Quanto tempo você acha que seu cérebro leva para reconhecer uma música? Errou!

Quanto tempo você acha que seu cérebro demora para reconhecer uma música familiar? Já adianto: é menos do que você espera.

Imagino que você pensa que leva alguns segundos ouvindo aquela canção que você adora no rádio para saber de qual se trata, mas, na verdade, segundo um estudo da Universidade College London (Reino Unido), seu cérebro precisa de menos de um único segundo.

Metodologia

Cinco homens e cinco mulheres participaram do estudo. Cada um informou cinco músicas familiares a eles.

Os pesquisadores, em seguida, escolheram uma das músicas para cada participantes, bem como procuraram uma segunda canção similar em ritmo, melodia, harmonia, vocais e instrumentação que não fosse familiar aos indivíduos.

Na próxima etapa, os participantes escutaram 100 pedaços de canções familiares e não familiares com menos de um segundo, em ordem aleatória.

Para medir sua resposta aos trechos, os cientistas utilizaram eletroencefalografia, que registra a atividade elétrica do cérebro, bem pupilometria, uma técnica que mede o diâmetro da pupila e é uma medida conhecida do nível de excitação de um indivíduo.

Resultados

As medidas indicaram que o cérebro humano precisa de apenas 100 microssegundos de som para reconhecer uma música familiar.

O tempo médio de reconhecimento foi de 100 a 300 microssegundos, conforme revelado pela dilatação rápida da pupila (ligada à excitação de ouvir uma canção conhecida) e pela ativação cortical do cérebro (área relacionada à memória).

Um grupo de controle de estudantes internacionais que não conhecia nenhuma das canções tocadas mostrou que não houve diferenças entre os trechos que eles ouviram, confirmando os resultados.

“Nossos resultados demonstram que o reconhecimento de músicas familiares acontece notavelmente rapidamente. Essas descobertas apontam para circuitos temporais muito rápidos e são consistentes com o domínio profundo que peças de música altamente familiares têm em nossa memória”, conclui a principal autora do estudo, a professora do Instituto do Ouvido da Universidade College London Maria Chait. [SciNews]

*Por Natasha Romanzoti

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*Fonte:

11 mil cientistas declaram emergência sobre mudança climática

Um novo estudo assinado por 11 mil cientistas de 153 países aponta que, ao menos que o mundo mitigue ações associadas à mudança climática, o “sofrimento humano incalculável” será inevitável.

Após a análise de 40 anos de dados sobre o aumento das emissões de gases de efeito estufa, aquecimento dos oceanos e derretimento do gelo do Ártico e da Antártica, os pesquisadores sustentam que é de obrigação moral que a humanidade seja claramente alertada sobre qualquer ameaça catastrófica.

“Apesar de 40 anos de grandes negociações globais, continuamos a conduzir os negócios como de costume e não conseguimos lidar com essa crise”, afirma o co-líder da pesquisa William Ripple, da OSU College of Forestry, em comunicado. “A mudança climática chegou e está acelerando mais rapidamente do que muitos cientistas esperavam”.

O estudo conclui que as possíveis soluções estão nas “grandes transformações na maneira como nossa sociedade global funciona e interage com os ecossistemas naturais”.

Eles destacam 6 “sinais vitais” que devem ser utilizados pelos setores político, público e privado, para repensar as prioridades e traçar uma linha de progresso consistente: mudar a produção de energia, reduzir as emissões de poluição de curta duração, proteger importantes sistemas naturais, mudar as práticas relacionadas aos alimentos, alterar os valores econômicos e estabilizar a população mundial.

“Mitigar e adaptar-se às mudanças climáticas, honrando a diversidade de seres humanos, implica grandes transformações nas formas como nossa sociedade global funciona e interage com os ecossistemas naturais”, explicam os autores.

De acordo com o estudo, se as emissões de poluentes de curta duração fossem reduzidas, como o metano e a fuligem, o aquecimento global poderia cair em até 50% nas próximas décadas.

Os esforços de conservação global devem focar na substituição de combustíveis fósseis por energias renováveis. Isso poderia ser alcançado com a imposição de taxas de carbono e a eliminação de subsídios às companhias de combustíveis fósseis.

É fundamental, também, proteger ecossistemas que absorvem o carbono atmosférico – como turfeiras, florestas e pradarias – para ajudar a combater as emissões, enquanto preservar manguezais e áreas úmidas pode reduzir os efeitos no aumento do nível do mar e das inundações.

Os hábitos alimentares estão em foco: reduzir a dependência de produtos de origem animal e adotar dietas baseadas em plantas reduziria as emissões de metano e outros gases de efeito estufa (que estão ligados às práticas agrícolas maciças). A redução no consumo de carne ainda liberaria as terras de cultivo de ração para animais para o cultivo de alimento para pessoas.

Quanto à economia, eles sugerem que as prioridades econômicas devem mudar de uma meta de crescimento do produto interno bruto para uma que mantenha a sustentabilidade a longo prazo.

Estabilizar a população global para não mais de 200.000 nascimentos por dia seria fundamental para reduzir o uso de recursos. Uma estimativa de 2011 projetou que 360.000 pessoas nascem todos os dias no mundo inteiro.

Os autores salientam que movimentos populares que exigem mudanças de seus líderes políticos são um grande progresso, mas é apenas o começo do que precisa ser feito para termos resultados consistentes.

“A temperatura da superfície global, o calor do oceano, o clima extremo e seus efeitos, o nível do mar, a acidez do oceano e as áreas queimadas nos Estados Unidos estão todos subindo”, disse Ripple. “Globalmente, o gelo está desaparecendo rapidamente, como demonstrado pelas reduções mínimas no gelo marinho do Ártico no verão, nos mantos de gelo da Groenlândia e na Antártica, e na espessura das geleiras. Todas essas mudanças rápidas destacam a necessidade urgente de ação”.

Por fim, os pesquisadores se colocam à disposição para auxiliar em tais mudanças:

“Como Aliança dos Cientistas do Mundo, estamos prontos para ajudar os tomadores de decisão em uma transição justa para um futuro sustentável e equitativo”.

*Por Raquel Rapini

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*Fonte: geekness

SunUp: O painel solar que pode ser acoplado na mochila

Imagine sair por aí com um painel solar onde você recarrega seus aparelhos enquanto anda. Estranho? A ideia de levar uma placa solar pela rua pode parecer absurda, mas o SunUp quebra qualquer preconceito: ele é portátil, flexível e eficiente. O produto é perfeito para os amantes da natureza raiz, que são fascinados pelas engenhocas sustentáveis.

Apesar do painéis solares flexíveis já serem uma realidade, eles esbarram na questão eficiência versus durabilidade. Os painéis solares rígidos feitos de silicone monocristalino e policristalino são 21% mais eficientes e facilmente quebráveis, enquanto os painéis flexíveis feitos com silicone amorfo são mais fortes, mas com eficiência média de 7%. O engenheiro de Design de Produto Bradley Brister resolveu tentar encontrar um meio termo.

“O objetivo do meu projeto é fornecer um compromisso entre os dois. Combinando os benefícios de eficiência dos painéis rígidos com os benefícios de flexibilidade dos de película fina”, explica. Segundo Brister, a solução foi mesclar pequenos painéis solares policristalinos de película fina com um mecanismo de dobradiça de metal.

“Cada módulo é interligado por uma dobradiça condutora sem deformação mecânica quando em uso, para que ele não tenha o problema usual de dobrar apenas 5000 [vezes] antes de encaixar”, disse Brister em entrevista ao site Dezeen. “Teoricamente, o projeto pode ser flexionado e dobrado indefinidamente ou pelo menos até que as superfícies se desgastem”, completou.

Ele garante que o protótipo é totalmente funcional e testado em campo.

Adaptável

Versatilidade é outro ponto-chave para entender as inovações da solução. Hoje em dia já existem diversos produtos com a função de captar energia solar, inclusive mochila solar, mas esta invenção é interessante pela capacidade de se adaptar e encaixar facilmente em diversas aplicações. Apesar dele ter sido projetado para uma mochila, pode simplesmente ser usados sobre outras superfícies -, inclusive já foi testado em um passeio de canoa.

O SunUp foi criado como projeto da faculdade e teve a colaboração da empresa estadunidense The North Face, mundialmente conhecida pela produção de artigos para atividades ao ar livre. Com o projeto, Brister ficou entre os finalistas do concurso James Dyson Awards, no Reino Unido, que premia a melhor iniciativa em design e engenharia de estudantes de todo o mundo.

O jovem, em seu currículo, afirma que seu estilo de design é fortemente influenciado pelo amor que tem ao ar livre. Confira outros projetos de Bradley Brister.

*Por Marcia Sousa

 

 

 

 

 

 

 

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*Fonte: ciclovivo

Quando você tiver um conflito, não dê ao ego para resolvê-lo, dê à alma

Não tomemos como ponto de partida o fato de que, em geral, todos os nossos conflitos são gerados precisamente pelo ego, com a dificuldade de aceitar tudo o que acontece conosco e de colocar a resistência entre ele e nós, sem nos dar a oportunidade de fluir com os nossos processos.

Vamos supor que o ego não tenha muito a ver com a geração do nosso problema e, a partir daí, avaliamos as diferenças entre abordá-lo da alma ou do ego.

Ao abordar qualquer problema com ego, encontraremos o seguinte:

Nossos pensamentos estarão focados no problema, não tardaremos muito para trazê-lo quantas vezes for necessário para pensar sobre como chegamos a esse ponto, os fatores envolvidos, as possibilidades de sair, quais estratégias devemos adotar. Todos os pensamentos associados ao problema gravitam ao redor, tornando impossível para nós ocupar nossa mente efetivamente em outra coisa.

O medo sempre estará presente, o medo de que não possamos resolver o conflito, ou até mesmo piorá-lo, o medo de perder alguma coisa ou parar de ganhar outra coisa.

A preocupação com o que dirão ocorrerá e imaginaremos a opinião dos outros, enquanto nossa imagem perde valor.

O sofrimento será inevitável, entre a preocupação e o desgaste físico e emocional, teremos uma interessante mistura de fatores que tornarão o trânsito mais complicado e cheio de dor.

Podemos ter soluções bem à frente, mas a ansiedade pode obscurecer nossa visão, tornando impossível considerar qualquer uma delas viável para sair do que nos preocupa.

Quando abordamos um problema a partir da alma, podemos encontrar o seguinte:

A confiança se faz presente, sabemos que o problema tem uma solução e que vamos alcançá-la.

Vemos qualquer conflito como uma possibilidade de crescimento e melhoria, de onde podemos resgatar qualquer coisa positiva que nos ajude a melhorar ou a nos conhecer.

Aceitar uma situação tira a conotação de que poderíamos lhe dar um problema e, com ela, a parcela de resistência ou negação, o que nos permite passar por cada episódio de uma perspectiva menos exaustiva.

Focamos na lição, não no sofrimento que nossa mente normalmente identifica e adota em cada situação, por mais inócua que possa parecer.

As soluções para o que pode nos afetar parecem ser apresentadas “magicamente”, temos nossos sentidos e pensamentos disponíveis para estar no presente e detectar os caminhos que são abertos para gerar as mudanças que precisamos fazer.

A calma prevalece, não saímos do controle, com a certeza de que, por nossa natureza, qualquer coisa perturbadora tenderá a desaparecer quanto menos atenção dermos.

Quando abordamos nossos problemas a partir da alma, podemos comparar a sensação com a de um gerente que tem a melhor equipe, onde ele deve apenas enviar um pedido de resolução e essa equipe dará a melhor resposta de maneira eficiente e diligente.

Nossa alma age como uma equipe eficiente, multidisciplinar, diligente e que, a partir de um sistema de ordem e relaxamento, resolve o conflito, sem que o gerente (nós) precise investir mais energia nele.

Confie na sua alma, ela sempre tem todas as respostas, faça o possível para ouvi-la, enquanto o seu ego grita muito alto. Feche os olhos e encontre no fundo de todo o barulho, aquela voz que calmamente indica o caminho e não hesite, ou questione, aprenda a ouvir sua verdadeira essência, carregada com toda a sabedoria que você precisa.

*Por Sara Espejo

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*Fonte: pensarcontemporaneo

Vídeos mostram como as frutas eram antigamente

Este é um fascinante documentário em vídeo de três partes que mostra como as frutas eram antigamente, criado pelo pessoal por Earth Titan do Titan Top List.

Eles discorrem sobre a origem de algumas frutas e vegetais, de como eles eram nos tempos antigos até os dias de hoje. Basicamente, como a “domesticação” desses alimentos mudaram suas formas, texturas e gosto.

Você já se perguntou quais são as origens dos alimentos comuns que comemos hoje? A maioria dos alimentos encontrados no supermercado em um ponto era muito menor, amargo, azedo ou desagradável.

Como as frutas eram antigamente

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*Por Flácio Croffi / Fonte: geekness

 

Homem de ferro da vida real bate recorde mundial de voo humano – 136,891 km/h

O homem de ferro da vida real Richard Browning, da Gravity Industries, ganhou as manchetes há dois anos, quando estabeleceu o recorde mundial de vôo humano em 51,53 km/h . Desde então, ele aperfeiçoou seu traje e até o vendeu na Selfridges.

Agora, ele está de volta para quebrar mais um recorde; seu próprio. Ele alcançou a velocidade mais rápida em um macacão movido a motor a jato controlado pelo corpo a 136,891 km/h.

Isso é mais que o dobro da velocidade que ele havia alcançado anteriormente. Ele fez este voo recorde no Dia Mundial dos Recordes do Guinness.

“Estou muito satisfeito”, disse ele depois, segundo o Guinness World Records. “Eu estava confiante de que deveríamos ser capazes de fazê-lo, mas isso é muito diferente de vir aqui e realmente alcançá-lo, especialmente quando tornamos nossa vida complicada ao colocar vários outros pilotos também.

“Você nunca pode desconsiderar a possibilidade de ter um problema técnico, por isso estou muito satisfeito por termos entregado o que fizemos. E esse é realmente o mais rápido que já fiz. No treinamento, estávamos a cerca de 120km/h” isso é significativamente mais rápido.

“Não acho que vamos quebrar o que fizemos no treinamento, por isso estou muito contente.”

*Por Ademilson Ramos

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*Fonte: engenhariae

Atleta respira ar do escapamento em comercial da Hyundai

Uma atleta respira ar do escapamento de um EV SUV NEXO, da Hyundai, em um novo comercial da empresa para divulgar o quanto o veículo é “limpo” em emissão de poluentes.

Na verdade, ele de fato não emite poluentes. A ideia toda gira em torno disso, e a tecnologia chamada Fuel Cell solta no escapamento nada mais do que água e oxigênio.

Embora seja óbvio o que a nadadora olímpica e a embaixadora da marca Mireia Belmonte fez na campanha seja inofenso, a Hyundai também trabalhou com o Centro Nacional Espanhol de Hidrogênio e um centro médico esportivo para garantir que todo o processo fosse seguro.

Caso fosse um carro comum, é claro que isso seria uma sentença de morte e qualquer pessoa naquela bolha estaria morta em minutos.

No entanto, como se trata de uma nova tecnologia, não há poluentes nocivos para os humanos ali.

Veja o vídeo logo abaixo.
Na propaganda, atleta respira ar do escapamento para provar que carro não emite poluentes

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*Por Flavio Croffi   / Fonte: geekness

Como tirar uma música grudenta da cabeça

Todos nós já ficamos com alguma canção chata grudada na cabeça. Algo conhecido em inglês como “earworm” (“verme de ouvido”), é uma experiência irritante da qual não parecemos ter escapatória.

Mas a ciência tem algumas dicas para se livrar de músicas chiclete, como:

1. Feche os ouvidos

Em primeiro lugar, evite música. Não é algo fácil, claro, mas é preciso ser especialmente cuidadoso para não ouvir qualquer canção antes de ir para a cama, já que músicas chatas que grudam na cabeça interferem com o sono.

Tente não ouvir repetidamente a mesma música, ou ouvir músicas em si altamente repetitivas (como “Baby”, do Justin Bieber. E me desculpa por te lembrar disso).

Há também algumas evidências de que, se a música que está sendo ouvida é interrompida, continuamos a cantá-la mentalmente (algo conhecido como “efeito Zeigarnik”). Para evitar que isso aconteça, é aconselhável ouvir suas músicas até o fim, sempre.

2. Chiclete pra chiclete

A prevenção não é sempre possível. Logo, o que fazer para se livrar de pensamentos intrusivos musicais?

Um estudo recente afirma que a goma de mascar oferece uma solução simples. Em uma série de experimentos, os participantes que receberam chiclete relataram menos vermes de ouvido. Normalmente, o nosso aparelho vocal está envolvido em cantar – logo, diz a teoria que, quando os nossos queixos estão ocupados com outra coisa, a nossa capacidade de imaginar músicas é prejudicada.

Outra dica para frustrar músicas chiclete é andar em um ritmo muito mais rápido ou mais lento do que o da canção. Parece que formamos memórias relativamente precisas para o ritmo de músicas familiares.

Sabemos também que o movimento (por exemplo dançar, tocar, balançar junto) é um importante contribuinte. Ao usar o movimento do corpo para perturbar nossa memória musical, podemos interromper o fluxo e acabar com a repetição mental aparentemente automática.

3. Cante

Uma maneira popular de se envolver com a música é cantá-la. A pesquisa sugere que, se você é propenso a cantar todos os dias, é mais propenso a músicas chicletes que duram por um tempo relativamente longo também.

Mas você pode transformar isso em algo positivo e escolher uma canção boa, que seja um acompanhamento mental positivo para o seu dia.

Quando uma música chata grudar na cabeça, cante outra coisa, em voz alta. Pode ajudar também.

4. Ouça o seu humor

Uma extensa pesquisa apontou a importância do humor, estresse e estado emocional na ocorrência de músicas chiclete.

Há também algumas evidências de que quando imaginamos uma canção particular, o nosso humor se aproxima da maneira que nos sentimos quando realmente a ouvimos.

Mais pesquisas psicológicas são necessárias para entender se nós deliberadamente imaginamos música para regular nossas emoções. Entretanto, se o humor evocado por certas músicas em sua cabeça não corresponde ao seu estado emocional desejado, mude o disco (mental).

5. Telefone para um amigo

Para erradicar vermes de ouvido completamente, considere fazer uma outra atividade mental mais ou menos desafiadora. Sabemos que as atividades rotineiras e automáticas, como escovar os dentes, permitem que a mente vague – e que músicas chiclete grudem. Por outro lado, tarefas mentais muito exigentes (como fazer um trabalho da faculdade) também já foram associadas com canções chiclete.

Mas a mente raramente vaga quando socializamos; uma atividade que se encontra no meio do intervalo de “desafio mental”. Uma maneira potencialmente agradável de banir pensamentos musicais indesejados pode ser passar o tempo com os amigos, então.

6. Não tente tanto

Tentar controlar deliberadamente nossos pensamentos têm o efeito oposto. Se todas as suas tentativas de tirar uma música da cabeça falharam, nosso conselho final é parar de tentar e se distrair.

Vá fazer outra coisa, como assistir TV, e quando você menos esperar, a canção já sumiu. [ScienceAlert]

*Por Natasha Romanzoti

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*Fonte: hypescience

Quer ter um cochilo perfeito? Tome café

As duas coisas parecem estar completamente opostas, mas funciona.

Café é o companheiro mais fiel das manhãs. Mas, se além da caneca quente, você tiver 15 minutos de sobra para uma sonequinha, pode montar um combo que vai te fazer sentir duplamente energizado.

Pode parecer contra-intuitivo, mas esse “ritual” encontrou evidências científicas desde 1997: para duplicar os benefícios de uma soneca, tome café antes de deitar.

*Por Rafael Battaglia

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*Fonte: superabril