Arte em 3D pelo brasileiro Felipe Ferreira

Felipe Ferreira é um artista de CGI e 3D brasileiro que já criou diversas propagandas com a sua arte realista. Ele também perambula para a ficção e fantasia, com criações como um Pato Donald steampunk de um mundo devastado ou um Pikachu robótico, além de uma moto vintage, entre outras.

Abaixo você confere algumas de suas artes.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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*Fonte: geekness

Mundo desperdiçará 66 toneladas de alimentos por segundo, afirma estudo

A estimativa atual da ONU é de um terço dos alimentos produzidos no mundo são desperdiçados. Esta taxa alarmante pode piorar, segundo um novo estudo divulgado no relatório do Boston Consulting Group (BCG) -, uma empresa dos Estados Unidos de consultoria empresarial. Podemos chegar a perda de 2,1 bilhões de toneladas, equivalente a 66 toneladas por segundo, caso medidas não sejam tomadas até 2030.
Desperdício em cada canto

Ricos, pobres: todos desperdiçam. Porém, o relatório aponta diferenças no tipo de desperdício praticado entre os países. Nos países em desenvolvimento o desperdício ocorre durante os processos de produção, já nos países ricos o desperdício acontece, principalmente, pelos varejistas e consumidores. Neste último caso, os alimentos são jogados fora quando não atendem a padrões estéticos (a chamada “fruta feia”) ou pelo “simples” motivo do consumidor ter comprado além do que precisava.

O documento prevê que o desperdício tende a aumentar sobretudo nos países em desenvolvimento. Neste quesito, um grande aumento será visto na região da Ásia. E a resposta até então para este grande problema “é fragmentada e inadequada”, diz o relatório, e enquanto a situação piora em um ritmo muito rápido.
Qual a solução?

Apesar de não apresentar soluções definitivas para resolver o problema, o relatório aponta alguns caminhos que podem ser traçados. Entre eles: mudanças na regulamentação governamental (que hoje não incentiva a redução de resíduos), maior protagonismo por parte das empresas (que devem investir em tecnologias para melhor adequação entre oferta e demanda) e a criação de um rótulo ecológico. Sobre este último item, o relatório explica que deveria ser criado algo semelhante às campanhas de comércio justo para incentivar os clientes a comprarem de empresas comprometidas com a redução do desperdício.

Só não espere que apenas um grupo seja responsável pela reversão deste caminho de desperdício que o mundo traça hoje. “Um avanço real exigirá compromisso e ação coordenada de consumidores, governos, ONGs, agricultores e empresas”, ressalta o documento.
Situação no Brasil

Recentemente, a Associação Brasileira de Supermercados (Abras), na capital paulista, divulgou um levantamento onde afirma que os supermercados brasileiros desperdiçaram, em 2017, o equivalente a R$ 3,9 bilhões de alimentos. E pasmem: o número representa uma queda em relação a 2016. Por aqui, a maior parte das perdas ocorre no processo de manuseio e transporte dos alimentos.

*Por Márcia Sousa

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*Fonte: ciclovivo

As mentiras da personalidade são um fardo muito pesado para a essência, para a alma

“Nenhum relacionamento pode crescer se você continuar evitando se expor. Se você continuar sendo astuto, erguendo salvaguardas, se protegendo, só as personalidades se encontrarão e os centros essenciais continuarão sozinhos. Só a sua máscara estará se relacionando, não você.

Sempre que algo assim acontece, existem quatro pessoas no relacionamento, não duas. Duas pessoas falsas continuam se encontrando, e duas pessoas verdadeiras continuam separadas uma da outra.

Existe um risco. Se você for verdadeiro, ninguém sabe se esse relacionamento será capaz de compreender a verdade, a autenticidade; se esse relacionamento será forte o suficiente para vencer a tempestade.

Existe um risco, e, por causa dele, as pessoas continuam se protegendo. Elas dizem o que deve ser dito, fazem o que deve ser feito. O amor se torna algo como um dever. Mas assim a realidade continua faminta, e a essência não é alimentada, e vai ficando cada vez mais triste.

As mentiras da personalidade são um fardo muito pesado para a essência, para a alma. O risco é real, e não existem garantias, mas eu lhe digo que o risco vale a pena.

No máximo, o relacionamento pode acabar. Mas é melhor se separar e ser verdadeiro do que ser falso e viver com outra pessoa, pois esse relacionamento nunca será gratificante. As bênçãos nunca recairão sobre vocês. Você continuará faminto e sedento, e você continuará se arrastando pela vida, só esperando que algum milagre aconteça.

Para que o milagre aconteça, você precisa fazer alguma coisa: comece sendo verdadeiro, com risco de que o relacionamento não possa ser forte o bastante para resistir a isso. A verdade pode ser dura demais, insuportável, mas nesse caso o relacionamento não vale a pena. Por isso é preciso passar pelo teste.

Depois que for verdadeiro, todo o restante se torna possível. Se você for falso — só uma fachada, uma coisa artificial, um rosto, uma máscara — nada é possível. Porque com o falso, só o falso acontece; com o verdadeiro, só a verdade. “

*Por Osho

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*Fonte: revistapazes

Conheça 6 “falhas de projeto” do corpo humano

Por mais que os gregos acreditassem que somos matematicamente perfeitos, as coisas não funcionam bem dessa maneira. Nosso corpo evoluiu durante muito tempo para chegar ao ponto atual, mas o processo ainda continua.

Todos os objetos que utilizamos no dia a dia foram criados considerando nossas limitações físicas, por isso podemos achar que não existe espaço para aperfeiçoamento. Não que isso seja a coisa mais simples e rápida de se fazer, mas o Nautillus listou 6 “falhas” no nosso projeto e como poderíamos otimizar esses pontos (quando viável):

1. Coluna torta

Quando passamos a andar sobre duas pernas, nossa coluna vertebral precisou se adaptar. Com a locomoção utilizando quatro membros, ela funcionava como um arco, suspendendo de forma eficaz os órgãos internos. Com o tempo, a nossa postura passou a ser ereta, comprimindo a coluna e forçando-a a adquirir um formato irregular atual, para absorver melhor os esforços gerados pela nova posição de deslocamento.

Levando em conta a eficiência, seria melhor andar novamente em quatro membros, de modo que ela funcionasse novamente como um arco único, mas acreditamos que um pouco de dor nas costas seja um preço baixo a se pagar para andar sobre duas pernas.

2. Joelho travado

Por mais incrível que nossa anatomia seja, possuímos diversos pontos extremamente frágeis que, se atingidos da maneira incorreta, podem causar grandes problemas. Um belo exemplo disso é o nosso joelho, um dos principais responsáveis pela nossa capacidade de andar. Sua flexibilidade para frente e para trás é incrível, tornando a realização de corridas e saltos algo trivial, mas qualquer pancada mais forte na lateral pode acabar com essa mobilidade.

A melhor forma de aperfeiçoar essa junta tão importante seria utilizando o mesmo tipo de ligação que existe no nosso ombro. Com isso os, movimentos estariam liberados em todas as direções, e talvez surgisse uma nova modalidade olímpica: corrida lateral.

3. Testículos muito expostos

Todo homem, pelo menos em uma oportunidade, já sofreu um impacto em áreas não recomendáveis e teve sua vida passando como um filme, enquanto sentia a dor paralisante. Manter um órgão tão sensível e importante pendurado é uma falha grave de projeto, mas qual seria a solução?

Apesar de parecer incoerente, segundo o psicólogo evolucionista Gordon Gallup, da Universidade Estadual de Nova York, o distanciamento dos testículos é necessário para que eles consigam permanecer aproximadamente 1,5 °C mais frios que a temperatura do corpo humano. Isso faz com que os espermatozoides sigam inativos, até que entrem em contato com o interior da vagina e deem início ao processo de fertilização do óvulo.

A solução, segundo Gallup, seria equalizar a temperatura dos espermatozoides com a do corpo humano, mas aumentar a da vagina, passando para ela a função de ativar as células reprodutivas.

4. Dentes demais

Ao mesmo tempo que um cérebro maior fez com que aprendêssemos a cozinhar, o espaço para os dentes foi diminuindo cada vez mais. Por isso, é muito comum a retirada do siso, ou “dente do juízo”, já que não temos necessidade de mastigar alimentos tão duros quanto antigamente.

Essa já é uma atualização em andamento, pois atualmente 25% das pessoas nascem sem eles. Nosso desenvolvimento científico também tornou a extração deles bem simples – relativamente –, quando necessário. Parece que o cérebro saiu ganhando nessa.

5. Caixa de som reposicionada

As aberturas da traqueia, responsável pela respiração, e do esôfago, encarregado da alimentação, se encontram próximo da nossa boca. Para evitar acidentes, que às vezes são inevitáveis, existe a epiglote. Ela é responsável por fechar o canal da respiração enquanto estamos comendo ou bebendo, cumprindo seu papel com primor e de forma automática, na maioria das vezes.

Uma alternativa seria alterar o sistema para funcionar como nas baleias, onde a laringe termina em um buraco na cabeça. O pequeno detalhe é que perderíamos a capacidade de falar, então esse é um upgrade que ainda precisa de aprimoramentos.

6. Cérebro mal-otimizado

Nosso cérebro pode se adaptar aos mais diversos tipos de situações e traumas com uma flexibilidade invejável. Mas, segundo o psicólogo Gary Marcus, ao mesmo tempo que novas funções foram adicionadas, as antigas não foram otimizadas, pois precisavam se manter ativas durante o processo de evolução. Isso criou soluções alternativas que, segundo ele, podem ser associadas a um ambiente de trabalho disfuncional.

Nesse panorama, os jovens (prosencéfalos) lidariam com as tecnologias inovadoras, como a linguagem, enquanto a velha guarda (o mesencéfalo e o rombencéfalo) supervisionaria a memória institucional, além da caixa de fusíveis no porão. Essa “diferença de gerações” seria a causa de problemas como depressão, loucura e memórias não confiáveis. E ele não tem uma sugestão de melhorias para isso.

 

 

 

 

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*Fonte: megacurioso

A sociedade corrupta que reclama da corrupção

O assunto político tem tomado grandes proporções ultimamente. As mídias sociais estão repletas de revoltas contra os políticos em geral e afirmações extremas sobre os mesmos, o ódio contra a corrupção que afeta a população é mais do que aceitável, é necessário. As páginas nas redes sociais pedindo impeachment (mesmo que escrito errado) da presidente e esbravejando contra a corrupção dos poderosos ganham milhares e milhares de seguidores todos os dias e defensores mais que calorosos. Pessoas que votaram em um candidato se sentem superiores e adoram gritar aos quatro ventos que não colaboraram com o caos regrado à corrupção que temos vivido atualmente. Será?

Quando nos perguntamos o porquê de ser praticamente impossível encontrar um candidato com a ficha limpa bem posicionado no Brasil, dificilmente obtemos respostas. O problema em geral está na população. É isso aí, somos nós mesmos, que não apenas tememos o desconhecido como colaboramos diretamente para a corrupção geral.

Sabe aquele dinheiro que você, mesmo vendo o rapaz derrubar, botou no bolso correndo antes que ele percebesse que caiu? Aquele dinheiro que, ao dar o troco, o atendente do supermercado te passou sobrando e você manteve silêncio e se sentiu satisfeito, sortudo? Àquele produto que você comprou baratinho mesmo desconfiando que era roubado, àquela prestação que você espera “caducar” no sistema de proteção de crédito e não pretende pagar nunca? E aquele dia que você fingiu estar dormindo no banco colorido do ônibus para não precisar ceder o lugar para a gestante ou o idoso que entrou? Você entrou pelas portas traseiras do ônibus se sentindo o maioral e ainda é cheio de desculpas? Pois é. Sabia que os políticos corruptos também inventam um monte de desculpas para justificar seus atos? Você é tão corrupto e egoísta quanto os odiosos políticos que você acusa com tanto ardor.

Você sai por ai, esbravejando contra todos e se sentindo vítima da corrupção que você mesmo alimenta, mas está sempre tentando levar vantagem em tudo. A diferença entre você e os nossos políticos é que você tem menos poder. Do contrário, seria mais um se divertindo com o dinheiro público. Se você aproveita todas as oportunidades, mesmo que incorretas, para se dar bem nas situações, comece a pensar em suas atitudes antes de sair acusando por aí. Vamos aprimorar nosso próprio caráter para garantir melhores pessoas no poder futuramente, a começar por nós mesmos?

*Por Jannine Dias

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*Fonte: provocacoesfilosoficas

Casa inclina e gira de acordo com os movimentos de quem estiver nela

Os artistas Alex Schweder e Ward Shelley decidiram criar um conceito totalmente inusitado de residência, e o resultado desse trabalho é uma casa totalmente funcional, conhecida como ReActor, e que se mexe conforme os movimentos das pessoas em seu interior, podendo ficar mais inclinada ou girar.

A estrutura é pequena, mede 12,8m por 2,4m e é feita toda de concreto. A ideia é que a casa se mexa tanto pela movimentação interna quanto por interferências externas, como ventos fortes, que podem fazer tanto com que ela gire quanto que se incline.

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*Fonte: megacurioso

Cerro do Baú – (Venâncio Aires – RS)

Com o inverno indo embora e já dando o recado de que a nova estação e também junto dias de calor estão vindo por aí, a primavera já começou em bom estilo.

O meu dia já começou bem cedo com um rolê de moto no asfalto no começo da manhã, junto com o meu amigo Pretto, mas esse não vai ser o assunto deste post aqui agora. O tema é outro e o caminho também.

Há tempos que quero voltar até o cerro do Baú. No meu tempo de adolescência a minha turma curtia fazer algumas aventuras por lá. Acampávamos ou então apenas passávamos a tarde na função de ir de moto até o pé do morro e depois subir, fazendo tipo uma “escalada” se agarrando em pedras e raízes (nada de subir pela estradinha que dá a volta por trás do morro e chega perto do topo), na-na-nina-não. Naquela época a coisa era roots e fazíamos questão de subir na braçada mesmo. E vou te dizer, a subida sempre foi íngreme e perigosa como dá ainda para perceber no local, se for realizada hoje em dia. Vá lá e confira o que estou dizendo – vão me entender! Capicce!? E tem mais, arrisco dizer, pelo que pude notar, de naquela época a coisa era ainda mais intensa e perigosa, porque o mato era bem mais fechado, não limpo e ajeitado como atualmente. Mas enfim, isso também é uma outra história.

O Cerro do Baú fica aqui no interior da minha cidade, linah Tangerinas, em Venâncio Aires / RS, que não fica muito longe do centro da cidade. A aérea de terra inclusive pertence ao Marcolino Coutinho, que inclusive é pai de um de meus chefes. Nesses últimos anos ele se empenhou em ajeitar o topo do morro, sua propriedade, justamente para essa finalidade de receber visitantes que possam curtir e admirar a bela vista do local. Um belo gesto.

Marquei na moto hoje a distância de 30 km nessa trip de deslocamento de ida e volta, portanto, do centro da cidade até lá é tipo uns 15km. Cabe dizer, em estrada de chão. Saí na tardinha, já era passado das 17hs, foi proposital, é que esperei o sol dar uma diminuída e assim facilitar as coisas numa estrada de chão e com muito poeira um dia de forte calor. Me lembrava vagamente do caminho, então fui meio que na intuição mesmo no começo do trajeto. Deu certo. Logo depois começaram surgir algumas placas de indicação do local junto as margens da estrada, cruzamentos e pontos específicos – boa! Isso aliás, foi bem providencial, facilitou bastante a empreitada. Grato mais uma vez ao Marcolino, que pensou e agiu bem em divulgar o local, mais uma vez fazendo um belo “gol de placa”. Já que cabe mencionar de que as estradas aqui no interior de Venâncio Aires, são muito MAL SINALIZADAS – que conste em ata. Fica aqui a dica e a reclamação.

Cheguei no local ao pé do morro e claro não iria escalar como outrora, hoje sim subi só de boas e pelo caminho oficial de se chegar até o topo, que é pela tal estradinha que dá a volta no morro e se chega por trás (está sinalizada – é o caminho oficial agora). Uma subida legal, interessante e bem boa de se fazer de moto (chegou a me fazer lembrar dos bons tempos de trilheiro – subir hoje em dia ali “no gás”com a minha antiga moto seria muito bom! – mas deixa prá lá).

Chego no topo e claro encontro um local bem diferente do que eu tinha em minha memória. Tudo agora ajeitado, o mato foi limpo, tem vários espaços amplos sem árvores, um banheiro, sinalização, enfim, um local muito bom para se visitar. E daí vem o principal, a vista que se tem lá de cima da cidade, é incrível. Sem dúvida valeu toda essa empreitada. Deixo a moto e trato de caminhar pelo o local. Reconheço imediatamente por onde subíamos no passado, naquela aventura toda que fazíamos e olha que é coisa de dezenas de anos atrás isso! Também me lembrei do local em que naquela época acampamos e mesmo que nem esperava por isso, foi bom o sentimento de nostalgia que me ocorreu. Dou uma boa caminhada pelo local, vou até borda, faço algumas fotos, subo e desço aqui e ali, paro para curtir a paisagem. Até cheguei a entrar pelo o mato, mas isso fica para um outro dia. Já estava começando a escurecer. Cabe ainda dizer que em todo esse tempo estive sozinho por lá, não vi ou sequer apareceu mais alguém.

Ainda dei mais algumas voltas pelo outro lado do morro, mas daí já de moto. Resolvi voltar para casa, já tinha me dado por satisfeito. encontrei o lugar, gostei e com certeza irei voltar em breve, daí com mais tempo e levando alguns amigos.

Um sábado diferente, uma trip off-road curta mas bem interessante. Aliás, sempre menciono de que não é a distância percorrida que faz a viagem ser interessante, boa ou ruim, é simplesmente o quanto tu “aproveita ou curte” a empreitada, que sim determina se foi boa ou não. O resto é balela e coisa de gente gabola.

Fica então a dica para quem não conhece ainda o local, vale uma visita.

Thanks mais uma vez por esse ótimo dia.

 

*Abaixo como de costume, algumas imgs em sequência do trajeto dessa função toda:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

The Black Crowes – My Morning Song

Outra dos caras, não aguentei, sexta-feira dia de rock bebê!
Já que este blog paga pau diretaço para The Black Crowes, aqui então uma da banda no auge, num de seus melhores momentos, comendo pelas beiradas quando todo mundo estava de olho no grunge (que eu tbém gosto) e naquela tal Guns & Roses, o rock’n rol de verdade estava aqui. Tem guita slide, tem o mojo do blues, tem muita gana & atitude, tem tudo que uma boa banda precisa e ainda sobra prá janta de domingo. PQP!

Boa sexta para todos vocês!

*Ah! E se por ventura for realmente escutar esse som, já sabe… Aumenta o som, deixa rolar e pau na máquina.

Sofomaníaco: indivíduo estúpido que se acha extremamente inteligente

Muitos indivíduos não têm o conhecimento necessário para opinar com propriedade sobre um fato e, mesmo assim, opinam, inclusive não aceitando que ninguém os contrarie.

Há dias, deparei-me com esse conceito, que eu desconhecia. De início, refleti sobre mim mesmo, para ver se eu não me encaixava como exemplo, mas percebi que tento conhecer bem minhas limitações intelectuais. Então, comecei a procurar exemplos de sofomaníacos por aí e, obviamente, constatei que as redes sociais estão lotadas deles.

A palavra “estúpido” possui muitos significados, mas, nesse caso, conclui-se o mais adequado é tomá-la como sinônimo de “ignorante”, referindo-se a indivíduos que não têm o conhecimento necessário para opinar com propriedade sobre um fato e, mesmo assim, opinam. E o fazem se baseando em juízos de valor, em achismos, sem se aprofundarem sobre aquilo que se discute.

Hoje, assistimos a muitos embates entre grupos com ideologias diferentes, nas redes sociais principalmente, no que diz respeito a assuntos vários, relacionados à política, à religião, à sexualidade, aos governos, a relacionamentos, entre tantos outros. Qualquer questão minimamente crítica inicia uma avalanche de comentários e de postagens, muitas vezes agressivas, pois cada lado quer que seu ponto de vista vença, mesmo que por meio de argumentos pífios.

Comum, nesse contexto, proliferarem as notícias falsas – fake news -, que, muitas vezes, denigrem a imagem de alguém que esteja na berlinda naquele momento, através de inverdades, de fatos mentirosos, de calúnia e difamação.

Isso porque a internet parece uma terra de ninguém, ou melhor, parecia, porque, recentemente, muitos processos estão sendo movidos e causas vêm sendo ganhas, em favor de quem vê sua reputação manchada por fofocas infundáveis. No entanto, calúnias virtuais não estão mais circulando livremente impunes.

Cada um tem o direito de pensar o que quiser, porém, quando os pensamentos vão parar em registros virtuais, há necessidade de moderação e um mínimo de educação. Da mesma forma, não cabem, em pleno novo milênio, posturas extremistas, preconceituosas, que incitam ao retrocesso, após tanta luta para a conquista dos avanços que já se firmaram.

Ninguém é obrigado a gostar, a concordar, mas respeito é fundamental, sim, e imprescindível. Caso a pessoa exponha opiniões publicamente, terá que saber assistir a muita gente contrariando suas ideias, pensando exatamente o contrário, e isso não deve levá-la a agredir estupidamente, em vez de argumentar.

É preciso ter a consciência de que nada apaga o que se posta na internet, ou seja, assim como se deve proceder na vida, é necessário debater muita cautela, pesar bem as palavras antes de digitar em frente ao computador. Ou isso, ou encarar gente esbravejando, ou até mesmo abrindo processos judiciais. Tudo indica, ultimamente, que não haverá mais impunidade para os arrogantes que disseminam ódio e difamação pelas redes sociais. E isso é bom demais da conta.

*Por Marcel Camargo

 

 

 

 

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*Fonte: psicologiadobrasil

Um em cada dois brasileiros não se exercita o suficiente, diz OMS

Estudo Organização Mundial de Saúde (OMS) divulgado nesta terça-feira confirma que o brasileiro – apesar do fenômeno das “musas fitness” e da rápida expansão das academias nas médias e grandes cidades – se exercita menos do que deveria.

O levantamento, feito com dados coletados nos últimos 15 anos, revela que praticamente uma em cada duas pessoas em idade adulta (47%) no país não pratica atividades físicas suficientemente.

Entre as mulheres, a ociosidade é ainda maior que a média, 53,3%, enquanto a prevalência de inatividade entre os homens é de 40.4%.

No mundo todo, 1,4 bilhão de pessoas que correm risco de saúde por causa da ociosidade, que pode aumentar a propensão ao desenvolvimento de doenças cardiovasculares, por exemplo, diabetes do tipo 2, demência e de alguns tipos de câncer.

Para chegar à estimativa, o órgão da ONU computou dados de 168 países e revisou 358 pesquisas populacionais feitas entre 2001 e 2016, sondando 1,9 milhão de pessoas.

No contexto global, o Brasil se encontra no grupo de países onde há maior ociosidade, superando nações como os Estados Unidos (40%), o Reino Unido (36%).

O estudo define como “atividade física insuficiente” o descumprimento da recomendação padrão da OMS, que aconselha que seja praticado pelo menos duas horas e meia de esforço moderado por semana ou 75 minutos de atividade intensa.

Em nível mundial, a falta de exercícios é um mal que atinge 32% das mulheres e 23% dos homens adultos.

Essa discrepância entre os sexos é um problema cultural, segundo os médicos da OMS, e revela uma questão de desigualdade. “Mulheres enfrentam mais barreiras sociais e culturais para participar de atividades físicas, particularmente nas horas de lazer”, afirma Melody Ding, da Universidade de Sydney, na Austrália, coautora do estudo.

As tendências foram organizadas por regiões e, no caso da América Latina e Caribe, o estudo concluiu que houve uma piora significativa no intervalo de 15 anos pesquisado.

De 2001 a 2016, a parcela ociosa da população saltou de 33,4% para 39,1%.

A Oceania, onde apenas 16,3% da população se exercita pouco, foi a região mais bem colocada. Só foi registrada melhora, contudo, no leste e sudeste da Ásia, onde a proporção de pessoas inativas caiu de 26% em 2001 para 17% 15 anos depois. A boa notícia se deve principalmente à popularização do hábito de se exercitar entre os chineses.

Os países ocidentais ricos, de maneira geral, apresentaram piora nos níveis de sedentarismo, que passou de 30,9% em 2001 para 36,8% em 2016.

Inatividade física e dinâmica de desenvolvimento

“Diferentemente de outros grandes riscos à saúde, os níveis insuficientes de atividade física não estão diminuindo mundialmente. Na média, um quarto dos adultos não está alcançando os níveis de atividade física recomendados para uma boa saúde”, alertou a principal autora do estudo, a médica Regina Guthold.

Citado no estudo da OMS, o pesquisador brasileiro e reitor da Universidade Federal de Pelotas, Pedro Hallal, acredita que o conceito de “atividade física insuficiente” não é a melhor forma de tentar expressar o nível de ociosidade física em uma determinada população.

Ele avalia que o mais correto seria falar em “inatividade física”, e questiona as conclusões do estudo, que classifica como redundantes quando confrontados com levantamentos anteriores feitos pelo professor James F. Sallis, da Universidade da Califórnia em San Diego.

Hallal reconhece, porém, que o documento da OMS tem o mérito de destacar que “efetivamente não estamos conseguindo lidar com a pandemia de inatividade física”.

“A população não está se tornando mais ativa com o passar do tempo, e isso é extremamente preocupante, ainda mais pelo fato de que 5,3 milhões de mortes por ano no mundo são causadas pela inatividade física”, disse à BBC News Brasil, citando estudo de I-Min Lee, de Harvard, publicado na revista The Lancet em 2012.

O pesquisador gaúcho observa que há um contraste entre países muito pobres e ricos. Nos primeiros, os indivíduos são fisicamente ativos em suas tarefas diárias, fazendo deslocamentos a pé ou de bicicleta para o trabalho e se engajando em tarefas domésticas intensas.

Já em boa parte dos países mais desenvolvidos, os hábitos de transporte estão relacionados ao uso de veículos motorizados e o trabalho não envolve esforço. Isso leva a uma situação de sedentarismo que, se não for compensada com a prática de esportes, resulta em problemas de saúde.

“Quando os países começam a se desenvolver, essas atividades físicas que são mais obrigatórias do que voluntárias diminuem, e permanece apenas a atividade física de lazer. Acontece que a atividade de lazer ainda é procurada por muito pouca gente no mundo”, diz.

“Por isso a tendência é que esses dados piorem ao longo dos anos, porque, quando as pessoas dos países pobres começarem a ter mais recursos financeiros, elas vão sair da ocupação que exige atividade”.

Hallal pondera, porém, que elas não adotarão necessariamente a prática da atividade recreacional se não houver um incentivo a isso.

Políticas públicas e norma cultural

A OMS teme que o objetivo global de reduzir os níveis de inatividade em 10% até 2025 não será atingido se novas medidas não forem implementadas – políticas públicas para a promoção de atividade física regular, por exemplo, que impulsionem mudanças de hábitos.

“A gente precisa que a população incorpore a prática no seu cotidiano, e não como uma coisa pontual, só antes do verão”, diz Hallal. “Não adianta dizer: ‘eu jogo futebol com meus amigos às terças-feiras’. Isso não é ser ativo fisicamente”, critica.

“Precisamos que as pessoas incorporem o hábito de fazer atividade regularmente. Esse é o grande desafio da população brasileira nesse sentido. As grandes medidas que têm eficácia para aumentar o nível de atividade física são estruturais e ambientais”, afirma o reitor.

A construção de parques, academias populares, calçadões de orla e ciclovias são alguns exemplos de políticas públicas citados por Hallal como medidas que comprovadamente trazem resultados.

“Não vamos resolver o problema da inatividade física com academias privadas. Isso vai melhorar a vida dos 5% mais ricos da população. Para atingir os 95% restantes, precisamos mesmo é de políticas coletivas, especialmente as que atingem a questão do meio em que vivemos”.

A brasileira Fabiana Rodrigues de Sousa Mast, doutora em ciências esportivas pela Universidade de Basileia, pesquisou o uso desse tipo de infraestrutura pelas mulheres na comunidade da Cidade de Deus no Rio de Janeiro.

Ela concluiu que instalações públicas, ainda que em condições precárias, nitidamente favorecem uma maior prática de exercícios e melhoram a qualidade de vida da população.

“Precisamos focar em construir um ambiente, particularmente em áreas sociais vulneráveis, se quisermos atingir os níveis de atividade física necessários para conquistar indicadores de saúde desejáveis”, diz Sousa Mast.

“Quando falamos da promoção de atividade física na esfera global, falamos de política pública e de norma cultural. É como no caso de Amsterdã, por exemplo. Hoje a norma cultural em Amsterdã é andar de bicicleta. No dia que a gente chegar a um estágio onde a atividade está incorporada na rotina, o problema já vai ter diminuído consideravelmente”, conclui Hallal.

*Por Marina Wentzel

 

 

 

 

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*Fonte: bbc/brasil

Estudo determina que viajar produz mais felicidade do que se casar e ter filhos

Estudo determina que viajar produz mais felicidade do que se casar e ter filhos

Quantas vezes você foi tentado a deixar tudo, pegar sua mala e ir embora? Certamente você já foi tão sobrecarregado que só conseguia se acalmar imaginando-se ao lado da praia ou em uma floresta em frente a uma fogueira. Viajar é fugir da rotina e se encontrar na estrada.

Para muitos, o sonho da vida é viajar pelo mundo; para os outros, encontrar o amor da sua vida e ter filhos. Mas temos que informá-lo que um estudo no portal Booking garante que viajar produz mais felicidade do que se casar e formar uma família.

O que você prefere: casar, ter um filho ou viajar?

A reserva realizou um levantamento rápido de 18 mil habitantes de diferentes países. A maioria dos participantes concordou que as lembranças de suas aventuras e o planejamento da próxima fuga trazem mais felicidade do que qualquer outra coisa.

Uma porcentagem maior do que a média prefere viajar

55% dos participantes preferem ir de viagem do que se casar; no dia, 27 % prefere encontrar seu parceiro sentimental e ter um emprego estável; finalmente, 18 prefere que ele tenha um filho.

Viajar significa viver novas experiências e belos momentos

Esta pesquisa também descobriu que as pessoas preferem investir seu dinheiro em experiências em vez de itens materiais, de jóias, carros, gadgets a uma casa. Talvez a ideia de se instalar possa esperar, o jovem quer viver o momento.

Então, para planejar o próximo destino!

A felicidade é fomentada pela sede de conhecer e explorar novos lugares; Além disso, você sempre pode fazer isso com amigos, com um parceiro e até com crianças. Você realmente não tem que escolher entre um e outro. Mas se você está procurando por alegria e emoções, escolha um destino e imagine-se aproveitando suas próximas férias.

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*Fonte: revistapazes