Este alerta está colocado na porta de um consultório:

A enfermidade é um conflito entre a personalidade e a alma.
O resfriado escorre quando o corpo não chora.
A dor de garganta entope quando não é possível comunicar as aflições.
O estômago arde quando as raivas não conseguem sair.
O diabetes invade quando a solidão dói.
O corpo engorda quando a insatisfação aperta.
A dor de cabeça deprime quando as duvidas aumentam.
O coração desiste quando o sentido da vida parece terminar.
A alergia aparece quando o perfeccionismo fica intolerável.
As unhas quebram quando as defesas ficam ameaçadas.
O peito aperta quando o orgulho escraviza.
A pressão sobe quando o medo aprisiona.
As neuroses paralisam quando a “criança interna” tiraniza.
A febre esquenta quando as defesas detonam as fronteiras da imunidade.
Os joelhos doem quando o orgulho não se dobra.
O câncer mata quando não se perdoa e/ou cansa de viver.
E as dores caladas?
Como falam em nosso corpo?
A enfermidade não é má, ela avisa quando erramos a direção.

O caminho para a felicidade não é reto, existem curvas chamadas Equívocos, existem semáforos chamados Amigos, luzes de precaução chamadas Família, e ajudará muito ter no caminho uma peça de reposição chamada Decisão, um potente motor chamado Amor, um bom seguro chamado Determinação, abundante combustível chamado Paciência. Mas principalmente um maravilhoso Condutor chamado Inteligência.

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Seu tipo de sangue pode aumentar sua chance de ter Alzheimer

O seu tipo de sangue pode influenciar sua saúde de diversas maneiras. Os cientistas já descobriram que, dependendo do tipo sanguíneo, você está mais predisposto a ter certas doenças cardíacas.

Agora, uma nova pesquisa, publicada no Boletim de Pesquisas Cerebrais, revelou que seu tipo sanguíneo pode também influenciar suas chances de desenvolver doenças cognitivas, como o Mal de Alzheimer.

O estudo, realizado por pesquisadores da Universidade de Sheffield, na Inglaterra, aponta uma relação entre a quantidade de massa cinzenta (um tecido que forma parte do cérebro) e o tipo sanguíneo.

Os cientistas descobriram que pessoas com sangue tipo O têm mais matéria cinzenta do que aquelas com qualquer um dos outros três tipos (A, B e AB). Segundo os pesquisadores, quanto maior o volume de massa cinzenta, maior é a proteção do corpo contra doenças como o Alzheimer.

 

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*Fonte: superinteressante

A maneira certa de limpar sua guitarra

Em um novo vídeo, Tyler Larson fala sobre um assunto que é de utilidade pública: como limpar sua guitarra. Na gravação, o guitarrista ensina o passo a passo para manter o instrumento limpo e bem conservado.

Tyler chama atenção para a importância de manter a guitarra limpa. Segundo ele, não é uma questão somente de se sentir melhor com o instrumento, mas de manter os cuidados sempre em dia.

Outra vantagem de deixar a guitarra sempre limpa, de acordo com Tyler, é que o músico fica sempre com a impressão de que tem um instrumento novo. Portanto, aquela vontade de comprar uma guitarra nova fica um pouco mais contida.

Confira o vídeo:

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*Fonte: guitarload

 

Belo fenômeno no qual as copas das árvores evitam se tocar

Você provavelmente nunca ouviu falar desse fenômeno, mas pode já ter apreciado sua beleza.

A “copa tímida” (ou, em inglês, “crown shyness”) é um fenômeno que ocorre naturalmente em algumas espécies arbóreas, no qual as coroas de árvores vizinhas de altura similar não se tocam, mas ficam separadas por uma lacuna.

O efeito visual é impressionante, uma vez que cria bordas claramente definidas, semelhantes a rachaduras ou rios no céu, quando vistas de baixo.

A principal hipótese

Embora o fenômeno tenha sido observado pela primeira vez na década de 1920, os cientistas ainda não conseguiram chegar a um consenso sobre o que o causa.

Uma teoria sugere que esse espaço vazio pode ser causado por quebras de galhos e ramos em colisões violentas que ocorrem durante tempestades e ventos fortes. Experiências mostraram que, se as árvores com copa tímida forem artificialmente impedidas de balançar e colidir ao vento, elas gradualmente preenchem os espaços vazios no dossel.

Os pesquisadores também descobriram que o fenômeno não ocorre quando as árvores são jovens e curtas, mas sim se desenvolve mais tarde, uma vez que alcançam uma certa altura e são capazes de influenciar o vento.

As árvores com troncos finos têm copas relativamente pequenas por causa de sua menor capacidade de resistir à deflexão no vento. Portanto, balançam amplamente no vento e são mais propensas a colidir com as vizinhas.

Dúvidas

Um estudioso da Malásia que analisou a Dryobalanops aromatica, no entanto, não encontrou evidências de colisão de galhos devido ao contato. Ele sugeriu que as pontas crescentes dessas árvores eram sensíveis aos níveis de luz, e paravam de crescer quando se aproximavam de folhagem adjacente.

Talvez a “copa tímida” seja uma espécie de medida preventiva contra o sombreamento (otimizando a exposição à luz para a fotossíntese).

Alguns ainda sugerem que as árvores apresentam esse fenômeno como proteção, para evitar a propagação de larvas de insetos que destroem folhas.

Um dos poucos lugares onde o fenômeno pode ser observado é o Instituto de Pesquisa Florestal da Malásia, em Kuala Lumpur. Algumas das fotos que acompanham este artigo foram tiradas lá. A imagem do topo foi feita por Dag Peak na Plaza San Martins, em Buenos Aires, na Argentina. [ThisIsColossal, AmusingPlanet]

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*Fonte: hypescience

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Bizarro e bonito: artista cria versões assustadoras de personagens famosos

O artista australiano Wil Hughes resolveu dar seu toque particular a personagens famosos que marcaram a infância de muita gente, seja na TV, no cinema, na literatura ou em outras formas de entretenimento.

O diferencial de seus trabalhos, no entanto, é o fato de que eles acabam se transformando em versões sombrias e assustadoras de rostos que já nos são familiares. Com texturas marcantes e um sombreamento perfeito, Hughes consegue colocar nas imagens que cria um realismo que mexe com os brios de quem encara cada imagem por alguns segundos. Confira o trabalho dele abaixo.

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*Fonte: megacurioso

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Vida em outros planetas pode ter sido extinta após se tornar tecnológica

O universo é incompreensivelmente vasto, com bilhões de outros planetas que circulam bilhões de outras estrelas. O potencial para que a vida inteligente exista em algum lugar lá fora deve ser enorme. Então, onde está todo mundo?

Esse é o paradoxo de Fermi em poucas palavras. Daniel Whitmire, um astrofísico aposentado que ensina matemática na Universidade de Arkansas, uma vez pensou que o silêncio cósmico indicava que nós éramos uma espécie atrasada.

“Ensinei astronomia por 37 anos”, diz ele. “Eu costumava dizer aos meus alunos que, por estatística, temos que ser os caras mais tolos da galáxia. Afinal, nós só fomos tecnológicos por cerca de 100 anos, enquanto outras civilizações podem ser mais tecnologicamente avançadas que nós por milhões ou bilhões de anos”.

Recentemente, no entanto, ele mudou de ideia. Ao aplicar um conceito estatístico chamado Princípio da Mediocridade – a ideia de que, na ausência de qualquer evidência em contrário, devemos considerar-nos típicos, e não atípicos – Whitmire concluiu que, em vez de ser atrasada, nossa espécie pode estar na média. E isso não é uma boa notícia.

Em um artigo publicado no dia 3 de agosto no International Journal of Astrobiology, Whitmire argumenta que, se somos típicos, isso leva a crer que espécies como a nossa são extintas logo depois de alcançarem o conhecimento tecnológico.

O argumento baseia-se em duas observações: somos a primeira espécie tecnológica a evoluir na Terra, e estamos no início do nosso desenvolvimento tecnológico. (Ele define “tecnológico” como uma espécie biológica que desenvolveu dispositivos eletrônicos e pode alterar significativamente o planeta).

A primeira observação parece óbvia, mas, como observa Whitmire em seu artigo, os pesquisadores acreditam que a Terra ainda deve ser habitável para a vida animal pelo menos daqui um bilhão de anos no futuro. Com base em quanto tempo levou para proto-primatas evoluírem até se tornarem uma espécie tecnológica, isso deixa tempo suficiente para que algo assim aconteça novamente até 23 vezes. Nessa escala de tempo, poderia ter havido outros antes de nós, mas não há nada no registro geológico que indique que não fomos os primeiros. “Nós deixaríamos uma marca se desaparecêssemos durante a noite”, observa Whitmire.

Pela definição dele, nos tornamos “tecnológicos” após a revolução industrial e a invenção do rádio, ou há cerca de 100 anos. De acordo com o Princípio da Mediocridade, uma distribuição normal das eras de todas as civilizações tecnológicas existentes no universo nos colocaria no meio de 95% delas. Em outras palavras, as civilizações tecnológicas que duram milhões de anos, ou mais, seriam altamente atípicas. Como somos os primeiros na Terra, outras civilizações tecnológicas típicas também devem ser as primeiras. O princípio da mediocridade não permite nenhum segundo ato. A implicação é que, uma vez que as espécies tornam-se tecnológicas, elas sucumbem e levam a biosfera com elas.

Whitmire argumenta que o princípio é válido para dois desvios-padrão, ou neste caso cerca de 200 anos. Mas uma vez que a distribuição de eras em uma distribuição normal se distorce (não há limite superior absoluto, mas a idade não pode ser inferior a zero), ele duplica esse número até 500 anos, mais ou menos.

Há sempre a possibilidade de sermos atípicos e a vida útil da nossa espécie estar em algum lugar nos 5%. Se for esse o caso voltamos ao pedaço de sabedoria que Whitmire ensinou aos seus estudantes de astronomia por mais de três décadas. “Se não somos típicos, minha observação inicial seria correta”, diz ele. “Nós seríamos os homens mais estúpidos da galáxia considerando os números”. [Science Daily]

 

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*Fonte: hypescience

Busque um tempo só para você. É uma questão de vida!

É preciso, é essencial na vida. É parte da existência. Sim o tempo nos espera para tê-lo só para nós. O tempo quer nos mostrar algumas coisas, que dar algumas respostas, mesmo que algumas não muito claras. Ele quer fazer perguntas. Ele quer ser amigo.

A vida se torna louca quando corremos contra o tempo. Quando precisamos pensar, agir, ir mais rápido, terminar, recomeçar.
O tempo cobra que a gente pare, que a gente respire um pouco mais devagar, que a gente esqueça todo o resto.

Como às vezes sentimos falta deste tempo. Só nosso, sem ninguém para nos cobrar nada, sem nos cobrarmos nada. Sem nos culparmos por não termos tempo para mais ninguém.

Durante o tempo em que ficamos dentro das nossas quatro paredes, observando nossos quadros mentais, revirando nossas coisas internas conseguimos avaliar a vida, organizar sentimentos, conseguimos aquietar o coração, chorar se for preciso, fazer planos deixados para trás, amar em silêncio.

Sem vozes alheias, sem opiniões, sem o barulho do que há lá fora. O tempo quer que estejamos de corpo e alma para nós. O tempo quer que descansamos, que nos aquietamos, que nenhuma voz além da que carregamos em nosso interior se manifeste.

O tempo quer que possamos assistir um filme qualquer sozinhos, que tomemos um banho de mar ou um drink sem ninguém por perto, que olhemos para o nada por certo período sem nenhuma interrupção.

Um momento para um sono, para uma caminhada, para ouvir uma música ou um CD inteiro. Que façamos algo que gostamos muito, sem que estejamos preocupados com o outro, devendo algo para o outro ou tendo que cumprir um prazo.
O tempo que tanto se fala é a vida, que em muitas situações quer tomar uma nova forma, mas estamos tão preocupados em dar conta, dar satisfações.

A vida está sempre pedindo um tempo. E parece tão difícil. A necessidade de ser para ontem o que poderia ser para amanhã.

É angústia, é indisciplina, é inquietação. É dor, é cansaço é desespero. Somos nós e o tempo, ou melhor, a vida, brigando. É um terminar e já começar de novo que estressa, que consome.

É o tempo pedindo tempo. E somos nós cobrando mais tempo. Sempre com medo de que não dê tempo de viver tudo, mesmo vivendo nada ou muito pouco do que que desejamos ou planejamos nos raros momentos em que tiramos um verdadeiro tempo para nós.

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*Fonte: osegredo/ Kênia Casagrande

Paulo Miklos – A Gente Mora no Agora (álbum)

Depois do Nando Reis (o meu Titãs preferido), outro dos músicos dessa grande banda da história do rock nacional que eu curto bastante é o Paulo Miklos. Aliás, também já deixou a banda e segue em carreira solo.

Mas se liga brother, ainda mesmo nos tempos de fazer parte daquela troupe maluca dos Titãs, já tinha lançado 2 álbuns solos:

  • Paulo Miklos, 1994
  • Vou ser Feliz e Já Volto, 2001

E agora cabe mencionar que eu tenho esse seu primeiro álbum solo em CD originalzão, inclusive uma banda que tive em POA, chamada Trouble Makers (uma das melhores coisa que fiz na vida), tocava quase que exclusivamente músicas autorais, em inglês (macarrônico – mas era) e tinha lá de vez em quando um cover perdido em meio ao set list, chegou a tocar uma música desse seu primeiro álbum solo (“Ele vai se vender”), em português. Isso só para sentir a vibe e do quanto a gente já curtia o Paulo Miklos naquela época.

Hey, não esqueça de que ele também é ator de teatro, cinema e televisão (mini-séries). Então merece respeito!

Agora ele lançou um novo álbum solo, chama-se “A Gente Mora no Agora” (2017), que conta com a participação de uma penca de gente fina.

*Abaixo separei 3 das músicas que eu mais curti logo de cara de seu novo álbum, uma pequena prova da qualidades de suas músicas e letras. Aqui mais uma vez lembro novamente do Nando Reis, que aliás escreveu letra de “Vou te Encontrar”.

Confira. Escute. Aumente o volume e deixa de ser cagão!

 

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Quem produziu A Gente Mora no Agora foi Pupillo (Nação Zumbi), com coprodução de Apollo Nove, e o time de estrelas só cresce: Emicida ajudou a compor “A Lei Desse Troço”, Arnaldo Antunes trabalhou em “Deixar de Ser Alguém”, Mallu Magalhães escreveu “Não Posso Mais” e Tim Bernardes (O Terno) é parceiro de Miklos em “Samba Bomba”.
Não para por aí: “Risco Azul” é uma parceria com Céu, assim como “Princípio Ativo”, e SILVA escreveu a melodia de “Todo Grande Amor”, enquanto Russo Passapusso (BaianaSystem) compôs a letra de “Vigia”. Erasmo Carlos foi o parceiro em “País Elétrico” e Guilherme Arantes musicou os versos de “Estou Pronto”.  Por fim, “Afeto Manifesto” foi escrita com a rapper paulista Lurdez Da Luz. O álbum foi mixado em Los Angeles por Mario Caldato Jr. (Beastie Boys, Jack Johnson).

*Texto: Tenho mais disco que amigos

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A técnica do convite: descubra como deixamos que nos ofendam

Na psicologia sempre há a intenção de permitir que o paciente tome as rédeas de sua vida e não se deixe levar tanto pelas emoções nem pelas situações externas que com frequência terá que enfrentar. A ideia é promover a aceitação incondicional, tanto de si mesmo quanto dos demais e da vida no geral, de forma que tudo que aconteça conosco nos afete na medida certa: nem mais, nem menos.

Não queremos pessoas conformistas. Gostamos das pessoas apaixonadas, com vontade de morder a vida e espremê-la, com metas, desejos e sonhos para realizar. Isto não é excludente de ser uma pessoa madura a nível emocional, que sabe regular suas emoções, que controla sua maneira de interpretar e perceber o mundo e que é capaz de aceitar a derrota, o fracasso ou as críticas e vê-las como uma parte normal da vida.

Quantas vezes ficamos enfurecidos porque alguém nos disse ou fez algo “injusto”? Quantas vezes pusemos a culpa pelos nossos próprios sentimentos nos demais? Todos nós fizemos e todos nós erramos. As emoções são só nossas e quando estamos mal, com o ânimo abalado, é porque nós o decidimos assim.
Os demais não lhe ofendem, você se ofende a si mesmo

É certo que ninguém gosta de ter um defeito ressaltado, que lembrem de alguma coisa errada ou que critiquem no geral. Nós preferimos as demonstrações de afeto e os elogios porque assim nos sentimos aceitos e essa aprovação nos gera um grande prazer (estimula nosso circuito cerebral de recompensa, tanto que a busca por reconhecimento pode virar um vício). Por outro lado, as críticas ou rejeições podem gerar de sentimentos de ansiedade até a depressão ou a irritação.

Quando recebemos um comentário negativo sobre nós, o primeiro que fazemos é ficar na defensiva, tentamos nos justificar, dar explicações ou contestar com outra crítica de maneira ressentida. Por que o fazemos? Porque nos ofendemos, mas não pelo que a outra pessoa acabou de dizer, mas porque nós, com nosso diálogo interior, dizemos que o que esta pessoa pensa de nós é a única verdade possível. Aos outros podemos negar, mas a nós mesmos, temos que afirmar.

Digamos que “compramos” as críticas do outro, que cremos nelas, as tomamos como nossas e as integramos como corretas, permitindo que modifiquem nossos pensamentos. Somos nós os que decidimos fazê-lo assim e essa decisão implica que deixemos ser manipulados como marionetes pela opinião de alguém alheio a nós mesmos.

Não é curioso que com os elogios isso não aconteça tanto? Não tendemos a comprar da mesma forma uma demonstração de afeto, louvor ou até mesmo um flerte. Mas se nos dizem algo negativo, em seguida nós damos uma resposta.
A técnica do convite, você a aceita?

A técnica do convite é usada em consultórios para fazer com que o paciente veja o que acabamos de comentar mais acima. Buda dizia: “Se alguém pretende me dar um cavalo de presente e eu não o aceito, de quem acaba sendo o cavalo?” Claro! Segue sendo da pessoa que pretende nos dar o cavalo, e com as críticas acontece o mesmo.

Se existem pessoas que pretendem gastar suas energias da maneira errada conosco de forma negativa, é problema delas. O nosso é aceitar ou não seus insultos ou grosserias. Assim, se o fazemos, é nossa responsabilidade e de nada serve pretender mudar a opinião do outro pois o mais provável é de que não o faça, e então seremos nós que gastaremos energia.

Com a técnica do convite, o terapeuta convida o paciente para que se sinta de uma maneira específica. Por exemplo, um fracassado, uma má pessoa, alguém fisicamente feio, etc. Ele o faz quando o paciente vai à consulta com a queixa de que recebe esses comentários ou de que há pessoas que lhe fazem sentir desta maneira.

O terapeuta lhe oferece um cartão, de maneira a lhe convidar, em que aparece escrita a seguinte frase: “Eu, sua (mãe, irmã, colega, namorada), lhe convido a sentir-se (inútil, culpado, sem graça, feio, gordo…). Você aceita meu convite? Aqui, o paciente tem que escrever que não aceita se sentir assim já que não pensa que isso defina a sua pessoa, mas que entende o ponto de vista do outro.

Esta aceitação nos livra da pesada carga que supõe tentar agradar a todos, algo que jamais conseguiremos completamente. A técnica do convite deve ser praticada a nível mental tantas vezes quanto sejam necessárias, cada vez que esbarrarmos com alguém que nos julgue de forma negativa. Assim, com a prática, seremos capazes de nos ofender cada vez menos e de inclusive utilizar qualquer crítica a nosso favor.

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*Fonte: amenteemaravilhosa

Mesmo após 1500 anos, a primeira árvore do pau-brasil continua crescendo

Exemplar fica localizado no extremo sul do estado da Bahia, no Parque Nacional do Pau-brasil.

Junto com a floresta amazônica, a árvore do pau-brasil é um dos principais símbolos brasileiros, destacando-se por ter batizado o País e por ser uma excelente fonte de riqueza natural — de onde podem ser extraídas substâncias com ação anti-inflamatória e anticoagulante. Além disso, as árvores da espécie contribuem para a recuperação e preservação das florestas brasileiras.

Apesar da importância do pau-brasil, a exploração predatória desta árvore faz com que ela atualmente seja considerada em extinção em seu habitat. Porém, na região sul do estado da Bahia — mais precisamente no Parque Nacional do Pau Brasil —, um exemplar em específico tem recebido atenção nos últimos tempos não apenas por se tratar de uma árvore com mais de 30 metros de altura: esta é a primeira unidade de pau-brasil do País e, mesmo após 1500 anos, continua a crescer.

A unidade mais antiga da árvore que batizou o nome do Brasil se destaca em meio a floresta de Muçununga, recanto do parque, que se caracteriza pela grande quantidade e variedade de bromélias e fica dentro de um ambiente raro e precioso da Mata Atlântica.

Qual a importância do pau-brasil para o País?

Se antes o Pau-brasil foi uma das principais fontes de riqueza para os colonizadores, hoje a árvore é utilizada principalmente para a fabricação de instrumentos musicais de alto padrão (violinos e violoncelos). Além da indústria musical, o Pau-Brasil tem sua importância atrelada ao desenvolvimento de grandes pesquisas para a área da medicina, que recentemente descobriu a existência de substâncias capazes de auxiliar no tratamento do câncer.

As sementes da árvore contam também com proteínas benéficas para tratamento de outras doenças, como psoríase e Mal de Alzheimer, o que torna o aproveitamento de todas as propriedades do pau-brasil ainda mais interessante.

 

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*Fonte: pensamentoverde