Tchau!


Viajar

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John Paul White


Dilema da água no copo

Depois de muitas pesquisas, cálculos, projetos e estudos científicos, finalmente apontam de que se tem quase certeza, pode ser, talvez, quem sabe (!?), seja assim a solução para o dilema do copo meio cheio – copo meio vazio.

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Carros 3 – Trailer


Infantolatria: as consequências de deixar a criança ser o centro da família

Além das complicações na vida dos filhos, como dificuldade de socialização e insegurança, deixar a criança comandar a dinâmica familiar pode prejudicar – e muito – o casal.

As atividades da família são definidas em função dos filhos, assim como o cardápio de qualquer refeição. As músicas ouvidas no carro e os programas assistidos na televisão precisam acompanhar o gosto dos pequenos, nunca dos adultos. Em resumo, são as crianças que comandam o que acontece e o que deixa de acontecer em casa. Quando isso acontece e elas já têm mais de dois anos de idade, é hora de acender uma luz de alerta. Eis aí um caso de infantolatria.

“O processo de mudança nos conceitos de família iniciado no século 18 por Jean-Jacques Rousseau [filósofo suíço, um dos principais nomes do Iluminismo] chegou ao século 20 com a ‘religião da maternidade’, em que o bebê é um deus e a mãe, uma santa.

Instituiu-se o que é uma boa mãe sob a crença de que ela é responsável e culpada por tudo que acontece na vida do filho, tudo que ele faz e fará. Muitos afirmam que a mulher venceu, pois emancipou-se e foi para o mercado de trabalho, mas não: é a criança que entra no século 21 como a vitoriosa.

Esta é a semente da infantolatria”, explica a psicanalista Marcia Neder, pesquisadora do Núcleo de Pesquisa de Psicanálise e Educação da Universidade de São Paulo (Nuppe-USP) e autora do livro “Déspotas Mirins – O Poder nas Novas Famílias”, da editora Zagodoni.

Em poucas palavras, Marcia define infantolatria como “a instituição da mãe como súdita do filho e o adulto se colocando absolutamente disponível para a criança”. E exime os pequenos de qualquer responsabilidade sobre o quadro: “Um bebê não tem poder para determinar como será a dinâmica familiar. Se isso acontece, é porque os pais promovem”.

Reinado curto

A verdade é que existe um período em que os filhos podem reinar na família, mas ele é curto. “Quando o bebê nasce e chega em casa, precisa ser colocado no centro das ações, pois precisa ser decifrado, entendido. Ele deve perder o trono no final do primeiro, no máximo ao longo do segundo ano de vida, para entender que existe o outro, com necessidades e vontades diferentes das dele”, esclarece Vera Blondina Zimmermann, psicóloga do Centro de Referência da Infância e Adolescência da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

A infantolatria ganha espaço quando os pais não sabem ou não conseguem fazer essa adequação da criança à realidade que a cerca e a mantêm no centro das atenções por tempo indefinido. “Em uma família com relacionamento saudável, o filho entra e tem que ser adaptado à dinâmica da casa, à rotina dos adultos”, afirma a psicóloga.

Segurança ou insegurança?

Na casa da analista contábil Paula, é ao redor de Luigi, de cinco anos, que tudo acontece. Entre os privilégios do garoto estão definir o canal em que a TV fica ligada e o dia do fim de semana em que será servida pizza no jantar. “Acho importante a criança se sentir amada e saber que suas vontades são relevantes para a família”, opina.

Ela conta que seu marido, o também analista contábil Luiz André, não gosta muito disso e constantemente reclama que o filho é mimado demais. “Mas bato o pé e defendo essa proteção. Quando o Luigi crescer, será mais seguro para lidar com os adultos, já que suas opiniões são levadas em consideração pelos adultos com quem ele convive desde já”, acredita.

Não é o que as especialistas dizem. “Se o filho fica no nível dos pais, acaba criando para si uma falsa sensação de poder e autonomia que, em um momento mais adiante, se traduzirá em uma profunda insegurança. Ele sentirá a falta de uma referência forte de segurança de um adulto em sua formação”, explica Vera.

“Em uma família com relacionamento saudável, o filho entra e tem que ser adaptado à dinâmica da casa, à rotina dos adultos”

Marcia diz ainda que, ao chegar à idade adulta, esse filho cobrará os pais. “Ele olhará ao redor e verá outras pessoas se realizando independentemente dele. A criança que acha que o mundo tem que parar para ela passar não consegue imaginar isso acontecendo e não está preparada para lidar com a mínima das frustrações. Em algum ponto, acusará os pais de terem sido omissos”.

Para Vera, supervalorizar os pequenos e nivelá-los aos adultos “é o resultado de uma projeção narcísica dos pais nos filhos, que se veem nas qualidades que enxergam em suas crianças”. Marcia concorda: “Isso tudo tem a ver com a vaidade da mãe, que considera aquele filho uma parte melhorada dela própria e, por isso, a criatura mais importante do mundo”.

Os alertas do dia a dia

Muitas vezes, os pais não se dão conta de que estão tratando os filhos como reis ou rainhas, então precisam levar uns chacoalhões da realidade fora de suas casas. “Eles geralmente caem em si quando começa a sociabilização. A escola reclama porque o aluno não respeita as regras, a criança tem dificuldade para fazer amiguinhos porque as outras, com autoestima positiva, não querem ficar perto de alguém que ache que manda em todos”, aponta Vera.

“Em um futuro bem imediato, as reações dos colegas podem fazer a criança perceber que precisa mudar. Ela se comportará com eles como faz com a família e receberá a não-aceitação como resposta. Terá de lidar com isso para ter amigos”, afirma Marcia.

Mesmo assim, ela ainda correrá o risco de não conseguir rever seus comportamentos devido a uma superproteção parental, adverte Vera: “Em alguns casos dá para ela se salvar, mas muitos pais preferem culpar o ‘mundo injusto com seu filho perfeito’, o que impede que ela entenda as necessidades dos outros e reforça seus problemas de inadequação para a adaptação social”.

E como fica o casal?

Além de todas as complicações causadas pela infantolatria na vida dos filhos, ela prejudica – e muito – o casal que a promove. “Na relação saudável, o casal continua sendo o mais importante na família mesmo com a chegada da criança. Se os pais mantêm o filho no centro por mais tempo do que o necessário, acabarão se afastando”, alerta Vera.

“Some o casal. O ‘marido’ e a ‘mulher’ passam a ser o ‘pai’ e a ‘mãe’. E se em uma casa a mãe é a santa e o filho é o deus, onde fica o espaço do pai?”, questiona Marcia. “Muitos tentam entrar, reconquistar seu espaço, mas outros simplesmente caem fora”, constata.

O futuro da infantolatria

Sabendo disso tudo, os pais têm condições de se preparar para evitar os estragos na criação dos filhos. Marcia conta que percebe que as pessoas têm encontrado em sua análise uma saída para a tirania infantil.

“Não sou adivinha, mas creio que o novo arranjo familiar, em que os pais também assumem funções na criação dos filhos e as mães seguem carreiras por prazer, vá ajudar a mudar o panorama, assim como os arranjos homoparentais que começam a ser mais comuns”, diz, para complementar: “Creio que todos os comportamentos continuarão existindo, mas temos a obrigação de trabalhar para reverter esse quadro. O filho não é o centro porque quer, mas porque o adulto permite”.

Vera enxerga o futuro da situação de forma um pouco diferente. “Nossa sociedade é muito apressada e, no geral, não dá espaço para a preocupação com o outro. Isso tende a potencializar esse tipo de problema, a naturalizar para a criança o fato de que ela é o que mais importa, como aprendeu em casa com o comportamento dos pais em relação a ela”, finaliza.

 

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*Fonte: fasdapsicanalise/Raquel Paulino

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Olhadinha


NFL – Finais de Conferência (horários)

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Barão Vermelho


Frejat deixa a banda Barão Vermelho

Roberto Frejat, cantor e guitarrista e um dos fundadores do Barão vermelho resolveu deixar a banda e seguir seus projetos em carreira solo. Mas tudo numa boa. O resto da banda tinha outros interesses e o principal era pegar a estrada novamente com o barão vermelho. Sendo assim, seu substituto é Rodrigo Suricato, que chegou ao conhecimento da banda quando participou do projeto Nívea Rock Brasil junto com Maurício Barros.

A última turnê do Barão Vermelho, comemorativa dos 30 anos de carreira, se estendeu de outubro de 2012 a abril de 2013. Depois, cada um foi cuidar da vida. Guto (bateria) e Rodrigo Santos (baixo) lançaram discos solo, Maurício (teclados) seguiu tocando com Frejat, e Fernando (guitarra) investiu num CD instrumental. Ano passado, eles conversaram sobre a possibilidade de fazer uma turnê dos 35 anos da banda, mas Frejat disse que não tinha intenção de interromper seus trabalhos para fazer shows com o Barão.

– “Já fiz o que tinha que fazer com o Barão”, diz Frejat

– “Sempre que o Frejat quiser aparecer, estar com a gente, todo mundo vai curtir — promete Guto Goffi. — Mas o novo cantor e guitarrista do Barão Vermelho é o Rodrigo Suricato.

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*Fonte: oglobo

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Foto histórica para o rock

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Ken Roczen – tombo grave

A nota triste na prova de ontem do AMA Sx foi o acidente do piloto Ken Roczen (Honda – #94), que foi atendido na pista e depois levado ao hospital, segundo nota oficial da equipe Honda HRC, teve fratura exposta no antebraço esquerdo.

Roczen, que venceu as duas primeiras rodadas do Monster Energy Supercross, teve esse acidente brutal (vídeo abaixo) na 3ª rodada em Anaheim no sábado.

 


AMA Supercross 250 e 450cc – 2017 / Anaheim 2


E essa escultura de um pastor alemão!?

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10 Funções secretas escondidas no celular


Marejando – 13 (especial – PISCINA!!!)

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Agrotóxico ameaça vida das abelhas e de outros animais

As abelhas do mundo inteiro estão sob forte ameaça dos agrotóxicos, em especial dos neonicotinoides, uma classe de pesticidas derivados da nicotina. Isso não é novidade: desde de 2008 que a comunidade internacional discute os perigos dessa substâncias e em 2013 a União Europeia proibiu parcialmente sua aplicação nas lavouras, como forma de proteger as populações de abelhas, insetos fundamentais para a produção agrícola e que se encontram em forte declínio. Ano passado, o órgão ambiental dos Estados Unidos colocou esses insetos na lista de espécies ameaçadas de extinção.

Um novo relatório do Greenpeace, publicado na Europa, aponta que agrotóxicos neonicotinoides impõem um sério risco não apenas às abelhas, mas também para diversas outras espécies. A análise, conduzida por cientistas da Universidade de Sussex, revisou informações e dados de centenas de estudos publicados desde 2013, quando a União Europeia adotou o banimento parcial dos agrotóxicos clotianidina, imidacloprida e tiametoxam – todos neonicotinoides.

Para Dave Goulson, professor de biologia da Universidade de Sussex e especialista na ecologia de abelhas, o quadro de contribuição dos neonicotinoides para o declínio da população de abelhas selvagens está ainda mais forte do que quando a União Europeia adotou o banimento parcial da substância.

“Além das abelhas, os neonicotinoides também podem estar ligados ao declínio das borboletas, pássaros, como pardais e perdizes, e de insetos aquáticos”, que entram em contato com o solo ou o sistema de irrigação. Os riscos podem se estender a morcegos também, que se alimentam dos insetos. “Dada a evidência de tal dano ambiental, seria prudente que a restrição europeia fosse estendida para sua integralidade”, defende o professor.

Segundo Marco Contiero, diretor de políticas públicas em agricultura do Greenpeace União Europeia, a ciência claramente mostra que neonicotinoides são onipresentes e persistentes no meio ambiente como um todo, e não apenas nas lavouras. “Essas substâncias são rotineiramente encontradas no solo, no lençol freático e nas flores selvagens”, disse Contiero.

Os escritórios do Greenpeace localizados na Europa pedem agora pela moratória integral de agrotóxicos neonicotinoides por parte da União Europeia.

 

Já no Brasil…

Enquanto a Europa estuda estender o banimento dos neonicotinoides de parcial para integral em suas lavouras, o governo brasileiro ainda permite o uso dessas substâncias à torto e à direito. E muitas vezes, esses agentes químicos não são aplicados diretamente nas plantas, mas pulverizados por aviões – uma prática que é perigosa por si só.

Mesmo sob os critérios da lei, a pulverização aérea é extremamente perigosa pois ela raramente atinge apenas o seu alvo, a lavoura – boa parte do veneno se perde pelo ambiente. Estima-se que esse desperdício é de ao menos 30%, mas em alguns casos pode ultrapassar de 70%. O que piora muito essa situação é que a prática é raramente realizada com responsabilidade e dentro da legalidade, ou seja, atingindo frequentemente zonas vizinhas habitadas como comunidades, escolas, meios aquáticos como rios, lagos e lagoas onde a água é captada para consumo, causando a contaminação dessas áreas e a intoxicação da vida animal, vegetal e humana.

Alguns estados estudam acabar com a prática, como o Rio Grande do Sul, onde tramita o Projeto de Lei (PL) 263/2014, que visa proibir a pulverização aérea de agrotóxicos em todo o território gaúcho. Mas por enquanto ainda é permitido em praticamente todo o país, seja de neonicotinoides ou não.

São Paulo é outro estado que possui iniciativas para mudar essa realidade. Tramitam dois Projetos de Lei (PL) na Assembleia Legislativa do Estado: o PL 406/2016, que proíbe o uso e a comercialização de agrotóxicos que contenham clotianidina, tiametoxam e imidaclopride (todos neonicotinoides) em sua composição, e o PL 405/2016, que veta a pulverização aérea de defensivos agrícolas no estado.

A Associação Paulista de Apicultores Criadores de Abelhas Melíficas Europeias (APACAME) defende que algumas empresas, preocupadas em garantir a continuidade das vendas de seus pesticidas, têm lançado campanhas rotuladas como de apoio à saúde dos polinizadores, informando inclusive que os neonicotinoides não são prejudiciais às abelhas. “Somos de opinião que apenas decisões drásticas de proibição do uso ou banimento desses produtos sistêmicos, em especial aqueles do grupo dos neonicotinoides, venha a solucionar o problema do desaparecimento e, consequentemente, da morte das abelhas. A cada dia surgem novas pesquisas comprovando seu efeito nocivo para as abelhas”, diz a APACAME em artigo disponível em seu site.

 

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*Fonte: greenpeace

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Harry Potter Antes e Depois 2017


A realidade


Ninguém Entra Ninguém Sai – Trailer


The Magpie Salute – “o retorno dos que não foram” (ao vivo)

Eis que se fez a luz novamente!
Uma das bandas preferidas da casa está de volta a ativa outra vez, bem, a coisa não é assim tão simples mas é quase isso. O The Black Crowes, a banda rock’n’roll mais rock’n’ roll de todos os tempos, capitaneada pelos irmãos Chris e Rich Robinson resolveu dar um tempo há alguns anos. Sabe como é, irmãos.

Cada um dos manos seguiu seu próprio caminho tocando suas carreiras solos em frente, mas sinceramente a mágica nunca mais foi a mesma, tipo quando se quebra algo que funcionavam muito bem quando estavam juntos, mas separados. É isso.

Agora o Rich Robinson reuniu alguns outros ex-The Black Crowes e criaram a banda The Magpie Salute, contando para essa empreitada com o retorno do excelente Marc Ford na guitarra, Sven Pipien no baixo e tinha ainda o Eddie Harsh nos teclados, mas lamentavelmente veio a falecer recentemente. O resto da troupe conta com outros músicos também muito bons e mantém a vibe rock’n’roll da banda.

Não, não é o The Black Crowes, mas é quase como se fosse. Conferindo o setlist desse primeiro show da banda, o repertório em sua grande maioria é formado por músicas da antiga banda dos caras. Então mesmo não sendo o retorno ao menos teremos aí o pessoal se divertindo tocando músicas muito boas e que seriam aos poucos seriam tristemente esquecidas e deixadas de lado nos palcos da vida. Tudo bem, melhor seria mesmo termos a volta do The Black Crowes com o Chris Robinson nos vocais e o excelente Steve Gorman na bateria, mas…

E se pensarmos bem, várias bandas tem tocado ao vivo sem contarem com vários de seus membros oficiais ou já esqueceram o que acontece com bandas tipo: Guns & Roses, AC/DC, The Allman Brothers Band, Lynyrd Skynyrd, The Who, Queen, etc…

A vida segue. “Keep on rock”

*Abaixo alguns vídeos (um tanto toscos – gravações da platéia) mostrando um pouco do que foi a primeira apresentação dessa nova/velha banda ao vivo.

 


Humm… agora sim vou me tornar um barista fodão

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Elvis não morreu: seria este o Rei do Rock agora em 2017?

A imagem abaixo está sendo divulgada na imprensa britânica como sendo ninguém menos que Elvis Presley flagrado no dia 8 de janeiro em Graceland, em plena cerimônia de comemoração ao aniversário de 82 anos de idade de nascimento do Rei do Rock. Acredita nisto?

Então visite o link abaixo e deleite-se com as teorias conspiratórias:
https://www.facebook.com/evidenceelvispresleyisalive/

 

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*Fonte: whiplash

 


Mijando na neve


Biker girls #89

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Malcolm Stewart – Stewart Racing AMA Sx 2017


Silence Television – arte

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Doyle Bramhall II – Carry Me On


Não espere nada de ninguém

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Monalisa na neve


Internet: O Filme (2017) – Trailer


Banjogirl Janeiro de 2017

Para darmos abertura aos trabalhos com a primeira Banjogirl de 2017 temos aqui exalando beleza para tudo que é lado em suas fotos, a atriz canadense Emily Bett Rickards, também conhecida como a inteligentíssima hacker nerd Felicity Smoak, nos seriados “Arrow” e “The Flash”.

É claro que é ainda muito jovem, portanto, atuou em poucos filmes até o momento (Flicka, Random Acts of Romance e recentemente em Brooklyn), mas sem dúvida tem muito potencial para aparecer na telona em mais oportunidades daqui prá frente, devido ao sucesso de seu papel nos seriados de TV já mencionados. Já apareceu em vários ensaios fotográficos de revistas e também é digno de nota mencionar, que participou do videoclipe da banda canadense Nickelback, na música “Never Gonna Be Alone.”

Então podemos considerar como dada a abertura ao novo ano com essa exuberante seleção de fotos da escolhida como: Banjogirl Janeiro de 2017, Emily “Felicity” Bett. Parabéns!

 

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Nickelback – Never Gonna Be Alone


MotoGP 2017 – Drivers and Teams Lineup


Bebericando


Rolê de dia do Bastião

Em plena sexta-feira, dia de feriado local de São Sebastião (padroeiro da cidade), foi dia também de muito sol e mais do que perfeito para se aproveitar num rolê de moto. A função já começou na  parte da manhã quando eu e o Pretto demos uma volta até Lajeado para darmos uma olhada e sacar as possibilidades (ou não), de uma negociação, mas isso é assunto para uma outra hora. Antes do meio-dia já estávamos de volta.

No começo da tarde, com um belo de um sol bombando no céu, novamente apenas nós dois (os outros estavam ocupados com outros afazeres), então já era hora de assumir os controle novamente das motos e pegar a estrada. Resolvemos ir até Barros Cassal e depois alongar o caminho de volta passando por de trás do autódromo de Santa Cruz do Sul. E assim voltar para casa.

Claro, demos uma parada breve para um café no Rancho América, que aliás, agora mudou o esquema de atendimento, estão com um serviço tipo um buffet. Hummm…sei lá. Não curti isso. O que já era um pouco confuso naquele espaço com um milhão de coisas, agora está mais confuso ainda. Mas enfim, as coisas se ajeitam.

Como hoje é dia de feriado municipal, quer dizer que para as outras cidades aqui da região, tudo permanece normal, ou seja, enquanto estávamos de moto em nosso rolê. o pessoal das outras localidades por onde passamos estavam em uma sexta-feira normal, de trabalho para eles. Uma sensação estranha.
Bem, toda cidade tem lá os seus feriados, então… Hoje foi o nosso dia de descanso.

Sem muito o que comentar, foi um passeio tranquilo, muito bom, dia bacanudo e valeu a pena rodar por aí de moto novamente. Santo remédio para a alma e o espírito. Acreditem. Andar de moto é mágico.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Feriado municipal de São Sebastião Mártir – Venâncio Aires RS

Hoje é dia de São Sebastião Mártir, que é considerado o padroeiro da cidade de Venâncio Aires – RS (2o de fevereiro) e portanto feriado municipal. Dia de festa na cidade, com muita música e vários eventos que duram o final de semana todo, culminando com uma procissão na tarde do último dia. Mas sem dúvida, um dos pontos altos da festividade é comer a tradicional galinhada no salão da festa ou então, o famoso pastel do “Bastião”.

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São Sebastião (França, 256 d.C. – 286 d.C.) originário de Narbonne e cidadão de Milão, foi um mártir e santo cristão, morto durante a perseguição levada a cabo pelo imperador romano Diocleciano. O seu nome deriva do grego sebastós, que significa divino, venerável (que seguia a beatitude da cidade suprema e da glória altíssima).

 

História

Ele teria chegado a Roma através de caravanas de migração lenta pelas costas do mar mediterrâneo, que na época eram muito abundantes por causa do mar mediterrâneo e o Sahara e os dias não tão quentes por causa da latitude em torno de 40°. De acordo com Actos apócrifos, atribuídos a Santo Ambrósio de Milão, Sebastião era um soldado que teria se alistado no exército romano por volta de 283 d.C. com a única intenção de afirmar o coração dos cristãos, enfraquecido diante das torturas. Era querido dos imperadores Diocleciano e Maximiano, que o queriam sempre próximo, ignorando tratar-se de um cristão e, por isso, o designaram capitão da sua guarda pessoal, a Guarda Pretoriana. Por volta de 286, a sua conduta branda para com os prisioneiros cristãos levou o imperador a julgá-lo sumariamente como traidor, tendo ordenado a sua execução por meio de flechas (que se tornaram símbolo constante na sua iconografia). Foi dado como morto e atirado em um rio, porém, Sebastião não havia falecido. Encontrado e socorrido por Irene (Santa Irene), apresentou-se novamente diante de Diocleciano, que ordenou então que ele fosse espancado até a morte. Seu corpo foi jogado no esgoto público de Roma. Luciana (Santa Luciana, cujo dia é comemorado a 30 de Junho) resgatou seu corpo, limpou-o, e sepultou-o nas catacumbas.[3][4]
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Existem inconsistências no relato da vida de São Sebastião: o édito que autorizava a perseguição sistemática dos cristãos pelo Império foi publicado apenas em 303 (depois da Era Comum), pelo que a data tradicional do martírio de São Sebastião parece precoce. O simbolismo na História, como no caso de Jonas, Noé e também de São Sebastião, é visto, pelas lideranças cristãs atuais, como alegoria, mito, fragmento de estórias, uma construção histórica que atravessou séculos.

O bárbaro método de execução de São Sebastião fez dele um tema recorrente na arte medieval, surgindo geralmente representado como um jovem amarrado a uma estaca e perfurado por várias setas (flechas); três setas, uma em pala e duas em aspa, atadas por um fio, constituem o seu símbolo heráldico.

Tal como São Jorge, Sebastião foi um dos soldados romanos mártires e santos, cujo culto nasceu no século IV e que atingiu o seu auge na Baixa Idade Média, designadamente nos séculos XIV e XV, tanto na Igreja Católica como na Igreja Ortodoxa. Embora os seus martírios possam provocar algum ceticismo junto dos estudiosos atuais, certos detalhes são consistentes com atitudes de mártires cristãos seus contemporâneos.

 

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Romaniacs 2016 Fails


Cumplicidade


Red Eye Flys – Phantom Riders