Não confunda

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Estudo revela porque as mulheres inteligentes não conseguem se relacionar

A inteligência de uma mulher atrai os homens? Provavelmente uma grande parte dos homens diria que sim, claro. Entretanto, se perguntássemos às mulheres, muitas responderiam justamente o contrário. E curiosamente os dois teriam razão, segundo um artigo publicado em 2015 na revista Personality and Social Psychology Bulletin.

Lora Park, psicóloga social da Universidade de Buffalo (Estado de Nova York), e seus colegas Ariana Young e Paul Eastwick realizaram diversas pesquisas para comprovar o que acontece com os homens quando estão com uma mulher que parece ser mais inteligente que eles. Num primeiro experimento, pediram que avaliassem uma garota hipoteticamente mais preparada e habilidosa em matemática e em inglês.

Todos eles qualificaram a moça como um par romântico desejável em longo prazo. Até aqui tudo bem, essa era a teoria. Mas e na prática? Para responder, os pesquisadores criaram diversas situações em que as pessoas competiam entre elas. Quando uma garota demonstrava ser mais inteligente que os rapazes, “num passe de mágica” ela deixava de ser tão atrativa aos olhos deles.

E, inclusive, os garotos chegavam a reconhecer que se sentiam inseguros na frente dela. A conclusão do estudo acima, portanto, poderia ser resumida em uma ideia: teoricamente a inteligência da mulher atrai os homens, mas na prática e em distâncias curtas lhes causa insegurança (obviamente, sempre há exceções).

Pesquisas acadêmicas à parte, é provável que você conheça mulheres que considerem que a inteligência foi uma barreira na hora de encontrar parceiro e manter uma relação bem sucedida.

Também é possível que você conheça homens que apoiam as carreiras profissionais das suas parceiras e se sintam muito orgulhosos da sua inteligência. De acordo, qualquer generalização é incorreta. Mas, dito tudo isto, ainda hoje persiste uma parcela de homens que ficam inseguros ou que sentem sua masculinidade questionada quando estão diante de uma mulher brilhante.

Talvez esse resultado dependa da autoestima e da maturidade de cada um, mas vale a pena levá-lo conta para saber como agir e administrar as solidões e as possíveis frustrações.

Necessitamo-nos mutuamente. Tanto é que uma das chaves para o sucesso profissional de uma mulher (e de um homem) é ter um bom cônjuge, segundo Sheryl Sandberg, diretora financeira do Facebook.

De fato, das 28 mulheres que já foram diretoras-gerais de alguma empresa da lista Fortune 500, 26 são casadas, uma divorciada, e uma é solteira. Mas as mudanças da sociedade são tão profundas que também estão afetando as dinâmicas entre o homem e a mulher, o que nos obriga a administrar novos medos, disfarçados de outro modo. E para poder combatê-los bem é necessário melhorar o autoconhecimento a fim de ganhar confiança e segurança em si mesmo(a), e não pelo que o outro faça ou diga.

Também é importante educar em inteligência emocional desde a infância, de forma que tanto os homens como as mulheres possam se preparar para os novos papéis sociais que irão viver. E, obviamente, precisamos abrir novos diálogos dentro dos casais para encontrar os pontos de conexão e de colaboração, e não os de competição. Só assim aprenderemos a superar as dificuldades que todos e todas nós enfrentamos.

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*Fonte: portalraizes / ElPais

Deseducar Para Controlar

Nestes dias tão conturbados em que presenciamos e vivemos cataclismos políticos e sociais tão evidentes, a figura do autômato descrita pelo Filósofo e Historiador Alemão Walter Benjamin me veem a cabeça. Em seu texto Conceitos Sobre História, assim ele descreve este ser: “Conhecemos a história de um autômato construído de tal modo que podia responder a cada lance de um jogador de xadrez com um contra lance, que lhe assegurava a vitória. Um fantoche vestido à turca, com um narguilé na boca, sentava-se diante do tabuleiro, colocado numa grande mesa. Um sistema de espelhos criava a ilusão de que a mesa era totalmente visível, em todos os seus pormenores. Na realidade, um anão corcunda se escondia nela, um mestre no xadrez, que dirigia com cordéis a mão do fantoche.”

O que de certa forma exprime a ideia contida no detalhamento da figura de um autômato fantoche, deixa mais do que claro as nuances da situação brasileira atual. Vivemos como uma população robotizada, passando por falsas transformações que ocultam uma continuidade de engrenagens de poder que se perpetuam desde a formação do país enquanto nação. Tal qual o jogo de xadrez evidenciada pelo pensador alemão, nossas jogadas são de cartas marcadas. Embora as peças sejam diferentes ao longo dos anos, nossa política, graças aos mecanismos de continuísmos, garante a perpetuação de uma série de privilégios, meandros e costumes arraigados no seu cerne.

Passando pelo período colonial, ao grito do Ipiranga dado por um Nobre Português com Disenteria proclamando a independência; da pompa do Período Imperial, vicejando a república velha e seu voto de cabresto; do (velho) Estado novo de Getúlio Vargas; da ditadura de uma noite sombria que durou 21 anos; até estes dias de tresloucada de uma incongruente democracia republicana empedernida: mudaram-se sistemas de governo, pessoas, políticos, economia e os pormenores do tempo, mas algo conseguiu manter-se como permanência em todas estas épocas.

Hábitos, costumes e uma certa cultura política e educacional calcada no uso do estado, da nação e de todos os seus dispositivos para perpetuação de um Modus Operandi voltada para o ego individualista, onde poucos se beneficiam com as mazelas da maioria, onde se deveria existir ações e pensamentos voltados para o bem-estar de todos, há o movimento contrário. Pelo sucesso individual, baseado na desgraça geral.

Instituições, empresas, órgãos públicos e privados, e a própria população são imbuídas de uma crença onde apenas o seu interesse deve ser o primordial para que seus objetivos, metas e satisfação enquanto cidadão sejam supridos. Indo por este caminho, ocorre a cegueira geral de que o bem-estar e a empatia pelo outro é desnecessária. Onde todos têm o mínimo de suas necessidades de vida, consumo, lazer, segurança, saúde e educação, a existência da sociedade e seu desenvolvimento atinge todas as expectativas e estabilidade para que aqueles pertencentes a ela se sintam aplacados e satisfeitos em sua condição existencial.

E então fica a pergunta de por que aqueles que detêm o poder não fazem as mudanças preconizando e dando prioridade a estas questões? Oras, pelo mesmo motivo que muitos tentam fraldar a bolsa de valores, enganar o arbitro em alguma competição esportiva, praticar bullying, e por aí vai; a resposta final é o ganho individual em detrimento do interesse coletivo.

É nisto que reside a realidade concreta do Brasil, uma população a mercê de ilusões criadas por uma política que mesmo mudando suas jogadas e modelo, consegue perpetuar processos e atingir os mesmíssimos resultados, não importando se a partida e o sistema forem diferentes. O resultado sempre será o mesmo, ludibriando e dando a falsa ilusão daqueles que estão envolvidos no jogo, que podem conseguir uma vitória quando uma nova partida se inicia.

Ardilosa armadilha criada pelo Estabilishment desde os primórdios da nação brasileira, ele é tão eficiente por não depender de modelo político, econômico ou social: ele se mantém entranhado nos hábitos culturais bem como nos mecanismos da indução de pensamento e influência dos costumes. É a arma perfeita nas mãos do Status Quo, pois venceu e vence suas batalhas sem dar sequer um tiro.

Para que as mudanças que não mudem tenham sua continuidade, ocorre então a necessidade de ferramentas visando manter toda esta penúria, e o meio de alcançar estas metas é o sucateamento da educação brasileira. Vamos sendo criados de modo que a imensa maioria não perceba que está sendo iludida nos joguetes do poder, e aqueles que sabem como funciona isso tudo entram num processo de conformismo com a situação.

Não existiu até hoje um verdadeiro plano de reforma educacional esclarecedora, primando pelo efetivo ensino que consiga quebrar com estas correntes de um nocivo controle das vontades do inconsciente e subconsciente brasileiro, não precisando aqui descrever o tenebroso projeto do Escola sem partido(sic). Hábitos e costumes tão profundamente incrustados no consciente nacional só são passíveis de mudança através da educação. Por isto, a educação brasileira permanece arcaica, pois vai de encontro aos interesses daqueles que, como o corcunda anão mestre no xadrez relatado por Walter Benjamin, tem nos políticos os fantoches de suas vontades.

Sendo assim, cada vez mais dou razão a afirmativa de Darcy Ribeiro: “A crise da educação no Brasil não é uma crise; é um projeto”.

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*Fonte: genialmentelouco / Guilherme Lima

Reciclagem de alimentos: o que pode ser feito com restos alimentícios?

Quase todo mundo já levou bronca dos pais por deixar comida no prato, um desperdício que geralmente é visto como inocente ou insignificante. Hoje em dia, porém, há uma conscientização maior de que qualquer tipo de desperdício deve ser evitado para que não haja prejuízo aos recursos naturais e ao futuro da humanidade.

Atualmente, descartar uma casca de laranja ou limão, uma casca de ovo e até restos de comida pode ser considerado um desperdício de recursos. Isso porque esses são excelentes ingredientes para a compostagem orgânica, que resulta na formação de adubo. Além disso, muitos desses itens podem ser reaproveitados para fazer receitas deliciosas, como um pudim com cascas de goiaba ou um doce de cascas de laranja.
O que pode ser feito com restos de alimentos?

A gaúcha Raquel Patro, especialista em jardinagem e paisagismo, criou seu próprio método para transformar restos de alimento em nutrientes para as plantas. Ela armazena cascas de frutas — como banana, laranja, abacaxi e mamão —, além de cascas de cebola, ovos, borra de café e outros materiais orgânicos.

Para evitar o mau cheiro do material em decomposição, a especialista expõe os restos ao sol, de modo a enxugar a água. Em seguida, ela bate todo o material em um liquidificador, processo que dá origem a uma farinha altamente nutritiva para as plantas. Segundo Raquel, esse processo preserva os nutrientes, como o potássio das cascas de banana e o cálcio das cascas de ovo.

A gaúcha armazena a farinha em uma sacola plástica, que é mantida ao abrigo da luz, do calor e da umidade, mantendo seu valor nutritivo por muito tempo. Esse composto é usado para fertilizar as plantas. Segundo Raquel, essa prática para fazer reciclagem de alimentos é muito bem vista pelas plantas, que acabam exibindo uma aparência muito melhor em relação àquelas em que o produto não é usado.
Outras formas de reciclagem de alimentos

Você sabia que cascas de laranja e limão podem ser usadas para espantar mosquitos? Para isso, basta substituir o tablete convencional do aparelho repelente por pedaços de casca dessas frutas.

Apesar de todas essas ideias, a melhor forma de se fazer a reciclagem de alimentos ainda é por meio da compostagem orgânica, processo que converte resíduos orgânicos em adubo. O procedimento consiste no armazenamento de resíduos orgânicos em uma composteira, formada por um conjunto de três caixas plásticas contínuas — sendo as duas primeiras furadas, para dar passagem ao líquido e permitir o trânsito das minhocas entre as caixas, e a terceira fechada e com uma torneirinha por onde é retirado o adubo líquido.

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*Fonte: pensamentoverde

Não faça para os outros, o que eles podem fazer sozinhos

Muitos anos atrás, em um mosteiro distante no Tibete, morava um jovem que aspirava se tornar monge.

Ele teve um grande desejo de aprender, então quando um dia seu mestre lhe disse que iriam fazer uma viagem, o jovem preparou com grande entusiasmo.

Eles caminharam por vários dias, até chegarem a uma aldeia onde vivia uma família muito humilde. Pediram acomodação e comida. A família os acolheu e compartilhou com eles tudo o que tinham. O suposto monge perguntou-lhes como eles subsistiam.

O pai disse: “Temos uma vaca que nos dá tudo o que precisamos: leite e queijo. Então, guardamos o que não consumimos para outra refeição. Assim, subsistimos.

À noite, o monge disse ao discípulo: “Aproveite o fato de todos estarem dormindo, vá ao curral e solte a vaca”.

O jovem protestou: “Como eu vou fazer isso? A vaca é a única coisa que eles têm, é o seu meio de vida! ”

O monge não disse nada, virou-se e dormiu.

O jovem passou várias horas pensando, mas, como ele respeitava muito o mestre, ele foi e soltou a vaca do curral.

O jovem ao amanhecer estava tão culpado que deixou a casa, o desencanto também impediu que ele voltasse ao mosteiro. Ele não queria mais ser monge.

Ele passou dias viajando e pensando na pobre família que ele havia deixado sem seu sustento. Propôs-se a trabalhar duro, poupar o suficiente e comprar uma vaca para compensar o dano que causou.

No entanto, as vacas eram caras, levou vários os anos até conseguir dinheiro suficiente para comprar uma vaca. Então ele voltou para a aldeia e, para sua surpresa, viu um hotel encantador onde a humilde morada costumava ser.

Ele se aproximou do homem que estava sentado na varanda e perguntou: “Com licença, onde está uma família muito humilde que tinha uma vaca e vivia aqui alguns anos atrás?”

O homem olhou para ele e disse: “Somos nós”.

Ele olhou com incredulidade e perguntou: “Mas … como vocês prosperaram tanto?”

O homem disse: “Bem, olhe, um dia, a vaca em que moramos desapareceu. No começo, estávamos muito preocupados, de como iriamos sobreviver? Então começamos a pensar.

Vimos que a nossa terra era muito boa para plantar vegetais, cultivamos um jardim que floresceu e deu frutos imediatamente.

Trocamos alguns vegetais por outros alimentos e vendemos o resto. Com o dinheiro que ganhamos, compramos gado e vendemos, e com esse dinheiro conseguimos expandir a casa e alugar quartos … Você vê, agora somos os proprietários do único hotel da cidade!

Esta história tem várias lições, uma delas refere-se ao fato de que em muitas ocasiões, a melhor ajuda que podemos dar é incentivar as pessoas a deixar sua zona de conforto.

Às vezes, devemos evitar a comiseração que convida os outros a permancerem na adversidade. Outras vezes, só o fato de ficarmos afastados também estamos ajudando.

Quando o “salvador” se torna uma vítima do “salvo”

Às vezes, quando se adota o papel de “salvador” pode ser muito prejudicial para os outros. Ajudar sem ser perguntado pode ser um erro grave porque, embora estejamos motivados por um sentimento de generosidade autêntica, estamos limitando a chances de aprender e crescer.

Isso ajuda a gerar um relacionamento de dependência em que uma das pessoas se sente tão confortável que não faz nada para melhorar.

Nessa relação, o salvador dá continuamente, até ser drenado fisicamente e psicologicamente, enquanto aquele que é salvo está limitado a aceitar.

Desta forma, cria-se um equilíbrio insalubre em que o salvador carrega um duplo peso, o dele e o da outra pessoa.

O pior de tudo é que, em muitos casos, quando o salvador tenta se livrar do peso que não corresponde, eles podem pensar nele como egoísta e não muito empático. Esse sentimento de culpa irá mantê-lo carregando o peso do outro.

Portanto, não é incomum que o “salvador” acabe se tornando vítima do “salvo”. No entanto, é uma situação em que ninguém ganha, nem mesmo a outra pessoa, porque ao impedir que ele faça um esforço estamos restringindo sua liberdade e a possibilidade de atingir grandes objetivos através de seus próprios esforços.

É essencial para não alimentar tais relações como as pessoas “salvas” se tornar passivo e, em alguns casos, até mesmo egoístas, pensando que eles têm o direito eo controle sobre seu “salvador”.

Não intervir também está ajudando

O segredo é ajudar os outros quando eles realmente precisam de ajuda e peçam por isso, não só quando eles querem isso. Em muitos casos, ter a ajuda de alguém pode ser mais fácil, mas isso não implica que seja o melhor caminho ou o que mais informa a longo prazo.

Alguém em condição vulnerável precisa da nossa ajuda, mas apenas até certo ponto. O objetivo deveria ser tentar fazer com que essa pessoa conseguisse se defender, para que ele continue caminhando com seus próprios pés.

O que nunca devemos fazer pelos outros é tirar a responsabilidade que eles têm com suas vidas. Podemos ajudá-los a carregar seu peso por um certo tempo, ou ensiná-los a usá-lo melhor, mas não podemos carregá-lo eternamente em seu lugar.

Ajudar uma pessoa não significa adotá-la para toda a vida. E isso se aplica a casais, bem como a crianças e amigos. Uma relação em desenvolvimento é aquela que nutre e enriquece, e não aquela que limita.

A validação emocional, a chave para ajudar a crescer

A chave para ajudar outras pessoas é manter um relacionamento caracterizado por presença plena e aceitação incondicional. Não se trata de virar as costas e negligenciar seus problemas, para que você os resolva como você pode, mas para validar seus sentimentos e dar incentivo.

Às vezes, um abraço, ou o simples fato de saber que alguém está lá para pegar as peças quebradas é mais que suficiente.

Isso significa que, em muitos casos, nossa ajuda será limitada a um processo de acompanhamento emocional, enquanto a pessoa toma suas decisões, compromete seus erros, os modifica e avança.

Nota: A Revista Saber Viver Mais divulga conteúdos populares de caráter, muitas vezes, não científico. Procure sempre profissionais da saúde para diagnósticos e tratamentos.

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*Fonte: sabervivermais

Sol forte e asfalto

O rolê de hoje foi mais no estilo de manutenção mesmo, fui sozinho. Fez um dia de muito calor e por aqui também é feriado de São Sebastião Mártir. Aproveitei para descansar e sair então apenas mais tarde do que de costume, só para dar uma volta, mesmo que curta. Fui até Santa Cruz do Sul, depois passando perto de Vera Cruz pela RS 412 até os fundos do Autódromo de Sta Cruz. Gosto desse trajeto. Aliás, fazia tempo que não passava por ali e agora está com o asfalto cheio de novos remendos (recentes pelo jeito). Hummm.

Ainda na ida uma caminhão boiadeiro me deu um cagaço, simplesmente me cortou a frente quando eu cruzava pelo trevo para Passo do Sobrado – F.D.P.!!!! E o desgraçado me viu, se fez de louco e meteu o caminhão – FDP! Mas sorte que estava ligado (sempre alerta nesses cruzamentos). E sim, o motorista ouviu bastante coisa de mim. E como não bastasse, logo mais adiante, uma tiazinha numa SUV me deu uma bela fechada no momento em que a estava ultrapassando, tudo só porque ela se atucanou de que mais adiante a pista dupla viraria uma pista simples, mas cara… tinha ainda um enorme espaço até isso acontecer. Dava tranquilamente para mais um carro ultrapassá-la nesse tempo, antes de de virar uma pista única. Êta atucanação. Vou te contar, cada uma! Enfim, vamu-qui-vamu e tudo OK (apesar desses cuzões de merda).

No mais tudo tranquilo, só que um calorão danado. Mas a vontade de andar de moto é maior do que tudo isso. Tenho dito.

Uma parada no autódromo, que estava vazio. E aqui digo vazio mesmo, ninguém, ao menos que eu pude perceber. Achei estranho. Mas estava aberto na parte de fora e pude dar um rolê por lá.

Depois segui segui em frente mas já pensando no trajeto de volta, dessa vez passando por dentro de Santa Cruz para uma parada estratégica para um sorvete e curtir o lugar. Aqui um porém – como é legal quando uma cidade tem essas pistas especiais para cilcistas. Acho isso muito bom. Santa Cruz tem no trajeto das redondezas do quartel. Pimba! Pontos preá cidade.

Como o acesso do Grasel está em obras/manutenção, tive de pegar um desvio pelo caminho da AABB, que aliás é uma subida bem legal (mesmo com com suas curvas fechadas e pista estreita). Depois foi só seguir o caminho de de volta prá casa.

Uma boa tarde de sol de verão, claro que de muito calor, mas pensando bem, não poderia ser diferente. Valeu mais uma vez. Grato por esses momentos e as adversidades estão aí para serem vencidas mesmo. \m/

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Cry of Love – “Diamonds & Debris” (áudio)

Sabe aquele álbum que você curte prá caralho de uma banda e que até muitas vezes já nem existe mais, não é muito conhecida ou então não porque cargas d’água não fez “aquele” sucesso todo, mas que de certa forma tem um punhado de ótimas músicas!? Pois é, esse é para mim o caso da banda Cry of Love (pqp, que nome ruim), que tem uma pegada southern rock  bacanuda, ótimos riffs, um boa cozinha (cheia de groove quando convém) e o principal, um ótimo vocalista. Aliás, cabe aqui mencionar – estou pouco me fudendo para essa coisa de curtir bandas famosas e o caralho. Tem muita banda clássica que não aguento mais escutar.

Aí está então a Cry of Love. O primeiro álbum deles fez mais sucesso, Brother (1993), mas eu particularmente já curto mais o segundo e derradeiro álbum da banda, Diamonds & Debris (1997) – talvez porque tem uma sonoridade mais lapidada. Quem sabe os anos de estrada e turnês os tenham deixados mais calejados naquela altura do campeonato.

A banda não existe mais, o excelente guitarrista Audley Feed logo depois foi convocado para fazer integrar uma de minahas bandas preferidas, The Black Crowes, gravou alguns álbuns e depois saiu.

 

*Hey! Dê uma chance aos som dos caras e escute o segundo álbum deles. Se curtir vá atrás do primeiro, Brother, que também é muito bom. Saca só os timbres de guitarra e o festival de riffs, sem esquecer da poderia das baladas. Muito bom, fica dica.

Pare de criar desculpas. A vida que você quer está em suas mãos!

Qual é a minha desculpa para não promover as mudanças que quero em minha vida?

Semana passada ganhei uma blusa da minha mãe com a seguinte frase: “What is your excuse?” E desde então a pergunta que fica na minha cabeça é essa.

Qual é a minha desculpa para não conseguir ter realizado os meus planos para o ano passado? Qual é a minha desculpa para não promover as mudanças que quero em minha vida?

Depois de pensar a respeito, vi que, no meu caso, nem é desculpa. São desculpas, no plural! E são inúmeras. Sempre busco uma justificativa para as coisas que deixo de fazer ou que não faço da maneira que deveria.

O medo muitas vezes me travou? – Sim travou!

Mas, e quantas coisas não fiz não só pelo medo, mas por preguiça, por desmotivação, por autoengano, enfim, por desculpas que eu mesmo criei?

Hoje vejo com mais clareza que muitas das minhas desculpas giram em torno de limites que só existem em minha cabeça.

Só que quando queremos algo, devemos nos esforçar para ir contra esses motivos que a nossa mente inventa e que usamos de apoio para não mudarmos.

Não existe um caminho fácil e sem riscos. Toda mudança exige da gente força de vontade, de querermos e de nos esforçarmos para tal.

Um ano novo se iniciou e com ele se renovaram as esperanças de uma vida melhor.

Mas devemos nos lembrar que nós somos os agentes de mudanças em nossas vidas.

Acredito que esse espírito de renovação e de recomeço possa ser um grande motivador para mudanças, mas não adianta somente o ano mudar.

Se continuarmos fazendo as mesmas coisas, teremos, provavelmente, os mesmos resultados.

Por isso, eu lhe convido a se questionar sobre qual é a sua desculpa (ou desculpas no plural, se você, assim como eu, já tem um arsenal delas para justificar sua falta de ação).

Após fazer esse questionamento, busque mudar a cada dia. Só realizar a cada dia. Ser bom no que você quer ser naquele dia. Pois a vida é assim. É um dia de cada vez. Não temos que adiar algo para amanhã pois o dia que temos para agir é hoje.

Um dia de cada vez, podemos fazer 365 dias melhores e um 2018 de realizações!

Assim, desejo que deixemos nossas desculpas de lado e passemos a agir em prol da vida que queremos.

Não só desejo, como deixarei as desculpas de lado, para que eu possa ser uma pessoa mais feliz e realizada.

E você? O que vai fazer com as desculpas que o impedem de ser mais feliz? Agir ou não, é uma escolha nossa!

*Por Félica Ariany

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*Fonte: osegredo

Computadores estão lendo melhor que humanos

Programas de inteligência artificial construídos pela Microsoft e por um braço da empresa chinesa de e-commerce Alibaba obtiveram nota mais alta que seres humanos em teste de leitura da universidade de Stanford (EUA).

Apesar de máquinas já terem superado humanos em jogos de xadrez e outras habilidades intelectuais, esta foi a primeira vez que os robôs mostraram melhor resultado que as pessoas em leitura. A linguagem tem maiores nuances e sutilezas que cálculos e estratégias.

No teste, os participantes humanos e máquinas devem ler um artigo simples da Wikipedia e depois responder a perguntas simples de intepretação de texto. Por exemplo, o leitor analisa uma passagem sobre a história da série de TV britânica Doctor Who, e é questionado: “qual é o nome da nave do Doctor Who?”.

A nota média dos participantes humanos foi de 82,304. O programa da Alibaba fez o teste no dia 11 de janeiro e obteve a nota 82,44, enquanto o da Microsoft o fez no dia seguinte e teve como resultado 82,650.

“Esta é a primeira vez que uma máquina mostrou melhor resultado que humanos em um teste assim”, anunciou Alibaba em uma nota nesta segunda-feira (15). Luo Si, cientista-chefe em linguagens naturais da empresa chinesa classificou o resultado como “uma grande honra”, mas também admitiu que isso pode fazer com que muitos trabalhadores percam seus empregos para máquinas.

Esta tecnologia pode ser usada para atendimento ao cliente, tours em museus e até para entrevistar pacientes sobre seus sintomas e histórico médico antes de ser examinado por um ser humano.

O programa já foi colocado em prática no Dia dos Solteiros chinês de 2017, o maior dia de compras do mundo, que acontece no em 11 de novembro. Alibaba é um dos maiores sites de venda da China, e a tecnologia foi usada para tirar dúvida de clientes.

Assim como no teste de Stanford, o programa pôde identificar questões levantadas pelos consumidores e procurar pelas respostas mais relevantes com base em documentos preparados anteriormente.

“Este tipo de teste é uma marca importante para medir quão longe estamos na jornada da Inteligência Artificial. Porém, os benefícios reais da I.A. acontecem quando são usados em harmonia com humanos”, afirmou o porta-voz da Microsoft, Adrew Pickup, à CNN.

O presidente da Rússia Vladimir Putin afirmou no último mês de setembro que quem se tornar o líder na I.A “será o soberano do mundo”. O governo da China, por sua vez, anunciou que pretende ser o líder da I.A. até 2020. O objetivo para os próximos dois anos é construir uma indústria da Inteligência Artificial chinesa com valor de US$150 bilhões.

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*Fonte: hypescience

Inteligência artificial do Google aprendeu a se tornar “altamente agressivo” em situações de estresse

O grande físico Stephen Hawking já nos alertou de que o avanço contínuo da inteligência artificial pode ser “a melhor ou a pior coisa” a acontecer com a humanidade. Para saber qual é essa pior coisa, comece assistindo O Exterminador do Futuro.

E não pense que esse é só um filme maluco muito longe da realidade.

Em testes no final do ano passado, o sistema DeepMind, a inteligência artificial (IA) do Google, demonstrou a capacidade de aprender independentemente a bater os melhores jogadores do mundo em Go, um jogo que envolve grande capacidade estratégica.

Agora, os pesquisadores têm testado sua disposição para a cooperação – e o que eles descobriram é no mínimo preocupante. Quando um agente DeepMind sente que está prestes a perder, opta por estratégias “altamente agressivas” para garantir que saia por cima.

Gathering

A equipe do Google executou 40 milhões de rodadas de um jogo de computador simples de coleta de frutas, chamado Gathering, que pedia a dois agentes DeepMind para competir um contra o outro para reunir quantas maçãs virtuais pudessem.

Os cientistas descobriram que as coisas corriam bem contanto que houvesse maçãs suficientes para ambos. Assim que as maçãs começavam a diminuir em quantidade, os dois agentes se tornavam agressivos, usando raios laser para expulsar o oponente do jogo e roubar todas as maçãs.

Você pode assistir a uma simulação do Gathering abaixo, com os agentes DeepMind em azul e vermelho, as maçãs virtuais em verde e os raios laser em amarelo:

 

Quanto mais complexo, mais agressivo

Curiosamente, se um agente acertava seu adversário com sucesso usando um raio laser, nenhuma recompensa era dada. Ele simplesmente conseguia tirar o oponente do jogo por um período definido, o que permitia que coletasse mais maçãs.

Se os agentes não usassem os raios laser, poderiam teoricamente acabar com quantidades iguais de maçãs, que é o que as versões “menos inteligentes” de DeepMind optaram por fazer.

Já quando a equipe do Google testou formas mais complexas da IA, sabotagem, ganância e agressão entraram em jogo. Redes menores de DeepMind tinham uma maior probabilidade de coexistência pacífica.

Ambiente e aprendizado

Os pesquisadores sugerem que, quanto mais inteligente é o agente, mais capaz ele é de aprender com seu ambiente, permitindo que use algumas táticas altamente agressivas para alcançar o topo de sua performance.

“Este modelo mostra que alguns aspectos do comportamento humano emergem como um produto do ambiente e do aprendizado”, disse um dos membros da equipe, Joel Z Leibo, ao portal Wired. “As políticas menos agressivas emergem do aprendizado em ambientes relativamente abundantes, com menos possibilidade de ações dispendiosas. A motivação da ganância reflete a tentação de tirar um rival e recolher todas as maçãs”.

Wolfpack

Os agentes DeepMind também foram testados em outro jogo, chamado Wolfpack. Desta vez, três IAs participaram das rodadas, duas como lobos e uma como presa.

Ao contrário de Gathering, este jogo ativamente incentivava a cooperação, porque se ambos os lobos estivessem perto da presa quando esta era capturada, ambos recebiam uma recompensa – não importa qual deles finalmente a agarrasse.

A ideia é que a presa é perigosa – um lobo solitário pode superá-la, mas corre o risco de perder a carcaça para outros animais. Se dois lobos capturam a presa em conjunto, eles podem proteger melhor a carcaça e receber uma maior recompensa.

Assim como os agentes DeepMind aprenderam em Gathering que a agressividade e o egoísmo lhes renderam o resultado mais favorável nesse ambiente em particular, eles aprenderam em Wolfpack que a cooperação levava a um maior sucesso individual neste caso. No vídeo abaixo, lobos (vermelhos) perseguem presa (azul) enquanto evitam obstáculos (cinzas):

 

Ensinando os sistemas de IA a ser bonzinhos

Sim, estes são “apenas” jogos de computador. A mensagem, entretanto, é clara: se sistemas de IA diferentes se tornarem responsáveis por situações da vida real, seus objetivos “particulares” (o motivo pelo qual foram criados) precisam ser equilibrados com o objetivo geral de beneficiar os seres humanos acima de tudo.

Como a Inteligência Artificial pode destruir a humanidade, de acordo com uns caras muito inteligentes

A equipe do Google ainda precisa publicar um artigo revisado por pares sobre os resultados destes testes, mas os dados iniciais mostram que, só porque os construímos, isso não significa que robôs e sistemas de IA terão automaticamente nossos melhores interesses como guias.

Em vez disso, precisamos incutir essa natureza útil nas nossas máquinas, e antecipar qualquer “lacuna” que poderia permitir que elas cheguem aos raios laser. [ScienceAlert]

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*Fonte: hypescience

Há pessoas que nunca deveriam levantar cedo, diz pesquisa

O cronotipo reflete o horário do dia em que o indivíduo preferencialmente encontra-se mais disposto à realizar diversas tarefas. Há pessoas que, antes de o sol nascer, tomam o café da manhã, limpam a casa e organizam a sua agenda. No entanto, para a maioria das pessoas, sair da cama com os primeiros raios do sol é um sacrifício. Na verdade, algumas pessoas são exatamente o oposto: eles são muito mais eficientes e produtivos durante a noite.

Os genes determinam as enzimas de síntese, os quais, por sua vez, aceleram ou desaceleram as reações químicas no interior das células do hipotálamo. Estas reações químicas são reciclados e determinam o período do nosso “relógio interno”. Mas, lembre-se, dia e noite ajustam-se continuamente a velocidade do ciclo. Outro fator poderoso é a sociedade que dita padrões de horários de trabalho, determina quando a pessoa deve ser produtiva, mas isso é um processo biológico polar de grupos de indivíduos. Todos os empresários, industriários, banqueiros e etc deveriam ler esta pesquisa e começarem a fazer estudo do cronotipo de seus funcionários e fazer a escala de trabalho de acordo com os horários de melhor produção de cada grupo.

Você é uma cotovia ou uma coruja?

Os cientistas criaram dois grupos opostos: os cotovias, que acordam cedo e tiram o máximo proveito de manhã e os corujas da noite, que aumentam o seu desempenho ao longo do dia e têm explosões de energias exclusivas à noite. Mas agora um estudo realizado no Instituto de Pesquisa de Biologia Molecular e Biofísica da Academia de Ciências da Rússia revelou que, na realidade, há muito mais por trás desses chronotypes e que certas pessoas nunca devem cedo.

Para biólogo Arkady Putilov e seus colegas da Academia Russa de Ciências pediu 130 pessoas para não dormirem por 24 horas seguidas. Os sujeitos indicariam por meio de um questionário, como eles se sentiram após tantas horas sem dormir e como foi o desempenho de suas atividades durante a experiência.

Assim, eles descobriram que há pessoas que passam o dia todo com baixo consumo de energia, são os categorizados como “letárgicos”, enquanto outros ficam ativos apesar da privação do sono e, independentemente da hora em que eles acordaram, estes foram chamados de “enérgicos”.

Estas pesquisas indicam que para as pessoas letárgicas – com menos energia – seria desastroso para elas serem obrigadas a se levantarem cedo, mas elas podem ser muito produtivas à noite. É provável que seu problema é porque o seu ritmo circadiano não é bem sincronizado com o ciclo natural de luz e escuridão. Basicamente, a luz solar é uma espécie de relógio natural que estimula o nosso corpo a produzir melatonina, o hormônio que provoca sono e algumas pessoas são exclusivamente produzem melatonina com mais velocidade e assim ficam com sono durante o dia mesmo que tenham dormido a noite inteira.

As pessoas energéticas atingem picos de atividade ao meio-dia. A luz solar, quando mais intensa, mais se sentem energizadas. No entanto, à noite essas pessoas não seriam produtivas, seu desempenho é aumentando lentamente ao longo do dia e diminui no final da tarde. O que muitos chamam de “melancolia do entardecer” é por causa disso.

Estas diferenças são devido, entre outros fatores, ao nosso DNA. De acordo com uma pesquisa realizada no Centro Nacional de Neurologia e Psiquiatria, em Tóquio, o gene PER-3, um dos genes do nosso relógio biológico, determina a propensão a subir mais tarde ou mais cedo, assim como o nosso nível de energia durante todo do dia e/ou à noite.

Os chamado “corujas” depois de 24 horas acordados, eles ainda sentem que seu “dia doméstico” não terminou, então eles estão dispostos a trabalhar mais tempo e ir para a cama mais tarde. “Cotovias”, por outro lado, alcançam seu “dia doméstico” antes do final astronômico, mas porque eles são propensos a uma atividade mais cedo. Podem acordar, por exemplo, às 5 da manhã e sentirão bem dispostos até o final da tarde.

Geralmente o cronotipo de cada pessoa é colocado ao nível genético. Por exemplo, os cientistas descobriram um gene que faz com que a pessoa tenha o ritmo de sono perturbado. Isto já é conhecida como DSPD (Delayed Disorder Sleep Phase) que afeta cerca de 3 pessoas em cada 2000.


Mas se o seu cronotipo não se encaixa em cotovia e nem coruja?

Muitas pessoas não podem ser atribuídas aos cronotipos de “corujas” ou “cotovia”. Para eles, outro cronotipo fornecido.

Um terceiro cronotipo é chamado de “Pombas” – aqueles que facilmente reorganizam o ritmo da vida em quaisquer circunstâncias. Este grupo de pessoas ainda está em estudos.

Você deve conhecer e adaptar o seu estilo de vida para o seu cronotipo

Conhecer o seu cronotipo lhe permitirá trabalhar seguindo o seu ritmo circadiano natural, que não só afeta sua produtividade, mas também o seu humor e sua saúde. Na verdade, tem sido mostrado que quando um ritmo circadiano é incompatível com o ritmo de atividade da pessoa, ela fica mais propensa a obesidade, diabetes e alguns tipos de câncer. Além disso, se a você estudar o seu cronotipo e adaptar seus horários de atividades ao seu ritmo circadiano, resultará positivamente no seu estado de espirito e sua saúde mental e emocional.

Na verdade, o ritmo circadiano é tão importante que os médicos do Hospital Paul Brousse, em Paris afirmaram que a quimioterapia deve ser aplicada em conformidade com este ciclo, pois é sabido que as células de certos tipos de linfoma tendem a dividir mais entre 9 e 22:00. Pelo contrário, as células intestinais tendem a fazê-lo às 7 da manhã e medula óssea ao meio-dia. Portanto, se a quimioterapia é aplicada no momento, seria mais eficaz e menos tóxico.

*Publicado originalmente por Julia Ruzmanova – Tradução e livre adaptação de Portal Raízes

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*Fonte: portalraizes