Você conhece a síndrome do escravo satisfeito?

Todo nós sabemos o que é um escravo: uma pessoa que tem sua liberdade anulada. Da mesma forma que aqueles que sofrem a Síndrome de Estolcomo, na qual a pessoa sequestrada consegue estabelecer um vínculo afetivo com o sequestrador, o escravo pode se encontrar satisfeito com esta anulação de sua liberdade.

Isso não tem nada a ver com a sexualidade. O escravo satisfeito vai muito além disso. Quer saber mais sobre esta síndrome? Será que você sofre da síndrome do escravo satisfeito? Hoje você descobrirá…

Correntes mentais

Quando falamos de escravidão, todo mundo pensa em algo que já está obsoleto e que ficou no passado. Mas… temos certeza disso? Um escravo satisfeito tem muitas correntes mentais. Isso faz com que seja muito difícil poder se rebelar contra a situação, pois estas correntes estão em sua própria mente e, portanto, fazem parte dele.

A maneira de escravizar mudou, agora é mais sutil. Tanto que podemos ser escravos satisfeitos sem nos darmos conta. Ninguém gosta de ser um escravo, mas e se não tivermos consciência disso? Está aqui a grande incógnita que vamos revelar.

Quando você não é capaz de se rebelar diante de uma humilhação, quando você se mantém cabisbaixo em uma discussão, sem manifestar sua opinião, você é um escravo. Do que você tem medo? Você sabe que tem o desejo de levantar a voz, mas algo o impede. Ou talvez deveríamos dizer que você mesmo se impede.

As nossas correntes podem não ter sido dispostas por ninguém, apenas por nós mesmos. Regras que existem para saber viver em sociedade e a necessidade de sermos perfeitos muitas vezes nos restringem a liberdade que tenta aflorar do nosso próprio interior. Disso, lamentavelmente, não nos damos conta.

Você é feliz permitindo-se ser humilhado? Você é feliz tentando ser igual aos demais? A busca pela felicidade o leva realmente a ela? Verdadeiramente, não.

Vivemos anestesiados?

Ter a síndrome do escravo satisfeito pode ser comparado com estar sob os efeitos de uma anestesia: pensamos de forma relativamente similar e fazemos o que acreditamos que queremos fazer. A realidade é totalmente diferente. Somos escravos satisfeitos e acreditamos nisso.

Pensemos por um momento nos relacionamentos. Dependendo do lugar onde você mora, terá uma concepção diferente sobre os relacionamentos, a infidelidade, a monogamia. Talvez você pratique alguma relação diferente da que foi ensinado desde pequeno… mas será que mesmo assim você não é um escravo satisfeito?

Todos os seres humanos buscam a felicidade, ou acreditam que esse é seu objetivo. Mas, o que significa para você a “felicidade“? Formar uma família? Ter estabilidade no trabalho? A felicidade é ditada pela sociedade. As pessoas que se rebelam contra esta síndrome começam a experimentar uma espécie de representações sem razão e estereótipos impostos pela sociedade em que vivemos.

Há um pensamento uniforme. Algo que permite que não nos sintamos estranhos com as pessoas que estão ao nosso redor. Mas quando olhamos além, quando nos livramos das correntes, realmente nos tornamos estranhos. Começamos a ver as demais pessoas como um grupo que pensa igual, enquanto nós somos diferentes.

Você se lembra daqueles sapatos dos quais não gostava nem um pouco, mas que agora você usa? A publicidade, a moda e a própria sociedade nos “obrigam” a ser submissos. Antes você não gostava, mas agora você usa. Embora você não acredite, seus amigos estão exercendo uma pressão sobre você quando você calça os sapatos que você tanto detestava. A sociedade o pressiona para que você seja igual.

Pensemos em nossa própria família. O machismo ainda está presente?

Em muitas, sim. Você sabe por quê? Se não conseguirmos nos rebelar contra isso e cedermos, nos sentiremos agradecidos por este tratamento machista existente em nosso lar e o reproduziremos, sem nos darmos conta, nas futuras relações que tivermos.

Tentar ser você mesmo é muito difícil. Parece que todos nós estamos marcados pelo mesmo padrão, e quando você se afasta dele, torna-se um estranho. A frustração, o pessimismo e a depressão podem se apropriar de você. Você não pode mudar o resto, mas pode mudar a si mesmo. Livre-se das correntes e liberte-se. Procure a sua própria felicidade afastada de tudo o que a sociedade dita.

 

 

 

 

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*Fonte: portalraizes

 

Ser humano, gentil, educado é a única riqueza que ninguém pode e nunca vai tirar de você!

Ser humano, gentil, educado, ter paz e saúde, é a única riqueza que ninguém pode e nunca vai tirar de você!
A triste geração que precisa ter para ser.

Estamos testemunhando a era da ‘ostentação’, onde para ser legal e aceito pela sociedade, é preciso usar roupas caras, produtos importados de última tecnologia, dirigir carrões, que custam uma fortuna, mas que muitas vezes, não condizem com os salários e posições de seus respectivos donos.

Algumas pessoas gastam o que não podem, para fingir uma realidade a qual não pertencem, para muitas vezes, impressionar desconhecidos.

Todo esse conceito de provar que ‘pode’ através de bens materiais ou de tudo aquilo que só o dinheiro pode comprar, está silenciosamente, nos condenando a uma eterna insatisfação, uma tristeza crônica, que muitos acreditam poder curar somente com aquisições financeiras.

Infelizmente, esse tipo de comportamento, é o resultado de uma sociedade fútil, capitalista e que a cada dia mais inverte valores, e nos transforma em zumbis perseguidores do dinheiro.

Quero deixar claro, que o inimigo não é o dinheiro, mas sim a ambição desmedida, e a falsa impressão de que ‘ele’ pode comprar tudo e resolver todos os problemas.

Também não é pecado algum, gastar um dinheiro que é seu, que é consequência do seu esforço e trabalho.

O problema é quando queremos viver um estilo de vida que não condiz com a nossa condição real.

Não é feio usar roupas mais baratas ou frequentar lugares mais simples. Feio é gastar mais do que pode, comprar e não conseguir pagar. Além do mais, saiba que o sentido da vida e a verdadeira

Felicidade que você tanto procura, infelizmente não podem ser encontrados nessas banalidades e modismos ridículos.

Não seja produto dessa sociedade cruel, não se torne um ventrículo nesse espetáculo de manipulação.

Estar na moda e ser elegante tem mais a ver com a sua personalidade, sua educação e comportamento, do que com as roupas que você usa.

Luxo mesmo é levar uma vida decente, com dignidade, amor próprio, e uma consciência limpa que não te faz perder nenhuma noite de sono, pensando nas dívidas que fez, para poder finalmente ter a falsa impressão de ser alguém.

Lembre-se que, Ser humano, gentil, educado, humilde, ter paz e saúde, é a única riqueza que ninguém pode, e nunca vai tirar de você.

*Por Wandy Luz

 

 

 

 

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*Fonte: osegredo

Comprovada a ligação Intestino x Cérebro

Isso vem se falando há muito tempo e no campo das Neurociências já há estudos e confirmação científica suficiente para se começar a tratar do cérebro cuidando do intestino.

Vejam só. Deve ser por isso que temos tanta gente fazendo “asneiras” por aí. Descobriu-se que nos intestinos existem conexões nervosas e químicas, com neurotransmissores e até possibilidade de sinapses, como ocorre no nosso cérebro.

Por isso um estudo publicado dia 19 de Maio na revista Cell Reports mostram que antibióticos fortes o suficiente para matar as bactérias do intestino também podem parar o crescimento de novas células cerebrais no hipocampo, uma parte do cérebro associada à memória.

Os investigadores também descobriram que um tipo de células brancas do sangue parecem agir como um comunicador entre o cérebro, o sistema imunitário, e o intestino. “Descobrimos que um tratamento prolongado com antibióticos pode afetar o funcionamento do cérebro,” diz a autora do estudo, Susanne Asu Wolf do Max-Delbrueck – Centro de Medicina Molecular, em Berlim, Alemanha.

“Mas, por sorte, probióticos e exercícios podem equilibrar a plasticidade do cérebro e deve ser considerada como uma opção de tratamento real junto com os antibióticos” complementou.

Wolf viu pela primeira vez essas pistas que o sistema imunológico poderia influenciar a saúde e o crescimento de células cerebrais através da investigação em células T, quase 10 anos atrás.

Mas haviam poucos estudos que encontrassem uma ligação a partir do cérebro para o sistema imunológico e de volta para o intestino. No novo estudo, os pesquisadores deram a um grupo de ratos antibióticos suficientes para que eles eliminassem quase toda a flora intestinal.

Em comparação com ratos não tratados com antibióticos, os ratos que perderam suas bactérias intestinais saudáveis tiveram um pior desempenho em testes de memória e mostrou uma perda da neurogênese (capacidade de criação de novas células) em uma seção de seu hipocampo, região onde normalmente novas células cerebrais são produzidas ao longo da vida de um indivíduo.

Ao mesmo tempo que os ratos experimentaram perda de memória e da neurogênese, a equipe de pesquisa detectou um nível mais baixo de células brancas do sangue (especificamente monócitos) marcados com Ly6Chi no cérebro, sangue e medula óssea.

Assim, os pesquisadores testaram e confirmaram que foi a perda dos monócitos Ly6Chi que estavam por trás das mudanças na neurogênese e memória.

Em outro experimento, a equipe de pesquisa comparou ratos não tratados com ratos que tinham níveis de bactérias intestinais saudáveis quer devido à genética ou devido ao tratamento com anticorpos. Em ambos os casos, os ratos com níveis baixos de células Ly6Chi mostraram as mesmas deficiências de memória e neurogênese que os ratinhos que tinham perdido as bactérias do intestino na outra experiência com antibióticos

Assim que os níveis de Ly6Chi foram repostos nos ratos tratados com antibióticos, a memória e a capacidade de criar novas células foi restabelecida.

” Para nós foi impressionante encontrar essas células Ly6Chi que viajam da periferia para o cérebro, e se encontra algo de errado no microbioma , as Ly6Chi atuam como uma célula de comunicação “, diz Wolf.

Felizmente, os efeitos secundários adversos dos antibióticos pode ser revertida. Os ratos que receberam probióticos ou que se exercitaram em uma roda após ter recebido antibióticos, tiveram a memória e a neurogênese recuperadas.

“A magnitude da ação dos probióticos sobre as células Ly6Chi , neurogênese e cognição me impressionaram “, diz ela .

“No futuro , os pesquisadores esperam ver mais ensaios clínicos que investiguem se os tratamentos com probióticos irá melhorar os sintomas em pacientes com doenças neurodegenerativas e distúrbios psiquiátricos . “Poderíamos medir o resultado de humor, sintomas psiquiátricos , a composição do microbioma e a função imune celular antes e após o tratamento com probióticos “, diz Wolf.

Agora já podemos perdoar os “enfezados”. Se a cabeça não anda boa, melhor cuidar dos intestinos e evitar antibióticos. Se não tiver jeito, probióticos e malhação para recuperar a capacidade de lembrar das coisas.

Sugiro a leitura de um outro artigo publicado aqui, onde fala dos benefícios e da criação de novas redes neuronais através dos exercícios físicos….já pra esteira!!!

*Por Genaldo Vargas

 

 

 

 

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*Fonte: fasdapsicanalise

Por que os sensitivos se sentem mal perto de algumas pessoas?

Os sensitivos são seres humanos que possuem sensibilidade emocional aumentada.

Esse conceito foi apontado pela psicóloga Dra. Elaine Aron em 1991, que apontou através de estudos que entre 15% e 20% da população mundial possui esse tipo de sensibilidade mais aflorada porque os seus cérebros processam informações sensoriais de forma diferente e por isso possuem habilidades e expressas de maneira mais intensas que os demais.

Os sensitivos – também chamados de empatas – são portanto mais sensíveis a emoções, comportamentos e energias de pessoas e lugares. A presença de algumas pessoas ou a entrada em lugares específicos podem fazer com que um empata se sinta mal. Entenda mais sobre isso.

A sensibilidade aflorada dos sensitivos e o que isso pode causar

Normalmente, quem é considerado um sensitivo considera isso como uma qualidade, uma habilidade positiva.

São normalmente excelentes ouvintes, pessoas caridosas com muita clareza de pensamento, conhecidos por darem bons conselhos.

Mas devido à sua sensibilidade emocional aumentada eles são muito influenciáveis pelo ambiente ou por pessoas, são capazes de detectar energias carregadas que estão impregnadas no lugar, detectam mais facilmente comportamentos falsos e não conseguem lidar com pessoas pretensiosas e/ou mentirosas.

Comportamentos e situações em que um sensitivo se sente mal

Todo mundo pode ser capaz de identificar sinais de falsidade no discurso humano, os empatas possuem maior facilidade devido à sua extrema sensibilidade.

Lidar com alguém hipócrita ou falso pode ser tolerável para pessoas comuns, mesmo que eles saibam dessa característica da pessoa, para os sensitivos, isso é praticamente uma tortura, um desconforto intenso.

Sentem-se cansados, sentem que sua energia foi drenada, sentem-se frustrados, muitas vezes ficam com as mãos úmidas, com o coração disparado e o bocejo é uma reação muito freqüente.

Veja abaixo algumas situações que fazem com que um sensitivo se sinta mal:

•Falsos elogios – eles detectam logo a falsidade e mal conseguem disfarçar a sua decepção

•Pessoas que aumentam suas vitórias para ganhar aprovação e reconhecimentos dos outros

•Pessoas que renunciam à sua personalidade ou tentam ser aquilo que não são para se sentirem por cima

•Falsas delicadezas com intenção de receber algo em troca

•Pessoas que estimulam a inveja e o ressentimento

•Quem age de forma dura e insensível para ocultar dos outros a própria dor ou sensibilidade

Reações comuns dos sensitivos nestas situações

Muitas vezes os sensitivos nem conseguem explicar o porquê de estar se sentindo mal e o que está causando isso nele.

Alguns deles conseguem identificar o foco, mas outros só conseguem pensar em se afastar do ambiente e das pessoas que ali estão, e normalmente ouvem: “O que aconteceu? O que ele(a) te fez de mal?” sem saber explicar exatamente o porquê. Ficam nervosos, tensos e têm dificuldades de formar frases com clareza, o que em situações normais eles têm muita facilidade.

Se o sensitivo precisa estar em um ambiente ou perto de alguém que lhe faz mal, ao se afastar ele se sente enjoado, tonto, podendo inclusive ter ânsia de vômito. Ficam muito calados, sem querer continuar a conversa e muitas vezes, ao se afastar da pessoa ou do ambiente sentem um inexplicável sentimento de culpa.

 

 

 

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*Fonte: resilienciamag

Seja um idiota – por Arnaldo Jabor

A idiotice é vital para a felicidade.

Gente chata essa que quer ser séria, profunda e visceral sempre. A vida já é um caos, por que fazermos dela, ainda por cima, um tratado? Deixe a seriedade para as horas em que ela é inevitável: mortes, separações, dores e afins.

No dia-a-dia, pelo amor de Deus, seja idiota! Ria dos próprios defeitos. E de quem acha defeitos em você. Ignore o que o boçal do seu chefe disse. Pense assim: quem tem que carregar aquela cara feia, todos os dias, inseparavelmente, é ele. Pobre dele.

Milhares de casamentos acabaram-se não pela falta de amor, dinheiro, sincronia, mas pela ausência de idiotice. Trate seu amor como seu melhor amigo, e pronto.

Quem disse que é bom dividirmos a vida com alguém que tem conselho pra tudo,soluções sensatas, mas não consegue rir quando tropeça? Alguém que sabe resolver uma crise familiar, mas não tem a menor idéia de como preencher as horas livres de um fim de semana? Quanto tempo faz que você não vai ao cinema?

É bem comum gente que fica perdida quando se acabam os problemas. E daí,o que elas farão se já não têm por que se desesperar? Desaprenderam a brincar. Eu não quero alguém assim comigo. Você quer? Espero que não.

Tudo que é mais difícil é mais gostoso, mas… a realidade já é dura; piora se for densa. Dura, densa, e bem ruim. Brincar é legal. Entendeu? Esqueça o que te falaram sobre ser adulto, tudo aquilo de não brincar com comida, não falar besteira, não ser imaturo, não chorar, não andar descalço,não tomar chuva.

Pule corda! Adultos podem (e devem) contar piadas, passear no parque, rir alto e lamber a tampa do iogurte. Ser adulto não é perder os prazeres da vida – e esse é o único “não” realmente aceitável. Teste a teoria. Uma semaninha, para começar.

Veja e sinta as coisas como se elas fossem o que realmente são: passageiras. Acorde de manhã e decida entre duas coisas: ficar de mau humor e transmitir isso adiante ou sorrir… Bom mesmo é ter problema na cabeça, sorriso na boca e paz no coração!

Aliás, entregue os problemas nas mãos de Deus e que tal um cafezinho gostoso agora? A vida é uma peça de teatro que não permite ensaios. Por isso cante, chore,dance e viva intensamente antes que a cortina se feche!

Por Arnaldo Jabor

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*Fonte: pensarcontemporaneo

10 explicações que você não deve a ninguém

Por que sentimos a necessidade de sempre dar explicações?
Ser um membro ativo da sociedade pode enchê-lo com todos os tipos de pressão e estresse.

Determinadas situações fazem-no sentir como você devesse responder de uma determinada maneira ou agir de uma forma específica. E sim, algumas pessoas pensam que sabem o que é melhor para você e seu sustento.

Independentemente de todas essas coisas, você deve lembrar que você não deve a ninguém uma explicação para:

1. Sua situação em casa.
A forma como você vive a sua vida em casa não é da conta de ninguém, só da sua conta. Não importa se você tem colegas de quarto, vive sozinho, vive solteiro ou com um parceiro, ou se você ainda vive com seu ex.

2. Suas prioridades de vida.
Sonho de abrir um restaurante? Quer se tornar um pastor na sua igreja? Tem um desejo de vender todos os seus pertences e viajar para o Peru? Vá em frente! E lembre-se, você nunca precisa explicar suas prioridades para ninguém, porque são suas prioridades, e não estão lá para impressionar as pessoas.

3. Precisar de um tempo sozinho.
Se você precisar de um tempo sozinho em sua vida, você não está sendo rude, introvertido, ou hostil, apesar do que os outros possam pensar. Só precisa de tempo para ficar sozinho. Todos precisamos de tempo para encontrar o nosso centro e nos reorientarmos.

4. Sua aparência física.
Todos nós passamos por mudanças com nossos corpos. Perder peso, ganhar peso, um novo penteado, crescer uma barba ou fazer qualquer coisa diferente com sua aparência física não requer uma explicação. Eles vão ter que lidar com o seu cabelo roxo.

5. Suas preferências alimentares.
Nem todo mundo é fã de pizzas e hambúrgueres. Algumas pessoas gostam de sanduíches de banana e bacon ou preferem espaguete com manteiga, em vez de molho de tomate. Todos nós temos gostos diferentes, quando se trata de comida. Se alguém tentar julgá-lo, não ligue para isso. Basta ir em frente e mergulhe suas batatas fritas no seu sorvete.

6. Sua vida romântica.
Este é um acéfalo. É uma parte muito pessoal da sua vida e se a sua vida romântica existe ou não, não é da conta de ninguém. Haverá sempre alguém que vai julgá-lo porque você está ou não está com alguém mesmo. Mas, novamente, a opinião deles não importa.

7. Sua carreira ou escolhas pessoais.
Vá na direção que você quer ir e siga o caminho de sua escolha. Se você é um artista talentoso que deseja trabalhar no seu campo, siga seu coração. Se ser advogado é o seu sonho, vá em frente. Aqueles que realmente se preocupam com você vão apoiar a sua decisão.

8. Suas opiniões religiosas ou políticas.
Nestes dias, é fácil comprar uma briga, basta perguntar a alguém qual a sua afiliação política ou religiosa e logo começa a discussão. Em quem você votou nas últimas eleições, se é católico ou protestante, é a sua escolha e só sua, e você nunca precisa defender suas crenças (desde que elas não prejudiquem ninguém). Naturalmente, se alguém quer ter uma discussão madura, sincera com você sobre o tópico, isso sempre será uma boa experiência, vá em frente. Trocar ideias e pontos de vista pode expandir a mente e é benéfico para ambas as partes.

9. Ser solteiro.
Não obstante, se você está solteiro há uma semana ou há um ano, você, provavelmente, está confortável com a decisão neste momento em sua vida. Se as pessoas estão pressionando você para encontrar alguém, ou para se casar e se estabelecer, diga-lhes para se importar apenas consigo mesmos. Ser solteiro pode ser ótimo!

10. Suas escolhas dentro de um relacionamento.
Sua ex-mulher pediu para que retornassem e você aceitou? Você perdoou aquele que o traiu? Você recusaria uma proposta de casamento? Bem, adivinhem? Todas estas decisões foram feitas por você e pelas suas próprias razões. Seguiu o seu coração e foi o que achou melhor e, novamente, você não deve a ninguém uma explicação por isso.

A vida pode ser complicada, e as pessoas ao nosso redor podem tornar as coisas mais difíceis, ou podem aliviar seus fardos, apoiando suas escolhas.

Você não tem que dar explicações para tudo!

 

 

 

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*Fonte: osegredo

Dormir pouco faz o cérebro destruir seus próprios neurônios

Dormir traz diversos benefícios para os seres vivos – principalmente para nosso cérebro. Além de repor as energias que gastamos durante o dia, o sono também “limpa” os restos da atividade neural que são deixados para trás durante o dia a dia e podem ser prejudiciais.

Mas agora, em uma nova pesquisa, pesquisadores descobriram algo curioso: este mesmo mecanismo de limpeza acontece também em cérebros que estão sendo privados do sono ou que têm dormido pouco. Mas com um porém: ao invés de limpar os restos das sinapses, estes cérebros começam a limpar as próprias sinapses e neurônios, em um processo que beira o canibalismo.

A equipe, liderada pela neurocientista Michele Bellesi, da Universidade Politécnica de Marche, na Itália, examinou a resposta do cérebro de mamíferos aos maus hábitos de sono e descobriu essa semelhança bizarra entre os ratos descansados ​​e sem sono. E o pior: a recuperação do sono pode não ser capaz de reverter os danos nos cérebros que passam a se alimentar de si mesmos.

Como as células em outras partes do corpo, os neurônios do cérebro estão sendo constantemente atualizados por dois tipos diferentes de células gliais, que funcionam como uma espécie de cola do sistema nervoso. Umas delas, as células da microglia, são responsáveis ​​por limpar as células velhas e desgastadas através de um processo chamado fagocitose. Já os astrócitos removem as sinapses desnecessárias no cérebro para refrescar e remodelar sua fiação.

Sabemos que esse processo ocorre quando dormimos para limpar o desgaste neurológico do dia, mas agora parece que a mesma coisa acontece quando começamos a perder o sono. Mas ao invés de ser uma coisa boa, o cérebro começa a devorar partes saudáveis de si mesmo e se machucar. “Mostramos pela primeira vez que porções de sinapses são literalmente comidas por astrócitos por causa da perda de sono”, conta Bellesi.

Para descobrir isso, os pesquisadores imaginaram os cérebros de quatro grupos de ratos: um grupo foi deixado para dormir por 6 a 8 horas (bem descansado); outro foi periodicamente acordado do sono (espontaneamente acordado); um terceiro grupo foi mantido acordado por mais 8 horas (privação de sono); e um grupo final foi mantido acordado por cinco dias seguidos (cronicamente privados de sono).

Quando os pesquisadores compararam a atividade dos astrócitos entre os quatro grupos, identificaram-na em 5,7% das sinapses dos cérebros de camundongos bem descansados ​​e em 7,3% dos cérebros de camundongos espontaneamente acordados.

Nos camundongos privados de sono e cronicamente privados de sono, eles notaram algo diferente: os astrócitos aumentaram sua atividade para realmente comer partes das sinapses, como as células microgliais comem resíduos – um processo conhecido como fagocitose astrocítica. Nos cérebros de camundongos privados de sono, descobriu-se que os astrócitos estavam ativos em 8,4% das sinapses e, nos camundongos cronicamente privados de sono, 13,5% das sinapses apresentavam atividade astrocitária.

Segundo os pesquisadores, a maioria das sinapses que estavam sendo comidas nos dois grupos de camundongos privados de sono eram as maiores, que tendem a ser as mais antigas e mais usadas, o que provavelmente é uma coisa boa. “Elas são como móveis antigos e, portanto, provavelmente precisam de mais atenção e limpeza”, diz Bellesi.

Mas quando a equipe checou a atividade das células microgliais nos quatro grupos, eles descobriram que ela também aumentara no grupo cronicamente privado de sono. E isso é uma preocupação, porque a atividade microglial desenfreada está associada a doenças cerebrais como Alzheimer e outras formas de neurodegeneração.

“Descobrimos que a fagocitose astrocítica, principalmente de elementos pré-sinápticos em grandes sinapses, ocorre após a perda de sono aguda e crônica, mas não após a vigília espontânea, sugerindo que pode promover a limpeza e reciclagem de componentes desgastados de sinapses fortes e muito usadas”. os pesquisadores relatam.

“Por outro lado, apenas a perda crônica de sono ativa as células da micróglia e promove sua atividade fagocítica, sugerindo que a interrupção prolongada do sono pode estimular a microglia e talvez predispor o cérebro a outras formas de danos”.

Muitas questões permanecem. Não sabemos o que aconteceria se esse processo fosse replicado em cérebros humanos, nem se recuperar o sono pode reverter o dano. Mas o fato de que as mortes por Alzheimer aumentaram em incríveis 50% desde 1999, juntamente com a luta que muitos de nós têm para ter uma boa noite de sono, significa que isso é algo que precisamos entender logo.

 

 

 

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*Fonte: gooru

O verdadeiro patrimônio: um texto sobre o que realmente importa

Um jovem advogado foi indicado para inventariar os pertences de um senhor recém falecido. Segundo o relatório do seguro social, o idoso não tinha herdeiros ou parentes vivos. Suas posses eram muito simples. O apartamento alugado, um carro velho, móveis baratos e roupas puídas. “Como alguém passa toda a vida e termina só com isso?”, pensou o advogado. Anotou todos os dados e ia deixando a residência quando notou um porta-retratos sobre um criado mudo.

Na foto estava o velho morto. Ainda era jovem, sorridente, ao fundo um mar muito verde e uma praia repleta de coqueiros. À caneta escrito bem de leve no canto superior da imagem lia-se “sul da Tailândia”. Surpreso, o advogado abriu a gaveta do criado e encontrou um álbum repleto de fotografias. Lá estava o senhor, em diversos momentos da vida, em fotos em todo canto do mundo.

Em um tango na Argentina, na frente do Muro de Berlim, em um tuk tuk no Vietnã, sobre um camelo com as pirâmides ao fundo, tomando vinho em frente ao Coliseu, entre muitas outras. Na última página do álbum um mapa, quase todos os países do planeta marcados com um asterisco vermelho, indicando por onde o velho tinha passado. Escrito à mão no meio do Oceano Pacífico uma pequena poesia:

Não construí nada que me possam roubar.
Não há nada que eu possa perder.
Nada que eu possa tocar,
Nada que se possa vender.

Eu que decidi viajar,
Eu que escolhi conhecer,
Nada tenho a deixar
Porque aprendi a viver.

Abraço!

Pedro Schmaus

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*Fonte: revistapazes

Loucura mesmo é ser livre

Sou o louco mais domesticado que conheço. E não há quem se sinta mais decepcionado com isso do que eu. Acredite: um dia, já tive gana e frescor nos olhos. É uma pena. Não foi apenas um equívoco, mas, uma crueldade deixar que morresse à mingua a criança que brincava de se esconder nos labirintos de mim. Quem se importa com tamanha insegurança? De uma coisa, ao menos, não tenho certeza: é lastimável não levar a vida que se sonha.

Loucura mesmo é desmentir o dito popular e trazer, sim, a felicidade sem possuir um puto sequer no bolso. Isso eu chamo simplicidade e desprendimento. Fica aqui um conselho gratuito aos mais vendidos: para morrer de velhice e sair bem na foto, é preciso relevar as agruras da vida. Olha o passarinho. Veja como ele deixa o dia mais leve.

Sobrevoar iniquidades não é fácil. Faz tempo que parei de sonhar que voava. Deus não dá asa às cobras. Deus não é louco assim. Loucura mesmo foi ter criado o mundo em seis dias e não se arrepender no sétimo. Ah… Se arrependimento matasse, eu bebia dele. Juro pelo limite do meu cartão de crédito.

Você tem razão. Não me leve tão a sério. Estou exagerando. Já que você, assim como o criador, não me dará asas, também não dê corda para um aspirante a lunático. Os mentecaptos — não sei se lhe explicaram isso na escola, na fila da punheta ou na sessão de psicoterapia — podem arrastar gente para o mundo da lua, de onde só se volta faltando pedaços, ao amanhecer de outro dia. Sim. Eu sei. A lua está cheia e eu pareço minguante, meio perdido. Você está inteiramente correto. Adoro admitir que me desencontro um pouco mais a cada dia. Você ainda não viu nada, pequeno unicórnio.

Loucura mesmo é perder os descaminhos por andar demasiado tempo sobre os trilhos. A trilha não compensa. É preciso não temer em demasia o beijo na lona. Contudo, admito, sou um maria-vai-com-as-outras. E por falar em efeito manada, em seguir a onda, loucura mesmo é achar a coisa mais comum do mundo quando o mar quando quebra na praia. As marolas nunca são iguais. Espuma e melancolia são coisas muito subjetivas, pois cada um investe poesia na sua vida da maneira que dá conta. Em tempo: o ato mais lírico e insano que já cometi foi ter cometido filhos. É um tipo de amor que não possui métrica. Não consigo rimar nada parecido com isso.

Loucura mesmo é buscar a fama sabendo que a fome da terra nos espera com os dentes de anteontem. Há uma pressa incompreendida no nascer-e-morrer do universo. Ninguém explica isso sem partir para o fanatismo. Não sei se você concordaria com isso, mas, fanatismo é reverenciar uma boa hipótese. Se sacasse alguma coisa a respeito dessa tal Geração Y, eu perguntaria aos universitários, sem titubear: o que é a vida, chapas? Rio só de imaginar as caras deles.

Pensando bem, se prestarmos muita atenção nos detalhes da nossa longa existência no planeta, notaremos que loucura mesmo é derrubar hectares e mais hectares de mata-virgem para asfaltar a relva e plantar espigões de concreto onde seres humanos se empilham. Há pouca ou nenhuma humanidade nisso. Não faz tanto sentido quanto afirmam os arquitetos. Me corrija, se eu estiver certo: sem contar as várias noites insones em que nauseio sob o lençol, restam poucas coisas mais caóticas pra se ver do que as cidades de São Paulo, Nova Déli, Pequim e Roma. Rômulo e Remo acharam plausível, líquido e certo mamar nas tetas de uma loba. Então, mamaram. Era uma questão de sobrevivência. O que esse adendo mítico tem a ver com a minha história? A não ser pela sedução do trocadilho, nada. Não reclame. Eu avisei que estava com a macaca. Você trepou com o meu texto porque quis. Mesmo assim, não se amofine. Estou aqui, próximo de um fim, agarrando-me a qualquer fio-da-meada que se me oferecer.

Loucura mesmo é ter coragem de levar a vida na flauta, à margem da escala-de-dó dos que sofrem por falta de tempo, com sanha por patrimônio material. Que vida odiosa levam os que buscam um futuro melhor gozando o presente da pior maneira. Loucura mesmo é contar dinheiro, várias vezes ao dia, na esperança de que apareça um pouco mais dele. É organizar carnês por data de vencimento. É fazer ginástica financeira, mas, enfartar por causa do sedentarismo. Coronárias não aceitam banha-de-porco, quem dirá, desaforo.

Você foi alfabetizado, amigo? Então, conte nos dedos quantos loucos deram certo na vida. Todos. Eu digo e repito, com medo de acertar: todos. Os malucos anônimos e os malucos geniais. Os loucos magníficos, mesmo sem pleitearem os louros, entram para a história e se tornam eternos. É comum que dependuremos os seus pôsteres nas paredes, a fim de admirarmos tanta petulância. É como se falássemos ao espelho: Queria tanto ter sido como você; doido, lindo, sincero e verdadeiro.

Mas existem demandas demais, compromissos demais, impostos demais, impostores demais esperando por nós: os homens normais. Esse status tolo no qual eu e você estamos inseridos faz parte do enfadonho, triste e conveniente convívio social — não necessariamente nesta ordem. Porque, quando o assunto é desordem, não entendemos nada. Quem dela se alimenta são os loucos-de-pedra. Os homens mais livres que já caminharam sobre a face da terra.

*Por Eberth Vêncio

 

 

 

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*Fonte:

“Cadeira para vestir” permite que a pessoa sinta-se como se estivesse sentada enquanto estiver em pé

Uma inovação tecnológica promete ajudar pessoas que precisam ficar muito tempo em pé.

Trata-se de uma “cadeira vestível”, que dá um apoio às pessoas. Tecnicamente, o Archelis não é uma cadeira, assemelhando-se mais a uma cinta para cintura e pernas, ajudando a pessoa a escolher uma posição mais confortável, quando em posição vertical.

É possível travar o dispositivo em várias posições para ajustar os ângulos do tornozelo e joelho. Ao selecionar a posição, os locais poderão ser relaxados, e o dispositivo manterá a pessoa em pé sem que ela sinta cansaço. O dispositivo distribui a pressão sobre a perna e a coxa, reduzindo a fadiga muscular global e conjunta.

Archelis é feito inteiramente de peças de carbono flexíveis e confortáveis ​​para utilização por longos períodos de tempo. Ele não requer pilhas ou energia para funcionar e foi originalmente desenvolvido para ajudar os cirurgiões durante a realização de cirurgias de longa duração.

Porém, o produto também poderia ser útil às pessoas de outras profissões que ficam em pé por horas, como professores, palestrantes, funcionários de hospitais, recepcionistas ou trabalhadores industriais.

Desenvolvido pela Nitto – uma empresa japonesa que faz todos os tipos de moldes – em colaboração com o Centro de Engenharia Médica da Universidade de Chiba, o Hiroaki Nishimura Design, e o Japan Polymer Technology, o produto ainda está em desenvolvimento e é esperado que chegue ao mercado ainda este ano.

*Por Rafael Fernandes

 

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*Fonte: gooru

Para enlouquecer com saúde

Vaiar o morto. Contar piadas às carpideiras. Ser convidado, com energia, a se retirar do recinto. Sair de cabeça em pé, levando uma flor entre os dentes. Dizer toda a verdade que lhe vier à telha. Morder a imprópria língua. Envenenar as palavras com doses letais de franqueza. Ser um desanimador de festas infantis. Riscar-se de uma lista de convidados. Pular de uma ponte e sair voando. Contribuir com o futuro do planeta, clamando pela boa pontaria do meteoro. Contentar-se com dois pares de calçados. Economizar água-que-passarinho-não-bebe. Urinar pelos canteiros de casa. Escandalizar a vizinhança com sua nudez domiciliar, o seu território livre. Entrar na pauta da próxima assembleia do condomínio. Passar dias sem tomar banho. Malhar os neurônios com livros de filosofia. Ser, com orgulho, o garoto mais impopular da escola. Escalar o Monte de Vênus sem usar as mãos. Lamber. Lamber. Lamber. Ser parceiro íntimo dos micróbios. Reconhecer-se como um reles microrganismo no âmbito universal e, apesar disso, ir além, exagerar, pular corguinhos com a sua cadeira de rodas. Nadar contra a correnteza. Torcer pelo jacaré num filme de Tarzan. Sacanear, fazer amor consigo mesmo, gozar na boca da noite. Rastejar a esmo numa guerra hercúlea contra a hipocrisia. Desligar o cérebro pelos caminhos de Compostela. Tomar sopa com outros homens miseráveis. Tocar para o sul, apesar do frio. Desnortear-se, apesar de um norte. Abolir o uso da bússola e dos relógios de pulso. Matar o tempo por asfixia das horas. Orar para os deuses do rock. Nunca ter escutado o hit mais tocado nas rádios, de acordo com a lista da Billboard. Usar as pedras do caminho para espatifar os telhados de vidro. Rimar amor com dor e com os cubos de gelo na caixinha de isopor. Tomar um uísque nas piores e nas melhores horas do dia. Assinar a profissão poeta na sua carteira de trabalho. Relaxar sem ser frouxo. Embriagar-se sem ser alcoólatra. Perder a ternura, endurecer. Apaixonar-se por uma completa desconhecida que parece ser a mulher dos seus sonhos. Preferir os pesadelos só por causa das altas doses de adrenalina. Doar sangue para um facínora sanguinário. Temperar a vida com o sargaço dos mares revoltosos. Cegar o ódio. Cagar no mato. Seguir uma nuvem de moscas pelas merdas do caminho. Apostar no azarão. Deixar-se cavalgar por uma potra louca-varrida com gosto de amanhã-logo-cedo-tem-mais. Faltar às passeatas. Marchar contra a multidão. Saquear uma biblioteca. Ser preso por uma policial à paisana e a atado à cama com meias de seda bacana. Ensimesmar. Cair em desgraça com elegância. Levantar a moral da tropa desnudando-se, desfilando a gostosa bunda da verdade para que todos toquem nela. Delatar aquele cara no espelho, se ele tiver culpa no cartório. Vestir-se rigorosamente fora da moda. Comer gordura trans. Comer uma gordinha trans. Transformar-se. Transtornar-se. Endeusar-se, amar a si próprio acima de todas as coisas e o resto que se Jack Daniel’s. No final das contas, se nada der certo e este contrato antissocial firmado consigo mesmo fracassar, então, terá valido a pena.

*Por Eberth Vêncio

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*Fonte: revistabula

7 truques psicológicos que você é obrigado a saber pra se dar bem

Talvez você não saiba, mas a todo momento as pessoas estão sujeitas a influências e manipulações de quem menos esperam. Mesmo amigos, namorados e pessoas queridas podem estar usando truques psicológicos para te manipular.

Seja na sua postura, no jeito de olhar ou de falar alguma frase, você é capaz de criar sugestões na mente das pessoas ao seu redor sem que elas percebam. Com essas habilidades você pode conseguir coisas que não dariam certo sem os truques.
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inRead invented by Teads

Bom, pensando nisso, nós separamos alguns truques psicológicos que todo mundo pode usar um dia, seja nas coisas simples ou nos momentos mais complicados de nossas vidas. Então, caros amigos, confiram agora a nossa matéria com os 7 truques psicológicos que todo mundo é obrigado a saber para se dar bem:

1 – Escolher um dia para alguma coisa
Se você escolher uma data para fazer alguma coisa, com certeza a ansiedade para essa data vai ativar até a adrenalina do seu corpo, como a espera do seu filme preferido, por exemplo. Se você marcar uma data para alguma coisa, você vai desfrutar melhor quando o dia chegar, pois vai associar esse dia a emoção.

2 – Ser confiante e convincente
Não escrever ou dizer “eu acho” ou “eu acredito”, por ser expressões que denotam a falta de segurança, nunca é bom dizer quando você quer parecer uma pessoa de segura. Então, da próxima vez que você quiser dar uma aparência de uma pessoa convincente, troque essas palavras por “eu tenho certeza”.

3 – Acenar com a cabeça
Os cientistas descobriram que quando as pessoas acenam enquanto escutam alguma coisa, elas são mais propensos a estar em acordo com a pessoa. Eles também descobriram que quando alguém está acenando, é natural que quem está ouvindo faça o mesmo. Isso é compreensível, porque os seres humanos são bem conhecidos pelo mimetismo.

4 – Manter a calma quando alguém está com raiva de você
Sabe quando alguém está morrendo de raiva de você e começa com aqueles discursos de ódio? O melhor a se fazer nessas horas é não se preocupar e manter a calma, pois em seguida, a pessoa vai se sentir envergonhada pelo fato de você está calmo e ela explodindo de raiva.

5 – Seja positivo
Sorrir, manter contato visual… tudo isso parece óbvio. Mas, garantimos, funciona. Na hora de explicar situações ou contar histórias, mostre bons sentimentos como gratidão em vez de ressaltar como você ficou frustrado/irritado. Crie imagens positivas – e elas serão associadas com você.

6 – Gerencie seu humor
As pessoas são atraídas pelo humor, entusiasmo e confiança mais do que raiva, arrogância e impaciência, e isso é óbvio, pelo menos para a maioria das pessoas. Mas projetar a positividade pode fazer toda a diferença. Como já citamos no item 4, a calma pode ser uma boa aliada em certos momentos das nossas vidas, e ao fazer isso, nós temos grandes chances do nosso coração desacelerar e assim conseguirmos nos manter relaxados.

7 – Lembre-se dos nomes das pessoas
Lembre-se dos nomes das pessoas que você acabou de conhecer, mesmo que isso possa ser realmente difícil para algumas pessoas. Mesmo assim, faça esforço para memorizar o nome das pessoas e chamá-los pelo nome, as pessoas vão ter uma grande consideração por você, além de ficarem encantadas.

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*Fonte: fatosdesconhecidos

Como se desconectar da vida digital em 6 passos

Se você comemora quando a bateria do celular acaba, cheira as páginas dos livros com romantismo e inclusive começa a olhar o micro-ondas com certa ressalva, talvez você precise de um descanso digital e um pouco de prazer na vida tradicional

A evolução tecnológica está tão implantada na vida cotidiana que permite a substituição de tarefas entediantes por coisas mais simples e mais ágeis. As vantagens da mensagem eletrônica e instantânea, da internet em geral e dos chips instalados em inúmeras ferramentas à nossa volta são inegáveis.

Mas se ao entrar na sua cozinha você se lembra de 2001: Uma odisseia no espaço e anseia recuperar o controle sobre seu entorno, chegou a hora de regressar à vida analógica e prestar uma pequena homenagem a ela. Até que ponto o mundo digital ajuda você e desde quando ele assumiu essa parcela de sua vida em que reinavam a liberdade e o gosto por fazer as pequenas coisas?

Leia, viaje com a mente, mas de verdade

Não deixe ninguém guiar por você. A televisão, o computador e o celular podem oferecer conteúdos emocionantes, mas deixam pouca margem para sua imaginação. Recupere o livro, o quadrinho, convide-se a recriar o que lê, construir ambientes, retratos, vozes e rostos.

Seja seu próprio motorista na viagem. Com certeza você se lembra de um filme baseado em um romance que tinha lido e… não era o mesmo. Sua história sempre foi melhor e a produção ignorou vários detalhes que em sua versão eram mais ricos.

Desenhe, escreva, modele

Seja livre em suas criações. É possível que em alguns momentos você sinta a necessidade de usar as mãos. Claro. Toda essa superfície de pele que nos cobre pode ser uma varinha mágica. Você já tocou a argila e tentou modelar alguma coisa? O cursor é muito limitado. Manche-se, amasse, deixe seus dedos aproveitarem.

Afunde a mão na tinta, aperte um punhado de barro, deixe o giz de cera fluir sozinho. Embora o desenho, como o exercício físico, seja retroalimentado com a prática, não é necessário ser um artista. A magia é se deixar levar, curtir, recriar ideias espontâneas e tocar, tocar coisas, usar cores, organizar palavras manuscritas e encontrar a música que só você sabe. O mouse do computador é um instrumento tão restrito se o comparamos com suas mãos…

Corra, dance, caminhe, faça ioga, plante bananeira, suba uma montanha

Patine, caminhe no parque. Seus pés não merecem menos que suas mãos – e movem o resto do seu corpo. Desfrute deles. Mexa-se e crie seu próprio videogame. Implique-se. A realidade virtual é muito real, mas o real é sempre muito mais autêntico. Fazer a compra via internet pode ser muito prático, mas apertar um abacate para escolher o ponto de maturidade não tem preço.

Utilize a versão on-line para o inevitável, quando o tempo é insuficiente. Aproveite uma caminhada entre as lojas para escolher o produto mais apetitoso, envolva-se nos cheiros da fruta fresca e na conversa alegre com o açougueiro.
Cómo desconectar de la vida digital en 6 pasos

“A realidade virtual é muito real, mas o real é sempre muito mais autêntico”

Cozinhe e coma. Pare de fotografar a comida

Pratique um relacionamento íntimo com os alimentos, mais além de publicá-los. É uma satisfação e energia para seu corpo e mente, e uma forma extra de criatividade. Você realmente se importa com o que os outros comem? Seria interessante analisar o porquê.

Uma refeição saudável e saborosa só pode ser melhorada com o ambiente certo na companhia das pessoas que sempre desejamos por perto. Saboreie, mastigue e prolongue esse momento no tempo. Uma foto nunca irá capturar essa essência.

Vigie seu clone digital de perto

Atenção às redes sociais. Elas são boas para recuperar amizades, para se conectar com elas, para compartilhar momentos. Mas o melhor sempre é usá-las para facilitar esses momentos ao vivo e em cores, relacionar-se pessoalmente, conversar. Apresente seus amigos, saia para jantar, recomende o que você gosta, faça compras em grupo… E perca-se, por favor, andando e dirigindo.

Não é necessário seguir sempre o caminho traçado. Você vai descobrir novos lugares, vai fazer esporte, vai sentir a liberdade. Desligue o GPS do seu celular. Não é necessário que todos saibam onde você está em cada momento. Quando pensamos bem sobre isso, encontramos mais vantagens do que inconvenientes.

E se tiver desconectado completamente

Se sua vida avança rumo ao passado, é provável que você tenha superado o famoso FOMO (Fear Of Missing Out) para sempre. Esse medo da exclusão por estar desatualizado, de modo que devemos nos conectar para não sofrer, terá ido parar em um lugar distante da preocupação cotidiana. Na verdade, a evolução do FOMO é o POMO (Pleasure Of Missing Out). A evolução digital quis recompensar com um nome esse prazer que sentimos ao permanecer deitado no sofá de casa quando você “deveria” estar em um evento social. Ou fazer biscoitos quando “deveria” estar na internet vendo o que e onde seu chefe comeu.

É o triunfo da vida privada, da pantufa e do eu com bolhas na banheira que olha com satisfação o celular desligado. O sucesso dos muffins preparados em família, com o tablet bem guardado na gaveta. É a jardinagem noturna, enquanto seu vizinho vende roupas na internet, o dia na piscina sem celular, não ter conexão no meio do mato.

Quando o homem domina a máquina, e não o contrário, a tecnologia é apenas uma ferramenta a serviço da necessidade. A virtude da revolução digital é sua capacidade de se integrar no cotidiano sem destruir a magia de ser humano.

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*Fonte: thedailyprosper

A vida toda é saudade. Um filme sem direito a replay

Eu vi o tempo parar uma única vez. Em uma noite de sábado, aos 9 anos, dentro de uma piscina fria, desnorteada após uma cambalhota desajeitada embaralhar meus sentidos. Perdi o senso de espaço. Nadava em direção ao fundo achando que era a saída, batia com os pés na parede pensando ser o chão. Eu não sei o quanto durou. Provavelmente muito pouco, já que saí ilesa. Possivelmente uma eternidade, pois eu nunca esqueci. Se eu fechar os olhos ainda consigo sentir o frescor do ar que arrefeceu o pânico e me fez chorar de desespero e agradecimento. Antes de eu enxergar o céu anunciando a salvação, o tempo deixou de correr como geralmente corre. Congelou, entre azulejos azuis e palpitações cardíacas.

Eu tentei repetir esse feito por anos. Não me refiro à sensação de semi-morte. Não é meu forte o masoquismo que flerta com o macabro. Refiro-me ao sentimento de ter guardados nas mãos todos os segundos do mundo. Passada a aflição do peito gritando por oxigênio, eu me lembrava daquele episódio como a evidência de que é possível, ainda que por alguns instantes, não existir antes nem depois. Só o agora. E se era viável numa situação de caos, seria também em outros momentos.

Foi frustração atrás de frustração. O tempo não parou quando o circo chegou à cidade, fechei os olhos e rezei para que os encantos manifestados em narizes vermelhos e cartolas não fossem embora. Tampouco quando pedi que a adolescência não partisse tão cedo levando com ela leveza e um pouco de entusiasmo. Não parou quando precisei de fôlego para entender as mudanças do meu corpo e da minha mente, nem quando tentei guardar na mochila as risadas na porta do colégio que faziam a vida parecer fácil.

Eu tentei estacionar minutos por tantas vezes. E segui batendo com a cara no muro. A vida insistia em tirar onda com minha pretensão infantil de querer romper com a rota natural das coisas. Sempre que tentava burlar o inevitável fluxo que nos obriga a olhar para frente, a realidade se apresentava como uma avalanche impiedosa, mas necessária. De um lado eu batalhava para eternizar felicidade em porta-retratos estáticos, de outro o mundo era filme sem direito a replay. Em uma ponta eu fincava os pés no chão e segurava a corda freando o futuro, na outra, o tempo implacável, me puxava com sua força acachapante.

Eu tentei parar o tempo quando me apaixonei pela primeira vez e queria preservar a mágica intacta, quando senti medo que a alegria presente desse adeus antes que eu soubesse qual rumo tomar, quando sentia o vento refrescar com paz meu coração inquieto. Eu tentei parar o tempo quando vi nascer o filho de uma grande amiga e quando olhei minha avó no leito do hospital e, agoniada com o sentimento de perda iminente, supliquei aos deuses que aquela madrugada, apesar de triste, durasse para sempre para que eu pudesse tê-la sob os olhos e tocar-lhe as mãos.

Vocês já sabem: ele nunca parou. Talvez aquela noite de sábado na piscina fria foi uma raridade, daquelas que acontecem uma vez na vida para nos ensinar algo, quebrar rotinas ou simplesmente zombar de nossas certezas. Os ponteiros continuaram trabalhando, transformando em passado o que eu tentava paralisar. O tempo, soberano, alertava que não há e nunca haverá controle sobre nada.

Mas não há um só dia em que ele não amenize a angústia de um futuro incerto com surpresas inimagináveis… com novos ares que transmutam o desejo inerte em explosão de novidades. Não há um único dia em que ele não compense a impossibilidade de imobilizar-se com doses de felicidade dinâmica, mutável, imprevisível. Como deve ser. Como sempre será.

*Por Larissa Bittar

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*Fonte: revistabula

Água mineral pode causar diabetes, afirma estudo

O arsênico, um veneno de ocorrência natural, potencialmente cancerígeno e encontrado em águas subterrâneas, foi fortemente associado às Diabetes, segundo um estudo realizado por pesquisadores da Universidade Johns Hopkins em Baltimore, EUA, e publicado no periódico Journal of the American Medical Association.

Considerado inodoro, insípido, incolor e facilmente solúvel em água e vinho, o arsênico é um veneno muito temido. Grandes doses são capazes de matar uma pessoa, enquanto pequenas quantidades podem gradualmente adoecê-la, de acordo com informações da Reuters. Segundo a Dr.ª Ana Navas-Acien, que liderou o estudo, foram encontradas associações “relativamente fortes” entre os níveis de arsênico comumente encontrados na urina de pessoas com diabetes do tipo 2 em um experimento realizado com adultos norte-americanos.

De acordo com ela, parece não haver níveis considerados seguros do veneno.

“Globalmente falando, este é um grande problema”, disse em entrevista à agência de notícias. “À medida que a água se torna um recurso escasso, precisamos de fontes adicionais”. O estudo ainda apontou que o arsênico aumenta os riscos de câncer na bexiga, pulmões, rins, pele, e, possivelmente, próstata.

Cerca de 20% dos 800 participantes entrevistados apresentaram altos níveis de arsênico no corpo – cerca de 16,5 microgramas por litro de urina. Esses tinham 3,6 mais chances de desenvolverem diabetes de início tardio do que os restantes, que apresentaram 3 microgramas por litro. Ainda, os níveis do veneno eram 26% maiores em pessoas com Diabetes do tipo 2 do que as não tinham a doença.

Nos EUA, o limite estabelecido de arsênico na água potável é de 10 microgramas por litro, o que é excedido por pessoas em regiões rurais, que costumam consumir água retiradas de poços artesianos.

O veneno pode se acumular no corpo e arruinar a capacidade do organismo de produzir insulina, que por sua vez é vital para conversão do açúcar no sangue (glicose) em energia. Normalmente, a insulina se liga às células através de receptores e sinalizam para que a glicose participe do processo. No entanto, o arsênico entra na célula e de alguma forma bloqueia essa atividade.

Segundo Navas-Acien, é difícil discernir as formas prejudiciais e benignas do arsênico, embora exames laboratoriais mais específicos permitam que cientistas detectem vestígios que podem representar riscos para a saúde.

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*Fonte: jornalciencia

As pessoas mais caras são aquelas com quem a gente pode tomar o vinho mais barato

São elas, sim. Aquelas que não vão nos julgar pelo dinheiro que temos no bolso, na conta, na herança da família. As pessoas que nos são mais caras não dão a mínima se tudo o que temos é barato e comprado a prestação. Não ligam se o nosso carro não tem ar condicionado e faz barulho quando abre o vidro. Não reclamam se o vidro emperra. Não ficam tristes de ganhar no aniversário nada mais que uma mensagem de texto, um telefonema ou uma bobagem da loja de um e noventa e nove. Basta que seja sincero.

De todas as pessoas que encontramos na vida, as mais valiosas são as que chegam antes do dinheiro e as que ficam depois que ele acaba.

Não, isto não é um elogio à pobreza, não. É só uma celebração de toda gente leal que resta no planeta. Porque amigo é amigo com dinheiro ou na miséria. Pode até desistir de uma amizade. Acontece. Quase todo mundo vai embora quando é traído, enganado, maltratado, preterido. Afinal, ser amigo não é igual a ser trouxa ou aceitar tudo. Agora, nenhuma pessoa decente abandona seu amigo só porque a grana acabou.

Não, eu não estou dizendo que todo “pobre” é legal e todo “rico” é canalha. Estou afirmando que gente boa de verdade vive para além das limitações de orçamento. Não se aproxima e nem foge de alguém tão somente pela mera semelhança ou diferença financeira. Gente boa de verdade não expulsa de seu clube um companheiro na falência nem se achega a um desconhecido apenas por lhe saber endinheirado.

Não, não é mau frequentar lugares caros, pagar mais por seus gostos, viajar o mundo, viver em um bom bairro. Se o dinheiro é seu e foi ganho honestamente, o que há de errado? Nada! Assim como nada há de impróprio em viver com poucos recursos por necessidade, pagar menos para morar, comer, vestir. O sujeito que vende o almoço para comprar a janta não é melhor nem pior que o esbanjador e vice-versa. São só pessoas em posições diferentes, vivendo realidades diversas.

Pessoas não têm preço. Porque preço é próprio de coisas e objetos. Pessoas têm valor. Umas mais, outras menos. E eu tenho a impressão de que o valor da gente não se mede pelo preço que a gente paga nas coisas.

Não é por nada, não. Mas para mim as pessoas mais caras do mundo são aquelas que não reclamariam de tomar champanhe francês ao meu lado, de frente para a Torre Eiffel, como também não rejeitariam um vinho barato em minha companhia. Nem gostariam menos de mim por isso.

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*Fonte: osegredo

Pessoas com mais de 40 anos devem trabalhar apenas 3 dias por semana

Um estudo australiano analisou os hábitos de trabalho de cerca de 3.000 homens e 3.500 mulheres com mais de 40 anos. Depois, comparou esses hábitos com resultados de testes ao cérebro.

A conclusão: as pessoas tinham melhores resultados quando só trabalham três dias por semana. A história é contada pela BBC News.

Na verdade, as pessoas que trabalham 55 horas por semana ou mais têm o maior declínio cognitivo do que aqueles que não tiveram emprego, se aposentaram ou trabalharam em absoluto.

Para testar as capacidades cognitivas dos participantes foi-lhes pedido que lessem em voz alta, dissessem uma lista de números por ordem decrescente e que associassem letras e números num limite de tempo. No geral, quem obteve melhores resultados trabalhava apenas 25 horas por semana.

O professor Colin McKenzie, aponta que as pessoas trabalharão mais tempo sem conseguirem desempenhar o trabalho com desempenho satisfatório.

“O trabalho pode ser uma faca de dois gumes, na medida em que pode estimular a atividade cerebral, mas, ao mesmo tempo longas horas de trabalho podem causar fadiga e estresse, o que potencialmente pode prejudicar as funções cognitivas”, afirma.

Ele acrescenta que a diferença nas horas de trabalho conforme o avanço da idade é importante para manter a capacidade cognitiva em alto nível até que os trabalhadores fiquem idosos. “Trabalhar em tempo parcial pode ser eficaz”.

McKenzie disse ao jornal britânico The Times que muitos países procuram elevar a idade da aposentadoria, forçando as pessoas a trabalharem mais tempo porque não poderão reivindicar benefícios até a velhice. Sua opinião é que a quantidade de trabalho pode ter uma importância significativa nisso.

O estudo apenas analisou pessoas com mais de 40 anos, logo não há garantias que este grupo se comporta de forma diferente de outras faixas etárias.

 

 

 

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*Fonte: bmm

Como enfrentar a difícil tarefa de sermos pais dos nossos pais

Quando nossos pais envelhecem, eles voltam a ser crianças e nós nos tornamos responsáveis por seu bem-estar e felicidade, passamos de cuidados a cuidadores.
Durante nossas vidas, somos ensinados a cuidar de nós mesmos e posteriormente de nossos filhos, quando estamos preparados para constituir nossas próprias famílias. No entanto, nunca nos preparam para cuidar das pessoas que nos deram a vida em sua velhice, momento em que mais precisarão de nós.

Não é fácil testemunhar as principais pessoas de nossas vidas, aquelas que nos ofereceram amor, cuidado, conselhos, exemplos perdendo para o tempo. Dói nossa alma presenciar os braços que nos confortaram por tanto tempo fraquejando, os olhares protetores e firmes se tornando mais apagados, esquecidos. As vozes, que nos transmitiam tanta segurança e confiança, tornando-se mais baixa.

Assim como nós, nossos pais crescem, e nunca estamos preparados para isso.

Quando nossos pais envelhecem, eles voltam a ser crianças e nós nos tornamos responsáveis por seu bem-estar e felicidade, passamos de cuidados a cuidadores. A vida é cheia de reviravoltas, e essa é uma das mais importantes. Os nossos heróis se tornam nossos protegidos, e assim emerge uma das maiores responsabilidades que deveremos assumir.

Ao presenciarmos os últimos momentos de nossos amados pais, somos confrontados com nossa própria finitude.

Quando esse momento tão doloroso de nossas vidas chega, independentemente de como tenha sido o nosso relacionamento com nossos pais, existem 3 maneiras principais de encarar a situação:

Entrar em um estado de negação, não aceitando que um momento muito triste e doloroso está para acontecer;

Deixar de lado nossa vida pessoal e nos dedicarmos totalmente aos nossos pais;

Tentar manter um equilíbrio entre a dor (sentimento de perda) e a presença na vida dos pais, fazendo o seu melhor para tornar os seus últimos momentos memoráveis.

Quando o relacionamento com os pais não é fácil

Nem todos nós temos relacionamentos saudáveis com nossos pais, podemos ter sofrido muito com suas atitudes e com isso criamos um certo afastamento. Para essas pessoas, costuma ser muito difícil saber lidar com essa situação. Elas não sabem como devem fazer para se relacionarem com seus pais ou se realmente querem isso.

A falta de amor e carinho dos pais é algo que afeta todas as áreas da vida de uma pessoa. E nem todo mundo está disposto a deixar isso para trás. Mesmo sabendo disso, é essencial fazermos o nosso melhor para resolver os conflitos enquanto ainda temos a oportunidade. É impossível se resolver com mortos e ninguém gosta de sentir culpa.

Para fazermos o melhor para nossos pais, precisamos seguir algumas diretrizes:

Paciência. Nesse momento, precisamos retribuir tudo o que nossos pais fizeram por nós quando éramos pequenos. Tenha calma quando ele demorar para se arrumar, para quando esquecer algo ou não saber executar tarefas simples com a mesma precisão. Não é fácil, assim como não foi fácil para eles.

É importante encontrar soluções criativas e saudáveis para lidar com essa nova situação de vida. Converse muito, faça perguntas, compartilhe conhecimento, tudo o que ajudar a deixar a situação mais leve.

Identificar e diferenciar suas emoções. Dessa maneira, terá mais recursos para lidar com esses sentimentos de forma saudável.

A despedida dos pais é um momento doloroso, mas nós temos o privilégio, a oportunidade de dividir com eles os últimos momentos de suas vidas. Façamos o nosso melhor por eles e por nós mesmos!

*Por: Luiza Fletcher

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*Fonte: osegredo

Depois dos 40 anos não há depois, é tudo agora

Depois dos 40 anos, o pensamento feminino muda, desembaraça. O sexo não é mais performance, exaustão, é fazer o que se gosta e do jeito que gosta. É aproveitar dez minutos com a intensidade de uma noite inteira, é reconhecer o rosto do próprio desejo no primeiro suspiro, é optar pela submissão por puro prazer, sem entrar na neurose da disputa ou do controle.

A mulher de 40 não diminui o ritmo da intimidade. Pode ler um livro com a intensidade de uma transa. Pode assistir um filme com a intensidade de uma transa. Pode conversar com a intensidade de uma transa. Ela não tem um momento para a sensualidade, a sensualidade é todo momento.

Tomar o café da manhã não é apenas um desjejum, tem a sua identidade, o seu ritual, um refinamento da história de seus sabores. Tomar o café da manhã com uma mulher de 40 anos é participar de sua memória, de suas escolhas.

Ela não precisa mais provar nada. Já sofreu separações, e tem consciência de que suporta o sofrimento. Já superou dissidências familiares, e tem consciência de que a oposição é provisória. Já recebeu fora, deu fora, entende que o amor é pontualidade e que não deve decidir pelo outro ou amar pelos dois.

A mulher de 40 anos, cansada das aparências, cometerá excessos perfeitos. É mais louca do que a loucura porque não se recrimina de véspera. É ainda mais sábia do que a sabedoria porque não guarda culpa para o dia seguinte.

A beleza se torna também um estado de espírito, um brilho nos olhos, o temperamento. A beleza é resultado da elegância das ideias, não somente do corpo e dos traços físicos.

Encontrou a suavidade dentro da serenidade. A suavidade que é segurança apaixonada, confiança curiosa.

O riso não é mais bobo, mas atento e misterioso, demonstrando a glória de estar inteira para acolher a alegria improvisada, longe da idealização, dentro das possibilidades.

Não existe roteiro a ser cumprido, mapa de intenções e requisitos.

Há a leveza de não explicar mais a vida. A leveza de perguntar para se descobrir diferente, em vez de questionar para confirmar expectativas.

Ser tia ou mãe, ser solteira ou casada não cria angústia. Os papéis sociais foram queimados com os rascunhos.

A mulher de 40 é a felicidade de não ter sido. É a felicidade daquilo que deixou para trás, daquilo que negou, daquilo que viu que era dispensável, daquilo que percebeu que não trazia esperança.

Seu charme vai decorrer mais da sensibilidade do que de suas roupas. O que ilumina sua pele é o amor a si, sua educação, sua expressividade ao falar.

A beleza está acrescida de caráter. Do destemor que enfrenta os problemas, da facilidade que sai da crise.

A beleza é vaidosa da linguagem, do bom humor. A beleza é vaidosa da inteligência, da gentileza.

Depois dos 40 anos não há depois, é tudo agora.

*Por Fabrício Carpinejar – Publicado na Revista Isto É Gente – Março de 2014

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*Fonte: portaraizes

Holandesa simula viagem de férias sem sair de casa pra mostrar como é possível manipular nossas vidas nas redes sociais

Ela mentiu para a família e para os amigos que iria passar as férias no sudeste da Ásia, trancou-se em casa por 42 dias e forjou uma viagem, com direito a fotos, vídeos, souvernirs e comida típica. O motivo? Provar o quão fácil é manipular situações na redes sociais.

Zilla van den Born tem 25 anos, é designer e mora em Amsterdã, na Holanda. A viagem “fake” fez parte de um projeto acadêmico, que foi levado super a sério pela holandesa. Durante esse tempo, ela se dedicou apenas à manipulação da viagem, que contou com muita habilidade no Photoshop e, sobretudo, criatividade.

A foto em que aparece mergulhando em águas paradisíacas, na verdade, foi tirada na piscina de sua casa. O mesmo foi feito com pratos típicos, que ela mesmo cozinhou, e souvenirs, comprados em lojinhas de seu próprio bairro. Embora seus pais realmente a tenham levado até o aeroporto, Zilla nunca chegou a embarcar e as supostas conversas que tinham via Skype eram adornadas por um cenário montado em seu quarto – um guarda-chuva e luzes de Natal simulam um hotel asiático, não?

Bem pensado e muito bem executado, o plano de Zilla van den Born não só rendeu um excelente projeto acadêmico como teve ampla repercussão na internet. Afinal, o quanto do que vemos nas redes sociais é forjado – do sorriso “espontâneo” à boa vida?

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*Fonte: hypeness

A lei da física que controla discretamente sua vida – e pode ajudar a melhorá-la

Por que um cacto tem a forma ideal para viver em um habitat sem água? Por que muitos rios formam curvas ao avançar rumo à sua foz?

Há uma teoria da física que explica isso. Na verdade, não só isso, mas também o comportamento de qualquer coisa em movimento, seja inanimada ou animada.

Trata-se de uma lei da física bem recente e ainda pouco conhecida pelo público em geral: chama-se Lei Constructal e foi formulada em 1996 por Adrian Bejan, professor de Engenharia Mecânica da Universidade Duke, nos Estados Unidos.

Bejan quis torná-la o mais acessível possível para as massas em seu livro A Física da Vida: A evolução de tudo, publicado em 2016. Mas como ela pode explicar praticamente tudo?

Tudo flui sob o mesmo princípio

A essência da teoria é que todo processo em movimento, seja de um ser vivo, como uma planta, ou algo mais intangível ou inanimado, como uma rota migratória ou a comunicação entre computadores, avança rumo a uma maior eficácia.

Esse avanço gera mudanças morfológicas e ajustes que respondem ao mesmo princípio de otimização, da evolução rumo a algo melhor. E isso, segundo escreveu Bejan em seu livro, se aplica a fluxos tão díspares como o “trânsito de uma cidade, o transporte de oxigênio dos pulmões e a fluidez dos pensamentos na arquitetura do cérebro”.

Bejan diz que toda a natureza é formada por sistemas de fluxo que mudam e evoluem com o tempo para se tornarem melhores. Assim, segundo a Lei Constructal, a tendência é sempre a uma fluidez mais fácil e, com o tempo, os fluxos se tornam maiores. E, quanto maiores o fluxos, mais inerentemente eficazes eles se tornam.

Lei ou teoria?

Na física, há muitas teorias, tantas quantas a mente puder imaginar, mas poucas leis. Uma lei deve explicar ou resumir um fenômeno universal, como as leis da dinâmica de Newton. Além disso, segundo o engenheiro, uma lei deveria ser “obedecida” por qualquer sistema imaginável: corpos, rios, máquinas.

Por sua vez, as teorias são previsões sobre como algo deve se dar e estão baseadas em uma lei. Para Bejan, a Lei Constructal explica o funcionamento de qualquer sistema dinâmico e é o motor de campos tão distintos como a evolução, a engenharia e o design.

O engenheiro se inspirou para concebê-la enquanto desenhava um sistema de refrigeração de computadores portáteis: ele se deu conta que as canalizações se ramificavam como se fossem árvores e, a partir daí, nasceu o conceito de sua lei.

Agora, sua proposta está ganhando grande aceitação nos círculos científicos e, segundo disse Bejan em entrevistas, até o momento não foi refutada por publicações especializadas.

Ele acaba de receber a prestigiosa medalha Benjamin Franklin, em parte por sua “teoria constructal, que prevê o design natural e sua evolução nos sistemas engenharia, científicos e sociais”. Segundo o engenheiro, entender melhor essa lei pode nos ajudar a antecipar mudanças, por exemplo, em dinâmicas sociais, nos governos ou na economia.

E como pode melhorar sua vida?

Se uma dinâmica se torna mais eficaz quanto mais fluida e livre for, então, a moral para nossas vidas bem que poderia ser “não pare”.

Bejan, que nasceu e cresceu na Romênia sob um governo comunista, diz que sua Lei Constructal, se aplicada de maneira prática ao nosso dia a dia e ao nosso trabalho, sugere que quanto mais livres, flexíveis e dinâmicos nos tornamos, mais eficazes somos. Da mesma forma, a inação interromperia esse fluxo e deteria o processo de optimização natural.

Segundo disse Bejan há alguns anos à revista Forbes, sua teoria tem incontáveis aplicações, “porque coloca o design biológico e a evolução dentro do campo da física, junto a tudo mais até agora existia sob o guarda-chuva da ‘ciência dura’: a economia, as dinâmicas sociais, os negócios e o governo”.

Uma das frases que ele mais gosta de repetir em conversas e entrevistas, também recorrente em seus livros, é que “a liberdade é boa para o design”. Assim, a mensagem que ele passa é que devemos fluir mais e melhor para nos tornarmos melhores.

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*Fonte: bbc

A geração “floco de neve”: pessoas sensíveis que se ofendem por tudo

Quando imaginamos um floco de neve, nós o associamos à beleza e singularidade, mas também à sua enorme vulnerabilidade e fragilidade. Estas são precisamente duas das características que definem as pessoas que atingiram a idade adulta na década de 2010. Afirma-se que a geração “floco de neve” seja formada por pessoas extremamente sensíveis aos pontos de vista que desafiam sua visão do mundo e que respondem com uma suscetibilidade excessiva às menores queixas, com pouca resiliência.

A voz de alarme, por assim dizer, foi dada por alguns professores de universidades como Yale, Oxford e Cambridge, que notaram que a nova geração de alunos que frequentavam suas aulas era particularmente suscetível, não tolerante à frustração e particularmente inclinados fazerem uma tempestade em um copo de água.

Cada geração reflete a sociedade que eles viveram

Dizem que as crianças saem mais ao padrão da sua geração que aos pais. Não há dúvida de que, para entender a personalidade e o comportamento de alguém, é impossível abstrair do relacionamento que estabeleceu com seus pais durante a infância e a adolescência, mas também é verdade que os padrões e expectativas sociais também desempenham um papel importante no estilo educacional e moldam algumas características de personalidade. Em resumo, podemos dizer que a sociedade é a terra onde a semente é plantada e crescida e os pais são os jardineiros que são responsáveis por fazer crescer.

Isso não significa que todas as pessoas de uma geração respondam ao mesmo padrão, felizmente há sempre diferenças individuais. No entanto, não se pode negar que as diferentes gerações têm metas, sonhos e formas de comportamento característico que são o resultado das circunstâncias que tiveram que viver e, em alguns casos, tornam-se inimagináveis em outras gerações.

Claro, o mais importante é não colocar rótulos, mas analisemos para entender o que está na base desse fenômeno, para não repetir os erros e para que possamos dar a devida importância a habidades de vida tão importantes quanto a Inteligência Emocional e a resiliência.

3 erros educacionais colossais que criaram a geração “floco de neve”

1. Superproteção. A extrema vulnerabilidade e escassa resiliência desta geração têm suas origens na educação. Estes são, geralmente, crianças que foram criadas por pais super protetores, dispostos a pavimentar o caminho e resolver o menor problema. Como resultado, essas crianças não teve a oportunidade de enfrentar as dificuldades e conflitos do mundo real e desenvolver tolerância à frustração, ou resiliência. Não devemos esquecer que uma dose de proteção é necessária para que as crianças cresçam em um ambiente seguro, mas quando impede que explorem o mundo e limite seu potencial, essa proteção se torna prejudicial.

2. Sentido exagerado de “eu”. Outra característica que define a educação recebida pelas pessoas da geração “floco de neve” é que seus pais os fizeram sentir muito especiais e únicos. Claro, somos todos únicos, e não é ruim estar ciente disso, mas também devemos lembrar que essa singularidade não nos dá direitos especiais sobre os outros, já que somos todos tão únicos quanto os outros. O sentido exagerado de “eu” pode dar origem ao egocentrismo e à crença de que não é necessário tentar muito, uma vez que, afinal, somos especiais e garantimos o sucesso. Quando percebemos que este não é o caso e que temos que trabalhar muito para conseguir o que queremos, perdemos os pontos de referência que nos guiaram até esse momento. Então começamos a ver o mundo hostil e ameaçador, assumindo uma atitude de vitimização.

3. Insegurança e catástrofe. Uma das características mais distintivas da geração do floco de neve é que eles exigem a criação de “espaços seguros”. No entanto, é curioso que essas pessoas tenham crescido em um ambiente social particularmente estável e seguro, em comparação com seus pais e avós, mas em vez de se sentir confiante e confiante, temem. Esse medo é causado pela falta de habilidades para enfrentar o mundo, pela educação excessivamente superprotetiva que receberam e que os ensinou a ver possíveis abusos em qualquer ação e a superestimar eventos negativos transformando-os em catástrofes. Isso os leva a desejarem se bloquear em uma bolha de vidro, para criar uma zona de conforto limitado onde eles se sintam seguros.

Para entender melhor como a educação recebida afeta uma criança, é importante ter em mente que as crianças procuram pontos de referência em adultos para processar muitas das experiências que experimentam. Isso significa que uma cultura paranóica, que vê abusos e traumas por trás de qualquer ato e responde com sobreproteção, gerará efetivamente crianças traumatizadas. A forma como os adultos enfrentam uma situação particularmente delicada para a criança, como um caso de abuso escolar, pode fazer a diferença, levando a uma criança que consegue superar e se torna resiliente ou uma criança que fica com medo e torna-se uma criança vítima

Qual é o resultado?

O resultado de um estilo de parentesco superprotetivo, que vê o perigo em todos os lugares e promove um sentido exagerado de “eu”, são pessoas que não possuem as habilidades necessárias para enfrentar o mundo real.

Essas pessoas não desenvolveram tolerância suficiente à frustração, então o menor obstáculo os desencoraja. Nem desenvolveu uma Inteligência emocional adequada, então eles não sabem como lidar com as emoções negativas que certas situações suscitam.

Como resultado, eles se tornam mais rígidos, se sentem ofendidos por diferentes opiniões e preferem criar “espaços seguros”, onde tudo coincide com suas expectativas. Essas pessoas são hipersensíveis à crítica e, em geral, a todas as coisas que não se encaixam na visão do mundo.

Também são mais propensos a adotar o papel das vítimas, considerando que estão todos contra ou equivocados. Desta forma, eles desenvolvem um local de controle externo, colocando a responsabilidade sobre os outros, em vez de se encarregar de suas vidas e mudar o que podem mudar.

O resultado também é que essas pessoas são muito mais vulneráveis ao desenvolvimento de transtornos psicológicos, do estresse pós-traumático à ansiedade e à depressão. Na verdade, não é estranho que o número de transtornos de humor aumente ano após ano.

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*Fonte: portalraizes

A próxima crise da sustentabilidade: nós estamos usando tanta areia que ela pode realmente acabar

A areia é o recurso natural mais consumido no mundo depois da água e do ar. Cidades modernas são construídas a partir dela. Somente na indústria da construção, estima-se que 25 bilhões de toneladas de areia e cascalho sejam utilizados a cada ano. Isso pode soar muito, mas não é um número surpreendente quando você considerar como quase tudo o que está ao seu redor provavelmente tem o material em sua constituição.

Mas está se esgotando.

Este é um fato assustador para se pensar quando você percebe que a areia é necessária para fazer tanto concreto como asfalto, para não mencionar todos os vidros do planeta. O Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente descobriu que de 2011 a 2013, somente a China usou-se mais cimento do que os Estados Unidos usaram em todo o século 20 e em 2012, o mundo usou concreto suficiente para construir uma parede ao redor da Linha do Equador com 27 metros de altura e 27 metros de espessura.

Muitos de nós têm o equívoco comum de que a areia é um recurso infinito, mas a dura realidade é que não é. No ritmo em que o estamos usando, países como o Vietnã poderiam esgotar-se até 2020, como estimado pelo Ministério da Construção do país. Um tipo específico de areia é necessário para uso na construção e, infelizmente, a abundância de areia dos desertos do mundo é de muito pouco uso para nós, pois os grãos são lisos e finos demais para se unirem. A areia utilizável que precisamos pode levar anos para se formar e com nosso consumo atual, isso não é sustentável.

Esta questão só foi levantada nos últimos dez anos. Na Semana Holandesa de Design do ano passado, o Atelier NL realizou um simpósio em que discutiram o assunto e chamaram a atenção da mídia: “À medida que a urbanização do nosso mundo moderno se expande, cresce a necessidade desse recurso singelo”, disseram Nadine Sterk e Lonny van Ryswyck, do Atelier NL. “No entanto, a areia está sendo escavada a uma velocidade maior do que a que pode se renovar. Ela está desaparecendo das linhas costeiras, rios e fundos marinhos, causando efeitos desastrosos para o sistema ambiental e humano”.

Como a demanda por areia continua inabalável, também aumentam os problemas mundiais associados a ela. A indústria multibilionária está causando o esgotamento das fontes em terra e os garimpeiros estão se voltando para suprimentos menos favoráveis. Dezenas de ilhas já desapareceram na Indonésia, de acordo com um artigo do WIRED de 2015, e os danos aos ecossistemas foram tão grandes que países como Vietnã, Malásia e Indonésia colocaram restrições ou proibições às exportações de areia.

No entanto, as restrições às exportações de areia estão apenas adicionando gasolina ao fogo; A mineração ilegal de areia atraiu grupos criminosos para vender o material no mercado negro e inúmeras vidas foram perdidas indiretamente. Além das preocupações da “máfia de areia”, estão as preocupações de que restrições mais rígidas às exportações de areia farão com que o preço da areia aumente. Naturalmente, esse não é um fenômeno novo – temos visto esse padrão repetido com outros materiais não renováveis.

Se quisermos evitar mais danos aos ecossistemas e à vida das pessoas, precisamos reavaliar a quantidade de areia que estamos usando e de onde ela vem. No século 21, é quase impossível olhar para além de um mundo em que nossos recursos de areia anteriores estão esgotados, por isso várias empresas e startups começaram a buscar alternativas, usando a “areia selvagem” que normalmente seria considerada inutilizável. Atelier NL, que apresentou seu projeto Para Ver um Mundo em um Grão de Areia (To See a World in a Grain of Sand) na Semana do Design holandesa do ano passado, convidou as pessoas a enviarem amostras de areia de todo o mundo para estudar as variedades em suas composições quando derretidas em vidro, com o objetivo final de desestimular as importações de longa distância. Os resultados são simplesmente lindos, com cores e texturas exclusivas de sua localização.

Um grupo de quatro estudantes do Imperial College London também tem aproveitado a abundância de “areia selvagem” que é frequentemente ignorada. A startup desenvolveu um material compósito, batizado de “Finite”, feito de areia desértica que compartilha a mesma resistência de tijolos de habitação e concreto residencial. No entanto, em comparação com o concreto, o material tem menos da metade da pegada de carbono devido ao processo simples usando ligantes orgânicos, com a vantagem adicional de ser reutilizável – oferecendo uma escolha de material ecologicamente correta para projetos de infraestrutura de curto prazo.

Embora ambas as alternativas estejam nos estágios iniciais de desenvolvimento, elas procuram encontrar uma solução para esse problema do século XXI. Assim como os outros recursos não renováveis da Terra, precisamos mudar nossa perspectiva sobre a areia. Então, da próxima vez que você decidir usá-lo na construção, reserve um momento para pensar em todas as implicações, não apenas no planeta, mas na vida das pessoas.

*Por Ella Thorns

 

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*Fonte: archdaily

Pessoas inteligentes dormem tarde, falam palavrão e são bagunceiras, diz estudo

Dormir tarde, falar palavrão e fazer muita bagunça. Se você se identifica com esses hábitos, provavelmente o seu Q.I. (quociente de inteligência) é mais alto do que a média. Um estudo realizado pelo Departamento de Psicologia da Faculdade Marist e pela Universidade de Minnesota, ambas nos Estados Unidos, apontou que pessoas inteligentes são mais propensas a dormir tarde, usar mais palavrões e fazer bagunceiras.

Entre os testes realizados, estava a contagem de xingamentos que os participantes falavam durante um minuto, que concluiu que quanto mais palavrões a pessoa falava durante o tempo, maior era sua pontuação no teste de inteligência. Outra característica em comum encontrada entre os participantes com Q.I. alto era a tendência a dormir tarde da noite.
Saiba mais: Inteligência pode ser herdada da mãe? Ciência explica

Já os estudiosos da Universidade de Minnesota encontraram evidências de que bagunceiros também apresentam Q.I. mais elevado. A conclusão aponta ambientes desarrumados são mais interessantes para desenvolver atividades criativas e que se preocupar menos com limpeza e organização libera sua mente para se desenvolver de formas mais interessantes.

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*Fonte: minhavida

4 rituais que farão você muito mais feliz, segundo a neurociência

Você recebe todos os tipos de conselhos sobre felicidade na internet de pessoas que não sabem do que estão falando. Não confie nelas.
Na verdade, não confie em mim também. Confie em neurocientistas.

Eles estudam essa massa cinza em sua cabeça o dia inteiro e aprenderam muito sobre o que realmente vai fazer você feliz.

O pesquisador de neurociência da UCLA, Alex Korb, tem algumas ideias que podem criar uma espiral ascendente de felicidade em sua vida.

Veja o que você e eu podemos aprender com as pessoas que realmente têm respostas:

1. A pergunta mais importante a fazer quando você se sente para baixo

Rituais que te farão mais feliz, segundo a neurociência

Às vezes não parece que seu cérebro quer que você seja feliz. Você pode se sentir culpado ou envergonhado. Por quê?

Acredite ou não, a culpa e a vergonha ativam o centro de recompensa do cérebro.

Apesar de suas diferenças, o orgulho, a vergonha e a culpa ativam circuitos neurais similares, incluindo o córtex pré-frontal dorsomedial, a amígdala, a ínsula e o núcleo accumbens. Curiosamente, o orgulho é a mais poderosa dessas emoções para desencadear atividades nessas regiões – exceto no núcleo accumbens, onde a culpa e a vergonha vencem. Isso explica por que pode ser tão atraente acumular culpa e vergonha em nós mesmos – elas estão ativando o centro de recompensas do cérebro.

E você se preocupa muito também. Por quê? A curto prazo, a preocupação faz seu cérebro se sentir um pouco melhor – pelo menos você está fazendo alguma coisa sobre seus problemas.

Na verdade, a preocupação pode ajudar a acalmar o sistema límbico, aumentando a atividade no córtex pré-frontal medial e diminuindo a atividade na amígdala. Isso pode parecer contraintuitivo, mas isso apenas mostra que, se você está sentindo ansiedade, fazer algo a respeito – até mesmo se preocupar – é melhor do que não fazer nada.

Mas culpa, vergonha e preocupação são soluções horríveis a longo prazo. Então, o que os neurocientistas dizem que você deveria fazer? Faça a si mesmo esta pergunta:

Pelo que eu sou grato?

Sim, a gratidão é incrível… mas isso realmente afeta seu cérebro no nível biológico? Sim.

Você sabe o que o antidepressivo Wellbutrin faz? Aumenta o neurotransmissor dopamina. A gratidão também.

Os benefícios da gratidão começam com o sistema de dopamina, porque sentir-se grato ativa a região do tronco encefálico que produz dopamina. Além disso, a gratidão para com os outros aumenta a atividade nos circuitos sociais de dopamina, o que torna as interações sociais mais agradáveis…

Você sabe o que o Prozac faz? Aumenta o neurotransmissor serotonina. A gratidão também.

Um poderoso efeito da gratidão é que ela pode aumentar a serotonina. Tentar pensar em coisas pelas quais você é grato obriga você a se concentrar nos aspectos positivos de sua vida. Este simples ato aumenta a produção de serotonina no córtex cingulado anterior.

Eu sei, às vezes a vida te dá um soco bem forte no estômago e parece que não há nada pelo que ser grato. Adivinha?

Não importa. Você não precisa encontrar nada. É a procura que conta.

Não é encontrar gratidão que mais importa; é, em primeiro lugar, lembrar de procurar. Lembrar-se de ser grato é uma forma de inteligência emocional. Um estudo descobriu que, na verdade, ela afetava a densidade dos neurônios tanto no córtex pré-frontal ventromedial quanto lateral. Essas mudanças de densidade sugerem que à medida que a inteligência emocional aumenta, os neurônios nessas áreas se tornam mais eficientes. Com maior inteligência emocional, simplesmente é necessário menos esforço para ser grato.

E a gratidão não apenas deixa seu cérebro feliz – também pode criar um feedback positivo em seus relacionamentos. Portanto, expresse essa gratidão pelas pessoas de quem você gosta.

Mas o que acontece quando os sentimentos ruins tomam você completamente? Quando você está realmente perdido e nem sabe como lidar com isso? Existe uma resposta fácil…

2. Rotule sentimentos negativos
Rituais que te farão mais feliz, segundo a neurociência

Você se sente horrível. Tudo bem, dê um nome a esse horror. Triste? Ansioso? Com raiva?

É simples assim. Parece idiota? Sua cabeça discorda.

…em um estudo de ressonância magnética funcional, apropriadamente intitulado “Colocando sentimentos em palavras”, os participantes viram fotos de pessoas com expressões faciais emocionais. Previsivelmente, a amígdala de cada participante ativou as emoções da imagem. Mas quando foram solicitados a nomear a emoção, o córtex pré-frontal ventrolateral ativou e reduziu a reatividade emocional da amígdala. Em outras palavras, reconhecer conscientemente as emoções reduziu seu impacto.

A supressão de emoções não funciona e pode se voltar contra você.

Gross descobriu que as pessoas que tentaram suprimir uma experiência emocional negativa não conseguiram fazê-lo. Enquanto eles achavam que eles pareciam bem externamente, internamente seu sistema límbico estava tão excitado quanto sem supressão, e em alguns casos, ainda mais excitado. Kevin Ochsner, da Columbia, repetiu essas descobertas usando ressonância magnética funcional. Tentar não sentir algo não funciona e, em alguns casos, até volta contra você.

Mas a rotulagem, por outro lado, faz uma grande diferença.

Para reduzir a excitação, você precisa usar apenas algumas palavras para descrever uma emoção e, idealmente, usar uma linguagem simbólica, o que significa usar metáforas, métricas e simplificações indiretas de sua experiência. Isso requer que você ative o córtex pré-frontal, o que reduz a excitação no sistema límbico. Aqui está a moral da história: descreva uma emoção em apenas uma palavra ou duas, e isso ajuda a reduzir a emoção.

Os métodos antigos estavam muito à nossa frente neste caso. A meditação tem empregado isso há séculos. A rotulagem é uma ferramenta fundamental da plenitude.

Na verdade, a rotulagem afeta o cérebro de forma tão poderosa que também funciona com outras pessoas. Rotular emoções é uma das principais ferramentas utilizadas pelos negociadores de reféns do FBI.

Ok, espero que você não esteja lendo isso e rotulando seu estado emocional atual como “entediado”.

Talvez você não esteja se sentindo horrível, mas provavelmente tem coisas acontecendo em sua vida que estão lhe causando algum estresse. Aqui está uma maneira simples de vencê-las…

3. Tome aquela decisão
Rituais que te farão mais feliz, segundo a neurociência

Já tomou uma decisão e então seu cérebro finalmente se sentiu em repouso? Isso não é por acaso.

A ciência do cérebro mostra que tomar decisões reduz a preocupação e a ansiedade, além de ajudá-lo a resolver problemas.

Tomar decisões inclui criar intenções e estabelecer metas – todas as três fazem parte do mesmo circuito neural e envolvem o córtex pré-frontal de maneira positiva, reduzindo a preocupação e a ansiedade. Tomar decisões também ajuda a superar a atividade do estriado, o que geralmente o leva a impulsos e rotinas negativas. Finalmente, tomar decisões muda sua percepção do mundo – encontra soluções para seus problemas e acalma o sistema límbico.

Mas decidir pode ser difícil. Eu concordo. Então, que tipo de decisões você deveria tomar? A neurociência tem uma resposta…

Tome uma decisão “boa o suficiente”. Não se preocupe em tomar a absoluta, 100%, melhor decisão. Todos nós sabemos que ser perfeccionista pode ser estressante. E os estudos do cérebro confirmam.

Tentar ser perfeito sobrecarrega seu cérebro com emoções e faz você se sentir fora do controle.

Tentar o melhor, em vez de bom o suficiente, traz muita atividade pré-frontal ventromedial emocional no processo de tomada de decisão. Em contraste, reconhecer que bom o suficiente é bom o suficiente ativa mais áreas pré-frontais dorsolaterais, o que ajuda você a se sentir mais no controle…

Como o professor de Swarthmore, Barry Schwartz, disse na minha entrevista com ele: “Bom o suficiente é quase sempre bom o suficiente.”

Então, quando você toma uma decisão, seu cérebro sente que você tem controle. E, como já falei antes, um sentimento de controle reduz o estresse. Mas aqui está o que é realmente fascinante: A decisão também aumenta o prazer.

Escolher ativamente causou mudanças nos circuitos de atenção e em como os participantes se sentiram sobre a ação, e aumentou a atividade de dopamina.

Quer provas? Sem problemas. Vamos falar sobre cocaína.

Você dá uma injeção de cocaína a 2 ratos. O rato A teve que puxar uma alavanca primeiro. O rato B não precisou fazer nada. Alguma diferença? Sim: o rato A recebe um aumento maior de dopamina.

Então, os dois receberam as mesmas injeções de cocaína ao mesmo tempo, mas o rato A teve que pressionar ativamente a alavanca e o rato B não precisou fazer nada. E você adivinhou – o rato A liberou mais dopamina em seu núcleo accumbens.

Então, qual é a lição aqui? Da próxima vez que você comprar cocaína… opa, lição errada.

O ponto é, quando você toma uma decisão sobre um objetivo e depois o alcança, você se sente melhor do que quando coisas boas acontecem por acaso.

E isso responde ao eterno mistério de por que arrastar sua bunda para a academia pode ser tão difícil.

Se você vai porque acha que precisa ou deveria, bem, isso não é uma decisão realmente voluntária. Seu cérebro não recebe o impulso do prazer. Apenas sente stress.

E isso não é maneira de construir um bom hábito de exercício.

Curiosamente, se eles são forçados a se exercitar, eles não recebem os mesmos benefícios, porque sem escolha, o exercício em si é uma fonte de estresse.

Então, tome mais decisões. O pesquisador de neurociência, Alex Korb, resume bem: “Nós não apenas escolhemos as coisas de que gostamos; nós também gostamos das coisas que escolhemos.”

Ok, você está sendo grato, rotulando emoções negativas e tomando mais decisões. Ótimo. Mas isso parece meio solitário para uma receita de felicidade. Vamos colocar outras pessoas aqui.

O que você pode fazer com outras pessoas que a neurociência diz que é um caminho para muita felicidade? E algo estupidamente simples para você não ficar com preguiça e não fazer?

Os doutores do cérebro têm uma resposta para você…

4. Toque em pessoas
Rituais que te farão mais feliz, segundo a neurociência

Não, não indiscriminadamente; isso pode te causar muitos problemas.

Mas precisamos sentir amor e aceitação dos outros. Quando não sentimos, é doloroso. E eu não quero dizer “constrangido” ou “decepcionado”. Eu quero dizer realmente doloroso.

Os neurocientistas fizeram um estudo em que as pessoas jogavam videogame. Os outros jogadores jogavam a bola para você e você jogava de volta para eles.

Na verdade, não havia outros jogadores; tudo isso era feito pelo programa de computador.

Mas os participantes foram informados de que os personagens eram controlados por pessoas reais. Então, o que aconteceu quando os “outros jogadores” paravam de ser legais e não compartilhavam a bola?

Os cérebros dos participantes responderam da mesma forma como se experimentassem dor física. A rejeição não apenas machuca como um coração partido; seu cérebro sente como uma perna quebrada.

De fato, como demonstrado em um experimento de ressonância magnética funcional, a exclusão social ativa o mesmo circuito que a dor física…em um ponto onde eles pararam de compartilhar, apenas jogando um para o outro, ignorando o participante. Essa pequena mudança foi suficiente para provocar sentimentos de exclusão social e ativou o cingulado anterior e a ínsula, assim como a dor física o faria.

Os relacionamentos são muito importantes para o sentimento de felicidade do seu cérebro. Quer levar isso para outro nível? Toque em pessoas.

Uma das principais formas de liberar a ocitocina é através do toque. Obviamente, nem sempre é apropriado tocar na maioria das pessoas, mas pequenos toques, como apertos de mão e tapinhas nas costas, geralmente não há problema. Para as pessoas com quem você é próximo, se esforce mais para tocar com mais frequência.

O toque é incrivelmente poderoso. Nós simplesmente não damos crédito suficiente. Ele o torna você mais persuasivo, aumenta o desempenho da equipe, melhora o seu flerte… caramba, até aumenta as habilidades matemáticas.

Tocar em alguém que você ama realmente reduz a dor. Na verdade, quando estudos foram feitos em casais, quanto mais forte o casamento, mais poderoso o efeito.

Além disso, dar as mãos a alguém pode ajudar a consolar você e seu cérebro em situações dolorosas. Um estudo de ressonância magnética funcional examinou as mulheres casadas quando elas foram avisadas de que estavam prestes a sofrer um pequeno choque elétrico. Enquanto antecipava os choques dolorosos, o cérebro mostrava um padrão previsível de resposta em circuitos de dor e preocupação, com ativação na ínsula, no cingulado anterior e no córtex pré-frontal dorsolateral. Durante um exame em separado, as mulheres seguravam as mãos dos maridos ou a mão do examinador. Quando uma participante segurava a mão do marido, a ameaça de choque tinha um efeito menor. O cérebro apresentou ativação reduzida tanto no córtex cingulado anterior quanto no córtex pré-frontal dorsolateral – isto é, menos atividade nos circuitos de dor e preocupação. Além disso, quanto mais forte o casamento, menor a atividade da ínsula relacionada ao desconforto.

Então, abrace alguém hoje. E não aceite abraços curtos e rápidos. Não, não, não. Diga que seu neurocientista recomendou abraços longos.

Um abraço, especialmente longo, libera o neurotransmissor e hormônio ocitocina, que reduz a reatividade da amígdala.

Pesquisas mostram que dar cinco abraços por dia durante quatro semanas aumenta muito a felicidade.

Não tem ninguém para abraçar agora? Não? (Sinto muito ouvir isso. Eu te daria um abraço agora, se pudesse.) Mas há uma resposta: a neurociência diz que você deveria ir receber uma massagem.

Os resultados são bastante claros de que a massagem aumenta a sua serotonina em até 30%. A massagem também diminui os hormônios do estresse e aumenta os níveis de dopamina, o que ajuda a criar novos hábitos. A massagem reduz a dor porque o sistema de ocitocina ativa as endorfinas analgésicas. A massagem também melhora o sono e reduz a fadiga, aumentando a serotonina e a dopamina e diminuindo o cortisol, o hormônio do estresse.

Portanto, passe tempo com outras pessoas e dê alguns abraços. Desculpe, mensagens de texto não são suficientes.

Quando você coloca as pessoas em uma situação estressante e depois as deixa visitar seus entes queridos ou falar com elas ao telefone, elas se sentem melhor.

E quando elas apenas mandaram uma mensagem de texto? Seus corpos responderam da mesma forma como se não tivessem apoio algum.

…o grupo de mensagens de texto apresentava níveis de cortisol e ocitocina semelhantes aos do grupo sem contato.

Nota do autor: Eu aprovo totalmente as mensagens de texto se você combinar um abraço.

Tudo bem, eu não quero sobrecarregar seu cérebro com muita informação. Vamos resumir e aprender a maneira mais rápida e fácil de começar a espiral ascendente da felicidade inspirada pela neurociência…
Resumo

Veja o que a pesquisa sobre o cérebro diz que fará você feliz:

Pergunte: “Pelo que eu sou grato?” Sem respostas? Não importa. Apenas a procura já ajuda.
Rotule aquelas emoções negativas. Dê um nome a elas e seu cérebro não se incomodará tanto.
Decida. Vá para “bom o suficiente” em vez de “melhor decisão já feita na Terra”.
Abraços, abraços, abraços. Não mande mensagens de texto – toque.

Então, qual é a maneira mais simples de começar essa espiral ascendente de felicidade?

Basta enviar um e-mail de agradecimento a alguém. Se você se sentir constrangido, envie também este post para dizer o por quê.

Isso realmente pode iniciar uma espiral ascendente de felicidade em sua vida. O pesquisador de neurociência da UCLA, Alex Korb, explica:

Tudo está interligado. A gratidão melhora o sono. O sono reduz a dor. A dor reduzida melhora seu humor. Humor melhorado reduz a ansiedade, o que melhora a concentração e o planejamento. Concentração e planejamento ajuda na tomada de decisão. A tomada de decisão reduz a ansiedade e melhora o prazer. O prazer te dá mais coisas para ser grato, o que mantém esse ciclo da espiral ascendente. O prazer também aumenta a probabilidade de você se exercitar e ser social, o que, por sua vez, o deixará mais feliz.

Então, obrigado por ler isso.

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*Fonte: awebic

Perda de qualidade do sêmen ameaça reprodução humana

Quando um casal tem dificuldades para engravidar, é comum que a mulher se torne a principal suspeita de ser infértil. No entanto, estudos estimam que 50% dos casos de infertilidade conjugal – que afetam cerca de 48,5 milhões de pessoas no mundo – tenham como causa algum problema masculino.

E a tendência é que esses números aumentem.

Estudos realizados em diversos países mostram que a qualidade média do sêmen dos homens de todo o mundo vem caindo pelo menos desde a década de 1930. Não há informações conclusivas sobre as causas – as principais suspeitas recaem sobre o álcool, o cigarro e substâncias químicas presentes em pesticidas, solventes e recipientes de plástico.

Um dos poucos estudos no Brasil sobre o assunto foi feito recentemente pela bióloga Anne Ropelle em sua dissertação mestrado na Faculdade de Ciências Médicas (FCM) da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).

Ela conta que o Centro de Atenção Integral à Saúde da Mulher (CAISM) da universidade realiza exames de espermograma desde 1989. Das 33.944 amostras registradas entre 1989 e 2016, ela analisou 18.902.

Anne dividiu os exames em cinco períodos de tempo e analisou os principais parâmetros que medem a qualidade do sêmen: concentração (quantidade de espermatozoides na amostra), motilidade progressiva (capacidade de movimentação, importante para o encontro com o óvulo e a fertilização) e morfologia (sua forma). “Notamos uma queda significativa em todos eles“, ela afirma.

A concentração seminal, por exemplo, caiu de 86,4 milhões de espermatozoides por mililitro (ml) no período de 1989 a 1995 para 48,32 milhões/ml entre 2011-2016. A porcentagem com boa motilidade baixou de 47,6% para 35,9%, e o índice dos que tinham formas normais reduziu-se de 37,1% para 3,7%.

Apesar dessas quedas, os dois primeiros parâmetros estão dentro dos padrões estabelecidos pela Organização Mundial da Saúde (OMS), que são, respectivamente, mínimos de 15 milhões e 32%.

Quanto à morfologia, a porcentagem encontrada por Ropelle está um pouco abaixo do que é considerado normal pela OMS, que é acima de 4%. Esses dados podem ser um alerta. “Se os números continuarem caindo, os casais poderão encontrar maior dificuldade para conseguirem uma gestação“, diz a especialista.

Discussões

No exterior, as pesquisas sobre o tema são mais antigas e numerosas. Todas apontam na mesma direção. O médico urologista Leocácio Barroso, do Hospital Universitário Walter Cantídio, da Universidade Federal do Ceará (UFC), cita algumas meta-análises (revisão sistemática de várias pesquisas realizadas sobre um mesmo tema).

Uma delas foi feita pela bióloga dinamarquesa Elisabeth Carlsen, que analisou 61 estudos sobre qualidade do sêmen realizados por outros pesquisadores de vários países, entre 1938 e 1991. Os resultados foram divulgados em 1992. “Ela mostrou que nesse período a concentração média de espermatozoides caiu de 113 milhões/ml para 66 milhões/ml“, informa Barroso.

Para ele, a mensagem essencial do estudo de Carlsen e colaboradores é que a concentração seminal declinou globalmente em cerca de 50% no último século, atraindo uma atenção significativa e sendo foco de diversas discussões. “A partir dessa publicação, diversos laboratórios têm analisado seus próprios dados retrospectivamente e muitos estudos sugerem que, de fato, houve um declínio na qualidade do esperma“, conta.

Um desses trabalhos foi divulgado cinco anos mais tarde, em 1997, pela especialista em reprodução humana Shanna Swan, dos Hospital Mount Sinai, de Nova York. Ela fez uma reanálise de 56 estudos analisados por Carlsen e confirmou uma significativa queda na densidade espermática nos Estados Unidos e na Europa, mas não em outras partes do mundo.

“Mais tarde, em 2000, ela realizou outra extensa meta-análise, dessa vez de 101 estudos, que confirmou o declínio na qualidade seminal no período de 1934 a 1996“, diz Barroso.

A própria OMS reduziu os valores de referência que definem uma amostra seminal como “normal“. “De 1987 até hoje, a organização publicou cinco edições do Manual para o Exame do Sêmen Humano“, diz Barroso.

“A publicação mais recente, de 2010, traz valores de referência mais baixos do que os encontrados na última edição, de 1999.” Os novos parâmetros de concentração mínima foram reduzidos de 20 milhões/ml para 15 milhões/ml, os da motilidade, de 50% para 32%, e os da morfologia, de 14% para 4%.

Para a definição de tais valores, foram avaliadas amostras de 4.500 homens de 14 países de quatro continentes. Barroso tem, no entanto, uma crítica ao manual. De acordo com ele, enquanto algumas áreas foram super-representadas, como o norte da Europa, outras foram subrepresentadas, como a África e a América do Sul.

“De fato, para esse estudo não foi avaliada nenhuma amostra proveniente do Brasil“, diz. “Portanto, a interpretação e aplicação dos valores de referência definidos pela última publicação da OMS para o brasileiro é imprecisa.”

Estilo de vida?

Que a qualidade seminal vem caindo no mundo é praticamente uma certeza. Já as causas não são bem conhecidas. “Nosso banco de dados não possuía informações sobre estilo de vida ou hábitos dos pacientes, desta forma não pudemos correlacionar a queda a uma ou mais causas“, afirma Anne. Mas há suspeitas.

Seu orientador, o ginecologista Luiz Francisco Baccaro, da FCM da Unicamp, aponta alguns. “Vários autores relatam que substâncias com efeitos similares ao estrogênio (hormônio cuja ação está relacionada ao controle da ovulação e ao desenvolvimento de características femininas), conhecidas como ‘desreguladores endócrinos’, poderiam agir no feto do sexo masculino ainda no útero da mãe, levando a problemas na função testicular“, diz.

Entre esses “desreguladores endócrinos” estão substâncias químicas, presentes em pequena quantidade em pesticidas, solventes e recipientes de plástico, por exemplo. Além dos fatores ambientais, aspectos relacionados aos hábitos de vida também devem influenciar a produção de esperma.

“Alguns estudos demonstraram que o tabagismo e o consumo de álcool em excesso podem diminuir a qualidade do sêmen“, acrescenta Baccaro. “Além disso, um fator muito prevalente que influencia nisso é a obesidade, que pode levar a um desequilíbrio hormonal. Um estudo mostrou que homens com excesso de peso têm o esperma pior.”

Barroso cita outros suspeitos. “O uso de telefones celulares têm aumentado as preocupações em relação ao efeito das suas ondas eletromagnéticas na fertilidade“, afirma.

“Estudo observacional recente, in-vivo e in-vitro, mostrou que os aparelhos podem causar uma diminuição da densidade, motilidade, viabilidade e morfologia dos espermatozoides. Hipertermia (alta temperatura) testicular também pode impedir a espermatogênese. Por isso, o uso de laptops próximo à genitália, utilização frequente de saunas e banheiras aquecidas estão entre os fatores considerados como possíveis causas da queda da qualidade do sêmen.”

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*Fonte: pragmatismo

“Foda” (Marcos Bulhões)

“Quer foder comigo?”
Sexo casual é o novo modelo de relacionamento.
Uma mensagem,
Um olhar,
Algumas palavras e pronto!
O sexo ganhou um novo pseudônimo;
o aclamado: “foda”.
Então prepare o preservativo
que a noite vai ser de prazer.
Mas a preservação não é só por
uma gravidez inesperada
ou uma DST, também nos preservamos
do compromisso, do apego,
das cobranças e também do AMOR.
É mais fácil tirar a roupa do que o sorriso.
Tocar corpo do que o coração.
Preferimos alguém pra comer em uma noite,
a alguém que fique para comer
com a gente no café da manhã.
Estamos tão fragilizados com compromisso
que matamos o prazer
enquanto a carência nos enterra.
Houve um tempo em que as pessoas
faziam amor, e eram felizes.
Mas hoje, elas fodem!!!
E talvez por isso exista pouca gente feliz
e tanta gente fodida.”

*De: Marcos Bulhões

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12 Leis da Gratidão Pouco Conhecidas

1. Quanto mais você está em um estado de gratidão, mais vai atrair coisas pelas quais ser grato

Seja grato pelo que você tem, e vai acabar tendo mais.
Foque sobre o que você não tem, e nunca terá o suficiente.

2. Ser feliz nem sempre vai te fazer grato, mas ser grato sempre vai te fazer feliz

É quase impossível apreciar um momento sinceramente e olhar severamente ao mesmo tempo.
Ser feliz agora não significa que você não deseja mais, significa que você é grato pelo que tem e paciente para o que ainda está por vir.

3. Gratidão fomenta o verdadeiro perdão, que é quando você pode sinceramente dizer: “Obrigado por essa experiência.”

Não faz sentido condenar ou lamentar uma lição de vida importante.
Gratidão traz um sentido para o ontem, paz para o presente, e cria uma visão positiva para o amanhã.

4. Você nunca precisa mais do que tem em um dado momento

Tem sido dito que a mais elevada forma de oração é dar graças. Em vez de orar “para” as coisas, dê graças por aquilo que você já tem.
Quando a vida lhe dá toda a razão de ser negativo, pense em uma boa razão para ser positivo. Há sempre algo pelo qual ser grato.

5. A gratidão inclui tudo

Dias bons dão-lhe felicidade e dias ruins dão-lhe sabedoria. Ambos são essenciais.
Porque todas as coisas têm contribuído para o seu avanço, você deve incluir todas as coisas em sua gratidão. Isto é especialmente verdadeiro em seus relacionamentos. Nós nos encontramos com pessoas comuns em nossas vidas; mas se você lhes der uma chance, todas elas têm algo importante para lhe ensinar.

6. O que você tem para ser grato no presente, muda

Seja grato por tudo que você tem agora, porque nunca sabe o que acontecerá em seguida. O que você tem acabará por ser o que você tinha.
A vida muda a cada dia, e suas bênçãos irão gradualmente mudar junto com ela

7. A mente grata nunca toma coisas como garantidas

O que separa privilégio de benefício é a gratidão.
A circunstância (ou pessoa) que você toma por garantida hoje pode vir a ser a única da qual você precise amanhã.

8. Enquanto você expressa sua gratidão, não deve esquecer que a maior valorização não é simplesmente proferir palavras, mas vivê-las diariamente

O que mais importa não é o que você diz, mas como você vive.
Não basta dizer que, mostre. Não basta prometer, prove.

9. Gratidão inclui retribuição

Na agitação da vida cotidiana, quase não percebemos que recebemos muito mais do que damos, e a vida não pode ser rica sem essa gratidão.
É tão fácil superestimar a importância de nossas próprias conquistas em comparação com o que temos com o auxílio de outros.

10. A maior homenagem às pessoas e circunstâncias que você perdeu não é tristeza, mas a gratidão

Só porque alguma coisa não durou para sempre, não significa que não foi o maior presente que se possa imaginar.
Seja grato porque seus caminhos se cruzaram e por ter tido a oportunidade de experimentar algo maravilhoso.

11. Para ser verdadeiramente grato, você deve estar realmente presente

Conte as bênçãos em sua vida, e comece com a respiração você está realizando agora.
Muitas vezes esquecemos que o maior milagre não é andar sobre a água; o maior milagre é caminhar sobre a terra verde, habitando profundamente no momento presente, apreciando-o e sentindo-se completamente vivo.

12. Abandonar o controle multiplica o potencial de gratidão

Às vezes, investimos muita força para tentarmos controlar cada aspecto de nossas vidas que completamente nos perdemos no caminho.
Aprenda a deixar ir, relaxar um pouco e pegar o caminho que a vida leva até você às vezes. Tente algo novo, seja destemido, mas acima de tudo, faça o seu melhor e fique bem com isso. Abandonar expectativas desnecessárias permite que você realmente experimente o inesperado. E as maiores alegrias na vida são muitas vezes as surpresas inesperadas e oportunidades que você nunca preveu.

Pelo o que você é grato hoje? Como a gratidão afeta a sua vida?

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*Fonte: osegredo