Um volta até Pantano Grande, coisa que não fazia há tempo

Já sabendo que o sábado prometia ser um belo dia de sol mesmo que um pouco frio, me preparei para pegar a estrada de moto na tarde. Troquei uma ideia com o Rafa e o Luís Carlos, que foram os parceiro dessa vez e combinamos nossa saída. A ideia era irmos até Santa Cruz do Sul (RS), darmos a nossa tradicional volta por trás, ou seja, passando pelos fundos do autódromo local e depois seguirmos para Rio Pardo (RS).

Tudo certo tudo tranquilo, o sol por testemunha e a nos guiar, numa viagem muito boa. O frio nem se fez sentir, todo mundo equipado, então tudo certo. Em Rio Pardo entramos para dar uma olha de perto na prainha do rio Jacuí. Demos um tempo por lá, umas voltas e tal e seguimos em frente, rumo à Pantano Grande (RS). Fazia já um bom tempo que eu não ia até lá. Fizemos uma parada na Raabelândia. Chegando lá percebi uma coisa que eu nem tinha conhecimento, estão construindo um viaduto bem em frente – a obra já está bem adiantada – eu disse que fazia tempo que não ia até lá! Me parece uma coisa bem providencial, porque está situado em um entroncamento entre importantes rodovias, de bastante tráfego de veículos pesados e tal, sendo que seguido acontecia algum acidente no local. Era um trevo bem “trevoso” … tu-dum-pásh! Pelo jeito agora as coisas irão melhorar bastante.

Tomamos um café, um pouco de conversa e novamente subimos nas motos, agora na direção de casa. Este trajeto entre Pantano grande e Rio Pardo eu curto bastante. Gosto desses campos e da visão ampla que se tem ao longo da estrada. Muito bonito. em um dia como esse, nem se fala. Pena que minhas fotos não fazem jus ao visual do lugar. Em Rio Pardo, na volta, ainda uma parada para abastecermos as 3 motos, tudo porque o preço da gasolina estava muito em conta (promoção) em um novo posto à beira da estrada. Tudo é oportunidade.

Depois seguimos para Santa Cruz do Sul, onde me separei do pessoal, porque o Rafa e Luís ficaram para dar uma chegada no estande de tiro. De volta prá casa, são e salvo e de alma plena e satisfeita de mais um bom dia de moto no asfalto. Thanks!

*Abaixo algumas imgs do rolê de hoje:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Vamu-qui-vamu

O dia hoje para um rolê de moto não prometia muito, desde cedo. Como não arrumei parceria para uma volta mais longa e pela manhã eu estive ocupado resolvendo algumas coisas pela cidade, somente na tarde me foi possível desentocar a moto da garagem para um passeio. Com um céu de aspecto nublado, a volta do frio e a grande possibilidade de uma chuva, mesmo que pequena (como a previsão do tempo apontava), resolvi mesmo assim pegar a estrada, visto que dava a impressão de o clima dar uma “segurada” ainda por uma hora e tanto. Assim, já imaginando que poderia ocorrer a chance de me molhar na estrada, optei por não ir muito longe, afinal ficar gripado não é lá uma boa opção.

Interessante é que assim que deixei o trevo da cidade o sol resolveu aparecer.
*Uma observação IMPORTANTE AQUI – isso não é a primeira vez que percebo acontecer, hein! Só posse ser mais um indício da “grande” energia ruim que emana dessa cidade…

Já que o sol resolveu colaborar, o que deixou ainda mais interessante esse pequeno passeio, onde a ideia inicial era bem simples, só dar uma movimentar na moto que estava parada há alguns finais de semana na garagem (bateria), indo até Santa Cruz do Sul, mudou, resolvi seguir em frente então. Foi um passeio tranquilo, tanto que nem me preocupei em fazer fotos, como de costume – uma ou outra apenas. Então a coisa se resume a isso, de um dia feio e nublado para um sol bem bom na estrada. Coisa boa!

*imgs do rolê de hoje

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Islândia – por Kraig Adams

Belas imagens de uma caminhada de 60 km pela Reserva Natural de Hornstrandir, na Islândia mais setentrional

Kraig Adams, um cineasta americano e autodenominado minimalista, compartilhou imagens absolutamente incríveis de sua jornada solo de 60 milhas pela Reserva Natural de Hornstrandir, no norte da Islândia. Ao longo de sua jornada, Adams prestou muita atenção ao ambiente silencioso, capturando as cores vivas do terreno ártico, a beleza dos penhascos à beira da água e as formas das pirâmides das montanhas circundantes

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*Fonte: laughingsquid

Jess Bonde e sua van

Confira as fotos de Jess Bonde e sua incrível trip numa van, vivendo uma incrível vida na estrada, livre, leve e solta.

*Discover Earth / @wyldebonde

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Frio, mas e daí!?

Sou daqueles que gosta do inverno e o mesmo vale para andar de moto nessa época do ano. No verão fica complicado usar o equipamento de motociclista (capacete, luvas, jaqueta, etc…) naquele calorão. Já no inverno tudo parece mais natural, até mesmo o ato de andar equipado fica mais tranquilo, sim o frio incomoda um pouco e no caso de chuva, pior ainda, mas tudo tem solução nesse universo da motocicleta. Basta se ajustar com roupas e equipamentos certos / adequados, para cada situação. Enfim, tudo para dizer que hoje mesmo fazendo um belo sábado de sol, estava frio pra caralho sim, mas mesmo assim acordei já focado em dar um rolê de moto na tarde. A vontade era grande.

Hoje andei sozinho, não tive parceria alguma. Sai um pouco mais tarde do que o habitual, até porque estando sozinho, não havia pressa alguma e nem também pensei em roteiro algum, deixei para a estrada me guiar, apenas fui seguindo em frente e sem nada em especial na ideia. Mas senti um incômodo. Estou com um machucado no pé, um dedo está com um baita curativo e tal, isso acabou deixando uma sensação ruim para andar de moto. É que bota ficou bem mais apertada e  um pouco de dor. Mas tudo bem, vamu-qui-vamu. Queria dar uma volta de moto mas não precisava ir muito longe mesmo. Segui na direção de Lajeado e na metade do caminho resolvi entrar em Cruzeiro do Sul (RS), fazia tempo que não ia até lá. Dei uma passeada pelo centro da cidade, subi até o restaurante do morro, uma olha para a vista da cidade lá embaixo, adiante aproveitei e parei num parque municipal com uma pista de skate. Não tinha ninguém andando naquele momento, então estava bom para conhecer o lugar e aproveitar um pouco do sol. Depois voltei para a estrada novamente, entrei em Lajeado (RS), outra volta no centro da cidade e então segui adiante. Fui parar em Estrela (RS), tava com vontade de dar uma olhada na beira do rio. Como já conheço o lugar e gosto dessa cidade, aliás, acho até mais do que de Lajeado (só para constar), sempre vale uma conferida nessa bonita paisagem, ainda mais num dia de sol assim como o que fez hoje. Tudo isso sem pressa ou compromisso algum. Paro, dou uma caminhada, curto o lugar, daí também teve vários sobe e desce escadarias, até chegar literalmente na beira do rio, enfim, essas baboseiras todas de quem está de boas e com tempo para aproveitar. Aliás, finais de semana são para isso mesmo.

Feito o roteiro local de turistão, me dei por satisfeito, atpé por causa de meu machucado incomodando, resolvi pegar o trecho de volta para casa. Foi um passeio bem de boas, na real nem fui muito longe e assim mesmo, nessa tocada, a tarde passou preguiçosamente iluminada por um belo sol, o tempo todo! Coisa boa. Tudo numa good vibes total. Valeu!

*Abaixo algumas fotos do rolê de moto de hoje:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Trip to Relvado

Com o final de semana surgindo e a promessa de um dia de sol e bastante calor – antes da volta do frio, novamente por aqui, a pedida da vez foi então uma trip de moto até a cidade de Relvado (RS). Na verdade não é uma viagem muito distante daqui de Venâncio Aires (RS), inclusive inúmeras vezes já passamos de viagem pelo trevo da cidade. Algo por volta de uns 90km de distância daqui. Dessa vez resolvemos mudar um pouco os planos e a rota, assim entramos para conhecer a cidade de Relvado.

Como disse, é um trajeto já é bem conhecido pela gente em nossas trips anteriores. Primeiro saímos em direção de Lajeado (RS 453), como já era perto do meio dia (saímos por volta das 11h30), optamos por uma pit stop no caminho, com um clássico cachorro-quente do Carmelito, mesmo encarando uma enorme fila com tipo umas 40 possoas a nossa frente – mas sempre vale a pena! Depois dessa parada estratégica, tomamos o rumo de Arrio do Meio e Encantado pela RS 130, então mudando mais adiante para a RS 332, e quando finalmente chegamos no trevo para Relvado, pegamos a RS 433. Aí sim, um caminho totalmente novo para nós, eu e o Pretto. E para nossa grande surpresa, um trajeto MUITO bonito, uma subida de serra cheio (eu disse – cheio) de curvas, bom para andar de moto. Só que teve um detalhe no dia de hoje, com esse calor e o clima bastante abafado, quando a estrada era em um trecho de sombra em subida e bem junto parede de um morro, então a pista ficava completamente molhada (isso deixa a coisa um pouco perigosa no caso de motocicletas. Ainda tendo em conta de que depois, na volta esse mesmo trajeto seria uma bela descida para nós. Mas tudo bem, nada como pilotar com uma certa atenção e cuidado a mais, nessa hora. E a tal prudência não faz mal a ninguém! Em um determinado momento desse trajeto em direção à cidade, tem uma ponte com uma só via de veículos, ou seja, tem de parar e verificar se vem algum veículo no sentido contrário – só passa um de cada vez.

Chegando lá, deu par aperceber que é uma cidade pequena, mas bonita, bem organizada e limpa, coisa típica dessa região. Me fez lembrar de que é parecida com outras em que já estivemos, tipo Nova Bréscia ou então Canudos. Eu gosto de lugares assim. Aproveitamos para darmos uma volta pela cidade, passamos por uma ponte do arroio Jacaré e também por um moinho bem antigo, no centro da cidade. Pararmos na quadra da praça central (toda cidade tem essa tal praça), descansamos um pouco e depois demos uma caminhada pelo local. Bem em frente tem a igreja da cidade com uma grande escadaria. Claro que subimos lá para termos uma boa visão da cidade. Como já disse, uma cidade bem agradável, inclusive alguns garotos vieram conversar com a gente, curiosos com as nossa motos.

Depois de todas essa função era hora de voltarmos para casa. Ainda uma parada no caminho para abastecer a moto e tomarmos um café. No mais era seguir o nosso rumo costumeiro de volta. Um passeio muito bom, um lugar novo e interessante. Pretendo voltar. Valeu! Mais um sábado daqueles.

Abaixo algumas fotos na sequência dos fatos do rolê de hoje.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Dia de balsa

Já que essa semana o clima deu uma amenizada na chuva e no frio, fazendo alguns dias de calor, nada melhor do que aproveitar o sábado para um rolê de moto, andando tanto no asfalto como por estradas de chão batido. Eu e o Pretto já havíamos combinado de uma hora dessas fazer um roteiro desses aqui pela região, com alguns trechos off road e ter de atravessar o rio com balsa. Então finalmente hoje foi o dia de tal empreitada.

Saímos por volta das 11h da manhã, o dia amanheceu nublado mas aos poucos dava pinta de que daria margem para um solzinho. Claro que antes conferimos a previsão do tempo e não marcava chuva. E foi isso mesmo o que aconteceu, a manhã cinza virou um belo sábado de sol.

Saímos na direção de POA pela RS 287 e chegando na localidade de Mariante, saimos do asfalto e pegamos a estrada de chão batido (RS 130) em direção a balsa que faz a travessia do Rio Taquari, para a outra margem, que aliás – pasmem, trata-se da cidade de Taquari. Tchãn! Até aí a viagem já tinha sido bem interessante e muito empoeirada…rsrsrsr. Mas apesar de tudo a situação da estrada não estava tão ruim e fomos de boa e sem muita pressa. Ao chegarmos no ponto da travessia da balsa, não havia ninguém por lá, nem um carro, apenas um cachorro bem simpátido e de vida preguiçosamente boa (mas estava um pouco magro), que logo fizemos amizade. Tivemos de esperar um bom tempo até a balsa chegar da outra margem e podermos embarcar. A tal travessia é rápida e tranquila, com a gente mais uma moto, um carro e de última hora, embarcaram ainda 3 carretas carregadas até o talo de toras de madeira. Mas tudo bem, parecia ser uma coisa corriqueira nesse trâmite de travessia por ali, então tudo tranquilo. Até onde me posso me recordar, imagino que nunca tinha feito essa travessia por ali antes.

Atravessamos e saímos rapidamente da balsa atravessando a cidade e já tomamos o rumo de volta em direção à RS 287. A nossa ideia era agora irmos até Triunfo, para atravessarmos novamente de balsa, mas agora o rio Jacuí, até o lado de São Jerônimo. Depois de Taquari, de volta a RS 287, uma rápida para da um comermos e bebermos alguma coisa na Casa do Suco, afinal já era cerca de 13h30.
Feito o pit-stop seguimos então até perto do o trevo para Montenegro (RS), quando então entramos pela RS 470 na direção da cidade de Triunfo (RS). Agora chegou a hora de dizer aqui que gosto muito desse trajeto de Triunfo, com árvores dos dois lados da pista e também de vez em quando uma bela vista de umas colinas, lavouras e tal. Chegando na cidade, tratamos de cruzá-la indo direto para o ponto da balsa.

Essa travessia já fizemos em outras de nossas viagens pela região, mas sempre haviam sido no sentido contrário (São Jerônimo – Triunfo), então mesmo que não fosse mais uma grande novidade para nós, foi legal e divertido. É uma travessia mais longa de uma margem a outra e diga-se, mais bonita também do que a anterior. Do outro lado da margem já é a cidade São Jerônimo, que mais uma vez cruzamos rapidamente, tomando o trajeto da RS 244 em direção à General Câmara, com direito a uma passada pela grande ponte do rio Jacuí, dando uma chegada na prainha logo abaixo. Taí um outro lugar que bonito e interessante. Aliás, nunca estive ali em pleno verão. Sempre foi nesses períodos de baixa temporada, de poucas pessoas, casas vazias e somente um e outro pescador.

Depois dessa parada na prainha, pegamos a estrada novamente em direção à Vale Verde / Passo do Sobrado. Trajeto de asfalto bom e de pouco movimento nos finais de semana. Boa! Mas numa tremenda falta de atenção, acho que tomei uma multa de um pardal. F*&$…. Seguindo em diante, voltamos para Venâncio Aires pelo que se costuma por aqui chamar de “estrada velha” – é um trecho de chão batido de uns poucos kms, entre a RS 244 e a RS 287, mas sem dúvida esse foi o pior trajeto de todos, no dia. Muitos buracos e pedras soltas. Incrivelmente ruim, fico com pena do pessoal que mora por ali. E a essa situação é assim há muitos anos.
De volta a RS 287, era somente tomar o trecho de casa, mais alguns poucos kms e já estávamos no postinho fazendo a nossa habitual resenha de final de trip.

Outro dia bem aproveitado rodando de moto por aí. Valeu Pretto, mais uma vez pela grande parceria.
Tenham um bom final de semana!

*Abaixo como de costume, algumas imgs da trip de hoje, numa espécie qualquer de sequência de fatos.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Hoje foi dia de ir até a Tenda do Umbú

Hoje cedo já dava para perceber de que o dia seria sensacional. Um sol bonito e brilhante, somado a uma temperatura ideal para andar de moto. Perfeito! Então sem perder tempo, liguei para o meu chapa, o Pretto, e em meia hora já estávamos montados nas motos, abastecidos e partindo para a estrada mais uma vez.

O plano era ir até a região de Picada Café, na Tenda do Umbú, que é tipo um dos tradicionais pontos de encontro de motociclista aqui no estado. Resolvemos que iríamos parar no caminho para tomar e comer alguma coisa rapidamente e seguir viagem. Também fizemos uma segunda parada em um posto de gasolina em Novo Hamburgo, queríamos ver se o Vladi já havia respondido a nossa mensagem de celular, sobre o rolê de hoje e se ele iria se juntar a nós no meio do caminho, vindo de POA. Nada. Nenhuma resposta, então seguimos o roteiro como o estipulado.

Uma viagem tranquila e como já disse, um dia muito bom para andar de moto. Chegando na Tenda do Umbú, tudo OK, como de costume e dessa vez tinha mais gente, aliás, muito mais do que nas últimas vezes em que estive por lá.
Bom isso.

Ficamos um tempo por lá, descansamos, batemos um papo e sempre, tem muitas motos interessantes e diferentes para se dar uma conferida bem de perto, trocar uma ideia com outros motociclistas, esse tipo de função – o que já vale o rolê. Na volta outra vez tudo certo.

Sobre o trajeto de hoje, gosto bastante da parte de Novo Hamburgo em diante, quando começa a subida da serra na direção de Ivoti e Dois Irmãos, onde a paisagem ao redor muda e bastante, muito por causa do relevo e das várias curvas, mas creio que o toque principal são mesmo as árvores de plátano, nos dois lados da pista. Dá uma sensação muito boa andar de moto por essa estrada.

Enfim, outro dia incrível, por aí, na estrada.

Abaixo algumas fotos da trip de hoje:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Viajar produz mais felicidade do que se casar e ter filhos, diz estudo

Uma das subentendidas regras sociais que ditam o sucesso e felicidade, diz que para ser feliz é preciso criar família e filhos. Mas um estudo feito no Portal Booking mostrou que viajar produz mais felicidade do que se casar e ter filhos
Para muitos, o sonho da vida é viajar pelo mundo; para os outros, encontrar o amor da sua vida e ter filhos. Mas temos que informá-lo que um estudo no portal Booking garante que viajar produz mais felicidade do que se casar e formar uma família.

E então você escolheria casar, ter um filho ou viajar?

Booking realizou um levantamento rápido de 18 mil habitantes de diferentes países. A maioria dos participantes concordou que as lembranças de suas aventuras e o planejamento da próxima fuga trazem mais felicidade do que qualquer outra coisa.
Uma porcentagem maior que a média prefere viajar

55% dos participantes preferem ir em uma viagem do que se casar; 27% preferem encontrar seu parceiro sentimental e ter um emprego estável; finalmente, 18% dos participantes da pesquisa preferem ter um filho.
Viajar significa viver novas experiências e belos momentos

Esta pesquisa também descobriu que as pessoas preferem investir seu dinheiro em experiências em vez de itens materiais, de joias, carros, gadgets a uma casa. Talvez a ideia de se fixar possa assustar o jovem quer viver o seu momento.
Então, para planejar o próximo destino!

A felicidade é fomentada pela sede de conhecer e explorar novos lugares; Além disso, você sempre pode fazer isso com amigos, com um parceiro e até com crianças. Você realmente não tem que escolher entre um e outro. Mas se você está procurando por alegria e emoções, escolha um destino e imagine-se aproveitando suas próximas férias.

 

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*Fonte: provocacoesfilosoficas

Harley’s Day em Carlos Barbosa (RS)

Então finalmente chegou o dia do esperado Harley’s Day (ao menos para mim), em Carlos Barbosa / RS. O evento já era para ter acontecido há duas semanas atrás, mas teve de ser transferido para a data de hoje em função de uma “chuvarada” que ocorreu naquela vez. Creio que foi mesmo melhor assim, afinal o cara fica aguardando esse baita evento que acontece apenas uma vez por ano, então tem mesmo que ser realizado em um dia viável, sem chuva ao menos.

E por falar nisso, hoje foi um belo dia. Apesar de ter amanhecido com um tímido solzinho e somente depois até tomou ares do que poderia ser um belo dia de sol sem chuva. Uma breve conferida no clima/tempo do celular e – nah! Nada de marcar chuva para hoje. Eu e o Pretto já havíamos combinado de sair por volta das 10h da manhã, foi uma viagem tranquila pela Rota do Sol até Carlos Barbosa. Ah! Teve bocaberta num caminhão, perto de Lajeado, que propositalmente nos cortou a frente por duas vezes, mas OK (não vou aqui entrar em detalhes desse perrengue), relevamos essa palhaçada e seguimos de boa, sempre em frente.

Chegamos cedo no evento, por volta das 11h e cada vez mais gente ia chegando de moto. Tudo que é tipo de HD. Uma incrível festa.

Sou suspeito em comentar isso, mas curto bastante esse evento do Harley’s Day em Carlos Barbosa – essa foi a 4ª edição e a minha terceira participação (não pude comparecer na primeira edição). Como de costume, trata-se de um evento muito bem organizado pelos “gringos” locais. Estão de parabéns!!! E sem dúvida me parece que está cada vez melhor. O local é sensacional, tem um belo e grande espaço na praça central da cidade, que é muito bem aproveitado pelo o público. Conta com um boa estrutura, várias tendas de alimentação e também de outras coisas relacionadas ao mundo HD e das motos custom. Tem um gramado bacanudo e boas bandas de rock tocando o tempo todo e o melhor, muita mulher bonita!
Tá…. Também tem motos Harley Davidson bonitaças (é claro), em um grande estacionamento ao redor da praça, o que sem dúvida alguma rende um belo e demorado passeio de observação – para quem curte motos.

Não tenho muito mais o que comentar, é sempre um dia muito bem aproveitado, é de encher os olhos com tantas coisas boas e bonitas. Vale a viagem.

*Abaixo algumas imgs da empreitada de hoje

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Um pouco de montanhas ao redor

Ontem foi dia de dar um rolê de moto com os amigos até Herveiras (RS), na real, um passeio que fazemos já há vários anos e sempre é bom andar por essa região. Estrada tranquila, belas paisagens e bem pouco movimento aos finais de semana.

O clima estava bom, fez um bom dia para andar de moto. Sem aquele habitual calorão de verão, ficou numa vibe do tipo – “pode até chover”, o que de fato não chegou a acontecer (enquanto andávamos). Também foi interessante andar novamente em grupo com os amigos, minhas últimas voltas haviam sido sozinho.

Então como já é de costume, confira baixo algumas imgs do rolê de ontem, junto com o Pretto, Rafa e Luís Carlos. Já que é um lugar ao qual vamos várias vezes ao ano, não vou postar muitas fotos. Apenas um registro. Já postei muitas fotos desse trajeto anteriormente.

Flw / vlw!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Psicólogo comprova que viajar nos traz mais felicidade do que bens materiais

A maioria das pessoas vive em busca da felicidade. Sabemos que o dinheiro pode trazer felicidade até certo ponto, mas depois que suas necessidades básicas são atendidas, é apenas isso. Mas uma das maiores questões é: aonde alocar nosso dinheiro tendo em vista o nível de felicidade proporcionado, já que é (para a maioria de nós) um recurso limitado?

Há uma suposição muito lógica de que a maioria das pessoas faz quando gastam seu dinheiro: já que um objeto físico durará mais tempo, nos fará mais felizes por mais tempo do que uma experiência única como um show ou uma viagem. De acordo com pesquisas recentes, no entanto, essa suposição está bastante errada.

“Um dos inimigos da felicidade é a adaptação”, diz o dr. Thomas Gilovich, professor de psicologia da Universidade de Cornell que estuda a questão do dinheiro e da felicidade há mais de duas décadas. “Nós compramos coisas para nos fazer felizes e conseguimos. Mas só por um tempo bem curto. Coisas novas são empolgantes para nós no começo, mas depois nos acostumamos com elas”.

Então, em vez de comprar apenas o celular ou carro mais recente para se sentir feliz, Gilovich sugere que você o use principalmente em experiências como ir a exposições de arte, fazer atividades ao ar livre, aprender uma nova habilidade ou viajar.

As descobertas de Gilovich são a síntese de estudos psicológicos realizados por ele e por outros no paradoxo de Easterlin, que descobriu que o dinheiro compra felicidade, mas só até certo ponto. Como a adaptação afeta a felicidade, por exemplo, foi medida em um estudo que pediu às pessoas para relatarem sua felicidade com grandes compras materiais e experienciais. Inicialmente, a felicidade com ambos tipos de compras foi classificada da mesma forma. Mas com o tempo, a satisfação das pessoas com as coisas que compraram diminuiu, enquanto a satisfação delas com as experiências em que gastaram dinheiro aumentou.

É contra intuitivo que algo como um objeto físico que você pode manter por um longo tempo não o mantém tão feliz quanto uma experiência única. Ironicamente, o fato de uma coisa material estar sempre presente funciona contra ela mesma, facilitando sua adaptação. Ela se torna parte do cotidiano, do normal com o tempo. E, enquanto a felicidade proporcionada por compras materiais diminui com o tempo, as experiências tornam-se uma parte arraigada de nossa identidade.

“Nossas experiências são uma parte maior de nós mesmos do que nossos bens materiais”, diz Gilovich. “Você pode realmente gostar de suas coisas materiais. Você pode até pensar que parte de sua identidade está ligada a essas coisas, mas mesmo assim elas permanecem separadas de você. Em contraste, suas experiências realmente fazem parte de você. Nós somos a soma total de nossas experiências”.

Outra razão é que as experiências compartilhadas nos conectam mais a outras pessoas do que ao consumo compartilhado. É muito mais provável que você se sinta conectado a alguém com quem você passou as férias em Bogotá do que alguém que também tenha comprado uma TV 4K, não é mesmo?

*Por Luciana Calogeras

 

 

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*Fonte: misteriosdomundo

Viaduto 13 (Vespasiano Corrêa)

Em final de semana de carnaval, com tempo livre e fazendo um belo e agradável dia de sol, nada melhor do que pegar a estrada de moto. Resolvi então dar uma esticada até Vespasiano Corrêa (RS), no famoso viaduto 13. Já estive outras vezes por lá, mas sempre é um bom passeio.

Sai no começo da tarde, segui na direção de Lajeado, depois Roca Sales, Encantado, Muçum e por fim, Vespasiano Corrêa. Uma cidade pequena mas muito agradável. Aliás, curto muito essas cidadezinhas dos arredores da serra gaúcha.

No caminho resolvi chegar em um mirante que há em uma pequena entrada, na beira da estrada, acho que logo depois de Muçum (não tenho certeza agora). Acontece que já tinha visto uma sinalização para este, em uam outreo viagem. Hoje, sem pressa alguma, resolvi sair da estrada e ver esse lugar. Tudo tranquilo, um mirante com uma Santa (não lembro o nome dela – sorry!), que tem uma bela vista para a cidade e o rio, logo abaixo. Não tinha ninguém no local, que mesmo perto da estrada era um pouco isolado, e sabe como é – isso as vezes é preocupante. Sempre é bom estar seguro. Dei um tempo, curti o lugar mas tinha meu roteiro para seguir em frente. Ah! Numa próxima vez, pretendo também desviar do caminho da RS129 (Lajeado – Guaporé), e dar uma conferida no caminho que leva até o topo do Morro Gaúcho.

Segui em frente, tudo certo e tranquilo. Logo estava no pórtico de Vespasiano Corrêa – cara, como gosto dessa entrada da cidade, muitas árvores de ambos os lados, uma estrada sinuosa e muito bonita! Assim que se chega na cidade, rapidamente se toma uma rua lateral, anda e até um desvio, que depois vira uma estrada de chão batido, que leva enfim, até o Viaduto 13. O caminho é bem sinalizado, mas a estrada agora tem mais aquela cara de pavimentação de colônia, com muitas britas soltas (cuidado nas freagens) e como são inúmeras curvas em clima de constante descida (por vezes bem íngreme até) – é bom tomar cuidado nesa hora. Mas não tem erro, é seguir sempre em frente, prestar atenção nas placas das bifurcações e tudo resolvido. Pimba! Logo se tem o imponente viaduto a sua frente.

O local é muito interessante e como hoje é um final de semana de carnaval, de feriadão prolongado e tal, haviam várias pessoas acampadas por lá. Aproveitei e dei algumas voltas além dos lugares que havia conhecido, nas vezes anteriores em que estive por lá. Por último subi pela estradinha lateral, até o topo, no viaduto propriamente dito. Daí era só curtir a paisagem, algumas fotos e aquela coisa toda de caminhar pelos trilhos, lá no alto.

Aproveitei paras descansar um pouco do sol, que estava forte naquela hora. Depois foi voltar para casa. Antes uma passada em Lajeado para comer algo e repor os líquidos – afinal, estamos em pleno verão e a coisa é forte….rsrsrsr.

Mais um sábado bem aproveitado viajando de boas, de moto por aí.

*Como normalmente faço, abaixo algumas imagens da empreitada da vez. Procuro publicá-las na ordem dos fatos e acontecimentos. Também coloco imgs de estrada para assim dar uma melhor ideia do tipo de terreno que a viagem apresenta. Isso serve mais para o caso de alguém se pilhar de também resolver fazer essa trip. Então já tem assim uma boa ideia do que irá encontrar pela frente (paisagens, terreno, tipo de estrada, etc.). Eu tambémm vejo blogs e sites de outros motociclistas, o que é muito bom para dar ideia de lugares interessantes para se conhecer. Flw!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Chuva de verão

Com um sábado de clima bem ameno, nada daquele calor exagerado das última semanas (ufa!… ainda bem.), bem convidativo para uma volta de moto. Só que dessa vez o Pretto, grande parceiro desse tipo de empreitada, está lesionado. Se machucou jogando bola essa semana, inclusive tem andado de muletas (poucos dias), ou seja, nada de motocas por enquanto. Mas ele está bem e com certeza vai estar novamente inteiro em breve. Andei sozinho hoje.

Recebi de bônus ainda uma boa dica para o rolê de hoje, aliás, do próprio Pretto – um encontro de Harley Davidson em Garibaldi. Era sim uma boa pedida, mas acontece que não sou um cara lá muito sociável para ir num encontro desse tipo, sozinho. Aliás, como já mencionei aqui várias vezes – não sou muito da vibe desses encontros de motociclistas. Deixei passar.

Gosto é de andar de moto! É isso. É bom, é terapêutico, é libertador e acima de tudo, incrível! Mas “muito” papinho e chalaça de moto prá cá e prá lá, às vezes me incomoda. Conversa de moto é bom, com “os amigos”, não com pintas esquisitas e metidas. E como tem gente assim – andei a tantos por hora em tal lugar / fiz uma curva assim / fiz uma ultrapassagem assim / passei todo mundo / fui naté tal lugar em tantos minutos / bláh…bláh..bláh.  Me afasto e deixo lá falando e contando suas glórias. Aliás, se você perceber nas conversas de motociclista, todo mundo é um excelente piloto, o pica das galáxias. Já notaram?
Daí depois um desses tu vê o cara andando e pensa… humm… tá bom então… kkkkk (*Mas ok, quem sou eu para julgar!?)

Enfim, vamos voltar ao papo de hoje aqui no blog. Aliás, aproveitando a deixa, cabe mencionar de que procuro aqui relatar e ilustrar o rolê de moto do dia e na boa, não é para me aparecer ou coisa do tipo. Isso não me torna mais ou menos phoda do qualquer um que ande de moto. cada um tem lá os seus interesses e vontades. Foda-se!

E agora vou lhes contar um segredo.  Isso aqui na real tem um propósito bem básico e definido para mim- “Cada relato dessas viagens, grande ou pequena – que seja, serve como um registro pessoal, que depois posso acessar em qualquer plataforma. Fica muito mais fácil eu acessar esse blog em qualquer lugar ou momento, por um celular ou computador em qualquer lugar e assim mostrar alguma determinada imagem de viagem, local, moto ou detalhe que fotografei e o escambau, para alguém. Muito mais prático e melhor do que ficar catando inúmeras fotos em meu celular ou meu computador pessoal. Sacaram? Um arquivo pessoal de fácil acesso em festas, churrascos e chalaça com os amigos, que volta e meia me perguntam dessas viagens.

Bem, foda-se! De volta ao rolê de hoje. Saí com o céu bem claro, dia bonito e com uma temperatura prá lá de agradável para andar de moto. Havia também cuma certa possibilidade de chuva mas não levei fé nisso. O plano inicial era ir até Pantano Grande/RS e tomar um café no Raabelândia. Sim, volta de moto tem de ter uma parada para um café na jogada. Uma regra pessoal. Curto fazer paradas em viagens. A vida é breve e convenhamos, de moto é bem prático e legal de parar em qualquer lugar.

Há um bom tempo não fazia esse trajeto. Sai em direção de Santa Cruz do Sul pela RS 287, optei como de costume por um caminho maior (gosto dessa volta), ingressando pela RS 412 (viaduto / Vera Cruz -RS) seguindo até a conexão com a 471, para seguir então na direção de Rio Pardo e depois Pantano Grande. Só que não foi bem assim.

Chegando perto de ingressar na 471 o tempo fechou e um nuvem solitária e bem irritada pelo jeito, resolveu desabar um aguaceiro onde eu estava rodando. Por sorte eu já me encontrava perto do viaduto (perto da Expoagro Afubra) e pude me abrigar embaixo da ponte. Interessante foi que em seguida vieram outros motociclistas também. Todos com a mesma intenção, ou seja, escapar da chuva. Uns com mais ou menos sucesso do que os outros. Dei um tempo ali, conversei com os outros caras que ali pararam, trocamos uma ideia e assim que a chuva passou, cada um retomou o seu caminho. Claro que haviam mais nuvens assim espalhadas pela frente, uma mistura de céu com bastante sol e algumas manchas cinzentas escuras, aqui e ali. Resolvi voltar, com certeza se seguisse em frente em algum momento tomaria um banho de chuva. Como não sai de casa preparado para esse tipo de coisa, então não era bom abusar da sorte, visto que há pouco havia me escapado de um belo banho de chuva. Me molhei, mas foi pouca coisa. Chuva de verão.

Esse então foi o rolê interrompido de hoje. Tudo bem, de certa forma foi divertido buscar escapar da chuva. Sempre se aprende algo (alguma lição) e ainda tem um quê de aventura em duas rodas.

*Alguns retratos de hoje: