Mil faces coloridas


Segundo físicos, o tempo pode existir apenas na sua cabeça

De todas as pressões que enfrentamos na nossa vida cotidiana, não há como negar que o tempo tem efeito mais profundo. Como os nossos dias, semanas, meses e anos passam, o tempo se move do passado ao presente para o futuro.

Porém, de acordo com a Física, as mesmas coisas ocorrem independentemente do que tempo de direção. Por isso, os físicos sugerem que a gravidade não seja forte o suficiente para mover todos os objetos do Universo para frente. Mas será que o mesmo acontece com a ordem do tempo que nós conhecemos ou é tudo imaginação? Primeiro, vamos refletir sobre a chamada flecha do tempo.

Graças ao tempo, o jovem torna-se velho e o passado se torna o presente. Mas se esquecermos a nossa própria perspectiva por um segundo e olharmos para o Universo como um todo, podemos dizer que a única coisa que governa o comportamento do Universo são as leis da Física. Algumas dessas leis têm relação com o tempo reversível – o que significa que os mesmos efeitos ocorrem, independentemente de o tempo estar correndo para a frente ou para trás.

“Seja através gravitação de Newton, a eletrodinâmica de Maxwell, a relatividade especial e geral de Einstein ou mecânica quântica, todas as equações que melhor descrevem o nosso Universo funcionam perfeitamente independentemente da direção do tempo”, disse o especialista Lee Billings para a Scientific American.

Um exemplo que comprova isso é o caminho de um planeta orbitando uma estrela, de acordo com a força da gravidade.
“Se o tempo corre para a frente ou para trás, as órbitas planetárias seguem exatamente os mesmos caminhos. A única diferença é a direção da órbita“, explicou Brendan Cole.

Isso significa que o tempo é subjetivo? Essa pode ser a explicação para a Teoria Especial da Relatividade de Einstein, mas há uma segunda lei chamada Termodinâmica. De acordo com a Segunda Lei da Termodinâmica, conforme o tempo passa, a quantidade de desordem – ou entropia – no Universo será sempre aumentada. “Por esta razão, os físicos estabeleceram uma fonte da seta do tempo: o transtorno tem sempre que aumentar depois que algo acontece, o que requer que o tempo só pode se mover em uma direção“, explica Cole.

Muitos físicos suspeitam que quando as forças de gravidade interagem umas com as outras, a seta virada para a frente do tempo emerge e a entropia pode aumentar. Mas para que isso funcione, a entropia deve ter aumentado, o que significa que o Universo tinha de ter começado mais ordenado do que é atualmente.

Em um esforço para chegar ao fundo de um dos maiores enigmas da Ciência moderna, dois de físicos decidiram testar a hipótese de que a gravidade é a força por trás de toda essa teoria. O ponto em que as partículas são governadas pela seta do tempo e regidas pelas leis sem direção do Universo, é conhecido como decoerência.

De acordo com a explicação de Nick Stockton, a hipótese mais proeminente para a decoerência é a Equação Wheeler-DeWitt, que prevê quando as ligações entre quântica e mecânica são apagadas graças à gravidade. Mas quando os físicos Dmitry Podolsky, da Universidade de Harvard, e Robert Lanza, diretor da Astellas Global Regenerative Medicine, realizaram a medição da gravidade através da Equação de Wheeler-DeWitt, eles descobriram que, depois de fazer as contas, a equação não explica a direção do tempo.

Como aponta Stockton, se a gravidade for muito fraca para segurar uma interação entre as moléculas juntas com a decoerência, ele não pode ser forte o suficiente para forçá-las na mesma direção.

“Nosso trabalho mostra que o tempo não existe apenas ‘lá fora’, mas que é uma propriedade emergente que depende da capacidade do observador para preservar informações sobre acontecimentos vividos“, explica Lanza. Isto sugere que a flecha do tempo seja subjetiva e determinada pelo observador.

“Em seus trabalhos sobre a relatividade, Einstein mostrou o tempo em relação ao observador. Nosso artigo dá a um passo adiante, argumentando que o observador, na verdade, é quem o cria“, completou Lanza.

Porém, a ideia ainda é controversa, porque de acordo com Yasunori Nomura, um físico da UC Berkeley, que não estava envolvido no estudo, a dupla de cientistas não conseguiu levar o tecido do espaço-tempo em consideração e não introduziu o “tempo de observador” na equação.

 

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*Fonte: universocetico


Zaaap….


Spider-man – Homecoming (trailer)


A Regra dos 4 minutos – Dica para Motociclistas!!!

Uma pesquisa feita nos anos 80 comprovou que a maioria dos acidentes de moto e carro acontecem a menos de 4 minutos de distância do local  de “partida” ou de “chegada”.

Isso acontece porque nosso cérebro entra em piloto automático durante os dois trechos extremos do percurso.Doideira, né!?

Na próxima vez que for pilotar, não esqueça da regra dos 4 minutos e mantenha a atenção o tempo todo.

 

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Motos e mais motos – 258

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Josh Green #99 – Back behind bars


Prova de amor


11 livros infantojuvenis que todos deveriam ler ao longo da vida

1 – O Mundo de Sofia, Jostein Gaarder:
“Nenhum outro livro explica aos jovens de forma tão simples as principais linhas de pensamentos filosóficos. Sem contar que o enredo da história de Sofia prender o leitor até o final, que é arrasador!”

2 – Ponte para Terabítia, Katherine Paterson:
“Porque a vida pode ser simples, nossa imaginação pode ser incrível e também porque nem sempre os finais são felizes”.

3 – O Pequeno Príncipe, Antoine de Saint-Exupéry:
“É um lindo clássico”.

4 – O Mágico de Oz, L. Frank Baum:
“É indispensável”.

5 – Desventuras em Série, Lemony Snicket:
“É uma série de treze volumes, então podem ser lidos aos poucos ao longo da vida.”

6 – Ei! Tem Alguém Ai?, Jostein Gaarder:
“Livro que abre reflexões, distrai e ainda pode mudar suas percepções da vida com simplicidades”.

7 – Meu Pé de Laranja Lima, José Mauro de Vasconcelos:
“O livro narra a visão de uma criança sobre os problemas sociais que a cercam. A pureza é contrastada pela dureza da vida. É uma imersão nos valores humanos através da perspectiva de alguém jovem e com quem podemos nos identificar de imediato”.

8 – Alice no País das Maravilhas, Lewis Carroll:
“É uma das obras primas de toda cultura pop, servindo de inspiração/referência para inúmeras obras posteriores. Logo, conhecer esta obra é conseguir intertextualizar com muitas outras (desde Matrix a Batman v Superman). É um texto de várias camadas, podemos interpretar tudo como apenas uma viagem de imaginação ou teoria de multiversos, visto que Lewis Carroll era matemático também. Ou mesmo relevando esta parte matemática, é uma bela história que deixa o antropocentrismo de lado e mostra outro mundo!”.

9 – O Senhor dos Aneis, J. R.R. Tolkien:
“Eu li quando era adolescente e me apaixonei. Tem gente que leu quando adulto e discorda. Mas acho que a ficção encanta a todos”.

10 – Aruá, o Boi Encantado, Luís Jardim:
“Um livro maravilhoso que traz uma reflexão linda sobre ser humilde”.

11 – Harry Potter, J.K. Rowling:
“Além dos exemplos morais seu estilo é leve, fluido e viciante enquanto inocula sua poesia vibrante e mágica”.

 

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*Fonte: revistagalileu


Se despedaçando


Ojay – Músico de rua (baixista/groove)


Entendido?


Cattarse – Walking on Glass


Ladies of the desert – The Litas


Faceirice


5 coisas que você não sabia sobre ‘O Pequeno Príncipe’

Conheça alguns fatos curiosos sobre Antoine de Saint-Exupéry e da criação de “O Pequeno Príncipe”

1. Saint-Exupéry jamais ficava satisfeito com o que escrevia. A célebre frase “On ne voit bien qu’avec le cœur. L’essentiel est invisible pour les yeux”, que pode ser traduzida como “só se vê bem com o coração. O essencial é invisível aos olhos“, foi reescrita mais de dez vezes antes de alcançar sua forma final. Os manuscritos originais de O Pequeno Príncipe foram editados pelo próprio autor incontáveis vezes. No processo, páginas inteiras foram concentradas em uma única frase, reduzindo a obra a metade de seu tamanho original.

2. O autor costumava trabalhar na madrugada, e acordava seus amigos sem constrangimento para pedir conselhos e sugestões sobre as passagens mais difíceis. Era comum que começasse a trabalhar às duas da manha e fosse dormir no nascer do sol, quando sua secretária chegava e digitava seu trabalho com ele dormindo no sofá. Ele adorava receber amigos nas refeições, mas era comum que os convidados chegassem à uma da tarde à sua casa e precisassem acordar o anfitrião exausto.

3. Saint-Exupéry era aviador, e morreu servindo a força aérea francesa no final da Segunda Guerra Mundial . Decolou da da ilha da Córsega, às 8h45 do dia 31 de julho de 1944, para uma missão de reconhecimento sobre o território francês ocupado pelo exército nazista. Ele coletava informações para preparar um desembarque dos aliados em Provença. Seu avião foi abatido pelo piloto alemão Horst Rippert, que admitiu, arrependido, aos 88 anos, ser o autor dos disparos. Os destroços do caça P-38 foram encontrados só 60 anos depois da data de seu desaparecimento, no litoral da Marselha. A insígnia do esquadrão de reconhecimento GR I/33, um dos quais o autor fez parte, leva uma ilustração do Pequeno Príncipe em sua insígnia, e hoje é operado com drones.

4. A primeira tradução brasileira de O Pequeno Príncipe foi feita pelo monge beneditino Dom Marcos Barbosa em 1954, e publicada pela Editora Agir. Durante 60 anos ela foi a única disponível no mercado, e eternizou uma interpretação questionável. Na frase “Tu deviens responsable pour toujours de ce que tu as apprivoisé” , traduzida como “Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas”, a palavra apprivoisé não significa cativar na acepção mais delicada e emocional da palavra, mas sim algo como “domesticar” ou “domar”, como se faz com um bicho de estimação.

5. O Pequeno Príncipe foi traduzido para uma série de línguas inusitadas. Uma delas foi o Toba, um idioma indígena do norte da Argentina que até então só possuía uma tradução do Novo Testamento da Bíblia. Outra versão curiosa é em Latim. Até o Esperanto, idioma artificial criado com a intenção de ser uma língua franca internacional, ganhou sua versão. Há 47 traduções coreanas para a obra, e mais de 50 versões chinesas. Essa imensa variedade de versões torna o livro um objeto frutífero para estudos tradutórios comparativos.

 

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*Fonte: portalraizes

 


It – Trailer


Isso, puxa!


Hot Girlz – 182

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7 razões pelas quais a Astrologia não faz sentido

A astrologia é uma das pseudociências mais antigas que se têm história. Apesar de seus 5 mil anos de existência sustentarem-se sem quaisquer evidências empíricas, a Astrologia ainda é extremamente popular – e entretente – pelo seu grau de convencimento. Eis algumas razões pelas quais a Astrologia não faz o menor sentido:

1. “A influência gravitacional dos astros é responsável pela personalidade.”

Tanto a teoria gravitacional de Einstein e Newton quanto o Eletromagnetismo de Maxwell mostram, matematicamente, que a atração gravitacional entre os astros e os humanos são muito desprezíveis. Para você ter uma ideia, a atração gravitacional entre duas pessoas próximas conversando é 6 vezes maior que a atração de Marte e alguém aqui na Terra.

2. “Existe uma força não conhecida pela ciência que independe da distância.”

Ora, por que então só os astros visíveis na terra são responsáveis por influenciar a nossa personalidade? Por que objetos e eventos astronômicos muito maiores e mais fascinantes (Como buracos negros, galáxias, supernovas e etc) não nos influenciam?

3. Existe uma Constelação do zodíaco extra.

Os astrônomos e cientistas descobriram uma constelação do zodíaco chamada Ofiúco muito depois do surgimento da Astrologia. Por acaso você já viu alguém deste signo?

4. Estudo de Silverman

O cientista Bernie Silverman analisou milhares de relacionamentos entre pessoas de signos “compatíveis” e “incompatíveis”. Conclusão: As pessoas casam-se e divorciam-se na mesma frequência, independente do signo.

5. Estudo de John A.P

Neste estudo, 23 mil pessoas de vários signos foram analisadas. Conclusão: Não havia nenhuma correlação em suas personalidades.

6. O movimento de precessão da Terra.

Por volta de 4200 a.C., quando surgiram os primeiros escritos sobre os astros, a Astrologia e a Astronomia eram uma só. Enquanto a Astronomia se desenvolveu a partir do método científico, a Astrologia manteve-se estagnada. Assim, os dados astrológicos também permaneceram inalterados, e é ai onde a precessão entra!
O movimento de precessão terrestre é um fenômeno causado pelas forças exercidas pelo Sol e pela Lua na Terra que fazem com que o planeta tenha uma inclinação de aproximadamente 23,5° em relação ao eixo com o Sol. A cada 26 mil anos, uma volta completa é dada entorno desse eixo.
Esse movimento por se dar no pólo do planeta, acaba “mudando de lugar” as estrelas. A cada ano, a terra sofre uma movivento de precessão de cerca de 20 minutos (0°20’). Porém, em cerca de 2160 anos, a mudança já é de um mês de seu lugar de origem, ou seja, se hoje o dia 30 de março é considerado pertencente a Áries, daqui a 2000 anos será pertencente a Peixes, e assim sucessivamente até completar uma volta completa. Ou seja, o seu signo está errado!

7. Inúmeros outros estudos acadêmicos.

Mas por que então a astrologia é tão convincente ao nos detalhar tão adequadamente?

           Em 1948, o cientista Bertram Forer deu um papel para cada estudante seu descrevendo-o a sua personalidade de maneira detalhada e pediu para que avaliassem de 0 a 5 o quanto que aquele texto o descrevia. A média da sala foi de 4,26.
           No entanto, todos os textos eram exatamente iguais!
          Assim, percebeu-se um efeito psicológico de identificação que certos textos causavam nas pessoas. Tal fenômeno foi batizado de Efeito Forer.
           O texto na íntegra que o Forer entregou aos seus alunos pode ser lido aqui.

 

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*Fonte: universoracionalista

 


Gigante


Sepultura


Motos e mais motos – 257

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Jonny Walker: Getzen Rodeo


Insane Low Level Flight


Biscoito


Efeito Forer (principal responsável pela crença em pseudociências)

O efeito Forer se refere à tendência que indivíduos têm para avaliar conjuntos de preposições como altamente precisas para eles pessoalmente, mesmo que as declarações possam ser aplicadas a uma enorme quantidade de pessoas.

O psicólogo Bertram R. Forer (1914-2000) encontrou que as pessoas tendem a aceitar descrições pessoais vagas e gerais como exclusivamente aplicáveis a elas mesmas sem perceber que a mesma descrição pode ser aplicada não apenas para uma pessoa, mas para várias. Considere o seguinte texto como uma avaliação de sua personalidade:

“Você tem uma necessidade de outras pessoas gostarem e admirarem você e, ainda assim, você tende a criticar a si mesmo. Enquanto você tem algumas fraquezas de personalidade, você é geralmente capaz de compensá-las. Você tem capacidades que não usa frequentemente, mas que te ajudam. É disciplinado e controlado por fora e preocupado e inseguro por dentro. Algumas vezes, você tem sérias dúvidas sobre se você fez a decisão certa ou a coisa certa. Você gosta de mudanças e fica insatisfeito quando sofre de restrições e limitações. Ademais, você ainda se orgulha por ser um pensador independente, e não aceita afirmações de outros sem que eles provem. Porém, você se acha imprudente a ser sincero e a se revelar para as pessoas. Algumas vezes, é extrovertido, afável e sociável, enquanto, outras vezes, é introvertido, cauteloso e reservado. Algumas de suas aspirações tendem a ser irreais”

Forer deu um teste de personalidade para seus estudantes, ignorou as suas respostas e deu a cada estudante uma avaliação de personalidade e pediu para que os estudantes analisassem a avaliação com uma nota de 0 a 5, com 5 para “excelente” e 4 para “boa”. A média da sala foi de 4,26. Isso foi em 1948. O teste foi repetido centenas de vezes com estudantes de psicologia e a média das notas continuou entre 4,2 e 5, ou 84% de precisão.

Resumindo, Forer convenceu as pessoas que ele poderia ler as suas características com sucesso. A sua precisão impressionou os seus alunos, achando que a análise de sua personalidade foi feita com astrologia (a conclusão mais tola possível). O efeito Forer parece explicar, em parte, porque muitas pessoas acham que pseudociências funcionam. Astrologia, astroterapia, bioritmo, cartomancia, quiromancia, grafologia, rumpologia, eneagrama, etc., parecem funcionar porque elas parecem prover previsões acuradas em uma análise de personalidade. Estudos científicos dessas pseudociências demonstram que elas não são instrumentos de validade de personalidade, ainda que cada uma satisfaça sujeitos que se convencem facilmente.

As explicações mais comuns dadas para o efeito Forer são relacionadas à esperança, ao pensamento positivo e à vaidade, enquanto o próprio Forer relacionou o efeito à credulidade. Pessoas tendem a aceitar aclamações sobre elas em proporção do seu desejo de que seja verdade e não em proporção de que haja alguma precisão empírica. Mesmo que desconfiemos, nós tendemos a aceitar reivindicações falsas ou questionáveis sobre nós se considerarmos-las positivas ou lisonjeiras o suficiente. Sujeitos que procuram conselhos de paranormais, médiuns, cartomantes, leitores de mente, grafologistas, etc., irão frequentemente ignorar as afirmações falsas ou questionáveis.

O psicólogo Barry Beyerstein acredita que “a esperança e a incerteza evocam poderosos processos psicológicos, que mantém todos os charlatões de pé”. Nós estamos constantemente tentando “dar sentido a uma enxurrada de informações desconexas do nosso dia-a-dia” e “nós nos tornamos tão bons nisso que damos sentido a muitas coisas que, na verdade, não têm sentido. Nós, usualmente, iremos preencher as lacunas e prover uma figura coerente do que nós ouvimos e vemos, mesmo que seja vaga, confusa, obscura, inconsistente e, muitas vezes, ininteligível quanto ao caráter empírico. Médiuns paranormais, por exemplo, irão perguntar muitas perguntas ambíguas e desconexas em uma rápida sessão que dão impressão que sabem de toda a vida do cliente. Na verdade, os paranormais não precisam de nenhum inshgt da vida pessoal do sujeito, eles só precisam ter destreza em leitura fria.

 

David Marks e Richard Kamman argumentam que:

“Uma vez que uma crença ou expectativa é achada, especialmente uma de incerteza desconfortável, o observador é motivado a notar uma nova informação que confirma a crença e a ignorar as evidências contrárias. O mecanismo consolida o erro original e constrói uma exacerbada confiança, onde os argumentos dos oponentes são vistos como fragmentados de mais para contradizer o que foi proposto”

Ter um conselheiro pseudocientífico pode fazer um cliente cair em armadilhas que podem, facilmente, liderá-lo a acreditar mais ainda no que eles falam.

Barry Beyerstein sugere que o teste a seguir para determinar se a validade aparente das pseudociências mencionadas se devem ou não ao efeito Forer, viés de confirmação ou outros fatores psicológicos. (NOTA: o teste proposto também usa validação subjetiva ou pessoa e não pretende testar a acuracidade de nenhuma ferramenta de avaliação de personalidade, e sim tem a intenção de contraria a tendência de auto-engano sobre esses assuntos):

“… um bom teste tem de, primeiramente, ler friamente um grande número de clientes e retirar os nomes dos perfis (codificando-os para que pudessem ser devolvidos aos seus donos). Depois de ler os esboços de personalidade anônimos, os clientes deveriam escolher qual os descreveu corretamente. Se o leitor acertou na maioria, então os membros do grupo excederam as chances de escolher alguma descrição de sua própria personalidade”

Beyerstein nota que “nenhum método de leitura oculto ou pseudocientífico passou, com sucesso, pelo teste”

O efeito Forer, entretanto, explica apenas parcialmente o porquê de muitas pessoas aceitarem as suas leituras de personalidade ocultas e pseudocientíficas. Leitura fria, pensamento seletivo e reforço social também são adjacentes às ilusões. Também, deve ser admitido que enquanto muitas das afirmações de uma leitura pseudocientífica são vagas e gerais, algumas são específicas. Algumas delas podem ser precisas. Um certo número de afirmações como essas podem ter algum grau de verdade, mas nenhum grau empírico.

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*Fonte: universoracionalista

Traduzido e adaptado de: http://www.skepdic.com/forer.html

 


Jimi Hendrix tocado em instrumentos diferentes ao universo do rock


Irmã | Trailer


Marejando – 24

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


A tal razão


Onde está sua bicicleta?

A bicicleta está bem distante de ser o principal meio de transporte no Brasil. No entanto, estudo feito em 2016 em algumas capitais brasileiras revela, entre outras coisas, que mais de 60% das pessoas gostariam de usar esse modal para ir ao trabalho. No entanto, ainda sentem falta de segurança, de respeito dos motoristas e de ausência de estrutura nas empresas. Esse é um dado importante que nos incentiva a discutir cada vez mais a mobilidade urbana, em especial em metrópoles como São Paulo.

Cidades orientadas somente ao veículo automotor não fazem mais sentido. A bicicleta deve se tornar mais uma alternativa diante do caos instaurado no trânsito diário. Para distâncias de até cinco quilômetros nas áreas urbanas mais densas das cidades, há pesquisas que constatam que a bicicleta é o modal mais rápido, podendo chegar a uma velocidade entre 12 e 15 km/h.

Incentivar o seu uso, portanto, é pensar em cidades mais inclusivas e com qualidade de vida. Para a ONU, a bicicleta é o transporte mais sustentável do mundo. Além disso, essa prática faz bem para o meio ambiente. São múltiplos benefícios, imediatos e em longo prazo: redução dos congestionamentos e do barulho, melhoria na segurança viária e diminuição significativa da poluição do ar e nas emissões de gases de efeito estufa.

O uso da bicicleta é uma tendência mundial e alguns locais já estão bem desenvolvidos em relação às ciclovias. Em Tóquio e na Holanda, por exemplo, 25% dos trajetos diários são feitos de bike. No Brasil ainda estamos engatinhando nesse assunto, mas iniciativas e pesquisas mostram que há uma demanda ainda mal explorada.

Engana-se quem acha que a introdução da ‘cultura da bicicleta’ deve ser construída prioritariamente pelos órgãos públicos. O incentivo ao uso do modal é responsabilidade de todos. As empresas que adotam o transporte em duas rodas demonstram maior comprometimento com toda a sociedade e podem se tornar referência para outras.

Pedalar faz bem para o planeta, para o bolso e para a saúde, além de aproximar as pessoas. Duvida?

Experimente tirar a sua bike da garagem. Experimente pedalar pelo seu bairro, pela cidade. Incentive o uso do modal na sua casa, nas empresas e nas escolas. É com pequenos gestos que iremos desenvolver mais fortemente essa cultura em nossas comunidades. É um grande desafio que vale a pena. Você pode começar hoje!

 

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*Fonte: pensamentoverde/Leonardo Lorentz

 


Chacoalhando o esqueleto


Biker girls #106

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Coleção ASW 2017 • novas cores


Mecânica avançada – 9 (Pedindo permissão de pouso)

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Moto Gp – Qatar 2017

E agora finalmente começou o prá valer o ano da Moto GP. Hoje na prova “noturna” (única) do Qatar, a primeira do calendário de 2017, tivemos na categoria Moto 2 (600cc) a vitória do piloto italaino Franco Morbidelli (#21 – Estrella Galicia / Marc VDS), a primeira de sua carreira. O piloto que é filho um italiano e de mãe brasileira, que orgulhosamente ostenta em seu capacete uma bela pintura com as bandeiras da Itália e do Brasil. Parabéns Morbidelli! E muito grato pela sua generosidade com este país aqui, que está uma bagunça. Já na categoria Moto 3 (250cc) a vitória ficou com o piloto espanhol Joan Mir (#36).

Quanto a prova da categoria principal da Moto GP tiveram alguns problemas com a chuva e condições da pista, consequentemnete gerando um relativo atraso que atrapalhou as transmissões da corrida ao vivo, aqui para nós no Brasil. Uma pena. Com isso não consegui assistir a essa prova nem muito menos torcer pelo Valentino Rossi. Mas enfim, tivemos como resultado da corrida a vitória do novato Maverick Viñales (#25 – Yamaha), o segundo lugar com Andrea Dovizioso (#04 – Ducati) e o terceiro lugar para Valentino Rossi (#46 – Yamaha).

Um bom começo de ano. Só espero que a próxima prova eu consiga assistir.

MORBIDELLI – #21 (Moto 2)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Festinha animada


Lazer Loyd – My Own Blues


Após chantagem, hackers mostram que têm acesso a contas da Apple

No começo da semana, um grupo de hackers alegou ter acesso a mais de 300 milhões de contas do iCloud (serviço de nuvem da Apple) e estar exigindo da empresa um “resgate” de mais de US$ 75 mil. A empresa negou o caso, mas, de acordo com informações obtidas pelo ZDNET, a situação é um pouco mais complicada – e perigosa – do que parece.

O site entrou em contato com os hackers (conhecidos como Turkish Crime Family), que cederam, a título de amostra, 54 credenciais vazadas. O ZDNET diz ter utilizado as ferramentas de reinicialização de senha do iCloud para verificar se as contas eram válidas e, de fato, todas elas eram. Os dados incluíam apenas e-mails e senhas, o que sugere que eles tenham sido agregados de diversas fontes.

Em seguida, o site entrou em contato com os donos das 54 contas vazadas para verificar sua veracidade. Como muitas das contas não estavam mais registradas no iMessage, a plataforma de mensagens da Apple, seus donos não puderam ser alcançados. No entanto, 10 pessoas responderam e confirmaram que, de fato, os dados vazados incluíam suas senhas (que eles, logo em seguida, alteraram). Isso comprova que há, de fato, alguma verdade nas alegações dos hackers.

Quem são e o que dizem?

As 10 pessoas consultadas moram no Reino Unido e têm números de celular de diferentes operadoras da região. Isso sugere que o vazamento de informações da Apple não se deu por meio de uma falha de segurança de uma operadora específica. O ZDNET pediu que os hackers fornecessem também uma amostra de dados de usuários dos EUA, mas eles se negaram.

As 10 pessoas usavam a mesma senha para o iCloud desde que elas abriram suas contas no serviço. Uma delas, no entanto, disse que a senha não estava mais ativa havia cerca de dois anos. Com isso, a data do vazamento de informações ficaria entre 2011 (o lançamento do iCloud) e 2015.

Destas pessoas, sete disseram que também usam os mesmos dados de acesso do iCloud para outros sites, como Facebook e Twitter. Isso sugeriria que o vazamento poderia vir de uma dessas empresas. No entanto, as outras três alegaram que suas credenciais de acesso do iCloud eram exclusivas daquele serviço – e, portanto, só poderiam ser acessadas por uma fragilidade no próprio sistema da Apple.

Ameaça?

Uma das ameaças dos hackers é apagar remotamente as informações de iPhones e outros aparelhos da Apple caso a empresa não acate suas demandas. Ao que parece, eles podem fazer isso: duas das 10 pessoas ouvidas pelo site disseram que houve uma tentativa de resetar suas contas do iCloud nos últimos dias.

Com isso, o site considera que há, de fato, alguma veracidade nas alegações dos hackers. Por outro lado, não há como saber se a amostra fornecida por eles é indicativa das contas às quais eles têm acesso, ou se ela foi selecionada especificamente para dar a impressão de que suas informações são mais ameaçadoras do que são de fato. O ZDNET ainda ressaltou que os hackers se mostraram imaturos, confusos e sedentos por atenção em seu trato com os repórteres, mas frisou que não dá para descartar o risco que eles representam.

 

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*Fonte: olhardigital