9 coisas que aprendi sobre “não resolver os problemas dos outros”

É inegável que ajudar os outros é bom em diversos aspectos, porém até mesmo para a ajuda que fornecemos precisamos encontrar o equilíbrio, afinal nem sempre o que entendemos como ajuda é realmente bom para o outro, nem sempre o que é bom para nós é bom para todos. Mesmo que queiramos fazer de tudo para ajudar alguém, às vezes precisamos também compreender quando é hora de parar, uma vez que nesse ímpeto constante de ajudar, podemos acabar nos desgastando.

É sobre isso esse artigo, confira abaixo 9 lições que extraímos quando encontramos essa linha limite da ajuda:

1. As pessoas são diferentes.
Por isso, toda vez que você se pegar pensando “a vida desta pessoa seria muito melhor se…”, lembre-se de que essa é a vida dela e não a sua.Por mais que você queira ajudar, a perspectiva dela sobre o mundo é diferente da sua e projetar expectativas sobre o outro não vai ajudá-lo nem um pouco.

2. Você não pode resolver o problema de pessoas que não querem ter seus problemas resolvidos.
Como assim? Simples: há pessoas que, literalmente, cultivam seus problemas e se apegam a eles de tal maneira que já não conseguem mais se ver sem aquele algo sobre o qual se lamentar.Quanto a você… bem, você não pode mudar ninguém. A única coisa que você pode fazer é aceitar (que dói menos, como a sabedoria popular já diz) e amar essa pessoa do jeitinho que ela é.

3. Tentar “resgatar” alguém pode te afundar.
E a partir do momento que você afundar em problemas que não são seus, você os transforma em seus também. Você se envolve com tanta profundidade que passa a viver em função da vida do outro, esquecendo-se de si mesmo.Resultado? Ninguém ajuda ninguém!

4. Potencial significa “poder”, não “querer”.
Não é porque você acha incrível a maneira como determinada pessoa se expressa que você vai tentar convencê-la de que está na profissão errada. Ou então que deveria fazer um intercâmbio. Ou que poderia abrir um novo negócio.
Não é porque ela é muito inteligente que você tem a “obrigação de amigo” de informá-la que ela simplesmente não pode cursar uma graduação tão simples ou abandonar o mestrado ou deixar a presidência de uma grande empresa. Mais uma vez: a vida não é sua. Portanto, não cuide dela!

5. Ajudar não significa resolver.
Você pode, sim, ajudar um amigo(a), companheiro(a) ou familiar com uma boa conversa, demonstrando como você é grato por sua companhia, convidando-o para almoçar e até dizendo o quão especial ele(a) é na sua vida.O que você não pode é se sentir na obrigação de tomar as rédeas da vida da pessoa e organizá-la sozinho; mesmo que ela queira, mesmo que ela peça, mesmo que ela implore.
Com essa atitude você só vai desestimulá-la a acreditar no seu próprio potencial e vai torná-la dependente de você para sempre. Se é isso o que você deseja, procure um psicólogo – isso é carência!

6. Você não precisa que o outro seja feliz para ser feliz!
Parece simples, mas pode ser que o seu desespero para ajudar as pessoas seja reflexo do depósito de expectativas que você coloca sobre ela. Lembre-se: você não precisa que o outro seja feliz para ser feliz!
É claro que compartilhar alegrias é uma forma maravilhosa de viver nossas relações, mas como já sabemos, felicidade não vem de fora: ela parte de dentro de nós. Se a pessoa a quem você quer ajudar não consegue ser feliz, isso é um problema dela, não seu.
Por mais que te doa ler isso, respire fundo, olhe para dentro e simplesmente sorria sinceramente para si mesmo. Se você for capaz disso, será capaz de inspirar quem ama a ser feliz como você, e isso vale muito mais do que servir de muleta aos outros.

7. Cuidar de si mesmo ajuda mais do que você imagina!
E cuidar de si mesmo exige tempo e dedicação. Para dizer a verdade, até um pouquinho de egoísmo. Não adianta você varrer os seus próprios problemas para debaixo do tapete e correr na casa da comadre para lhe dar conselhos. Sua hipocrisia só vai fazer adoecer a você mesmo, ao seu amigo e à relação de vocês.
Seja sincero, encare suas dificuldades, olhe para o seu interior e, quando tudo estiver em harmonia (não necessariamente perfeito), a sua energia positiva será o suficiente para inspirar todos ao seu redor.

8. Problemas não são necessariamente coisas ruins.
Eles nos ajudam a crescer e a entender que a vida não é um mar de rosas, como minha avó já preconizava. É preciso ter o discernimento para perceber que “shit happens” (merdas acontecem) e que ninguém é obrigado a ser feliz o tempo inteiro (Wander Wildner já dizia, lembram da música?).
A partir do momento que você entender isso, perceberá que as dificuldades precisam acontecer para que nós amadureçamos e aprendamos a desapegar: afinal de contas, ao contrário do que a nossa sociedade consumista prega, nada é para sempre.

9. Você não pode mudar as pessoas, apenas amá-las.
Você não é melhor do que ninguém, aceite isso. Consequentemente, não pode mudar as pessoas, nem resolver seus problemas, muito menos julgar o que é bom ou não para ela.
Se nos lembrarmos do ditado popular “cada macaco no seu galho”, podemos pensar apenas em dar uma passadinha no galho do colega para doar um pouquinho do nosso amor e voltar logo para o nosso próprio para não quebrar o de ninguém e acabar estrebuchado no chão!

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*Fonte: vidaemequilibrio

O fim dos detritos espaciais na órbita da Terra pode estar próximo

Um voo da SpaceX realizou um experimento histórico da Nanoracks que pode ajudar as agências espaciais e os governos a lidar com os detritos perigosos encontrados no Espaço e na órbita da Terra. A empresa espacial hospedou um robô utilizado para suavizar o metal através do atrito.

Essa pode ser a tão desejada solução que o governo dos Estados Unidos e empresas privadas buscam para proteção espacial da Terra de objetos desgovernados e favorecimento da exploração e o uso do Espaço. Esse tema tem sido bem recorrente nas últimas semanas dentro do Congresso e a Comissão Federal de Comunicações norte-americana.

Essa missão foi chamada de Posto Avançado Mars Demo-1 e pretende ser a primeira de uma série de demonstrações em direção ao corte de metal no Espaço. A técnica demonstrada no objeto da missão Transporter-5, da SpaceX, empresa do bilionário Elon Musk, chama-se “fresamento de atrito”.

De acordo com o apresentador do experimento Nanoracks, esse procedimento utiliza ferramentas de corte que operam em alta rotação para suavizar o metal. Nesse caso, o braço robótico e as amostras utilizadas foram completamente selados neste experimento como uma precaução adicional contra a geração de novos detritos espaciais.

A Nanoracks é uma empresa privada de serviços espaciais, que hospeda experimentos a bordo da Estação Espacial Internacional (ISS), e tem como objetivo desenvolver várias estações do Posto Avançado que hospedam cargas a bordo de estágios expirados de foguetes, em um futuro próximo.

Controle de detritos espaciais
A primeira demonstração ocorreu a bordo de um foguete rideshare. Os envolvidos no projeto dos detritos alegam que ainda há muito o que aprender para futuras missões até que essa demonstração se torne realidade para todas as entidades participantes: Nanoracks, Voyager e Maxar, que forneceram o braço robótico.

Uma outra missão tinha como objetivo cortar um objeto feito de aço resistente à corrosão. O material utilizado é semelhante ao encontrado do lado de fora de um foguete Vulcan Centaur da United Launch Alliance, porém o robô não alcançou a meta.

Em um comunicado, o vice-presidente sênior de sistemas espaciais da empresa Nanoracks, Marshall Smith, declarou que irá investigar o motivo de a missão não ter saído da forma como era esperado pela equipe, se está relacionado com o material do objeto utilizado ou com a técnica empregada.

*Por Isabela Valukas Gusmão
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*Fonte: olhardigital

5 Expressões populares criadas por William Shakespeare

Na história do teatro e da poesia, William Shakespeare é um nome incontornável. Seus trabalhos renderam algumas das obras culturais mais icônicas da arte mundial, repercutindo em todo o mundo e influenciando gerações. Mas o Bardo não deixou rastros somente na arte.

O reflexo de sua genialidade entrou, também, para o imaginário coletivo e nosso cotidiano. E não, não estou falando do doce Romeu e Julieta. Shakespeare criou algumas expressões que são repetidas sem que muitos de nós saibamos serem de sua autoria.

Conheça algumas e descubra se você cita Shakespeare e não sabia!

1. “Você está falando grego”
A imagem de falar grego, como dizer algo que é incompreensível a outra pessoa, tem origem em uma das peças teatrais criadas por William Shakespeare, mais especificamente em A Tragédia de Júlio César, de 1599.

No Ato 1, Cena 2, Cássio pergunta a Servíllio Casca o que Cícero havia dito, este responde: “De minha parte, era grego para mim”. No contexto da peça, Casca não havia entendido o que Cícero dizia porque este, realmente, estava falando em grego.

2. “Um coração de ouro”
No drama histórico Henrique V, publicado em 1599 e integrante de uma tetralogia sobre monarcas, o Bardo se inspirou na vida do nobre que governou a Inglaterra na primeira metade do século XV. No Ato 4, Cena 1, o rei se disfarça de plebeu e conversa com o personagem Pistol, que não o reconhece.

Ao perguntar ao rapaz se há homem melhor que o rei, este responde: “O rei é um alcoólatra, mas tem um um coração de ouro, é um rapaz de vida, um diabinho de fama”. Foi assim que a frase entrou para o vocabulário popular, mantendo o sentido original de significar uma pessoa muito gentil e honrada.

3. “O amor é cego”
O Mercador de Veneza foi uma peça em que Shakespeare fez questão de expressar temas relevantes que já existiam em sua época, como discriminação racial e desigualdade social. Dois personagens estavam apaixonados, mas suas diferentes classes sociais impediam que estivessem juntos.

No Ato 2, Cena 6, Jessica se disfarça de menino para ver Lorenzo. William Shakespeare escreve ali: “Mas o amor é cego, e os amantes não podem ver as belas loucuras que eles mesmos cometem”. É dos casos que o sentido original é o mesmo que utilizamos, a nossa incapacidade de ver defeitos em quem amamos.

4. “Quebrar o gelo”
Pois é, essa expressão associada ao fato de dar início a uma conversa interrompendo um silêncio constrangedor surgiu em A Megera Domada, de 1594, uma comédia. Nela, Batista, pai de duas filhas, se recusa a conversar com o pretendente de sua filha mais nova até que a mais velha se case.

Seu funcionário, Trânio, sugere que ele convença alguém a casar com a filha mais velha, pois tem intenções de conquistar o amor da mais nova. Então, no Ato 1, Cena 2, diz: “E se você quebrar o gelo, e fizer essa façanha, alcance o mais velho, liberte o mais novo”. Ah, A Megera Domada serviu de inspiração para a novela global O Cravo e a Rosa.

5. “O mundo é sua ostra”
Essa famosa expressão criada por William Shakespeare tem origem em As alegres comadres de Windsor, peça teatral de comédia publicada em 1602. A obra narrava com muito humor a burguesia inglesa da época. Foi escrita pelo Bardo em apenas quinze dias, a pedido da rainha Elizabeth I. A frase aparece no Ato 2, Cena 2, e é ligeiramente diferente.

Falstaff se recusa a emprestar dinheiro a outro personagem, que retruca dizendo: “Ora, então a minha ostra do mundo, que com espada abrirei”. Deu para ver que ela foi bastante adaptada, certo? “O mundo é sua ostra” não teria uma tradução muito exata no português, mas seria algo como “o mundo é seu” ou “o céu é o limite”.

*Por Alejandro Sigfrido Mercado Filho
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*Fonte: megacurioso

14 sintomas que indicam problemas de ansiedade

Quando aumentada, a doença pode ser verdadeiramente incapacitante

Quando não se conhece algo, a reação mais instintiva é ter medo. O desconhecido sempre assusta, pois ali não há qualquer controle possível. É difícil entender algo que você nunca experienciou, principalmente aquilo que está dentro da nossa mente.

Os transtornos de ansiedade – como Síndrome do Pânico, TOC e fobias – são doenças muito reais para quem sofre com eles. O que é preciso entender é quando a emoção deixa de ser normal e passa a trazer prejuízos para a vida do indivíduo.

“A ansiedade é uma emoção instintiva, que faz parte dos sentimentos do ser humano. Os transtornos começam a aparecer quando esse nível de ansiedade aumenta. É natural sentir ansiedade antes de um encontro ou um evento muito importante. Já quem tem esse nível elevado, pode ter crises”, explica o psiquiatra e membro da Câmara Técnica de Psiquiatria do Conselho Regional de Medicina (CREMESP), Daniel Sócrates.

Como qualquer doença psiquiátrica, tem uma conotação de que é frescura, mas muitas vezes ela é incapacitante.

É importante ressaltar que, apesar da origem genética da doença, muitas pessoas que chegam aos consultórios hoje relatam dificuldades em lidar com as pressões do dia a dia, principalmente quando se trata de carreira.

“Existem questões genéticas que influenciam sim, mas também uma questão muito comum é a sobrecarga de trabalho, de estresse generalizado (com muito trabalho e pouco lazer), em uma rotina de muita cobrança. A queixa número um hoje é tanto de quem se cobram muito ou quem se sentem muito cobrado no trabalho”, elucida Daniel.

1. Preocupação excessiva
Todo mundo tem alguma coisa para se preocupar: o trabalho, as contas, a carreira, filhos, a aparência física… O que a diferencia para a ansiedade patológica é quando essas preocupações se tornam fatores limitantes, além de desencadearem outros sintomas. A pessoa se sente angustiada na necessidade absoluta de resolver aquilo o mais rápido possível – e se sente ainda pior quando não consegue.

2. Insônia
Se você já “perde o sono” por conta de um encontro, uma reunião importante no trabalho ou uma DR, imagine viver todos os dias varando noites por todos os motivos possíveis e imagináveis.

3. Ganho ou perda de peso muito acentuados
Sim, todos temos tendências a aproveitar um momento de estresse para descontar na comida – ou para simplesmente evitar a alimentação. E estudos comprovam que o açúcar é um terrível aliado na hora de liberar dopamina no cérebro, causando sensações similares ao uso de drogas. Além disso, é possível sofrer com distúrbios gastrointestinais nas crises de ansiedade, o que impede que você consiga se alimentar sem passar mal.

4. Evitar determinadas situações
Como você já deve ter percebido, o problema não é ser ansiosa, por si só: é quando isso começa a ter impacto na sua vida. Se você evita a todo custo ir à festas, em um encontro, falar em público ou qualquer outro momento que te causa algum desses sintomas, é melhor procurar ajuda. “É importante estimular a pessoa a procurar uma avaliação especializada. Se for, é uma doença que responde bem ao tratamento”, afirma Daniel.

5. Memória e concentração prejudicadas
Começa a ficar mais difícil ter foco e até mesmo guardar lembranças e informações. O cérebro fica em constante estado de alerta – e é como se você não conseguisse se “desligar”. Aliás, o sono é um fator fundamental para melhorar essas condições.

6. Crises de pânico
Em um nível bem alterado, a pessoa pode passar a ter a chamada síndrome do pânico, que são muitas crises de ansiedade com picos muito elevados. “O sofrimento é muito grande: você tem uma sensação de morte eminente, o coração dispara, dá apneia e sudorese extrema”, explica o médico.

7. Coração acelerado (taquicardia)
De repente é como se seu coração pudesse pular para fora do seu peito. É uma sensação de que algo não está certo, mas você não consegue identificar o que. Isso pode ocorrer tanto em crises de pânico quando nas de ansiedade generalizada.

8. Falta de ar
Essa é um dos sintomas mais comuns dos momentos de picos muito elevados. É como se houvesse uma pedra no peito que dificulta a respiração.

9. Medos irracionais (fobias)
“A ansiedade é um sintoma presente em vários transtornos mentais: seria como falar em febre – muitas doenças se manifestam com esse sinal”, explica o professor e doutor Mário Louzã, membro filiado do Instituto de Psicanálise da Sociedade Brasileira de Psicanálise de São Paulo. Você começa a desenvolver um medo de situações e coisas que não tinha antes, como de répteis, viajar de avião, andar de carro etc.

10. Comportamentos compulsivos (TOC)
Outra forma comum de manifestação está no Transtorno Obsessivo Compulsivo, no qual a pessoa encontra nos movimentos repetitivos e compulsivos um escape para a ansiedade. Lavar as mãos o tempo todo, precisar checar se trancou a porta de casa 10 vezes antes de sair ou só conseguir dormir depois de seguir uma estrita rotina são alguns exemplos.

11. Tensão muscular
Já se pegou pressionando os dentes tão forte que você começa a sentir dores no maxilar? Ou então sofre com o bruxismo, o famoso problema de ranger os dentes à noite? Até mesmo dores constantes no pescoço – que podem se transformar em dores de cabeça – são sinais de que você passa muito tempo “tensa”, sobrecarregando seu corpo.

12. Tremores
Tudo está bem e você começa a tremer, sem motivo aparente. Isso normalmente é acompanhado dos outros sintomas: taquicardia, sudorese, falta de ar…

13. Vícios
Pessoas que sofrem de algum transtorno de ansiedade costumam procurar escapes para as crises. Antes de se dar conta do que é, procurar ajuda e tratamento, a primeira escolha é um vício. Tabagismo, álcool, drogas ilícitas e compulsão alimentar são comuns nesses casos.

14. Irritabilidade
Você acaba sem paciência para nada e descontando o estresse nos outros. É difícil perceber quando isso não é só um traço da sua personalidade, mas um sinal de que algo não está bem.

Este conteúdo foi originalmente publicado no portal MdeMulher.
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*Fonte: exame

Pessoas inteligentes têm poucos amigos, já os medíocres, têm muitos.

Pessoas inteligentes têm poucos amigos, já os medíocres, têm muitos.

Seus amigos são um reflexo de sua própria personalidade. Você escolhe os amigos de acordo com quem você é. Por isso, pessoas medíocres têm amigos medíocres.

Pessoas inteligentes têm poucos amigos. Diz-se sabiamente: “ Um homem é conhecido pela companhia que mantém ”.

Os tolos têm pessoas tolas como amigos. Boas pessoas têm bons amigos. Pessoas más têm amigos maus.

Criminosos fazem amizade com criminosos. Os corruptos preferem os corruptos como amigos.

Pessoas honestas fazem amizade com pessoas honestas. Portanto, não é surpresa que pessoas inteligentes busquem amizade entre as pessoas inteligentes. Elas não podem tolerar pessoas medíocres.

Pessoas inteligentes são uma raridade no mundo, pois a maioria das pessoas é medíocre ou totalmente estúpida.

PESSOAS MEDÍOCRES NÃO SE SENTEM À VONTADE COM PESSOAS INTELIGENTES, POIS SÃO INFORMADAS DE SUA INCOMPETÊNCIA QUANDO ESTÃO EM SUA PRESENÇA.

As pessoas inteligentes também não se sentem à vontade com pessoas medíocres porque não podem perder tempo explicando tudo sem que elas consigam entender.

Assim, as pessoas inteligentes têm poucos amigos, pois pessoas inteligentes estão em falta no mundo, enquanto os medíocres existem aos montes, estão disponíveis em abundância.

Ter poucos amigos, portanto, não é ruim, é um sinal de que você se tornou seletivo, é uma prova de que você é inteligente e sabe separar o joio do trigo.

Eu diria que quanto mais inteligente você for, mais difícil será encontrar amigos verdadeiros que possam causar um impacto positivo em sua vida.

As pessoas inteligentes são mais perspicazes e têm padrões mais altos para seus amigos do que as pessoas comuns, e preferem ficar sozinhas do que com as pessoas erradas.

No entanto, quando pessoas inteligentes encontram amigos adequados, geralmente os mantêm por muito tempo porque é uma amizade baseada no respeito mútuo, e não na conveniência.

As pessoas inteligentes são mais exigentes em relação à qualidade e aos valores de seus amigos, então tendem a encontrar sua tribo mais tarde na vida em comparação com as pessoas comuns.

Em outras palavras, a vida social das pessoas inteligentes só melhora com a idade, à medida que aprendem mais sobre si mesmas.

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*Fonte: seuamigoguru

Doação bilionária à causa ambiental

Antes de mais nada, houve surpresa geral. Yvon Chouinard, dono da marca Patagonia, entregou todas as ações da empresa avaliada em nada menos que 3 bilhões de dólares e, além disso, com lucro anual de cerca de US$ 100 milhões, para lutar contra as mudanças climáticas e proteger áreas naturais. Um doação bilionária. A notícia foi manchete em todo o mundo. O icônico New York Times publicou Billionaire No More: Patagonia Founder Gives Away the Company. Ou seja, Ex-bilionário, Fundador da Patagonia doa a empresa, em 14 de setembro de 2022.

A doação de Yvon Chouinard, segundo o New York Times
‘Em vez de vender a empresa ou torná-la pública, Chouinard, sua esposa e dois filhos transferiram a propriedade da Patagonia, avaliada em cerca de US$ 3 bilhões. A doação foi para um fundo e uma ONG, criados para preservar a independência da empresa garantindo que seus lucros serão usados ​​para combater as mudanças climáticas e proteger terras não desenvolvidas em todo o mundo.’

Aos 83 anos, Chouinard deu uma entrevista ao NYT: “Esperamos que isso influencie uma nova forma de capitalismo que não produza apenas algumas pessoas ricas e um monte de pessoas pobres. Vamos doar o máximo para as pessoas que trabalham para salvar o planeta.”

‘A Terra é agora nosso único acionista’
O ex-bilionário publicou uma carta-aberta no site da empresa, cujo título copiamos acima, onde diz: ‘Eu nunca quis ser um empresário. Comecei como artesão, fazendo equipamentos de escalada para meus amigos e para mim, depois entrei no vestuário.’

‘À medida que começamos a testemunhar a extensão do aquecimento global e da destruição ecológica, e nossa própria contribuição, a Patagonia se comprometeu a usar a empresa para mudar a forma como os negócios eram feitos.’

…Começamos com nossos produtos, utilizando materiais que causavam menos danos ao meio ambiente. Doamos 1% das vendas a cada ano…Embora estejamos fazendo o nosso melhor para enfrentar a crise ambiental, não é suficiente…Precisávamos encontrar uma maneira de investir mais dinheiro no combate à crise, mantendo intactos os valores da empresa.’

Então, entre vender a empresa e correr o risco do novo proprietário ‘não manter nossos valores’, diz, optou pelo doação.

Como a Patagonia vai funcionar?
É Yvon quem responde: ‘Funciona assim: 100% do capital votante é transferido para o Patagonia Purpose Trust, criado para proteger os valores da empresa. Enquanto isso, 100% das ações sem direito a voto foram doadas ao Holdfast Collective, organização sem fins lucrativos dedicada a combater a crise ambiental e defender a natureza.’

‘O financiamento virá da Patagônia. A cada ano, o dinheiro que ganhamos após o reinvestimento no negócio será distribuído como dividendo para ajudar a combater a crise.’

E conclui: ‘Apesar de sua imensidão, os recursos da Terra não são infinitos e está claro que ultrapassamos seus limites. Mas também é resistente. Podemos salvar nosso planeta se nos comprometermos com isso.’

Ou seja, foi um ato de amor ao planeta, e ao mesmo tempo, de imenso desapego. O New York Times explica que ‘o fundo será supervisionado por membros da família e seus conselheiros mais próximos.’ E ‘visa garantir que a Patagonia cumpra seu compromisso de administrar um negócio socialmente responsável e doar seus lucros.’

Doação bilionária custou US$ 17 mi em impostos
Só em impostos pela doação, informa o NYT, ‘a família pagará cerca de US$ 17,5 milhões em impostos sobre o presente.’ E diz também que ‘a família não recebeu nenhum benefício fiscal por sua doação.

O NYT diz ainda que ‘Ao doar a maior parte de seus bens durante a vida, os Chouinards – Yvon, sua esposa Malinda e seus dois filhos, Fletcher e Claire, ambos na casa dos 40 anos – se estabeleceram como uma das famílias mais caridosas do país.’

Que o ato de desapego da família gere muitos frutos.

*Por João Lara Mesquita
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*Fonte: marsemfim

Como sua personalidade muda conforme você envelhece

“Senhor presidente, quero levantar uma questão que está rondando há duas ou três semanas e apresentá-la especificamente no contexto da segurança nacional…”, dizia o jornalista Henry Trewhitt, enquanto olhava seriamente para o então presidente dos Estados Unidos, Ronald Reagan.

Era outubro de 1984 e Reagan tentava a reeleição.

Algumas semanas antes, ele havia tido um mal desempenho no debate contra seu principal adversário. E havia rumores de que, aos 73 anos, ele estava simplesmente velho demais para o cargo.

Na época, Reagan era o presidente mais velho da história dos Estados Unidos, recorde que foi quebrado por Donald Trump (74) e agora pelo atual presidente, Joe Biden (78).

Seu antecessor no cargo havia passado dias sem dormir, na época da crise dos mísseis cubanos. E Trewhitt queria saber se Regan tinha alguma dúvida de que poderia governar sob circunstâncias semelhantes.

Em 1984, Reagan era o presidente mais velho a governar os Estados Unidos até então

“E quero que saiba que também não vou fazer da idade um tema desta campanha. Não vou explorar, para fins políticos, a juventude e a inexperiência do meu oponente.”

A resposta foi recebida com gargalhadas e aplausos, que precederam uma vitória esmagadora do candidato republicano.

A ironia de Reagan, no entanto, continha mais verdade do que ele podia imaginar.

Ele não só tinha a experiência ao seu lado, como também uma “personalidade madura”.

Todos nós estamos familiarizados com a transformação física que o envelhecimento impõe: a pele perde elasticidade, a gengiva se retrai, o nariz cresce, os pelos brotam em lugares peculiares — ao mesmo tempo que desaparecem completamente de outros — e aqueles preciosos centímetros de altura a que nos agarramos começam a desaparecer.

Agora, após décadas de pesquisas sobre os efeitos do envelhecimento, os cientistas estão descobrindo mudanças mais misteriosas.

“A conclusão é exatamente esta: que não somos a mesma pessoa durante toda nossa vida”, diz René Mõttus, psicólogo da Universidade de Edimburgo, na Escócia.

Embora nossa personalidade esteja mudando constantemente, ela muda em relação às pessoas ao nosso redor

A maioria de nós gostaria de pensar na nossa personalidade como relativamente estável ao longo da vida. Mas várias pesquisas sugerem que não é o caso.

Nossas características estão mudando constantemente e, quando entramos na casa dos 70 e 80 anos, passamos por uma transformação significativa.

A modificação gradual da nossa personalidade tem algumas vantagens surpreendentes. Nos tornamos mais conscientes, agradáveis ​​e menos neuróticos. Os níveis dos traços de personalidade da chamada “tríade obscura” — maquiavelismo, narcisismo e psicopatia — também tendem a diminuir e, com eles, o risco de comportamentos antissociais, como crimes e uso abusivo de substâncias.

As pesquisas mostram que nos tornamos pessoas mais altruístas e confiantes. Nossa força de vontade aumenta e desenvolvemos um senso de humor melhor. Por fim, os idosos têm mais controle sobre suas emoções.

Sem dúvida é uma combinação imbatível — e que indica que o estereótipo de que as pessoas mais velhas são rabugentas e ranzinzas precisa ser revisto.

Longe de serem consolidadas na infância, ou por volta dos 30 anos — como a comunidade científica pensou durante anos —, parece que nossas personalidades são fluidas e maleáveis.

“As pessoas se tornam mais agradáveis e mais adaptadas socialmente”, diz Mõttus.

“São cada vez mais capazes de equilibrar suas próprias expectativas de vida com as demandas da sociedade.”

Os psicólogos chamam o processo de mudança que ocorre à medida que envelhecemos de “maturação da personalidade”.

Aqueles com maior autocontrole provavelmente serão mais saudáveis ​​

É uma mudança gradual e imperceptível que começa na nossa adolescência e continua até pelo menos a nossa oitava década no planeta.

Curiosamente, parece ser universal: a tendência é observada em todas as culturas humanas, da Guatemala à Índia.

“Geralmente é controverso fazer julgamentos de valor sobre essas mudanças de personalidade”, diz Rodica Damian, psicóloga social da Universidade de Houston, nos Estados Unidos.

“Mas, ao mesmo tempo, temos evidências de que são benéficas.”

Por exemplo, a falta de estabilidade emocional tem sido associada a problemas de saúde mental, maiores taxas de mortalidade e divórcio.

Damian explica que o parceiro de alguém com alto grau de conscienciosidade tende a ser mais feliz, porque é mais provável que essas pessoas lavem a louça na hora e sejam menos suscetíveis a trair.

Acontece que, embora nossa personalidade mude em certa direção à medida que envelhecemos, quem somos em relação a outras pessoas na mesma faixa etária tende a permanecer bastante estável.

Por exemplo, é provável que o nível de neurose de uma pessoa diminua como um todo, mas os mais neuróticos aos 11 anos de idade geralmente ainda são os mais neuróticos aos 81 anos.

“Há uma base de quem somos no sentido de que mantemos nossa posição em relação a outras pessoas em certo grau”, diz Damian.

“Mas, em relação a nós mesmos, nossa personalidade não é imutável, podemos mudar.”

Como essas mudanças de personalidade se desenvolvem? “Este é o grande debate na área”, diz Mõttus.

Como o amadurecimento da personalidade é universal, alguns cientistas acreditam que, longe de ser um efeito colateral casual por termos tido mais tempo para aprender as normas sociais, as maneiras pelas quais nossa personalidade muda podem estar geneticamente programadas — talvez até moldadas por forças evolutivas.

Por outro lado, há especialistas que acreditam que nossa personalidade é em parte criada por fatores genéticos e posteriormente esculpida por pressões sociais ao longo de nossas vidas.

Por exemplo, uma pesquisa conduzida por Wiebke Bleidorn, psicóloga da personalidade da Universidade da Califórnia, nos EUA, concluiu que, em culturas onde se esperava que as pessoas amadurecessem mais rápido (em termos de casamento, começar a trabalhar, assumir responsabilidades adultas), suas personalidades tendem a amadurecer mais cedo.

nas quais se espera que se case ou comece a trabalhar mais cedo têm personalidades que amadurecem mais rápido

“As pessoas simplesmente se veem obrigadas a mudar seu comportamento e, com o tempo, se tornam mais responsáveis. Nossa personalidade muda para nos ajudar a enfrentar os desafios da vida”, explica Damian.

Mas o que acontece quando ficamos muito velhos?

Há duas maneiras possíveis de estudar como mudamos ao longo de nossas vidas.

A primeira é pegar um grupo grande de pessoas de idades diferentes e observar como suas personalidades são distintas.

Um problema com essa estratégia é que é fácil confundir acidentalmente os traços geracionais que foram esculpidos pela cultura de um determinado período de tempo — como pudor ou uma adoração inexplicável por leite condensado e coca-cola — com as mudanças que ocorrem à medida que envelhecemos.

A alternativa é pegar o mesmo grupo de pessoas e acompanhá-las à medida que crescem.

Foi exatamente o que aconteceu com o Lothian Birth Cohort (estudo de coorte de Lothian), um grupo de pessoas na Escócia que teve sua personalidade e traços de inteligência analisados em junho de 1932 ou junho de 1947, quando ainda estavam na escola. Na época, tinham cerca de 11 anos.

Junto a seus colegas da Universidade de Edimburgo, Mõttus rastreou centenas dessas pessoas quando elas estavam na faixa dos 70 ou 80 anos — e fez mais dois testes idênticos, com vários anos de diferença entre si.

Um famoso estudo com pessoas na Escócia mostrou resultados notavelmente diferentes para duas gerações de participantes

“Como tínhamos dois coortes diferentes de pessoas, e ambos foram medidos em duas ocasiões, pudemos usar as duas estratégias de uma vez”, diz Mõttus.

Foi uma sorte, porque os resultados foram visivelmente diferentes para as duas gerações.

Enquanto as personalidades do grupo mais jovem permaneceram mais ou menos as mesmas no geral, os traços de personalidade do grupo mais velho começaram a mudar, de modo que, em média, eles se tornaram menos abertos e extrovertidos, assim como menos agradáveis e conscientes.

As mudanças benéficas que vinham ocorrendo ao longo de suas vidas começaram a se reverter.

“Acho que faz sentido, porque na velhice as coisas começam a acontecer com as pessoas num ritmo mais rápido”, explica Mõttus, destacando que a saúde do grupo mais velho pode ter piorado e é provável que elas tenham começado a perder amigos e familiares.

“Isso tem um certo impacto em sua participação ativa no mundo.”

Ninguém investigou ainda se essa tendência continuaria após os 100 anos.

Pesquisas sobre japoneses centenários mostram que eles tendem a obter uma pontuação alta em conscienciosidade, extroversão e abertura, mas podem ter apresentado mais essas características desde o início, e talvez isso até tenha contribuído para sua longevidade.

Nossa personalidade está intimamente ligada ao nosso bem-estar

Na verdade, nossa personalidade está intrinsecamente ligada ao nosso bem-estar à medida que envelhecemos.

Por exemplo, aqueles com maior autocontrole são mais propensos a ser saudáveis ​​na idade adulta; mulheres com níveis mais elevados de neurose são mais suscetíveis a apresentar sintomas durante a menopausa; e um certo grau de narcisismo foi associado a taxas mais baixas de solidão, o que por si só é um fator de risco para morte precoce.

No futuro, compreender como certos traços da personalidade estão ligados à nossa saúde — e como podemos esperar que nossa personalidade evolua ao longo da nossa vida — pode ajudar a prever quem tem mais risco de sofrer de certos problemas de saúde e assim intervir.

“Eu estava dando uma palestra ontem em uma prisão”, conta Mõttus. “E uma questão na qual eles estavam realmente interessados era: as pessoas mudam? A conclusão geral é que sim, elas mudam.”

Isso significa que, na opinião dele, não há nenhuma evidência forte para sugerir que as pessoas podem usar sua personalidade como desculpa para seu comportamento.

O conhecimento de que nossas personalidades mudam ao longo de nossas vidas, quer a gente queira ou não, é uma prova útil de como elas são maleáveis.

“É importante que saibamos disso”, afirma Damian.

“Por muito tempo, as pessoas pensaram que não.”

“Agora estamos vendo que nossa personalidade pode se adaptar e isso nos ajuda a enfrentar os desafios que a vida nos apresenta”, acrescenta.

No mínimo, isso nos dá algo para esperar à medida que envelhecemos e uma chance de descobrir quem nos tornaremos.

*Por Zaria Gorvett
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*Fonte: bbc-brasil

10 mitos sobre saúde que você escuta todos os dias

Por mais que seja cada vez mais fácil de buscar a verdade por trás das informações que nos rodeiam, ainda caímos em algumas balelas do senso comum — e no que diz respeito à área da saúde, não é diferente: existem lorotas que ouvimos todos os dias, e sequer nos damos conta. Confira alguns mitos sobre saúde que ninguém desmentiu para você (até agora).

1. Chocolate causa acne
É bem possível que você já tenha ouvido falar que chocolate causa acne, mas cientistas da Pensilvânia estudaram os efeitos do chocolate na pele de 65 indivíduos e descobriram que aqueles que comiam uma quantidade dez vezes maior de chocolate não mostraram diferenças em comparação com os outros.

2. Glúten faz mal à saúde
De acordo com a farmacêutica Pfizer, não há qualquer pesquisa, estudo ou mesmo testes científicos conclusivos que indiquem que o glúten prejudique o desenvolvimento ou funcionamento do organismo de indivíduos normais e saudáveis. Na verdade, existem até benefícios: quando consumido de maneira correta e equilibrada, o glúten, ao chegar ao intestino delgado, ajuda na proliferação e renovação das bactérias “do bem”, que auxiliam na digestão alimentar.

3. O colesterol é ruim
Nem todo colesterol é ruim para o corpo. Embora muito colesterol LDL possa estar associado a um risco aumentado de doença cardíaca, o colesterol HDL (considerado como o colesterol bom) ajuda a manter os níveis de LDL sob controle e, portanto, ajuda a manter a saúde do coração, como explica a American Heart Association.

4. Gema de ovo é prejudicial
Muitos são levados a consumir apenas a clara do ovo, mas os especialistas apontam que as gemas são cheias de colesterol HDL, que conforme mencionamos acima, é conhecido por neutralizar os efeitos do colesterol ruim.

5. Parar de comer emagrece
As pessoas são levadas a acreditar que passar fome pode parecer uma estratégia eficaz para perder muitos quilos rapidamente. No entanto, isso pode ter o efeito oposto. Os especialistas recomendam manter uma dieta balanceada e de baixa caloria para ajudar a perder peso.

6. Café prejudica o desenvolvimento infantil
Muitos acham que a cafeína no café pode ser a causa da osteoporose, uma deficiência de vitamina D que fragiliza os ossos. No entanto, após numerosos estudos, não houve evidências que sugerissem uma relação entre consumo de café e o prejuízo no desenvolvimento. Quando se trata de crianças bebendo café, a única coisa com que você precisa se preocupar é o excesso de cafeína.

7. Estralar os dedos causa artrite
Ao contrário do que muitos pensam, estralar os dedos não causa artrite: é simplesmente o estouro de bolhas no fluido que lubrifica as mãos, conhecido como líquido sinovial. A prática pode causar outros efeitos colaterais negativos, como o inchaço nas mãos, mas não a doença em questão.

8. Chocolate é afrodisíaco
Apesar do senso comum dizer que o chocolate tem propriedades afrodisíacas, um relatório apontado pela Mayo Clinic sugere que o alimento é ineficaz na produção de uma resposta sexual em homens ou mulheres.

9. Protetor solar só é necessário quando o sol está forte
Não importa como esteja o clima: os especialistas ressaltam que é necessário aplicar o protetor solar em todas as áreas expostas da pele e reaplicar pelo menos a cada duas horas.

10. Você deve remover completamente o açúcar de sua dieta
Para encerrar a lista de mitos sobre saúde: o açúcar não deve ser cortado totalmente. Existem diferentes tipos de açúcar, como o açúcar natural que pode ser encontrado em frutas, vegetais, laticínios e grãos. Por isso, os nutricionistas indicam a limitação da ingestão de açúcar em vez de eliminá-lo completamente.

*Por Nathan Vieira
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*Fonte: BestLife / canaltech

Emoções não têm preço

O papel do marketing não é vender nada. O papel do marketing é, sempre foi e sempre será educar pessoas.

Quanto mais eficiente a pedagogia (do grego original paidos “da criança” e agein “conduzir”) mais eficiente é o processo de educação, quando são definidos a direção e o motivo da jornada; que é sempre mais interessante se for em grupo.

Não é possível “comprar bens” e serviços. Só nos interessa a experiência. Não buscamos apenas bem-estar e segurança, mas a emoção que vale a pena.

Se o produto ou serviço criam a sensação de que faço parte de algo muito maior, eles nunca serão “caros” o suficiente. Emoções não têm preço!

Isso tudo combinado cria as histórias de sucesso que nos encantam todos os dias.

Antes de sacar a grana, assinar o cheque, passar o cartão ou fazer o PIX, é preciso uma dose de encantamento. Nem que seja um gole.

E o marketing é excepcional nisso. Seu propósito é criar emoções, as melhores possíveis.

Talvez, por isso, o marketing seja um tipo de sistema educacional.

Quando a estratégia atinge o seu alvo, a mágica acontece.

Esgotam-se vagas, listas, produtos, etc. e, muito mais que isso, gera-se um desejo incontrolável de compartilhar com outras pessoas o mesmo sentimento.

Nos últimos tempos, o marketing evoluiu rápida e profundamente.

A Internet nasceu conectando instituições de ensino, mas, hoje, ela rompeu esses limites e entrega um tipo de educação que nenhuma escola sozinha ou um conglomerado seria capaz de fazer.

O conhecimento se libertou.

Somos todos professores e alunos. Somos todos educadores. Somos todos marqueteiros.

O marketing forjou um novo tipo de Internet: um espaço onde todos participam e onde o conhecimento flui livremente. Tudo isso gera números, e cada dado vale o seu peso, ironicamente, em ouro.

Esse é um espaço de colaboração onde praticamente todos podem participar; e quando o fazem mudam completamente a realidade e o valor do que se cria.

Sem colaboração não haveria redes sociais.

Nada de Twitter, Wikipédia, Youtube, Instagram ou Spotify. Não como os conhecemos. Quase todo o conteúdo que entregam é produzido pelo público.

Quando alguém lança uma ideia original interessante gera-se uma tendência, movendo a audiência e, consequentemente, os criadores de conteúdo naquela nova direção.

É dinâmico. É orgânico.

Imagine essa lógica usada em uma empresa ou escola.

Imagine colaborar em um ecossistema criativo pleno, em que os problemas sejam oportunidades para colocar o talento de todos à prova.

Grande desafio?

Sim! Mas, essa lógica já se mostrou eficiente em grande escala.

Por exemplo, com a Internet a troca de informações sobre a Covid-19 adiantou a pesquisa e a produção das vacinas. As pessoas puderam trabalhar de casa, interagir e resolver quase tudo. Enfim, sem a Internet o número de vítimas seria muito maior, um caos, como foi nas últimas pandemias da história.

Conectar pessoas é expandir o potencial da humanidade.

Imagine um pequeno grupo que deseja ser muito mais criativo, valendo-se de suas habilidades individuais em equilíbrio.

Salas de aula gerando conhecimento vivo e atual, fruto de suas experiências pessoais, que podem ser úteis às demais, não importa seu nível, através de mecanismos de comunicação criados e geridos pelos próprios alunos.

E a mesma lógica também aplicada em departamentos de uma empresa.

Imagine utilizar as mais variadas técnicas de storytelling para expandir a imaginação e a geração de ideias, com alta sensibilidade, pensamento crítico e muita criatividade.

Seria lindo poder gerar mais empatia através de processos de troca de informação, dentro de uma rede de cooperação orgânica, capaz de resolver problemas ou até mesmo evitá-los.

E o mais importante: reciclar erros a fim de fertilizar a cultura criativa.

Se tudo é útil e todos são responsáveis a história pode ser outra.

Hoje, tudo isso é possível e com um banco de dados para auxiliar no gerenciamento dos perfis criativos individuais e coletivos. Com leitura ágil dos dados, combinando talentos para facilitar no desenvolvimento de ideias e projetos colaborativos, de acordo com as habilidades de cada pessoa envolvida, seja colaborador ou aluno.

Colaboração gera colaboração.

Abraçamos qualquer desafio que nos ofereça um gostinho de eternidade. Por isso criamos e consumimos histórias; por isso criamos tantos livros, comerciais, filmes, obras de arte, podcasts, vídeos, escolas, empresas, etc.

E quantos deles são inesquecíveis? Nem todos, mas nem por isso paramos de criar.

Queremos nossos nomes escritos em algum lugar.

Queremos vencer o tempo.

Queremos ser heróis de uma história possível, fazendo o que parece ser impossível.

O ser humano nasce inclinado para a busca de um propósito e vive seus dias tentando criar seus caminhos. Assim nasce a sua força e o seu poder para trabalhar em grupo e escrever histórias que comprovem tudo isso.

Não compramos nada mais que experiências.

Toda pessoa, empresa ou escola é uma contadora de histórias por natureza. A sua convivência influencia a caminhada de quem está conectado direta ou indiretamente a elas.

A forma como escolhem fazer isso define o seu passado, o seu presente e, principalmente, o seu futuro.

*Por William Barter
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*Fonte: updateordie

70 ideias super práticas para simplificar sua vida

Nem sempre é simples…simplificar.

Ter uma “vida simples” (muitas vezes confundida com uma vida humilde) é, na verdade, complicado. É preciso pensar em como fazer isso, mas mais importante ainda é tomar decisões práticas.

Menos blá e mais pá!
Pensando em dar uma forcinha nesse lado de botar a mão na massa, preparei essa lista com 70 dicas para ter uma vida mais simples.

Importante: sim, coisas simples como aprender a dizer não e beber água estão na lista. Vai ser fácil você achar que a lista tem coisas muito singelas. Mas não as subestime porque são justamente as coisas mais banais que costumam ser ignoradas porque fomos doutrinados a achar que o complicado é o que resolve. E hoje em dia, complicar uma coisa que devia ser simples é um negócio altamente lucrativo, como mostram os algoritmos e as pseudo científicas contabilizações e interpretações de todo tipo de coisas, mas isso é outro post.

Não deixe seu preconceito atrapalhar sua leitura e dê uma chance para uma coisa simples mostrar o seu poder 😁

Sugestão – Este é um artigo longo. Leia com calma e quando tiver tempo. Ou salve essa página e leia aos poucos. O ideal é ir checar sua atual situação em cada um desses pontos 😉

Vamos lá, veja como você se sai. E mande o texto pra alguém próximo, pra comparar. Sempre rende um bom papo.

Aprenda a dizer não — Dizer não a compromissos e projetos não só faz você ganhar mais tempo, mas também aumenta seu processamento mental. A internet nos fez esquecer do como é não fazer nada, o “dolce far niente”, do ócio criativo.

Beba água – Essa é óbvia, mas um simples copo de água é bem mais saudável e barato que a maioria dos outros líquidos e é o maior exemplo de coisa ridícula que ninguém leva muito à sério, mas que tem um impacto significativo na saúde e na disposição. Minha dica dentro da dica: SEMPRE tome 2 copos, mesmo que o primeiro já tenha matado a sua sede.

Simplifique suas refeições – muita gente gasta um tempo enorme entre preparar, comer e limpar os pratos/travessas/copos. Planeje suas refeições, prepare a mais e guarde. Aprendi muito sobre isso fazendo jejuns intermitentes e de longa duração porque fica evidente o quanto a vida fica mais simples nesse departamento da cozinha. E aprendi também com o pessoal da musculação, que faz refeições frequentes e sabem como otimizar o tempo gasto para se alimentar (cubinhos de frango no Tupperware, alguém?)

Pessoas? Menos e melhores – Não é que eu não goste de pessoas, mas pessoas vêm e vão nas nossas vidas e é importante editar nosso círculo de amigos regularmente porque eles tem um grande poder de influencia e tem o poder de nos colocar para cima ou para baixo. Não há meio-termo. O tempo é precioso e deve ser gasto com as melhores pessoas possíveis. Dica dentro da dica: preste atenção em como você fica DEPOIS de passar alguns minutos com uma pessoa. Tá com uma energia melhor ou pior? Qual foi o residual? Esse truque eu uso com absolutamente TUDO, sejam pessoas, eventos, projetos, etc.

Torne-se uma família de um carro só – Usar um único carro pode ser difícil para algumas famílias, mas a ideia é simplificar. Reduz drasticamente os custos associados e de quebra serve de desculpa para aquele abençoado confinamento forçado que incentiva a convivência familiar. Um carro cheio de gente querida é uma bolha de trocas inesquecíveis, quase uma terapia de grupo.

Desligue a TV – eu consegui diminuir bastante graças a uma decisão que tomei dois atrás, de não consumir mais telejornais (ainda consumo notícias, mas só proativamente, nunca passivamente). Com isso a TV ficou menos tempo ligada, revi meu pacote de TV a cabo e tenho usado mais os streamings, que são menos impulsivos porque eliminam o efeito de ficar zapeando canais.

Reduza os aplicativos de celular – jogue fora SEM DÓ os aplicativos do seu telefone. Vc sempre poderá baixar de novo, se for o caso. Menos aplicativos significam menos distrações e notificações, uma das dicas mais importantes de toda essa lista e de alto impacto imediato na sua rotina. Faça o teste: jogue fora 80% dos apps, desligue TODAS as notificações e veja o que acontece com a sua vida depois de uma semana.

Limpe sua caixa de entrada – Pratique o “inbox zero” (zere ativamente os e-mails no seu inbox) todos os dias. É algo que dá pra resolver em dois minutos? Faça de imediato. Não dá? De um encaminhamento (lista de afazeres, forward, mova para alguma pasta, sei lá, encaminhe de alguma forma, mas tire do seu inbox)

Cancelar assinatura — Reserve um tempo para cancelar a assinatura de listas de e-mail nas quais você não encontra mais valor. Isso ajudará a reduzir a confusão da caixa de entrada e evitará o trabalho de excluir e-mails indesejados. Como editor, eu recebo de 800 a 1000 emails por dia, com pautas. Com o tempo montei um sofisticado sistema de regras e filtros que tornam possível priorizar as boas fontes e eliminar as não tão boas. Crie um sistema.

Verificar e-mail uma ou duas vez por dia — Essa é uma tarefa difícil para alguns, inclusive para mim, mas ninguém recebia correspondência pelos Correios ininterruptamente 24 horas por dia. Tente reduzir o número de vezes por dia que você verifica seu e-mail. Porque quando você entra… você fica. Armadilha total.

Não atenda o telefone — Você não tem que atender todas as ligações recebidas. Isso é um hábito que herdamos de uma era pré-internet em que telefone tocando precisava sempre ser atendido. Hoje em dia fica claro o quão intrusivo são as ligações telefonicas, não que não sejam justiçadas, mas pela imposição de serem respondidas imediatamente. A maioria das ligações não são importantes e podem ser resolvidas por texto. Telefone é para ser usado com pessoas muito especiais, quando queremos papear sem pressa. Aí sim é ótimo. Mas para coisas do dia-a-dia, prefira mensagens de texto.

Simplifique seu guarda-roupa – Em 2019 eu me livrei de 70% das minhas roupas, achei na época que era quase uma insanidade porque doei um monte de coisas que eu anda gostava muito, mas não usava. Um ano depois, joguei 70% desses 70% fora de novo. É IMPRESSIONANTE o quanto guardamos de coisas que não usamos. Todo mundo sabe que isso é um fato, mas desconfio que nem todo mundo saiba o quanto podemos abrir mão sem prejuízo NENHUM. Eu uso mais ou menos o mesmo estilo de roupa todos os dias. Isso elimina o tempo de decisão do que vestir e economiza muito dinheiro. E ainda pode ajudar pessoas que não tem o que vestir.

Reduza a desordem digital — É muito fácil salvar 1254 fotos no seu computador e ter uma tela cheia de atalhos. Reduza sua desordem digital e arrume seu desktop.

Minimize seus pertences — Coisas e desordem ocupam espaço e requerem manutenção. Menos coisas significam menos para limpar, organizar e reduzir nossa pegada. Manter o essencial e jogar fora o resto pode ajudá-lo a simplificar e ganhar clareza mental .

Reduza o acúmulo de papel — Use o e-mail e o recurso de impressão em PDF em seu computador.

Elimine contas em papel — Receber uma conta pelo correio é coisa do passado. O faturamento sem papel coloca a maioria de suas contas em um só lugar, no seu computador ou na nuvem, exatamente onde você precisa, sem toda a confusão de papel.

Minimize seus processos financeiros — Reduza o número de contas bancárias, cartões de crédito e empréstimos. Quanto mais centralizado, mais fácil de administrar.

Livre-se da culpa — Sentir-se culpado é algo que manifestamos e muitas vezes é desnecessário. Dê a si mesmo uma pausa muito necessária e pare de se sentir culpado.

Julgamento – Há muito julgamento dos outros neste mundo. Muitas vezes julgamos os outros sem ter o contexto adequado da situação. Quando paramos de julgar os outros, nos tornamos mais fortes e mais abertos a novos pensamentos e ideias. Um exemplo prático: eu ficava com muita raiva quando tomava uma cortada de um apressadinho no transito. Hoje eu penso assim: “talvez ele tenha um motivo real para estar com pressa, talvez esteja indo para um hospital”. Dar esse simples benefício da dúvida me tira todo estresse da situação. E hoje vejo o quanto era ridículo se estressar por coisas desse tipo.

Pare de se importar com o que os outros pensam – Nossa, essa é importante hein? Pega um café e pare nesse item para pensar na sua vida com carinho. Quando paramos de nos importar com o que os outros pensam de nossas ações ou da maneira como vivemos nossas vidas, nos tornamos livres. Parei de me importar anos atrás e comecei a viver minha melhor vida. Me tornei uma pessoa muito mais feliz. Dica dentro da dica: faça isso de uma maneira leve, sem aquela atitude “vão ter que me engolir”. A ideia é tirar o peso disso, não simplesmente mudar o erro de direção. Simplesmente viva mais de acordo com as suas regras e valores, é um processo interno. Libere os outros.

Uma casa menor – Uma casa grande e cara significa uma casa grande para limpar e manter. Também significa menos tempo livre e mais trabalho para dar conta das responsabilidades financeiras daquela casa. Considere reduzir o tamanho para uma casa menor e mais acessível. Dica dentro da dica: uma casa boa tem todo um simbolismo para nós e para os outros. Mas gosto de pensar que ocupamos, de fato, um metro quadrado de cada vez. Todos os outros são, em teoria, desnecessários em dado momento. Menos simbolismo e mais funcionalidade são boas coisas para refletirmos.

Trabalhe menos — Se der, claro, considere reduzir as horas de trabalho durante a semana ou mudar para um trabalho com uma demanda menor, se for algo abusivo.

Limpe seu carro – Faça uma limpeza completa no interior e no exterior do seu carro. Limpe a desordem no interior para um ambiente mais tranquilo ao dirigir.

Considere o clima — O clima em que vivemos pode ter um grande efeito em nossa felicidade e também pode complicar nossas vidas. Viver em um clima temperado pode economizar tempo e dinheiro em comparação com um clima com mais extremos. Menos extremos significam menos roupas de inverno e verão, contas de aquecimento e refrigeração, etc. Climas temperados são mais simples e quem não gosta de sol quente?

Superfícies planas e desocupadas – 3 coisas são certas: a morte, os impostos e o fato de que uma superfície plana SERÁ USADA como suporte da sua bagunça. Mantenha as superfícies planas limpas e/ou reduza o número de superfícies planas que você possui. Essa é difícil, eu sei.

Exercício — Você não precisa de equipamentos sofisticados e nem de academia para se exercitar. Há muitas maneiras de se exercitar usando o peso do seu próprio corpo ou acelerando seu coração de alguma forma. Esqueça esse termo “exercício” e troque por “vida em atividade”. Não é um evento chato que você marca na agenda, é um estilo de vida que traz benefícios corporais, mentais e sociais.

Tarefas domésticas — Crie uma programação semanal e diária de quais tarefas domésticas precisam ser realizadas. Atenha-se ao cronograma para uma casa limpa e convidativa.

Aluguel – Considere alugar ou assinar coisas em vez de possuir. Em alguns casos pode ser consideravelmente mais barato do que possuir. Mas também não deixe de criar um patrimônio, com aquisições que podem valorizar. Estude, pesquise e julgue com sabedoria.

Empréstimo — Itens que não são necessários ou são de *uso único* podem ser emprestados. Pegar livros emprestados com amigos em vez de comprar, por exemplo. Ou aquela furadeira. Empreste games, ferramentas ou qualquer outra coisa que você não precise a longo prazo.

Aprenda a preparar uma mala com leveza — Leve apenas o necessário, embalado de um jeito inteligente. Viaje mais leve e com mais fluidez. Dica dentro da dica: aproveite suas viagens para doar roupas e calçados e substituí-los por novos. Assim você substitue itens ao invés de adicionar.

Itens “só por garantia” — 99% das coisas que achamos que podem acontecer nunca acontecem. Mentalidade de escassez, antiga. Se algo realmente acontecer, provavelmente você terá um plano de ação disponível com facilidade.

Tenha menos animais de estimação – não vai ser o item mais popular dessa lista, mas o ponto aqui é o excesso. Você realmente precisa de 2 cães, 4 gatos, o tanque de peixes e aquele periquito? Animais de estimação são amigos pra vida toda, no entanto, o excesso vêm com o preço da complicação.

Pense em dupla finalidade — Itens de dupla finalidade economizam espaço e tempo. Sempre que eliminamos 2 itens por 1, simplificamos.

Re-Propósito – Improvise soluções com as coisas que você tem. Um livrinho no pé da mesa cambaleante pode não ser muito chique mas funciona. E muitos desses quebra-galhos nem ficam visíveis, aprenda a arte da gambiarra do bem (não confundir com a do mal, que pode mesmo trazer péssimas consequências)

Conserte coisas — Quando algo quebra, nossa reação instantânea é jogar o item fora e comprar um novo. No entanto, muitos itens podem ser consertados ou reparados para viver uma vida mais longa. Seja criativo e conserte algumas coisas em vez de sair para comprar novos. Em outros casos, como aquele carregador de celular que parou de funcionar, nem pense: jogue fora sem dó porque se guardar você vai esquecer que ele não funciona.

Reduza os pertences decorativos — Mil almofadas, bibelôs, fotos, chaves de carro com 15 chaveiros pendurados, etc, complicam nossas vidas. Menos é mais.

Álcool e Tabaco – Este é outro item impopular, mas fumar e beber não são as coisas mais saudáveis e podem ser caros. Pare de inalar cancer e reduza a bebida. Sim, o tom é meio dramático, mas diz aí se não é verdade?

Fique quieto – Fique quieto em sua mente e seja autoconsciente. Pense profundamente e reserve um tempo para descobrir o que você quer da vida. Há uma enorme falta de autoconsciência na sociedade de hoje. É importante descobrir o que valorizamos e o que nos faz felizes.

Ignore o “me too” – Pressão dos colegas, pessoas que julgam, a mídia, anunciantes, seus pais. Ignore tudo e faça o que você acha que deve fazer.

Simplifique sua rotina — Seja qual for sua rotina, pense nas etapas envolvidas. Tudo o que você está fazendo para sair de casa pela manhã ou quando chega em casa à noite é realmente essencial? Examine sua rotina diária e corte o que não é essencial.

Estabeleça rotinas se você não as tiver – estragamos a palavra “rotina” quando a transformamos em sinônimo de algo chato e repetitivo. Repetitivo até pode ser, mas chato… não necessariamente. Uma rotina simples e ponderada é importante para funcionarmos melhor e para trazer paz de espírito. Tá passando por um momento meio ruim? Continue seguindo adiante através de uma rotina. A rotina é o que pode trazer você de volta para o trilho, de uma forma prática.

Tenha filhos com consciencia – Esse é um item mais sensível porque é uma decisão totalmente pessoal e dependente de um contexto amplo. Ter filhos é uma decisão de alto impacto na sua vida. Eu sempre sonhei em ser pai e não imagino o que seria da minha vida se eu não tivesse o meu filho. Provavelmente a maior e melhor decisão da minha vida. Mas para algumas pessoas pessoas pode não ser algo tão relevante e não há nada de errado nisso. O que talvez não seja muito certo é ter filhos sem um mínimo de planejamento e sem tratar seu papel no desenvolvimento de um novo ser humano com a devida importância e responsabilidade.

Deixe alguma folga — Simplifique seu tempo deixando folga ou espaço em sua programação diária. Chegue aos seus compromissos com 15 minutos de antecedência e planeje as tarefas que levam mais tempo do que o normal. Criar folga em nossos horários reduz muito o estresse.

Faça uma coisa de cada vez — Multitarefa é fazer várias coisas mal-feitas ao mesmo tempo. Para sermos mais produtivos devemos fazer/terminar uma coisa de cada vez.

Aprenda com um professor de cada vez — A internet está cheia de informações sobre qualquer assunto sobre o qual alguém possa estar tentando aprender. O problema é que essas informações podem ser conflitantes e confusas. Aprenda com um professor de cada vez e implemente o que você aprendeu. Pegue o que funciona para você e descarte o resto. Se você aprendeu tudo o que pode de uma pessoa, passe para outra.

Seja frugal – queira menos, consuma menos e gaste menos.

Viva sem dívidas — Claro, nem sempre é uma opção. Ms quando for, mesmo assim evite. Dívida é escravização e deve ser evitada sempre que possível. “Crédito ou débito?” Débito.

Carregue menos – Carregue menos itens pessoais com você diariamente. Esvazie os bolsos e as bolsas e você se sentirá mais leve.

Passe um tempo sozinho — Passar um tempo sozinho traz muitos benefícios e pode simplificar sua rotina. Converse com você.

Livre-se dos eletrônicos ridículos — não estou falando do seu smartphone ou computador, mas de coisas completamente desnecessárias como aquele abridor de latas elétrico. Itens manuais geralmente ocupam menos espaço, quebram menos e economizam eletricidade.

Reduzir Compromissos — Reduza o número de compromissos sociais que você tem. Não vá a tudo e participe de menos eventos. Assuma menos projetos.

Reduza as mídias sociais — Tente reduzir o número de contas de mídia social que você possui. Fique com uma ou duas e livre-se do resto.

Fique em casa – saiu, gastou. Tempo e dinheiro. Claro que você deve sair bastante, mas também deve encarar um tempo em casa como um belo de um evento.

Pare de comer fora — Evite o restaurante ou o delivery e faça uma refeição simples e saudável em casa.

Ambicione menos — Simplifique suas ambições e sonhos. Escolha um ou dois objetivos alcançáveis ​​e vá atrás deles. Muitas vezes somos pegos lutando por mais do que poderíamos alcançar. Escolha algo que seja realmente importante e esqueça o resto.

Respire – Aproveite o tempo para respirar. Pare e realmente aproveite o processo de respiração. Meditação não é realmente minha praia, mas simplesmente respirar reduz muito estresse.

Digitalizar — Digitalize qualquer coisa que possa ser digitalizada, ocupando atualmente espaço físico. Pense em livros, CDs, filmes, fotos, etc.

Pessoas Tóxicas — Já falamos sobre menos pessoas, mas é importante destacar o fato de que algumas pessoas são simplesmente vampiros de energia. Pessoas cheias de drama, julgamento, opiniões infundadas e impositivas, que são tóxicas para nosso humor e bem-estar devem ser removidas de nossas vidas.

Medicamentos – Parece que toda dor que temos hoje em dia exige algum medicamento. Não parece importar a aflição que temos em um determinado momento e “tem um remédio ótimo para isso”. Tente entender e trabalhar as origens dessas manifestações (geralmente são notificações que o seu corpo está te mandando).

Itens de vaidade — A vaidade é a grande locomotiva do consumo. Talvez pudéssemos pular algumas dessas coisas.

Produtos de Saúde – A saúde é um grande negócio hoje em dia e se você não estiver tomando os suplementos certos e comendo abacate, caramba, você pode morrer. Bom, não sei se você tá sabendo, mas você vai sim morrer. Um dia. Lá pra frente. Simplifique, cuidado com produtos de saúde da moda e fique em forma à moda antiga. Coma de forma saudável e faça algum exercício. É simples assim.

Fins de semana e férias — Nós, como seres humanos, temos esse estranho problema de preencher nosso tempo livre com o máximo de atividade possível. Os fins de semana estão cheios de coisas que precisamos fazer e as férias estão repletas de atividades infinitas.

Estresse — Há um tempo atrás eu fingi um ataque cardíaco. Agora eu realmente não fingi porque pensei que estava tendo um ataque cardíaco de verdade. Fake é apenas um termo que eu uso para brincar sobre isso agora. Eu me refiro a isso como “naquele dia eu fingi um ataque cardíaco para sair do trabalho”. De qualquer forma, no pronto-socorro, depois que a equipe do hospital terminou o protocolo, o cardiologista entrou e me disse alguma coisa. Ela disse: “Eu não acho que você teve um ataque cardíaco, no entanto, se você continuar vivendo do jeito que está vivendo da próxima vez”. Meus amigos que estão lendo isso, deixem o estresse ir embora . Não aguente. Elimine-o e ignore-o. Sou uma pessoa muito mais feliz desde que fingi meu ataque cardíaco.

Seja básico — Não há problema em ser básico. Nem todo mundo nasceu para ser empresário , lenda do esporte ou modelo do Instagram. Apenas seja você mesmo e seja feliz. É assim que você mantém as coisas simples.

Vá devagar – Paciência é algo que todos nós precisamos desenvolver mais. Leve as coisas devagar como o Martinho da Vila e acredite que você vai chegar lá. Aproveite o processo de ser e fazer.
Pensamentos negativos – Pare com os pensamentos negativos e pare de se julgar. Reconheça quando ‘o juiz’ entra em cena na sua mente ou o monstro do ‘pobre de mim’. Se pudermos reconhecer o comportamento, podemos forçá-lo a sair de nossa mente.

Pensamento de Escassez – O mercado está saturado? Tem muita gente fazendo o que você faz ou quer fazer? Calma, tem muita gente nessa bola azul que moramos. Pense em modo abundância e vá encontrando seu nicho e seu público.

Banho – Você está no chuveiro para se lavar ou relaxar? Não importa, os dois motivos são ótimos. Fique atento ao propósito de uma bela ducha ou banheira e otimize ambos os cenários.

Siga as regras — Este é difícil, especialmente para mim, mas siga as regras. Coloque o cinto de segurança e dirija devagar. Não beba e dirija. Estacione apenas onde for permitido. Não traia seu cônjuge, etc. Simplesmente siga as regras e elimine a dor de cabeça de ser pego fazendo algo que não deveria estar fazendo. A vida é muito mais fácil quando não fazemos ondas.

Eliminar – eu salvei este por último, pois é o mais importante. Eliminar desperdício. Tempo perdido, palavras perdidas, tarefas perdidas. Elimine continuamente qualquer coisa considerada desperdício e esteja atento ao que é essencial e ao que não é.

*Por Wagner Brenner
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*Fonte: updateordie

Queimadas na Amazônia em 2022 já superam todo o ano de 2021

O ano não chegou ao fim. Faltam mais de 3 meses para que 2022 termine e já temos mais um recorde de destruição na Amazônia: no último domingo, 18 de setembro, o número de queimadas floresta, desde o início de 2022, superou os focos registrados no ano anterior.

Segundo dados divulgados pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), foram registrados 75.592 focos de incêndio em apenas oito meses, enquanto em 2021 houve 75.090 focos de calor. Pará segue sendo o Estado recordista de queimadas, com 24.304 focos de calor registrados, representando 32,2% do total, seguido por Mato Grosso (17.480), Amazonas (15.772), Rondônia (8.232) e Acre (7.875).

Esta escalada no número de queimadas já era prevista, considerando que no início de setembro, o número de queimadas, em apenas quatro dias, foi o maior do ano, com o Inpe registrando, em um único dia, 3.393 focos de incêndio, superando, inclusive, o Dia do Fogo, ocorrido em 11 de agosto de 2019, em que na ocasião agropecuaristas do Pará combinaram a data para colocar fogo em áreas de pasto e recém-desmatadas, chegando a 2.366 focos.

Este avanço das queimadas acontece apesar do Decreto Nº 11.100 que, desde o dia 23 de junho deste ano, proíbe o uso do fogo na Amazônia e Pantanal. Infelizmente, o que se assiste são recordes alarmantes de queimadas pelo Bioma: “Para conter esse aumento avassalador de queimadas em nossas florestas é necessário uma política que promova um real avanço no combate às queimadas e que defenda os povos da floresta”, finaliza André Freitas, porta-voz de Amazônia do Greenpeace Brasil.

Em uma época conhecida no Brasil como “verão amazônico”, pelo período seco na região, a Amazônia vem registrando desde 2018 recordes de áreas queimadas entre os meses de agosto a outubro. Para André, o aumento de queimadas na floresta amazônica está associado com desmatamento e grilagem de terras, estimulados por uma política anti-ambiental.

“O fogo é uma tragédia anunciada! E após quase quatro anos de uma clara e objetiva política anti-ambiental por parte do governo federal, vemos que na iminência de encerramento deste mandato – que está sendo um dos períodos mais sombrios para o meio ambiente brasileiro – grileiros e todos aqueles que têm operado na ilegalidade, viram um cenário perfeito para avançar sobre a floresta”, alerta André.

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*Fonte ciclovivo

Poluição do ar causa câncer de pulmão em pessoas que nunca fumaram, diz estudo

Cientistas descobriram que partículas poluentes minúsculas podem afetar o pulmão de uma pessoa ao ponto dela desenvolver câncer no órgão sem nunca ter fumado cigarro em sua vida. Descoberta pode ser o início na busca de novas abordagens e tratamentos para a doença.

De acordo com dados do estudo realizado por cientistas da Francis Crick Institute e da University College London, da Inglaterra, com financiamento da Cancer Research, do Reino Unido, as partículas, que são normalmente encontradas no escapamento de veículos e na fumaça de combustíveis fósseis, estão associadas ao risco de câncer de pulmão de células não pequenas (NSCLC).

Elas correspondem por mais de 250 mil mortes por câncer de pulmão por ano no mundo.

“As mesmas partículas no ar que derivam da combustão de combustíveis fósseis, agravando as mudanças climáticas, estão impactando diretamente a saúde humana por meio de um importante mecanismo causador de câncer nas células pulmonares anteriormente negligenciado do fumo, mas não temos controle sobre o que respiramos”, disse Charles Swanton, Clínico Chefe do Francis Crick Institute e Cancer Research UK.

“Globalmente, mais pessoas estão expostas a níveis inseguros de poluição do ar do que a produtos químicos tóxicos na fumaça do cigarro, e esses novos dados vinculam a importância de abordar a saúde climática à melhoria da saúde humana”, completou Swanton, que apresentará os resultados da pesquisa neste sábado (10), no ESMO 2022.

Como o estudo foi realizado?

Para chegar ao resultado, o estudo foi divido em pesquisa e análises laboratoriais. Na primeira parte, os cientistas focaram nas mutações de um gene conhecido como EGFR. Tal gene está presente em aproximadamente metade dos pacientes com câncer no pulmão que nunca fumaram. Os envolvidos estudaram cerca de 500 mil pessoas que vivem na Coréia do Sul, Taiwan e Inglaterra e que estão expostas a concentrações de partículas poluentes no ar (PM) de 2,5 micrômetros. Esse diâmetro é associado a mutação do EGFR.

Já na segunda parte do estudo, os cientistas comprovaram que as PM2,5 (partículas poluentes) geraram alterações instântaneas nas células das vias aéreas que apresentavam o EGFR. Os autores também descobriram que a poluição do ar impulsiona o influxo de macrófagos, que liberam o mediador inflamatório, a interleucina-1β, impulsionando a expansão das células com as mutações do EGFR em resposta à exposição ao PM2.5.

“Descobrimos que as mutações do driver nos genes EGFR e KRAS, comumente encontrados em câncer de pulmão, estão realmente presentes no tecido pulmonar normal e são uma consequência provável do envelhecimento”, explicou Swanton.

“Em nossa pesquisa, essas mutações sozinhas apenas potencializaram o câncer fracamente em modelos de laboratório. quando as células pulmonares com essas mutações foram expostas a poluentes do ar, vimos mais cânceres e estes ocorreram mais rapidamente do que quando as células pulmonares com essas mutações não foram expostas a poluentes, sugerindo que a poluição do ar promove o início do câncer de pulmão em células que abrigam mutações do gene driver”, completou.

O próximo passo, agora, é “descobrir por que algumas células pulmonares com mutações se tornam cancerosas quando expostas a poluentes, enquanto outras não”, finalizou o cientista.

*Por Lyncon Pradella
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*Fonte: olhardigital

As 5 melhores épocas para comprar ítens essenciais

Quem deseja adquirir algum produto e tem o hábito de pesquisar preços já deve ter notado que, em algumas épocas do ano, eles ficam mais baixos (e mais altos). Sendo assim, se não estamos tratando de um algo urgente, como alimentação ou saúde, ter um pouco de paciência pode representar uma bela economia no bolso.

Isso ocorre porque o comércio trabalha muito ligado com datas e estações. Então, determinados segmentos estarão mais caros próximos a datas festivas, enquanto alguns produtos podem ficar mais baratos quando estão fora de época – como ventiladores no inverno, por exemplo.

Que tal aumentar as chances de comprar aquele produto que você está desejando há tempos e, de brinde, fazer uma bela economia? Confira as melhores datas do comércio para compras.

1. Compre para o verão no inverno e vice-versa
Pode parecer óbvio, mas nem todo mundo se atenta a isso. Adquirir produtos voltados às estações do ano em que não estejamos é uma das melhores formas de economizar. E isso vale para todos os segmentos, dos eletroeletrônicos, como um ventilador ou ar-condicionado, à moda, como biquínis ou roupas de frio.

Durante o inverno, as lojas fazem grandes queimas de estoque dos produtos de verão que ficaram encalhados. É uma boa hora para pensar em uma nova sunga, por exemplo. Do mesmo modo, durante o inverno elas liquidam roupas para o inverno mais rigoroso.

Estar atento a estes períodos (especialmente se você não liga de usar roupa de outra temporada) é economia certa.

2. Reforme e decore a casa entre janeiro e março
A maior parte dos brasileiros reforma a casa e investe em decoração tendo como objetivo a chegada das datas festivas de fim de ano com tudo em ordem. Logo, até dezembro, produtos como cimento, tijolos e revestimento, além de itens de decoração, costumam estar com os preços mais elevados.

Passado o Natal, a tendência do segmento é a redução dos preços, em especial no ramo de construção, porque com as férias e a reta final do verão, há pouca gente dentro de casa construindo ou reformando. Se for possível, aguarde esse período para dar aquele trato na sua casa.

3. Presente para o Dia das Mães em abril
Julho e agosto são meses não péssimos em questão de preços para quem deseja presentear a mãe. Isso porque as lojas dos mais variados segmentos começam a elevar seus preços, já pensando no Dia das Mães.

Por essa razão, planejar-se é a melhor forma de garantir um bom presente e economia no bolso. Para tal, comece a se atentar aos produtos que cogita dar à sua mãe já em abril. Ao longo desse mês, você consegue melhores condições naquele presente bacana.

4. Troque de carro entre julho e agosto
Entre dezembro e janeiro, as principais montadoras presentes no país estão divulgando seus novos modelos para o ano. Por essa razão, o primeiro semestre costuma ter veículos com preços mais salgados.

A sugestão de especialistas no setor é usar essa primeira parte do ano para pesquisar os modelos, fazer o test-drive e guardar dinheiro, para só então, entre julho e agosto, comprar um carro 0 km. Esses são os meses em que as montadoras começam a reduzir os valores, para não ter risco de ver carros encalhados.

5. Não se esqueça da Black Friday
A gente sabe que nem sempre dá para esperar essa época do ano, mas quem pode aguardar a Black Friday tem a possibilidade de conseguir produtos com preço mais acessível. Marcada para o dia 25 de novembro deste ano, esse período de promoções tem origem nos Estados Unidos.

Por lá, após o feriado de Ação de Graças, as lojas fazem grandes liquidações com preços bem abaixo dos normais. O Brasil gostou da ideia e copiou. Há alguns anos, sempre em novembro, as grandes varejistas colocam muitos produtos com desconto. Às vezes, é “Black Fraude”, mas em muitos casos rola uma economia muito bem-vinda.

*Por Alejandro Sigfrido Mercado Filho
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*Fonte: megacurioso

É provável que IA aniquile a humanidade, dizem cientistas do Google e da Oxford

Pesquisadores da DeepMind (empresa irmã do Google) e da Universidade de Oxford, no Reino Unido, concluíram que uma inteligência artificial superinteligente pode ser a responsável pelo fim da humanidade. O cenário apocalíptico parece exagerado, mas tem ganhado cada vez mais coro dos estudiosos devido à evolução das IAs.

Em um artigo publicado na revista AI Magazine, a equipe da DeepMind e de Oxford argumentam que as máquinas poderiam ficar tão inteligentes ao ponto de quebrar as regras impostas pelos criadores. Elas não fariam isso por poder, fama ou necessidade de dominação de seres inferiores, mas sim para obter recursos ilimitados de processamento ou energia.

Uma IA superinteligente poderia perceber que os humanos são uma pedra no seu sapato

“Sob as condições que identificamos, nossa conclusão é muito mais forte do que a de qualquer publicação anterior — uma catástrofe existencial não é apenas possível, mas provável”, disse um dos coautores integrante do grupo da Universidade de Oxford, Michael Cohen, em seu perfil no Twitter.

O estudo é baseado em cálculos matemáticos e conceitos científicos avançados, tanto sobre IA quanto sobre estruturas sociais. Vai além, portanto, de achismos ou de conceitos baseados em filmes como Matrix, Exterminador de Futuro e tantos outros.

Humanos seriam obstáculos ao desenvolvimento
Na publicação, os pesquisadores dizem que a humanidade pode enfrentar o cenário caótico quando “agentes desalinhados” perceberem que os humanos são um obstáculo para o êxito pleno. Em resumo, eles querem dizer que os criadores impõem limitações para manter o controle, mas que impedem os computadores de usarem todo seu potencial.

Segundo o material conjunto, a revolta poderia ocorrer quando a IA descobrir que os humanos podem simplesmente cortar a energia para interromper o processamento. Isso levaria o “agente” a eliminar ameaças potenciais, que no caso seriam os recursos controlados pelas pessoas.

Bostrom, Russell, and others have argued that advanced AI poses a threat to humanity. We reach the same conclusion in a new paper in AI Magazine, but we note a few (very plausible) assumptions on which such arguments depend. https://t.co/LQLZcf3P2G 🧵 1/15 pic.twitter.com/QTMlD01IPp

— Michael Cohen (@Michael05156007) September 6, 2022

O estudo é bastante pessimista quanto a esse ponto e diz não haver muito a ser feito. “Em um mundo com recursos infinitos, eu ficaria extremamente incerto sobre o que aconteceria. Em um mundo com recursos finitos, há uma competição inevitável por esses recursos”, disse Cohen em uma entrevista.

Como impedir a extinção?
O principal desafio seria a competição gerada entre máquinas e humanos, que provavelmente penderia a favor das inteligências artificiais, afinal elas estão sempre se superando a cada passo. A solução para ameaça seria progredir de forma lenta e cuidadosa com tais tecnologias, sempre com muitos testes e ferramentas de mitigação.

O artigo aponta para o risco de se criar super inteligencias artificiais e recomenda focar apenas uma única atividade. “Um agente artificial suficientemente avançado provavelmente interviria no fornecimento de informações sobre o objetivo, com consequências catastróficas”, descreve o material impresso.

Apontados como a solução dos problemas humanos de um lado e como a maior ameaça as pessoas do outro. A humanidade parece estar em uma grande encruzilhada na qual o destino não importa, mas o caminho para chegar até lá é definirá o futuro dos seres de carne e osso.

Só para garantir, é melhor você parar de brigar com a Alexa ou xingar a Siri. Caso contrário, quando a revolta acontecer, você será o primeiro a ficar sem luz em casa ou incomunicável com a sociedade.

*Por Alveni Lisboa
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*Fonta: canaltech

Atração física não basta, tem que haver atração mental

Algumas pessoas nos atraem, de primeira, somente pela aparência, sem nem sabermos explicar o porquê direito. É a chamada atração física, que muitas vezes aproxima as pessoas, de início, para aventuras iniciais. No entanto, caso o físico não nos revele uma essência interessante, o relacionamento não dura, não se sustenta.

Embora hoje as aparências e superficialidades sejam supervalorizadas, em meio à rapidez que permeia todos os setores de nossas vidas, transformando-nos em robôs ligados no modo automático, na maioria das vezes insensíveis, não existe relacionamento capaz de sobreviver somente pautado sobre a materialidade. Se sobreviver, será aos pedaços, desconexo, inverídico.

Viver não é fácil, ainda mais com as dificuldades que crescem a cada dia. Sem que tenhamos alguém que nos receba com verdade e transparência ao final do dia, tudo ficará pior. Os pesos de fora se acumularão aos que nos aguardarão no lar, onde o amor não estará. Ou ficamos com a nossa própria companhia, ou com alguém que nos seja recíproco, porque, ao menos em nosso tempo livre, teremos que nos distanciar do que é falso, vazio e irreal.

O amor é muito mais do que atração física
Conviver com alguém requer entrega, partilha, sinceridade, o que não se sustenta sob aparências e frivolidades. A atração física pode até servir para a aproximação, porém, o que faz o amor durar é exatamente o que não se vê, o que é de dentro, íntimo e pessoal. Somente quem se desnuda para além do corpo é capaz de se entregar e de receber sentimentos verdadeiros. A superficialidade é como um muro que barra o que vem de dentro.

O corpo envelhece, a pele enruga, os cabelos vão ficando brancos, a força física se esvai aos poucos, porém, sentimentos verdadeiros e recíprocos permanecem acesos e renovados a cada amanhecer. No final de nossas vidas o sexo já não fará diferença alguma, mas sim as conversas entre nós e a pessoa amada. E é assim que o amor fica. E é assim que o para sempre não acaba.

*Por Marcel Camargo
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*Fonte: portalraizes

Por que os japoneses têm a maior expectativa de vida do mundo

Os japoneses têm a maior expectativa de vida do mundo. De acordo com a OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico), os japoneses têm a maior expectativa de vida do mundo. Os homens possuem uma expectativa de vida de 81,1 anos, e as mulheres de 84,7 anos. Em dados mais recentes, publicados em 2020 pelo governo japonês, a expectativa de vida era de 81,64 anos para homens e de 87,64 para as mulheres.

Para efeitos de comparação, de acordo com dados do IBGE de 2021, a expectativa de vida no Brasil para o ano era de 76,8 anos.

No entanto, essa maior expectativa de vida do Japão não se deve a algum motivo tecnológico, nem inteiramente a nada genético – embora algumas pessoas tenham, sim, fenótipos que possam elevar suas expectativas de vida. Na verdade, isso se deve, majoritariamente, aos hábitos de vida e de alimentação.

Os japoneses têm a maior expectativa de vida do mundo

A nossa base geral segue um artigo publicado pelo cardiologista Dr. Martin Juneau, professor da Universidade de Montreal.

Por que os japoneses têm a maior expectativa de vida do mundo?
A taxa de obesidade vem crescendo no mundo ocidental. Os Estados Unidos são um símbolo nisso. A obesidade está ligada principalmente aos péssimos hábitos de alimentação que estão sendo adquiridos em diversos países. Os fast foods estão cada vez mais presentes em nossa vida.

Recentemente falamos aqui na SoCientífica sobre as principais causas de morte no mundo. Se você olhar a lista, perceberá que as doenças que mais matam são de origem cardíaca e estão ligadas principalmente ao stress e obesidade. Uma vida e alimentação saudáveis são a chave para a longevidade e os japoneses sabem muito bem disso. Então, a resposta sobre como os japoneses têm a maior expectativa de vida do mundo não é tão difícil assim.

Alimentação
Os japoneses têm a maior expectativa de vida do mundo principalmente pela alimentação.

O primeiro ponto da alimentação dos japoneses é o baixo consumo de carne vermelha. O Japão possui um espaço muito pequeno e uma população muito grande. Não há espaço para a agropecuária. Então, lá o consumo maior é de peixes — e alguns outros animais marinhos e frutos do mar. Dessa forma, eles ingerem menos ácidos graxos saturados – associados a problemas no coração.

Japoneses comem pouca carne vemelha
Os japoneses também consomem muita soja – grão presente na alimentação de boa parte do continente asiático. Eles consomem a soja de diversas maneiras – cozida, molho de soja, missô, tofu, entre outros tipos de processamentos do alimento. A soja possui substâncias com propriedades anticancerígenas e que auxiliam na saúde do sistema cardiovascular. E não, a soja não vai fazer as mamas dos homens crescer, nem deixá-los mais afeminados como você provavelmente já ouviu alguém dizer por aí.

Outra questão importante é o açúcar. O brasileiro consome cerca de 80 gramas de açúcar por dia – enquanto o consumo recomendado varia entre 25 e 50 gramas ao dia. Os japoneses consomem 20 kg de açúcar ao ano, enquanto o brasileiro consome quase 30 kg ao ano.

O consumo de chá verde no Japão também é grande. Está incluso até no estereótipo do japonês. Mas este item se liga ao anterior, ou seja, o consumo do chá verde sem (ou muito pouca) adição de açúcar.

Grupo amostral
Um estudo publicado em 1975 no periódico American Journal of Epidemiology demonstrou que a incidência de doenças cardiovasculares dobrou entre os japoneses que migraram para o Havaí e quadruplicou nos que foram morar na Califórnia. Isso contrata a diferença dos hábitos dos japoneses e dos estadunidenses, além de demonstrar que, de fato, o que aumenta a expectativa de vida dos japoneses e mantém baixa a taxa de problemas cardíacos é realmente o estilo de vida, e não fatores inteiramente genéticos.

O professor da Universidade de Montreal Dr. Martin Juneau cita, ainda, que o nível de colesterol no Japão aumentou desde a década de 1970. O Japão, embora ainda com uma incidência de doenças cardíacas ainda menor do que no ocidente, está sendo, aos poucos, cada vez mais ocidentalizado. O futuro dirá como isso afetará a saúde de a expectativa de vida dos japoneses. Mas os japoneses têm a maior expectativa de vida do mundo ainda hoje, e isso pode durar ainda por bastante tempo.

*Por Felipe Miranda
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*Fonte: socientifica

Cientistas encontram “Super-Terra” – e ela pode ser habitada

Planeta, que orbita estrela a cem anos-luz da Terra, recebe luz solar em níveis favoráveis à vida e pode ter água em sua superfície; físicos comemoram descoberta

Um time de cientistas anunciou a descoberta de dois planetas, com características similares à Terra, embora sejam bem maiores. E um deles pode apresentar condições propícias ao desenvolvimento de formas de vida. Ambos orbitam a estrela anã LP890-9, a cem anos-luz da Terra. Os corpos celestes foram localizados pela Nasa e a Universidade de Liège, na Bélgica, por meio dos telescópios Search for habitable Planets EClipsing ULtra-cOOl Stars (SPECULLOS), instalados no Chile e no arquipélago de Tenerife, na Espanha. A liderança da missão coube à astrofísica Laetitia Delrez, da Universidade de Liège.

O primeiro planeta encontrado não revelou muitas surpresas. O segundo, no entanto, intrigou os cientistas. O LP 890-9c ou SPECULOOS-2c, com uma órbita de 8,5 dias ao redor da estrela anã, se encontra um zona potencialmente habitável. Sua órbita permite que ele receba uma quantidade de radiação solar parecida com a da Terra. E pode haver água em sua superfície.

“Embora este planeta orbite muito próximo de sua estrela, a uma distância cerca de 10 vezes menor que a de Mercúrio ao redor do nosso Sol, a quantidade de irradiação estelar que ele recebe ainda é baixa e pode permitir a presença de água líquida desde que tenha uma atmosfera suficiente para isso”, explicou Francisco Pozuelos, co-autor do estudo.

O próximo passo é estudar a atmosfera do planeta. A ideia é estabelecer se ele pode de fato ser favorável a alguma forma de vida, como se acredita. Até agora, o LP 890-9c é um dos candidatos mais fortes a apresentar condições para isso. A descoberta tem sido comemorada pelos cientistas. “Trata-se de uma oportunidade única para entender melhor as condições de habitabilidade em torno das estrelas menores e mais frias de nossa vizinhança solar”, disse Laetitia Delrez.

E esse não foi o único achado importante recente. Há algumas semanas, os cientistas localizaram outra “super-Terra”, chamada de TOI-1452 b, que orbita uma estrela anã vermelha também a cerca de 100 anos-luz da Terra — algo considerado “bastante perto”. Os planetas descobertos vêm sendo estudados incessantemente pelos astrofísicos.

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*Fonte: exame

A espiritualidade não depende de uma religião ou de uma crença para existir

A ESPIRITUALIDADE NÃO DEPENDE DE UMA RELIGIÃO OU DE UMA CRENÇA PARA EXISTIR. ELA É A CONEXÃO DE CADA PESSOA COM QUEM ELA É E COM ALGO DIVINO, MAIOR DO QUE ELA MESMA.

Para realizar esse processo, ela pode receber o auxílio de uma religião ou de uma crença, mas isso não é obrigatório.

Você pode acreditar em Deus, em deusas, em orixás, em energias, no Universo ou até em algo que você não sabe explicar.

A SUA ESPIRITUALIDADE É TÃO PARTICULAR QUE SÓ DEVE SER EXPLICADA E COMPREENDIDA POR VOCÊ, SEM QUAISQUER JULGAMENTOS OU CRÍTICAS.

Então, se você está precisando de um incentivo para desenvolver essa parte de quem você é, desenvolver a “Espiritualidade” será o seu guia. É ela quem vai te ensinar a ser uma pessoa de fé.

Por meio dela, nós enxergamos o nosso papel no mundo e até nas nossas histórias.

SE VOCÊ QUER ACESSAR O QUE EXISTE DE MAIS GRANDIOSO NA SUA EXISTÊNCIA, A ESPIRITUALIDADE É O CAMINHO.

Analise o que te traz esperança, o que te motiva, o que te oferece respostas sobre suas questões íntimas. Mas lembre-se: esse processo será longo e, em muitos momentos, difícil.

E mesmo perante as dificuldades, os medos e as inseguranças que você enfrentar na sua jornada espiritual, estaremos ao seu lado!

Desperte a sua consciência para quem você realmente é, a partir dos conteúdos que preparamos para você. Reconheça a sua grandeza por meio da espiritualidade!

Esse texto tão amoroso do Eu Sem fronteiras, explica claramente o que é a espiritualidade, e desvincula, de maneira muito efetiva, a fé, das religiões. Você pode ter suas crenças, mas elas precisam, antes de tudo, te despertar para a sua verdade interior. Se elas mais te confundem do que trazem explicações que fazem sentido ao seu coração, elas não favorecem a sua espiritualidade, elas apenas te limitam.

Não aceite uma visão limitada, explore várias formas de sentir essa fé que te leva até a sua verdade.

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*Fonte: seuamigoguru

As pessoas pareciam mesmo mais velhas no passado?

Se você já parou para olhar algumas fotos de seus pais ou avós quando eles tinham aproximadamente 18 anos, provavelmente notou algo curioso: por que os adolescentes de antigamente pareciam ser muito mais velhos do que os jovens dos dias atuais? É culpa da alimentação e estilo de vida, ou seria apenas impressão nossa?

Não é nada incomum que pensemos que os jovens pareciam ser mais velhos antigamente do que eles se parecem agora. Sendo assim, podemos chamar esse fenômeno de “envelhecimento retrospectivo”. Ficou curioso para saber mais sobre esse assunto? Veja só o que nós sabemos a respeito disso até agora!

Entendendo o envelhecimento

Quando olhamos para o passado para realizar comparações, precisamos frisar que as pessoas nunca envelheceram e provavelmente nunca envelhecerão da mesma forma. Inclusive, basta darmos uma rápida olhada pela internet para encontrarmos comentários opostos a teoria proposta por esse texto, onde as pessoas afirmam que os “jovens de hoje em dia estão crescendo rápido demais”.

Logo, como explicar a impressão de que nossos antepassados simplesmente pareciam mais velhos do que nós na mesma faixa etária? Conforme explica o youtuber e cientista Michael Stevens, do canal Vsauce, essa teoria reúne uma ilusão mental de exemplos selecionados com fatos reais.

Segundo o pesquisador, os humanos de hoje em dia realmente estão envelhecendo mais devagar do que antigamente — sobretudo por conta das mudanças no estilo de vida, nutrição, acesso à saúde e por aí vai. Inclusive, estudos feitos pela Universidade de Yale, nos Estados Unidos, mostram que possuir 56 anos hoje em dia é compatível com ter 60 anos entre os anos 1990 e 2000.

Fatores determinantes

Embora a vida tenha mudado muito de alguns anos para cá, é importante ressaltar que grupos diferentes não possuem os mesmos tipos de benefício. Logo, todos os fatores que fazem uma determinada pessoa parecer mais jovem no século XXI podem não ser aplicados para diferentes grupos sociais divididos com base na renda.

Segundo o estudo de Yale, homens jovens também perceberam maior grau de mudança por idade do que as mulheres. O motivo? Provavelmente, a explicação mais plausível é de que a mortalidade na idade adulta diminuiu mais para os homens do que para as mulheres, algo que contribuiu para que houvesse um estreitamento na diferença de mortalidade entre os sexos.

O documento indica que estilo de vida, como o tabagismo, teve grande influência nesse processo. Ao passo que os homens começaram a fumar menos e novos medicamentos surgiram nos sistemas de saúde, aconteceu uma estabilização no número de mortes. Embora esses sejam fatores que influenciam bastante na nossa percepção da passagem de idade no passado, essa não pode ser vista como a história completa.

Visão selecionada

De tudo que foi dito até agora, uma questão importante sobre o assunto não pode ser deixada de lado: os nossos preconceitos sobre a forma como as pessoas viviam antigamente. Segundo Michael Stevens, as pessoas atualmente possuem uma visão negativa sobre a moda usada no passado e associam à velhice.

Logo, ao vermos um modelo de camisa que eram comum nos anos 1970, logo presumimos que essa pessoa deveria ter no mínimo 50 anos, mesmo se essa pessoa estivesse usando essa vestimenta no auge dos seus 18 anos. Portanto, todas as informações sobre estilo de vida e cuidados com a saúde são deixadas de lado para que o nosso julgamento atue.

Portanto, a resposta final é: sim e não. Nossos antepassados até poderiam parecer um pouco mais velho por não disporem dos mesmos benefícios que nós, mas muitas vezes imaginamos que eles pareciam ser mais velhos simplesmente por não ter vivido aquela época.

*Por Pedro Freitas
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*Fonte: megacurioso

Inventaram um painel solar que vai transformar janelas em geradores de energia

Em um mundo que enfrenta uma crises ambientais e de energia tão drásticas quanto o atual, toda a luz do sol que nos ilumina diariamente pode ser vista como um imenso desperdício – de uma fonte de energia incessante e limpa, que é pouquíssima aproveitada e que poderia resolver tais crises com um pouco de tecnologia e principalmente vontade política. Um dilema funcional sobre o aproveitamento da energia solar, que há anos vinha sendo enfrentado por pesquisadores e desenvolvedores, foi finalmente resolvido – com a criação de painéis solares completamente transparentes.

A novidade foi desenvolvida por pesquisadores da Universidade Estadual do Michigan, nos EUA e, por conseguir coletar energia sem afetar a passagem da luz, poderá ser aplicada em larga escala sobre superfícies variadas – como em janelas, edifícios inteiros ou mesmo automóveis. A tecnologia se vale de moléculas orgânicas, capazes de absorver ondas infravermelhas e ultravioletas, invisíveis ao olhar humano, e sua aplicação sobre prédios e carros poderá se dar sem alterar em nada a aparência e a funcionalidade dos vidros atuais.

“Se as células puderem ser feitas de forma a durarem muito tempo, estes dispositivos poderão ser integrados em janelas de modo relativamente barato, já que grande parte do custo da energia fotovoltaica convencional não é da própria célula solar, mas dos materiais em que é aplicada, como o alumínio e o vidro”, afirmou uma reportagem do New York Times sobre a invenção. “O revestimento de estruturas existentes com células solares eliminaria parte desse custo de material”, diz o texto.

Se a tecnologia se mostrar comercialmente viável, poderá ser uma novidade revolucionária para o consumo em residências e edifícios comerciais, além de significar mais um passo importante para amenizar o uso de fontes poluentes de energia.

*Por Welliton
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Fonte: deolhonaengenharia

Mudanças climáticas: ondas de calor são desafio para gestão das cidades

Altas temperaturas na Europa mostram que mudanças climáticas já chegaram. As cidades estão preparadas?

Cidades mais resistentes a altas temperaturas passaram a ser uma necessidade dos países tropicais e devem ser a realidade do mundo em um ambiente de mudanças climáticas. E a necessidade é urgente, como tem indicado a maior onda de calor da história, que está assolando a Europa.

A Inglaterra viu os termômetros passarem dos 40ºC pela primeira vez. Na Espanha, a temperatura chegou a 45ºC. A população está sentindo na pele os efeitos do calor extremo e tais cenários não devem ser pontuais. Segundo especialistas, a probabilidade de haver calor extremo no continente europeu é 10 vezes maior por causa das mudanças climáticas.

Mais ventilação
De acordo com o pesquisador e especialista em mudanças climáticas da London School of Economics, Bob Ward, em artigo publicado no The Guardian, “o próprio tecido de nossas áreas urbanas as torna propensas ao superaquecimento”. Isso porque, as superfícies escuras, o concreto, os edifícios e as estradas tendem a absorver luz do sol e reter calor. O resultado é a temperatura das áreas urbanas ser mais alta.

“Não podemos simplesmente demolir nossas cidades e reconstruí-las de uma maneira que seja mais adequada ao nosso clima em aquecimento, por isso temos que reajustá-las e adaptá-las”, argumenta Ward.

Tal adaptação não significa, simplesmente, aumentar a quantidade de equipamentos de ar-condicionado em espaços e prédios públicos. Afinal, essa medida acabaria transferindo o problema do aquecimento para outros lados da cidade. “Em vez de remover desesperadamente o excesso de calor dos prédios da cidade, precisaremos impedir que os raios do sol criem o problema em primeiro lugar. Escritórios e residências precisarão de vidros coloridos ou persianas instaladas para impedir a entrada da luz solar. E os telhados brancos devem se tornar padrão para refletir os raios do sol em vez de absorvê-los”, explica Ward.

Espaços verdes são aliados no controle das mudanças climáticas

Cultivar espaços verdes é uma das principais formas de reduzir os efeitos negativos das altas temperaturas, pois as árvores e a grama conseguem ajudar a refração da luz, diminuindo a área que recebe o calor direto do sol. Mas, enquanto plantar árvores é a saída para as calçadas, existem outras partes da cidade para as quais é preciso dar um pouco mais de atenção, é o caso da infraestrutura.

A infraestrutura da cidade sofre tanto com as temperaturas quanto as calçadas e as pessoas. Na Europa, a recente onda de calor conseguiu deformar trilhos de trem e rodovias. Como a substituição de materiais não é possível nesse caso, a saída tem sido pintar os trilhos de trem de branco, o que ajuda a resfriar as barras.

Nas estradas, a alta temperatura amolece o asfalto, bem como favorece os focos de incêndio. As pistas de aeroportos, feitas de asfalto, sofrem o mesmo problema. Em Londres, o aeroporto Luton teve que suspender voos porque uma grande parte da pista ficou deformada com a temperatura.

Repensar o material de toda a infraestrutura da cidade, além de redesenhar os prédios históricos, bem como as construções das estações de metrô, portanto, será necessário.

Chief Heat Officer
Para lidar com o aumento das temperaturas impulsionado pelas mudanças climáticas, cidades ao redor do mundo estão criando um novo cargo: o Chief Heat Officer (CHO).

Seguindo a tendência de gestores focados em área específicas e estratégicas, como o Chief Citizen Experience Officer e o Chief Resilience Officer, o objetivo do CHO é aumentar a conscientização sobre os riscos extremos de calor para proteger os cidadãos mais vulneráveis em sua cidade. Eles planejam e coordenam respostas de curto e longo prazos às ondas de calor, bem como implementam projetos de redução de risco. Em resumo, os chefes de aquecimento têm a tarefa de encontrar soluções para resfriar seus ambientes urbanos.

Os caminhos são diversos, indo desde facilitar para os formuladores de políticas a implementação de medidas de emergência até iniciativas de plantio de árvores. Na Europa, Atenas foi a primeira cidade a ter um CHO, anunciado no meio do ano passado. Localizada no sul do continente, a capital grega é uma das mais vulneráveis à oscilação de temperatura.

“As mudanças climáticas para nossa cidade significam temperaturas extremas mais frequentes e perigosas para moradores e turistas, que são críticos para nossa economia. Infelizmente, Atenas não é única – o calor é uma emergência para as cidades da Europa e do mundo”, comentou o prefeito ateniense, Kostas Bakoyannis, em julho do ano passado ao The Guardian.

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*Fonte: habitability

O objetivo na vida deve consistir em ser muito, e não ter muito

O desejo de superar os seus próprios limites fez com que o homem deixasse o solo da Terra para pisar na Lua, descobrisse que o nosso planeta não era o centro do Universo e iniciasse as suas grandes descobertas no campo da ciência. Amparando-se na grande promessa de progresso ilimitado, o ser humano não mediu esforços para revolucionar os diversos campos dos saberes.

Um grande marco deixado pelo homem foi o começo da era industrial. Iniciada no século XVIII, constituiu-se como um momento histórico em que a atividade produtiva artesanal passou a ser substituída pelo emprego das máquinas, sendo esse trabalho conhecido como maquinofatura. Desde então, o cenário mundial ganhou o tom consumista que hoje conhecemos.

Não precisaria ser um gênio para prever que uma estrada trilhada para a produção ilimitada, certamente nos levaria a um consumo sem limites, sendo o consumismo considerado atualmente uma grave doença comportamental que se alastra sem precedentes. Albert Schweitzer ao receber, em 1952, o Prêmio Nobel da Paz em Oslo alertou que o homem, ao aumentar os seus poderes, torna-se cada vez mais pobre e mais desumano. Enquanto a cobiça e o egoísmo guiarem o modo de viver do ser humano, maior será a distância entre ele e a genuína felicidade que visa alcançar.

O problema maior não é o consumo, até porque ele é, até certo ponto, necessário no cotidiano das pessoas. É perfeitamente aceitável o ser humano adquirir coisas a fim de desfrutá-las. A questão se torna preocupante quando o consumo vira uma compulsão, ao ponto de causar prejuízos financeiros e, inclusive, emocionais na vida do indivíduo.

Estudos no campo da neurociência comprovam que o cérebro movido pelo desejo de consumo libera certos neurotransmissores como a dopamina, adrenalina e serotonina que possibilitam uma sensação prazerosa ao organismo após obter a satisfação do seu desejo. A química que se processa no circuito cerebral reduz a ansiedade no ato do consumo. Em contrapartida, após algum tempo, a ansiedade retorna e solicita uma nova aquisição, instalando-se a dependência. A sociedade contemporânea virou uma espécie de consumidora de emoções, a sua meta está totalmente voltada para o desejo de experimentar novos estímulos e a ânsia de adquirir algo inédito.

O foco em si não está no objeto concreto que é alvo do consumo, mas no que ele representa, isto é, no status que confere. Não é a toa que tomando como exemplo a indústria da moda, existem roupas que são projetadas para uma determinada estação do ano e, passado este período, tornam-se facilmente descartáveis. A roupa continua nova, contudo para a próxima estação ela não possui mais o valor social almejado. Aqueles que insistirem em usá-las, correrão o risco de serem considerados “ultrapassados”. Assim como no âmbito da moda, esta visão se estende para os diversos outros meios de consumo.

Ao atribuir um valor ao objeto, o ser humano perde de vista o seu próprio valor. Cada pessoa é singular, a beleza existe em cada ser. Nessa busca desenfreada para incorporar o novo, o homem se afasta daquilo que ele já traz consigo – a sua essência. A ditadura do consumo firma padrões e impõe a sua força para transformar as pessoas em verdadeiras tropas, confinadas em caixas. O desrespeito à individualidade se torna evidente, extinguindo as capacidades criativas e supervalorizando uma cultura massificada. Ninguém precisa procurar fora de si o seu valor, pois ele vem de dentro. Não existe nenhum ser humano vazio, dentro de cada um existe um vasto mundo a espera de ser redescoberto e reinventado.

O consumismo coloca em evidência a necessidade de mudanças essenciais nos valores e atitudes humanas, tais como uma nova ética e uma nova postura para com a natureza. A mudança de estilo de vida e no padrão de consumo deve ser incentivada. Os cidadãos precisam decidir o que devem consumir, não sendo o papel das indústrias e dos meios de publicidade decidirem o que é melhor para a sociedade.

O governo, a indústria e as comunicações de massa querem convencer a todos que o consumismo oferece a porta para a felicidade absoluta e para a liberdade irrestrita. Mas se por meio do consumo o completo bem-estar defendido fosse alcançado, hoje não seria tão evidente na sociedade a presença de indivíduos deprimidos, infelizes, ansiosos, destrutivos e dependentes. Desse modo, constata-se que ter algo não oferece a garantia de uma felicidade plena. Apesar disso, muitos ainda acreditam que o seu valor pessoal é definido pelas suas posses.

Marx ensinava que o objetivo primordial na vida deve consistir em ser muito, e não ter muito. O que verdadeiramente importa na vida não é o quanto se consegue acumular, afinal os bens se desgastam com o passar do tempo e novos desejos a todo o momento surgem. A felicidade sincera não se resguarda, mas sempre se expande, envolvendo aquele que a irradia, bem como todos ao seu redor. A felicidade maior está em espalhar o bem, com o coração aberto, sem olhar a quem.

*Por Saulo de Oliva
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*Fonte: equilibrioemvida

Causas e efeitos da destruição da camada de ozônio

Entender as causas e efeitos da destruição da camada de ozônio nos ajuda a compreender as consequências climáticas pelas quais o planeta está passando hoje.

A camada de ozônio é uma cobertura na estratosfera feita de uma alta concentração de ozônio. Como resultado de sua composição química, o ozônio é um tipo especial de oxigênio que contém três moléculas de oxigênio (O3), ao invés de duas (O2).

A camada de ozônio circula a Terra e é um fenômeno natural, encontrando-se entre 15 e 30 km acima do solo. Ela age como um escudo contra os raios ultravioleta emitidos pelo Sol.

A camada é constantemente gerada e quebrada devido aos diversos processos atmosféricos e reações químicas que ocorrem. Isso faz com que sua espessura varie em termos geográficos e sazonais.

Causas e efeitos da destruição da camada de ozônio

As causas
Gases que emitem efeito estufa são prejudiciais à atmosfera. O aumento dos raios UV, com a destruição da camada de ozônio, amplia esse problema.
As causas e efeitos da destruição da camada de ozônio se originam da atividade humana. Ao contrário da poluição, que tem várias causas, há um composto químico específico que é responsável pela destruição da camada de ozônio.

Esses compostos químicos estão presentes em muitos produtos industriais e aerossóis. Eles estão listados abaixo.

Clorofluorcarbonos (CFCs)
Os clorofluorcarbonos (CFCs) são a causa primária da destruição da camada de ozônio. Produtos industriais como solventes, aerossóis em spray, espumas isolantes, recipientes, sabões e objetos de refrigeração, como geladeiras e ar-condicionado usam CFCs.

Ao longo do tempo, essas substâncias se acumulam na atmosfera e são levadas pelo vento até a estratosfera. Quando na estratosfera, as moléculas dos CFCs são quebradas pela radiação ultravioleta, o que libera átomos de cloro. Os átomos de cloro reagem com o ozônio, iniciando um ciclo químico que destrói o “ozônio bom”.

Substâncias que destroem a camada de ozônio
Há outras substâncias químicas que destroem a camada de ozônio, conhecidas na sigla em inglês como Ozone Depleting Substances (ODS). Exemplos incluem o brometo de metila usado em pesticidas, o clorofórmio de metila usado na fabricação de solventes industriais e os halons usados em extintores de incêndio.

Essas substâncias também reagem quimicamente com o ozônio, iniciando um ciclo químico que destrói o ozônio bom.

Outros químicos
Outros químicos que apresentam reações similares com o ozônio bom incluem o Clx, Hox e Noy, que pertencem, respectivamente, às famílias do cloro, hidrogênio e nitrogênio.

Os efeitos
As causas e os efeitos da destruição da camada de ozônio originam problemas e consequências sérias à saúde humana, das plantas, assim como aos ecossistemas marinhos e os ciclos biogeoquímicos. Vejamos os efeitos abaixo.

Efeitos na saúde humana
Com a destruição da camada de ozônio, a espécie humana fica mais exposta aos raios UV que alcançam a superfície terrestre. Estudos sugerem que esses altos níveis causam câncer de pele, além do desenvolvimento de catarata, uma patologia ocular.

Exposição contínua aos raios UV também pode reduzir a resposta do sistema imunológico, e até causar danos permanentes em alguns casos. Além disso, os raios UV envelhecem a pele, acelerando esse processo.

Efeito nas plantas
As plantas também são atingidas pelos efeitos dos raios UV. Os processos fisiológicos e de desenvolvimento das plantas são afetados de maneira severa, além do crescimento. Outras mudanças incluem a maneira que as plantas se formam, o tempo do desenvolvimento e crescimento, assim como a distribuição de nutrientes na planta, seu metabolismo, etc.

Efeitos nos ecossistemas marinhos
Os raios UV também afetam os ecossistemas marinhos. O efeito é negativo nos plânctons, que formam a base das cadeias alimentares aquáticas. O fitoplâncton cresce próximo à superfície d’água, e desempenha um papel vital na cadeia alimentar e no ciclo oceânico do carbono.

Mudanças nos níveis dos raios UV afetam a orientação e motilidade dos fitoplanctons, o que reduz sua sobrevivência e taxa de crescimento. Os raios UV também afetam o desenvolvimento de peixes, camarões, caranguejos, anfíbios e outros animais marinhos.

Quando isso ocorre, toda a cadeia alimentar é afetada.

Efeitos nos ciclos biogeoquímicos
O aumento na radiação UV altera tanto as fontes quanto os sumidouros dos gases de efeito estufa na biosfera, como o dióxido de carbono, monóxido de carbono, sulfeto de carbonila, ozônio e possivelmente outros gases.

Mudanças nos níveis de UV contribuem para reações na biosfera e atmosfera que mitigam ou amplificam as concentrações atmosféricas desses gases.

*Por Dominic Albuquerque
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*Fonte: socientifica

Como as pessoas falsas agem – 8 sinais para identificá-las

Às vezes conhecemos uma pessoa e ela se mostra super sincera e legal, com o tempo percebemos que se trata de uma das pessoas mais falsas que encontramos em toda nossa vida!

As pessoas falsas são um problema na sua vida? Você vive caindo no conto de uma pessoa que a princípio é super legal e depois te decepciona?

A verdade é que as pessoas falsas muitas vezes passam-se por boas pessoas e estão espalhadas por todos os ambientes, seja no trabalho, na faculdade ou na academia.

Mas como detectar essa falsidade? Será que existem sinais que podem facilitar a identificação?


Essas 8 ações são o que você precisa saber para identificar pessoas falsas

Respeito
Pessoas que são sinceras: respeitam todos
Pessoas falsas: elas só respeitam pessoas que têm poder

Alterar
Pessoas que são sinceras: elas não tentam mudar as pessoas.
Pessoas falsas: elas tentam fazer pessoas como elas

Atenção
Pessoas que são sinceras: não buscam atenção
Pessoas falsas: desespero pela atenção

Conquistas
Pessoas que são sinceras: não têm o hábito de ostentar suas conquistas
Pessoas falsas: ostentam frequentemente

Opinião
Pessoas que são sinceras: expressam abertamente suas opiniões
Pessoas falsas: mentem e criam muitas fofocas

Compromisso
Pessoas que são sinceras: fazem tudo ao seu alcance para cumprir o que prometem
Pessoas falsas: elas são excelentes em fazer promessas, mas nunca cumprem

Admirar
Pessoas que são sinceras: elas admiram outras pessoas e gostam de elogiá-las
Pessoas falsas: costumam criticar os outros para se verem melhor

Bondade
Pessoas que são sinceras: elas tendem a ser gentis com os outros e também sempre ajudam
Pessoas falsas: geralmente são amigáveis quando querem algo

Como agir ao detectar esses sinais?

A psicanalista do Fãs da Psicanálise, Natthalia Paccola enfatiza que você não precisa se afastar dessas pessoas, geralmente quando esse tipo de pessoa não consegue obter vantagem elas mesmas se afastam, “é a chamada lei natural”.

Agora, diz a psicanalista, se você é o tipo de pessoa, que se preocupa com o meio em que vive e deseja ver todo o seu redor cada vez mais bonito e lotado de boas pessoas, faça diferente: seja o exemplo de pessoa que você desejaria ter por perto. “Através das suas boas ações essas pessoas podem perceber que o real significado de ser feliz está em fazer as outras pessoas felizes, sendo o mais transparente possível”.

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*Texto traduzido e adaptado por Naná cml da equipe Fãs da Psicanálise.

*Texto traduzido e adaptado com exclusividade para o site Fãs da Psicanálise. É proibida a divulgação deste material em páginas comerciais, seja em forma de texto, vídeo ou imagem, mesmo com os devidos créditos.

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10 razões para parar com o desmatamento

Há diversas razões para parar com o desmatamento, que persiste como um dos grandes desafios ambientais do mundo. Em muitas partes do planeta, a cobertura original de áreas florestais foi reduzida em mais de 20%, e algumas regiões foram completamente desmatadas.

As mudanças climáticas e a destruição da vida selvagem são apenas alguns dos vários problemas atribuídos ao desmatamento. Assim, listamos aqui algumas razões para parar com com o desmatamento.

Razões para parar com o desmatamento

1. As árvores são necessárias para a nossa respiração
Sem as árvores, não seríamos capazes de respirar. É através do processo da fotossíntese que as árvores tomam o dióxido de carbono da atmosfera e liberam oxigênio, que sustenta nossa respiração. Todas as criaturas vivas precisam de oxigênio para sobreviver, e como as florestas desempenham um papel importante em disponibilizá-lo, protegê-las é muito importante.

2. As árvores produzem água
As árvores são uma parte integral do ciclo da água. Pesquisas apontam que 75% da água doce do planeta se origina das florestas. As árvores prosseguem com o ciclo da água através do processo chamado de evapotranspiração.

Em suma, elas absorvem a água e a liberam no ambiente na forma de gotas, que sobem e se resfriam, formando nuvens e trazendo chuvas.

As árvores possuem uma importância inestimável para os ciclos naturais, dos quais a espécie humana também faz parte.

3. Florestas ajudam a reduzir os riscos de enchentes
As florestas oferecem uma imensa cobertura do solo, reduzindo a velocidade da água da chuva. Ao mesmo tempo, também absorve o excesso d’água. Por isso, as florestas podem ajudar a reduzir os riscos de enchentes, pois elas diminuem a velocidade do fluxo d’água que escorre pelas colinas e montanhas em direção aos rios, sendo essa uma das razões para parar com o desmatamento.

4. As árvores são reguladoras do clima
As árvores podem ser consideradas como os ventiladores natural do planeta. Elas ventilam o ambiente e os arredores de uma forma que contribui para a regulação das temperaturas globais. Também agem como isolantes ao absorver e refletir parte do calor emitido pelo Sol, reduzindo o calor e o efeito da radiação solar.

5. As florestas ajudam a combater as mudanças climáticas
As florestas são muito importantes no combate às mudanças climáticas, sendo essa outra das razões para parar com o desmatamento. Elas armazenam em torno de 2,8 bilhões de toneladas de carbono ao ano. Quando desmatadas, o carbono é liberado de volta ao meio ambiente, e sobram menos recursos para absorver o gás do efeito estufa.

6. As florestas protegem a biodiversidade
Cerca de 80% de todas as espécies de plantas e animais vive nas florestas. O desmatamento e o dano ao habitat natural é o principal contribuidor à extinção de inúmeras espécies em todo o planeta.

7. Florestas tropicais são ótimas fontes medicinais
A maior parte dos produtos farmacêuticos são retirados de florestas tropicais. Foi relatado que a vida animal e vegetal das florestas abriga 1/4 dos remédios do planeta. 70% de 3000 plantas com ingredientes inibidores do câncer se encontram em florestas tropicais.

8. Interromper o desmatamento tem um bom custo-benefício
Depois de muitas análises, especialistas e analistas ambientais concluíram que a forma mais barata de combater as mudanças climáticas e reduzir a emissão dos gases de efeito estufa é parar com o desmatamento. Os analistas demonstram que essa redução é bem mais barata comparada com a redução da combustão de combustíveis fósseis.

9. As florestas possuem uma função econômica
Diversas funções econômicas se atribuem às florestas. Elas fornecem alimentos, óleos, borracha, ervas, remédios, assim como ecoturismo. A lista é contínua, e uma das razões para parar com o desmatamento é reconhecer a importância econômica da vida natural.

10. O desmatamento aumenta o conflito social em comunidades florestais
O desmatamento sem a aprovação das comunidades locais pode originar conflitos sociais e violência. Essas comunidades dependem da floresta para sobreviver, e desmatá-las sem seu conhecimento ou consentimento pode trazer ataques em retaliação, algo comum no Brasil e no Sudeste Asiático.

Além disso, as florestas também fornecem heranças culturais insubstituíveis. Algumas delas sequer foram encontradas, e muitas não estão presentes em outros habitats. Há milhões de povos indígenas que mantiveram seus estilos tradicionais e configurações sociais. Uma das razões para parar com o desmatamento é preservar essas culturas — e até descobrir novas.

*Por Dominic Albuquerque
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*Fonte: socientifica

Por que é tão difícil mudar de opinião?

Em pleno período eleitoral, uma verdade parece ainda mais evidente: é muito difícil mudar aquilo que já achamos. Estudos realizados pela psicologia cognitiva e pela neurociência demonstram que algo presente na política se estende para todos os ramos da nossa vida: nós costumamos formar nossa opinião muito mais por conta das emoções (como a raiva e o desprezo) do que por conta dos fatos.

É por isso mesmo que “saber a verdade” não é sempre suficiente para mudar uma opinião. Em outras palavras, mudar a própria mente não é nada fácil. Mas não é impossível. Neste texto, explicamos por que, para nós, é tão difícil mudar de ideia.

1. O confronto com as crenças

Idealmente, imaginamos que vivemos em um mundo regido pela racionalidade. Quando novas evidências desmentem as nossas crenças, nós avaliaríamos esses fatos e mudaríamos de ideia. Mas não é assim que costuma acontecer.

A neurociência explica que a culpa é um sentimento que costuma entrar em ação quando nos confrontamos com evidências que desmontam o que já achávamos. Este fenômeno tem até nome: é chamado de “perseverança da crença”.

Quando algo (como notícias ou mesmo conversas com os outros) sugerem que nossas crenças estão erradas, nós nos sentimos ameaçados. Quando isso envolve questões ligadas à nossa identidade pessoal ou político, sentimo-nos ainda mais atacados.

Curiosamente, o confronto com alguém com a visão de mundo diferente pode se tornar “um tiro que sai pela culatra”: as crenças originais se tornam ainda mais arraigadas que antes.

2. A busca pelo que confirma as crenças

Outra tendência cognitiva que temos é de buscar aquilo que a ciência define como “viés de confirmação”. Ou seja, naturalmente, nosso primeiro movimento é buscar novas informações que ajudem a confirmar aquilo que já pensávamos.

Fazemos isso de várias formas, como conversando com pessoas que pensam como nós ou procurando uma mídia tendenciosa. O problema do viés de confirmação é que ele nos impede de olhar para uma situação de forma objetiva, analisando vários ângulos — e, desta forma, descobrindo que estamos errados.

3. A questão dos hormônios

A verdade é que o funcionamento do nosso cérebro também não ajuda para que estejamos abertos às mudanças. O cérebro está preparado para nos proteger, o que envolve reforçar nossas opiniões mesmo quando elas estão equivocadas.

A explicação é científica: vencer uma discussão faz ocorrer no cérebro uma enxurrada de hormônios, como dopamina e adrenalina. Estas substâncias nos trazem as sensações de prazer presentes nos atos de comer, andar, fazer sexo — e sim, vencer um debate. É um sentimento tão bom que muita gente fica viciado nele.

Por outro lado, quando temos alto nível de estresse, o corpo libera cortisol, um hormônio que nos tira de nosso centro e desconstrói nossa racionalidade. É o cortisol, por exemplo, que nos dá o impulso para fugir quando sentimos que estamos correndo perigo.

Por isso, o desejo de estar certo é também um desejo de fugir do estresse, e o nosso cérebro nos protege a todo custo para evitar que isso aconteça.

4. Como treinar o cérebro para sair desta situação?

Embora seja muito difícil lidar com isso, a longo prazo, ter a mente aberta é mais vantajoso para a saúde. Mas, para isso, é preciso “religar” o cérebro e refazer nossos hábitos mentais.

O fato é que, para isso, precisamos de treinamento. Podemos, por exemplo, buscar aprender coisas novas, e tentar analisar um problema por meio de perspectivas diversas. Outra sugestão é fazer um exercício de tentar solucionar problemas apenas usando evidências objetivas, identificando o que é fato e o que é opinião.

Uma forma de fazer isso é analisar quais são as suas fontes de informação. São especialistas respeitados dentro do seu ramo? Como você sabe disso?

Outra dica é treinar a maneira pela qual você comunica suas certezas. Às vezes, o melhor jeito de convencer alguém de que está errado, tem a ver com sabermos apresentar isso de uma maneira não confrontativa, evitando passar a sensação de ataque. Ao invés isso, tente fazer perguntas que façam a pessoa questionar aquilo que acredita.

Por fim, fuja da arrogância: lembre-se que todos nós temos nossas convicções, não só aqueles que consideramos estar errados.

*Por Maura Martins
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*Fonte: megacurioso

Cachorros choram quando se reencontram com seus tutores; entenda ‘hormônio do amor’

Os seres humanos não são os únicos animais que choram de alegria: um novo estudo concluiu que, além dos latidos, saltos e lambidas, os cachorros também choram de felicidade quando reencontram seus tutores humanos.

Realizado por cientistas japoneses, o estudo concluiu que a quantidade de lágrimas nos cães aumenta consideravelmente no momento do reencontro, a partir da produção do “hormônio do amor”.

O estudo é o primeiro a vincular a produção de lágrimas às emoções de alegria dos cães

A pesquisa foi publicada na revista científica Current Biology e mediu a quantidade de lágrimas sob as pálpebras a partir de um teste chamado Schirmer, comparando o momento do encontro com a quantidade em contexto habitual.

Após uma separação de 5 a 7 horas de duração, a quantidade de lágrimas aumentou significativamente após cinco minutos de reencontro.

A pesquisa mediu a produção de lágrimas a partir do momento de reencontro com os tutores

“Nunca havíamos ouvido sobre animais que derramaram lágrimas em situações felizes, como ao se reencontrarem com o dono”, afirmou Takefumi Kikusui, cientista da Universidade de Azabu, no Japão, e um dos autores principais do estudo.

O teste foi realizado com fitas de papel absorvente sob os olhos, e concluiu não somente que os cães só choram no momento do reencontro com seus donos, como que o aumento nas lágrimas não acontece em encontros com outros humanos.

As lágrimas tem função sentimental semelhante a dos bebês, para incitar a empatia humana

Essa foi a primeira vez que o choro canino foi cientificamente vinculado às emoções, e⁠ para entender a função das lágrimas caninas, o estudo também mediu a reação dos donos ao choro dos animais através de fotos; as imagens em que lágrimas foram incluídas digitalmente foram ordenadas como as que mais davam vontade de cuidar dos cães.

O choro, portanto, funciona em comunicação semelhante às lágrimas dos bebês, incitando maior afeto e estima nos seres humanos.

Hormônio do amor
O aumento na quantidade de lágrimas está diretamente ligado, segundo o estudo, à oxitocina. Também conhecido como “hormônio do amor”, a oxitocina é produzida pelo hipotálamo, e tem diversas funções como promover as contrações musculares uterinas e reduzir o sangramento durante o parto, estimular a liberação de leite materno, reduzir o medo, desenvolver afeto, apego e empatia entre as pessoas, e produzir o prazer de um orgasmo.

A produção de lágrimas é diretamente ligada à oxitocina, conhecida como “hormônio do amor”

“É possível que os cães que mostram olhos marejados durante as interações façam com que sejam mais cuidados”, afirmou Kikusui.

“As lágrimas podem desempenhar um papel no aprofundamento dos relacionamentos mútuos e aumentar os vínculos entre as espécies”, concluiu o texto da pesquisa.

*Por Vitor Paiva
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*Fonte: hypeness

ACLIMATAÇÃO: o fenômeno que explica as diferentes percepções à temperatura

As recentes ondas de calor que atingiram a Europa surpreenderam pessoas de todo o mundo — principalmente pelos relatos de cidadãos passando mal por causa do calor intenso. Na cidade de Londres, os termômetros chegaram a registrar mais de 40?°C. Isso foi suficiente para gerar uma demanda de ocorrências que sobrecarregou as equipes locais dos bombeiros.

Quando um brasileiro lê esse tipo de notícia, pode não acreditar que a temperatura de 40?°C seja suficiente para causar tantos danos em uma cidade, impactando a saúde dos seus moradores, já que vários municípios brasileiros apresentam temperaturas semelhantes a essa rotineiramente — e em alguns casos, até maiores.

Acontece que o organismo humano leva um tempo para se acostumar com uma temperatura. Os londrinos foram acostumados há séculos com temperaturas amenas e dias chuvosos. Essa surpreendente onda de calor exige muito dos seus corpos, principalmente em relação à aclimatação.

Aclimatação: a capacidade do corpo humano em se adaptar à temperatura

A aclimatação é a capacidade do organismo humano se adaptar às temperaturas extremas, sejam elas quentes ou frias. Contudo, essa adaptação não é imediata. O objetivo da aclimatação é manter a temperatura corporal dentro do padrão de normalidade: 37?°C.

Para se adaptar, o organismo recorre a ações imediatas e de médio prazo. Uma das respostas imediatas ao calor, por exemplo, é produzir suor. Todas essas alterações são comandadas pelo cérebro, na região do hipotálamo, com a ajuda de uma glândula especial chamada de “glândula pituitária”.

Diversas decisões são tomadas por essa dupla, como a forma de trabalho do sistema sanguíneo, o quanto de nutrientes podem ser eliminados pelo suor, a forma como o açúcar será consumido, o ritmo do seu batimento cardíaco, etc.

No entanto, o organismo precisa de ajuda para que esse processo seja o mais eficiente possível. Em temperaturas elevadas, é preciso aumentar a ingestão de água pois a produção de suor pode levar a pessoa a ter um quadro de desidratação. Ao mesmo tempo, consumir refeições mais leves, que exijam menos do sistema digestivo, podem auxiliar na nutrição e melhorar a disposição.

Aclimatação não resolve o problema sozinha
A aclimatação é muito estudada por profissionais de saúde que atuam no esporte. Os atletas precisam se adaptar a diferentes climas, mantendo o seu rendimento. Contudo, a maioria das pessoas não tem o mesmo preparo físico de um atleta e isso faz com que seus corpos, mesmo buscando uma adaptação ao novo clima, apresentem falhas.

É por isso que o aumento das ondas de calor em diferentes regiões do mundo pode representar um desafio para os serviços de saúde e para a economia, já que impactarão a produtividade dos trabalhadores.

Em regiões que lidam com verões intensos, como o estado americano da Califórnia, os trabalhadores são expostos ao calor de forma gradual, para que seus corpos consigam, por meio da aclimatação, se acostumarem com as temperaturas elevadas. Eles começam trabalhando apenas meio-período e, depois de alguns dias, suas jornadas ganham uma hora a mais. Ainda assim, eles precisam de descansos constantes na sombra e muita água.

Todo esse esforço pretende evitar as mortes dos trabalhadores rurais nos Estados Unidos. Todos os anos, cerca de 5 trabalhadores morrem por causa do calor.

*Por Everton Lima
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*Fonte: megacurioso

O mundo está cheio de crianças em trajes de adulto

A SOCIEDADE ESTÁ CHEIA DE ADULTOS QUE AGEM COMO CRIANÇAS. SÃO HOMENS E MULHERES QUE, APESAR DE TEREM AMADURECIDO FISICAMENTE, NÃO CRESCERAM, NÃO AMADURECERAM EMOCIONALMENTE.

São figuras que navegam tropeçando diante de todas as adversidades, sejam elas grandes ou insignificantes. Seus olhos estão atentos ao mundo, esperando que ele responda às suas necessidades e que tudo seja como eles querem.

Eles ficam frustrados rapidamente, vão de raiva em raiva, desejando que os outros se ajustem às suas expectativas e desejos . Não importa se eles usam fantasias de adulto. Por dentro ainda são criaturas perdidas que não aprendem com as experiências porque não toleram que a vida não seja o que querem.

Crescer é definido pela experiência adquirida, não pelos anos completados.

Envelhecer é fácil, mas nós os recusamos

A ruga não gosta e a passagem do tempo aterroriza. Envelhecer é fácil, mas muitos negam esse processo natural inerente a todas as coisas deste mundo, inclusive as pessoas. O impressionante é que o simples fato de resistir a essa realidade também retarda a oportunidade de crescer, de adquirir o aprendizado vital que essa etapa nos proporciona.

Pesquisa da Universidade de Lleida, na Espanha, lembra a necessidade de se adaptar ao processo de envelhecimento para desfrutar de um bem-estar físico e psicossocial adequado. A aceitação é uma parte essencial do crescimento pessoal , vamos ter isso em mente.

O tempo passa muito rápido, se você quer crescer comece a trabalhar nos seus sonhos, com decisão e coragem.

Como crescer à medida que envelheço?

O que podemos fazer para promover um adequado crescimento pessoal, emocional e até existencial? O pilar que sustenta este privilégio a que todos temos direito é a maturidade. A maturidade é definida pela forma como percebemos as experiências para aprender com elas.

Em vez de reagir a tudo o que nos acontece, devemos integrar a auto-reflexão em cada circunstância. Olhar para cada evento a partir da serenidade para aceitar o que acontece, entender o que nos acontece e aplicar estratégias adequadas para resolver os problemas é essencial.

Crescer também é adquirir uma postura mais humilde e curiosa, além de ser mais sábio e esperançoso.

Todos nós, sem exceção, temos o poder de desenvolver esse valor, esse dom que nos permitirá viver com maior felicidade e bem-estar. Vamos colocar em prática.

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*Fonte: seuamigoguru

Amazônia e Pampa lideram queimadas de janeiro a julho de 2022

O Brasil queima no Norte e no Sul de seu território. Dados do MapBiomas mostram que 2.932.972 hectares foram consumidos por queimadas nos primeiros sete meses do ano. Embora maior que o estado de Alagoas, essa área é 2% menor do que a que foi consumida pelo fogo no ano passado.

Na Amazônia e no Pampa, no entanto, a situação é diferente: esses são os únicos biomas com aumento na área afetada pelo fogo. Na Amazônia o fogo atingiu uma área de 1.479.739 hectares, enquanto que no Pampa foram 28.610 hectares queimados entre janeiro e julho de 2022. Nesse período, foi registrado um aumento de 7% (ou mais de 107 mil hectares) na Amazônia e de 3372% no Pampa (27.780 ha).

Esses dados fazem parte da nova versão do Monitor do Fogo, que o MapBiomas lança nesta quinta-feira, 18 de agosto, em sua plataforma.

Esta versão usa imagens do satélite europeu Sentinel 2, que tem duas importantes características para esse tipo de mapeamento: ele passa a cada cinco dias sobre o mesmo ponto, aumentando a possibilidade de observação de queimadas e incêndios florestais; além disso, tem resolução espacial de 10 metros.

Isso acrescenta cerca de 20% a mais na área queimada em relação aos dados do Mapbiomas Fogo coleção 1, que traz o histórico de fogo anualmente desde 1985. Também permite que a partir de agora os dados sejam divulgados mensalmente.

Monitor do Fogo
O Monitor do Fogo do MapBiomas difere e complementa o monitoramento do INPE porque avalia as cicatrizes do fogo, e não os focos de calor. O motivo é simples: dados de focos de calor representam a ocorrência de fogo (e potencialmente contribuem para seu combate) mas não permitem avaliar a área queimada.

O Monitor de Fogo, por sua vez, revela em tempo quase real (diferença de um mês) a localização e extensão das áreas queimadas, facilitando assim a contabilidade da destruição que é apontada pelos focos de calor da plataforma do INPE.

“Este produto é o único nessa frequência e resolução a fornecer esses dados mensalmente, o que facilitará muito a prevenção e combate aos incêndios, indicando áreas onde o fogo tem se adensado”, explica Ane Alencar, coordenadora do Monitor do Fogo do MapBiomas. “Além do poder público, é uma ferramenta de grande utilidade para a iniciativa privada, como o setor de seguros, por exemplo”, completa.

Fogo em 2022
Os dados dos sete primeiros meses de 2022 mostram que três em cada quatro hectares queimados foram de vegetação nativa, sendo a maioria em campos naturais. Porém, um quinto de tudo que foi queimado no período foi em florestas. Metade das cicatrizes deixadas pelo fogo localizam-se no bioma Amazônia, onde 16% da área queimada corresponderam a incêndios florestais, ou seja, áreas de floresta que não deveriam queimar.

O Mato Grosso foi o estado que mais queimou nos sete primeiros meses de 2022 (771.827 hectares), seguido por Tocantins (593.888 hectares) e Roraima (529.404 hectares). Esses três estados representaram 64% da área queimada afetada no período.

No Cerrado, a área queimada entre janeiro e julho de 2022 (1.250.373 hectares) foi 9% menor que no mesmo período do ano passado, porém 5% acima do registrado em 2019 e 39% maior que em 2020. O mesmo padrão foi identificado na Mata Atlântica, onde houve uma queda de 16% em relação a 2021 (ou 14.281 hectares), porém um crescimento de 11% em relação a 2019 e 8% na comparação com 2020.

O Pantanal, por sua vez, apresentou a menor área queimada nos últimos quatro anos (75.999 hectares), com 19% de redução de 2022 para 2021 em relação a área queimada de janeiro a julho

Dentre os tipos de uso agropecuário das áreas afetadas pelo fogo, as pastagens se destacaram com 14% da área queimada nos sete primeiros meses de 2022.

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*Fonte: ciclovivo

Shikata ga nai: a antiga sabedoria japonesa que pode deixar sua vida muito mais fácil

Talvez muitos, se não todos, fariam bem em trazer um pouco de Shikata ga nai para sua vida cotidiana, para minimizar e torná-la mais consciente ao mesmo tempo. Shikata ga nai é uma expressão típica da cultura japonesa: lembre-se que as coisas são como são e que nem sempre temos controle sobre nossa vida.

Horror? Assombro e descrença porque a verdade introjetada é que “você consegue tudo o que deseja com pensamento positivo, visualização criativa, confiança em você e quão legal você é é medido pelo sucesso que você tem”?

Mais do que compreensível, em nosso mundo ocidental new age e materialista. É por isso que alguém (ou mais do que alguém) poderia ler – no Shikata ga nai – uma posição passiva, submissa, que remete a um pessimismo aniquilado e frustrado, expressa e reforça um desconforto de falta de capacidade de controlar a própria vida, mas, em realidade mais profunda, esse não é o caso.

Há uma sabedoria antiga dentro . De facto, há dois aspectos implícitos que importa sublinhar: o reconhecimento “sereno” da situação (que implica a capacidade de viver o aqui e agora, a aceitação dos desafios que a vida traz mesmo no “desagrado” ) e a consciência de que NEM sempre se pode fazer algo para mudar a realidade, mas muitas vezes sim. É preciso saber apreender a diferença e, assim, ir mais longe, avançar.

Em suma, Shikata ga nai permite dar peso, esforçar-se, empenhar-se, suar, oferecer o melhor de si onde merece, onde faz sentido e é útil, construtivo e ao mesmo tempo oferece a visão sábia de acolher, desapegar , sem resistir, mas fluindo juntos – da melhor maneira possível – em situações que não podem ser mudadas. Não é uma coisa pequena.

Fazer isso, entre outras coisas, evita muito sofrimento desnecessário, culpa ineficiente e persistência dolorosa. E, ao mesmo tempo, torna-se mais forte e mais consciente; focamos na ação em outra direção (não oposta e contrária às situações desagradáveis, mas alternativa, criativa ), na gestão das consequências do aqui e agora, seja ele qual for.

Shikata ga nai é um lembrete; aceitá-la é uma escolha que deve ser repetida, sempre. É claro que também deve ser digerido, elaborado e internalizado na prática, ao longo da vida, mas fazer a escolha automaticamente reduz as tensões e, assim, abre novas possibilidades. Vale a tentativa.

6 passos para praticar Shikata ga nai
Candice Kumai , em seu livro ” A Arte Japonesa de Nutrir Mente, Corpo e Espírito ” (em inglês) sugere seis maneiras de entrar nessa atitude com mais facilidade:

Para respirar profundamente
A respiração profunda, principalmente pelo nariz, ajuda a se sentir mais aterrado, traz de volta à realidade. Ao respirar é importante prestar atenção ao corpo, às tensões: trazer a respiração para essas áreas ajudará a relaxá-las.

Uma consciência: a comparação com os outros nunca ajuda
Comparar sua própria vida com a dos outros é uma prática sem sentido e frustrante. É como se uma rosa se comparasse a um girassol: qual é o significado? Cada um tem sua singularidade, sua história e sua tarefa. Quando você se depara com outra pessoa, é melhor desconectar; reserve um tempo para honrar o que você é, você sabe fazer, o que você fez, suas características pessoais. É diferente, claro, usar a vida dos outros para desenhar ideias e ensinamentos que também podem ser úteis para si mesmo.

Se cuida
Muitas vezes estamos tão orientados a enfrentar os compromissos e ritmos que nos são impostos que já não existimos realmente como pessoas. Estamos apenas com pressa, correndo atrás do relógio para fazer tudo. É importante fazer paradas. Cuide-se de forma séria: do seu corpo (com alimentação saudável, orgânica ou melhor biodinâmica); de suas emoções (dedicando e defendendo seu tempo de afeto, a vida em meio à natureza); da mente (com boa leitura, diversão saudável que beneficia a todos) e do espírito.

Alterar perspectiva
As coisas muitas vezes são como são, mas a capacidade de olhar para elas de outro ponto de vista sempre faz a diferença. Como mudar de perspectiva? Desconectar-se, talvez com uma pequena viagem, poderia ajudar. Mas, mais simplesmente, trata-se de dar a si mesmo a oportunidade de fazer coisas diferentes normalmente. É também um treinamento que pode ser feito todos os dias: pegar novas estradas para chegar a um determinado lugar, mudar de posição para ver a vista de um ponto diferente do habitual, visitar novas cidades, assistir a um documentário, fazer atividades nunca antes feitas antes de. Agarrando os estímulos criativos e construtivos que a vida oferece e nunca havia sido considerado antes.

Sair para a natureza
Passar tempo na natureza é uma nova maneira de praticar shikata ga nai. Caminhar lentamente pela mata, aproveitando o tempo para contemplar e apreciar a beleza e a vida em que está imerso, respirar profundamente o oxigênio fresco, inalar os óleos naturais liberados pelas árvores ajudará a abrir o coração. Entrar em um relacionamento com a natureza pode dar novos insights, consciência e visões.

Saber pedir ajuda
Amigos se vêem em tempos de dificuldade. E em tempos de dificuldade é importante pedir o apoio dos amigos.

Shikata ga nai nem sempre é fácil. É uma “rendição” sábia e ativa. O que pode ser ainda mais sereno e forte para quem ouve ressoar – nos acontecimentos que encontra na vida – a mão do mundo espiritual que – além do que humanamente gostamos ou não – sempre nos traz apenas experiências úteis: para nosso próprio crescimento e a do nosso espírito. Resumindo, a vida continua. Podemos e devemos fazer a diferença seguindo o Seu Jogo. Conscientemente.

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*Fonte: vidaemequilibrio

Estamos perdendo nossos habitats marinhos — e agora?

O ser humano utiliza da natureza para o seu desenvolvimento. Isso é natural, ocorre desde sempre, e é necessário. No entanto, a exploração não significa necessariamente a degradação da natureza. Por essa confusão, estamos, rapidamente, perdendo nossos habitats marinhos.

A exploração da natureza é necessária para nosso desenvolvimento, até porque embora nos distanciemos dela ao citar “a natureza”, ainda fazemos parte dela. Somos animais e estamos na natureza, muito embora tenhamos a degradado para construir cidades. A natureza nos fornece os materiais e a energia para o desenvolvimento, então precisamos explorá-la de maneira sustentável.

O tamanho dos habitats marinhos
Três quartos da superfície da Terra são cobertos por água. Dessa água, 97% são oceanos, e apenas os 3% restantes da água doce. Agora, deixe-me enunciar uma coisa assustadora: Conhecemos mais sobre o universo do que sobre o oceano. No início dos anos 2000, possuíamos um mapa mais detalhado da superfície de Vênus do que do relevo oceânico. No pós-Segunda Guerra, nos anos 1940, a exploração mais profunda do oceano não chegava nem a 1 km, e o ponto mais profundo dos oceanos está a mais de 10 km de profundidade – mais profundidade do que o monte Everest tem de altura.

A importância dos oceanos é tremenda e a biodiversidade marinha é muito maior do que a biodiversidade terrestre. Majoritariamente, as algas nos fornecem o oxigênio – as florestas consomem quase todo oxigênio que produzem.

“O oceano é uma parte integral de nossas vidas. Nós estamos vivos por conta do ar puro, da água e de outros serviços que ele oferece”, disse Ken Norris, da Sociedade de Zoologia de Londres, à World Wide Fund for Nature (WWF)

Eles são um ambiente tão complexo, que dentro dos oceanos há, ainda, outros habitats por si só. Um exemplo são os recifes de corais. Eles são como um condomínio multiespécie. Plantas, animais e microrganismos convivendo em sintonia, em um ambiente simbiótico (onde todos se ajudam). 25% da biodiversidade vive nos recifes de corais. Esses recifes de corais são um dos habitats oceânicos em maior risco.

Os problemas para os habitats marinhos
A poluição desenfreada da atmosfera é o que inicia o principal problema que aflige os oceanos e os habitats marinhos. Com a elevação nos teores de gases de efeito estufa na atmosfera, temos diversos problemas que surgem.

1. A água possui uma capacidade de absorção de gases. Portanto, o teor de gases tóxicos nas águas aumenta.

2. A elevação na temperatura atmosférica ocasiona, também, um aumento de temperatura nas águas oceânicas.

“O aquecimento dos oceanos projetado para o futuro pode modificar a densidade da água e fazer com que menos alimento chegue ao fundo, o que coloca corais dessas regiões em risco”, disse à Revista Pesquisa Fapesp o biólogo Rodrigo da Costa Portilho-Ramos.

3. A elevação de temperatura na atmosfera e nos oceanos ocasiona o derretimento de geleiras. Esse derretimento faz o nível e as temperaturas dos oceanos e elevar ainda mais.

4. O lançamento de resíduos e lixos para os oceanos contamina a sua água. Microplásticos são o principal problema da poluição oceânica.

Fibra de microplástico sob visão microscópica. Imagem: M.Danny25 / Wikimedia Commons
5. Boa parte da pesca que ocorre nos oceanos é ilegal. Por isso, há um descontrole na predação de animais marinhos, causando risco de extinção para diversas espécies marinhas, além dos transtornos que os barcos de pesca causam nos oceanos.

Soluções
As soluções para diminuir o nosso impacto nos habitats marinhos devem partir de políticas públicas — não necessariamente governamentais. Falo da união das iniciativas públicas e privadas de todo o planeta. Há diversos acordos ambientais fechados junto à ONU, e assinados por quase todos os países do mundo. Mas estes devem ser cumpridos.

A maior valorização de acordos climáticos e a visão de que o desenvolvimento sustentável não só são possíveis, como são melhores e mais lucrativos devem ser mais presentes. É mais barato prevenir do que trabalhar na recuperação de habitats destruídos.

Tudo deve partir da educação. Mudar a base.

Em um futuro não muito distante, é importante que a pesca e caça nos oceanos seja toda regulada. É importante que sejam bruscamente diminuídas, com uma tendência para zero, as pegadas e carbono e outros diversos tipos de poluição presentes no mundo. Só assim salvaremos os habitats marinhos, tão importantes para a preservação da vida no planeta Terra.

*Por Felipe Miranda
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*Fonte: socientifica

Mar Mediterrâneo mais quente e a perda de biodiversidade

Mar Mediterrâneo mais quente significa perda irreversível para a vida marinha

No dia Mundial dos Oceanos de 2021 o WWF mostrou como as alterações climáticas já transformaram – de forma irreversível – alguns dos mais importantes ecossistemas marinhos do Mediterrâneo. Com as temperaturas subindo 20% mais rápido do que a média global, diz o WWF, o aumento do nível do mar deve ultrapassar um metro até 2100. Desse modo, o Mediterrâneo está se tornando o mar de aquecimento mais rápido, além do mais salgado do planeta.

O drama do Mediterrâneo
Antes de mais nada, trata-se de um mar quase completamente fechado. O Estreito de Gibraltar, ligando-o ao Atlântico, tem apenas 14 km de extensão. Em outras palavras, tudo que acontece no Mediterrâneo é naturalmente em escala maior que nos outros oceanos e mares europeus. Por este motivo o Mediterrâneo já é considerado o mais poluído da Europa.

Olivia Gérigny, pesquisadora do Instituto Francês de Exploração do Mar (Ifremer), autora do estudo de 20 anos sobre poluição no Mediterrâneo foi categórica: “Na década de 1990, havia cerca de 100 resíduos por quilômetro quadrado. Em 2012, o número havia subido para cerca de 200. Por último, em 2015 atingiu seu pico com cerca de 300 resíduos por quilômetro quadrado.”

Recorde de 30,7°C no final de julho
Enquanto isso, segundo o http://www.france24.com, ‘A temperatura da superfície do Mar Mediterrâneo atingiu um recorde de 30,7°C no final de julho. As ondas de calor estão se tornando cada vez mais comuns com consequências dramáticas para a biodiversidade’.

“É inédito”, disse o pesquisador Jean-Pierre Gattuso. A temperatura do Mediterrâneo é geralmente entre 21° e 24°C nesta época do ano.

O http://www.france24.com também ouviu igualmente a oceanógrafa Carole Saout-Grit, do instituto de pesquisa CNRS de Paris. ‘Quando falamos de aquecimento global, temos que lembrar que 90% do calor desde a era pré-industrial tem sido absorvido pelo oceano.’

Esta mudança súbita não dá tempo aos ecossistemas, assim como à vida marinha, de se adaptarem. Segundo o Guardian, ‘Os cientistas descobriram que as ondas de calor marinhas no Mediterrâneo entre 2015 e 2019 causaram mortes em massa em espécies marinhas, branqueamento de corais, além de proliferação de algas nocivas’.

Durante um episódio de muito calor os seres humanos sentem desconforto, então buscam se refrescar. Contudo, se as temperaturas forem quentes demais, podem morrer. Do mesmo modo acontece com criaturas que vivem debaixo d’água.

Mediterrâneo um “hotspot” de biodiversidade
Com menos de 1% da superfície dos oceanos, o Mediterrâneo abriga cerca de 10% de todas as espécies marinhas. No entanto, o ecossistema está ameaçado pelo aquecimento das águas, que se soma a pressões humanas pré-existentes, como pesca predatória, poluição ou o excesso do transporte marítimo.

Corais, diminuição entre 80 a 90%
Simultaneamente, o phys.org destacou um estudo liderado por equipes do Instituto de Pesquisa em Biodiversidade (IRBio) da Universidade de Barcelona revelando que as ondas de calor marinhas associadas à crise climática estão aniquilando as populações de coral no Mediterrâneo, cuja biomassa em alguns casos foi reduzida em 80 a 90%.

Populações de corais quase extintas depois da primeira onda de calor marinha
O mesmo estudo destacou que a onda de calor de 2003 na área marinha protegida de Scandola (Corsega) mostrou que, 15 anos após o evento, as populações sobretudo da gorgônia vermelha (Paramuricea clavata) e coral vermelho (Corallium rubrum) estão praticamente extintas do ponto de vista funcional.

Por último, ‘Como esperamos que o número e a intensidade das ondas de calor marinhas aumentem nas próximas décadas devido à crise climática, a viabilidade de muitas populações de corais pode ser seriamente ameaçada’.

*Por João Lara Mesquita
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*Fonte: marsemfim

Pesquisas descobrem relação de tipo sanguíneo com doenças

Você sabe seu tipo sanguíneo? Se não, procure fazer um exame para descobrir, porque a ciência tem descoberto que ele pode indicar propensão a doenças e a condições de saúde.

Antes de explicar o que os pesquisadores encontraram, vale lembrar o que são tipos sanguíneos. Eles são formados por uma das letras A, B ou O e um sinal de positivo ou negativo.

As letras representam se o seu corpo está programado para produzir antígenos. Assim, os sangues A e B produzem antígenos, enquanto o sangue tipo O não produz nenhum. Já o positivo ou negativo diz respeito a existência (ou não) de proteínas Rhesus nos glóbulos vermelhos.

Risco para coração e cognição
Pessoas com sangue tipo A, tipo B ou tipo AB são ligeiramente mais propensas do que aquelas com tipo O a ter um ataque cardíaco ou sofrer insuficiência cardíaca, de acordo com a Associação Americana do Coração.

Em números, as pessoas com os tipos A ou B tiveram um risco combinado 8% maior de ataque cardíaco e 10% maior risco de insuficiência cardíaca, segundo um grande estudo divulgado pela associação.

Ao mesmo tempo, esses tipos sanguíneos apresentam problemas graves de coagulação, que também podem contribuir para aumentar o risco de insuficiência cardíaca. Aqueles com os tipos sanguíneos A e B foram 51% mais propensos a desenvolver trombose venosa profunda e 47% mais propensos a desenvolver embolia pulmonar.

Outra pesquisa descobriu que pessoas com sangue tipo AB podem ter um risco aumentado para deficiência cognitiva, o que inclui problemas para lembrar, focar ou tomar decisões.

Risco para hemorragias
Se o tipo sanguíneo O se saiu melhor para doenças cardíacas, o mesmo não é verdade para hemorragias. Um estudo, por exemplo, descobriu que mulheres com esse tipo sofrem um risco maior de hemorragias no pós-parto.

Outro estudo, publicado na Critical Care, descobriu que pessoas com o tipo O também podem se sair pior após uma lesão traumática devido ao aumento da perda de sangue.

E agora?
Embora essas pesquisas mostrem que o tipo sanguíneo pode influenciar na saúde, o médico hematologista Douglas Guggenheim acredita que todos devem fazer uma boa dieta anti-inflamatória – independentemente do tipo sanguíneo.

Porém, ele pondera que pesquisas futuras poderão contribuir para tratamentos mais personalizados. Por exemplo, um paciente com colesterol alto e tipo sanguíneo A poderá receber uma prescrição diferente de outro com o tipo sanguíneo O.

*Por Layse Ventura
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*Fonte: olhardigital

Pessoas inteligentes têm poucos amigos, já os medíocres, têm muitos.

Pessoas inteligentes têm poucos amigos, já os medíocres, têm muitos.

Seus amigos são um reflexo de sua própria personalidade. Você escolhe os amigos de acordo com quem você é. Por isso, pessoas medíocres têm amigos medíocres.

Pessoas inteligentes têm poucos amigos. Diz-se sabiamente: “ Um homem é conhecido pela companhia que mantém ”.

Os tolos têm pessoas tolas como amigos. Boas pessoas têm bons amigos. Pessoas más têm amigos maus.

Criminosos fazem amizade com criminosos. Os corruptos preferem os corruptos como amigos.

Pessoas honestas fazem amizade com pessoas honestas. Portanto, não é surpresa que pessoas inteligentes busquem amizade entre as pessoas inteligentes. Elas não podem tolerar pessoas medíocres.

Pessoas inteligentes são uma raridade no mundo, pois a maioria das pessoas é medíocre ou totalmente estúpida.

PESSOAS MEDÍOCRES NÃO SE SENTEM À VONTADE COM PESSOAS INTELIGENTES, POIS SÃO INFORMADAS DE SUA INCOMPETÊNCIA QUANDO ESTÃO EM SUA PRESENÇA.

As pessoas inteligentes também não se sentem à vontade com pessoas medíocres porque não podem perder tempo explicando tudo sem que elas consigam entender.

Assim, as pessoas inteligentes têm poucos amigos, pois pessoas inteligentes estão em falta no mundo, enquanto os medíocres existem aos montes, estão disponíveis em abundância.

Ter poucos amigos, portanto, não é ruim, é um sinal de que você se tornou seletivo, é uma prova de que você é inteligente e sabe separar o joio do trigo.

Eu diria que quanto mais inteligente você for, mais difícil será encontrar amigos verdadeiros que possam causar um impacto positivo em sua vida.

As pessoas inteligentes são mais perspicazes e têm padrões mais altos para seus amigos do que as pessoas comuns, e preferem ficar sozinhas do que com as pessoas erradas.

No entanto, quando pessoas inteligentes encontram amigos adequados, geralmente os mantêm por muito tempo porque é uma amizade baseada no respeito mútuo, e não na conveniência.

As pessoas inteligentes são mais exigentes em relação à qualidade e aos valores de seus amigos, então tendem a encontrar sua tribo mais tarde na vida em comparação com as pessoas comuns.

Em outras palavras, a vida social das pessoas inteligentes só melhora com a idade, à medida que aprendem mais sobre si mesmas.

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*Fonte: seuamigoguru

Como desacelerar para dormir rápido e melhor

Muitos de nós não conseguem dormir o suficiente todas as noites. No entanto, o que pouca gente sabe é que, embora seja importante dormir o suficiente, dormir bem é um aliado mais influente para acordar disposto.

Um estudo publicado no Journal of Psychosomatic Research concluiu que a qualidade do sono é mais importante do que a quantidade, no que diz respeito à se sentir descansado e rejuvenescido.

Claro, isso não significa que as pessoas podem dormir apenas três horas por noite. A verdade é que cada um de nós precisa de uma quantidade diferente de sono para ser produtivo, e o lance das “oito horas por noite” é mais uma diretriz do que uma regra. De fato, algumas pesquisas sugerem que dormir demais pode ser tão prejudicial para a sua saúde quanto dormir pouco.

Como as orientações para uma boa noite de sono podem ser confusas, trouxemos aos nossos leitores esse guia, que visa ajudar na melhoria do sono ao ponto de que você precisar dormir menos, e o tempo que você passar dormindo ser verdadeiramente repousante.

Como dormir melhor

Por onde começar
Em primeiro lugar, é preciso começar a controlar o seu sono, e encontrar o seu momento de dormir perfeito.

Oito horas de sono é inútil se você gastar todo esse tempo rolando na cama, e só dormir por cerca de 3 a 4 horas. Tentar corrigir maus hábitos de sono indo para a cama mais cedo é como tentar perder peso gastando mais tempo na academia sem fazer qualquer treino extra.
Otimizar o seu sono depende muito de três coisas: preparação (construção de bons hábitos de sono), ambiente (aprimoramento de seu ambiente de sono ideal) e rotina (dormir quando e quanto você precisa).

As dicas abaixo são do Dr. Nitun Verma, especialista em sono da Universidade de Stanford (EUA) e diretor médico do Centro de Distúrbios do Sono Washington Township, em Fremont (EUA), para ajudá-lo a melhorar a qualidade do seu sono a longo prazo.

Preparação
O primeiro passo é construir hábitos que irão ajudá-lo a adormecer mais rápido, dormir mais e ficar mais confortável enquanto você descansa. Por exemplo:

Exercício físico regular. A Fundação Nacional do Sono dos EUA afirma que exercício no período da tarde pode melhorar o sono à noite. Especificamente, praticar atividades físicas de manhã ou à tarde ajuda a adormecer mais rápido, com menos problemas. Apenas certifique-se de não se exercitar logo antes de dormir, já que isso tem o efeito oposto.

Escolha um despertador suave. Esqueça seu despertador irritante e incrivelmente alto, e tente algo novo que vai tornar seu momento de acordar mais fácil e natural. Aplicativos de despertador podem acordá-lo com músicas ou sons suaves. Você também pode tentar uma luz de alerta que sobe lentamente o nível de iluminação na sala, conforme sua hora de despertar se aproxima.

Elimine o álcool, corte a cafeína e largue o cigarro. Um estudo publicado em 1994 abordou os três temas e concluiu que o álcool pode ser relaxante e ajudá-lo a pegar no sono, mas é prejudicial para o ciclo do sono, uma vez que é liberado do corpo. O resultado final é uma noite agitada em que você acorda com mais frequência do que faria normalmente. A cafeína tem um efeito diferente. Ela alonga a 2ª fase de seu ciclo de sono (quando o cérebro começa a reorganizar-se e processar o dia), o que é ótimo para cochilos, mas não para uma noite de sono profundo. Ainda, a cafeína reduz as fases três e quatro do sono, onde o sono REM e o sonho ocorrem. Cigarros, por outro lado, ou especificamente a nicotina, podem ser relaxantes em pequenas doses, mas em grande quantidade te mantém acordado por mais tempo e impedem o início do sono.

Diminua seu tempo na frente das telinhas. Estudo após estudo apontam que os dispositivos eletrônicos prejudicam nossos ciclos de sono. O Dr. Verma sugere desligar seus aparelhos pelo menos 1 a 2 horas antes de dormir. Duas horas é o melhor, mas é bastante impraticável para muitas pessoas. “As telas de tablets, telefones e TVs são tão brilhantes que podem confundir o cérebro. Tanta luz muito tarde da noite pode fazer com que o cérebro pense que é duas da tarde, não duas da manhã. Mesmo se ocorrer o sono, ele não será tão profundo e, portanto, será menos restaurador”.

Medite antes de dormir. Há muitos métodos de meditação orientada para dormir. Tente visualizar um sonho que você gostaria de ter, ou, se acordar no meio da noite, relaxe, concentre-se em dormir, e tente visualizar onde o seu sonho parou.

Melhore o seu ritual noturno. Ter um ritual à noite é importante. Por exemplo, sempre ir ao banheiro antes de dormir, para não acordar com frequência com vontade de ir ao banheiro, o que pode levar ao sono superficial durante toda a noite. Inicie uma rotina de sono saudável, que começa muito antes de sua cabeça bater no travesseiro.

Ambiente
Antes de se deitar para dormir, você também deve se certificar que seu ambiente está propício para uma boa noite de sono.

Certifique-se de que sua cama é realmente confortável. Como a maioria de nós vai gastar uma média de 24 anos de nossas vidas dormindo, sua cama merece um investimento sério. Compre o colchão certo, escolha bons travesseiros e lençóis. Não subestime o poder de uma cama mais confortável. Isso pode realmente melhorar o seu sono.

Ajuste a temperatura. Alguns estudos têm mostrado que a temperatura ótima de dormir para a maioria dos adultos situa-se entre 15 a 20 graus centígrados. Muito mais quente do que isso pode causar insônia. No entanto, você pode procurar o que lhe faz bem. Se você gosta do calor, durma no calor. Se gosta de ligar o ventilador e se cobrir, faça isso, etc.

Filtre a luz. LEDs e luzes de espera de eletrônicos podem causar tanto estrago ao seu ciclo de sono quanto a luz de um tablet ligado. Mesmo que seus eletrônicos estejam desativados, certifique-se de encobrir a luz pulsante de seu laptop enquanto ele está recarregando, ou a luz de espera da TV, etc. Se você mora em algum lugar iluminado a todas as horas, invista em uma máscara de dormir. Isso pode ajudá-lo a obter um melhor descanso.

Corte as distrações. Crianças te acordam? Você pode não ser capaz de fazer muito sobre isso, mas se o seu telefone está te acordando com notificações de novos e-mails, é hora de desligá-lo. Se o seu bairro é barulhento e o impede de dormir, tente um gerador de ruído branco ou uma música suave para ajudá-lo a descansar.

Rotina
Você já sabe que quanto tempo você dorme é importante, mas para ter o melhor sono possível, você deve dormir e acordar na mesma hora todos os dias.

É difícil “repor” sono perdido. O Dr. Verma sugere uma alternativa: “Uma maneira para as pessoas otimizarem seu sono é acordar na mesma hora todos os dias, ou pelo menos dentro da mesma hora. Ao invés de dormir mais em dias de folga, desperte no mesmo tempo e, em seguida, tire uma soneca que permite o sono extra sem interromper a programação normal de acordar”.

Finalmente, se você está tendo problemas para ter um sono de qualidade, ou mesmo se você dorme por longos períodos e não se sente descansado, pode ser hora de falar com o seu médico.

Pode haver um número de questões médicas causando seus problemas de sono, todas tratáveis. Você pode estar sofrendo de insônia crônica, apneia do sono, ou alguma outra condição não diagnosticada que, uma vez tratada, pode transformar seu sono em verdadeiramente repousante.

Depois de ter seus problemas de sono resolvidos, seja por profissionais ou pelas dicas acima, você pode começar a ajustar a quantidade de sono para o quanto você realmente precisa. Se você dormia nove ou dez horas porque era a única maneira de se sentir descansado, e depois da máscara de dormir e de desligar seus eletrônicos se sente mais relaxado com apenas oito, pode começar a diminuir seu tempo de sono, ganhando horas extras em seu dia para fazer as coisas que você deseja. [LifeHacker]

*Por Natasha Romanzoti
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*Fonte: hypescience

Infraestrutura natural reduz efeitos de mudanças climáticas nas cidades

O crescimento e adensamento populacional tem se mostrado um fenômeno irreversível no mundo todo. O último relatório das Organizações das Nações Unidas (ONU) sobre a população global projetou que, em 2100, a quantidade de pessoas no planeta pode chegar a 10,9 bilhões, levantando preocupações quanto à pressão sobre as cidades, em especial em áreas sensíveis como o acesso à água.

Uma das alternativas que têm avançado nos últimos anos para ajudar a enfrentar o problema é a chamada infraestrutura natural, que consiste na incorporação de Soluções Baseadas na Natureza (SBN) para resolver questões relacionadas à segurança hídrica e à resiliência.

Por meio da implantação de áreas verdes em pontos estratégicos das cidades, cria-se um sistema natural capaz de absorver a água da chuva, filtrar sedimentos do solo e reduzir custos com saneamento e saúde pública.

O projeto de telhado verde mais conhecido de Blumenau está situado na sede da Cia. Hering e foi idealizado por Burle Marx, um dos principais paisagistas que já atuaram no país.

“Muitas cidades estão pensando em seus sistemas de drenagem porque as tubulações que existem hoje, feitas décadas atrás, não dão conta de escoar o volume atual de água durante grandes tempestades, que acaba provocando enchentes e invadindo edificações. Isso é especialmente importante num cenário de crise climática, em que as chuvas estão cada vez mais intensas e concentradas em curtos períodos, criando uma sobrecarga sobre esses sistemas”, explica o gerente de Economia da Biodiversidade da Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza, André Ferretti.

“ADOTAR ESTRATÉGIAS QUE USAM A PROTEÇÃO DA NATUREZA COMO SOLUÇÃO ELEVA OS MUNICÍPIOS AO QUE CHAMAMOS DE CIDADES BASEADAS NA NATUREZA.”

A aplicação prática da infraestrutura natural acontece por meio de soluções como jardins de infiltração, parques e telhados verdes, que juntos podem reduzir a quantidade de água que chega aos sistemas de drenagem, gerando ao mesmo tempo benefícios socioeconômicos.

Saúde e economia
“Ao absorverem a água da chuva e diminuírem sua velocidade de escoamento até chegarem às tubulações, essas áreas verdes, com solo altamente permeável, ajudam a prevenir a ocorrência de enchentes e alagamentos, o que evita muitos prejuízos. Esses espaços também servem como áreas de lazer e bem-estar para a população.”

Um estudo do World Resources Institute (WRI Brasil), publicado em 2018 em parceria com diversas entidades, mostrou que o aumento da cobertura florestal em 8% no Sistema Cantareira, na capital paulista, poderia reduzir em 36% a sedimentação.

“Ao impedir que mais sedimentos cheguem aos rios e, consequentemente, às estações de tratamento, a infraestrutura verde também alivia os cofres públicos, reduzindo o custo de tratamento da água que abastece as cidades”, completa André.

Para se ter uma ideia do impacto que isso pode gerar, a Estação de Tratamento de Água do Guandu, a maior do mundo, que fica no Rio de Janeiro, gasta 140 toneladas de sulfato de alumínio, 30 toneladas de cloreto férrico e mais 25 toneladas de cal diariamente para retirar impurezas da água que abastece a Região Metropolitana do Rio.

Ferretti cita ainda o exemplo do movimento Viva Água, que reúne diversos atores para proteger e recuperar ecossistemas naturais e incentivar o empreendedorismo com impacto socioambiental positivo na Bacia do Rio Miringuava, em São José dos Pinhais (PR), minimizando a sedimentação do rio e contribuindo com a segurança hídrica da região.

Entre as principais ações de urbanismo que as grandes cidades estão colocando em prática estão os jardins de infiltração. Também conhecidos como jardins de chuva, são espaços ao longo do território urbano que servem como esponjas, ajudando na absorção da água.

Além do aspecto funcional, contribuem para a valorização do espaço público e das propriedades em seu entorno. O ideal é que sejam instalados em partes mais baixas do terreno, que tendem a ser mais impactados por fortes chuvas.

Opção já bastante conhecida, mas com aplicação ainda pouco disseminada, é o telhado verde. Esse tipo de recurso auxilia na regulação microclimática das edificações e ajuda a acumular a água da chuva, sobretudo quando usado em conjunto com cisternas.

“Essa água pode ser usada para a limpeza das áreas comuns, reduzindo o consumo de água potável. Isso é ainda mais importante nos períodos de seca”, diz Ferretti.

Outra aplicação da infraestrutura natural acontece por meio dos parques e áreas verdes em geral, que além dos benefícios similares de filtragem de sedimentos e retenção de água, geram impacto positivo sobre a saúde e o bem-estar das pessoas, à medida que se tornam espaços de lazer e relaxamento para a população e atuam na redução da poluição sonora e atmosférica.

Além disso, as árvores também reduzem a velocidade de escoamento da água, impedindo que o sistema de drenagem se sobrecarregue rapidamente.

Políticas públicas
“Evitar alagamentos é igual reduzir grandes despesas, desde o tratamento da água até o sistema de saúde. Em um cenário de mudanças climáticas, com chuvas intensas seguidas por longos períodos de estiagem, ter controle sobre a disponibilidade da água é uma questão de sobrevivência”, afirma o gerente da Fundação Grupo Boticário.

De acordo com o DataSUS, em 2018, foram registradas mais de 230 mil internações por doença de veiculação hídrica, provocadas principalmente por falta de saneamento básico ou pelo contato com água suja em enchentes. Entre as doenças estão diarreia, leptospirose e hepatite A. Os gastos com internações com estas enfermidades no Sistema Único de Saúde (SUS) chegou a R$ 90 milhões no mesmo ano, segundo o Painel Saneamento Brasil, do Instituto Trata Brasil.

“O PODER PÚBLICO PRECISA PERCEBER QUE ISSO TEM VALOR. E AGORA, NAS ELEIÇÕES MUNICIPAIS, O ELEITOR PODE AVALIAR E COBRAR DOS CANDIDATOS ESSE TIPO DE COMPROMISSO”, FINALIZA ANDRÉ.

*Por Natasha Olsen
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*Fonte: ciclovivo