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A ideia de uma vida boa foi substituída pela de uma vida a ser invejada

“Um dos mais influentes psicanalistas da Inglaterra, autor de dez livros e editor da nova tradução da obra de Sigmund Freud (1856-1939), Adam Phillips, mais parece um profeta do que um homem da ciência. Pelo menos essa é a ideia que se tem depois de ler a entrevista que ele concedeu à revista Veja em 12 de março de 2003, “Páginas amarelas”), mas que sete anos depois me parece atualizadíssima as questões erguidas por ele, da qual se extraíram as dez denúncias abaixo numeradas:

1. Hoje as pessoas têm mais medo de morrer do que no passado. Há uma preocupação desmedida com o envelhecimento, com acidentes e doenças. É como se o mundo pudesse existir sem essas coisas.

2. A ideia de uma vida boa foi substituída pela de uma vida a ser invejada.

3. Hoje todo mundo fala de sexo, mas ninguém diz nada interessante. É uma conversa estereotipada atrás da outra. Vemos exageros até com crianças, que aprendem danças sensuais e são expostas ao assunto muito cedo. Estamos cada vez mais infelizes e desesperados, com o estilo de vida que levamos.

4. Nos consultórios, qualquer tristeza é chamada de depressão.

5. As crianças entram na corrida pelo sucesso muito cedo e ficam sem tempo para sonhar.

6. No século 14, se as pessoas fossem perguntadas sobre o que queriam da vida, diriam que buscavam a salvação divina. Hoje a resposta é: “ser rico e famoso”. Existe uma espécie de culto que faz com que as pessoas não consigam enxergar o que realmente querem da vida.

7. Os pais criam limites que a cultura não sanciona. Por exemplo: alguns pais tentam controlar a dieta dos filhos, dizendo que é mais saudável comer verduras do que salgadinhos, enquanto as propagandas dão a mensagem diametralmente oposta. O mesmo pode ser dito em relação ao comportamento sexual dos adolescentes. Muitos pais procuram argumentar que é necessário ter um comportamento responsável enquanto a mídia diz que não há limites.

8. [Precisamos] instruir as crianças a interpretar a cultura em que vivemos, ensiná-las a ser críticas, mostrar que as propagandas não são ordens e devem ser analisadas.

9. Uma coisa precisa ficar clara de uma vez por todas: embora reclamem, as crianças dependem do controle dos adultos. Quando não têm esse controle, sentem-se completamente poderosas, mas ao mesmo tempo perdidas. Hoje há muitos pais com medo dos próprios filhos.

10. Ninguém deveria escolher a profissão de psicanalista para enriquecer. Os preços das sessões deveriam ser baixos e o serviço, acessível. Deve-se desconfiar de analistas caros. A psicanálise não pode ser medida pelo padrão consumista, do tipo “se um produto é caro, então é bom”. Todos precisam de um espaço para falar e refletir sobre sua vida.”

 

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*Fonte: pensadoranonimo

 


Para quem quiser julgar meu caminho, empresto meus sapatos

Quantas vezes você já teve que lidar com o julgamento alheio? Além de enfrentar todas as dificuldades diárias, também precisamos, às vezes, “engolir sapos” e carregar o peso da opinião de terceiros sobre o que fazemos ou deixamos de fazer.

Dizer que isso simplesmente não nos afeta pode, às vezes, não ser verdade.

Fazer ouvidos surdos a esses comentários, que ousam julgar nossas ações, nem sempre é fácil. Sobretudo se vêm da boca de pessoas importantes para nós: nossa família, amigos, professores, chefes, pessoas que consideramos autoridades e cuja opinião respeitamos.

Um verdadeiro amigo ou familiar não se atreveria a nos julgar sem conhecer a fundo nossas emoções ou todos os momentos vividos que carregamos sobre os ombros e em nosso coração.

Empreste seus sapatos, porque ninguém melhor do que você para conhecer a dor dos caminhos percorridos, os rios que teve que atravessar, as dificuldades que precisou enfrentar, às vezes sem pedir ajuda a ninguém… Hoje, convidamos você a refletir sobre isso.

 

O caminho que construímos e que nos definem

Você não é apenas essa pessoa que vê refletida no espelho. Não é apenas sua forma de vestir, ou as palavras que profere às outras pessoas.

Você é o seu caminho percorrido durante a vida, todas as suas experiências vividas e integradas no fundo do seu ser… Ninguém melhor do que você para saber o que motiva suas ações.

A própria pessoa apenas sabe o que teve que superar, suas decepções, dores, derrotas ou vitórias e o preço que pagou por cada uma. Então, por que algumas pessoas ousam, às vezes, a nos julgar sem saber, como se fossem donas de uma sabedoria universal?

Dois motivos comuns:

– As pessoas acostumadas a julgar os outros geralmente são as mais frustradas na vida.
– São pessoas insatisfeitas consigo mesmas que projetam sua necessidade de controle e intervenção nas vidas alheias.

É comum que muitos de nossos familiares tenham o hábito de nos julgar: “Você é muito ingênua, por isso que essas coisas acontecem com você”; “Você precisa amadurecer e enfrentar a vida como ela é”.
Julgam-nos com a intenção de nos ajudar e nos oferecer ensinamentos, mas na realidade nos desejam “encaixar” na maneira como eles pensam, de acordo com o que acham certo, errado ou mais adequado para nós.

Às vezes, quem julga seu caminho busca justificar a sua própria vida, desacreditando as outras pessoas. Diminuindo as escolhas dos outros. Infelizmente, isso é muito frequente.

 

Crítica construtiva sim, julgamento, não

Na realidade, quando essas pessoas nos julgam, não usam argumentos válidos, que sejam construtivos. Quase sempre buscam o ataque, a afronta ou o desprezo. Seus raciocínios são muito limitantes.

O que falta a esses “juízes” que adoram julgar os outros é a autocrítica. Não são capazes de valorar os seus próprios atos, suas palavras, para perceber que também cometem erros e que são capazes que causar danos a outras pessoas. Limitam-se a projetar suas críticas em outras pessoas.

Em geral, pessoas acostumadas a julgar nosso caminho não têm uma vida autêntica, com sonhos, paixões, amores e afetos que as ajudem a relativizar as coisas e abandonar o hábito de focar tanto na vida dos outros.

 

Como se defender dos julgamentos alheios

Frequentemente, dizemos a nós mesmos: “isso não me afeta”. Pode ser verdade, sobretudo quando o julgamento vem de um colega de trabalho ou de alguém com o qual não temos um vínculo mais íntimo. Esqueceremos com facilidade.

Mas o que acontece quando um amigo, seu companheiro ou um familiar julga o seu caminho?

Nestes casos, é comum que nos sintamos ofendidos e até mesmo feridos. A primeira coisa a fazer é manter a calma e refletir a respeito das seguintes afirmações, que servem para proteger nossa autoestima:

– “Eu sei quem eu sou, sei o que já superei e tenho orgulho por cada passo do caminho, por cada aprendizado que obtive a partir de meus erros”.

– “Apenas eu tenho o direito de me julgar, porque somente eu sei como me sinto e o quanto sou feliz com minha maneira de ser e com tudo o que consegui até hoje”.

Após haver reafirmado sua autoestima, evite revidar com comentários hostis, prejudiciais, vingativos. Se demonstrarmos desprezo ou raiva, será mais difícil superar os sentimentos negativos, e eles farão ainda mais dano.

Expresse sua decepção. Deixe claro que ninguém tem o direito de julgar você assim e que o simples fato de fazê-lo demonstra que não o conhecem bem. Portanto, é como se fosse uma traição, nos casos mais abusivos, quando a outra pessoa tem o objetivo de controlar, manipular ou usar você de alguma maneira.

 

Liberte-se de relacionamentos opressivos

Quem se atreve a criticar seus caminhos e suas experiências sem uma intenção pura de realmente desejar o seu bem, prova que não é um bom companheiro de viagem. E não importa que seja sua mãe, irmão, irmã, marido ou esposa.

Quem não aceita que, em alguma ocasião, você cometeu um erro e o julga por isso sente na verdade muita falta de amor por si mesmo e não se perdoa por seus próprios erros. Quem se vê como alguém que nunca comete erros ou toma decisões ruins carece de autocrítica e de empatia.

Se no dia a dia você apenas recebe julgamentos das pessoas ao redor, no fim, se sentirá escravizado pelas opiniões alheias. Não permita isso.

Nesses casos, será bom refletir se não vale mais a pena se distanciar de quem é incapaz ou não quer ver o seu valor, a luz que você transmite e a inteireza de sua vida.

 

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*Fonte: osegredo


A despedida


Não busque, permita que te encontrem

A vida é muito curta para correr atrás de alguém que nem mesmo anda por você. Não há necessidade de ir atrás quando sabem onde você está, quando conhecem sua casa e eus mistérios.

A verdade é que há pessoas que não se preocupam conosco, embora nos preocupemos. Nestes casos, pode ser difícil compreendermos a situação, porque a preocupação com os outros não fala a língua do egoísmo.

“Lembre-se que seu número de telefone não mudou e que, na realidade, não há nenhuma falta de tempo, mas de interesse. Pense que quando alguém quer ou precisa de algo, é capaz de mover céus e terra para compartilhar nem que sejam alguns segundos.”

 

Carinho não se suplica

Implorarmos e mendigarmos migalhas de afeto que não nos querem dar não é saudável, nem a curto nem a longo prazo. No entanto, algumas experiências podem chegar até nós para ajudar-nos a encontrar razões para continuar desejando que a pessoa a permaneça em nossas vidas.

Se você pensar sobre isso, tudo o que fazemos com essa atitude é prolongarmos desnecessariamente uma angústia emocional. Submeter-nos à vontade dos outros faz com que nos tornemos marionetes de suas necessidades e seus desejos.

Neste sentido, obviamente, há coisas que acontecem porque têm que acontecer, mas outras acontecem porque permitimos. Nós não podemos ser livres e felizes se vivemos agarrados e ligados a certas esperanças.

 

Deixe que o vento leve o desnecessário de sua vida

É difícil deixar ir o que consideramos “muito nosso”, sejam sentimentos ou pessoas. Ou seja, certas pedras que carregamos em nossas costas nos unem um sentido de identidade e pertença que se funde com o nosso medo de perder algo que acreditamos ser muito intenso e importante.

No entanto, apesar de todo esse caos emocional nos amarrar a certas pessoas, também cansamos de não sermos valorizados. É provável que quando percebemos isso nos sentimos um pouco egoístas, o que é terrível para a nossa saúde emocional.

“Sentir que se aguentarmos um pouco mais uma situação ou algumas pessoas estamos falhando, é algo surpreendentemente comum. A fundação deste sentimento é o medo que nos dá de lidarmos com o vazio gerado pela perda.”

Em outras palavras, sentimos que se deixarmos de nos sacrificar perdemos a oportunidade de construir parte da história emocional de nossa vida. No entanto, o que realmente estamos fazendo é nos comportando da forma mais cruel possível para com nós mesmos, nossas expectativas e desejos.

“O caminho de volta em direção à liberdade emocional é construído a partir das pedras que caem; ou seja, dos sentimentos e pessoas tóxicas das  quais nos livramos.”

Esta é a única maneira de evidenciarmos nossos pontos fortes, de assumirmos nossos erros e conseguirmos expressar nossas intenções e compromisso.

 

O mais forte não é quem mais aguenta, mas quem é capaz de deixar ir

Se não traz alegria para sua vida… Solte

Se não lhe faz feliz… Solte

Se permanece ao seu lado, mas não acrescenta nada de bom… Solte

Se procura segurança e assim evita o esforço de desenvolver-se… Solte

Se não reconhece suas qualidades… Solte

Se não lhe dá carinho… Solte

Se não promove o seu sucesso… Solte

Se diz, mas não faz… Solte

Se não há um lugar em sua vida para você… Solte

Se tenta mudá-lo… Solte

Se o amedronta… Solte

Se são mais desencontros do que acertos…Solte

Se simplesmente o faz sofrer…Solte

Liberte-se…a perda será muito menos dolorosa do que a dor de apegar-se “ao que já foi e não é mais”.

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*Fonte: osegredo

 


A religião possivelmente será extinta nestes 9 países

Um modelo matemático tenta medir a relação entre as pessoas religiosas e os motivos sociais por trás disso. O resultado foi publicado em um encontro da Sociedade Americana de Físicos em Dallas (EUA), e indica que a religião pode simplesmente acabar nesses países.

Os pesquisadores examinaram dados do censo que em alguns casos incluíam informações coletadas por um século. Os países estudados foram: Austrália, Áustria, Canadá, Finlândia, Holanda, Irlanda, Nova Zelândia, República Checa e Suíça.

Para fazer a análise, eles usaram o sistema dinâmico não linear – um método matemático que pode explicar fenômenos complexos que são influenciados por vários fatores. O mesmo sistema foi usado, por exemplo, em uma pesquisa de 2003 que buscou explicar o que motiva o declínio do uso de certas línguas.

Os dois estudos foram comparados por Richard Weiner, da Universidade do Arizona (EUA). “O estudo [sobre línguas] propõe que grupos sociais que têm mais membros vão ser mais atraentes. Também propõe que grupos sociais têm uma utilidade ou status social. Nas linguagens, há uma utilidade ou status maior em falar espanhol ao invés de quechuan no Peru. Similarmente, há um tipo de status ou utilidade em ser membro de uma religião”.

Segundo o pesquisador, em democracias seculares modernas há maior tendência que as pessoas se identifiquem como não pertencentes a nenhuma religião. Na Holanda esse número foi de 40%, enquanto na República Checa foi de 60%.

A conclusão do estudo, levando em conta a relevância social e a utilidade prática em ser membro do grupo “sem religião”, foi que de as religiões podem ser extintas nesses locais.

 

Ajustes

O modelo matemático, porém, precisa ser atualizado levando em conta a rede de contatos das pessoas, já que diferentes contatos têm pesos diferentes. No estudo foi considerado que todas as pessoas são igualmente influenciadas pelas outras.

“Obviamente não acreditamos que essa seja a estrutura da sociedade moderna, mas este resultado é sugestivo. É interessante ver como um modelo simples capta os dados, e que se essas ideias simples forem corretas, ele sugere o que pode estar acontecendo. Obviamente coisas mais complicadas acontecem com um indivíduo, mas talvez muito disso seja compensado pela média”.

 

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*Fonte: hypescience

 


Há duas coisas insuportáveis: a mentira e a falsidade

Se há algo verdadeiramente lamentável é a mentira, e também a falsidade. Ambos são capazes de destruir tudo em seu caminho, devastar vilas e florestas e derrubar as torres mais altas.

O mais triste da hipocrisia e do engano é que nunca vêm dos nossos inimigos ou pessoas desconhecidas. Como seria de esperar, tudo isso dói. E muito. Quando nos enganam, o pior não são as mentiras em si, mas o que levam com elas.

 

“Quando um sentimento tão importante como a confiança é quebrado, algo dentro de nós morre. Isso ocorre porque a põe em mentira duvida mil verdades, fazendo-nos questionar até as experiências que pensamos mais verdadeiras.”

 

Uma mentira muda tudo

Tanto a mentira quanto a falsidade são, em grande parte, uma questão de hábito. Há muitas pessoas que são profissionais nessa “arte” e enganem a todos de uma maneira verdadeiramente surpreendente.

Como sabemos, a mentira habitual pode ser um problema psicológico grave. As vezes, a mentira pode ser “justificada” como um erro na acção, não na intenção. É o que chamamos de mentiras brancas, porque acreditamos que a verdade causará mais mal do que a mentira.

Alguns argumentam que qualquer tipo de mentira é baseada em relações de má qualidade, mas o fato é que o ser humano, às vezes, não é bom em avaliar além do branco e preto.

 

Com o tempo, tudo é descoberto

As mentiras e enganos sempre têm data de validade, porque necessitam de muitas circunstâncias para se sustentarem. Isto eventualmente torna-se uma espiral de enormes dimensões que o mentiroso não pode manipular.

“Ou seja: quando uma mentira sai de sua boca, você deixa de controlar grande parte dela.”

No entanto, embora seja muito difícil que uma mentira se sustente ao longo do tempo, é normal que continuemos iludidos. Podemos ter muitos indícios, mas o mais provável é que os laços emocionais que mantemos nos ceguem.

 

Mentira e falsidade, duas feridas profundas na alma

Trair as pessoas que te amam é um dos atos mais destestáveis os seres humanos podem cometer. É difícil superar essa descoberta, porque a própria decepção abriga a capacidade de destruir completamente o nosso mundo.

Uma pessoa traída é mais do que uma pessoa ferida. É alguém que perdeu o norte, que perdeu sua bússola, que não entende, que sente uma confusão angustiante, que não sabe manter seus sentimentos e acredita ser profundamente estúpida.
Alguém tem que começar do zero, reconstruir suas paredes, percorrer um caminho difícil e tapar os buracos. É alguém com feridas de morte e tem que reviver sozinho.

 

Curar as feridas causadas pela traição

Com o passar do tempo é provável que a raiva e impotência que sentimos no início se transformem em uma lástima por tudo o que se foi, quebrou ou murchou. É neste tempo que podemos começar a curar as nossas feridas e valorizar a lealdade com força.

Superar isso leva tempo, mas precisamos perdoar a nós mesmos e parar de torturar-nos pelo o que pensávamos poder evitar. Desta forma podemos fazer a paz com o mundo, e voltar a confiar.

Se em algum momento alguém fizer você se machucar, não puna a si mesmo e nem pense que todos são iguais, isso seria como acreditar que porque você ganhou uma vez na loteria, ganhará em todas as outras vezes que comprar.

“A partir daí, valorize a lealdade e desvalorize a traição. Não se culpe e perdoe, porque a desonestidade é uma oportunidade muito boa para crescer e escolher melhor aqueles que o rodeiam.”

 

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*Fonte: osegredo

 


Não se explique demais! Tem gente que vai entender tudo errado de qualquer jeito.

Paciência. Por mais que a gente explique, tem coisa que nunca ninguém vai entender como deve. Fazer o quê? É da vida, esse longo e infinito exercício de paciência.

Haja serenidade para dizer sem ser ouvido e ouvir sem ter pedido. Tem coisa e tem gente que não merecem um segundo de atenção. Você tenta facilitar e tem sempre alguém pronto a tornar a vida mais difícil. A gente esclarece, elucida, dá exemplo, faz desenho e de nada adianta.

Explane, relate, explicite. Sempre haverá uma alma disposta a compreender o que quiser, a interpretar como bem entender o que você disse e chegar a uma conclusão completamente diversa da que você pretendia. Então, explicar de novo para quê? Diga uma vez e deixe o outro deduzir como preferir. A vida é muito curta para explicações tão longas.

Verdade é que bons ouvintes dispensam justificativas. Além do mais, se você precisa mesmo justificar o que disse ou o que fez, talvez não devesse ter dito ou ter feito, né? Nesse caso, melhor que explicar é reconhecer, assumir, pedir desculpas. Mas essa é outra história.

É que tempo a gente não devia perder à toa, sabe? Tempo a gente vive. E eu não quero viver o meu explicando nada a quem não vai entender mesmo. Aliás, eu acho até que quem sempre espera se fazer entender, quem pretende a todo tempo ser compreendido precisa de ajuda médica. É alguém que padece de uma perigosa pretensão infantil.

Assim é desde sempre. Entre os filhos e seus pais, entre amigos e entre amantes, chefes e subordinados, sócios e adversários, nos casais, nas famílias, nas empresas e nas escolas, em casa, na rua e em tudo quanto há, nem sempre somos todos compreendidos como desejamos.

Quem ouve quase sempre há de ouvir apenas o que lhe satisfizer. De tudo o que lhe for dito, entenderá o que lhe parecer conveniente. Explicar demais, então, é inútil e contraproducente.

Se for mesmo indispensável apresentar álibis e provas, arrolar testemunhas e convencer alguém de que você é inocente, contrate um advogado. Nos outros casos, vire a página, passe adiante e siga em frente. Por mais que você explique certo, alguém sempre vai insistir em entender tudo errado.

 

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*Fonte: osegredo

 


Caminhos – #48

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Quanto menor a autoestima, maior é a necessidade de dar a última palavra em tudo

Ser paciente não é ser frágil nem covarde. Às vezes é muito melhor guardar silêncio e aquietar a raiva do que perder tudo em um momento de ira descontrolada. Porque a paciência é a virtude dos corações tranqüilos, capazes de entender que ser prudente em um dia de raiva pode evitar cem dias de tristeza.
Há cerca de 2.500 anos, o filósofo grego Sócrates foi um dos expoentes da época clássica e, entre outros pensamentos de enorme relevância até hoje, tornou-se célebre com a famosa frase: “tudo o que sei é que nada sei”. De fato, Sócrates tinha tudo para realmente nada saber. Afinal, naquela época não existiam jornais e revistas, de onde se tomam as notícias como “verdades absolutas e inquestionáveis”.

Outro ponto importante a se considerar é que na Grécia socrática não existia a internet. Porém, o fato que merece destaque é que não havia o maior veículo de informação, ou, muitas vezes, “deformação”: o Facebook. Desse modo, sem poder contar com jornais, revistas, internet e, principalmente, o “Face”, tudo o que o “pobre” do Sócrates só podia mesmo dizer é que “nada sei”.

Outros gregos, como, por exemplo, Platão, Aristóteles e Xenofontes, também se arriscaram a dizer “algumas coisinhas”, mas esses pensadores também não tinham acesso a tudo aquilo disponível nos dias atuais e que muitos julgam indispensável.

Hoje, quando é feita uma postagem, as pessoas sentem uma necessidade patológica não só de comentar, mas, sobretudo, contestar para mostrar que “elas existem”. Assim, uma outra máxima da Filosofia, dita por Descartes séculos mais tarde, também caiu por terra. Pensar já não é o bastante; a tônica de agora é se expressar. O que passou a valer é o “digito, logo existo”.

Convém observar que os filósofos da era clássica eram “meros pensadores” e, atualmente, as pessoas “evoluíram” para “postadores”. Mais do que nunca, estamos vivendo conforme a “Alegoria da caverna”, de Platão. E, envoltos no interior de sombras e escuridão, existem aqueles que insistem em impor ao mundo todos os seus “achismos”, com autoridade de “especialistas” que se consideram, sendo intolerantes com opiniões divergentes.

Tomam-se as “imagens projetadas” como pura expressão da verdade e as espalham o mais depressa possível, para alardearem que “sabem de tudo” antes de qualquer um. Movidos pela ditadura da velocidade e da ostentação de “bem informados”, eximem-se de algo que os filósofos fartavam-se; Reflexão. Enquanto os pensadores buscavam a verdade, e os de bom senso ainda continuam a procurá-la, muitos assumem a postura de já terem encontrado convicções para inflarem o ego, de acordo com a sua conveniência.

Numa época de tanta intolerância e fanatismo, o tal do Facebook é um canal essencial para quem se dedica a esse fim. Nele as pessoas também exacerbam seu narcisismo, além de utilizá-lo, inclusive, como sendo uma espécie de terapia, onde os indivíduos exercitam seus desejos, ou dão vazão às suas mais profundas frustrações. Quanto menor a autoestima, tanto maior a necessidade de postagens e de dar a última palavra em tudo.

Podemos concluir que, se os conceitos daqueles filósofos gregos ainda permanecem, mesmo depois de mais de 2.500 anos, embora eles “nada soubessem” e sem as Redes Sociais, imaginem só o quanto poderá durar esse “festival de genialidades”, em profusão no Facebook!

E, no futuro, quando os historiadores se depararem com o estudo das características deste nosso momento, em que muitos pensam que “tudo sabem”, constatarão que a vaidade é um atalho capaz de levar à insignificância. Poderão se deparar, por exemplo, uma famosa frase de Nelson Rodrigues: “invejo a burrice, porque é eterna”.

Assim, na ânsia de verem-se imortais de qualquer maneira, em razão de privilegiarem mais a quantidade que a qualidade, de certa forma, muitos poderão sentir-se “eternizados” devido ao conteúdo da maioria de suas postagens.

 

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*Fonte: poretalraizes


Ser paciente em um dia de raiva pode evitar cem dias de tristeza

Todos já experimentamos momentos assim. De fato, às vezes habitamos o “epicentro” de entornos muito exigentes que colocam à prova a nossa capacidade de resistência e essa habilidade que devemos ter como bons gestores emocionais. A ira é como um gatilho que dispara quando perdemos o controle e que, longe de descarregar nossas emoções, costuma trazer efeitos secundários que ninguém deseja.

    Aprenda a ser paciente, a acalmar a raiva, a amarrar a ira ao laço do entendimento e da compreensão para perceber que a raiva não soluciona nada, porque podemos perder tudo.

Na hora de falar dessas duas virtudes, que são o silêncio e a paciência, parece que estas dimensões se associam mais à passividade, a quem é incapaz de reagir. Não devemos vê-lo assim. O silêncio sábio que não agride e é paciente permite acalmar a mente para agir com maior equilíbrio, com mais assertividade e moderação.

Quando falamos de ira, raiva ou irritação imaginamos quase que instantaneamente a imagem de uma criança pequena com as bochechas inchadas a ponto de gritar. As pirraças infantis são por si só uma dimensão importante, que longe de considerarmos banais, devemos saber escutar para que a criança aprenda a administrar suas emoções. Infelizmente, elas não desaparecem com a idade adulta.

    A revolta não expressada nos adoece, mas a ira que estala em raiva e agressão também causa vítimas. Seja paciente, aquiete a sua mente e defenda-se sem agredir. Seja sábio.

Há quem escolha “engolir” a raiva. Fazer como se nada tivesse acontecido. Consciente de que já ficaram para trás os dias de gritos e birras, escolhe simplesmente esconder a sua ira, a sua frustração. Não é o adequado nem é saudável. Também não é sábio permitir que um excesso de raiva estoure, como um cavalo selvagem guiado pela raiva para criar situações tão desconfortáveis quanto destruidoras.
Os bons gestores emocionais aprendem cedo que dois dos inimigos mais complexos com os quais devem lidar são sem dúvida a ira e a raiva. Além disso, eles se relacionam com diversas mudanças fisiológicas que intensificam ainda mais a sensação negativa e de ameaça. Por isso, na hora de controlar um inimigo, a melhor coisa é conhecê-lo.

Conhecendo um inimigo comum, a ira

Existem pessoas que se zangam com mais ou menos freqüência. A razão dessas diferenças individuais poderia ser explicada por um tolerância menor à frustração, ou inclusive por determinados indicadores genéticos.

    A ira surge no nosso cérebro por causa de um leve desequilíbrio entre a serotonina, a dopamina e o óxido nitroso. Tudo isso pode fazer com que existam pessoas com maior tendência a explosões de ira e raiva.
    Segundo um interessante artigo publicado no “The New York Times“ pelo psiquiatra Richard Friedman, a ira pode se mostrar também como resultado de uma depressão encoberta.

Uma revolta não controlada, que não é racionalizada ou administrada de forma adequada, pode derivar em frustração e mal-estar. Quando a ira inunda o cérebro por causa do efeito dessa química neuronal acontecem diversas mudanças fisiológicas que vão incrementar ainda mais a emoção negativa. A raiva galopa de forma descontrolada.

Não devemos esconder a revolta, e nem deixar que se transforme em um ataque de raiva. É preciso compreendê-la e canalizá-la de forma adequada para que não asfixie, para que não machuque nem procure vítimas sobres as quais projetar a raiva.

Paciência, calma e conduta assertiva para tratar os aborrecimentos

Desconfie de alguém que diga que “ele ou ela não fica bravo nunca”. Todos passamos por injustiças, ouvimos palavras tolas e comentários tão injustos quanto ofensivos. Agora, antes de deixar que a irritação atue como o isqueiro que acende o fogo da raiva, é preciso refletir alguns momentos sobre estas dimensões.

1. Dê um nome ao que o aborrece. Não fique só com as sensações, com esse desconforto que fica virando o estômago e trava a sua mente. Descreva em palavras concretas o que o incomoda.
2. Procure a calma por alguns instantes, feche-se no seu “palácio de pensar”. É um espaço tranqüilo e sereno que só pertence a você, visualize um lugar onde você deixe de fora a raiva e as emoções negativas para se trancar com “a razão”. Pense agora qual é a melhor opção diante da aquilo que o incomoda.
3. Expresse de forma assertiva a razão da sua chateação. De nada serve “engolir” aquilo que nos prejudica, porque os aborrecimentos não se guardam sob a cama, se expressam em forma de palavras respeitosas para evidenciar com clareza o que nos fere, o que não queremos.
4. Controle, reestruture e mude de cenário. Uma das melhores formas de administrar a revolta e a raiva é controlar aspectos como a respiração ou inclusive os processos mentais capazes de potencializar ainda mais a emoção negativa. Não procure culpados, desligue o ruído mental e os pensamentos irracionais.

Às vezes uma coisa tão simples como caminhar, respirar fundo e procurar um ponto visual no horizonte para descansar a mente e desligar o interruptor da irritação pode nos salvar de todos esses alfinetes externos que tanto abundam no dia a dia. É preciso se lançar no mundo com o coração tranquilo, conhecendo os próprios limites, e sabendo que haverá momentos ruins, sem dúvida, mas os bons momentos abundam mais e são a nossa razão de ser.

 

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*Fonte: osegredo

 

 


Meio Ambiente perde metade dos recursos para 2017

O Ministério do Meio Ambiente começou abril fazendo contas. O mais incisivo corte no orçamento da área ambiental federal das últimas décadas anunciado no início do mês fez acender o alerta. O orçamento previsto para este ano – atualizado em fevereiro – de R$ 782 milhões caiu praticamente pela metade (43%), restando apenas R$ 446, 5 milhões para despesas de custeio ao longo do ano.

Não estão incluídos neste valor as emendas parlamentares, que dariam mais R$129 milhões de folga. O MMA não considera que esse recurso extra venha compor seu orçamento.

Assim, a pasta terá que se desdobrar este ano se quiser manter ações essenciais como fiscalização, atividades de licenciamento ambiental, combate ao desmatamento ilegal e queimadas e gestão de unidades de conservação.

Estas atividades estão centradas basicamente no Ibama, responsável pelo controle e fiscalização, e no Instituto Chico Mendes de Biodiversidade (ICMBio), a quem cabe gerir, por exemplo, os parques nacionais, que já vinham sofrendo com a penúria.

Mas os cortes não se restringem a estas duas autarquias da área ambiental. Atingem em cheio também o Serviço Florestal Brasileiro (SFB), a Agência Nacional de Águas (ANA), o Fundo Nacional do Meio Ambiente (FNMA) e o Fundo Nacional sobre Mudança no Clima (FNMC). No entanto, o Ibama e o ICMBio ficam com a maior fatia dos recursos, cerca de 70% da pasta.

Lamentável

O Diretor Executivo do WWF-Brasil, Maurício Voivodic lamentou o corte na área ambiental em um momento em que o desmatamento aumentou na Amazônia e segue em alta no Cerrado. Ele lembrou ainda que é preciso fazer todo o esforço possível para garantir o Sistema Nacional de Unidades de Conservação, as ações de fiscalização e controle e os investimentos em conservação da biodiversidade.

“O momento é sensível, pois o cenário aponta para a fragilização do licenciamento ambiental, o ataque sistemático para redução de áreas protegidas na Amazônia, comprometendo um dos principais ativos do país”, comentou.

A avaliação no MMA é de que ainda é cedo para se falar em quais as atividades finalísticas ficarão mais prejudicadas com o corte. Não há dúvidas, porém, de que os recursos são insuficientes e que o impacto poderá ser sentido na ponta. Inclusive podendo comprometer metas internacionais do país nos temas da biodiversidade e do clima. Por isso a apreensão nos corredores do ministério nesta semana. O que não se pode é parar.

Por isso, o Ministro do Meio Ambiente, José Sarney Filho, tratou de defender as ações de sua pasta. O ministro iniciou um périplo pelo Palácio do Planalto e Ministério do Planejamento para tentar garantir que não faltem os recursos para ações cruciais, tentando minimizar os efeitos do corte sobre as atividades que estão sob seu comando.

É sobre a mesa dele que batem primeiramente os números do desmatamento – que aumentou 29% no ano passado em relação ao ano anterior –, os alertas de incêndio florestal, o comércio ilegal de madeira, o tráfico de biodiversidade.

Corte raso

Os cortes orçamentários não atingem apenas a área ambiental. Além do MMA, os ministérios dos Transportes, do Esporte, do Turismo, das Cidades, da Integração Nacional e do Planejamento, Orçamento e Gestão também tiveram seus orçamentos ceifados pela metade.

O exercício no MMA também vai no sentido de identificar medidas que possam ganhar mais efetividade com menor custo. Desde a redução na quantidade de viagens feitas pelos técnicos da pasta, com maior uso de reuniões virtuais, até o planejamento de ações conjugadas com outros órgãos como a Polícia Federal, por exemplo. Vale tudo para tentar reduzir os impactos do contingenciamento de gastos.

Para dar conta das responsabilidades, os órgãos do governo terão de trabalhar de forma solidária – o que é um grande desafio em momentos de pouca verba.

Trata-se de um dos mais duros golpes no orçamento para ações de custeio no governo federal nas últimas décadas. Os efeitos são imprevisíveis.

O desequilíbrio fiscal do Brasil significa um déficit de R$ 139 bilhões – podendo chegar a R$ 200 bilhões na opinião de alguns economistas ouvidos pelo WWF-Brasil, um rombo histórico e sem perspectivas de solução no curto prazo – o que projeta um cenário futuro sombrio, infelizmente não só para a área ambiental.

Sem credibilidade, o governo não tem como atrair investimentos, nem aumentar a receita. O jeito é cortar e remediar de modo amargo para tentar tirar o paciente do estado de coma em que se encontra.

As informações são da WWF.

 

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*Fonte: ciclovivo


3 ou até mais vezes


Nota 10 para os ‘tontos’: estudo sugere que os distraídos são mais criativos e sinceros

Alguma vez já lhe disseram que você parece estar nas nuvens e não com os pés no chão? Pode ser que uma das suas habilidades seja a criatividade.

Costumamos classificar as pessoas que não prestam atenção ou cuja imaginação divaga como “improdutivas”, “pouco inteligentes” ou “sem capacidade para alcançar o sucesso”.

Desde crianças nos exigem que estejamos focados no que as professoras dizem, assim como nossos pais. Quando crescemos nos castigamos se passamos mais de 5 minutos pensando no futuro ou em nossos sonhos.

Você sabia que os artistas e os cientistas de maior destaque na história tinham “problemas” de concentração? Estamos falando de Pablo Picasso, Claude Monet, Charles Darwin e Albert Einstein. Parece ser que a desatenção e a criação andam juntas.

Isto foi objeto de pesquisa na Universidade de Harvard durante muito tempo. A conclusão a que chegaram é que o fato de ter mais de uma ideia rodando a cabeça ao mesmo tempo ajuda a compreender certos fenômenos de forma mais fácil e rápida, bem como a ter uma resposta imediata e válida para as nossas perguntas.

O constante ir e vir de informação na mente fomenta a criatividade. É provável que você tenha a capacidade de resolver problemas de forma mais eficiente.

 

“Tudo me distrai”

Pode parecer a confissão de uma pessoa que passou por terapia ou que está fazendo um tratamento para deixar um vício.

Costumamos pensar que nos distrair é algo ruim, mas na verdade é uma reação do cérebro ao descanso, a deixar de fazer uma tarefa que não lhe agrada, a querer avançar em outros aspectos, etc.

Aqueles com problema (ou a capacidade) de se distrair até quando passa uma mosca ao seu lado, podem, a partir de agora, colocar a culpa nos neurônios do lóbulo parietal superior do cérebro. É isso mesmo, já que aparentemente, quanto mais distração existe em nossa vida, maior a quantidade de matéria cinzenta que temos.

Os cientistas ainda não compreendem o que acontece nestes casos: a teoria até o momento indicava que possuir mais neurônios podia nos ajudar a manter o foco e a concentração, e não o contrário.

Uma das hipóteses analisadas atualmente é a de que conforme o cérebro vai amadurecendo, também vão sendo destruídos alguns neurônios e conexões nervosas. Este processo ajuda no controle da atenção. Seguindo esta ideia, aqueles que possuem mais matéria cinzenta no cérebro seriam mais distraídos e “infantis”.

Vale a pena também destacar que é possível ter épocas de maior ou menor distração devido aos novos projetos, à ansiedade, ao estresse, ao cansaço e aos nervos. Contudo, quando uma pessoa é distraída por natureza, existe algo que vai além de uma falta de foco momentânea. Sempre lhe acontecerá a mesma coisa, independentemente da situação.
A relação incomum entre a distração e a criatividade

Mesmo que a nossa cultura e educação nos incitem a nos mantermos sempre focados e concentrados, nem sempre conseguimos isto. Não somos robôs, nem máquinas. Muitas vezes, a criatividade está acoplada à distração.

 

Como isto pode ser possível?

Segundo um estudo recente, as pessoas que não conseguem manter a atenção em uma tarefa contam com mais “fugas” nos filtros sensoriais. Isto é, as barreiras que nos permitem nos isolarmos de tudo o que acontece ao nosso redor na hora de empreender uma tarefa em especial. Elas têm a capacidade de detectar estímulos próximos, mas os descartam para nos ajudar a nos concentrarmos.

Se bem é verdade que estas fugas afetam a capacidade de concentração, também permitem juntar ideias e registrá-las em um projeto, algo chave para ser uma pessoa criativa.

Já lhe disseram alguma vez que você está no mundo da lua? Ora, que ótimo!!! É um elogio e não uma crítica, se é que você a sabe aproveitar. Texto Yamila Papa
E onde encaixa a ‘sinceridade’?

        “Dizer que os distraídos são mais sinceros não faz do estudo da Universidade de Harvard e sim a nossa própria interpretação (nada dialética e apenas empírica) de que é preciso muita concentração para viver em falsidade”.

 

O Estudo

Estudos feitos com universitários nos EUA e no Canadá pela equipe de Shelley H. Carson, do Departamento de Psicologia de Harvard, mostraram que aqueles que se distraem facilmente, com o “radar ligado” para tudo em torno, são mais criativos: os mais criativos tinham sete vezes menos inibição latente. O estudo original, publicado em 2003, foi replicado depois. “Dois outros laboratórios testaram a baixa inibição latente e descobriam que está associada com criatividade. Nós também estamos continuando os testes”, afirma Carson.

“Há um corpo substancial de pesquisa que indica que a esquizofrenia está associada com inibição latente baixa e também com deficits na memória de trabalho”, continua o pesquisador. Para Carson, comentando o estudo de Galinsky, a pessoa criativa é capaz de permitir, temporariamente, que o excesso de distrações seja canalizado em percepção consciente, para fazer conexões entre os estímulos.

“Mas a pessoa tem a capacidade de alternar entre estados do cérebro para exercitar maior controle cognitivo e realmente formular e acessar essas conexões”, afirma o pesquisador.

 

Sem “filtro” – cérebro criativo percebe estímulos de forma ampliada

1) O tálamo filtra as informações que chegam ao cérebro, antes que atinjam o córtex, área responsável pela cognição e razão.

2) Esse filtro ajuda o cérebro a ignorar estímulos “irrelevantes” no ambiente para se concentrar na atividade principal. Essa capacidade de ignorar estímulos é chamada de “inibição latente”.

3) A redução da inibição latente já foi ligada à psicose e à esquizofrenia, mas também é associada à criatividade. A capacidade de fazer associações bizarras é compartilhada por esquizofrênicos e pessoas saudáveis criativas.

 

Como a distrição ajuda

1) Percepção dos estímulos ao redor: estudos com universitários mostraram que a percepção maior dos estímulos do ambiente ajuda ao pensamento criativo. Os alunos mais criativos tinham a inibição latente sete vezes mais baixa do que os demais.

2) Solução de problemas: a distração ajuda a resolver problemas complexos, algo que muitos experimentam ao “dar uma pausa” e achar a resposta. O processo envolve duas fases: distração e, depois, um período de pensamento consciente para a percepção da solução do problema.

 

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*Fonte: portaraizes

 


Karma: você entenderá o dano que causou quando sofrê-lo

Alguma vez você já teve a sensação de que a vida estava lhe pagando com uma moeda que esteve anteriormente na sua mão? Como se em um momento anterior tivesse sido você quem a lançava no ar, procurando a sua melhor versão e fugindo, de forma egoísta, das conseqüências do seu paradeiro.Uma coisa semelhante acontece com o karma: o que vai sempre volta.

Às vezes parece que só as atitudes ruins que prejudicaram alguém são devolvidas, e que quando fizemos coisas certas estas ficaram no vazio. O que acontece é que os eventos prejudiciais nos marcam mais e é por isso que são lembrados a vida toda, gostemos ou não, tanto se você está destinado a ser faca, como se está destinado a ser ferida.

    “Aprendi que quando fazemos mal as coisas – e eu arrisquei com ela tudo de bom que eu tinha com outra mulher – o karma paga à vista, sem demora, tudo o que você quebrou no coração de outra pessoa, devolve o seu investimento e o faz com feridas.”

 

A palavra Karma significa “fazer/ação”

O karma significa “fazer e recolher todo o campo de ações físicas, verbais e mentais”. Para entendê-lo, é como se tudo o que se faz desprendesse uma espécie de energia que nos acompanha, positiva ou negativamente. Nossas ações voltam não em forma de atitudes, e sim de energia e equilíbrio.

É justamente por isso que quando prejudicamos alguém não somos conscientes da magnitude da dor até que a soframos na sua mesma posição: achamos que podemos fazer e desfazer sem compreender que o jeito de receber os fatos para uns e para outros é diferente.

Dizemos: isto é karma. Me devolveu o que eu fiz e o fez com um a mais. Agora somos conscientes da realidade completa do que fizemos e a lição valerá para sempre.

 

A lei de causa e efeito

A lei de causa e efeito nos ensina – entre outras coisas – que é mais difícil compreender o efeito do que provocar a causa: quando tomamos uma decisão na qual estão envolvidas outras pessoas, as consequências podem ser nefastas. Pensemos por exemplo em um relacionamento no qual existe infidelidade: quem comete a infidelidade somente entenderá o que causa quando tiver que vivê-lo na situação oposta.

Contudo, esta mesma lei também serve para o karma positivo, mesmo que muitas vezes não tenhamos consciência: preocupar-se com o que acontece, tentar fazer com que o mundo das pessoas que gostam de nós seja mais feliz, implica uma áurea positiva que voltará em outras formas de alegria.

    “Todas as coisas que saem de você voltam para você, portanto não é preciso se preocupar com o que você irá receber, é melhor se preocupar com o que você vai dar.”

Neste sentido, sob a ideia de karma está a inteligência de “quem faz o bem sem olhar a quem”, como costuma-se dizer. O “bem olhado” leva em consideração que nas suas decisões podem estar as emoções dos outros.
Construir, construir-se

O conceito de karma nos ajuda a edificar o nosso amanhã e a nos construirmos por dentro, pois como explicamos anteriormente os “hoje” podem ser parte das circunstâncias que tenhamos que enfrentar no futuro. Isto é, na maioria das vezes colhemos o que plantamos, em maior ou menor medida.

    “A vida não tem sentido, você é que dá o sentido segundo o que você fizer, de acordo com as suas paixões. Você constrói o universo na sua medida.”
   -Walter Riso-

E por este motivo damos sentido ao que nos acontece e entrelaçamos alguns fatos com outros porquetudo parece estar unido por fios que se mantêm em forma de emoções.

 

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*Fonte: osegredo


3 conselhos da psicologia que facilitarão a sua vida

Nós vivemos em uma sociedade onde o número de doenças associadas ao estresse e à ansiedade continua a aumentar. É verdade que ninguém gosta de se sentir estressado e as alterações fisiológicas que o acompanham não são agradáveis. No entanto, é importante lembrar que a partir do ponto de vista da psicologia, uma dose equilibrada de estresse é saudável, porque nos lembra de que o nosso interior também precisa de cuidados.

Frequentemente associamos o estresse a consequências prejudiciais para a nossa saúde, mas ele não deixa de ter um lado positivo se soubermos controlá-lo e utilizá-lo adequadamente em nosso benefício. A psicologia positiva é uma das melhores ferramentas para superar essa fase: uma disciplina da psicologia que nos mostra que precisamos cuidar da nossa saúde emocional, independentemente de estarmos doentes ou não.

Hoje compartilharemos as 3 ideias básicas que a psicologia positiva nos proporciona para facilitar a nossa vida e ajudar a superar as situações difíceis. Além disso, a sua implementação será capaz de aproveitar a situação estressante para gerar resultados positivos no seu dia a dia.

“O bem-estar e a saúde são uma obrigação; caso contrário, não poderíamos manter a nossa mente forte e clara”.
-Buddha-

1. Estresse e alegria, emoções paralelas

De acordo com várias pesquisas científicas, os sintomas físicos do estresse são muito semelhantes à maioria dos sintomas da alegria. Quando nos sentimos estressados ou alegres e felizes, é difícil respirar e os nossos batimentos cardíacos aumentam.

Um conselho eficaz, sabendo deste dado importante, é ver a situação estressante como um desafio positivo, que nos permitirá avançar em todos os sentidos. Quando somos capazes de controlar o nosso estado emocional e conseguimos alcançar os objetivos, sentimos alegria e felicidade. Lembre-se disso sempre que se sentir estressado e perdendo o controle emocional.

2. Como se sentir sempre seguro de si mesmo

Ser seguro de si mesmo é uma das nossas autopercepções que precisa de reforços com alguma regularidade. Em muitas ocasiões, a nossa segurança fica abalada pelo estresse, pelos problemas emocionais, pelo fato de olharmos para as coisas negativas e guardá-las na memória, não deixando espaço para armazenar o que fazemos de bom.

Por outro lado, a percepção de segurança que as pessoas do nosso convívio têm sobre nós pode ser inapropriada. De fato, o amor pode interferir e as pessoas podem exagerar na avaliação da nossa capacidade.

3. A linguagem não verbal como um pilar fundamental das relações

Você já sabe disso e nós gostamos de lembrar sempre a grande importância que a linguagem não verbal tem para transformar os nossos relacionamentos pessoais em algo saudável e equilibrado. Existem muitos textos e materiais de estudo à sua disposição para trabalhar a sua linguagem não verbal, mas existem algumas dicas práticas que você pode utilizar.

Por exemplo, o contato visual aumenta a probabilidade de que a química seja boa quando você conhece alguém e até atenua os efeitos de uma comunicação negativa. De alguma forma, protege o canal de comunicação e é um sinal para o outro de que somos receptivos e estamos envolvidos na comunicação com ele. Se você não consegue olhar nos olhos naturalmente porque é tímido, pratique de forma consciente e deliberada com uma pessoa da sua confiança.

Nas reuniões de trabalho ou em situações que requerem um grande esforço emocional, é importante que você mantenha a espontaneidade. Para manter a calma, imagine que as pessoas que estão na sua frente são velhos amigos. Dessa forma você se sentirá mais livre, menos preocupado e, portanto, mais natural.

“Olhe tudo como se você estivesse vendo pela primeira ou última vez, então o seu tempo na terra será pleno de glória”.
-Betty Smith-

 

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*Fonte: resilienciamag

 


A vida, às vezes, bagunça para consertar

Enquanto amassava o pão entrei em desespero quando vi toda aquela farinha solta na mesa, nada se juntava, a mão toda cheia de massa, pensei em parar, lavar a mão, jogar a massa fora e comprar o pão no supermercado, mas não queria me dar por vencida então continuei a amassar, de repente, depois de algum tempo amassando, colocando mais leite, depois mais farinha, depois amassando novamente, a massa estava toda homogênea, não grudava nas mãos e não grudava na pedra da mesa, a massa estava linda e lisa, quase pronta para ir ao forno.

E então eu vi a minha vida ali, na massa de pão sobre a mesa. Chega a ser engraçado, mas a vida da gente é assim mesmo, algumas vezes fica tudo uma bagunça, nada se encaixa, você tenta de um jeito, não funciona, tenta de outro e meleca tudo, coloca mais atenção e a vida fica mole, se cobra demais e a vida fica dura, a verdade é que parece que nunca vamos conseguir consertar a massa, ou melhor, a vida.

Quando estamos no meio do caos, ele parece instalado e a sensação é de que nunca mais ele voltará a ser ordem novamente. Penso que, se todo mundo for igual a mim, a única vontade é sentar e chorar em busca de atenção e alguém que possa resolver toda essa desordem.

Mas aí vem uma pequena pitada espiritual, psicológica, emocional na medida tão exata que parece um passe de mágica e tudo vai ser encaixando e formando uma forte aura colorida capaz de deixar o coração em paz, a cabeça leve, o sorriso marcado no rosto, tudo volta ao seu estado de perfeita harmonia, claro que não para sempre, mas pelo menos até acabar o pão e precisar de fazer outra massa.

A verdadeira lição é entender que sim, tudo uma hora se ajeita. Vivemos ansiosos demais, em busca demais, querendo demais. Já falei da pressa outras vezes e ela persiste, precisamos de telefones mais rápidos, de computadores que conversam com você, de comida fast-food, de abraços rápidos e olhares quase inexistentes. Temos pressa. Temos ansiedade. E passamos por não perceber, que de uma forma ou de outra, a vida vai passar, se adicionarmos os ingredientes necessários e amassar com paciência, se soubermos esperar a hora de levar ao forno, a vida lhe entregará um lindo e saboroso pão.

Olhe mais nos olhos. Menos pressa. Menos ansiedade. Mais abraços. Mais carinho. Mais tranquilidade, no final tudo se resolve!

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*Fonte:osegreedo / Carol Daimond


Chineses criam painéis solares que funcionam à noite

Duas universidades chinesas se uniram para desenvolver um painel solar revolucionário que promete gerar energia mesmo em dias chuva, nevoeiro e até à noite. Para isso, foi utlizado um material diferente dos tradicionais chamado de LPP (sigla em inglês para “fósforo de longa persistência”).

Com o LPP, o painel é capaz de armazenar energia solar durante o dia e as células solares continuam a produzir energia elétrica mesmo quando há pouca luminosidade. A eficiência da tecnologia está exatamente na conversão de eletricidade. “Só a luz parcialmente visível é que pode ser absorvida e convertida em eletricidade, mas esta matéria (LPP) pode armazenar energia solar a partir de luz não absorvida e próxima da infravermelha”, explica Tang Qunwei, da Universidade Oceânica da China.

Essa capacidade de gerar energia contínua durante dia e noite ganhou notoriedade em revistas científicas, que publicaram o trabalho de Qunwei e seu parceiro Yang Peizhi, professor da Universidade Pedagógica de Yunnan. Com suas equipes, os dois chegaram a um produto que promete reduzir os custos de captação de energia solar.

 

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*Fonte: ciclovivo


Emoção Equilibrada – Paulo Vitor (documentário)

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*Fonte: brmx


O vazio existencial do homem contemporâneo

Que sentido, que valor imprimimos a nossa ação? Somos seres incapazes de contemplar ou tomar conhecimento do que cotidianamente fazemos de nossas vidas. Por que fazemos o que fazemos? Por que levamos a vida que levamos? Ora queremos um novo emprego; ora queremos um novo amor; ora queremos um novo carro; ora queremos uma nova casa. Os homens sempre estão em busca de dinheiro, poder, notoriedade ou divertimentos. Logo que realizam um desejo, surge outro desejo. Nunca estão satisfeitos. Passam a vida buscando bens materiais ou bens simbólicos. São eternamente inquietos. São governados por um querer cego e irracional.

Numa primeira análise, somos levados a crer que o único objetivo da vida humana é destruir a própria solidão. Eles não conseguem ficar sozinhos, precisam sempre de agitação. Estão sempre em busca de algo. Envolvem-se em tarefas arriscadas e difíceis; envolvem-se em projetos, conflitos ou conquista que, muitas vezes, lhes trazem infelicidade. Não suportam o silêncio ou estar consigo mesmos. Precisam do barulho, do ruído e da agitação. São incapazes de desligar a televisão ou o rádio quando estão sozinhos em casa. Fogem da solidão como o Diabo foge da cruz. Pascal no século XVII já havia pensado sobre esse problema. Para ele, as pessoas são agitadas, pois não conseguem ficar consigo mesmas, são incapazes de refletirem sobre sua condição miserável e mortal. Não querem refletir sobre sua condição humana, permeada pela dor, dissolução e morte, nada os pode consolar.

Como sugeriu Platão, o nosso espírito é uma caverna, o que falta ao homem é eternidade. Os indivíduos são seres vazios. Vivem na busca de preencher seu mundo interior com algum entretenimento ou com algum objeto. Todo seu sentido interno se expressa pelo sensível e pelo concreto. Buscam preencher sua interioridade com todo tipo de banalidades. O sistema capitalista serviu muito bem a esse propósito. Esse sistema ofereceu ao homem um mundo de entretenimentos, prazeres e objetos para que ele possa preencher seu vazio interior. É por isso que o capitalismo sobreviveu, é por isso que ele se perpetuou. Ele impediu que o homem encarasse o vazio descomunal de sua interioridade.

Mas, por que o homem temeria tanto olhar para o seu vazio interior? Por que ele foge de si mesmo? O ser humano não é um átomo, um ser fixo, acabado, pronto e estável. Não existe uma natureza humana fixa, dado a priori. Ele vem ao mundo como uma tabula rasa, como uma folha em branco. Ele só se torna algo a partir daquilo que ele faz de si mesmo. Ele é um ser determinado pelas circunstâncias, pelas contingências da vida, condicionado no interior das práticas sociais por sua cultura. Significa dizer que ele não é nada. É um ser inacabado. É um ser vazio. O objetivo da vida, portanto, é exatamente preencher esse vazio, esse nada, que é a pura essência humana. Não há uma finalidade para vida, a não ser a morte, o Nada.

As pessoas não querem se dar conta que o Nada está inscrito em nossa própria carne e em nossa própria alma. O Nada surge diante do homem aniquilando todas as coisas que os rodeiam, aniquilando o próprio EU. É o Nada que retira todo o sentido da vida. Somos seres para a morte. A descoberta do “Nada” da vida humana levaria o homem a reconhecer que a existência é um acidente, é algo casual e efêmero, e que o amanhã não poderá mais existir. O homem recusa a encarar a verdade. Já dizia Sócrates, conheça-te a ti mesmo. O conhecimento de si mesmo implica em reconhecermos a nossa própria finitude. É o Nada, que está em nosso interior e que não somos capazes de encarar, que nos aniquilará. O que falta ao homem é consciência de sua facticidade. Estamos lançados no mundo como um barco sem rumo. A imanência nas coisas nos tira a consciência de nossa condição finita e nos condena a banalidade da vida cotidiana. É somente a consciência de nossa condição finita, é somente a consciência do Nada, que nos permite transcender e reavaliarmos nossa própria vida e comportamento, dando sentido e significados ela.

Vivemos numa época de incerteza, de insegurança e de superficialidade. Temos dificuldade em entender nossa própria experiência social e não conseguimos nos dar conta da relação que há entre nossas vidas e as forças que nos subjulgam. Não percebemos que nossos dramas, conflitos, medos, frustrações são em grande parte causados pelos valores de nossa sociedade ou pelas estruturas sociais que nos governam. Por causa disso, não temos uma experiência bem definida das nossas próprias necessidades, não sabemos o que sentimos ou o que verdadeiramente queremos.

Todos os dias os indivíduos acordam cedo, vão para o trabalho, almoçam com os mesmos colegas, compartilham as mesmas experiências. Quando voltam do trabalho para casa, conversam sobre os mesmos assuntos, fazem as mesmas atividades e assistem aos mesmos programas de televisão. Aos finais de semana, buscam as mesmas agitações e divertimentos. Eles são incapazes de perceber que possuem uma vida fragmentada, muitas vezes degradada pelo cotidiano da labuta, das transformações econômicas e do consumo. Estão sempre em movimento, em busca de um objetivo ou desejo insuflado pela sociedade. Apegam-se à verdades, valores ou regras externas que não escolheram conscientemente. Como se o mundo tivesse um sentido ou um significado dado a priori. São seres despersonalizados pela cultura. Seguem padrões. Vivem numa Matrix, incapazes de separar a consciência da realidade. São incapazes de contemplar seu mundo interior. São incapazes de reconhecer o Nada e darem sentido a suas próprias vidas. Como diz Montaigne, “meditar sobre a finitude é meditar sobre a liberdade”.

 

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*Fonte: pensadorcontemporaneo


A vida é trem bala, parceiro. E a gente é só passageiro prestes a partir…

Ouvindo a música Trem Bala, de Ana Viela, refleti o quão frágil a vida é e o quanto temos valorizado as coisas e descartando cada vez mais as pessoas.

Vivemos cansados e não conseguimos tirar um tempo para assistir àquele filme que tanto queríamos. Passamos horas e horas em frente ao computador, ao lado de livros, e cada vez menos tempo com quem realmente amamos.
A vida segue a uma velocidade assustadora, que não nos permite pausas e retrocessos, e tudo o que precisamos fazer é avançar.

Passamos a vida tentando alcançar o sucesso e nos esquecemos de alcançar as pessoas. Almejamos aprender a tocar algum instrumento, mas nos esquecemos de como é tocar um coração. Lutamos pelo sucesso com unhas e dentes, mas desistimos das pessoas nos primeiros erros. Abraçamos oportunidades e nos esquecemos de abraçar as pessoas.

Se existe algo que aprendi com todas as perdas, de pessoas que tanto amo, é que o hoje é tempo de amar, de pedir perdão e de perdoar. O hoje é tempo de se dizer que está com saudade e correr para um abraço cansado no final do dia, porque o depois pode não chegar e só a saudade não será suficiente para trazer quem amamos de volta, para viver momentos que não vivemos e fazer diferente.

Acreditamos tanto no sucesso e deixamos de acreditar em quem corre do nosso lado, de incentivar os planos e os sonhos de quem amamos. Quanto tempo você tira para ligar para aquele amigo que você não vê há tempo? Há quanto tempo você não aproveita tempo de qualidade para estar com quem gosta? Quanto tempo você tem investido em coisas, compromissos e interesses e não em quem realmente se importa com você?

Quanto tempo você investe em quem não repara no seu riso sincero e não aplaude as suas vitorias?
Repare bem, porque a vida é um trem bala e, quando se vê, tudo já passou. O maior tesouro que você pode ter é o amor de quem cuida e se importa com você, pois a vida é muito mais que viagens, dinheiro, sucesso e coisas.

A vida é sobre quem está ao nosso lado, quem segue nessa caminhada conosco e quem não abandona o barco quando a tempestade vem. A vida é muito mais do que carros, jantares caros, é sobre ter com quem contar quando você não tem nada e o outro se dispõe a ser tudo em nossas vidas.

 

Por isso, reafirmo: o tempo de amar e valorizar as pessoas é hoje, porque, como diz a música, “quando menos se espera, a vida já ficou pra trás”.

 

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*Fonte: osegredo / Thamilly Rozendo


Pessoas boas nos ensinam a amar. As más a não ser como elas!

Sim, existem pessoas más e elas, meu caro, estão separadas em dois grupos: as que ser orgulham de serem assim e deixam isso explícito em suas ações e as que fingem serem boas pessoas, disfarçando-se de amigos, namorados e familiares que “torcem” para o seu bem.

Provavelmente, você já conviveu com muita gente assim e só percebeu o nível de maldade, depois que saíram da sua vida. O comportamento delas é quase padrão: ficam mal ao verem o outro bem, se deprimem ao saberem que a amiga encontrou um grande amor e quase morrem quando testemunham o sucesso profissional do colega de trabalho.

Pessoas maldosas são tão perigosas quanto veneno injetado na veia. Manipuladoras, interesseiras, invejosas e fracassadas (sim, tudo isso), essas pessoas não conseguem ver a felicidade alheia com naturalidade e entusiasmo. Julgam-se merecedoras de toda a atenção do mundo e, muitas vezes, não medem as consequências de suas palavras ou atos.

Se na vida social conviver com elas é um martírio, na vida sentimental as coisas conseguem ser piores. Elas diminuem o parceiro frequentemente, humilham, traem e jogam no outro a culpa de todos os erros. Além de tentar convencê-lo de que eles possuem sorte em tê-los em suas vidas. Triste, não? Mas é assim que acontece.

Se eu pudesse te dar um conselho hoje seria: afaste-se! Mas, afaste-se muito! Corra na velocidade da luz dessas pessoas. Egocêntricas, elas não sabem o limite entre a falta de respeito e a brincadeira saudável. Utilizam-se das pessoas como marionetes, encontram motivos para denegrir a imagem dos outros e subestimam a inteligência alheia para esconder o mau caráter que possuem.

Muitas vezes não é possível nos afastar fisicamente de quem nos faz mal, às vezes, é necessário suportar a falsidade de colegas de trabalho, de um familiar invejoso ou de um “amigo” maldoso com pele de cordeiro, mas podemos nos afastar psicologicamente e sermos felizes sem elas.

Tomar distância dos conflitos que essas pessoas geram e não compactuar das maldades que praticam já é um bom começo. Einstein dizia que “o mundo não está ameaçado pelas pessoas más, e sim por aquelas que permitem a maldade” e eu concordo com ele. Não permita que seus princípios sejam corrompidos.

Quando você consegue fazer isso, a vida muda o rumo. Tudo começa a dar certo, os planos saem do papel, a vida financeira flui e o grande amor da sua vida chega. Parece exagero, não é? Mas, acredite, é exatamente isso que acontece! Porque você começa a desintoxicar seu coração e a perceber que a maldade que via nas pessoas, na verdade, era uma distorção da realidade alheia.

Deixe a maldade e a carga da consciência pesada para quem caminha com elas. Mantenha em sua vida pessoas humildes e sinceras. Dessas que carregam em sua essência a generosidade de um coração limpo e de uma alma leve e segue tua vida. Tudo é aprendizagem. Enquanto as pessoas boas nos ensinam a amar, as más nos ensinam a não ser como elas.

 

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*Fonte: resilienciamag


A História da Água Engarrafada – A grande mentira da Indústria


Você se auto sabota?

Achamos que queremos ser felizes. Mas , quando a vida oferece oportunidades de crescimento pessoal e profissional, por medo de enfrentar novos desafios , acabamos, muitas vezes, nos boicotando com atitudes aparentemente despretensiosas e inocentes, mas que revelam muito dos nossos piores medos e conflitos internos.

Antes de uma entrevista de trabalho importante, você aceita ir ao bar com os amigos? Você encara os elogios que te fazem sempre como uma estratégia para te pedirem um favor? Diante da possibilidade de crescer na carreira, você recua?

Você utiliza do perfeccionismo para arquivar ou adiar projetos? Você se agarra a decepções para se fechar para novas relações amorosas? Você prioriza amigos mais ou menos em detrimento do seu melhor amigo? Quando você está num relacionamento amoroso harmonioso, você pisa na bola, criando oportunidades para conflitos desnecessários?
Se grande parte das respostas acima for positiva, provavelmente você se auto sabota.

Achamos que queremos ser felizes. Mas , quando a vida oferece oportunidades de crescimento pessoal e profissional, por medo de enfrentar novos desafios , acabamos, muitas vezes, nos boicotando com atitudes aparentemente despretensiosas e inocentes, mas que revelam muito dos nossos piores medos e conflitos internos. Sob o viés da Psicanálise, não existem gestos sem importância. Coisas aparentemente simples como tamborilar enquanto o outro fala ou esquecer o nome de uma pessoa ou trocar uma palavra por outra ou fazer uma piada tem um sentido importante. Mas vamos aos exemplos acima?

Exemplo 1: Se tenho uma entrevista de trabalho , o natural é que descanse bastante para ela , com o objetivo de estar bem disposto e apresentar o melhor resultado possível. Se aceito ir ao bar justamente na véspera da entrevista , estou criando brechas para o “azar”. Estou criando a possibilidade de acordar no dia seguinte de ressaca ou muito cansado por dormir poucas horas. Posso ainda perder a hora. Em suma: eu crio as condições para me sair mal e depois ficar lamentando que eu perdi uma boa oportunidade.

Exemplo 2: Tudo bem que nem todos os elogios são sinceros. Tudo bem que muita gente elogia mesmo antes de pedir um favor. Por outro lado, muito elogios são verdadeiros. Quem se imagina sempre manipulado, não acredita nos próprios méritos . Não se enxerga como alguém digno de receber um elogio sincero.

Exemplo 3: Algumas pessoas vivem reclamando que não são valorizadas na empresa onde trabalham, mas quando surge a chance de receber uma promoção ou mudar de emprego, a pessoa se acovarda. Perde a data para enviar o currículo ou simplesmente não envia porque tem certeza de que não conseguirá a vaga.

Exemplo 4: Muitas pessoas se escondem atrás do perfeccionismo para não tentarem coisas novas. Elas respaldam a falta de ousadia para novas empreitadas com o argumento de que são perfeccionistas , de que ainda não estão prontas para executarem com a maior competência certas tarefas. Porém, nós nunca estamos totalmente preparados para nada. Estamos em constante aprendizado.

Exemplo 5: O amor , ou melhor dizendo, o desamor pode nos ferir profundamente deixando buracos na alma. Por outro lado, usar como pretexto uma decepção amorosa para nunca mais se envolver com ninguém, talvez seja , uma das mais severas formas de auto sabotagem.

Exemplo 6: Temos amigos e amigos em nossa vida. Alguns são entre aspas e outros são para valer mesmo. Com alguns , a gente vai conseguir apenas compartilhar algumas cervejas geladas e umas risadas. Pessoas que colocam em pé de igualdade amigos sociais com amigos de verdade , para todas as horas, corre o risco de ficar sozinho quando precisar de um apoio moral ou qualquer outro tipo de ajuda.

Exemplo 7: Algumas pessoas custam a encontrar o amor, mas quando finalmente encontram e estão bem, criam armadilhas para estragar a relação, para roubar a paz e a harmonia. Podemos sabotar uma relação amorosa de muitas formas , entre elas, criticando excessivamente o parceiro, fazendo piadas bobas que o ridicularizam na frente de terceiros, desmarcando compromissos na última hora, provocando de alguma forma o ciúme do outro.

Os exemplos aqui apresentados são apenas uma amostra de tudo que podemos fazer para estragar relações felizes , desmerecer amizades verdadeiras , impedir nosso desenvolvimento profissional.

Com o medo da perda , muitas pessoas preferem já abrir mão de quem e do que lhes faz feliz. Sabe aquele mecanismo da tragédia grega? Temos tanto medo de algo que acabamos conquistando para nós justamente aquilo que nos provoca mais terror?

 

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*Fonte: resilienciamag

 


As 7 realidades na vida

Existem 7 realidades na vida:

1- Você não pode passar sabonete nos olhos.

2- Você não consegue contar os seus fios de cabelo.

3- Você não pode respirar pelo nariz com a língua de fora.

4- Você acabou de tentar fazer o ponto anterior.

5- Você viu que consegue e parece um cachorro.

6- Você está rindo porque foi sacaneado neste momento.

7- Você vai copiar porque é legal sacanear os amigos.

 

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*Fonte: sabedoriapopular

 


Prova de amor


As pessoas querem que você esteja bem, mas nunca melhor do que elas

Algumas pessoas querem te ver bem, mas não melhor do que elas. Esse tipo de pessoa pode sentir apreço e carinho por você e se alegrar com as suas realizações, desde que o seu sucesso não supere o dela.

Este fenômeno de alta frequência pode ocorrer em diversas áreas: entre colegas de trabalho, entre os membros de uma mesma família, no grupo de amigos e até mesmo entre os casais. Então nos perguntamos: como é possível que isto possa acontecer entre pessoas que supostamente se amam?

Eu lhe respondo. O mundo está cheio de pessoas que se alegram quando as coisas não estão indo bem. Infelizmente, são muitas as pessoas que não suportam o sucesso daqueles que conhecem e preferem menosprezar ou ignorar esse momento de sucesso em vez de compartilhar a comemoração.

 

A armadilha da pressão social

É evidente que não podemos ser imunes a qualquer tipo de pressão social. Somos seres que vivem em sociedade e, como tal, é normal que em algum momento sintamos “pressão” pelas opiniões ou expectativas dos que nos rodeiam.

Vamos analisar uma situação típica. Você está contando para alguém da “sua confiança” quais são os seus objetivos ou ideias, algo que parece ser bom e você tem o carisma suficiente para realizá-los. Muitas vezes essa pessoa não mostra muito interesse, não o incentiva ou até mesmo tenta tirar “essas ideias” da sua cabeça.

 

Se você é uma pessoa que tem medo da rejeição ou de não atender às expectativas dos outros, sempre procura agradar aos demais. Dessa forma, permite que se crie um círculo vicioso como o exemplo abaixo:

1- Eu espero que os outros aprovem as minhas expectativas.

2-  Se não for aprovado, deixo de fazer o que realmente quero (porque acredito que o que eu quero “é absurdo”).

3- A minha autoestima diminui e com ela o meu amor próprio.

4- Eu volto ao ponto 1, pois como tenho uma baixa autoestima, sacrifico as minhas opiniões para adotar os critérios dos outros.

 

Amigos tóxicos que não querem o melhor para você

Aprenda como interpretar estas situações, de modo que reforce a sua capacidade de não se deixar enganar pelas pessoas. Tenha certeza de que a inveja de um amigo ou qualquer ente querido que vive ao seu redor pode ser mais prejudicial do que o ódio de um inimigo.

Um amigo que tenta ofuscar o seu brilho é um amigo que quer controlá-lo, e um amigo que quer controlá-lo é um invejoso. E por que sente inveja? Pode ser por diferentes razões: o seu relacionamento com as outras pessoas, as suas ideias, as suas aspirações, etc.

Na minha opinião, a palavra “tóxico” deveria ser um adjetivo incompatível com a palavra “amigo”. O antídoto para a toxicidade entre os colegas e amigos é aprender a acompanhar e celebrar os sucessos das pessoas ao seu redor, começando pelos amigos e familiares.

 

Aprenda a brilhar sem se sentir mal

Para você que eu não conheço (ou se conheço), quero dizer que existem pessoas que quando entram em uma sala, iluminam tudo com a sua luz. E elas são, entre outras coisas, pessoas humildes que aprenderam a admirar os outros sem se sentirem ameaçadas.

Elas deixaram de caminhar pela vida como uma mala, tomando más decisões somente para agradar o outro. Aprenda a ignorar o mundo e ouvir mais o que está dentro de você. Não deixe que ninguém destrua a sua originalidade e as suas aspirações (mesmo que acreditem que sejam absurdas).

Não perca o seu tempo com projetos medíocres ou que você realmente não quer apenas porque alguém da “sua confiança” fez você duvidar de seus pontos fortes. Não pague o alto preço de se transformar em alguém artificial somente para conseguir o aplauso que você já merece, simplesmente sendo como você é.

 

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*Fonte: amenteemaravilhosa

 


Só 3 palavras


10 razões para namorar um motociclista

1. Temos um senso de aventura maior
Você conhece o velho clichê sobre gostar de longas caminhadas na praia? Pois nós gostamos de longos rolés na praia, montanhas, desfiladeiros, desertos… Sempre teremos algo para desfrutar em praticamente qualquer destino de viagem. Nos dê uma boa estrada e um belo destino, e estamos prontos. Esqueça passagens aéreas caras, hotéis e restaurantes cinco estrelas… A gente já fica feliz de comer em uma boa lanchonete ao final de um dia inteiro pilotando.

2. Nós não morremos de medo do mundo à nossa volta
Motociclistas são lembrados constantemente da sua mortalidade: “meu parente/irmão/amigo/amigo do meu amigo morreu andando de moto” ou “esse negócio é perigoso, sabia?”. Sim, a gente sabe. Mas a gente também sabe que podemos morrer andando a pé na rua, em um avião ou por alguma doença ou vírus qualquer. E isso nos leva de volta ao item nº1 da lista: queremos nos divertir e tentar coisas novas.

3. Somos bons controlando orçamentos
Claro, cada um de nós tem maneiras diferentes de fazer isso… Mas todos nós sabemos como controlar um orçamento. Aquele upgrade na moto pode custar mil reais, mas a gente vai largar mão de comprar roupas novas ou de sair para jantar fora por algumas semanas para conseguir o dinheiro. Nós vamos entender quando você não quiser gastar R$200 naquele restaurante cinco estrelas da moda, e vamos ficar empolgadíssimos se você preferir fazer um churrasco ou trocar um óleo na garagem (com duplo sentido e tudo).

4. Nós gostamos das pequenas coisas da vida
O som por detrás do topo de uma montanha coberta de neve, um pequeno tufão de poeira no horizonte, a névoa deslizando pelo campo, esses são os momentos que mexem com o nosso coração. A transição de uma asfalto danificado pelo clima para um asfalto novinho deixa a gente muito feliz. Esqueça as reclamações constantes, a gente sabe como olhar para o lado bom da vida.

5. Somos dedicados
Para muitos, andar de moto não é só mais uma maneira de chegar ao trabalho… É um estilo de vida. Um que vai ficando cada vez melhor quando você dedica mais tempo a ele, o que geralmente não é fácil. Não é algo que você consegue largar com um estalar de dedos, e esse tipo de dedicação costuma transbordar para outras áreas das nossas vidas. Quando as coisas ficam difíceis, motociclistas continuam em frente. Estamos sempre dispostos a ajudar outros motocliclistas, e geralmente temos um grande senso do mundo ao nosso redor. E que diabos isso quer dizer? Quer dizer que nós ajudamos uns aos outros. Não se meta com a família dos motociclistas.

6. Somos observativos
Nossas vidas dependem de olhar para tudo ao nosso redor e de enxergar o que estamos vendo, por isso você vai estar mais seguro ao nosso lado. Se algum dia servirmos de motorista para você em um carro, você pode ter certeza de que a gente ESTÁ vendo aquele idiota prestes a nos fechar. A gente sempre lembra de olhar para os dois lados, e fazemos nossa checagem “pré-vôo”, e a gente sempre se lembra de buscar aquele item no caminho de casa (apesar de escolhermos o caminho mais longo).

7. Somos adaptáveis
Surgiu um imprevisto? Sem problemas. Teve que cancelar os planos? Tranquilo, a gente vai sair em um encontro com o nosso primeiro amor… Nossa moto. Quando você se acostuma com a estrada, você se acostuma a ir com a maré. Pneus furados e baterias arriadas acontecem, então a gente entende sobre imprevistos e como fazer as coisas funcionarem.

8. Não somos grudentos
Mensagem de texto de hora em hora? Provavelmente não, a gente está muito ocupado andando de moto ou trabalhando para pagar nossa próxima viagem/revisão/upgrade. Ser motociclista dá um certo nível de independência, o que nós permite ter nossas próprias vidas dentro de um relacionamento.

9. Fazemos as melhores massagens
Em sua maioria, as mãos de um motociclista não são delicadas, macias e fracas. Graças as longas horas viajando e mexendo nas motos, eles vão ter mãos mais fortes, o que significa massagens mais longas e melhores. Além disso, após horas na estrada, a gente sabe onde fica aquele nó nas suas costas. De nada.

10. Nossos gestos românticos são sensacionais
Vou usar alguns estereótipos (considere-se avisado). Claro, uma garota que faz biscoitos para você é sensacional. Mas se ela chega para entregá-los de moto para você, e ainda melhor. E lógico, um cara chegando com um buquê de rosas é adorável. Mas um cara batendo na sua porta de capacete, com uma única rosa que ele carregou nos dentes por quilômetros até chegar na sua casa, é ainda mais adorável. Golaço.

 

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*Fonte: olddogcycles / MotoLady


45 lições de vida, escritas por um senhor de 90 anos

1. A vida não é justa, mas ainda é boa.

2. Em caso de dúvida, simplesmente dê o próximo passo.

3. A vida é curta demais pra não se aproveitar dela.

4. Seu trabalho não vai cuidar de você quando estiver doente. Sua família e amigos irão.

5. Não compre coisas que não precisa.

6. Você não precisa vencer todas as discussões. Apenas se mantenha honesto consigo mesmo.

7. Chore acompanhado. É mais edificante que chorar sozinho.

8. Tudo bem ter raiva de Deus. Ele aguenta.

9. Economize para coisas que importam.

10. Quando o assunto é chocolate, resistir é inútil.

11. Faça as pazes com o passado para não cagar o presente.

12. Tudo bem se seus filhos te verem chorar.

13. Não compare sua vida com a dos outros. O caminho deles é diferente do seu.

14. Se um relacionamento precisa ser secreto, você não deveria estar nele.

15. Tudo pode mudar num piscar de olhos, mas não se preocupe, Deus não pisca.

16. Respire fundo. Fazer isso acalma a mente.

17. Se livre de tudo que não for útil. Peso extra te atrasa de muitas maneiras.

18. O que não te mata te fortalece, de verdade.

19. Nunca é tarde demais pra ser feliz, mas isso é responsabilidade sua e de mais ninguém.

20. Quando o assunto é perseguir os amores da sua vida, não aceite não como resposta.

21. Queime  os incensos, use seus melhores lençóis, use roupas íntimas extravagantes. Não guarde essas coisas pra uma ocasião especial. Hoje é

especial.

22. Se prepare bastante, mas quando começar, vá com a onda.

23. Faça loucuras agora mesmo. Não espere ficar velho para vestir púrpura.

24. O órgão sexual mais importante é o cérebro.

25. Ninguém está na chefia da sua felicidade além de você mesmo.

26. Etiquete cada coisa que chamarem de desastre com o rótulo “Isso vai importar daqui a cinco anos?”

27. Sempre escolha viver.

28. Perdôe, mas não esqueça.

29. O que as outras pessoas pensam não te interessa.

30. O tempo cura quase tudo. Dê tempo ao tempo.

31. Não importa se uma situação é boa ou ruim, ela vai mudar.

32. Não se leve tão a sério. Ninguém leva.

33. Acredite em milagres.

34. Deus te ama porque é Deus, não por causa daquilo que você fez ou não fez.

35. Faça o que der pra ser feito agora, agora e não depois, e o que sobrar faça depois.

36. Seus filhos terão apenas uma infância.

37. Ficar velho é melhor que a outra alternativa – morrer jovem.

38. O que mais importa no final é que você amou.

39. Saia de casa todos os dias. Milagres esperam em todos os lugares.

40. Se todos nós jogássemos nossos problemas numa pilha, veríamos os problemas dos outros e pegaríamos os nossos de volta.

41. Inveja é perda de tempo. Aceite o que você já tem, não aquilo que você acha que precisa.

42. O melhor ainda vai aparecer…

43. Não importa como você está se sentindo, se levante, se arrume e compareça.

44. Produza.

45. A vida não vem enrolada com um laço de fita, mas ainda é um presente.

 

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*Fonte: osegredo


A vida é uma sequência de tapas na cara

É isso mesmo. Tapas na cara. Bofetadas estaladas e sem pudor que esfolam a carne das bochechas indefesas.

Não tem jeito, não tem saída. Quando se acha que está tudo bem, ela surge, intrépida, pra provar que “tudo bem” é só uma invenção que dissimula nossas falhas e temores. Se, num momento inocente, o caminho parece reto, é porque ela está na caixa de Pandora engenhando o próximo baile.

Tapas na cara são excelentes para eliminar certezas. O indivíduo está lá, todo convicto de sua estrada, gestando em si um bocado de verdades… Começa a se achar interessante; tocar um projetinho tímido; colocar um pé atrás do outro, numa frágil linha reta… Incauto! O cenário da segurança é o preferido da hospedeira. É porrada para todo lado.

Basta que se descuide das palavras, dos hormônios ou dos sonhos (ou de qualquer das fraquezas humanas). Dar a qualquer desses um instante de autonomia é a certeza de plantar o golpe certeiro. Falar demais é porrada certa. Falar de menos também. Obedecer ao corpo — tão cru, tão vil — é construir o próprio abismo. Dar vazão aos sonhos — esses tolos incansáveis — é subir bem alto só para mirar o vale de cima. O segredo é querer nada para ser livre.

As bofetadas vêm sob formas diversas: um amigo que decide liberar os cachorros, um familiar que cisma de puxar o tapete, uma oportunidade que dá as caras e se recolhe após causar frisson. Pode ser um livro cheio de carapuças prontinhas para ser usadas, ou uma situação embaraçosa que arranca todo mundo da inércia de uma só vez. Pode, ainda, ser a sutil ausência da palavra, aquela plácida nudez carregada de fel, que encontra na pele da cara uma morada incompetente.

Só que a gente, essa manada de bobocas, tem mania de mirar o queixo para o céu. E se levanta, e cospe poeira, e se irrita, e cai do precipício. Mas lá se manda o queixo para o céu de novo. Vai entender. A vida é tapa atrás de tapa. Mas a gente é cara de ferro e um dia entende que muito buscamos porque nada somos.

 

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*Fonte: revistabula/ Lara Brenner


Tarantino e a Vida


Não agrade os ingratos, nem sirva aos folgados

Passamos muito tempo fazendo a coisa certa para as pessoas erradas, sofrendo as consequências das péssimas escolhas pelo caminho, sofrendo à toa por coisas inúteis e gente sem conteúdo, alimentando vãs esperanças em relação ao que não tem a menor chance de vir a acontecer. Perdemos muito tempo investindo no vazio, esperando retorno do que não volta, aguardando sorrisos de quem nem nos olha direito. É preciso focar no que é real, pois, mesmo que não haja muito de verdadeiro nesses terrenos, esse pouco bastará.

Precisamos parar de tentar agradar aos ingratos, às pessoas descontentes e incapazes de receber algo de fora. Existem indivíduos que se encontram por demais fechados ao acolhimento do que não se encontra dentro deles, do que não faz parte daquele mundinho em que eles se fecham, presos a crenças e sentimentos que não mudam, não são repensados, não saem do lugar. Tentar alcançá-los é inútil.

É necessário evitar a servidão aos folgados, aos aproveitadores, a quem não sai do lugar por si só, a quem foge a qualquer tipo de responsabilidade, pois sabe que alguém sempre fará por ele. Temos que ter clareza quanto ao que realmente devemos e poderemos tomar para nós, ou acumularemos cargas de bagagens que não são, nem de longe, relacionadas às nossas vidas. Muita gente precisa de ajuda, sim, mas muitos precisam é de vergonha na cara.

Não podemos nutrir amizades duvidosas, com pessoas que não expressam a menor necessidade de nós, como se tanto nossa presença quanto nossa ausência fossem a mesma coisa, algo sem importância, invisível, dispensável. Nem todos de quem gostamos irão gostar de nós, o retorno da estima e da afeição nunca é uma certeza, portanto, há necessidade de que adentremos exclusivamente os encontros verdadeiros.

Não é fácil nem tranquilo conseguirmos acertar quanto ao que poderemos regar com a certeza de retorno e reciprocidade, uma vez que as pessoas, os acontecimentos, a vida, tudo é imprevisível. Embora muito do que acontecerá em nossas vidas não possa ser controlado, mantermos sob controle nossas verdades e a certeza de que merecemos ser felizes nos tornará mais fortes diante dos tombos, sem que desistamos de nossos sonhos.

 

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*Fonte: resilienciamag / Prof. Marcel Camargo


Uma boa dica


Tudo que damos, nós recebemos de volta… No universo é assim!

O dar e o receber

Nós já entendemos que na vida tudo o que damos, nós recebemos de volta. Lei do carma, ação e reação. Tudo no Universo é assim. Toda energia que expressamos de dentro para fora retorna até nós.

Ela pode ser expressada por atitudes, palavras, gestos, pensamentos, não importa sua forma, mas vale a consciência de que absolutamente sempre ela retornará. Vejo muita gente querendo manipular essa energia e são constantemente surpreendidos pelo retorno negativo de suas atitudes porque não compreenderam a energia não é criada somente pela mente, mas sim, pela emoção em ação. Exemplifico:

Será aniversário do Joãozinho e lhe darei um presente para ele gostar de mim. Imagino que quando chegar o meu aniversário ele me dará um presente também e assim ficarei amiga dele. E ser amiga dele será muito bom porque terei muitas regalias já que ele tem um excelente trabalho.

Penso isso e dou o presente para o Joãozinho, Joãozinho que nunca quis ser seu amigo, agradece gentilmente meu presente e depois, segue me ignorando ou não sendo meu amigo. E o pior, naquela semana o povo do telemarketing descobre o meu telefone e me ligam constantemente, assim me deixando irritada. Xingo o telemarketing sem me dar conta que fui eu mesmo que criei tudo isso a minha volta. Por que? Minha mensagem para o Universo foi: Estou carente, não gosto da minha vida e quero ter algo que não tenho. Vou “sugar” do Joãozinho algo que eu não tenho e gostaria de ter. E assim, para mim, retorna pessoas que de certa forma estão me dando atenção e que também querem sugar algo de mim.

Portanto, o grande pulo do gato para desmistificar isso é: a sua ação deve ser genuína, ou seja, vinda do coração. Para isso, deve estar sempre atento em como andam suas emoções, como você está se sentindo para compreender o que está emitindo. Quando agimos pelo coração, nós agimos pelo prazer de agir e não esperamos por resultado nenhum. Assim, nós somos surpreendidos pela vida com resultados inesperados. Exemplifico novamente:

 

    Eu estou no supermercado fazendo compras rotineiras para a casa. Passo pela estante dos vinhos que me chamam a atenção por estarem em promoção. Começo a ver se há algum vinho que me apetece, até que uma garrafa me lembra do Joãozinho, e eu penso: “ Nossa, ele foi nessa vinícula nas últimas férias e me falou maravilhas desta viagem”. Pego uma garrafa para mim e em seguida, intuitivamente, me lembro que será aniversário dele em dois dias e decido levar uma para ele também…. Quando dou o presente ele é surpreendido e se encanta por minha gentileza. Assim, sem qualquer “segunda intenção”, criamos uma conexão emocional.

 

Neste segundo exemplo, fica claro que minhas emoções comigo mesma estão alinhadas com minha mente. Estou bem e segura comigo, não há carência ou insegurança como no outro caso onde eu queria fazer algo para agradar, onde eu me sentia em desvantagem pela vida. Escolho dar algo para ele apenas pelo meu prazer em presentear e algo que faz sentido porque de fato me lembrei genuinamente dele. É um sentimento que me faz bem, consequentemente, fará bem a ele também. Dias mais tarde posso receber uma ligação de algum amigo que mora longe e que pensou em mim, ou mesmo, ganhar algumas frutas de um feirante onde costumo comprar. O universo é assim… tudo flui, naturalmente.

Gosto da frase “deixe de lutar com a vida e ela te ajudará”. Acredito que esse é um segredo. Nos conectarmos com nossas emoções, aceitá-las e fluir. Sem luta, com união. Menos mente, mais coração. Menos fórmulas, mais ações. Menos teorias, mais práticas. E lembre-se, a vida é uma constante abundância. Ela está em todos os lugares, só precisamos percebê-la.

 

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*Fonte: osegredo / Helena Verhagen

 

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Quando você se permite o que merece, atrai o que precisa

Vamos começar com um pouco de reflexão … O que você acha que merece hoje?

Você pode ter pensado em um descanso. Ou talvez que o tempo passasse um pouco mais lento para, assim, apreciar tudo ao seu redor. Aproveitar o “aqui e agora”, sem estresse, sem ansiedade.

Você também pode ter pensado “mereço alguém que me ame”, ou que me reconheça um pouco mais. Você tende a trabalhar duro pelo outro e nem sempre se sente recompensado.

Todos, em nosso interior, sabemos o que merecemos. No entanto, reconhecer isso é algo custoso, pois pensamos se tratar de uma atitude egoísta.

Como dizer em voz alta coisas como “Eu preciso que me amem”, “Eu mereço ser respeitado”, “Eu mereço ser livre e ter o controle da minha vida”? Na verdade, basta dizer a si mesmo.

Não se engane, priorizar-se um pouco mais não é uma atitude egoísta. É uma necessidade vital, é crescimento interno para sermos felizes.

Te convido a refletir.

 

Atitudes limitantes

Muitos de nós tendemos a desenvolver ao longo de nossas vidas, muitas atitudes limitantes. Eles são crenças arraigadas às vezes durante nossa infância, ou desenvolvidas com base em experiências específicas.

Elas são os pensamentos expressos em frases como “Não tenho utilidade para nada”, “Não sou capaz de fazer isso, vou falhar”, “Para que tentar se as coisas sempre dão errado?” …

Uma infância difícil com pais que nunca nos deram segurança, ou mesmo relações afetivas com base na manipulação emocional, muitas vezes nos limitam quase de forma decisiva. Tornamos-nos frágeis no interior, e vamos poupo a pouco diminuindo nossa autoestima.

Reestruture suas crenças. Você é mais do que suas experiências, você não é quem te causou dano ou quem levantou paredes para privá-lo de sua liberdade. Você merece o progresso, merece olhar dentro de si mesmo e reconhecer o seu valor, sua capacidade de ser “encaixar” na vida e, acima de tudo, de ser feliz …

 

O que você merece, o que você precisa

O que merecemos e o que precisamos não estão tão unidos assim. Um exemplo: “Preciso de alguém que me ame.” É um desejo comum. No entanto, vamos começar mudando a palavra “PRECISO” por “MEREÇO”.

Você merece alguém que pode ler suas tristezas, que atenda às suas palavras, que possa decifrar seus medos e seja o eco da sua risada. Por que não? Mudando a palavra “preciso” por “mereço”, removemos esse vínculo tóxico de dependência que, por vezes, se desenvolvem em nossos relacionamentos.

“Se precisamos de algo para sermos felizes, tornamo-nos prisioneiros de nossas próprias emoções.”

Comece consigo mesmo. Seja a pessoa que gostaria de ter ao seu lado … aquela que merece te acompanhar nos passos de sua vida. No final, alguém vai se encaixar com você. Mas comece com essas dimensões importantes:

◾Liberte-se de seus medos.
◾Tire vantagem de sua solidão, aprenda a ler seu interior, mostre mais empatia consigo mesmo e com os outros.
◾Cultive seu crescimento pessoal, desfrute de seu presente, de quem você é e como é.
◾Aprenda a ser feliz com a humildade, ego desativado, amadurecimento emocional.

“Quando você se der tudo o que merece, ao se tornar a melhor versão de si mesmo, chegará o que precisa.” Priorizar-se não é egoísmo

Muitas vezes, no início, ficamos presos a esses pensamentos limitantes. Há quem encontre sua felicidade fazendo de tudo para os outros: cuidando, servindo, abrindo mão de certas coisas pelos outros.

Podemos ter sido educados assim. Mas há sempre um momento em que fazemos um balanço e algo falta. Aparece o vazio, a frustração, a dor emocional …

Como tudo na vida, existe a harmonia, a combinação do seu espaço e meu espaço, as suas necessidades e as nossas necessidades. A vida em família, com amigos ou em qualquer contexto social, deve ser construída por meio de um equilíbrio adequado onde todos ganham e ninguém perde.

No momento em que há perdas, deixamos de ter controle sobre nossas vidas, deixamos de ser protagonistas para nos tornarmos jogadores secundários.

Reflita por um momento sobre estes poucos pensamentos:

◾Eu mereço um dia de folga, só para mim. Isso vai me dar o que preciso: pensar livre de estresse e relativizar as coisas.
◾Eu mereço ser feliz. Talvez seja hora de “deixar ir” certas pessoas, ou aspectos da minha vida. Isto irá permitir-me conseguir o que preciso: uma nova oportunidade.

Nós todos merecemos deixarmos de ser prisioneiros do sofrimento, de nossas próprias atitudes limitantes. Abra seus olhos para o seu interior, decifre suas necessidades, ouça sua voz. No momento em que você permite-se o que merece, chegará o que precisa.

 

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*Fonte: resilienciamag

 


Sempre cansado? Provavelmente é porque seu corpo é ácido demais!

Você constantemente se sente cansado e desgastado?

Você acha que precisa de estimulantes como o café para conseguir enfrentar a manhã ou o resto do dia? Sua primeira ação pode ser obter mais sono, mas e se você dormir 8 horas por noite e ainda se sentir cansado na hora de levantar?

A resposta pode ser uma condição que muitas pessoas sofrem, mas não sabem, a fadiga adrenal. Pode ser facilmente diagnosticada por médicos devido às diferentes maneiras em que se manifesta, geralmente como irritabilidade geral, sentimentos de infelicidade e depressão. Na verdade, estima-se que quase 80% das pessoas experimentam fadiga adrenal em sua vida, mas nunca a diagnosticam.

Fadiga adrenal é causada por uma série de coisas, incluindo o estresse prolongado que ativa as glândulas suprarrenais, que ficam sobrecarregadas e, consequentemente, afetam o equilíbrio químico natural dentro do corpo. No entanto, há uma grande causa que muitas vezes fica esquecido, os importantes níveis de pH dentro do nosso sangue.

 

Como os níveis de pH no sangue causam fadiga adrenal?

O nível de pH ideal para o sangue fica em torno de 7,35. Uma gota ou um aumento pode ter um efeito enorme sobre como agimos em nosso cotidiano, então nossos corpos buscam maneiras de manter o contrapeso do pH certo!

O problema principal vem quando os níveis ácidos aumentam demais – isto é chamado de acidose, e pode ser causado pelo que você come e bebe. As células vermelhas do sangue em seu corpo alegremente movem-se, transportando oxigênio para cada célula, e para fazer isso elas precisam ter uma carga negativa, a fim de repelir umas às outras.

Isso as ajuda a mover-se através de pequenos capilares de forma fácil e eficiente, mas quando há muito ácido presente, ele começa a interagir com esta importante carga negativa, resultando em sangue fluindo dificilmente e oxigênio não sendo entregue em um padrão consistente.

Isso também enfraquece os glóbulos vermelhos, o que significa que eles podem morrer, o que, por sua vez, produz mais ácido. O ponto de tudo isso é que seus níveis de energia diminuem mais e mais ao longo do tempo, resultando em uma fadiga crônica que o sono simplesmente não consegue resolver.

 

De que forma o que você come afeta seus níveis de pH do sangue?

Você ficará surpreso ao saber que não são os alimentos e bebidas óbvias que fazem com que seus níveis de pH se tornem ácidos. Há muitos alimentos despretensiosos que podem ter um efeito ruim sobre o nosso sangue, por isso não ache que o suco de laranja ácida que você bebe é uma causa direta. Aqui está o porquê.

O ácido de tudo o que comemos é secretado em nossos estômagos. Uma vez que a digestão é longa, é o ácido residual ou alcalino do alimento que é passado para o sangue. Alimentos e bebidas, como café, álcool e proteína animal, deixam um resíduo ácido que o corpo absorve.
Mesmo alguns frutos do mar, podem ser um dos alimentos mais ácidos que você pode comer – algo que você não atribui a seu cansaço!

 

De que maneiras posso aumentar meus níveis alcalinos de pH?

A maneira mais eficaz de combater níveis de pH ácido elevados é comer alimentos que são altamente alcalinos. É importante entender quais tipos de alimentos e bebidas fornecem o resíduo alcalino necessário para diminuir os níveis de ácido.

 

Isso não significa cortar completamente alimentos acidificados de sua dieta, mas gradualmente elimine um ou dois tipos de alimentos para ver o quanto afeta seu cansaço.

Aprender os diferentes níveis de pH dos alimentos é fundamental para ajustar a sua dieta.

 

.  Grupos de alimentos que aumentam a acidez: carne e aves (proteína animal), peixe, laticínios, ovos, grãos e álcool.

.  Alimentos que aumentam os níveis de alcalinidade: frutas, nozes, legumes e vegetais (proteínas vegetais).

.  Alimentos que têm níveis de pH neutros: gorduras naturais, amidos e açúcares.

Beber muita água é crucial para ajudar a combater a fadiga geral – funciona um pouco como regar uma flor murchando. A água não é ácida nem alcalina, mas há maneiras de torná-la mais alcalina: adicionando bicarbonato de sódio ou até mesmo suco de limão a ela.

Ao experimentar fadiga crônica, é importante visitar o seu médico para eliminar quaisquer condições graves que possam estar causando isso.

 

Dormir o suficiente e fazer exercícios regularmente é sempre uma parte importante de um estilo de vida saudável e pode ajudar a diminuir qualquer cansaço que você experimenta.

No entanto, se todos os outros meios de compreender a sua fadiga estão falhando, comece a eliminar os alimentos ácidos e introduzir variedades mais alcalinas para ver a diferença.

 

* Nota: As informações e sugestões contidas neste artigo têm caráter meramente informativo. Elas não substituem o aconselhamento e acompanhamentos de médicos, nutricionistas, psicólogos, profissionais de educação física e outros especialistas.

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*Fonte: osegredo

 


Diferenças entre pessoas interessadas e pessoas interessantes

As pessoas interessantes são aquelas que você encontra buscando recordações em seu baú. São as que lhe oferecem conhecimentos, experiências e bons sentimentos. As pessoas interessantes, diferentemente das pessoas interessadas, não exigem, elas oferecem.

Oferecem momentos de qualidade, não exigem minutos do seu relógio nem dias do seu calendário. Não são impontuais na vida, pois elas permanecem. Elas não buscam sua máxima atenção, a captam. Não olham as suas relações com outras pessoas com maus olhos, mas se alegram por outras pessoas lhe oferecerem felicidade.

Por isso, a principal diferença é vista de longe. Porque não é quem diz gostar de você, é quem demonstra isso. É quem, nos seus maus momentos, simplesmente conjuga o verbo ESTAR. Quem, com um olhar, se faz cúmplice do seu bem-estar e do seu mal-estar.

As pessoas que não são interessadas são aquelas que não te deixam vazio e não julgam seus comportamentos, são aquelas que não são devoradas pelos ciúmes e levam suas falhas para o campo do esquecimento e do perdão.

 

Há muita gente interessante, mas também há quem tenha comportamentos interessados. Há muita gente que só fala, mas também há quem escute. Há muitos que criticam, mas também há os que compreendem…

 

 

As pessoas interessantes nos transformam em indivíduos melhores

O simples fato de que o vínculo com alguém o transforme em uma “pessoa melhor” é um indício claro de que essa pessoa deve estar na sua vida. Conectar-se intensamente e saber que somos amados é um bálsamo de vida poderoso.

Quando temos pessoas interessantes ao nosso redor, a carga é mais suportável e o caminho é mais divertido.

As pessoas interessadas cancelam quando o vento não sopra na direção que elas querem. Desconectam sentimentos e quebram a ligação com más ações, com um rápido desinteresse que deixa as nossas papilas gustativas focadas em um sabor amargo.

Sabores amargos que devem ser substituídos. Custe o que custar, trata-se de sobrepor sensações, de afogar as angústias, de viver o luto, de colocar de lado as expectativas da nossa mente para assumir a realidade.

 

Quem espera se decepciona

Há pessoas que falham conosco e pessoas com as quais falhamos. Isso é inevitável na evolução da vida. Temos que partir do pressuposto de que as relações e o que esperamos delas são, por definição, mutáveis.

Por isso, para superarmos uma decepção, a primeira coisa que devemos fazer é trabalhar nossas expectativas e permitir que as relações fluam em conformidade. Quando deixarmos de colocar esse tipo de obstáculos, iremos notar que tudo se torna muito mais simples, que podemos dizer adeus às necessidades e que teremos tirado pedras da nossa mochila.

O objetivo final é enquadrar nossas expectativas em nós mesmos, e não nos outros, pois além de muitas vezes sermos injustos, isso nos leva à decepção. Esta desilusão ou decepção costuma produzir certa desconfiança e, portanto, estados emocionais indesejáveis e atitudes pouco saudáveis.

Estamos tão doentes de certeza que não conseguimos tolerar a incerteza em nossas relações. Por esta razão, a única saída que pode evitar que nos sintamos abandonados ou decepcionados é trabalhar nossos medos e nossos aspectos emocionais mais íntimos, de forma a não dependermos dos outros para sermos felizes.

Ou seja, é muito angustiante pensar que a pessoa que você ama pode deixar de te amar, mas tome cuidado para que esse medo não se una a inseguranças e idealizações.

O fato de alguém não ficar atrás de você a cada segundo ou não agir com o nível de detalhe que você teria tido não significa que essa pessoa não o ama. Simplesmente significa que vocês são pessoas diferentes.

Mas se alguém não o atende nunca, já não se trata de uma questão de expectativas, mas de falta de respeito e de interesse. Feliz ou infelizmente, isto só se aprende através da experiência.
A melhor forma de nos protegermos e curarmos as más experiências é nos desfazendo das nossas expectativas e das imagens que formamos. Nem todo mundo é bom e ninguém é perfeito, por isso, a nossa reação irá depender do valor que iremos atribuir a cada fator de influência.

 

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*Fonte: amenteemaravilhosa / Raquel Brito

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Sobre a equação idade x velhice

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Você é livre quando pensa

Um dos maiores desejos dos seres humanos é ser livre. Trata-se de um bem precioso que às vezes é difícil de encontrar. Quantas vezes você se sentiu preso a uma pessoa ou a seu próprio trabalho? Em que ocasiões você percebeu que estava preso, sem poder ir para a frente? Nem sempre a liberdade é roubada de nós pelas circunstâncias ou pelos demais. Somos nós mesmos que muitas vezes a entregamos ou a vendemos por um preço muito baixo.

Ser livre tem mais a ver com a percepção do que com a realidade. Portanto, uma pessoa que vive na prisão pode se sentir muito mais livre do que aquela que está rodeada por seus entes queridos. Uma maneira de perceber isso de forma plena é o fato de viajar. Muitas pessoas são viciadas nisso porque pular de um país para o outro lhes dá a sensação de que é sua vontade, e não as convenções sociais, que orienta seus passos.

 

Deixe de se preocupar com o peso do material

A era em que vivemos agora e o pensamento predominante em torno de nós é muito materialista. Damos um poder extremo ao acúmulo de riquezas e a coisas que não são realmente úteis para nós. No entanto, o fato de tê-las nos torna felizes? Agora poderia ser um bom momento para se livrar de tudo aquilo que nos cerca, mas que não serve para nada.

Doar para várias organizações roupas, brinquedos, objetos úteis e outros decorativos pode ser uma experiência tremendamente libertadora. Não só porque você está fazendo a limpeza e colocando fora tudo aquilo que estava ocupando espaço, mas também porque está dando a possibilidade de que outras pessoas possam dar algum uso ao que você acumulou.

Talvez eles se sintam muito mais livres do que você. Porque não é preciso ter muito para se sentir livre, não é preciso ter muito dinheiro para se sentir leve. Acreditamos que todas aquelas roupas em nosso armário são necessárias, mas… na verdade você não sempre usa quase sempre as mesmas? De fato, tenho certeza de que existem roupas que você nunca mais vai usar.

Essas preocupações que passam pela sua mente, como “posso precisar disso amanhã”, “e se eu tiver vontade usá-lo em uma ocasião especial?”, são pensamentos que estão limitando sua liberdade. Você deve preencher sua vida com coisas de que realmente vai precisar, mas só aquilo que realmente faz falta, e limpe tudo aquilo que está apenas ocupando um espaço que deve ser livre.

 

Para ser livre, seja você mesmo

Não há pessoa mais escrava do que aquela que não conhece a si mesma.

Existem muitas cadeias em nossa mente das quais precisamos nos libertar. Mas não podemos fazer isso se não nos conhecemos, se nos recusamos a fazê-lo. Portanto, não tenha medo de começar a tomar pequenos passos em direção ao caminho da sua liberdade.

Seja coerente com seus valores: quando você vai contra eles, provavelmente vai se sentir desconfortável. Você está traindo a si mesmo e isso o transforma em alguém menos livre. Às vezes é complicado segui-los, sermos fiéis aos nossos valores. No entanto, você vai ver que é o seu medo que fala quando não os considera para direcionar o seu comportamento.

Deixe as expectativas de lado: as expectativas nos levam a uma terrível saída: a decepção. Por isso, é melhor ter objetivos realistas que permitam definir metas intermediárias e metas finais realizáveis. Não espere milagres, porque o sucesso é construído passo a passo. Focar no presente será um ponto a seu favor, porque desfrutar da viagem sempre o tornará mais livre.

Jamais deixe de se surpreender: se você ouve piadas porque se surpreende em circunstâncias que os outros acreditam que não deveriam ser extraordinárias porque você “já é adulto”, saiba que este é um erro, uma tentativa de aprisioná-lo.

Não esconda a sua capacidade de se fascinar, até mesmo com as menores coisas.

 

Continue sonhando acordado, viajando e conhecendo mais a si mesmo. As pessoas vivem rotuladas pelo que é “certo” e aceitável para os outros. No entanto, investir no que lhe faz feliz é o que vai permitir que você seja uma pessoa realmente livre.

Todos nós temos medo de sair do caminho que os outros marcaram pra nós. Nossas crenças, o que é certo ou errado, aquilo que ensinam como as boas maneiras de fazer as coisas, são aspectos que nos marcam. No entanto, ser livre é muito diferente para uns e para outros. Hoje você tem a oportunidade de começar a ser. Você tem coragem de dar o primeiro passo?

 

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*Fonte: amenteemaravilhosa

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Nosso encontro era inevitável

Ao longo da vida conhecemos muitas pessoas. Algumas nos ensinam muitas coisas úteis para o resto da vida, outras não nos ensinam nada, ou pelo menos é o que acreditamos.

Também conhecemos muitas pessoas que, mesmo quando estamos em nosso pior momento, sabem tirar nossa essência sem fazer nenhum esforço. Talvez não tenham esse mesmo efeito em outros, mas em você sim.

Outras passam por nossa vida sem que haja uma amizade e conhecimento mútuo, mas seu trabalho e obra deixam marcas em nossa forma de entender o mundo.

 

“O encontro entre duas pessoas é como o contato de duas substâncias químicas: se houver alguma reação, ambas se transformam”.
– Jung –

 

Uma vez li que é preciso tentar ser a pessoa que você gostaria de conhecer. Isso é difícil, muitas vezes duvido de quem sou e de onde se encontra a verdade, mas é verdade que quanto mais duvido e mais me coloco à prova, melhor me sinto em minha própria pele.

Não posso negar que minha existência não está condicionada por uma grande espiritualidade, por um grande trabalho humanitário ou por um fascínio em algum campo concreto da vida.

O que me fascina são as pessoas que passaram em minha vida e me fizeram, por sua vez, ficar fascinado por tudo que antes parecia inerte.

Porque a felicidade não é real se não for compartilhada.… mas se for compartilhada com alguém que não nos transmite nada, a solidão, então, será repouso e calma.

Por essa razão, defino a minha história com base nos encontros mágicos que pessoas me deram ao longo dela. Essas que fazem com que o coração encolha, com que os olhos lacrimejem pela boa nostalgia e com que nos reencontremos com nós mesmos.

Às vezes, fico triste por quão diferentes se tornaram os caminhos entre alguma pessoa e eu, por influência de algo alheio a nós mesmos.

De todos e cada um destes pequenos anjos que passaram ou estão em minha vida, tirei conclusões. Espero que a transformação para ambas as partes tenha sido positiva e que esta estranha intimidade que nós compartilhamos tenha servido de abrigo nos maus momentos.

Porque às vezes, sim, é bom olhar para trás para saber que lições as pessoas nos deram, e o que esperamos a partir de agora.

 

Há algumas coisas que, depois de transformarem a minha alma, me deixaram com algo claro na mente:

 

– O senso de humor deve estar muito longe do que é considerado aceitável, deve ser tão irreverente quanto a nossa amizade ou o nosso amor.

– O silêncio é uma qualidade divina, que só é apreciada e compartilhada quando a comunicação é tão verdadeira que não torna necessário falar demais. As pessoas, às vezes, na tentativa de falar muito, acabam se distanciando.

–  Minha intimidade é a que eu lhe entrego; não é necessário falar do que nem eu mesma entendo sobre mim, nem do que nunca entendi sobre outras pessoas. Eu gosto da privacidade que nós criamos juntos, não me interesso pela que ambos temos separadamente.

– Não me importa seu passado. Se você não estiver fingindo no presente, louvarei esse passado de turbulências porque posso tocar a terra olhando os céus.

– Eu gosto de continuar conservando meus hábitos e peculiaridades, e gosto que a outra pessoa faça o mesmo. O maravilhoso está em compartilhar o que ambos amamos.

– Não basta que eu saiba que sou importante, você precisa demonstrar isso.

– Não me interessa a moral. Me interessam os valores, mas só se eles aliviarem o sofrimento e me fizerem feliz. Não me interessa o dinheiro… a classe sim, que está em risco de extinção.

– E me interessa que a outra pessoa não negue a reação surpreendente que tivemos ao nos encontrarmos, dure o tempo que durar, porque o que vive no coração nunca fica velho.

 

Assim, nunca lamente ver alguém ir embora da sua vida, se essa for a sensação de que alguém o deixou. Seja como for, essa pessoa o transformou para sempre.

 

“Preciso dos pequenos detalhes; são o reflexo de cada um de nós. É que sinto falta constantemente. Por isso não se pode substituir ninguém, porque todos nós somos feitos de pequenos e preciosos detalhes.”
– Antes do entardecer

 

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*Fonte amenteemaravilhosa

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