Por que a LUZ da MANHÃ é tão importante para a saúde?

Para muitos de nós, acordar cedo não é uma tarefa fácil, especialmente quando temos uma rotina corrida e precisamos trabalhar até tarde, ou quando esquecemos do tempo e decidimos maratonar uma série da Netflix.

No entanto, todo o esforço empregado para levantar com o nascer do sol pode valer muito a pena para sua saúde, tanto física quanto mental.

A luz da manhã e o ritmo circadiano
Antes de tudo, precisamos considerar nossa biologia. Você sabia que somos programados para levantar cedo, mesmo que não pareça quando o despertador toca?

Todos nós temos algo chamado ritmo circadiano: um tipo de relógio interno que indica quando nosso corpo deve estar dormindo para descansar ou acordado em estado de alerta.

Esse nosso relógio biológico é afetado por diversos fatores, um dos mais importantes é a luz solar.

Conforme esclarece o Sleep Foundation, quando está escuro, nossos olhos enviam automaticamente uma mensagem para o nosso cérebro dizendo que é hora de dar atenção ao cansaço e se preparar para dormir. Isso começa a ocorrer cerca de 2 horas após o pôr do sol.

Então, nosso organismo libera uma substância chamada melatonina, um composto químico que nos ajuda a dormir.

Da mesma maneira, quando o dia começa a clarear, nosso ritmo circadiano indica que devemos estar acordados. E é aqui que entra o poder da luz da manhã: ela consegue desencadear verdadeira cascata de neurotransmissores e hormônios que nos faz sentir bem.

Então, quais os benefícios? Apenas para citar alguns deles, temos:

1. Ajuda a melhorar seu sono
A luz natural pela manhã atua na regulação do nosso ritmo circadiano, mostrando ao corpo quando é o momento de aumentar ou diminuir os níveis de melatonina.

Basicamente, quanto mais luz do sol você conseguir, melhor seu corpo produzirá melatonina na hora de ir para a cama.

2. Diminui os níveis de estresse
A melatonina também atua de forma reativa ao estresse. Quando tomamos sol pela manhã, os raios solares ajudam a regular naturalmente esse hormônio, o que pode contribuir para diminuir seu nível de estresse.

Além disso, como costumamos fazer algo ativo enquanto estamos ao ar livre, como caminhar ou andar de bicicleta, essa atividade extra também contribui positivamente na redução do estresse.

3. Protege os ossos
Uma das formas mais simples, fáceis e gratuitas de obter vitamina D é tomar sol. Nosso corpo produz naturalmente essa substância quando exposto por cerca de 15 minutos aos raios solares.

A vitamina D ajuda a manter boas quantidades de cálcio no corpo, o que evita que seus ossos fiquem frágeis, deformados ou finos.

4. Combate a depressão
Não é só coisa da sua cabeça. Existe uma razão científica que explica porque o sol melhora o nosso humor: ele ajuda a aumentar os níveis de serotonina em nosso organismo.

Essa substância química, além de nos fazer sentir bem, também contribui para termos mais calma e foco.

Além disso, muitas pessoas sofrem com uma doença chamada transtorno afetivo sazonal, uma condição depressiva que ocorre no inverno e outono, quando há menos incidência de raios solares. Isso demonstra o quanto o sol é essencial!

5. Garante uma vida mais longa
De acordo com um estudo publicado no JAMA Dermatology, e que envolveu 30 mil mulheres, aquelas que passavam mais tempo ao sol conseguiam viver entre seis meses e dois anos a mais em comparação com aquelas que passavam menos tempo recebendo raios solares.

Mais pesquisas ainda precisam ser feitas nesse sentido, mas é uma informação interessante.

Então, pronto para acordar com nascer do sol?

*Por Denisson Antunes Soares
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*Fonte: megacurioso

4 chás para acelerar o metabolismo no inverno

Para muita gente, o inverno é um momento em que comemos mais e podemos até engordar. Mas, para a nutricionista Viviane Scheifer é justamente o contrário: a estação é ideal para queimar gordura. Para aquecer o corpo, o organismo gasta mais energia e isso contribui para acelerar o metabolismo.

Mesmo com a “funcionalidade” natural do corpo, a nutricionista explica que é possível potencializar essa ação com algumas receitas de chás termogênicos, que auxiliam na queima de gordura.

“Existem excelentes opções para diminuir excessos de radicais livres, melhorar o rendimento durante a atividade física e, principalmente, ativar o metabolismo”, explica Viviane. A especialista sugere quatro receitas de chás gostosos e funcionais!

Chá para auxiliar na queima de gordura
1/2 maçã picada
1/4 de pêssego
Casca de tangerina
Romã
Faça infusão durante 15 minutos em 250 ml de água. Esse chá é termogênico, anti-inflamatório e antioxidante. É uma ótima bebida para ser consumida no pré-treino e pós-treino. É excelente para modular a dislipidemia (desequilíbrio de lipoproteínas LDL e HDL, além de triglicerídeos) e uma boa estratégia para diminuir excessos de radicais livres produzidos diariamente.

Chá para produção de óxido nítrico
1 colher (chá) chá verde em folhas
2 folhas de hortelã
1 colher (café) coco ralado grosso e sem açúcar
1 colher (café) de nibs de cacau
Ferva durante oito minutos com 250 ml de água. Aumenta a produção de óxido nítrico e melhora o rendimento durante a atividade física.

Chá Termogênico
1 pedaço pequeno de gengibre
1 pedaço de canela em rama (cerca de três centímetros)
4 cravos
Casca de meia laranja
Misture em 250 ml de água e ferver durante oito minutos. Ativa o metabolismo com a ajuda do gengibre.

Chá termogênico para diminuir a vontade por doces
1 colher (sopa) de hibiscus
1 colher (sopa) de chá matte
1 pedaço de gengibre (cerca de três centímetros)
1/2 limão siciliano
Ferva o gengibre ralado durante oito minutos em 250 ml de água, após esse tempo desligue o fogo e acrescente hibiscus e o chá matte. Deixe tampado durante cinco minutos. Só na hora de ingerir, esprema o limão. Se necessário adoçar com mel.

*Por Mayra Rosa
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*Fonte: ciclovivo

Os efeitos nocivos do açúcar no cérebro

A discussão científica sobre nutrição mudou muito nos últimos anos. Os últimos estudos revelam que o açúcar é uma das piores coisas para a saúde geral de uma pessoa, especialmente no caso da obesidade. Mas a maioria das pessoas não sabe que os efeitos nocivos do açúcar se espalham até o cérebro .

O uso de açúcar não está ligado apenas a problemas cardíacos e diabetes. Mas também causa todos os tipos de problemas em nossa mente. Neste artigo você pode aprender mais sobre os efeitos mais nocivos do açúcar. Mas antes de abordarmos essa questão, primeiro precisamos desfazer alguns dos mitos sobre o açúcar.

Há algum efeito prejudicial do açúcar?
Nós crescemos e estamos sobrecarregados com ideias idealistas sobre saúde e nutrição. Mas algumas dessas crenças são completamente incorretas. Por exemplo, aprendemos que comer gordura é o principal fator de risco para doenças cardíacas.

O açúcar tem sido promovido por muito tempo como uma substância completamente inofensiva sem nenhum efeito ruim na saúde. Mas uma pesquisa em 2016 revelou que a indústria do açúcar subornou pesquisadores ao longo da história. Com qual finalidade? Eles queriam manter os efeitos nocivos do açúcar escondidos. Porque agora sabemos que isso tem a ver com, por exemplo, câncer e doenças cardíacas.

É viciante
O vício em açúcar é um problema real. Todos os dias toca mais pessoas. As pessoas com esse distúrbio sentem que precisam usar mais e mais dessa substância para se sentir bem. De fato, quem quer que bane o açúcar de sua vida, experimenta sintomas desagradáveis ​​de inconsciência nos primeiros dias.

Depois que os viciados abandonam o uso de açúcar, por exemplo, eles podem sofrer de dores de cabeça, tontura, fraqueza muscular, ansiedade e estresse. Felizmente, esses sintomas não são permanentes. Eles duram apenas até o corpo funcionar sem essa substância.

Como esse vício funciona? Quando o corpo absorve açúcar, libera uma grande quantidade de endorfinas no cérebro. Então, quando não estamos tão satisfeitos com outros aspectos de nossas vidas, podemos pegar esse material para nos sentirmos bem.


Açúcar causa problemas de memória e insight

Um estudo da Universidade da Califórnia investigou os efeitos do consumo de frutose (um tipo de açúcar encontrado em frutas, vegetais e mel). Esta pesquisa revelou que a frutose tem um efeito prejudicial na formação das sinapses no cérebro. Quando você come muita frutose, a capacidade do cérebro de entender e formar novas conexões diminui.

A pesquisa também mostrou que as pessoas que comem muita frutose têm níveis mais baixos de BDNF. Esta substância ( fator neurotrófico derivado do cérebro ) tem um efeito fundamental na nossa capacidade de criar novas memórias e aprender novas informações.

Alguns estudos também sugerem que o consumo de açúcar pode estar diretamente relacionado à doença de Alzheimer. A comunidade médica está realmente pensando em classificar essa doença como diabetes tipo 3.


Afeta nosso humor

Mas não apenas nossas habilidades cognitivas estão em perigo. Nosso humor muda para um grau extremo devido à glicose. Porque a glicose tem um efeito sobre a insulina no corpo. Como resultado, os picos de açúcar podem causar depressão, ansiedade e mudanças bruscas de humor.

A longo prazo, esses efeitos nocivos do açúcar podem se tornar ainda piores.Quando ingerimos glicose, nossos cérebros liberam a serotonina. Esta substância é um dos neurotransmissores que nos dão uma sensação de prazer. Mas o suprimento dessa substância no corpo não é ilimitado. Porque toda vez que o cérebro libera a serotonina, a quantidade em seu cérebro diminui.

Uma pessoa que ingira quantidades excessivas de açúcar por longos períodos, depois de um tempo, achará difícil ter um sentimento positivo sustentado.

Impede de nos sentirmos saciados
Finalmente, estudos recentes descobriram que a glicose “seqüestra” nosso mecanismo de saciedade. Então, quando nós comemos muito dessa substância, isso levará a uma constante fome por esse motivo. Isso está diretamente relacionado à obesidade e ao excesso de peso.

Aqui estão os efeitos do açúcar na ocitocina e sua função no cérebro, o problema. Mas as consequências para o seu cérebro podem até ser mais preocupantes. Você quer evitar os efeitos nocivos do açúcar e manter uma boa saúde física e mental? Em seguida, tente reduzir o consumo de açúcar o máximo possível.

Artigo publicado no site Verken je Geest, para ler o texto original clique aqui

“Este conteúdo tem apenas o caráter informativo, portanto não deve jamais ser usado como ferramenta de diagnóstico. Para obter um diagnóstico confiável é recomendado que você consulte um profissional especializado antes de tomar ou abster-se de qualquer ação com base no conteúdo gratuito em nosso site.”

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*Fonte: pensarcontemporaneo

Afinal, porque é tão difícil adotar uma vida saudável? A ciência responde

Hábitos tidos como importantes para se levar uma vida saudável são relativamente conhecidos da população em geral. Contudo, mesmo tendo um “mapa do tesouro”, para a maioria das pessoas é muito difícil mudar os hábitos e passar a se alimentar melhor e fazer mais atividades físicas.

Apesar de uma vida saudável ser algo que pareça individual, os comportamentos ruins relacionados à saúde podem causar um problema social sério no futuro. Estima-se que em 40 anos, seja necessário que uma em cada três pessoas precisem trabalhar com saúde para suprir a demanda.

Estimativas assustadoras

Estima-se que em 2060 a demanda necessária para atender a população seja de que um em cada três pessoas seja um profissional de saúde. Crédito: CC0/Domínio Público
Para efeito de comparação, hoje, apenas uma a cada sete pessoas trabalha na área da saúde, sendo que a preparação para atuar neste campo é bastante complexa e morosa. Porém, este problema tem uma possível solução amplamente conhecida, a adoção de uma vida saudável.

Mas se parece tão simples na teoria, por que é tão difícil para tanta gente mudar de hábitos? A resposta está em nosso cérebro. A dificuldade de mudar de hábitos vai desde alguns mitos, derrubados pela ciência, mas que ainda acreditamos, até em não sermos tão fortes quanto pensamos.

Não é só saber o que fazer
Um desses mitos é o de que basta um médico nos dizer que reduzir o peso corporal vai resolver uma série de problemas de saúde existentes e futuros. Hoje, se sabe muito mais sobre os benefícios da atividade física, por exemplo, do que formas de incentivar as pessoas a se exercitar.

Isso pode querer dizer que existe um clima geral de muito otimismo em relação à autossuficiência das pessoas com a saúde. Ou seja, o pensamento hegemônico é de que basta sabermos os benefícios de algo, sem necessariamente descobrir como convencer as pessoas sobre como adotar esse hábito.

Existe um ditado popular que diz que “de boas intenções, o inferno está cheio”, e boas intenções não são só as que são direcionadas para terceiros. Muitas vezes, nós temos boas intenções para nós mesmos, como comer menos doces ou a velha resolução de ano novo de perder alguns quilos.

“Fraqueza de vontade”

Preparar alimentos saudáveis é mais trabalhoso do que optar por alimentos como fast food, por exemplo. Crédito: CC0/Domínio Público
Porém, só boas intenções não são suficientes para ter uma vida saudável, já que hábitos saudáveis são trabalhosos. Por exemplo, é muito mais difícil levar uma marmita com uma comida caseira do que simplesmente passar em um fast food ou pedir algo no delivery na hora do almoço.

Isso acontece porque a zona de conforto não tem esse nome à toa, ela é bastante confortável. Por mais que tenhamos muita força de vontade, só isso, pode não ser o suficiente para ter uma vida mais saudável.

Prestar atenção em tudo
O desenvolvimento de uma rotina é fruto de uma série de normas e hábitos, desde a distância entre a casa e o trabalho, até o modal de transporte usado para fazer esse trajeto. Sendo assim, mudar toda uma rotina para ter hábitos melhores pode precisar de muito mais do que “só” força de vontade.

A maior parte das escolhas que fazemos no nosso dia-a-dia não é exatamente consciente, mas numa espécie de “piloto automático”. Isso significa que a maior parte da nossa rotina acontece sem que estejamos exatamente prestando atenção naquilo que nós estamos fazendo.

Porém, a adoção de hábitos que levem a uma vida saudável depende de prestarmos bastante atenção em cada passo que estamos tomando e, caso eles possam nos prejudicar, fazer um esforço, esse sim, consciente e até mesmo “antinatural” para mudá-los.

*Por Kaique Lima
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*Fonte: olhardigital

O exercício simples que você pode fazer em casa para turbinar seu cérebro

Você quer entrar em forma e aumentar sua capacidade intelectual?

Se você escolher seu exercício com cuidado, poderá obter o melhor dos dois mundos.

Novas pesquisas sobre os benefícios dos exercícios de resistência mostram um imenso impacto positivo para nossos músculos, coração e cérebro.

Dois deles são bastante simples, e muitos podem fazê-lo agora, em casa: a flexão e o agachamento.

Flexões e seu coração

As flexões são ótimos exercícios porque treinam o corpo todo, não requerem nenhum equipamento e podem ser feitas facilmente em qualquer lugar e a qualquer hora.

Um estudo recente nos EUA envolvendo mais de 1.100 bombeiros e com duração de mais de dez anos descobriu que as flexões eram uma das melhores formas de prever o risco de doença cardíaca – acima e além de outros tipos de exercícios de peso corporal.

Aqueles que conseguiam fazer 40 flexões ou mais de uma vez só quando tinham 30 e poucos anos tinham muito menos chance de sofrer um infarto nos dez anos seguintes do que aqueles que não conseguiam chegar a dez flexões.

Embora os mecanismos exatos ainda não estejam claros, as flexões parecem particularmente adequadas para dar ao seu sistema cardiovascular um bom treino.

Como com qualquer exercício, é fundamental começar de maneira gradual para não se machucar. Dá para começar fazendo de joelhos. Se você tiver algum problema de saúde relacionado às costas, fale com seu médico antes de adicionar o exercício na sua rotina.

Além das flexões, há um outro exercício que você pode (e deve) adicionar ao seu dia: o agachamento.

Os agachamentos são usados ​​repetidamente por treinadores como uma ótima maneira de melhorar a força e a estabilidade.

Eles trabalham vários grupos musculares, das panturrilhas e quadríceps aos abdominais e glúteos. Mas pesquisas recentes sugerem que eles podem ter outro benefício mais surpreendente…

Agachamento e seu cérebro

O agachamento é um dos melhores exercícios para melhorar a função cerebral.

“Você não precisa ficar bufando e se esforçando muito na academia para atingir certas partes do cérebro”, explica o professor Damian Bailey, professor de fisiologia e bioquímica da Universidade de South Wales, no País de Gales (Reino Unido).

“Você pode fazer alguns pequenos exercícios legais que realmente não fazem parecer que você está se exercitando e que estimulam o cérebro de forma notável. É uma forma de se exercitar de maneira inteligente.”

Bailey descobriu que apenas três a cinco minutos, três vezes por semana, podem ser ainda melhores para o cérebro do que 30 minutos de exercícios como corrida ou caminhada.

Em um experimento, Bailey conectou um equipamento de medição de fluxo sanguíneo aos cérebros dos participantes enquanto faziam agachamentos.

Ele diz que o som do fluxo sanguíneo foi a primeira pista de por que os agachamentos podem estar tendo um efeito tão grande no cérebro.

“Eles não pareciam estar fazendo muito, mas era possível ouvir uma enorme quantidade de sangue movendo-se para o cérebro.”

Ao agachar, você move a cabeça para cima e para baixo contra a gravidade. Seus vasos sanguíneos tentam atenuar as mudanças na pressão sanguínea e agem como amortecedores para o cérebro.

Conforme você sobe e desce, o fluxo sanguíneo aumenta e diminui drasticamente. “É realmente notável”, declara Bailey.

Ele descobriu que esse tipo único de fluxo sanguíneo no cérebro era o responsável pelos benefícios.

O agachamento aumenta o fluxo sanguíneo para diferentes partes do cérebro, incluindo o hipocampo. Quando envelhecemos, o fluxo sanguíneo para o hipocampo diminui, e isso está ligado ao declínio cognitivo.

Libere os “bons soldados”

Os vasos sanguíneos estão longes de ser tubos inertes ou um tipo de encanamento.

Cada vaso sanguíneo tem sua própria camada interna viva que responde a mudanças a coisas como o fluxo sanguíneo e libera uma grande quantidade de produtos químicos.

À medida que seus vasos trabalham duro para manter o cérebro bem suprido de oxigênio, as células do revestimento interno vivo liberam boas moléculas que agem como fertilizantes para o cérebro.

Esses “bons soldados”, como Bailey os chama, se movem para o tecido cerebral e estimulam novas conexões, novos neurônios, novas células, trabalhando em última instância para torná-lo um pouco mais inteligente.

Em outras palavras, como diz Bailey, “os agachamentos podem levar ao crescimento de novas células cerebrais”.

Ao adicionar mais agachamentos em sua rotina, você pode maximizar a liberação desses bons soldados e levar ao crescimento de novas células cerebrais.

Nunca é tarde para começar

Se você não tem feito muito exercício, não se preocupe, porque aqueles que não estão em forma obtêm os maiores benefícios para o cérebro com esse exercício.

Isso porque seus cérebros não estão tão acostumados a amortecer as mudanças no fluxo sanguíneo. Quanto mais flutuações no fluxo sanguíneo, mais substâncias químicas boas são liberadas.

E há mais uma coisa que você pode fazer se quiser dar um passo adiante e realmente colocar esses bons soldados em ação…

Ouvir música, ler, concentrar-se em um podcast ou mesmo assistir TV enquanto faz os agachamentos pode otimizar o ganho.

“É o golpe duplo” – a mistura perfeita para manter os bons soldados em ação.

Então, tente adicionar algumas flexões ou agachamentos à sua rotina diária.

Para Bailey, a combinação perfeita são exercícios aeróbicos com exercícios de resistência.

Enquanto estiver fazendo isso, por que não tentar ouvir um podcast ou ler um livro? Seu cérebro certamente agradecerá por isso.

*Por Michael Mosley
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*Fonte: bbc-Brasil

Os cinco melhores exercícios físicos segundo Harvard (e nenhum deles é correr)

Se você acha que correr uma maratona é a maneira mais simples de ficar sempre em forma, está enganado. Pelo menos é o que dizem os estudiosos de Harvard, segundo os quais, para perder peso, aumentar a massa muscular, proteger o coração e o cérebro e fortalecer os ossos, há atividades físicas melhores do que essa. I-Min Lee, professora de Medicina e Epidemiologia da Faculdade de Medicina de Harvard (EUA), afirma que correr longas distâncias não faz bem para as articulações nem para o sistema digestivo. Sua proposta de atividades esportivas inclui outros cinco exercícios que trazem benefícios que vão desde a perda de peso até o ganho de músculos, proteção do coração e fortalecimento dos ossos.
tai chi

1. Tai chi
Uma arte marcial chinesa que combina uma série de movimentos delicados e fluidos para criar uma espécie de meditação em movimento. O exercício é praticado lenta e suavemente com um alto grau de concentração e dá especial atenção para a respiração em profundidade. Como são os praticantes que definem o seu próprio ritmo, ele é acessível para uma variedade muito ampla de pessoas, independentemente da idade ou da condição física. “É especialmente bom para os mais velhos, pois o equilíbrio é um componente importante da condição física e algo que perdermos com o avançar da idade”, diz Lee. Para Marta Rosado, com efeito, ele “melhora o equilíbrio, a coordenação e a flexibilidade. Previne o surgimento de dores lombares e problemas na coluna vertebral. A prendemos a respirar e a canalizar nossa energia. Melhora o sono e relaxa física e mentalmente. Qualquer um pode realizá-lo, pois ele não provoca nenhum tipo de impacto. Eu o recomendaria sobretudo a partir dos 50 anos”.

Vários estudos sugerem que caminhar durante pelo menos 30 minutos, mesmo sendo em ritmo moderado ou pausado, pode trazer benefícios para a mente e para o corpo. Em pessoas com depressão severa, esse exercício pode contribuir para uma redução clinicamente importante e estatisticamente significativa da mesma. ”É uma atividade que melhora o sistema cardiovascular, pode ajudar a fortalecer a parte inferior do corpo nas pessoas mais velhas e naquelas que têm pouca condição física”, afirma Ángel Merchán. “Diminui os níveis de colesterol, é essencial para diabéticos, reforça o sistema imunológico, melhora a circulação e oxigena o corpo”, diz a personal trainer Marta Rosado, para quem essa atividade não constitui, porém de um “treinamento”.

2. Caminhar
Vários estudos sugerem que caminhar durante pelo menos 30 minutos, mesmo sendo em ritmo moderado ou pausado, pode trazer benefícios para a mente e para o corpo. Em pessoas com depressão severa, esse exercício pode contribuir para uma redução clinicamente importante e estatisticamente significativa da mesma. ”É uma atividade que melhora o sistema cardiovascular, pode ajudar a fortalecer a parte inferior do corpo nas pessoas mais velhas e naquelas que têm pouca condição física”, afirma Ángel Merchán. “Diminui os níveis de colesterol, é essencial para diabéticos, reforça o sistema imunológico, melhora a circulação e oxigena o corpo”, diz a personal trainer Marta Rosado, para quem essa atividade não constitui, porém de um “treinamento”.

Importantes para homens e mulheres, eles ajudam a fortalecer a região pélvica. À medida que envelhecemos, essa região, que inclui o útero, a bexiga, o intestino delgado e o reto, se fragiliza. Manter esse conjunto com resistência traz benefícios como o de evitar vazamentos da bexiga. A forma correta de fazê-los, segundo Harvard, é comprimir os músculos usados para segurar a urina ou os gases durante dois ou três segundos, soltar e repetir 10 vezes –e isso, de quatro a cinco vezes por dia. Marta Rosado alerta, porém, para o fato de que “a realização de uma quantidade excessiva desses exercícios pode levar a um enfraquecimento dos músculos da região pélvica e provocar uma nova redução da capacidade de controlar a bexiga”.

3. Exercícios de Kegel
Importantes para homens e mulheres, eles ajudam a fortalecer a região pélvica. À medida que envelhecemos, essa região, que inclui o útero, a bexiga, o intestino delgado e o reto, se fragiliza. Manter esse conjunto com resistência traz benefícios como o de evitar vazamentos da bexiga. A forma correta de fazê-los, segundo Harvard, é comprimir os músculos usados para segurar a urina ou os gases durante dois ou três segundos, soltar e repetir 10 vezes –e isso, de quatro a cinco vezes por dia. Marta Rosado alerta, porém, para o fato de que “a realização de uma quantidade excessiva desses exercícios pode levar a um enfraquecimento dos músculos da região pélvica e provocar uma nova redução da capacidade de controlar a bexiga”.

Trata-se do “exercício perfeito”, segundo os autores do boletim de saúde de Harvard Healthbeat. Além de trabalhar quase todos os músculos do corpo, a natação eleva a frequência cardíaca e pode melhorar a saúde do coração e proteger o cérebro da deterioração relacionada à idade. Nadar regularmente entre 30 e 45 minutos é um exercício aeróbico que ajuda a combater a depressão, a elevar o estado de ânimo e a diminuir o estresse, entre outros benefícios. “Nada é bom para pessoas com atrite”, afirma Lee no boletim. Embora o considere bastante completo, Ángel Merchán, diretor da empresa de treinamento pessoal Homewellness, não acredita na existência de um “treinamento perfeito baseado em apenas uma modalidade. É preciso uma abordagem incluindo diversas práticas. Os impactos e as cargas são também necessários, por exemplo, para a prevenção da osteoporose e para o estímulo dos tendões. A natação deve ser combinada com um trabalho de força –com pesos, por exemplo—e de impacto (corrida, por exemplo), adaptados para cada pessoa”.

4. Natação
Trata-se do “exercício perfeito”, segundo os autores do boletim de saúde de Harvard Healthbeat. Além de trabalhar quase todos os músculos do corpo, a natação eleva a frequência cardíaca e pode melhorar a saúde do coração e proteger o cérebro da deterioração relacionada à idade. Nadar regularmente entre 30 e 45 minutos é um exercício aeróbico que ajuda a combater a depressão, a elevar o estado de ânimo e a diminuir o estresse, entre outros benefícios. “Nada é bom para pessoas com atrite”, afirma Lee no boletim. Embora o considere bastante completo, Ángel Merchán, diretor da empresa de treinamento pessoal Homewellness, não acredita na existência de um “treinamento perfeito baseado em apenas uma modalidade. É preciso uma abordagem incluindo diversas práticas. Os impactos e as cargas são também necessários, por exemplo, para a prevenção da osteoporose e para o estímulo dos tendões. A natação deve ser combinada com um trabalho de força –com pesos, por exemplo—e de impacto (corrida, por exemplo), adaptados para cada pessoa”.

Requer o uso do peso para criar resistência contra a gravidade. Pode ser o próprio corpo, pesos com ou sem alça, tiras elásticas… Para Ángel Merchán, trata-se de um exercício “fundamental em qualquer tipo de treinamento. Melhora a força muscular, previne lesões, ativa o metabolismo. Todo mundo pode e deve fazê-lo, obviamente de forma adaptada caso a caso: na terceira idade, ele ajuda no combate a vários problemas comuns, como dores nas costas e nos joelhos, osteoporose e sobrepeso”. Marta Rosado concorda. “É essencial para manter o peso que se perdeu. Protege ossos e músculos, melhora a mecânica do corpo e nos torna mais conscientes de cada movimento. Aumenta os níveis de energia e melhora o estado de ânimo”.

5. Treinamento de força
Requer o uso do peso para criar resistência contra a gravidade. Pode ser o próprio corpo, pesos com ou sem alça, tiras elásticas… Para Ángel Merchán, trata-se de um exercício “fundamental em qualquer tipo de treinamento. Melhora a força muscular, previne lesões, ativa o metabolismo. Todo mundo pode e deve fazê-lo, obviamente de forma adaptada caso a caso: na terceira idade, ele ajuda no combate a vários problemas comuns, como dores nas costas e nos joelhos, osteoporose e sobrepeso”. Marta Rosado concorda. “É essencial para manter o peso que se perdeu. Protege ossos e músculos, melhora a mecânica do corpo e nos torna mais conscientes de cada movimento. Aumenta os níveis de energia e melhora o estado de ânimo”.

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*Fonte: elpais

Cuidados e precauções a respeito da irradiação de alimento no Brasil

Uma das técnicas empregadas com maior frequência pela indústria alimentícia para conservar os ingredientes por mais tempo é a irradiação iônica. Esse método baseia-se em submeter vegetais, frutas e até mesmo carnes a índices controlados de radiação com raio-X, Césio 197, Cobalto 60 ou ainda isótopos acelerados.

Irradiação de alimentos: benefícios e precauções

A radiação apresenta uma série de benefícios, sendo que o principal deles é a proteção contra insetos e demais pragas. Além disso, como já foi citado, a medida consegue retardar as etapas de amadurecimento e envelhecimento dos tecidos nos alimentos. Como consequência, os itens permanecem frescos e podem ser armazenados por um período mais prolongado. Este processo ocorre porque a radiação torna os átomos instáveis em íons (átomos carregados eletronicamente), evitando que os tecidos estraguem.

Apesar desses benefícios, muitas pessoas e especialistas questionam os possíveis malefícios que esses alimentos podem levar à saúde dos consumidores. Ainda que o procedimento seja classificado como seguro para os seres humanos, a carga de íons que uma única fruta recebe pode ser até 150 milhões de vezes maior do que a quantia envolvida em uma radiografia torácica, por exemplo.

Há também setores que levantam a praticidade dessa ação, trazendo para debate aspectos relacionados aos elevados custos deste tipo de operação e eficiência duvidosa do procedimento. Além disso, por conta dos efeitos dos elementos químicos adicionados e ao maior tempo de armazenagem, o valor nutritivo dos itens pode ficar comprometido. Estima-se a quantidade de vitaminas e proteínas sejam reduzidas em até 90%. Alguns estudos preliminares investigam uma provável relação entre o aumento nos casos de câncer no mundo todo e a radiação.

Este tipo de prática, portanto, é uma solução dispendiosa para lidar com a questão de segurança sanitária, pois foca nos sintomas e não na origem do problema. Um caminho economicamente viável e mais consciente do ponto de vista da saúde seria o cultivo local dos alimentos.

Quais são as regras para a irradiação de alimentos no Brasil?

Desde a publicação da Instrução Normativa nº 9, em 2011, o Ministério da Agricultura reconhece o emprego da radiação ionizante como tratamento fitossanitário. Ou seja, o texto liberou a técnica para a prevenção e disseminação das chamadas pragas quarentenárias. Como resultado, o Brasil ganha força para expandir a venda de frutas para mercados externos mais exigentes.

Tanto a dose de irradiação quanto categoria de alimento devem ser observadas para que não haja prejuízos à saúde da população. Além disso, é preciso estar atento aos efeitos da radiação para o meio ambiente. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), o processo é visto como seguro e pode resolver a escassez de alimento em várias nações.

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*Fonte: pensamentoverde

Alimentos que nenhum ser humano deveria ingerir – por Victor Sorrentino

Victor Sorrentino é médico, escritor e palestrante. Todos os dias, em sua página oficial, ele traz diversas dicas de alimentação e hábitos de vida saudáveis, de modo que se tornou um dos médicos e palestrantes mais queridos da internet.

Abaixo, uma de suas publicações que mais bombaram nos últimos dias, trazendo dicas preciosas sobe o alimentos que devemos descartar de nossas vidas.

“Fiz uma listinha dos alimentos que NÃO recomendo a nenhum ser humano ingerir. Espero que seja útil!

1. NUGGETS: se você imagina que está comendo peito de franco a milanesa, fique sabendo que esse alimento é feito de pasta de franco adornadas por proteínas vegetais, amido de milho ou farinhas e goma. E que No Brasil, a lei exige que os nuggets sejam compostos de no mínimo 10% de proteína e de no máximo 30% de carboidratos. Além de pré frito em óleo vegetal e adicionado uma montanha de químicos para dar a liga como Guar, Xantana C35H49O29, Ácido ascórbico (ou derivados), Tripolifosfato de sódio Na5P3O10.

2. MIOJO: macarrão instantâneo é pré-cozido e pré-frito em gordura vegetal antes de ser embalado. O tempero é o campeão de glutamato monossódico e inosinato dissódico, substâncias químicas realçadoras de sabor que são altamente tóxicas e inflamatórias.

3. SALSICHAS E PEITO DE PERU: a proteína de alimentos embutidos talvez não faça sentido algum diante da carga química presente nesses alimentos. Geralmente possuem doses altíssimas de nitritos e nitratos que são altamente cancerígenos. Não se enganem, não há nada light em peito de chester light, o negócio é química pesada mesmo.

4. MARGARINA: pela milionésima vez, margarina nem chega a ser comida, é uma substancia comestível inventada pela industria para substituir a manteiga que tem o processo de fabricação mais caro e trabalhoso. Troque a margarina por manteiga, por favor!!!

5. FARINHA LÁCTEA: farinha de trigo + açúcares + conservantes. Vai dar isso para seu filho por que?

6. BOLACHA RECHEADA: farinha + gordura hidrogenada + açúcar: tudo isso vicia e muito! Já postei aqui sobre esse lamentável alimento que muitas famílias deixam à disposição das crianças diariamente. Veneno puro. Ah, bolacha maisena, água e sal, maria, clubsocial, tudo péssimo para a saúde de qualquer pessoa.

7. REFRIGERANTES E SUCO DE CAIXINHA: pra quem não sabe, um faz tão mal quanto o outro. Refrigerante, pela quantidade de glicose estratosférica em líquido e suco, pela quantidade de frutose e outros aditivos, fora a pasteurização que leva embora qualquer resquício de nutriente da fruta.

8. CEREAIS AÇUCARADOS: flocos de milho transgênico lavados em xarope de frutose e cobertos por açúcar refinado e adicionados de corantes coloridos e conservantes diversos. Quem precisa disso e ainda acha que é comida leve e saudável?

9. REQUEIJÃO (ATÉ O LIGHT). Me dei o trabalho de copiar os ingredientes do requeijão industrializado, bem diferente do creme de queijo que pode ser feito em casa e que levaria leite, creme de leite ou manteiga, e vinagre. Se o leite for orgânico e não de caixinha, a receita pode ser saudável. Mas vamos aos componentes do requeijão do mercado:
Leite desnatado/integral, creme de leite, manteiga, cloreto de sódio(sal), fermento lácteo, estabilizantes difosfato dissódico e fosfato trissódico e conservadores ácido sórbico e nisina, estabilizante polifosfato de sódio (INS 452), corante dióxido de potássio (INS 202), leite padronizado reconstituído, caseinato de cálcio, pirofosfato de sódio e pirofosfato ácido de sódio, regulador de acidez ácido láctico, conservador sorbato de potássio, agente de firmeza cloreto de cálcio, regulador de acidez ortofosfato de sódio, coalho. Preciso dizer mais?

10. BARRINHA DE CEREAL: A maioria delas são ricas em açúcar e sódio e os cereais de baixa significância nutricional. É o maior engodo do mercado de alimentos dos últimos anos, pois muita gente pensa que está comendo algo super saudável!

Bem, acima estão apenas citados FATOS!! A decisão por colocar esses “produtos alimentícios” (que nem dá para chamar de comida) no seu carrinho será sempre SUA, assim como as CONSEQUÊNCIAS de tal ato também serão só suas (ou de seus filhos, caso seja o responsável por suas compras).

Meu papel é INFORMAR sobre o que existe de melhor e também de PIOR para a sua saúde. O que cada um fará com essa informação está fora de minha alçada, embora deseje do fundo do meu coração que todos alcancem uma vida mais plena, saudável e longe de doenças.

Seu futuro está em suas mãos, e de mais ninguém.

No final da postagem, o médico nos faz um convite tentador:
Deseja aprender o que, afinal, colocar no carrinho do supermercado?

SEGREDOS PARA UMA VIDA LONGA é o meu curso online onde ensino estratégias nutricionais compatíveis com saúde!
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*Por Victor Sorrentino

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*Fonte: revistapazes