Muito divertido

Anúncios

7 companheiras de vida que nos prejudicam

Existem certas “companheiras” de vida às quais você deve dizer “adeus”; o problema é que algumas delas estão tão profundamente enraizadas que é muito difícil soltá-las. Por essa razão é tão difícil dar adeus a um companheiro(a) com quem convivemos por quase uma vida inteira, assim como é difícil dar “adeus” a todas as pessoas que já não acrescentam mais nada em nossas vidas.

Aprender a se despedir de todas elas nos ajudará a crescer, a nos libertar de todas as desculpas que nos impedem de seguir em frente por apegar-nos constantemente ao mesmo que nos mantinha prisioneiros. Agora é a hora de se soltar. Agora é o momento de crescer.

Hoje descobriremos algumas coisas das quais devemos nos despedir, porque muitas vezes não é que não saibamos nos soltar, mas sim que não sabemos com certeza do que devemos nos libertar. Mas isso hoje vai mudar, é o momento de seguir em frente!
É o momento de dizer “adeus” a estas companheiras de vida

Nem todo mundo está preparado para dizer “adeus” e são poucos os que conseguem fazê-lo. Trata-se de parar a inércia, de maneira que primeiro é preciso eliminar a velocidade que nos leva no sentido contrário e logo começar a construir o novo. Primeiro é preciso se soltar para que as novas oportunidades possam aparecer.

Com certeza, o fato de termos essas cargas nos ombros tem a ver com o ato de sermos incapazes de identificá-las. É por isso que hoje apresentamos 7 coisas às quais você precisa dizer “adeus” para seguir crescendo. Não se apegue a algo que está machucando-o. É a hora de se libertar.

1 – Adeus à resistência!

Às vezes não nos sentimos “em sintonia” com o que estamos fazendo e isso nos entristece. O grande problema é que existe algo que nos impede de seguir em frente, talvez porque um medo infundado nos proíba de realizar essa mudança de que tanto precisamos.

Pare de se apegar ao que não deixa você ser livre, porque ninguém o obriga a isso, é você que está se limitando! É melhor você deixar de resistir e espantar o medo. Isso a que você se prende tanto não está dando a segurança que você imagina ter.

Encontre o que emprega resistência e solte-se! A resistência irá aprisioná-lo em uma circunstância indesejada que não lhe fará bem. É a hora de mudar e só você tem o poder e a vontade para fazer isso.

2 – Afaste-se das limitações

Nossas crenças nos limitam muito mais do que pensamos. Por exemplo, se pensamos que não gostamos de algo provavelmente nem sequer iremos assumir o risco de prová-lo e descobrir que estamos errados. Por outro lado, quando fazemos isso terminamos por nos distanciar dele ao menor sinal de descontentamento. Não esqueça que nossa mente trabalha tentando confirmar nossas crenças e não tentando prová-las, como faz o método científico.

Imagine que todas essas barreiras que existem ao seu redor foram criadas por você. Nada as colocou ali, são pura criação da sua mente. Por isso, apenas você pode derrubá-las, em suas mãos está o poder de destruir tudo aquilo que o limita. Uma vez que você se distancie de tudo isso que está freando seus sonhos, você se sentirá livre e invencível para alcançar tudo o que você se propuser. Aprenda a identificar as barreiras e comece a destruí-las. Agora você já pode realizar todos os seus sonhos.

3 – As expectativas são irreais

Muitas das expectativas com as quais trabalhamos não são reais. Isso não importaria se não fossem uma fonte de esperanças infundadas que muitas vezes, e sob o próprio peso da realidade, não se cumprem. Ao não serem cumpridas surgem a frustração, a desconfiança e a decepção.

Dizer adeus às expectativas pode ser um verdadeiro desafio porque já levamos muito anos seguindo o caminho que nos marca. O pior lado delas é que na maioria das vezes são criadas por alguém externo a nós, que condiciona nosso comportamento com segundas intenções.

Além disso, imagine as vezes em que você esperou alguma coisa de alguém. Qual foi o resultado? Com certeza se decepcionou. Assim que você aprende a deixar de esperar, também aprende a aceitar. Apenas livrando-se das expectativas você conseguirá ser mais feliz.

4 – Medos, onde?

Os medos são as grandes barreiras que se interpõem entre nós e o que queremos, nos mantendo na nossa zona de conforto. Aprenda a enfrentá-los para superá-los porque eles servem para isso! Os medos lhe ajudarão a crescer, permitirão o seu avanço e o seu aprendizado.

Além disso, se você analisa os seus medos perceberá que eles são criados por você e que muitos são medos infundados que criamos sem saber muito bem o motivo. Medo da solidão, medo ou vergonha de falar em público… São medos reais?

Encare o medo nos olhos, enfrente-o e não o enxergue como uma barreira, mas sim como um impulso que faça você seguir em frente. Apenas enxergue-o desde outra perspectiva, utilize-o a seu favor, mas nunca contra você.

5 – Serei livre, adeus ao apego

Muitas pessoas se apegam a outras porque acreditam que sua felicidade está nas mãos dos outros. Isso é um erro grave e arriscado. Se sua felicidade está nas mãos de outras pessoas, ela está por um fio.

Aprenda a se ver como um ser completo que não precisa de ninguém para ser feliz. Será difícil se despedir do apego mal dirigido, da dependência emocional, da responsabilidade de deixar nossa felicidade nas mãos dos outros. Mas isso é extremamente necessário.

Por isso, aprenda a ser livre, reconcilie-se com a solidão e nunca se apegue a ninguém por medo de não ser suficientemente maduro para tomar as suas próprias decisões. Ser livre será sua melhor opção para sentir-se bem consigo mesmo.

6 – O passado já não importa

Por que você teima em viver no passado? O presente é mais importante e é onde você deve concentrar suas forças se quiser ser feliz e seguir adiante. Aprenda com o seu passado, supere-o, mas viva o agora que é o que verdadeiramente importa.

Muitas pessoas vivem no passado e não conseguem centrar-se no presente. Por isso, é importante que você analise aquilo que ainda o machuca, o que você não superou. Uma vez que o identifique, esse é o momento de deixá-lo ir embora.

Quando você liberar o seu passado, se dará conta de que se desprender dele parecia ser algo muito mais difícil do que é na realidade. Agora você poderá concentrar a suas forças no seu presente e se dirigir ao futuro. Olhar para o passado não é negativo, mas viver no passado sim.

7 – Dê adeus à culpa

Muitas pessoas fazem os outros se sentirem culpados por ações que são sua responsabilidade. Os outros não têm que se sentir responsáveis por ações suas e você também não tem nenhuma responsabilidade nas decisões dos outros.

Aprenda a ser coerente nas suas próprias decisões e a não se sentir culpado por elas. Toda decisão terá um resultado que pode ser uma consequência negativa. Mas sempre é possível absorver algo de positivo delas.

Por isso, aceite suas decisões! Toda decisão que você tomar vai levá-lo por um caminho ou por outro, por esse motivo, arrepender-se dela é uma estupidez. Você pode mudar suas consequências, pode internalizar o que você aprendeu, mas o que você não pode fazer é voltar no tempo e escolher outra opção.

O que custa dizer “adeus”? Você acrescentaria algo mais? Existem muitas situações às quais nos apegamos porque não são fáceis de soltar. Apesar disso é importante colocar todo o nosso empenho em tentar conseguir. Dizer “adeus“ será sua melhor opção.

…………………………………………………
*Fonte: amenteemaravilhosa

Os 10 nus femininos mais importantes da história da arte

O corpo feminino inspirou diferentes artistas ao longo da história. Relembrando algumas obras em que ele é representado de uma maneira mais crua, no entanto sublime, o crítico de arte Johathan Jones realizou uma seleção das obras mais bonitas de nudez de mulheres. A lista foi publicada no jornal britânico “The Guardian”, e conta com obras de diferentes estilos e formatos. A primeira colocada é a pintura clássica de Ticiano, “Vênus de Urbino” (1538), seguida do retrato contemporâneo “Vivienne Westwood” (2013), de Juergen Teller. O terceiro lugar é ocupado pela famosa “Louise O’Murphy” (1752), de François Boucher, uma representação da amante do Rei Luís XV, da França.

Rolê de 20 de Setembro (feriado no RS)

Nada como uma quarta-feira com um feriado de sol para se aproveitar o dia. Em tempo, feriado de 20 de setembro aqui no Rio Grande do Sul (Revolução Farroupilha). Depois de uma belo almoço de família com um “carreteiro” no capricho, especialmente feito pela minha mãe em função desta data de celebração das tradições gaúchas, era hora de pegar a estrada para um rolê de moto.

Como já disse, dia de sol. Muito sol. Perecia um dia de verão, o que automaticamente torna o ato de andar de moto todo equipado uma coisa não tão agradável. Dando um jeito aqui e ali, simbora aproveitar o dia. Fui sozinho outra vez, aliás, faz tempo que tenho andado sozinho.

Sai em direção à Lajeado /RS (RS-130), uma rápida passada por dentro da cidade e depois o caminho da 386, já em direção de Bom retiro e Fazendo Vilanova. A ideia era rodar pela boa 386 entre Lajeado e Tabaí (curto essa parto do trajeto). Apesar de agora estarem com alguns trechos em reforma e outros ainda em construção, é muito boa, sem falar de que o limite é de 100km/h. Beleza!

Chegando na parte no final dela onde se encontra com a 287 (que essa eu não curto), tem a Casa do Mel e do outro lado uma fruteira que faz um suco de frutas muito bom, na hora. Puramente em função do calor a opção de hoje foi parar no suco. Uma boa sombra, um pit stop mais do que providencial por causa do calor. Depois do refrescada na moleira com suco gelado era hora de tomar o caminho de volta, poderia escolher entre dois caminhos, a merda da 287 ou então, o mesmo que eu fui. Ok. Voltei pela via dupla da 386, o mesmo trajeto da ida que além de ter um visual mais bonito, a pista do asfalto é bem melhor.

É claro que hoje ao longo do caminho, em vários momentos encontrei na beira da estrada gaúchos pilchados cavalgando em grupo em função dos festejos do 20 de setembro. Claro que tudo sempre com um aceno e uma buzinada, em respeito a esses que cultivam mais do que ninguém as tradições dessa terra.

No mais, apenas tirando o forte calor foi tudo de boa, um ótimo passeio de moto.
Valeu!

*Algumas imgs do rolê de moto de hoje.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Você sabe qual rede social mais prejudica a sua saúde mental?

Redes sociais são maneiras divertidas e rápidas de entrar em contato com diversas pessoas, saber sobre suas vidas e rotinas e permitir que elas saibam das suas. O problema é que muitas pessoas ainda não entenderam que o que se posta nas redes é sempre a melhor parte do dia de uma pessoa e não um resumo fiel de sua vida.

Durante uma viagem ao Caribe, é óbvio que a pessoa vai postar fotos com os pezinhos na areia ou segurando um belo e colorido drink com um coqueiro ao fundo. Ela não vai postar fotos da dor de barriga que teve, da ressaca ou da briga com o namorado, obviamente. O problema é que acompanhar os melhores momentos da vida de diversas pessoas nos faz crer que a grama do vizinho é sempre mais verde e que a nossa vida não é tão divertida assim.

Um estudo feito com 1,5 mil adolescentes e jovens adultos revelou que o Instagram é a rede social que mais afeta a saúde mental das pessoas, causando altos níveis de ansiedade, depressão e bullying.

E faz sentido

A pesquisa analisou os efeitos de outras plataformas e a única que teve resultados positivos foi o YouTube – que veio seguido do Twitter, do Facebook e depois do Snapchat.

Os participantes da pesquisa eram jovens com idades entre 14 e 24 anos, residentes na Inglaterra, na Escócia, no País de Gales e na Irlanda do Norte. Eles tiveram que responder 14 perguntas relacionadas ao uso das redes sociais e à sua saúde física ou mental.

Logicamente, as redes sociais foram relacionadas a alguns benefícios, e todos os sites pesquisados receberam pontuações positivas em termos de autoexpressão e construção de comunidades de apoio emocional, mas quem ganhou mesmo em termos de saúde mental foi o YouTube, citado como de alta ajuda contra depressão, ansiedade e solidão.

Tem que ver isso aí

As outras redes, no entanto, foram associadas ao aumento de casos de depressão e de ansiedade. Estudos anteriores já haviam revelado que passar mais de duas horas por dia em redes sociais é algo que aumenta o sofrimento psicológico, especialmente em pessoas jovens, justamente por essa comparação que se faz com a vida alheia.

Postagens em redes sociais acabam expondo expectativas irrealistas de vida e criando a sensação de inadequação e baixa autoestima: “O Instagram faz facilmente que as meninas e as mulheres se sintam como se seus corpos não fossem bons o suficiente enquanto as pessoas adicionam filtros e editam suas fotos para que pareçam ‘perfeitas’”, ressaltou o estudo.

Por enquanto, existem medidas que pedem para que as plataformas indiquem, por exemplo, imagens que tenham sido editadas e que solicitem ajudas a usuários que pareçam sofrer de algum tipo de doença mental.

Se você se sente para baixo quando acompanha as imagens que seus amigos postam no Instagram, tente dedicar menos tempo à ferramenta e se lembre sempre de que a vida real não condiz com uma série de fotos bonitas, posadas e editadas – ainda bem!

………………………………………………….
*Fonte: megacurioso

 

25 frases de Fiódor Dostoiévski que vão te fazer pensar

Dostoiévski foi um escritor que penetrou nos cantos mais escuros da alma russa. Ele é considerado um psicólogo da escrita e um pesquisador do coração humano, porque compadecia o sofrimento dos seus personagens. O que eles sentiam, ele havia conhecido na própria pele.

O Incrível.club juntou 25 frases marcantes deste escritor. Elas vão te fazer refletir por um bom tempo.

…………………………….

Devemos amar mais a vida do que o sentido da vida.

Nenhum dos dois dará o primeiro passo porque ambos pensam que não é mútuo.

Tudo tem uma linha e cruzá-la é perigoso; uma vez cruzada, é impossível voltar atrás.

Felicidade é saber alcançar a felicidade.

O povo aproveita o próprio sofrimento.

Parar de ler livros é parar de pensar.

Liberdade não é conter-se, é saber se controlar.

Não há felicidade na comodidade; a felicidade se compra com o sofrimento.

Em um coração que ama de verdade, ou o ciúme mata o amor, ou o amor mata o ciúme.

Não é preciso muito para matar uma pessoa: basta convencê-la de que ninguém precisa do que ela faz.

Meu amigo, lembre-se: ficar em silêncio é bom, seguro e bonito.

Um escritor cujas obras não fizeram sucesso, facilmente se transforma em um crítico ácido; como um vinho ruim e sem sabor que se transforma em vinagre.

É uma pessoa inteligente, mas para agir com inteligência ela não é suficiente.

Se, ao tentar alcançar um objetivo, você parar para jogar pedras em cada cachorro que latir, você nunca vai chegar ao final.

Quero poder falar de tudo com pelo menos uma pessoa, até comigo mesmo.

É surpreendente o que um raio de sol pode fazer com a alma humana!

É preciso falar cara a cara para poder ler a alma no rosto, para que o coração soe em palavras. Uma palavra dita com convicção, com plena sinceridade e sem medo, vale muito mais que dez folhas de papel cobertas de palavras.

A vida é salva sem um propósito.

A alma se cura ao lado das crianças.

Quem quer ser útil, até com as mãos atadas pode fazer o bem.

A beleza salvará o mundo.

Às vezes, se fala na brutalidade animal do ser humano, mas isso é incrivelmente injusto e insultante para as feras; um animal nunca poderia ser tão cruel como o ser humano, tão artisticamente cruel.

Os adultos não sabem que uma criança pode dar um conselho extremamente importante até em um assunto super complicado.

Não encha a sua memória com rancores para que não falte espaço para os momentos bonitos.

A pessoa que sabe abraçar é uma boa pessoa.

………………………………………………………
*Fonte: incrivelclub

França proíbe venda de copos e pratos plásticos descartáveis

A nova lei faz parte do projeto “Transição Energética para o Crescimento Verde”. O primeiro passo foi dado em Julho com a proibição da venda de sacos de plástico.

Aprovada no mês passado, a nova legislação vai ser implementada progressivamente até 2020, dando tempo aos fabricantes e aos estabelecimentos comerciais para se adaptarem às novas regras.

Os utensílios descartáveis vão, ainda assim, continuar a existir mas deverão sofrer alterações: Os produtos devem ser 50% constituídos por materiais de origem vegetal e devem ser biodegradáveis. Esses materiais incluem, em particular, amido de milho, amido de batata, fibras têxteis ou de celulose, ou de bambu. Cinco anos depois, em 2025, o conteúdo vai aumentar para 60%.

Com esta medida, o país espera reduzir o impacto ambiental do plástico convencional, derivado de petróleo, que leva várias décadas para se decompor e é frequentemente associado a substâncias que podem ser tóxicas. Além disso, é esperada uma redução dos custos com energia para reciclagem dos utensílios descartáveis.

De acordo com a AFP, organizações ambientalistas elogiaram a lei francesa e esperam que sirva de exemplo a outros países. No entanto, os críticos argumentam que a proibição de produtos prejudica os consumidores e que as medidas francesas violam as regras da União Europeia sobre a livre circulação de mercadorias.

As estatísticas apontam que em 2015 os franceses descartaram 4,7 mil milhões de utensílios de plástico e que foram utilizados 17 mil milhões de sacos nos supermercados.

…………………………………………………….
*Fonte: jornaleconomico

Muito prazer, eu sou o seu sintoma

Já pensou se o seu sintoma tivesse a chance de te escrever uma carta? Garanto que seria alguma coisa assim:

“Olá, tenho muitos nomes: dor de joelho, abscesso, dor de estômago, reumatismo, asma, mucosidade, gripe, dor nas costas, ciática, câncer, depressão, enxaqueca, tosse, dor de garganta, insuficiência renal, diabetes, hemorroidas e a lista continua. Ofereci-me como voluntário para o pior trabalho: ser o portador de notícias pouco agradáveis para você.

Você não entende, ninguém me compreende.
Você acha que eu quero lhe incomodar, estragar os seus planos de vida. Todo mundo pensa que desejo atrapalhar, fazer o mal, limitar vocês, e não é assim, isso seria um absurdo.

Eu o sintoma, simplesmente estou tentando lhe falar numa linguagem que você entenda.

Vamos ver, me diga alguma coisa. Você negociaria com terroristas, batendo na porta com uma flor na mão e vestindo uma camiseta com o símbolo da “paz” impresso nas costas? Não, certo?
Então, por que você não entende que eu, o sintoma não posso ser “sutil” e “levinho” quando preciso lhe passar uma mensagem.
Me bate, me odeia, reclama de mim para todas as pessoas, reclama de minha presença no seu corpo mas, não para um minuto para pensar e raciocinar e tentar compreender o motivo de minha presença no seu corpo.
Apenas escuto você dizer: “Cala-te”, “vá embora”, “te odeio”, “maldita a hora que apareces-te”, e muitas frases que me tornam impotente para lhe fazer entender mas, devo me manter firme e constante, porque devo lhe fazer entender a mensagem.

O que você faz? Manda-me dormir com remédios. Manda-me calar com sedativos, me suplica para desaparecer com anti-inflamatórios, quer me apagar com quimioterapia. Tenta dia após dia, me calar.
E me surpreendo de ver que às vezes, até prefere consultar bruxas e adivinhos para de forma “mágica” me fazer sumir do seu corpo.
A minha única intenção é lhe passar uma mensagem, mesmo assim, você me ignora totalmente.

Imagine que sou a sirene do Titanic, aquela que tenta de mil maneiras avisar que tem um iceberg na frente e você vai bater com ele e afundar. Toco e toco durante horas, semanas, meses, durante anos, tentando salvar sua vida, e você reclama que não deixo você dormir, que não deixo você caminhar, que não deixo você trabalhar, ainda assim continua sem me ouvir…

Está compreendendo?
Para você, eu o sintoma, sou “A doença”.
Que absurdo! Não confunda as coisas.
Aí você vai ao médico e paga por tantas consultas.
Gasta um dinheiro que não tem em medicamentos e só para me calar.

Eu não sou a doença, sou o sintoma.
Por que me cala, quando sou o único alarme que está tentando lhe salvar?

A doença “é você”, é “o seu estilo de vida”, são “as suas emoções contidas”, isso que é a doença e nenhum médico aqui no planeta Terra sabe como as combater, a única coisa que eles fazem é me atacar, ou seja, combater o sintoma, me calar, me silenciar, me fazer desaparecer. Tornar-me invisível para você não me enxergar.

É bom se você se sentir incomodado por estar lendo isso, deve ser algo assim como um “golpe na sua inteligência”. Está certo se estiver se sentindo frustrado, mas eu posso conduzir o teu processo muito bem e o entendo. De fato, isso faz parte do meu trabalho, não precisa se preocupar. A boa notícia é que depende de você não precisar mais de mim, depende totalmente de você analisar o que tento lhe dizer, o que tento prevenir.

Quando eu, “o sintoma” apareço na sua vida, não é para lhe cumprimentar, é para lhe avisar que uma emoção contida no seu corpo, deve ser analisada e resolvida para não ficar doente.

Deveria perguntar a si mesmo: “por que apareceu esse sintoma na minha vida”, “que pretende me alertar”? Por que está aparecendo esse sintoma agora?
Que devo mudar em mim?

Se você deixar essas perguntas apenas para sua mente, as respostas não vão levar você além do que já vem acontecendo há anos. Deve perguntar também ao seu inconsciente, ao seu coração, às suas emoções.

Por favor, quando eu aparecer no seu corpo, antes de procurar um médico para me adormecer, analise o que tento lhe dizer, verdadeiramente, por uma vez na vida, gostaria que o meu excelente trabalho fosse reconhecido e, quanto mais rápido tomar consciência do porquê do aparecimento no seu corpo, mais rápido irei embora.

Aos poucos descobrirá que quanto melhor analisar, menos lhe visitarei. Garanto a você que chegará o dia que não me verá nem me sentirá mais. Conforme atingir esse equilíbrio e perfeição como “analisador” de sua vida, de suas emoções, de suas reações, de sua coerência, não precisará mais consultar um médico ou comprar remédios.

Por favor, me deixe sem trabalho.
Ou você acha que eu gosto do que eu faço?

Convido você para refletir sobre o motivo de minha visita, cada vez que eu apareça.
Deixe de me mostrar para os seus amigos e sua família como se eu fosse um troféu.
Estou farto que você diga:
“Então, continuo com diabetes, sou diabético”.
“Não suporto mais a dor no joelho, não consigo caminhar”.
“Aqui estou eu, sempre com enxaqueca”.
Você acha que eu sou um tesouro do qual não pretende se desapegar jamais.
Meu trabalho é vergonhoso e você deveria sentir vergonha de tanto me elogiar na frente dos outros. Toda vez que isso acontece você na verdade, está dizendo: “Olhem que fraco sou, não consigo analisar, nem compreender o meu próprio corpo, as minhas emoções, não vivo coerentemente, reparem, reparem!”.

Por favor, tome consciência, reflita e aja.
Quanto antes o fizer, mais cedo partirei de sua vida!
Atenciosamente,
O sintoma.”

 

 

 

 

 

………………………………………………….
*Fonte: humaniversidade

Mariante

Com a chuva rolando quase sem parar desde a sexta-feira, o final de semana teve uma vibe totalmente diferente, meio que somente entre 4 paredes, mas OK, dias assim quando bem aproveitado também tem o seu lado bom.

No domingo pela manhã a chuva deu uma pequena trégua, a rua até deu uma certa secada e então resolvi pegar minhas coisas rapidamente (antes de vir a voltar chover) para uma breve saída de moto. Mas não fui rápido o bastante, o que até foi bom e providencial, porque antes mesmo de fechar a porta de casa o tempo já voltou ao seu modo “rain” outra vez. Tive então de apelar para a paciência e esperar. Dito e feito, sabia que uma outra “janela” de tempo sem chuva iria acontecer logo mais. Assim foi, por volta das 11hs da manhã o tempo novamente deu uma firmada e se eu me apressasse dessa vez, “talvez” até daria tempo de matar a vontade de rodar de moto, nem que fosse por um rolê de alguns kms – só para poder tirar a moto da garagem.

Desse vez deu certo, planejei ir ao menos até a ponte de Mariante e voltar. Já seria mais do que suficiente. Tomei o caminho e mesmo com o dia nublado estava legal para andar de moto, mas não deu outra, depois de um tempo e já quase em Mariante, a chuva veio. Tudo bem, já tinha contabilizado essa possibilidade e até que fui longe se me molhar levando em conta a situação do clima. Não tive opção, dei meia volta e tomei o rumo de casa. Não fui com roupa de chuva nem nada disso. Aventura de verdade não requer muito cálculo e programação – apenas vá e tente se divertir o melhor que puder! Foi o que fiz e afinal, é só um banho de chuva mesmo. Quando estou chegando de volta no trevo da cidade, a chuva para novamente… rsrsrssrsr. Faz parte.

Teve rolê mesmo que no domingo e com um pouco de chuva, mas valeu e foi bom para dar uma acalmada nessa ansiedade de andar de moto.
Keep on rock! \m/

*Fotos da empreitada

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Meditação regular traz mais benefícios do que férias, afirma estudo

Já não é novidade o quanto a meditação e a ioga fazem bem para a saúde. Pesquisas sérias têm apontado alguns desses benefícios e deixado para trás a ideia de que tais práticas são “coisa de hippie”. A Harvard Health Publications divulgou, por exemplo, um estudo onde ficou claro que meditar pode ser melhor para o corpo e para a mente até do que tirar férias.

Segundo a médica Monique Tello, o estudo foi realizado em um resort no sul da Califórnia (EUA), com 91 mulheres voluntárias que não apresentavam problemas de saúde importantes, não estavam grávidas, nem tomavam hormônios ou antidepressivos. O método mesclou técnicas de meditação, ioga e exercícios ao longo de uma semana.

Os participantes foram divididos em três grupos com cerca de 30 cada um: “meditadores” experientes, mulheres que nunca meditaram, e um grupo que simplesmente “foi de férias”. Os 30 “participantes de férias” ouviram palestras de saúde e depois fizeram coisas divertidas ao ar livre por uma semana.

Ao fim do experimento, os três grupos apresentaram melhorias estatisticamente significativas nos níveis de estresse e depressão, que foram mensurados usando questionários bem estabelecidos e comumente usados. Até este ponto, explica Monique, parece que as férias são tão boas quanto os exercícios para a redução do estresse e melhora de humor.

Mas, ela explica que o que realmente impressiona é que 10 meses depois: os meditadores regulares ainda apresentavam melhorias significativas, os meditadores novatos ainda mais, enquanto os turistas já estavam novamente estressados. A descoberta vai ao encontro de pesquisas anteriores que mostra que as férias têm efeitos benéficos, mas por muito pouco tempo.

Os pesquisadores coletaram também amostras de sangue, antes e depois do experimento. Quem explica os resultados desta fase é o autor de estudo Eric Schadt, diretor do Icahn Institute no Monte Sinai.

“Os meditadores regulares mostraram os mesmos tipos de ‘melhorias’ no nível molecular como os outros, mas, além disso, apresentaram mudanças que também foram associadas a alguns processos de envelhecimento. Penso que há relação com um envelhecimento mais saudável, por isso espero que motive mais estudos nesta direção”, afirma o pesquisador.

O estudo de férias incluiu apenas mulheres e os próprios autores afirmam que são necessárias mais pesquisas na área. Mas as evidências já estão aí, outros estudos já comprovaram que a meditação ajuda a reduzir a ansiedade, depressão, estresse, dor e a saúde geral, além de melhorar a qualidade de vida. Se por um lado, o descanso do trabalho é realmente merecido, por outro tentar incluir a prática da meditação pode amenizar a espera pelas tão sonhadas férias tornando o dia a dia bem mais agradável.

………………………………………………………
*Fonte/texto: ciclovivo

A arte de manipular multidões

A era da pós-verdade é na realidade a era do engano e da mentira, mas a novidade associada a esse neologismo consiste na popularização das crenças falsas e na facilidade para fazer com que os boatos prosperem.

A mentira dever ter uma alta porcentagem de verdade para ser mais crível. E terá ainda maior eficácia a mentira composta totalmente por uma verdade. Parece uma contradição, mas não é. Na sequência analisaremos como isso pode acontecer.

A pós-mentira

Hoje em dia tudo é verificável e, portanto, não é fácil mentir. Mas essa dificuldade pode ser superada com dois elementos básicos: a insistência na asseveração falsa, apesar dos desmentidos confiáveis; e a desqualificação de quem a contradiz. E a isso se soma um terceiro fator: milhões de pessoas prescindiram dos intermediários de garantias (previamente desprestigiados pelos enganadores) e não se informam pelos veículos de comunicação rigorosos, mas diretamente nas fontes manipuladoras (páginas de Internet relacionadas e determinados perfis nas redes sociais). A era da pós-mentira fica assim configurada.

Quem se manifesta à margem da tese dominante recebe uma desqualificação ofensiva que serve como aviso para outros navegadores

Dessa forma, milhões de norte-americanos acreditaram em uma mentira comprovada como a afirmação de Donald Trump de que Barak Obama é um muçulmano nascido no estrangeiro e milhões de britânicos estavam convencidos de que, com o Brexit,o Serviço Nacional de Saúde teria por semana 350 milhões de libras (1,4 bilhão de reais) adicionais.

A tecnologia permite hoje manipular digitalmente qualquer documento (incluindo as imagens), e isso avaliza que se indique como suspeitos os que reagem com dados certos diante das mentiras, porque suas provas já não têm valor de fato. E se acrescenta a isso a perda de parte da independência na imprensa com a crise econômica. O número de jornalistas foi reduzido e ela precisou levar em consideração não só os leitores, mas também os proprietários e anunciantes. Em certos casos, utilizam também técnicas sensacionalistas para obter reações na Rede, o que fez com que perdesse credibilidade.

Com tudo isso, se chegou à paradoxal situação de que as pessoas já não acreditam em nada e ao mesmo tempo são capazes de acreditarem em qualquer coisa.

Muitos jornais dos Estados Unidos verificaram as dezenas de falsidades difundidas pelo presidente Trump (em janeiro já havia dito 99 mentiras segundo o The New York Times), mas isso não as desativou. E a imprensa britânica, por sua vez, esmiuçou as mentiras dos que pediam a saída da UE, mas isso não desanimou milhões de eleitores.

A pós-verdade

A mentira sempre é arriscada, e requer formas muito potentes para sustentar-se. Por isso as técnicas de silêncio costumam ser mais eficazes: emite-se uma parte comprovável da mensagem, mas se omite outra igualmente verdadeira. Aqui estão alguns exemplos:

A insinuação. Não é preciso usar dados falsos. Basta sugeri-los. Na insinuação, as palavras e imagens expressadas se detêm em um ponto, mas as conclusões inevitavelmente extraídas delas vão muito mais além. O emissor, entretanto, poderá se defender afirmando que só disse o que disse, que só mostrou o que mostrou. A principal técnica da insinuação na imprensa parte das justaposições: ou seja, uma ideia situada ao lado de outra sem que se explicite a relação sintática ou semântica entre ambas. Mas sua contiguidade obriga o leitor a deduzir uma ligação.

Isso aconteceu em 4 de outubro de 2016 quando Iván Cuéllar, goleiro do Sporting de Gijón, saía do ônibus de sua equipe para jogar no estádio Riazor. Recebido com vaias pela torcida do La Coruña, Cuéllar parou e olhou fixamente em direção aos torcedores. A câmera só enfocou ele, o que levava à dedução de uma atitude desafiadora diante das vaias. E a situação foi apresentada dessa forma em um vídeo de um veículo de comunicação asturiano. Dessa forma, foram mostrados, justapostos, dois fatos: a torcida rival que vaiava e o jogador que olhava fixamente em direção aos torcedores. Não demorou a chegar a acusação de que Cuéllar havia sido um provocador irresponsável.

Ocorreu algo que aquelas imagens não mostraram: entre os torcedores, uma pessoa havia sofrido um ataque epilético e isso chamou a atenção do goleiro do Sporting, que olhou fixamente nessa direção para comprovar que o torcedor estava sendo atendido (pelo próprio serviço médico do clube). Ao verificar que o atendimento foi feito, seguiu seu caminho. Tanto a presença dos torcedores como suas vaias e o olhar do jogador foram verdadeiros. A mensagem, entretanto, foi alterada – e, portanto, a realidade percebida – ao se justapor os acontecimentos ocultando um fato relevante.

A pressuposição e o subentendido. A pressuposição e o subentendido possuem traços em comum, e se baseiam em dar algo como certo sem questioná-lo. Por exemplo, no conflito catalão se difundiu a pressuposição de que votar é sempre bom. Mas essa afirmação não pode ser universal, uma vez que não se aceitaria que o Governo espanhol colocasse urnas para que a população votasse se deseja ou não a escravidão. Somente o fato de se admitir essa possibilidade já seria inconstitucional, por mais que a resposta esperada fosse negativa. Primeiro seria necessário modificar a Constituição para permitir a escravidão, e depois sim poderia ocorrer uma votação a respeito. Foi criada, portanto, uma pressuposição segundo a qual o fato de votar é sempre bom, quando a validade de uma consulta está ligada à legitimidade e à legalidade democrática do que é colocado em votação.

Por vezes os subentendidos são criados a partir de antecedentes que, – reunindo todos os requisitos de veracidade, se projetam sobre circunstâncias que concordam somente em parte com eles. Por exemplo, nos chamados Panama Papers foram denunciados casos reais de ocultação fiscal. Uma vez expostos os fatos reais e criadas as condições para sua condenação social, foram acrescentados à lista outros nomes sem relação com a ilegalidade; mas o subentendido transformou a oração “tem uma conta no Panamá” em algo delituoso que contribuiu com a criação de um estado geral de opinião falso. Não é crime realizar negócios no Panamá e por conta disso abrir contas nesse país; mas se isso se expressa com essa oração suspeita, o legal se transforma em condenável pela pressuposição.

A falta de contexto. A falta do contexto adequado manipula os fatos. Assim aconteceu quando o deputado independentista catalão Lluis Llach recebeu ataques injustos por declarações sobre o Senegal. Em 9 de setembro de 2015, um jornal barcelonês postava em sua manchete esta frase, colocada na boca do ex-cantor e compositor: “Se a opção do sim à independência não for majoritária, vou para o Senegal”. Daí se poderia deduzir que ir para o Senegal era algo assim como um ato de desespero (e uma ofensa para aquele país africano). Desse modo interpretaram alguns colunistas e centenas de comentários publicados sob a notícia. No entanto, o jornal tinha omitido um contexto importante: Llach criou anos atrás uma fundação humanitária de ajuda ao Senegal e, portanto, longe de expressar desprezo em suas palavras, ele mostrava o desejo de se voltar para essa atividade se o seu esforço político fracassasse. Nessa falta de dados de contexto se pode incluir a omissão cada vez mais habitual das versões e das opiniões –que deveriam ser recolhidas com neutralidade e honestidade– daquelas pessoas atacadas por uma notícia ou opinião.

Inversão da relevância. Os beneficiários desta era da pós-verdade nem sempre dispõem de fatos relevantes pelos quais atacar seus adversários. Por isso, com frequência recorrem a aspectos muito secundários…. que transformam em relevantes. Os costumes pessoais, a vestimenta, o penteado, o caráter de uma pessoa em seu entorno particular, um detalhe menor de um livro ou de um artigo ou de uma obra (como naquele caso dos manipuladores de marionetes em Madri)…adquirem um valor crucial na comunicação pública, em detrimento do conjunto e das atividades de verdadeiro interesse geral ou social. Desse modo, o que for opinião ou subjetividade sobre esses aspectos secundários se apresenta como noticioso e objetivo. E, portanto, relevante.

A pós-censura

Até aqui foram analisadas brevemente (por razões de espaço e de lógica jornalística) as técnicas da pós-mentira e da pós-verdade. Mas os efeitos perniciosos de ambas recebem o impulso da pós-censura, segundo retratou e definiu Juan Soto Ivars em Arden las Redes (Debate, 2017).

Neste novo mundo de pós-censura quem se manifesta à margem da tese dominante recebe uma desqualificação muito ofensiva que serve como aviso para outros navegadores. Assim, a censura já não é exercida nem pelo Governo nem pelo poder econômico, mas por grupos de dezenas de milhares de cidadãos que não toleram uma ideia discrepante, que se realimentam uns com os outros, que são capazes de linchar quem, a seu ver, atenta contra o que eles consideram inquestionável, e que exercem seu papel de turba mesmo sem saber muito bem o que estão criticando.

Soto Ivars detalha alguns casos assustadores. Por exemplo, o espancamento verbal sofrido pelos escritores Hernán Migoya e María Frisa a partir dos respectivos tuítes iniciais de quem confundiu o que expressavam seus personagens de ficção com o que pensava cada autor, e que foram secundados de imediato por uma multidão endogâmica de seguidores que se apresentaram para o bombardeio sem comprovação alguma. Fizeram a mesma coisa alguns jornalistas que, para não ficarem de fora da corrente dominante, simplesmente recolheram das redes o manipulado escândalo, branqueando assim a mercadoria avariada.

Esta inquisição popular contribui para formar uma espiral do silêncio (como a definiu Elisabeth Noelle Neumann em 1972) que acaba criando uma aparência de realidade e de maioria cujo fim consiste em expulsar do debate as posições minoritárias. Nesse processo, as pessoas se dão conta logo de que é arriscado sustentar algumas opiniões, e desistem de defendê-las, para maior glória da pós-verdade, da pós-mentira e da pós-censura. Assim, o círculo da manipulação fica fechado.

Álex Grijelmo é autor de La Información del Silencio. Cómo se Miente Contando Hechos Verdaderos (A Informação do Silêncio. Como se Mente Contando Fatos Verdadeiros)

……………………………………………………………
*Fonte: elpais