EUA irão criar Comando Espacial

As Forças Armadas dos Estados Unidos anunciou ano passado que criaria uma força espacial, agora isso está mais perto de se tornar real. O Comando Espacial, uma nova organização dedicada ao espaço, será inaugurada ainda este mês.

Em uma coletiva de imprensa no estado da Virginia na terça-feira (20), o general Joseph Dunford, chefe do Estado Maior americano, declarou que o comando será criado em 29 de agosto.

A organização irá supervisionar operações de todas as Forças Armadas americanas relacionadas ao espaço. Ela terá 87 unidades, inclusive divisões para monitorar mísseis balísticos, controlar operações de satélites e realizar vigilância no espaço.

Dunford afirmou que o comando irá colocar os Estados Unidos em uma posição de manutenção de uma vantagem competitiva no que ele chamou de uma área de batalha crítica.

Ele ressaltou a determinação americana de responder ao aceleramento das atividades militares de China e Rússia no espaço, tais como o desenvolvimento de armas para a destruição de satélites.

O governo do presidente Donald Trump já enviou um projeto ao congresso americano que visa o estabelecimento de uma sexta força militar. Ela teria status equivalente ao do Exército, da Marinha e do Corpo de Fuzileiros Navais, com criação durante o ano fiscal de 2020, que tem início em outubro deste ano.

*Por Any Karolyne Galdino

 

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*Fonte: engenhariae

Um volta até Pantano Grande, coisa que não fazia há tempos

Já sabendo que o sábado prometia ser um belo dia de sol mesmo que um pouco frio, me preparei para pegar a estrada de moto na tarde. Troquei uma ideia com o Rafa e o Luís Carlos, que foram os parceiro dessa vez e combinamos nossa saída. A ideia era irmos até Santa Cruz do Sul (RS), darmos a nossa tradicional volta por trás, ou seja, passando pelos fundos do autódromo local e depois seguirmos para Rio Pardo (RS).

Tudo certo tudo tranquilo, o sol por testemunha e a nos guiar, numa viagem muito boa. O frio nem se fez sentir, todo mundo equipado, então tudo certo. Em Rio Pardo entramos para dar uma olha de perto na prainha do rio Jacuí. Demos um tempo por lá, umas voltas e tal e seguimos em frente, rumo à Pantano Grande (RS). Fazia já um bom tempo que eu não ia até lá. Fizemos uma parada na Raabelândia. Chegando lá percebi uma coisa que eu nem tinha conhecimento, estão construindo um viaduto bem em frente – a obra já está bem adiantada – eu disse que fazia tempo que não ia até lá! Me parece uma coisa bem providencial, porque está situado em um entroncamento entre importantes rodovias, de bastante tráfego de veículos pesados e tal, sendo que seguido acontecia algum acidente no local. Era um trevo bem “trevoso” … tu-dum-pásh! Pelo jeito agora as coisas irão melhorar bastante.

Tomamos um café, um pouco de conversa e novamente subimos nas motos, agora na direção de casa. Este trajeto entre Pantano grande e Rio Pardo eu curto bastante. Gosto desses campos e da visão ampla que se tem ao longo da estrada. Muito bonito. em um dia como esse, nem se fala. Pena que minhas fotos não fazem jus ao visual do lugar. Em Rio Pardo, na volta, ainda uma parada para abastecermos as 3 motos, tudo porque o preço da gasolina estava muito em conta (promoção) em um novo posto à beira da estrada. Tudo é oportunidade.

Depois seguimos para Santa Cruz do Sul, onde me separei do pessoal, porque o Rafa e Luís ficaram para dar uma chegada no estande de tiro. De volta prá casa, são e salvo e de alma plena e satisfeita de mais um bom dia de moto no asfalto. Thanks!

*Abaixo algumas imgs do rolê de hoje:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

7 coisas incríveis que o seu cérebro é capaz de fazer e você não sabia

O cérebro é, de longe, a parte mais importante do corpo humano. Não desmerecendo os outros órgãos, afinal cada um deles tem a sua função e precisamos de todos eles para sobreviver. Contudo, o cérebro humano é algo particular. Foram anos de estudos que nos proporcionaram uma boa compreensão sobre as funções de quase todas as partes do nosso corpo. Mas, no caso dele, o cérebro, quanto mais tentamos entendê-lo, mais complexo ele fica. Não é por acaso que exista um campo científico completo dedicado ao estudo do cérebro, a chamada Neurociência.

Com o avanço tecnológico e aprimoramento das ferramentas científicas, obtemos uma visão mais aprofundada do funcionamento interno desse órgão tão vital. Com isso, descobrimos coisas que vão além do que pensávamos anteriormente. E tivemos certeza de que o cérebro é muito mais complexo do que imaginamos. Isso levando em consideração apenas o que já sabemos sobre ele, e com certeza, ainda resta muito o que descobrir. Confira a seguir, algumas coisas realmente incríveis que o seu cérebro é capaz de fazer e que você nem sabia.

1 – Despertar naturalmente

Você, muito provavelmente, já ouviu alguém dizer que não precisa de despertador porque consegue acordar na hora certa sem nenhum estímulo exterior. Esse não é o caso de muita gente que, mesmo com o despertador, acaba perdendo a hora. Mas, na verdade, essa afirmação é verdadeira. O despertador natural do corpo é tão real quanto eficiente, e até melhor do que qualquer alarme convencional.

Contando que a pessoa tenha um horário de sono regular, o despertador natural do corpo funciona muito bem, acordando a pessoa antes do tempo estipulado. Segundo um estudo, isso acontece graças aos hormônios do estresse que são liberados pelo cérebro algumas horas antes do horário de acordar. Eles possibilitam que você acorde naturalmente sem a interferência de um despertador real. E para calibrar esse despertador natural, basta seguir uma rotina de sono, e com o tempo, o seu corpo se acostumará a acordar na hora certa. E você nunca mais precisará ter o seu sono interrompido abruptamente.

2 – Aprender durante o sono

Vemos o sono como um momento de paralisação parcial do cérebro. E de fato é isso mesmo que acontece quando estamos dormindo. Então, não é de se esperar que o cérebro desempenhe as suas funções regulares enquanto estamos descansando. Quem diria que as habilidades de codificar informações ainda funcionariam durante o sono? Mas, surpreendentemente, o nosso cérebro é capaz de fazer isso. Porém, essa habilidade de aprendizagem só é possível ocorrer durante a fase mais profunda do sono. Os seres humanos conseguem reconhecer os padrões de som ouvidos durante a fase Rem do sono. Ou seja, até dormindo, o ser humano é capaz de codificar informações e aprender.

3 – Aprender a tocar piano com prática imaginária

Todo mundo sabe que, para treinar o seu cérebro para conseguir algo, você deve praticar a atividade em questão. Seja aprendendo um novo idioma ou tocando um instrumento. De acordo com a ciência, a prática imaginária pode ser tão eficiente quanto a prática real. Pelo menos, quando se tratar de aprender a tocar piano. Exemplo disso é um estudo realizado pelo prêmio Nobel, Santiago Ramon y Cajal.

Em 1904, o cientista fez um experimento nada convencional. Ele lecionou lições básicas de piano para dois grupos de pessoas que não tinham nenhuma experiência com o instrumento. O primeiro grupo foi ensinado no piano de verdade. Já o segundo grupo tinha apenas que mover os dedos de acordo com o som das notas. Por fim, Cajal descobriu que ambos os grupos aprenderam a tocar a sequência que ele lhes ensinou. E o nível de habilidade entre os dois grupos foi igualmente satisfatório. No final da década de 1990, esse mesmo estudo foi replicado por outros cientistas. E para a surpresa de todos, a prática imaginária teve o mesmo impacto no cérebro do que a coisa real.

4 – Julgar as pessoas rapidamente

Quando vemos uma pessoa pela primeira vez, impensadamente criamos uma impressão mental sobre ela, com base nas principais pistas visuais. Enquanto você está ocupado fazendo isso, o seu cérebro já criou um perfil subconsciente da pessoa bem antes de você formular isso na sua cabeça. Um estudo mostrou que o cérebro humano é incrivelmente veloz para fazer julgamentos sobre outras pessoas. E todo o processo leva apenas 0,1 segundos. E o melhor, esses julgamentos se mostram bastante corretos, principalmente quando se trata de sexualidade, competência profissional e visão política. Porém, quando você começa a pensar de forma objetiva, você anula os julgamentos do cérebro e se mistura com estereótipos, que muitas vezes são incorretos.

5 – Modo piloto automático

Já pensou no quão legal seria apenas se afastar por um instante e deixar o seu corpo agir? Pois é, igual a um piloto automático. Surpreendentemente, o cérebro não apenas tem um modo automático, como também é muito melhor em determinadas atividades do que a parte ativa do cérebro. Estudos já mostram que, quando você fica muito bom em alguma coisa, o seu cérebro transfere o processamento dessa atividade para uma região separa do cérebro. A chamada rede de modo padrão (DMN) é a região do cérebro que lida com o processamento subconsciente.

Isso não é totalmente uma novidade, já que usamos essa parte do cérebro para fazer coisas comuns do dia a dia, como ligar o carro ou amarrar os nossos sapatos. Mas estudos já demonstram que essa parte funciona também com tarefas mais complexas.

6 – Prever o futuro

Nos últimos anos, a ciência fez algumas importantes descobertas sobre o nosso cérebro, uma dela é a capacidade do órgão de prever o futuro. Mas calma, não estamos falando de prever o futuro, tipo quais os números serão sorteados na loteria. Em um estudo, pesquisadores descobriram um fato curioso. Devido ao atraso na informação do olho diretamente para o cérebro, ele naturalmente faz as suas previsões do que acontecerá a seguir. Por exemplo, a trajetória de uma bola em sua direção, o cérebro se prepara para desviar antes mesmo que possamos conscientemente ver isso. Ou seja, em essência, estamos sempre de olho no futuro, prevendo subconscientemente eventos ameaçadores.

7 – Consciência de todos os ângulos

O ser humano é capaz de observar todos os 360 graus ao nosso redor. Isso mesmo, quase como um “sexto sentido” que nos alerta quando alguém está nos observando por trás. Enquanto os nossos olhos parecem limitados pelo campo de visão se comparados aos de outros animais, o nosso cérebro não precisa necessariamente olhar para trás. Nossos outros sentidos, principalmente a audição, são bastante precisos na hora de detectar até mesmo a menor mudança em nosso ambiente. Isso acontece principalmente em áreas em que não podemos ver. Com isso, o nosso cérebro recebe uma “visão” bastante precisa de todos os ângulos ao nosso redor. Isso sem necessariamente estar no alcance dos olhos.

*Por Cristyele Oliveira

 

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*Fonte: fatosdesconhecidos

Militares americanos construíram secretamente um “cérebro artificial” chamado Senciente

De acordo com informações publicadas pelo jornal The Verge, o Escritório Nacional de Reconhecimento, uma agência de inteligência dos EUA, tem um programa chamado “Sentient” (em português, “Senciente” ou “aquele que recebe impressões”) que seria uma espécie de “cérebro artificial” ou sistema de inteligência capaz de coordenar posições de satélite e ser usado para gerenciar operações militares.

O “Senciente” era um segredo do governo americano até pouco tempo atrás, quando alguns documentos sobre suas características e metas foram divulgados.

Aparentemente, o sistema pretende ser uma ferramenta de análise que pode interpretar dados de todos os tipos dando sentido a não apenas imagens de satélite, mas tudo que tiver um “carimbo” de tempo e data, revelando o presente e antecipando o futuro.

Explicamos: usando “dicas” de alguma fonte, o programa pode direcionar um satélite para um ponto em particular, ou usar essa informação em algum de seus instrumentos. Em uma versão automatizada ideal, ao recolher todos esses dados, sintetizá-los em informações sensíveis e reincorporar essas informações a sua coleção, o programa vai se tornando cada vez mais inteligente e capaz de chegar a melhores conclusões. Com o tempo, terá criado um arsenal poderoso de conhecimento sobre o passado capaz de compreender o presente e prever o futuro.

Supersecreto

O programa está sendo desenvolvido desde 2010, mas as agências de inteligência americanas não querem comentar nada sobre seu atual estado. Os detalhes são propositalmente escassos.

“A prática padrão do Escritório Nacional de Reconhecimento e da comunidade de inteligência é NÃO divulgar fontes e métodos sensíveis, pois tal divulgação introduz um alto risco de nações adversárias criarem respostas”, explicou Karen Furgerson, vice-diretora de relações públicas do Escritório, por e-mail ao The Verge. “Isso prejudica nossa nação e seus aliados; diminui a vantagem da informação nos EUA e a segurança nacional. Por essas razões, os detalhes sobre o Senciente permanecem confidenciais e o que podemos dizer sobre ele é limitado”.

O que sabemos

Tal cérebro artificial “ingere grandes volumes de dados e os processa”, de acordo com Furgerson.

“O Senciente cataloga padrões normais, detecta anomalias e ajuda a prever e modelar os possíveis cursos de ação dos adversários. Senciente é um sistema que pensa”, complementa.

Obviamente, a vice-diretora não esclareceu que padrões e anomalias seriam esses, mas se o programa está aí para analisar o presente e prever o futuro, pode ser que ele tome decisões autônomas como lançar ou não um míssil dependendo das informações que coleta e analisa.

Os documentos que foram divulgados até agora também indicam que o Senciente pode tornar os satélites mais eficazes e permitir que os humanos se concentrem em análises mais profundas ao invés de ficar apenas vasculhando dados.
O sistema que tudo vê

Dos mais de 150 satélites americanos militares conhecidos, o Escritório Nacional de Reconhecimento opera cerca de 50.

Isso sem contar os contratos que possui com empresas de satélite privadas, obtendo dados de praticamente toda a Terra. Um desses contratos é com a BlackSky, que coleta informações de 25 satélites incluindo mais de 40.000 fontes de notícias, 100 milhões de dispositivos móveis, 70.000 navios e aviões, 8 redes sociais, 5.000 sensores ambientais e milhares de outros aparelhos com internet.

Agência de Segurança dos EUA junta mais informações que uma enorme biblioteca a cada seis horas

É aqui que entra o Senciente: todas essos dados e imagens que chegam ao Escritório, além de outras informações geoespaciais (qualquer coisa que tenha um carimbo de tempo e localização), representam uma piscina gigantesca de informações que simples seres humanos não poderiam entender e interpretar com rapidez e precisão.

“O Sencient visa ajudar os analistas a ‘conectar os pontos’ em um grande volume de dados”, disse Furgerson, sem dizer quais pontos seriam esses – podem ser qualquer coisa, de interceptações eletrônicas a recursos humanos a dados financeiros e climáticos a buscas no Google e muito mais.

Perigos

Obviamente, todo o segredo em torno do programa faz com que seus possíveis lados negativos não sejam debatidos – embora as pessoas já estejam fazendo perguntas.

Por exemplo, será que ele pode chegar a conclusões dúbias, ou ser propenso a vieses? Isso é bem possível. Softwares de reconhecimento facial atuais, por exemplo, já se mostraram propensos a vieses preconceituosos contra minores étnicas.

Outra questão importante é a da liberdade civil. Os EUA tecnicamente não podem espionar seus próprios cidadãos, mas as empresas privadas podem e qualquer um pode comprar seus dados. O “olho que tudo vê” é ético, neste sentido?

Ex-chefe do programa secreto de investigações de OVNIs do Pentágono faz revelações estranhas em novo documentário

Em último caso, tanto sigilo pode até significar que o programa seja utilizado sem que o público jamais perceba que está em ação. Por exemplo, poderia direcionar conflitos militares em breve sem que o resto de nós esteja sequer consciente disso. [Futurism, TheVerge]

*Por Natasha Romanzoti

 

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*Fonte: hypescience

O que o dono do Orkut fez após a rede social acabar?

As redes sociais tornaram-se um fenômeno extremamente poderoso nos últimos anos. Elas deixaram de ser somente um meio de flertar. Do mesmo modo, para encontrar pessoas do passado e passaram a ser um universo, onde podemos fazer inúmeras coisas. Hoje, as redes dão as pessoas a capacidade de compartilhar suas informações pessoais, fotografias em tempo real, organizar eventos, com centenas ou milhares de pessoas, e ainda conseguir um bom emprego.

Mas conforme o tempo passa, algumas redes sociais não conseguem acompanhar esse fluxo e acabam terminando. Como foi o caso do Orkut. Há 12 anos, nós, brasileiros, entramos na onda do Orkut. Em suma, ele se tornou parte da rotina de várias pessoas. E, em 2014, a rede social foi descontinuada.

Começo

A rede social foi lançada por Orkut Büyükkökten, um engenheiro turco, que trabalhava no Google, em janeiro de 2004. A priori, o foco dessa rede eram os internautas norte americanos. Mas, logo, a rede caiu no gosto dos brasileiros e também dos indianos. Por sua popularidade, o site ganhou, em 2005, uma versão em português. As versões em outras línguas foram disponibilizadas apenas em julho do mesmo ano.

Quem quisesse participar do Orkut tinha que receber um convite de um amigo, que já fosse cadastrado. As pessoas, que participavam da rede social, podiam colocar informações a seu respeito. Inclusive religião, humor, fumante ou não fumante, orientação sexual, cor dos olhos e cabelos. Além de mostrar quais eram seus livros, músicas e filmes preferidos.

O máximo de amigos que uma pessoa podia ter no Orkut eram mil. E as pessoas podiam classificá-los em gêneros. Conforme o tempo foi passando, novas ferramentas foram surgindo, para modernizar a experiência do usuário.

As comunidades eram uma das coisas mais memoráveis da rede. Era através delas que as pessoas mostravam suas preferências e gostos. As melhorias não pararam com o tempo, e em 2007, quando o Orkut estava no seu auge, ele permitiu que os usuários colocassem vídeos do YouTube, criassem enquetes e buscar tópicos internos em comunidades.

Divisão

Em 2008, a sede do Orkut foi transferida da Califórnia para o Brasil. Os brasileiros dividiam a responsabilidade do controle mundial do Orkut. Isso aconteceu por causa do grande número de usuários no país. Na época, eram 40 milhões. E qualquer mudança tinha a palavra final do Google Brasil.

Mas com o surgimento de outras redes sociais, como o Facebook e Twitter, o Orkut foi perdendo a grande maioria dos seus usuários em 2001. Em 2012, o site perdeu o primeiro lugar para o seu concorrente direto, o Facebook. No ano seguinte, o Orkut caiu vertiginosamente e perdeu 95,6% dos seus acessos fixos. E, em setembro de 2014, a rede acabou.

Novos rumos

No mundo do empreendedorismo, se reinventar é uma regra. Por outro lado, se engana quem achou que o empresário Büyükkökten sumiu do mapa. O criador da rede com seu nome está, desde 2016, como CEO de uma outra companhia de mídia social, a Hello Network. A rede ainda não tem uma expressão no mercado, e por isso, ele não revela o número de usuários cadastrados nela.

Essa nova rede, assim como a sua antecessora, gira em torno da formação de comunidades. A experiência do usuário começa com ele escolhendo cinco entre as 120 opções de coisas que ele gosta. Posteriormente, após essa escolha, a rede o conecta com pessoas com interesses comuns. “Esse é o jeito mais natural de se relacionar com alguém: pelos gostos similares”, afirma Büyükkökten.

*Por Bruno Dias

 

 

 

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*Fonte: fatosdesconhecidos

Maior fazenda urbana em telhado será construída em Paris – ela vai ter 14 mil m²

Os grandes centros urbanos como Nova York, São Paulo, Tokyo e Paris verticalizaram nosso modo de viver, mas com criatividade vamos encontrando soluções dentro de espaços cada vez menores para cultivar alimentos nesses lugares.

E um exemplo disso, é que em Paris, capital da França, um projeto vai criar uma super fazenda urbana com 14.000m²: a maior da Europa e talvez do mundo.

O projeto será realizado no Paris Expo Porte de Versailles, o maior parque de exposições da França. O topo do prédio ganhará 30 espécies diferentes e produzirá mil quilos de frutas e vegetais durante a alta temporada. Vinte jardineiros serão responsáveis por cuidar do cultivo e, o melhor, sem usar agrotóxicos ou fertilizantes químicos.

O espaço ainda contará com um bar e restaurante, com capacidade para 300 pessoas, com vista panorâmica da cidade luz. Haverá sempre alimentos sazonais e fresquinhos da horta. A previsão é que a inauguração seja em setembro de 2020.

A empresa Agripolis, responsável pela implantação, já realiza grandes projetos do tipo em faculdades, empresas e hotéis, que fornecem alimentos para estudantes, funcionários e hóspedes. O cultivo será aeropônico, um método onde as raízes das plantas ficam suspensas e não precisam de solo.

Apesar da França ser um país de muitos campos e fazendas, os moradores da capital, como de qualquer grande cidade, precisam se reconectar com a origem da comida que chega ao prato. Com base nisso, haverá ainda um projeto em que moradores locais poderão alugar pequenos lotes de hortaliças para cultivarem seus próprios alimentos.

*Por Any Karolyne Galdino

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*Fonte: engenhariae

Escuta reativa: pessoas que ouvem para refutar, não para entender

Você já conversou com uma pessoa e, apesar de ter recorrido a um grande arsenal de argumentos, você teve a sensação de falar com uma parede? Mesmo que você tenha lutado para explicar suas razões e entender as suas, para chegar a um acordo, você provavelmente teve a sensação de que elas não o entendem – ou não querem entendê-lo.

Não é que os seus argumentos tenham sido transformados em rabiscos, é provável que o diálogo não progrida porque o canal de comunicação foi quebrado – ou nunca estabelecido – porque o seu interlocutor não pretendia realmente compreender, mas apenas refutar.

Escuta reativa: Primeiro eu, depois eu e depois eu de novo

Epicteto disse que “assim como há uma arte de boa fala, há uma arte de ouvir bem”. E todos nós podemos ouvir, mas poucos são capazes de escutar.

A escuta ativa é uma habilidade relativamente rara, porque envolve não apenas ouvir o que a outra pessoa está dizendo, mas prestar atenção aos sentimentos e emoções subjacentes. Para isso, é essencial sair de nossa posição egocêntrica e assumir uma postura empática, sendo capaz de nos colocar na pele do outro para compreender plenamente sua mensagem.

A escuta ativa também implica um interesse autêntico na pessoa e em sua mensagem. Isso não significa que concordamos com suas idéias, mas estamos interessados em entendê-las. É por isso que é sinônimo de respeito e vontade de dialogar.

Infelizmente, em uma sociedade cada vez mais narcisista, muitas pessoas não conseguem desenvolver uma escuta ativa. Em vez de ouvir seu interlocutor para entender suas idéias e sentimentos, eles apenas ouvem seus argumentos para refutá-los, como se fosse um duelo.

A escuta reativa, como eu chamo este tipo de comunicação, implica entrincheirar-se por trás dos próprios pontos de vista, e acaba se tornando um obstáculo ao diálogo. Implica reagir às idéias do interlocutor de um ponto de vista egocêntrico, para impor seus próprios critérios, sem a intenção de chegar a um acordo vantajoso para ambos.

A pessoa que coloca em prática uma escuta reativa limita-se a reagir a partir de suas emoções, crenças e idéias, sem levar em conta as do interlocutor. Desta forma, não é possível criar o espaço compartilhado necessário para que ocorra a compreensão, de modo que acaba instalando um diálogo surdo.

Como saber se uma pessoa iniciou uma escuta reativa?

1. A pessoa não leva em conta o que seu interlocutor diz. Se ouvir os seus argumentos, é apenas para refutá-los.

2. Ele não presta o devido interesse nas palavras de seu interlocutor, demonstrando uma quase total falta de empatia.

3. Só está interessado em transmitir a sua mensagem – a qualquer custo – fechando qualquer argumento contrário às suas idéias.

 

O que mascara a escuta reativa?

Muitas pessoas praticam a escuta reativa porque querem afirmar seus argumentos – não importa como ou a que preço. Basicamente, elas não estão interessadas nas idéias ou motivos que você pode lhes dar, porque seu objetivo principal é impor suas razões, de modo que sua visão prevaleça.

Essas pessoas não estão procurando por um diálogo, mas sim começam uma batalha em que querem vencer. Elas não assumem o diálogo como uma oportunidade para crescer, mas como um duelo. Portanto, é provável que percebam seus argumentos como uma ameaça, simplesmente porque elas não correspondem aos delas, então sentem que precisam se defender.

Isto implica que eles ignorarão qualquer vislumbre da verdade que possa encerrar sua mensagem e que possa ajudá-los a mudar de ideia, ampliar sua perspectiva ou enriquecer seu ponto de vista, porque estão apenas à procura de possíveis contradições, imprecisões ou hesitações para contra-atacar.

É claro que todos podemos praticar a escuta reativa de tempos em tempos, especialmente quando sentimos que estamos atacando nosso ego e nos tornamos defensivos, mas assumi-lo como um estilo comunicativo implica pouca autoconfiança.

Uma pessoa madura, assertiva e autoconfiante não sente a necessidade de impor seus argumentos, mas está aberta ao diálogo e receptiva a diferentes pontos de vista que podem enriquecer sua visão de mundo ou ajudá-lo a entender melhor quem está à sua frente. . Portanto, no fundo, a escuta reativa é a expressão de um ego frágil ou de profunda insegurança pessoal.

Martin Luther King disse que “sua verdade aumentará quando você souber ouvir a verdade dos outros”. A pessoa que fecha as portas para as idéias dos outros acaba correndo o risco de ficar presa a uma visão cada vez mais limitada do mundo, da vida e de si mesma.

Os 3 passos para desativar a escuta reativa

Conversar com uma pessoa que escuta de forma reativa é muitas vezes exaustivo. É provável que você tente diferentes caminhos / argumentos e cada um tropeça em uma parede de mal-entendido. Isso pode ser muito frustrante. Nesses casos, para que o diálogo progrida, você precisa desativar esse modo de escuta.

No entanto, você deve partir do fato de que toda comunicação contém certo grau de dispersão, pois o que você acha do que seu interlocutor entende é uma boa distância. É por isso que você deve garantir que sua mensagem chegue da forma mais clara possível.

1. Estabeleça um ponto de partida comum. Continuar apresentando argumentos, ad infinitum, não ajudará. Você precisa voltar no começo. E estabeleça um novo ponto de partida com o qual ambos concordam. Em um relacionamento, esse ponto de partida pode ser que vocês dois se amem. Em uma relação de emprego, o ponto de partida pode ser que ambos precisem resolver o problema ou finalizar o projeto.

Essa verdade compartilhada permitirá, por um lado, encurtar a distância psicológica que foi criada e, por outro lado, estabelecer um precedente de concordância que predisponha positivamente o diálogo, fazendo com que ambos olhem na mesma direção, embora cada um pareça diferente. . E isso já é um grande passo em frente.

2. Baixe as defesas. Não há nada pior para entender do que se sentir atacado. Portanto, você deve garantir que seu interlocutor se sinta relativamente à vontade. Use um tom de voz suave e calmo. Não precisa se mexer. Deixe-o saber que você entende seus argumentos e que entende sua posição, que seu objetivo é chegar a um acordo com o qual ambos se sintam à vontade, não para impor seu ponto de vista.

Se você conseguir derrubar os muros que seu interlocutor havia erguido, pode não chegar a um acordo imediatamente, mas pelo menos é provável que seus argumentos caiam e faça com que ele mude de ideia mais tarde. Para fazer isso, em vez de “atacar” suas ideias ou sentimentos, o ideal é falar sobre como você se sente e como essa situação afeta você. Em vez de acusar, fale sobre você. Mostrar vulnerabilidade é geralmente a ferramenta mais poderosa para desativar a escuta reativa e ativar a escuta ativa.

3. Aproveite cada acordo, por menor que seja. À primeira vista, parece uma contradição, mas a única maneira de fazer com que uma pessoa entenda e aceite seus argumentos é entender e aceitar os dele. A escuta reativa expira com a escuta ativa. Se você ativar uma escuta reativa, só poderá mergulhar em um diálogo de surdos.

Ouça os argumentos de seu interlocutor, não com a intenção de refutá-los, mas de procurar pontos em comum, por menores que sejam, e usá-los como tijolos para criar um discurso comum. Incorporar suas idéias na deles, para avançar pouco a pouco. A compreensão não é alcançada saltando de desacordo para acordo, mas construindo passos baseados em idéias ou sentimentos comuns. Toda vez que você destaca esses pontos de contato, você quebra as barreiras entre o “eu” e o “você”, criando um espaço de comunicação compartilhado que facilita a compreensão.

Finalmente, se você perceber que, naquele momento, a compreensão é impossível, é melhor ajustar a conversa para outra hora. Não discuta com um tolo ou com uma pessoa que, naquele momento, ficou ofuscada demais para progredir no diálogo. Lembre-se de que às vezes é melhor preservar a paz interior do que estar certo.

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*Fonte: pensarcontemporaneo

7 maiores mitos sobre castelos que você aprendeu com os filmes

Os castelos começaram a ser construídos por volta do ano de 800. Os primeiros castelos eram estruturas de madeira, protegidas por paliçadas. A madeira foi sendo substituída por pedras somente mais tarde. A mudança ocorreu no fim do Império Romano. Com as crescentes invasões nórdicas, vieram os muros de pedras e rochas, erguidas sobre ruínas de construções e fortificações romanas. As fortificações localizavam-se sempre na parte mais alta do terreno. Geralmente, sempre no topo das maiores colinas. O motivo? Facilitar a vigilância.

Os muros cresceram, passaram a ter enormes muralhas, onde os cavaleiros e soldados podiam circular em caso de ataque. Além de servir como defesa, os castelos também aumentavam a autoridade do senhor feudal sobre seu feudo.

Muitos de nós pensamos nessas famosas fortificações como lugares obscuros, cinzentos e frios. Claro, é o que vemos nos filmes e nas séries, não é verdade? Porém, nem tudo que ocorre nas produções audiovisuais deve ser considerado como verdade absoluta. Por isso, separamos aqui, uma lista super interessante sobre essas incríveis construções.

1 – Ali não vivia um grande exército

Quando pensamos em castelos, os imaginamos como prédios militares. Os vemos como locais fortemente vigiados. Mas não é bem assim. Um castelo não era, assim, tão bem vigiado como pensamos. Nos tempos medievais, os castelos, que eram mais bem defendidos, eram os que ficavam ao longo das fronteiras. Mesmo assim, esses castelos raramente tinham mais de 200 oficiais para defendê-los.

2 – O grande salão não era utilizado somente para festas

Outro motivo pelo qual os castelos costumavam ter oficiais, era porque simplesmente não havia espaço suficiente para abrigá-los. Os soldados e funcionários, que viviam em um castelo, geralmente, dormiam no grande salão. O senhor feudal e sua família dormiam ali também. Por serem donos, dormiam separados, em um grande cama, que era separada do ambiente por apenas uma cortina. Por esse motivo, o grande salão não era um local exclusivo para banquetes. Era também o centro da vida do castelo. Era também o lugar onde os conselhos eram realizados. Foi somente depois, que os castelos passaram a ter um conjunto de aposentos privados para o senhor e sua família.

3 – Os castelos eram dos cavaleiros

Muitos castelos eram propriedade da Coroa. Particularmente em áreas de importância estratégica, os castelos eram usados ??como instalações militares. Essa era a melhor maneira que o rei tinha para garantir sua proteção.

4 – Lordes tinham permissão para construí-los

Qualquer proprietário de terras que decidisse construir um castelo, de repente, passava a ser visto para o monarca como ameaça. Por causa disso, a Coroa decidiu que aquele que tivessem interesse em fortificar uma residência, precisaria de uma necessária Licença para Crenellate. Geralmente, somente os lordes possuíam.

5 – Masmorras

Uma das características mais aterrorizantes de um castelo medieval é a presença da masmorra. No entanto, nas masmorras, ficavam detidos apenas aqueles que tinham dinheiro. Ricos, capturados em tempos de guerra, que precisavam ser mantidos como reféns, iam direto para lá. Por quê? Porque era a sala mais difícil de escapar.

6 – Os primeiros castelos foram feitos com madeiras

Os castelos que sobreviveram são feitos de pedra, claro. No entanto, os primeiros foram feitos com madeiras. Quem começou esse tipo de construção, foram os proprietários de terras mais pobres. O castelo de madeira era a solução mais prática, rápida e barata de se construir. E ofereciam semelhante segurança.

7 – Fortificações frias

A pedra era um bom isolante térmico. Os castelos, como eram construídos nas partes mais altas das terras, eram alvos de ventos fortes. Por isso, a maioria tinha grandes lareiras.

*Por Arthur Porto

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*Fonte: fatosdesconhecidos