Como o WhatsApp se tornou uma potência no Brasil e por que não vivemos sem o app

O WhatsApp foi criado em 2009 e começou a ser disponibilizado apenas para celulares com sistema iOS. Porém, mais de 13 anos depois, a rede social está presente na vida de uma grande parcela de brasileiros e pode até mesmo ditar o tipo de conteúdo ou notícias que muitas pessoas consomem.

De acordo com um relatório de abril de 2022, feito em parceria pela We Are Social e pelo Hootsuite, o WhatsApp é a maior rede social do Brasil, com cerca de 165 milhões de usuários ativos no país.

Sua principal função, de fato, são as trocas de mensagens com pessoas em qualquer lugar do mundo, mas com o passar dos anos o app acabou incluindo outros tipos funções, como as ligações de áudio e vídeo e, recentemente, a possibilidade de realizar pagamentos por meio da plataforma.

Uma pesquisa realizada pela Reuters em parceria com a Universidade de Oxford mostrou que mais da metade da população brasileira confia pelo menos um pouco nas notícias que recebe pelo mensageiro.

Cerca de 53% dos dois mil participantes entrevistados disseram “confiar muito” ou “confiar um pouco” nas notícias que recebem pelo WhatsApp. No entanto, vale salientar que muitas fake news começam a se disseminar pela plataforma e é necessário sempre estar atento ao tipo de informação que se espalha pelos grupos.

A importância do WhatsApp na sociedade
Por ser extremamente presente na vida das pessoas, quase ninguém imagina o que faria ou quais as consequências se o WhatsApp desaparecesse. Infelizmente, em outubro do ano passado tivemos uma pequena amostra grátis dessa experiência.

O aplicativo de mensagens, o Instagram e o Facebook, todos de propriedade da Meta, ficaram foram do ar. Em entrevista ao Olhar Digital, a gerente de projetos na Publicis e professora de redes sociais na USP (Universidade de São Paulo), Soraia Lima, relatou que quando esses serviços ficam fora do ar, tendemos a perder o parâmetro de como podemos nos relacionar com pessoas e empresas.

“O ideal é aprendermos com esse tipo de problema, de modo a não ficarmos reféns de mídias sociais. Por isso, incentivamos que as empresas tenham sites e blogs, por exemplo, além de outros serviços de mensagens instantâneas”.

“Muitas empresas confiaram as comunicações com os seus clientes em um aplicativo gratuito e essa queda atinge a economia mundial, os relacionamentos familiares e o lazer. Ou seja, o impacto é enorme na vida e nos negócios, tudo isso pelo excesso de confiança das pessoas, onde não deveria”, ressaltou o CEO da Enetsec e especialista em crimes cibernéticos, Wanderson Castilho.

Empresas trocaram o Facebook pelo WhatsApp
É impossível falar do WhatsApp sem mencionar seu grande sucesso entre as empresas. Não à toa, a rede social lançou sua versão Business, focada em alavancar o relacionamento com os clientes.

Não é necessário do WhatsApp Business para gerar link no WhatsApp

O Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br) revelou que o mensageiro já possui mais contas empresarias que o próprio Facebook. Aparentemente, um dos motivos para essa crescente foi a pandemia de Covid-19, que aumentou a necessidade de estar em contato online com os clientes durante uma compra, por exemplo.

Pensando em facilitar a vida desses empreendedores, a plataforma investiu em se tornar também um sistema de pagamento. O WhatsApp Pay foi lançado no começo de 2021 e permite que os usuários façam transferências bancárias via cartão de débito ou pré-pago.

WhatsApp x WeChat
Além de facilitar a vida das empresas e usuários, a implementação de um sistema de pagamento no WhatsApp também é uma forma de aumentar a concorrência com o WeChat. A rede social chinesa funciona no conceito de “super app”, que pode ser considerado uma plataforma que traz todos os serviços que você precisa no dia a dia.

Além de funcionar como um mensageiro, o WeChat também permite que seus usuários: acessem serviços públicos; agendem consultas médicas; aluguem bicicletas; chamem táxis; agendem voos; comprem ingressos de cinema; transfiram dinheiro; peçam comidas; reservem hotéis; entre outras diversas coisas.

E uma das coisas mais importantes no WeChat é seu vasto e-commerce, que permite que seus usuários comprem diretamente pelo aplicativo.

A relação dos chineses com o aplicativo é tão séria que é possível dizer que o WeChat acabou com o dinheiro em espécie na China, isso porque seus usuários fazem uso frequente da carteira digital da plataforma, deixando de lado outros métodos de pagamento.

Se o foco do WhatsApp é se tornar um super chat é difícil dizer, mas com certeza a plataforma da Meta continuará investindo em novas ferramentas para se manter como a principal rede social do Brasil e uma das mais populares da Índia, outro grande mercado do app. Estima-se que mais de 400 milhões de indianos utilizem a ferramenta.

*Por Matheus Barros
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*Fonte: olhardigital

Visto cinzento no Whatsapp pode esconder uma má experiência

O visto cinzento no WhatsApp, que pode apenas ficar algum tempo até passar a dois vistos azuis (mensagem lida), pode, no entanto, nunca passar daí e esconder uma surpresa desagradável: pode ter sido bloqueado.

Se a situação persistir algumas horas também pode significar que o smartphone da pessoa pode estar desligado ou que a pessoa tenha ficado sem dados.

Se a foto de perfil do contacto da outra pessoa não mudar ou atualizar, provavelmente significa que está mesmo bloqueado, pois normalmente pode ver fotos de perfil atualizadas mesmo de contactos que não estão na sua lista. Se também não consegue ver a última vez que essa pessoa esteve online é outro indicador que pode ser um alerta para um bloqueio.

Dois vistos cinzentos significam que não está bloqueado! Significa o envio da mensagem com sucesso e também a entrega no outro equipamento que tem o WhatsApp. No entanto, a mensagem ainda não foi lida.

O WhatsApp não é alvo só de más notícias hoje. A aplicação está a preparar um chatbot semelhante ao que já existe no Telegram e no Signal para mostrar ao utilizar as novas mensagens e chats com novidades sempre que abrimos a app. Esta novidade está ainda em preparação, mas deverá chegar tanto à app de mensagens para Android como para iOS (iPhone).

De salientar que, ao contrário do que se verifica no WhatsApp Business, o utilizador não poderá responder ao chatbot e às mensagens por este enviadas. Será, pelo menos nesta fase, uma espécie de central de novidades com informação para o utilizador.

A plataforma de comunicações do grupo Meta está constantemente a trabalhar em novas funções para manter os seus utilizadores satisfeitos. Agora, surge esta novidade que, na prática, ajudará os utilizadores a ver tudo o que há de novo com o WhatsApp sempre que abrimos a aplicação.

*Por Daniel Azevedo
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*Fonte: maistecnologia

Cinco coisas que caíram em desuso com a popularidade do WhatsApp

O WhatsApp foi lançado em 2009 e, com o tempo, seu uso se tornou massivo, criando um novo formato para a comunicação instantânea nos celulares Android e iPhone (iOS). Trocar mensagens, realizar ligações e videochamadas ficou mais fácil e barato, agora dependendo apenas de planos de Internet móvel ou Wi-Fi. Por isso, algumas práticas anteriores ao surgimento do aplicativo, como chamadas de voz por operadoras e o envio de SMS, acabaram caindo em desuso.

As mudanças ocorridas com a chegada do app ultrapassam a tela. Costumes como tocar a campainha são menos utilizados hoje em dia, já que muitas pessoas acabam usando o aplicativo para avisar que chegaram à casa do amigo, por exemplo. Os convites de aniversário em papel também têm sido substituídos por versões virtuais ou grupos em que o anfitrião passa os detalhes da festa. Confira, a seguir, uma lista que traz cinco coisas que caíram em desuso com o WhatsApp.

1. Campainha
As transformações causadas pela chegada do WhatsApp podem até ficar mais evidentes em práticas do dia a dia que envolvam ligações e mensagens de texto, mas até mesmo a campainha passou a ser menos utilizada, já que usuários podem simplesmente abrir o aplicativo e enviar “Cheguei”. O questionamento foi feito inicialmente pelo usuário @youngandjoven, no Twitter.

2. Mensagens SMS
Antes da existência do WhatsApp, o usuário precisava colocar crédito por meio de uma operadora para enviar mensagens SMS. Os “torpedos” eram muito utilizados, mas o serviço acabava ficando caro, já que a cobrança se dava por mensagem enviada. Com a chegada dos smartphones e do WhatsApp, a prática caiu em desuso no Brasil, principalmente por conta da rapidez e da facilidade no uso do aplicativo. O uso do Wi-Fi ou de um pacote de dados móveis gera menos custos e possibilita compartilhar mais facilmente fotos, vídeos e documentos.

3. Chamadas de voz com operadoras
A facilidade em mandar mensagens pelo WhatsApp deixou de lado a necessidade de realizar chamadas de voz por operadoras. O aplicativo possibilita conectar pessoas durante todo o dia e ainda permite o envio de mensagens de voz e outros áudios.

Além disso, o mensageiro também disponibiliza chamadas de voz pela Internet, tornando o custo por ligação extremamente baixo. Se o usuário estiver em uma rede Wi-Fi, é possível conversar por longos períodos sem gastar um centavo.

4. MSN Messenger
Quem nasceu nos anos 90 provavelmente passou tardes nos chats do MSN trocando mensagens e até mesmo jogando com os amigos. Embora simples, o mensageiro possuía funções similares às do WhatsApp, como colocar frases de status, fazer chamadas de vídeo e utilizar emojis. Com a chegada dos smartphones, o programa caiu em desuso, até que, em 2012, a Microsoft decretou seu fim.

5. Convites de aniversário
Como a maior parte das pessoas se comunica pelo WhatsApp, o aplicativo também é muito utilizado para marcar reuniões ou festas de aniversário. Com isso, os tradicionais convites de aniversário físicos são cada vez menos utilizados. Há ainda quem prefira fazer um convite virtual e mandar individualmente para cada contato. Outra alternativa é criar um grupo e passar as informações para todos de uma vez só. Veja como fazer convite virtual grátis para enviar pelo WhatsApp.

*Por Marcela Franco
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*Fonte: techtudo

WhatsApp deixará de funcionar em celulares antigos; veja lista

A partir de 1º de novembro, aplicativo não oferecerá suporte para mais de 40 modelos com sistemas operacionais antigos

A partir do dia 1 de novembro, o WhatsApp vai deixar de funcionar em celulares com versões mais antigas dos sistemas operacionais Android e iOS (confira a lista abaixo).

Se a versão do sistema que seu celular usa é antiga, é melhor ficar de olho para não ser pego de surpresa.

As mudanças ocorrem porque, segundo o Facebook, os sistemas operacionais mais antigos são mais difíceis de garantir a segurança dos usuários.

O WhatsApp não será mais compatível com aparelhos Android com o sistema operacional 4.0.4 e versões anteriores, iOS 10 (sistema operacional do iPhone e do iPad) e o KaiOS 2.5.1 — terceiro sistema operacional mais popular do mundo.

O comunicado do WhatsApp alerta que: “para continuar usando o aplicativo é preciso atualizar o sistema ou transferir a conta para um aparelho com uma versão mais recente”.

Com relação ao iPhone, o comunicado recomenda aos usuários a usarem a versão mais recente do iOS, da Apple, ou que façam backup do seu histórico de conversas antes de 1º de novembro.

O WhatsApp seguirá funcionando nos modelos iPhone SE, iPhone 6S e iPhone 6s Plus, mas desde que os usuários atualizem o sistema operacional para uma versão do iOS 10 em diante.

No final de 2020, o WhatsApp já havia deixado de ser oferecido para alguns celulares e para todos os aparelhos com sistema operacional inferior à versão 4.0.3 do Android, 9.0 do iOS ou KaiOS 2.5.1 no Linux.

Lista dos celulares em que o WhatsApp não irá funcionar mais:
Apple – iPhone (2007), iPhone 3G (2008), iPhone 3GS (2009), iPhone 4 (2010) e iPhone 4S (2011);
Samsung – Galaxy Trend Lite, Galaxy Trend II, Galaxy S2, Galaxy S3 mini, Galaxy Xcover 2, Galaxy Core e Galaxy Ace 2
LG – LG Lucid 2, Optimus F7, Optimus F5, Optimus L3 II Dual, Optimus F5, Optimus L5, Optimus L5 II, Optimus L5 Dual, Optimus L3 II, Optimus L7, Optimus L7 II Dual, Optimus L7 II, Optimus F6, Enact, Optimus L4 II Dual, Optimus F3, Optimus L4 II, Optimus L2 II, Optimus Nitro HD and 4X HD, e Optimus F3Q
ZTE – ZTE Grand S Flex, ZTE V956, Grand X Quad V987 e Grand Memo
Huawey – Huawei Ascend G740, Ascend Mate, Ascend D Quad XL, Ascend D1 Quad XL, Ascend P1 S e Ascend D2
Sony – Sony Xperia Miro, Sony Xperia Neo L e Xperia Arc S
Demais aparelhos – Alcatel One Touch Evo 7, Archos 53 Platinum, HTC Desire 500, Caterpillar Cat B15, Wiko Cink Five, Wiko Darknight, Lenovo A820, UMi X2, Faea F1 e THL W8.

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Fonte: catracalivre

WhatsApp: por que EUA usam pouco o aplicativo de mensagens mais popular do mundo

Enquanto em países como o Brasil, o WhatsApp pode ter feito falta para muita gente na segunda-feira (4/10), quando uma pane deixou fora do ar por cerca de seis horas redes sociais pertencentes ao Facebook, nos Estados Unidos essa interrupção pode ter sido menos perceptível, já que lá o aplicativo de mensagens é bem menos usado.

Estima-se que o WhatsApp já superou o número de 2 bilhões de usuários em 180 países. Entretanto, no país em que ele foi criado, os Estados Unidos, menos de 20% dos usuários de smartphones usam o aplicativo, segundo a empresa de pesquisas Pew Research Center.

Apesar de vir de uma fonte diferente, a pesquisa Panorama Mobile Time/Opinion Box, de agosto, estimou que no Brasil nada menos do que 99% dos smartphones têm o WhatsApp instalado.

A cultura do SMS
Um dos motivos para o aplicativo não ser tão popular no seu país de origem é que a maior parte dos consumidores de telefonia móvel nos Estados Unidos têm planos contratados. Diferente de outros países, é raro ter um plano pré-pago por lá.

Na década de 1990, quando os celulares se tornaram populares, ainda era caro enviar e receber mensagens de texto SMS (Short Message Service). Os planos incluíam um número limitado de SMS e passar disso levava a cobranças adicionais.

Com a expansão da infraestrutura e da tecnologia 2G, e consequentes ampliação da cobertura e da competição, as coisas mudaram. As operadoras passaram a oferecer planos com ligações ilimitadas e SMS grátis, o que popularizou essa ferramenta de envio e recebimento de mensagens de texto.

“A boa e velha telefonia 2G realmente surpreendeu os americanos, que a tomaram para si”, explicou Scott Campbell, professor de telecomunicações da Universidade de Michigan, no blog de tecnologia Lifewire.

Neste contexto, a opção de usar dados de internet ainda era cara — por isso, para enviar mensagens, o SMS continuou prevalecendo por um tempo.

Mesmo que hoje ter internet móvel seja mais acessível e que conexões Wi-Fi estejam por todo lado no país, o hábito do SMS ficou.

O avanço do Facebook Messenger

A internet trouxe novas alternativas além do SMS e do WhatsApp, como outro aplicativo de mensagens da mesma empresa, o Facebook Messenger.

Um levantamento da Statias sobre ferramentas para troca de mensagens e videochamadas mostrou que, em 2021, o Facebook Messenger foi o mais usado (87%) pelos americanos. E FaceTime (34%), Zoom (34%) e Snapchat (28%) aparecem à frente do WhatsApp (25%).

Mas quando se trata dos latinos nos EUA, as coisas mudam: quase 50% deles usam o WhatsApp, principalmente porque muitos recorrem ao aplicativo para falar com pessoas que estão em outros países.

Na América Latina, o WhatsApp se popularizou ao inaugurar a possibilidade da comunicação instantânea totalmente gratuita.

O fator iPhone

Outro elemento que afasta os americanos do WhatsApp é a considerável presença do iPhone no país, usado por cerca de 50% dos consumidores de telefonia móvel por lá.

Como o sistema iOS, usado nesse tipo de celular, adaptou seu aplicativo iMessage às plataformas de SMS das operadoras de celular, o uso do SMS não foi afetado.

Quando os usuários de iPhones enviam mensagens entre si, o celular usa o iMessage; mas se um dos celulares correspondentes tiver sistema de outro fabricante, como o Android, ele usa a rede SMS.

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Entretanto, especialistas em segurança digital dizem que os SMS são mais vulneráveis a invasões do que as conversas criptografadas oferecidas pelo WhatsApp.

Além disso, a possibilidade de formar grupos no WhatsApp é outro recurso que pode mudar a arraigada cultura do SMS nos Estados Unidos.

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*Fonte: bbc-brasil

WhatsApp fora do ar: app enfrenta instabilidade e falhas

WhatsApp parou de funcionar e não deixa mandar mensagens pelo computador ou celular; Instagram e Facebook também têm problemas

O WhatsApp enfrenta instabilidade nesta segunda-feira (4). Na versão web, a mensagem de erro exibida é “5xx Server Error”. Algumas pessoas veem o texto “Conectando ao WhatsApp”. Já nos apps para celular Android e iPhone (iOS), ao tentar mandar um conteúdo, apenas o símbolo do relógio é exibido, indicando que a conversa não foi enviada. Procurado pelo TechTudo, o WhatsApp respondeu que está “trabalhando para que tudo volte ao normal o quanto antes”

De acordo com o Downdetector, site que monitora o funcionamento de plataformas e aplicativos, o problema teve início às 12h20 de hoje, com um pico de quase 30 mil reclamações. No Twitter, usuários também reportam o mau funcionamento do app de mensagens e a queda do Instagram e Facebook. O tema já é o assunto mais comentado do Brasil.

Em comunicado oficial em sua conta no Twitter, a empresa informou, às 13h16, que está trabalhando para resolver o o problema e agradeceu a paciência dos usuários.

Estamos cientes de que algumas pessoas estão enfrentando problemas com o WhatsApp no ​​momento. Estamos trabalhando para que as coisas voltem ao normal e enviaremos uma atualização aqui o mais rápido possível. Obrigado pela sua paciência!

 

Erro 5XX
A mensagem de erro exibida ao tentar acessar o WhatsApp pelo computador é “5xx Server Error”, código que indica que o problema foi causado pelo servidor. Nesse tipo de erro, o servidor HTTP não consegue completar a solicitação do usuário e, por isso, não tem como exibir aquilo que ele está querendo acessar. Veja explicação completa para o que significa “5xx Server Error”.

Instagram e Facebook
Instagram e Facebook também estão fora do ar nesta segunda-feira (4). A falha generalizada fez os aplicativos pararem de funcionar. Os posts do feed não atualizam em celulares Android e iPhone (iOS), e a instabilidade também aparece nas versões das redes sociais para PC.

No Twitter, as contas oficiais do Facebook e do Instagram publicaram comunicados relatando o problema global nos aplicativos e afirmando que estão trabalhando para resolver a falha.


Memes e Concorrentes
Como de costume, nomes de aplicativos concorrentes do WhatsApp já aparecem nos Trending Topics do Twitter. Durante a instabilidade de hoje, Telegram e iMessage são os mais lembrados pelos usuários. Outras palavras que estão sendo muito usadas são “modem”, “Wi-Fi”, “reiniciei” e “desliguei”, indicando que, antes de saber que os apps estavam fora do ar, usuários acreditavam ter problemas com a Internet de casa e/ou do celular.

*Por Nicolly Vimercate
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*Fonte: techtudo

Quantas mensagens de WhatsApp são necessárias para nos identificar? Não muitas

Até onde chega nossa pegada digital? Sabemos do rastro deixado por nossas participações nas redes sociais ou por qualquer conteúdo que publiquemos em algum lugar acessível —ou não tão acessível— da internet. Mas as contribuições que fazemos nesses fóruns estão aí para todo mundo ver. Modulamos seus conteúdos levando em conta uma ideia aproximada de quem os consumirá e a imagem que queremos transmitir. Já as plataformas de mensagens instantâneas, como o WhatsApp, são farinha de outro saco: “Nas mensagens privadas você se revela mais, não só no conteúdo, mas também na forma como usa a linguagem”, explica Timo Koch, pesquisador de departamento de Psicologia da Universidade de Munique (Alemanha).

Depois de analisar um conjunto de mais de 300.000 mensagens do WhatsApp e treinar um algoritmo capaz de reconhecer a idade e gênero de seus autores, Koch e sua equipe advertem que o experimento deixa clara a importância de preservar a privacidade nesses espaços. “A criptografia de ponta a ponta é um importante primeiro passo. Mas além disso precisamos estar bem informados, e que as plataformas sejam transparentes e acrescentem etiquetas quando a informação não estiver cifrada”, propõe o especialista.

As preocupações de Koch e sua equipe foram avivadas pela tendência das redes sociais a favorecerem cada vez mais o uso de espaços de mensagens privadas. “O Facebook está mudando o foco para essas conversas, e provavelmente vai querer usar os dados, então precisamos ter uma conversa sobre como queremos proteger essas mensagens e assegurar que, se forem marcadas como privadas, de fato sejam”.

Quantas mensagens são necessárias para nos identificar? Depende de qual parte do processo estamos considerando. Koch e sua equipe basearam seu algoritmo nos conteúdos do What’s up, Deutschland?, um corpus de 451.938 conversas do WhatsApp cedidas por 495 voluntários alemães. Depois de excluir as interações muito breves e os casos onde não havia informações sobre idade e gênero dos interlocutores, restaram 226 indivíduos, 309.229 mensagens, 1.949.518 palavras. Para fazer as avaliações, usaram ainda menos.

Estudos semelhantes que aproveitavam as redes sociais como fonte dos conteúdos basearam sua análise em grandes amostras de texto com dezenas de milhões de palavras fornecidas por dezenas de milhares de voluntários. Mas se o novo estudo é menos abrangente, ganha na qualidade dos dados e na forma mais íntima como os usuários se expressam nesses ambientes. “O fato de termos um conjunto de dados tão pequeno e nossas previsões funcionarem nos dá uma pista de quanto mais se poderia fazer. Nossos resultados deveriam ser considerados como um mínimo”, afirmam os autores.

Uma vez treinado o algoritmo, basta uma amostra de 1.000 palavras para obter uma classificação de gênero e idade com razoável precisão. Para poder quantificar esta cifra, fizemos uma contagem de palavras numa conversação moderadamente ativa entre duas pessoas: três dias de diálogo deixam como rastro um pouco mais de 1.000 palavras. Apesar de tudo, os pesquisadores reconhecem que com uma base de dados maior o potencial da análise seria muito superior. “Se pensarmos em análise de personalidade ou outras características necessitaríamos mais informação, porque há diferenças mais sutis”, observa Koch. “Quando você tem um bom modelo, fazer uma predição é questão de segundos.”

Diz-me quem és, e te direi como zapeias
Esta identificação é possível porque nossa maneira de nos expressarmos no WhatsApp segue padrões demográficos. De acordo com os conteúdos do What’s up, Deutschland?, os usuários mais jovens usam mais emoticons e se expressam em primeira pessoa com mais frequência. Essa característica, já observada no estudo de conteúdos publicados em outras plataformas, parece confirmar que nos tornamos menos individualistas com a idade.

No que diz respeito ao gênero, Koch e sua equipe encontraram um uso maior e mais variado dos emojis por parte das mulheres, que também recorrem mais aos pronomes da primeira pessoa do singular. No caso dos homens, destaca-se o uso de uma linguagem mais coloquial e maior frequência das referências ao consumo de álcool.

Koch não descarta que tenham ocorrido pequenas evoluções no modo como nos expressamos nesses ambientes. Não por acaso, os conteúdos do conjunto de dados usados no seu estudo foram compilados entre novembro de 2014 e janeiro de 2015. Formatos como os stickers, incorporados em 2018 —embora já estivessem em outros aplicativos, como o Line— ou o acesso direto aos gifs poderiam ter introduzido certas variações.

Mas acessar um corpus mais amplo e atualizado não é fácil, ao menos do entorno acadêmico. “Uma grande empresa tecnológica tem acesso a muitos mais dados”, aponta. Fontes de informação mais ricas e recentes permitiriam, por exemplo, fazer análises mais complexas da personalidade dos usuários ou estudar como varia o modo como nos abrimos através das mensagens privadas, em contraste com o que compartilhamos nas redes sociais, em diferentes culturas e contextos nacionais.

Outra limitação que se dá fora dos países falantes de inglês é o idioma. O predomínio do inglês no desenvolvimento dos sistemas de processamento da linguagem implica que a maioria das ferramentas disponíveis está nessa língua. “Tivemos que treinar nossos próprios modelos. Cada idioma é diferente e tem seus próprios sinais”, diz Koch.

Vistas as orelhas do lobo, deveríamos medir mais a sinceridade das conversas que mantemos em aplicativos de mensagens privadas? Para Koch, atualmente isso depende de quanto peso demos à privacidade em contraste com a comodidade. “Há algumas boas alternativas, como o Signal, que também é criptografado e não tem por trás de si uma corporação que tenha interesse em lucrar com a informação”, comenta.

*Por
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*Fonte:

WhatsApp clonado: o que fazer, como resolver e aumentar a segurança

O WhatsApp se tornou um prato cheio para tentativas de golpes virtuais. Só em 2020, o Brasil registrou mais de 5 milhões de contas clonadas do app. Em posse dos perfis, os golpistas pedem dinheiro para os contatos se fingindo passar pela vítima da clonagem.

Como saber se aconteceu com você? E como agir se você for vítima? Confira a seguir algumas dicas reunidas por Tilt para evitar se tornar cair em armadilhas e aumentar a segurança no aplicativo.

Como saber se minha conta no WhatsApp foi clonada?
O WhatsApp tem algumas configurações para aumentar a segurança (como colocar senha e desbloqueio com biometria), mas a plataforma não está isenta de tentativas de fraude.

Caso alguém consiga entrar na sua conta por outro aparelho, você perderá o acesso no seu dispositivo. Isso já é um sinal de alerta de possível clonagem.

Se algo assim ocorrer, você receberá a seguinte mensagem ao abrir o aplicativo: “Não foi possível verificar este telefone. Provavelmente, porque você registrou seu número de telefone no WhatsApp em outro aparelho.”

Se você continua com acesso ao seu perfil e acredita que alguém está utilizando sua conta na versão do WhatsApp para computador (web ou desktop), existe um jeito também para verificar quais equipamentos estão conectados.

No Android:

Abra o app e clique nos três pontinhos no canto superior da tela;
Selecione a opção “WhatsApp Web”;
Veja os itens que estão conectados e, caso não reconheça algum, desconecte-o.

No iOS:
Clique em “Configurações” na sua conta no WhatsApp;
Vá no item “Aparelhos conectados” e confira se existem conexões que você não reconhece;
Clique em cima de cada item e selecione “Desconectar” se achar necessário.

Meu WhatsApp foi clonado: o que fazer?
Tente imediatamente cadastrar de novo a sua conta do WhatsApp em um celular (no seu ou em um aparelho que possa pedir emprestado e que seja de alguém de confiança) — siga o passo a passo detalhado na resposta da pergunta abaixo

Avise seus conhecidos o mais rápido possível que você perdeu acesso ao seu número — muita gente costuma fazer isso pelas redes sociais. Assim, você ajuda a evitar a sequência do golpe, que é, por exemplo, pedir dinheiro usando seu nome.

Como recuperar o WhatsApp clonado?
Insira o número de telefone associado ao seu perfil do WhatsApp em um aparelho e aguarde o recebimento do código de seis dígitos que o app enviará por SMS para o seu celular. Ele é código de autenticação que serve para liberar o acesso da conta apenas a quem possuí-lo

Assim que você digitar essa combinação, a conexão do golpista será desconectada. Nunca compartilhe esse código de registro do WhatsApp com outras pessoas.

Se a confirmação em duas etapas estiver habilitada na sua conta, será necessário informar ainda PIN, uma senha numérica com seis dígitos. Se você não se lembrar ou não souber, vai ser preciso aguardar sete dias para usar o serviço novamente, mas o criminoso já estará sem acesso à sua conta.

Fiz tudo isso, mas não consegui recuperar a minha conta. E agora?
Se não for possível reconectar o número ao aplicativo após a clonagem, entre em contato com o suporte do WhatsApp pelo site oficial explicando o que aconteceu.

Forneça as informações necessárias solicitadas na tela e selecione em qual dispositivo você usa o WhatsApp. Insira sua mensagem no campo destinado e clique em “enviar pergunta”.

Você também deve enviar um email para support@whatsapp.com com a seguinte frase no assunto e no corpo do texto: “Perdido/Roubado: Por favor, desative minha conta”. Inclua também o seu telefone no formato internacional: +55 (código do Brasil), o DDD de sua área e o número do celular.

Esse processo pode demorar alguns dias. Sua conta será desativada e você terá 30 dias para reativá-la.

WhatsApp foi clonado e agora pede um PIN para reconectar: como resolver?
Isso acontece quando a autenticação de duas etapas está ativada. O criminoso pode ter feito isso após a clonagem, e por isso o PIN é solicitado.

Será necessário entrar em contato com o suporte do WhatsApp para tentar recuperar o seu perfil (siga o passo a passo acima).

Conversas antigas poderão ser acessadas?
O serviço do WhatsApp é protegido com criptografia de ponta a ponta e as mensagens são armazenadas no próprio celular. Se a conta for acessada de outro dispositivo que não o seu, conversas antigas não poderão ser lidas.

Da mesma forma, não será possível saber se o golpista conversou com alguém enquanto usou sua conta.

Como deixar o WhatsApp mais seguro?
Ativar a confirmação de duas etapas com a criação de uma senha extra é uma das maneiras. O PIN é uma combinação composta por seis dígitos e será exigido quando o login for feito em um novo aparelho.

Mesmo que o criminoso tenha acesso ao código de autenticação do WhatsApp) enviado via SMS), ele não conseguirá acessar o seu perfil se não souber essa nova senha.

Além disso, o WhatsApp pode pedir ocasionalmente que você digite o número do PIN enquanto estiver usando o serviço para confirmar que você é você mesmo.

No Android:

Clique nos três pontinhos no canto superior da tela;
Selecione a opção “Configurações”;
Clique em “Conta”;
Aperte “Confirmação em duas etapas”;
Cadastre uma senha numérica com seis dígitos.

No iOS:

Clique em “Configurações”;
Vá até o menu “Conta”;
Selecione a opção “Confirmação em duas etapas”;
Cadastre uma senha numérica com seis dígitos.
Um endereço de email pode ser cadastro para a recuperação do código PIN, caso você o esqueça.

Como evitar a clonagem?
Além de habilitar a confirmação em duas etapas, sempre desconfie de mensagens estranhas e telefonemas com pedidos para enviar um código de seis dígitos recebido por SMS.

Os golpistas costumam ter alto poder de persuasão e usam as mais variadas desculpas como: “você ganhou um prêmio”, “estou fazendo uma pesquisa para o Ministério da Saúde sobre covid-19” e “temos promoções em nossa loja”.

Ao usar o serviço no PC, cuidado com páginas falsas, que vão usar um QR Code falso para acessar sua conta.

Como bloquear uma suspeita de clonagem?
Ao receber uma mensagem suspeita, você pode bloquear o remetente diretamente no WhatsApp. É só clicar no nome do perfil para ver os dados, rolar até o final da tela e acionar “bloquear contato”.

O número pode ainda ser denunciado ao WhatsApp, clicando em “denunciar contato”. Assim, as últimas mensagens serão encaminhadas para o serviço, que poderá desativar a conta suspeita.

Recebi uma mensagem de um número clonado. Como agir?
Se você suspeita que a mensagem veio de um número clonado, tente ligar e falar com a pessoa. Outra opção é fazer contato pelas redes sociais.

Em último caso, peça para a pessoa confirmar algo que só vocês sabem se é verdade ou não, eliminando dúvidas sobre quem está do lado de lá da linha.

*Por Vinícius de Oliveira (Colaboração para Tilt)
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*Fonte: uoltilt

Facebook pode ser obrigado a vender o Instagram e o WhatsApp

Após anunciar as últimas novidades no campo da realidade virtual, o Facebook está enfrentando um novo obstáculo nos EUA: uma nova ação judicial, desta vez movida pela Comissão Federal de Comércio dos Estados Unidos (FCT).

O órgão acusa a rede social de violar a lei “antitruste” do país por conta da aquisição do Instagram (em 2012) e do Whatsapp (em 2014) por US$ 1 bilhão e US$ 19 bilhões, respectivamente.

A FCT alega que a companhia de Mark Zuckerberg está mantendo um monopólio ilegal. O desfecho mais radical para o caso será a justiça norte-americana exigir a venda das duas plataformas.

Em batalha judicial, Facebook pode ser obrigado a abrir mão do Instagram e do WhatsApp.

Em resumo, o ponto central da reclamação é: o Facebook teria dominado o mercado de mídias sociais nos EUA. Em resposta, um porta-voz do Facebook emitiu a seguinte nota:

“É lamentável que, apesar de o tribunal rejeitar a denúncia e descobrir que ela não tinha mérito para uma reclamação, a FTC optou por prosseguir com este processo sem fundamento.”

Por fim, a empresa reforça que as aquisições do Instagram e do WhatsApp foram “revisadas e aprovadas muitos anos atrás”.

*Por Gabriel Sérvio
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*Fonte: olhardigital

WhatsApp: nova regra de privacidade começa dia 15/05 – saiba o que muda

WhatsApp: nova regra de privacidade começa amanhã; veja principais pontos

Começa amanhã (15) a nova política de privacidade do WhatsApp, decisão que foi motivo de polêmica nos últimos meses. Isso porque a nova regra exige que os usuários compartilhem dados com o Facebook para continuar usando o aplicativo. Além disso, as pessoas que não aceitarem os novos termos até a data perderão funcionalidades do mensageiro.

Segundo a empresa, o objetivo é integrar o WhatsApp com as outras redes sociais de Mark Zuckerberg, Facebook e Instagram. Assim, o compartilhamento de dados poderá ser usado para exibir anúncios mais personalizados, melhorar a sugestão de amigos, direcionamento de conteúdo, entre outros.

A regra deixa claro que nem o WhatsApp ou o Facebook podem ver as mensagens privadas, ouvir chamadas, compartilhar contatos ou identificar a localização dos usuários.

Resposta dos usuários
Com o anúncio da nova política em janeiro, o número de downloads de outros mensageiros disparou. O Telegram e o Signal, por exemplo, chegaram ao primeiro lugar na lista de mais baixados da App Store e do Google Play. Órgãos governamentais de todo o mundo também questionaram a mudança, incluindo o Brasil.

Com a repercussão, a empresa tentou se defender. Alguns dias após o anúncio, o mensageiro divulgou um infográfico em seu perfil no Twitter explicando o que o WhatsApp pode ou não fazer. “Nós gostaríamos de abordar alguns rumores e ser 100% claros, nós continuamos a proteger as suas mensagens privadas com criptografia ponta-a-ponta”, disse na publicação.

O que acontece com quem não aceitar
Na última semana, o WhatsApp anunciou que não irá mais excluir as contas dos usuários que não aceitarem os novos termos. Porém, os recursos ficarão cada vez mais limitados com o passar do tempo.

Não será possível acessar a lista de conversas ou responder mensagens pelo app, somente pelas notificações do celular. Após algumas semanas com o aplicativo no modo limitado, o WhatsApp deve parar de enviar mensagens, notificações, ou chamadas para o smartphone. Assim, o usuário só poderá voltar a ter o mensageiro funcionando normalmente quando aceitar os novos termos de privacidade.

Reviravoltas
Na tarde desta sexta (14), a Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD) afirmou que os usuários que ainda não aceitaram as novas regras, poderão usar o aplicativo por pelo menos mais 90 dias sem qualquer tipo de restrição. A decisão de adiar o prazo foi pensada em conjunto com a Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon), com o Ministério Público Federal (MPF) e o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).

A diretora da ANPD, Nairane Rabelo, disse à GloboNews que os três meses serão usados para os órgãos analisarem a situação em busca de soluções. Segundo ela, durante esse perído, nenhum usuário será prejudicado por não aceitar os termos.

Vale ressaltar que o WhatsApp lançou no início deste mês o WhatsApp Pay, nova função de pagamentos do app, que promete melhorar a experiência do usuário.

E aí, já aceitou os novos termos? Conte para nós nos comentários!

*Por Giovanna Fantinato

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*Fonte: tecmundo

‘WhatsApp é invasivo e Facebook, um abutre de dados’, afirma professora de Oxford

As informações pessoais que concordamos em fornecer a um aplicativo podem ser vendidas a centenas ou milhares de empresas — e até mesmo acabar na “dark web”.

Embora a magnitude dessa “economia de dados” não seja algo amplamente conhecido, a verdade é que há cada vez mais alertas e reclamações sobre os abusos das plataformas virtuais em relação à nossa privacidade.

Um exemplo disso foi a onda de críticas ao WhatsApp ao anunciar que compartilharia as informações de seus usuários com o Facebook. Esse fato fez com que seus concorrentes Signal e Telegram, que dizem ser mais seguros, fossem baixados massivamente.

Diante da reação negativa, o WhatsApp anunciou que o início do compartilhamento de dados seria adiado de 8 de fevereiro, conforme divulgado no começo de janeiro deste ano, para 15 de maio de 2021.

Professora de Oxford e especialista em privacidade e proteção de dados, Carissa Véliz argumenta que a mudança no WhatsApp é bastante invasiva. Porém, ela afirma que o verdadeiro “abutre dos dados ” é o dono do aplicativo de mensagens: o Facebook.

Autora do livro “Privacy is Power” (“A privacidade é um poder”), Véliz conversou com a BBC Mundo (serviço em espanhol da BBC) sobre a proteção de dados na atualidade.

Abaixo, leia a entrevista com a estudiosa:

BBC Mundo – Qual a importância das mudanças anunciadas pelo WhatsApp?

Carissa Véliz – À primeira vista, não parecem mudanças tão radicais. Porém, o que o WhatsApp planeja fazer é um ato bastante invasivo.

Para entender o contexto, é importante lembrar que o Facebook comprou o WhatsApp em 2014 e, na época, prometeu que as duas empresas não compartilhariam dados.

Em 2016, porém, houve uma mudança na postura e o Facebook decidiu que os usuários poderiam decidir se compartilhariam as informações entre as plataformas ou não. Agora, decidiram que não haverá mais oportunidade para rejeitar o compartilhamento de dados: se não aceitar a condição, não poderá mais usar o WhatsApp. Por isso acredito que o público reagiu.

Em primeiro lugar, porque são medidas bastante intrusivas. Alguns dos metadados podem ser usados para identificar as pessoas. Nisso, quero dizer que terão acesso a seu número de telefone, os números dos seus contatos, as fotos do seu perfil e quando você esteve online pela última vez. Além de dados relacionados à situação da bateria do seu celular e sobre o uso do aparelho.

Em segundo lugar, é um lembrete de quão autoritárias essas empresas são. Elas te apresentam condições de uso que estão mudando o tempo todo. E depois que usar o aplicativo por anos, te dizem “tudo ou nada”; entrega os seus dados ou não pode mais usar a plataforma, perdendo suas mensagens e seus contatos que cultivou com a gente durante muito tempo.

Depois de tantas promessas quebradas e tantas mentiras e escândalos, os usuários estão fartos de serem explorados dessa forma, de não serem tratados com respeito e não poderem negociar. Por isso, acredito que a resposta às mudanças do WhatsApp foi tão negativa.

BBC Mundo -Quanto o WhatsApp e o Facebook podem saber sobre um usuário? Até que ponto eles podem traçar o perfil de uma pessoa com os dados que possuem dela?

Véliz – Tudo depende do quanto a pessoa usa o aplicativo e quantas informações fornece sobre si. Porém, é possível inferir respostas a todos os tipos de questões. Por exemplo, quem são os seus amigos, quem são os seus familiares ou quem é o seu parceiro.

A partir dos dados é possível inferir aspectos como a orientação sexual, tendências políticas, o quão bem a pessoa dorme, se é alguém que levanta no meio da noite para ver as suas mensagens, a sua saúde e os seus interesses. Até mesmo seus vícios ou se você tem alguma doença.

BBC Mundo – Em seu livro mais recente, você fala que existem os “abutres de dados”. Como eles funcionam?

Véliz – São essas empresas que se dedicam a vender os registros das pessoas pelo preço mais alto. Em particular, os corretores de dados (“data brokers”, em inglês) que buscam conseguir elementos como o que a pessoa compra, o que pesquisa online, as suas contas em redes sociais, as doenças que possui, os seus rendimentos, as suas dívidas ou o carro que utiliza. Ou seja, todos os tipos de informações.

Depois de conseguir esses dados, os corretores os comercializa a quem queira comprar. Podem ser seguradoras, bancos, possíveis empregadores, ou, em algumas situações, até mesmo governos, como o dos Estados Unidos.

Esses “abutres de dados” também são empresas de marketing. Ninguém quer ver anúncios de coisas nas quais não tem interesse, por isso buscam mostrar anúncios personalizados.

Parece inocente, mas essa prática é muito mais perversa do que isso. Imagine que você entra em qualquer página da internet que tenha anúncios e, enquanto a página está carregando, são fornecidas em tempo real informações com seus dados para centenas de empresas que podem querer te mostrar um anúncio sem que você tenha consentido. Essas suas informações que são vendidas podem incluir aspectos muito sensíveis como o poder aquisitivo, a localização, a orientação sexual ou política e suas dívidas.

Todo esse pacote que chega a centenas de empresas com as suas informações fica guardado e cada um dos donos dessas informações pode vendê-las a outras empresas. E se houver uma violação ou invasão virtual, esses dados podem terminar na “dark web” (área da internet de pouco controle) para serem vendidos a qualquer pessoa.

Eu considero o Facebook como um “abutre de dados” porque é uma empresa que, basicamente, ganha dinheiro a partir da exploração das informações pessoais dos usuários.

BBC Mundo – Quanto isso afeta os usuários da internet?

Véliz – Nos afeta de forma invisível e isso é parte do problema. Não é algo tangível, mas pode ter efeitos catastróficos.

Por exemplo, é possível que amanhã peçamos um empréstimo e que o banco não aceite por algum detalhe que está nesses registros que estão à venda. E é possível que esses dados estejam incorretos ou desatualizados. E nunca vamos saber, porque nunca é explicado a você com base em quais informações essa decisão foi tomada. E não saberemos o que pode ser feito para revertê-la.

É bem possível que te impeçam de pegar um empréstimo, conseguir um emprego, comprar um apartamento… e você nunca vai descobrir o porquê.

Outro dos efeitos mais perniciosos da personalização de conteúdos e anúncios é a polarização. As pessoas gostam de ver aquilo que confirma suas piores suspeitas e, muitas vezes, é uma informação incorreta. Em vez de haver uma esfera pública na qual todos podem debater, cada um vê uma realidade a partir de seu perfil psicológico.

Na campanha de Trump, por exemplo, em vez de haver cinco ou seis anúncios para que todas as pessoas vissem, havia seis milhões de anúncios diferentes para os distintos perfis identificados. Isso significa que não existe um diálogo saudável entre perspectivas diferentes.

BBC Mundo – O que os países podem fazer para proteger os dados de seus cidadãos?

Véliz – Primeiro você tem que encerrar a economia de dados. As informações pessoais não deveriam ser algo que pode ser vendido ou comprado. Mesmo as sociedades mais capitalistas estão de acordo que há coisas que deveriam estar fora do mercado, como os votos ou as próprias pessoas, por exemplo.

Precisamos elevar muito os padrões de segurança cibernética e isso pode passar através de uma regulamentação. No momento, a internet é construída de forma muito insegura, em partes para promover a coleta de dados e também porque não há incentivos para melhorá-la.

Também falta um esforço diplomático. Precisamos de uma aliança comum que possa fazer frente a países como a China ou a Rússia, que têm muito pouco respeito à privacidade.

BBC Mundo – Será possível recuperar a internet ou é uma batalha perdida?

Véliz – Eu sou bastante otimista. Anos atrás, quando comecei a trabalhar com privacidade, todo o mundo pensava que era um tema morto, mas hoje é mais relevante do que nunca.

Anos atrás ninguém pensava que o GDPR (Regulamento Geral de Proteção de Dados da União Europeia, em português) seria possível e, embora seja seja muito imperfeito, é um marco histórico.

No passado, prejudicamos muitas coisas importantes, como a camada de ozônio. Nos demos conta de que estávamos a destruindo e agora, com regulamentação e esforço, ela está se recuperando. Outros exemplos que antes eram inimagináveis são o sufrágio universal, os direitos trabalhistas, a jornada de oito horas e as férias.

Neste momento, a internet é como o velho oeste e estamos passando por um processo civilizatório no qual temos que torná-la mais habitável.

*Por Boris Miranda

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*Fonte: bbc-brasil

Estamos num ponto em que precisamos de menos Whatsapp e mais abraços

Certamente a tecnologia, as redes sociais, as mensagens instantâneas se
tornaram um excelente recurso para nos manter conectados com o mundo,
especialmente com as pessoas de nossa afeição, aqueles que não temos
disponibilidade para ter perto quando as necessitamos expressamente, no
entanto, isso não deve ser, em nenhum caso, algo para nos isolar em um mundo
cibernético e nos fazer esquecer as coisas importantes e detalhes que nos
alimentam a alma.

As visitas inesperadas, os abraços, os olhares expressivos … a presença,
devem ser as coisas que sigam mantendo valor, não devemos nos contentar com
emoticons e rótulos em fotos como mecanismos de contato e proximidade. As
redes sociais estão tendo um boom tão grande que, assim como nos aproximam
dos que estão longe, incluindo pessoas que nunca vimos, além de algumas fotos,
elas também nos afastam das pessoas que estão ao nosso lado.

É cada vez mais comum ver pessoas em lugares públicos que não se
comunicam, que não se olham nos olhos, que estão concentradas em uma tela de um telefone celular. Devemos voltar ao hábito de dar carinho de maneira presencial, prestando atenção em quem fala conosco, sem fazer intervalos para checar o celular.

É necessário viver cada momento e realmente desfrutar dele, além de estar
ciente de capturar uma foto de algo que provavelmente nem exista, apenas para
compartilhá-lo com pessoas que não estão necessariamente interessadas em
nossas vidas. Devemos aprender a amar e aceitar a nós mesmos para além de
um número de gostos, não devemos viver buscando a aprovação dos outros
para nos sentirmos bem conosco e menos dispostos a transmitir algo que muitas
vezes não somos parados.

A tecnologia e tudo o que ela traz de mãos dadas é muito benéfica, quando
sabemos como usá-la, limitá-la e abrir espaço para ela em nossas vidas até
certo ponto, sem que ela se torne o centro de nossa atenção.

Não devemos negligenciar nossos relacionamentos pessoais, não podemos
substituir beijos, abraços, carícias, nada que recebemos por meio de um
dispositivo eletrônico, aproveitemos a tecnologia e usemos-a em nosso favor,
não contra nós, porque quando nos acostumamos a sentir através de uma tela,
perderemos o gosto pela magia que só a presença pode nos oferecer.

Abrace, beije, sinta, sussurre em seu ouvido, delicie-se com uma conversa, perca-se rapidamente, enrosque seus pés com a pessoa que você ama, observe seus gestos, ouça sua voz, sinta, se alimente do contato que nutre e usa o resto os recursos quando você não tem outra opção, não o contrário.

*Por Sara Espejo

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*Fonte: pensarcontemporaneo

Contra fake news, WhatsApp limita reenvio de mensagens

Usuários poderão reenviar uma mensagem a no máximo cinco pessoas ou grupos por vez e não mais a 20. Objetivo é dificultar disseminação de notícias falsas e boatos.

O serviço de mensagens WhatsApp passou a limitar para cinco o número de contatos a que um usuário pode re-encaminhar uma mensagem por vez. A medida anunciada nesta segunda-feira (21/01) é uma tentativa de combater a disseminação de notícias falsas e boatos, segundo executivos do serviço, que pertence ao Facebook.

“Estamos impondo um limite de cinco mensagens em todo o mundo a partir de hoje”, disse Victoria Grand, vice-presidente de comunicações do WhatsApp, durante um evento em Jacarta, na Indonésia.

Antes do anúncio, um usuário do WhatsApp podia reencaminhar uma mensagem para até 20 outros usuários ou grupos.

O limite de cinco expande para todo o mundo uma medida que o WhatsApp já havia colocado em prática na Índia em julho, depois que boatos disseminados em redes sociais acabaram provocando assassinatos e tentativas de linchamento no país.

O WhatsApp vai oferecer uma atualização para ativar o novo limite a partir desta segunda-feira, afirmou o diretor de comunicações do serviço, Carl Woog. Os usuários de dispositivos Android devem receber essa atualização primeiro. Depois será a vez dos usuários de aparelhos da Apple.

O WhatsApp tem 1,5 bilhão de usuários. Nos últimos anos, o aplicativo desempenhou um papel de destaque em vários acontecimentos políticos, como as eleições brasileiras de 2018 e a greve dos caminhoneiros no mesmo ano.

O WhatsApp foi criticado pela falta de mecanismos para impedir a disseminação de notícias falsas, fotos manipuladas, vídeos fora de contexto e boatos transmitidos por mensagens de áudio.

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*Fonte: dw

Chegou a hora de abandonar o WhatsApp, revela o New York Times

O Cofundador do WhatsApp, Jan Koum anunciou a própria saída não só da empresa responsável pelo app de mensagens como também do conselho de administração do Facebook. Conforme o New York Times, a decisão é um duro baque e pode sinalizar um momento de apagar o mensageiro.

O aplicativo tem 1,5 bilhão de usuários ativos, que trocam cerca de 60 bilhões de mensagens diárias.

A publicação alerta ainda que os membros do conselho do Facebook não se preocupam com questões de segurança e privacidade, e os colaboradores do WhatsApp temem que o aplicativo seja usado para recolher ainda mais dados.

Durante a gestão de Koum, o WhatsApp compartilhou poucos dados com o Facebook, mas, com a saída dele, é provável que o Facebook tenha mais facilidade para reunir mais informações sobre os usuários, denuncia o jornal. Conforme dados de 2017, o aplicativo tem 1,5 bilhão de usuários ativos, que trocam cerca de 60 bilhões de mensagens diárias.

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*Fonte: portalr10

Estar online no WhatsApp pode revelar mais do que você gostaria

A indicação de que você está online no WhatsApp pode dizer muito mais do que você gostaria. Um texto escrito pelo engenheiro de software Rob Heaton e publicado em seu blog explica como é possível extrair informações a partir dessa indicação no WhatsApp.

Ao contrário da função de compartilhar a última vez que um usuário esteve conectado, o status de online não pode ser desligado – trazendo alguns problemas de privacidade.

Em resumo, o engenheiro afirma que é possível extrair dados a partir dessas informações. Desenvolver um simples robô que fique de olho em quando os usuários estão online permitiria obter inteligência sobre os hábitos desses usuários.

Em seu texto, Heaton trabalha com a hipótese de descobrir um caso entre dois usuários do app. Para isso, bastaria cruzar informações de quando as pessoas estão conectadas para tentar extrair uma correlação entre os horários dos usuários.

Talvez você não ache essa hipótese tão grave. Mas vamos dar um passo além. Recentemente foi anunciado o WhatsApp para empresas, que colocará em contato usuários e empresas com perfis verificados.

Vamos imaginar uma farmacêutica que vende remédios para insônia. Seria fácil encontrar o público alvo certo entre usuários do WhatsApp que passam parte da noite online no app. Talvez você consiga criar mais um outro cenário hipotético.

Heaton, na verdade, vai bastante além. Ele sugere que empresas podem criar modelos de negócios sobre a venda de informações de usuários. Com a empresa, “você vende essa informação a planos de saúde ou agências de crédito que suspeitam bastante de pessoas que estão acordadas às 4h da manhã”.

O Messenger, do Facebook (também dono do WhatsApp), poderia servir para a mesma coisa. Mas ele tem um detalhe crucial: só é possível saber se uma pessoa está online se ela for seu contato. Um ajuste similar poderia ser feito no WhatsApp.

No texto, Heaton é direto: “não há forma nenhuma para que usuários de WhatsApp se protejam contra esse monitoramento”.

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*Fonte: superinteressante
Este conteúdo foi originalmente publicado em Exame.com