O que realmente nos faz felizes? As lições de uma pesquisa de Harvard que há quase oito décadas tenta responder a essa pergunta

O que realmente nos faz felizes na vida?

Por 76 anos, pesquisadores da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, têm procurado uma resposta.

O Estudo sobre o Desenvolvimento Adulto (Study of Adult Development, no original em inglês) começou em 1938, analisando 700 rapazes – entre estudantes da renomada universidade e moradores de bairros pobres de Boston.

A pesquisa acompanhou esses jovens durante toda a vida, monitorando seu estado mental, físico e emocional. O estudo continua agora com mais de mil homens e mulheres, filhos dos participantes originais.

O atual diretor do estudo, o quarto desde o início, é o psiquiatra americano Robert Waldinger, que também é um sacerdote zen. Sua palestra no TED (sigla em inglês para Tecnologia, Entretenimento, Design): “O que torna uma vida boa? Lições do estudo mais longo sobre a felicidade”, viralizou na internet. O vídeo da conferência já foi baixado mais de 11 milhões de vezes.

“Há muitas conclusões deste estudo”, disse Waldinger à BBC. “Mas o fundamental, que ouvimos uma vez ou outra, é que o importante para nos mantermos felizes e saudáveis ao longo da vida, é a qualidade dos nossos relacionamentos”.

Conectados

“O que descobrimos é que, no caso das pessoas mais satisfeitas em seus relacionamentos, mais conectadas ao outro, seu corpo e cérebro permanecem saudáveis ​​por mais tempo”, afirma o acadêmico americano.
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Image caption Para Waldinger, uma relação de qualidade é aquela em que você se sente à vontade

“Uma relação de qualidade é uma relação em que você se sente seguro, em que você pode ser você mesmo. Claro que nenhum relacionamento é perfeito, mas essas são qualidades que fazem com que a gente floresça”.

No outro extremo, há a experiência da solidão, sentimento subjetivo de sermos menos conectados do que gostaríamos.

“Estou fazendo as coisas que têm significado para mim? Esse é o tipo de pergunta que devemos nos fazer quando falamos de felicidade”, sugere Waldinger.

“Não se trata de ser feliz em todos os momentos, porque isso é impossível, e todos nós temos dias, semanas ou anos difíceis”.

E a fama?

“Não é que seja ruim, há celebridades felizes e também infelizes”, avalia.

O mesmo vale para o dinheiro. O estudo mostra que, além de um nível onde as nossas necessidades são satisfeitas, o aumento da renda não necessariamente traz felicidade.

“Nós não estamos dizendo que você não pode querer ganhar mais dinheiro ou estar orgulhoso do seu trabalho. Mas é importante não esperar que sua felicidade dependa dessas coisas”, destaca.

Registros médicos

Os participantes do estudo responderam, ao longo de décadas, questionários sobre sua família, seu trabalho e sua vida social.

“Também tivemos acesso aos seus registros médicos, de modo a avaliar a saúde deles, não só pelo que diziam, mas também pelo que seus médicos e exames relatavam”, explica.

Ele conta que, quando começou a trabalhar no estudo, em 2003, também gravou vídeos dos participantes falando com suas esposas sobre suas preocupações mais profundas.

“E enviamos a seus filhos perguntas sobre o relacionamento com seus pais”, acrescenta.

Os participantes foram submetidos ainda a exames de sangue para checagem de indicadores de saúde e, inclusive, análise de DNA.

“Alguns autorizaram escanear seu cérebro e doaram o órgão para que pudéssemos estudá-lo em relação a todos os outros dados que já tínhamos coletado sobre sua vida”, contou.

‘Na minha própria vida’

Quando a palestra de Waldinger se tornou viral, o acadêmico resolveu fazer um retiro por três semanas.

“A tradição Zen sustenta que a contemplação nos ajuda a manter os pés no chão e focar no que é mais importante na vida”, escreveu Waldinger, na ocasião.

Diante da enorme repercussão, o acadêmico criou um blog na internet sobre o estudo. E revela que a pesquisa também teve um impacto profundo na sua vida.

“Me fez prestar mais atenção nos meus próprios relacionamentos, não só em casa, mas no trabalho e na sociedade”, contou à BBC.

“Percebi que meus relacionamentos me dão energia quando invisto neles, quando lhes dedico tempo. Se tornam mais vivos e não desgastantes”, acrescentou.

“A tendência é nos isolarmos, ficar em casa para ver televisão ou nas redes sociais. Mas, na minha própria vida, eu percebi que sou mais feliz quando não estou fazendo isso”.

Oferecer nossa presença

Para Waldinger, investir em um relacionamento significa estar presente.

“Isso faz parte da minha vida como praticante Zen. O que eu percebo é que, quando oferecemos nossa atenção total, nos sentimos mais conectados uns aos outros, e isso também acontece no ambiente de trabalho”.

“Não se trata de passar mais tempo no trabalho, mas de prestar mais atenção no outro, para se conectar mais com as pessoas, em vez de dar como certo que o outro estará sempre ali”, explica.

Conflitos

Waldinger reconhece que pode ser difícil não perder de vista o que realmente importa.

Em parte, isso se deve ao bombardeio de mensagens que recebemos – anúncios de publicidade dizendo, diariamente, que se comprarmos algo seremos mais felizes ou amados.

“E, nos últimos 30 ou 40 anos, se glorificou a riqueza. Há bilionários que são heróis só porque são bilionários. Essa medida parece mais fácil porque as relações são difíceis, mudam, são complicadas”.

Qual a mensagem final de Waldinger para os leitores da BBC?

“Eu diria que eles devem tentar construir laços com as outras pessoas. E é particularmente importante fazer isso com quem se tem algum conflito”.

De acordo com o psiquiatra americano, o estudo deixou claro algo que é importante lembrar:

“Conflitos minam, de fato, a nossa energia. E acabam com a nossa saúde.”

*Por Alejandra Martins

 

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*Fonte: bbc-brasil

A solução para a superpopulação do planeta são as cidades subaquáticas

Por quase 100 anos, os cientistas têm fantasiado sobre a criação de casas e cidades submarinas. É uma maneira original de abordar o problema da superpopulação do planeta. A agência russa RBC analisa essas atuais ‘hidropolises’.

Os modernos hidropolises são edifícios no fundo do oceano. Eles podem abrigar casas, hotéis, restaurantes ou laboratórios. A idéia de criar casas submersas chegou aos cientistas depois que viram o problema representado pela superpopulação do planeta. E o número de habitantes aumenta anualmente em 80 milhões de pessoas.

Os cientistas modernos acreditam que o nível crítico de superpopulação da Terra virá em meados do século XXI. Os pesquisadores sustentam que a vida subaquática é muito mais confortável do que em terra: não há fenômenos atmosféricos, nem terremotos, nem mudanças de pressão. Supõe-se que as cidades subaquáticas receberão energia com a ajuda de plantas alimentadas por marés e geradores.

Como estão as hidropólises?

O desejo de se estabelecer no fundo do oceano não se concretizou até hoje, mas as tentativas continuam. Especialmente restaurantes e hotéis.

Jules Undersea Lodge é um hotel subaquático na Flórida (EUA). Os quartos têm um comprimento de 15 metros, uma largura de 6 metros e altura de 3 metros. Ar, água e eletricidade são fornecidos aos quartos da costa por uma mangueira especial.

Em 2012, a empresa japonesa Shimizu apresentou o projeto offshore Ocean Spiral. Se o conceito se tornar realidade, 5.000 pessoas poderão viver no mar. O plano é que a Ocean Spiral inclua uma esfera com um diâmetro de 500 m flutuando na superfície da água. Sob ela, haverá uma trilha em espiral de 15 km de comprimento que a conectará ao centro de pesquisa, localizado a uma profundidade de cerca de 3 ou 4 km. A Ocean Spirals usará a diferença na temperatura da água do oceano e na pressão hidráulica para produzir energia e dessalinizar a água. A execução do projeto exigirá cerca de 26.000 milhões de dólares e cerca de cinco anos.

Outro projeto de hidrópole é o desenvolvido pelo arquiteto britânico Phil Pauley. Ele propõe a construção de uma cidade autônoma chamada Sub-Biosphere no fundo do oceano.

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*Por Any Karolyne Galdino  /  Fonte: engenhariae

As pessoas que leem muitos livros são muito mais educadas, gentis e empáticas, mostra o estudo

Ser um rato de biblioteca é compreensivelmente considerado um hobby solitário. Afinal, ao contrário de assistir televisão, seria muito difícil ler um livro com um grupo ou mesmo com outra pessoa. As pessoas livrescistas têm sido estereotipadas como solitárias e introvertidas.

Bem, a ciência está nos dizendo que esses rótulos podem ser falsos. Segundo a pesquisa, as pessoas que leem mais especificamente ficção tendem a exibir comportamentos mais sociáveis ​​e são mais empáticas.

Esta conclusão é baseada em um estudo britânico da Kingston University, em Londres. Os pesquisadores perguntaram a 123 pessoas sobre seus hábitos de leitura ou televisão. Eles também notaram que gêneros gostavam – comédia, não-ficção, romance ou drama.

Os pesquisadores então testaram suas habilidades sociais, fazendo perguntas como: Com que frequência você considera os pontos de vista de outras pessoas em comparação com os seus? Ou você sai do seu caminho para ajudar ativamente os outros?

Pode-se pensar que aqueles que preferem assistir à televisão exibem um comportamento mais sociável. Isso faria sentido. Devido ao enorme fluxo de livros, é mais provável que duas pessoas tenham assistido ao mesmo programa do que lido o mesmo livro.

No entanto, os resultados mostraram o contrário. Em leitores de livros versus espectadores de TV, os leitores de livros ficaram no topo ao exibir um comportamento mais empático. Eles também descobriram que aqueles que assistiam principalmente à televisão na verdade exibiam um comportamento mais antissocial.

O que é interessante, como observou a pesquisadora Rose Turner, foi que “todas as formas de ficção não eram iguais”. Os leitores de ficção mostraram as melhores habilidades sociais. Especificamente, quando divididos por gênero, eles viram que os leitores de comédia eram os melhores em se relacionar com as pessoas. Os amantes de romance e drama eram os mais empáticos e mais habilidosos em ver as coisas através dos olhos dos outros.

Estes resultados são fascinantes (para não mencionar um impulso do ego para nós, os leitores); no entanto, eles levantam a antiga questão “galinha ou ovo”. É que ler ficção pode ajudar uma pessoa a tornar-se mais empática ou pessoas com empatia simplesmente leem mais ficção?

Talvez os telespectadores que acham que poderiam usar um pouco mais de empatia possam fazer sua própria experiência. Pegue um pouco de ficção e observe as mudanças dentro de você.

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*Fonte: revistapazes

As três coisas que vão destruir a humanidade, segundo Stephen Hawking

Stephen Hawking é um gênio astrofísico mundialmente conhecido por seus estudos sobre os buracos negros e a relatividade. O britânico padece de uma terrível enfermidade degenerativa desde os 21 anos.

Além do filme “A Teoria de Tudo”, que rendeu o Oscar de Melhor Ator a Eddie Redmayne, que o interpretou, o físico é conhecido por suas declarações sobre o futuro da humanidade.

Stephen Hawking sempre teve posições polêmicas sobre a fé religiosa e a existência de Deus.

Em setembro de 2014, ele declarou uma posição dúbia sobre o assunto: disse não afirmar, nem negar, a existência de Deus, porque tudo que tem a ver com fé religiosa é inerentemente desconhecido para o ser humano.

Isso não quer dizer que ele tenha deixado de ser ateu. Em entrevista ao jornal espanhol El Mundo, Hawking afirmou: “Não há nenhum Deus. Sou ateu. A religião crê em milagres, mas eles são incompatíveis com a ciência”.

Três coisas que vão acabar com a humanidade

Apesar das polêmicas declarações sobre a existência de Deus, Stephen Hawking sempre sustentou que, afinal de contas, cada um tem o direito de crer no que quiser.

Ele não acredita que a religião vá destruir o mundo. Segundo Hawking, temos que tomar cuidado com:

Inteligência artificial

A possibilidade de que as máquinas substituam os homens têm sido o tema favorito da ficção científica nas últimas décadas do século XX.

Houveram grandes detratores dessa possibilidade, e um dos mais ferrenhos é Stephen Hawking. Ele acredita que o desenvolvimento da inteligência artificial é um perigo potencial à humanidade.

Seu principal argumento é: a evolução humana é muito mais lenta que a evolução da tecnologia e é provável que as máquinas alcancem o domínio completo da humanidade.

Vida extraterrestre

“Se alguma vez os aliens nos visitarem, acredito que o resultado seja parecido como quando Cristóvão Colombo desembarcou pela primeira vez na América, que resultou em algo nada bom para os nativos”, disse Hawking em uma entrevista ao “The Times”, de Londres.

Segundo o britânico, o encontro com extraterrestres não seria nada amistoso. Ele também disse que possivelmente estaríamos em desvantagem, porque pode ser que nos deparemos com uma civilização milhões de vezes mais avançada que a nossa, que poderia rapidamente nos dominar e nos levar à ruína.

Agressão dos homens

Segundo Hawking, a agressividade é uma característica do homem que pode ter sido útil em outras eras, mas agora é perigosa a ponto de poder acabar com a humanidade.

Um dos maiores riscos disso é de uma guerra nuclear, que poderia aniquilar grande parte da população mundial.

Ou seja, se não forem as máquinas nem os aliens, nós mesmos iremos nos matar. Mesmo polêmico, Stephen Hawking, sem dúvida, está certo. Não acha?

*Por Thiago Ferreira

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*Fonte: vix

“Pessoas felizes não precisam consumir”, a afirmação brutal do filósofo Serge Latouche

O ideólogo do decrescimento analisa como nossa sociedade criou uma religião em torno do crescimento e do consumismo.

Nascido em Vannes (França) há 70 anos, diante de uma platéia que escutava sentada nos corredores de acesso ao salão do Colegio Larraona de Pamplona, ​​salientando que o ritmo atual de crescimento da economia global é tão insustentável como a deterioração e a falta de recursos no planeta.

Convidados pelo coletivo Dale Vuelta-Bira Beste Aldera, sob o título de sua palestra “A diminuição, uma alternativa ao capitalismo?”, Ele afirmou que a sociedade estabelecesse uma autolimitação do seu consumo e exploração ambiental. Do seu ponto de vista, não se trata de propor uma involução, mas de acoplar a velocidade do gasto dos recursos naturais com a sua regeneração.

Especialista em relações econômicas Norte/Sul, o prêmio europeu de sociologia e ciências sociais Amalfi, seu movimento decrescentista, nascido nos anos 70 e estendido na França, defende a sobriedade na vida e a preservação dos recursos naturais antes de sua exaustão.

Em sua opinião, se a queda não for controlada, “a queda que já estamos experimentando” será o resultado do colapso de uma forma insustentável de capitalismo, e também será excessiva e traumática.

Uma bomba semântica. Serge Latouche afirma que o termo decrescimento é um slogan, “uma bomba semântica causada para neutralizar a intoxicação do chamado desenvolvimento sustentável”, uma forma de pensar, sustentabilidade, estendida pelo economismo liberal dos anos 80, e que favorece o pagamento de tudo.

“Por exemplo, no caso do trigo, obriga-nos a pagar pelo excedente, pelo seu armazenamento e também temos de pagar para destruir o excedente.”

“Devemos falar sobre o A-crescimento”, ele disse como um convite para refletir sobre nosso estilo de vida, incluindo a exibição do supérfluo e do enriquecimento excessivo.

Do seu ponto de vista “vivemos fagotizados pela economia da acumulação que leva à frustração e a querer o que não temos e não precisamos”, o que, diz ele, leva a estados de infelicidade.

“Detectamos um aumento de suicídios na França em crianças”, acrescentou ele, para referir-se à concessão por bancos de empréstimos ao consumidor para pessoas sem salários e ativos, como aconteceu nos Estados Unidos no início da crise econômica global. . Para o professor Latouche, “pessoas felizes geralmente não consomem”.

Seus números como economista dizem que ele está certo: todos os anos há mais habitantes no planeta, enquanto os recursos estão diminuindo, sem esquecer que consumir significa produzir resíduos e que o impacto ambiental de uma pessoal equivale a 2,2 hectares, e que a cada ano 15 milhões de hectares de floresta são consumidos “essenciais para a vida”.

“E se vivemos nesse ritmo, é porque a África permite isso”, enfatizou. Para o professor Latouche, qualquer tipo de escassez, alimentos ou petróleo, levará à pobreza da maioria e ao maior enriquecimento das minorias representadas nas grandes empresas petrolíferas ou agroalimentares.

Trabalhe menos e produza de forma inteligente.

Tachado de ingênuo por seus detratores, postulou trabalhar menos e distribuir melhor o emprego, mas trabalhar menos para viver e cultivar mais a vida, insistiu.

A partir de um projeto qualificado como “ecossocialista”, além de consumir menos, a sociedade deve consumir melhor, para qual propos que se produzisse perto de onde mora e de forma ecológica evitar que por qualquer fronteira entre Espanha e França circule até 4 mil caminhões uma semana “com tomates da Andaluzia cruzando com tomates holandeses”.

Ele terminou com um louvor ao estoicismo representada em Espanha por Seneca: “A felicidade não é alcançada se não podemos limitar nossos desejos e necessidades.”

 

 

 

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*Fonte: pensarcontemporaneo

21 Benefícios de se viver com menos

Querer cada vez mais é um modelo quebrado. Não está funcionando. Mais posses materiais, além de um certo ponto, é apenas mais coisas que temos que gerenciar. Mais dinheiro, além de um certo ponto, não equivale, necessariamente, a mais felicidade.

É claro, “mais” nem sempre é a resposta que buscamos.

Isso nos leva a menos. Mas precisamos reduzir para uma quantidade que é o suficiente para cada indivíduo. Nem todos nós estaremos felizes com o mesmo número de coisas. Então, nós começamos a chegar na nossa própria versão de menos e depois a vivemos. Quando fazemos isso, podemos começar a experimentar alguns dos seguintes benefícios em nossas vidas.

1) Menos coisas, mais leveza
Posses materiais precisam ser gerenciadas. Elas precisam de algum lugar para serem armazenadas. Elas podem precisar de manutenção regular. Muitas coisas podem começar a nos pesar.

2) Mais escolhas e liberdade
Menos coisas e desordem em nossas vidas nos libertam. Temos mais liberdade e podemos fazer escolhas que vão de encontro com nosso estilo de vida ideal.

3) Querer menos o mais e mais
Saber quando é suficiente significa sair de um ciclo sem fim de querer sempre mais.

4) Mais contente com o que já temos
Ao escolher ficar apenas com o necessário, começamos a dar valor ao pouco que temos. Assim, ficamos felizes por ter aquelas poucas coisas para administrar e cuidar.

5) Menos arrependimento
O arrependimento é uma emoção desperdiçada e tóxica. Viver com menos em nossas vidas pode significar que temos menos motivos para sentir arrependimento.

6) Mais gratidão
Já temos muito em nossas vidas para as quais devemos agradecer. Isso pode passar se não tirarmos um tempo para criar o hábito de gratidão.

7) Menos comparação, apenas ser
Quando sabemos o que é suficiente para nós, nos preocupamos menos com a manutenção e a comparação. Nós não julgamos os outros por querer mais, mas igualmente sabemos que estamos felizes com o suficiente.

8) Mais dança para nossa própria música
Quando precisamos de menos, somos livres para seguir um caminho que nós mesmos criamos.

9) Menos complexidade
A vida pode complicar-se quando temos demais.

10) Mais simplicidade
A vida se torna mais simples quando queremos menos coisas, comparar menos e tentar manter menos.

11) Menos dívidas
Quando buscamos o menos, menos provável é que nos encontremos em dívida. Estar fora da dívida também nos dá mais liberdade de escolha e oportunidades na vida.

12) Mais economias
Gaste menos dinheiro em coisas que, realmente, não precisa pode significar mais poupanças.

13) Menos estresse
Manter o ritmo e preencher nossas vidas com mais, causa sua própria forma de estresse que, muitas vezes, pode passar despercebida.

14) Gastar com o que vale a pena
Perseguindo menos bens materiais e tendo menos compromissos em nosso dia a dia, não sendo apaixonado por querer mais, significa que temos tempo para gastar com o que temos e com pessoas que são importantes.

15) Mais espaço
Mais espaço físico, mas também mais espaço mental para respirar, refletir, focar e apenas ser.

16) Menos bens físicos
Os bens materiais que possuímos podem acabar nos possuindo se não tivermos cuidado. Seja seletivo sobre o que e quem você deixa sua vida.

17) Mais experiências de vida e aventura
Perseguir menos bens materiais deixa espaço para perseguir mais aventuras e experiências de vida.

18) Menos inveja
Quanto menos comparamos e mais temos controle em nossas vidas, deixamos a inveja de lado.

19) Mais felicidade
A redução dos bens e das coisas em nossas vidas e a compreensão do que parece ser suficiente nos leva a mais felicidade. Chegamos ao cerne do que verdadeiramente canta nossos corações e procuramos encher nossas vidas com ele.

20) Menos egoísmo
Quanto menos inclinados a comparar e focar no que não temos, mais provável é que acabemos o egoísmo de nossas vidas.

21) Mais compartilhamento e devolução
Tendo a quantidade certa em nossas vidas significa que temos mais espaço para compartilhar aos outros de alguma forma. Isso pode incluir atos de bondade e generosidade.

O dimensionamento certo do menos nos leva a termos um pouco de trabalho. É preciso algum pensamento crítico. É preciso uma grande dose de honestidade sobre o que é realmente importante para nós na vida. Pode significar reprioritização. Isso também requer um grande grau de ação e esforço.

Tentamos perseguir por mais e falhamos. Talvez seja a hora de irmos em busca do menos.

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*Fonte: jardimdomundo

‘Puuuuuutz… Esqueci completamente!’: Ser esquecido é sinal de inteligência, aponta pesquisa

Se você é do tipo que volta e meia percebe que esqueceu-se de detalhes, histórias ou informações ao longo do dia, não se preocupe: trata-se não só de algo normal, como importante – e que faz bem para nosso cérebro e até mesmo para nossa inteligência. Quem diz não é simplesmente outro esquecido em defesa própria, mas sim cientistas da Universidade de Toronto, no Canadá, que realizaram um estudo sobre esquecimento que revelou que apagar certas memórias é fundamental para otimizar o funcionamento cerebral.

“É importante que o cérebro esqueça detalhes irrelevantes e se concentre em coisas que nos ajudarão a tomar decisões no mundo real”, afirmou Blake Richards, um dos cientistas por trás da pesquisa, publicada em 2018. A fim de preparar o cérebro para reflexões e decisões importantes, o próprio órgão nos ajuda a esquecer de detalhes e aspectos de eventos passados, em novas células que criam novas conexões, tornando as memórias antigas mais difíceis de serem acessadas. “Se você está tentando navegar pelo mundo e seu cérebro está constantemente trazendo memórias conflitantes à tona, fica mais difícil para você tomar uma decisão informada”, esclarece o cientista.

A pesquisa partiu de experimentos com roedores, e concluiu que hoje em dia ser esquecido pode sim ser um sinal de inteligência. Naturalmente que tal conclusão não se refere a esquecimentos profundos e constantes, capazes de atrapalhar nosso funcionamento diário – nesses casos uma ajuda médica é fundamental. E para “limpar” o cérebro para novas conexões, Richards recomenda algo tão simples quanto uma lembrança recente: exercícios físicos. “Sabemos que o exercício aumenta o número de neurônios no hipocampo. Isso pode fazer com que algumas lembranças se percam, mas são exatamente aqueles detalhes de sua vida que realmente não importam, e que podem te impedir de tomar boas decisões”, explica.

*Por Vitor Paiva

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*Fonte: hypeness

Amigos são analgésicos naturais mais eficazes que a morfina

A preciosa ajuda das pessoas mais queridas para nós, na superação dos tempos difíceis, e até mesmo na superação da dor física, foi confirmada pela ciência: os amigos seriam ainda melhores que morfina!

Já se falava dessa possibilidade há algum tempo, mas uma pesquisa da Universidade Britânica de Oxford confirmou que os amigos ajudam a suportar melhor a dor e afastar a depressão pra longe da gente. Tudo isso é possível porque, quando estamos na companhia deles, muitas endorfinas são liberadas em nosso corpo. As endorfinas são substâncias úteis para nos trazer sensações de bem-estar, gratificação e para regular o nosso estado de ânimo.

Existe, portanto, uma conexão entre a depressão, o nível baixo de endorfinas com o fato de ter poucos amigos? Segundo Katerina Johnson, coordenadora do estudo, a resposta é sim:

“Os resultados são interessantes também porque pesquisas recentes sugerem que o circuito de endorfinas pode ser interrompido em distúrbios como a depressão, e isso também poderia explicar por que as pessoas deprimidas muitas vezes fazem uma vida socialmente mais retraída”.

O experimento no qual o estudo foi baseado, publicado na revista Scientific Reports, foi muito simples. Em primeiro lugar, os pesquisadores preencheram um questionário com 101 voluntários (entre 18 e 34 anos), no qual cada um deles precisava especificar os principais aspectos das suas relações sociais. Depois, todos eles foram submetidos a um pequeno teste de dor que consistia em estar em uma posição muito desconfortável (posição de agachamento com as costas retas contra a parede) pelo tempo que pudessem resistir.

Viu-se que, precisamente aqueles que tinham mais amigos, também eram aqueles que resistiam mais, demonstrando assim uma maior tolerância à dor, semelhante àqueles que tiveram que tomar morfina como analgésico.

Amigos portanto (a ciência confirma isso), são verdadeiros analgésicos naturais: aliviam as nossas dores física e emocional. Nós só temos que agradecer pelo fato de termos amigos, e aproveitar essa sorte!

 

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*Fonte: greenme

Designer cria embalagens biodegradáveis usando algas

Enquanto campanhas conscientizam a população sobre os males dos plásticos, profissionais de diversas áreas pensam em soluções ecológicas para substituí-los. Neste sentido, um dos projetos que ganhou destaque nos últimos dias foi o da designer Margarita Talep que desenvolveu um novo material no Chile cuja principal matéria-prima é a alga. A solução foi pensada, principalmente, para embalar produtos alimentícios.

Um polímero, um plastificante e um aditivo compõem a mistura. A combinação de soluções depende da consistência do produto final que deseja obter. Basicamente, ela usa agar, uma substância gelatinosa proveniente de algas marinhas, que é aquecida, a cerca de 80 graus Celsius, adiciona-se água e corantes naturais: beterraba, cenoura e repolho roxo são alguns dos vegetais usados. Após a mistura ser aquecida, ela é resfriada e pode ser moldada. Para fechar a embalagem, nada de cola, ele é melhor selado com calor.

Usando a técnica, Margarita tem feito diversas experimentações. Já criou um estojo para canetas, cartão de visita e até uma forminha para biscoitos. Mas, das coisas que mais impressionam estão o biocelofane, que é praticamente idêntico aos sacos de celofane comuns, e o recipiente criado para petiscos. “Este recipiente terá uma vida útil de 5 a 15 minutos, depois será descartado e completamente decomposto dentro de dois meses”, afirma a designer no Instagram de sua marca Desintegra Me. Aliás, a versatilidade de soluções que ela tem criado, dos mais rígidos aos mais flexíveis, pode ser acompanhada por lá.

*Por Marcia Sousa

 

 

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*Fonte: ciclovivo

Estamos a um passo mais próximo do teletransporte quântico complexo

O domínio experimental de sistemas quânticos complexos é necessário para tecnologias futuras como computadores quânticos e criptografia quântica. Cientistas da Universidade de Viena e da Academia Austríaca de Ciências abriram novos caminhos. Eles procuraram usar sistemas quânticos mais complexos do que os qubits entrelaçados bidimensionais e, assim, aumentar a capacidade de informação com o mesmo número de partículas. Os métodos e tecnologias desenvolvidos poderiam, no futuro, possibilitar o teletransporte de sistemas quânticos complexos. Os resultados do trabalho, em tradução literal, “Enredamento Experimental de Greenberger-Horne-Zeilinger além dos qubits”, foram publicados recentemente na renomada revista Nature Photonics .

Semelhante aos bits nos computadores convencionais, os qubits são a menor unidade de informação em sistemas quânticos. Grandes empresas como Google e IBM estão competindo com institutos de pesquisa em todo o mundo para produzir um número crescente de qubits emaranhados e desenvolver um computador quântico funcional. Mas um grupo de pesquisa da Universidade de Viena e da Academia Austríaca de Ciências está buscando um novo caminho para aumentar a capacidade de informação de sistemas quânticos complexos.

A ideia por trás disso é simples: em vez de apenas aumentar o número de partículas envolvidas, a complexidade de cada sistema é aumentada. “A coisa especial sobre o nosso experimento é que, pela primeira vez, ele envolve três fótons além da natureza bidimensional convencional”, explica Manuel Erhard, primeiro autor do estudo. Para este propósito, os físicos vienenses usaram sistemas quânticos com mais de dois estados possíveis – neste caso particular, o momento angular de partículas de luz individuais. Esses fótons individuais agora têm uma capacidade de informação maior do que os qubits. No entanto, o emaranhamento dessas partículas de luz mostrou-se difícil em um nível conceitual. Os pesquisadores superaram esse desafio com uma ideia inovadora: um algoritmo de computador que procura autonomamente por uma implementação experimental.

Com a ajuda de um algoritmo de computador chamado Melvin, os pesquisadores descobriram uma configuração experimental para produzir esse tipo de entrelaçamento. No início, isso foi muito complexo, mas funcionou em princípio. Depois de algumas simplificações, os físicos ainda enfrentavam grandes desafios tecnológicos. A equipe conseguiu resolvê-los com tecnologia laser de última geração e uma multi-porta especialmente desenvolvida. “Esse multi-porto é o coração do nosso experimento e combina os três fótons para que eles sejam emaranhados em três dimensões”, explica Manuel Erhard.

A propriedade peculiar do entrelaçamento de três fótons em três dimensões permite a investigação experimental de novas questões fundamentais sobre o comportamento dos sistemas quânticos. Além disso, os resultados deste trabalho também podem ter um impacto significativo em tecnologias futuras, como o teletransporte quântico. “Acho que os métodos e tecnologias que desenvolvemos nesta publicação nos permitem teletransportar uma proporção maior da informação quântica total de um único fóton, o que pode ser importante para as redes de comunicação quântica “, disse Anton Zeilinger. [Psys.org]

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*Fonte: socientifica

Desajuste climático acontece agora e para todos – diz secretário da ONU

O secretário-geral da ONU, António Guterres, reafirmou que o mundo enfrenta “uma grave emergência climática” durante a reunião sobre o clima que acontece em Abu Dhabi, nos Emirados Árabes Unidos.

Ao discursar no último domingo (30) na abertura do evento, o chefe das Nações Unidas destacou que o desajuste climático acontece agora e para todos.

Mudança

Para Guterres, esta situação avança ainda mais rapidamente do que o previsto por grandes cientistas do mundo e “supera os esforços para resolvê-la”. Ele sublinhou que “a mudança climática avança mais rápido do que nós”.

O representante declarou ainda que a cada semana ocorre uma nova devastação relacionada ao clima, tendo mencionado inundações, secas, ondas de calor, incêndios e grandes tempestades.

O secretário-geral disse haver algum movimento para ação climática em nível mundial, que no entanto ainda não é suficiente.

A expectativa é que essa situação venha a mudar com a Cúpula de Ação Climática marcada para setembro, em Nova Iorque.

Impostos

O chefe da ONU disse que sua mensagem é que “soluções existem”. A primeira é que sejam transferidos os impostos de salários para o carbono, tributando a poluição e não às pessoas.

Em segundo lugar, Guterres defende o fim dos subsídios aos combustíveis fósseis. Para ele, “o dinheiro dos contribuintes não deve ser usado para aumentar os furacões, espalhar as secas e as ondas de calor e derreter os glaciares”.

Por último, Guterres defende o fim da construção de novas centrais de carvão até 2020. Ele propõe que haja lugar para “uma economia verde, não uma economia cinza.” Ele quer ainda que a nova infraestrutura seja inteligente e favorável ao clima.

Energia

O secretário-geral disse que é preciso fornecer energia sustentável, limpa e acessível aos mais de 800 milhões de pessoas que ainda vivem sem acesso à eletricidade.

O secretário-geral pede “uma mudança rápida e profunda” na forma como se fazem negócios, é gerada energia, são construídas cidades e alimentado o mundo. Para o chefe da ONU, na última década foram reveladas as ferramentas para isso.

O apelo a todos os líderes, de governos e do setor privado, é que estes “apresentem planos para reduzir as emissões de gases do efeito estufa em 45% até 2030”. Isso deve ocorrer na cúpula de setembro ou o mais tardar até dezembro de 2020.

As Nações Unidas pretendem também que seja alcançada a neutralidade do carbono até 2050.

 

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*Fonte: ciclovivo

Artista mexicano derrete 1500 armas e transforma em pás para plantar árvores

O artista plástico e ativista mexicano Pedro Reyes decidiu transformar armas recolhidas em pás para plantar árvores.

Pedro mora em Culiacán, a cidade do México com a maior taxa de mortes por armas de fogo, cuja população tem ciência das devastadoras consequências das armas.

Unindo os desafios da contemporaneidade com as artes plásticas, o artista é otimista e busca sempre trabalhar seus projetos sob uma perspectiva positiva.

Ele imaginou que a partir das armas, poderia haver transformação. E que sim, havia algo de positivo e bom no material para ser aproveitado para um propósito nobre: plantar árvores!

Desarmamento

Pedro começou uma campanha pedindo aos moradores de Culiacán que entregassem suas armas em troca de um cupons para a compra de eletrônicos ou eletrodomésticos.

Depois que Pedro coletou 1.527 pistolas para o projeto ‘Palas por Pistolas’ ou ‘Pás por armas’, elas foram levadas para uma base militar: esmagadas com um trator, derretidas e transformadas em 1.527 cabeças de pá.

As novas pás foram distribuídas para instituições de arte e escolas públicas, onde serão aproveitadas pela comunidade para o plantio de milhares de árvores.

“Agora elas existem apenas com o propósito de plantar árvores e criar vida!”

Algumas foram parar na Galeria de Arte de Vancouver, no Instituto de Arte de São Francisco, na Maison Rouge em Paris e em outros lugares do mundo.

“Uma pá, como uma arma, pode ser usada para um propósito produtivo, ou com ódio. Mas graças a essa mudança de perspectiva, podemos transformar o que dói em algo que beneficia a todos nós”, concluiu.

 

 

 

 

 

 

 

Amizade é também estar separados sem que nada mude

A amizade autêntica não precisa de supervisão diária para saber se o afeto de hoje é sincero ou se diminuiu. Não há pressão ou obrigação de revelar todo pensamento, toda experiência no mesmo momento em que algo acontece.

As autênticas amizades que são forjadas na magia das coincidências, deixam espaço e oferecem liberdades. Porque o vínculo é alimentado com confiança e sentimentos sinceros. Quem nos diz quase sem palavras, que “não lhe devo nada e lhe devo tudo”, “estou aqui para você sempre que você precisar”.

É possível que hoje você ainda tenha essa amizade de infância. Aquela pessoa com quem você compartilhou aventuras universitárias, tardes de corrida, jogos e sanduíches de chocolate na rua. Ou talvez, em sua vida, alguém novo tenha chegado no momento mais apropriado.

São relações íntimas que são mantidas por todo o afeto e, às vezes, até um pouco daquela inexplicável magia que hospeda os corações que se conectam quase sem saber por quê. Isso já aconteceu com você?

Eu gosto daquelas amizades que não sabem sobre tempo e espaço. As pessoas que a vida separa do seu lado por qualquer motivo e que, depois de meses ou anos, voltam para você com a mesma cumplicidade, como se apenas uma hora tivesse se passado desde a última vez.

Apesar do tempo, apesar da distância … Você sempre me terá aqui

Robert M. Seyfarth e Dorothy L. Cheney, cientistas do departamento de psicologia e biologia da Universidade da Pensilvânia, nos dizem que a amizade favorece nossa adaptação. Promove bem-estar, reduz o estresse e até melhora a sobrevida. Além disso, foi demonstrado que os animais criam laços de amizade.

A vida, por outro lado, toma mais voltas do que a haste de um relógio, sabemos. Nós nunca sabemos que direção nossos passos vão tomar. Seja por motivos de trabalho ou por motivos pessoais para ter novos parceiros, às vezes somos forçados a colocar quilômetros entre nós e nossos amigos.

A vida é movimento e somente aqueles que se movem podem alcançar com os dedos os seus sonhos. Agora, às vezes, isso implica ter que desistir das coisas: deixamos nosso lar, nossas raízes e também essas amizades da alma.

Certamente isso aconteceu com você também. É precisamente nesses momentos de mudança e crescimento pessoal. quando descobrimos quem são as pessoas mais importantes da nossa vida.

Distância esclarece relações autênticas

– Existem aqueles que precisam de um contato diário, uma interação onde suas necessidades são satisfeitas. Eles valorizam essa proximidade quase dependente, onde a interação é contínua.

– Essa “fluência” de interação e contato nem sempre pode ocorrer, especialmente quando somos forçados a nos distanciar por motivos profissionais ou pessoais.

– É quando há um risco maior de perder muitos desses amigos que deixamos em nossos espaços de origem. As reprovações aparecem, o “é que você não tem tempo para mim”, “é que você acabou de conectar”, “é que você não me conta tudo como antes”.

– Há amizades que se tornam quase como relações de parceria opressivas e tóxicas. Eles causam pressão e sofrimento.

Por outro lado, existem outras pessoas que entendem e sabem respeitar. A preocupação e carinho ainda está lá, seu carinho é sincero, sabemos que eles estão conosco, mas não há obrigação de “monitorar”. Não há necessidade de palavras para entender que, apesar da distância, elas ainda fazem parte de nós mesmos.

Amizades efêmeras, amizades de coração de diamante

Você não precisa se preocupar em deixar muitas pessoas para trás. Faz parte do nosso processo pessoal de crescimento, porque crescer significa carregar o final com o menor peso possível em sua mente e máximo em nosso coração.

As amizades autênticas são muito poucas, mas brilham com o brilho dos diamantes: elas são indestrutíveis e viverão com você todos os dias da sua vida para lhe dar luz nos dias sombrios e harmonia nos momentos de felicidade.

Há amizades que vêm e vão, como o vento quente do verão. Elas nos trazem suas experiências, nos fazem felizes e desaparecem com a delicadeza de um breve perfume, deixando-nos suas memórias.

– Existem outras amizades que se transformam em más experiências. O mundo também às vezes nos espirra com egoísmo, interesses pessoais e alguma outra traição. Assim, estudos como o realizado pelo Dr. Robert Sternberg, um renomado psicólogo especializado em inteligência e personalidade, nos diz que os comportamentos tóxicos são comuns hoje em dia e precisamos aprender a lidar com eles.

– Agora, as experiências ruins com amizades que nunca foram realmente, não devem nos desencorajar ou afundar nossas esperanças. Boas pessoas existem e os amigos da alma também.

– Amizade autêntica é oferecida com liberdade e sem compromisso. E ele cuida de si mesmo como um bem precioso, como um habitante de sua alma que precisa de reciprocidade, confiança e gratidão.

Se hoje você ainda se lembra daquela amizade que você deixou para trás devido à chance que às vezes nos traz vida, não hesite em entrar em contato com essa pessoa novamente. Se o carinho fosse sempre sincero, se essa intimidade fosse tão mágica, recompensadora e divertida que até hoje você se lembra dela com um sorriso, não hesite em recuperá-lo. Porque para amizades autênticas não há tempo nem distância.

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*Fonte: revistapazes

Aprenda a rir de si mesmo novamente

Quando criança, não nos envergonhamos e não pensamos em nossas falhas ou méritos, somos simplesmente felizes e sorrimos diante da vida. O sorriso, portanto, também é uma questão de autoestima. Se nos amamos, somos capazes de aceitar nossos defeitos e nossos méritos e deixar de lado a importância que damos às opiniões dos outros.

Mas não só somos capazes de rir de nós mesmos, se temos uma forte autoestima, rindo de nós mesmos, na verdade, vamos fortalecer nossa autoestima. Então é algo que funciona nos dois sentidos.

Outra maneira de aprender a rir de si mesmo é superar a timidez, a vergonha de encarar a opinião dos outros, porque é precisamente a sensibilidade à crítica negativa que nos paralisa e nos impede de desfrutar de nossos sorrisos. Caros leitores, aprendam a ser espontâneos, digam tudo o que vem à sua cabeça, brincam, sorriam, não tenham medo, nada vai acontecer e vocês se divertem.

“Um sorriso é a chave secreta que abre muitos corações.”
Robert Baden Powell

O sorriso como terapia
A terapia do sorriso não é mais apenas uma maneira de lutar contra o estresse ou de se divertir. Tornou-se um método, um tratamento médico e psicológico. Na base está o conceito de que, mesmo quando um sorriso é forçado, nos sentimos bem e, por fim, o sorriso se torna um gesto espontâneo.

O psicólogo José Elías, especialista em ressoterapia na Espanha, destacou que o riso fortalece o coração, porque quando rimos movemos 420 músculos do nosso corpo, inclusive o coração. O riso também reduz a pressão sanguínea porque aumenta o tamanho dos vasos sanguíneos e promove a respiração porque a ventilação aumenta significativamente.

Consequentemente, o sorriso melhora nossa qualidade de vida e nossa saúde e tem efeitos físicos e psicológicos positivos. Aprenda a rir, você também será capaz de ver a vida de um ponto de vista diferente, muito mais agradável e saudável. Sorria, ria, porque esta é a linguagem da alma, a maneira de sair e voar.

 

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*Fonte: revistapazes

O “alarmante” uso de agrotóxicos no Brasil atinge 70% dos alimentos

Imagine tomar um galão de cinco litros de veneno a cada ano. É o que os brasileiros consomem de agrotóxico anualmente, segundo o Instituto Nacional do Câncer (INCA). “Os dados sobre o consumo dessas substâncias no Brasil são alarmantes”, disse Karen Friedrich, da Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco) e da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

Desde 2008, o Brasil ocupa o primeiro lugar no ranking mundial de consumo de agrotóxicos. Enquanto nos últimos dez anos o mercado mundial desse setor cresceu 93%, no Brasil, esse crescimento foi de 190%, de acordo com dados divulgados pela Anvisa. Segundo o Dossiê Abrasco – um alerta sobre o impacto dos agrotóxicos na saúde, publicado nesta terça-feira no Rio de Janeiro, 70% dos alimentos in natura consumidos no país estão contaminados por agrotóxicos. Desses, segundo a Anvisa, 28% contêm substâncias não autorizadas. “Isso sem contar os alimentos processados, que são feitos a partir de grãos geneticamente modificados e cheios dessas substâncias químicas”, diz Friederich. De acordo com ela, mais da metade dos agrotóxicos usados no Brasil hoje são banidos em países da União Europeia e nos Estados Unidos. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), entre os países em desenvolvimento, os agrotóxicos causam, anualmente, 70.000 intoxicações agudas e crônicas.

O uso dessas substâncias está altamente associado à incidência de doenças como o câncer e outras genéticas. Por causa da gravidade do problema, na semana passada, o Ministério Público Federal enviou um documento à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) recomendando que seja concluída com urgência a reavaliação toxicológica de uma substância chamada glifosato e que a agência determine o banimento desse herbicida no mercado nacional. Essa mesma substância acaba de ser associada ao surgimento de câncer, segundo um estudo publicado em março deste ano pela Organização Mundial da Saúde (OMS) juntamente com o Inca e a Agência Internacional de Pesquisa sobre o Câncer (IARC). Ao mesmo tempo, o glifosato foi o ingrediente mais vendido em 2013 segundo os dados mais recentes do Ibama.

Em resposta ao pedido do Ministério Público, a Anvisa diz que em 2008 já havia determinado a reavaliação do uso do glifosato e outras substâncias, impulsionada pelas pesquisas que as associam à incidência de doenças na população. Em nota, a Agência diz que naquele ano firmou um contrato com a Fiocruz para elaborar as notas técnicas para cada um dos ingredientes – 14, no total. A partir dessas notas, foi estabelecida uma ordem de análise dos ingredientes “de acordo com os indícios de toxicidade apontados pela Fiocruz e conforme a capacidade técnica da Agência”.

Enquanto isso, essas substâncias são vendidas e usadas livremente no Brasil. O 24D, por exemplo, é um dos ingredientes do chamado ‘agente laranja’, que foi pulverizado pelos Estados Unidos durante a Guerra do Vietnã, e que deixou sequelas em uma geração de crianças que, ainda hoje, nascem deformadas, sem braços e pernas. Essa substância tem seu uso permitido no Brasil e está sendo reavaliada pela Anvisa desde 2006. Ou seja, faz quase dez anos que ela está em análise inconclusa.

O que a Justiça pede é que os ingredientes que estejam sendo revistos tenham o seu uso e comércio suspensos até que os estudos sejam concluídos. Mas, embora comprovadamente perigosos, existe uma barreira forte que protege a suspensão do uso dessas substâncias no Brasil. “O apelo econômico no Brasil é muito grande”, diz Friedrich. “Há uma pressão muito forte da bancada ruralista e da indústria do agrotóxico também”. Fontes no Ministério Público disseram ao EL PAÍS que, ainda que a Justiça determine a suspensão desses ingredientes, eles só saem de circulação depois que os fabricantes esgotam os estoques.

O consumo de alimentos orgânicos, que não levam nenhum tipo de agrotóxico em seu cultivo, é uma alternativa para se proteger dos agrotóxicos. Porém, ela ainda é pouco acessível à maioria da população. Em média 30% mais caros, esses alimentos não estão disponíveis em todos os lugares. O produtor Rodrigo Valdetaro Bittencourt explica que o maior obstáculo para o cultivo desses alimentos livres de agrotóxicos é encontrar mão de obra. “Não é preciso nenhum maquinário ou acessórios caros, mas é preciso ter gente para mexer na terra”, diz. Ele cultiva verduras e legumes em seu sítio em Juquitiba, na Grande São Paulo, com o irmão e a mãe. Segundo ele, vale a pena gastar um pouco mais para comprar esses alimentos, principalmente pelos ganhos em saúde. “O que você gasta a mais com os orgânicos, você vai economizar na farmácia em remédios”, diz. Para ele, porém, a popularização desses alimentos e a acessibilidade ainda levarão uns 20 anos de briga para se equiparar aos produtos produzidos hoje com agrotóxico.

Bittencourt vende seus alimentos ao lado de outras três barracas no Largo da Batata, zona oeste da cidade, às quartas-feiras. Para participar desse tipo de feira, é preciso se inscrever junto à Prefeitura e apresentar todas as documentações necessárias que comprovem a origem do produto. Segundo Bittencourt, há uma fiscalização, que esporadicamente aparece nas feiras para se certificar que os produtos de fato são orgânicos.

Segundo um levantamento da Anvisa, o pimentão é a hortaliça mais contaminada por agrotóxicos (segundo a Agência, 92% pimentões estudados estavam contaminados), seguido do morango (63%), pepino (57%), alface (54%), cenoura (49%), abacaxi (32%), beterraba (32%) e mamão (30%). Há diversos estudos que apontam que alguma substâncias estão presentes, inclusive, no leite materno.

Em nota, a Anvisa afirmou que aguarda a publicação oficial do estudo realizado pela OMS, Inca e IARC para “determinar a ordem prioritária de análise dos agrotóxicos que demandarem a reavaliação”.
Os alimentos mais contaminados pelos agrotóxicos

Em 2010, o mercado brasileiro de agrotóxicos movimentou 7,3 bilhões de dólares e representou 19% do mercado global. Soja, milho, algodão e cana-de-açúcar representam 80% do total de vendas nesse setor.


Segundo a Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco), essa é a lista da agricultura que mais consome agrotóxicos:

Soja (40%)
Milho (15%)
Cana-de-açúcar e algodão (10% cada)
Cítricos (7%)
Café, trigo e arroz (3 cada%)
Feijão (2%)
Batata (1%)
Tomate (1%)
Maçã (0,5%)
Banana (0,2%)

As demais culturas consumiram 3,3% do total de 852,8 milhões de litros de agrotóxicos pulverizados nas lavouras brasileiras em 2011.

*Por Marina Rossi

 

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*Fonte: elpais

Quer uma prova de que você é uma criatura incrível e absurdamente única?

Você já parou para pensar em todas as coisas que tiveram que acontecer e dar certo para que você fosse você? Para começar, os seus pais tiveram que se conhecer e, depois… se conhecer melhor. Como se fosse pouco, um único dos milhões de espermatozoides do seu pai teve que vencer a concorrência e chegar até o óvulo da sua mãe.

Depois disso, ocorreu a fecundação e uma porção de processos biológicos supercomplexos — que poderiam ter dado errado a qualquer momento! Entretanto, o milagre da vida aconteceu, e você está aqui, lendo esta matéria. E se você já começou a se achar único só com essa breve descrição, se prepare para conferir uma série de contas e estatísticas que farão você se sentir uma criatura incrivelmente rara!

Esbarrão inicial

Só para termos uma referência inicial, vamos considerar que os seus pais tenham se conhecido há 20 anos, ok? Pois, de acordo com uma porção de estimativas e cálculos feitos por Ali Binazir — publicados pelo pessoal da Universidade de Harvard —, há duas décadas a população mundial era de 4 bilhões de pessoas, aproximadamente.

Então, digamos que os seus pais poderiam ter esbarrado com um décimo do total, ou seja, com 400 milhões de pessoas. Dessas 400 milhões, podemos assumir que metade seria do sexo feminino e a outra, do masculino, certo? Agora, vamos considerar que os seus pais tenham conhecido um indivíduo do sexo oposto por dia dos 15 aos 40 anos idade. Segundo Binazir, a soma seria de 10 mil pessoas.

Bem, vamos focar no seu pai por enquanto: se ele esbarrou com cerca de 10 mil mulheres (uau!) até a idade adulta, a chance de que ele encontrasse a sua mãe no meio das 200 milhões de mulheres possíveis é de 1 em 20 mil! Mas, como você sabe, o amor não é nem um pouco simples…

Na verdade, temos que somar à chance de 1 em 20 mil de os seus pais cruzarem o caminho um do outro, a probabilidade de que eles se falassem nesse primeiro momento (1 em 10), a de eles combinarem um segundo encontro (também 1 em 10), e a chance de que eles continuassem se vendo (1 em 10 também) depois disso.

No fim das contas, a probabilidade de os seus pais permanecerem juntos depois daquele esbarrão inicial e terem filhos juntos é de 1 em 2 mil. Ficou espantado? Esse número nem é o mais impressionante: as chances combinadas de que todos esses eventos dessem certo é de 1 em 40 milhões! Agora, que tal conferir as chances de que você se tornasse fruto da relação entre os seus pais?

A raridade aumenta

Em média, as mulheres contam com um “estoque” de aproximadamente 10 mil óvulos, enquanto os homens geralmente produzem 4 trilhões de espermatozoides durante a fase fértil. Sendo assim, a chance de que um desses espermatozoides todos do seu pai encontrasse com um dos óvulos da sua mãe é de… se prepare: 1 em 400 quadrilhões! Pense no absurdo dessa probabilidade. Mas, calma, pois a coisa se torna ainda menos “provável”.

Para que os seus pais tenham se conhecido, conversado, curtido a companhia um do outro, marcado novos encontros e terem decidido ter filhos juntos, os ancestrais deles tiveram que existir primeiro! E não estamos falando apenas de avós, bisavós, tatara… que também venceram todas as probabilidades acima para que você pudesse estar aqui — multiplique aqui os 400 quadrilhões por eles mesmos diversas vezes.

Antes dos seus ancestrais diretos, você ainda tem que considerar o Homo sapiens e, antes dele, o Homo erectus, que, por sua vez, veio depois do Homo habilis! E esses caras, assim como outros tantos, evoluíram a partir dos primeiros organismos unicelulares que surgiram aqui na Terra — há 4 bilhões de anos. Isso significa que, para que você surgisse no planeta, uma cadeia de eventos teve acontecer do jeito certinho.

E isso que nem vamos incluir aqui na conta a probabilidade de a Terra ter se formado na distância exata do Sol para que a água na sua forma líquida pudesse existir por aqui — propiciando o surgimento da vida. Também nem vamos considerar que os demais planetas do Sistema Solar nos protegem de inúmeros pedregulhos espaciais que nos acertariam em cheio, não fosse pela ação de suas gravidades. E vamos deixar a Lua e sua influência pra lá também…

Voltando às probabilidades

Mais precisamente, segundo os cálculos de Binazir, para descobrir a probabilidade de que a sua “linhagem” permanecesse intacta ao longo da existência da humanidade, temos que considerar uma chance em duas de que uma criança nasceria, cresceria e se reproduziria em cada geração — durante 150 mil gerações. Sabe quanto dá isso? Uma chance em 10^45.000.

Isso mesmo, a chance de que todos os seus ancestrais tenham se reproduzido com sucesso e a sua linhagem tenha sobrevivido ao longo de milhares de gerações é de 10 seguido por 45 mil zeros. Desculpe, mas a gente nem sabe como dizer esse número! Mas, calma, as contas ainda não acabaram!

Pense que, para cada encontro dos seus ancestrais, o espermatozoide certo teve que fecundar o óvulo certo — ou um quadrilhão multiplicado por um quadrilhão para cada geração —, o que significa que, na verdade, a probabilidade de que essas células específicas se encontrassem 150 mil vezes é de uma em 10^2.640.000. É muito zero! E esses zeros todos não chegam nem perto da quantidade de zeros que representam a probabilidade de você existir!

De acordo com Binazir, contabilizando tudo — ou seja, multiplicando 10^2.640.000 por 10^45.000 por 2 mil e por 20 mil —, temos que a probabilidade de você ser você é de absurda e inimaginável 1 em 10^2.685.000. Você tem noção do que é isso?

O número de átomos que compõem a Terra, por exemplo, é de míseros 10^50, e o número estimado de átomos que existem no Universo conhecido é de apenas 10^80. Entende agora como você é uma criatura incrível e absurdamente única?

*Por Maria Luciana Rincón

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*Fonte: megacurioso

Painéis solares transparentes transformarão as janelas em geradores de energia renovável

Pesquisadores da Universidade Estadual do Michigan, EUA, desenvolveram painéis solares completamente transparentes, que podem ter inúmeras aplicações na arquitetura e também em outros campos, como por exemplo no desenvolvimento de automóveis mais amigos do ambiente.

Já antes se tinha tentado criar um dispositivo deste género, mas os resultados finais nunca foram satisfatórios. Até agora.

A equipe concentrou-se especialmente na transparência, de modo que, desenvolveu um concentrador solar luminescente transparente, que pode ser colocado sobre uma superfície transparente como uma janela, por exemplo. Pode colher energia solar sem afetar a passagem da luz.

A tecnologia utiliza moléculas orgânicas que absorvem comprimentos de onda de luz que não são visíveis ao olho humano, como a luz infravermelha e ultravioleta.

Estes dispositivos podem aproveitar ao máximo as fachadas dos enormes edifícios cobertos de vidro espalhados pelo globo. Não mudando em nada a aparência dos mesmos, e em simultâneo aproveitar a energia solar de forma eficiente. Podem ser instalados em qualquer edifício.

Segundo o New York Times:

“Se as células puderem ser feitas de forma a durarem muito tempo, estes dispositivos poderão ser integrados em janelas de modo relativamente barato, já que grande parte do custo da energia fotovoltaica convencional não é da própria célula solar, mas dos materiais em que é aplicada, como o alumínio e o vidro. O revestimento de estruturas existentes com células solares eliminaria parte desse custo de material.”

Se as células transparentes, no final das contas, se mostrarem comercialmente viáveis, a energia que geram poderia compensar significativamente o uso de energia de grandes edifícios, disse o Dr. Lunt, que começará a lecionar na Universidade Estadual do Michigan neste outono.

“Não estamos a dizer que poderíamos abastecer todo o edifício, mas estamos a falar de uma quantidade significativa de energia, suficiente para coisas como iluminação e energia elétrica diária”, disse ele.

 

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*Fonte: bastanteinteressante

As 9 dicas para a felicidade eterna de acordo com um psiquiatra russo

Aqui no Mega, a gente está sempre pensando na felicidade dos nossos leitores. Por isso, trazemos dicas do como atingir a plenitude – seja pelo contato com a natureza, pela Ciência, para quem já passou dos 30 e por aí vai. Agora, porém, você verá alguns conselhos do psiquiatra russo Mikhail Efimovich Litvak, que em junho completará 80 anos e tem bagagem de sobra para saber ao que vale a pena darmos valor e o que devemos defenestrar de nossas vidas.

1. A felicidade é um efeito natural de uma vida organizada
A felicidade, a alegria e o sucesso são apenas o efeito secundário de quem investe em uma vida bem organizada em todos os sentidos. Assim, tente colocar tudo em ordem para poder viver uma vida mais plena.

2. Lembre-se que todo mundo tem uma opinião sobre si mesmo
Ao cruzar com pessoas na sua vida, é natural que você pense que pode dar dicas para ela ser melhor e mais feliz – afinal, julgar a vida alheia é muito mais fácil do que a própria. Porém, você deve sempre se lembrar que todo mundo tem uma autoestima que merece ser valorizada. Por isso, nunca ultrapasse esse limite na hora de dar os seus conselhos.

3. Se você não fizer nada por você mesmo, como você pode querer ajuda?
Ao colocar metas na sua vida, comece a executá-las! Não adianta nada dizer para todo mundo que está infeliz com o corpo e que vai começar a fazer exercícios se de fato você não cumprir essa tarefa. Os outros não podem resolver os seus problemas. Eles podem, no máximo, apoiar e dar conselhos, mas a atitude tem que partir de você!

4. O sucesso tem o poder de apagar o fracasso
Aqui vale a máxima do ser sempre positivo. Seus fracassos ocorrem por conta das insatisfações que você alimenta durante a vida. Porém, se você turbinar seu dia a dia com elogios a si mesmo e a perseverança de que o ápice está chegando, logo tudo será um mar de rosas – ou, ao menos, as tempestades serão encaradas com mais tranquilidade.

5. Não conhece seu pior inimigo? Então olhe em um espelho
Pare de procurar inimigos no mundo exterior e culpar os outros por suas insatisfações. Seu maior inimigo é você mesmo! É impossível desviarmos das barreiras do mundo para a nossa felicidade se não tirarmos a primeira delas: a que está dentro de nós! Acredite em si que os problemas vão acabar tendo mais medo de você do que o contrário.

6. O caminho correto nem sempre é o mais curto
Se você está no 30º andar e quer ir para a rua, o caminho mais curto é se jogar da janela. Só que você vai morrer ao chegar ao chão. Então, não tenha preguiça de procurar os caminhos certos para conduzir sua vida, mesmo que às vezes eles sejam cheios de curvas, subidas e descidas.

7. A falta de objetivos nos deixa cegos
Quando você precisa se mudar de casa, seu objetivo de vida, no momento, é conseguir caixas para guardar as coisas. Nesse momento, você começa a reparar e ver caixas em todos os lugares do mundo. O mesmo vale para tudo na vida; por isso, tenha sempre uma meta a ser alcançada e preste atenção nos sinais que o mundo te dá.

8. Tolerar (e até amar) momentos de solidão é um sinal de maturidade
A solidão costuma ser encarada como algo extremamente negativo, mas a gente tem muito a aprender com ela. As pessoas emocionalmente maduras são aquelas que aproveitam fases e momentos de solidão para um autodesenvolvimento. Pense nisso!

9. Equilibre o “Eu quero”, o “Eu posso” e o “Eu devo”
Muita gente vem com a ladainha de “Eu devo, mas não quero” ou com a de “Eu posso, mas não devo”. Pare de ficar criando empecilhos para essas três regrinhas que ordenam a nossa vida. Se você quer, queira pra valer. Se você deve, faça. Se você pode, o que o impede? O que você “deve” tem que ser regulado pelo que você “precisa”. E o que você “pode” é o motor que deixa tudo isso girando corretamente.

*Por Diego Denck

 

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*Fonte: megacurioso

Pensar é difícil, é por isso que as pessoas preferem julgar

“Pensar é difícil, é por isso que as pessoas preferem julgar “, escreveu Carl Gustav Jung. Na época da opinião, onde tudo é julgado e criticado, muitas vezes sem uma base sólida, sem uma análise prévia e sem um profundo conhecimento da situação, as palavras de Jung assumem maior destaque, tornando-se quase proféticas.

Julgar nos empobrece

Identificar o ato de pensar com o ato de julgar pode nos levar a viver em um mundo distópico mais típico dos cenários imaginados por George Orwell do que da realidade. Quando os julgamentos suplantam o pensamento, qualquer indício se torna evidência, a interpretação subjetiva torna-se uma explicação objetiva e a mera conjectura adquire uma categoria de evidência.

À medida que nos afastamos da realidade e entramos na subjetividade, corremos o risco de confundir nossas opiniões com os fatos, tornando-nos juízes incontestáveis – e bastante parciais – de outros. Essa atitude empobrece o que julgamos e empobrecemos como pessoas.

Quando estamos muito focados em nós mesmos, quando deixamos de acalmar o ego, e ele adquire proporções excessivas, ou simplesmente temos muita pressa para nos impedir de pensar, preferimos julgar. Adicionamos rótulos duplos para catalogar coisas, eventos e pessoas em um espectro limitado de “bom” ou “ruim”, tomando como medida de comparação nossos desejos e expectativas.

Agir como juízes não apenas nos afasta da realidade, mas também nos impede de conhecê-la – e desfrutá-la – em sua riqueza e complexidade, transformando-nos em pessoas hostis – e não muito empáticos. Toda vez que julgamos algo, simplificamos a expressão mínima e fechamos uma porta para o conhecimento. Nós nos tornamos mero animalis iudicantis.

Pensar é um ato enriquecedor

Na sociedade líquida em que vivemos, é muito mais fácil julgar, criticar rapidamente e passar para o próximo julgamento. O que não ressoa em nosso sistema de crenças nós julgamos como inútil ou estúpido e passamos para o seguinte. Na era da gratificação instantânea, o pensamento exige um esforço que muitos não estão dispostos – ou não querem – a assumir.

O problema é que os juízos são tarefas interpretativas que damos a eventos, coisas ou pessoas. Cada julgamento é um rótulo que usamos para atribuir um valor – profundamente tendencioso – já que é um ato subjetivo baseado em nossos preconceitos, crenças e paradigmas. Julgamos com base em nossas experiências pessoais, o que significa que muitas críticas são um ato mais emocional que racional, a expressão de um desejo ou uma decepção.

Pensar, pelo contrário, exija reflexão e análise. Mais uma dose de empatia com o que foi pensado. É necessário separar o emocional dos fatos, lançar luz sobre a subjetividade adotando uma distância psicológica essencial.

Para Platão, o homem sábio é aquele que é capaz de observar tanto o fenômeno quanto sua essência. Uma pessoa sábia é aquela que não apenas analisa as circunstâncias contingentes, que geralmente são mutáveis, mas é capaz de rasgar o véu da superficialidade para alcançar o mais universal e essencial.

Portanto, o ato de pensar tem um enorme potencial enriquecedor. Através do pensamento, tentamos chegar à essência dos fenômenos e das coisas. Vamos além do percebido, superamos essa primeira impressão para mergulhar nas causas, efeitos e relacionamentos mais profundos. Isso exige uma árdua atividade intelectual através da qual crescemos como pessoas e expandimos nossa visão de mundo.

Pensar significa parar. Fazer silêncio. Prestar atenção. Controle o impulso de julgar precipitadamente. Pesar as possibilidades. Aprofundar nas coisas, com racionalidade e da empatia.

O segredo está em “ser curioso, não crítico”, como disse Walt Whitman.

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*Fonte: pensarcontemporaneo

A população mundial alcançará 10 bilhões de pessoas em 2050

Segundo relatórios da ONU, a população Africana poderá dobrar nos próximos 30 anos, ultrapassando todo o sul da Ásia e a Ásia Central em índices populacionais e se tornando a região mais populosa do mundo.

Isso significa que a região representará mais da metade das taxas globais de crescimento populacional.

Liu Zhenmin, chefe de assuntos econômicos e sociais da ONU, comentou: “Muitas das populações que mais crescem estão nos países mais pobres, onde o crescimento populacional traz desafios adicionais para erradicar a pobreza, alcançar maior igualdade, combater a fome, a desnutrição e fortalecer a saúde e educação.”

Espera-se também que a Índia venha a superar a China como o país mais populoso do mundo em 2027. Até 2050, a Índia, com 1,6 bilhão de pessoas, estará bem à frente da China, cuja população voltará ao nível de 1,4 bilhão.

Em contrapartida, algumas regiões – como a China por exemplo – estão tendo um grande declínio em sua papulação, graças as baixas taxas de fertilidade e/ou os altos números de emigração mas, deve-se levar em conta também o fato que em todo o mundo as pessoas estão vivendo mais. As taxas de longevidade são cada vez maiores, principalmente em países mais desenvolvidos.

Levando em consideração todos os dados fica claro que a tendência é de que os números populacionais no contexto mundial só aumentem. Isso leva a crença de que a humanidade logo entrará em colapso, porém, essa possibilidade está um pouco distante.

*Por Damares Alves

 

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*Fonte: socientifica

Primeiros navios cargueiros elétricos do mundo começarão a operar na Bélgica e Holanda

No próximo verão europeu, o porto de Antuérpia, na Bélgica, vai se tornar uma atração internacional. É que o primeiro navio cargueiro elétrico do mundo, o Port-Liner, entrará em operação ali.

Já sendo chamado de “Tesla dos Canais”, o novo barco foi desenvolvido graças a uma parceria entre o governo da Antuérpia e a Comunidade Europeia, em um investimento total de pouco mais de 200 milhões de euros. O objetivo do projeto é reduzir o tráfego de caminhões nas estradas do país.

Port-Liner é apenas um dos navios que estão em construção. No total, serão cinco barcos pequenos, com 52 metros de comprimento e 6,7 de largura, e outros seis grandes, com 110 metros de comprimento e capacidade para carregar até 270 contêineres. Os menores poderão acomodar 24 contêineres com um peso total de 425 toneladas.

Os barcos foram projetados pela empresa holandesa de arquitetura naval Omega. Os menores conseguirão viajar por 15 horas e os maiores por 35 horas, utilizando somente a eletricidade proveniente das baterias instaladas no deck.

A recarga completa da bateria dos navios cargueiros de 52 mt leva quatro horas e quando necessário, ela pode ser substituída por outras existentes no porto.

Os barcos de grande porte serão utilizados nos trajetos entre os portos de Rotterdam, Amsterdam, Antuérpia e Duisburg. Todos os onze cargueiros estarão prontos no segundo semestre de 2019. Depois disso, a empresa Port-Liner, responsável pela construção dos barcos, pretende encomendar mais quatro.

“Todos eles já estão totalmente alugados para companhias de transporte marítimo e grandes empresas de contêineres. Caso contrário, não começaríamos a construí-los”, afirmou Ton van Meegen, CEO da Port-Liner.

O custo dos cargueiros menores é de 1,5 milhão de euros e os maiores, 3,5 milhões. Meegen garante que o valor não é mais alto do que o de um barco movido a diesel.
Fim da era do diesel

O diesel é um dos combustíveis fósseis mais poluentes que existe. Sua queima libera uma quantidade enorme de dióxido de carbono (CO2) na atmosfera, um gás apontado como sendo um dos principais responsáveis pelo aquecimento global.

Diversos países ao redor do mundo já anunciaram a proibição, para os próximos anos, de veículos movidos a diesel, em uma iniciativa para combater a poluição nas grandes cidades, provocando milhares de mortes (leia mais aqui).

Além disso, estudos mostram que o barulho causado pelo trânsito marítimo nos oceanos pertuba a vida marinha, afetando a maneira como peixes e demais espécies se comportam debaixo d’água e muitas vezes, comprometendo sua sobrevivência.

Navios elétricos, assim como carros, são mais silenciosos, tendo assim, menor impacto sobre o meio ambiente.

*Por Suzana Camargo

 

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*Fonte: conexaoplaneta

Fazendeiros investem em agricultura orgânica após adoecerem com uso de agrotóxicos

Para aqueles que ainda duvidam de que, além de mais saudável (tanto para o ser humano quanto para o meio ambiente), a agricultura orgânica é também mais eficiente (e, portanto, mais lucrativa) do que a tradicional – que utiliza fertilizantes artificiais, aditivos e agrotóxicos –, apresentamos Blaine Schmaltz, fazendeiro no estado de Dakota do Norte, nos Estados Unidos.

No ano de 1993, ele estava aplicando herbicida no campo, quando parou para checar o nível do tanque de pulverização e acabou desmaiando. Após o episódio, ele foi hospitalizado por meses com dificuldades respiratórias, dores e coceiras musculares e insônia. Seu diagnóstico? Asma ocupacional! “O médico pediu para eu abandonar a agricultura e avisou que, caso eu não o fizesse, não viveria por mais 10 anos”, revela Schmaltz.

Durante a recuperação, Blaine começou a ler sobre a agricultura orgânica e começou a transição para continuar com sua profissão. Após iniciar o cultivo de trigo, grãos e linhos de maneira 100% orgânica, seus sintomas desapareceram.

Segundo o diretor da Associação de Produtores Orgânicos, Kate Mendenhall, essa é uma história comum para muitos fazendeiros que tiveram que escolher entre seu ganha pão e a saúde. Alguns passaram pela perda de membros da família antes de tomarem essa decisão. E a pergunta que não quer calar é: precisa chegar a esse ponto?

*Por Jessica Miwa

 

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*Fonte: thegreenestpost

Pessoas sensitivas podem perceber sensibilidades físicas e impulsos espirituais, bem como, saber as motivações e intenções de outras pessoas

Pessoas sensitivas podem perceber sensibilidades físicas e impulsos espirituais, bem como, saber as motivações e intenções de outras pessoas. Eles sentem, simplesmente. Sabem de coisas sem que tenhamos dito. Eles percebem quando alguém não está sendo honesto, por exemplo.

Aqueles que reconhecem esse poder acabam se aprofundando em estudos que, geralmente, os levam a querer entender a tal da paranormalidade, estudada pela parapsicologia que é responsável por analisar fenômenos paranormais e psíquicos: telepatia (habilidade de adquirir informações acerca de pensamentos) clarividência e precognição (a visão de um fato que ocorrerá no futuro).

Muitos se aprofundam, outros tantos não, permanecem apenas na superficialidade dos sentidos.

A maioria deles já teve um pressentimento que horas, dias ou meses depois veio a concretizar-se. Ou talvez já foram capazes de saber o que os outros vão dizer sem que eles tenham dado qualquer indicação visível.
Alguns ainda ouvem ou vêem coisas que ninguém percebe.

Muitos de nós temos poderes paranormais e nem nos damos conta.

Todos temos alguma característica mais ou menos desenvolvida. A diferença é que muitos possuem um medo indescritível desses assuntos e acreditam que se você procura saber de certas coisas ocultas, você acaba sabendo de outras que não gostaria de saber. Ou seja, eles acreditam que existe o bem e o mal e que quando você desencadeia esse processo acaba por se envolver com as duas frentes e quem não tem uma força muito grande e desenvolve uma proteção, acaba abrindo um canal para que forças contrárias ao bem possam atingi-lo.

É incrível mais muitos acreditam nisso e acabam não querendo desenvolver seu poder interior, esse pensamento é uma bobagem, mas não adianta nada dizer isso porque pessoas sensitivas que possuem medo do que sentem precisam primeiro trabalhar seus medos e entender os por quês. Só depois desse trabalho elas poderão se abrir para o conhecimento revelador, para poder entender a real força do subconsciente.

No livro O poder do Subconsciente, Joseph Murphy cita uma passagem da Bíblia que exemplifica o que disse a cima.

Diz a Bíblia: E a vida eterna é esta: que te conheçam a ti, o único Deus verdadeiro. S. JOÃO 17:3. O homem que pensa ou acredita que o ciclo terreno do nascimento, da adolescência, juventude, maturidade e velhice é tudo o que há de vida é, na verdade, digno de pena. Tal homem não possui nenhum refúgio, nenhuma esperança, nenhuma visão e para ele a vida não tem significado. Esse tipo de crença traz frustração, estagnação, descrença e um senso de desesperança que resulta em neuroses e aberrações mentais de todas as espécies. Se você já não podia jogar uma movimentada partida de tênis ou nadar tão rápido quanto seu filho ou se o seu corpo se tornou menos ágil e você caminha mais devagar, lembre-se de que a vida está sempre se vestindo de roupagens novas. O que os homens chamam de morte é apenas uma jornada para uma nova idade em outra dimensão da Vida.

Pessoas sensitivas, pelo contrário, conhecem esse segredo, possuem a chave para o poder do subconsciente. Saiba que a fé, como uma semente plantada no solo, cresce de acordo com sua espécie.

Plante a ideia (semente) em sua mente, regue e fertilize-a com a esperança e ela florescerá, é assim que pensam.

Eles descobriram que em toda a natureza existe a lei da ação e da reação, do repouso e do movimento. Perceberam que devem contrabalançar essa lei, para que haja harmonia e equilíbrio. Sabem que estão aqui para deixar que o princípio da vida flua através de si, de forma rítmica e harmoniosa, e estão certos que a entrada e a saída devem ser iguais. A impressão e a expressão devem ser iguais. Por isso concluirão que toda a frustração do ser humano resulta do desejo não realizado.

William James, o pai da psicologia americana, disse que o poder de mover o mundo está no subconsciente. A mente subconsciente possui infinita inteligência e sabedoria ilimitada. Alimentada por energias ocultas, é a chamada de lei da vida. O que você grava em sua mente subconsciente esta moverá céus e terras para tornar realidade. Você deve, portanto, incutir-lhe idéias certas e pensamentos construtivos.

Seu pensamento é recebido pelo cérebro, que é o órgão da sua mente consciente racional. Quando sua mente consciente ou objetiva aceita o pensamento integralmente, ele é enviado para o plexo solar, chamado o cérebro da sua mente, onde se transforma em parte integrante de você e se torna realidade em sua experiência.

O fato é que todos podemos usar esse poder, não precisamos ser paranormais para isso, mas a vontade e o interesse em desenvolver uma fé verdadeira, e acreditar em algo é essencial!

Nada conquistamos se não acreditarmos fortemente. E esse é o segredo do subconsciente: acreditar!

Materializar através dos pensamentos! Visualizar aquilo como certo e possível!

Os sensitivos sabem disso a muito tempo.

*Por Iara Fonseca

 

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*Fonte: resilienciamag

Por que você deve se esforçar por uma vida significativa, não feliz

“Há apenas um erro inato, e essa é a noção de que existimos para sermos felizes … Enquanto persistirmos nesse erro inato, e até mesmo nos confirmarmos através de dogmas otimistas, o mundo parece estar cheio contradições ”. — Arthur Schopenhauer

O mundo moderno é obcecado com a noção de felicidade. Isso é visto como a medida e o objetivo da vida boa e, como Sigmund Freud observou, muito do que fazemos é motivado pelo desejo, que tudo consome, de ser feliz.

“… O que o comportamento dos próprios homens revela como o propósito e objeto de suas vidas, o que eles exigem da vida e desejam alcançar nela. A resposta para isso dificilmente pode ficar em dúvida: eles buscam a felicidade, querem se tornar felizes e permanecer assim ”. — Sigmund Freud

Mas essa busca sem fim pela felicidade é realmente uma maneira saudável de viver? Pois se estamos infelizes, o que para a maioria das pessoas é assim que é a maior parte do tempo, provavelmente nos perguntaremos o que há de errado conosco. Nós não somos recortados para este mundo? Os produtos químicos em nosso cérebro precisam de um ajuste farmacêutico? Ou melhor, Schopenhauer estava certo ao sugerir que visar a felicidade é um esforço fútil? Poderíamos considerar nossas vidas mais gratificantes se, em vez de lutarmos pela felicidade, dedicássemos nossas energias ao cultivo de uma vida significativa?

A felicidade nem sempre foi considerada uma meta pela qual vale a pena lutar. A raiz da palavra felicidade, na maioria das línguas indo-europeias, é sorte ou destino, implicando que a felicidade era originalmente vista como algo a ser dado e levado pelos deuses, ou pelo acaso. Não foi pensado para ser atingível apenas pelo esforço humano.

No Ocidente, foi Sócrates quem popularizou a ideia de que a felicidade é o maior bem e, portanto, deveria ser o objetivo final da vida.

A suposição de Sócrates de que devemos almejar a felicidade foi amplamente aceita pelos filósofos da Grécia Antiga que vieram depois dele. Os filósofos iluministas dos séculos XVII e XVIII, cujas ideias lançaram as bases para a civilização moderna, também adotaram a visão de Sócrates da felicidade como o fim último. Mas enquanto os gregos antigos tendiam a fundar a felicidade no cultivo da virtude e da excelência pessoal, alguns dos mais proeminentes pensadores do Iluminismo amarravam a busca da felicidade à busca do prazer.

“A felicidade, então, é em toda a sua extensão, o máximo prazer de que somos capazes e a miséria, a maior dor.” – John Locke

A maximização do prazer e a minimização da dor é a receita que muitos em nossos dias usam na tentativa de alcançar a felicidade. Mas estruturar nossa vida dessa maneira nos coloca em uma esteira hedônica. Passamos nossas vidas freneticamente correndo em direção aos bens, objetivos, eventos e pessoas que esperamos que imbuirão nossa vida com o prazer necessário para uma existência feliz. No entanto, ao atingir os objetos do nosso desejo, nos adaptamos rapidamente às novas condições e retornamos ao nosso estado padrão de ser. Ou como o filósofo Arthur Schopenhauer observou:

“… [Esforçar-se pela felicidade] é como uma sede insaciável: podemos alcançar breves satisfações, alguma liberação momentânea, mas, na natureza das coisas, elas nunca podem ser mais do que temporárias, e então estamos de novo no suporte. Portanto, a infelicidade, ou pelo menos a insatisfação, é o nosso estado normal de coisas. ” – Arthur Schopenhauer

Em nossos momentos mais introspectivos, muitos de nós reconhecem a busca constante da felicidade como um apego às sombras. Mas, qual é a alternativa? Se abandonarmos a busca da felicidade, o que deve tomar o seu lugar? No restante deste artigo, argumentaremos que devemos buscar uma vida significativa, pois, como Carl Jung observou:

“… a falta de significado na vida é uma doença da alma, cuja extensão e importância total ainda não começou a compreender.” – Carl Jung

Uma das principais razões em favor do cultivo do significado como nosso objetivo primário é devido à inevitabilidade do sofrimento. Embora a maior parte do nosso sofrimento seja menor e administrável, tendemos a ignorar o fato de estarmos sempre em risco de cair em períodos de grande adversidade – tempos em que somos forçados a lidar com o que Shakespeare chamou de “as eslingas e flechas da ultrajante fortuna”. (Shakespeare) Nestes momentos de crise, é apenas o significado – não a felicidade – que pode nos fornecer a resiliência necessária para perdurar. “Aquele que tem um porquê pode suportar quase qualquer coisa”, escreveu Nietzsche. Ou, como Carl Jung colocou “… o significado torna muitas coisas suportáveis – talvez tudo.” (Carl Jung, Memórias, Sonhos, Reflexões) O significado, em outras palavras, é a matéria-prima a partir da qual podemos construir nossa “cidadela interna”. Ou fortaleza psicológica, a partir da qual podemos navegar pelas correntes caóticas da vida.

Mas como cultivamos significado em nossa vida? Embora não exista receita garantida, algumas abordagens parecem ser muito mais sustentáveis ​​do que outras. Uma abordagem que não se enquadra na categoria de tenacidade é a tentativa de encontrar significado por meio da obtenção de bens externos, como dinheiro, fama, status ou relacionamentos. Esses bens podem aumentar a qualidade de nossa vida, mas é improvável que eles sejam imbuídos de significado. Muitas pessoas desenvolvem uma carreira de sucesso, criam uma família, acumulam riqueza e status social, apenas para descobrir, muitas vezes na meia-idade, que, apesar de seu sucesso externo, sua existência interior permanece desolada e desprovida de significado. Ou como Jung escreveu:

“Uma carreira, produção de filhos, são todos maya [ilusão] em comparação com aquela coisa que faz com que sua vida seja significativa” – Carl Jung

Uma abordagem muito mais prática para a busca do significado é focar no cultivo de nosso caráter. “O que sua consciência diz? “Você deve se tornar a pessoa que você é” (Nietzsche, A Gaia Ciência). Ou como diz o pré-socrático Heráclito: “Caráter é destino” . Se nos concentrarmos em nos tornarmos um indivíduo mais integrado e completo, aumentamos muito nossa chance de encontrar significado por duas razões principais. Em primeiro lugar, esta abordagem é um antídoto para a estagnação e passividade que garante uma existência sem sentido. E em segundo lugar, esforçando-se para cultivar nossas forças, provavelmente descobriremos o “porquê” ou o propósito de nossa existência, que é a chave para uma vida subjetivamente significativa. Para ajudar nesse caminho, precisamos discutir o papel que os objetivos desempenham nesse processo.

A importância de estabelecer metas para o desenvolvimento pessoal é bem conhecida. Pois assim como a pedra só pode ser moldada em uma escultura através da força de um martelo e cinzel, também nosso potencial, ou o desenvolvimento de nosso caráter, só pode ser realizado por meio de disciplina e esforço. Simplesmente flutuar com a corrente da vida promove um corpo fraco e uma mente macia. Portanto, devemos aprender a nadar com o fluxo da vida e esforçar-se e lutar por nossos objetivos dignos.

“Tolos são aqueles que… não têm objetivo para o qual possam direcionar todo impulso e, na verdade, todo pensamento.”
Marco Aurélio

Enquanto a maioria está ciente da importância do estabelecimento de metas, muitos cometem o erro de se sacrificarem por seus objetivos. Eles acreditam que é a consecução de objetivos que constrói caráter e cultiva significado, quando na verdade é a luta contínua para eles que mais importa. Este tema da importância do esforço incessante é fundamental no conto clássico de Fausto de Goethe. Para Goethe, Fausto só alcança a auto-realização através do seu compromisso com a luta perpétua e o esforço.

“Quem quer que se empenhe em constante esforço, Ele pode nos redimir.”
Goethe, Fausto

Ao se esforçar continuamente para alcançar objetivos, é crucial ter em mente que nossos objetivos só valem a pena se contribuírem para o crescimento de nosso caráter. Às vezes, nossos objetivos não nos levam adiante, pois podem ter sido apropriados apenas para um estágio de nosso desenvolvimento que superamos. Com a idade de 20 anos, o escritor Hunter Thompson elaborou este conselho em uma carta para um amigo:

“Quando você era jovem, digamos que você queria ser bombeiro. Eu me sinto razoavelmente seguro em dizer que você não quer mais ser um bombeiro. Por quê? Porque sua perspectiva mudou. Não é o bombeiro que mudou, mas você. Todo homem é a soma total de suas reações à experiência. À medida que suas experiências diferem e se multiplicam, você se torna um homem diferente e, portanto, sua perspectiva muda … Portanto, não nos esforçamos para ser bombeiros, não nos esforçamos para ser banqueiros, nem policiais, nem médicos. Nós nos esforçamos para sermos nós mesmos … O objetivo é absolutamente secundário: é o funcionamento em direção ao objetivo que é importante ”. — Hunter Thompson

Ao seguir este conselho – esforçando-se implacavelmente pelos objetivos, modificando-os continuamente para facilitar o desenvolvimento contínuo de nosso caráter – nos colocaremos em um caminho de vida potencialmente significativo. Escolher esse caminho requer que abandonemos nossa obsessão por felicidade e prazer, mas, ironicamente, ao sairmos da esteira hedônica e nos expormos às lutas e conflitos necessários para cultivar o caráter, provavelmente alcançaremos o estado transitório de felicidade com muito mais frequência do que aqueles que apontam diretamente para isto. Pois, como Hunter Thompson escreveu:

“… Quem é o homem mais feliz, aquele que enfrentou a tempestade da vida e viveu ou aquele que permaneceu seguro na praia e simplesmente existiu?”
Hunter Thompson

 

 

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*Fonte: pensarcontemporaneo

Sumiço das nuvens é a nova ameaça do fim do mundo como o conhecemos

Há 50 milhões de anos, período conhecido como Eoceno, o Ártico não era coberto de gelo como hoje. Com a Terra cerca de 13ºC mais quente, a paisagem no extremo norte do planeta era ocupada por florestas pantanosas repletas de crocodilos, semelhantes às encontradas hoje ao sul dos EUA.

Para buscar entender o que deixou o planeta tão quente no passado— e o que pode acontecer com o clima no futuro —, cientistas usam modelagens matemáticas que fundem dados observados e projeções computadorizadas. A estimativa da pesquisa é que a concentração de CO² na atmosfera teria que ser de 4 mil partes por milhão (ppm) para que a temperatura ficasse tão quente. Isso é muito carbono; para se ter uma ideia, a concentração atual do elemento químico na atmosfera é de 410 ppm.

Ainda não se sabe exatamente o que causou o calorão de 50 milhões de anos atrás, mas uma nova pesquisa publicada na Nature Geoscience indica que a resposta pode estar nas nuvens.

Cerca de 20% dos oceanos subtropicais são cobertos por uma baixa e fina camada de nuvens, chamadas de estrato-cúmulos. Elas refletem a luz do sol de volta para o espaço e resfriam a Terra, sendo fundamentais para a regulação do clima no planeta.

O problema é que os movimentos turbulentos do ar que sustentam essas nuvens são muito pequenos para serem precisamente calculados, e acabam ficando de fora das idealizações climáticas globais.

Para contornar essa limitação, os pesquisadores criaram um modelo em pequena escala de uma seção atmosférica representativa acima de um oceano subtropical, simulando em supercomputadores as nuvens e seus movimentos turbulentos sobre este pedaço do mar.

Nas projeções, quando a concentração de CO² excedia os 1.200 ppm, as nuvens começavam a desaparecer. Sem a cobertura delas, o calor do Sol, antes refletido, era absorvido pela terra e pelo oceano, representando um aquecimento local 10ºC. Globalmente, a temperatura subiria 8ºC rapidamente, o que significaria o fim da vida como conhecemos.

Uma vez que as nuvens sumiram, elas não voltaram a aparecer até os níveis de CO² caírem a taxas substancialmente abaixo de quando a primeira instabilidade ocorreu. De acordo com os cientistas, se a emissão de carbono pela humanidade mantiver a tendência atual, chegaríamos à concentração catastrófica do elemento químico em meados do próximo século.

“Acredito e espero que as mudanças tecnológicas desacelerem as emissões de carbono para que não alcancemos concentrações tão altas de CO². Mas nossos resultados mostram que há limites perigosos de mudança climática dos quais não tínhamos conhecimento”, disse o líder do estudo, Tapio Schneider, professor de Ciências Ambientais e Engenharia da Caltech e pesquisador sênior no Jet Propulsion Laboratory, da NASA.

O pesquisador, no entanto, aponta para a necessidade de novos estudos e ressalta que a concentração limite de 1.200 ppm na atmosfera é apenas um número aproximado. As nuvens e a humanidade podem desaparecer em níveis menores ou maiores.

“Esta pesquisa aponta para um ponto cego na modelagem climática”, afirmou Schneider, líder atual do Climate Modeling Alliance (CliMA). O consórcio usará ferramentas de assimilação de dados e de aprendizado de máquina para fundir observações da Terra e simulações de alta resolução em um modelo que representa nuvens e outros recursos importantes, mas com cálculos em menor escala e maior precisão do que os atuais.

 

 

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*Fonte: revistagalileu

Descoberta sem precedentes transforma tipos de sangue em universal

Em um avanço que poderia salvar milhares de vidas, os cientistas descobriram uma maneira de converter o tipo A de sangue para o tipo universal, que é seguro para todos os pacientes, usando micróbios encontrados no intestino humano.

Um novo estudo mostrou como as enzimas podem ser usadas para converter os glóbulos vermelhos tipo A em células do tipo O universal. Embora a ciência ainda esteja em seus primórdios, ela tem o potencial de abrir caminho para aumentar consideravelmente a oferta e o acesso a sangue para transfusões que salvam vidas.

Os tipos sanguíneos são diferenciados pelos tipos de açúcar encontrados na superfície dos glóbulos vermelhos. O tipo O não tem açúcar. Os cientistas perceberam que algumas enzimas podem remover os açúcares das células do sangue, transformando-as em tipo O, mas não encontraram uma enzima que fosse segura, eficiente e econômica, até que considerassem o intestino.

O trato digestivo humano tem os mesmos açúcares encontrados nas células do sangue, e as enzimas bacterianas encontradas nas fezes retiram os açúcares do revestimento para ajudar na digestão.

Os cientistas conseguiram isolar a enzima e usá-la para extrair o sangue de seus açúcares de maneira mais eficiente que qualquer outra enzima.

Considerando que A é o segundo tipo sanguíneo mais comum, esse descoberta poderia ser revolucionária no aumento da oferta de sangue de doadores universais, salvando milhares de vidas.

Os cientistas fizeram a descoberta emocionante em agosto passado, mas acabaram de publicar os resultados de suas pesquisas na revista Nature Microbiology.

O próximo passo é a equipe testar a conversão da enzima em um cenário clínico para ver se há algum efeito colateral do procedimento. Se nenhum for encontrado, o futuro da doação de sangue mudará para melhor.

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*Fonte: socientífica

Por que as mães confundem os nomes dos filhos? Existe uma resposta… e é linda!

Quando temos crianças em casa, muitas vezes pode acontecer de chamar uma com o nome do irmão, despertando assim o riso e tornando-se o objeto de brincadeiras. Esses pequenos erros, no entanto, não são preocupantes, não são sintomas de problemas de memória ou consequências da fadiga, são “erros de sistema” normais que o cérebro comete. Isto é afirmado por um estudo coordenado por David Rubin, um neurocientista da Duke University.

A mente humana funciona um pouco como um computador e armazena os nomes de todos aqueles que fazem parte de suas vidas, colocando informações em categorias e grupos sociais. Então, descrevendo os dados como se estivessem em um disco rígido no cérebro, existem pastas chamadas “entes queridos”, “irmãos”, “amigos”, “conhecidos” e assim por diante.

Quando ele tenta lembrar o nome de uma dessas pessoas, pode haver um pequeno “erro” cognitivo, porque naquele momento esse indivíduo é confundido com outro que foi incluído no mesmo grupo. A razão é que, ao contrário de uma máquina, o cérebro humano também inclui um componente emocional.

Em resumo, confundir um nome com outro, quando eles pertencem a pessoas do mesmo grupo social, é apenas devido ao fato de que todos nós os percebemos com o mesmo valor e carinho. Para um pai misturar os nomes de vários filhos significa que não há diferença entre eles e que ele os ama da mesma maneira.

Um aspecto curioso e interessante foi que, em uma amostra de mais de 1700 sujeitos da pesquisa, 42% deles confundiram o nome de um parente com o do animal doméstico. Isso mostra como os amigos de quatro patas são vistos exatamente como membros da família de pleno direito.

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*Fonte: olhaquevideo

Se você bebe para esquecer, está perdendo tempo: O álcool reforça as lembranças ruins

O famoso “beber para esquecer” pode ter se tornado página virada. Embora seja verdade que uma boa bebedeira pode levar a pessoa a não se lembrar de tudo o que fez no dia seguinte, as coisas ruins (exatamente as que queremos apagar da memória) podem se agarrar ao nosso cérebro de modo mais ferrenho do que se não bebêssemos.

É isso que revela um estudo publicado pela revista Translational Psychiatry, elaborado por pesquisadores da Universidade Johns Hopkins, de Baltimore (EUA). Dividiram ratos de laboratório em dois grupos: um bebeu água durante duas horas, e ao outro foi dada grande quantidade de álcool no mesmo intervalo de tempo. Posteriormente, ambos grupos foram submetidos a um som determinado, seguido por uma descarga elétrica. No dia seguinte, os roedores escutaram o mesmo som, mas dessa vez sem que fosse seguido pelo choque. Os resultados mostraram que os ratos que haviam sido embriagados tinham mais medo (lembravam melhor da descarga) que aqueles que tinham bebido água.

A conclusão do trabalho é que o álcool perpetua a sensação de medo: a extinção dessa recordação exige receptores do neurotransmissor glutamato (substância relacionada à memória), e quando os compostos do álcool se unem a esses receptores, interferem nas sinapses (comunicação neuronal), levando a que os animais que beberam álcool “não se acostumem ao estímulo e não esqueçam a experiência prévia ruim”, explica o neurologista Pablo Irima, diretor da Sociedade Espanhola de Neurologia.

Tal neurotransmissor (envolvido na eliminação da recordação) não se dá bem com a bebida. “O glutamato produz rejeição ao álcool. Costuma-se usá-lo no hospital para que os pacientes parem de beber”, diz o psiquiatra e presidente da Sociedade Espanhola de Psiquiatria, Julio Bobes.

Distrai, mas não apaga os traumas

Que o álcool nos faz recordar as coisas mais facilmente é algo que tinha sido evidenciado por um estudo da Universidade do Texas (EUA) em 2011. De acordo com essa pesquisa, tomar uma dose ativa certas regiões do cérebro relacionadas exatamente ao aprendizado e à memória.

Mesmo assim, a ideia de que beber é uma boa forma de afastar as más recordações é tão difundida que até esse estudo afirma que a maioria das pessoas afetadas por diversos traumas (entre 60% e 80%) ingere álcool compulsivamente. “Muitos pacientes com estresse pós-traumático se embebedam com a finalidade de fugir da situação, esquecer ou dormir com mais facilidade”, acrescenta Irima. E os pesquisadores concluem: “Se os efeitos do álcool nas lembranças desagradáveis forem semelhantes nos humanos, nosso trabalho pode ajudar a entender melhor como funcionam essas memórias e como focar melhor as terapias em pessoas que apresentam estresse pós-traumático”.

*Por Elena Gomez

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*Fonte: elpais-brasil

Caminhar torna o cérebro mais criativo e cura as dores

Talvez o título deste artigo tenha te surpreendido. O simples hábito de caminhar pode tornar nosso cérebro mais criativo e, além disso, fazer nos sentir mais felizes? De fato, é. E nós não dizemos isso, mas a maioria dos médicos e neurologistas.

Um desses especialistas é, por exemplo, o neurologista José Ángel Obeso, diretor do Centro Integral de Neurociências de Madri (Espanha). Seu trabalho diário em hospitais e seu contato com pessoas que passam por processos de depressão fizeram com que ele visse como é terapêutico prescrever “uma hora de caminhada diária”. E ainda mais, ande, se possível, através de um ambiente natural.

Como você já sabe, a depressão, ou mesmo passar longos períodos de tempo com estresse e ansiedade, faz com que nosso cérebro tenha um déficit nos processos cognitivos básicos, como memória, compreensão, criatividade, etc. Se andássemos todos os dias, todas essas dimensões melhorariam notavelmente.

Agora você não tem desculpas. Depois de ler este artigo, temos a certeza de que você implementará este remédio eficaz e terapêutico: Caminhe!

Há um aspecto realmente interessante que devemos ter em mente. Hábitos que, sem percebermos, estão fazendo com que nosso cérebro acabe “automatizado” e, portanto, estressado. Não esqueça esses aspectos:

O maior inimigo do nosso cérebro é a rotina. O simples ato de fazer as mesmas coisas todos os dias nos faz cair em uma espécie de depressão e inevitável desânimo. Pouco a pouco, nosso cérebro se torna um pouco mais lento. Nossa atenção não é mais a mesma porque, na realidade, não temos novos estímulos para focar. Nós temos algumas falhas de memória porque poucas coisas parecem interessantes para nós. Diante de baixa motivação, a memória é menor.
A rotina reduz nosso ânimo e, como consequencia, afeta significativamente o cérebro, estabelecemos menos conexões neuronais, menos sinapses …

Dia a dia, nosso vai cérebro agindo de maneira automatizada. Não há mais momentos de prazer e criatividade, e ele é governado por diretrizes estabelecidas, como funcionaria, por exemplo, em qualquer computador que tenhamos programado. É um risco muito alto para nossa saúde emocional e também física.

Segundo o Dr. José Ángel, os cérebros automatizados ocorrem especialmente nas grandes cidades. Entre aquelas pessoas que apenas gastam tempo com suas próprias necessidades emocionais, vivendo em grandes cidades cercadas por poluição e altas doses de estresse.

Andando, um ato de libertação pessoal

“Os caminhantes não têm obrigações, apenas o simples prazer de se libertarem passo a passo no seu caminho.” Segundo o Dr. José Ángel Obeso, os benefícios não são percebidos no primeiro dia, mas quando estamos há uma semana e a caminhada é um hábito em nossas vidas. É quando começamos a notar seus resultados terapêuticos:

Ao caminhar, o cérebro não precisa se preocupar com nada. Andar a pé é fácil, todo mundo consegue e se, além disso, receber uma dose extra de oxigênio e o ar puro da natureza, fica ainda melhor. É nesse momento que o nosso lobo frontal começa a ser estimulado, o que está relacionado à criatividade e ao humor. Se acrescentarmos a isso a liberação natural de endorfinas, é quando a magia aparece.

O cérebro se sente mais eufórico e otimista.
Ante um melhor estado de ânimo, um aumento na criatividade aparece. Não há pressões, o hormônio cortisol que segrega com o estresse desaparece e essas barreiras são derrubadas, o que geralmente nos traz negativismo. É o momento em que vemos as coisas de maneira diferente. Nos sentimos mais relaxados, mais entusiasmados, mais confiantes.

As pessoas estão acostumadas a se mover em pequenos espaços: nossa casa, nosso trabalho, os restaurantes a que vamos, os supermercados … São espaços limitados, sempre cheios de gente. Lugares conhecidos nos quais, geralmente, nossas tensões estão acesas. No entanto, o simples fato de começar a caminhar por um espaço natural e aberto se torna um maravilhoso ato de liberação e expansão.

Segundo o Dr. José Ángel Obeso, devemos primeiro procurar contato com a natureza. É como voltar ao ventre materno, às nossas origens. Não é um ato espiritual, mas sim uma necessidade orgânica. Se percorrermos nossas cidades, continuamos a respirar muitas dessas partículas contaminadas. Idealmente, nossos pulmões estão cheios de oxigênio puro, e também é necessário que nossos olhos encontrem novos cenários, com novos estímulos que enriquecem nosso cérebro.

Convidamos você, mais uma vez, a incentivá-lo a caminhar todos os dias, pelo menos, por meia hora. Vá para o parque, para a montanha, para a praia. Você verá como, após as semanas, melhorou sua saúde física e emocional. Andar a pé é muito melhor do que um analgésico ou algumas vitaminas. Não duvides!

 

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*Fonte: pensarcontemporaneo

Intuição é a mais elevada forma de inteligência, aponta pesquisador

O escritor Bruce Kasanoff afirma em um artigo para a Forbes que a intuição é uma forma elevada de inteligência. Segundo ele, essa seria a maneira que nosso cérebro encontra para manifestar um “entendimento claro da inteligência coletiva”.

A ideia é defendida por Bruce em um artigo publicado há dois anos. Para chegar a essa conclusão, ele cita conceitos desenvolvidos pelo pesquisador Gerd Gigerenzer, diretor no Max Planck Institute for Human Development e autor do livro Gut Feelings: The Intelligence of the Unconscious (“Intuição: a inteligência do inconsciente“).

“Se tudo o que você fizer for sentar em uma cadeira e confiar na sua intuição, você não estará exercitando muito a inteligência. Mas, se você mergulhar fundo em um assunto e estudar inúmeras possibilidades, estará exercitando a inteligência quando seu instinto lhe disser o que é – ou não é – importante“, explica.

Intuição é a forma mais complexa de inteligência

Um dos exemplos fornecidos pelo escritor sobre como essa inteligência se manifesta é a maneira como os sites são organizados atualmente. Segundo ele, o design intuitivo emergiu após anos de caos online e atualmente qualquer pessoa que estude webdesign saberá notar intuitivamente quais são os pontos mais importantes a se destacar em cada página.

Ao final da reflexão, Bruce conclui que “pessoas inteligentes ouvem esses sentimentos. E as pessoas mais inteligentes entre nós – aquelas que dão grandes saltos intelectuais à frente – não poderiam fazer isso sem aproveitar o poder da intuição“. Alguém discorda?

 

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*Fonte: hypeness

Estudo: civilização humana pode colapsar até 2050

Uma nova análise da mudança climática feita por um grupo australiano nos trouxe uma péssima notícia: a civilização humana pode entrar em colapso até 2050 se ações sérias de mitigação não forem tomadas na próxima década.

O relatório, publicado pela organização Breakthrough National Centre for Climate Restoration, é de autoria do próprio diretor da organização, o pesquisador do clima David Spratt, e de Ian Dunlop, ex-executivo da indústria do combustível fóssil.

O documento conclui que a mudança climática é “um risco de segurança” que “ameaça a extinção prematura da vida inteligente” ou a “permanente e drástica destruição de seu potencial para o desenvolvimento de um futuro desejável”.

É mais complexo do que pensávamos

A tese central do relatório é que os cientistas estão muito restritos em suas previsões de como a mudança climática afetará o planeta no futuro próximo. A atual crise climática seria maior e mais complexa do que qualquer outra coisa com a qual a humanidade já tenha lidado antes.

Modelos gerais – como o que o Painel das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (IPCC) usou em 2018 para prever que um aumento de temperatura global de 2 graus Celsius poderia colocar centenas de milhões de pessoas em risco – falham em explicar a enorme complexidade dos muitos processos geológicos interligados da Terra, de forma que não conseguem prever adequadamente a escala das consequências potenciais.

E como seria uma imagem precisa do pior cenário possível do futuro do planeta? Bom, se os governos mundiais “ignorarem educadamente” o conselho dos cientistas e a vontade do público de descarbonizar a economia (encontrando fontes de energia alternativas), isso pode resultar em um aumento de temperatura global de 3 graus Celsius até o ano de 2050.

Neste ponto, as camadas de gelo do mundo desaparecem, secas brutais matam muitas das árvores na floresta amazônica (removendo uma das maiores compensações de carbono do mundo), e o planeta mergulha em um ciclo vicioso de condições cada vez mais quentes e cada vez mais mortíferas.

Catastrófico

Ou seja, em 2050, os sistemas humanos poderiam chegar a um “ponto sem retorno” no qual “a perspectiva de uma Terra praticamente inabitável levaria ao colapso das nações e da ordem internacional”.

No caso, 35% da área terrestre global e 55% da população global estariam sujeitos a mais de 20 dias por ano de condições letais de calor, além do limiar da sobrevivência humana.

Enquanto isso, secas, enchentes e incêndios florestais regularmente assolariam o planeta. Quase um terço da superfície terrestre do mundo se transformaria em deserto. Ecossistemas inteiros entrariam em colapso, começando pelos recifes de coral, as florestas tropicais e os lençóis de gelo do Ártico.

Os trópicos seriam os mais atingidos por esses novos extremos climáticos, destruindo a agricultura da região e transformando mais de 1 bilhão de pessoas em refugiados.

Esse movimento em massa de refugiados – juntamente com o encolhimento das costas e as severas quedas na disponibilidade de comida e água – poderiam levar a conflitos armados sobre recursos, talvez culminando em guerra nuclear.

O resultado, de acordo com a análise, é “caos total” e talvez “o fim da civilização humana como a conhecemos”.

Como essa visão catastrófica do futuro pode ser evitada?

De acordo com os autores do relatório, a raça humana tem cerca de uma década para agir e limitar o aquecimento global a apenas 1,5 graus Celsius, ao invés de 3 graus Celsius.

Para isso, será necessário um movimento global de transição da economia mundial para um sistema de emissão zero de carbono. Alcançar emissões zero requer ou não emitir mais carbono ou equilibrar as emissões com a remoção de carbono.

O esforço para isso “seria semelhante em escala à mobilização de emergência da Segunda Guerra Mundial”, de acordo com os pesquisadores.

*Por Natasha Romanzotti

 

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*Fonte: hypescience