Caminhos – #103

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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A famosa revenda “fantasma” de automóveis em Estrela e a sua história

Normalmente passo pelo trevo de entrada da cidade de Estrela (RS) quando tomo o caminho da Rota do Sol ou então sigo pela 386 (Lajeado / POA), hoje resolvi fazer algo diferente, ao invés de só passar ao largo por esse trevo, entrei de fato na cidade para dar uma volta por suas ruas, coisa que não fazia há anos e então aproveitar para ver como estão as coisas atualmente. tudo mudado par amim e a cidade me pareceu bem maior e desenvolvida do que eu ao menos me recordava.

Mas o interessante foi que logo que tomei uma das vias principais de acesso da cidade reconheci no caminho a minha frente a revenda de carros Volkswagen (Comercial Gaúcha), famosa pela sua peculiar história. Trata-se de uma revenda de automóveis que foi fechada aproximadamente há uns 15 anos por ordem da distribuidora Volkswagen, mas o seu proprietário, o Sr. Otmar Waltger Essig, ainda vai ao trabalho todos os dias e a mantém limpa, bem cuidada e intacta, apesar de não ter funcionário algum e estar “fechada” para o público todo esse tempo. Trata-se praticamente de uma revenda fantasma e também uma viagem no tempo.

Assista ao mini-documentário abaixo que você irá entender melhor os detalhes dessa interessante história.

 

Como há tempos não entrava em Estrela e nem me lembrava mais desse fato da revenda, apesar de ser uma cidade que fica aqui perto da minha e até mesmo isso também já ter sido motivo de um post aqui no blog, fiquei surpreso e empolgado. Foi bom relembrar dessa história e assim também ver de perto o prédio e os elementos que compõem essa história.

Estacionei perto da revenda e dei uma caminhada na calçada ao longo do prédio. Sim, óbvio que coloquei a cara no vidro para tentar ver melhor o que ainda havia lá dentro e como estavam as coisas. Assim como no vídeo acima, tem lá o Fusca e o Santana, o pátio e as dependências todas limpas e cuidadas, as salas, escritórios, as peças nas estantes e as em exposição, quase como se fosse uma revenda ainda em funcionamento – (aliás, mesmo ela estando fechada está melhor cuidada que muitas outras “abertas” por aí, que eu conheço. Só para constar).

Isso realmente me pareceu uma espécie de um museu casual, algo quase como se o tempo tivesse parado por ali na década de 90. É interessante isso e também desperta a curiosidade dos fatos. Tanto que assim que cheguei em casa procurei novamente pelo vídeo desse documentário e também algumas matérias que já tinha lido no passado. *Esse material está anexo (links) aqui no post.

Mais um daqueles estranhos e sinuosos fatos da vida que são tratados de formas diferente do que talvez a maioria das pessoas normalmente o faria. O que de certa forma acaba por chamar a nossa atenção. Creio que até compreendo a atitude do Sr. Otmar, mas não cabe a mim fazer qualquer julgamento sobre os fatos. Apenas entendo isso como uma coisa inusitada e que faz parte dos caminhos da vida.

Fica aqui então o registro dessa visita ao local e espero que os interessados leiam as matéria e assistam o vídeo. A vida segue.

Valeu!

*Veja algumas imagens:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

>> Leia abaixo (links) de algumas matérias sobre a revenda e a sua curiosa história:

https://carros.uol.com.br/noticias/redacao/2013/10/02/concessionaria-fantasma-tem-fusca-zero-e-sp2-impecavel-veja.htm

………………..

https://noticias.r7.com/carros/fotos/concessionario-volkswagen-fechado-desde-2002-ainda-guarda-carros-antigos-zero-quilometro-04032015#!/foto/11

………………..

http://g1.globo.com/rs/rio-grande-do-sul/noticia/2013/08/dono-de-revenda-fantasma-preserva-carros-e-vai-ao-trabalho-todos-os-dias.html

 

Rolê de hoje: Estrela / Fazenda Vila Nova

Depois de uma semana com feriado de dia das Crianças e de vários dias de chuva, não poderia se esperar coisa diferente para hoje. O dia amanheceu com um chuvisqueiro murrinhento e tudo indicava de que não seria legal dar um rolê de moto nessa condições. Perto do meio-dia o chuvisqueiro parou e até apareceu o tal do sol. Fazia tempo que não dava as caras por aqui. Me empolguei e resolvi dar o meu rolê de moto. Hoje novamente sozinho, peguei a estrada e segui na direção de Lajeado, no caminho o céu deu uma fechada novamente, pensei que choveria em seguida, então resolvi seguir em frente até a chuva cair, daria meia volta e tomaria o rumo de casa.

A chuva não veio, o sol brilhou outra vez e segui em frente de boa. Entrei na cidade de Estrela, coisa que nunca faço porque normalmente é apenas uma caminho de passagem para quando pegamos a Rota do Sol ou então a 386 (Lajeado / POA). Dei umas voltas pela cidade, parei para conferir de perto a famosa revenda “fantasma” da Volkswagen (ver post específico sobre isso), que tem lá.  Circulei pelo centro da cidade, também fui até perto do rio, que aliás está bem cheio e inclusive dava para perceber isso já na travessia da ponte da divisa entre Lajeado e Estrela (a água está acima do nível do cais, com os guindastes na beira do rio).

Depois resolvi seguir em frente o caminho pela 386 e então o céu novamente fechou quando eu estava perto da entrada da cidade de Fazenda Vila Nova. Resolvi entrar, dei novamente uma circulada pela cidade e parei junto ao prédio da prefeitura que tem um parque ao lado. Uma caminhada pelo lugar e logo começou a chover. Fraco mas chovia. Dei um tempo, esperei a chuva parar. Me ajeitei para voltar para casa, assim que pego a estrada no rumo de casa a chuva para em definitivo e sol aparece mais uma vez. Ah! Foda-se, vou prá casa. Chega! Já deu o que tinha de dar esse rolê por hoje…rsrsrsrsr

Valeu e até a próxima!

*Confira abaixo fotos do rolê de hoje:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Rolê de hoje foi subir a serra gaúcha até Veranópolis

Assim que levando hoje pela manhã vejo uma mensagem no celular, era o Pretto me convocando para um rolê de moto com a saída ainda pela parte da manhã. O tempo estava legal, um pouco de cinza num dos cantos mas não parecia que viria a cair “aquela chuva”. Rapidamente me aprontei mas antes ainda tinha de resolver algumas coisas por aí e assim, um pouco depois das 10hs da manhã já tinha encontrado o Pretto, abastecido a moto e pronto para “zarpar”.

Saímos em direção de Lajeado com o objetivo de subirmos a serra gaúcha em direção de Bento Gonçalves e Veranópolis. Pimba! Como saímos cedo dava para seguirmos numa boa e sem pressa a bacanuda “Rota do Sol”, curtindo o dia e a estrada com as motos. Em Carlos Babosa, ainda na estrada, resolvemos fizer uma parada para um lanche que na real seria o nosso almoço. Depois seguimos para Bento Gonçalves e o que logo em chamou a atenção são as obras no trevo para quem vai para Caxias do Sul (depois de Garibaldi). Até que enfim resolveram ajeitar aquilo lá, sempre achei muito perigoso, desajeitado e desleixado para um trevo tão importante e movimentado aqui no estado.

Passamos por Bento, depois mais um tanto de trajeto em encosta de morros e chegamos na ponte “Ernesto Dornelles”, que fica na divisa entre Bento Gonçalves e Veranópolis e é também conhecida por ser o símbolo no logotipo do DAER. Uma parada no local para darmos uma olhada na ponte. Já estivemos aí esse ano, não lembro quando foi. Depois seguimos novamente em frente, no outro lado da margem novamente subindo e costeando morros. Acredito que nem preciso mencionar que é uma paisagem muito bonita e a viagem passa de boa.

Chegamos então no mirante do Paradouro 99, outra parada para curtir a vista e a paisagem, coisa de viajante. Um tempo para uma água, descansar e uma boa conversa, porque ainda teríamos de nos preparar para o trajeto de volta. A descida para casa foi tranquila, ainda fizemos uma breve parada para um cafezinho, abastecer as motos.

Outra sábado incrívelmente muito bem aproveitado viajando, pegando a estrada.O bom que dessa vez é que não fui sozinho. Muito grato por mais um grande dia na minha vida!

*Confiram uma sequência de imgs da empreitada de hoje:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Trolado pelo tempo

Novamente final de semana e o momento oportuno de pegar a estrada, só que hoje o sábado amanheceu com chuva, nada muito forte mas o bastante para desencorajar o tal rolê de moto. Com o avançar das horas o tempo mudou, passou modo de “dia chuvoso feio e cinza”, mas sem chuva, o que já basta e é mais do que suficiente.

Depois de um bom almoço tratei de me ajeitar o quanto antes para partir, até porque o tempo não me pareceu que ficaria por muito tempo nessa vibe de “sem chuva”. E na real eu ainda nem tinha um roteiro em mente, o que na maioria das vezes nem importa muito, queria mesmo era “andar de moto” seja para onde fosse. Ride, baby, ride!

Saí cedo e novamente sozinho, peguei a estrada rumo à Santa Cruz do Sul com esse tempo nublado, já pensando em ir esticando o trajeto até Pantano Grande se a chuva assim deixasse. Esse era o mesmo plano da semana passada só que não deu muito certo, me molhei logo no começo antes mesmo de chegar a Santa Cruz do Sul, me deu uma “friaca” e voltei. Aliás, faz um bom tempo que não ando até Pantano Grande, gosto muito desse trajeto. Então hoje fui na mesma pilha e o bom é que não choveu. Fui de boa, sem pressa e curtindo o rolê. Passei por Sta Cruz passando por trás do Autódromo, no caminho de passa por trás de Vera Cruz. Uma chegada na pista, que estava de portões fechados, uma caminhada e resolvi seguir em frente. Fui até a entrada de Rio Pardo quando o tempo e o céu deram uma certa escurecida, então pensei que era a minha dica para retornar e não me molhar como na semana passada. Não curti aquele banho de chuva…rsrsrsrs.

Retornei de boa, chego em casa e percebo que não teve nada de chuva. Me dei mal, deveria ter continuado em frente quando lá em Rio Pardo que teria dado tempo de ri até Pantano e voltado sem chuva. Mas ok,  já valeu a viagem hoje.

*Abaixo algumas fotos desse rolê de hoje.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Tentando escapar da chuva, mas não deu

Durante a semana a previsão marcava chuva para sábado e como tal, não foi nenhuma surpresa o dia estar cinza hoje. Mais uma vez sozinho na estrada, sai para os lados de Santa Cruz do Sul (287), quando a ideia de roteiro era ir até Pantano Grande. Claro que já no meio do caminho começaram os pingos de chuva, leve no começo mas depois a coisa ficou mais forte.

Ok, quem está na chuva é para se molhar. Segui até Santa Cruz do Sul, uma volta passando pelo trevo da Unisc, entro na cidade e a chuva para. Cruzo pela parte baixa e depois subo de volta pelo Grasel. Claro que a chuva está de volta outra vez mas daí já nem importa mais – mudança de planos, caminho de casa baby. As roupas molhadas me deixaram com frio (calça), então o melhor era não forçar uma gripe ou resfriado seguindo e frente. Já de volta em casa, um rápido banho quente e tudo resolvido. Mesmo que não tenha andado tanto quanto gostaria, valeu. Moto suja mas o coração satisfeito com mais essa breve aventura em duas rodas.

Keep on rock. Valeu!

*Algumas img da empreitada de hoje:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Rolê de 20 de Setembro (feriado no RS)

Nada como uma quarta-feira com um feriado de sol para se aproveitar o dia. Em tempo, feriado de 20 de setembro aqui no Rio Grande do Sul (Revolução Farroupilha). Depois de uma belo almoço de família com um “carreteiro” no capricho, especialmente feito pela minha mãe em função desta data de celebração das tradições gaúchas, era hora de pegar a estrada para um rolê de moto.

Como já disse, dia de sol. Muito sol. Perecia um dia de verão, o que automaticamente torna o ato de andar de moto todo equipado uma coisa não tão agradável. Dando um jeito aqui e ali, simbora aproveitar o dia. Fui sozinho outra vez, aliás, faz tempo que tenho andado sozinho.

Sai em direção à Lajeado /RS (RS-130), uma rápida passada por dentro da cidade e depois o caminho da 386, já em direção de Bom retiro e Fazendo Vilanova. A ideia era rodar pela boa 386 entre Lajeado e Tabaí (curto essa parto do trajeto). Apesar de agora estarem com alguns trechos em reforma e outros ainda em construção, é muito boa, sem falar de que o limite é de 100km/h. Beleza!

Chegando na parte no final dela onde se encontra com a 287 (que essa eu não curto), tem a Casa do Mel e do outro lado uma fruteira que faz um suco de frutas muito bom, na hora. Puramente em função do calor a opção de hoje foi parar no suco. Uma boa sombra, um pit stop mais do que providencial por causa do calor. Depois do refrescada na moleira com suco gelado era hora de tomar o caminho de volta, poderia escolher entre dois caminhos, a merda da 287 ou então, o mesmo que eu fui. Ok. Voltei pela via dupla da 386, o mesmo trajeto da ida que além de ter um visual mais bonito, a pista do asfalto é bem melhor.

É claro que hoje ao longo do caminho, em vários momentos encontrei na beira da estrada gaúchos pilchados cavalgando em grupo em função dos festejos do 20 de setembro. Claro que tudo sempre com um aceno e uma buzinada, em respeito a esses que cultivam mais do que ninguém as tradições dessa terra.

No mais, apenas tirando o forte calor foi tudo de boa, um ótimo passeio de moto.
Valeu!

*Algumas imgs do rolê de moto de hoje.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Mariante

Com a chuva rolando quase sem parar desde a sexta-feira, o final de semana teve uma vibe totalmente diferente, meio que somente entre 4 paredes, mas OK, dias assim quando bem aproveitado também tem o seu lado bom.

No domingo pela manhã a chuva deu uma pequena trégua, a rua até deu uma certa secada e então resolvi pegar minhas coisas rapidamente (antes de vir a voltar chover) para uma breve saída de moto. Mas não fui rápido o bastante, o que até foi bom e providencial, porque antes mesmo de fechar a porta de casa o tempo já voltou ao seu modo “rain” outra vez. Tive então de apelar para a paciência e esperar. Dito e feito, sabia que uma outra “janela” de tempo sem chuva iria acontecer logo mais. Assim foi, por volta das 11hs da manhã o tempo novamente deu uma firmada e se eu me apressasse dessa vez, “talvez” até daria tempo de matar a vontade de rodar de moto, nem que fosse por um rolê de alguns kms – só para poder tirar a moto da garagem.

Desse vez deu certo, planejei ir ao menos até a ponte de Mariante e voltar. Já seria mais do que suficiente. Tomei o caminho e mesmo com o dia nublado estava legal para andar de moto, mas não deu outra, depois de um tempo e já quase em Mariante, a chuva veio. Tudo bem, já tinha contabilizado essa possibilidade e até que fui longe se me molhar levando em conta a situação do clima. Não tive opção, dei meia volta e tomei o rumo de casa. Não fui com roupa de chuva nem nada disso. Aventura de verdade não requer muito cálculo e programação – apenas vá e tente se divertir o melhor que puder! Foi o que fiz e afinal, é só um banho de chuva mesmo. Quando estou chegando de volta no trevo da cidade, a chuva para novamente… rsrsrssrsr. Faz parte.

Teve rolê mesmo que no domingo e com um pouco de chuva, mas valeu e foi bom para dar uma acalmada nessa ansiedade de andar de moto.
Keep on rock! \m/

*Fotos da empreitada

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Rolê de hoje: Imigrante / Colinas / Carlos Barbosa / Rota do Sol

Este sábado foi novamente dia de rolê solitário de moto. Tranquilo! Como não dependia de nada nem ninguém, resolvi que iria sair ainda pela manhã, antes mesmo do meio-dia e almoçar depois em algum lugar no caminho. Mas para onde?

Sai novamente em direção de Lajeado sem pensar muito (gosto bem mais de ir nessa direção do que para os lados de Santa Cruz), me dá uma sensação mais bacanuda, seja para onde for. Só que a coisa não saiu bem como o combinado comigo mesmo, já no caminho para Lajeado o estômago deu uma resmungada forte de fome. Resolvi então passar no Carmelito, como fiz na semana passada depois de mais de ano em jejum dessa parada. Acho que ainda não saciei o desejo do cachorro quente deles. Cheguei lá mas havia uma fila enorme até a calçada. No way! Bem, que se foda, minha fome pode esperar. Segue o baile. Vamos em frente.

O parâmetro do rolê agora passou a ser medido pela fome e onde eu iria parar para comer. Resolvi tomar o caminho de subir a serra mas não pela evidente “Rota do Sol”, escolhi subir por Imigrante e Colinas, um caminho um pouco mais longo mas não menos bonito e interessante. A fome poderia esperar.

Já que o dia hoje amanheceu com cara de chuva, meio que numa vibe cinza nublado, até coloquei uma jaqueta (iria sem) só por causa dessa possibilidade de pegar chuva em algum momento pelo caminho. Mas depois a medida que eu rodava em frente e o tempo foi avançando a possibilidade de chuva se dissipou e o Sol “pegou folha” (como se diz na rinha de galo), e ficou bem mais pujante, passei calor. Faz parte.

Já no caminho de Imigrante/RS, a cidade das bicicletas decorativas nas calçadas, fiz uma parada em uma praça perto da ponte sobre os trilhos do trem. Uma referência a trip semana passada quando da minha empreitada em Roca Sales/RS, só que dessa vez não tentei chegar até os trilhos. Dessa vez dei só uma conferida, umas fotos e rra isso para hoje…rsrsrsrs.

Seguindo em frente, que para variar a rota passa por lugares com um visual incrível – taí o segredo dessa vontade de andar de moto por aí todos os finais de semana (cada lugar bonito e interessante), logo já estava em Colinas, que em seguida já tem um trecho de subida mais acentuada que leva até o trevo para a Rota Do Sol. Claro que ainda não era hora de voltar, segui adiante subindo até perto de Carlos Barbosa. Almocei no La Cantinela (show – sanduíche de gigante de copa) e então com a fome “muito bem'” resolvida, o rolê tinha de prosseguir. Agora era só rodar mais um pouco por ali e depois voltar pela Rota do Sol até Estrela / Lajeado e V.Aires. Pimba! Caminho que a minha moto já faz quase sozinha.

Valeu! Outro daqueles dias bem aproveitados rodando por aí.

*Hey curioso! Abaixo algumas fotos do rolê de hoje:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Rolê até Vespasiano Correa

Enfim o sábado chegou e comod e costume, dia de pegar a estrada. Já sabia que hoje seria um daqueles dias de rolê de moto solitário, então preparei a cãmera e já saí de casa focado de que iria parar pelo caminho,onde desse na telha. E assim foi.

Como iria sozinho nem me preocupei com horário, por volta das 11h  da manhã já tinha dados todas as minhas voltas e estava com a motocicleta preparada com tudo pronto para zarpar. a ideia inicial era sair meio que sem rumo, apenas decidi que seria na direção de Lajeado. Tudo porque faz um bom tempo que queria comer novamente o famoso cachorro quente do Carmelito. Dia bonito de sol, com cara de verão. Peguei a estrada e fui de boa até Lajeado. Ainda parei no caminho porque queria ver uma santa ao lado de um prédio abandonado, que me chama a atenção toda vez que passo por ali. Estava sozinho, ninguém iria reclamar dessa parada então. Depois fui direto no Carmelito, já estava com bastante fome e nessa hora perto do meio-dia, já tinha uma grande fila. Mas beleza, vale a pena (fica a dica)! Depois de matar o desejo desse “almoço”, na hora de pegar a moto para seguir a trip, chega um grupo de motociclistas de Caxias do Sul que também estavam focados nessa mesma empreitada do cachorro quente…rsrsrssr

Trocamos uma ideia rápida e já que eles estavam todos de Harley Davidson e estacionaram ao lado da minha moto, daí uma coisa já puxa a outra. Mas era hora de seguir em frente. Mesmo com o sol a pino atravessei a cidade e tomei a direção da RS-130 para Arroio do Meio -RS, depois pela RS-129 fui até Roca Sales – RS, onde passei pela ponte de entrada da cidade e fui até o centro da cidade. daí a aventura começou, resolvi que iria até os trilhos do trem que cruzam a cidade num elevado. Estacionei parto de um trecho desses e procurei um lugar menos íngreme para subir. Tinha muito mato e cascalho no chão,não seria fácil e se por acaso escorregasse, renderia um belo de um tombo. Numa primeira tentativa de subida a coisa não foi boa, era um bom local mas muito íngreme o terreno e na metade da subida já dei uma boa escorregada. Resolvi descer e procurar algum outro lugar melhor, com menos mato ao redor para essa subida. Um garoto que passava me deu uma boa dica de um local mais adiante. Chegando lá percebi que a dica foi boa mas a subida ficava dentro de uma propriedade particular ao lado da passagem dos trilhos e portão estava fechado. Mas não desisti. Segui com minhas pesquisas então encontrei um legar melhor para meus dotes de escalada alpina. Báh! E como valeu, porque foi bem legal caminhar nos trilhos do trem, fiz várias fotos e caminhei até um túnel. A empreitada rendeu. Depois voltei e peguei a moto e fui até a uma praça em frente a igreja que eu já conhecia, de outras passadas pela cidade. Descansei um pouco do sol numa bela sombra e como já disse, o dia hoje foi como de verão e ainda mais, tinha um bom ventinho. … (Já repararam que toda cidade de interior sempre tem uma praça em frente a igreja matriz e um hospital ao lado. Sim, uma sorveteria tem de estar por ali também). Ainda nessa função de estar ali na praça, novamente vi os prédios antigos e abandonados que há ao lado do hospital e eu curto bastante. Acho eles muito bonitos, uma pena o estado em que se encontram atualmente, mas deveriam de ser uns belos prédios em seu tempo de glória. Toda vez que passo por ali, dou uma olhada neles da calçada, vejo o pátio e fico imaginando mil histórias…

Mesmo que estivesse bom, sem pressa ou compromisso algum e com todo tempo do mundo, curtindo bastante essa função toda, eu queria seguir em frente. Decidi em meu descanso que iria ainda até Vespasiano Correa /RS. Então de volta para a moto saí da cidade pela ponte e já estava outra vez na RS-129, agora na direção de Encantado /RS, onde só passei, não entrei na cidade e o mesmo quando em Muçum /RS. Esse trajeto é muito bom de andar e bonito, já tem aquela coisa de subida de serra, vários trechos com 3 pistas e daí a viagem já fica mais interessante. O movimento na estrada estava de boa, poucos caminhões e dessa vez nenhum perrengue, o que torna tudo mais agradável ainda.

Em Vespasiano Correa eu curto bastante aquela entrada da cidade, que aliás é bem mais bonita no outono e começo de inverno, do que agora, muito por causa das árvores ao redor da estradinha. Mas isso é somente uma opinião.

Depois de tudo isso o negócio era fazer todo esse trajeto de volta, o que de forma alguma é uma coisa ruim, pelo contrário, é muito bom. Cara, hoje foi sensacional e é sempre um grande prazer andar de moto, idependente da condição do clima, tempo e o escambau. Que curte e gosta disso,me entende muito bem.

É claro que tenho mais fotos e aconteceram tantas outras coisas nesse dia de estrada, parei em mais lugares, conversei com outras pessoas, mas foda-se, isso aqui não é o “Meu querido diário”, então fiquem com esses comentários e quem sabe dêem um jeito de pegarem a estrada também para qualquer lugar, longe ou perto, não importa. O que importa é sair do lugar comum. Ver coisas novas, outros lugares e ter novas sensações. Flw.

Grato por mais um sábado incrível na estrada.

*Confira algumas imagens da trip de moto de hoje:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Cara, sensacional o dia de hoje! Sei lá o que houve,mas com certeza os deuses conspiraram para ser um dia tão bom para se pegar a estrada de moto nesse sábado. A nossa empreitada dessa vez começou cedo. As 10h30  já estávamos no posto enchendo o tanque para partirmos para mais um rolê de moto, eu, Pretto, Rafa e o Luís Carlos. O roteiro da vez era subirmos até Carlos Barbosa via Montenegro e depois voltarmos pela Rota do Sol.

Como o previsto saímos mesmo no horário combinado, tomamos o rumo da RS 287 em direção a Montenegro/RS. Essa viagem é um tanto sem graça porque andamos por ela muito seguido e vou aproveitar e dizer uma coisa – “que estrada ruim”. Não curto andar por aqui. Mas é caminho. Tudo tranquilo nesse trajeto, até fizemos uma rápida parada para um suco natural em uma tradicional tenda do caminho. Sim, tem de curtir o todo da coisa, não é só andar de moto.

Depois seguimos até o trevo para Montenegro, seguimos em frente até chegarmos na rotatória para Barão/RS. Daí sim a coisa começa a ficar legal de verdade, a paisagem muda, o roteiro vira para um visual muito mais agradável e até o asfalto passa a ter uma qualidade melhor, inclusive o tráfego também dá uma diminuída. Mas aqui cuidado, é um dos trechos da região com a maior quantidade de curvas que conheço e nesse sentido em que estávamos seguindo, é em ritmo de subida. E como é bom andar de moto em um lugar assim…báh!

No caminho ainda paramos para dar uma conferida no túnel de Salvador do Sul/RS (sim, esses tempos mesmo estivemos lá junto com o Vladi, Fabi e o Paulão), desse vez era a hora de mostrarmos então o lugar para os nossos outros amigos. Então ali rola aquela coisa de aventura turística local, a gente se saí do asfalto (numa curva bem perigosa – eu diria – muito cuidado aí, hein!), em frente a um casaão antigo (vermelho e branco). Tem placas na beira da estrada indicando o local como parte da “Rota Colonial de Linha Stein” – em Salvador do Sul. Se liga nisso. O cara sai da estrada, pega essa estradinha de chão lateral, depois anda por um pequeno trecho de estrada pavimentada (tem um descida bem inclinada), mais um pouco de estrada de chão por entre paredes de pedra e daí se chega no tal túnel. Aliás, muito bacana de passar, é uma escuridão total, o que salva é a luz da moto. O túnel é antigo e não tem iluminação alguma. Muito legal. Já do outro lado tem uma cascatinha e algumas placas de informação. Dessa vez não descemos na cascatinha e nem nos embrenhamos caminhando pelo mato ao redor. Mas taí um lugar bem interessante de se conhecer, fica a dica!

Depois disso voltamos para o roteiro original, pegamos novamente o caminho na estrada 470 e seguimos em subindo em frente, passando então pela cidade de Barão, rumo até Carlos Barbosa/RS. Não entramos na cidade, apenas passamos ao largo já em direção ao trevo de Garibaldi/RS, onde pegamos a direção no sentido de volta (descida da serra), na Rota do Sol. O objetivo aqui era descermos até um posto de gasolina que tem uma lancheria incrível e lá travarmos uma batalha contra um delicioso e delicioso gigante sanduíche de pão colonial (de copa ou salame) – coisa de gringo, é muito bom. Hey! Outra dica grátis aqui do blog para esse roteiro……huahuahaua.

Depois desse farto almoço – a essa altura já era tipo 14h30, quando almoçamos. Começamos o trajeto de volta para casa. Mas dessa vez havia um porém, o rafa avisou de que haveria um encontro de “Harleyros” (Harley Davidson) na cervejaria da Salva, em Bom Retiro do Sul/RS. Ok, resolvemos passar por lá então! Tudo tranquilo, bastou continuarmos descendo em nosso caminho normal e quando chegamos em Teutônia/RS, mudamos a direção no trevo do acesso da cidade no sentido de Fazendo Vilanova, pela RS-128, para chegarmos então na 386. Aí era seguir em frente até perto da entrada de Bom Retiro do Sul, onde fica a cervejaria da Salva, local de onde estava acontecendo o encontro de motociclistas. Isso só acrescentou mais pontos bons nessa tarde sensacional de sábado. O que já estava sensacional, ficou melhor ainda.

Chegando lá encontramos vários outros amigos de Venâncio Aires que andam junto com a gente de vez em quando (Professor, Bolinha, etc…). Muito bom. Várias motos legais, pena que chegamos um pouco depois que a banda Mother Sin havia tocado (também são meus amigos os músicos). Nessa hora o sol já estava ardendo na cabeça e ficar ali de bobeira com a galera no calorão bem em frente a uma fábrica de cerveja, tendo que pegar a estrada para casa logo mais, não era uma boa ideia no momento. Putz! Que droga. E a tentação era grande de ficar ali mais um tempo e tomar de boas vários copos de cerva bem gelada. O clima estava perfeito e ainda tem mais essa, é muito boa essa cerveja….

Mas tudo bem, não dava. Vamos respeitar a lei a dirigir são! Ninguém da galera bebeu, voltamos para a estrada e seguimos o caminho de casa. Assim que chegamos em V.Aires, fomos direto para uma choperia. Daí sim. Agora vai…

Claro que teve muito mais coisa nessa tarde incrível, mas o saldo foi imensamente positivo, recheado de belíssimas paisagens por onde passamos, ronco da moto como sinfonia nos ouvidos, a pareceria legal e o melhor – tudo sem nenhum perrengue ou entrevero e todo mundo faceiro, são e salvo, de volta em casa.

Valeu e muito satisfeito por mais um dia de aventura para a vida!

 

*Abaixo, a sei lá quem interessar possa, algumas imagens desse rolê de hoje:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Viajar é mudar a roupa da alma

“Navegar é preciso, viver não é preciso“. A célebre frase atribuída a Fernando Pessoa teria sido originalmente dita pelo general romano Pompeu. Claro que naquela época o navegar não tinha nenhum sentido figurado: o ato era necessário para o transporte de alimentos entre províncias, permitindo que todos ficassem bem alimentados. Hoje, embora não dependamos mais das navegações para ficar de barriga cheia, há quem fique de coração vazio quando não está com o pé na estrada.

São pessoas como esta aventureira dos anos 1920 que viajou por mais de 80 países, apesar das barreiras enfrentadas pelas mulheres na época. A canadense Idris Welsh, que ficaria conhecida pelo nome artístico Aloha Wanderwell, tinha apenas 16 anos quando começou a viagem ao lado do explorador polonês Valerian Johannes Piecynski, mais conhecido como Walter Wanderwell. A jovem até mesmo dirigiu o próprio carro, um Ford Model-T, durante boa parte do trajeto. O intuito da viagem era promover a paz mundial, passando por lugares como França, Egito, Alemanha, Palestina, Índia, Sibéria e até o Brasil.

Aloha não foi a única a vencer barreiras para embarcar em uma viagem dos sonhos. A argentina Sara Vallejo também decidiu encarar uma viagem pela América do Sul em motorhome e sem data para terminar. Até aí, nada de anormal, a não ser o fato de que a expedição teve início em comemoração ao aniversário de 80 anos de Sara, que é professora de inglês aposentada. Ao longo do caminho, as histórias da viagem serão contadas através de sua página do Facebook, 80 Años No Son Nada.

Assim como Sara, Norma Jean Bauerschmidt decidiu viajar mesmo com uma idade avançada. Aos 90 anos, ela foi diagnosticada com câncer e decidiu trocar a quimioterapia por uma viagem em motorhome pelos Estados Unidos, acompanhada do filho e da nora.

A aventura em família foi narrada através da página do Facebook Driving Miss Norma, que também noticiou seu falecimento, após um ano na estrada. Durante esse tempo, o grupo visitou parques, feiras e diversas cidades do país.

Outro aposentado também encarou uma aventura extrema. Aos 60 anos, o russo Serguêi Lukianov decidiu dar a volta ao mundo a pé. Foram cerca de 22 meses e 24 mil quilômetros caminhados durante a viagem. Ele andava cerca de 50 a 60 km por dia, o que permitiu conhecer aproximadamente 20 países – entre eles China, Vietnã, Indonésia, Singapura, Uruguai, Brasil, Argentina, Tunísia, Itália, Eslováquia e Polônia.

Antes de empreender a viagem, Serguêi era treinador na Rússia e já possuía alguns recordes nacionais na caminhada de quase 100 km, segundo a Gazeta Russa. Apesar do condicionamento físico, ele precisou passar por uma cirurgia de hérnia antes mesmo de deixar seu país e chegou a ter todas as suas coisas roubadas no meio do percurso, mas nada o impediu de realizar o sonho de dar a volta ao mundo a pé.

Para que cada vez mais pessoas possam viajar sem se preocupar com suas condições de saúde, um grupo de jovens dos Estados Unidos criou uma mochila adaptada para levar seu amigo com atrofia muscular à Europa. A mochila permitia que o jovem Kevan Chandler fosse levado nas costas de um dos amigos durante os passeios.

A viagem do grupo durou três semanas e certamente irá ficar na memória deles para sempre. A história dessa aventura, que inclui passagens pela Irlanda, Inglaterra e França, já foi narrada em no blog We Carry Kevan e espera-se que ela dê origem a um livro e um filme para inspirar outras pessoas e mostrar que é possível ser feliz e viajar o mundo, independentemente das adversidades.

Difícil mesmo é encontrar algum viajante que não goste de registrar suas descobertas pelo mundo. Pensando nisso, o experiente fotógrafo Bob Holmes, com mais de 35 anos de carreira fotografando para publicações como LIFE, Time e National Geographic, decidiu dar dicas para que iniciantes possam melhorar suas fotografias.

O vídeo foi gravado para o canal do Youtube Advancing Your Photography e traz dicas sobre a importância de conhecer bem a própria câmera, a necessidade de exercitar o olhar e o fato de que improvisar e não se ater tanto às regras pode dar origem a fotos ainda melhores. O vídeo completo, em inglês, você confere abaixo (e nós traduzimos as principais dicas dele aqui).

Ninguém discorda que viajar é mesmo uma experiência enriquecedora. Porém, infelizmente nem todos temos a disposição ou a vontade para colocar o pé na estrada todos os dias. Mesmo assim, nós do Hypeness buscamos sempre contar histórias inspiradoras como as que reunimos aqui para lembrar que qualquer pessoa pode viajar, basta ter vontade.

Pode ser que em alguns casos, como o de Kevan, as limitações físicas dificultem o trajeto; ou pode ser que todo mundo ache uma loucura por causa da sua idade, como aconteceu com Sara. Mas, assim como no caso de Serguêi, nós vemos todos os dias que viajar é muito mais do que apenas explorar o mundo, é realizar sonhos e conquistar uma nova saúde, mesmo que para isso seja necessário quebrar muitas barreiras.

Afinal, um sonho é uma das poucas coisas que ninguém poderá realizar por você!

 

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*Fonte: hypeness

 

 

 

Herveiras

Domingo também é dia de rolê de moto e nem precisa de um grande motivo, basta ter parceria e boa vontade. Ontem o Pretto não pode andar e então combinamos de darmos um rolê hoje na tarde se o dia estivesse bom. Nem preciso mencionar de que fez uma bela tarde de sol e lá fomos nós para a estrada.

Seguimos até Herveiras, trajeto que sempre é muito bom fazer, estrada em bom estado e de pouco movimento nos finais de semana e o melhor, com um visual incrível ao redor, ainda mais quando se chega na parte onde a estrada passa pelos morros. Fica a dica para quem não conhece.

Fizemos uma parada em um posto de gasolina, um pit stop para ir ao banheiro e o engraçado foi encontrar no caminho um cachorro preguiçosamente acomodado tirando um cochilo ao sol. Esperto esse cachorro, ainda mais numa tarde como essa inverno no domingo. A medida que se sobre o frio foi aumentando, assim como também o vento. Teve uma hora em que comecei a ficar com frio. Na volta paramos para um café, nas curvas de Santa Cruz.

Outro dia de aventura na estrada muito bom! Valeu.

*Veja algumas imagens desse rolê de hoje:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Dia de pegar a estrada, andar pouco, fugir da chuva e se divertir

Hoje foi mais um final de semana daqueles de rolê de manutenção. A previsão do tempo apontava chuva para a tarde e a noite e mesmo depois de uma bela manhã de sol. O começo de tarde já dava mostras de que haveria uam mudança no clima, mesmo assim me aprontei para tirar a moto da garagem e pegar a estrada, mesmo que não fosse muito longe dessa vez.

Achei que andaria sozinho hoje, alguns amigos já haviam me avisado de que não iriam esse final de semana em função de compromissos já marcados (eu mesmo também teria de estar de voltar cedo na tarde) e no posto de gasolina encontrei o Luiz Carlos. Beleza, já tinha parceria para a empreitada. Resolvemos dar uma volta até  Santa Cruz do Sul, para chegarmos no autódromo local para assistir um pouco da prova de carros do Brasileiro e Gaúcho Dopamina de Endurance, que estava acontecendo por lá.

Até lá foi tudo tranquilo, um bom passeio, ainda sem sinal de chuva. No autódromo não estavam cobrando ingresso, tinha bem pouca gente assistindo (esse é aquele tipo evento que funciona na base de patrocínios, transmissão na TV/sites e portanto, a coisa rola independentemente de público). Chegamos até as arquibancadas e ficamos assistindo por um bom tempo a prova que acontecia. Muito bom vere aqueles carros com motores fora de série, o ronco e os estouros na reta, báh!

O tempo começou a escurecer e resolvemos então vir de volta, meu tempo livre também já estava acabando, precisava voltar logo porque tinha coisas ainda por resolver e uma festa de formatura para ir logo mais. Na volta pegamos um final de chuva, já na parte alta dos morros da saída de Santa Cruz, mas nos molhamos bem pouco. A estrada é que estava ainda bastante molhada e os respingos dos carros é que causaram um maior estrago na gente…rsrsrssr

Como o previsto, estava cedo em casa, resolvi minhas paradas e tudo certo. Mais um bom sábado de motocagem. Valeu!

*Imagens do rolê de hoje:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Rolê de manutenção – tiro curto

Ontem, sábado, fez um belo dia de sol com uma temperatura amena de inverno, muito bom para andar de moto. Mesmo assim o rolê foi apenas de manutenção, coisa pouca. Tudo porque eu iria em um evento – “encontro de cervejeiros” da Cervale, que tem um limitado número de convites (sim, conseguiu o meu), e a coisa toda começava cedo, ainda na tarde. Assim eu não teria uma boa margem de tempo para dar um rolê mais extenso. Mas tranquilo, de qualquer forma foi uma tarde muito bem aproveitada, pude trocar uma ideia melhor de mais tempo com o meu amigo Pretto, dar um curto rolê de moto até Passo do sobrado e Vale Verde e voltar a tempo ainda de ir no evento de cervejeiros da região.

Só para manter a ritualística aqui do blog, abaixo algumas imgs do mini-rolê deste final de semana. Um tiro curto é verdade, só para não deixar passar em branco e perder o costume.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Um rolê até Triunfo

Outro sábado incrível para um belo rolê de motos com os amigos. Dessa vez eu, o Rafa e Luís Carlos, saindo no começo da tarde  para uma empreitada que fiz esses tempos com outros amigos e agora procuramos repetir a dose, só que eles ainda não conheciam esse roteiro. Fomos até Triunfo com o intuito de atravessar o rio Jacuí com as nossas motos pela balsa. Taí uma boa dica para você também pegar a estrada e fazer essa função. Vale a pena para quem curte uma aventura de leve, pode ser de carro mesmo, não precisa ser como nós, que fomos de moto. Quem gosta de pegar a estrada, descobrir novos lugares, ver novas paisagens, deveria conferir essa.

A empreitada começa daqui seguindo para Passo do Sobrado, logo depois vem Vale Verde (RS 244), daí seguindo adiante até General Câmara, onde fizemos uma parada estratégica para uma água, um café e banheiro. Depois seguimos adiante onde tem a ponte do Rio Jacuí. Dessa vez ao invés de cruzarmos direto a ponte rumo à São Jerônimo, resolvemos dar uma brecada no roteiro. Descemos até as margens do rio Jacuí, logo embaixo da ponte numa prainha que tem por lá. Uma parada rápida, algumas fotos, conversa fiada e retomamos o roteiro inicial novamente. Em frente e avante até São Jerônimo (RS), onde entramos na cidade e depois pegamos uma breve trecho de estrada de chão até o ancoradouro da balsa de veículos, para então atravessarmos o rio e assim chegar em Triunfo (RS), na outra margem.

Travessia tranquila, sem nenhum perrengue, aliás, nem precisamos esperar muito na fila pela chegada da balsa e ser a nossa vez. Ah! Só por curiosidade, o custo para cada moto é de R$2,55 e a travessia em si leva apenas alguns minutos (sei lá, calculo a grosso modo algo em torno de uns 10 min). Outra informação pertinente é a de que esses serviço de travessia para veículos funciona 24hs por dia e a cada meia hora tem saída de balsa.

Chegando na outra margem, já em Triunfo (cidade histórica do Rio Grande do Sul – por causa da Revolução Farroupilha –  terra onde nasceu Bento Gonçalves), demos uma passada na praça da Igreja Bom Jesus (erguida em 1754), outra parada, uma curtida no local e depois seguimos em frente.

Agora vem outra coisa interessante para deixar de recado aqui… Cara! Como eu curto esse trajeto da RS 470 que liga Triunfo até até a 287 (pertinho do trevo que bifurca o caminho para Montenegro ou Porto Alegre). Um asfalto bom com uma pista muito legal e uma  paisagem de campo bonita, inclusive com vários trechos de árvores ao redor da pista. Sério, é muito legal. É bom andar de moto ali, dá aquela sensação clichê de “liberdade” de comercial de moto que os comerciais de TV tentam te empurrar guela abaixo – sentir o vento e tal…. rsrsrsrsrssrs
Ah! ali tem isso…kkkkk. Tudo bem que eu também curto bastante os caminhos da serra, aliás, os “mais” bonitos aqui do sul com certeza, mas esse meu chapa, tem uma vibe muito legal também. Mas só sabe quem por ali passa. Pronto, falei!

Daí com a turma já na tradicional 286, que é o caminho master POA/ V.Aires e já rodamos tantas vezes por ali, demos uma parada na Casa do Mel (outra boa dica para viajantes – anote aí, tem um ótimo pastel). Não, isso aqui não é jabá de blog. é dica mesmo!

De resto era então voltarmos para casa. Só que agora teríamos de enfrentar uma situação ruim, diga-se, é que nesse horário de final de tarde o sentido da viagem que teríamos pela frente é todo com o sol batendo direto no rosto/olho. e quando digo direto, é direto mesmo. Putz, não tem como. É assim e foda-se. Mas tudo OK, faz parte.

Tudo tranquilo, mais um rolê que durou a tarde toda e fomos de boa, sem pressa nem correria. mais um sábado MUITO bem aproveitado, acredite-me. Thanks.

Ah! Ia já me esquecendo. Sim, teve aquele momento engraçado-motocicletêichãn-imbecil-da-vez novamente, foi quando na ida estávamos ainda antes de General Câmara e dois motoqueiros de CG nos ultrapassam completamente deitados – retinhos, tipo o Ultraman voando), só de bermuda e chinelos…..kkkkkkk. Cara, pelo jeito ainda vai ter o dia em que vou ver um belo tombo de um desses garotos abilolados cairem (e não é praga minha! Sério!). A coisa é muito louca, eles deveriam estar a mais de 100km/h naquela pose. E claro que isso é um fenômeno psicológico que merece ser estudado ainda –  o garoto vês alguns motociclistas passarem em grupo por eles, daí automaticamente deve ocorrer um start qualquer no seu cérebro que liga alguma enzima maluca que o faz ter prazer de se submeter a um exercício extremo de “enrolação-de-cabo-plus” em sua CG e nos ultrapassar de qualquer modo, cusrte o que custar, para provar alguma coisa – que eu realmente não sei o que é…kkkk Talvez isso seja um ritual xamãnico-on-the-road qualquer que eu desconheça. Mas acontece, ah… acontece. e seguido!

*Abaixo algumas imagens da empreitada de hoje.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Sábado de sol em plena semana de uma grande friaca

Depois de uma semana de muito frio aqui no sul, o sábado foi um mais generoso apesar de começar o dia com uma neblina que somente sumiu por voltas das 10h da manhã. Semana passada não teve rolê de moto com a rapaziada apesar do dia incrivelmente bacanudo. teve sim, mas foi coisa pequena. Então a moto ficou meio que de canto a semana toda no meio dessa friaca e hoje pela manhã, quando fui ligá-la… pffffffff. Ninguém em casa. Por causa do frio a bateria não deu conta do recado e isso quando estava começando a dar uma ajeitada nas coisas e um confere na moto para o rolê de logo mais. Mas ainda havia tempo de resolver essa parada. Tudo de boa.

Liguei para o Pretto que veio em seguida, demos mais umas “tentiadas” e nada. Então resolvemos chamar o nosso mecânico de confiança, que veio e fez uma direta com uma outra bateria e tudo ok. Depois levei a moto até a sua oficina e a deixei lá “tomando uma generosa carga” até a hora de sairmos, que seria depois do meio-dia.

Mas ainda havia um problema, a minha moto negou fogo por causa da friaca e resolvemos, mas e a do Pretto? Claro que também fomos dar um confere e tudo ok. No horário combinado nos encontramos no local de costume para abastecermos e sairmos, ainda apareceu o “Professor” Jeferson e partimos em formação de power trio rumo à São Sebastião do Caí.

Já mencionei que o dia estava muito bom, com um sol bacanudo e o frio meio que de cantinho, sem incomodar muito. Assim saímos em direção de Montenegro, só que quando estávamos quase lá, mas ainda na 287, a moto do Professor repentinamente mudou o seu ronco. Percebemos isso e paramos para conferir o que havia acontecido. Logo descobrimos o motivo do ronco forte, era o abafador de uma das duas ponteiras dos canos da motos dele que havia simplesmente “caído”no caminho. Claro que em função da trepidação e tal. Resolvemos seguir em frente até um posto de gasolina, para darmos uma melhor olhada na situação.

Em Montenegro paramos num posto de gasolina e demos então uma boa olhada na moto. Conseguimos algumas ferramentas emprestadas e a situação era então a de sacar fora o outro abafador também, para assim moto não ficar “descompensada”. Mas o cano estava muito quente, o miolo dilatado nessa função de calor e assim ficou difícil de conseguir sacá-lo fora em pouco tempo e naquela situação. A solução foi deixar por isso mesmo e seguirmos em frente assim mesmo.

O rolê prosseguiu tranquilo e nada mais de anormal aconteceu. A moto do Professor reagiu bem e assim foi. Chegamos em São Sebastião do Caí, passamos ainda por umas 3 pontes antigas que permitem a passagem de carros em somente um sentido por vez (não cabem dois carros lado a lado) e demos uma volta pela cidade. Depois seguimos em frente em busca de uma famosa lancheria temática de visual rockabilly 50’s, que fica em um posto de gasolina às margens da RS 122 (que estrada boa de andar).

Fizemos um pit-stop para um lanche, tivemos tempo de curtir o lugar, uma boa conversa, boas risadas, aquelas coisas de sempre. Com isso a tarde passou rapidamente (quando a coisa é boa, o tempo voa) e já era hora de começarmos o trajeto de volta para casa. A ideia era chegarmos antes de escurecer, mas não rolou. Chegamos quando já estava escuro e o frio deu as caras novamente. Então dessa vez nada do tradicional chopp no final de rolê.

Cara, na boa, outro sabadão incrível em duas rodas e com os amigos. Só tenho a agradecer por esses momentos mágicos. Muita coisa não tem como descrever aqui e nem tampouco as imagens fazem jus ao que acontece ou as coisa que vemos pelo caminho. Aliás, cada vez mais acredito naquela coisa de que a viagem e tudo que acontece em sua função, é mais importante do que o destino em si.

Thanks!

*Algumas imagens do rolê de hoje:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Barão

Enfim o sábado chegou e com ele a vontade de o quanto antes sair de rodando de moto com os amigos. Durante a semana isso é complicado, todo mundo trabalha, tem lá os seus horários e compromissos, temos de tocar a vida e nem sempre é possível juntar a tigrada. Essa semana, o Paulão que mora em POA e é um amigo em comum de longa data da galera, convidou a mim e o Pretto, através do Vladi, para darmos um passeio de moto até Barão (RS), cidade onde seus pais tem uma casa, onde poderíamos fazer um churrasco. Que maravilha, hein! Andar de moto e ainda depois um churras! Bóh!

E já posso dizer que foi sensacional. O trajeto de Venâncio Aires até lá (a quem interessar possa), é barbada. Basta seguir pela 287 até Montenegro (RS) e no trevo do Parque Municipal dobrar a esquerda, onde tem um posto de gasolina. Depois é só seguir reto em frente pela 470. Essa estrada é um trajeto que vai terminar em Carlos Barbosa (RS). Pode-se também fazer esse trajeto por um outro lado, saindo de V.Aires / Lajeado / pegar a Rota do sol até Carlos Barbosa e depois descer. Feito é isso. Simples assim. Garantia de um belo passeio. PIMBA!

Para aproveitar bem o dia resolvemos sair cedo, perto das 8h30 já estávamos abastecendo as motos e calibrando os pneus. Uma conversa rápida e os motores já estavam roncando no asfalto. O dia estava um pouco frio, mas com um sol bonito. Só que isso foi apenas na hora da saída, bastou chegarmos há alguns Kms à frente, um pouco depois do trevo da cidade e o tempo fechou e só havia neblina. Putz! E que neblina. E foi assim até um pouco antes de chegarmos perto de Montenegro e nada dessa porra de neblina sumir de uma vez. Mas ok, no final de contas são mesmo as adversidades que é que dão o tom da aventura. Paramos para um café no caminho. Mas sem perder tempo já estávamos outra vez na estrada. Marcamos de nos encontrar com o Vladi, Fabi e Paulão no tal trevo do postinho de Montenegro. Mais ou menos dentro do previsto do horário marcado, estávamos lá.

Nova rodada de conversação e em pouco tempo outra vez já seguíamos em frente. O objetivo agora era passarmos primeiro para conhecer o túnel de pedra de Linha Stein, que fica na Rota Colonial. Não é muito longe da estrada, mas tem de andar por um pequeno trecho de pavimentação e depois estrada de chão batido (tudo bem sinalizado). Uma vez chegando no túnel, outra breve parada. Acabamos inclusive descobrindo uma escadaria que estava tomada pela vegetação, mas que permitia se chegar mais próximo de uma cascata de pedras muito bonita que há no local.

De volta a estrada seguimos para Salvador do Sul, outra cidade que eu não conhecia e de cara achei muito bacana, toda encostada em um morro. Paramos no centro da cidade, na praça matriz. Combinamos de seguir até um antigo hotel (está fechado atualmente) que há por lá e fica no topo do morro e de onde se pode ver uma bela paisagem do vale. Muito legal. Antes porém, tentamos também chegar num outro canto desse morro, em um colégio antigo, mas um guarda desse local não nos permitiu entrar na área do colégio. Pena, o lugar também era incrível. O Vladi e o Paulão já estiveram lá uma outra vez.

Depois retomamos o nosso percurso seguindo em frente até Barão e creio que em preciso dizer que não conhecia também esta cidadezinha. A casa dos pais do Paulão fica um pouco afastada, pegamos uma estrada de chão outra vez, mas tudo tranquilo apesar da minha moto e a do Pretto serem custom e não curtirem muito esse tipo de terreno…rsrsrsr

Uma casa muito legal, estava fechada há muito tempo, então demos logo um trato e já começamos a função para o nosso churrasco. Mas antes ainda tivemos de travar uma luta contra uma colméia de marimbondos que havia dentro da chaminé da churrasqueira. Mas tudo certo no final. Já adiantando – a comida ficou muito boa e ainda deu para descansar ao sol, conversar bastante, fazermos planos de novas aventuras e até tomamos umas cervejas (pouca é verdade). Fizemos ainda um passeio pelo propriedade onde colhemos muitas laranjas, bergamotas e limões para trazer para casa. Ninguém mais da turma vai ficar gripado pelo jeito. E assim o tempo acabou passando rapidamente e então na metade da tarde tínhamos já que nos agilizar nos preparativos para o trajeto de volta. Descemos a serra pelo mesmo caminho da ida – aliás, eu nem havia mencionado antes – QUE TRAJETO LEGAL (mas cuidado com as curvas fechadas… e bem fechadas) acompanhando o Vladi e o Paulão mesmo que o plano inicial seria de que eu e o Pretto voltaríamos seguindo em frente até Carlos Barbosa e depois descer pela Rota do Sol. Nos separamos em Montenegro outra vez. De lá atá em casa tudo tranquilo, ruim apenas é o sol batendo na cara nesse horário de final de tarde no trajeto da 287 para casa.

Mais um sábado daqueles. Um dia realmente incrível. Muito grato Paulão pelo excepcional convite e empreitada.
Valeu rapziada. Até a próxima.

 

*Algumas img da função de hoje: