Vai ae uma cerveja de peperoni ou de calabreza?

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Darthlé

26jan12

Que tal uma refrescación com um picolé de celebridades. Eu iria querer o sabor Darth Vader e você?
Confira mais algumas informações sobre o Celebrities Ice Cream.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Jazz de peso

25jan12

A banda alemã Jazz Against the Machine tem a peculiar sabedoria de fazer cover de músicas heavy metal em seu cardápio. Confiram algumas dessas versões. Abaixo a página dos caras no Myspac.

http://www.myspace.com/jazzagainstthemachine


Uma velha paixão em termos de carro que é um clássico, tem motor, velocidade, título e raça de vencedor, além de um belíssimo design. Hip! Hip! Hurra para o Porsche 917.

Porsche 917 é um carro que correu em corridas de endurance de 1969 até 1971, vencendo as 24 Horas de Le Mans de 1970 e 1971, onde, em 71, estabeleceu um recorde que se mantém até os dias de hoje. A partir de 1971, as regras estabelecidas pela FIA fizeram com que apenas carros com motores menores de 5 litros competissem, o que fez com que o 917 fosse banido das pistas. O carro teve algumas subdivisões de modelos, como o 917 K, o 917/30, o 917 LH e os 917/10 e 917/20 que corriam pelo campeonato americano Can-Am. Neste campeonato, as regras eram praticamente as de que, o carro teria que ser um carro de dois lugares, “cabriolet”, ou seja, sem teto, e tivesse 4 rodas. Sem limite de cilindradas ou potência. Com toda essa liberdade, a Porsche criou um carro que tinha mais de 1500 hp, e que poderia alcançar os 400 Km/h. Esse carro era o 917/30, um carro difícil de ser domesticado devido à toda sua potência e o famoso turbo-lag. (Wikipédia)…

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 



Papai Noel, eu quero uma dessas!


Sarcasmo

24jan12



Simples assim

24jan12

Repassando um texto que recebi de um amigo, lamento não saber informar a autoria, mas é bem interessante de ser lido. Vamos lá, leia, não vai lhe custar nada (por enquanto…).

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Há vários anos os consumidores estão adotando novas formas de consumo. As principais são o computador (desktop, laptop, notebook, tablet, smartphone, etc.) e a internet.

As empresas que fornecem “informação” ou “conteúdo” continuam querendo obrigar o consumidor a pagar o alto preço de seus produtos e utilizar meios de consumo tradicionais, que lhes são mais convenientes.

Tais empresas foram incapazes de criar um modelo de negócio via internet que seja viável, simplesmente por que:

1o) Querem cobrar o mesmo alto preço pelos produtos, quando na internet tudo é mais barato.

2o) Não mudaram o meio pelo qual seus produtos podem ser consumidos. Ou seja, implantaram canais de distribuição de produtos impressos, por exemplo, e querem que você use o meio eletrônico mas não deixe de comprar o produto impresso.

A música foi a primeira “informação de entretenimento” a sofrer o baque. Alguma gravadora começou a vendar música na internet? Ainda hoje, são poucas.

E o preço é mais baixo? NÃO. Pode custar mais caro comprar algumas músicas do que um cd inteiro.

Então, se você quiser comprar via internet vai pagar o mesmo preço de comprar um cd na loja, ou até mais caro. As músicas mais populares, chegam a custar US$ 2.99 na internet. Ou seja, baixar o custo sim, mas repassar o ganho para o consumidor não!!!

Outro exemplo são as editoras de jornais e revistas. A revista Veja, talvez a mais popular do Brasil, oferece um pacote com 18 meses de serviço onde você recebe a revista impressa e também a versão eletrônica para baixar e ler num dispositivo eletrônico.

E se você quiser apenas a versão eletrônica, sai mais barato né? NÃO. Sai mais caro!!!

Afinal, se você tem um tablet para ler a revista você tem um alto poder aquisitivo. Então, você pode pagar mais caro pela revista…
Jornais conhecidos como Folha de São Paulo e Zero Hora, mantém o site do jornal apenas para publicar manchetes das notícias. Você começa a ler e… encontra uma frase “A reportagem completa pode ser lida na edição impressa”.

Ou seja, essas empresa continuam vendo a internet como uma espécie de vitrine para anunciar os produtos. Mas na hora de vender, preferem entregar o produto na forma de cds, dvds, blueray e papel, mantendo os mesmo meios de distribuição de muitos anos atrás.

A pirataria realmente é um problema sério. Mas neste caso, a verdade é que as empresas continuam querendo cobrar demais por produtos que já podem ser vendidos por preços menores.

E há pelo menos dez anos (lembram do Napster, o primeiro compartilhador de música eficiente?) escondem a sua incompetência em criar novos meios de vender seus produtos  atrás de argumentos como “crise” ou “pirataria”.

Simples assim.


I’m Here

23jan12

Dica do EiJozecão para um filme supimpa do diretor Spike Jonze, feito para a vodka Absolut.  Então tá falado.

*Para assistir a este filme (cura) – clique [ AQUI ]


Super heróis

23jan12

Taí um trabalho que deu trabalho. Ilustração responsa que catei na internet, by Danny Haas.


Metaaaaaaaal

23jan12


 

 

 


A eterna questão dos “poderosos” sempre quererem controlar tudo e a todos, delimitando margens, espaços, ações e sobretudo violando nossa liberdade, aliás, cada vez mais reduzida.
E o grande e velho Estados Unidos com aquele já manjado discursinho de defensor da liberdade agora aplicando essa de restrições e controle da internet, atitude típica de alguns países ditatorias, onde os direitos individuais sequer são respeitados.
Olha só, você ainda vai sentir saudades do passado.

Veijeim.

 


Música que eu gosto demais, não só pela vibe de confraternização latina (Fito & Herbert – Paralamas) mas também pela letra, intesidade, arranjo e ainda o inconfundível timbre de guitarra no solo do guapo Brian May (Queen).
- Que letra, que tema e que “baita” solo!

El Vampiro Bajo El Sol  -  (Paralamas do Sucesso)
*Fito Paez e Herbert Vianna

Ya se hizo noche, sé que debo hacer
Tengo mis cortes bajo una nueva piel
Los que me siguen no me alcanzarán
Hasta el amanhecer

Ya tuve todo, hoy tengo “la sed”
Probé de todo al menos una vez
Y aunque me digan “i nunca cambiarás”
Yo ya no soy el mismo que ayer

Dejá al miedo, la sombra del dolor
Dejé mi nueva piel quemarse bajo el sol
Dejé a los que dicen que nada va a cambiar
Y algo ya se cambió
Acá dentro en mi
Las luces de mi vida mortal
Acá dentro en mi
Las luces de un dia normal
En mi eternidad


Qui-jóia-eu-gostei! Novo aplicativo para iPad com dados, fatos, fotos e números sobre as guitarras de George Harisson. Em tempo – meu Beatle favorito. Lançamento para fevereiro de 2012. Mais uma tranquitana supimpa. Confiram o vídeo.

*Fonte e mais informações sobre o app: Whiplash


B&B

20jan12


Mais Carbura

20jan12

Hey, mais um videozinho que o Marceleza descolou da CARBURA nas antigas e agora “upou” lá no Youtube. Veijeim.




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