Robert Plant – “The May Queen”

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Novo álbum de Robert Plant – “Carry fire”

Robert Plant acaba de anunciar o lançamento de seu novo álbum de estúdio, intitulado “Carry Fire”. O 11º trabalho da carreira solo do ex-Led Zeppelin está previsto para sair no dia 13 de outubro.

O primeiro single de “Carry Fire” foi revelado, nesta sexta-feira (18). Ouça abaixo a faixa chamada “The May Queen”.

O álbum terá 11 canções e uma delas conta com a participação de Chrissie Hynde, do Pretenders.

Track List de Carry Fire:

01. “The May Queen”
02. “New World…”
03. “Season’s Song
04. “Dance With You Tonight”
05. “Carving Up The World Again”
06. “A Way With Words”
07. “Carry Fire”
08. “Bones Of Saints”
09. “Keep It Hid”
10. “Bluebirds Over The Mountain”
11. “Heaven Sent”

 

 

 

 

 

 

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*Fonte: ligadoamusica

10 Fatos sobre o espaço que você aprendeu de forma ERRADA por culpa dos filmes

Muitos são os filmes que mostram a vida e as aventuras de astronautas no espaço. Porém, a grande maioria implementou algumas mentirinhas que não funcionam muito bem lá em cima.

1 – A cabeça explodiria ao tirar o capacete

Muitos filmes fizeram suspense sobre humanos explodindo se a carne fosse exposta às condições no espaço. Porém, a primeira coisa que mata é a falta de oxigênio na atmosfera, o que causa a morte em pouquíssimos minutos.

2 – Humanos crescem e ficam mais altos

Crescer do jeito que imaginamos seria muito dolorido! Quando esticamos, a espinha também faria o mesmo, causando danos permanentes a coluna tanto no espaço quanto quando os astronautas voltassem para a Terra.

3 – Perseguição em um campo de asteroides pode acontecer sem problemas

Apesar do que vemos em filmes como Star Wars e outros filmes, um campo de asteroides não seria um bom lugar para perseguições, apesar dos asteroides estarem separados por grandes distâncias. Os cientistas da NASA já calcularam que as chances de sobreviver a aventura são se 1 em 1 bilhão.

4 – O espaço é tão colorido

O Hubble não captura imagens coloridas, e sim em preto e branco. As imagens só são ajustadas para enfatizar as características do espaço e torná-las mais atrativas.

5 – Putin quer criar uma colônia na lua

O rumor seria que a colônia seria criada até 2030, porém não é tão simples assim. A poeira da lua, por exemplo, cai sobre a pele como uma lixa pois é áspera e causaria grandes danos a pele.

6 – Ficar doente no espaço é normal

Na vida real, ficar doente no espaço significa sérios problemas. O sistema imunológico fica mais fraco no espaço e uma bactéria pode crescer bem mais rápido. Por isso, remédios e vacinas perdem o potencial no espaço.

7 – Plutão é um planeta e é azul

Além de não ser mais considerado um planeta, a estação espacial New Horizons da NASA detectou que o planeta não é azul, como se pensava, e sim de uma coloração amarronzada.

8 – Astronautas não precisam se exercitar no espaço

Precisam sim, e aliás, devem! No espaço, o coração diminui seu tamanho, fica mais fraco e a pressão sanguínea cai, o que pode levar o astronauta a morte. Eles devem passar cerca de duas horas e meia diárias se exercitando para evitar tais danos.

9 – A arte de fazer “o número 2” no espaço é simples

Defecar no espaço é muito mais bizarro do que parece. Devido os problemas causados pela ausência da gravidade, é necessário usar um banheiro com sucção para que nada fique voando por aí. Eca!

10 – Os ossos são os mesmos aqui na Terra ou lá no espaço

Na verdade, o corpo começa a reabsorver os ossos, por considerar que eles não estão sendo usados para apoiar o corpo e, logo, não são mais necessários. Estudos revelam que os astronautas perdem de 1 a 2% de sua massa óssea a cada mês que estão no espaço.

 

 

 

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*Fonte: passedigital

Quanto vale um professor?

Na era do culto às celebridades, do elogio à desinteligência, da ânsia pelo fútil, do aplauso ao vazio, quanto vale um professor? Nada. Talvez menos que nada. Talvez seja um número negativo, uma subtração ao padrão de mundo que a maioria almeja.

Eu me considero uma eterna aluna da vida, uma estagiária da existência; e tive muitos mestres. Ainda os tenho. Daquilo que tenho aprendido, muito devo àqueles que, em sala de aula, transmitiram-me seus conhecimentos. Contudo, devo confessar que a postura dos meus verdadeiros mestres diante da vida foi o que sempre mais me ensinou.

Muitos dos meus professores ilustravam em seu currículo, de diversas formas, o ideário de suas vidas. Eles se viravam com seus baixos salários, lutando por melhor remuneração e melhores condições de trabalho. Eles tinham a audácia de se rebelar contra os ditames de nossos dias: contra a coisificação do homem e a tentativa capitalização das almas, negando-se a pactuar com a transformação dos outros em meros números, em objetos estatísticos que podem ou não nos auferir alguma vantagem patrimonial.

Sempre estudei em escola pública. Já tive aula em que o professor ditasse toda a matéria, pois o giz havia acabado. Já vi professor fazer vaquinha entre os colegas para comprar remédio de preço módico para o filho. Tive a oportunidade de ver a merenda negada ao professor, posto que o Ministério da Educação a distribuía, foi o que alegaram, apenas “para os alunos”.

Hoje, o professor, por mais que se desdobre, por mais que se dedique, por mais que tenha a sua carreira como prioritária, ganhará sempre pouco. Caso se valha apenas da docência, não terá patrimônio, não terá status, não será celebrado, não terá holofote dos veículos de comunicação. E, neste país, ainda prevalece a crença de que quem é celebridade é tudo. De que o bom profissional não é o honesto e probo: o bom é o rico.

Isso é, implicitamente, ensinado aos nossos filhos. Ser bem sucedido é ter espaço na MTv, é ser badalado por revistas de fofocas, é ser visto de “Camaro amarelo”. Bonito é ser fotografado entre as celebridades. Ser grande é ser famoso, conhecido, não importa se para isso a pessoa tenha que “ordenhar” alguém em reality transmitido nacionalmente. Que importa se o cantor só fala uma frase na música inteira e a frase é de baixo calão? Ele é rico e famoso, e é isso o que importa.

Muitos andam preocupados com a crise econômica, mas quem anda se ocupando da crise dos valores? Quem anda se dedicando ao conhecimento, à busca por novas leituras do mundo, à quebra, à ruptura do modelo desumano de sociedade que criamos? Quem se dedica a questionar padrões e a não cotejar o conformismo? Quem, além dos profissionais da Educação?

Por isso, quando vejo um professor sangrando ao legitimamente lutar por um direito seu, a minha alma sangra junto. Mas a ignorância que nos sangra não é capaz de drenar os nossos sonhos. Sabemos que o culto à celebridade, bem como o elogio à ignorância, não se sustenta se iluminado pela razão, uma vez acordada a sensibilidade de cada um.

Ser nada a uma geração onde o vazio é aplaudido de pé, remar contra o mar da mediocridade do mundo é uma glória sem preço. Em tempos como o nosso, ser menos é mais.

 

 

 

 

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*Fonte: revistapazes

Paulo Freire em dez reflexões de absoluta sabedoria

Paulo Freire, o educador brasileiro mais conhecido em todo o mundo, deixou-nos centenas de reflexões dignas de total apreço.

 

Quando a educação não é libertadora, o sonho do oprimido é ser o opressor.

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O erro, na verdade, não é ter um certo ponto de vista, mas absolutizá-lo e desconhecer que, mesmo do acerto de seu ponto de vista é possível que a razão ética nem sempre esteja com ele.

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Não há saber mais ou menos: há saberes diferenciado.

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A alegria não chega apenas no encontro do achado, mas faz parte do processo da busca. E ensinar e aprender não pode dar-se fora da procura, fora da boniteza e da alegria.

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Gosto de ser gente porque, inacabado, sei que sou um ser condicionado, mas, consciente do inacabamento, sei que posso ir mais além dele. Esta é a diferença profunda entre o ser condicionado e o ser determinado. A diferença entre o inacabado que não se sabe como tal e o inacabado que histórica e socialmente alcançou a possibilidade de saber-se inacabado.

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Eu sou um intelectual que não tem medo de ser amoroso. Amo as gentes e amo o mundo. E é porque amo as pessoas e amo o mundo que eu brigo para que a justiça social se implante antes da caridade.

***
Ninguém ignora tudo. Ninguém sabe tudo. Todos nós sabemos alguma coisa. Todos nós ignoramos alguma coisa. Por isso aprendemos sempre.
***
A humildade exprime uma das raras certezas de que estou certo: a de que ninguém é superior a ninguém.

***
Ai daqueles que pararem com sua capacidade de sonhar, de invejar sua coragem de anunciar e denunciar. Ai daqueles que, em lugar de visitar de vez em quando o amanha pelo profundo engajamento com o hoje, com o aqui e o agora, se atrelarem a um passado de exploração e de rotina.

***
Amar é um ato de coragem.

Conheça a Biografia de Paulo Freire.

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*Fonte: pensarcontemporaneo

8 comportamentos que fazem você ser uma pessoa chata sem perceber

Você provavelmente não tem dificuldade em apontar uma pessoa chata em uma reunião de pessoas, mas será que é segura o suficiente e faz uma autoanalise de tempos em tempos para sentir se não repete algumas atitudes destas mesmas companhias que considera desagradável?

Confira abaixo alguns comportamentos que podem fazer você ser considerada chata sem sequer perceber:

1. Você pode até ter a melhor das intenções, mas se tem o hábito de corrigir as pessoas, “ensinando” a maneira correta de expressar as palavras, pode ser considerada chata e constranger quem está ao redor.

2. Mesmo que você tenha ótimas histórias para contar, procure sempre ouvir o que os outros têm a dizer e evite monopolizar conversas o tempo toda.

3. Por falar em histórias, por mais interessante que elas sejam, precisam ser resumidas para que não se tornem relatos longos e chatos para quem está ouvindo.

Leia mais: Semancômetro: faça o teste e descubra se você tem semancol

4. Em uma reunião de amigos, especialmente em locais públicos, dar risadas altas e exageradas pode causar constrangimento e fazer com que você pareça uma pessoa desagradável.

5. Bom humor é essencial para a vida e realmente atrai amigos. Mas é importante ainda aprender que existe hora para tudo e fazer piadas o tempo todo pode te transformar em uma pessoa chata.

6. Todo mundo gosta de replicar memes e mensagens engraçadas em grupos de WhatsApp, mas se você faz isso todos os dias ou mesmo a toda hora, saiba que será considerada inconveniente por muitas pessoas.

7. Publicar nas redes sociais tudo o que você faz e sente, além de te expor demais, ainda garante fama de chata da internet.

8. Outro erro comum típico de pessoas chatas e bastante comum em tempos de redes sociais é replicar opiniões políticas para toda a lista de contato e até mesmo compartilhar supostas notícias sem checar a veracidade.

por Paulo Nobuo

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*Fonte: fasdapsicanalise

A famosa revenda “fantasma” de automóveis em Estrela e a sua história

Normalmente passo pelo trevo de entrada da cidade de Estrela (RS) quando tomo o caminho da Rota do Sol ou então sigo pela 386 (Lajeado / POA), hoje resolvi fazer algo diferente, ao invés de só passar ao largo por esse trevo, entrei de fato na cidade para dar uma volta por suas ruas, coisa que não fazia há anos e então aproveitar para ver como estão as coisas atualmente. tudo mudado par amim e a cidade me pareceu bem maior e desenvolvida do que eu ao menos me recordava.

Mas o interessante foi que logo que tomei uma das vias principais de acesso da cidade reconheci no caminho a minha frente a revenda de carros Volkswagen (Comercial Gaúcha), famosa pela sua peculiar história. Trata-se de uma revenda de automóveis que foi fechada aproximadamente há uns 15 anos por ordem da distribuidora Volkswagen, mas o seu proprietário, o Sr. Otmar Waltger Essig, ainda vai ao trabalho todos os dias e a mantém limpa, bem cuidada e intacta, apesar de não ter funcionário algum e estar “fechada” para o público todo esse tempo. Trata-se praticamente de uma revenda fantasma e também uma viagem no tempo.

Assista ao mini-documentário abaixo que você irá entender melhor os detalhes dessa interessante história.

 

Como há tempos não entrava em Estrela e nem me lembrava mais desse fato da revenda, apesar de ser uma cidade que fica aqui perto da minha e até mesmo isso também já ter sido motivo de um post aqui no blog, fiquei surpreso e empolgado. Foi bom relembrar dessa história e assim também ver de perto o prédio e os elementos que compõem essa história.

Estacionei perto da revenda e dei uma caminhada na calçada ao longo do prédio. Sim, óbvio que coloquei a cara no vidro para tentar ver melhor o que ainda havia lá dentro e como estavam as coisas. Assim como no vídeo acima, tem lá o Fusca e o Santana, o pátio e as dependências todas limpas e cuidadas, as salas, escritórios, as peças nas estantes e as em exposição, quase como se fosse uma revenda ainda em funcionamento – (aliás, mesmo ela estando fechada está melhor cuidada que muitas outras “abertas” por aí, que eu conheço. Só para constar).

Isso realmente me pareceu uma espécie de um museu casual, algo quase como se o tempo tivesse parado por ali na década de 90. É interessante isso e também desperta a curiosidade dos fatos. Tanto que assim que cheguei em casa procurei novamente pelo vídeo desse documentário e também algumas matérias que já tinha lido no passado. *Esse material está anexo (links) aqui no post.

Mais um daqueles estranhos e sinuosos fatos da vida que são tratados de formas diferente do que talvez a maioria das pessoas normalmente o faria. O que de certa forma acaba por chamar a nossa atenção. Creio que até compreendo a atitude do Sr. Otmar, mas não cabe a mim fazer qualquer julgamento sobre os fatos. Apenas entendo isso como uma coisa inusitada e que faz parte dos caminhos da vida.

Fica aqui então o registro dessa visita ao local e espero que os interessados leiam as matéria e assistam o vídeo. A vida segue.

Valeu!

*Veja algumas imagens:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

>> Leia abaixo (links) de algumas matérias sobre a revenda e a sua curiosa história:

https://carros.uol.com.br/noticias/redacao/2013/10/02/concessionaria-fantasma-tem-fusca-zero-e-sp2-impecavel-veja.htm

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https://noticias.r7.com/carros/fotos/concessionario-volkswagen-fechado-desde-2002-ainda-guarda-carros-antigos-zero-quilometro-04032015#!/foto/11

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http://g1.globo.com/rs/rio-grande-do-sul/noticia/2013/08/dono-de-revenda-fantasma-preserva-carros-e-vai-ao-trabalho-todos-os-dias.html

 

10 fascinantes coisas que as ondas sonoras podem fazer

As pesquisas com o som ficam bem no meio do caminho entre o bizarro e o maravilhoso. Muitas vezes interpretadas como coisas constantes e imutáveis no mundo exterior, ondas sonoras, frequências e músicas estão mudando a face da ciência.

Elas levam a tecnologia para frente, revelam habilidades inesperadas e aparecem em lugares estranhos. O som também pode mexer com o cérebro humano em um nível surpreendente. Abaixo estão as 10 principais (e mais estranhas) descobertas científicas sobre o som feitas nos últimos tempos.

10. O som pode explicar a anestesia

A crença médica convencional afirma que os nervos “falam” com impulsos elétricos. Eles são os caminhos do cérebro que dizem para a mão acenar ou para a perna se mover para frente. Para os físicos, isso não faz muito sentido. As leis termodinâmicas afirmam que os impulsos elétricos geram calor, mas não há tal aquecimento dentro do corpo humano.

Eles apresentaram uma sugestão polêmica – os nervos não transmitem eletricidade. Em vez disso, eles se comunicam com ondas sonoras. Nem todo cientista concorda com essa ideia, mas isso poderia explicar um antigo mistério médico.

Os anestésicos já estão entre nós faz tempo, mas ninguém sabe ao certo como eles conseguem “desligar” todos os sentidos do sistema. Os nervos possuem membranas. Esses revestimentos devem manter uma temperatura semelhante ao calor corporal de uma pessoa para que pulsos de som pudessem transmitir suas mensagens. Bastante anestésico pode alterar a temperatura e efetivamente bloquear essas possíveis ondas sonoras de enviar sinais de dor durante uma cirurgia.

9. O sistema visual pode ouvir

Durante um experimento, o comportamento dos macacos levou a uma descoberta impressionante. Eles foram treinados para tocar uma luz sempre que ela aparecia em um painel. Quando o ponto era brilhante, os macacos encontravam com facilidade. Quando a luz estava mais apagada, eles tinham mais dificuldades para achar. No entanto, quando um som rápido acompanhava a luz mais fraca, os macacos apontavam tão rápido que há apenas uma explicação: o cérebro pode usar o som para ver.

Isso muda a neurociência como a conhecemos. Antes, acreditava-se que a audição e as partes visuais do cérebro não tinham relação entre si. Foco do estudo, 49 neurônios visuais no cérebro dos macacos provaram o contrário.

Na presença do ponto ruidoso de luz fraca, os neurônios se comportaram como se os olhos estivessem vendo uma luz mais forte do que realmente estavam. O tempo de reação foi tão rápido que apenas um vínculo direto entre as partes auditivas e visuais do cérebro poderia explicar.

Essas habilidades sensoriais interconectadas podem estar por trás da super visão dos surdos e também explicam porque os cegos geralmente desenvolvem ouvidos agudos. A região do cérebro de um sentido perdido provavelmente continua a dar apoio ao outro sentido que ainda funciona.

8. Nova maneira de testar o sangue

Os exames de sangue são fundamentais para o diagnóstico correto da condição de um paciente, mas nem sempre são fáceis ou sem riscos. A tecnologia atual de triagem de sangue pode ser demorada, danificar amostras e há sempre o risco de contaminação, além do sangue não ser facilmente transportado.

Recentemente, um novo método mudou tudo isso. O sangue agora pode ser testado com ondas sonoras, que podem fornecer um resultado rápido e preciso. Quando os cientistas querem informações sobre a condição de um paciente, eles buscam exossomos. As células liberam esses minúsculos mensageiros, que revelam muito sobre a saúde e os distúrbios do corpo.

A nova técnica separa células, plaquetas e exossomos com sons em diferentes frequências. O sangue é exposto brevemente às pressões acústicas do teste, e isso evita qualquer dano à amostra.

As aplicações de usar o som para testar o sangue são possivelmente salvadoras de vidas. Um diagnóstico mais rápido, testes de rotina para órgãos previamente difíceis de alcançar e substituir a maioria das biópsias estão entre os benefícios. Uma das possibilidades mais valiosas é que o teste pode se tornar um kit portátil usado em qualquer lugar – de ambulâncias até aldeias isoladas.

7. A resposta para a levitação

Os entusiastas da levitação já tentaram anular a gravidade com qualquer coisa, desde ímãs até lasers. Acontece que a resposta é um silencioso ruído. Em 2014, uma universidade escocesa descobriu que a percussão sonora provavelmente poderia levantar um objeto.

As ondas de pressão de sons produzem força quando se movem através de um meio – neste caso, o ar. Esta força pode ser aproveitada para criar levitação. No entanto, eles não conseguiram criar um dispositivo bem-sucedido.

O problema era um padrão. As ondas precisavam ser liberadas em uma ordem específica para cancelar a gravidade. Diferentes pressões tiveram que ser implantadas simultaneamente para manter o objeto no alto, estável ou em movimento na direção desejada. Isso exigiu uma solução matemática imensamente complicada.

Recentemente, outro grupo de cientistas usou o software e os dados escoceses para encontrar o padrão mágico. Eles encontraram três e até construíram um campo de som 3-D bem-sucedido com 64 alto-falantes requintadamente pequenos.

Chamado de holograma acústico, o campo levitou bolas de poliestireno com sucesso. Com os três padrões diferentes, os pesquisadores conseguiram apertar as bolas de uma forma semelhante a uma pinça, segurá-las dentro uma gaiola feita de som ou mantê-las firmes no ar.

6. O som pode extinguir o fogo

A princípio, a Universidade George Mason, nos EUA, se recusou a acreditar na ideia de dois de seus estudantes. Os dois futuros engenheiros queriam reprimir chamas com ondas sonoras. Pesquisas anteriores sobre o tema despertaram o interesse da dupla em inventar o primeiro extintor usando o som.

Como eles eram engenheiros elétricos e de software, não químicos, eles conseguiram mais escárnio do que suporte. Seth Robertson, de 23 anos, e Viet Tran, de 28 anos, continuaram mesmo assim, sob a orientação de um professor.

Eles eliminaram rapidamente os sons quando as ondas eram muito inconsistentes para interromper as chamas. A ideia era separar o fogo do que o alimenta – o oxigênio. Isso finalmente aconteceu quando o fogo foi atingido com baixas frequências de 30 a 60 hertz.

As ondas de pressão criaram um vácuo com pouco oxigênio. Impedidas de se reativarem, as chamas morreram instantaneamente. É necessário mais trabalho antes de produzir um extintor portátil que funcione em diferentes combustíveis e tamanhos de fogo. Mas a descoberta abre a porta para uma melhor luta contra incêndios que não deixa toxinas para trás, como acontece com extintores convencionais.

5. Sons podem alterar sabores

Os sons de baixa frequência não só afastam os incêndios. Eles também salientam o sabor amargo nos alimentos. No outro extremo da escala, sons de maior frequência adicionam um toque de doçura na comida.

O fenômeno não é totalmente compreendido, mas muitos experimentos em laboratório e em restaurantes confirmaram que as notas afetam o paladar. Isto é o que os pesquisadores chamam de “gosto modulador”. Parece mudar a amargura ou a doçura de quase tudo – de bolo a café.

A influência incomum não toca diretamente as nossas papilas gustativas. Em vez disso, parece funcionar no cérebro. As notas altas ou baixas alteram a preferência do cérebro de se concentrar nas qualidades doces ou amargas de uma refeição.

O ruído também pode afetar negativamente a experiência gastronômica. Em 2011, um estudo descobriu que o ruído de fundo desempenhava um papel importante. Se muito alto, as pessoas são menos propensas a saborear sal e doçura ou desfrutar da hora do almoço. Isso explica por que restaurantes barulhentos podem estragar uma refeição e por que a comida dos aviões tem uma fama ruim.

4. Sinfonias de dados

Mark Ballora cresceu em uma casa musical. Mais tarde, durante seus estudos de doutorado, ele se interessou em transformar dados em música. Ele se virou para a sonificação, o processo de troca de dados planos em ondas sonoras.

Durante as duas décadas seguintes, Ballora criou músicas que continham dados de vários estudos. Isso incluiu energia de uma estrela de nêutrons, ciclos de temperatura corporal de esquilos árticos, tempestades solares e tempestades tropicais.

Ao criar uma das suas sinfonias, Ballora se familiariza pela primeira vez com a informação e sobre o que é o estudo. Então ele adiciona som adequado que complementa os números e a natureza do estudo.

Quando ele transformou o vento solar em música, a melodia resultante foi “deslocante e brilhante”. Embora não seja uma ferramenta generalizada no mundo científico, a sonificação fez algum progresso na astronomia.

No Observatório Astronômico Sul Africano da Cidade do Cabo, a astrofísica cega Wanda Merced escuta seus dados. Ela descobriu que as explosões estelares produzem ondas eletromagnéticas quando as partículas do evento violento trocam energia. Os seus colegas com visão perderam completamente isso porque eles apenas olham os gráficos.

3. Efeito “Festa de coquetel”

Quando os pesquisadores queriam entender um fenômeno chamado efeito “festa de coquetel”, eles se voltaram para pacientes com epilepsia. Essess pacientes tinham uma vantagem valiosa – eletrodos na superfície de seus cérebros.

As gravações eram destinadas a rastrear crises, mas sete pacientes também emprestaram sua matéria cinzenta ao estudo do som. Quando alguém se concentra em uma conversa em um ambiente muito barulhento, isso é chamado de efeito festa de coquetel. Os cientistas queriam entender como a mente tira sentido de um discurso em meio a distrações auditivas altas.

Cada paciente ouviu a mesma gravação ilegível. Quase ninguém entendeu quem estava falando. Então eles ouviram uma versão clara da mesma frase, seguida imediatamente pela mesma linha distorcida. Incrivelmente, todos entenderam a voz confusa. A atividade cerebral mostrou que não estavam fingindo.

Durante o primeiro teste (ilegível), as regiões de som e fala permaneceram um pouco inativas. Mas elas se iluminaram com as gravações subsequentes. Na verdade, a plasmática incrível e rápida do cérebro está por trás da nossa capacidade de acompanhar as conversas em uma festa barulhenta.

Uma vez que reconheceu palavras, o cérebro reagiu de forma diferente à segunda sentença ilegível, aperfeiçoando os sistemas visual e auditivo, ajustando-os para localizar a fala e filtrar o ruído.

2. Ruído rosa

Entre pessoas com insônia, o termo “ruído branco” às vezes é sinônimo de boa noite de descanso. Sua capacidade de bloquear a distração de fundo enquanto está fácil de ignorar ajuda muitos a dormir. Mas vários estudos independentes encontraram algo melhor para quem tem problemas com o sono – o ruído rosa.

O ruído branco é um som contínuo, enquanto as frequências altas e baixas do rosa carregam oitavas com potência idêntica. A luz no mesmo espectro de potência parece rosa, e isso deu ao ruído seu nome.

Os sons agradáveis ​​do vento, das folhas enrugadas ou da chuva atingindo o telhado podem retardar a atividade do cérebro. Como resultado, o sono é mais profundo e mais tranquilo. Pesquisadores chineses descobriram que o ruído rosa fazia com que 75% dos voluntários dormisse melhor. Quando eles fizeram o teste em pessoas que cochilavam de dia, aqueles que entraram nessa fase do sono aumentaram 45% por cento.

Para adultos mais velhos, isso pode ser uma boa notícia. O envelhecimento traz um sono fragmentado, que é responsável pela perda de memória. Uma equipe universitária americana expôs indivíduos de mais de 60 anos a vibrações cor de rosa. Na parte da manhã, eles receberam um teste de memória. Aqueles que nunca ouviram o ruído rosa se saíram três vezes pior do que aqueles que o fizeram.

1. Há pessoas que odeiam o som

Para aqueles que amam o ruído rosa ou concertos de rock, pode parecer surreal encontrar alguém que não consiga ouvir alguns sons, como o som do clique de uma caneta ou o desembrulhar de um presente.

Embora alguns possam pensar que essas pessoas estão exagerando, cientistas do Reino Unido descobriram que a intolerância ao som é uma condição médica real. Chama-se misofonia e deriva de uma anormalidade cerebral. Uma parte do lobo frontal é menor e mais subdesenvolvida nas pessoas que sofrem dessa condição do que naqueles que não consideram a digitação em um teclado um som vindo diretamente do inferno.

Dois grupos, misofônicos e pessoas livres da condição, ouviram sons enquanto cientistas estudavam sua atividade cerebral. Ruídos desagradáveis ​​dispararam o insular anterior de cada voluntário, independentemente de qual grupo eles estavam. Essa região cerebral desencadeia emoções e a reação de luta ou fuga.

No entanto, os cérebros misofônicos responderam de forma mais intensa e apresentaram sintomas de estresse físico, como batimentos cardíacos rápidos e transpiração. Curiosamente, o insular anterior está diretamente conectado à anormalidade estrutural do lobo frontal. [Listverse]

 

 

 

 

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*Fonte: hypescience

Rolê de hoje: Estrela / Fazenda Vila Nova

Depois de uma semana com feriado de dia das Crianças e de vários dias de chuva, não poderia se esperar coisa diferente para hoje. O dia amanheceu com um chuvisqueiro murrinhento e tudo indicava de que não seria legal dar um rolê de moto nessa condições. Perto do meio-dia o chuvisqueiro parou e até apareceu o tal do sol. Fazia tempo que não dava as caras por aqui. Me empolguei e resolvi dar o meu rolê de moto. Hoje novamente sozinho, peguei a estrada e segui na direção de Lajeado, no caminho o céu deu uma fechada novamente, pensei que choveria em seguida, então resolvi seguir em frente até a chuva cair, daria meia volta e tomaria o rumo de casa.

A chuva não veio, o sol brilhou outra vez e segui em frente de boa. Entrei na cidade de Estrela, coisa que nunca faço porque normalmente é apenas uma caminho de passagem para quando pegamos a Rota do Sol ou então a 386 (Lajeado / POA). Dei umas voltas pela cidade, parei para conferir de perto a famosa revenda “fantasma” da Volkswagen (ver post específico sobre isso), que tem lá.  Circulei pelo centro da cidade, também fui até perto do rio, que aliás está bem cheio e inclusive dava para perceber isso já na travessia da ponte da divisa entre Lajeado e Estrela (a água está acima do nível do cais, com os guindastes na beira do rio).

Depois resolvi seguir em frente o caminho pela 386 e então o céu novamente fechou quando eu estava perto da entrada da cidade de Fazenda Vila Nova. Resolvi entrar, dei novamente uma circulada pela cidade e parei junto ao prédio da prefeitura que tem um parque ao lado. Uma caminhada pelo lugar e logo começou a chover. Fraco mas chovia. Dei um tempo, esperei a chuva parar. Me ajeitei para voltar para casa, assim que pego a estrada no rumo de casa a chuva para em definitivo e sol aparece mais uma vez. Ah! Foda-se, vou prá casa. Chega! Já deu o que tinha de dar esse rolê por hoje…rsrsrsrsr

Valeu e até a próxima!

*Confira abaixo fotos do rolê de hoje:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Veja 5 exemplos de recursos naturais não-renováveis que são muito utilizados

Os recursos naturais não-renováveis são matérias-primas que foram extraídas da natureza e que não poderão nunca mais voltar para seu lugar de origem, ou seja: uma vez extraído, o elemento não será renovado. Tratam-se de fontes de reservas limitadas e que, se não forem utilizadas da maneira correta, podem acabar por completo ou levar milhares de anos para serem produzidas novamente pela natureza.

Esses recursos são diferentes dos chamados naturais renováveis, que estão em constante regeneração por possuírem reservatórios e fontes que nunca acabam — como é o caso da energia solar, energia eólica e energia hidráulica.

Exemplos de recursos naturais não renováveis:

Combustíveis fósseis

Os combustíveis fósseis são excelentes exemplos de recursos naturais não renováveis, uma vez que se tratam de reservas limitadas, que precisam de muito cuidado e responsabilidade ao serem extraídas. O petróleo, o gás natural e o carvão são os principais exemplos dos combustíveis fósseis.

Pedras preciosas

Diamante e outras pedras preciosas são extremamente difíceis de serem encontradas e, por isso, são itens muito desejados e valiosos.

Carvão

Combustível fóssil responsável por impulsionar a Revolução Industrial entre os séculos XVIII e XIX, o carvão é um recurso natural não renovável que não é encontrado em abundância na natureza, devendo ser usado e extraído conscientemente.

O carvão é encontrado em locais subterrâneos e campos mais superficiais e, junto com o petróleo, é um dos recursos que mais agridem a natureza, pois produz materiais altamente tóxicos que poluem mares e rios.

Matéria prima do vidro

Embora o vidro não seja um recurso natural não renovável, os elementos utilizados para desenvolvê-lo são: soda cáustica, cal e sílica.

Ouro e prata

O ouro e a prata são muito difíceis de serem encontrados e, quando o são, acabam sendo transformados de maneira intensa. Por esse motivo eles se tonam incapazes de voltar à natureza. São valorizados e muito bonitos, assim como as pedras preciosas.

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*Fonte: pensamentoverde