Emoções não têm preço

O papel do marketing não é vender nada. O papel do marketing é, sempre foi e sempre será educar pessoas.

Quanto mais eficiente a pedagogia (do grego original paidos “da criança” e agein “conduzir”) mais eficiente é o processo de educação, quando são definidos a direção e o motivo da jornada; que é sempre mais interessante se for em grupo.

Não é possível “comprar bens” e serviços. Só nos interessa a experiência. Não buscamos apenas bem-estar e segurança, mas a emoção que vale a pena.

Se o produto ou serviço criam a sensação de que faço parte de algo muito maior, eles nunca serão “caros” o suficiente. Emoções não têm preço!

Isso tudo combinado cria as histórias de sucesso que nos encantam todos os dias.

Antes de sacar a grana, assinar o cheque, passar o cartão ou fazer o PIX, é preciso uma dose de encantamento. Nem que seja um gole.

E o marketing é excepcional nisso. Seu propósito é criar emoções, as melhores possíveis.

Talvez, por isso, o marketing seja um tipo de sistema educacional.

Quando a estratégia atinge o seu alvo, a mágica acontece.

Esgotam-se vagas, listas, produtos, etc. e, muito mais que isso, gera-se um desejo incontrolável de compartilhar com outras pessoas o mesmo sentimento.

Nos últimos tempos, o marketing evoluiu rápida e profundamente.

A Internet nasceu conectando instituições de ensino, mas, hoje, ela rompeu esses limites e entrega um tipo de educação que nenhuma escola sozinha ou um conglomerado seria capaz de fazer.

O conhecimento se libertou.

Somos todos professores e alunos. Somos todos educadores. Somos todos marqueteiros.

O marketing forjou um novo tipo de Internet: um espaço onde todos participam e onde o conhecimento flui livremente. Tudo isso gera números, e cada dado vale o seu peso, ironicamente, em ouro.

Esse é um espaço de colaboração onde praticamente todos podem participar; e quando o fazem mudam completamente a realidade e o valor do que se cria.

Sem colaboração não haveria redes sociais.

Nada de Twitter, Wikipédia, Youtube, Instagram ou Spotify. Não como os conhecemos. Quase todo o conteúdo que entregam é produzido pelo público.

Quando alguém lança uma ideia original interessante gera-se uma tendência, movendo a audiência e, consequentemente, os criadores de conteúdo naquela nova direção.

É dinâmico. É orgânico.

Imagine essa lógica usada em uma empresa ou escola.

Imagine colaborar em um ecossistema criativo pleno, em que os problemas sejam oportunidades para colocar o talento de todos à prova.

Grande desafio?

Sim! Mas, essa lógica já se mostrou eficiente em grande escala.

Por exemplo, com a Internet a troca de informações sobre a Covid-19 adiantou a pesquisa e a produção das vacinas. As pessoas puderam trabalhar de casa, interagir e resolver quase tudo. Enfim, sem a Internet o número de vítimas seria muito maior, um caos, como foi nas últimas pandemias da história.

Conectar pessoas é expandir o potencial da humanidade.

Imagine um pequeno grupo que deseja ser muito mais criativo, valendo-se de suas habilidades individuais em equilíbrio.

Salas de aula gerando conhecimento vivo e atual, fruto de suas experiências pessoais, que podem ser úteis às demais, não importa seu nível, através de mecanismos de comunicação criados e geridos pelos próprios alunos.

E a mesma lógica também aplicada em departamentos de uma empresa.

Imagine utilizar as mais variadas técnicas de storytelling para expandir a imaginação e a geração de ideias, com alta sensibilidade, pensamento crítico e muita criatividade.

Seria lindo poder gerar mais empatia através de processos de troca de informação, dentro de uma rede de cooperação orgânica, capaz de resolver problemas ou até mesmo evitá-los.

E o mais importante: reciclar erros a fim de fertilizar a cultura criativa.

Se tudo é útil e todos são responsáveis a história pode ser outra.

Hoje, tudo isso é possível e com um banco de dados para auxiliar no gerenciamento dos perfis criativos individuais e coletivos. Com leitura ágil dos dados, combinando talentos para facilitar no desenvolvimento de ideias e projetos colaborativos, de acordo com as habilidades de cada pessoa envolvida, seja colaborador ou aluno.

Colaboração gera colaboração.

Abraçamos qualquer desafio que nos ofereça um gostinho de eternidade. Por isso criamos e consumimos histórias; por isso criamos tantos livros, comerciais, filmes, obras de arte, podcasts, vídeos, escolas, empresas, etc.

E quantos deles são inesquecíveis? Nem todos, mas nem por isso paramos de criar.

Queremos nossos nomes escritos em algum lugar.

Queremos vencer o tempo.

Queremos ser heróis de uma história possível, fazendo o que parece ser impossível.

O ser humano nasce inclinado para a busca de um propósito e vive seus dias tentando criar seus caminhos. Assim nasce a sua força e o seu poder para trabalhar em grupo e escrever histórias que comprovem tudo isso.

Não compramos nada mais que experiências.

Toda pessoa, empresa ou escola é uma contadora de histórias por natureza. A sua convivência influencia a caminhada de quem está conectado direta ou indiretamente a elas.

A forma como escolhem fazer isso define o seu passado, o seu presente e, principalmente, o seu futuro.

*Por William Barter
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*Fonte: updateordie

Dados revelam ser possível o fim do desmatamento

O ser humano destruiu as florestas por diversos motivos. Segundo o Our World In Data, nos últimos 10 mil anos, destruímos 1/3 das florestas do mundo. Mas isso irá, obviamente se voltar contra nós, já que degradamos a natureza de uma maneira muito feroz. Será que poderíamos expandir as florestas novamente?

A madeira é um dos itens mais fundamentais extraídos da natureza nos últimos milhares de anos. Com a madeira, o ser humano ergueu alguns dos primeiros pilares dos vilarejos e cidades das civilizações humanas. A pedra também era utilizada, mas a madeira, junto ao barro, é muito mais fácil de ser trabalhada. A madeira se tornou moradia, ferramentas, combustível, equipamentos, carroças, móveis. Além disso, a agricultura contribuiu imensamente para o desflorestamento.

Mas antes de conversar sobre expandir as florestas, precisamos abordar alguns pontos.

O desflorestamento
No início deste texto, eu disse que nos últimos 10 mil anos, o ser humano destruiu um terço das florestas do mundo, correto? Mas há mais um detalhe nessa história: cerca de metade desse desflorestamento ocorreu apenas no século XX. Ou seja, metade do desmatamento de 10 mil anos feito pelo ser humano ocorreu em apenas 100 anos.

Há dez mil anos, 57% das terras habitáveis do planeta Terra estavam cobertas por florestas – o equivalente a 6 bilhões de hectares. Hoje, há a apenas 4 bilhões de hectares. Então, com uma simples regra de três podemos chegar a uma conclusão. Aquele valor que correspondia a 57%, hoje corresponde a apenas 38%. Essa diferença de 2 bilhões de hectares (a área desmatada) corresponde a 2,3 vezes o tamanho do Brasil — o quinto maior país.

Em uma conta simples, vamos realizar mais uma conclusão. Se no século 20 o ser humano desmatou metade da área citada, então somente nesses cem anos, foi desmatada uma área do tamanho do Brasil.

Declínio no desmatamento
Fritz Haber foi um químico alemão laureado com o prêmio Nobel em 1918 por realizar a descoberta que foi, possivelmente, uma das descobertas mais importantes da humanidade. Embora Haber seja um criminoso de guerra, sua descoberta salvou a humanidade como conhecemos hoje.

O principal motivo do desmatamento é a agropecuária. A população do planeta crescia, então a área de plantio também precisava aumentar. No entanto, a área que se precisava para plantar para fornecer alimento para uma pessoa no século 19 era muito maior do que a área necessária para tal nos dias de hoje.

No final do século XIX, crises agrícolas traziam a iminência de uma crise alimentar. O mundo já não daria mais conta de produzir alimentos para a crescente população. No entanto, em 1900, o último ano do século 19, havia cinco vezes menos pessoas no mundo do que hoje. Como é possível produzir tanto alimento hoje? A resposta é o amoníaco.

Haber descobriu como sintetizar o nitrato de amônio. A substância é essencial para se fornecer nitrogênio às plantas. A descoberta aumentou a produtividade agrícola de maneira muito intensa. Antes disso, utilizava-se principalmente o salitre e o guano (fezes de aves) para o fornecimento de nitrogênio às plantas.

O ponto dessa história toda é: o desenvolvimento da ciência e da tecnologia permitem uma ótima produtividade agrícola. Dessa maneira, um dos principais motivos do desmatamento tem as necessidades de desmatamento diminuídas. Desde os anos 1960, as terras agrícolas per capita caíram em mais da metade.

O pico no desmatamento ocorreu nos anos 1980. Desde então, o desmatamento está em declínio. Isso de deve não só a melhora na produtividade da agricultura, mas à redução da necessidade da madeira como combustível e na utilização de outros materiais como matéria-prima.

O reflorestamento: como expandir as florestas?
O desmatamento já não é tão necessário para a agricultura, embora ainda ocorra. A criação de gado, no entanto, ainda é motivo de grande, já que estamos falando de animais. É até possível diminuir o espaço utilizado pela pecuária, mas o extremo confinamento dos animais é extremamente desumano.

No entanto, a melhora na produtividade agrícola já causou um enorme impacto na redução do desmatamento. Além disso, digamos que no futuro seja possível sintetizar a carne. Animais não sofrem, pessoas podem consumir carne e extensos pastos que destroem a Amazônia e outras importantes florestas pelo mundo não são mais necessárias.

Reflorestar o planeta e expandir as florestas é, como a história nos mostra, possível. Isso pode ser feito com o desenvolvimento da ciência focada na melhoria da produtividade agropecuária. Agricultura e meio ambiente não precisam ser inimigas. A produção agropecuária pode ser conciliada, sim, com o reflorestamento.

*Por Felipe Miranda
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*Fonte: socientifica

Pix brasileiro será exemplo para implementação do “Pix internacional”

O BIS (Banco de Compensações Internacionais), informou recentemente que o Nexus, popularmente nomeado como “Pix internacional”, está sendo testado. Cerca de 60 países devem compor o sistema de pagamento que irá permitir transações instantâneas entre diferentes países. Porém o projeto não tem previsão de ser implementado tão cedo.

O chefe do centro de inovação do BIS, Andrew McCormack, disse em entrevista à Folha de São Paulo, que o sistema brasileiro de transação instantânea, o Pix, está no topo da lista de sistemas que devem integrar o Nexus.

“O Pix definitivamente está se destacando internacionalmente como um grande sucesso em termos de transformação do mercado de pagamentos em tempo real, e entendemos ter sido bem aceito no país”, disse McCormack.

Em um comparativo entre o Pix com o Nexus, McCormack disse que o sistema brasileiro tem todos os “atributos” que o BIS pretende implementar no Nexus. “Tem infraestrutura moderna, é liquidado em moeda do Banco Central, é regulamentado. Do nosso ponto de vista, ele cumpre todos os principais requisitos que gostaríamos de ver em termos dos sistemas que poderiam se juntar ao Nexus”, disse.

O representante do BIS ainda informou que um projeto-piloto está nos planos caso os testes atuais sejam bem sucedidos. “Temos boas intenções de prosseguir com este programa de trabalho, mas só para deixar claro, ainda estamos saindo do segundo ano da fase de prova de conceito, então, certamente um piloto é uma aspiração, mas não está garantido neste momento”, finalizou McCormack.

Fase de testes do Nexus
Na semana passada, o BIS informou que o projeto Nexus passou da fase de design para a fase de testes e atualmente está concentrada em integrar pagamentos da Malásia, Cingapura e na Zona do Euro por meio do Banco da Itália.

“O BIS Innovation Hub trabalhará com a Autoridade Monetária de Cingapura, Banco da Itália, Banco Central da Malásia, BCS em Cingapura e PayNet na Malásia, a fim de conectar os sistemas de pagamento de Cingapura, Malásia e área do euro em uma prova de conceito experimental”, diz a BIS em comunicado.

De acordo com o site do BIS, o Nexus visa padronizar a maneira como os sistemas de diferentes países se conectam. Dessa forma, o novo “PIX internacional” permitirá com que um determinado sistema de pagamento crie uma conexão direta com a plataforma Nexus, ao invés de criar uma conexão personalizada com diferentes sistemas de pagamentos usados por países.

*Por William Schendes
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*Fonte: olhardigital

Como Eddie do Iron Maiden nasceu, cresceu e se tornou o maior mascote de todos os tempos

Eddie é a alma imortal do Iron Maiden, é o símbolo da eterna juventude e da postura da banda de nunca trair suas raízes e sua música.

Eddie sempre me impressionou.

Acredito que a imensa maioria dos verdadeiros fãs do Iron Maiden devem sentir uma mistura de emoções em relação ao mascote oficial da Donzela de Ferro.

Sendo fã da banda por mais de 35 anos e tendo visto 12 vezes o Iron Maiden ao vivo (e contando), além de centenas de vezes em vídeo, eu sempre quis saber um pouco mais sobre essa figura lendária.

E foi lendo o livro Run To The Hills de Mick Wall que uma visão mais completa sobre o surgimento do Eddie apareceu.

Não me refiro àquela cabeça que emoldurava o pano de fundo dos shows do Iron Maiden ainda no final da década de 70, antes de gravar o primeiro álbum. Essa parte da história, imagino que todo mundo que é fã já conhece:

A cabeça (The Head, em inglês), deixou de ser chamada de Head e foi abreviada pra ´Ead, depois Ed, e finalmente Eddie. E era assim que carinhosamente os membros do Maiden chamavam aquela cabeça que ficava acima da bateria dos predecessores de Clive Burr e soltava gelo seco pela boca em alguns momentos dos shows.

Não, não me refiro a isso.

Me refiro a como foi o processo de dar vida, tridimensional, no palco, àquele que se tornaria o maior mascote de uma banda, de todos os tempos.

Como foi que ele nasceu e seguiu o seu destino para se transformar nesse ser místico, meio monstro meio homem, que estaria presente em todas as capas, posters, camisetas e em cada peça de merchandise da banda pelo próximos 40 anos?

De faraó do Powerslave a controlador do demônio em The Number Of The Beast; do cyborg do futuro em Somewhere In Time a deus em Book of Souls; de combatente na guerra da Criméia em “The Trooper” a piloto da Segunda Guerra Mundial em “Aces High”; de louco lobotomizado em Piece of Mind a louco eletrocutado em The X Factor, e muito mais: Eddie esteve em todos os lugares.

Quer saber como o Eddie nasceu? Abre uma cerveja (uma The Trooper se possível) e vem comigo:

O nascimento de Eddie começa no dia que Rod Smallwood, empresário da banda, e manda-chuva de todas as decisões em parceria com o outro chefe, Steve Harris entrou na sala de John Darnley, executivo da EMI, gravadora que acabara de assinar o contrato para o lançamento dos 3 primeiros álbuns do Iron Maiden.

Ao entrar na sala, um poster pendurado na parede, chamou a atenção de Smallwood. Era um desenho feito para promover o disco de Max Middleton, artista de jazz.

Embora não fosse fã de jazz, o poster era tão bonito que chamou a atenção do empresário do Iron Maiden que pediu o nome do desenhista que o havia feito.

John Darnley respondeu que era de um artista desconhecido ex-estudante de escola de artes, que abandonou os estudos, Derek Riggs.

Rod Smallwood ligou para Riggs e foi visitá-lo. O obscuro desenhista que sem sucesso tentava mandar suas artes para editores de livros de ficção científica, mostrou os desenhos que tinha.

E ali, entre os desenhos, havia um com essa figura grotesca, meio monstro punk, com olhar de louco. A capa do primeiro disco do Iron Maiden estava praticamente pronta. Rod Smallwood só pediu que ele mudasse o cabelo do monstro: Ao invés de punk, ele queria um cabelo mais comprido. Mais heavy metal.

Anos depois, em entrevista, Rod Smallwood contou como isso foi importante para a construção da marca do Iron Maiden. “Nós nunca fizemos muitos programas de TV, e nunca tocamos pra valer nas rádios, mas como o Eddie criou essa relação tão forte com os fãs, a gente nem precisava desse veículos. Usar uma camiseta com o Eddie estampado se tornou uma mensagem clara: Foda-se a rádio. E foda-se a TV. A gente não liga pra isso. A gente liga pro Iron Maiden.”

Rupert Perry, outro executivo da EMI, também foi muito importante no nascimento de Eddie. Antes de começar um dos shows do Iron Maiden, comentou com Smallwood: “Por que vocês não colocam ele no palco? Não apenas na capa do disco. Não apenas pendurado na cortina ao fundo. Mas uma pessoa, real, em 3 dimensões.”

A ideia parecia boa e para testar nas primeiras vezes, o próprio Rod Smallwood vestiu uma máscara de Eddie, com jaqueta de couro e calça jeans. Ele entrava antes do show começar e ficava aquecendo a platéia, que enlouquecia com aquela figura no palco.

Com o sucesso, a banda passou a fazer essa rotina todas as noites. E Rod sugeriu que Eddie começasse a entrar no meio do show. Mais especificamente na música “Iron Maiden”, fato que se repete até hoje, 40 anos depois.

Outro aspecto importante no crescimento do mascote: Perto do Natal de 1981, Dave Lights, o engenheiro de luzes do Iron Maiden, levou seus filhos a uma peça de teatro infantil, João e o Pé de Feijão.

Lights ficou encantado com o efeito que o gigante da peça, que era basicamente uma pessoa fantasiada usando pernas-de-pau, teve nas crianças que ficavam hipnotizadas toda vez que o gigante entrava no palco.

Ele então sugeriu pra banda: “A gente podia fazer o Eddie ser um gigante que entra no palco e aterroriza a banda e o público.” E assim, a partir da tour do álbum The Number of the Beast, Eddie começou a crescer.

O resto é história.

Desde então, Eddie não parou de crescer. Não só de altura, mas na grandiosidade do sucesso que conquistou o planeta.

Muita coisa mudou na história do Iron Maiden desde o nascimento de Eddie.

A única coisa que nunca mudou e nunca vai mudar é a eletricidade que passa pelo público do Iron Maiden quando Eddie aparece no palco.

Eddie é a alma imortal do Iron Maiden, é o símbolo da eterna juventude e da postura da banda de nunca se vender, de nunca trair suas raízes e sua música.

Não importa a sua idade, se você já acompanha o Iron Maiden há mais de 30 anos como eu, ou se é um menino que acabou de descobrir a Donzela de Ferro:

Eddie representa aquela parte da gente que nunca vai deixar de amar esse estilo de música. Alto, pesado, energético, arrepiante. A parte de nós que não vai com a maré, que não vai se encolher frente a diversidades e que nunca vai perder a esperança. Que sempre acredita que tempos melhores virão. É isso que Eddie representa quando ele entra no palco.

E é por isso que Eddie não pertence mais a Derek Riggs, nem a Rod Smallwood, nem a Steve Harris.

Ele pertence a todos nós.

*Por Daniel Dystyler
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*Fonte: wikimetal

Como o WhatsApp se tornou uma potência no Brasil e por que não vivemos sem o app

O WhatsApp foi criado em 2009 e começou a ser disponibilizado apenas para celulares com sistema iOS. Porém, mais de 13 anos depois, a rede social está presente na vida de uma grande parcela de brasileiros e pode até mesmo ditar o tipo de conteúdo ou notícias que muitas pessoas consomem.

De acordo com um relatório de abril de 2022, feito em parceria pela We Are Social e pelo Hootsuite, o WhatsApp é a maior rede social do Brasil, com cerca de 165 milhões de usuários ativos no país.

Sua principal função, de fato, são as trocas de mensagens com pessoas em qualquer lugar do mundo, mas com o passar dos anos o app acabou incluindo outros tipos funções, como as ligações de áudio e vídeo e, recentemente, a possibilidade de realizar pagamentos por meio da plataforma.

Uma pesquisa realizada pela Reuters em parceria com a Universidade de Oxford mostrou que mais da metade da população brasileira confia pelo menos um pouco nas notícias que recebe pelo mensageiro.

Cerca de 53% dos dois mil participantes entrevistados disseram “confiar muito” ou “confiar um pouco” nas notícias que recebem pelo WhatsApp. No entanto, vale salientar que muitas fake news começam a se disseminar pela plataforma e é necessário sempre estar atento ao tipo de informação que se espalha pelos grupos.

A importância do WhatsApp na sociedade
Por ser extremamente presente na vida das pessoas, quase ninguém imagina o que faria ou quais as consequências se o WhatsApp desaparecesse. Infelizmente, em outubro do ano passado tivemos uma pequena amostra grátis dessa experiência.

O aplicativo de mensagens, o Instagram e o Facebook, todos de propriedade da Meta, ficaram foram do ar. Em entrevista ao Olhar Digital, a gerente de projetos na Publicis e professora de redes sociais na USP (Universidade de São Paulo), Soraia Lima, relatou que quando esses serviços ficam fora do ar, tendemos a perder o parâmetro de como podemos nos relacionar com pessoas e empresas.

“O ideal é aprendermos com esse tipo de problema, de modo a não ficarmos reféns de mídias sociais. Por isso, incentivamos que as empresas tenham sites e blogs, por exemplo, além de outros serviços de mensagens instantâneas”.

“Muitas empresas confiaram as comunicações com os seus clientes em um aplicativo gratuito e essa queda atinge a economia mundial, os relacionamentos familiares e o lazer. Ou seja, o impacto é enorme na vida e nos negócios, tudo isso pelo excesso de confiança das pessoas, onde não deveria”, ressaltou o CEO da Enetsec e especialista em crimes cibernéticos, Wanderson Castilho.

Empresas trocaram o Facebook pelo WhatsApp
É impossível falar do WhatsApp sem mencionar seu grande sucesso entre as empresas. Não à toa, a rede social lançou sua versão Business, focada em alavancar o relacionamento com os clientes.

Não é necessário do WhatsApp Business para gerar link no WhatsApp

O Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br) revelou que o mensageiro já possui mais contas empresarias que o próprio Facebook. Aparentemente, um dos motivos para essa crescente foi a pandemia de Covid-19, que aumentou a necessidade de estar em contato online com os clientes durante uma compra, por exemplo.

Pensando em facilitar a vida desses empreendedores, a plataforma investiu em se tornar também um sistema de pagamento. O WhatsApp Pay foi lançado no começo de 2021 e permite que os usuários façam transferências bancárias via cartão de débito ou pré-pago.

WhatsApp x WeChat
Além de facilitar a vida das empresas e usuários, a implementação de um sistema de pagamento no WhatsApp também é uma forma de aumentar a concorrência com o WeChat. A rede social chinesa funciona no conceito de “super app”, que pode ser considerado uma plataforma que traz todos os serviços que você precisa no dia a dia.

Além de funcionar como um mensageiro, o WeChat também permite que seus usuários: acessem serviços públicos; agendem consultas médicas; aluguem bicicletas; chamem táxis; agendem voos; comprem ingressos de cinema; transfiram dinheiro; peçam comidas; reservem hotéis; entre outras diversas coisas.

E uma das coisas mais importantes no WeChat é seu vasto e-commerce, que permite que seus usuários comprem diretamente pelo aplicativo.

A relação dos chineses com o aplicativo é tão séria que é possível dizer que o WeChat acabou com o dinheiro em espécie na China, isso porque seus usuários fazem uso frequente da carteira digital da plataforma, deixando de lado outros métodos de pagamento.

Se o foco do WhatsApp é se tornar um super chat é difícil dizer, mas com certeza a plataforma da Meta continuará investindo em novas ferramentas para se manter como a principal rede social do Brasil e uma das mais populares da Índia, outro grande mercado do app. Estima-se que mais de 400 milhões de indianos utilizem a ferramenta.

*Por Matheus Barros
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*Fonte: olhardigital

Nave da NASA colide com asteroide na missão DART

Finalmente, quase um ano após o lançamento, a nave da missão DART, da NASA, finalmente colidiu com o asteroide Dimorphos na noite desta segunda-feira (26), enquanto voava a 22.500 km/h. O Olhar Digital transmitiu ao vivo a colisão; confira.

Apesar de a explosão de uma nave parecer um acidente, dessa vez o ato foi intencional. O motivo: defesa especial. A NASA quis testar a capacidade da Terra em lidar com ameaças caso um dia um asteroide perigoso entre em rota de colisão com a Terra. Dados mais concretos sobre a colisão devem sair nas próximas semanas.

“Estamos mudando o movimento de um corpo celeste natural no espaço. A humanidade nunca fez isso antes”, disse Tom Statler, cientista do programa DART da NASA. “Isso é coisa de livros de ficção científica e episódios realmente bregas de ‘Star Trek’ de quando eu era criança, e agora é real.”

Entenda a missão DART da NASA

Lançada no dia 24 de novembro do ano passado, a bordo de um foguete SpaceX Falcon 9, a missão DART (sigla em inglês para Teste de Redirecionamento de Asteroide Duplo) tinha  por objetivo atingir um sistema binário composto por dois asteroides: Didymos, com 780 metros de diâmetro, e sua “lua” Dimorphos, quase cinco vezes menor.

*Por Lucas Soares
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*Fonte: olhardigital

A ciência explica por que estamos lendo menos

Você tem a impressão que, com o passar do tempo, tem lido cada vez menos? Pode não ser apenas uma impressão. Várias reportagens e estudos têm mostrado que o hábito de ler tem se tornado mais raro nos diferentes países.

Uma pesquisa realizada em 2019 pela Kantar Media no Reino Unido sugere que só 51% dos adultos haviam lido pelo menos um livro no ano anterior. Ou seja, 49% destas pessoas não havia nem pegado em um livro durante este período.

Na América, a situação é relativamente melhor: 27% dos adultos não haviam lido um livro em 2019. Já aqui, uma pesquisa chamada Retratos da Leitura no Brasil mostrou em, entre 2015 e 2019, a porcentagem de pessoas que se declararam leitoras diminuiu de 56% para 52%. Mas o que será que causa esse desinteresse por essa prática tão saudável?

As possíveis explicações
A resposta mais óbvia para explicar a queda do interesse por livros, claro, tem a ver com a nossa obsessão por celulares e mídias sociais, o que tem tornado nossa atenção cada vez mais difusa. Afinal, é bem mais “trabalhoso” ler um livro do que acompanhar um vídeo de TikTok.

Mas há outras hipóteses possíveis. Uma delas é a recessão. A classe média, em boa parte dos lugares – como o Brasil – está encolhendo. Por isso, talvez possa haver uma co-relação: quanto menos dinheiro as pessoas têm, menos elas leem. Isso acontece tanto por conta dos preços dos livros, tanto pelo tempo disponível que elas têm (uma vez que precisam “se virar” e correr atrás de seu sustento o tempo todo).

Mas há também uma resposta de fundo científico: a neurociência pode dar explicações sobre como o nosso cérebro tem se moldado para ler cada vez menos.

As mudanças nos processos cognitivos
A neurocientista cognitiva americana Maryanne Wolf é autora do livro O Cérebro no Mundo Digital, o qual oferece algumas possíveis respostas. Segundo a cientista, o excesso de tempo de diante de telas e os nossos hábitos digitais associados a isso estão mudando o modo pelo qual processamos as informações.

O que ocorre é o seguinte: as telas digitais têm nos acostumado com a prática de “passar os olhos” superficialmente sobre múltiplos textos, habilidade que está se sobrepondo à de ler e entender argumentos complexos, fazer análises críticas e criar empatia com pessoas que possuem diferentes pontos de vista.

A explicação faz sentido: Wolf esclarece que a habilidade de ler e interpretar textos e números não nasce conosco, diferente da visão e da linguagem oral. O cérebro humano começou a “conectar” os circuitos cerebrais para a leitura há cerca de 6 mil anos.

Desde então, esse processo foi evoluindo, mas precisa ser trabalhado ao longo da vida de uma pessoa, uma vez que não é inato ao ser humano. “Não existe, portanto, um circuito genético para ler, que se desenvolva logo que uma criança nasce. A habilidade de ler é algo que precisa ser criada no cérebro, e o circuito vai refletir a linguagem que a pessoa usa, seu sistema de escrita, e o meio pelo qual lê”, mencionou Wolf à BBC News Brasil.

Por isso, as mudanças dos nossos hábitos de leitura, potencializadas pelo uso excessivo das redes digitais, tendem a favorecer que nossos cérebros prefiram leituras pouco aprofundadas. Há, portanto, uma espécie de “atrofia” na capacidade de ler textos mais longos.

O que fazer?
A neurocientista ainda alerta que devemos nos preocupar principalmente com os efeitos dessas mudanças nas novas gerações. “Os jovens estão desenvolvendo uma impaciência cognitiva que não favorece a leitura crítica. Deixamos de estar profundamente engajados no que estamos lendo, o que torna mais improvável que sejamos transportados para um entendimento real dos sentimentos e pensamentos de outra pessoa”, pontua.

Por isso, quanto mais nos acostumamos com leituras rápidas (como as feitas em ambientes online), é provável que nos tornemos menos empáticos ou dispostos a entender fenômenos sociais mais complexos, como a economia e a política, que não podem ser resumidos em explicações simples.

Ainda assim, os pesquisadores destacam que não há como remar contra a maré: as pessoas não irão dedicar menos tempo ao digital, pelo menos em um futuro próximo. O lance então é aproveitar essas constatações para partir para as ações.

“Quero reforçar que não vejo isso como uma questão binária, como uma oposição entre telas e papel. Temos apenas de saber qual o propósito do que estamos lendo e qual é a melhor forma de fazê-lo. Não se trata de escolher um meio em detrimento do outro, mas sim entender o que está acontecendo com nosso cérebro e entender o propósito do que se está lendo”, completa Maryanne Wolf.

*Por Maura Martins
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*Fonte: megacurioso

Em cartaz: Bowie surge em performances inéditas no documentário ‘Moonage Daydream’

O diretor norte-americano Brett Morgen sabia que a vida e a obra de um artista como David Bowie não caberiam em um documentário tradicional e quadrado. Por isso, para realizar o novo filme “Moonage Daydream”, Morgen criou uma obra audiovisual singular, instigante e lisérgica. Ele juntou entrevistas e performances ao vivo com performances nunca mostradas ao público de um dos mais importantes artistas do século 20. O filme já está em cartaz nos cinemas brasileiros.

Mais do que desenhar uma linha cronológica da carreira de Bowie, “Moonage Daydream” apresenta o artista como também um pensador, refletindo sobre vida e morte, passado e futuro, como um filósofo pop. “Eu sabia que ele era esse artista incrível, mas não tinha ideia da pessoa sábia que ele era e de como eu precisava das mensagens dele”, diz o diretor, em reportagem da Folha de SP, explicando que decidiu criar um documentário que fosse também uma experiência, tal qual a própria música de Bowie.

O filme também cumpre a tarefa de contar a história do jovem David Robert Jones, que se apaixona pelo rock dos anos 1960, se torna David Bowie e, no início dos anos 70, invade o planeta como o alienígena Ziggy Stardust. E segue, acompanhando o elegante e louco personagem Thin White Duke, até chegar à fase de Berlim no final da década, quando Bowie já era um dos maiores artistas do mundo. No lugar, porém, de uma série de legendas e entrevistas, “Moonage Daydream” conta somente com as palavras do próprio Bowie para guiar sua história.

“Os cinemas têm o melhor som do mundo, então eu queria criar um filme que reproduzisse a experiência de arena, e que não fosse só uma coisa biográfica. Tipo, todo mundo sabe que os Beatles nasceram em Liverpool. Não importa esse tipo de coisa, saca?”, explica o diretor. Morgen garante que buscou realizar um filme não somente sobre o artista, mas sobre performance, em que verdade e ficção são misturadas pelas falas do próprio Bowie, compiladas ao longo de seus quase 50 anos de carreira.

O documentário retrata as muitas fases da carreira de Bowie, como Thin White Duke

David Bowie faleceu em janeiro de 2016, aos 69 anos, como um desses raros nomes que superam os limites do reconhecimento pop, e se torna um verdadeiro pilar cultural de sua época: para entender a segunda metade do século 20, é preciso olhar fundo nos olhos bicolores de Bowie. E é esse o convite sensorial, emocional e estético que faz “Moonage Daydream”, que estreou nos cinemas brasileiros no último dia 16 de setembro.

*Por Vitor Paiva
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*Fonte: hypeness

70 ideias super práticas para simplificar sua vida

Nem sempre é simples…simplificar.

Ter uma “vida simples” (muitas vezes confundida com uma vida humilde) é, na verdade, complicado. É preciso pensar em como fazer isso, mas mais importante ainda é tomar decisões práticas.

Menos blá e mais pá!
Pensando em dar uma forcinha nesse lado de botar a mão na massa, preparei essa lista com 70 dicas para ter uma vida mais simples.

Importante: sim, coisas simples como aprender a dizer não e beber água estão na lista. Vai ser fácil você achar que a lista tem coisas muito singelas. Mas não as subestime porque são justamente as coisas mais banais que costumam ser ignoradas porque fomos doutrinados a achar que o complicado é o que resolve. E hoje em dia, complicar uma coisa que devia ser simples é um negócio altamente lucrativo, como mostram os algoritmos e as pseudo científicas contabilizações e interpretações de todo tipo de coisas, mas isso é outro post.

Não deixe seu preconceito atrapalhar sua leitura e dê uma chance para uma coisa simples mostrar o seu poder 😁

Sugestão – Este é um artigo longo. Leia com calma e quando tiver tempo. Ou salve essa página e leia aos poucos. O ideal é ir checar sua atual situação em cada um desses pontos 😉

Vamos lá, veja como você se sai. E mande o texto pra alguém próximo, pra comparar. Sempre rende um bom papo.

Aprenda a dizer não — Dizer não a compromissos e projetos não só faz você ganhar mais tempo, mas também aumenta seu processamento mental. A internet nos fez esquecer do como é não fazer nada, o “dolce far niente”, do ócio criativo.

Beba água – Essa é óbvia, mas um simples copo de água é bem mais saudável e barato que a maioria dos outros líquidos e é o maior exemplo de coisa ridícula que ninguém leva muito à sério, mas que tem um impacto significativo na saúde e na disposição. Minha dica dentro da dica: SEMPRE tome 2 copos, mesmo que o primeiro já tenha matado a sua sede.

Simplifique suas refeições – muita gente gasta um tempo enorme entre preparar, comer e limpar os pratos/travessas/copos. Planeje suas refeições, prepare a mais e guarde. Aprendi muito sobre isso fazendo jejuns intermitentes e de longa duração porque fica evidente o quanto a vida fica mais simples nesse departamento da cozinha. E aprendi também com o pessoal da musculação, que faz refeições frequentes e sabem como otimizar o tempo gasto para se alimentar (cubinhos de frango no Tupperware, alguém?)

Pessoas? Menos e melhores – Não é que eu não goste de pessoas, mas pessoas vêm e vão nas nossas vidas e é importante editar nosso círculo de amigos regularmente porque eles tem um grande poder de influencia e tem o poder de nos colocar para cima ou para baixo. Não há meio-termo. O tempo é precioso e deve ser gasto com as melhores pessoas possíveis. Dica dentro da dica: preste atenção em como você fica DEPOIS de passar alguns minutos com uma pessoa. Tá com uma energia melhor ou pior? Qual foi o residual? Esse truque eu uso com absolutamente TUDO, sejam pessoas, eventos, projetos, etc.

Torne-se uma família de um carro só – Usar um único carro pode ser difícil para algumas famílias, mas a ideia é simplificar. Reduz drasticamente os custos associados e de quebra serve de desculpa para aquele abençoado confinamento forçado que incentiva a convivência familiar. Um carro cheio de gente querida é uma bolha de trocas inesquecíveis, quase uma terapia de grupo.

Desligue a TV – eu consegui diminuir bastante graças a uma decisão que tomei dois atrás, de não consumir mais telejornais (ainda consumo notícias, mas só proativamente, nunca passivamente). Com isso a TV ficou menos tempo ligada, revi meu pacote de TV a cabo e tenho usado mais os streamings, que são menos impulsivos porque eliminam o efeito de ficar zapeando canais.

Reduza os aplicativos de celular – jogue fora SEM DÓ os aplicativos do seu telefone. Vc sempre poderá baixar de novo, se for o caso. Menos aplicativos significam menos distrações e notificações, uma das dicas mais importantes de toda essa lista e de alto impacto imediato na sua rotina. Faça o teste: jogue fora 80% dos apps, desligue TODAS as notificações e veja o que acontece com a sua vida depois de uma semana.

Limpe sua caixa de entrada – Pratique o “inbox zero” (zere ativamente os e-mails no seu inbox) todos os dias. É algo que dá pra resolver em dois minutos? Faça de imediato. Não dá? De um encaminhamento (lista de afazeres, forward, mova para alguma pasta, sei lá, encaminhe de alguma forma, mas tire do seu inbox)

Cancelar assinatura — Reserve um tempo para cancelar a assinatura de listas de e-mail nas quais você não encontra mais valor. Isso ajudará a reduzir a confusão da caixa de entrada e evitará o trabalho de excluir e-mails indesejados. Como editor, eu recebo de 800 a 1000 emails por dia, com pautas. Com o tempo montei um sofisticado sistema de regras e filtros que tornam possível priorizar as boas fontes e eliminar as não tão boas. Crie um sistema.

Verificar e-mail uma ou duas vez por dia — Essa é uma tarefa difícil para alguns, inclusive para mim, mas ninguém recebia correspondência pelos Correios ininterruptamente 24 horas por dia. Tente reduzir o número de vezes por dia que você verifica seu e-mail. Porque quando você entra… você fica. Armadilha total.

Não atenda o telefone — Você não tem que atender todas as ligações recebidas. Isso é um hábito que herdamos de uma era pré-internet em que telefone tocando precisava sempre ser atendido. Hoje em dia fica claro o quão intrusivo são as ligações telefonicas, não que não sejam justiçadas, mas pela imposição de serem respondidas imediatamente. A maioria das ligações não são importantes e podem ser resolvidas por texto. Telefone é para ser usado com pessoas muito especiais, quando queremos papear sem pressa. Aí sim é ótimo. Mas para coisas do dia-a-dia, prefira mensagens de texto.

Simplifique seu guarda-roupa – Em 2019 eu me livrei de 70% das minhas roupas, achei na época que era quase uma insanidade porque doei um monte de coisas que eu anda gostava muito, mas não usava. Um ano depois, joguei 70% desses 70% fora de novo. É IMPRESSIONANTE o quanto guardamos de coisas que não usamos. Todo mundo sabe que isso é um fato, mas desconfio que nem todo mundo saiba o quanto podemos abrir mão sem prejuízo NENHUM. Eu uso mais ou menos o mesmo estilo de roupa todos os dias. Isso elimina o tempo de decisão do que vestir e economiza muito dinheiro. E ainda pode ajudar pessoas que não tem o que vestir.

Reduza a desordem digital — É muito fácil salvar 1254 fotos no seu computador e ter uma tela cheia de atalhos. Reduza sua desordem digital e arrume seu desktop.

Minimize seus pertences — Coisas e desordem ocupam espaço e requerem manutenção. Menos coisas significam menos para limpar, organizar e reduzir nossa pegada. Manter o essencial e jogar fora o resto pode ajudá-lo a simplificar e ganhar clareza mental .

Reduza o acúmulo de papel — Use o e-mail e o recurso de impressão em PDF em seu computador.

Elimine contas em papel — Receber uma conta pelo correio é coisa do passado. O faturamento sem papel coloca a maioria de suas contas em um só lugar, no seu computador ou na nuvem, exatamente onde você precisa, sem toda a confusão de papel.

Minimize seus processos financeiros — Reduza o número de contas bancárias, cartões de crédito e empréstimos. Quanto mais centralizado, mais fácil de administrar.

Livre-se da culpa — Sentir-se culpado é algo que manifestamos e muitas vezes é desnecessário. Dê a si mesmo uma pausa muito necessária e pare de se sentir culpado.

Julgamento – Há muito julgamento dos outros neste mundo. Muitas vezes julgamos os outros sem ter o contexto adequado da situação. Quando paramos de julgar os outros, nos tornamos mais fortes e mais abertos a novos pensamentos e ideias. Um exemplo prático: eu ficava com muita raiva quando tomava uma cortada de um apressadinho no transito. Hoje eu penso assim: “talvez ele tenha um motivo real para estar com pressa, talvez esteja indo para um hospital”. Dar esse simples benefício da dúvida me tira todo estresse da situação. E hoje vejo o quanto era ridículo se estressar por coisas desse tipo.

Pare de se importar com o que os outros pensam – Nossa, essa é importante hein? Pega um café e pare nesse item para pensar na sua vida com carinho. Quando paramos de nos importar com o que os outros pensam de nossas ações ou da maneira como vivemos nossas vidas, nos tornamos livres. Parei de me importar anos atrás e comecei a viver minha melhor vida. Me tornei uma pessoa muito mais feliz. Dica dentro da dica: faça isso de uma maneira leve, sem aquela atitude “vão ter que me engolir”. A ideia é tirar o peso disso, não simplesmente mudar o erro de direção. Simplesmente viva mais de acordo com as suas regras e valores, é um processo interno. Libere os outros.

Uma casa menor – Uma casa grande e cara significa uma casa grande para limpar e manter. Também significa menos tempo livre e mais trabalho para dar conta das responsabilidades financeiras daquela casa. Considere reduzir o tamanho para uma casa menor e mais acessível. Dica dentro da dica: uma casa boa tem todo um simbolismo para nós e para os outros. Mas gosto de pensar que ocupamos, de fato, um metro quadrado de cada vez. Todos os outros são, em teoria, desnecessários em dado momento. Menos simbolismo e mais funcionalidade são boas coisas para refletirmos.

Trabalhe menos — Se der, claro, considere reduzir as horas de trabalho durante a semana ou mudar para um trabalho com uma demanda menor, se for algo abusivo.

Limpe seu carro – Faça uma limpeza completa no interior e no exterior do seu carro. Limpe a desordem no interior para um ambiente mais tranquilo ao dirigir.

Considere o clima — O clima em que vivemos pode ter um grande efeito em nossa felicidade e também pode complicar nossas vidas. Viver em um clima temperado pode economizar tempo e dinheiro em comparação com um clima com mais extremos. Menos extremos significam menos roupas de inverno e verão, contas de aquecimento e refrigeração, etc. Climas temperados são mais simples e quem não gosta de sol quente?

Superfícies planas e desocupadas – 3 coisas são certas: a morte, os impostos e o fato de que uma superfície plana SERÁ USADA como suporte da sua bagunça. Mantenha as superfícies planas limpas e/ou reduza o número de superfícies planas que você possui. Essa é difícil, eu sei.

Exercício — Você não precisa de equipamentos sofisticados e nem de academia para se exercitar. Há muitas maneiras de se exercitar usando o peso do seu próprio corpo ou acelerando seu coração de alguma forma. Esqueça esse termo “exercício” e troque por “vida em atividade”. Não é um evento chato que você marca na agenda, é um estilo de vida que traz benefícios corporais, mentais e sociais.

Tarefas domésticas — Crie uma programação semanal e diária de quais tarefas domésticas precisam ser realizadas. Atenha-se ao cronograma para uma casa limpa e convidativa.

Aluguel – Considere alugar ou assinar coisas em vez de possuir. Em alguns casos pode ser consideravelmente mais barato do que possuir. Mas também não deixe de criar um patrimônio, com aquisições que podem valorizar. Estude, pesquise e julgue com sabedoria.

Empréstimo — Itens que não são necessários ou são de *uso único* podem ser emprestados. Pegar livros emprestados com amigos em vez de comprar, por exemplo. Ou aquela furadeira. Empreste games, ferramentas ou qualquer outra coisa que você não precise a longo prazo.

Aprenda a preparar uma mala com leveza — Leve apenas o necessário, embalado de um jeito inteligente. Viaje mais leve e com mais fluidez. Dica dentro da dica: aproveite suas viagens para doar roupas e calçados e substituí-los por novos. Assim você substitue itens ao invés de adicionar.

Itens “só por garantia” — 99% das coisas que achamos que podem acontecer nunca acontecem. Mentalidade de escassez, antiga. Se algo realmente acontecer, provavelmente você terá um plano de ação disponível com facilidade.

Tenha menos animais de estimação – não vai ser o item mais popular dessa lista, mas o ponto aqui é o excesso. Você realmente precisa de 2 cães, 4 gatos, o tanque de peixes e aquele periquito? Animais de estimação são amigos pra vida toda, no entanto, o excesso vêm com o preço da complicação.

Pense em dupla finalidade — Itens de dupla finalidade economizam espaço e tempo. Sempre que eliminamos 2 itens por 1, simplificamos.

Re-Propósito – Improvise soluções com as coisas que você tem. Um livrinho no pé da mesa cambaleante pode não ser muito chique mas funciona. E muitos desses quebra-galhos nem ficam visíveis, aprenda a arte da gambiarra do bem (não confundir com a do mal, que pode mesmo trazer péssimas consequências)

Conserte coisas — Quando algo quebra, nossa reação instantânea é jogar o item fora e comprar um novo. No entanto, muitos itens podem ser consertados ou reparados para viver uma vida mais longa. Seja criativo e conserte algumas coisas em vez de sair para comprar novos. Em outros casos, como aquele carregador de celular que parou de funcionar, nem pense: jogue fora sem dó porque se guardar você vai esquecer que ele não funciona.

Reduza os pertences decorativos — Mil almofadas, bibelôs, fotos, chaves de carro com 15 chaveiros pendurados, etc, complicam nossas vidas. Menos é mais.

Álcool e Tabaco – Este é outro item impopular, mas fumar e beber não são as coisas mais saudáveis e podem ser caros. Pare de inalar cancer e reduza a bebida. Sim, o tom é meio dramático, mas diz aí se não é verdade?

Fique quieto – Fique quieto em sua mente e seja autoconsciente. Pense profundamente e reserve um tempo para descobrir o que você quer da vida. Há uma enorme falta de autoconsciência na sociedade de hoje. É importante descobrir o que valorizamos e o que nos faz felizes.

Ignore o “me too” – Pressão dos colegas, pessoas que julgam, a mídia, anunciantes, seus pais. Ignore tudo e faça o que você acha que deve fazer.

Simplifique sua rotina — Seja qual for sua rotina, pense nas etapas envolvidas. Tudo o que você está fazendo para sair de casa pela manhã ou quando chega em casa à noite é realmente essencial? Examine sua rotina diária e corte o que não é essencial.

Estabeleça rotinas se você não as tiver – estragamos a palavra “rotina” quando a transformamos em sinônimo de algo chato e repetitivo. Repetitivo até pode ser, mas chato… não necessariamente. Uma rotina simples e ponderada é importante para funcionarmos melhor e para trazer paz de espírito. Tá passando por um momento meio ruim? Continue seguindo adiante através de uma rotina. A rotina é o que pode trazer você de volta para o trilho, de uma forma prática.

Tenha filhos com consciencia – Esse é um item mais sensível porque é uma decisão totalmente pessoal e dependente de um contexto amplo. Ter filhos é uma decisão de alto impacto na sua vida. Eu sempre sonhei em ser pai e não imagino o que seria da minha vida se eu não tivesse o meu filho. Provavelmente a maior e melhor decisão da minha vida. Mas para algumas pessoas pessoas pode não ser algo tão relevante e não há nada de errado nisso. O que talvez não seja muito certo é ter filhos sem um mínimo de planejamento e sem tratar seu papel no desenvolvimento de um novo ser humano com a devida importância e responsabilidade.

Deixe alguma folga — Simplifique seu tempo deixando folga ou espaço em sua programação diária. Chegue aos seus compromissos com 15 minutos de antecedência e planeje as tarefas que levam mais tempo do que o normal. Criar folga em nossos horários reduz muito o estresse.

Faça uma coisa de cada vez — Multitarefa é fazer várias coisas mal-feitas ao mesmo tempo. Para sermos mais produtivos devemos fazer/terminar uma coisa de cada vez.

Aprenda com um professor de cada vez — A internet está cheia de informações sobre qualquer assunto sobre o qual alguém possa estar tentando aprender. O problema é que essas informações podem ser conflitantes e confusas. Aprenda com um professor de cada vez e implemente o que você aprendeu. Pegue o que funciona para você e descarte o resto. Se você aprendeu tudo o que pode de uma pessoa, passe para outra.

Seja frugal – queira menos, consuma menos e gaste menos.

Viva sem dívidas — Claro, nem sempre é uma opção. Ms quando for, mesmo assim evite. Dívida é escravização e deve ser evitada sempre que possível. “Crédito ou débito?” Débito.

Carregue menos – Carregue menos itens pessoais com você diariamente. Esvazie os bolsos e as bolsas e você se sentirá mais leve.

Passe um tempo sozinho — Passar um tempo sozinho traz muitos benefícios e pode simplificar sua rotina. Converse com você.

Livre-se dos eletrônicos ridículos — não estou falando do seu smartphone ou computador, mas de coisas completamente desnecessárias como aquele abridor de latas elétrico. Itens manuais geralmente ocupam menos espaço, quebram menos e economizam eletricidade.

Reduzir Compromissos — Reduza o número de compromissos sociais que você tem. Não vá a tudo e participe de menos eventos. Assuma menos projetos.

Reduza as mídias sociais — Tente reduzir o número de contas de mídia social que você possui. Fique com uma ou duas e livre-se do resto.

Fique em casa – saiu, gastou. Tempo e dinheiro. Claro que você deve sair bastante, mas também deve encarar um tempo em casa como um belo de um evento.

Pare de comer fora — Evite o restaurante ou o delivery e faça uma refeição simples e saudável em casa.

Ambicione menos — Simplifique suas ambições e sonhos. Escolha um ou dois objetivos alcançáveis ​​e vá atrás deles. Muitas vezes somos pegos lutando por mais do que poderíamos alcançar. Escolha algo que seja realmente importante e esqueça o resto.

Respire – Aproveite o tempo para respirar. Pare e realmente aproveite o processo de respiração. Meditação não é realmente minha praia, mas simplesmente respirar reduz muito estresse.

Digitalizar — Digitalize qualquer coisa que possa ser digitalizada, ocupando atualmente espaço físico. Pense em livros, CDs, filmes, fotos, etc.

Pessoas Tóxicas — Já falamos sobre menos pessoas, mas é importante destacar o fato de que algumas pessoas são simplesmente vampiros de energia. Pessoas cheias de drama, julgamento, opiniões infundadas e impositivas, que são tóxicas para nosso humor e bem-estar devem ser removidas de nossas vidas.

Medicamentos – Parece que toda dor que temos hoje em dia exige algum medicamento. Não parece importar a aflição que temos em um determinado momento e “tem um remédio ótimo para isso”. Tente entender e trabalhar as origens dessas manifestações (geralmente são notificações que o seu corpo está te mandando).

Itens de vaidade — A vaidade é a grande locomotiva do consumo. Talvez pudéssemos pular algumas dessas coisas.

Produtos de Saúde – A saúde é um grande negócio hoje em dia e se você não estiver tomando os suplementos certos e comendo abacate, caramba, você pode morrer. Bom, não sei se você tá sabendo, mas você vai sim morrer. Um dia. Lá pra frente. Simplifique, cuidado com produtos de saúde da moda e fique em forma à moda antiga. Coma de forma saudável e faça algum exercício. É simples assim.

Fins de semana e férias — Nós, como seres humanos, temos esse estranho problema de preencher nosso tempo livre com o máximo de atividade possível. Os fins de semana estão cheios de coisas que precisamos fazer e as férias estão repletas de atividades infinitas.

Estresse — Há um tempo atrás eu fingi um ataque cardíaco. Agora eu realmente não fingi porque pensei que estava tendo um ataque cardíaco de verdade. Fake é apenas um termo que eu uso para brincar sobre isso agora. Eu me refiro a isso como “naquele dia eu fingi um ataque cardíaco para sair do trabalho”. De qualquer forma, no pronto-socorro, depois que a equipe do hospital terminou o protocolo, o cardiologista entrou e me disse alguma coisa. Ela disse: “Eu não acho que você teve um ataque cardíaco, no entanto, se você continuar vivendo do jeito que está vivendo da próxima vez”. Meus amigos que estão lendo isso, deixem o estresse ir embora . Não aguente. Elimine-o e ignore-o. Sou uma pessoa muito mais feliz desde que fingi meu ataque cardíaco.

Seja básico — Não há problema em ser básico. Nem todo mundo nasceu para ser empresário , lenda do esporte ou modelo do Instagram. Apenas seja você mesmo e seja feliz. É assim que você mantém as coisas simples.

Vá devagar – Paciência é algo que todos nós precisamos desenvolver mais. Leve as coisas devagar como o Martinho da Vila e acredite que você vai chegar lá. Aproveite o processo de ser e fazer.
Pensamentos negativos – Pare com os pensamentos negativos e pare de se julgar. Reconheça quando ‘o juiz’ entra em cena na sua mente ou o monstro do ‘pobre de mim’. Se pudermos reconhecer o comportamento, podemos forçá-lo a sair de nossa mente.

Pensamento de Escassez – O mercado está saturado? Tem muita gente fazendo o que você faz ou quer fazer? Calma, tem muita gente nessa bola azul que moramos. Pense em modo abundância e vá encontrando seu nicho e seu público.

Banho – Você está no chuveiro para se lavar ou relaxar? Não importa, os dois motivos são ótimos. Fique atento ao propósito de uma bela ducha ou banheira e otimize ambos os cenários.

Siga as regras — Este é difícil, especialmente para mim, mas siga as regras. Coloque o cinto de segurança e dirija devagar. Não beba e dirija. Estacione apenas onde for permitido. Não traia seu cônjuge, etc. Simplesmente siga as regras e elimine a dor de cabeça de ser pego fazendo algo que não deveria estar fazendo. A vida é muito mais fácil quando não fazemos ondas.

Eliminar – eu salvei este por último, pois é o mais importante. Eliminar desperdício. Tempo perdido, palavras perdidas, tarefas perdidas. Elimine continuamente qualquer coisa considerada desperdício e esteja atento ao que é essencial e ao que não é.

*Por Wagner Brenner
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*Fonte: updateordie

Veja quais pizzarias brasileiras estão em ranking das melhores do mundo

Três das melhores pizzarias do mundo são brasileiras e ficam em São Paulo: é o que revela o ranking “50 Top Pizza World 2022”, do guia italiano 50 TOP. A publicação está em sua primeira edição e elencou os 100 melhores restaurantes do mundo especializados no amado prato italiano.

A Pizza da Mooca, em São Paulo, foi o restaurante mais bem colocado no ranking do novo guia

O restaurante brasileiro mais bem colocado foi A Pizza da Mooca, apresentada na 77ª posição por sua pizza de “personalidade” naquela que é considerada a “capital brasileira ou até da América do Sul” do alimento. “Seus produtos vêm de artesãos locais, a não ser pela farinha, que, por regra, vem da Itália”, diz o guia, que recomenda a pizza Caprese com muçarela de búfala ou a opção com anchovas da casa. O estabelecimento tem Bruna Zanuto e Murilo Dias como pizzaiolos.

A Leggera Pizza Napoletana ficou na 83ª colocação do “50 Top Pizza World 2022”

Na 83ª colocação do “50 Top Pizza World 2022” aparece o restaurante Leggera Pizza Napoletana, incluído por sua “autêntica pizza napolitana”. Com casas no bairro do Jardins e em Perdizes, a pizzaria se destaca, de acordo com o guia, também por seus antepastos, pelo cannoli e pelos sabores Ortolana e Marinara, definidos como “obras-primas” do pizzaiolo Andre Guidon.

Na 99ª posição, o QT Pizza Bar foi a terceira pizzaria brasileira incluída na lista

A terceira pizzaria brasileira ranqueada é a QT Pizza Bar, que aparece na 99ª posição. A massa fina e crocante sem perder a maciez no centro é celebrada pelo guia, que recomenda a Carbonara e uma outra à base de parmesão, fiordilatte, queijo de cabra, mel e trufas. “É um local badalado e com boa curadoria, que serve grandes pizzas preparadas à perfeição”, diz o texto sobre a casa do pizzaiolo Matheus Ramos, no bairro do Jardins.

A melhor pizza do mundo
A primeira colocação do ranking é dividida entre Itália e EUA: segundo o “50 Top Pizza World 2022”, a melhor pizza do mundo é a do restaurante I Masanielli – Francesco Martucci, na cidade italiana de Caserta (na Campania), e a do Una Pizza Napoletana, em Nova York. A lista inclui 40 pizzarias italianas, 25 de outros países europeus, 15 dos EUA, 15 da Ásia, 4 da América do Sul e uma da África. E conclui: as melhores cidades do mundo para os amantes da pizza são Nápoles, Tóquio, Nova York e São Paulo.

O I Masanielli – Francesco Martucci tem, em Caserta, na região de Nápoles, a melhor pizza do mundo

O anúncio da seleção foi realizado no Palácio Real de Nápoles, cidade no sul da Itália reconhecida como capital mundial da pizza. “É um guia que, em seu conjunto, vê muitos estilos diferentes de pizza, ainda que o estilo napolitano, clássico e contemporâneo seja o mestre”, diz o comunicado do lançamento do guia.

*Por Vitor Paiva
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*Fonte: hypeness

Gigante de transporte marítimo muda rota de navios para proteger baleias

A Mediterranean Shipping Company (MSC), gigante do transporte marítimo no mundo, alterou as rotas de navegação dos seus navios de carga para proteger as baleias azuis e outros cetáceos que vivem e se alimentam nas águas da costa do Sri Lanka, que também serviam de rota de navegação.

O Sri Lanka fica no Oceano Índico, entre a Ásia e a Europa, e o porto de Colombo é um importante centro de transbordo para o comércio global. A logística envolvida nesta mudança é enorme, mas é um exemplo de que é possível – e necessário! – fazer grandes mudanças para preservar o meio ambiente.

A mudança nas rotas da MSC começou em 2022 de forma voluntaria, com os navios que passam pelo Sri Lanka fazendo um novo percurso a aproximadamente 15 milhas náuticas ao sul.

A decisão foi baseada em pesquisas realizadas pelo Fundo Internacional para o Bem-Estar Animal (IFAW), com o World Trade Institute (WTI), Biosphere Foundation, Universidade de Ruhuna (Sri Lanka) e apoiada pelo World Wildlife Fund (WWF).

O tráfego de navios no sentido oeste e no sentido leste é agora limitado a latitudes que evitam a passagem por habitats de cetáceos. A área ao largo da costa sul é uma das rotas marítimas mais movimentadas do mundo e também é habitada por grandes populações de baleias, o que significa que esses animais podem estar em risco de colidir com navios.

Simulações mostraram que mover a rota oficial de navegação 15 milhas náuticas para o sul pode reduzir o risco às baleias azuis em 95%. O pedido para que as rotas de embarcações sejam alteradas para proteger a vida marinha é uma luta antiga de ambientalistas e esta ação pode inspirar outras companhias a fazerem o mesmo.

Especificamente no Sri Lanka, a indústria de transporte marítimo regular liderada pelo World Shipping Council, do qual a MSC é membro, defendeu a criação de um novo esquema oficial de tráfego marítimo totalmente separado da área de alimentação das baleias azuis.

As rotas de serviços e transporte foram alteradas para preservarem as áreas de reprodução e alimentação de baleias. Além disso, a velocidade das embarcações também foi reduzida para evitar populações de animais marinhos.

“Acreditamos que o setor de transporte comercial tem um papel importante a desempenhar na proteção de cetáceos, especificamente ajudando a reduzir o risco de colisões de navios com baleias”, disse Stefania Lallai, vice-presidente de sustentabilidade da MSC.

*Por Natasha Olsen

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*Fonte: ciclovivo

Curadoria de ouvido, não de algoritmo: conheça o Sleep Tales, selo brasileiro que vem fazendo milagre no sono e ansiedade

O ano é 2022 e não é segredo pra ninguém que o sono de muita gente ao redor do mundo está totalmente afetado pela rotina maluca que tantas pessoas vivem.

Aliás, temos vários exemplos daqueles que até tentam melhorar esses hábitos mas simplesmente não conseguem, por qualquer motivo que seja, e é justamente pensando nessas pessoas que o Sleep Tales tem criado conteúdos incríveis.

Trata-se de um selo de lo-fi, um gênero que vem se popularizando muito nos últimos anos por melhorar a qualidade do sono de pessoas ao redor do planeta — e não apenas isso, mas também favorecendo o relaxamento e a concentração em momentos nos quais estes são requisitados.

Atuando desde Outubro de 2021, o selo brasileiro foi fundado por Daniel Sander, que é conhecido pelo pseudônimo colours in the dark e criou, durante a pandemia, a playlist “lofi sleep, lofi rain” para ajudar pessoas com insônia durante o período de maior crise da COVID-19. A ideia bombou, e hoje tem média de 45 milhões de streams por mês.

Daniel Sander, colours in the dark e a história do Sleep Tales

Como a grande maioria das boas ideias, o Sleep Tales surgiu de uma necessidade própria de Daniel. Conversando com o TMDQA!, ele revelou que tem “muita insônia” e tudo começou quando ele montou a playlist mencionada acima, que surgiu depois que ele “já estava colecionando músicas” para ajudar na hora de dormir.

No entanto, antes de ser fundador do selo, Daniel é artista. E o colours in the dark tem um papel fundamental em toda essa história, que começou de um jeito totalmente inesperado, conforme ele mesmo conta:

Na verdade, eu venho do Rock. Agitei muita coisa para a minha banda de Rock, mas eu sempre amei trilha sonora, música instrumental, desde Rock instrumental até trilha de jogo, que sempre adorei também, e em um certo momento em 2019 resolvi que queria trabalhar com trilha sonora. Então, comecei a procurar cursos, a pesquisar sobre o universo, mas eu sou uma pessoa que aprende na prática. A teoria é importante para a base, mas eu só fixo na prática. Assim, descobri o lo-fi, comecei a ouvir e me apaixonei por vários motivos. Gostei da estética e da liberdade criativa, que é muito grande, mais do que em um projeto de Rock instrumental e até mesmo mais do que uma trilha encomendada. Esse foi o começo do colours in the dark.

Depois de seguir estudando o mercado de lo-fi e compreendê-lo melhor, Daniel entendeu a grande sacada desse meio: as playlists sempre têm um mood, são feitas com músicas que tocam enquanto as pessoas fazem alguma coisa.

Foi aí que ele percebeu que estava, quase sem querer, explorando um nicho que ainda era precário:

Percebi que as minhas músicas tinham uma vibe que quase não era explorada: músicas para dormir. Na época, eu tava divulgando ‘insomnia dream’, que tinha essa pegada e rendeu muitos cliques.

Com tudo isso em mente, Daniel define o Sleep Tales como “uma consequência do trabalho artístico do colours in the dark”, e não algo que “foi criado previamente”. Na verdade, o selo é também uma consequência do rápido crescimento da playlist que foi mencionada, e o artista explica que era a sua própria música que ele usava nos anúncios, que tiveram excelente resultado — tanto que sua primeira compilação, chamada Bedtime Beats, foi lançada ainda sob o nome de seu projeto musical, em Janeiro de 2021.

Três meses depois, veio a segunda compilação, intitulada Broken Heart Beats. Foi nesse momento que duas coisas cruciais aconteceram para a formação do Sleep Tales:

Comecei a receber mensagens de produtores muito agradecidos, dizendo que o que eu estava fazendo estava ajudando muito eles, que isso estava até mexendo na autoestima deles. E recebi também muitas mensagens de ouvintes que estavam dormindo melhor e baixando a ansiedade com essas playlists. Aquilo foi um estalo para mim. Pensei: eu deveria abrir um selo, juntando essas duas pontas — artista de lo-fi e público com insônia, ansiedade, estresse.


Como o lo-fi do Sleep Tales ajuda a combater a ansiedade e o estresse?

Essas duas últimas palavras são fundamentais na história do Sleep Tales. É claro que a insônia também teve um papel importantíssimo, mas se a relação de Daniel era muito ligada a esse lado, o ouvinte Rafael Bressan conversou com o TMDQA! para trazer uma outra perspectiva.

Ele explica que até começou a ouvir lo-fi com outras playlists, mas chegou à Sleep Tales pela indicação de uma amiga e não largou mais ao perceber que, diferentemente de outras playlists, havia encontrado algo que lhe permitia realmente relaxar.

A grande diferença, na visão do ouvinte, é a ausência de beats marcantes e outros elementos que podem distrai-lo; por isso, as playlists curadas por Daniel servem perfeitamente para momentos que são bastante importantes na vida de Rafael:

Mais à noite, eu às vezes preciso de um tempo para relaxar e tentar me concentrar e o lo-fi me ajuda nessas situações — principalmente a Sleep Tales, porque eu gosto muito de um lo-fi menos ‘hiphopzado’, eu gosto de uma coisa mais leve. Eu coloco muito como plano de fundo, pra conseguir ler alguma coisa, focar em outras coisas que não sejam o celular, que não sejam o trabalho; poder ler um livro, brincar com meus gatos, tomar um vinho à noite com calma e tranquilidade, poder cozinhar, poder lavar uma louça, qualquer coisa que eu precise de algum tipo de música de fundo que seja relaxante pra mim.

É curioso que, na conversa conosco, Rafael pede para não perguntarmos os nomes dos artistas — um sinal involuntário e sensacional de que o objetivo da playlist está sendo cumprido, voltando o foco completamente para outro lugar. Aliás, saber o nome dos artistas é o trabalho justamente de Daniel, que já lançou mais de 220 faixas de 100 artistas diferentes no selo.

Curadoria de ouvido, não de algoritmo
No papo conosco, o fundador do selo explica que a sua iniciativa tem “uma relação mais próxima com os artistas do que os outros selos”, e uma grande prova disso é a sua curadoria feita “de ouvido, não de algoritmo”.

Mesmo que hoje já seja o segundo maior do mundo, o Sleep Tales não abre mão de uma relação humanizada, tanto com os artistas quanto com os ouvintes:

Já somos o segundo maior do mundo hoje, mas nenhum grande selo tinha esse contato real com os artistas. Recebo esse feedback dos próprios artistas, alguns são lendas do lo-fi. Isso se reflete em tudo. Isso significa que eles ficam mais inclinados a nos mandar as melhores músicas para serem lançadas pelo Sleep Tales. Isso se reflete também na curadoria feita com muito carinho (de ouvido mesmo, não de algoritmo). A gente atualiza toda semana para que a playlist esteja sempre nova para os nossos ouvintes, sempre com músicas novas.

Com essa visão, é difícil não enxergar o Sleep Tales como uma história à parte de todo o restante do lo-fi. Além de Rafael, um outro feedback marcou muito a vida de Daniel e o fez compreender — e ser capaz de explicar — justamente o motivo de seu selo ser diferente dos demais:

Na época, eu aceitava doação pelo meu trabalho com o colours in the dark. Uma das doações que recebi foi de uma pessoa que eu não conhecia, de outro país, falando que estava doando porque ela estava se sentindo muito melhor ao ouvir aquelas músicas. Ela estava passando por um momento muito difícil, de depressão. Ali eu percebi que não era só mais uma playlist. Foi quando comecei a buscar o que fazer com isso, e o que diferencia o Sleep Tales é exatamente isso.

Nós somos pioneiros, e o nosso estilo é muito próprio. O lo-fi para dormir foi criado por nós. Outras pessoas estão fazendo porque, quando o negócio dá certo, muita gente copia mesmo — mas quem inventou isso fomos nós. E o ponto principal é que a gente tem essa pegada de querer ajudar as pessoas com a música.

Prometendo muitas novidades e a continuidade do pioneirismo ainda em 2022, o Sleep Tales está só começando a sua trajetória. E, nas palavras de Daniel Sander (ou colours in the dark, como preferir), a única regra é continuar ajudando as pessoas:

O Sleep Tales hoje é um selo de lo-fi, em breve pode ter outros tipos de músicas, mas o que mais importa para nós é ajudar as pessoas com insônia, com ansiedade, com estresse. As músicas que a gente lança são voltadas para isso. O nosso lo-fi privilegia a parte terapêutica, de cura, além de ser uma música gostosinha para ouvir, claro. A nossa missão é fazer as pessoas dormirem e viverem melhor.

Continue ligado no TMDQA! para conferir mais novidades sobre o Sleep Tales e não deixe de acessar este link para conferir tudo que o selo tem a oferecer! Em tempo, clique aqui para seguir acompanhando o trabalho de Daniel com o colours in the dark.

Abaixo, você ainda curte a rádio 24h que pode, sem exagero, mudar sua vida pra melhor.

*Por Felipe Ernani
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*Fonte: tenhomaisdiscosqueamigos