Como construir uma casa em uma Kombi (projeto / e-book)

Descrição do Produto

Esse livro-projeto é o manual que todo viajante sonhava em ter para viver no conforto do lar e desbravar o mundo ao mesmo tempo. Agora, qualquer leigo será capaz de construir sua própria Kombihome com banheiro seco, cozinha completa, cama de casal, chuveiro, armários, espaço para materiais de trabalho, frigobar e outros eletrodomésticos todos movidos por energia limpa e renovável através de painéis fotovoltaicos. Kombihome, o manual completo é mais do que um projeto, é uma oportunidade real, tangível e de fácil construção pois além de contar com todas as peças medidas e desenhadas, conta também com uma animação em 3D que revela passo a passo a ordem da montagem dos móveis, do sistema fotovoltaico, sistema hidráulico e do sistema gás de cozinha. Este livro também apresenta informações preciosas sobre a documentação, dicas, histórias da estrada e muito mais.

Agora só não desfruta de viver na estrada quem não quer!

Vantagens

Esse livro-projeto traz não só comodidade de ter acesso a um projeto de alta funcionalidade e praticidade, mas traz também possibilidade de uma economia dramática de tempo em projetação de uma casa na Kombi, que envolve complexos sistemas; economia de gastos, uma vez que peças cortadas erradas e desperdício de material, que são um ponto chave no custo de qualquer novo projeto; e possibilidades quiça de novas ideias a partir de uma estrutura bem enraizada nas necessidades básicas de uma casa.

Resumindo: economia de tempo e investimento, uma visão real sobre os custos do projeto, dicas e informações valiosas sobre temas burocráticos como a documentação, por exemplo, manual de construção de móveis, sistema hidráulico e sistema fotovoltaico, histórias das estradas e muito mais.

*Se ficou interessado, confira aqui como adquirir o E-book deste projeto: kombihome

Uma risada falsa é identificada por pessoas de qualquer lugar do mundo

Não importa em qual lugar do globo você esteja – uma risada forçada não engana ninguém. Essa é a conclusão a que chegaram pesquisadores da Universidade da Califórnia em Los Angeles, nos Estados Unidos. O principal autor do artigo, Greg Bryant, estuda há quase uma década a risada e o que ela diz sobre a evolução humana. Para ele, esse é um sinal universal que dá pistas sobre nosso comportamento e afinidade com outras pessoas.

Nesse último estudo, publicado em julho de 2018 na revista científica Psychological Science, a ideia era provar que indivíduos de qualquer parte do mundo sabem identificar um riso genuíno de um forçado. O experimento incluiu 884 homens e mulheres de 21 países, localizados em todos os continentes.

Primeiramente, Greg e sua equipe extraíram trechos de risadas verdadeiras de amigas que conversavam em inglês. Já os risos falsos foram tirados de gravações em que as mulheres tinham que rir quando recebessem um comando. Os áudios foram expostos aleatoriamente aos voluntários, e todos conseguiram distinguir as risadas reais daquelas que não saíram naturalmente. Mas alguns tiveram um pouco mais de dificuldade: habitantes de Samoa, uma ilha na Oceania, acertaram que uma risada era verdadeira em 56% das vezes; os japoneses, por sua vez, miraram na opção correta em 69% das oportunidades.

No geral, quem vive em países menos industrializados se saiu melhor em reconhecer um “riso falsiane”. Segundo Bryant, isso sugere que, nesses lugares, as pessoas se ligam emocionalmente umas às outras com maior frequência e usam sinais como a risada para prever o comportamento alheio. Já em regiões mais desenvolvidas, o sorriso falso é tido como um ato de educação no caso de relações entre indivíduos que não se conhecem, mas convivem apenas por status.

Mecanismos diferentes

Rir de forma espontânea e forçada não se difere apenas na expressão do seu rosto – cada uma dessas manifestações vem de mecanismos vocais diferentes e tem características próprias.

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*Fonte: superinteressante

Sun City Camp: o acampamento para quem quer se sentir em Marte

Este é o Sun City Camp, um acampamento estilo marciano em que as pessoas podem relaxar e curtir a vida na calmaria de um local totalmente desértico e sem importuno.

O lugar fica em Uádi de Rum, também conhecido como O Vale da Lua, no sul da Jordânia e 60 km ao leste de Ácaba.

A experiência, no entanto, fica um pouco longe dos perrengues que as pessoas encontrariam em Marte. Há uma variedade de serviços de alto padrão e comodidades para escolher. Além de diversas atividades de entretenimento, relaxamento e aventuras.

Os hóspedes podem escolher entre as tendas panorâmicas com vista para as montanhas, sejam as tradicionais tendas beduínas (trinta tendas), as barracas reais (oito suítes), suítes familiares (duas suítes) ou exclusivas cúpulas marcianas (vinte quartos).

Este acampamento está equipado com uma grande tenda de recepção com Wi-Fi, juntamente com a área de jantar.

Um local maravilhoso para contemplar a natureza, o nascer, pôr do sol e principalmente as estrelas durante a noite.

*Por Flávio Kroffi

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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*Fonte: geekness

Humanos representam 0,01% dos seres vivos e mataram 83% dos mamíferos

Apesar de representarem apenas 0,01% dos seres vivos do planeta, os humanos são responsáveis pela destruição de muitas espécies. Um estudo realizado por pesquisadores do Instituto de Ciência Weizmann, em Israel, e do Instituto de Tecnologia da Califórnia, nos Estados Unidos, revela, inclusive, que a espécie humana acabou com 83% dos mamíferos selvagens da Terra.

Publicada no periódico Proceedings of the National Academy of Sciences, a pesquisa compila os tipos de biomassa — matéria orgânica — dos reinos animais. “A análise revela uma visão holística da composição da biosfera e nos permite observar padrões de categorias taxonômicas e locais geográficos”, escrevem os cientistas.

Esse é o primeiro relatório a estimar a quantidade de todos os tipos de criaturas vivas. “Eu fiquei surpreso em descobrir que não ainda não existia uma estimativa compreensiva e holística de todos os componentes da biomassa”, disse o pesquisador Ron Milo, do Instituto de Ciência Wrizmann, em entrevista ao jornal The Guardian.

Milo e sua equipe compilaram dados de diversas fontes, como da Organização Internacional de Comida e Agricultura, por exemplo, para estimar a biomassa de cada país e como a industrialização, o êxodo rural e o uso de novas tecnologias pelos humanos colaborou para o fim de outras espécies animais.

Os cientistas concluiram que os 7,6 bilhões de pessoas representam somente 0,01% dos seres vivos, as bactérias, 13% e o restante das criaturas, como insetos, fungos e outros animais equivalem a 5% da biomassa do planeta. O que sobra é das plantas: segundo o estudo, elas representam 82% da matéria viva.

Atualmente, 70% das aves e 60% dos mamíferos do planeta foram criados em cativeiro, enquanto 30% dos pássaros são selvagens, 36% dos mamíferos são humanos e os 4% restantes são selvagens. Ainda de acordo com o relatório, 86% das espécies se encontram em terra, 13% abaixo de superfícies (como bactérias, por exemplo) e somente 1% nos oceanos.

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*Fonte: revistagalileu

Uma curta e sábia fábula sobre a arrogância!

Em nossas vidas, muitas vezes nos deparamos com pessoas arrogantes. Essas pessoas não possuem humildade e apenas pensam em seu próprio umbigo, sem se preocupar com nada e nem ninguém ao seu redor.

Elas sentem que estão fazendo o certo e que para terem sucesso na vida não devem olhar para o lado e oferecer ajuda aos que precisam, acham que o mundo é olho por olho e que quem se dedica a fazer o bem ao próximo acaba ficando sem nada.

No entanto, isso está muito longe da verdade. Nós nunca somos prejudicados por ajudar outra pessoa, pelo contrário, quanto mais fazemos por aqueles em nossas vidas, mais recebemos coisas pelas quais agradecer.

As pessoas arrogantes não enxergam essa verdade e, geralmente, costumam aprender a lição de maneiras dolorosas.

Trazemos abaixo uma fábula simples e curta, mas que carrega um grande valor. Leia com atenção e reflita sobre o seu comportamento atualmente.
Será que ele está contribuindo para a criação de uma vida positiva ou apenas está propagando a arrogância em sua vida e relacionamentos?

“Dois galos estavam disputando em feroz luta o direito de comandar a chácara. Por fim, um pôs o outro para correr. O Galo derrotado afastou-se e foi se recolher num lugar sossegado.

O vencedor, voando até o alto de um muro, bateu as asas e exultante cantou com toda sua força. Uma Águia, que pairava ali perto, lançou-se sobre ele e, com um bote certeiro, o levou preso em suas poderosas garras. O Galo derrotado saiu do seu canto, e daí em diante reinou absoluto livre de disputa.”

Moral da História:
O orgulho leva à destruição. Devemos permanecer humildes, mesmo em nossas vitórias, afinal nunca sabemos o que a vida reserva para nós no próximo minuto.

Aqueles que sabem se preservar e respeitar as pessoas em seus momentos de glória são aqueles que colherão os melhores frutos da vida.

Elimine a arrogância e seja feliz!

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*Fonte: osegredo

Eduque o seu filho para ser feliz e não para ser perfeito

Quando se busca a perfeição, a felicidade fica em segundo plano e não se aproveita a vida. Apenas se busca um fantasma que não existe, uma perfeição que nunca chega. Se uma criança é educada na perfeição, em vez de ser feliz, ela irá se tornar uma pequena pessoa triste, frustrada e insegura.

A importância de encontrar o equilíbrio
Alguns pais exigentes apenas irão conseguir com que seus filhos sintam ansiedade por não satisfazê-los. Mas não vão encontrar a satisfação pessoal de fazer as coisas bem feitas. Eles estarão roubando a oportunidade de aprender com os erros, de sentir essa maravilhosa sensação de que se você errar, nada acontece.

Um erro nos ensina nossas fraquezas e nos permite ver o caminho para alcançar os nossos pontos fortes. Nesse sentido, temos de encontrar um equilíbrio em que a criança seja capaz de cometer erros e aprender com eles. Mas não para buscar a perfeição, e sim para superar a si mesma a cada dia um pouco mais.


A perfeição do imperfeito

Se eu tivesse que escolher a perfeição na vida, eu iria escolher o imperfeito. Porque o imperfeito faz nos sentirmos livres, nos faz ver quem somos e como somos, ajuda a nos conhecer melhor e a conhecer as outras pessoas. O imperfeito é sinônimo de respeito e também de diversidade. O imperfeito é visto com bons olhos. Sem dúvida, é o mais maravilhoso e perfeito que pode existir nas crianças.

Uma criança não deve ser educada para tirar dez em todos as suas provas. Uma criança deve ser educada para se esforçar dentro de suas possibilidades e tentar se superar sempre, sem levar em conta as notas, que são apenas um número… uma classificação. A perfeição da imperfeição está em estudar, tirar uma nota de acordo com o que foi estudado e perceber que pode fazer mais e melhor… e se superar.

No imperfeito, nos encontramos com pais que não castigam seus filhos se eles não conseguirem fazer uma prova ou se não são os melhores no jogo de basquete. Mas pais que proporcionam ferramentas para fazer melhor da próxima vez. E eles conseguem. É a imperfeição do perfeito, porque para poder se superar deve ser imperfeito, e também amar uns aos outros. Sem comparações, sem rótulos.


A felicidade está no agora

É necessário educar as crianças para que saibam que sua felicidade não deve depender das notas de uma prova, ou se ela está em uma posição melhor em uma carreira ou se ela ganha ou não ganha um prêmio no recital de música. É essencial educar as crianças para que elas saibam que a felicidade está no agora, em viver o momento presente, em saborear o que está acontecendo, o que fazem, o que sentem.

Porque a felicidade não é uma meta, é um caminho. É importante que as crianças entendam que para serem felizes devemos amar uns aos outros, nos respeitar e aprender que errar não é algo ruim. Os erros nos ensinam o caminho e devemos ser humildes para vê-lo e segui-lo porque é assim que se chega ao sucesso.


Educar para ser feliz

Educar para ser feliz significa viver em um mundo onde as emoções são as protagonistas. Um mundo onde a empatia e assertividade devem estar andando de mãos dadas, onde as crianças saibam se colocar no lugar dos outros. Mas, primeiro, deverão conhecer a si mesmas, se valorizar e se respeitar. Um caminho em que a disciplina positiva irá ajudar a alcançar tudo isso.

Como pais, devemos deixar de lado a competitividade que essa sociedade tenta nos introduzir. Em vez disso, devemos permitir que nossos filhos decidam, errem, chorem, tomem decisões, aprendam, sintam frustração e também satisfação… porque para ser feliz, temos que ser imperfeitos.

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*Fonte: revistapazes

Quando uma pessoa tem energia boa, é agradável, amorosa, tem luz, todo mundo quer tê-la por perto!

Ao invés de culpabilizar as pessoas que se afastaram de você, atribuindo a elas características de insensibilidade, frieza, falta de compaixão, confira se você é uma pessoa suficientemente agradável para as pessoas desejarem estar perto de você, não por obrigações protocolares, mas por afinidade genuína.

Tenha a coragem de olhar para si mesmo e se encarar, ao invés de atribuir a responsabilidade ao outro, fazendo-se de vítima.

Quando uma pessoa tem energia boa, é agradável, interessante, amorosa, tem luz, bom humor, todo mundo quer tê-la por perto e aí ela é quem vai escolher quem ela quer ou não quer por perto se baseando na dignidade relacional.
Mas opções não irão faltar, porque a pessoa emana luz! Quem não quer gente de luz por perto? Todo mundo quer gente com energia boa por perto!! Aquela pessoa que só de estar sentada em silêncio do seu lado torna seu dia muito melhor.

Quando a pessoa é, por exemplo, despótica, invasiva, autoritária, controladora, pouco perceptiva, narcisista, ninguém aguenta ficar perto, a não ser por opressão ou necessidade, o que implica em convívio compulsório.

O que acontece, muitas vezes, é que a autopercepção da pessoa é tão baixa, que ela não vê que ela mesma criou isso para ela, então prefere se fazer de vítima ao invés de se perceber nos espelhos relacionais que ela julga.

É tão absurdo como um senhor de escravos ficar se lamentando que os escravos se libertaram e não quiseram mais saber dele.

Oras, é uma questão de amor-próprio, a menos que o escravo seja masoquista e queira cultivar a indignidade.

Quer atrair pessoas interessantes para o seu convívio? Medite! Mude sua energia, expresse seu melhor, emane alegria, amor, luz, bom humor.
Certamente, se você estiver numa boa vibração, não faltarão pessoas interessantes querendo se aproximar de você não por interesse ou por protocolos sociais, mas por afeto genuíno.

Com amor, leveza e alegria,
*Por Gisela Vallin

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*Fonte: osegredo

6 formas naturais de manter os mosquitos longe de você

Mosquitos transmitem doenças e podem ser extremamente incômodos. Quem nunca perdeu uma noite de sono por conta de um mosquito que insistia em passar perto do seu ouvido? Com essas dicas, você pode se livrar dos mosquitos com mais facilidade.

1. Plantas naturais
Os repelentes químicos não são os únicos produtos eficazes quando se trata de mosquitos – diferentes plantas e ervas naturais também podem ajudar. Você pode embelezar seu quintal ou jardim com algumas plantas úteis. Dessa forma, você protegerá a si e seus animais de estimação dos mosquitos ao mesmo tempo.

Então, quais são as plantas e ervas que podem nos ajudar a evitar esses mosquitos desagradáveis? Existem vários tipos que você pode escolher de acordo com o seu gosto: manjericão, alecrim, alho, lavanda, grama de citronela, calêndula, entre outros.

2. Spray de lavanda e óleo corporal
Mosquitos odeiam lavanda. Você pode fazer um spray corporal com óleo essencial ou apenas aplicá-lo em gotas em sua pele. Sprays desse tipo também são muito saudáveis para o seu corpo.

3. Velas de citronela
Se você não pode ter plantas repelentes em casa ou se você é alérgico a elas, as velas de citronela podem ser uma ótima solução. Citronela é um repelente de insetos natural popular que foi aprovado por várias pesquisas científicas. Não tem efeitos colaterais, sua casa cheira bem e você não será perturbado por insetos. Para aqueles que gostam de itens artesanais, você pode fazer velas de citronela com por conta própria.

4. Vinagre de maçã
É incrível como o vinagre de maçã pode ser útil. A maioria das pessoas tem algumas garrafas de vinagre de maçã em casa, por isso, se o seu local for subitamente atacado por mosquitos, faça o seu próprio spray repelente com vinagre. Você também pode adicionar um pouco de óleo de citronela para um efeito adicional. Aplique este spray em locais onde os insetos normalmente se reúnem e espere pelos resultados.

5. Água com sabão
Se você passa muito tempo em seu quintal durante jantares em família ou apenas para ler livros do lado de fora, coloque um prato com água e sabão nas proximidades. Depois de algum tempo, você verá que os mosquitos serão atraídos para essa água e ficarão presos.

6. Alho
Segundo alguns estudos, comer alho ajuda a manter os mosquitos afastados. Este remédio é uma boa notícia para os amantes do alho, mas se você realmente o odeia, não há necessidade de comê-lo em quantidades enormes. Apenas ferva e pulverize a mistura em lugares onde os mosquitos se juntam.

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*Fonte: casosinteressantes

Por que as mulheres se estressam mais que os homens?

O estresse é o mal moderno. Vivemos, ou acreditamos que vivemos, em um mundo sitiado por perigos, perigos potenciais que nos cercam e esperam que baixemos a guarda para nos atacar. Isso gera um estado de alerta constante que nos deixa tensos e irritados. No entanto, nem todos reagem da mesma maneira. O estresse nas mulheres se manifesta de forma diferente e é frequentemente mais intenso do que os sintomas de estresse nos homens. Existem diferenças de gênero no modo de experimentar e enfrentar esse estado de ansiedade.

O nível de estresse nas mulheres duplica o estresse nos homens

Psicólogos da Universidade de Cambridge conduziram um estudo no qual descobriram que as mulheres ocidentais são quase duas vezes mais estressadas do que os homens. Esses pesquisadores analisaram 48 estudos anteriores sobre transtornos de ansiedade para identificar quais grupos experimentam mais estresse, levando em conta fatores como sexo, idade, condições médicas e transtornos mentais.

Foi revelado que 4 em cada 100 pessoas sofrem algum grau de ansiedade, do estresse à ansiedade generalizada. No entanto, para cada homem estressado, há 1,9 mulheres que sofrem de um transtorno de ansiedade, e as mulheres com menos de 35 anos são as mais afetadas.

Curiosamente, as mulheres casadas também relatam níveis mais altos de estresse do que as mulheres solteiras: 33% versus 22%, respectivamente. Além disso, as mulheres solteiras têm uma maior percepção de controle sobre suas vidas e sentem que estão fazendo o que é necessário para gerenciar o estresse. Pelo contrário, as mulheres casadas relatam maior afetação devido ao estresse, sofrendo mais episódios de choro, irritação, raiva, fadiga e dores de cabeça.

Os sintomas do estresse nas mulheres

Homens e mulheres reagem de maneira diferente ao estresse, tanto física quanto mentalmente. Tentam controlar o estresse seguindo estratégias muito diferentes e também percebem sua capacidade de lidar com problemas, bem como as coisas que estão em seu caminho, de maneiras muito diferentes. Essas diferentes formas de perceber e lidar com contratempos determinam os sintomas de estresse nas mulheres.

1. pensamentos negativos recorrentes. As mulheres tendem a girar mais as coisas, o que significa que elas têm pensamentos intrusivos mais recorrentes, como mostrou um estudo realizado na Universidade do Colorado. Essa tendência a ruminar piora o estresse e aumenta as chances de sofrer de depressão.

2. Tristeza e ansiedade. As mulheres tendem a reagir mais emocionalmente ao estresse. Um estudo da Universidade de Yale descobriu que muitas vezes se sentem mais tristes ou mais ansiosas quando estão tensas e estressadas. Essa inundação emocional muitas vezes as sobrecarrega, gerando uma sensação de falta de controle.

3. Somatização. Um dos sintomas mais característicos de estresse nas mulheres é a somatização. As mulheres geralmente relatam mais sintomas somáticos relacionados à tensão e ansiedade, como demonstrado por um estudo realizado na Universidade de La Laguna. Na verdade, eles não são meras experiências subjetivas, descobriu-se que as mulheres respondem com um aumento na freqüência cardíaca ao estresse e relatam dores de cabeça mais emocionais.

Por que as mulheres se estressam mais?

As diferenças hormonais são apenas uma variável na equação que exacerba os sintomas de estresse nas mulheres. As diferenças no modo de viver o estresse e lidar com ele desempenham um papel mais importante em seu impacto no bem-estar feminino.

– Sensibilidade a conflitos interpessoais

As mulheres são mais sensíveis aos conflitos e problemas nos relacionamentos interpessoais, porque tendem a conferir maior importância a elas. 84% das mulheres dizem que manter um bom relacionamento familiar é muito importante, comparado a 74% dos homens. Curiosamente, elas também relatam mais estresse quando precisam se conectar com outras pessoas e passar tempo com a família e os amigos.

Portanto, não é surpreendente que a pesquisa conduzida na Universidade da Califórnia sugere que a maioria dos eventos estressantes que desencadeiam o estresse em mulheres estão relacionados com a sua rede social nas proximidades, como problemas no relacionamento, a criação dos filhos ou a perda de uma pessoa próxima.

– Significado dos sintomas físicos

Em muitos casos, os sintomas de estresse nas mulheres são intensificados devido à importância que elas dão a eles. Na prática, ao focar mais nelas e conferir-lhes um papel mais protagônico, a percepção de desconforto e insatisfação aumenta, fechando assim um círculo vicioso.

Por exemplo, embora a insônia atinja homens e mulheres, 75% delas relatam que o sono é muito importante, uma opinião compartilhada apenas por 58% dos homens. Isso significa que o impacto psicológico e físico da insônia acabará sendo mais pronunciado nas mulheres. Não podemos esquecer que tudo em que focamos nossa atenção é amplificado.

– Estratégias de enfrentamento do estresse

Há muitas razões para serem enfatizadas, por isso é importante ter boas estratégias de enfrentamento. Se não tivermos boas ferramentas psicológicas para lidar com contratempos e adversidades, o estresse aumentará. Mais uma vez, homens e mulheres muitas vezes se comportam de maneira diferente quando chega a hora de lidar com o estresse.

As mulheres tendem a usar estratégias de enfrentamento mais emocionais e evitativas. Também são menos racionais quando avaliam a situação e têm mais dificuldade em praticar o desapego. Não é estranho uma vez que um estudo conduzido na Universidade da Pensilvânia, no qual mais de 1.000 imagens do cérebro foram analisadas, revelou que o cérebro feminino é melhor “conectado” para reter detalhes emocionais, o que permite que eles se conectem melhor com os outros, mas também se converte em uma barreira ao estabelecer uma distância psicológica. Os homens, por outro lado, tendem a inibir emoções e praticar estratégias diretas de enfrentamento.

– Sentimento de falta de controle

Talvez uma das variáveis que mais influenciam a percepção do estresse em mulheres e homens seja o autocontrole. Embora tanto mulheres como homens estressados indiquem que a principal barreira para fazer mudanças positivas em seu estilo de vida que afastam o estresse é a força de vontade, muitas mulheres reconhecem que a falta de autocontrole é o principal obstáculo para lidar com o estresse.

O problema é que quando percebemos que não temos controle sobre a nossa vida, indefesa aprendida logo aparecerá, o que nos faz perder a confiança em nossas habilidades para superar a adversidade. Sentir que somos uma folha movida pelo vento gera ainda mais estresse.

A melhor estratégia para lidar com o estresse: Contextualizar Existe uma maneira de lidar melhor com o estresse do que outra? Tudo depende da situação. Por exemplo, um estilo de enfrentamento direto pode ser útil em algumas circunstâncias e em outras pode ser mais adaptativo assumir um estilo de enfrentamento evitativo. Às vezes é necessário se deixar levar por emoções e outras vezes é melhor ser mais racional.

Além das diferenças nas estratégias de enfrentamento e nos sintomas de estresse em mulheres e homens, o mais importante é conhecer nossos pontos fracos, trabalhar para reforçá-los e analisar cada situação para responder da maneira mais assertiva possível. Afinal, você não precisa se envolver em todas as batalhas e não precisa vencer todas as contendas.

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*Fonte: pensarcontemporaneo

Como ser um caroneiro exemplar e fazer bonito com os passageiros

Quando a gente recebe visita em casa, é básico oferecer um lugar confortável para ela se sentar, um cafezinho e até uma música ambiente para deixar o papo fluir. No carro não é diferente! Troque o café quentinho por uma bala, ou um chiclete, e o resto é tudo igual!

Caroneiro bacana é aquele motorista que deixa os passageiros bem relax. Além de ter bom papo, mantendo as diferenças para fora da carcaça de metal – ainda mais nos tempos atuais – é importante seguir as normas do trânsito, ser gentil com os outros motoristas e não dar bobeira com distrações.

E já que estamos na Semana da Mobilidade, que tem como objetivo diminuir a quantidade de carros por aí, que tal fazer bonito no trânsito e virar o caroneiro em que todos confiam? A Youse e a Catraca Livre listaram algumas dicas maneiras e infalíveis!

Transmita segurança

1 – Antes de dar partida e sair com o carro, coloque o cinto de segurança e peça gentilmente para os outros passageiros fazerem o mesmo

2 – Se quiser bater papo, está liberado! Mas, apesar da conversa, mantenha os olhos atentos ao trânsito

3 – Se você for homem e estiver oferecendo carona a uma mulher, nunca, em hipótese alguma, tente passar uma cantada ou forçar uma aproximação física. Em vez de conquistá-la, você irá assustá-la! Carro não é lugar pra começar xaveco

4 – Para evitar quebras e incômodos, mantenha a manutenção de seu carro em dia, o tanque com combustível suficiente e o ambiente limpo e confortável

Seja gentil

5 – Pode colocar música? Pode! Mas que tal encontrar o gosto musical em comum com os passageiros? Também é importante que o volume seja agradável para todos os presentes

6 – Ar condicionado pode ser uma benção ou um pesadelo! O ideal é sentir o clima – literalmente! – e encontrar uma temperatura que agrade todos

7 – Não adianta ser gentil com o passageiro e sair xingando tudo quanto é motorista que compartilha a rua com o seu carro! Gentileza gera gentileza: dê passagem, ria das “barbeiragens” e, se o trânsito engarrafar, lembre-se que você tem companhia e aproveite para abstrair. Afinal, podia ser muito pior estar sozinho nessa!

8 – Balinha ou chiclete sempre caem bem, né? Se tiver, ofereça =)

9 – Evite assuntos polêmicos que podem causar desconfortos irreparáveis. Se for pra falar de política, religião ou futebol, que seja apenas para compartilhar pontos de vistas diferentes e respeitar a opinião alheia. Se não der, nem insista – ou melhor: nem comece!

Comunicação é fundamental

10 – Para evitar mal-entendidos, todo os detalhes devem estar bem claros: pontos de encontro, divisão de custos, tempo limite de espera e frequência da carona

11 – Caso tenha alterações no trajeto do dia a dia e não seja possível evitar a mudança de caminho, informe os passageiros com antecedência

Saiba mais sobre a #HoraDaMobilidade, um movimento que estimula empresas a doar uma hora para seus colaboradores e deixar mais flexível o horário de trabalho. Veja como apresentar a ideia ao seu chefe e confira as empresas participantes em www.horadamobilidade.com.br.

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*Fonte: catracalivre

Humilhar os outros não te faz forte, te faz infeliz

Como é de esperar, na vida nos deparamos com tudo, vivenciamos de tudo e aprendemos constantemente, isso é viver. Nas nossas relações durante a vida, nós iremos interagir com pessoas amáveis, generosas, que nos farão evoluir como seres humanos, mas, em contrapartida, nos depararemos também com pessoas amargas que, por se sentirem inseguras, ferem os outros.

Geralmente essas pessoas têm um complexo de inferioridade, consciente ou inconsciente, e por isso abusam de alguma posição entendida como privilegiada para descontar sua frustração em cima das outras, principalmente quando a vítima está em posição vulnerável.

Quando uma pessoa tenta humilhar outra de propósito, significa que:

1 – Ela tem um complexo de inferioridade em relação a quem ela tenta humilhar.

2 – Ela mesma é totalmente insegura sobre si mesma e em relação as realizações de quem ela tenta humilhar. Constranger e humilhar a outra pessoa é uma forma dela satisfazer seu complexo, criando uma falsa sensação de que seja superior.

3 – Sente-se ameaçada perante o potencial da suposta vítima e agir assim é uma forma de “botar o outro no seu devido lugar”.

Submeter outra pessoa a uma situação de humilhação não é um indicador de superioridade, mas o contrário é válido. A imagem que você vai conseguir passar de si mesmo é apenas a de uma pessoa fraca, frustrada e talvez com muito medo da outra pessoa a qual você esteja destratando.

Avalie-se e veja se o desdém, o descaso e o nojo que você coloca no seu tratamento em relação a uma pessoa de posição hierarquica inferior, não é apenas um modo de “marcar territótio”, um modo de mostrar quem manda, quando na verdade só está incoscientemente procurando se auto-afirmar perante si mesmo.

Humilhar outra pessoa não vai te blindar, não vai criar uma armadura impenetrável onde você possa se proteger de seus prórpios demônios. Fazendo isso você apenas estará escancarando sua personalidade frágil, mostrando aos outros o quanto é infeliz e que precisa pisar em alguém para se sentir um pouco melhor.

O certo é que você jamais terá o respeito daqueles a quem você constrange; talvez, no máximo, consiga despertar medo e, com certeza, muito ódio e desprezo daqueles a quem você humilha. Mas, se causar esse tipo de sentimento dos outros em relação a você é o que te apraz, deve ser porque, com certeza, você é uma pessoa com sérios problemas e deveria procurar ajuda.

Quem já esteve em situação de ser humilhado sabe que a “vítima” nunca enxerga aquele a quem lhe humilha como superior, portanto, tentar se impor por essas vias com o propósito de se afirmar sobre a outra, é apenas uma forma de mostrar sua fraqueza diante dela, que não reage por outros motivos que implicam em perdas e prejuízos a si ou a outrém a quem queira preservar e proteger, jamais pelo respeito que, evidentemente, não tem mesmo pelo humilhador.

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*Fonte: pensarcontemporaneo

Primeiro desenho animado totalmente em libras é lançado no YouTube

A surdez atinge quase dez milhões de pessoas no Brasil, de acordo com dados do Ministério da Saúde. E faltam alternativas na indústria cultural infantil para esse público. Pensando nisso, Paulo Henrique dos Santos, que trabalha com animação há sete anos, decidiu criar um desenho inteiramente em libras (língua brasileira de sinais). Ele teve a ideia quando precisou se comunicar com uma pessoa surda, mas não conseguiu. Em cada um dos capítulos, serão ensinados cinco sinais de libras.

O conteúdo é voltado para crianças de três a seis anos e tem o objetivo de educar e mostrar que as crianças surdas também se divertem e têm as mesmas necessidades daquelas com a audição preservada. O episódio piloto foi lançado no YouTube nessa quarta-feira, data marcada pelo Dia do Surdo. “Cada um tem a sua língua. O gato fala ‘gatês’, o elefante fala ‘elefantês’, e por aí vai. Mas com tantas línguas diferentes, é difícil entender o outro”, diz a animação.

O canal ainda não tem patrocínio mas, se conseguir, Paulo Santos pretende produzir e lançar mais 13 episódios para a primeira temporada. Ele já participou da produção de desenhos como “Turma da Mônica” e “Sítio do Pica-pau Amarelo”.

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*Fonte: correiodopovo

5 Lições do Surf para a Vida

Em tudo na vida podemos tirar lições, principalmente da natureza. Quando a parte da natureza que você observa para entender sua vida é o mar… São oceanos de ensinamentos literalmente que chegam até você.

Surfar talvez seja a coisa que eu faça a mas tempo em minha vida, logo era o local onde eu mais poderia experienciar isso, então fiz dessa observação um hábito e em cada sessão de surf ou apenas uma caminhada na praia começaram a surgir sutilezas que sempre me ajudavam no momento que eu estava vivendo.

Algumas lições foram coisas tão sutis que seria impossível descreve-las aqui, outras tão específicas que dariam um post para cada uma delas. Então, para esse post selecionei 5 grandes lições que pude observar, meditar e sentir em cima da prancha.

1 – APROVEITAR O AGORA (Não se pré ocupe)

Foram longos anos sem a maturidade “surf-ciente” para entender isso. Por muito tempo fiquei no outside apenas de corpo, minha mente estava fora d’água devido os problemas que a vida nos traz.

Então se eu tivesse com algo não resolvido, minha mente vagava sobre o que iria fazer depois do surf, qual obrigação ainda tinha para terminar, problemas com a namorada, se alguém viu a vaca que eu levei… Qualquer coisa menos ficar dentro d’água. Foi quando percebi inutilidade da preocupação.

Analisando a palavra “preocupação” você entende o quanto é inútil você ficar pré ocupado. Você literalmente se ocupa com uma coisa que ainda nem aconteceu, ou que talvez nem aconteça.

Não estou falando de não se preparar para as coisas ou se importar com algo ou alguém. Se preparar é agir, é se ocupar trabalhando para aquilo que possa vir acontecer. Se importar é algo mais sutil, é trazer para dentro de si, ou seja, algo ou alguém importante para você é uma coisa ou uma pessoa que você importou para dentro de si.

Quando percebi que eu estava sempre pré ocupado com alguma coisa fora d’água da qual eu não podia resolver dentro dela, eu tinha duas possibilidades.

A primeira era sair do mar e resolver logo isso que estava ocupando minha mente, a segunda era saber que aquele era o momento de surfar e aproveitar a natureza com toda sua beleza e ao sair do mar poderia me dirigir a esse problema. Quase sempre eu escolhia a segunda opção.
qualidade de vida no trabalho e surf

Eu nem dentro nem fora d’água completamente
ANOTE E ESQUEÇA

Então, se você se identificou com esse mesmo problema seja em qualquer área da sua vida, fica uma dica para ajudar com suas preocupações. Mantenha uma agenda ou caderneta com todas as coisas que você precisa fazer ou resolver durante o dia, anote tudo e depois esqueça. Quando terminar o que está fazendo, abra a agenda e vá para o próximo item.

O hábito da agenda ajuda a mudar seu estado mental de ansiedade e lhe focará apenas onde você pode resolver as coisas, que é no presente. Deste modo, logo você estará agindo dessa forma naturalmente e aproveitando muito mais seu surf.

2 – RESPEITAR MEUS LIMITES (A dor é uma aliada)

Você pode saber surfar, mas saber surfar em todas condições é bem difícil. Às vezes entramos no excesso de autoconfiança ou na vaidade de achar que podemos fazer tudo, mas a realidade é bem diferente.

Podemos detonar em ondas até um certo tamanho e achar que estamos preparados para tudo, mas acredite a diferença entre surfar uma onda de 2 metros e uma onda de 4 metros ou mais, não é apenas o tamanho.

Muitas vezes envaidecido por estar surfando com amigos e não querer dar uma de “amarelão” eu me joguei em certas ondas que eu sabia que estavam acima da minha habilidade. Os resultados foram vacas históricas e muitas chegando até risco de morrer.

Eu poderia terminar como Narciso, afogado por minha vaidade. Porém, o que não nos mata nos fortalece, e levar umas vacas da vida às vezes é bom para nos vacinar contra certas atitudes idiotas no futuro.

“Violentar meus instintos e princípios é uma maneira forte e didática de, durante muito tempo, me vacinar contra estas mesmas atitudes no futuro.” – Sidão Tenucci (O surfista peregrino)

Logo logo a dor vai mostrar que estava errado.
A DOR

A sensação de dor em uma vaca seja na onda ou na vida é uma grande aliada, a dor nos mostra nossos limites. Você pode imaginar que uma vida sem dor seria um paraíso, mas não é bem assim. Se nós não sentíssemos dor, morreríamos em poucas horas.

É a dor que te avisa que sua mão está em cima de uma chapa quente e que se você não tirar a mão de lá, poderá perder a mão toda. Da mesma forma a dor de estômago te avisa que você ultrapassou seus limites na quantidade de feijoada.

A dor é apenas uma mensagem que seu corpo e sua vida te dão falando mais ou menos assim: “ Ei, amigo(a)! Para de fazer o que você está fazendo que está dando errado.” Tente levar isso para todos aspectos na sua vida. A dor emocional também é um aviso assim como a dor física. Então, toda vez que você sentir uma dor seja ela de qual origem for, repense suas atitudes para não morrer afogado nelas.

3 – NÃO PUXAR O BICO (O perigo de ser morno)
(Puxar o bico na gíria do surf é remar para a onda e na última hora desistir, na maioria das vezes por medo)

Pode parecer contraditório esse item com o segundo, mas a vida é quase sempre contraditória. Porém, quando eu falo de “não puxar o bico” me refiro a uma atitude não ceder ao medo e não de ser inconsequente e não respeitar seus limites. No fundo todo mundo sabe quando não faz uma coisa por medo ou por saber que não está ao seu alcance fazê-lo.

Quem já surfou ondas mais cavadas sabe que chega um certo momento que é um caminho sem volta, que é melhor arriscar tudo do que puxar o bico da prancha, pois a força da onda é tanta que mesmo tentando voltar ela vai te puxar por cima do lip e a vaca vai ser muito pior.

Tentando dropar aquele buraco você pode conseguir completar o drope ou vacar. De toda forma você sai ganhando experiência de como aquela onda funciona. Sabendo como se posicionar da próxima vez.

“Embora quem tente possa errar, quem não tenta já errou.”

Chega um momento que a pior atitude que você pode tomar é puxar o bico.

Na vida às vezes temos que arriscar tudo e muitas vezes sermos radicais em nossas visões. Muita gente pegou aversão a palavra radical, mas ser radical em suas atitudes nem sempre é ruim. Veja os exemplos de Jesus, Buda, Gandhi… entre outros líderes que foram radicais em seus posicionamentos pacifistas.

Se eles não fossem radicais e batessem o pé afirmando que o amor ao próximo era a saída, em pouco tempo eles seriam desacreditados. Porém, cuidado com o “extremismo” que força os outros a pensar da mesma forma que você pensa.
SE JOGUE

Então, se você quer realizar uma determinada coisa, foque nela e não puxe o bico. Não seja morno(a)! Ser morno é o caminho mais fácil é o caminho que a maioria das pessoas trilham.

Ser morno é a zona de conforto, é aceitar que você não pode superar aquilo que está a sua frente e não batalhar por isso. Ser morno é ser mais um e cair na mesmice das massas em vez acender o potencial único que existe dentro de cada pessoa.

No mundo competitivo de hoje, do marketing e do empreendedorismo muito se fala no “diferencial”. Quer ter um diferencial? Descubra seu potencial único e seja você mesmo, mas para isso é preciso não ser morno, principalmente paras as coisas que realmente importam na vida, que não são as coisas.

“A gente pode morar numa casa mais ou menos, numa rua mais ou menos, numa cidade mais ou menos, e até ter um governo mais ou menos. A gente pode dormir numa cama mais ou menos, comer um feijão mais ou menos, ter um transporte mais ou menos, e até ser obrigado a acreditar mais ou menos no futuro. A gente pode olhar em volta e sentir que tudo está mais ou menos… Tudo bem!

O que a gente não pode mesmo, nunca, de jeito nenhum… é amar mais ou menos, sonhar mais ou menos, ser amigo mais ou menos, namorar mais ou menos, ter fé mais ou menos, e acreditar mais ou menos. Senão a gente corre o risco de se tornar uma pessoa mais ou menos.” – Chico Xavier

4 – TUDO TEM SEU TEMPO

Quem surfa há algum tempo já sabe que tem que esperar a hora da maré que se ajusta melhor ao pico. Não adiantar se preparar todo, passar protetor solar, parafina na prancha… se a hora da maré ainda não bateu. Esse é um conceito básico para quem surfa, mas levando para o vida terminamos não pensando assim.

Podemos ir nos preparando para o momento de surfar e isso sempre é válido, mas precisamos saber que isso não vai mover em nenhum milímetro o ponteiro do relógio. Então, ajustes todas suas coisas antes e esteja sempre atento. Se prepare com cuidado, preste atenção em cada etapa que precisa passar, e viva ela. As únicas coisas que você pode fazer para garantir seu surf dê tudo certo está no agora.

“Se te contentas com os frutos ainda verdes,
toma-os, leva-os, quantos quiseres.
Se o que desejas, no entanto, são os mais saborosos,
maduros, bonitos e suculentos, deverás ter paciência.
Senta-te sem ansiedades.
Acalma-te, ama, perdoa, renuncia, medita e guarda silêncio. Aguarda. Os frutos vão amadurecer.” – Professor Hermógenes

SE AJUSTE COM A NATUREZA

Se você coloca uma semente hoje em um vazo com terra, não adianta olhar para terra a cada hora para ver se a semente brotou. Ela precisa do tempo dela. Assim como o primeiro surfista a chegar na praia, pode ser o primeiro a voltar. Simplesmente por que a maré ainda não está nas condições certas.

Assim como tentar subir na prancha antes da onda chegar, certamente você afundará por não respeitar o ritmo das coisas. Suas expectativas e suas ansiedades não vão ajudar em nada. Pelo contrário, apenas irão atrapalhar o seu momento atual.

Sempre que estiver ansioso(a) pergunte-se “Pra quê?”. De que vai adiantar tanta ansiedade? Até onde sei, isso não vai mudar em nada as condições da maré (vida).

A natureza tem seu tempo, e muito provavelmente é diferente do seu, simplesmente por que você tenta se impor diante dela. Relaxe! Nós não podemos mudar isso, o máximo que podemos fazer é surfar junto com ela.

5- RECONHECER E ACEITAR AS COISAS COMO SÃO (Deixar fluir)

Houve um tempo que alguns amigos ao chegar no pico em que as condições não estavam favoráveis ou até quando o vento maral entrava eles começavam a esbravejar, eu mesmo já fiz muito isso. Logo começa ficar um clima chato, era só errar uma manobra ou vacar que ficavam culpando as condições. Olhando de fora essas atitudes, podemos perceber que isso não faz muito sentido, não?

De ante de uma situação dessas, só existem duas coisas sensatas a se fazer. Você muda o que você não aceita (mudar de pico) ou aceita o que não pode mudar (curte o que tem). Porém, na vida muitas vezes não temos a opção de mudar e o que nos resta é aceitar as coisas como estão.

A aceitação que falo não é um conformismo, é fazer o que se pode fazer e saber que você não tem poder sobre tudo (Ler sobre isso). Então, depois de fazer tudo que pode, relaxe e aproveite o momento.
skate garota equilíbrio

Se sua vida não está dando onda, reconheça isso e abra os olhos para outras formas de surfar nela.

PARE DE RESMUNGAR

Em muitos mosteiros budistas existem placas com o aviso: “Proibido resmungar!”. Esse aviso deixa claro que o resmungar vai quebrar a energia do ambiente, além de não resolver nada. Um ótimo exercício é observar sua fala e seu próprio pensamento.

Pergunte se esse pensamento vai ajudar de alguma forma, se não vai, é apenas um resmungo ou uma fofoca. Esse tipo de hábito vai te ajudar a treinar sua mente, te deixando uma pessoa muito mais positiva, agradável e produtiva, já que com o tempo aprenderá a não perde tempo com pensamentos e conversas que não vão ajudar em nada.

Depois de silenciar mais a mente e aceitar as coisas da forma que elas se apresentam, você aprende a dar valor aos detalhes das coisas que está vivendo e assim realmente você aprende, seja no momento bom ou ruim. Posso dizer por experiência própria, nos momentos ruins é que aprendemos as coisas mais valiosas.

São em condições de mar ruins que você aprende a ter um melhor equilíbrio devido o maior balançado do mar, aprende a extrair o máximo da onda e aprende a se livrar de vários perrengues que só uma condição tenebrosa te traz.

Porém, para isso é preciso estar atento e trabalhar com o que tem, pois logo a maré ruim vai passar. Foi ruim, mas não foi em vão. Afinal quem gosta de arco-íris tem que aprender a gostar da chuva.

Arco-íris surf bem estar

DIVIDINDO PARA MULTIPLICAR

Compartilho essas lições por que me ajudaram e ainda me ajudam muito no meu dia a dia. Espero que você possa também testar na sua vida e sentir se isso lhe serve. Somos pessoas diferentes, mas sempre temos algumas conexões, algo que nos aproxima.

Quem sabe você e eu estamos compartilhando a mesma onda e dividindo essa experiência podemos multiplicar nossos conhecimentos. E aí? tem algo para contar?

Muitas lições ficaram de fora, mas onda é o que não falta nesse portal pra gente compartilhar. Em breve terão mais.

Até logo! 🙂
Boas ondas! Aloha \o/

*Por: Danillo Spindola

 

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*Fonte: alonesurf

Pessoas invejosas: o tributo da mediocridade ao talento

Era uma vez um homem a quem foi dado uma horta para que ele pudesse tirar seu sustento. No entanto, os dias passaram e o homem não cultivou. Semanas se passaram e ele não se preocupou em cultivá-la ou fertilizá-la. Depois de alguns meses, as ervas daninhas cobriram quase todo o campo.

Quando o inverno se aproximava e a hora da colheita chegava, o homem não tinha nada para colher. Desesperado e com raiva, ele olhou para o céu perguntando:

– O que eu fiz de errado, oh Deus, por você me tratar desse jeito? Que mal fiz para me enviar este infortúnio? Olhe para os campos do meu vizinho como eles são férteis e olhe para o meu quão seco e murcho!

Esta história, encontrada no livro “Diálogos com Abul Beka”, mostra-nos perfeitamente o modo de agir e raciocinar, muitas vezes bastante irracional, de pessoas invejosas.

Inveja, um dos sete pecados capitais, é um ressentimento profundo e muitas vezes hostil em relação a uma pessoa que possui algo que desejamos. É um anseio pelo que alguém tem, mas se sentindo inferior e incapaz de alcançá-lo.
Os 5 tipos de pessoas invejosas

1. O invejoso sarcástico.
Aparentemente, essa pessoa assume tudo com um grande senso de humor, mas na realidade elas estão camuflando sua inveja através do sarcasmo, que é sua arma favorita para fazer os outros se sentirem mal. Ela não atacará diretamente, mas sempre estará atento para destacar suas fraquezas ou erros com um sorriso em seus lábios. É a sua maneira de se sentir inferior. E se você perguntar a ela o que quis dizer, provavelmente ficará ofendida e aborrecida.

2. O direto invejoso.
Essa pessoa ataca diretamente, para fazer você se sentir mal. Normalmente são pessoas inseguras, com uma personalidade agressiva, que cuidam de detalhar seus defeitos para tentar que você não possa aproveitar o que conseguiu. Eles permanecem atentos, de modo que, a qualquer pequeno sinal de sucesso, o lembrarão de uma falha ou erro anterior. Este tipo de pessoas invejosas é muito cuidadoso porque não hesitará em colocar obstáculos no seu caminho, para evitar que você seja mais bem-sucedido.

3. O invejoso pessimista.
Seu objetivo é minar seu moral e arruinar sua motivação. Qualquer notícia positiva que você dê e que possa gerar inveja, irá refutá-la recorrendo a argumentos negativos com o único propósito de deprimi-lo.

4. O competitivo invejoso.
Essa pessoa não lhe dirá nada abertamente, mas sua atitude e ações dizem tudo. Ele está ciente de cada pequeno detalhe de sua vida, para imitar você. Se você comprar um celular, corre para comprar outro que seja muito melhor, se você trocar de sofá, corre para comprar outro maior e de melhor qualidade. É o tipo de pessoas invejosas que nunca estão satisfeitas com o que têm, então elas continuamente querem o que os outros têm e até fingem gerar inveja em você.

5. O invejoso à espreita.
Essa pessoa também não lhe dirá nada, pelo menos no começo. Ele se torna um tipo de voyeur silencioso, que assiste sua vida passar com inveja. Quando você finalmente cometer um erro, falhar ou algo der errado, aproveita esse momento de queda para colocar o dedo na ferida. Sua frase favorita é: “Eu lhe falei!”, Que esconde uma satisfação profunda porque se sente superior.
A inveja não é “invejável”: na mente da pessoa invejosa

Jorge Luis Borges destacou que em espanhol, para dizer que algo é muito bom, afirma-se que “é invejável”. No entanto, a inveja é um dos sentimentos mais prejudiciais que existe. Ela causa danos a quem a experimenta e também a quem quer que seja o objeto dela, porque muitas vezes essa pessoa é forçada a superar todos os tipos de obstáculos que pessoas invejosas colocam em seu caminho.

A inveja é um sentimento corrosivo que pode arruinar a vida. Carrie Fischer resumiu brilhantemente com estas palavras: “A inveja é como beber veneno e esperar que a outra pessoa morra”.

Agora os investigadores do Instituto Nacional de Ciências Radiológicas do Japão verificaram que, de fato, a inveja causa muito dano àquele que a alimenta. Esses neurocientistas pediram a um grupo de pessoas que imaginasse que eram protagonistas de diferentes dramas sociais nos quais eles tinham um status social muito baixo e outras pessoas aceitavam os méritos.

Eles descobriram que a inveja ativou as mesmas regiões do cérebro relacionadas à dor física. E quanto mais inveja os participantes relatavam, mais essas áreas eram ativadas.

Ao mesmo tempo, quando se pedia a essas pessoas que imaginassem que outras fracassaram, os circuitos de recompensa foram ativados em seus cérebros, o que significa que a infelicidade da pessoa invejada ativa os centros de prazer nos invejosos. Em outras palavras: aproveite a infelicidade dos outros.

O problema é que a pessoa com inveja tem dificuldade em apreciar as coisas boas de sua vida, simplesmente porque ela está muito ocupado se preocupando com as coisas boas que acontecem na vida dos outros. Harold Coffin disse: “A inveja é a arte de contar as bênçãos do outro em vez das próprias”.

A pessoa invejosa sente-se inferior, e no fundo acredita que nunca pode se tornar tão feliz, poderosa, capaz ou preparada como os outros, e é por isso que ela alimenta a inveja. De fato, um estudo muito interessante realizado na Universidade Carlos III de Madri revelou que pessoas otimistas ou que têm grande autoconfiança têm menos probabilidade de sentir inveja porque tendem a ser mais cooperativas e altruístas em suas relações sociais.

No entanto, as pessoas invejosas geralmente são muito competitivas, sempre querem ter mais do que outras, mas, ao contrário de outras, não escolhem estratégias colaborativas, mas preferem ir por conta própria, mesmo que isso signifique piores resultados para todos. Desta forma, alimentar a inveja é como cavar o poço onde decidimos enterrar a felicidade. Portanto, a inveja nunca é invejável.

Como lidar com pessoas invejosas?

Nós não podemos impedir alguém de nos invejar. E, em muitos casos, não podemos fazer nada para mitigar a inveja dos outros, porque essas pessoas têm uma maneira muito peculiar de entender o mundo. O sociólogo austríaco Helmut Schoeck disse: “O invejoso acha que se seu vizinho quebra uma perna, só pode ter sido para andar melhor”.

Pessoas invejosas têm uma maneira de ver o mundo tão egocêntrico e distorcido que até os erros dos outros às vezes parecem “bênçãos”. Portanto, o mais inteligente é tentar ficar longe delas e estar atento ao tropeço que pode nos colocar no caminho.

Outra alternativa é destacar suas próprias forças e sucessos, com a esperança de que a pessoa invejosa compreenda que somos todos diferentes e que temos habilidades diferentes. Não é necessário comparar porque não precisamos ser melhores que os outros, mas apenas melhores que nós mesmos.

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*Fonte: pensarcontemporaneo

Oito dicas para preservar melhor as frutas e prolongar o tempo de consumo

Elas são coloridas, cheirosas e saborosas. São também ricas em vitaminas, minerais e fibras alimentares que, juntas, ajudam a regular o organismo. E se você acha que os benefícios se restringem ao interior do corpo, é importante acrescentar à lista que as frutas possuem ação antioxidante, ou seja, são capazes de combater os radicais livres, moléculas responsáveis pelo envelhecimento das células, permitindo-nos ter uma aparência mais saudável e jovem.

Não é preciso ser fitness para saber que o consumo de frutas no dia a dia é essencial. A melhor opção é consumi-las in natura e, para a rotina acelerada das grandes cidades, a dica é guardá-las já higienizadas para facilitar na hora do consumo. Para conservá-las, Carlos Ribeiro, diretor da Snack Frutas, especializada no delivery de frutas frescas para empresa, separou algumas recomendações que podem ajudar a prolongar o tempo de consumo.

  1. Armazená-las já higienizadas pode ser uma vantagem para quem tem o dia a dia mais corrido. Nesses casos, a dica é remover as partes deterioradas e imergir as frutas em solução clorada por 10 a 15 minutos, seguida de uma lavagem em água corrente.
  2. É primordial que, ao colocar na geladeira, elas estejam todas secas, pois a umidade faz com que amadureçam muito mais rápido.
  3. Estando os hortifrútis totalmente secos (e essa dica vale também para verduras e legumes) é possível, então, acondicioná-los em sacos plásticos ou recipientes com tampas.
  4. As únicas frutas que entram numa lista de exceção são as maçãs e pêras, que, para se manterem mais frescas, podem dispor de um pouco de umidade. O recomendado, depois de borrifar água, é guardar com um guardanapo branco sobre elas.
  5. As maçãs e pêras também devem ser armazenadas separadamente, pois liberam gás etileno, substância que favorece o amadurecimento dos alimentos mais próximos.
  6. Famosas pelos benefícios ao coração, já que reduzem a coagulação sanguínea, as uvas requerem certos cuidados especiais na hora de ser armazenadas. A dica aqui é cortar os cachos em tamanhos menores para favorecer a circulação de ar entre elas e deixá-las secar bem, para evitar, assim, o aparecimento de bolores.
  7. Qualquer alimento ao ser congelado sofre alterações sensoriais, como do paladar e odor. Por isso, o ideal é que as frutas sejam consumidas in natura, a não ser que tenham como finalidade se transformar em geleias, sucos ou vitaminas. Nesses casos, maracujá, acerola e morango, por exemplo, são as que melhor preservam as propriedades.
  8. A banana é a única fruta que não pode ser refrigerada e, para retardar o amadurecimento, é possível enrolar o cabinho com papel alumínio/papel filme ou mantê-las dentro de sacos de papel pardo.

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*Fonte: ciclovivo

Como a visão se transforma ao longo dos anos? A gente te conta!

Ahhh… crescer. Inevitável, mas maravilhoso. Com o passar dos anos vêm aventuras, aprendizados e transformações. A visão é uma dessas mudanças, que certamente teremos que enfrentar. Mas, você sabe como ela acontece ao longo dos anos? Aqui contamos para você, veja só! Dessa forma, você não vai ser pego desprevenido.

 

>> Dos 0 aos 40 anos

Existem 3 erros refrativos que podem ocorrer nesta fase:

Miopia: A visão fica turva ou borrada para objetos distantes e nítida para objetos próximos. Esta condição se desenvolve na infância e pode ser corrigida com a ajuda de lentes de contato ou óculos.

Astigmatismo: faz com que os objetos fiquem borrados ao serem vistos na curta, meia e na longa distância. Em muitos casos esta condição é congênita e pode ser tratada com o uso de lentes de contato ou óculos. Dificilmente requer cirurgia.

Hipermetropia: O olho não consegue focalizar objetos próximos e, em alguns casos, as pessoas com alta hipermetropia também não conseguem focalizar os objetos distantes. Da mesma forma que as condições anteriores, pode ser tratada com a ajuda de lentes de contato.

 

>> Dos 40 aos 50 anos

A partir dos 40 anos de idade, o olho começa a passar por muitas mudanças e podem aparecer várias condições relacionadas à fadiga visual, como as que seguem logo abaixo:

Presbiopia: Dificuldade de enxergar claramente objetos próximos ou letras muito pequenas. Ocorre gradualmente ao longo da sua vida, mas fica mais evidente quando você chega nos 40 anos. A presbiopia também pode ser tratada com lentes de contato.

Olho seco: Esse distúrbio acontece quando os olhos diminuem a produção das lágrimas e, como resultado, coçam, ardem ou ficam vermelhos. Com a ajuda de lubrificantes ou lentes de contato com tecnologia de umectabilidade, diga adeus ao problema!

 

>> Dos 50 aos 60 anos

Nesta idade, as doenças oculares ficam mais severas e podem também desenvolver degeneração macular relacionada à idade.

Degeneração macular: ela acontece devido ao desgaste da mácula, a parte do olho especializada na visão dos detalhes. Quando é danificada, torna-se mais difícil ler, reconhecer rostos e enxergar claramente.

 

>> Dos 60 anos em diante (terceira idade)

Nesta fase da vida é quando deve se dar mais atenção ao cuidado dos olhos, com visitas frequentes a um especialista, pois é quando é mais comum apresentar as seguintes doenças:

Glaucoma: Esta patologia é provocada pelo aumento da pressão intraocular que danifica o nervo óptico que conecta o olho com o cérebro. Se não for detectada precocemente, pode até provocar a perda permanente da visão.

Catarata: é uma patologia na qual o cristalino do olho é afetado, tornando a visão turva. Esta doença está relacionada à idade e é muito comum que se apresente por volta dos 80 anos.

Como você acaba de ler, a visão muda com o tempo, e também mudam nossos olhos. Portanto, não importa se você tem 20, 40 ou 60 anos, visite e consulte regularmente o seu oftalmologista, pois ele é o responsável pelos cuidados da sua saúde visual.

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*Fonte: vix

Oceanos estão enfrentando uma extinção em massa sem precedentes

“Agora mesmo estamos decidindo, quase sem querer, quais caminhos evolutivos permanecerão abertos e quais serão fechados para sempre. Nenhuma outra criatura jamais havia feito isso, e será, infelizmente, nosso legado mais duradouro”. Elizabeth Kolbert definiu assim o papel que estão desempenhando os seres humanos em A Sexta Extinção, o livro que ganhou o Prêmio Pulitzer no ano passado. O título é bastante expressivo: nos quase 4 bilhões de anos de história da vida na Terra, ocorreram cinco megaextinções, momentos em que muitos dos seres vivos foram arrastados de repente para a desaparição por vários cataclismos. E agora, segundo todos os dados recolhidos pela ciência, a civilização humana está causando uma nova extinção em massa: somos como o meteorito que dizimou os dinossauros do planeta.

Estamos provocando a agonia de numerosas espécies marinhas e escolhendo as que deixarão de evoluir no futuro

E as criaturas dos oceanos não vão conseguir se livrar. Estamos provocando a agonia de numerosas espécies marinhas e, como dizia Kolbert, escolhendo os seres aquáticos que ao desaparecerem deixarão de evoluir no futuro. A este ritmo, os grandes animais que vão povoar os mares dentro de milhões de anos não serão descendentes de nossas baleias, tubarões e atuns porque estamos matando todos eles para sempre. E do mesmo modo que o desaparecimento dos dinossauros deixou um vazio que demorou eras para ser preenchida pelos mamíferos, não sabemos o que vai ser da vida nos oceanos depois de serem arrasados.

“A eliminação seletiva dos maiores animais nos oceanos modernos, algo sem precedentes na história da vida animal, pode alterar os ecossistemas durante milhões de anos”, conclui um estudo apresentado nesta semana pela revista Science. Liderado por pesquisadores de Stanford, o trabalho mostra como esta sexta extinção está acontecendo com os seres aquáticos de maior tamanho. Um padrão “sem precedentes” no registro das grandes extinções e que com muita segurança acontece por causa da pesca: hoje em dia, quanto maior o animal marinho, maior a probabilidade de se tornar extinto.

O cálculo mais trágico compara essa extinção com o desaparecimento dos dinossauros, como explicado na Science

Como explicou para Materia o principal autor do estudo, Jonathan Payne, o nível de perturbação ecológica causada por uma grande extinção depende da percentagem de espécies extintas e da seleção de grupos de espécies que são eliminados. “No caso dos oceanos modernos, a ameaça preferente pelos de maior tamanho poderia resultar em um evento de extinção com um grande impacto ecológico porque os grandes animais tendem a desempenhar um papel importante no ciclo de nutrientes e nas interações da rede alimentar”, disse Payne, referindo-se a que os danos afetariam em cascata todos os ecossistemas marinhos.

Os cenários pessimistas preveem a extinção de 24% a 40% dos gêneros de vertebrados e moluscos marinhos; o cálculo mais trágico é comparável à extinção em massa do fim do Cretáceo, quando os dinossauros desapareceram, como explicado na revista Science.

Para os pesquisadores, é por causa da nossa forma de consumir ecossistemas: ocorreu com a extinção dos mamutes e acontece agora com a pesca

O trabalho deste investigador da Universidade de Stanford e seu grupo foi analisar o padrão de desaparecimento de 2.500 espécies nos últimos milhões de anos. Até agora, o tamanho dos animais marinhos não tinha sido um fator determinante nos cataclismos anteriores, mas nos nossos dias existe uma notável correlação. Para os pesquisadores, é evidente que isso acontece por causa da forma de consumir ecossistemas própria dos seres humanos. Foi o que aconteceu com a extinção dos mamutes e agora acontece com a pesca: cada vez que entramos em um ecossistema primeiro acabamos com os pedaços maiores e à medida que os recursos ficam mais escassos vamos esgotando o resto dos recursos menores.

Os pesquisadores alertam que a eliminação desses animais no topo da cadeia alimentar poderia perturbar o resto da ecologia dos oceanos de forma significativa por, potencialmente, os próximos milhões de anos. “Sem uma mudança dramática na direção atual da gestão dos mares, nossa análise sugere que os oceanos vão sofrer uma extinção em massa de intensidade suficiente e seletividade ecológica para ser incluída entre as grandes extinções”, diz o estudo.

Este paleobiólogo defende que a visão positiva de sua descoberta é que as espécies ameaçadas ainda podem ser salvas da extinção com políticas de gestão eficientes e, a longo prazo, abordando os impactos do aquecimento global e da acidificação dos oceanos. “Podemos evitar esse caminho; com uma gestão adequada, seria possível salvar muitas dessas espécies da extinção”, afirma Payne.

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*Fonte: elpais

Mundo desperdiçará 66 toneladas de alimentos por segundo, afirma estudo

A estimativa atual da ONU é de um terço dos alimentos produzidos no mundo são desperdiçados. Esta taxa alarmante pode piorar, segundo um novo estudo divulgado no relatório do Boston Consulting Group (BCG) -, uma empresa dos Estados Unidos de consultoria empresarial. Podemos chegar a perda de 2,1 bilhões de toneladas, equivalente a 66 toneladas por segundo, caso medidas não sejam tomadas até 2030.
Desperdício em cada canto

Ricos, pobres: todos desperdiçam. Porém, o relatório aponta diferenças no tipo de desperdício praticado entre os países. Nos países em desenvolvimento o desperdício ocorre durante os processos de produção, já nos países ricos o desperdício acontece, principalmente, pelos varejistas e consumidores. Neste último caso, os alimentos são jogados fora quando não atendem a padrões estéticos (a chamada “fruta feia”) ou pelo “simples” motivo do consumidor ter comprado além do que precisava.

O documento prevê que o desperdício tende a aumentar sobretudo nos países em desenvolvimento. Neste quesito, um grande aumento será visto na região da Ásia. E a resposta até então para este grande problema “é fragmentada e inadequada”, diz o relatório, e enquanto a situação piora em um ritmo muito rápido.
Qual a solução?

Apesar de não apresentar soluções definitivas para resolver o problema, o relatório aponta alguns caminhos que podem ser traçados. Entre eles: mudanças na regulamentação governamental (que hoje não incentiva a redução de resíduos), maior protagonismo por parte das empresas (que devem investir em tecnologias para melhor adequação entre oferta e demanda) e a criação de um rótulo ecológico. Sobre este último item, o relatório explica que deveria ser criado algo semelhante às campanhas de comércio justo para incentivar os clientes a comprarem de empresas comprometidas com a redução do desperdício.

Só não espere que apenas um grupo seja responsável pela reversão deste caminho de desperdício que o mundo traça hoje. “Um avanço real exigirá compromisso e ação coordenada de consumidores, governos, ONGs, agricultores e empresas”, ressalta o documento.
Situação no Brasil

Recentemente, a Associação Brasileira de Supermercados (Abras), na capital paulista, divulgou um levantamento onde afirma que os supermercados brasileiros desperdiçaram, em 2017, o equivalente a R$ 3,9 bilhões de alimentos. E pasmem: o número representa uma queda em relação a 2016. Por aqui, a maior parte das perdas ocorre no processo de manuseio e transporte dos alimentos.

*Por Márcia Sousa

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*Fonte: ciclovivo

As mentiras da personalidade são um fardo muito pesado para a essência, para a alma

“Nenhum relacionamento pode crescer se você continuar evitando se expor. Se você continuar sendo astuto, erguendo salvaguardas, se protegendo, só as personalidades se encontrarão e os centros essenciais continuarão sozinhos. Só a sua máscara estará se relacionando, não você.

Sempre que algo assim acontece, existem quatro pessoas no relacionamento, não duas. Duas pessoas falsas continuam se encontrando, e duas pessoas verdadeiras continuam separadas uma da outra.

Existe um risco. Se você for verdadeiro, ninguém sabe se esse relacionamento será capaz de compreender a verdade, a autenticidade; se esse relacionamento será forte o suficiente para vencer a tempestade.

Existe um risco, e, por causa dele, as pessoas continuam se protegendo. Elas dizem o que deve ser dito, fazem o que deve ser feito. O amor se torna algo como um dever. Mas assim a realidade continua faminta, e a essência não é alimentada, e vai ficando cada vez mais triste.

As mentiras da personalidade são um fardo muito pesado para a essência, para a alma. O risco é real, e não existem garantias, mas eu lhe digo que o risco vale a pena.

No máximo, o relacionamento pode acabar. Mas é melhor se separar e ser verdadeiro do que ser falso e viver com outra pessoa, pois esse relacionamento nunca será gratificante. As bênçãos nunca recairão sobre vocês. Você continuará faminto e sedento, e você continuará se arrastando pela vida, só esperando que algum milagre aconteça.

Para que o milagre aconteça, você precisa fazer alguma coisa: comece sendo verdadeiro, com risco de que o relacionamento não possa ser forte o bastante para resistir a isso. A verdade pode ser dura demais, insuportável, mas nesse caso o relacionamento não vale a pena. Por isso é preciso passar pelo teste.

Depois que for verdadeiro, todo o restante se torna possível. Se você for falso — só uma fachada, uma coisa artificial, um rosto, uma máscara — nada é possível. Porque com o falso, só o falso acontece; com o verdadeiro, só a verdade. “

*Por Osho

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*Fonte: revistapazes

Conheça 6 “falhas de projeto” do corpo humano

Por mais que os gregos acreditassem que somos matematicamente perfeitos, as coisas não funcionam bem dessa maneira. Nosso corpo evoluiu durante muito tempo para chegar ao ponto atual, mas o processo ainda continua.

Todos os objetos que utilizamos no dia a dia foram criados considerando nossas limitações físicas, por isso podemos achar que não existe espaço para aperfeiçoamento. Não que isso seja a coisa mais simples e rápida de se fazer, mas o Nautillus listou 6 “falhas” no nosso projeto e como poderíamos otimizar esses pontos (quando viável):

1. Coluna torta

Quando passamos a andar sobre duas pernas, nossa coluna vertebral precisou se adaptar. Com a locomoção utilizando quatro membros, ela funcionava como um arco, suspendendo de forma eficaz os órgãos internos. Com o tempo, a nossa postura passou a ser ereta, comprimindo a coluna e forçando-a a adquirir um formato irregular atual, para absorver melhor os esforços gerados pela nova posição de deslocamento.

Levando em conta a eficiência, seria melhor andar novamente em quatro membros, de modo que ela funcionasse novamente como um arco único, mas acreditamos que um pouco de dor nas costas seja um preço baixo a se pagar para andar sobre duas pernas.

2. Joelho travado

Por mais incrível que nossa anatomia seja, possuímos diversos pontos extremamente frágeis que, se atingidos da maneira incorreta, podem causar grandes problemas. Um belo exemplo disso é o nosso joelho, um dos principais responsáveis pela nossa capacidade de andar. Sua flexibilidade para frente e para trás é incrível, tornando a realização de corridas e saltos algo trivial, mas qualquer pancada mais forte na lateral pode acabar com essa mobilidade.

A melhor forma de aperfeiçoar essa junta tão importante seria utilizando o mesmo tipo de ligação que existe no nosso ombro. Com isso os, movimentos estariam liberados em todas as direções, e talvez surgisse uma nova modalidade olímpica: corrida lateral.

3. Testículos muito expostos

Todo homem, pelo menos em uma oportunidade, já sofreu um impacto em áreas não recomendáveis e teve sua vida passando como um filme, enquanto sentia a dor paralisante. Manter um órgão tão sensível e importante pendurado é uma falha grave de projeto, mas qual seria a solução?

Apesar de parecer incoerente, segundo o psicólogo evolucionista Gordon Gallup, da Universidade Estadual de Nova York, o distanciamento dos testículos é necessário para que eles consigam permanecer aproximadamente 1,5 °C mais frios que a temperatura do corpo humano. Isso faz com que os espermatozoides sigam inativos, até que entrem em contato com o interior da vagina e deem início ao processo de fertilização do óvulo.

A solução, segundo Gallup, seria equalizar a temperatura dos espermatozoides com a do corpo humano, mas aumentar a da vagina, passando para ela a função de ativar as células reprodutivas.

4. Dentes demais

Ao mesmo tempo que um cérebro maior fez com que aprendêssemos a cozinhar, o espaço para os dentes foi diminuindo cada vez mais. Por isso, é muito comum a retirada do siso, ou “dente do juízo”, já que não temos necessidade de mastigar alimentos tão duros quanto antigamente.

Essa já é uma atualização em andamento, pois atualmente 25% das pessoas nascem sem eles. Nosso desenvolvimento científico também tornou a extração deles bem simples – relativamente –, quando necessário. Parece que o cérebro saiu ganhando nessa.

5. Caixa de som reposicionada

As aberturas da traqueia, responsável pela respiração, e do esôfago, encarregado da alimentação, se encontram próximo da nossa boca. Para evitar acidentes, que às vezes são inevitáveis, existe a epiglote. Ela é responsável por fechar o canal da respiração enquanto estamos comendo ou bebendo, cumprindo seu papel com primor e de forma automática, na maioria das vezes.

Uma alternativa seria alterar o sistema para funcionar como nas baleias, onde a laringe termina em um buraco na cabeça. O pequeno detalhe é que perderíamos a capacidade de falar, então esse é um upgrade que ainda precisa de aprimoramentos.

6. Cérebro mal-otimizado

Nosso cérebro pode se adaptar aos mais diversos tipos de situações e traumas com uma flexibilidade invejável. Mas, segundo o psicólogo Gary Marcus, ao mesmo tempo que novas funções foram adicionadas, as antigas não foram otimizadas, pois precisavam se manter ativas durante o processo de evolução. Isso criou soluções alternativas que, segundo ele, podem ser associadas a um ambiente de trabalho disfuncional.

Nesse panorama, os jovens (prosencéfalos) lidariam com as tecnologias inovadoras, como a linguagem, enquanto a velha guarda (o mesencéfalo e o rombencéfalo) supervisionaria a memória institucional, além da caixa de fusíveis no porão. Essa “diferença de gerações” seria a causa de problemas como depressão, loucura e memórias não confiáveis. E ele não tem uma sugestão de melhorias para isso.

 

 

 

 

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*Fonte: megacurioso

A sociedade corrupta que reclama da corrupção

O assunto político tem tomado grandes proporções ultimamente. As mídias sociais estão repletas de revoltas contra os políticos em geral e afirmações extremas sobre os mesmos, o ódio contra a corrupção que afeta a população é mais do que aceitável, é necessário. As páginas nas redes sociais pedindo impeachment (mesmo que escrito errado) da presidente e esbravejando contra a corrupção dos poderosos ganham milhares e milhares de seguidores todos os dias e defensores mais que calorosos. Pessoas que votaram em um candidato se sentem superiores e adoram gritar aos quatro ventos que não colaboraram com o caos regrado à corrupção que temos vivido atualmente. Será?

Quando nos perguntamos o porquê de ser praticamente impossível encontrar um candidato com a ficha limpa bem posicionado no Brasil, dificilmente obtemos respostas. O problema em geral está na população. É isso aí, somos nós mesmos, que não apenas tememos o desconhecido como colaboramos diretamente para a corrupção geral.

Sabe aquele dinheiro que você, mesmo vendo o rapaz derrubar, botou no bolso correndo antes que ele percebesse que caiu? Aquele dinheiro que, ao dar o troco, o atendente do supermercado te passou sobrando e você manteve silêncio e se sentiu satisfeito, sortudo? Àquele produto que você comprou baratinho mesmo desconfiando que era roubado, àquela prestação que você espera “caducar” no sistema de proteção de crédito e não pretende pagar nunca? E aquele dia que você fingiu estar dormindo no banco colorido do ônibus para não precisar ceder o lugar para a gestante ou o idoso que entrou? Você entrou pelas portas traseiras do ônibus se sentindo o maioral e ainda é cheio de desculpas? Pois é. Sabia que os políticos corruptos também inventam um monte de desculpas para justificar seus atos? Você é tão corrupto e egoísta quanto os odiosos políticos que você acusa com tanto ardor.

Você sai por ai, esbravejando contra todos e se sentindo vítima da corrupção que você mesmo alimenta, mas está sempre tentando levar vantagem em tudo. A diferença entre você e os nossos políticos é que você tem menos poder. Do contrário, seria mais um se divertindo com o dinheiro público. Se você aproveita todas as oportunidades, mesmo que incorretas, para se dar bem nas situações, comece a pensar em suas atitudes antes de sair acusando por aí. Vamos aprimorar nosso próprio caráter para garantir melhores pessoas no poder futuramente, a começar por nós mesmos?

*Por Jannine Dias

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*Fonte: provocacoesfilosoficas

Casa inclina e gira de acordo com os movimentos de quem estiver nela

Os artistas Alex Schweder e Ward Shelley decidiram criar um conceito totalmente inusitado de residência, e o resultado desse trabalho é uma casa totalmente funcional, conhecida como ReActor, e que se mexe conforme os movimentos das pessoas em seu interior, podendo ficar mais inclinada ou girar.

A estrutura é pequena, mede 12,8m por 2,4m e é feita toda de concreto. A ideia é que a casa se mexa tanto pela movimentação interna quanto por interferências externas, como ventos fortes, que podem fazer tanto com que ela gire quanto que se incline.

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*Fonte: megacurioso

Estudo determina que viajar produz mais felicidade do que se casar e ter filhos

Estudo determina que viajar produz mais felicidade do que se casar e ter filhos

Quantas vezes você foi tentado a deixar tudo, pegar sua mala e ir embora? Certamente você já foi tão sobrecarregado que só conseguia se acalmar imaginando-se ao lado da praia ou em uma floresta em frente a uma fogueira. Viajar é fugir da rotina e se encontrar na estrada.

Para muitos, o sonho da vida é viajar pelo mundo; para os outros, encontrar o amor da sua vida e ter filhos. Mas temos que informá-lo que um estudo no portal Booking garante que viajar produz mais felicidade do que se casar e formar uma família.

O que você prefere: casar, ter um filho ou viajar?

A reserva realizou um levantamento rápido de 18 mil habitantes de diferentes países. A maioria dos participantes concordou que as lembranças de suas aventuras e o planejamento da próxima fuga trazem mais felicidade do que qualquer outra coisa.

Uma porcentagem maior do que a média prefere viajar

55% dos participantes preferem ir de viagem do que se casar; no dia, 27 % prefere encontrar seu parceiro sentimental e ter um emprego estável; finalmente, 18 prefere que ele tenha um filho.

Viajar significa viver novas experiências e belos momentos

Esta pesquisa também descobriu que as pessoas preferem investir seu dinheiro em experiências em vez de itens materiais, de jóias, carros, gadgets a uma casa. Talvez a ideia de se instalar possa esperar, o jovem quer viver o momento.

Então, para planejar o próximo destino!

A felicidade é fomentada pela sede de conhecer e explorar novos lugares; Além disso, você sempre pode fazer isso com amigos, com um parceiro e até com crianças. Você realmente não tem que escolher entre um e outro. Mas se você está procurando por alegria e emoções, escolha um destino e imagine-se aproveitando suas próximas férias.

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*Fonte: revistapazes

A subida

Em pleno feriado de 20 de setembro aqui no Rio grande do Sul e mesmo com um dia onde as condições não estavam lá muito bonitas para uma trip de moto, resolvi dar uma passada em Teutônia, na Lagoa da Harmonia. É que tem aí uma questão mal resolvida. Explico.

Já estive por lá inúmeras vezes e o lugar realmente é muito bonito e agradável, no verão melhor ainda, a lagoa é bem cuidada (o resto do parque também, diga-se), tudo bacana e bem interessante. Também tudo ok com a clássica volta ao redor da lagoa, mas tem o fato de lá tem uma vista incrível do alto do morro – que fica ao lado, numa estradinha logo na entrada da lagoa. Então…

Já subi nesse morro há alguns anos atrás, mas acontece que das duas últimas vezes em que estive por lá e com tempo, mesmo assim eu não subi mais até o alto desse morro. Esses dias me lembrei disso, dei boas risadas e resolvi que assim que possível iria novamente até lá (não fica muito longe daqui) só para completar esse trajeto. Virou uma questão particular para mim. Lembro de que já desisti duas vezes dessa subida. Gordo, pesado e fora de forma, na metade do caminho cansado e esbaforido eu arreguei (tipo como fez o time do Inter, saca?). Desisti e voltei.

Semana passada já tinha pensado em passar por lá, cheguei até a comentar isso com o Vladimir (parceiro de trip de moto), mas não foi possível porque tínhamos outros compromissos. Hoje, feriado, dia nublado, feio e sem sol e para completar, eu não tinha nada melhor para fazer além de cultivar o “nadismo”. Pimba! Dia perfeito para inventar alguma incomodação ou aventura, onde tudo pode dar certo ou bem errado. Vamos ver… clima não estava com cara de que iria ajudar muito.

Depois do meio dia, dito e feito, veio a chuva. Pronto. Ferrou. Mas para meu alívio foi passageira e logo o chão já estava seco. Não perdi tempo, me ajeitei rapidamente e fui de moto para a estrada. A viagem foi tranquila, tudo de boa, pouco trânsito –  Lajeado, Estrela, Rota do Sol, Teutônia e ôps, já era o trevo para a Lagoa da Harmonia. Vamos lá!

Subida boa, parei algumas vezes para dar uma olhada na paisagem mas logo estava na portaria da lagoa. Atualmente cobram R$ 7,50 (por pessoa – só para constar), converso com o vigia, combino com ele de depois deixar a minha moto ali e o meu capacete. Antes ainda faço a tal clássica volta olímpica na lagoa, que é de praxe, também umas fotos corriqueiras mas logo volto para o começo, onde estava o meu propósito para essa empreitada. A subida íngreme do morro. O vigia ainda comenta de que quando subiu a primeira vez, teve de para e sentar no caminho para descansar e tomar um fôlego.

Uma vez que a moto e meu capacete estavam devidamente sob cuidados do meu amigo vigia, tomo rumo na estradinha íngreme e subo como se não houvesse amanhã… rsrsrssrsr  (poderia ter feito essa subida de moto, o vigia me sugeriu, mas não era essa a intenção expliquei para ele). Passo a passo a coisa progrediu e rendeu num nível bem legal de subida, o que até me surpreendeu. O meu investimento na academia nesses últimos tempos se mostrou bem válido nessa hora. Thanks Grego! Na metade é claro, parei para uma breve pausa, uma respirada mas a subia deveria prosseguir.  Foco! Pro alto e avante. Chego no topo e como o dia estava nublado a visão lá de cima hoje não era das melhores, mas tava valendo. Havia apenas um casal de namorados, que sim, se assustaram com a minha chegada, mas foda-se. A estrada é livre. Aproveitei então para me sentar bem de boas na grama, curtir a paisagem e toda aquela vista do vale. Momento bacana e o bom disso é que não tinha muita gente, então havia um certo silêncio ao redor. Mas a alegria não dura prá sempre – como se dizem, chegaram mais algumas pessoas, inclusive também uns importunos caras bêbados, que fizeram uma gritaria e daí essa clima zen foi para o espaço. Só podia ser a deixa do universo para mim cair fora dali (rsrsrsrsrs). E eu já tinha curtido o necessário da paisagem mesmo.

O caminho da volta na descida foi bem de boas, sempre parece mais curto e mais rápido do que a ida /subida (me lembrei de que tem uma teoria psicológica que aborda esse tema – já foi post aqui no blog). Chego na moto, começo a me ajeitar para retomar o caminho de casa e converso mais uma vez com o meu novo amigo, o vigia/porteiro, que descubro ser pai do quem administra o local todo. Me contou várias coisas interessantes do local e das casas ao redor. Enfim, histórias de viagem.

Venho embora para casa acreditando de que irei pegar chuva no caminho, o céu estava mais escuro já nesse momento. Tudo bem, faz parte. Cheguei bem e bastante satisfeito, primeiro por não ter pego chuva alguma e segundo, com a empreitada toda. A subida foi OK, melhor do que o esperado – preparo testado e em dia, era justamente isso que eu queria descobrir na tal subidona. Vamu-qui-vamu. Meu perrengue com o morro terminou hoje e bem sei que ainda irei subi-lo ainda mais vezes.

*Abaixo algumas fotos dessa trip:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Quanto mais transar, mais tempo irá viver, aponta estudo

Transar traz diversos benefícios para a saúde. Pesquisas anteriores relacionam o sexo ao bom humor e uma maior qualidade de vida. E agora, um novo estudo aponta que quanto mais transarmos, mais tempo teremos de vida.

Como o estudo foi feito

O estudo foi dividido em duas fases: Na primeira, 918 homens com 45 a 59 anos de idade foram entrevistados sobre seus hábitos sexuais. Uma década depois, estes mesmos homens responderam a uma série de perguntas sobre a frequência em que transavam.

Os pesquisadores concluíram que os homens que transavam ao menos duas vezes por semana reduziram suas taxas de mortalidade pela metade.

A segundo fase do estudo contou com a participação de 129 mulheres com idades entre 20 e 50 anos. Elas responderam perguntas sobre suas vidas amorosas e o quanto elas estavam satisfeitas.
Saiba mais: Massagem tântrica: o que é, como é feita e depoimentos

Após análise biológica, os cientistas descobriram que as mulheres que transavam mais e tinham uma vida amorosa satisfatória, apresentavam maiores telômeros, uma espécie de “capa” que protege os cromossomos, fazendo com que tenhamos um aumento em nossa expectativa de vida.

Conclusões

Os cientistas também afirmam que o sexo potencializa o sistema imunitário ao incentivar a produção de células que combatem doenças.

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*Fonte: minhavida

Ninguém é obrigado a gostar de ninguém, mas respeito é fundamental!

Tem muita gente desocupada nesse mundo, não é possível; não há outra razão para que tantos se sintam incomodados com quem não cuida da vida de ninguém, com quem apenas vive as próprias verdades da forma que bem entende.

Parece que o mundo anda se esquecendo de uma regra básica da convivência em sociedade: o respeito.

Não dá para manter um mínimo de harmonia em qualquer ambiente, caso não se respeitem as diferenças de credo, de religião, de opinião, de tudo enfim. Não conseguiremos gostar de todo mundo nessa vida, mas respeitar o espaço do outro é uma obrigação de todos nós.

Basta dar uma zanzada pelos comentários que inundam posts polêmicos pelas redes sociais, para percebermos que as diferenças vêm sendo rechaçadas e menosprezadas, por meio de ofensas e de agressões explícitas. Tem muita gente que não tolera ser contrariado, ser discordado, como se sua opinião tivesse que prevalecer sobre as demais, de qualquer jeito. E assim vão condenando todos que apenas expõem um ponto de vista, simplesmente porque pensam o oposto e agem de forma antagônica ao que os donos da verdade postulam como o mais adequado e correto.

O pior é notar que grande parte dessa verborragia violenta que muitos utilizam contra opiniões diversas não contém um mínimo de estofo argumentativo, visto serem vazias de embasamento coerente, sendo tão somente ofensas isentas de base que não seja xingamento raso. Lotam-se as redes sociais de lugares comuns, de juízos de valor, cujo mote vem a ser um preconceito cego e infantil. Soam a brigas de pré-adolescentes, cujo vocabulário é sofrível e ínfimo.

*Por Prof. Marcel Camargo

 

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*Fonte: bmm

A saúde melhora quando se vira vegano?

Recentemente, tem aumentado o número de pessoas que aderiram às dietas vegetariana e vegana – tendência alimentada principalmente por preocupações com a saúde, com o bem-estar dos animais e com o meio ambiente.

Segundo pesquisa Ibope deste ano, 14% dos brasileiros (cerca de 30 milhões de pessoas) se dizem vegetarianos.

A pesquisa também apontou o interesse da população por mais produtos veganos, aqueles sem qualquer ingrediente de origem animal. 55% dos entrevistados disseram que consumiriam mais produtos desse tipo.

Os veganos não consomem nenhum tipo de carne ou produtos derivados de animais, como leite, ovos, gelatina ou mel.

Mas, além do ativismo em defesa dos direitos dos animais, existe algum benefício do veganismo à saúde?

Para a nova temporada do programa da BBC Confie Em Mim, Sou Médico, o médico e apresentador Giles Yeo decidiu seguir uma dieta vegana por um mês e checar os efeitos em sua saúde e estilo de vida.

Os grandes desafios

Como Yeo descobriu, um dos aspectos mais difíceis para os veganos são produtos que parecem não ter procedência animal, mas que na realidade têm derivados dos animais.

Está claro que carnes, ovos e leite não são adequados para veganos, mas e o vinho? Fabricantes de algumas bebidas alcoólicas usam espinhas de peixe ou proteínas animais como parte do processo de produção.

Exemplos como esse exigem atenção constante para não consumir acidentalmente produtos de origem ou derivado de animais.

Outro desafio dos veganos é substituir a carne e produtos animais por uma alimentação também rica em nutrientes importantes e indispensáveis, como vitamina D, cálcio, ferro, ômega-3 e proteínas.

Para conseguir a vitamina D, por exemplo, bastante presente em ovos e carnes, os veganos consomem alimentos fortificados, como leite de soja, leite de arroz, suco de laranja e cereais. Além disso, nutricionistas recomendam o uso de suplementos alimentares.

Também é comum veganos sentirem falta de iodo, encontrado de maneira natural em produtos lácteos e pescados. Por isso, consumir suplementos ricos em iodo pode ser uma alternativa.

Já a vitamina B12 é uma das maiores preocupações entre os veganos, pois ela só é encontrada em alimentos de origem animal, como carne, leite e ovos. Para consumi-la, os veganos precisam de produtos fortificados.

Veganismo é saudável?

Uma análise da Universidade de Florência, na Itália, examinou o resultado de dez estudos sobre o veganismo. A resposta é que sim, a dieta vegana pode ser saudável.

Mas existem nuances.

Acadêmicos da universidade italiana compararam a saúde pessoas vegetarianas e veganas com as de pessoas onívoras (quem come de tudo). Concluíram que a alimentação de base vegetal dos veganos e vegetarianos ajuda a diminuir a incidência de câncer e problemas no coração.
Image caption O médico Giles Yeo sentiu mais falta de comer ovos durante seu mês como vegano

No caso do câncer, os acadêmicos dizem que o risco de incidência da doença diminui em até 15% com a dieta vegana e 8% com a vegetariana.

No entanto, eles não encontraram diferença nas taxas de mortalidade. Isso significa que, segundo esse estudo, ser vegetariano ou vegano garante uma saúde melhor, mas não necessariamente aumenta a expectativa de vida.

Esse estudo, no entanto, não tem alto padrão de metodologia científica, no qual a pesquisa apresenta um grupo de controle e os participantes são aleatoriamente escolhidos para uma ou outra dieta.

Na verdade, os pesquisadores quiseram descobrir as diferenças dos veganos e vegetarianos em relação às pessoas que comem carne. Eles ressaltam, também, a possibilidade de que os veganos tenham mais cuidado com a saúde do que as pessoas em geral. Assim, é possível que as diferenças nos indicadores de saúde estejam não apenas associada à dieta, mas também a outros fatores de comportamento.

E como se saiu o médico Yeo em seu mês vegano?

Depois de seguir uma dieta vegana por um mês, Giles Yeo perdeu quatro quilos. Além da cintura mais fina, seu nível de colesterol caiu em 12%.

Mas ele manteria uma dieta vegana no futuro?

“Para mim, foi uma grata surpresa”, diz. “Não planejo me tornar totalmente vegano, mas a partir de agora pretendo não consumir produtos de origem animal por alguns dias do mês.”

“Devo admitir que, no começo, foi um pouco estressante ser vegano. Mas, depois de aprender algumas receitas, deu tudo certo e acabei gostando. Para mim, a chave não é preparar versões veganas de pratos que eu normalmente faria, mas sim optar por receitas criadas para serem veganas”, diz.

“O que mais fez falta foram os ovos, mas esperava que seria mais difícil.”

*Por Michael Mosley

 

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*Fonte: bbc/brasil

Por que os robôs não vão assumir nossas tarefas domésticas tão rápido quanto gostaríamos

As tarefas domésticas são um fardo para muita gente.

Quem reclama que falta tempo e energia para se dedicar à manutenção da casa dificilmente recusaria uma ajudinha, por exemplo, para dobrar as roupas recém-lavadas, certo? Pois saiba que a tecnologia já permite que robôs dobrem calças e camisetas.

A versão hoje mais famosa é japonesa, uma máquina batizada de Laundroid. Ela recentemente ganhou uma concorrente americana, que funciona com um software desenhado pela Universidade da Califórnia em Berkeley e hardware da empresa Rethink Robotics.

Mas não se empolgue muito. Enquanto os robôs têm grande capacidade de se concentrar nas tarefas para as quais foram desenhados, seu ritmo é às vezes angustiantemente lento. O Laundroid leva 4 minutos para dobrar uma peça. O ajudante da Rethink Robotics, quinze.

Os robôs podem estar chegando, mas talvez demore até chegar ao ponto em que farão toda a faxina.

Desenvolver robôs para ajudar em casa é algo útil não apenas para organizar o guarda-roupa – permite que pesquisadores entendam problemas centrais da inteligência artificial como um todo.

Um robô capaz de dobrar roupas tem vocação para uma série de outras tarefas, mais críticas, como atuar em situações de emergência, em cenários de recuperação de desastres ou no cuidado de doentes e idosos.
Direito de imagem Berkeley AI Research Lab/Berkeley Robot Learning
Image caption Quando ganhar agilidade, o ajudante da Rethink Robotics poderá fazer mais que dobrar roupas

Isso porque desenvolver assistentes para ajudar com tarefas domésticas é mais complicado do que parece. Enquanto esses afazeres são relativamente fáceis para os humanos, são surpreendentemente difíceis para um sistema autônomo.

Esse é o paradoxo, diz Mariana Pestana, cocuradora da mostra O Futuro Começa Aqui, no Museu Victoria & Albert em Londres, onde os robôs estão expostos até 4 de novembro deste ano. “(O robô desenvolvido pela Rethink Robotics) vem de um aprendizado profundo, com uma universidade que está na vanguarda da inteligência artificial, mas leva 15 minutos para realizar uma tarefa que fazemos inconscientemente em segundos.”

Uma casa-padrão tem elementos que variam constantemente – como crianças que não necessariamente entendem o sistema do robô e que podem dar-lhe objetos aos quais não estão habituados (pense nos pedidos que Siri, da Apple, recebe).

“Um assistente autônomo, para funcionar bem nesse contexto, teria que ser versátil, adaptável a mudanças no ambiente e fácil de se trabalhar”, diz Siddharth Srivastava, que ajudou a desenvolver o robô com uma equipe de cientistas em Berkeley.

Um dos desafios encontrados por ele e sua equipe era fazer o robô entender o nível de sofisticação das tarefas que lhe poderiam ser pedidas. “Assim como todo mundo que trabalha em equipe sabe, um assistente não ajuda muito se precisa de instruções a todo minuto”, diz.

Os robôs obviamente não têm um conhecimento “inato”. Por mais que gostássemos de dizer apenas “lave as roupas” ao assistente, o robô precisaria de muito mais informações, desde como mexer cada “articulação” até para onde olhar conforme realiza cada operação, além de como usar suas câmeras e sensores.

Essas dificuldades se complicam se queremos que o robô faça algo além de lavar as roupas.

Então um robô realmente útil precisa entender e desempenhar um leque variado de tarefas.

A questão, por outro lado, é que não é possível pré-programar o robô para que alterne automaticamente seus afazeres. “Em vez disso, precisamos desenvolver algoritmos para que ele faça um planejamento hierarquizado, com percepção e lógica que permitiram que ele detecte o que precisa fazer para realizar uma tarefa”.

Isso está longe de ser um problema resolvido – é uma área ativa de pesquisa, com diversas equipes desenvolvendo e testando possíveis soluções.

Se Srivastava consegue visualizar um futuro em que robôs domésticos sejam comuns? Para ele, a mudança será gradual, acompanhando outras aplicações robóticas e de inteligência artificial autônomas, como carros que se dirigem sozinhos. Aspiradores de pó robóticos já existem. Assim como assistentes virtuais inteligentes, como Alexa, da Amazon, capaz de interagir por voz.

A complexidade, para a ciência da computação, do raciocínio e planejamento durante períodos longos de tempo, entretanto, é mais alta do que a da tecnologia hoje disponível – e envolve problemas que hoje não são críticos para os produtos já disponíveis.

Robôs precisam ser fáceis de usar e adaptáveis aos diferentes níveis de habilidade de quem eventualmente irá operá-los – pessoas que, na maioria dos casos, não terão um nível avançado de conhecimento de inteligência artificial ou robótica.

Além disso, eles precisam realizar tarefas que seus criadores possam não ter planejado.

“Diferentemente do domínio de operações dos robôs industriais e daqueles usados nos carros, os domésticos são muito menos estruturados e com uma expectativa de comportamento mais difícil de definir”, diz Srivastava.

“Para colocar em prática o potencial do benefício social dos sistemas de assistência de inteligência artificial, precisamos desenvolver novos princípios para desenhá-los de uma maneira que os torne mais fáceis de se trabalhar, entender e manter”.

Quando essas questões forem sanadas, porém, há uma série de possibilidades para outras aplicações: robôs podem ajudar a tratar ferimentos, a administrar de remédios e no preparo de comida para dietas especiais.

Muitos problemas precisam ser resolvidos antes que isso se torne uma realidade – mas pode haver um dia em que veremos os robôs que dobram roupas como o começo do fim das tarefas domésticas para a humanidade.

*Por Helene Schumacher

 

 

 

 

 

 

 

 

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*Fonte: bbc/brasil

Japão, 30 mil suicídios por ano: riqueza, tecnologia, mas… Vazio na alma?

Bispo japonês atribui as causas dos suicídios à falta de sentido existencial, conectadas à profunda carência de espiritualidade e religiosidade.

Uma análise do período compreendido entre 1998 e 2010 apontou que mais de 30 mil pessoas se suicidaram no Japão em cada ano desse intervalo, taxa que, aproximadamente, continua se aplicando até o presente. Cerca de 20% dos suicídios se devem a motivos econômicos e 60% a motivos relacionados com a saúde física e a depressão, conforme recente pesquisa do governo.

O assunto é abordado pelo bispo japonês dom Isao Kikuchi em artigo divulgado pela agência AsiaNews. Ele observa que o drama se tornou mais visível a partir de 1998, “quando diversos bancos japoneses se declararam falidos, a economia do país entrou em recessão e o tradicional ‘sistema de emprego definitivo’ começou a colapsar”.

Durante os 12 anos seguintes, uma média superior a 30 mil pessoas por ano tirou a própria vida num país rico e avançado. O número, alarmante, é cinco vezes maior que o de mortes provocadas anualmente por acidentes nas rodovias.

Riqueza, tecnologia e… vazio na alma

Rodeados por riquezas materiais de todo tipo, os japoneses têm tido graves dificuldades em encontrar esperança no próprio futuro: perderam esperança para continuar vivendo, avalia o bispo.

Paradoxo: após histórica tragédia nacional, suicídios diminuíram

Um sinal de mudança, embora pequeno, foi registrado por ocasião do trágico terremoto seguido de tsunami que causou enorme destruição em áreas do Japão no mês de março de 2011: a partir daquele desastre, que despertou grande solidariedade e união no país, o número de suicídios, de modo aparentemente paradoxal, começou a diminuir. Em 2010 tinham sido 31.690. Em 2011, foram 30.651. Em 2012, 27.858. Em 2013, 27.283. A razão da diminuição não é clara, mas estima-se que uma das causas esteja ligada à reflexão sobre o sentido da vida que se percebeu entre os japoneses depois daquela colossal calamidade.

Motivos para o suicídio

Dom Isao recorda a recente pesquisa do governo que atrela 20% dos suicídios a motivos econômicos, enquanto atribui 60% a fatores de saúde física e depressão. Para o bispo, os estopins do suicídio são complexos demais para se apontar uma causa geral. No entanto, ele considera razoável e verificável afirmar que uma das razões do fenômeno é a falta de sentido espiritual na vida cotidiana dos japoneses.

O prelado observa que a abundância de riquezas materiais e o acesso aos frutos de um desenvolvimento tecnológico extraordinário são insuficientes para levar ao enriquecimento da alma. A sociedade japonesa focou no desenvolvimento material e relegou a espiritualidade e a religiosidade a um plano periférico da vida cotidiana, levando as pessoas a se isolarem e se sentirem vazias, sem significado existencial. E é sabido que o isolamento e o vazio de alma estão entre as principais causas do desespero que, no extremo, leva a dar fim à própria vida.

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*Fonte:

Como o consumo de plásticos afeta nossos oceanos

Quer nos agrade ou não, o plástico faz parte do nosso cotidiano. Sacos, embalagens, utensílios de cozinha, vários objetos… inclusive as roupas e sapatos incorporam elementos de plástico de forma habitual. E por que o plástico é tão usado? As vantagens para a indústria são triplas: é um material versátil, durável e, acima de tudo, barato – que permite a produção em massa a custos muito baixos.

Mas a proliferação de plástico está causando sérios problemas ambientais. Todos os anos, toneladas de plásticos, um desperdício aparentemente invisível, mas altamente prejudicial, vão parar nos nossos mares e oceanos.

Um oceano de plástico

O problema do plástico foi abordado em inúmeros documentários. Um dos exemplos mais recentes é A Plastic Ocean (Oceanos de Plástico), dirigido pelo jornalista australiana Graig Lesson. A produção mostra o impacto dos resíduos de plástico no ecossistema marinho em mais de 20 lugares do mundo. O documentário segue um grupo de pesquisadores e ativistas e também reúne as repercussões do plástico subaquático nas comunidades que vivem em torno dessas áreas.

A organização ecologista Greenpeace também denunciou repetidamente a situação dos nossos mares. Em seu relatório Plásticos nos oceanos, ela reúne dados preocupantes:

200 quilos de plásticos atingem nossos mares e oceanos a cada segundo.

Todos os anos, 8 milhões de toneladas de resíduos de plástico são jogadas no mar, o equivalente ao material de 800 torres Eiffel.

O fundo do mar acumula cerca de 50 bilhões de fragmentos de plástico, de acordo com dados estimados.

Existem cinco “ilhas de lixo plástico” no planeta: duas no Pacífico, duas no Atlântico e outra no Oceano Índico. As ilhas de lixo são acumulações flutuantes de microplásticos formadas por partículas menores que 5 mm.

Se continuarmos assim, estima-se que em 2020 os resíduos de plástico terão aumentado em 900% em relação aos registros de 1980. De acordo com especialistas, em 2050 haverá quase mais plásticos no mar do que peixes.

E no caso da Espanha, por exemplo? Todos os dias, cerca de 30 milhões de latas e garrafas de plástico são abandonadas nas praias e regiões litorâneas espanholas, contaminando o ambiente marinho. Em média, cerca de 320 produtos de resíduos se acumulam no espaço de 100 metros de praia, dos quais 70% são plásticos.

De onde vêm os plásticos que chegam ao mar?

Quando a gestão de resíduos é realizada de forma adequada, os plásticos que deixamos nos recipientes de reciclagem vão para aterros sanitários, onde são incinerados para serem posteriormente reciclados. No entanto, há um alto volume de resíduos de plástico que acaba no mar a partir de diferentes maneiras:

Descarga deliberada no mar.

Descarga acidental de navios.

Efluentes (elementos residuais) de estações de esgoto e plantas de tratamento.

Sistemas de drenagem de água em áreas urbanas.

Estima-se que 80% dos resíduos plásticos que se acumulam no mar provêm diretamente da terra e os 20% restantes da atividade marítima. Uma grande parte desses destroços marinhos é encontrada em áreas costeiras próximas a áreas povoadas, como grandes cidades ou locais de concentração turística. Outra localização habitual dos resíduos plásticos é o espaço marítimo onde ocorre a pesca intensiva.

Impacto dos plásticos no mar

A degradação do plástico no ambiente marinho é muito mais lenta do que na terra. A baixa exposição dos resíduos à luz solar retrasa os processos de decomposição, assim como o contato com a água fria. A ação das ondas acelera o mecanismo, mas quebra o plástico em pedaços muito pequenos que demoram muito para se decompor.

De acordo com fontes do Greenpeace, calcula-se que uma garrafa de plástico leva cerca de 500 anos para se degradar completamente. Os talheres de plástico levam cerca de 400 anos, enquanto os sacos permanecem na água por cerca de 55 anos. O material que leva mais tempo a decompor é o plástico das linhas de pesca, que não se degradam em até seis séculos.

O impacto das peças de plástico na vida marinha é enorme. Vários peixes são enredados nos resíduos e acabam morrendo por asfixia. Mas há um problema especial relacionado com os microplásticos que permanecem flutuando nas superfícies marinhas. Estes pequenos plásticos, com menos de 5 mm, podem ser ingeridos por peixes, crustáceos e plâncton e causar bloqueios no seu sistema digestivo. Além disso, os microplásticos incorporam contaminantes químicos que podem acabar em nossos pratos através da cadeia alimentar.

Impacto do lixo marítimo na economia

O acúmulo de resíduos plásticos não só prejudica a fauna marinha, mas também repercute na economia. O exemplo mais direto está na chamada “pesca fantasma”, provocada pelo abandono de redes e equipamentos no mar. Essas redes atrapalham muitos peixes, que acabam morrendo, o que reduz os estoques de pesca.

Somente na Europa, a limpeza das praias e litorais custa às administrações públicas em torno de 630 milhões de euros por ano. O setor de turismo também sofre as consequências. A presença de lixo nas costas pode oferecer uma imagem negativa, o que reduz o número de visitantes.

O que podemos fazer pelos nossos oceanos?

A solução para o acúmulo de plásticos está, em grande medida, nas mãos dos governos. A gestão eficaz dos resíduos é essencial, mas outras medidas legais são necessárias para ajudar a evitar o lixo marinho. Alguns já estão em andamento, como a obrigação de pagar pelas sacolas de plástico nos estabelecimentos comerciais. As organizações ambientais também exigem o uso de materiais alternativos aos plásticos.

Um maior trabalho de conscientização na conservação da natureza também é fundamental. Nesse campo, os cidadãos têm muito a contribuir:

Evite o uso de sacos de plástico: quando for comprar, é conveniente levar sacolas de pano ou de papel. Alguns supermercados vendem sacos grossos de plástico reutilizável, que permitem o uso ​​várias vezes sem a necessidade de adquirir novos. A atenção ao que se compra é outra opção altamente recomendada.

Priorize as garrafas de vidro em vez de plásticos ou embalagens cartonadas.

Escolha produtos a granel: existem várias lojas que facilitam os produtos à base de peso, como sabões, shampoos, detergentes, legumes etc. Os estabelecimentos fornecem recipientes, mas é melhor levá-los de casa. Desse modo, não acumulamos mais plásticos.

Recuse os artigos e embalagens de uso único: copos de plástico, talheres e pratos são muito práticos, especialmente em festas e celebrações, mas é melhor usar copos ou louças tradicionais. Mesmo que tenhamos que lavar pratos, vale a pena o esforço.

Evite comprar produtos que sejam embalados em plástico: recuse as frutas e verduras vendidas em bandejas de isopor. Escolha os ovos que estão em caixas de papelão ou então compre-os soltos e leve seu próprio recipiente para ovos.

Tente substituir os potes de plástico por frascos ou recipientes de vidro.

Reduza ou elimine o papel filme.

Leve seus próprios recipientes ao comprar comida para viagem.

Troque as máquinas de barbear descartáveis por máquinas de barbear clássicas que permitem a troca das lâminas.

Substitua os isqueiros de plástico por fósforos de madeira ou isqueiros recarregáveis.

E, acima de tudo, deposite os plásticos no contêiner adequado.

A solução é comprar de maneira consciente e adotar novos hábitos. Aplicar a regra dos três R’s (reduzir, reciclar e reutilizar) é mais simples do que pensamos. Só precisamos fazer nossa parte e recuperar a mentalidade de nossas avós, que viveram todas suas vidas sem plástico, tupperwares ou envoltórios de isopor.

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*Fonte: thedailyprosper

5 tipos de pessoas que você deve pensar muito bem antes de confiar

Quando conhecemos pessoas novas surge em nossa frente uma folha em branco repleta de possibilidades. Cada novo encontro dá origem a um novo traço que, dia a dia, dá formas a um desenho antes inusitado.

Desses encontros surgem também as mais lindas paisagens, mas, do que antes poderia parecer o caminho para algo belo, podem surgir traços feios, ameaçadores e que nos machucam que vão além do saudável e aceitável.

O que queremos te ajudar a pensar nessa postagem é que, por mais difícil que pareça, existem maneiras de identificar o que não é bom, basta que esperemos o tempo necessário e estejamos atentos aos padrões que se repetem. Afinal, errar é humano, mas continuar errando releva traços importantes de caráter….ou mesmo da falta dele.

A partir disso, listamos abaixo 5 tipos de comportamento que devem servir como sinais de alerta. Confira e, no final, nos digam se vocês concordam ou não.

1. Pessoas que escolhem com quem serão educadas e charmosas

Tem gente que só trata bem quem identifica que pode lhe trazer ganhos pessoais. Quando essa pessoa não percebe serventia no outro, o seu tratamento é outro.

Quem usa do charme com fins de manipulação demonstra falsidade e pouca legitimidade de sentimentos. Normalmente são pessoas pouco leais e que se vendem. São aquele tipo que, se achar um “amigo melhor”, ignora o anterior.

Se você estiver próximo de alguém que faz isso esteja atento porque quem se comporta assim com o outro, dia ou outro, fará o mesmo com você.

2. Pessoas que demonstram frieza com o próximo

Falta de empatia é o maior mal dos tempos modernos. Existe tanta competição e individualismo que não olhar para quem está ao redor, em alguns lugares, é até considerado uma qualidade.

Pessoas que demonstram frieza e indiferença com o que acontece com o ser humano que está próximo são sérias candidatas a não estarem presentes quando você precisar de algo, mesmo.

Lembre-se que as relações envolvem cuidado mútuo.

3. Pessoas invasivas e que não respeitam os limites e nem a privacidade do próximo

Respeito é algo fundamental em qualquer relação e esse só existe se os limites entre as pessoas forem estabelecidos.

A gente percebe isso quando alguém faz coisas sabendo que você não gostará e que aquilo te magoará, quando contam coisas que são da sua intimidade, quando debocham do que lhe causa sofrimento.

Ah, e detalhe, se falam do outro para você, falam de você para o outro.

4. Pessoas que pensam que o mundo gira ao seu redor

Os famosos “narcisistas” possuem traços de manipulação e apenas nos tratam bem para conseguir o que querem: a nossa atenção. Depois, quando precisamos de algo, eles sempre terão um outro compromisso ou urgência. Nós não podemos contar com eles ao menos que os atos deles se revertam a plateia e ganhos secundários de atenção. Exemplo: ajudar instituições de caridade e serem considerados caridosos.

5. Pessoas que oscilam demais

Ok, sabemos que a oscilação é normal. Também sabemos que oscilar demais pode ser fruto de um transtorno de humor que é uma doença psicológica, mas nós também temos que aprender a nos protegermos dessas oscilações porque pessoas que oscilam demais vão do céu ao inferno em segundos. E, se nós não soubermos dar limites e nos protegermos, nós somos arrastados para o abismo junto com eles.

Os limites devem ser claros.

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*Fonte: psicologiadobrasil

Assistir a shows aumenta expectativa de vida, diz estudo

Não é preciso ser um grande cientista ou um sábio para se ter certeza de que experiências prazerosas, de aprendizado e expansão de nossos conhecimentos, fazem bem à saúde. Ainda assim, é um alento quando pesquisas comprovam aquilo que o inconsciente coletivo desconfia e pratica. É o caso do estudo realizado por um professor da Universidade Goldsmith, de Londres, que confirmou que assistir a shows de música ao vivo aumenta nossa expectativa de vida. O efeito, no entanto, vai muito além do mero prazer.

Conduzida pelo professor Patrick Fagan, em parceria com a produtora inglesa O2, a investigação sugere que passar ao menos 20 minutos em um show aumenta em 21% a percepção subjetiva de bem-estar, o que, se mantido em longo prazo, pode ampliar nossa expectativa de vida em até 9 anos. O estudo foi realizado com um grupo de voluntários, que tiveram sua saúde monitorada como um todo, tanto física quanto mental.

A pesquisa comparou três atividades distintas entre os voluntários: passear com um cachorro, praticar yoga e ir a um concerto. O grupo que foi assistir música ao vivo aumentou em 25% sua autoestima com relação aos demais, tendo também um acréscimo de 75% em sua atividade mental.

Outros estudos corroboram o resultado da pesquisa inglesa, como o experimento realizado no ano passado com mil australianos, que comprovou que frequentar shows regularmente leva a uma vida mais longa e feliz. Ir a um show ou um concerto, portanto, não é somente uma questão de lazer ou prazer: é se preocupar com a própria saúde, como a ciência comprova.

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*Fonte: reverb