Pelo interior até Sério

Neste final de semana de Dia das Mães, o Vladi apareceu em Venâncio Aires e então o nosso rolê de moto foi naturalmente por uma opção mais off road. Hoje fez um belo dia de sol e com um clima super agradável para andar de moto.

Como de costume nos encontramos (eu, Pretto e o Vladi), logo no começo da tarde e sem muita perda de tempo e frescura resolvemos que iríamos até a cidade de Sério /RS, mas fazendo um trajeto através do interior de Venâncio Aires, até lá. Um caminho que tem a subida pela nossa serra e conta com uma sucessão de belas paisagens (fica a dica!). Paramos uma vez que outra para pedirmos alguma informações – tem várias bifurcações nas estradas deste caminho, o que torna fácil sair do rumo lá pelas tantas. Mas tudo certo, na verdade o caminho era bem mais fácil do que imaginávamos.

Como tudo na vida tem uma primeira vez, hoje deu ruim. Lá pelas tantas, já quase chegando na cidade de Sério, furou o pneu traseiro da moto do Pretto. Um prego! Avaliamos a situação e o que fazer, resolvemos que o Vladi ficaria junto com o Pretto enquanto eu seguiria em frente à procura de uma borracharia. Não muito longe dali encontrei um salão de festa com uma cancha de bocha lotada de gente – coisa bem normal em finais de semana, aqui no interior de nossa região. Parei pedi informações (fui bem atendido – valeu pessoal!) e me indicaram mais adiante a casa de um borracheiro. Fui até lá mas ele não estava, tinha saído para visitar um parente. Seguindo adiante encontrei um rapaz junto com um homem que estava de trator junto a beira da estrada. Novamente pedi informações e dessa vez um rapaz (Lucas), se ofereceu para ajudar mas teríamos de passar antes na casa dele para pegar algumas ferramentas.

De volta para junto de onde estava a moto do Pretto, tiramos a roda traseira e então eu, junto com o Lucas de carona (que carregou a roda), seguimos até Sério em busca de uma borracharia. Não foi difícil de encontrar mas tinha um porém, estava fechada. Putz!

Mas essa coisa de cidade pequena tem também as suas vantagens, batendo na porta de um vizinho descobrimos que o filho do borracheiro, um garoto de 13 anos, que trabalha com o pai poderia nos atender e fazer o tal reparo. Tranquilo. Em seguida lá estava o garoto metendo a mão na massa, fazendo o reparo na camara de ar. Vi que havia uma moto de trilha no fundo da oficina, descobri que era dele mesmo e daí a conversa já ficou mais interessante. Ele rapidamente aprontou o serviço (que foi bem feito) e assim podemos trazer de volta a roda até a moto, para ser instalada novamente. Para mim isso tudo foi bem rápido, mas pelo jeito para o Pretto e o Vladi a coisa foi demorada. Ficaram lá parados à beira da estrada de colônia por um bom tempo. Mas tudo bem, faz parte. Algo tinha de ser feito e foi o melhor possível ali naquele momento e situação.

De volta, recolocamos a roda (nunca havíamos feito isso), o que de qualquer forma foi interessante, porque já está valendo como experiência e aprendizado. Tudo certo, agradecemos a ajuda do novo amigo Lucas, deixei ele em casa e seguimos então de volta para V. Aires.

Apesar de tudo não tem como dizer que não foi uma bela tarde de aventura mesmo com essa função do pneu furado. O dia estava muito bom e a viagem até a hora de nossa parada estava incrível. O mesmo depois, quando da volta. Muito grato pela pareceria e mais um dia incrível de moto por aí.

A lição do dia foi ver dois garotos que, cada um a seu modo, nos prestaram um grande favor, foram prestativos e grato por descobrir que tem garotada gente boa por aí. Valeu gurizada! Agradecido também por mais uma sábado incrível na companhia dos amigos.

*Confira abaixo algumas fotos dessa trip do dia:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Uma parada aqui pertinho na cidade histórica de Rio Pardo

Então chega o sábado, dia oficial do rolê de moto mas o céu estava cinza e com aquela cara de que poderia começar a chover a qualquer momento. Confesso de que desta vez nem pesquisei em algum site do clima/tempo, combinei com o Rafa o passeio e fim de papo, era isso, foda-se a chuva.

Hoje também foi dia de passar pela primeira vez no novo viaduto junto ao trevo de Santa Cruz do Sul /RS – (RS-287), obra recentemente liberada depois de um bom tempo em construção. Me pareceu que ficou legal e acredito que deva facilitar bastante o fluxo por ali.

A nossa ideia inicial era de irmos até Pantano Grande /RS, mas resolvemos mudar o foco dessa vez e seguirmos apenas até Rio Pardo /RS, claro, alongando um pouco o trajeto indo pela RS 412, depois de Vera Cruz /RS, para então retomar o caminho normal de ida até, que seria direto pela RS-471. Com isso acabamos fazendo a nossa tradicional parada no Autódromo de Santa Cruz do Sul. Dessa vez não tinha nenhum carro ou moto na pista, estavam era em obras e manutenção em vários pontos do local. Acho que terá uma prova do calendário da Stock Car em breve por lá. Demos então uma passeada pelos boxes, pátio interno da pista alguns outros locais do autódromo.

Já em Rio Pardo, dessa vez optamos por entrar na cidade e conhecer o centro histórico. Assim mudamos um pouco a situação, porque toda vez que vamos até lá a gente visita a região da beira do rio, que é bonita e interessante também, mas hoje resolvemos mudar o itinerário. Aproveitei para mostrar para o Rafa a rua da Ladeira, que é a rua calçada mais antiga do Rio Grande do Sul, reconhecida inclusive como patrimônio histórico do Brasil.

*Curiosidade: a rua foi calçada por mão escrava em 1813 (205 anos), e que segue o modelo de construção e engenharia da Via Appia Romana, com o escoamento no centro do calçamento. A rua foi visitada por ilustres personagens da nossa história, como a Princesa Isabel, Dom Pedro II, Conde D’eu e Getúlio Vargas.

Depois de visitar a Rua da Ladeira passamos pelo histórico prédio da Prefeitura de Rio Pardo (aliás, prédios antigos e históricos é o que não falta por lá)  e uma quadra logo acima, a Capela de São Francisco de Assis. Fato interessante é que bem na porta fica o túmulo datado de 1831, que é do Capitão dos Dragões Felisberto Pinto Bandeira. Segundo me contou a moça do museu que lá, ele foi uma pessoa muito má em seus tempos de comandante e que nos seus últimos momentos de vida pediu para ser sepultado ali mesmo, justamente a entrada da Igreja, como uma espécie de castigo ou penitência. Sendo assim até os dias de hoje, todo mundo pisa sobre o seu túmulo ao passar por aquela porta.

Em seguida estacionamos junto a uma das rua centrais, demos uma volta a pé e acabamos descobrindo uma cafeteria sensacional, chamada – O Cruzeiro. Lugar bonito e agradável, onde fomos muito bem atendidos e tomamos um ótimo café. Fica a dica.

Após a parada para o tal café mais um pouco de caminhada pela cidade. No caminho de volta, uma passada também pelo centro da cidade de Santa Cruz do Sul aliás, cada vez mais bonita! E então o trajeto de casa.

Novamente uma passeio de moto bacanudo. Grato ao Rafa pela parceria dessa vez e vamu-qui-vamu.

*Ah! Cada vez mais sinto vontade de mudar de cidade. Venâncio Aires é uma bosta de lugar. Muitas pessoas escrotas e cretinas. Tenho dito.

Aqui algumas imgs do rolê de hoje:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Tenda vazia mas um dia cheio

Se tem uma coisa que se pode dizer com toda tranquilidade e com aquele baita sorriso estampado no rosto, é de que hoje foi um excelente dia para andar de moto. Esses últimos dias da semana já prometiam, um pouco de neblina pela manhã e depois um belo sol. E foi nessa mesma vibe que o sabadão começou. Combinei com o Pretto já cedo na manhã um rolê até a Tenda do Umbú, um famoso local de encontro de motociclistas na BR 116, sendo que fazia um bom tempo que não íamos até lá.

Saímos ainda pela manhã e sem pressa alguma com horário para nada. Assim é melhor. Rodar de moto e curtir a viagem numa boa. Resolvemos parar para um suco no caminho (parada previamente planejada) aliás, meio que já virou uma regra chegarmos ali ou então na casa do Mel, fica a dica! Seguimos então em direção à Montenegro e depois Novo Hamburgo pela BR 116 (uma parada para abastecer) e tocar em frente. Gosto dessa viagem, acho bonito o trajeto ainda mais depois que se passa por Novo Hamburgo e começa a subida da serra gaúcha (bem, esse é apenas “um” dos tantos belos caminhos da nossa serra). Esse trajeto é bacanudo por causa daquelas árvores nos dois lados da estrada, dá um clima muito bom para a viagem.

Hoje também fizemos uma breve parada no Belvedere de Morro Reuter, coisa que não havíamos feito até então apesar de já termos passado inúmeras vezes pelo local anteriormente.

Foi tudo tranquilo até o destino planejado, apenas achei estranho quando chegamos na Tenda do Umbú, de que havia bem pouca gente lá. Pouca gente mesmo! Sempre é um atrolho de gente e motos por lá. Talvez seja por causa do feriado de terça, acredito que muitos devem ter feito feriadão. Mas enfim, isso pouco importa, para mim o que vale mesmo é a viagem, a pareceria e a trip de moto. E vou te dizer… hoje o dia estava mesmo fantástico para andar de moto.

Como uma das coisas interessantes ao se visitar esse tradicional paradouro de motociclistas é justamente dar uma conferida nas motos estacionadas, mas hoje não foi um bom dia para isso…rsrsrsrs. De diferente mesmo, só o fato de encontrarmos uma moto Amazonas – coisa típica de nossa engenhosa indústria brasileira dos 80’s. Mais por um fato de curiosidade mesmo do que por apego – nunca curti essa moto. Mas OK, eram outros tempos, entendo, faz parta de história e tal.

Enfim, a viagem foi normal, tanto na ida como na volta, um ou outro imbecil fazendo alguma merda no trânsito (sempre tem), mas nada que nos importunasse. Na tardinha já estávamos de volta e com certeza satisfeitos com mais esse dia muito bem aproveitado numa viagem de moto.

*Abaixo algumas imgs do ride de moto hoje. Valeu!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Don’t kill my vibe

Não sei se você já percebeu mas seguido posto aqui fotos de minhas viagens de moto prá lá e prá cá, trips que algumas vezes são para longe ou então bem perto, tanto faz. A intenção aqui não é me gabar, me mostrar ou aparecer (aliás apareço bem pouco nas minhas fotos), mas é para “quem sabe”, lhe dar o seguinte recado:

– Saia do sofá! Tem vida lá fora, muita coisa bacana, bonita e interessante para ser descoberta. Conhecer novos lugares, conversar com pessoas estranhas que você jamais imaginou que iria conhecer, saber de histórias sobre coisas, pessoas ou fatos históricos, comer e beber coisas diferentes, ver a vida por um novo ângulo.

E para isso nem precisa ser aquela viagem tradicional de anúncios de pacotes turísticos (hey! nada contra isso), mas pode ser uma coisa bem simples e com uns poucos trocados no bolso, já se pode fazer uma bela trip. Não precisa ser de moto como normalmente eu faço, pode ser de carro, vá sozinho, com a família, namorada ou então junte alguns amigos, colegas, sei lá, mas vá… Afinal de contas, qualquer viagem por mais curta que seja já é um novo passo. Um passo à frente. E depois mantenha o ritmo, dê então mais passos e quando menos esperar você já terá uma boa “milhagem” de novas histórias na sua vida. E acredite, é bastante recompensador. E já aviso, vicia!

Tire a bunda do sofá, saia de casa e vá conhecer a sua região, tem todo um grande universo ao seu ao redor. Muitas vezes nessas cidades pequenas tem tanta coisa interessante para lhe oferecer. Basicamente em toda cidade tem uma praça. Sente lá, procure uma sombra, tome um chimarrão quem sabe? Coma um pastel de uma lancheria meio esquisita, isso não importa, mas aventure-se. A vida é curta, então “curta” a sua vida.

Ouse. Conheça novos lugares. Com ou sem planejamento prévio (às vezes não estar preparado/planejado, é a melhor coisa que existe). Saia por algumas horas apenas ou então viaje com bagagem para mais dias. Aventure-se!

Anote coisas, fotografe, não fotografe porra nenhuma. Pare o carro/moto em qualquer lugar do caminho que lhe der vontade (claro, estacione em um lugar seguro). Desça, caminhe, suba morros, pule cercas, ande por pequenas trilhas, atire pedra o mais longe que conseguir, cante enquanto dirige, conte piadas para quem estiver junto, sente-se em algum lugar que lhe seja agradável e quem sabe, fique totalmente calado só curtindo a paisagem. É mais ou menos por aí baby! Simples assim.

Eu mesmo, até alguns anos atrás conhecia bem pouco dos arredores da minha região, se muito, umas três ou quatro cidades vizinhas. Sigo e peço dicas de amigos, vejo fotos de trips de outras pessoas e também quero conhecer esses lugares. Depois de algum tempo já conheci “uma penca” de cidades da região e cada vez mais amplio essa lista, curto esse tipo de experiência. Não é preciso viajar para longe para se ter boas histórias. E é muito gratificante sair por aí e conhecer coisas novas a cada viagem. Com o tempo serão tantas histórias para contar de coisas boas e é claro, algumas ruins também. Lugares inusitados, papos com pessoas incríveis e outras muito imbecis (mas faz parte – cuzão tem em todo lugar), mas é justamente isso o que te torna mais forte, te faz crescer.

Enfim. A vida é sua, faça o que quiser. Mas considere, fica o recado e aqui também a torcida para que você crie o seu próprio roteiro, seja lá qual for – apenas não fique aí parado, sentado assistindo a vida passar, só preocupado em likes, cliques ou o quanto você é popular no seu Facebook, Whatsapp ou Instagram.

Keep motor running!
\m/

 

 

Rolê até Santo Amaro do Sul

Tem coisa que às vezes é até difícil de explicar. Uma delas é como e porque até então ainda não tinha visitado a cidade histórica de Santo Amaro (RS), que não fica tão longe assim de minha cidade. Pois é, depois de tantos anos de vida finalmente chegou a hora. Uma das coisas que posso justificar é que já passamos inúmeras vezes pela entrada para a tal parte histórica da cidade, mas acontece nessas ocasiões estávamos (ou eu estava) de moto custom e há um trajeto de alguns bons kms de estrada de chão batido, com pedregulhos soltos e tal. Ou seja, nada muito agradável para uma moto custom de suspensão dura.

Mas tudo mudou depois que pintou a Honda XRE300 – novos caminhos, novas possibilidades, novas empreitadas. E pau na máquina. Aliás hoje então foi dia de pegar o asfalto mais uma vez com ela e também de acelerar na estrada de chão batido também. E foi legal. Estou cada vez mais satisfeito com essa moto.

Essa semana vi alguumas fotos do Vladi e da Fabi, quando de uma visita deles em Santo Amaro do Sul, pôxa, essa viagem já estava na minha cabeça há um bom tempo. Foi um sinal…rsrsrsr

O dia estava cinza e depois do meio dia, com aquela cara de que iria chover na tarde. Resolvi encarar a estrada assim mesmo, com ou sem possibilidade de chuva. Fui sozinho não tive problema algum. Choveu bem pouco e foi somente em um pequeno trajeto da viagem. Na saída já peguei um off road cortando caminho até Passo do Sobrado pela estrada velha. Uma parada na ponte e segui em frente até o trevo da RS 244, então tomando o rumo de Vale Verde e Santo Amaro do Sul, meu objetivo (uns 80km de ida).

Esse trajeto a gente faz seguido, é bonito, asfalto bom e bem calmo para um rolê de final de semana e afinal, não havia andado ainda com a XRE por ali. Então a coisa foi meio que no automático desta vez. Um pouco preocupado com a possibilidade de chuva, mas ela não deu as caras. Seguindo em frente até a entrada de Santo Amaro. Daí outra vez era a hora de encarar um bom trajeto de estrada de chão batido.

Chegando quase na região histórica da cidade, me deparo com uma construção tipo um mirante na beira da estrada. Claro que não pensei duas vezes, parei e subi nessa coisa. O interessante é que não me pareceu ser nada tão deslumbrante assim a visão do local. Eu talvez não tenha entendido o seu real propósito ali, mas foi legal. Diferente e inusitado.

Voltando ao caminho, logo já estava estacionando na quadra da praça da igreja de Santo Amaro. Uma bonita construção histórica, onde deu também para perceber que as casinhas ao redor ainda mantém um estilo antigo. Essa preservação dá uma boa ideia de como era o local nos tempos passados. Gostei disso. Uma caminha ao redor da igreja, fotos e depois segui em frente, até a prainha deles, que fica bem perto.

Já no caminho dá para perceber muitas dessas casinhas de pescadores, chego perto da praia e resolvo me aventurar com a moto até a areia, na beira do rio. Desço então por um lugar onde não havia estrada, mas era tipo um caminhozinho de pessoas. Um pouco de aventura na tarde. Desci, mas não tinha lá tanta certeza de que conseguiria depois voltar por ali. Assim que cheguei na beira da prainha outra surpresa, a moto deu sinal de começar a atolar na areia. Ôps! Gostei, a aventura tava ficando melhor e mais desafiadora. Parei, desci e logo arrumei um calço para sustentar o pezinho da moto, ela ficou ali de boas e tudo OK. Assim ganhei tempo para curtir o lugar, nisso apareceu um cachorro, que pelo jeito gostou de mim e ao redor o tempo todo em que andei por ali. Grato pela parceria. Estranho, éramos somente nós dois ali naquele horário. Parecia que todo mundo havia sumido (Walking Dead style, saca?).

E essa sensação de sozinho no mundo seguiu depois também. Quando cheguei na eclusa Amarópolis (Santo Amaro do Sul), também não havia ninguém por lá. Fiquei por lá tipo quase uma hora caminhando prá cá e prá lá, subi escadas e não vi e nem apareceu ninguém nesse tempo.

Depois de conhecer o local, descansar um pouco resolvi então voltar para casa. O objetivo era esse, conhecer os lugares históricos, ver o rio e chegar até a eclusa.
No trajeto da volta ainda parei no que deveria ter sido uma antiga estação de trem local, mas não tinha como saber maiores detalhes, não havia ninguém por perto para perguntar alguma coisa. Olha aí o efeito Walking Dead mais uma vez…

A viagem de volta foi de boas, ainda parei num posto para abastecer a moto quando bateu a reserva (ainda não me acostumei que ela gasta bem menos do que a HD), – estou rodando com esse tanque abastecido há um tempão, já estava até preocupado, parecia que nunca tinha fim o combustível….rsrsrsr.

Mais um sabadão muito bem aproveitado. Andar de moto faz muito bem a alma,  traz felicidade e acima de tudo, novas descobertas e aprendizados.

*Ah! Já ia me esquecendo. Sim, consegui subir de boas de volta, aquele caminho de quando desci de moto até a areia da praia e ela começou a atolar. O aprendizado dos tempos de trilheiro, volta e meia ainda me servem (thanks).

 

*Confira algumas imgs da viagem de hoje:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Rolê rockn’roll com convidado especial

O rolê de hoje teve um convidado especial, foi o Alexandre Móica, guitarrista da banda Acústicos & Valvulados. A banda vai se apresentar esta noite em Venâncio Aires (RS) e como é um amigo já de longa data, desde os tempos de Troublemakers e Carbura (duas bandas das quais fiz parte), sendo que desta segunda – ele produtor do nosso CD.

Conversamos durante a semana e então hoje ele não veio junto no bus da banda, mas sim pilotando a sua Royal Enfield Classic 500. Depois de um desencontro que atrasou um pouco a nossa partida no rolê na tarde, eu e o Pretto, que já o aguardávamos em minha casa, saímos na metade da tarde para Herveiras – lugar que já conhecemos bem, mas que o Móica, apesar de rodar há vários anos por esse Rio Grande fazendo shows com a banda, não conhecia esse trajeto ainda. E como já falei de outras “tantas” vezes, é um trajeto bonito e muito bom para andar de moto.

Sobre o rolê em si não tenho muito o que contar, foi tudo de boa, tirando que um cara atravessou o nosso caminho cruzando o asfalto perpendicularmente bem na nossa frente, sem dar sinal algum; uma tiazinha muito desligada que me deu um “chega-prá-lá” no trevo de Vera Cruz, no mais foi tudo OK! Um dia normal de estrada por aqui, sempre cheio de imbecis  ao volante.

Fizemos uma tradicional parada na ponte (alta) do caminho. Depois seguimos até o também já tradicional posto onde fizemso um pit-stop e depois retornamos. O caminho é sempre muito agradável e em sua grande parte com um visual bacanudo. Pelo jeito o Móica curtiu. A ideia era essa mesmo, mostrar para ele um lugar bom para andar de moto e também diferente do que ele está acostumado até agora.

Pena que na volta a logo começou a escurecer e praticamente voltamos de farol aceso, o que não deve ter sido muito interessante para ele em termos de curtir o visual do trajeto nessa hora. Já era noite escura e fechada quando chegamos, deixamos nosso convidado são e salvo na porta do hotel, pronto para se reunir com banda e logo mais tocarem no FECEVA.

Valeu, sem dúvida uma passeio diferente, bem divertido e pelo deu para perceber, o ilustre convidado gostou da empreitada. As aventuras seguem e quem sabe logo mais outras viagens de moto com o amigo também.

Até mais. Valeu!

*Confira algumas imgs do rolê de hoje:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Agora os rolês também serão off road (mazáh!)

Em pleno de feriado de sexta-feira Santa e sem muito o que fazer depois do tradicional almoço em família nessa data, também tem a hora aproveitar para dar um rolê de moto. E como já havia mencionado em alguma postagem anterior, estava na vez de um test-drive off road com a Honda XRE 300. E o melhor ainda é que agora o Pretto, também está com uma moto igual. Sim, isso faz parte de um plano maligno nosso para conquistar o mundo. Ampliando os horizontes e perspectivas de muitos novos caminhos, especialmente na vibe off road.

Com o clima/tempo meio estranho, tipo aquela vibe de pode chover ou não qualquer momento, resolvemos então mudar de última hora o que seria a nossa primeira opção de roteiro para hoje. Optamos então por um um bem mais curto, ficarmos mais ou menos por perto, pelo interior de Venâncio Aires e andarmos por estradas de chão batido até Vila Deodoro e lá visitarmos o mirante que há pouco tempo construiram.

Nos encontramos conforme o combinado e sem muita embromação já saímos em seguida. Como mencionei, o tempo poderia rapidamente mudar para o modo “chuva” então o negócio era aproveitar logo essa chance de clima seco. Atravessamos a cidade, saída normal em direção até Vila Deodoro. Trecho que começa com asfalto e depois de alguns kms rodados vira estrada de chão batido com restos do que já foi algo tipo um asfalto anteriormente. Mas ok, a estrada estava tranquila (dia de feriado). O trecho é de subida e então quando a encosta, o mato ou então plantações da beira do caminho permitem, a vista lá de cima é cada vez mais bonita.

Viagem tranquila e sem nenhum problema e apesar dos buracos as motos responderam bem, tanto no qusito conforto como motor em dia para esse tipo de empreitada off road leve. Ah! E as minhas costas agradecem a esta suspensão.

Uma parada básica já na gruta da Santinha que há no caminho, mas sem demora seguimos em frente até Vila Deodoro, que era bem perto. aqui cabe um porém – Eu tinha impressão de que esse trajeto da cidade até lá era mais demorado do que foi hoje. Mas ok! Outra parada básica para uma foto também clássica, mas daí em frente ao antigo hotel da curva, em Vila Deodoro. Perguntamos para uma mulher que caminhava a beira da estrada – que se assustou com a gente (sic!), só para nos situarmos melhor em referência ao tal mirante. Ela nos disse que não era longe dali. E realmente, estávamos bem pertinho.

Chegamos na base do subida do local (poderia ser melhor sinalizado – hein!) epor pura dedução de viajantes entendemos que era ali mesmo onde deveríamos deixar as motos e seguir em frente a pé. Se bem que subir aquele resto de morro com as motos seria beeem divertido também. Mas ok, poderia virar esculhambação, melhor não!

O lugar é realmente bonito. Eu imginava que o mirante ficasse virado para o outro lado do morro (sic!). Mas a vista é mesmo muito bonita, dá para enxergar Venâncio Aires de lá – pequenininha é verdade, mas dá. Nessa hora gostaria de ter um binóculo daqueles potentes de lentes grossas azuladas, saca!? Seria muito bom.

Ficamos um tempo por lá e deu para perceber logo de cara de que há uma certa estrutura com bancos à sombra e churrasqueiras, para quem quiser curtir melhor o lugar. Em seguida chegou também mais pessoas para visitar o local. Uma boa ideia esse mirante. Parabéns! Só espero que o mantenham bem cuidado e que as pessoas que forem lá, assim também pensem. É importante manter o local limpo. Vai ser muito bom para o turismo da cidade e também para a habitantes da redondeza.

Sempre digo que a nossa serra também é tipo cartão de visitas, basta saber para onde olhar.

No trajeto de caminhada do morro de volta até as motos um pequeno entrevero. Havia um enxame de vespas em alvoroço bem no trajeto em que deveríamos cruzar. Certo! Vamos lá. Coisas assim fazem parte do pacote da aventura da vida, não é!? O Pretto que estava na frente me avisa das vespas e diz – coloca o capacete e vamos. Sim, não aguentei. Fiz uma foto disso, dando muitas risadas.

*Um porém – não fomos nós que atiçamos as vespas. Estava tudo bem tranquilo quando da nossa passagem pelo local na nossa subida. Deve ter sido coisa do pessoal que subiu logo depois da gente – aposto…rsrsrsrs (só para constar).

Depois do mirante seguimos de volta para casa, mas descemos por um outro caminho, passando por Santa Emília. O trajeto é bem bacanudo, ainda mais na parte logo do começo de descida que segue alguns kms com muitas curvas fechadas em sequência. Eu diria, espero que você me entenda – um bom trajeto para andar de moto. Ah! Saudades dos tempos de trilheiro com os Tutaloko, andando prá cima e prá baixo o tempo todo, por essa região.

Volta tranquila também. a chuva não apareceu, mas o clima ficou a tarde inteira fechado e com essa cara cinza e triste (sexta-feira Santa?). Já no final do trajeto um trecho com asfalto outra vez. Asfalto novo. Bom! Na chegada uma parada para bate-papo, novos planos, comentários e “essa merda de sempre”….kkkkkk

Valeu a tarde, valeu a companhia na empreitada. Mais um daqueles dias fantásticos. E desde já pensando para onde – na próxima vez?
Thanks.

*Como de costume, abaixo algumas imgs (em ordem cronológica) do rolê de hoje:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Dia de calor, mas foda-se – Simbora pegar a estrada.

Hoje foi mais um dia de testes com a XRE 300, sentir como ela se comporta na estrada e não somente na cidade, afinal ela tem de se acostumar. Vou ainda fazer também alguns testes “off road” com ela. Talvez semana, que vem. Tem vários lugares aqui no interior que rendem um bom passeio. E dá-lhe poeira na cara, hein!

Por causa do forte calor no começo da tarde de hoje, o que não lá era muito encorajador para pegar o asfalto e também economizar um pouco de grana (com esse preço da gasolina…), resolvi então não andar muito longe. Gosto de andar de moto, mas também não preciso me torturar por isso. Fui até Lajeado, que é perto na real. Depois, com tempo ainda de sobra segui adiante até Estrela (RS) – taí uma cidade que tenho curtido cada vez mais.

Fui até “antiga” fábrica da cerveja POLAR, um lugar bonito e interessante, tem uma cara de abandono mas nem tanto. Me dá a impressão de seja atualmente um espaço reservado para eventos culturais locais. Tem uma certa infra por lá que dá essa impressão. Bom isso. Numa área desse local, tem uma pequena praça que conta com uma bela escadaria que leva mais abaixo até um pequeno pier, na margem do Rio Taquari.

Fica a dica, é fácil de encontrar esse lugar e  é bem bacana para uma visita ou então, se não conhecem o lugar e a cidade, aproveitar para conhecer. Não esqueça, ali já era espaço da saudosa fábrica da cerveja Polar (que aliás, essa cerveja já não é mais “aquela coisa” hoje em dia – mas já foi muito boa). A título de informação, não sei dizer onde é fabricada atualmente a cerveja Polar.

Depois de curtir o lugar, meter um exerc´cio de subir e descer essa escadaria do local (ufa!), segui adiante, de volta a Lajeado e depois no rumo de casa novamente. Um rolê de moto curto mas muito bom. Ainda tive de parar e encarar uma fila em plena RS-453, porque estão arrumando o asfalto no trajeto. Espero que seja uma obra descente dessa vez, porque a estrada está bem ruim. Sempre na expectativa por estradas melhores e mais seguras.

*Abaixo algumas imgs dessa tarde (na real a maioria são do tal ambiente na antiga fábrica da Polar (Estrela – RS):

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Rolê até Carlos Barbosa – 3º Harley’s Day

Hoje foi dia de subir a serra (ao menos para nós e a nossa direção) até Carlos Barbosa (RS), no 3º Harley’s Day. Evento anual que cada vez mais está maior e melhor e creio que ainda vai crescer mais. Anote aí… Acredito que seja um dos encontros mais legais aqui do estado. Mas enfim, isso é apenas a minha opinião.

Saimos cedo, eu e o Pretto, ainda pela manhã e com a ideia de almoçarmos por lá mesmo. Já havíamos marcado com o Vladi e a Fabi de nos encontrarmos no evento. Ainda no posto de gasolina, quando fui abastecer a moto encontrei o Thiago N., que também estava indo ao mesmo lugar, aguardei ele também abastecer e seguimos em frente. Fomos até Lajeado, depois pegamos a Rota do Sol e daí era somente rodar em frente. Sempre em frente! No trajeto o Thiago ficou um tanto para trás da gente, ele ainda é novato mas é guerreiro. Acabamos fazendo uma parada no posto do pedágio para aguardá-lo e nisso chega um casal de Roca Sales, numa HD zero km e pedem para se juntar ao nosso grupo e seguirmos juntos até Carlos Barbosa. Isso é justamente uma das coisas legais  desse universo da motocicleta – o constante ato de se fazer “novas amizades” na estrada. O Thiago não demorou a se juntar ao grupo, que agora com a mandada toda reunida, seguiu viagem.

Uma viagem boa e tranquila. Aliás, dia bonito fez hoje! Tudo bem, fez um calor e tanto mas na real não atrapalhou em nada. O evento foi tão bom quanto o do ano passado. Muita gente, muita Harley Davidson na prça central da cidade, que aliás, cada vez parece menor para receber tanta gente/moto. E bonito ver tantas HDs reunidas assim, estacionadas uma ao lado da outra. E olha, não contei, mas são centenas…

Assim que chegamos encontramos o pessoal, daí aquela chalaça de sempre quando se encontra com os amigos de longa data. Demos uma boa volta por todo o lugar, curtimos as bandas que se apresentaram ao longo do dia – muito rock (boas bandas!), almoçamos lá mesmo (haviam várias tendas de alimentação), conseguimos uma boa sombra na grama para ser o nosso QG e o resto foi curtição. Também havia um estande da HD – IESA, algumas tendas vendendo camisetas, capacetes, jaquetas e outros tantos acessórios para moto e piloto. Até fica difícil dizer de alguma moto que achei a mais bonita, eram tantas, de encher os olhos para quem curte uma Harley Davidson. Muitos modelos customizados, outras antigas bem cuidadas e até modelos da nova geração de motores 2018. Muito bom.

O dia assim nessa toada passou rápido e lá pelas tantas já era hora de voltarmos. É claro que também encontramos ainda outros amigos e conhecidos. Nos despedimos do Vladi e da Fabi (sempre uma bela parceria), eles iriam seguir para POA, já o Thiago (o novato), ficou por lá mesmo, já tinha saído de casa com o equipamento p/ camping na bagagem. A volta foi tranquila, é trajeto que conhecemos muito bem, então foi normal. Fizemos ainda uma clássica breve parada no posto predileto do caminho (não vou aqui fazer propaganda), e tudo blz.

Taí mais um bom dia bem aproveitado com os amigos e a moto na estrada.

*Confira abaixo algumas imgs de nossa trip e do evento:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Testando

Hoje foi dia de testar melhor na estrada (prá valer) a nova Honda XRE 300. Até então apenas tinha andado com ela na cidade e um breve esticada em estrada secundária de asfalto. Fui inicialmente até Lajeado (RS) e depois resolvi seguir mais adiante, com direito uma entrada em Estrela (RS), na volta. Aliás foi bem interessante, porque há muito tempo não entrava na cidade e ia até a beira do rio. Dessa vez encontrei tipo uma praça com um paradouro, com direito a uma escadaria até a margem. Muito bonito e legal. Aliás, nem nem me recordava mais que existia esse lugar, depois me caiu a ficha de que já estive lá, há muitos anos atrás. Bom relembrar essas coisas!

Andei sozinho hoje, mais na função de matar a fome andando com a moto nova e naquela de pegar suas manhas e macetes, ver como ela se comporta na estrada e em diversas situações diferentes (retas, curvas, retomadas, aceleração, freiadas, etc… essa baboseira toda – mas que é importante). E nesse caso quanto mais andar com ela, melhor. O resultado foi bem interessante e fiquei muito satisfeito. Vai servir muito bem ao seu propósito.

Já de volta, encontrei o Pretto, conversamos sobre a moto e depois fomos dar mais um rolê, foi quando apareceu um amigo dele que é um feliz proprietáriode uma Yamaha 200cc (2T), ano 2000 – que diga-se, está inteiraça e muito bem cuidada. Isso é legal e eu curto. Uma relíquia e que moto bacanuda. Daí a conversa, comom de costume já se estendeu até a noite. Bem, taí mais um belo dia.
Gracias.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Rolê da vez – não muito longe mas bem interessante

Há algum tempo não postava mais sobre os tais rolês de moto de final de semana sozinho ou com a galera. Meio que enchi o saco dessa função. Quanto às fotos? Fotos faço sempre que ando de moto quando nessa vibe de dar um rolê para fora de minha cidade, pode ter certeza. Gosto disso e olhe lá que nem sou um bom fotógrafo. É meio que um hobby, um passatempo, saca? Tanta gente viaja para lugares e faz, ou vê coisas interessantes, mas não registra o momento. Sou daqueles que acha que vale a pena fazer isso. é só um click. É digital a parada, não gasta nada além de bateria. Se ficar ruim. Apaga. Uma foto de merda qualquer pode empolgar a uma outra pessoa em algum lugar e momento em que você nem imagina. Estamos on line sempre baby! A vida é bem maior do que os limites do seu quarto. Ok, mas nem por isso sinto necessidade ou vontade de publicar sempre. Mas hoje foi um dia bem interessante, então achei que valia.

Combinamos ainda pela manhã o horário e para onde iríamos na tarde. Nos encontramos no horário marcado, eu, o Rafa e o Luís Carlos. Inicialmente iríamos até Herveiras, que é um trajeto muito bom e bonito para andar de moto (anote aí – fica a dica). Mas durante o caminho, já no trevo de Santa Cruz do Sul para a entrada da UNISC, resolvemos parar e mudar o nosso trajeto. Fugindo do roteiro original dobramos à direita, rumo à Sinimbu.

O dia estava muito bonito e convidativo para um rolê de moto com os amigos, mas também foi um dia quente. Então para não judiar da carcaça resolvemos diminuir o trajeto da viagem, mas sem com isso perder a vibe de um caminho bom e bonito também. Afinal, andar de moto nesse tipo de empreitada, um dos requisitos básicos é o curtir o trajeto como um todo e não apenas se focar em chegar a algum lugar ou então andar o mais rápido possível – bobagem.

Então nessa de curtir a viagem fomos sem pressa. Hoje ainda mais de boas do que normalmente o fazemos. Foi tudo tranquilo e não teve perrengue algum.

Essa região é muito bonita, com muitas casas antigas no estilo colonial alemão e também boa para andar de moto nos finais de semana, ou seja, sem muito movimento ou então, caminhões na estrada (o que ajuda e muito).

Uma volta pela cidade, que não é muito grande e então parada na praça central da cidade. Claro que tratamos de logo procurar uma boa sombra junto a algumas árvores em frente a um bar. Calma, apenas para um refri beeem gelado (sim, nada de álcool nessa hora). Daí aproveitamos para também para aquele papo todo de motociclista de sempre e depois resolvemos voltar. Na real essa viagem nem é longa, mas vale a pena. Tem gente que não dá bola para coisas boas e bonitas que estão bem de baixo do seu “nariz empolado”. Andam muito longe para nada.

Dessa vez o Luís antes da volta nos sugeriu aproveitar darmos uma passada para uma visita no estande e clube de tiro de Santa Cruz do Sul. Ele é sócio, pratica lá sempre que possível e queria nos mostrar o local. Beleza!

Então já no caminho da volta uma nova mudança no roteiro, entramos em Santa Cruz do Sul e fomos direto até o clube de tiro. Chegamos lá e logo fomos “muito bem” recebidos pelo pessoal. Verde! Muito bem mesmo. O vice-presidente inclusive estava lá praticando e reconheceu o Rafa, que lá pelas tantas até acabou experimentando dar alguns tiros (supervisionado por um responsável, é claro). Muito legal o lugar. Nessa mesma pilha o Luís já se empolgou e também aproveitou para praticar um pouco enquanto nos mostravam o local. Encontrei amigos que nem sabia que praticavam essa modalidade. Bom saber disso. Me ofereceram também para experimentar dar uns tiros com uma espingarda. Ficamos ainda mais um bom tempo por lá e assim acabamos conhecemos todo o local, tanto as velhas como as novas instalações, muito interessante. Taí um local que sempre me deixava intrigado e que gostaria de conhecer. Hoje foi a vez. E o pessoal gente fina prá caramba. Quem sabe ainda não volte lá para algumas aulas, uma hora dessas!??

Depois dessa experiência bacanuda, resolvemos seguir para casa. Cabe aqui mencionar que está uma confusão xaropenta aquela obra no trevo de Santa Cruz, nunca tem fim e cada vez mais cheia de entreveros e desvios.

Chegando em Venâncio Aires, então era a hora do chopp com os amigos e assim celebrar mais um belo e agradável dia de rolê de moto por aí.

Keep on rock. \m/

 

*Abaixo algumas imgs da função de hoje:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

5 conselhos para superar a Síndrome pós-viagem

Sabe aquela vontade de voltar pra estrada antes mesmo de deixá-la? É normal. A gente não quer que a viagem termine!!!
Abaixo 5 conselhos pra superar a Síndrome pós-viagem. Ajude deixando os seus também!

1- Planeje a próxima viagem
Não se esqueça que uma próxima viagem está por vir. Pode ser uma viagem de longa duração ou uma simples escapadinha no fim de semana. Isso irá lhe ajudar a se sentir melhor.

2- Vá com calma na volta ao trabalho e ou às aulas
Você certamente tem suas tarefas e alguém pode estar esperando que elas sejam feitas, mas você deve ter calma para desempenhá-las. Tente começando com um planejamento do tipo “agenda da semana” para a primeira semana pós-viagem e vá a completando pouco a pouco.

3- Tente enxergar o lado positivo das coisas
Tá tudo chato? Isso pode ser só efeito do ‘impacto’ da volta. Dê tempo ao tempo e pense que do seu esforço no trabalho por exemplo, é que sairá a verba para a próxima mochilada.

4 – Tente mudar a rotina
Se antes da viagem você sequer ia da sua casa à padaria a pé, comece a fazê-lo. Você pode ganhar saúde e ainda mantém o pique que tinha na viagem.
Se seus afazeres lhe consumiam por completo antes da viagem e você não conseguia nem arranjar tempo pra ligar para os amigos, que tal marcar um encontro pra matar a saudade, contar como foi sua jornada e sobretudo ouvir como foi a dele?
(Às vezes, quando voltamos de viagem nos tornamos meio chatos, porque vivemos coisas tão legais que não nos cansamos de falar sobre elas, tem de haver sensibilidade e ouvir o que a pessoa viveu também, mesmo que ela tenha passado os últimos 30 dias no sofá. Se isso aconteceu com ela incentive-a a botar o pé na estrada! Pra algumas pessoas só falta o exemplo e um empurrãozinho…)

5- Tente voltar pelo menos 2 ou 3 dias antes
Algumas pessoas voltam mais tranquilamente à rotina se tiverem um tempinho pra isso. Voltar 2 ou 3 dias antes para ir se “readaptando” pode ajudar a amenizar a tristeza e dependendo do local de onde voltou, isso também o ajudará a amenizar os efeitos do jet lag.

> Bônus
Lembre-se: Voltar pode não ser tão ruim… (até porque tem próxima viagem – risos)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

*quadrinhos: http://sushidekriptonita.blogspot.com.br/

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*Fonte: mochilabrasil / Claúdia severo