A ciência comprova: poesia é mais eficaz que autoajuda

Ler poesia pode ser mais eficaz em tratamentos do que os livros de autoajuda, segundo um estudo da Universidade de Liverpool.

Especialistas em ciência, psicologia e literatura inglesa da universidade monitoraram a atividade cerebral de 30 voluntários que leram primeiro trechos de textos clássicos de Henry Vaughan,John Donne, Elizabeth Barrett Browning e Philip Larkin e depois essas mesmas passagens traduzidas para a “linguagem coloquial”.

Os resultados da pesquisa mostraram que a atividade do cérebro “acelera” quando o leitor encontra palavras incomuns ou frases com uma estrutura semântica complexa, mas não reage quando esse mesmo conteúdo se expressa com fórmulas de uso cotidiano.

Os especialistas descobriram que a poesia é mais útil que os livros de autoajuda porque afeta o lado direito do cérebro, onde são armazenadas as lembranças autobiográficas, e ajuda a refletir sobre eles e entendê-los desde outra perspectiva.

Os especialistas buscam agora compreender como afetaram a atividade cerebral as contínuas revisões de alguns clássicos da literatura para adaptá-los à linguagem atual, caso das obras de Charles Dickens.

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*Fonte: revistapazes

A Arca: veículo off-road e anfíbio que acomoda 22 pessoas e pode ir a qualquer lugar

O último veículo off-road da Sherp pode acomodar 22 pessoas confortavelmente, tornando-o único no mercado. Chamado Arca, esse veículo pode ir a qualquer lugar.

20 anos de desenvolvimento

“Levamos 20 anos para desenvolver um veículo anfíbio confiável para todos os terrenos, capaz de se mover em qualquer superfície e superar os obstáculos naturais mais difíceis. O SHERP ATV é um assistente confiável para especialistas que superam dificuldades naturais como parte de sua profissão: geólogos, trabalhadores do petróleo, agentes de resgate, pescadores, caçadores, motoristas extremos e viajantes”, diz a empresa em seu site.

O veículo é construído como um automóvel de quatro rodas na dianteira, que puxa uma “carroceria”. Ele pesa 4.300 kg, com uma capacidade de carga de 3.400 kg.

Tem uma velocidade máxima de 30 quilômetros por hora em terra e cai para 6 quilômetros por hora em água. Pode superar obstáculos de até 1,5 metros.

A Arca pode passar por pedras, árvores caídas, cascalho, areia, pântanos, neve profunda, água e gelo. Faz isso mantendo uma autonomia de combustível de 82 horas.

Lidar com emergências

A Arca está especialmente equipada para lidar com emergências. Ela pode atravessar até uma obstrução em 40 graus e, se você precisar de mais tração, poderá esvaziar ou inflar os pneus do veículo com um simples botão.

Se você colocar água na cabine do veículo, há a opção de usar bombas automáticas para remover o líquido.

Muitos estão chamando este veículo de transporte ideal para o final dos dias e por boas razões. Ele tem todos os benefícios dos melhores veículos off-road, ao acomodar muito mais pessoas.

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*Fonte: engenhariae

Gilles Lipovetsky: A identidade na era Facebook

Quais crenças fundamentam sua existência? Quais sistemas de governo você defende? Esqueça estas perguntas.

Atualmente, para reafirmar (ou até formar) sua identidade, o que importa é saber o que você gosta de fazer, de ouvir, de ver… E compartilhar tudo isso, é claro. Na era das mídias sociais, os elementos que definem quem você é se transformaram e têm nos seus gostos culturais.

Os incontáveis posts sobre nosso cotidiano são a base da explicação do filósofo francês Gilles Lipovetsky, que explica como nossos murais revelam mais sobre nós do que pensamos e clamam por um reconhecimento questionável.

Teórico da hipermodernidade e da pós-modernidade, o francês Gilles Lipovetsky é professor de Filosofia na Universidade de Grenoble e autor de best-sellers como O império do efêmero – A moda e seu destino nas sociedades modernas e A era do vazio – Ensaios sobre o individualismo contemporâneo.

O intelectual francês defende que a consagração do bem-estar triunfa na sociedade pós-moderna. Em seu mais recente livro, Da leveza – Rumo a uma civilização sem peso, ele aborda o culto contemporâneo à felicidade em contraposição à rotina veloz e exigente que enfrentamos, temas também tratados no texto que você confere logo abaixo.

Gilles Lipovetsky | A identidade na era Facebook

Anteriormente, havia uma relação de face a face na construção identitária. Essa dimensão continua existindo, mas agora também existe, graças às redes sociais, a possibilidade de mostrar aos outros coisas que você não pode mostrar na vida, quando encontra alguém no restaurante, na rua ou no trabalho.

Parece-me que hoje, quando observamos as redes sociais, constatamos que a identidade passa muito menos pelas questões graves que definiam a identidade anteriormente: a política e a religião, por exemplo. É cada vez mais por meio de atividades e gostos culturais que os indivíduos afirmam sua identidade individual. Eles dizem o que fazem na vida pessoal, o que apreciam, seus gostos. “Eu fui ver tal filme, eu tirei tal fotografia.” A partir daí as pessoas postam suas mensagens, suas fotos, e recebem “curtidas”.

No Facebook e em outras redes sociais não existe o “não curti”. Isso foi objeto de uma grande discussão interna na plataforma, aliás, e tiveram a intuição de que não deveriam tornar possível o “não curti” para que fosse, no fundo, simplesmente um lugar de reconhecimento e de gratificação. Você pode receber mensagens desagradáveis, mas isso não está inscrito na formatação da rede. E agora estudamos tudo isso de perto.

As pessoas postam uma foto, por exemplo, que tiraram no passeio do domingo, quando viram alguma coisa em geral um pouco original. A gente gosta de postar coisas um pouco originais, e colocamos a foto, talvez acompanhada de um pequeno texto. E aí a questão se coloca: “Por que postei essa foto?”. O que acontece na cabeça? Não é sua profissão, você não é jornalista, não existe razão alguma.

Bem, muitas pesquisas mostram que as pessoas esperam, em relação a essas postagens, um retorno simbólico e afetivo. As pessoas esperam “curtidas”. E existe uma contrariedade quando ninguém reage a uma postagem que você fez no Facebook.

Você se sente excluído ou mal-amado e, consequentemente, a identidade aqui é construída na aprovação, no reconhecimento dos outros, que me dizem: “Sim, é formidável, adorei sua foto etc”, e os indivíduos recebem diariamente uma espécie de alimentação simbólica, que lhes dá certa satisfação: “Eu sou apreciado pelos meus amigos. Tenho um pequeno valor, pois as pessoas gostam daquilo que faço”. Então, eu me afirmo nas redes sociais, no fundo, sobre bases hedonistas.

 

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*Fonte: pensarcontemporaneo

Definidos os times do Super Bowl LIV

E neste domingo ocorreram as finais de Conferências da NFL da temporada 2019/2020, que determinaram os times para o jogo do Super Bowl LIV – que esse ano acontecerá em Miami (domingo) dia 2 de fevereiro de 2020. Aqui no Brasil o jogo será transmitido pela ESPN.

Os Chiefs que venceram os Titans por 34 x 24, foram os primeiros selecionados e logo após, no segundo jogo da noite, os 49’rs venceram os Packers por 37 x 20. Estes resultados definiram Kansas City Chiefs e San Francisco 49’rs como os times do Super Bowl. O jogo promete ser uma bela partida!

Primeira ida ao espaço de 2020 tem equipe 100% feminina

A primeira viagem ao espaço de 2020 é também a segunda da história a ser conduzida inteiramente por uma equipe feminina – e esperamos ver muito mais! As astronautas pioneiras, Jessica Meir e Christina Koch, foram “lá pra cima” para substituir as baterias de matrizes solares da International Space Station e a NASA exibiu toda a missão ao vivo.

De acordo com a NASA, Meir e Koch substituíram a níquel-hidrogênio que geravam energia para a instalação para baterias de iões de lítio.

Na primeira meia hora de caminhada espacial, a câmera e o sistema luz ligados ao capacete de Koch acabaram escapando e dificultando as imagens para os espectadores, assim como a visualização da dupla na atividade técnica que estavam fazendo. Em uma breve conversa com o sistema de comando da agência espacial norte-americana, elas decidiram continuar trabalhando no escuro e concluíram a missão com maestria.

Se a troca de bateria funcionar como planejado nos próximos dias de monitoramento, a NASA vai enviar os astronautas Andrew Morgan e Luca Parmitano, da Agência Espacial Européia, para finalizar a instalação do Alpha Magnetic Spectrometer’s (AMS) um novo dispositivo de resfriamento para as matrizes lá no alto.

Esta foi a segunda viagem especial de Meir e a quinta de Koch. A segunda das duas juntas. A dupla fez história em outubro de 2019, ao completar a primeira missão da NASA completamente conduzida por mulheres – isso depois de um cancelamento em março por falta de trajes espaciais adequados para corpos femininos.

*Por Karol Gomes

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*Fonte: hypeness

Estar bem consigo mesmo é melhor do que estar bem com todos

«Um jovem e notável discípulo de artes marciais estava aprendendo sob a tutela de um professor famoso.

Um dia, o professor estava observando uma sessão de prática no quintal e percebeu que a presença dos outros alunos estava interferindo nas tentativas do jovem de aperfeiçoar sua técnica.

O professor podia perceber o desejo do jovem de ficar bem diante dos outros e sua frustração por não conseguir. Ele se aproximou e deu um tapa no ombro dele.

– Qual é o problema? – ele perguntou.

– Não sei – disse o jovem visivelmente tenso. – Por mais que eu tente, não consigo executar os movimentos corretamente.

-Venha comigo, eu explico para você – respondeu o professor.

O professor e o aluno deixaram o prédio e caminharam até um riacho. O professor permaneceu em silêncio na praia por um tempo. Então ele falou.

– Olhe para o riacho. Há pedras no seu caminho. Tenta impressioná-las? Golpea-se contra elas por frustração? Simplesmente flui e segue em frente. Seja como a água.

O jovem tomou nota do conselho do professor e, em poucos dias, mal notou a presença de outros alunos ao seu redor. Nada poderia afetar sua maneira de executar os movimentos, cada vez mais perfeitos ».

Essa história maravilhosa nos fala sobre a necessidade de encontrar equilíbrio e paz interior, em vez de tentar impressionar os outros e obter sua aprovação. De fato, quando aguardamos a aceitação dos outros, ocorre uma contradição: quanto mais a procuramos, mais ilusória ela se torna e menos valorizamos os outros.

A parábola usa a água como um recurso, pois na filosofia budista ela tem um simbolismo especial porque encerra perfeitamente seus ensinamentos. A água flui constantemente, se adapta às formas dos recipientes e levanta todos os tipos de obstáculos. É sua capacidade de se adaptar sem perder sua essência que a torna tão especial.

Os riscos de buscar a aprovação de outras pessoas

1 – Estamos cada vez mais nos afastando de nossa essência. Quando buscamos a aceitação de outros, assumimos que algumas de nossas características não serão bem recebidas, por isso tentamos escondê-las. Colocamos uma máscara social que nos afasta da autenticidade e nos “força” a interpretar um personagem. Obviamente, viver naquele “teatro” é cansativo, porque precisamos estar cientes de reprimir muitos dos pensamentos, atitudes e emoções que experimentamos naturalmente.

2 – Vivemos em uma montanha-russa emocional. Quando a opinião dos outros se torna a bússola que dita nossos passos, subimos por conta própria a uma montanha-russa emocional, porque nosso humor começará a depender diretamente de avaliações externas. Ficaremos felizes se nos lisonjearem ou profundamente infelizes e frustrados se nos criticarem ou nos rejeitarem. Nesse ponto, paramos de possuir nossas emoções e damos controle aos outros. Tornamo-nos pessoas reativas à mercê da opinião de outras pessoas.

3 – Esquecemos nossos sonhos. É algo terrível, tão terrível que normalmente afastamos isso da mente, mas quando nossa vida gira em torno da aprovação de outros, abandonamos nossos sonhos e planejamos adaptar e adotar os objetivos dos outros. Dessa maneira, acabamos perdendo a motivação intrínseca, que é o nosso motor de direção, e ficamos sem paixão. Assim, acabamos vivendo a vida que os outros querem, não a vida que queremos.
É possível sermos nós mesmos sem “prejudicar” os outros?

Um dos obstáculos que para as pessoas no caminho da autenticidade e da libertação pessoal é o medo de prejudicar pessoas importantes. No entanto, o fato de crescer, perseguir nossos sonhos, ser independente e se sentir bem consigo mesmo não deve ser um problema para os outros. Pelo contrário, se eles realmente nos amam, devem se sentir felizes pelo nosso crescimento.

O problema é que, quando criamos um relacionamento de dependência com alguém, buscando sua aprovação antes de tomar decisões, do mais inconseqüente ao mais importante, estamos conferindo um enorme poder sobre nós. Muitas pessoas se sentem confortáveis nesse papel, gostam do poder que têm sobre nossas vidas e não querem romper esse vínculo. No entanto, muitas vezes essas pessoas se tornam cada vez mais exigentes, tentam nos amarrar mais rapidamente e suas demandas de controle se tornam desproporcionais. Nesses casos, cortar o laço é uma questão de sobrevivência psicológica.

É claro que, quando nos tornamos independentes, ousamos desejar coisas diferentes e começar a tomar nossas próprias decisões, essas pessoas estarão “magoadas” porque desejam manter esse vínculo de dependência. De certa forma, a dor é uma forma de manipulação emocional. No entanto, devemos lembrar que muitas vezes os laços que nos mantêm unidos também são os que mais nos amarram.

Nesses casos, não devemos ter medo de “prejudicar” essa pessoa porque não estamos realmente machucando-a, mas estamos dando ao relacionamento uma chance de amadurecer. O que estamos fazendo é elevar o relacionamento a um nível superior, onde não há dependência, mas duas pessoas maduras que gostam de estar juntas a partir de sua individualidade, sem dependências tóxicas.
Não seja você mesmo, seja a melhor versão de você

Um dos piores conselhos de auto-ajuda que podem nos dar é incentivar-nos a ser nós mesmos. Devemos ter em mente que muitas pessoas conseguiram ser elas mesmas, mas muitas outras falharam miseravelmente. Muitas pessoas foram felizes por serem elas mesmas, mas outras foram profundamente infelizes.

O conselho mais sábio é: seja a melhor versão de você. Isso não significa que devemos renunciar à nossa essência, mas que devemos aprender a tirar o melhor de nós mesmos. Por exemplo, ser uma pessoa raivosa no final só nos trará problemas, além de nos fazer sentir mal. Isso não significa que devemos esconder nossa decepção ou descontentamento, mas que devemos expressá-la de forma assertiva. O objetivo não é agradar aos outros, mas ser capaz de gerenciar nossas emoções porque acumular ressentimento, ódio e ressentimento acabará nos prejudicando.

O segredo para ser a melhor versão de nós mesmos é muito simples: quando desenvolvemos um bom equilíbrio interno, sabemos exatamente o que queremos na vida e estamos em paz consigo mesmos; Tudo isso se traduz em cada um de nossos atos e nos permite relacionar de forma mais assertiva e autentica.

De fato, ser autêntico não significa explodir quando nos sentimos zangados e frustrados ou dizemos a primeira coisa que vem à mente sem refletir sobre suas conseqüências, que é simplesmente um comportamento infantil.

Nas palavras de Jean Paul Sartre: “Quem é autêntico assume responsabilidade pelo que é e se reconhece livre de ser o que é”.

A pessoa autêntica pratica a congruência, é ela quem expressa o que sente e pensa assertivamente. No entanto, a autenticidade não se limita à congruência, não é simplesmente “seja você mesmo”, mas também implica um profundo conhecimento interior, assumindo responsabilidade e uma sólida auto-estima que não depende das opiniões dos outros.

A pessoa autêntica é sensível às emoções e opiniões dos outros, não pode ser diferente, mas decide não subordinar suas decisões aos julgamentos e críticas dos outros. O mais interessante é que, quando estamos bem conosco, quando somos autênticos de maneira madura e com um profundo autoconhecimento, os outros percebem isso e conquistamos seu respeito e admiração, mesmo que esse não seja o objetivo final.

*Adaptado de Rincon de la psicologia

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*Fonte: pensarcontemporaneo

Dave Mustaine anuncia que está de volta

Seguido aqui no blog se tem noticiado a morte de algum músico ou artista importante, mas por outro lado de vez em quando algumas boas novas também merecem destaque nesse universo da arte. A grata surpresa é o anúncio de Dave Mustaine, vocalista e guitarrista da banda Megadeth, dizendo que está de volta a ativa depois de um período de afastamento para tratamento contra um câncer na garganta. Inclusive já se reuniu com a banda para ensaios visando uma vindoura tour européia. Cabe ainda mencionar também de que banda Megadeth conta com o virtuoso guitarrista brasileiro Kiko Loureiro.

Dar experiências aos seus filhos em vez de brinquedos aumenta sua inteligência

Estudos recentes afirmam que o fornecimento de brinquedos demais para as crianças pode afetar negativamente o desenvolvimento e a felicidade dos pequenos em casa.

Clair Lerner, pesquisadora em desenvolvimento infantil, disse que quando os pais banham seus filhos em brinquedos e jogos, eles começam a brincar menos. Porque eles se sentem sobrecarregados e não conseguem se concentrar na atividade.

Portanto, ao contrário do que se espera, dar brinquedos demais aos pequenos, em vez de incentivar a criatividade e o desenvolvimento intelectual, pode atrasá-lo.

Essa descoberta se reflete nos estudos do professor de Educação Infantil da Universidade de Cincinnati, Michael Malone. O que indica que uma quantidade menor, mas melhor, de brinquedos beneficia o senso de cooperação e desenvolvimento durante o jogo.

Enquanto o excesso de brinquedos faz as crianças tenderem a participar de um jogo mais solitário devido a uma sobrecarga improdutiva, o que afeta negativamente o seu desenvolvimento.

Dê aos seus filhos experiências e tempo em vez de brinquedos

Um estudo da Universidade de Oxford revelou que o sucesso acadêmico das crianças está diretamente relacionado à participação de seu ambiente.

A pesquisa contou com 3.000 crianças, com maior influência e interação com os pais do que com os eletrônicos ou brinquedos que possuíam.

Por isso, os pequenos que desfrutaram de maior tempo de diversão entre pais e filhos , obtiveram melhor desempenho acadêmico e desenvolvimento emocional e social. Em comparação com as crianças que tinham uma quantidade maior de brinquedos e dispositivos eletrônicos, como telefones, consoles e outros.

Portanto, a interação dos pais com os filhos é de vital importância para o desenvolvimento e crescimento dos pequenos. Como os benefícios que esse link gera, eles não podem ser substituídos pela aquisição do brinquedo mais caro ou do dispositivo mais avançado.

Thomas Gilovich, professor de psicologia da Universidade Cornel, disse que a felicidade vem de experiências e não de objetos materiais. Por isso, é aconselhável aprender a dar experiências aos seus filhos, em vez de objetos materiais.

Dessa maneira, ao receber experiências em vez de brinquedos, as crianças desenvolverão e aumentarão sua gratidão e generosidade. Portanto, para o seu desenvolvimento e crescimento, essas experiências têm maior importância e valor na vida de seus filhos.

Os dons físicos costumam trazer um sorriso para o rosto de seus pequenos, porém compartilhar com eles, rir, conversar e passar tempo com eles são ações que são armazenadas em sua memória e coração.

Portanto, não se estresse, comprando brinquedos novos todas as vezes, concentre-se em desfrutar de passar tempo com eles, vendo-os crescer e sendo a mão orientadora de que precisam quando enfrentarem os desafios e as dúvidas de seu caminho.

*Por Rejane Regio

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*Fonte: educadoreslive

Sabadão de verão, desde cedo na estrada

O rolê de moto de hoje teve um motivo diferenciado, acompanhei o Pretto até a IESA, em Porto Alegre, que é a revenda oficial da Harley Davidson aqui no Rio Grande do Sul, onde ele foi comprar uma peça para a sua moto. E diga-se foi tipo uma peregrinação! Eu não tinha ido até lá ainda apesar de ter uma HD (a minha foi comprada usada), portanto não tive nenhum contado com a IESA até então.

Sim, sei que existe toda uma mística nesse lance do poder da marca Harley Davidson e algumas pessoas até exageram nessa “veneração”, no meu ponto de vista. Mas daí é problema ou solução (como queiram) de cada um, eu respeito o gosto dos meus amigos, que aliás, vários deles possuem motos de outras marcas e modelos. Eu tenho o meu gosto e fiz a minha escolha e sou muito bem ciente das qualidades e defeitos do produto que estava adquirindo em termos de moto. Eu gosto da cultura e do universo das motos custom. Nada muito sofisticado. É isso. Simples assim! Sem mais explicações.

A trip começou cedo, o Pretto queria estar em POA logo na manhã e pegar a revenda ainda aberta. Saímos por volta das 7h30, tentando assim curtir mais a viagem de ida e assim fugir do calor que viria logo mais, perto do meio dia. Foi uam boa opção! Fizemos uma parada no caminho para um café, esticar as pernas, trocar uma ideia numa boa conversa e em seguida seguimos novamente rumo a estrada do Parque, que por consequência nos leva até em frente ao santuário da Arena Tricolor (dá-lhe Grêmio!!!), que era parte do trajeto até o nosso ponte de destino em POA.

Chegando lá, demos de cara com aquela vibe de café da manhã / encontro para os clientes e amigos da revenda, com direito a música ao vivo e várias belas motos no pátio. Muito bom!
Ah! Preciso aquio mencionar que os dois caras que estavam tocando lá eram MUITO BONS. Ótimas vozes, bons músicos e um belo repertório, que aliás, tinha tudo a ver com o clima estradeiro rock-country-southern da Harley Davidson, mas sem ser aquela coisa chata ou clichê, como habitualmente tende a ser nos encontros de motociclistas. E isso foi um dos pontos forte dessa manhã.

Claro que enquanto o meu chapa estava lá na lida de encontrar a sua tal peça de moto, eu por outro lado, estava de bobeira, então fiquei “zanzando” pelo loja, primeiro vendo as motos zero KM em exposição, babando e sonhando de um dia ter esse ou aquele modelo, dessa ou daquela cor…rsrsrssr. E depois vendo na lojinha as camisas, jaquetas, bonés, casacos e o escambau. Não comprei nada! Só olhei. Já disse, não tenho esse “fetiche” harleyano de ostentação da marca e tal.

Conversamos com o pessoal, peça encontrada, feito o brique, resolvemos voltar. O Vladi, nosso amigo de POA não estava na capital, ele teria sido o nosso guia pela cidade para outras prováveis aventuras, mas isso fica para uma próxima vez. Resolvemos tomar o rumo de casa então, mas antes iríamos parar junto ao monumento do “Laçador”, um dos símbolos da cidade de Porto Alegre e também do Rio Grande do Sul. Ficava no caminho e o Pretto queria conhecer de perto, mas  confesso que também jamais havia parado ali, desde que mudaram a sua localização para mais perto do aeroporto Salgado Filho. Feito o momento turistão, com direito até a fotos de avião chegando sobre nossas cabeças, seguimos pelo caminho antigo que se fazia de POA para V. Aires, ou seja, por Canos e não pela Rodovia do Parque, como agora costumeiramente se procura fazer. Aliás, há muitos anos eu não fazia esse percurso via Canos (RS). Vamu-lá!

Mas agora o destino era outro. Combinamos de paramos no caminho para comermos um churrasco em algum restaurante de posto de gasolina!
Encontramos um que parecia ser sensato, um pit-stop para almoço, mix, gasolina e  seguimos novamente em frente para casa. Opa! Não foi bem assim.
De última hora optamos fazer uma mudança de planos. Em vez de virmos direto para V. Aires, resolvemos seguir pela 386 por Lajeado-RS. A esperança de encontramos a cervejaria Salva “aberta” era forte, mas não foi o suficiente.
passamos por lá mas ainda era cedo para estarem abertos na tarde (já deixo aqui o aviso – isso acontece depois das 15h), mas passamos por lá, bem antes disso.

Uma tradicional passada pela CNG, aproveitamos para esticar as pernas junto à sombra de algumas árvores, calor pegando no começo da tarde, quando então de surpresa cruzam por nós alguns amigos do clube do Fusca de Venâncio Aires. Estavam indo para um encontro de Fuscas que acontecia à duas quadras de distância do local onde estávamos parados. Pimba! Lá vamos nós conferir o tal encontro de Fuscas de Lajeado.

Entrada grátis, aquele bate papo com a galera dos Fuscas e claro, um rolê pelo ginásio onde estavam os carros em exposição, com diversas peças e traquitanas para colecionadores desses veículos. Enfim, uma festinha/evento supimpa. Pelo calor e também por se tratar de um período de férias/verão/praia, a coisa não estava lá muito movimentada, é verdade, mas era legal, posso garantir. Feita a função, novamente era hora de voltarmos para casa e dessa vez, sem rodeios.

Mas antes ainda uma última parada! Enfim o momento tão aguardado, depois dessa jornada toda de muito asfalto, sol e calor… era hora de tomarmos aquela gelada! Báh!

Um belo sábado, vou te dizer.
Grato Pretto pela trip e a parceria.
Valeu!

*Abaixo algumas imagens dessa tal trip de hoje.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

As cidades devem pensar nas árvores como uma infraestrutura de saúde pública

Plantar árvores é uma forma de melhorar a saúde das pessoas, e uma medida muito fácil e barata de se tomar. As árvores, além de embelezar uma cidade, proporcionam ar fresco e limpo. Por isso deveria se pensar nelas como uma infraestrutura de saúde pública.

Todas as pessoas deveriam poder respirar ar puro. Isso deveria ser possível também nas grandes cidades. As árvores não só ornamentam as ruas como ajudam a manter a saúde física e mental dos seus habitantes, ajudando a criar um ambiente mais saudável.

A organização The Nature Conservancy questiona por que não são incluídos esses conceitos nos orçamentos governamentais direcionados à saúde pública.

Esta organização elaborou recentemente um documento que explica com cifras as razões pelas quais se deve mudar o paradigma das verbas públicas, para incluir o investimento em criação e manutenção de áreas verdes nos gastos de saúde.

Para elaborar este documento usou-se o exemplo dos Estados Unidos, já que nesse país se dedica apenas 1% do seu orçamento para o plantio e manutenção das áreas verdes – e somente um terço disso é realmente investido. Como consequência, as cidades do país norte-americano perdem cerca de 4 milhões de árvores por ano.

Este é um documento oficial que detalha o problema, suas causas, conceitos e as soluções para lutar contra ele.

Se estima que com uma média de 8 dólares por pessoa em cada ano seria possível impedir a perda de árvores no país.

Também seria possível aumentar o aproveitamento dos benefícios que elas geram. O número não sugere o valor, senão apresenta uma mostra de que esse investimento necessário também é possível.

Investimento verde diminuindo

Com respeito aos investimentos, o informe indica que, atualmente, os municípios estão gastando menos com o plantio e o cuidado das árvores, em comparação com o que era gasto em décadas anteriores.

A falta ou presença de árvores em um local muitas vezes está ligada ao nível de renda de um bairro. Isso também cria uma enorme desigualdade nas cifras de saúde.

Nos Estados Unidos, a diferença nas expectativas de vida entre bairros de uma mesma cidade que estão próximos geograficamente pode chegar a ser de até uma década.

Embora a diferença nos índices de saúde não tem a ver somente com a questão das árvores, os investigadores asseguram que os bairros com menos áreas verdes têm piores resultados com relação à saúde de seus residentes. Desta forma, é possível concluir que a desigualdade urbanística pode se refletir em piores níveis saúde.

Entretanto, há outras cidades (como é o caso de Londres) ou países (como é o caso da China ou da Nova Zelândia) onde existe sim uma preocupação em promover o reflorestamento de forma mais massiva.

Medidas para aumentar as áreas verdes numa cidade

O documento propõe uma série de conselhos que podem ser usados pelo poder público e privado, entre os quais estão os seguintes:

Implementar políticas que incentivem o semear de árvores, seja por iniciativa privada ou pública.

Intercâmbios municipais que visem facilitar a colaboração de organismos de saúde pública e agências ambientais.

Relacionar o financiamento de árvores e parques a objetivos e metas das políticas de saúde pública.

Educar a população sobre os benefícios das áreas verdes para a saúde pública, e também sobre o impacto econômico das mesmas.

 

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*Fonte: cartamaior