Um rolê bem sério

Com o clima por aqui se mantendo no modo “nublado” e assim dando uma boa amenizada no calor infernal que esteve fazendo nos últimos dias, novamente a ideia foi de aproveitar para pegar a estrada de moto. Dessa vez o roteiro do rolê foi por uma estrada de chão batido mesmo, off-road (nada muito pesado), mas totalmente fora do esquema habitual de asfalto.

Resolvi ir até a cidade de Sério (RS), seguindo apenas por caminhos do interior de Venâncio Aires (RS) até lá, o que dá cerca de uns 70 km – ida e volta (logo no começo tem um trecho asfaltado, mas depois muda). Uma viagem muito bonita entre belas paisagens rurais, passando pela localidade de Santa Emília (ainda V. Aires), com os tradicionais campos, plantações, pastagens de gado, cachorro correndo na beira da estrada, “bolichos”, gente que passa e te cumprimenta cordialmente (coisa boa!), igrejas, salões de festa, riachos, açudes enfim, um incrível trecho de colônia e um pedaço da nossa serra gaúcha – que aliás, é fantástica! Se fosse bem explorada turisticamente essa nossa região, teríamos por aqui também belos cenários de montanha. Tanto que o trajeto de V. Aires até lá a grosso modo, é basicamente de subida.

Já havíamos feito esse percurso ano passado, não lembro agora ao certo quando foi, mas eu, Pretto e o Vladi (a gangue do Atacama…rsrsrsrs), subimos até quase chegar em Sério, quando lá pelas tantas um prego furou o pneu da moto do Pretto. Mas então foi aquele perrengue todo na função de arrumar uma ferramenta emprestada, tirar a roda, levar até uma borracharia, voltar, recolocar o roda e ajustar tudo. E assim, num piscar de olhos se foi a tarde. Deixamos para uma próxima.

Hoje deu tudo certo, foi tranquilo, sem pneu furado e resumindo a coisa toda, uma boa trip. Esse é o tipo de viagem que te deixa satisfeito de andar de moto por lugares tão interessantes e melhor, perto de casa. Fica a dica.

Como de costume segue abaixo uma série de fotos dessa empreitada de hoje.
Fiquem em paz. Grande abraço!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Passeio de índio

Como fazia tempo que não postava nada sobre algum passeio de moto por aí, hoje aproveitando o dia e o final de minhas férias, tempo nublado e a grata amenizada que deu no clima, de calor infernal que tem feito por aqui nos últimos dias, fui dar um rolê básico, aqui por perto mesmo. Nesse entrevero de pegar a estrada e tal, na volta estive de passagem pelo Parque da “Gruta dos Índios”, em Santa Cruz do Sul (RS).

Fazia tempo que não passava por lá. Se você é de fora e não conhece o local, então fica a dica de quando vir ou passar por Santa Cruz do Sul. Fica então como uma de dica e divulgação do local para visitas e um bom relax. É um parque bem estruturado e cuidado, bastante arborizado, mata nativa, restaurante, banheiros, mesas e churrasqueiras, uma pracinha, caminhos para trilhas e passeios, até um laguinho. Ah! e a tal gruta dos índios. Vale a visita, hein! Um lugar calmo e tranquilo (quando não tem excursão), belo contato com natureza e bem perto do centro da cidade, por mais incrível que pareça.

Da trip de hoje vou postar apenas imgs do parque, no mais, era só estrada e os mesmos caminhos que seguido percorremos aqui perto.

Flw. Até a próxima.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O maior patrimônio: as viagens que fazemos, os lugares que conhecemos

Estive ausente na última semana, de férias, viajando com minha família. Foi momento de abandonar meu cotidiano apertado e experimentar ser eu mesma sem as exigências da rotina.

Visitamos museus e vinícolas, experimentamos novos sabores, atravessamos pontes, subimos e descemos morros e montanhas, vimos o pôr do sol do alto de um mirante, conhecemos a casa de um grande poeta.

Porém, a gente não precisa ir tão longe para descobrir que a vida pode ser decodificada de uma forma mais leve, doce e sensível _ se estivermos abertos e dispostos a isso.

Como diz o poema de Fernando Pessoa: “Para viajar, basta existir”. O que precisamos é aprender a perceber o mundo de forma diferente. Aprender a perceber nós mesmos longe daquilo que pensamos ser essencial e que muitas vezes não é.

Viajar pode ser a oportunidade de aprendermos a reagir positivamente diante dos imprevistos, e descobrir que somos capazes de reinventar nossos planos usando a criatividade e a coragem. E agora me lembro da última animação da Disney Pixar, o desenho “Procurando Dory” , que assisti esta semana no cinema com o filhote. Num dado momento, Marlim, o peixe preocupado e certinho, se pergunta: “O que Dory faria nesta situação?”, e descobre que a amiga, “doidinha” e tranquila, tem muito mais recursos para sair de apuros do que ele.

No nosso primeiro dia de viagem pelo Chile, descobri que tinha reservado o hotel de forma errada. No lugar de sete diárias, tinha reservado apenas uma! Foi a oportunidade de sermos criativos como Dory e, com muito bom humor, arranjar outro hotel para a viagem continuar.

Viajar é a oportunidade de nos recriarmos de formas mais simples e descompromissadas, descobrindo que nosso mundo pode caber no espaço de uma mala, e que nossos pés ficam muito mais leves usando apenas chinelos de dedo ou meias confortáveis.

Nos apegamos ao nosso mundo, nossas coisas, nossos objetos… como se isso pudesse nos definir. Ter uma casa, um ou dois carros na garagem, um closet cheio de roupas e sapatos… tudo isso é bom e nos dá segurança, mas somente deixando tudo isso pra trás e seguindo com uma mala de rodinhas, podemos experimentar o que aguça nossos sentidos e nos sensibiliza por completo. Como quando nos emocionamos diante de uma música nova, um pôr do sol deslumbrante ou um sabor que nos faz suspirar.

De repente descobrimos que a vida pode ser declamada como pura poesia, basta a gente estar pronto e aberto a enxergar.

Fora do barulho e poluição das ruas, distante da urgência dos despertadores, longe das mesmas paisagens e sabores… podemos acolher quem somos de fato. E nos percebermos crianças diante do mundo que acontece como grande novidade.

Visitando a casa do poeta Pablo Neruda, e pouco a pouco entrando na história que ele vivenciou, poetizou e imortalizou, me senti inspirada a olhar minha própria existência com olhos de poesia, transformando minha antiga atmosfera numa nova possibilidade.

Talvez o maior patrimônio seja esse: viajar, ultrapassando as fronteiras de nosso universo particular, descobrindo o que nos comove a ponto de voltarmos renovados.

É gostoso investir num sapato bacana, numa roupa nova, numa bolsa diferente. Mas investir num voo que nos conduz por novos horizontes, onde poderemos nos reciclar e recriar por algum tempo, é aquilo que todos dizem: “não tem preço”.

Não há dinheiro mais bem gasto do que aquele que usamos para viajar. Que permite que nossos pés toquem um solo desconhecido e nossa pele sinta o frio dilacerante ou calor reconfortante. Que desafia nossa percepção e instiga nosso olhar; que nutre nossos sentidos e aguça nosso paladar; que nos oferece caminhos onde iremos pisar e jornadas que irão nos transformar.

“Para viajar, basta existir”. Que você descubra o que lhe move, o que lhe comove, o que desperta seu desejo de reciclar-se perante o mundo. Que possa fazer as malas de vez em quando e sair à rua cantarolando. Que possa abandonar partes de si mesmo que não têm mais significado e descobrir novos territórios para ocupar os espaços vazios. Que haja mar, brisa suave e cheiro de terra molhada. Que chova à noite e faça sol de dia. Que o dia branco prometido seja compensado pela nevasca da madrugada, e que a água salgada deixe escorrer tudo o que já lhe causou dor no passado.

Faça as malas se puder. Faça planos, trace rotas, decifre mapas. Vá a lugares que só conheceu em seus sonhos, pise firme no chão que escolheu e respire fundo na atmosfera que te acolheu. Abandone bagagens desnecessárias e despeça-se do que não faz mais sentido. Olhe-se nos olhos frente ao espelho e encontre uma pessoa renovada. Lave o rosto, penteie o cabelo e tome uma xícara de café. Sinta-se vivo, sinta-se outro, sinta-se pronto pra começar de novo…

*Por Fabíola Simões

 

 

 

 

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*Fonte: contioutra

Carlos Barbosa / Banidos do Inferno M.C. – 3 anos

Hoje foi dia de subir a serra gaúcha junto com o Pretto até Carlos Barbosa (RS), para o evento de comemoração de 3 anos dos Banidos do Inferno M.C.. O mesmo esquema de sempre, V. Aires até Lajeado, depois a Rota do sol até Carlos Barbosa (Desvio Machado) e pimba! Viagem tranquila, saímos ainda pela manhã, dia bonito de sol mas com um vento bem bacana, só para dizer que o verão e o calorão ainda não se estabeleceram de vez. Boa, melhor assim.

Chegamos no local (um bom lugar para um encontro de motociclistas) e o evento já estava em andamento, prá falar a verdade já era quase hora do almoço. E o que posso dizer é que tinha bastante moto custom, a maioria eram HD’s e também muita gente supimpa, show de rock e um excelente almoço com galeto e churrasco. E uma coisa é certa, o pessoal de lá sabe fazer uma boa festa! Sendo que também rola por lá o já famoso evento anual “Harley’s Day”, que é organizado pelo mesmo pessoal. Parabéns!

Na volta tudo tranquilo e ainda resolvemos mudar o roteiro, passamos pelo caminho de Imigrantes e Colinas, que aliás, é um trajeto fantástico (fica a dica). E na chegada ainda teve a tradicional resenha com  os amigos.

Mais um sábado daqueles. Valeu.
Já pelo ano que vem na comemoração dos 4 anos.
\m/

*Ah! Em tempo. Curti bastante o setlist de músicas que estava rolando na festa, coisa bem diferente dos habituais “Creedence e AC/DC” que rola em tudo que é encontro. Nada contra essas bandas, sou fan também, mas não precisa ser sempre a mesma coisa! Muito bom isso. Ainda bem.

*Confira algumas fotos do rolê de hoje:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Como construir uma casa em uma Kombi (projeto / e-book)

Descrição do Produto

Esse livro-projeto é o manual que todo viajante sonhava em ter para viver no conforto do lar e desbravar o mundo ao mesmo tempo. Agora, qualquer leigo será capaz de construir sua própria Kombihome com banheiro seco, cozinha completa, cama de casal, chuveiro, armários, espaço para materiais de trabalho, frigobar e outros eletrodomésticos todos movidos por energia limpa e renovável através de painéis fotovoltaicos. Kombihome, o manual completo é mais do que um projeto, é uma oportunidade real, tangível e de fácil construção pois além de contar com todas as peças medidas e desenhadas, conta também com uma animação em 3D que revela passo a passo a ordem da montagem dos móveis, do sistema fotovoltaico, sistema hidráulico e do sistema gás de cozinha. Este livro também apresenta informações preciosas sobre a documentação, dicas, histórias da estrada e muito mais.

Agora só não desfruta de viver na estrada quem não quer!

Vantagens

Esse livro-projeto traz não só comodidade de ter acesso a um projeto de alta funcionalidade e praticidade, mas traz também possibilidade de uma economia dramática de tempo em projetação de uma casa na Kombi, que envolve complexos sistemas; economia de gastos, uma vez que peças cortadas erradas e desperdício de material, que são um ponto chave no custo de qualquer novo projeto; e possibilidades quiça de novas ideias a partir de uma estrutura bem enraizada nas necessidades básicas de uma casa.

Resumindo: economia de tempo e investimento, uma visão real sobre os custos do projeto, dicas e informações valiosas sobre temas burocráticos como a documentação, por exemplo, manual de construção de móveis, sistema hidráulico e sistema fotovoltaico, histórias das estradas e muito mais.

*Se ficou interessado, confira aqui como adquirir o E-book deste projeto: kombihome

Cingapura-Nova York: como é viajar no voo mais longo do mundo

Andar de avião já é um desafio. Horas de fila, banheiros apertados, cadeiras desconfortáveis, comida sem graça… Imagine, então, como é a linha Singapura-Nova York, que começa a funcionar na próxima quinta (11).

Com 16,7 mil km de extensão e 19 horas de voo, a linha, que será operada pela Singapore Airlines, ocupará o posto de mais longa do mundo. Antes, quem detinha o título era a conexão Doha (Catar)-Auckland (Nova Zelândia), que a Qatar Airways inaugurou no ano passado e que dura pouco mais de 17 horas.

Levantando voo

A equipe responsável pelo voo fez uma parceria com um spa, o Canyon Ranch, para diminuir os danos nos corpos dos passageiros: exercícios guiados de alongamento e um cardápio leve, ainda que atraente, com pratos como camarão, lagosta e vitela.

A equipe será composta por 13 funcionários. Mas calma, não vai haver nenhum tipo de abuso ou horas extras não pagas: eles terão quatro horas de descanso durante a viagem, e ficarão em Nova York por pelo menos dois dias antes de encarar a jornada de volta.

Preços salgados

A extensa rota não é novidade: a Singapore realizava essa mesma viagem, porém cancelou a linha cinco anos atrás. O motivo foi a alta no preço nos barris de petróleo, que tornam viagens longas caras e pouco vantajosas. Agora, o barril está cotado a US$75, contra os mais de US$100 da época.

Além disso, a tecnologia deu uma ajudinha. Os aviões agora são mais leves, armazenam mais combustível e consomem menos. O modelo que vai realizar o voo mais longo do mundo é a aeronave A350-900 Ultra Long Range, que possui menos assentos e mais espaço para passageiros que o normal. Serão 67 poltronas para a classe executiva e outros 94 para a econômica premium (uma espécie de “mini-executiva”).

Isso mesmo que você leu: não haverá assentos de classe econômica comum. A passagem de ida e volta mais em conta para a linha sairá por R$ 15 mil. Haja milha para juntar no cartão.

*Por Rafael Battaglia

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*Fonte: superinteressante

Timelapse de 30 dias em um navio de contêiner te leva para uma viagem pelo mundo

Jeffrey Tsang é um vlogger que fala sobre o mar, também é marinheiro e fotógrafo em um navio de contêineres que viaja por todo o mundo. Seu último vídeo é um timelapse que captura 30 dias da viagem, traçando seu caminho do Mar Vermelho até Hong Kong. O vídeo em 4K é composto por cerca de 80.000 fotos que capturam vistas deslumbrantes de céus, pores do sol vermelhos profundos e iluminação azul brilhante em meio a tempestades ferozes.

“Navegar ao ar livre é uma maneira verdadeiramente única de entender como somos pequenos neste lindo mundo”, diz o fotógrafo canadense. “Perseguindo o horizonte infinito, testemunhando o clima em constante mudança e apreciando as brilhantes estrelas e galáxias”.

Recomendamos que você assista o vídeo em tela cheia, exibindo a experiência que o transporta diretamente para ao navio de cargueiro. Você pode ver mais fotografias marítimas de Tsang em seu Instagram e Youtube.

*Por: Bruno Silveira

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*Fonte: misteriosdomundo

Roteiro exclusivo: volta ao mundo de trem em 28 dias

Ao escrever “A Volta ao Mundo em 80 dias” em 1873, o escritor Julio Verne com certeza não imaginava que viajar por vários países ao redor do mundo se tornaria o sonho de muitas pessoas. Estamos vivendo em um mundo onde as distâncias se encurtam cada vez mais, graças aos rápidos e modernos meios de locomoção. É pensando nisso que o grupo T&T Travel apresenta a “Volta ao Mundo de Trem”.

O projeto foca em realizar uma viagem inédita transcontinental que, na maior parte do percurso, será feito a bordo de um dos mais tradicionais e antigos meio de locomoção: Os trens. O objetivo do grupo que está realizando a excursão é fazer com que, além de viajar, os turistas tenham inúmeras experiências memoráveis.

A Viagem

Com saída programada para o dia 8 de setembro de 2018, na cidade de Chicago, EUA, serão 28 dias percorrendo por 17 países de 3 diferentes continentes. No total, serão 21.000 quilômetros sobre os trilhos, em 7 diferentes trens. Seguem abaixo quais serão os trens utilizados, junto com seus roteiros e suas respectivas datas de partida e chegada.

O roteiro da incrível volta ao mundo de trem!

 

 

 

 

 

 

 

TREM CALIFORNIA ZEPHYR
Chicago – Salt Lake City (09 a 10 de Setembro)
TREM ROCKY MOUNTAINEER
Banff – Kamloops (12 de Setembro)
Kamloops – Vancouver (13 de Setembro)
TREM CHINÊS
Pequim – Erlian (18 a 19 de Setembro)
TREM TRANSIBERIANO
Erlian – Moscou (19 a 29 de Setembro)
TREM SAPSAN
Moscou – São Petersburgo (01 de Outubro)
TREM ALLEGRO
São Petersburgo – Helsinque (02 de Outubro)
FERRY TALLINK SILJA LINE
Helsinque – Estocolmo (03 a 04 de Outubro)

Valores e o que está incluso
Em acomodação dupla, a aventura custa € 24.900 (cerca de R$ 87.150) por pessoa. Em cabine individual no trem, o preço chega a € 35.500 (cerca de R$ 124.250). No pacote está incluso as passagens de trem e de avião, hospedagem, refeições e até mesmo um guia brasileiro ao longo de toda a viagem.

 

 

 

 

 

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*Fonte:

Huacachina – Peru

Huacachina é uma vila que se localiza na região sudoeste do Peru. Essa vila foi erguida ao redor de um pequeno oásis que parece até fake. O que impressiona é a altura das dunas. Está localizada na província de Ica, a cerca de cinco quilômetros da cidade de Ica, no distrito de mesmo nome.

Huacachina tem uma população permanente de cerca de 100 pessoas, embora hospede muitas dezenas de milhares de turistas a cada ano. Huacachina foi construída em torno de um pequeno lago natural no deserto. Chamado de “oásis da América”, ela serve como um resort para famílias locais da cidade vizinha de Ica e cada vez mais como uma atração para turistas atraídos pelos esportes de sandboard e passeios de bugre em dunas de areia que se estendem várias centenas de metros de altura.

Uma lenda local diz que a lagoa foi criada quando uma bela princesa nativa foi presa durante um banho por um jovem caçador. Ela fugiu, deixando a piscina de água em que ela se banhava tornar-se a lagoa. As dobras de seu manto, que se contorciam atrás dela enquanto ela corria, tornaram-se as dunas de areia ao redor da lagoa. E a própria mulher viveria no oásis como uma sereia.

Esse lugar quase foi pro saco, quando proprietários privados próximos ao oásis instalaram poços, o que reduziu o nível de água no oásis. Para compensar esta perda de água e preservar o oásis como um destino esteticamente agradável para os turistas, a cidade iniciou um processo artificial de bombeamento de água para o oásis, recompondo o lençol freático.

Acho curioso como a América do Sul tem lugares incríveis pouco conhecidos. Um belo destino de viagem para fotos.

*Por Philipe Kling David

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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*Fonte: mundogump

Cerro do Baú – parte II

Há umas duas semanas atrás estive no cerro do Baú, que fica aqui mesmo no interior de Venâncio Aires (RS). Hoje foi dia de voltar lá mas dessa vez junto com os amigos Pretto e Vladimir. Uma viagem normal até lá, tudo por estrada de chão batido, algumas “britas”, buracos pelo caminho mas nada de absurdo. Um passeio legal até , eu diria.

Quando chegamos lá encontramos o proprietário, Marcolino Coutinho, que estava dando um “trato” na propriedade. Como ele já é um velho conhecido da gente, aproveitamos para trocar uma ideia com ele. Dessa vez também haviam outras pessoas de passagem apreciando o local e a bela vista que se tem da cidade e arredores, lá de cima. É bom ver uma área tão bonita como essa sendo visitada, ainda mais aos cuidados do Marcolino, que quando nos falava sobre fatos e histórias do local, se percebia claramente um certo brilho nos olhos de satisfação e alegria. Bom saber que ele cuida bem do local e ainda permite a sua visitação. Outros talvez já teriam cercado bem toda a propriedade, metido placas de advertência, solto cachorros e construído uma casa com uma bela vista exclusiva.
Ele não! Palmas para o Marcolino.

Ficamos ainda um tempo por lá caminhando e admirando o local, depois fomos ver uma nascente que fica ali pertinho, ainda no mesmo morro.

Um bom passeio de um sábado de tarde. Rápido, perto e muito bom.

*Algumas imagens de hoje:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Como ser um caroneiro exemplar e fazer bonito com os passageiros

Quando a gente recebe visita em casa, é básico oferecer um lugar confortável para ela se sentar, um cafezinho e até uma música ambiente para deixar o papo fluir. No carro não é diferente! Troque o café quentinho por uma bala, ou um chiclete, e o resto é tudo igual!

Caroneiro bacana é aquele motorista que deixa os passageiros bem relax. Além de ter bom papo, mantendo as diferenças para fora da carcaça de metal – ainda mais nos tempos atuais – é importante seguir as normas do trânsito, ser gentil com os outros motoristas e não dar bobeira com distrações.

E já que estamos na Semana da Mobilidade, que tem como objetivo diminuir a quantidade de carros por aí, que tal fazer bonito no trânsito e virar o caroneiro em que todos confiam? A Youse e a Catraca Livre listaram algumas dicas maneiras e infalíveis!

Transmita segurança

1 – Antes de dar partida e sair com o carro, coloque o cinto de segurança e peça gentilmente para os outros passageiros fazerem o mesmo

2 – Se quiser bater papo, está liberado! Mas, apesar da conversa, mantenha os olhos atentos ao trânsito

3 – Se você for homem e estiver oferecendo carona a uma mulher, nunca, em hipótese alguma, tente passar uma cantada ou forçar uma aproximação física. Em vez de conquistá-la, você irá assustá-la! Carro não é lugar pra começar xaveco

4 – Para evitar quebras e incômodos, mantenha a manutenção de seu carro em dia, o tanque com combustível suficiente e o ambiente limpo e confortável

Seja gentil

5 – Pode colocar música? Pode! Mas que tal encontrar o gosto musical em comum com os passageiros? Também é importante que o volume seja agradável para todos os presentes

6 – Ar condicionado pode ser uma benção ou um pesadelo! O ideal é sentir o clima – literalmente! – e encontrar uma temperatura que agrade todos

7 – Não adianta ser gentil com o passageiro e sair xingando tudo quanto é motorista que compartilha a rua com o seu carro! Gentileza gera gentileza: dê passagem, ria das “barbeiragens” e, se o trânsito engarrafar, lembre-se que você tem companhia e aproveite para abstrair. Afinal, podia ser muito pior estar sozinho nessa!

8 – Balinha ou chiclete sempre caem bem, né? Se tiver, ofereça =)

9 – Evite assuntos polêmicos que podem causar desconfortos irreparáveis. Se for pra falar de política, religião ou futebol, que seja apenas para compartilhar pontos de vistas diferentes e respeitar a opinião alheia. Se não der, nem insista – ou melhor: nem comece!

Comunicação é fundamental

10 – Para evitar mal-entendidos, todo os detalhes devem estar bem claros: pontos de encontro, divisão de custos, tempo limite de espera e frequência da carona

11 – Caso tenha alterações no trajeto do dia a dia e não seja possível evitar a mudança de caminho, informe os passageiros com antecedência

Saiba mais sobre a #HoraDaMobilidade, um movimento que estimula empresas a doar uma hora para seus colaboradores e deixar mais flexível o horário de trabalho. Veja como apresentar a ideia ao seu chefe e confira as empresas participantes em www.horadamobilidade.com.br.

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*Fonte: catracalivre

Estudo determina que viajar produz mais felicidade do que se casar e ter filhos

Estudo determina que viajar produz mais felicidade do que se casar e ter filhos

Quantas vezes você foi tentado a deixar tudo, pegar sua mala e ir embora? Certamente você já foi tão sobrecarregado que só conseguia se acalmar imaginando-se ao lado da praia ou em uma floresta em frente a uma fogueira. Viajar é fugir da rotina e se encontrar na estrada.

Para muitos, o sonho da vida é viajar pelo mundo; para os outros, encontrar o amor da sua vida e ter filhos. Mas temos que informá-lo que um estudo no portal Booking garante que viajar produz mais felicidade do que se casar e formar uma família.

O que você prefere: casar, ter um filho ou viajar?

A reserva realizou um levantamento rápido de 18 mil habitantes de diferentes países. A maioria dos participantes concordou que as lembranças de suas aventuras e o planejamento da próxima fuga trazem mais felicidade do que qualquer outra coisa.

Uma porcentagem maior do que a média prefere viajar

55% dos participantes preferem ir de viagem do que se casar; no dia, 27 % prefere encontrar seu parceiro sentimental e ter um emprego estável; finalmente, 18 prefere que ele tenha um filho.

Viajar significa viver novas experiências e belos momentos

Esta pesquisa também descobriu que as pessoas preferem investir seu dinheiro em experiências em vez de itens materiais, de jóias, carros, gadgets a uma casa. Talvez a ideia de se instalar possa esperar, o jovem quer viver o momento.

Então, para planejar o próximo destino!

A felicidade é fomentada pela sede de conhecer e explorar novos lugares; Além disso, você sempre pode fazer isso com amigos, com um parceiro e até com crianças. Você realmente não tem que escolher entre um e outro. Mas se você está procurando por alegria e emoções, escolha um destino e imagine-se aproveitando suas próximas férias.

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*Fonte: revistapazes

A subida

Em pleno feriado de 20 de setembro aqui no Rio grande do Sul e mesmo com um dia onde as condições não estavam lá muito bonitas para uma trip de moto, resolvi dar uma passada em Teutônia, na Lagoa da Harmonia. É que tem aí uma questão mal resolvida. Explico.

Já estive por lá inúmeras vezes e o lugar realmente é muito bonito e agradável, no verão melhor ainda, a lagoa é bem cuidada (o resto do parque também, diga-se), tudo bacana e bem interessante. Também tudo ok com a clássica volta ao redor da lagoa, mas tem o fato de lá tem uma vista incrível do alto do morro – que fica ao lado, numa estradinha logo na entrada da lagoa. Então…

Já subi nesse morro há alguns anos atrás, mas acontece que das duas últimas vezes em que estive por lá e com tempo, mesmo assim eu não subi mais até o alto desse morro. Esses dias me lembrei disso, dei boas risadas e resolvi que assim que possível iria novamente até lá (não fica muito longe daqui) só para completar esse trajeto. Virou uma questão particular para mim. Lembro de que já desisti duas vezes dessa subida. Gordo, pesado e fora de forma, na metade do caminho cansado e esbaforido eu arreguei (tipo como fez o time do Inter, saca?). Desisti e voltei.

Semana passada já tinha pensado em passar por lá, cheguei até a comentar isso com o Vladimir (parceiro de trip de moto), mas não foi possível porque tínhamos outros compromissos. Hoje, feriado, dia nublado, feio e sem sol e para completar, eu não tinha nada melhor para fazer além de cultivar o “nadismo”. Pimba! Dia perfeito para inventar alguma incomodação ou aventura, onde tudo pode dar certo ou bem errado. Vamos ver… clima não estava com cara de que iria ajudar muito.

Depois do meio dia, dito e feito, veio a chuva. Pronto. Ferrou. Mas para meu alívio foi passageira e logo o chão já estava seco. Não perdi tempo, me ajeitei rapidamente e fui de moto para a estrada. A viagem foi tranquila, tudo de boa, pouco trânsito –  Lajeado, Estrela, Rota do Sol, Teutônia e ôps, já era o trevo para a Lagoa da Harmonia. Vamos lá!

Subida boa, parei algumas vezes para dar uma olhada na paisagem mas logo estava na portaria da lagoa. Atualmente cobram R$ 7,50 (por pessoa – só para constar), converso com o vigia, combino com ele de depois deixar a minha moto ali e o meu capacete. Antes ainda faço a tal clássica volta olímpica na lagoa, que é de praxe, também umas fotos corriqueiras mas logo volto para o começo, onde estava o meu propósito para essa empreitada. A subida íngreme do morro. O vigia ainda comenta de que quando subiu a primeira vez, teve de para e sentar no caminho para descansar e tomar um fôlego.

Uma vez que a moto e meu capacete estavam devidamente sob cuidados do meu amigo vigia, tomo rumo na estradinha íngreme e subo como se não houvesse amanhã… rsrsrssrsr  (poderia ter feito essa subida de moto, o vigia me sugeriu, mas não era essa a intenção expliquei para ele). Passo a passo a coisa progrediu e rendeu num nível bem legal de subida, o que até me surpreendeu. O meu investimento na academia nesses últimos tempos se mostrou bem válido nessa hora. Thanks Grego! Na metade é claro, parei para uma breve pausa, uma respirada mas a subia deveria prosseguir.  Foco! Pro alto e avante. Chego no topo e como o dia estava nublado a visão lá de cima hoje não era das melhores, mas tava valendo. Havia apenas um casal de namorados, que sim, se assustaram com a minha chegada, mas foda-se. A estrada é livre. Aproveitei então para me sentar bem de boas na grama, curtir a paisagem e toda aquela vista do vale. Momento bacana e o bom disso é que não tinha muita gente, então havia um certo silêncio ao redor. Mas a alegria não dura prá sempre – como se dizem, chegaram mais algumas pessoas, inclusive também uns importunos caras bêbados, que fizeram uma gritaria e daí essa clima zen foi para o espaço. Só podia ser a deixa do universo para mim cair fora dali (rsrsrsrsrs). E eu já tinha curtido o necessário da paisagem mesmo.

O caminho da volta na descida foi bem de boas, sempre parece mais curto e mais rápido do que a ida /subida (me lembrei de que tem uma teoria psicológica que aborda esse tema – já foi post aqui no blog). Chego na moto, começo a me ajeitar para retomar o caminho de casa e converso mais uma vez com o meu novo amigo, o vigia/porteiro, que descubro ser pai do quem administra o local todo. Me contou várias coisas interessantes do local e das casas ao redor. Enfim, histórias de viagem.

Venho embora para casa acreditando de que irei pegar chuva no caminho, o céu estava mais escuro já nesse momento. Tudo bem, faz parte. Cheguei bem e bastante satisfeito, primeiro por não ter pego chuva alguma e segundo, com a empreitada toda. A subida foi OK, melhor do que o esperado – preparo testado e em dia, era justamente isso que eu queria descobrir na tal subidona. Vamu-qui-vamu. Meu perrengue com o morro terminou hoje e bem sei que ainda irei subi-lo ainda mais vezes.

*Abaixo algumas fotos dessa trip:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Aproveitando o sol do sábado de feriadão

Fim de semana de feriadão de dias bonitos e ainda com uma temperatura prá lá de agradável, bom momento para se pegar a estrada. Hoje enteão, como de costume quando o trajeto não é muito longe, eu e o Pretto saímos logo no começo da tarde e fomos até Santo Amaro do Sul/RS. Uma viagem muito boa, que nos finais de semana a estrada é de pouco movimento com belas paisagens de campos, criação de gado e lavouras, sendo que a maior parte do caminho é em asfalto, mas somente até a entrada da cidade (parte histórica), onde começa um trecho de estrada de chão, que não é muito longo (alguns poucos Kms).

As coisas mudaram desde a última vez em que estive por lá esse ano, há alguns meses atrás. E digo – prá melhor! Agora tem uma bela sinalização já na entra, junto a RS 244, ficando assim bem mais fácil e prático de se chegar até o centro histórico de Santo Amaro do Sul que tem uma região central com casarios antigos, uma bela praça com uma árvore frondosa em frente a tradicional igreja e depois, não muito longe (algumas quadras rua abaixo), já se encontra a margem do Rio Jacuí. E nesse mesmo pacote de viagem, um pouco mais adiante apenas, se encontra a Barragem Eclusa de Amarópolis.

Enfim, um pacote completo de viagem com tudo bem perto uma coisa da outra. Fica a dica, porque vale a pena o passeio. Na entrada da cidade, ainda no trecho de estrada de chão, tem um mirante de madeira com uma altura tipo de uns dois ou três andares. Muito bacana, a intenção deve ser a de se enxergar a vila mais adiante, mas só que de longe, ou ao menos foi o que deu para perceber hoje, apenas dá para ver um pouco das torres da igreja por entre as árvores e tal, vide que o povoado não tem nenhum grande prédio. Mas já começa bem a coisa porque é legal subir nesse mirante de qualquer modo. Depois voltamos para as motos e seguimos em frente.

Estacionamos na praça central, que mais do que óbvio, perto da igreja. Então fomos dar uma conferida bem de perto, fazer uma fotos, aquela função de sempre.

Contando depois dessa trip de hoje para minha mãe, ela comentou que num desses casarões perto da árvores da igreja, era a casa onde em sua infância morou a mãe do cantor Wander Wildner, meu primo.

Em seguida rumamos até a beira do rio Jacuí, que estava bem cheio. A outra vez em que estive ali no começo do ano, havia até uma prainha, que aliás, hoje estava submersa. Demos uma apreciada no local e seguimos em frente rumo até a eclusa. O caminho é cheio de casinhas de pescadores, creio que talvez a maioria seja de pessoas que curtem pescar mais como um hobby de final de semana, férias ou temporadas, do que vivem propriamente dito da atividade mesmo.

Aí vem a parte que eu julgo a mais interessante dessa trip, o local é bonito, uma obra do Estado Federal, num estado bem cuidado (ao menos a grama e a grande parte da estrutura) que e lembra muito de ser um versão “redux” de outra eclusa, aqui perto também, de Bom Retiro do Sul / RS. Muitos detalhes parecidos, só que numa proporção talvez um pouco menor em termos de estrutura. Daí é aquela coisa, caminha prá cpá, caminha prá lá, sobe na escadaria do prédio de controle, que aliás, parece ser uma sala tirada do estúdio do seriado de TV LOST, uma coisa tecnológica mas travada no tempo tipo anos 60, saca!? Interessante. Mais umas fotos, o rio estava cheio e com uma forte correnteza, situação bem diferente da outra vez também.

Ficamos um tempo por lá, caminhamos por tudo que lado,até conversamos com o vigia do local, que nos deu algumas informações do procedimento do local e algumas coisas mais. Muito legal.

Depois era só voltar para casa. Um passeio bem legal e interessante, num belo dia de sol para se andar de moto. Essa função toda foi de uns 150 Km rodados, não durou a tarde inteira e assim mesmo rendeu um passeio curto e bem diferente do habitual para nós (V. Aires – Santo Amaro do Sul). Na volta ainda uma passagem pela estrada velha que liga V.Aires / Sta Cruz do Sul, com muitos buracos diga-se, com direito a curzar na frente do encontro de Balonismo que está acontecendo na cidade esse final de semana.

A viagem toda foi tranquila e sem nenhuma perrengue (blz). Mais um sábado muito bem aproveitado. Valeu!

*Confira então abaixo um pouco dessa viagem de hoje, através de algumas fotos:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O maior patrimônio: as viagens que fazemos, os lugares que conhecemos

Estive ausente na última semana, de férias, viajando com minha família. Foi momento de abandonar meu cotidiano apertado e experimentar ser eu mesma sem as exigências da rotina.

Visitamos museus e vinícolas, experimentamos novos sabores, atravessamos pontes, subimos e descemos morros e montanhas, vimos o pôr do sol do alto de um mirante, conhecemos a casa de um grande poeta.

Porém, a gente não precisa ir tão longe para descobrir que a vida pode ser decodificada de uma forma mais leve, doce e sensível _ se estivermos abertos e dispostos a isso.

Como diz o poema de Fernando Pessoa: “Para viajar, basta existir”. O que precisamos é aprender a perceber o mundo de forma diferente. Aprender a perceber nós mesmos longe daquilo que pensamos ser essencial e que muitas vezes não é.

Viajar pode ser a oportunidade de aprendermos a reagir positivamente diante dos imprevistos, e descobrir que somos capazes de reinventar nossos planos usando a criatividade e a coragem. E agora me lembro da última animação da Disney Pixar, o desenho “Procurando Dory” , que assisti esta semana no cinema com o filhote. Num dado momento, Marlim, o peixe preocupado e certinho, se pergunta: “O que Dory faria nesta situação?”, e descobre que a amiga, “doidinha” e tranquila, tem muito mais recursos para sair de apuros do que ele.

No nosso primeiro dia de viagem pelo Chile, descobri que tinha reservado o hotel de forma errada. No lugar de sete diárias, tinha reservado apenas uma! Foi a oportunidade de sermos criativos como Dory e, com muito bom humor, arranjar outro hotel para a viagem continuar.

Viajar é a oportunidade de nos recriarmos de formas mais simples e descompromissadas, descobrindo que nosso mundo pode caber no espaço de uma mala, e que nossos pés ficam muito mais leves usando apenas chinelos de dedo ou meias confortáveis.

Nos apegamos ao nosso mundo, nossas coisas, nossos objetos… como se isso pudesse nos definir. Ter uma casa, um ou dois carros na garagem, um closet cheio de roupas e sapatos… tudo isso é bom e nos dá segurança, mas somente deixando tudo isso pra trás e seguindo com uma mala de rodinhas, podemos experimentar o que aguça nossos sentidos e nos sensibiliza por completo. Como quando nos emocionamos diante de uma música nova, um pôr do sol deslumbrante ou um sabor que nos faz suspirar.

De repente descobrimos que a vida pode ser declamada como pura poesia, basta a gente estar pronto e aberto a enxergar.

Fora do barulho e poluição das ruas, distante da urgência dos despertadores, longe das mesmas paisagens e sabores… podemos acolher quem somos de fato. E nos percebermos crianças diante do mundo que acontece como grande novidade.

Visitando a casa do poeta Pablo Neruda, e pouco a pouco entrando na história que ele vivenciou, poetizou e imortalizou, me senti inspirada a olhar minha própria existência com olhos de poesia, transformando minha antiga atmosfera numa nova possibilidade.

Talvez o maior patrimônio seja esse: viajar, ultrapassando as fronteiras de nosso universo particular, descobrindo o que nos comove a ponto de voltarmos renovados.

É gostoso investir num sapato bacana, numa roupa nova, numa bolsa diferente. Mas investir num voo que nos conduz por novos horizontes, onde poderemos nos reciclar e recriar por algum tempo, é aquilo que todos dizem: “não tem preço”.

Não há dinheiro mais bem gasto do que aquele que usamos para viajar. Que permite que nossos pés toquem um solo desconhecido e nossa pele sinta o frio dilacerante ou calor reconfortante. Que desafia nossa percepção e instiga nosso olhar; que nutre nossos sentidos e aguça nosso paladar; que nos oferece caminhos onde iremos pisar e jornadas que irão nos transformar.

“Para viajar, basta existir”. Que você descubra o que lhe move, o que lhe comove, o que desperta seu desejo de reciclar-se perante o mundo. Que possa fazer as malas de vez em quando e sair à rua cantarolando. Que possa abandonar partes de si mesmo que não têm mais significado e descobrir novos territórios para ocupar os espaços vazios. Que haja mar, brisa suave e cheiro de terra molhada. Que chova à noite e faça sol de dia. Que o dia branco prometido seja compensado pela nevasca da madrugada, e que a água salgada deixe escorrer tudo o que já lhe causou dor no passado.

Faça as malas se puder. Faça planos, trace rotas, decifre mapas. Vá a lugares que só conheceu em seus sonhos, pise firme no chão que escolheu e respire fundo na atmosfera que te acolheu. Abandone bagagens desnecessárias e despeça-se do que não faz mais sentido. Olhe-se nos olhos frente ao espelho e encontre uma pessoa renovada. Lave o rosto, penteie o cabelo e tome uma xícara de café. Sinta-se vivo, sinta-se outro, sinta-se pronto pra começar de novo…

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*Fonte: revistapazes

Só um pouco mais longe para se tomar um café

Depois de alguns dias de chuva o sábado amanheceu com um vento frio mas de sol bonito. Dia bom para se pegar a estrada de moto. O Pretto teve problema de bateria com a moto dele, havia planejado uma volta de moto maior até a serra com a gente saindo cedo pela manhã, mas como teve de ajeitar isso (uma carga na bateria), então mudamos os planos e saímos para um rolê de moto até Garibaldi-RS, depois do meio-dia.

Clima muito bom esse de hoje para andar de moto. Sim, estava um pouco frio mas basta se agasalhar adequadamente que a coisa rola numa boa. Sem falar que havia em sol bem bom também, que foi nosso companheiro de viagem a tarde toda.

Fomos até Lajeado, uma parada rápida, porque eu tinha de passagem resolver uma coisa e em seguida já estávamos de volta a estrada (Rota do Sol) subindo a serra. Passamos por Teutônia, tocando pela Rota do Sol (curto bastante esse trajeto!) sempre em frente até Carlos Barbosa e Garibaldi.

Chegando lá, uma volta pela cidade com direito a uma pausa para um café, com um dedo de prosa. Na volta tudo tranquilo, viagem normal e sem nenhum perrengue. Paramos para abastecer a minha moto só para garantir (completar o tanque). Enfim, um rolê bacana num típico sábado de inverno com bastante vento mas de sol bonito aqui do sul, mais uma vez com a parceria do Pretto. Valeu!

Até mais! \m/

*Algumas fotos do trajeto de hoje:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Sábado de sol, hora de pegar a estrada

Com a previsão de um final de semana de sol e tempo bom, não tinha como não pegar a estrada de moto hoje. Fui sozinho, meus parceiros já tinham outros compromissos. Como estou no modo econômico ultimamente, mais uma vez não fui longe mas mesmo assim foi um ótimo passeio.

Fui até vera Cruz e depois dei uma passada no autódromo de Santa Cruz do Sul, não tinha nenhum evento por lá hoje, mas sempre é um lugar bacana para chegar. Uma volta de boas, tudo tranquilo.

Confira abaixo algumas fotos do rolê de moto de hoje.