Companhia aérea oferece voos para destino surpresa

A Qantas Airways está oferecendo voos regionais partindo das cidades australianas de Sydney, Brisbane e Melbourne para destinos surpresa. Do “mistério” o passageiro sabe apenas que os voos podem durar aproximadamente duas horas e que da viagem farão parte visita a uma região vinícola ou um almoço com música nas margens de uma ilha tropical. As informações são do portal australiano Traveller.com.au.
Segundo o portal, os voos incluirão sobrevoos panorâmicos de pontos turísticos importantes durante a rota e os clientes vão receber dicas para colocar um tênis ou snorkel na bagagem de mão, para usufruírem melhor do destino surpresa.

À reportagem a diretora de clientes do grupo Qantas, Stephanie Tully, disse que os voos oferecem aos australianos experiências memoráveis e promovem o turismo doméstico. “O lançamento da vacina está trazendo muito mais certeza e as restrições nas fronteiras domésticas em breve devem ser uma coisa do passado. Enquanto isso, esses voos transformam esse mistério em algo positivo, criando uma experiência única para muitas pessoas que desejam começar a viajar novamente”, disse acrescentando que a ação ajuda a trazer mais pessoas de volta ao trabalho, apoiando operadoras de turismo regionais que foram duramente atingidas pelas restrições de viagem.

O texto cita que o governo australiano proibiu as viagens internacionais até junho de 2021.

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*Fonte: mochileiros

Quem nunca pensou em arrumar as malas e sair pelo mundo?

Existem algumas fantasias que são comuns a grande parte das pessoas. É claro que essas fantasias variam de acordo com a época, cultura e localização em que a pessoa vive. Entretanto, pelo menos para a população ocidental com a qual eu me identifico, penso que será rara a pessoa que, pelo menos em sonho, nunca pensou em arrumar as malas e sair pelo mundo. Esse desejo de conhecer novos ares e lugares é algo comum na juventude, quando as descobertas e a possibilidade de sair do núcleo familiar torna-se mais palpável.

Quantos jovens buscam isso quando, literalmente, realizam viagens como mochileiros em rotas que contemplam descobertas que vão muito além da geografia, pois também possibilitam a resiliência física, financeira e emocional. Caminhando pelo mundo eles aprendem outros idiomas, percebem modos de vida diversos. Em um dia eles podem acordar com o nascer do sol mais lindo que já verão em suas vidas, em outro, perderão um ônibus e andarão durante hora a fio. Alguns terão dinheiro para dormir em um albergue de Londres ou mesmo experimentarão a sensação de jogar em um casino em plena Monte Carlo. Por que não?

O desejo e a curiosidade, entretanto, não terminam com a juventude. Há algo dentro do homem, em sua natureza, que clama por descobertas e aventuras e, talvez por causa disso, um dos autores mais traduzidos da história seja Júlio Verne, com obras publicadas em cerca de 148 idiomas. O autor, que viveu de 1828 a 1905, escreveu livros incríveis como “Cinco Semanas em Um Balão”, “Vinte Mil léguas Submarinas” e “A Volta ao Mundo em Oitenta Dias”.

Assim, na mensagem escrita há um século e meio, ainda existe algo que ressoa em nós e alimenta nossos sonhos e paixões. É isso que o torna um clássico.

Pensando nisso, o site de online casino Betway disponibilizou um infográfico (adoro infográficos) chamado “A volta ao Mundo em 80 horas) em que apresenta cálculos atuais sobre quanto tempo levaríamos nos para dar uma volta ao mundo utilizando meios de transporte como trens, carro, barco e avião.

Sabemos que os tempos mudaram e hoje, 150 anos depois, viajar se tornou algo mais fácil, acessível e rápido. Assim, as informações apresentadas no infográfico de forma breve, didática e colorida podem ser relevantes para instigar pessoas a saciar suas curiosidades temporais e quilométricas.

Em momentos de crise como os que vivemos atualmente devido a pandemia, uma das coisas que nos motiva a continuar é a possibilidade de um amanhã mais positivo, quando voltaremos a nos sentirmos seguros para ir e vir. Quando esse dia chegar e sair de casa para romper fronteiras voltar a ser uma opção, talvez seja a hora de realizar a tão sonhada “viagem dos sonhos”.

*Por Josie Conti

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*Fonte: contioutra

Fone permite conversar em 40 idiomas em tempo real

O fone de ouvido Bluetooth ‘Timekettle WT2 Edge’ já está à venda depois de bater a meta do financiamento coletivo anunciado no site Indiegogo. De acordo com o site, os primeiros fones comprados via plataforma (e com valor promocional) começarão a ser entregues em abril de 2021.

A promessa é que o fone sem fio traduza até 40 idiomas com o mínimo de atraso nas conversas. Segundo o fabricante a precisão é de 95%. O fone que lembra os AirPods da Apple, custa a partir de US$ 109.

Como funciona

Segundo o fabricante, os microfones têm mecanismo para reconhecer sua voz, diferenciando-a de outras vozes próximas, além de filtros redutores de ruídos. Ele utiliza os principais mecanismos de tradução do mundo (Google, Microsoft, iFlytek, AmiVoice, Hoya, DeepL e o do próprio fabricante, Timekettle).
O usuário deve baixar um aplicativo (disponível para Android e iOS) e determinar os idiomas de entrada e saída e passar um dos fones para o seu interlocutor (algo que muita gente pode estranhar, pelo quesito higiene, sobretudo em tempos de Covid-19), como mostra o vídeo abaixo:

Ainda de acordo com o fabricante, a bateria do fone pode durar até 12 horas; 3 horas se em uso de tradução contínua e pode ser carregada completamente em 90 minutos.

Mais detalhes sobre o fone podem ser conferidos no https://www.indiegogo.com/projects/timekettle-wt2-edge-1st-2-way-translation-earbuds#/

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*Fonte: mochileiros

Rolezeira macanuda hoje

Enfim chegou o dia de tirar a moto da garagem, se reunir com alguns amigos e pegar a estrada. Depois de vários dias seguidos de uma semana num clima de chove-não-molha de verão por aqui, finalmente o sol deu pinta de que iria se firmar de vez. Saímos depois do meio dia, meio que sem rumo, para falar bem a verdade, já que a intenção era mesmo bem simples – pegar a estrada e curtir o momento, não importando muito para onde iríamos. Só tinha uma condição, tinha de ter trajeto asfaltado. Sei, estamos em plena pandemia (apesar de algumas pessoas não acreditarem), mas cada um aqui na sua moto, não esqueça de que estamos o tempo todo ao ar livre e nas eventuais paradas, mantemos um distanciamento correto.

Tomamos a direção no sentido de Santa Cruz do Sul, depois Vera Cruz, onde costumamos fazer uma volta maior, passando no sentido do autódromo (entrada dos fundos), para irmos até Rio Pardo. A ideia era irmos até Pantano Grande, para depois  então resolvermos por onde voltaríamos. Mas acontece que fizemos algumas paradas para pegar uma sombra, outra para abastecer e comprar uma água (sim, muito calor) e já que a conversa estava boa, o tempo acabou passou depressa demais. Lá peças tantas, já na beira do rio Jacuí, em Rio Pardo, tivemos de mudar de rumo e já começar a pensarmos em voltar. Sinônimo de que foi uma bela tarde de moto com os amigos!

Só para não perder o costume, algumas coisa engraçadas aconteceram hoje, tipo:

– Quando ultrapassamos um tio numa moto Honda CG, carregando um cachorro dentro de uma sacola (o cãozinho estava com a cabeça para fora – curtindo o a paisagem..rsrssr).


– Também teve o momento “king of the road”. Que é quando você vem viajando e chega perto (atrás) de um carro, geralmente um SUV ou caminhonete, que está de boas andando numa constante, tipo a uns 80km/h, e instantaneamente, assim que a gente o ultrapassa o motorista fica compelido numa espécia de missão divina a não deixar isso acontecer. Ele “TEM” de nos ultrapassar novamente para então seguir em frente, numa velocidade muito maior e sumir na estrada. É muito engraçado isso, acontece toda vez, sempre tem esse personagem. Acredito que a psicologia deve conseguir explicar isso. O “songamonga” estava tranquilo na media dos 80km, mas não pode ser ultrapassado de modo algum, senão sua virilidade fica avariada…kkkkkk. E quase sempre isso tende a dar merda, por que em seguida ele vem na correria e tenta ultrapassar a gente de volta de qualquer maneira, quase passando por cima, seja em faixa dupla, curva acentuada, não interessa, ele tem de recuperar o seu “cabaço-asfáltico-de-dianteira”. É engraçado mas também muito perigoso. Com o tempo a gente já aprendeu a lidar com esse tipo de motorista. Tem também, na mesma vibe ainda o CGzeiro invocado, que também é bem parecido, vai fazer de tudo para te ultrapassar nem que tenha de se deitar bem esticado, como o super-homem, na sua moto, dando todo motor possível, quase explodindo a sua moto, mas vai tentar e querer provar de que ambos – sua CG e ele, são os melhores piloto & moto do mundo! Vai por mim, isso tem toda vez. *Tá, o da CG não teve hoje, mas tem toda hora…

*Abaixo alguns retratos da empreitada de hoje.

De volta ao jogo

Hoje depois de muito tempo sem andar de moto (leia-se aqui – viajar / pegar a estrada), por causa de uma chata e incômoda tendinite que me tem atucanado, chegou a hora de rodar por aí. Não muito longe, é verdade, o pulso ainda incomoda, mas já serviu para dar uma alegria e matar um pouco da saudade do asfalto.
Eu, Rafa e o Cristiano demos um rolê aqui pela região mesmo, foi essa a minha condição para andar hoje. Enfim, uma tarde divertida como de costume. Tudo certo e tranquilo na viagem. Valeu o propósito de desanuviar um pouco das tensões, aproveitar o momento e curtir a pilotagem de moto na estrada.
E como é bom isso! Me senti bem, acho até que já dá para pensar em “alongar o trajeto”, na próxima.

Viaje, por favor!

Sair para ver o mundo com os próprios olhos é aprender a viver com uma necessária intensidade

Na casa dos meus pais há uma biblioteca.

Passei a infância no canto dos atlas geográficos, suspirando a virar páginas. Uma em especial costumava me deter: a da foto de uma casinha solitária num fiorde norueguês. Sempre quis perguntar pessoalmente por que alguém moraria ali.

Naquele espaço também li o navegador Amyr Klink argumentar, em Mar Sem Fim, que um homem precisa viajar até lugares que não conhece para quebrar a arrogância que nos faz doutores do que não vimos. Logo, tomei a decisão de ser aluna pelo mundo.

E, viajando, quanto mais aprendia, mais me dava conta do quanto não sabia. Bom, talvez não seja mesmo fundamental para a vida, saber que a fondue de queijo que aqui comíamos com ares de coisa fina é só um prato inventado na Suíça para dar cabo de queijo velho e do pão de ontem.

Viajando, quanto mais
aprendia, mais me dava
conta do quanto não sabia. Viaje, por favor.

Mas descobrir isso na fonte me libertou de convenções sociais desnecessárias. Aprendi também a calar e a escutar quando viajei colhendo uvas com refugiados da Guerra da Bósnia, região cuja existência eu nem havia notado até então. Quando fui a Chernobyl – a usina nuclear que explodiu em 1986 na Ucrânia –, compreendi a dor das crianças ucranianas que entrevistei tratando, no Brasil, sequelas do acidente.

Toda lição de viagem é válida, das verdades mais bobas até os encontros dramáticos. O cara que mora naquele fiorde paradisíaco do livro – descobri pessoalmente – é pescador que trabalha duro.

Escolha um lugar e vá. Retorne e notará que ajustou sua visão ao modo um pouco mais crítico. Parafraseando o artista-viajante norte-americano Henry Rollins, há lições que você não consegue apenas tirar a partir de um livro.

Elas estão esperando por você do outro lado de um voo. Então vá.

*Por Juliana Reis

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*Fonte: vidasimples

Há 2 anos…

Apesar de ser Dia de Finados, hoje é dia também de comemorar. Nesta mesma data há dois anos atrás, aproveitando ser um feriado de sexta-feira, eu e mais 3 amigos partimos na madrugada daquela manhã para o que seria uma inesquecível trip de moto. Havíamos planejado por mais de ano esta viagem de mais de 6.500 km, saindo do Rio Grande do Sul rumo a Argentina, cruzando a Cordilheira dos Andes, descendo até Santiago do Chile, depois subindo acompanhando a costa pelo litoral do Pacífico e daí rumando então para o deserto do Atacama (San Pedro de Atacama). Depois era cruzar novamente a Cordilheira de volta para a Argentina e tomar a direção de casa. Dizendo assim até parece simples.

Fora vários dias de muitas alegrias, sensações, algumas adversidades, companheirismo e parceria, mas sobretudo de muitas experiências. Uma grande aventura em vários sentidos!
Inúmeros cenários incríveis se desvendavam a nossa frente a cada dia de viagem, nunca tivemos um visual que se repetisse em todos aqueles dias, dando assim o que pensar enquanto rodávamos com nossas motocicletas por aquelas belas e solitárias estradas, que não apreciam ter mais fim. Quase que um trip zen, de boas energias sobre duas rodas. O que deu margem até para novos significados para a percepção da vida e da grandeza deste espaço, “que por hora” ocupamos sobre a terra. Sendo que daqui não levamos nada, apenas gratas memórias de alguns momentos fantásticos, como estes.

Sou muito grato aos amigos: Pretto, Vladi e a Fabi, pela companhia incrível durante essa jornada que fizemos. Sem dúvida um dos belos momentos de minha vida. E que em breve tenhamos novas experiências e aventuras assim novamente. Gracias!!!

6 dicas para uma Road Trip perfeita

Quem não gosta de uma road trip? Juntar alguns amigos, ou família, e seguir pela estrada, conhecendo lugares e pessoas que nos inspiram? Confira algumas dicas para que sua viagem seja inesquecível!

Já todos sabemos que viajar é uma das mais ricas experiências que podemos ter. No entanto, não é preciso ir muito longe, muito menos de avião. É preciso sim, coragem, entusiasmo, um bom roteiro e, sobretudo, um carro em bom estado. Sim, carro. Porque uma viagem de carro pode ser infinitamente mais confortável, além de nos dar a oportunidade de fazer nosso próprio roteiro, em nosso próprio tempo, sem depender de horários, estações, aeroportos, check-ins e check-outs. Porque uma road trip é o jeito mais íntimo de experienciar uma viagem inesquecível. Seguindo estas dicas, você pode ter uma das mais incríveis jornadas sobre quatro rodas. Prepare as malas porque a estrada é toda sua!

1. Companhia
O escritor Ernest Hemingway já alertava: “jamais vá a uma viagem com alguém que você não ame”. O que ele quis dizer é muito simples: viajar com alguém significa estar ao lado desta pessoa quase 100% do tempo. Significa compartilhar com esta pessoa experiências únicas, as quais serão memórias únicas. Significa abrir mão de algumas de nossas vontades em nome da política da boa vizinhança em fazer concessões para que ambas as partes sintam-se satisfeitas. Ao escolhermos uma companhia para viajar, temos que ter em mente que vamos compartilhar todos os momentos, portanto, esta pessoa precisa ser alguém com a qual nos damos bem, nos identificamos e, também, com a qual somos tolerantes e pacientes. Viajar com alguém, enfim, é deixar a individualidade de lado e abrir espaço para a vontade e experiências do outro. É puro amor.

2. Roteiro
Por mais que a idéia de uma Road Trip nos lembre do primo cool das viagens, do rebelde sem causa, do carro maneiro na estrada, da velocidade e liberdade experienciada, da espontaneidade, é preciso de muita organização. Planejamento é a palavra. Nada de sair pela estrada sem eira nem beira. Uma viagem sem uma mínima programação somente servirá como fonte de estresse e preocupação se algo der errado. Portanto, seja organizado.
Pegue o mapa e veja a rota que será feita na ida e na volta. Também verifique todas as paradas que serão feitas para descanso, em hotéis, pousadas ou em acampamentos.

3. Orçamento
Uma road trip precisa de planejamento financeiro, um fator essencial para que sua viagem não vire uma grande trapalhada cheia de estresse. Anote a quantia necessária para todos os dias de sua road trip, o quanto você gastará com comida, hospedagem, gasolina e quaisquer outras despesas extras que podem ocorrer. Viajar com uma grana a mais é sempre sábio e isso pode ser dividido entre você e sua(s) companhia(s). Porém, o mais importante é conversar antes sobre a responsabilidade financeira de cada um, com quanto cada um pode colaborar e etc. Isso evitará qualquer discussão futura ou estresse por causa de dinheiro, o que é muito comum em viagens em grupo.

4. Comida
Uma road trip deve ter muitos snacks! Isso mesmo! Não há nada pior do que uma longa viagem de carro sem alguma coisa para petiscar. Até porque, alguns pacotes de petiscos farão uma grande diferença na hora de economizar dinheiro na estrada. Mas tenha bom senso, isso não significa que você deve comer junk food ou toda a sorte de comida fast-food, ou quilos de bolachas e biscoitos e salgadinhos. Não. Se você fizer isso, além de comprometer sua saúde, também compromete sua viagem, já que uma indigestão ou – o que é pior – uma dor de barriga é certeira com uma dieta pobre destas. Portanto, seja esperto e planeje com antecedência! Os snacks devem ser fáceis de carregar e com pacotes práticos mas, essencialmente, devem ser saudáveis!

5. Bagagem
Seja sensato. Uma road trip não exige uma bagagem pesada, portanto, viaje o mais leve possível, até porque você não quer ter sobrepeso no carro. O ideal é uma mala pequena para cada pessoa. Praticidade é a palavra. Não perca tempo carregando bagagens desnecessárias, saiba desapegar-se de coisas materiais.
Uma das mais importantes experiências ao embarcar numa road trip é descobrir nossos limites, portanto, permita-se arriscar alguns dias somente com o mínimo necessário. Tenha certeza de que isso será um aprendizado valioso!

6. Check-up no carro e GPS
Eis aqui dois fatores essenciais. Verificar se o carro está em perfeita condição para seguir uma viagem longa e pegar estradas nas mais diferentes condições é vital. Um check-up no carro é o que de mais óbvio se precisa fazer antes de embarcar numa road trip, é uma questão de segurança, e não é opcional.
Um GPS é altamente recomendável pela sua praticidade, uma vez que isso assegura que não se perca tempo dando voltas desnecessárias em lugares desconhecidos. Por mais que uma road trip significa um pouco de aventura, é sempre bom ter um guia na manga.

Essas dicas facilitam toda a preparação de uma road trip perfeita, mas o mais importante em tudo isto é o entusiasmo e o peito aberto para novas experiências, afinal, viajar é a única coisa com a qual gastamos dinheiro que nos faz mais ricos. Não é?

Boa viagem!

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*Fonte: obviousmag

Conheça a casa cápsula com energia solar e eólica que pode ser usada como trailer por viajantes

Desenvolvido pela empresa eslovaca Ecocapsule, o modelo de uma pequena residência ecológica está sendo vendida por US$ 90 mil. Abastecida por energia solar ou eólica, ela pode ser utilizada como trailer para viajantes.

Em formato de um ovo, a capsula tem pouco mais de 25 metros quadrados. Pensada para ser ocupada por até duas pessoas, ela possui uma cozinha equipada e um banheiro. Além de um quarto que pode ser transformado em uma sala de estar.

Mini casa moderna e ecológica

O modelo desenvolvido pela Ecocapsule apresenta uma proposta bastante ecológica. Utilizando fontes de energia limpa, ela traz diversos recursos tecnológicos modernos e que visam a sustentabilidade. Tais fatores justificam o valor elevado.

Por exemplo, seu formato oval foi concebido para reter mais calor e há canais para coleta da água da chuva. Bem como, a cápsula possui um sistema próprio para filtrar a água coletada que será utilizada pelos usuários.

A bateria de 9,7 quilowatts pode fornecer energia para o trailer por até quatro dias. Como dito, ela é carregada por meio dos painéis solares de 880 watts instalados no teto ou por turbinas eólicas com capacidade de 750 watts.

Novo nicho de moradia

De acordo com os arquitetos da Ecocapsule, a intenção da casa sustentável é ser uma alternativa para profissionais que realizam trabalhos de campo, como guardas florestais e biólogos. Tal como, uma solução rápida de moradia em casos de emergências.

Entretanto, eles notaram um grande interesse de clientes de alta renda que vivem em regiões metropolitanas como Nova York e o Vale do Silício. Nesse caso, eles enxergam a capsula como uma opção de quarto de hóspedes ou acessório para coberturas de prédio.

Conheça o interior do projeto da Ecocapsule na galeria abaixo:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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*Fonte: tecmundo

Volta ao mundo de trem dura 24 dias e passa por três continentes

Volta ao mundo de trem percorre 16 mil quilômetros, passa por 14 cidades e três continentes em 24 dias

Dar a volta ao mundo é o sonho de qualquer viajante. Este feito, inclusive, já foi retratado por diversas vezes nas telas do cinema e na literatura. Mas você já pensou em desbravar o planeta por meio de trilhos? É isso que propõe a quarta edição do tour Volta do Mundo em Trem, organizada pelo grupo TT Travel.

A jornada de 16 mil quilômetros e 24 dias passará por 14 cidades espalhadas por três continentes. A viagem terá início em Toronto, no Canadá, em 15 de agosto de 2020, e terminará em Moscou, na Rússia, desembarcando os passageiros em 6 de setembro.

Volta ao mundo de trem: como é?

Mas como será exatamente o roteiro desta volta ao mundo de trem? Tudo terá início no Canadá, na cidade de Toronto onde os passageiros terão a chance de degustar um jantar no famoso restaurante 360º da CN Tower. Assim, o próximo destino será Vancouver, com uma vista fabulosa para as Montanhas Rochosas Canadenses.

O trajeto então contempla a Glacier Skywalk, localizada ao sul do país, uma plataforma transparante projetada para fora das cordilheiras canadenses. Na hora de atravessar o Pacífico rumo a Ásia, é necessário pegar um voo de Vancouver a Pequim, umas cidades mais populosas e milenares do mundo. Assim, neste ponto os passageiros da volta ao mundo de trem poderão se deslumbrar com a Cidade Perdida e a incrível Grande Muralha da China.

É a vez de seguir rumo à Mongólia, onde os viajantes poderão visitar o Parque Nacional de Gorkhi-Terelj e também ter a oportunidade de conhecer melhor a cultura e os costumes de famílias nômades. A viagem prossegue da Mongólia para a Rússia, com uma parada no Lago de Baikal, na Sibéria, o maior lago de água doce do mundo.

O roteiro ainda segue para a cidade de Kazan, local onde os passageiros poderão assistir ao “Tugan Avalim”, um show folclórico típico da cultura tártara. Por fim, a rota chega à bela Moscou com seus monumentos, jardins e catedrais.

Durante esse trajeto de volta ao mundo de trem, diversas paradas são realizadas nas 14 cidades. Além disso, é uma oportunidade para conhecer melhor a cultura, a gastronomia e outras peculiaridades sobre cada local. Clicando aqui você poderá conferir todos os detalhes da viagem.

Quanto custa a volta ao mundo de trem?

Quem desejar realizar a viagem de volta ao mundo de trem terá que desembolsar €16.530, o que equivale a aproximadamente R$ 79.509. Este valor é cobrado por pessoa e inclui 14 noites de viagens nos três trens utilizados durante o trajeto em cabine dupla, 8 noites de hospedagens em hotéis 4 ou 5 estrelas, todas as refeições, um guia brasileiro que acompanhará os roteiros e também a passagem de avião de Vancouver a Pequim.

*Por

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*Fonte: guiaviajarmelhor