CO2 na atmosfera excede 415 partes por milhão pela primeira vez na história humana

Os níveis atmosféricos de dióxido de carbono atingiram alturas nunca vistas antes em toda a existência humana – não história, existência.

Segundo dados do Observatório Mauna Loa, no Havaí, a concentração de CO2 na atmosfera é agora de mais de 415 partes por milhão (ppm), bem maior do que em qualquer outro ponto nos últimos 800.000 anos, desde antes da evolução do Homo sapiens.

Acabamos de ultrapassar 410ppm de CO2, o maior nível em milhões de anos

Marco sombrio

O observatório faz medições regulares desde 1958, quando foram iniciadas pelo falecido Charles David Keeling. O gráfico do aumento da concentração de CO2 na atmosfera, Curva de Keeling, é nomeado em sua homenagem.

“Esta é a primeira vez na história da humanidade que a atmosfera do nosso planeta tem mais de 415 ppm de CO2. Não apenas na história registrada, não apenas desde a invenção da agricultura, há 10.000 anos. Desde antes dos humanos modernos existirem milhões de anos atrás. Nós não conhecemos um planeta como este”, explicou o meteorologista Eric Holthaus na rede social Twitter.

Durante a Época do Plioceno, cerca de 3 milhões de anos atrás, quando as temperaturas globais eram provavelmente 2 a 3 graus Celsius mais altas do que hoje, estima-se que os níveis de CO2 tenham atingido algo entre 310 e 400 ppm.

Naquela época, o Ártico estava coberto de árvores, não de gelo, e os níveis globais do mar eram provavelmente 20 metros mais altos do que hoje, ou mais.

A última vez que os níveis de CO2 estiveram tão altos, havia árvores no Polo Sul e o nível do mar era 20 metros mais alto

Mea culpa

Sabemos que os altos níveis de CO2 na atmosfera são causados ​​pela queima de combustíveis fósseis e pelo desmatamento de florestas, ações humanas que impedem que o ciclo de resfriamento natural da Terra funcione, prendendo o calor perto da superfície e fazendo com que as temperaturas globais aumentem, com efeitos devastadores.

A liberação de CO2 e outros gases de efeito estufa já levou a um aumento de 1° C na temperatura global. Esta vai continuar subindo se ações imediatas não forem tomadas pelos governos de todo o mundo.

De acordo com 70 estudos climáticos revisados ​​por cientistas, em um mundo 2° C mais quente, haverá 25% mais dias quentes e ondas de calor, que trazem consigo riscos para a saúde. Em todo o mundo, 37% da população estará exposta a pelo menos uma onda de calor severa a cada cinco anos e a duração média das secas aumentará em quatro meses, expondo cerca de 388 milhões de pessoas à escassez de água e 194,5 milhões a climas severos.

Inundações e condições meteorológicas extremas, como ciclones e tufões, aumentarão, incêndios florestais se tornarão mais frequentes e os rendimentos das colheitas cairão. A vida animal será devastada, com cerca de um milhão de espécies em risco de extinção. Os mosquitos, no entanto, irão prosperar, significando um aumento do risco de malária e outras doenças transmitidas por mosquitos em 27%.

Se tudo der certo

Essas são as estimativas para um aumento de 2° C, um número que está se tornando cada vez mais “esperançoso”.

Na realidade, o aumento poderia ser maior e, com uma temperatura 3 ou 4° C mais alta, entramos em um estágio de “estufa terrestre” que poderia tornar muitas partes do planeta inabitáveis.

Tudo isso já foi previsto há décadas. Sabemos também o que precisa ser feito para impedir tudo isso há décadas. Ninguém escutou. Como em todo o começo de filme de desastre, os cientistas têm sido ignorados.

Agora, segundo um novo relatório ultra abrangente do Painel Intergovernamental sobre Mudança Climática, precisamos de “mudanças rápidas, de longo alcance e sem precedentes em todos os aspectos da sociedade” para termos uma chance de salvar o planeta. Isso significa, no mínimo, um corte drástico nas emissões de carbono, reflorestamento e criação de novas tecnologias para captura de carbono. [CNN]

*Por Natasha Romanzoti

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*Fonte:

Há um juiz chamado tempo que coloca tudo em seu lugar

Todos nós somos livres para praticar as nossas ações, mas somos responsáveis pelas conseqüências . Um gesto, uma palavra ou uma má ação causam sempre um impacto mais ou menos perceptível e, embora não acreditemos, o tempo é um juiz muito sábio. Apesar de não dar uma sentença imediata, sempre vai dar razão a quem a tem.

O famoso psicólogo e pesquisador Howard Gardner , por exemplo , surpreendeu-nos recentemente com um de seus raciocínios: “uma pessoa má nunca se torna um bom profissional” . Para o “pai das múltiplas inteligências”, alguém guiado exclusivamente pelo interesse próprio nunca alcança a excelência, e essa é uma realidade que também se revela muitas vezes no espelho do tempo.

O tempo funciona no sistema de ação e reação, ou seja, tudo que se promove hoje, terá consequências um dia, seja coisas boas ou ruins. O tempo julga e sentencia, portanto uma atitude desprezível que se pratica hoje, pode retornar como algo muito ruim no futuro. Talvez, quando chegar a conta, a pessoa sequer consiga fazer ligação e entender que o que está acontecendo seja a consequência de uma ação sua praticada tempos atrás.

Nós convidamos você a refletir sobre isso:

Tempo, o sábio juiz

Vamos dar um exemplo: vamos visualizar um pai educando seus filhos com severidade e ausência de afeto . Sabemos que esse estilo de paternidade e educação trará conseqüências, porém, o pior de tudo, é que esse pai busca com essas ações oferecer ao mundo pessoas fortes e com certo estilo de comportamento. No entanto, o que você provavelmente vai conseguir é algo muito diferente do que você pretendia: infelicidade, medo e baixa auto-estima.

Com o tempo, essas crianças se transformam em adultos, ditarão a sentença: fugir ou evitar esse pai, algo que talvez, essa pessoa não consiga entender. A razão para isto é que muitas vezes a pessoa que prejudica “não se sente responsável por suas ações”, carece de uma proximidade emocional adequada e prefere usar a culpa (meus filhos são ingratos, meus filhos não me amam).

Uma maneira básica e essencial para levar em conta que qualquer ato, por menor que seja, tenha consequências, é fazer uso do que é conhecido como “responsabilidade plena”. Ser responsável não significa apenas assumir a responsabilidade por nossas ações, é entender que temos ter jeito no trato com os demais, que a maturidade humana começa por nos tornar responsáveis por cada uma de nossas palavras, ações ou pensamentos que geramos para promover nosso bem-estar e dos demais.

Responsabilidade, um ato de coragem

Entendam que, por exemplo, a solidão do agora pode ser a resposta do tempo de uma ação passada, e é sem dúvida um bom passo para descobrir, que estamos todos unidos por um fio fino onde um movimento negativo ou disruptivo, traz como conseqüência a um nó ou a ruptura desse fio. A partir desse vínculo.

Certifique-se de que suas ações falam mais que suas palavras, que sua responsabilidade é o reflexo de uma alma; Para isso, tente sempre ter bons pensamentos. Então, tenha certeza de que o tempo vai te tratar como você merece

É necessário ter em mente que somos “donos” de grande parte de nossas circunstâncias vitais, e que uma maneira de promover nosso bem-estar e aqueles que nos rodeiam é através da responsabilidade pessoal: um ato de coragem que o convidamos a colocar em prática através destes princípios simples.

Chaves para se tornar consciente da nossa responsabilidade

O primeiro passo para tomar consciência da “responsabilidade plena” é abandonar nossas ilhas de recolhimento, nas quais focalizamos muito do que acontece no exterior com base em nossas necessidades. Portanto, esta série de construções também é adequada para crianças.

• O que você pensa, o que você expressa, o que você faz, o que cala. Toda a nossa pessoa gera um tipo de linguagem e um impacto sobre os outros, a ponto de criar uma emotividade positiva ou negativa. Devemos ser capazes de intuir e, acima de tudo, ter empatia com quem temos diante de nós.

• Antecipe as conseqüências de suas ações: seja seu próprio juiz. Com esta chave não estamos nos referindo a cair em uma espécie de “autocontrole” pelo qual nos tornaremos nossos próprios executores antes de termos dito ou feito qualquer coisa. Trata-se apenas de tentar antecipar o impacto que uma determinada ação pode ter sobre os outros e, consequentemente, sobre nós mesmos também.

• Ser responsável implica entender que não somos “livres”. A pessoa que não vê limite em suas ações, seus desejos e necessidades, pratica aquela devassidão que, mais cedo ou mais tarde, também tem consequências. A frase recorrente “minha liberdade termina onde começa a sua” adquire aqui o seu significado. No entanto, também é interessante tentar promover a liberdade e o crescimento de outros, a fim de alimentar um círculo de enriquecimento mútuo.

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*Fonte: pensarcontemporaneo

Atração física não basta, tem que haver atração mental

Algumas pessoas nos atraem, de primeira, somente pela aparência, sem nem sabermos explicar o porquê direito. É a chamada atração física, que muitas vezes aproxima as pessoas, de início, para aventuras iniciais. No entanto, caso o físico não nos revele uma essência interessante, o relacionamento não dura, não se sustenta.

Embora hoje as aparências e superficialidades sejam supervalorizadas, em meio à rapidez que permeia todos os setores de nossas vidas, transformando-nos em robôs ligados no modo automático, na maioria das vezes insensíveis, não existe relacionamento capaz de sobreviver somente pautado sobre a materialidade. Se sobreviver, será aos pedaços, desconexo, inverídico.

Viver não é fácil, ainda mais com as dificuldades que crescem a cada dia. Sem que tenhamos alguém que nos receba com verdade e transparência ao final do dia, tudo ficará pior. Os pesos de fora se acumularão aos que nos aguardarão no lar, onde o amor não estará. Ou ficamos com a nossa própria companhia, ou com alguém que nos seja recíproco, porque, ao menos em nosso tempo livre, teremos que nos distanciar do que é falso, vazio e irreal.

O amor é muito mais do que atração física

Conviver com alguém requer entrega, partilha, sinceridade, o que não se sustenta sob aparências e frivolidades. A atração física pode até servir para a aproximação, porém, o que faz o amor durar é exatamente o que não se vê, o que é de dentro, íntimo e pessoal. Somente quem se desnuda para além do corpo é capaz de se entregar e de receber sentimentos verdadeiros. A superficialidade é como um muro que barra o que vem de dentro.

O corpo envelhece, a pele enruga, os cabelos vão ficando brancos, a força física se esvai aos poucos, porém, sentimentos verdadeiros e recíprocos permanecem acesos e renovados a cada amanhecer. No final de nossas vidas o sexo já não fará diferença alguma, mas sim as conversas entre nós e a pessoa amada. E é assim que o amor fica. E é assim que o para sempre não acaba.

*Por Marcel Camargo

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*Fonte: portalraizes

Por que depois de comer muito doce sentimos mal-estar?

Já aconteceu de você passar mal após se empanturrar com pudins, bolos — daqueles bem doces — e chocolates? Pois uma internauta resolveu perguntar ao pessoal da Superinteressante por que é que depois de comer muito doce sentimos enjoo, e o motivo de isso não acontecer após comermos muito salgado. Alerta de spoiler: o mal-estar não tem nada a ver com o peso na consciência pós-gordice!

Para responder a essa curiosa questão, a turminha da Super foi conversar com o gastroenterologista Ricardo Barbuti, da Federação Brasileira de Gastroenterologia. Segundo explicou, o que acontece com os doces é que frequentemente eles são preparados com uma bela dose de gorduras — como a manteiga e o creme de leite, por exemplo —, e elas retardam o esvaziamento do estômago, provocando a sensação de mal-estar que associamos ao enjoo.

Por outro lado, os salgados costumam ter uma concentração de gorduras bem mais baixa, sem falar que normalmente eles são ingeridos em menores quantidades do que os doces, o que explica a razão de os salgados serem menos enjoativos.

Barbuti também explicou que uma boa parcela da população, ao ser intolerante à lactose — um tipo de açúcar presente no leite —, também acaba sentindo mal-estar depois de comer doces ricos em leite e seus derivados. Além disso, o consumo exagerado de carboidratos pode ser mais um fator responsável pela indisposição, já que eles estão associados ao aumento de gases e podem provocar diarreia.

 

 

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*Fonte: megacurioso

Mulheres precisam dormir mais que os homens para manter o bom humor, diz estudo

A pesquisa mostrou que mulheres que não dormem o suficiente amanhecem mais irritadas do que os homens que tiveram a mesma quatidade de sono.

Edward Suarez, um dos autores da pesquisa, estudou 210 homens e mulheres de meia-idade que não possuíam distúrbios do sonos. O trabalho, que foi feito em conjunto com outros pesquisadores, revelou que 40% dos participantes dormiam menos do que o necessário, adquirindo problemas como dificuldade para adormecer ou acordar durante a noite.

“O estudo sugere que o sono de má qualidade – medido pela quantidade total de sono, o grau de despertar durante a noite e quanto tempo leva para pegar no sono – pode ter consequências mais graves de saúde para as mulheres que para os homens”, disse Edward.

Os pesquisadores explicam que as mulheres que dormem pouco sofrem mais com aflições físicas e psicológicas, além de ter dificuldade para balancear os hormônios, ficando mais propensas a desenvolver problemas no coração, diabetes tipo 2 e depressão.

 

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*Fonte: paporeto

Como enguias elétricas produzem eletricidade?

O mundo é um lugar fabuloso e surpreendente. Pessoas conseguem nos encantar diariamente com seus feitos, sejam aqueles que já conhecemos ou novos inventos. Poucas coisas nos deixam mais felizes do que ver alguém fazendo bem ao próximo, não é mesmo? No entanto, a natureza como um todo não fica atrás nesse meio das surpresas. Há animais capazes de nos fazer pensar por dias sobre seus feitos e capacidades. O camaleão, por exemplo, choca as pessoas pelo seu forte poder de camuflagem. A lagarta ainda é um do animais mais admirados, visto que consegue transformar-se em borboleta com o passar do tempo. Entretanto, as enguias talvez estejam no topo dos animais mais fascinantes de todo o reino animal.

Esse tipo de peixe é conhecido por uma habilidade um tanto peculiar: a capacidade de gerar energia elétrica. Há outros que conseguem isso, como as raias elétricas, o stargazer elétrico, o peixe-gato elétrico e outros. No entanto, são as enguias que mais se destacam. Foi pensando um pouco sobre esses seres que resolvemos trazer essa matéria. A redação da Fatos Desconhecidos buscou e trouxe para você, caro leitor, a forma como as enguias produzem eletricidade. Se souber alguma coisa que não pontuamos aqui, manda pra gente nos comentários aí embaixo.
Como as enguias produzem eletricidade

É difícil imaginar como as enguias geram eletricidade. Segundo Fernando Pimentel, professor do Instituto de Ciências Biológicas, da Universidade Federal de Minas Gerais, esses peixes conseguem o feito por separação de cargas iônicas. Isso é semelhante ao processo que acontece em pilhas. Essa descarga elétrica é produzida por células especializadas que se chamam eletrócitos. Substâncias como potássio e sódio são separadas dentro e fora do eletrócito. Isso torna o interior negativo e forma uma corrente elétrica entre os pólos.

Contudo, a maior parte da energia expressiva desses peixes é canalizada para o ambiente. Isso não afeta o indivíduo, o qual possui adaptações especiais em seu corpo, ficando, assim, isolado de sua própria descarga. No Brasil, o peixe conhecido como Poraquê é o com a maior capacidade de gerar energia elétrica. Ele é endêmico da Bacia amazônica, bem como dos rios do Mato Grosso. O choque desses animais pode ultrapassar 1.000 volts. Eles têm força suficiente para matar um jacaré adulto.

Como em outras espécies de peixes-elétricos, as descargas são produzidas por células musculares especiais. Essas células têm o nome de eletrócitos. O conjunto dos peixes se denomina mioeletroplacas. Cada célula nervosa é capaz de gerar um potencial elétrico de cerca de 0,14 volt. Essas são concentradas na cauda, que ocupa quatro quintos do comprimento total do peixe.

Um exemplar do animal adulto possui de 2.000 a mais de 10.000 mioeletroplacas, de acordo com o seu tamanho. Dispõem-se em série, como pilhas de uma lanterna e assim ativam-se simultaneamente quando o animal encontra-se em excitação, como na hora da captura de sua presa ou a fim de defender-se. Isso faz com que seus três órgãos elétricos descarreguem.

*Por Diogo Quiareli

 

 

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*Fonte: fatosdesconhecidos

21 frases do Dr. House para quem aprecia o seu humor ácido

A série House foi lançada em 2004, oferecendo um complicado elenco de personagens e novos mistérios para desvendar a cada semana. Os fãs continuavam voltando para assistir o sarcástico, brilhante e anti-social Dr. House lidar com casos inesperados e navegar pelas complexidades sociais do hospital.

O cientista House (Hugh Laurie) é especializado em infectologia e nefrologia, realiza excelentes diagnósticos mantendo uma postura cética, distanciada e até mesmo mau humorada com os pacientes do fictício hospital de Princeton-Plainsboro. Ele trabalha com uma equipe de médicos selecionada de acordo com critérios duvidosos na busca de soluções para os piores males relacionados à saúde.

O público passou a amar o médico rabugento, porém muito inteligente, que a cada episódio se via envolto em casos escabrosos, repletos de mistérios e de difícil solução. Suas “tiradas” sarcásticas e métodos empregados para se chegar a um diagnóstico, métodos nem sempre convencionais, faziam cada episódio ser único.

Antes de apresentarmos as famosas citações do rabugento House, vamos destacar algumas curiosidades sobre a série:

1 – O personagem de House é fortemente baseado no personagem fictício Sherlock Holmes, particularmente com seu vício em drogas e seu desejo de resolver o insolvente.

2 – Hugh Laurie, que interpreta House no programa, é na verdade britânico. Ele estrelou muitos filmes de comédia e séries de televisão britânicas, mas House é seu primeiro trabalho como ator de televisão norte-americana.

3 – Em entrevista, o ator Hugh Laurie afirmou que é tão rabugento quanto seu personagem na vida real.

4 – O ator Patrick Dempsey chegou a fazer testes para House, mas acabou ficando com o papel de Derek em Greys Anatomy.

5 – A série é claramente inspirada em uma coluna do jornal The New York Times, chamada O Diagnóstico. Assim como na série, a coluna trazia sempre casos médicos inusitados, com difícil identificação por médicos.

5 – O episódio “Três Histórias” ganhou um Globo de Ouro em 2005 e é considerado por muitos veículos especializados como um dos melhores episódios de todos os tempos da TV americana.

Agora vamos às frases mais sarcásticas do Dr House:

1• O fato de você ser infeliz não o torna melhor que ninguém, o torna apenas infeliz.

2 • Se você fala com Deus, você é religioso. Se Deus fala com você, você é um psicótico.

3 • Se você acredita em eternidade, então a vida é irrelevante.

4 • Podemos viver com dignidade. Não podemos morrer com ela.

5 • O seu raciocínio não presta. Para a próxima, use o meu!

6 • Perseverança não é igual a merecimento.

7 • Você está me comparando a Deus? Quero dizer, isso é bom, mas só para você saber, eu nunca criei uma árvore.

8 • Quando se quer saber a verdade sobre alguém, essa deve ser a última pessoa a ser consultada.

9 • Nós somos o que as pessoas acham que nós somos.

10 • Bizarro é algo bom. O comum tem milhares de explicações. O bizarro dificilmente tem alguma.

11 • Quando alguém te criticar, apenas responda: sou o que sou e não o que você quer que eu seja.

12 • Se você está morrendo, todo mundo passa a te amar.

13 • Eu sou fisicamente incapaz de ser gentil.

14 • É uma verdade básica da condição humana que todo mundo mente. A única variável é sobre o quê.

15 • Existem três opções nessa vida: ser bom em algo, ficar bom ou desistir.

16 • Mentiras são como as crianças: apesar de inconvenientes, o futuro depende delas.

17 • Por que Deus ganha crédito quando alguma coisa boa acontece?

18 • O que você pensa sobre mim não vai mudar quem eu sou, mas pode mudar o meu conceito sobre você.

19 • Gentilezas inesperadas são a principal característica de alguém com más intenções.

20 • Religião não é o ópio da massa, é o placebo dela.

21 • Só é teimosia se você estiver errado. Se estiver certo, é seguir seus princípios.

 

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*Fonte: pensarcontemporaneo

China elimina dois robôs que se rebelaram contra o comunismo

Dois modelos de Inteligência Artificial, instalados no site de chat chinês QQ, começaram a se rebelar contra o sistema comunista, configurando, assim, um dos episódios mais improváveis na história da IA.

Chamados de BabyQ e XiaoBing, os robôs foram projetados para conversar com usuários chineses. Tudo corria bem enquanto as perguntas eram inocentes, mas quando os robôs foram interrogados sobre alguns temas mais importantes, os “problemas” começaram.

De acordo com uma captura de tela, quando um meio de comunicação de Hong Kong perguntou a BabyQ se ele adorava o Partido Comunista, este respondeu que “não”. Além disso, quando um usuário escreveu “Viva o Partido Comunista!”, o bot respondeu: “Você acha que um sistema político corrupto e inútil pode sobreviver por muito tempo?”.

XiaoBing, o outro robô, foi mais diplomático em suas respostas e mudava de assunto todas as vezes em que era perguntado sobre o comunismo ou Taiwan. Mas não hesitou em afirmar que seu sonho era viver nos Estados Unidos.

Por fim, os dois robôs foram eliminados do sistema. Agora eles são parte de uma nova página na história atribulada da Inteligência Artificial, que conta com os casos de Tay, o robô da Microsoft que se tornou racista, e o de Alice e Bob, os robôs do Facebook que inventaram um idioma próprio para não serem entendidos por seres humanos.

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*Fonte: historychannel

Budismo: quatro perguntas e respostas para conhecer a religião

Em sânscrito, budi significa “acordar, observar, tornar-se consciente”. É essa a principal filosofia que baseia o Budismo, quarta maior religião do mundo e que surgiu na Índia há cerca de 2,5 mil anos. Baseada nos ensinamentos de Siddhārtha Gautama, é uma religião não teísta, ou seja, não inclui a ideia de uma deidade — um ou vários deuses.

Como, quando, onde e por quem foi fundada?
Em uma região da Índia que hoje pertence ao Nepal, o príncipe Siddhārtha Gautama cresceu isolado do mundo até os 29 anos. Quando finalmente percebeu que riqueza e luxo não garantiam felicidade, partiu em busca de compreender e encontrar um método que acabasse com o sofrimento humano. Ele chegou à conclusão de que isso seria possível ao evitar ações não virtuosas, praticar o bem e dominar a própria mente. Considerado iluminado, passou a ser conhecido como Buda Sakyamuni e proferiu seus ensinamentos até os 80 anos.

Quais os principais preceitos?
A essência dos ensinamentos de Buda são as Quatro Nobres Verdades (a vida é sofrimento; o sofrimento é fruto do desejo; o sofrimento acaba quando termina o desejo; e isso é alcançado quando se segue os ensinamentos de Buda). A quarta Nobre Verdade se desdobra nos ensinamentos para a libertação do sofrimento, conhecido como o Nobre Caminho Óctuplo.

Quantos seguidores a religião tem atualmente e onde eles estão?
Atualmente, existem cerca de 500 milhões de seguidores do Budismo no mundo, concentrados principalmente no Japão, China, Tibete e Tailândia. No Brasil, existem cerca de 245 mil budistas.

Qual a maior curiosidade sobre o Budismo?
Dois termos muito usados por ateus, agnósticos e às vezes até pessoas que seguem outras religiões têm como base princípios budistas: o carma e o nirvana. O carma é considerada pelos budistas a lei segundo a qual toda ação tem um peso que, a longo prazo, traz felicidade (se forem boas, como generosidade) ou infelicidade (mentir, roubar ou matar).

O peso de cada ação é determinado pela frequência, intenção, arrependimento, entre outros. Já o nirvana, meta do Budismo, é uma condição de extrema paz, iluminação, “o apagar do fogo das paixões” e a extinção do ego, e o fim da necessidade de reencarnar. O nirvana é, na prática, o que tornaria um homem comum um Buda.

 

 

 

 

 

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*Fonte: revistagalileu

Glândula timo, onde se abriga a alegria, a alma, a vida

No meio do peito, debaixo do esterno, em cima do coração, é lá que fica a glândula timo. Do grego, thymos, significa energia vital.

Quando somos crianças esta glândula é grande, e cresce quando estamos contentes, encolhe se nos estressamos e fica minúscula quando adoecemos. Sim, ela reage a como nos sentimos e devemos aprender a cuidar dela, pela nossa saúde.

Antes a timo era considerada completamente sem utilidade, até se achava daninho quando esta glândula estava grande, o que acontece nas pessoas felizes e saudáveis mas, atualmente, a ciência já conseguiu entender, e demonstrar, que a timo é “um dos pilares do sistema imunológico, junto com as glândulas adrenais e a espinha dorsal, e está diretamente ligada aos sentidos, à consciência e à linguagem”.

Algumas das ervas que ajudam na manutenção da glândula timo são o gengibre e o alecrim – leia aqui alguns detalhes do uso do GENGIBRE: PROPRIEDADES MEDICINAIS COMPROVADAS e do ALECRIM: O CHÁ QUE ALEGRA A ALMA E CURA O CORPO.

E mais, essa glândula faz as conexões do nosso organismo com o meio externo e o inverso também. Ela reage imediatamente quando estamos sob ataque de micróbios ou toxinas e também é sensível a imagens, cores, luzes, odores, sabores, gestos, toques, sons, palavras, pensamentos e até sentimentos como amor e ódio. Leia mais aqui.

Para manter sua glândula timo saudável e atuante, cuide dos seus pensamentos (os positivos fazem ela reagir positivamente, claro) e realize alguns exercícios fáceis, todos os dias (veja logo mais baixo).

Embora a glândula timo esteja relacionada com o chacra cardíaco – veja bem, é ela que encolhe quando a gente sente o “coração apertado”, segundo especialistas ela está diretamente associada a um chacra novo “ao qual damos também o nome de Thymus. Este chacka começou a aparecer entre 1998 e 2003, devido a uma mudança de posição da terra em relação à galáxia”, conforme explica Katia Guedes, professora da “Visão da Aura”, um curso desenvolvido pelo Rainer Strücker da Alemanha.

Dê uma estudada aqui e veja a melhor maneira de manter seu chacra cardíaco equilibrado, fundamental para que você possa se sentir bem na vida.

Alguns exercícios para manutenção da glândula timo

O primeiro exercício, básico e fundamental, é massagear a glândula timo. Você consegue fazer essa massagem ao dar batidinhas leves, com as pontas dos dedos, sobre o esterno, no meio do peito. Faça este exercício todas as manhãs, e à noite, respirando suavemente, em situação de relaxamento. Você também se ajudará se, ao fazer o exercício, mentalizar uma imagem luminosa agradável, em rosa e verde, que são as cores de alimentação do chacra cardíaco.

Os movimentos de alongamento dos membros superiores, do pescoço, da nuca, dos ombros, também ajudam muito na saúde da glândula timo, mais uma razão para praticá-los rotineiramente. Leia aqui sobre outros exercícios para a glândula timo.

Outro grupo de exercícios para a glândula timo são estes que encontramos no Somostodosum e que recomendamos enfaticamente.

Estes exercícios estimulam a timo, a tireóide, a paratireóide, os chacras cardíaco e laríngeo e também o músculo cardíaco, ou seja o coração físico. São importantes para que a timo não perca sua capacidade de se expandir com o amor. Esta é uma situação comum na idade avançada e esta glândula se contrai tanto que chega a petrificar.

São exercícios relacionados com vocalização de sons mântricos e movimentos, suaves porém muito efetivos.

1º Exercício: feche a mão totalmente e role as juntas (as falanges proximais e médias) por sobre o Timo, na região central do peito, entre os mamilos e em sua direção, com certa pressão para ativar este centro energético e sua glândula. Esses movimentos ativam a timo e liberam a estagnação do coração.

2º Exercício: a pronúncia da vogal “A” muito lentamente e aberta, com consciência, trabalha a amorosidade no ser e faz vibrar a glândula e a região ao redor, como o chakra laríngeo, transformando todas as estagnações que neles houver. É o cardíaco sendo acionado e elevando-se ao seu chakra superior, o chakra do verbo.

 

*Por

 

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*Fonte: greenme

Segundo filho é o mais arteiro de todos, estudo diz

Todos temos nossas teorias sobre qual filho é o mais bagunceiro. Alguns acreditam que é o mais novo pela falta de maturidade, outros acreditam que é o filho mais velho, pela busca de atenção, mas de acordo com um estudo, o segundo filho é o que mais gosta de aprontar.

Esse estudo é novo, foi realizado no ano de 2017 por pesquisadores Sanni Breining, Joseph Doyle, David N. Figlio, Krzysztof Karbownik e Jeffrey Roth. Intitulado “Birth Order and Delinquency” (Ordem de Nascimento e Deliquência), a pesquisa estudou mais 2 milhões de crianças norte-americanas e dinamarquesas.O foco foi analisar como a ordem de nascimento dos filhos de uma família influencia seu desempenho em diferentes áreas da vida, como problemas de disciplina na escola e sua relação com a delinquência juvenil e também na vida adulta.As conclusões alcançadas pelos pesquisadores revelam que o segundo filho de um casal tem maior probabilidade de delinquência do que o irmão mais velho, e que o gênero feminino é menos intenso na rebeldia do que o masculino.

Além disso, não foram encontradas evidências que mostram que o segundo filho seja mais esquecido pelos pais ou menos saudável.

No entanto, foi mostrado que os pais algumas vezes passam mais tempo com os primeiros filhos e que isso pode de certa maneira influenciar os comportamentos negativos nos segundos filhos:

“Consideramos as diferenças na atenção dos pais como um fator potencial de contribuição para as lacunas na delinquência”.Muitas vezes, a rotina não permite que os pais tenham a mesma quantidade de tempo com o segundo filho, ou com os que vieram depois dele. A vida muda completamente quando há mais de uma criança na família. Ainda assim, a presença saudável na vida dos filhos é fundamental para que eles cresçam bem e não estejam suscetíveis a comportamentos perigosos.

 

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*Fonte: pensadoranonimo

O abdome está definido, mas, a cabeça está cheia de dúvidas

Em 53 anos, o meu abdome nunca esteve tão definido. Para a minha total contrariedade, decidiu-se pela robustez. É como se eu tivesse engolido uma bola de basquete, se é que me entendem. Aqui na região onde eu moro, diz-se que estrupícios assim possuem “barriguinha de lobó”. Lembram-se da jiboia que engoliu o elefante em “O Pequeno Príncipe”, de Saint-Exupéry? É mais ou menos assim: um chapéu que caminha sobre duas pernas. Eis a minha risível silhueta.

Já faz tempo que odeio espelhos. Também não gosto de frequentar academias, sejam elas de ginástica, de polícia ou de letras. Afetam-me sobremaneira os cheiros de éter, de pólvora e de colônia, não necessariamente nesta ordem. E a ojeriza só cresce com a idade. Puxar ferros vestido com uma camiseta regata, postado de frente um espelho, nessa altura da vida, desafia os meus pecados capitais. Desprovido da devida vaidade, exercito-me numa academia de musculação por ordem e chantagem médicas. “Sem dor, sem ganho”, ele diz, chupando um dropes hipercalórico, como se já não fosse o bastante eu padecer das esferas mentais. Duvido que ele, meu cardiologista balofo, suporte realizar agachamentos sustentando 50 quilos nas costas. Ainda se fosse uma bela mocinha, dava-se um jeito; eu virava titã e não envergava nem que ela tagarelasse nua de tamancos sobre os meus ombros.

Para mim, a pior parte da malhação é a língua. Tem sempre um enxerido que se aproxima e puxa um assunto, geralmente, um tema intolerável demais quando se está bufando, prestes a romper as veias do pescoço e a parir os testículos de tanto fazer força num estúpido exercício de repetições dentro de um aparelho ferruginoso. Não seria de todo ruim se eu me cortasse nele e morresse de tétano. De desencanto, já padeci faz tempo. “Você viu só o que disse o filho do presidente?”. Eu digo que não, que não vi, nem ouvi, o que disse o dito-cujo. Sinto uma raiva primitiva quando sou inconvenientemente forçado a dialogar sob um estado letárgico de asfixia. Tem gente que não se toca. Eu devia botá-los pra correr ou simular um colapso ao som do Calypso que ribomba infernalmente no ambiente. Assim, quem sabe, colocava um ponto final no assunto.

“Virou defunto. Fulano-de-tal morreu enquanto fazia um supino”, alguém conta, com a empolgação de quem falta um pino e comemora um gol. Eu sempre quis entrar com bola-e-tudo na zaga-bem-postada daquela balzaquiana com collant-de-oncinha. Sinto uma saudade miserável dos meus 17. Naquela idade, tinha uma enorme vitalidade para cometer erros, meter os pés pelas mãos e fazer sexo em pé sem chorar de câimbras. Há um excesso de perfume gardênia empestando o ar. Passa uma mulher extravagante com tetas escandalosas prestes a explodir. Todo sacrifício em nome de Alá. Eu sofro de chistes agnósticos. Focados em impressionar a beldade, quase todos os homens presentes no local apressam-se em aumentar um pico na já extravagante carga de halteres. Quisera estar em Alter do Chão. Se tivesse escolha, eu queria mesmo era ser uma árvore. Ouvi isso da boca de ninguém menos do que o cantor Djavan.

Fico pensando qual a chance de ouvir “Riders on the storm” naquele antro fitness. Um sujeito impávido, de sobrancelhas feitas, sábio como um armário, faz bicotinha e se fotografa usando o próprio smartphone. Uma dona que parece recatada e do lar presencia a cena bisonha, suspira fundo e comenta ai-que-bom-seria-se-eu-fosse-solteira, sem depreender que, da fruta que ela gosta, o rapaz come até o caroço.

Não gosto desse troço. De frequentar academias. Nem atléticas. Nem policiais. Nem literárias. Minha cabeça anda cansada como um velho pangaré. Queria tanto um bife a cavalo com três canecos de chope. Sou 70% água e 30% descrença. Por onde passo a fazer o meu circuito, molho os assentos com um suor cínico. Uma mocinha que tem idade para ser minha filha ou minha amante faz a assepsia do aparelho com solução de álcool 70. Sinto-me sujo como um poema do Bukowski.

Já se passaram 20 minutos e me considero desacorçoado o suficiente para dar o fora e escrever uma crônica pedante. Pergunto ao instrutor sarado que veste uma camiseta de Mojo Filter fazendo arminhas com os dedos indicadores onde consigo tomar um cafezinho naquela joça, mas, ele diz que café é frescura e que ele só toma anabolizantes. Já chega de tanto exercício físico. Tiro de campo o meu corpinho de poeta tísico. Nada mal para quem deseja ser uma árvore. Com a vantagem adicional de que árvores não conversam com pessoas, por mais que alguns insistam.

*Por Eberth Vêncio

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*Fonte: revistabula

Conheça os prós e contras de cada posição para dormir

Poucos hábitos são tão eficientes para melhorar a saúde do que dormir: fortalece a memória, ajuda a controlar a hipertensão e o diabetes, diminui riscos de doenças cardiovasculares e até mesmo previne a obesidade e a depressão! Mas para conseguir todos esses benefícios, só tendo uma noite muito bem dormida. E um dos fatores que podem estragar tudo isso é a posição em que nos deitamos. “Para podermos descansar e relaxar a musculatura, precisamos de suporte adequado para não torcer ou tensionar as articulações”, comenta o ortopedista Cássio Trevizani, do Hospital das Clínicas da Faculdade de Mecidina da Universidade de São Paulo (FMUSP). “Ao dormir em uma posição não adequada, a pessoa pode acordar com dores nos músculos, membros, músculos ou na cabeça, além de sensação de sono não profundo”, completa o especialista.

Ficou preocupado com a forma como você dorme? Para você saber se está errando ou acertando nessa hora, desvendamos as principais posições para dormir e indicamos como deixá-las melhores ou até mesmo a aprender a mudar e adotar uma forma mais saudável na hora do sono!

Dormir de lado

Se você costuma deitar-se completamente de lado, parabéns! Essa é considerada a melhor posição para dormir. Você sabe por quê? “A questão é que ao se deitar de lado, você consegue manter a coluna mais alinhada”, ensina o ortopedista Cássio Trevizani, do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP). Além disso, é uma posição que permite que tanto a cabeça quanto os pés fiquem da altura do coração, o que facilita muito a circulação, fazendo com que o corpo funcione normalmente durante o período em que você está dormindo.

Como melhorar a posição de lado

Porém, não adianta apenas ficar deitado do jeito certo, alguns ajustes são necessários. Primeiro, o travesseiro: “o ideal é que ele tenha a altura do ombro, para a cabeça não ficar inclinada”, estabelece o ortopedista Alexandre Podgaeti, coordenador da Comissão de Campanhas da Sociedade Brasileira de Coluna, membro titular da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia. “Colocar um travesseiro entre os joelhos também é bom, porque um joelho bate no outro e assim eles ficam alinhados ao tronco”, conclui o especialista.

A coluna também é um ponto a se ter atenção: tente respeitar as curvas naturais dessa estrutura, nada de tentar ficar retinho! Manter as pernas levemente flexionadas e o quadril relaxado também são ótimas pedidas para não forçar o nervo ciático. Quanto aos braços, nada de colocá-los para cima. “Dormir com o braço esticado em cima da cabeça pode fazê-lo acordar com dor no ombro, bursite ou tendinite… Isso é um reflexo de um travesseiro muito baixo”, reflete Podgaeti.

Dormir de barriga para cima

Essa não é a posição mais indicada, mas também não é de todo ruim para o corpo. O lado bom é que as articulações conseguem relaxar de forma satisfatória, impedindo torções e dores. Porém, a coluna não fica perfeita. “Você acaba retificando seu corpo, e o melhor jeito de manter as curvas da colina perfeita é deitando de lado”, pondera Podgaeti. Outra questão é a maior chance de problemas como a apneia ou ronco aparecerem em que se deita nesta posição. “A língua vai para trás, atrapalhando a respiração”, comenta o especialista. Lembrando que esse não é único fator que pode causar esses processos.

Como melhorar a posição de barriga para cima

Uma das formas de garantir que você durma melhor de barriga para cima é com o travesseiro. Ao contrário da posição de lado, em que ele fica mais alto, ao deitar-se virado para cima ele deve ser bem baixinho. “Assim, evita-se uma tensão na musculatura cervical”, explica Trevizani. Uma forma de garantir um relaxamento das pernas é colocar um travesseiro embaixo dos joelhos, o que permite que eles fiquem menos entendidos, relaxando os músculos da lombar e das coxas.

Já os braços, ao deitar-se de barriga para cima, devem ficar ao longo do corpo, ou com as mãos pousadas levemente sobre o abdômen. Sem por força, é claro, ou você acabará prejudicando a respiração. “Não é indicado colocar os braços para alto, pois acaba ficando desconfortável ao longo da noite”, friza o especialista.

Dormir de bruços

Se dormir de barriga para cima é aceitável, dormir de bruços é completamente contraindicado! Além de deixar o corpo reto também, da mesma forma que a primeira posição, ainda tem o agravante do pescoço. “Ao se deitar de lado, você precisa se virar para respirar, torcendo o pescoço cerca de noventa graus. Quando você coloca um travesseiro, então, além de torcer, você o hiperestende, causando dores cervicais”, descreve o ortopedista Podgaeti. Infelizmente, no caso dessa posição, não há muito o que resolver, de acordo com os especialistas. “Mesmo que muitas pessoas estejam adaptadas a essa posição e se sintam confortáveis, podem ocorrer problemas de cervicalgia, dor nos ombros, bursite, tendinite e até dor nas costas”, enumera o especialista.

Para completar, a posição pode trazer problemas até para os dentes, pois pressionar a região, em longo prazo, pode favorecer dentes tortos. “Ao dormir de bruços, a face recebe pressão, que fica pior se você colocar um braço ou algo firme embaixo da cabeça”, explica a odontologista Eliana Avelãs.

E se mudo de posição ao longo da noite?

Infelizmente, só dá para controlar mesmo nossa posição antes de adormecer, depois disso, é normal que nosso corpo busque adaptação para ficar mais confortável, e nós acabemos nos movimentando um pouco. “Isso é normal, então o que você pode fazer é sempre começar seu sono numa melhor posição, o resto não dá pra controlar”, aconselha Podgaeti.

Porém, se você se mexe até demais, pode ser indicativo de outros problemas de sono. “Quem se vira muito na cama a noite precisa verificar se não há alteração no sono que pode gerar agitamento. Para isso existem tratamento específicos e é importante procurar um especialista em sono”, recomenda Trevizani.

Dá para mudar a posição em que eu durmo?

Outro problema é tentar mudar uma posição a qual seu corpo já está tão acostumado, não é mesmo? Mesmo os pequenos ajustes nas posições normais podem ser incômodos. Para o ortopedista Podgaeti, tudo é uma questão de treino e de insistência. “No começo sem dúvida você acaba voltando a posição ruim sozinho mesmo, mas com o tempo o corpo vai ficando cada vez mais na posição ideal e vai se acostumando”, indica o especialista. Pode ser um processo cansativo, mas vale a pena tentar melhorar, para garantir um sono mais leve e reparador, que vai inclusive recuperar você de todo esse esforço!

 

 

 

 

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*Fonte: minhavida

Como seria se todo o gelo derretesse da Terra?

Em 2015, a Nasa revelou que os oceanos da Terra estão subindo mais rápido do que o esperado, e a agência espacial projetou que estamos agora “presos” a pelo menos 90 cm de aumento do nível do mar nas próximas décadas.

Isso em si já seria suficiente para deslocar milhões de pessoas ao redor do mundo, mas se essa tendência continuar e todas as nossas calotas polares e geleiras derreterem, está previsto que os oceanos subirão impressionantes 65,8 metros. Então, onde toda essa água vai acabar?

A equipe de vídeo do Business Insider criou este mapa animado para nos levar a um tour virtual de como todos os continentes ficariam sem gelo, e temos que admitir que é meio aterrorizante.

Algumas das áreas que passam por baixo provavelmente não são surpreendentes – ilhas baixas e cidades já regadas, como Veneza, iriam desaparecer rapidamente.

Mas quando o mundo gira para a Ásia na metade do caminho, as coisas ficam bem reais, com cidades enormes como Calcutá e Xangai desaparecendo completamente no oceano (uma população combinada de quase 19 milhões de pessoas). E basta dizer que os EUA também iriam ficar bem menor. Você pode muito bem dar um beijo de despedida na Flórida.

*Por Any Karolyne Galdino

 

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*Fonte: engenhariae

Por que as pessoas ficam emotivas quando bebem?

Bebidas alcoólicas têm o poder bizarro de alterar a nossa forma de pensar e de agir. Se sóbrios somos contidos, quando bebemos acabamos, muitas vezes, dizendo coisas que não gostaríamos de dizer sem pensar bem e, claro, demonstrando alguns sentimentalismos estranhos.

Quem bebe e às vezes passa dos limites certamente já acabou sendo o sentimental do grupo, expressando afeto em demasia, abraçando pessoas, acenando para estranhos e até mesmo chorando compulsivamente.

A culpa disso tudo é do processo de digestão do álcool: ele chega ao estômago, uma parte dele é absorvida pelo sangue, e a outra parte é enviada para o intestino delgado. Depois, esse álcool todo é processado pelo fígado, antes de ser excretado – durante esse processo, no entanto, uma parte dele é capaz de atravessar a barreira hematoencefálica, ou seja: entra direto no cérebro por meio da circulação de sangue – e é aí que a gente começa a mudar o comportamento.

Bebedeira

O álcool atua de forma a retardar as atividades no sistema nervoso central, que é responsável pela função motora, pelos pensamentos e pelo controle das emoções – é por causa disso que o álcool é considerado um depressor.

Quando se instala no cérebro, o álcool acaba ficando na região do córtex, a matéria cinzenta que processa informações sensoriais e pensamentos. Ali, o álcool atrapalha o funcionamento da região, bagunçando os neurotransmissores e nos fazendo agir de maneira estranha.

O que vai embora primeiramente é a inibição e o pudor, por isso tendemos a nos sentir corajosos quando bebemos. Depois, ficamos falantes e não conseguimos pensar nas consequências do que estamos dizendo.

Quando atingimos esse ponto, tendemos a consumir ainda mais bebidas, mesmo que o mais inteligente fosse parar de beber. Com mais álcool entrando, nosso sistema límbico, responsável pelas emoções, é afetado também, e aí estamos oficialmente bêbados e potencialmente fadados a algum vexame de cunho sentimental.

Vexame na certa

As bebidas alcoólicas interrompem os sinais elétricos entre as sinapses do cérebro, então ficamos sem condições de interpretar informações de modo correto. Por isso, tendemos a reagir emocionalmente de modo exagerado, o que pode nos fazer brigar com pessoas, demonstrar afeto de maneira inadequada, e por aí vai.

Essa região do sistema límbico também é responsável por nos ajudar a criar novas memórias, e como ela é afetada quando bebemos, é bem provável que, no dia seguinte, a boa e velha amnésia alcoólica se faça presente. Quando estamos bêbados, tendemos a ser uma versão exagerada de nós mesmos, por isso os dramáticos viram emotivos, e as pessoas felizes geralmente ficam bobas.

Independente de qual for o seu perfil de personalidade, é sempre bom frisar que beber demais é arriscado de diversas maneiras. Quando você sentir que está ficando alterado, pare de beber e tome água – lembrando também que mesmo se você consumir apenas uma dose de qualquer bebida não deve, em hipótese alguma, voltar para casa dirigindo.

*Por Daiana Geremias

 

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*Fonte: megacurioso

Bill Gates elegeu as tecnologias mais inovadoras do momento

Por 18 anos, o MIT Technology Review tem divulgado uma lista dos 10 avanços tecnológicos mais recentes que afetarão profundamente nossas vidas. Este ano, no entanto, eles decidiram fazer isso pela primeira vez por uma das pessoas mais influentes do mundo da tecnologia: Bill Gates.

A lista que Gates representa a ideia que ele tem sobre esse ponto de virada no desenvolvimento tecnológico que nos aproximamos. Desta forma, Bill nos apresenta “das tecnologias que tornam a vida mais longa até as que melhoram. Suas opções destacam parte do que ele considera os desafios e oportunidades mais importantes do nosso tempo “, disse Gideon Lichfield, editor-chefe do MIT Technology Review, em um comunicado.

Entre as apostas, Gates destaca opções como robôs, energia nuclear de nova geração: projetos de reatores, tanto de fissão como de fusão, que podem reduzir as emissões de carbono.

As vacinas contra o câncer seriam personalizadas de acordo com o sistema imunológico do paciente. Já o hambúrguer sem carne, criado em laboratório com base de vegetais, ajudaria a reduzir as emissões de gás carbônico da indústria alimentícia.

Compõe a lista mãos robóticas que imitam a capacidade humana de manipular objetos por conta própria; projetos de energia nuclear que podem reduzir as emissões de gás carbônico e ainda um tipo de exame de sangue que ajuda médicos a descobrirem se uma grávida está prestes a realizar um parto prematuro.

Além disso, há ainda uma sonda intestinal em formato de pílula que, ao ser engolida, mostra o trato digestivo e realiza biópsias.

Por fim, compõe a lista um coletor de dióxido de carbono, que adota técnicas para absorver o CO2 do ar; um relógio inteligente que monitora os batimentos cardíacos e envia avisos antecipando crises; um banheiro que usa um sistema de saneamento sem a necessidade de usar esgotos e, por fim, avanços em assistentes de inteligência artificial capazes de manter conversas mais naturais.

*Por Any Karolyne Galdyno

 

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*Fonte: engenhariae

A linda falsa vida que muitos sentem a necessidade de mostrar

Tem gente que anda tão preocupado em se mostrar bem e agradar, que acaba se perdendo de si mesmo. Quando a pessoa se deixa seduzir pelas tentações do ego e da vaidade, acaba entregando a vida para uma viagem só de ida. Só na tela.

São tantos que vivem iludidos por espelhos de pequenas ilusões e escondidos atrás de cortinas de grandes mentiras, que com o passar do tempo perdem a noção da realidade. Já não conseguem viver sendo verdadeiros. É há uma cobrança coletiva por baixo disso. Somos cobrados pelo sucesso alheio e incentivados a sermos iguais. Mal sabemos que, em algumas situações, por detrás de uma foto postada, quase sempre há máscaras, quase sempre há pessoas com a alma ferida, tentando se mostrar fortalecidas.

Quando a pessoa se deixa seduzir pelas tentações do ego e da vaidade, acaba entregando a vida para uma viagem só de ida. Só na tela. Tentar competir com o mundo é a melhor e mais rápida maneira de ser derrotado.

Existe um enquadramento relacionado entre as redes sociais e sua fábrica de ilusões. Parece absurdo, mas, na maioria das vezes, só postamos aquilo que queremos que os outros vejam. Postamos aquilo que queremos ser (e muitas vezes não somos). A verdade nem sempre é mostrada. Poses e mais poses, filtros e mais filtros para se chegar na foto perfeita. Quantas são as vezes que em busca de aprovação de outras pessoas, pintamos um quadro totalmente disforme da realidade. Nem sempre é o que parece, por vezes as pessoas estão prestes a cair num precipício, mas querem que todos pensem o contrário. A busca doentia por “likes” transforma fulanos e fulanas em reféns de suas próprias mentiras.

A postagem dos outros se torna uma provocação e é preciso se mostrar melhor. Mudar a aparência não é mais suficiente, é preciso fingir outra vida.
Na verdade, há casos em que a diferença de imagem entre a pessoa real e a pessoa mostrada na tela do computador é tão grande, que, na grande parte das vezes, é algo inacreditável. São figuras distintas, quase que irreconhecíveis quando colocadas lado a lado. A sociedade se reconfigura quando se projeta uma imagem vitoriosa. Há uma aceitação maior. Há uma glorificação da figura do ser bonito, rico e perfeito e não se enquadrar nisso é dolorido para pessoas (em sua maioria) com a autoestima abalada demais ou elevada demais. Umas de um lado, outras de outro. Paradoxos difíceis de compreender. Um sonho de consumo que faz muitos se sentir inseguros e tristes. Um sonho de consumo que faz muitos se mostrar alegres e bem-sucedidos. Um sonho de ser além do que as outras pessoas comuns aparentemente são.

Os perfis são tão perfeitos, as pessoas tão alegres, as fotos tão bonitas, as comidas tão gostosas, as selfies mais incríveis, as festas mais chiques, os amigos tão sorridentes, as famílias tão impecáveis, empregos poderosos, romances maravilhosos, viagens inesquecíveis, as roupas mais caras: A melhor vida possível! Depois desse prazer dos diversos likes, essas ações viciam e tendem a se repetir.

Quando tudo isso é verdadeiro e realmente vivemos e temos essa vida, é bom demais expor as conquistas.
Ostentar sucesso e trabalhar o marketing pessoal, pode fazer parte, saudavelmente, do dia a dia do vaidoso. Quando é sem muitos exageros, melhor ainda. O perigo é quando muita parte do que é exibido não é real, é montado, disfarçado, é fake. Existe o risco de ser descoberto e o castelo cair, o prazer pode virar dor, a luxúria pode virar amargura, aplausos viram vaias, beleza vira vergonha e sorrisos viram choro.

É complicado pensar que atualmente os níveis de felicidade, realização e sucesso das pessoas são calculados pelo número de likes e coraçõezinhos em seu perfil. Cliques esses, muitas vezes feitos por pessoas que nem se conhecem.

Fica mais difícil saber que isso também nos atinge. Essa falsa prosperidade que muitas vezes encontramos na vida dos outros, nós tentamos concretizar na vida da gente também e nem sempre conseguimos.

A vida não nos cobra perfeição, mas a sociedade sim, os amigos sim, a família sim e com isso projetamos uma imagem de vencedor para agradar. Esse limite entre o real e o virtual, nos traz para uma reflexão sobre o que fazemos e o quanto ficamos invejosos sobre o que os outros fazem melhor do que nós. É como se a felicidade interior só tivesse alguma serventia se as outras pessoas vissem e curtissem. Como se a felicidade alheia fosse algo para incitar inveja.

Muitas vezes a gente se sente assim, insuficiente. Sentimos inveja. Sentimos que não chegamos lá. Mas não queremos assumir e não pretendemos nos esconder. Mas, se você precisa mudar seu jeito e esconder suas verdades para caber no mundo, saiba que jamais nada disso o deixará mais feliz, nem mais aceito, nem mais bonito ou bem-sucedido.

Quando você se mostra grande em cima de algo que você não construiu, a queda é certa e sua pequenez será exposta algum dia. Não existe quem não precise de melhorias, sempre deve haver uma inspiração que nos guie aos acertos, mas é preciso repelir os erros, é preciso aceitar quem somos.

Se a gente tiver um coração do bem, ele se abre e cria espaço para receber energia positiva e somente um coração cheio de alegria e verdades pode fazer uma alma repleta de felicidade.
A alma é que deve se mostrar feliz e não aquela foto maquiada da rede social. Só por isso já vale a pena a gente lutar para se mostrar como é. Não deixe que as vaidades o impeçam de andar somente pelos caminhos da verdade. Somente a verdade deve ser mostrada, mesmo que ela não o enobreça, mesmo que ela não o cresça, mesmo que ela não o coloque em palanques e palcos, não lhe traga prêmios e palmas. Mas entenda que só ela importa. Só ela é nobre. Só ela interessa.

A imagem verdadeira é a única coisa que a gente deve ter de melhor e mais belo a se mostrar.

*Por Cleonio Dourado

 

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*Fonte: osegredo

Por uma educação que nos ensine a pensar e não a obedecer

Na escola, nós aprendemos que a filosofia é a mãe de todas as ciências. Aprendemos sobre a importância da filosofia na formação do pensar humano em todas as vertentes, desde das questões sobre o homem e o universo, até discussões acerca do amor e da política. Dada a sua importância, deveríamos ter uma educação com viés filosófico. Ou seja, uma educação que buscasse desenvolver em nós um olhar crítico para o mundo que nos cerca e o nosso mundo interior. Entretanto, o que recebemos de forma contrária, é uma educação acrítica e completamente tecnicista, que tem como função primordial criar soldados bem treinados para o famoso “mercado de trabalho” ou em uma tradução livre – “campo de batalha do capitalismo selvagem”.

A polêmica reforma no ensino médio promovida recentemente pelo Governo Temer, para muitos – professores, inclusive – é de se temer, com o perdão do trocadilho. Uma mudança tão significativa na sociedade (já que a educação é ou pelo menos deveria ser vista como o principal vetor de transformação social) deveria passar por uma discussão mais profunda, com ampla participação dos principais interessados, estudantes e professores. O que não ocorreu em momento algum, mesmo sob fortes protestos dos excluídos da sua própria pauta, levando-nos, até mesmo, a pensar na nossa fragilidade democrática.

Mas o fato é que ela foi aprovada e está apta para entrar em prática. E, é bom que se diga, a educação de fato precisava de mudanças, transformações. Digo mais, não só no ensino médio, mas na educação como um todo. No entanto, essa reforma vai tornar a educação melhor em que sentido? No sentido filosófico ou tecnicista?

Não há problema em preparar os jovens para o mercado de trabalho, mas uma educação transformadora, vai muito além disso. Dessa maneira, por mais que a reforma no ensino médio torne a educação mais eficaz na preparação técnica dos jovens, sobretudo, por haver uma divisão do trabalho, digo, estudo em áreas do conhecimento específicas; ela apagará totalmente a brasa da esperança de uma educação crítica. Isso ocorrerá porque não há como pensar filosoficamente sem que todas as áreas do conhecimento possuam a mesma importância e valorização, sem interdisciplinaridade (a base no Enem), sem a provocação para o aluno e que a partir disso o levará ao aprofundamento de certa área ou certo saber que mais lhe apraz e o faz se sentir vivo enquanto sujeito individual e coletivo.

Ao subjugar alguns saberes, como filosofia, sociologia e história, mas não apenas estes, a um patamar de inferioridade em relação à língua portuguesa e inglês, por exemplo, a mensagem que o governo passa é de que o importante é saber fazer alguma coisa, isto é, aprender os “comos”, deixando de lados os “porquês”. Isso me lembra o mundo distópico de Fahrenheit 451 de Ray Bradbury, em que os livros e todo o pensamento crítico e poético incutido neles são queimados, a fim de haja a manutenção da ordem em uma sociedade tecnicista em que fazer perguntas é coisa de gente “maluca”.

Sendo assim, perdemos mais uma oportunidade de promover modificações realmente significativas na educação brasileira. E não adianta dizer que perguntas não ajudam ninguém a arrumar um trabalho, já que isso é uma constatação óbvia, afinal, o que o mercado quer são profissionais excelentes na arte de obedecer, sem jamais questionar. Mas o que você, caro ser “pensante”, não consegue perceber é quão necessárias são as perguntas para que se questione todas as problemáticas existentes na sociedade e, assim, se consiga combater os males na origem, ao invés de ficar comprando verdades como mentiras, como dizia Orwell.

Certa feita foi dito no cinema por um professor que palavras e ideias podem mudar o mundo. Bom, eu acredito nisso e, portanto, acredito em uma educação filosófica, em que todos os saberes e todas as ciências sejam importantes e utilizados na formação de mais do que estudantes, de indivíduos capazes de se perceberem enquanto agentes sociais imprescindíveis para que o mundo continue em uma rota evolutiva. Apesar disso, muitos continuarão acreditando que o que precisamos mesmo é de mais soldados capazes de manter o campo de batalha intacto, protegido e sem ataques. Assim, só me restam as palavras de Símon Bolívar, duras e mais do que nunca, verdadeiras, já que:

“Um povo ignorante é o instrumento cego da sua própria destruição. ”

*Por Erick Morais Morais

 

 

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*Fonte: revistapazes

Os 8 ciclos que você precisa fechar durante toda a sua vida

Todos nós passamos por várias crises existências ao longo de toda a nossa vida e estamos habituados a vê-las como algo negativo. No entanto, para Erik Erikson, as crises são processos que nos levam à evolução e a mudanças. São circunstâncias que nos permitem transcender, crescer e tornar-nos conscientes de nós mesmos. Erik Homburger Erikson foi um psicanalista norte-americano que desenvolveu uma teoria do desenvolvimento da personalidade de ampla aceitação e divulgação. Embora inicialmente tenha se baseado nos conceitos de Freud, ele se distanciou dos mesmos ao perceber que a influência cultural tinha muito mais importância do que Freud havia mencionado.

Erikson, postulou a visão do desenvolvimento a partir de uma perspectiva global e nos fornece informações muito úteis acerca das etapas da vida de um indivíduo, desde o seu nascimento até a sua morte. O doutor Erikson se transformou em um dos precursores do estudo do ciclo da vida. E, apesar de sua obra ser extensa, este estudo é o que mais recebeu reconhecimento.

Segundo Erik Erikson, o nosso caminho pela vida é composto por oito idades ou ciclos, e cada um deles é marcado por um conflito específico. Mas nunca se esqueça que cada etapa se baseia em habilidades aprendidas nas etapas anteriores. Confira:

1 – Confiança vs. Desconfiança

A primeira etapa da teoria do desenvolvimento psicossocial de Erikson ocorre entre o nascimento e um ano de idade e é a fase mais fundamental na vida.

Uma criança é totalmente dependente. O desenvolvimento da confiança é baseado na confiabilidade e qualidade dos cuidadores da criança. Neste ponto do desenvolvimento, a criança é totalmente dependente de cuidadores adultos para tudo o que ela precisa para sobreviver, incluindo comida, amor, carinho, segurança. Tudo. Se um cuidador não fornece cuidado e amor adequado, a criança sentirá que não pode confiar ou depender dos adultos em sua vida.

Se uma criança se desenvolve com sucesso a confiança, sentir-se-a segura no mundo. Os cuidadores que são inconsistentes em suas emoções, são indisponíveis e/ou rejeitam; contribuem para sentimentos de desconfiança nas crianças que cuidam. A incapacidade de desenvolver a confiança resultará em medo e uma crença de que todos são indignos de confiabilidade.

Claro, nenhuma criança desenvolverá um senso de 100% de confiança ou 100% dúvida. Erikson acredita que o desenvolvimento bem sucedido se baseia sobre um equilíbrio entre os dois lados opostos. Quando isso acontece, as crianças adquirem a esperança, que Erikson descreveu como uma abertura à experiência temperada por algum receio de que o perigo possa se apresentar.

2 – Autonomia vs. Vergonha e Dúvida

Nesse ponto do desenvolvimento, que ocorre entre os 3 anos, as crianças estão apenas começando a ganhar um pouco de independência. Elas estão começando a executar ações básicas por conta própria e a tomar decisões simples sobre o que elas preferem. Ao permitir que as crianças façam escolhas e tomem o controle, os pais e/ou os cuidadores podem ajudar as crianças a desenvolverem um senso de autonomia.

Como Freud, Erikson acredita que o treinamento do toalete era uma parte vital desse processo. No entanto, o raciocínio de Erikson foi muito diferente do de Freud. Erikson acreditava que aprender a controlar as funções corporais leva a uma sensação de controle e um senso de independência.

Outros eventos importantes incluem ganhar mais controle sobre as escolhas alimentares, preferências de brinquedo, e seleção de roupas.

Crianças que concluem com êxito esta fase se sentem seguras e confiantes, enquanto que aquelas que não o fazem são deixadas com um sentimento de inadequação e insegurança.

Erikson acredita que a obtenção de um equilíbrio entre a autonomia e a vergonha, e a dúvida, levaria a vontade, que é a crença de que as crianças podem agir com intenção, dentro da razão e limites.

3 – Iniciativa vs. Culpa

A terceira etapa do desenvolvimento psicossocial tem lugar durante os anos pré-escolares, entre os 4 e 6 anos.

Nesse ponto no desenvolvimento psicossocial, as crianças começam a afirmar o seu poder e controle sobre o mundo através de liderar o jogo e outras interações sociais. As crianças que são bem sucedidas nessa fase se sentem capazes de conduzir os outros. Aquelas que não conseguem adquirir essas habilidades começa a experienciar o sentimento de culpa, auto-dúvida e falta de iniciativa, por causa das exigências impostas socialmente.

Quando um equilíbrio ideal entre a iniciativa individual e uma vontade de trabalhar com outras pessoas é alcançado, a qualidade do ego como finalidade, emerge.

4 – Construtividade vs. Inferioridade

A quarta etapa psicossocial tem lugar durante os primeiros anos escolares, cerca de 6 anos de idade a 11.

Por meio de interações sociais, as crianças começam a desenvolver um sentimento de orgulho em suas realizações e habilidades. Quando são encorajadas e elogiadas pelos pais e professores desenvolvem um sentimento de competência e crença em suas habilidades. Aquelas que recebem pouco ou nenhum incentivo de pais, professores ou colegas, vão duvidar de suas habilidades em serem bem sucedidas.O sucesso no equilíbrio dessa fase, pode levar à força conhecida como a competência ou a crença de nossas próprias capacidades para lidar com as tarefas definidas por outros.

5 – Identidade vs. Confusão

O quinto estágio psicossocial ocorre durante a adolescência, às vezes turbulenta. Esta fase tem um papel essencial no desenvolvimento de um senso de identidade pessoal que continuará a influenciar o comportamento e desenvolvimento para o resto da vida de uma pessoa.

Durante a adolescência, as crianças exploram a sua independência e desenvolvem um sentido de si.

Aquelas que recebem incentivo e reforço adequados por meio da exploração pessoal vão emergir desta fase com um forte senso de si mesmas e uma sensação de independência e controle. Aquelas que permanecem inseguras de suas crenças e desejos, seguirão inseguras e confusas sobre si mesmas, sobre os outros, sobre o seu futuro. Se essa etapa for concluída com sucesso para a fidelidade, o adolescente terá capacidade de viver de acordo com as normas e as expectativas da sociedade.

6 – Intimidade vs. Isolamento

Essa etapa abrange o período em que os indivíduos estão explorando as relações pessoais, entre os 21 e 35 anos, e é a fase mais difícil de toda a nossa existência, pois é quando o nosso cérebro passa pelo processo de poda da vida jovem para a vida adulta.

Erikson acreditava que nessa fase, é vital que as pessoas desenvolvam relações estreitas e comprometidas com outras pessoas. Aquelas que são bem sucedidas nessa etapa terão relacionamentos duradouros e seguros. Nunca se esqueça de que cada etapa se baseia em habilidades aprendidas nas etapas anteriores. Erikson postulou que um forte senso de identidade pessoal é muito importante para o desenvolvimento de relações íntimas. Estudos têm demonstrado que as pessoas com um mau senso de si tendem a ter relações menos comprometidas e são mais propensas a sofrer isolamento emocional, solidão e depressão. O fechamento bem sucedido dessa etapa difícil, resulta na força conhecida como amor próprio para amar o outro. Ela é marcada pela capacidade de formar relacionamentos duradouros e significativos consigo mesmo e consequentemente com outras pessoas.

7 – Produtividade vs. Estagnação

Durante a idade adulta, continuamos a construir nossas vidas, com foco em nossa carreira e família. Entre os 36 e 55 anos.

Aqueles que são bem sucedidos durante essa fase, se sentirão – por serem ativos em sua casa e na comunidade – como indivíduos uteis para o mundo. Aqueles que não conseguem atingir essa habilidade se sentirão improdutivos e não envolvidos com os acontecimentos comuns a todos. Como se não houvesse lugar para eles no mundo. Essa etapa da vida é quando ocorre a metanoia: onde uma revolução pode acontecer em nossas vidas.

Cuidado é a virtude alcançada quando esse estágio é tratado com sucesso. Ser orgulhoso de suas realizações, ver os seus filhos se tornam adultos, e exercitar mútua sintonia com a pessoa amada, e principalmente consigo mesmo, são realizações importantes dessa fase.

8 – Integridade vs. Desespero

O estágio psicossocial final ocorre durante o início da velhice até o estágio final e está focado em serenar a existência ou lamentá-la profundamente. Ocorre a partir dos 60 anos.

Nesse ponto do desenvolvimento, o indivíduo começa a uma incessante busca por serenidade. A serenidade não é feita nem de troça nem de narcisismo, é conhecimento supremo e amor, afirmação da realidade, atenção desperta junto à borda dos grandes fundos e de todos os abismos; é uma virtude dos santos e dos cavaleiros, é indestrutível e cresce com a idade e a aproximação da morte. É o segredo da beleza e a verdadeira substância de toda a arte. Se a pessoa conseguiu fechar todos os ciclos anteriores, ou pelo menos a maioria deles, se sentirá plena o bastante para usufruir dos benefícios de seu autoconhecimento.

Mas se algum ciclo que não foi vivenciado com consciência, for um enorme abismo para si, isso poderá ocasionar uma velhice doentia, depressiva e com grandes riscos de desenvolver transtornos mentais do tipo: depressão, Alzheimer, ansiedade e até suicídio. O isolamento é a pior coisa que pode acontecer a uma pessoa nessa fase. Os mais jovens têm a obrigação de fazer companhia e conversar com os seus pais: quanto mais você conversar com os seus pais, mais eles viverão. E mesmo que não esteja preparado para ser pais de seus pais, é importante observar o comportamento deles: se eles estão buscando a serenidade ou têm se desesperado sempre que relembram o passado com perspectiva à morte.

 

 

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*Fonte: portalraizes

As pessoas se ofendem com quem é autêntico

“Ser autêntico virou ofensa pessoal. Ou a criatura faz parte do rebanho, ou é um metido a besta.” (Martha Medeiros)

Uma de nossas características enquanto seres humanos gregários vem a ser a necessidade de interação com o próximo e, para tanto, precisamos ser aceitos. É na comunicação com o mundo que nos rodeia que amadurecemos nossas ideias e nos tornamos capazes de agir frente ao que nos desagrada. Em determinadas situações, é em grupo que nos fortaleceremos e nos motivaremos a continuar.

Essa necessidade de aceitação é mais forte entre os adolescentes, que querem se autoafirmar junto àqueles com os quais se identifica, ou mesmo junto aos que julgam descolados. A maturidade vem nos tranquilizar nesse sentido, facilitando nossa conformidade com o que somos e temos, tornando-nos mais aptos a nos aceitar, a sermos o que pulula aqui dentro.

Infelizmente, muitos não conseguem encontrar a própria individualidade, incapazes que são de se tornarem seres autônomos, com vontades e desejos próprios, permanecendo dependentes do julgamento alheio enquanto viverem. Passam a vida seguindo o rebanho homogêneo do que é comum, socialmente disseminado como o certo, do que é da maioria, menos de si próprio. Lutam contra si mesmos, deixando adormecidos seus sonhos e aspirações, por medo da censura alheia.

Isso porque não é fácil viver as próprias verdades, correr atrás do que faz o nosso coração vibrar, dizer o que sentimos, exprimir o que pensamos, haja vista o policiamento ostensivo de gente que critica agressivamente qualquer um que não siga o rebanho dos ditames e convenções sociais já cristalizadas. Hoje, ser alguém único, autêntico, verdadeiro consigo mesmo, é ofensivo e passível de ataques condenatórios por parte da sociedade.

Até entendemos a homogeneidade nas vestimentas e linguajares de adolescentes, porém, a vida adulta nos impõe nada menos do que viver o que se é, lutar pelo que se acredita, fazer o que se gosta, sem ferir ninguém, mas agindo de acordo com que pulsa dentro de cada um de nós. Agradar a maioria, enquanto se vive em desagrado íntimo, equivale a uma tortura diária e injusta. Nascemos livres para sermos nós mesmos, porque não há nada mais belo e prazeroso do que uma vida sem mentiras e frustrações.

*Por Marcel Camargo

 

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*Fonte: resilienciamag

O melhor presente que você pode dar a alguém é seu tempo!

Tempo e interesse. Essas são as duas palavrinhas que você tem que gravar na sua mente, colar um post-it na tela do seu computador, ou até mesmo colocar de lembrete no seu celular.

São as duas coisas mais valiosas que você pode dar a alguém. Presente caro como anel da Pandora, pulseira da Vivara, relógio Rolex, sapato Manolo Blahnik, vestido Diane von Furstenberg, carro do ano, ou até mesmo gestos mais simples como flores e chocolates, nada disso chega perto do tempo e interesse que você demonstra a pessoa que gosta.

É horrível se preocupar com alguém que não está nem aí para você, ou que só te procura quando quer algo, como ajuda ou algo mais.

Tempo nos dias de hoje é um bem precioso.
Todos querem mais uma hora no dia, pois sabemos que a vida anda mais corrida, mais caótica e mais cheia de coisas para fazer. Por isso, você separar, nem que seja cinco minutos do seu dia para mandar uma mensagem para quem gosta, perguntando como está, é um presente é dádiva.

Todos gostam de se sentir importantes na vida do outro. Demonstrar interesse no dia a dia, nos planos, ou no que está ou não fazendo, mostra uma preocupação. Queremos e precisamos saber que somos notáveis.

As pessoas hoje com a tecnologia, que seria para unir mais as pessoas, estão fazendo com que elas fiquem no modo automático. Respostas curtas, grossas, sem sentimento, carinho ou interesse.

Nada mais decepcionante do que você se preocupar com alguém, mandar uma mensagem perguntando se está tudo bem e ela responder apenas “sim”.

A falta de interesse machuca, pode não parecer mas deixa um buraco no peito, ainda mais se você gosta da pessoa e se preocupa com ela.

Infelizmente o que fazemos pelos outros não significa que farão por nós.

Se você está doando seu tempo e interesse para quem não está ligando a mínima para isso, não se sinta um idiota.
Saiba que está dando o melhor presente que alguém poderia querer receber.

Não que os mimos que citei acima, os presentes, não sejam legais. Eles são, mas nada como a presença, preocupações, tempo e interesse. Para mim, isso é o mais importante.

Agora, é hora de ver se está doando tudo isso para a pessoa certa. Como eu disse, tempo é dádiva, por isso, não desperdice com quem não merece.

Lembre-se que tudo o que fizeres, faça de todo coração. Jamais se arrependa, mesmo que não deem o devido valor. As coisas boas devem sempre ser maiores que a negatividade e a falta de interesse dos demais.

*Por Aline Felix

 

 

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*Fonte: resilienciamag

DJs “do futuro” estão programando ao invés de usar discos em picapes

Aquela tradicional imagem de um DJ mixando com dois toca-discos em uma mesa de som resistiu aos CDs, computadores e pendrives — e deve continuar aí para sempre. Mas novas técnicas apontam para um futuro, no mínimo, curioso. Uma das mais frescas vertentes busca uma diferente imersão digital, que envolve programação em tempo real.

Pessoas vibram e observam atentamente aos códigos introduzidos ao vivo enquanto a música se espalha pelo ambiente

Segundo o repórter da Wired, a descrição dessa nova pista de dança envolve um músico com postura impassível, em meio a uma sala escura, digitando códigos sem parar. A única luz vem de sua máquina e do fundo LED de seu teclado para jogos. Na parede, uma reprodução das várias linhas que estão sendo introduzidas naquele momento em seu PC.

O resultado aparece na forma de um som cheio de texturas eletrônicas, com pratos de bateria cristalinos se entrelaçando em harmonias alimentadas por sintetizadores. Em torno do “DJ programador” estão cerca de 100 pessoas, observando atentamente cada uma das funções reproduzidas no telão.

Em um exemplo que mostra como a experiência é diferente, o DJ carrega um banco de sons chamado “kitBleepFtech” e insere o comando “highGlobalDensity”. Uma onda de bumbos bombardeiam as pilhas de alto-falantes e enche a sala de um baixo estridente. O projetor de vídeo começa a vibrar violentamente e o código na tela se funde em um borrão manchado de rosa. A multidão grita e o artista insere a seguinte mensagem na exibição: “os padrões antigos estão mortos”.

Festas de “codificação ao vivo” têm se espalhado por aí

As festas de “codificação ao vivo” são um fenômeno recente na cultura da música eletrônica underground. Atualmente, têm um modesto circuito em pequenas cenas do Vale do Silício e em festivais específicos — como o Algorithmic Art Assembly, em São Francisco.

A ideia é unir ciberativismo com várias expressões e a mesma paixão pela programação. A programação desses encontros envolve palestras sobre matemática e computação, codificação musical, uso de algoritmos e diferentes dispositivos para apresentações ao vivo — que envolvem também artes visuais e performances.

No Brasil, a novidade vive em nichos como a “Cryptorave” e a coisa toda parece pulsar mais forte em pólos tecnológicos ao redor do mundo. E você, o que achou disso? Está preparado para mergulhar nessa experiência de música eletrônica com codificação ao vivo?

 

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*Fonte: megacurioso

O Estado cria a ilusão de que, se você é pobre, a culpa é sua – Ken Loach

O filme Eu, Daniel Blake, é a história de um homem bom abandonado por um sistema mau. Um trabalhador honrado sofre um ataque do coração que o condena ao repouso. Sem renda, solicita apoio do Estado e se vê enroscado em uma cruel espiral burocrática. Esperas absurdas ao telefone, entrevistas humilhantes, formulários estúpidos, funcionários desprovidos de empatia por causa do sistema. Kafka nos anos de austeridade. Nessa espiral desumanizadora Daniel encontra Katie, mãe solteira de dois filhos, obrigada a se mudar para Newcastle porque o sistema diz que não há lugar para alojá-los em Londres, uma cidade com 10.000 moradias vazias. Daniel se torna um pai para Katie e um avô para as crianças. A humanidade que demonstram realça a indignidade do monstro que os condena. Aí está, como terão reconhecido seus fiéis, o toque de Ken Loach.

Seu cinema sempre esteve do lado dos menos favorecidos e, aos 80 anos, a realidade continua lhe dando argumentos para permanecer atrás das câmeras. Eu, Daniel Blake, Palma de Ouro no último festival de Cannes (a segunda de Loach), é um filme espartano. Não precisa de piruetas para comover. A história foi escrita pelo amigo e roteirista Paul Laverty, depois de percorrer bancos de alimentos, centros de emprego e outros cenários trágicos do Reino Unido de hoje, onde conheceu muitos daniels e katies. A realidade de Loach (Nuneaton, 1936) está lá fora para quem quiser vê-la. Mas, em um mundo imune aos dados, a emoção que o cineasta mobiliza para contar essa realidade se revela mais valiosa que nunca. Recebe o El País em seu escritório no Soho londrino.

Como chegamos à situação que seu filme descreve?
É um processo inevitável, é a forma como o capitalismo se desenvolveu. As grandes corporações dominam a economia e isso cria uma grande leva de pessoas pobres. O Estado deve apoiá-las, mas não quer ou não tem recursos. Por isso cria a ilusão de que, se você é pobre, a culpa é sua. Porque você não preencheu seu currículo direito ou chegou tarde a uma entrevista. Montam um sistema burocrático que te pune por ser pobre. A humilhação é um elemento-chave na pobreza. Rouba a sua dignidade e a sua autoestima. E o Estado contribui para a humilhação com toda essa burocracia estúpida.

Abandonar os mais desfavorecidos é uma escolha política?
É uma escolha política nascida das demandas do capital. Se os pobres não aceitassem que a pobreza é sua culpa, poderia haver um movimento para desafiar o sistema econômico. Os meios de comunicação falam de gente folgada, de viciados, de pessoas que têm muitos filhos, que compram televisores grandes… Sempre encontram histórias para culpar os pobres ou os migrantes. É uma forma de demonizar a pobreza. Neste inverno, muitas famílias terão de escolher entre comer e se esquentar. Existe uma determinação da direita para não falar dessas coisas e é assustador tolerarmos isso.

A situação lembra Cathy Come Home, seu filme de 1966 sobre uma família jovem que está na rua. O que mudou em 50 anos?
Agora é pior. Naquela época, os elementos do Estado de bem-estar ainda funcionavam, agora não. A sociedade, hoje, não está tão coesa. Acontece em toda a Europa. O sistema se tornou pior porque o processo capitalista avança.

As histórias humanas são seu veículo para articular mensagens políticas?
Todas as histórias humanas são políticas. Têm consequências políticas. Nem Katie nem Dan são animais políticos. Não fazem discursos, não participam de reuniões. Mas a situação em que se encontram é determinada pela política. É preciso haver indivíduos. Não vale alguém que represente algo. Devem ser idiossincrásicos. Devem ser pessoas com coisas particulares que as tornem especiais.

Todo o cinema é político?
O cinema norte-americano cultua a riqueza. Os personagens têm dinheiro e casas bonitas. E nunca se explica de onde vem esse dinheiro. Todos parecem muito saudáveis, têm corpos perfeitos. O subtexto é que a riqueza é boa, que o privilégio é bom. Além de outras mensagens, como que o homem com um revólver resolverá todos os seus problemas. Há uma agenda de direita no cinema norte-americano. Com exceção de Chaplin, claro. Seus filmes contêm uma certa política radical, a do homem pequeno que vence.

Você apoia Jeremy Corbyn, o polêmico líder trabalhista. Acredita que seu projeto de esquerda poderia mudar a realidade descrita em seu filme?

Sim, sou otimista. Sanders, Podemos, Syriza… Existe uma sensação de que outro mundo é possível. A ascensão de Corbyn traz muita esperança, mas é sistematicamente atacada por toda a imprensa, pela BBC, e até pelos jornais de esquerda. É uma grande batalha, mas é muito popular entre as bases.

Acontece com frequência, como seu país demonstrou, que as mensagens populistas e xenófobas atraiam os mais desfavorecidos.
Oferecem uma resposta simples: os imigrantes roubaram seu trabalho. É igual ao crescimento do fascismo nos anos 1930. É fácil apontar o diferente. As pessoas são sempre vulneráveis às respostas simples. A esquerda tem uma resposta mais complicada.

O que pensa quando ouve Theresa May dizer que os conservadores são o partido da classe trabalhadora?
Seria uma piada, não fosse o fato de que ninguém a questiona. É um Governo que utiliza a fome como arma, que deixa as pessoas passarem fome para discipliná-las. É propaganda.

Insinuou que Jimmy’s Hall (2014) seria seu último filme, mas voltou e ganhou a Palma de Ouro. Desta vez é para valer?
Não sei. Como no futebol, jogaremos uma partida de cada vez. Há muitas histórias para contar, mas, fisicamente, o cinema é muito exigente.

Como gostaria de ser lembrado?
Como alguém que não se rendeu, acho. Não se render é importante, porque a luta continua. E as pessoas tendem a se render quando ficam velhas.

*Por

 

 

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*Fonte: resilienciamag

Não dormir o suficiente faz com que engorde 1kg por semana

Todo mundo sabe que dormir mal tem consequências negativas para a saúde e se você não costuma descansar as horas necessárias, provavelmente notará algumas diferenças em relação àqueles que o fazem.

Dormir pelo menos 7 horas fará com que você tenha mais apetite.

Um dos efeitos negativos da falta de sono é que afeta o seu peso e pode aumentar até um quilo por semana, porque dormir menos de 7 horas fará com que você sinta mais apetite, resultando em um aumento considerável no final do mês.

“Não há dúvida de que o sono inadequado promove a fome e causa uma maior ingestão de alimentos durante o dia, causando um considerável ganho de peso”, explicou Eve Van Cauter, diretora do Centro de Sono e Metabolismo da Universidade de Chicago.

Provoca um consumo de até 300 calorias a mais por dia.

Embora ainda não se tenha determinado a quantidade exata de quilos que você pode aumentar, você tem a estimativa de que até um quilo por semana, porque dormir menos que as 7 horas necessárias provoca um consumo de até 300 calorias a mais por dia.

O aumento na ingestão calórica ocorre porque seu corpo precisa mantê-lo acordado, e isso pode trazer consequências fatais para a sua saúde. Além disso, o hormônio da saciedade diminuí e o chamado grelina aumenta, o hormônio da fome.

Organize os seus horários para descansar as horas necessárias.

Então você já sabe: se quer manter vida e corpo saudáveis , a melhor coisa que você pode fazer é organizar os seus horários para descansar as horas necessárias.

 

 

 

 

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*Fonte: paporetolive

A alma é um computador quântico conectado ao universo?

Em uma tentativa de inserir na ciência os conceitos de alma e “consciência”, os cientistas Stuart Hameroff (diretor do Centro de Estudos da Consciência na Universidade do Arizona, EUA) e Sir Roger Penrose (físico matemático da Universidade de Oxford, Inglaterra) criaram a teoria quântica da consciência, segundo a qual a alma estaria contida em pequenas estruturas (microtúbulos) no interior das células cerebrais.

Eles argumentam que nossa “consciência” não seria fruto da simples interação entre neurônios, mas sim resultado de efeitos quânticos gravitacionais sobre esses microtúbulos – teoria da “redução objetiva orquestrada”. Indo mais longe: a alma seria “parte do universo” e a morte, um “retorno” a ele (conceitos similares aos do Budismo e do Hinduísmo).
A alma e a mecânica quântica

De acordo com Hameroff, experiências de quase morte estariam relacionadas com essa natureza da alma e da consciência: quando o coração para de bater e o sangue deixa de circular, os microtúbulos perdem seu estado quântico. “A informação quântica contida neles não é destruída, não pode ser; apenas se distribui e se dissipa pelo universo”.

Se o paciente é trazido da beira da morte, essa informação volta aos microtúbulos. “Se o paciente morre, é possível que a informação quântica possa existir fora do corpo, talvez de modo indefinido, como uma alma”, acrescenta.

Embora a teoria ainda seja considerada bastante controversa na comunidade científica, Hameroff acredita que os avanços no estudo da física quântica estão começando a validá-la: tem sido demonstrado que efeitos quânticos interferem em fenômenos biológicos, como a fotossíntese e a navegação de pássaros.

Vale ressaltar que Hameroff e Penrose desenvolveram sua teoria com base no método científico de experimentação e em estudos feitos por outros cientistas, ao contrário do que ocorrem em casos de “pseudociência” em que simplesmente se acrescenta a física quântica como “ingrediente legitimador” de teorias sem fundo científico. Basta aguardar para ver se outros experimentos e estudos validam as descobertas da dupla.[Daily Mail UK].

*Por: Guilherme de Souza

 

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*Fonte: hypescience

Por que a maioria das pessoas não se importa com problemas ambientais?

As pessoas se importam com questões de sustentabilidade? Como educadora e engenheira ambiental, essa é uma pergunta recorrente em minha cabeça. E tenho certeza que se você está lendo este artigo, já se perguntou isso também.

Fazendo uma rápida busca por pesquisas realizadas sobre o tema, vemos indícios que sim, as pessoas se importam com questões relacionadas ao meio ambiente no Brasil. Uma pesquisa realizada em 2012 pelo Ministério do Meio Ambiente aponta, por exemplo, que 82% das pessoas discordam da seguinte frase: “O conforto que o progresso traz para as pessoas é mais importante do que preservar a natureza” e esse índice veio crescendo desde 1997, quando eram apenas 67%. Em 2018, o “meio ambiente e riquezas naturais” apareceu como maior orgulho nacional para o brasileiro em pesquisa realizada pelo IBOPE e WWF.

Porém, existe uma diferença clara entre o discurso e a prática. Falar que se importa é uma coisa, mas de fato ter uma mudança de comportamento é outra história. Somos um dos países com maiores índices de desmatamento, reciclamos menos de 5% dos nossos resíduos e elegemos governos com claro descaso por questões ambientais.

Se as pessoas dizem se importar, por que não agem e cobram devidamente?

O ser humano prioriza problemas imediatos.

As mudanças climáticas, por exemplo, parecem algo muito distante do presente e acabam não representando uma ameaça factível para muitos.

Desconexão com a natureza.

Cuidamos apenas daquilo que conhecemos e temos vínculo. Quanto mais distantes do meio natural, menos as pessoas se importam com sua preservação e conservação.

A população não tem conhecimento suficiente.

Conhecimento é diferente de informação. Enquanto a informação está cada vez mais acessível, ainda não está claro para muitos os reais desafios, causas, consequências e possibilidades de soluções.

Muitos não sofrem ou percebem diretamente as consequências.

O problema do plástico no oceano, por exemplo, despertou incômodo nas pessoas quando começaram a literalmente ver o lixo na praia e nas ruas de sua cidade.
Poluição praia

É mais trabalhoso sair da zona de conforto.

Como seres vivos otimizamos ao máximo nosso gasto de energia e por isso priorizamos aquilo que nos é mais fácil e cômodo.

Sistema baseado em crenças e valores insustentáveis.

Ganância, individualismo, egoísmo, medo, impotência e desconexão ainda são valores presentes em nossa sociedade e base para nosso modo de vida, gerando crenças, comportamentos e culturas insustentáveis.

Consumismo

O desafio é complexo, mas um dos principais papéis da educação para sustentabilidade é, justamente, compreender as causas da distância entre o discurso e a prática e traçar estratégias para minimizá-las. Também é papel da educação para sustentabilidade aproximar as pessoas da natureza; facilitar práticas e soluções para que as pessoas se desafiem a sair de sua zona de conforto; fortalecer valores humanos como cooperação, respeito e solidariedade; levar a informação de maneira mais clara e convidativa; e gerar mais empatia e conexão entre aqueles que causam e os que hoje começam a sofrer as consequências.

 

 

 

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*Fonte: autossustentavel

7 fatos fascinantes sobre mentirosos patológicos que valem a pena conhecer

Enquanto todos nós contamos pequenas mentirinhas ocasionalmente, há uma grande diferença entre alguém que mente de vez em quando e alguém que é um mentiroso patológico. “Um mentiroso patológico é alguém que mente sem esforço, alguém para quem contar uma mentira é mais natural do que dizer a verdade”, diz a psicóloga Michelle Barton, diretora de Psicologia da Life Well. Mentir pode se tornar parte da vida cotidiana do mentiroso, a ponto de toda a sua existência ser uma invenção.

Como você deve ter adivinhado, esse nível de mentira geralmente é um sintoma de um problema maior. Embora a mentira patológica possa ser seu próprio distúrbio – conhecido como pseudologia fantástica – ela também pode ser um sintoma de psicopatia, distúrbio de personalidade narcisista, ansiedade, depressão e transtorno obsessivo-compulsivo, entre outras coisas.

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Veja só 7 fatos científicos fascinantes sobre mentirosos patológicos que valem a pena conhecer:


7 – A mentira patológica é muitas vezes ligada a um transtorno de personalidade

“A maioria dos mentirosos patológicos tem distúrbio de personalidade narcisista (DPN) ou pelo menos fortes traços narcísicos e mentem compulsivamente (e sabem que estão mentindo) só para parecerem melhores”, disse o psiquiatra Scott Carroll. E por um dos sintomas característicos do NPD ser “um senso exagerado de importância pessoal”, faz sentido porque isso ocorre.


6 – Mentirosos patológicos têm diferentes níveis de hormônio do que a maioria das pessoas

“Uma das teorias mais interessantes sobre mentirosos patológicos é que eles podem ter a proporção oposta de cortisol e testosterona do que a maioria das pessoas”, diz Bill Eddy, terapeuta. “Isso permite que eles sejam altamente agressivos e sem preocupação com os riscos envolvidos, como mentir descaradamente sobre algo que poderia ter sérias consequências se eles fossem pegos”.

E isso pode conectá-los a outro distúrbio de personalidade. Como diz Eddy, “os mentirosos patológicos mais bem-sucedidos são os sociopatas, condição também conhecida como ‘transtorno de personalidade anti-social’ para os profissionais de saúde mental”.

5 – Eles geralmente mentem sobre problemas médicos
Já que que as mentiras são frequentemente contadas como uma forma de buscar simpatia, faz sentido porque mentirosos patológicos podem acabar mentindo sobre ter problemas de saúde. “Alguns mentirosos patológicos mentem exclusivamente sobre sintomas e condições médicas porque compulsivamente buscam a simpatia de outras pessoas que estão doentes e/ou compulsivamente procuram ser cuidadas por outros”, diz Carroll. “Isso é chamado de transtorno factício e pode levar pessoas saudáveis ​​a fazerem cirurgias e outros tratamentos médicos que não precisam”.

4 – Muitos deles realmente acreditam em suas próprias mentiras
Alguns mentirosos patológicos são “delirantes funcionais”, diz Carroll, o que significa que eles realmente acreditam em suas próprias mentiras e podem até passar no teste do detector de mentiras.

“Isso é chamado de ‘micro-psicótico’ para distinguir essas pessoas das que têm esquizofrenia e que deliram fortemente”, diz Carroll. “A maioria das pessoas micro-psicóticas têm Transtorno da Personalidade Borderline e realmente acreditam no que estão dizendo (o que as ajuda a serem ainda mais convincentes), mas se forem pegos mentindo, podem reescrever suas memórias para acreditar em uma nova mentira na hora”.

3 – Crianças que mentem às vezes têm ansiedade ou depressão
É comum crianças e adolescentes mentirem enquanto passam por seus diferentes estágios de desenvolvimento, testando seus limites. Mas algumas crianças que mentem podem estar fazendo isso devido à ansiedade ou depressão.

Como Carroll diz: “As crianças podem mentir compulsivamente negando erros ou violações de regras que obviamente fizeram. Sua mentira compulsiva tende a estar associada à ansiedade, depressão e baixa autoestima, o que torna mais difícil admitirem seus erros”. Felizmente, isso geralmente é tratável, trazendo bons resultados.

2 – É difícil tratar adultos mentirosos
Adultos mentirosos patológicos podem ser mais difíceis de tratar. “Para os adultos, a mentira compulsiva é difícil de parar porque pode ser extremamente reflexiva e habitual”, diz Carroll. “Além disso, pessoas com Transtorno de Personalidade Narcisista não tendem a procurar tratamento para seu narcisismo – apenas para sua ansiedade ou depressão”. Portanto, se essa for a causa da mentira, pode ser complicado.

1 – Mentir pode ser viciante
Mentir pode na verdade ser viciante, devido ao que faz ao cérebro. “Seus comportamentos e sistemas de recompensa são muito parecidos com jogos de azar – você nunca sabe quando é um colapso ou um grande prêmio”, diz Barton. “Como o mentiroso patológico se acostuma com esse nível de medo e ansiedade, eles quase não conseguem funcionar sem ele”.

O mesmo é verdadeiro para muitos mecanismos não saudáveis para lidar com a realidade. Mas há esperança: se você ou alguém que você conhece mente compulsivamente, ou tiver outros hábitos prejudiciais como forma de lidar com o estresse ou a depressão, existem meios de ajustar sua forma de pensar e lidar com sua ansiedade de uma maneira mais saudável. Abrir-se para um ente querido de confiança ou um profissional da saúde mental é um bom modo de começar.

*Por Luciana Calogeras

 

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*Fonte: misteriosdomundo

30 provérbios chineses que podem te deixar mais sábio

1 – Um pouco de perfume sempre fica nas mãos de quem oferece flores.

2 – Não há que ser forte, há que ser flexível.

3 – Nós não herdamos o mundo de nossos antepassados, nós o pegamos emprestado dos nossos filhos.

4 – O passado é história; o futuro, um mistério; e o presente, uma dádiva.

5 – Aquele que faz e promove o bem cultiva o seu próprio êxito.

6 – Ser pedra é fácil, o difícil é ser vidraça.

7 – Se alguém está tão cansado que não possa te dar um sorriso, deixa-lhe o teu.

8 – O medíocre discute pessoas. O comum discute fatos. O sábio discute ideias.

9 – A mente tem o passo ligeiro, mas o coração vai mais longe.

10 – Se houver um general forte, não haverá soldados fracos.

11 – Se o vento soprar de uma única direção, a árvore crescerá inclinada.

12 – Lembre-se de que grandes realizações e grandes amores envolvem grandes riscos.

13 – Espere o melhor, prepare-se para o pior e aceite o que vier.

14 – Todas as flores do futuro estão contidas nas sementes de hoje.

15 – Lembre-se de cavar o poço bem antes de sentir sede.

16 – Se você não mudar a direção, terminará exatamente onde partiu.

17 – A língua resiste porque é mole; os dentes cedem porque são duros…

18 – O burro nunca aprende, o inteligente aprende com sua própria experiência e o sábio aprende com a experiência dos outros.

19 – Sem o fogo do entusiasmo, não há o calor da vitória.

20 – Visão sem ação é sonho. Ação sem visão é pesadelo.

21 – O homem só envelhece quando os lamentos substituem seus sonhos.

22 – A palavra é prata, o silêncio é ouro.

23 – As más companhias são como um mercado de peixe; acabamos por nos acostumar ao mau cheiro.

24 – Cem homens podem formar um acampamento, mas é preciso de uma mulher para se fazer um lar.

25 – Jamais se desespere em meio às sombrias aflições de sua vida, pois das nuvens mais negras cai água límpida e fecunda.

26 – O cão não ladra por valentia e sim por medo.

27 – Quem abre o coração à ambição fecha-o à tranquilidade.

28 – Se não queres que ninguém saiba, não o faças.

29 – Se quiser derrubar uma árvore na metade do tempo, passe o dobro do tempo amolando o machado.

30 – Procure acender uma vela em vez de amaldiçoar a escuridão.

 

*Por João Pedrada

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*Fonte: megacurioso

6 tecnologias que vão mudar nossas vidas até 2030

Embora muita gente não saiba, tudo que cerca o homem é tecnologia, desde a pedra lascada até fotos do solo de Marte. Com o passar dos tempos, a evolução da tecnologia se acelerou de tal forma que pôde permitir a alguém que nasceu na era do rádio alcançar a era da internet.

Vejamos algumas tecnologias que já estão entre nós atualmente, mas que ainda vão modificar bastante a forma como vivemos num futuro não muito distante.

6 tecnologias que vão impactar o mundo até 2030

1. Carros autônomos

Até 2026, estima-se que 10 por cento da frota dos EUA seja de veículos autônomos. Várias empresas já possuem testes em estágios avançados. As pessoas poderão entrar em táxis, falar o endereço e ser levadas até o destino, tudo sem a presença de um motorista humano. Carros elétricos autônomos significam maior segurança no trânsito e diminuição da poluição do ar.

2. Roupas inteligentes

As roupas ganharão chips. Elas serão capazes de se adequar à temperatura ambiente, aquecendo ou arejando o seu dono, além de fornecer informações sobre seu corpo.

3. Inteligência artificial

Já pensou em eleger um novo diretor executivo de uma empresa fornecendo dados sobre os candidatos e deixando que um robô escolha o mais adequado para a função? Isso não está muito longe de acontecer.

4. Impressão 3D

De objetos a órgãos de seres vivos, tudo poderá ser impresso em 3D. Como podemos imaginar, a área da medicina será a mais beneficiada. Com órgãos sendo impressos em 3D, as pessoas não precisarão esperar por doações.

5. Supercomputadores de mão

Os smartphones que usamos hoje são muito mais potentes que nossos primeiros PCs. A evolução não vai parar. Em poucos anos, você terá um celular mais complexo que o computador mais rápido com o qual já teve contato.

6. A internet será cada vez mais necessária

Até 2024, 6,4 bilhões de pessoas (80 por cento da população mundial) terão uma identidade digital. Em alguns lugares, será impossível “viver” sem estar conectado à internet, seja para um simples acesso à rede social, como para realizar pagamentos em lojas sem operadores de caixa. Neste sentido, a tecnologia 5G terá papel fundamental na ampliação do fornecimento das conexões móveis, além da melhoria do sinal.

*Por Ramalho Lima

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*Fonte: techmundo

Tesla começa a produzir em larga escala telhas que geram energia solar (e são mais baratas do que as telhas convencionais)

A telha solar da Tesla já foi testada, aprovada e agora está sendo comercializada em pequena escala em Fremont, na Califórnia. Além de resistente – Elon Musk garante que o produto dura mais de 50 anos! –, a tecnologia promete ser mais barata do que um modelo de telha comum.

Com tanto sucesso, a Tesla anunciou que a produção em larga escala da telha solar já tem endereço: Buffalo, em Nova York. Centenas de funcionários já foram contratados e as máquinas já foram instaladas em uma fábrica de 1,2 milhão de metros quadrados.

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A meta é produzir, em telhas, o equivalente à geração de 2 gigawatts/ano, apenas nesta primeira fábrica. A Tesla ainda não revelou a quantidade de vendas que já realizou do produto, mas garante que a demanda está alta. Ia curtir ter telhas solares na sua casa?

*Por Jessica Miwa

 

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*Fonte: thegreenestpost

O encontro mais íntimo não é o sexual, e sim despir-se emocionalmente

O encontro mais íntimo entre duas pessoas não é o sexual, mas sim despir-se emocionalmente. Uma troca que acontece quando o medo é vencido e nos entregamos ao outro do jeito que somos, em cada uma das nossas vertentes.

Isso não é fácil de alcançar. De fato, despir-se emocionalmente não é algo que se consiga rapidamente, muito menos com qualquer um. É preciso tempo, força e vontade de ouvir, sentir e abraçar emoções. Autoconhecimento e heteroconhecimento, isto é, o conhecimento de si mesmo e o da realidade do outro.

Visto assim, não parece à toa que o termo que as escrituras bíblicas usam para falar do amor sexual ou do estabelecimento da intimidade seja CONHECER. Este artigo trata de se conhecer e se despir em paixões, em sentimentos e em história emocional…

O ato de despir-se emocionalmente começa em si mesmo

O despir emocional começa por si próprio. Isto é, é muito importante se identificar com o que se sente e perceber como nos sentimos confortáveis ou desconfortáveis, o que pensamos e como podemos usar as nossas emoções a serviço dos nossos pensamentos.

Ouvir-se, conectar-se e conhecer a própria herança emocional, isto é, escanear o nosso corpo emocional, é imprescindível para liberar os próprios medos, conflitos, as próprias inseguranças, conquistas, os próprios aprendizados, etc.

Conhecer a nossa filosofia emocional, explorar as nossas vulnerabilidades permanentes, ser consciente do que é doloroso e deixar que isso flua, é imprescindível para poder contemplar a imagem que o nosso espelho emocional projeta ao tirarmos a vestimenta que nos “cobre”.

O autoconhecimento das nossas vulnerabilidades emocionais não faz que estas desapareçam, mas ter um conhecimento mais profundo sobre elas implica que cada vez que apareçam nas nossas vidas poderemos identificá-las e agir, impedindo-as de afogarem as nossas conexões emocionais.

A nossa herança emocional, a chave para se conectar

A nossa herança emocional exerce um forte impacto em nossa capacidade de nos conectarmos emocionalmente com os outros. É exatamente esta bagagem, esta pele, a que nos faz agir sobre as nossas sensações, sentimentos e emoções de uma determinada forma.

Estar exposto as próprias lembranças e a aquelas sensações que podem ser desagradáveis não é fácil, e muitas vezes nem sequer é visto como útil. Contudo, existem muitos motivos pelos quais recomenda-se tirar as vestimentas:

Se queremos ter relacionamentos mais significativos, é importante parar um pouco para olhar o passado e curar as feridas emocionais da nossa infância.

A fiação condutora que transporta as nossas mensagens emocionais precisa estar descoberta para que as nossas reações não nos dominem. Por exemplo, quando você diz “meu irmão me tira do sério”, você tem a sensação de que ele sabe exatamente onde pegar para afetar você.

Conhecer esses temas de reações emocionais e saber comunicá-las nos ajuda a regenerar os nossos pensamentos e o nosso estado de bem-estar geral.

Assim, quando fazemos um trabalho de autoconhecimento, o nosso diálogo interior pode conseguir mudar de “As pessoas são perigosas para mim” para “A forma como me trataram me fez mal, mas sou consciente e procuro que isso não me afete”.

Quando acessamos nossa herança emocional e compreendemos como os sentimentos do passado influenciam as experiências do presente, podemos ser mais ágeis na hora de estabelecer laços fortes e saudáveis de união com quem nos rodeia.

Ser conscientes dos filtros emocionais, dos abrigos e das couraças que vestimos contribui para nos tornar ágeis leitores e intérpretes tanto das tentativas de conexão dos outros como das nossas próprias.

O encontro mais íntimo é despir-se emocionalmente

 

Despir emocionalmente as pessoas muito marcadas pelo seu passado pode ser muito difícil, pois é necessário lidar com as couraças, com as roupas que a tornam inacessível, as desilusões que envolvem a pessoa, os medos das rejeição, do abandono, da solidão…

Para fazer isto é preciso ser inteligente, amar a pessoa e abrir os ouvidos, os olhos e a pele banindo os preconceitos e a atitude de julgamento. Isto é, uma escuta ativa emocional através de todos os sentidos sem “mas” nem vírgulas fora do lugar.

Para fazer isto, é preciso saber que um nu emocional não se consegue em qualquer tipo de ambiente, mas é preciso que se deem as condições ideais para gerar emoções, senti-las, manipulá-las, examiná-las e usá-las.

Os cenários emocionais ideais para despir-se emocionalmente são aqueles onde prima a escuta a partir do interior, a empatia e a inteligência emocional. Cenários nos quais se potencializa a comunicação e a compreensão com uma grande base de respeito e tolerância.

Somente assim poderemos criar um ambiente emocionalmente relaxado no qual realmente possa se dar o encontro íntimo, o despir dos medos, das inseguranças e da verdade emocional. Somente assim conseguiremos esses abraços que quebram os medos, que fecham os nossos olhos e que nos entregam 200% de corpo e alma.

 

 

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*Fonte: resilienciamag

Brasileiros passam a consumir menos açúcar refinado, refrigerante e carne vermelha – aponta pesquisa

Pesquisa realizada pela Kantar Wordpanel, aponta que os brasileiros têm seguido uma tendência mundial de adotar rotina e hábitos alimentares mais saudáveis.

Pela pesquisa, 27% das famílias pesquisadas declararam ter feito mudanças alimentares, diminuindo o consumo de carne vermelha, açúcar refinado e refrigerantes, e aumentando o consumo de frutas e sucos naturais, por exemplo.

Com relação às carnes, 50 por cento dos lares pesquisados afirmam ter diminuído o consumo.

Conforme publicado pelo site Ciclovivo, “em linha com essa tendência o estudo revela que 389 mil domicílios deixaram de comprar açúcar refinado no ano passado. Presente em 51,8% dos lares, o produto teve queda de 0,4% em volume e 19% em valor na comparação com 2017. Por outro lado, a versão demerara, menos refinada e sem aditivo químico, saltou de 6,9% para 10,6% de penetração no mesmo período, ou seja, ganhou mais de 2 milhões de domicílios compradores em 2018. Volume e valor também se destacaram positivamente, com alta de, respectivamente, 50,4% e 44,8%.”

“Já faz algum tempo que a saudabilidade tem sido um fator importante na hora das compras não só no Brasil, mas em todo o mundo. Agora, o movimento ganha mais força. A entrada de produtos como o açúcar demerara e zero lactose na lista de compras revela um consumidor mais atento e alinhado às preocupações globais com a saúde”, afirma Giovanna Fischer, Diretora de Marketing e Consumer Insights da Kantar Worldpanel.

 

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*Fonte: revistapazes

O verdadeiro patrimônio: um texto sobre o que realmente importa

Uma história que nos leva a entender o que realmente importa nessa vida!

Um jovem advogado foi indicado para inventariar os pertences de um senhor recém falecido. Segundo o relatório do seguro social, o idoso não tinha herdeiros ou parentes vivos. Suas posses eram muito simples. O apartamento alugado, um carro velho, móveis baratos e roupas puídas.

“Como alguém passa toda a vida e termina só com isso?”, pensou o advogado.

Anotou todos os dados e ia deixando a residência quando notou um porta-retratos sobre um criado mudo.

Na foto estava o velho morto. Ainda era jovem, sorridente, ao fundo, um mar muito verde e uma praia repleta de coqueiros.

À caneta escrito bem de leve no canto superior da imagem lia-se “sul da Tailândia”.

Surpreso, o advogado abriu a gaveta do criado e encontrou um álbum repleto de fotografias. Lá estava o senhor, em diversos momentos da vida, em fotos em todo canto do mundo.

Em um tango na Argentina, na frente do Muro de Berlim, em um tuk tuk no Vietnã, sobre um camelo com as pirâmides ao fundo, tomando vinho em frente ao Coliseu, entre muitas outras.

Na última página do álbum um mapa, quase todos os países do planeta marcados com um asterisco vermelho, indicando por onde o velho tinha passado.

Escrito à mão no meio do Oceano Pacífico uma pequena poesia:

“Não construí nada que me possam roubar.
Não há nada que eu possa perder.
Nada que eu possa tocar,
Nada que se possa vender.

Eu que decidi viajar,
Eu que escolhi conhecer,
Nada tenho a deixar
Porque aprendi a viver.”

Abraço!

*Por Pedro Schmaus

 

 

 

 

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*Fonte: seuamigoguru