Mapa do Vinil: 18 indicações de sebos para garimpar LPs

As histórias da música estão nos sebos de LPs. Além das faixas dos lados A e B, cada disco de vinil carrega uma série de informações a respeito do contexto cultural no qual foi produzido. Alguns acervos, portanto, são verdadeiros arquivos documentais, separados por gênero, em ordem alfabética, disponíveis para a consulta rápida e certeira. Dar uma volta pelas lojas de vinil em sua cidade pode ser uma verdadeira aula sobre a história da música.

Para que você saiba onde começar a garimpar bolachas para a sua coleção, separamos alguns pontos conhecidos em cada região do Brasil e montamos um mapa. Em nossa busca, optamos por sebos especializados em discos de vinil porque essas lojas costumam ter acervos construídos de forma mais cuidadosa do que as lojas não especializadas (entretanto, você também pode encontrar ótimos discos nessas lojas)

Mas é importante ressaltar: nossas escolhas foram feitas através de conversas com fontes amigas, em alguns estados, e de muita pesquisa online. Com certeza existem outros sebos excelentes em cada cidade que apontamos (e nas que não apontamos também). Cabe a você procurá-los – nós estamos apenas dando um empurrãozinho.

Vale a pena conversar com seus amigos colecionadores para pedir indicações e usar um dia livre para vasculhar as prateleiras de mais de um sebo, sempre na busca de raridades.

Se você está dando os primeiros passos no mundo do vinil e quer garimpar pela primeira vez, recomendamos que, antes de botar a mão na massa, leia nosso texto sobre como escolher os melhores LPs usados. E se você estiver na dúvida sobre qual título procurar, pode ser legal começar por algum da coleção História da MPB, por exemplo, sobre a qual já falamos aqui no site. Ou, quem sabe, ficar sujeito às aleatoriedades surpreendentes que as prateleiras dos sebos podem proporcionar para você.

Ainda não começou sua coleção de LPs? A melhor maneira é assinando o NOIZE Record Club. Receba em casa todos os nossos kits exclusivos, com discos de vinil e revistas.

Agora, confira o nosso mapa de sebos de discos de vinil nas capitais do Brasil, separadas por região:

MAPA:  https://www.google.com/maps/d/viewer?mid=1Xl2ISoUReaZ60ZvTUwwFuO0MLgG_QIU&ll=-15.623812660909243%2C-51.070288363518216&z=4

CENTRO-OESTE

Brasília, DF – Dom Pedro Discos

Cuiabá, MT – Tchá por Discos

Goiânia, GO – Monstro Discos

NORDESTE

Salvador, BA – Bazar Musical

João Pessoa, PB – Música Urbana

Fortaleza, CE – Botija Discos

Recife, PE – Passa Disco

Teresina, PI – Disco Barato

NORTE

Manaus, AM – Sebo Art Vinil

Belém do Pará, PA – Discos ao Léo

Macapá, AP – Lado B Discos

SUDESTE

São Paulo, SP – Galeria Nova Barão (espaço com mais de um sebo)

Rio de Janeiro, RJ – Maraca Discos

Belo Horizonte, MG – Edifício Maletta (espaço com mais de um sebo)

Vitória, ES – Golias Discos

SUL

Porto Alegre, RS – Boca do Disco

Curitiba, PR – Savarin Music

Florianópolis, SC – Roots Records

*Por Erick Bonder
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*Fonte: noize

Demanda de discos de vinil é altíssima e preocupa produção

A demanda de discos de vinil no mercado internacional é tão alta que os fabricantes do produto estão enfrentando um grande desafio de dar conta de toda a produção.

Isso acontece precisamente 40 anos depois que o CD tirou o vinil de seu trono na indústria.

Como o CD tomou conta do mercado naquela época, a venda dos bolachões começaram a cair vertiginosamente, obrigando as grandes gravadoras a venderem ou desmontarem suas máquinas de prensagem de vinil. Agora, no atual século, o jogo virou e dezenas de fábricas de prensagem de discos foram criadas ao redor do mundo para tentar corresponder ao alto volume de vendas do formato, que já conta com um faturamento estimado em US$ 1 bilhão. E acreditem: não tem sido suficiente.

Demanda de discos de vinil é altíssima e preocupa produção

O ressurgimento e crescimento do vinil no mercado musical segue firme há uma década e durante a pandemia do coronavírus os aficionados pelos discos passaram a consumir o produto mais ainda, haja visto que as turnês foram canceladas e as pessoas ficaram confinadas em suas residências.

Soma-se a isso a descoberta dos jovens pelo antigo formato e com a música pop se rendendo ao vinil com seus lançamentos especiais. Para se ter uma ideia, um dos discos de vinil mais vendidos na indústria é o álbum Sour da estrela pop Olivia Rodrigo, de apenas 19 anos. Com milhões de fãs em todo o mundo, a jovem artista também contribuiu para a popularização do vinil nesta década.

Declínio do vinil nos anos 1980 e o vilão cassete

O declínio das vendas e do interesse público pelo vinil se deu nos anos 1980 quando as fitas cassetes ganharam um espaço maior naquela década e, com isso, o desempenho comercial dos discos foi severamente agravado, se tornando um “vilão” do antigo formato. Junte isso ao fato do CD ter se tornado uma novidade espetacular, apresentando um som livre de qualquer chiado.

Mark Michaels, CEO e presidente da United Record Pressing, empresa sediada em Nashville e a maior fabricante de discos de vinil dos EUA acredita que a indústria “encontrou uma nova marcha e está acelerando em um novo ritmo”. A empresa iniciou suas atividades em 1949 e jamais parou de fabricar discos. Atualmente, eles estão em um grande processo de expansão de US$ 15 milhões (cerca de R$ 78 milhões no câmbio atual) para triplicar sua capacidade de produção em meados de 2023.

Observando o crescimento do interesse no vinil em estudantes do ensino médio e jovens adultos, Michaels é bastante otimista quanto ao futuro do vinil no novo mercado musical, dominado pelo streaming: “Acredito na música e acredito na importância da música na vida das pessoas. Acho que isso não muda”, concluiu.

*Por Marcelo de Assis
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*Fonte: musicjournal

Venda de vinil cresce em 27% durante a pandemia

Uma pesquisa intitulada “Revelações sobre a revolução do vinil“, publicada na semana passada pela empresa americana de pesquisa e análise MusicWatch, que atende a indústria da música há quase um quarto de século, e afirmou que cerca de 18 milhões de pessoas acima de 13 anos compraram um disco em 2021 – um aumento de 27% em relação às vendas em 2020.

O maior interesse do público, consequentemente também influenciou outro mercado, o da venda de toca-discos e outros componentes de áudio. O estudo publicado estima que um em cada três proprietários de toca-discos planeja atualizar seus equipamentos pelo próximo ano.

A pesquisa ouviu cerca de 1.400 consumidores nos Estados Unidos, em quase todos os segmentos de estilo de vida, incluindo a população em geral e os entusiastas do vinil. O trabalho foi realizado em parceria com a Recording Industry Association of America (RIAA) e Music Business Association.

“Esta pesquisa histórica conduzida pela MusicWatch ressalta o papel único que os discos de vinil estão desempenhando hoje. O relatório mostra que o vinil ajuda os fãs a apoiar e se conectar com artistas e a música que eles amam, tanto da maneira antiga quanto da nova”, afirma Mitch Glazier, presidente e CEO da RIAA.

Um olhar mais atento aos números do estudo MusicWatch

Entre os itens que o estudo descobriu em sua pesquisa incluem:

– Entre os consumidores de vinil nos últimos dois anos, 71% compraram discos novos e 67% compraram discos de vinil usados.

– Quase todos os consumidores pesquisados ​​(95%) esperam continuar comprando discos no próximo ano.

– Mais de um em cada três compradores compram vinil há mais de 10 anos, e esses consumidores valorizam a “autenticidade e aconchego” que os discos de vinil oferecem.

– O estudo mostra que os consumidores que começaram a comprar discos mais recentemente apreciam a qualidade do som que o vinil oferece, bem como sua embalagem e arte, que compõem a experiência total do disco de vinil.

– A coleta de discos também é popular com 16% dos compradores comprando discos estritamente para possuí-los, enquanto 21% compram discos para possuir seus LPs e ouvir vinil.

– O MusicWatch também diz que os compradores de vinil também estão utilizando uma variedade de outros formatos de compra de música, incluindo as mais recentes soluções de streaming.

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*Fonte: noize

David Bowie lidera vendas de vinil no século 21 no Reino Unido

Dados oficiais da Official Charts Company mostram que Toy, o álbum perdido de David Bowie que foi recentemente lançado (AQUI), ajudou a consolidar a posição de liderança do artista para as vendas de vinil no Reino Unido no século 21.

A Music Week revelou que a estratégia de lançamento do disco, numa parceria da propriedade de Bowie com gravadoras, foi fundamental para o desempenho. Toy obteve o maior número de vendas de vinil de qualquer álbum na última semana. Hunky Dory, relançado para marcar seu 50º aniversário, apresentou sua maior alta desde 2017, enquanto que a compilação Legacy, de 2016, obteve seu recorde de vendas no formato.

Bowie lidera a parada de vendas de décadas e séculos do mercado de vinil. As vendas para os anos 2000 do artista atingiram 582.704 unidades (calculadas até 6 de janeiro). Trata-se de um número o coloca à frente do único outro nome que atingiu meio milhão de unidades no formato LP, The Beatles (535.596 vendas). Na década de 2020, Bowie tem 134.237 vendas e os Beatles 113.613.

“Embora Bowie e Beatles não tenham entrado no Top 10 de vendedores de vinil do ano passado (liderados pelo ABBA), a amplitude de seu catálogo permitiu que eles se adiantassem a vendas combinadas durante o atual revival de vinil”, diz a Music Week.

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*Fonte: radiorock89

Venda de vinil dispara e tem melhor semana nos EUA desde 1991

Segundo análise da Billboard, foram aproximadamente 2,1 milhões de unidades comercializadas apenas durante semana do Natal

Embora hoje em dia existam diversas formas mais modernas de se consumir música, a venda de vinil ainda é a preferida de muita gente na hora de escolher como ouvir seus artistas favoritos. Prova disso é uma pesquisa recente da Billboard, que mostrou que a semana de Natal de 2021 foi a melhor para esse mercado desde o ano de 1991.

Segundo o levantamento, aproximadamente 2,1 milhões de unidades foram vendidas em solo americano nesse período. A publicação destaca que um dos motivos que levou a esse aumento no número de vendas de vinil foi a enorme quantidade de álbuns lançados em 2021, incluindo inúmeras reedições de clássicos.

As previsões para a indústria da música em 2022, segundo a Billboard
Na semana anterior, o número de venda de vinil registrado havia sido de 1,46 milhão, sendo que desse total 59 mil cópias foram apenas do álbum “30”, último lançamento da cantora Adele.

O aumento na venda de vinil
Ainda de acordo com os dados da Billboard, esse período de Natal marcou a sexta semana consecutiva em que foram registradas mais de 1 milhão de unidades de vinil vendidas nos EUA. O númeor impressiona se for levado em conta que desde 1991 isso só havia acontecido seis vezes na história.

Outro número que mostra a força da venda de vinil é que esse formato responde por 50% da venda de álbuns (incluindo digital e físico) nos EUA, além de representar 57% de todas as vendas de discos físicos na semana de Natal.

*Por Gustavo Maiato
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*Fonte: guitarload

Como limpar seus discos de vinil? Veja soluções!

Além de prestar atenção na hora de escolher o toca-discos que vai reproduzir as suas canções preferidas, o cuidado ao guardar os discos é essencial. Afinal, para que você possa ouvir plenamente cada uma das obras enfileiradas na sua estante, elas precisam estar limpas. A poeira acumulada, além de dificultar a experiência de ouvir o disco sem que as faixas “pulem”, também aumenta a pressão no braço do toca-discos — e isso impacta a vida útil do produto que você, com certeza, investiu um dinheiro para comprar.

Por isso, ao longo dos anos, vários métodos, que prometem milagrosamente resolver o problema, foram inventados: desde lavar o disco com álcool — o que pode deixá-lo ressecado e frágil — até arriscar a limpeza com cola de madeira. A última técnica, embora seja muito arriscada, tem seus seguidores. Mas, para longe das polêmicas e teorias, a Noize se concentrou em separar apenas as formas mais eficazes de lavar o seu disco, sem prejudicá-lo futuramente. Colecionadores, podem comemorar!

Primeiramente, antes de qualquer coisa, sempre limpe a poeira dos LPs usando uma escova de fibra de carbono. Caso esse cuidado não seja feito, há risco do pó entrar ainda mais nas ranhuras do disco quando a limpeza úmida for realizada. Com a escova nas mãos, retire a poeira que possa estar presente na superfície do disco — e também do toca-discos — todas as vezes em que ele for reproduzido. Antes e depois. Assim, o acúmulo de poeira é reduzido e isso mantém a vida útil dos produtos.

Depois de retirar o excesso, o método mais eficaz é a utilização de uma máquina de limpeza. Apesar de serem caras, os valores podem variar entre R$120 a R$990, as máquinas sugam toda a sujeira, não fazem barulho, e economizam muito tempo para quem tem grandes coleções. Mais um investimento (que vale muito a pena) na conta.

Agora, a técnica mais simples e prática de todas: detergente neutro de lavar louça e água fria. Em uma bacia plástica, coloque os dois componentes e mexa bem. Na sequência, molhe o LP com a mistura (com cuidado para que o rótulo não molhe) por alguns minutos. Depois, com as mãos bem limpas, esfregue suavemente o disco no sentido horário, do exterior para o meio. Na hora do enxague, coloque o disco delicadamente sob água abundante para que todos os resíduos de detergente sejam retirados, ainda com atenção ao rótulo. Para secar, o deixe em um aparador de plástico na sombra. Sem esquecer que o detergente precisa ser neutro devido ao corante, adicionais de cheiro e aditivos químicos presente nos outros produtos disponíveis no mercado.

Outro método que funciona — mas é bastante popular em outro ramo, o das joalherias —, é a limpeza ultrassônica. Com ondas sonoras de pressão em alta frequência, mini bolhas de líquido se formam e ajudam suavemente a limpar toda a sujeira presente na superfície dos LPs. Ainda que não seja tão acessível quanto uma escova de fibra de carbono ou água fria e detergente neutro, a técnica segue como uma opção que cumpre perfeitamente a limpeza.

*Por Nicolle Cabral

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*Fonte: noize

Os 10 discos mais valiosos do mundo

Discos de vinil antigos já eram valiosos e, agora, na era do digital, esse preço — sentimental e financeiro — só aumenta. A Louder Sound compilou uma lista com 10 discos icônicos, incluindo de bandas como Beatles e Sex Pistols, que são hoje alguns dos mais caros do mercado.

Seja pela raridade ou apenas pelo quão icônicos eles são, esses LPs são disputados e custam uma boa bagatela. Vale apontar que os preços se referem aos discos de vinil fabricados à época de lançamento de cada um. A lista inclui, também, singles que foram lançados em formato físico.

Veja a listagem logo abaixo, com os preços convertidos para o Real — só pra ficar mais caro ainda.

10 discos mais valiosos:

The Beatles – The White Album (1968) – LP Duplo, primeira prensagem britânica, número de catálogo Apple PMC/PCS 7067/8 (mono, stereo): entre 5 mil e 100 mil reais dependendo da condição;

Sex Pistols – God Save The Queen (single, 1977) – 7 polegadas (em envelope marrom com o release de imprensa), número de catálogo A&M AMS 7284: entre 47 mil e 83 mil reais dependendo da condição;

Queen – Bohemian Rhapsody / I’m In Love With My Car (single, 1978) – 7 polegadas em vinil azul, número de catálogo EMI 2375: entre 16 mil e 27 mil reais dependendo da condição;

Led Zeppelin – Led Zeppelin (1969) – primeira prensagem britânica com letras em azul ao invés de laranja, número de catálogo Atlantic 588171: entre 8 mil e 10 mil reais dependendo da condição;

Ozzy Osbourne – Diary of A Mad Man (Versão UNICEF 2019 em vinil azul), número de catálogo Epic – 88697 86665 1, Legacy – 88697 86665 1: entre 6 mil e 7,5 mil reais dependendo da condição;

Pink Floyd – The Dark Side of The Moon (1973) – primeira prensagem com um triângulo azul no centro do selo do disco: entre 5,5 mil e 6,7 mil reais dependendo da condição;

Nirvana – Bleach (1989) – terceira prensagem, manchas vermelhas e brancas no vinil, acompanhado de um 7 polegadas: entre 4,4 mil e 5,5 mil reais dependendo da condição;

Kate Bush – The Sensual World (Versão UNICEF 2019 em vinil azul): entre 4,3 mil e 5,5 mil reais dependendo da condição;

The Jimi Hendrix Experience – Axis: Bold As Love (1967) – primeira prensagem britânica em MONO, Número de catálogo Track 612 003: 4 mil reais;

The Who – The Who Sell Out (1967) – mono/stereo com pôster, número de catálogo Original Black Track 612 002 / Track 613 002: entre 3 mil e 5,5 mil reais.

Confira a lista original clicando aqui.

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*Fonte: tenhomaisdiscosqueamigos

Cantor lança vinil prensado com plásticos retirados dos oceanos

Nick Mulvey cantor e compositor inglês, em parceria com a fabricante de cerveja Cornish Sharp’s Brewery e por meio de intermediação da Globe, agência criativa da Universal Music UK, está unindo a reciclagem com seu novo lançamento em vinil.

O “In the Anthropocene – Ocean Vinyl “ é feito de plástico oceânico reciclado encontrado na costa da Cornualha. As 105 prensagens exclusivas foram esgotadas em apenas 4 horas e os rendimentos serão doados para beneficiar a instituição de conservação marinha britânica Surfers Against Sewage.

A Surfers Against Sewage é uma instituição que trabalha para proteger oceanos, mares, praias e a vida marinha. Ela foi criada por um grupo de surfistas da Cornualha das aldeias de St Agnes e Porthtowan, na costa norte da Cornualha, em 1990.

O gerente da marca Sharp’s Brewery, James Nicholls diz que com a parceria não esperam apenas arrecadar fundos para a caridade, mas também conscientizar sobre o estado atual dos resíduos de plástico encontrados no oceano.

O designer Wesley Wolfe foi o responsável por cada cópia exclusiva feita a mão, este vinil inclui duas edições da música “In the Anthropocene”.

Sobre o disco o cantor comentou que: “Esses tempos de urgência da crise global exigem que reexaminemos a nós mesmos e ao mundo e nos levantemos para igualar a Terra, esse organismo maravilhoso do qual não somos e nunca fomos separados. Por muito tempo, é prática comum tirar dos recursos do nosso planeta sem cultura de retribuir. O “Ocean Vinyl” é uma exploração do que é possível quando essa cultura muda e pergunta: podemos imaginar um mundo onde todas as transações comerciais também devolve algo à Terra? “

 

 

 

 

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*Fonte: bileskydiscos

2020 começa com 125 fábricas de vinil no mundo e em 35 países

2020 começou quente para os amantes dos discos de vinil. O número de fábricas de discos aumentou e também outros países passaram a figurar no mapa das fábricas de vinil pelo mundo.

A fabricação de discos de vinil ainda é incipiente e não contempla todos os países do nosso planeta Terra, muito pelo contrário. É uma produção que abrange poucas nações.

No final de 2019, mais especificamente em novembro de 2019, a tradicional lista do Universo do Vinil continha 120 fábricas espelhadas em 34 países. Na nova contabilidade do UV já temos 125 e a Suíça começou a aparecer na lista, portanto, 35 países passaram a possuir plantas de produção de discos de vinil em massa.

Quem mais cresceu foi o continente europeu com mais fábricas na Rússia e o surgimento da planta suíça, mas também a Oceania com mais um empreendimento na Austrália.

Infelizmente, a América Latina não aparece nas estatísticas de crescimento nas nossas últimas análises. Aparentemente, a Vinil Brasil (São Paulo) foi a última fábrica a ser aberta nos países de língua latina das Américas.

Quer saber todos os endereço, países e nomes das fábricas, clique no link da nossa página especial “Vinil – Fábricas“

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*Fonte: universodovinil

Venda de vinil pode ultrapassar a venda de CDs

Colecionar discos de vinil é um hobbie que tem crescido nos últimos anos, os fãs relatam que é uma experiência única e divertida. De acordo com um novo relatório do meio do ano da RIAA, a venda de vinil pode ultrapassar os CDs em um futuro próximo.

Segundo a Associação da Indústria de Gravação da América as vendas de vinil têm aumentado constantemente, enquanto paralelamente as vendas de CDs tem caído. Além do crescimento de 13% no mercado do vinil, eles faturaram US $ 224,1 milhões (em 8,6 milhões de unidades) no primeiro semestre de 2019, fechando os US $ 247,9 milhões (em 18,6 milhões de unidades) gerados pelas vendas de CDs, que se mantem estagnadas.

De acordo com projeções do setor, se as tendências persistirem, as vendas poderão ultrapassar as vendas de Cds até o fim do ano ou no inicio de 2020. Se isso ocorrer será a primeira vez que os discos venderão mais que CDs desde 1986. Porém apesar de ser uma grande conquista para o mercado dos discos de vinil, o som digital ainda está liderando a indústria musical.

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*Fonte: bileskydiscos

Pesquisa do eBay revela novos números sobre como os brasileiros consomem vinil

A paixão pelo vinil tem aquecido o mercado internacional e não fica de fora dos balanços comerciais que já começam a surgir com a chegada do fim de ano. Um levantamento feito pelo eBay mostrou que os brasileiros compram mais de 100 discos de vinil por mês na plataforma!

Os dados ainda apontaram alguns comportamentos sobre as compras de vinil no eBay este ano – e alguns deles vão ter surpreender.

O reggae apareceu como o gênero preferido dos brasileiros no quesito LP nas buscas do eBay. Apesar disso, entre as pesquisas por artistas a campeã é Madonna, seguida por Iron Maiden, Roberto Carlos – único brasileiro da lista – , o jamaicano Eric Donaldson e Beatles.

Os brasileiros também são praticamente especialistas no mercado de vinil. A plataforma contabilizou mais de 130 vendedores de discos de vinil aqui do Brasil.

Outro dado importante é que há uma média semanal de 115 discos vendidos daqui para compradores de outros países: os principais importadores de vinil do Brasil são Estados Unidos, Japão, Reino Unido, Alemanha e França.

*Por Benda Vidal

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*Fonte: noize

Cientistas estão desenvolvendo novos materiais para fabricação de discos de vinil

Os audiófilos têm um bom motivo para comemorar, pois os discos de vinil estão voltando a ser fabricados em grande escala em todo o mundo, e os cientistas estão trabalhando para tornar a sua qualidade de som ainda melhor. Um artigo publicado na Chemical & Engineering News (C&EN), a revista semanal da American Chemical Society, faz uma retomada a invenções do passado que levaram ao disco clássico de vinil ou LPs, e ainda apresenta o futuro que eles podem ter.

Matt Davenport, editor associado da C&EN, observa que no início, os dispositivos de gravação de som eram tubulares, que remonta à invenção do fonógrafo de Thomas Edison em 1877. Seus cilindros originais, eram envoltos em folha de estanho, o que deu lugar a uma versão de cera criado no laboratório de outro grande inventor, Alexander Graham Bell.

Os discos planos, assumiram um formato mais conveniente pra o seu armazenamento. Inicialmente, foram fabricados a partir de celulóide e borracha, e em seguida de goma-laca, o que se tornou o padrão da indústria até que o formato dos discos de vinil que surgiu em meados do século 20.

Os LPs têm resistido bravamente à revolução digital, pois as vendas nos EUA no ano passado ultrapassaram a marca de US $ 400 milhões. Este foi o melhor ano do vinil desde 1988, até mesmo batendo a receita de uma das formas mais populares de hoje do consumo de música on-demand como o Youtube e o Spotfy.

A boa notícia é que os químicos estão experimentando diferentes formulações de vinil para criar registros com som de qualidade ainda superior, e se tiverem sucesso, ainda mais ouvintes poderão migrar de volta para esta tecnologia que nunca fica ultrapassada.

A American Chemical Society é uma organização sem fins lucrativos financiada pelo Congresso dos EUA e possui cerca de 157.000 membros.

Fonte: bileskydiscos

 

Rodando El Mundo – vinil

VINIL RODANDO EL MUNDO SERÁ LANÇADO EM JANEIRO!
O vinil Rodando el Mundo é um documento sonoro de alta fidelidade que o selo Assustado Discos coloca em suas maos a partir de janeiro de 2013. Guardadas num velho bau de prata, antigas gravacoes foram encontradas. Fitas mofadas, perdidas no tempo. Ruidosas, gastas, algumas mal gravadas. Registros de situações vividas, aventuras de um menestrel cigano, um viajante em busca de sua identidade. Rodando el Mundo, o vinil, recupera parte dessa hitoria. Entre nesse barco e navegue por mares nunca dantes navegados, siga junto com Wander Wildner e desfrute de momentos unicos do universo de um punk muitas vezes brega, sedento por conhecer novos lugares e apresentar suas cancoes. Boa audicao!

Produzido por RAFAEL CORTES
Masterizado por IURI FREIBERG
Arte da capa de PAULINHO DO AMPARO.LADO A
1- Boas Notícias (Gustavo Kaly) 3:11 – Demo em Berlin/Alemanha (20/06/2010)
2- Rodando El Mundo (Wander Wildner) 5:10 – Ao Vivo no Sesc Gravataí/RS (18/04/2010)
3- Eu Tenho Uma Camiseta Escrita Eu Te Amo (Wander Wildner) 3:25 – Ao Vivo com a Orquestra de Câmara da ULBRA em Porto Alegre/RS (12/07/2008)
4- Sangue Sujo (Wander Wildner) 2:24 – Estudio com Estevan Santos, Marcelo Moreira e Amilson Santos – Porto Alegre/RS (1990)
5- Wynona (Wander Wildner) 4:08 – Demo no Estudio Dreher Porto Alegre/RS (2004)
6- Falcatruas (Zicco Cardoso) 3:59 – Demo São Paulo/SP (2005)

LADO B
1- Maverikão (Zicco Cardoso) 3:18 – Ao Vivo no Camalehon em São Paulo/SP (29/11/2007)
2- Um bom motivo (Gustavo Kaly) 4:07 – Ao Vivo no Sesc Gravataí/RS (18/04/2010)
3- Sandina (Jimi Joe) 2:13 – Ao Vivo com Paulo Francis Vai Pro Céu – Festival de Inverno de Garanhuns/PE (09/07/2005)
4- Adeus as Ilusões (Jimi Joe) 3:48 – Demo no Estúdio Dreher Porto Alegre/RS (2004)
5- Ensaístico (Glauco Mattoso/Wander Wildner) 3:18 – Estudio com Flu – Porto Alegre (2001)
6- Bebendo Vinho (versão da Torcida do Grêmio) 2:37 – Com Jimi Joe em Porto Alegre (2004)

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