encher as suas garrafas nas casas por onde passa.

Água gelada faz falta? Não seja por isso! Dá para fazer a sua térmica usando apenas garrafa, fita adesiva, papel-alumínio e jornal, funciona muito bem. Se você dormir num local onde há geladeira, deixe as garrafas congelando e seja feliz durante todo o dia seguinte (claro, lembre-se de não encher a garrafa por completo, afinal o gelo expande e pode estourá-la).

5. Acampe
Acampe ou use aplicativos de hospedagem gratuita. Nas cidades menores, pedir para acampar no quintal é mais simples do que se imagina, e nas cidades grandes há normalmente os tais apps. Para acampar, existe uma abordagem mais amigável e eficiente. Ao perguntar se você pode acampar no quintal da pessoa, dizer “não” pode ser constrangedor e ela pode sentir se invadida com o pedido.

Ao invés disso, pergunte onde você consegue achar um lugar para acampar. Dessa forma, fica implícito o pedido de acampar com a pessoa e ela aceita caso se sinta confortável. Caso ela não ofereça o espaço, certamente vai te indicar um local ou pessoa onde as suas chances serão melhores. Pergunte o nome dessa pessoa.

Chegando no local seguinte, você já vai poder dizer. “O senhor que é o Seu Zé? A Dona Maria ali da esquina disse que o senhor pode ajudar a saber onde posso acampar essa noite!”. A pessoa vai se sentir lisonjeada em ser uma referência de hospitalidade. Caso não funcione, essa pessoa vai te indicar outra pessoa ou lugar, e assim segue o baile, mas não costuma demorar. Sorria, olhe no olho, não use óculos escuros, vá para fazer amigos: esse conjunto tende a gerar uma maior hospitalidade que vai te garantir um lugar para dormir.

Utilize apps de hospedagem
Se for parar em cidades maiores, a hospitalidade com desconhecidos pode ser menor, mas em compensação há os apps de hospedagem gratuita. Basicamente, são redes sociais onde você se inscreve, hospeda (caso queira) e é hospedado, sempre gratuitamente, e assim se forma uma comunidade de ajuda mútua entre viajantes.

Há o clássico Couchsurfing, além de grupos de Facebook (como o “Acampe no meu quintal), entre outros. Para ciclistas, há uma excelente opção, o app Warmshowers, que funciona de maneira semelhante ao Couchsurfing, porém é destinado apenas para ciclistas.

O legal pode ser justamente substituir as relações comerciais por amizade. Ao invés de gastar o dinheiro pagando hospedagem, você pode simplesmente ir ao mercado e comprar comida para que todos cozinhem juntos, ou comprar bebidas. Será mais divertido, barato e te trará mais experiências e amigos.

6. Divirta-se
Você não precisa ser um eremita para viajar gastando pouco. Se há uma coisa que não falha em qualquer lugar do mundo, em qualquer época, é que as pessoas dançam, fazem música e encontram maneiras baratas de se alcoolizarem.

Descubra as bebidas locais, caminhe pela cidade, pesquise se tem algum festival gratuito ou barato rolando, faça amigos locais. Divida uma garrafa de vinho com seus novos amigos, compre mais coisas no mercado, faça piqueniques. Cada lugar tem as suas particularidades. Como descobri-las? Converse, pergunte, isso também te ajuda a se integrar com o lugar.

7. Utilize o transporte local
Acredite, sua perna não cai se você usar outros transportes além do táxi. Caminhe, alugue umabicicleta, use transporte público, as opções são inúmeras e variam de lugar para lugar. Na grande maioria dos lugares no mundo, você não vai ser morto, assaltado ou sequestrado ao fazer isso, ainda que a TV diga o contrário.

Ainda nos locais mais perigosos, o que pode acontecer é que você não possa transitar por todos locais em todos os horários, mas isso é mais raro que parece. Sempre pergunte aos locais sobre isso, a mais de um, inclusive. O táxi pode ser considerado também, mas não como um modal absoluto. Saindo de uma festa de madrugada ou em emergência, por que não? Apenas lembre-se que essa é uma opção entre muitas outras, e que algumas vezes dividir o táxi entre um grupo pode ter o mesmo preço do ônibus.

8. Visite outros locais com transporte urbano
Você vai se surpreender com até onde pode chegar e quanto economiza usando transporte urbano para locomoção intermunicipal, ainda que fazendo alguma baldeação. Use intermodais (conexão entre diferentes transportes públicos tipo ônibus + trem) Entre estados e países, as experiências podem ser incríveis usando ônibus ou trem, ou mesmo carona.

Claro, eu não poderia esquecer do meio que eu mesmo mais utilizo, a bicicleta. De bike é possível se locomover de qualquer lugar para qualquer lugar no mundo, literalmente, com umas pequenas conexões em caso de água.

9. Compre um chip local
Usar o roaming do celular pode ser extremamente caro. Considere comprar um chip local para fazer as chamadas locais. Converse com as pessoas sobre o melhor chip para internet. Você pode se surpreender com a economia que se faz com isso. Dependendo do lugar, há aqueles estabelecimentos que oferecem Wi-Fi, mas disso vocês já devem saber e não pretendo me estender chovendo no molhado.

10. Busque outras formas de financiar a viagem
Trabalhe em troca de lugar para dormir e comida (bares e hostels costumam oferecer essa opção). Isso te dá autonomia para conhecer mais o lugar gastando quase nada, já que esses tipos de trabalho costumam ocupar poucas horas do dia e tendem a ser leves e até divertidos. Vale atentar para permissões e vistos para isso.

Você pode ver formas de exercer a sua profissão em outros lados do mundo, ou até mesmo aprender outras em que isso seja possível. Pode ser rentável e prazeroso. Se você produz conteúdo na viagem e/ou possui uma rede forte, é possível monetizar isso, com Crowdfunding, financiamentos recorrentes, rifas etc.

………………………………………………………………………
*Fonte: aventurasnahistoria

Por que costumamos imitar o sotaque dos lugares que visitamos

Talvez você já tenha conhecido um lugar e percebeu que, de repente, começou a falar como as pessoas dali. Saiba que isso é um fenômeno comum e pode ir além de imitar o sotaque, podendo fazer com que você acrescente novas palavras ao seu vocabulário também.

Conhecido como convergência linguística, isso tem uma explicação social bastante simples. Como nós somos seres sociais, tendemos a fazer o que é necessário para nos sentirmos confortável e acolhidos por outras pessoas. Tentar reproduzir um sotaque é uma maneira que o cérebro encontrou para que não nos sintamos distantes das pessoas de uma determinada região.

Socializando através do sotaque

Não existe uma regra para a convergência linguística. Enquanto algumas pessoas passam a utilizar esse mimetismo assim que têm contato com um sotaque diferente — às vezes sem nem precisar viajar —, outras podem levar mais tempo ou nem mudar o jeito de falar.

Geralmente, esse é um fenômeno que acontece de maneira natural. Nosso cérebro adota a entonação, a velocidade ou as pausas típicas da fala em questão. Já nos casos que nós passamos a adotar palavras específicas, isso é feito de maneira intencional. Assim, a escolha das palavras, ou da incorporação da estrutura gramatical (a maneira como conjugamos os verbos, por exemplo) pode ter vários motivos. Mas a aceitação social tende a ser o mais comum.

Adotar um jeito de falar é uma demonstração de que queremos nos integrar ou pertencer à comunidade em que estamos, mesmo que temporariamente. Pessoas que evitam esse tipo de mudança — conhecido como divergência linguística — estão demonstrando que querem manter uma distância social das pessoas com as quais estão falando.

Para a professora de linguística da Universidade da Pensilvânia, Lacy Wade, essas mudanças na fala, sejam elas consciente ou inconscientemente, são uma tentativa de dizer “Ei, eu sou como você!” Mesmo que possam parecer sutis, as variações na fala expressam uma vontade de aproximação e podem até indicar demonstração de afeto.

Segundo Wade, é comum que as pessoas percebam que seu sotaque está mudando. Conforme elas percebem que isso está trazendo algum benefício social, elas tendem a continuar falando dessa maneira.

Ela também explica que a mudança pode acontecer para facilitar uma conversa. “Nós nos comunicamos melhor quando estamos em sincronia, quando usamos as mesmas palavras, porque entendemos melhor alguém que soa como nós”.

Essa mudança na fala também pode estar relacionada com a intimidade que cada pessoa tem com diferentes sotaques. Uma pessoa que nasceu e passou a vida inteira no Rio de Janeiro, por exemplo, pode ter mais dificuldade para conseguir reproduzir o sotaque gaúcho.

Já pessoas que entendem e falam bem outros idiomas, podem sair de uma sala de cinema reproduzindo um sotaque específico. Assistir a um filme em inglês britânico, pode fazer com que alguém nascido nos Estados Unidos fale daquela maneira por algum tempo.

*Por Robinson Samulak Alves
……………………………………………………………………………….
*Fonte: megacurioso

10 países mais seguros do mundo para viajar; Brasil cai na lista

Na América do Sul, Brasil ficou à frente apenas da Colômbia e da Venezuela; veja lista

Para nós brasileiros, a segurança é um dos fatores principais quando pensamos em viajar ou mudar de país. Um levantamento feito pelo Institute of Economics and Peace (Instituto de Economia e Paz, em português) apontou os países mais e menos seguros do mundo.

O Global Peace Index 2022 (Índice Global da Paz) analisou 163 países, com base no nível de segurança e proteção social, a extensão do conflito doméstico e internacional em andamento e o grau de militarização.

Conheça os dez países mais seguros do mundo para viajar
Os países receberam pontuação de um e cinco –sendo um o mais pacífico e cinco o menos— em 23 indicadores qualitativos e quantitativos.

O posto de nação mais segura do mundo ficou com Islândia, com 1,1. O país nórdico, que mantém a posição desde 2008, tem alguns dos menores gastos militares e taxas de conflito internacional do mundo. Outro ponto é o índice de encarceramento: 33 por 100 mil pessoas –o mais baixo de toda a Europa.

Em segundo lugar na lista global de países mais seguros do mundo ficou a Nova Zelândia, com pontuação 1.269, seguida da Irlanda, com 1.288, Dinamarca, com 1.296, e Áustria, como 1.3.

Brasil caiu duas posições no ranking de países mais seguros do mundo

O Brasil caiu duas posições no ranking em relação ao ano passado, passando de 128º para 130º, com nota 2.465. No continente, o país ficou atrás do Uruguai (47º), Chile (55º), Argentina (69º), Paraguai (77º), Equador (79º), Bolívia (80º) e Peru (101º), à frente apenas da Colômbia (144º) e Venezuela (148º).

Os 10 países mais seguros do mundo para viajar
1 – Islândia (1,1)
2 – Nova Zelândia (1.269)
3 – Irlanda (1.288)
4 – Dinamarca (1.296)
5 – Áustria (1.3)
6 – Portugal (1.301)
7 – Eslovênia (1.316)
8 – República Tcheca (1.318)
9 – Singapura (1.326)
10 – Japão (1.336)

10 países menos seguros do mundo para viajar
163 – Afeganistão (3.554)
162 – Iêmen (3.394)
161 – Síria (3.356)
160 – Rússia (3.275)
159 – Sudão do Sul (3.184)
158 – República Democrática do Congo (3.166)
157 – Iraque (3.157)
156 – Somália (3.125)
155 – República Centro Africana (3.021)
154 – Sydão (3.007)

………………………………………………………………..
*Fonte: catracalivre

As 10 cidades mais antigas do Brasil

As cidades mais antigas do Brasil são ricas em sua história, na preservação dos prédios históricos e nos pontos turísticos que atraem visitantes de todo o país. Elas representam, em grande parte, o período primordial do país enquanto ainda era uma colônia de Portugal, com algumas sendo ricos centros urbanos hoje, como Recife e Salvador.

A grande maioria se localiza no litoral, uma vez que os portugueses ocuparam primeiramente essa área após chegarem ao país. Era através do litoral que eles traziam suas mercadorias e escravos, facilitando o comércio entre a metrópole e a colônia.

Essas cidades guardam a história do nosso país, possuem belíssimas riquezas naturais e culturais, assim como praias deslumbrantes.

Conheça as cidades mais antigas do Brasil

1. Cananéia (São Paulo)
Fundação: 1531
Ainda há certa competição para saber quem ocupa o topo dentre as cidades mais antigas do Brasil entre Cananéia e São Vicente. Isso ocorre porque não há documentos o suficiente para comprovar que Cananéia teve sua fundação cinco meses antes da outra.

Cananéia, além de possuir belas cachoeiras, ilhas e praias, também tem um centro histórico muito interessante para os turistas visitantes da região.

2. São Vicente (São Paulo)
Fundação: 1532
Localizada na região hoje chamada de Baixada Santista, em São Paulo, São Vicente teve sua fundação feita por Martim Afonso de Souza. Além de uma belíssima ilha, a cidade também chama atenção por suas praias, como Itararé e Gonzaguinha.

A fortaleza da casa Martim Afonos, hoje, é preservada e por muitos dita como sendo o marco zero do país, hoje um museu abrigando fotografias e documentos históricos da cidade.

3. Olinda (Pernambuco)
Fundação: 1535
A Unesco determinou Olinda como Patrimônio Histórico e Cultural da Humanidade, e a cidade foi muito importante durante o período em que o Brasil era uma colônia. Quem fundou a cidade foram os portugueses, mas os holandeses chegaram a invadirem-na e dominarem-na por um certo tempo antes de uma reconquista lusitana.

Além da beleza natural, é também riquíssima em sua história e arquitetura.

4. Vila Velha (Espírito Santo)
Fundação: 1535
Outra das cidades mais antigas do Brasil que também se localiza no sudeste. Quem a fundou foi Vasco Fernandes Coutinho, que detinha a capitania do Espírito Santo no período primordial do Brasil colônia. Suas praias chamam atenção, além dos pontos históricos como o Farol de Santa Luzia e o Convento da Penha.

5. Igarassu (Pernambuco)
Fundação: 1535
Uma das cidades mais antigas do Brasil, seu nome significa “navio” ou “canoa grande” na origem Tupi. Situa-se na área metropolitana do Recife, estado do Peranmbuco, e foi palco de conflitos entre portugueses e índios.

6. Recife (Pernambuco)
Fundação: 1537
Recife, além de ser uma das cidades mais antigas do Brasil, foi também uma das mais importantes no período colonial. Recife era um dos portos do Brasil, por onde muitos produtos, artigos de luxo e escravos entravam no território da colônia. Hoje, a cidade é reconhecida por sua produção cultural, suas belas praias, o carnaval marcante e os prédios históricos.

7. Iguape (São Paulo)
Fundação: 1538
Iguape é a maior cidade em termos de extensão territorial no estado de São Paulo, diferentemente do que se poderia pensar. Suas casas e igrejas fazem parte de conjuntos de arquitetura colonial que foram preservados, possuindo um centro histórico rico no estado.

8. São Mateus (Espírito Santo)
Fundação: 1544
A segunda cidade mais antiga do estado do Espírito Santo, cujo nome foi dado pelo Padre José de Anchieta. Muitos africanos chegavam ao território da colônia através dessa área, que posteriormente também recebeu imigrantes vindos da Itália. As praias de Urussuquara e Guriri são algumas das riquezas naturais da cidade.

9. Salvador (Bahia)
Fundação: 1549
Salvador foi a primeira capital da colônia, funcionando como sede para a administração feita por Portugal. É uma cidade muito rica em história e gastronomia, com alguns dos pontos turísticos mais marcantes do país, como o Largo do Pelourinho. O litoral e o carnaval também são pontos fortes da cidade.

10. Vitória (Espírito Santo)
Fundação: 1551
A atual capital do Espírito Santo, fundada 16 anos após Vila Velha, cujo primeiro nome foi Vila Nova. O arquipélago contém catedrais, casas e igrejas que remetem a diferentes épocas da história brasileira. Suas praias e gastronomia são fatores atrativos da região.

*por Dominic Albuquerque
………………………………………………………
*Fonte: socientifica

Quando estiver se sentindo infeliz, vai viajar sozinho! É um santo remédio!

Quando estiver se sentindo infeliz, vai viajar sozinho! É um santo remédio!

Às vezes, quando tudo parece estagnado e chato, você tem que saltar para o desconhecido para reacender seus sonhos e mantê-los flutuando com novas asas.

Você precisa experimentar viajar sozinho para desviar dos ciclones que te atingem.

Vai viajar sozinho porque você precisa de tempo para o seu coração — algo que você não tem honrado ultimamente, muitas vezes, fazendo horas extras por semanas.

Você precisa permitir que outras cidades preencham sua mente com sonhos mais uma vez. Você tem que continuar. Seu caminho é seu.

Outros viajantes tornam-se companheiros. Alguns são companheiros por algumas horas fugazes no avião, como um casal indiano visitando sua filha que trabalha para o Google, como a mulher que volta para a Espanha da França que recomenda que você visite El Nationale para jantar, como o homem a quem você empresta uma caneta que compartilha que está voltando para casa de uma viagem de trabalho, como uma jovem explicando como é o aeroporto Charles DeGaulle.

Ou você pode viajar pelo Brasil e se aventurar em lugares nunca antes pensados por você.

Alguns estranhos se tornam companheiros nos segundos entre o momento em que você pede para eles tirarem sua foto e o momento em que eles se afastam.

Alguns estranhos tornam-se companheiros nas histórias que compartilham com você, alguns despudorados e desequilibrados, outros centrados e sábios.

Em uma viagem de ônibus, você ouve a história de uma mulher que deixou o país com apenas 16 anos e se mudou para Nova York. Outra, conta sua dor e determinação para mudar de vida, e elas se tornam suas, nos segundos em que ela conta sobre como foi viver com um alcoólatra por décadas, sobre sua morte, sobre os dias brutalmente difíceis que ela suportou para conseguir recuperar a alegria de viver.

E um dia, enquanto você está sentado em um café gostoso, você percebe que a semente da sua tristeza, que por muitos anos cresceu na boca do estômago, não parece mais tão pesada. Não porque se dissipou, mas porque uma infinidade de outras sementes cresceram ao lado dela – sementes de felicidade, gratidão, surpresa, beleza e amor.

Essas sementes não floresceram porque você escolheu ficar sentado no sofá vendo o Tiktok ou no Instagram esperando validação externa, mas porque você escolheu estar presente e buscar viver novas aventuras, e se permitiu desfrutar de momentos simples, mas que renovaram completamente a sua energia. Esses são os momentos mais importantes.

Não, eles não estão livres de angustiante solidão ou tristeza, mas são eles que o mantêm em movimento.

São esses momentos de liberdade que mostram que você quer esta viva em meio à sua incerteza, e eles te fazem perceber que não há nenhum problema em se sentir como você se sente, mas que é preciso fazer mais por você doq ue você vem fazendo.

Continue lançando sonhos em poços dos desejos. Alguns se tornarão realidade e outros irão surpreendê-lo de uma maneira mais saudável. Eu afirmo a você que vale a pena viajar sozinho diante do cansaço, você vai se sentir livre e vai conhecer não só lugares, mas pessoas, muito interessantes.

VOCÊ MERECE!

………………………………………………………………
*Fonte: seuamigoguru